A justiça divina e as aflições • Geraldo Campetti
Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista traz um convidado especial para falar sobre temas do cotidiano sob a luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se encontram para reflexões acerca do Evangelho de Jesus. Realização: União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #justiçadivina #aflições #espiritismo
Que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências. Que a sua paz permaneça em cada coração. Sejam bem-vindos em mais uma live aqui nos nossos canais da UVCTV e da TV Mansão do Caminho. Sempre uma imensa alegria saber que estamos na companhia de tantas almas queridas para mais um momento de reflexão em torno da mensagem do mestre à luz da doutrina espírita. para melhor começarmos as nossas reflexões, que possamos elevar os nossos pensamentos numa prece. Divino amigo, a nossa gratidão, Senhor, pela tua presença generosa nessa terra, onde necessitamos tanto, Senhor, do Teu apoio fraterno, para que consigamos verdadeiramente despertar para as realidades da vida. vida abundante, da qual somos todos herdeiros. Por isso, amigo, neste momento em que estamos sintonizados contigo, buscando-te de corpo e alma, refrigera, Senhor, os nossos pensamentos, a fim de que tenhamos a capacidade de compreender a mensagem e vivenciá-la no cotidiano. Que o teu amor seja a base para as nossas relações. Que a tua paz esteja no nosso olhar e no nosso falar. que a tua misericórdia esteja atuante sobre todos nós. Por isso, te convidamos, amigo, permaneça conosco hoje e sempre. Hoje nós temos a honra e a alegria de receber mais uma vez em nossos canais nosso querido amigo, irmão da cidade de Brasília, Geraldo Campete, que vai nos trazer o tema a justiça divina e as aflições. Meu irmão, seja sempre muito bem-vindo. Uma grata satisfação saber que estamos na sua companhia para esse momento de aprendizado e conhecimento. Que o divino amor te envolva em paz e luz. E rogando votos de muita paz. Passamos a palavra para você. Muito boa noite, Rosângela, querida amiga, irmã. Muito obrigado, viu, pelo convite, pela oportunidade a você, ao Barreto, a Ivic, não é? a Naira, que está aí conosco nesse trabalho tão bonito de Libras, para que a gente possa ter o acesso, não é, a informação eh por todos, por todos que possam acompanhar aqueles que estão aí pela internet, né, no YouTube, acompanhando ao vivo e os que vão
de Libras, para que a gente possa ter o acesso, não é, a informação eh por todos, por todos que possam acompanhar aqueles que estão aí pela internet, né, no YouTube, acompanhando ao vivo e os que vão assistir depois de gravado este momento. Muito obrigado pela oportunidade. É uma honra para nós estarmos aqui juntos com vocês. Que Deus nos abençoe a todos e que a gente possa ter este finalzinho de tarde, início de noite desta sexta-feira, de forma bem produtiva, bem agradável. O tema que nos cabe nesta oportunidade, ele sem dúvida alguma, nos toca de muito perto, porque se nós formos perguntar para aqueles que estão aí nos assistindo, vocês que estão nos acompanhando, quem é aflito ou quem já passou por alguma aflição, a resposta provavelmente vai ser positiva, que de certa maneira todos nós já enfrentamos. Se não estamos enfrentando, certamente ainda enfrentaremos aflições na nossa existência. E vocês podem participar aí à vontade, por favor. À medida que vocês forem participando, a nossa produção vai trazendo aqui os comentários de vocês pra gente fazer de maneira interativa, bem agradável este momento. Mas o que são aflições? Exatamente? Como é que a gente entende esse conceito de aflição? Quando a gente pensa em aflição, nos lembramos de alguma coisa que nos incomoda, alguma coisa que nos deixa, de certa maneira entristecidos. É assim, parece que a gente não está num bem-estar. Alguma coisa está nos perturbando, às vezes nos causando um certo temor, uma insegurança. Quando a gente está aflito, parece que não encontramos caminho, parece que nós não vemos solução para os problemas que estamos enfrentando. A aflição, ela causa um desconforto. a gente não se sente bem e parece que busca algum ponto ou algum estado em que a gente possa se sentir melhor. Mas durante a aflição, na posição ou na condição de aflitos, nós, de certa maneira estamos sofrendo. Estamos passando por um momento, uma situação, uma condição que não é agradável e na qual a gente não deseja permanecer, mas muitas vezes passando
o de aflitos, nós, de certa maneira estamos sofrendo. Estamos passando por um momento, uma situação, uma condição que não é agradável e na qual a gente não deseja permanecer, mas muitas vezes passando por ela, por esse incômodo, por esse mal-estar, a gente nem sempre consegue ter o discernimento e a serenidade para enxergar possíveis soluções. ao problema que estamos vivenciando. Evidentemente, a aflição não é um estado natural de ser, nem é a condição ideal que nós buscamos. Todos nós procuramos ser felizes. Isso é o caminho, essa é a vontade, esse é o destino, a felicidade, a plenitude, o bem-estar. nós nos sentirmos assim integrados com a misericórdia divina, sentindo o amparo da providência na nossa existência e na nossa vida, para que todos possamos igualmente nos sentir seguros diante dos enfrentamentos que teremos de fazer naturalmente no percurso das provas que nos serão ofertadas no decorrer aí da nossa existência material, física. na condição de encarnados em que nos encontramos. O mundo que nós estamos vivenciando é um mundo que está em transição. Falar sobre isso não é novidade, mas é sempre oportuno, porque quando nós temos essa clareza da transição, fica mais fácil entendermos o que está acontecendo. Porque diante da transição, enfrentando esse momento de travessia, vamos entender que não é assim possível termos um bem-estar completo ou uma situação de absoluta tranquilidade, porque estamos em movimento, estamos numa transição, estamos em trânsito como que se passando de uma situação para outra, de uma condição para outra, de um estágio para outro. Eh, nós temos a simbologia dessa transição de uma maneira muito interessante no livro Voltei do irmão Jacó, psicografado por Chico Xavier, publicado pela FEB editora, quando coloca aquela ponte que é uma passagem de um nível para outro e vai narrando para nós o irmão Jacó exatamente eh o estado em que cada um que está fazendo aquela passagem, que são mais de 15 e integrantes daquela comitiva coordenada por Bezerra de Menezes à
outro e vai narrando para nós o irmão Jacó exatamente eh o estado em que cada um que está fazendo aquela passagem, que são mais de 15 e integrantes daquela comitiva coordenada por Bezerra de Menezes à frente. É como cada um se sente. E é tão interessante porque cada um vai se sentir à sua maneira, dentro da sua possibilidade, na condição em que se encontra nesse processo da transição, porque os valores íntimos, os estados psíquicos acabam se revelando. Então, o momento da transição é um momento em que nós precisamos sair de uma zona de conforto para num dinamismo nos movimentarmos a fim de galgarmos passos necessários rumo à nossa evolução. Os tempos são chegados e a gente precisa fazer a nossa parte. Quando nós falamos em aflição, nós estamos falando num estágio em que boa parte da população encarnada e desencarnada vinculada à Terra ainda se encontra, que é um estado de dor, de sofrimento, de perturbação, de incomodação. E naturalmente se sentem ou nos sentimos ainda de certa forma num estado desarmônico, desequilibrado, num estado de mal-estar, porque a gente não se sente plenamente identificado com a providência divina nos nossos passos cotidianos. Então, a aflição ela campeia praticamente eh na generalidade eh em todos os rincões, em todos os espaços, permeando as famílias, eh os lares, as sociedades, o ambiente de trabalho, os povos, não é isso? Por conta dessa condição espiritual que estamos vivendo, a nossa condição espiritual ainda não é elevada. Estamos na condição de espíritos perfectíveis, claro, não somos perfeitos, mas estamos a caminho ascensional. E esse caminho, né, para nossa evolução, exige esforço. E evidentemente nesse esforço nós vamos enfrentar enfrentar obstáculos, desafios, problemas, crises que vão nos colocar à prova para que a prova nos traga a lição necessária ao nosso desapego, desprendimento, ao nosso desenvolvimento. Claro que isso é fácil de falar, mas é difícil de vivenciar por conta do próprio desafio que nos impõe. Nem sempre estamos preparados porque
o nosso desapego, desprendimento, ao nosso desenvolvimento. Claro que isso é fácil de falar, mas é difícil de vivenciar por conta do próprio desafio que nos impõe. Nem sempre estamos preparados porque titubeamos, porque fraquejamos, porque temos dúvida ainda e muitas vezes caímos. Notadamente nesse período da transição, nós vamos sentir muitas coisas acontecendo, muitas dúvidas surgirão, muitos escândalos se manifestarão. Nós vamos ver coisas que talvez não imaginássemos. Vamos ter o contraponto e vamos ter também o conflito e o confronto entre ideias diferentes, entre posicionamentos distintos e, em alguns casos, manifestados de uma forma que não seja aquela cristã, espírita, mas que vai revelar violência, vai revelar ainda cólera, ira, porque queremos, talvez, diante de alguns contextos, impor a nossa vontade e impor perante o nosso semelhante, como se fôssemos superiores ou donos da razão. Tudo isso vai acarretando uma situação de desarmonia, de desequilíbrio, fruto do nosso próprio estado íntimo e dos pensamentos que emitimos, das vibrações e também dos sentimentos que estamos compartilhando nas relações interpessoais e com todos os seres da natureza e principalmente das ações que empreendemos no dia a dia da nossa existência, nem sempre denotando urbanidade. um comportamento educado e ético, seja não é nessa relação direta, seja numa relação também indireta com os nossos pares, os nossos afetos e às vezes aqueles com quem não temos uma relação muito simpática. Nós vamos ter essa expressão apresentada no Evangelho de Jesus, anotada por Mateus no capítulo 5, quando Jesus sobe ao monte e ali os discípulos com ele se acercam deles, se assentam. Jesus também abrindo a sua boca os ensina, dizendo: "Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados." Esse é o início do sermão do monte ou da montanha, que vai trazer para nós as chamadas bem-aventuranças, que significam as boas novas. Quão alegres serão os bem-aventurados
, porque serão consolados." Esse é o início do sermão do monte ou da montanha, que vai trazer para nós as chamadas bem-aventuranças, que significam as boas novas. Quão alegres serão os bem-aventurados são aqueles que vão, digamos, manifestar o direito a um estado de felicidade, a um estado júbilo, que é uma de júbilo, que é uma alegria íntima, interior. Mas, evidentemente há condições para que se efetive essa conquista. Bem-aventurados os pobres em espírito. Exatamente. Serão felizes aqueles humildes, porque deles é o reino dos céus. para adquirir o reino dos céus, que é a conquista maior que a gente pode ter, que é o estado de integração com a natureza, com a providência divina numa harmonia de demonstração fraterna e solidária, de equilíbrio, de envolvimento que seja eh inteiro, integral, para nos sentirmos conectados, nos sentindo bem. Evidentemente, nós precisamos ter a principal característica, a virtude por excelência, que é a humildade. Na sequência, porque a humildade é a base de todas as demais virtudes, na sequência do sermão do monte, Jesus logo fala: "Bem-aventurados os aflitos ou os que choram, porque eles serão consolados". Quando a gente vai ver o significado disso é quão felizes, quão jubilosos serão aqueles que estão sofrendo, que estão passando por aflição, que estão atravessando momentos de dores, porque serão consolados. Então, nós temos uma promessa e ao mesmo tempo uma afirmação que Jesus ele não titubeia, ele não tem dúvida, ele afirma e nos dá segurança. Mas evidentemente para a conquista da consolação do consolador, a consola, né? Consolador. O consolador que nos cegará vai ser através de um estado em que nós precisamos aprender a sofrer, aprender a passar pela dor de uma forma paciente, que é sabendo aceitar o que sabendo eh eh ter paciência no sentido de saber esperar, eh de não se precipitar, de não se assodar, de não se desesperar diante da prova que nos chega, entendendo que toda prova, como nos ensineano, carrega a sua lição. Então, a gente vai aprender
esperar, eh de não se precipitar, de não se assodar, de não se desesperar diante da prova que nos chega, entendendo que toda prova, como nos ensineano, carrega a sua lição. Então, a gente vai aprender essa lição que a prova está nos ensinando com paciência. Essa paciência é saber esperar o tempo certo para cada coisa. E cada circunstância, cada ocasião também tem o seu tempo de execução. Nós muitas vezes queremos que as coisas sejam do dia paraa noite, da noite pro dia, sejam apressadas, assodadas e que comecem, acabem rapidamente. Nem sempre assim, porque nem tudo eh vai ser desta forma tão célere, porque nossa vida é constituída de processos e o processo ele demanda um tempo necessário para a sua própria execução. O processo vai exigir de nós uma certa paciência, tolerância, compreensão, para que a gente não se perca na ira, na no estado de assim de revolta, não é? a ponto de perder aquele momento crucial do ensino, da prova para o nosso amadurecimento. Então, é preciso saber sofrer, é preciso saber passar pela dor, é preciso entender que a aflição, que esse estado que nos incomoda, que aquele momento que a gente tá vivendo, aquela circunstância que a gente atravessa, também vai pedir resignação, que é uma aceitação do coração. Muitas vezes eu não vou conseguir compreender, não vou conseguir ter uma resposta lógica, racional pro que tá acontecendo. Meu Deus, por que que eu estou sofrendo? Por que que eu estou aflito? Muitas coisas a gente não vai encontrar de imediato a resposta, uma resposta que váim nos satisfazer a nossa intelectualidade, porque nem tudo é assim na vida. Muitas coisas precisarão passar pelo crio da resignação. Não é só a razão, não é só a inteligência, mas é muito a questão do sentimento. Então, a resignação é aceitação do coração. E isso é saber passar pela travessia da aflição de uma forma que a gente consiga aprender o que essa aflição poderá nos ensinar. Se eu não aceito, se eu me rebelo, se eu me revolto, se eu fico indignado, eu começo a reagir ao invés
essia da aflição de uma forma que a gente consiga aprender o que essa aflição poderá nos ensinar. Se eu não aceito, se eu me rebelo, se eu me revolto, se eu fico indignado, eu começo a reagir ao invés de agir, e essa minha reação pode ter muitas consequências que não são agradáveis e muito menos produtivas para o nosso próprio aproveitamento e crescimento espiritual. E também para fazer essa travessia desses momentos aflitivos que a existência nos oferta para nossa própria necessidade evolutiva, nós precisamos ter resiliência. Resiliência é saber trabalhar aquele momento num processo de adaptabilidade que exige resistência diante da prova, do problema, do obstáculo, do enfrentamento que a gente tem. Então eu preciso resistir, mas que isso é preciso ter flexibilidade para que a gente saiba lidar com as situações encontrando alternativas para superar os desafios. Porque se nós ficarmos resistentes, endurecidos, quando vem uma prova intensa, uma pancada grande, a gente pode se quebrar. E aí depois, não é, os cacos precisam ser juntados e vai levar um certo tempo. Quando nós temos flexibilidade, nós conseguimos lidar com a sabedoria da água, por exemplo, quando vai seguindo o seu percurso e enfrenta um obstáculo, digamos ali aquele filete de água, ela tem uma pedra à sua frente. Que que ela vai fazer? Ela não fica insistindo, né, diante da pedra ali, tentando furar a pedra. Ela vai e contorna a pedra e segue o seu destino. Então, a resiliência é essa capacidade de adaptação, de resistência com flexibilidade e muito mais a capacidade de se transformar, aproveitando exatamente as mudanças que as circunstâncias nos impõem para que internamente a gente passando por esse processo, a gente tire dali o amadurecimento. Nós tiramos dali a experiência e isso vai nos dar segurança. Então, diante da aflição, da tempestade que pode estar acontecendo, nós vamos ter segurança, porque sabemos esperar com paciência, sabemos aceitar com resignação e sabemos transformar com resiliência.
Então, diante da aflição, da tempestade que pode estar acontecendo, nós vamos ter segurança, porque sabemos esperar com paciência, sabemos aceitar com resignação e sabemos transformar com resiliência. É claro, queridas e queridos, que falar não é difícil, praticar, sim é complexo, mas nós estamos aprendendo a lição para que a gente possa exercitá-la. E diante do momento mais difícil, com essas reflexões, a gente aprender a ponderar, a refletir, a sentir, a fazer todo um processamento para não tomar uma decisão assim assodada, precipitada, reativa, porque isso pode nos causar prejuízo e prejudicar também aqueles com quem nos relacionamos. O capítulo 5 do Evangelho segundo o Espiritismo é o segundo maior capítulo de toda esta obra. Capítulo 28 tem 84 itens e o capítulo de número cinco tem 31. Em extensão é o segundo maior e ele trata exatamente dessa bem-aventurança. Bem-aventurado. Bem-aventurados os aflitos, não é? porque serão consolados. E veja como é interessante. Nós temos a explicação de Kardec nesse capítulo e temos as instruções dos espíritos trazendo para nós a questão das aflições que a gente enfrenta e que elas não são injustas no sentido da providência divina atuando na nossa existência. Porque as aflições elas têm causas, elas têm origens, então elas de certa maneira foram provocadas em algum momento, em alguma circunstância e hoje se apresenta como oportunidade de um resgate, de uma forma de nós estarmos como que se ressarcindo algum débito, pagando and alguma dívida, preenchendo alguma lacuna. Então, a aflição, ela vai atuar exatamente num ponto em que nós temos necessidade de melhoria. Por isso que nenhuma enfermidade erra de endereço, segundo o benfeitor emano na psicografia de Chico Xavier, tudo tem uma razão de ser. E quando a gente vai ver o didatismo de Allan Kardec, o codificador do espiritismo, vejamos, ele não é fundador, porque o espiritismo não é uma seita, mas ele é o coordenador, é o sistematizador, é o materializador do da doutrina dos espíritos, que é uma
o codificador do espiritismo, vejamos, ele não é fundador, porque o espiritismo não é uma seita, mas ele é o coordenador, é o sistematizador, é o materializador do da doutrina dos espíritos, que é uma revelação que vem da espiritualidade maior. E ele, como missionário, ele traz essa revelação para nós, codificando-a, então, sistematizando, organizando os conteúdos pra gente poder entender esses princípios e os seus desdobramentos. E a gente vê o bom senso de Kardec que nos traz a o legado da fé raciocinada, porque a gente acredita sabendo porê. Nós cremos, mas tem um motivo, uma razão, uma finalidade. Então você tem um entendimento racional e também a compreensão, né, afetiva do por que as coisas estão acontecendo. Kardec fala das causas então atuais das aflições e das causas anteriores das aflições. Existem causas que são aqui do próprio presente para as dores, para os sofrimentos, né, digamos, paraas dificuldades que a gente vai estar enfrentando. Eh, são causas provocadas por nós mesmos diante das escolhas que empreendemos, das decisões que nós tomamos, dos erros que nós cometemos. E aí tudo o que é pensado, falado, sentido evidenciado tem consequências. As aflições, elas são consequências daquilo que não está devidamente alinhado com o propósito de Deus ou da providência divina em nossa vida. Toda vez que a gente não alinha o nosso pensamento, o sentimento, a nossa postura, a as nossas ações, né? com o paradigma do evangelho de Jesus, com esse código ético, moral, com essas virtudes notadamente da humildade, da caridade, nós estamos eh de certa forma nos desviando do caminho que é o natural, do caminho que é o normal, do caminho que é o divino, que é da felicidade, da evolução da plenitude. E quando nós, utilizando da nossa razão, da nossa inteligência, do nosso livre arbítrio para fazer escolhas que vão de encontro para chocar e não há o encontro, né, para abraçar a própria lei divina, naturalmente a gente se afasta de Deus. Então, quando a gente faz uma escolha errada, a gente segue um caminho
e vão de encontro para chocar e não há o encontro, né, para abraçar a própria lei divina, naturalmente a gente se afasta de Deus. Então, quando a gente faz uma escolha errada, a gente segue um caminho que não é o correto. Quando a gente fere, por exemplo, alguém, quando a gente maltrata a natureza, quando a gente, de certa maneira, prejudica o próximo, seja esse prejuízo, né, eh, financeiro, material, emocional, eh, seja psíquico, seja qualquer atitude que a gente tenha que vá assim perturbar a harmonia, o equilíbrio, evidentemente, Isso vai trazer de volta para nós a aflição, porque é o desalinho que a gente expôs na nossa ação acaba retornando para nós, porque toda vez que dissentimos consciencialmente ou inconscientemente da providência divina, nós temos dentro de nós a lei do Pai, a lei de amor, a lei de justiça, que vai dar uma mexidinha assim na nossa consciência vai dizer alguma coisa não está certa e aí a gente não se sente bem. Nós nos sentimos aflitos porque nos deixamos perturbar. Nós nos desviamos e a gente se sente cobrado, não por um tribunal externo, mas pela nossa própria consciência, porque agimos de uma forma que não é a natural. A natural ação é aquela que vai em caminho ou a caminho de Deus, que vai no benefício do próximo, na solidariedade, na fraternidade, no que leva harmonia e equilíbrio, o prejuízo, a desavença, o ódio, a guerra, a nossa imposição, injunção diante do outro, a manifestação do orgulho, da vaidade, do egoísmo. Tudo isso são comportamentos viciosos que nos distanciam de Deus e que nos causam depois a necessidade de reparação. E essa reparação muitas vezes vem pela dor, pelo sofrimento, mas o amparo nunca nos falta. É importante a gente compreender os porquês, que são as causas, o que dá origem ao estado em que a gente se encontra atualmente, mas também nós entendermos o porquem do passado e o para que este momento está acontecendo, qual é o propósito, a finalidade de alguma coisa para que a gente projete o futuro, porque a existência atual, ela tem o seu
ntendermos o porquem do passado e o para que este momento está acontecendo, qual é o propósito, a finalidade de alguma coisa para que a gente projete o futuro, porque a existência atual, ela tem o seu sentido, o seu propósito. Exatamente. Pra gente seguir em frente, não é pra gente retornar ao passado e ficar num processo até mesmo tanto quanto depressivo ou de lamentação, não é isso? De reclamações. Ou a gente se estagnar, por exemplo, parando numa situação em que não sente parece que a força para seguir, para avançar. Pelo contrário, nós podemos fazer uma leitura hoje mesmo de tudo que está acontecendo, como está a nossa vida e podermos, com base nessa leitura, nessas reflexões, já angarear a força da nossa intimidade para poder dar os passos indispensáveis, para seguirmos, para poder assim eh abrir caminhos a ponto de não só nos sentirmos melhor, como também amparar aqueles que estão mais necessitados do que nós. Porque essa reparação, ela não vem apenas pela dor, pelo sofrimento, vem pelo trabalho. É uma bênção que Deus nos concede. Então, o evangelho é o roteiro de nossas vidas que traz esse consolo. Porque se são bem-aventurados os que choram porque serão consolados e a gente tem essas causas que estão atual atuais porque nós mesmos provocamos, ou elas estão num pretérito, num passado, que pode ser dessa mesma existência ali em outro momento, ou em existências anteriores que nós vivenciamos e que nós, de certa maneira, nos desviamos, né? Eh, não acertamos, fizemos escolhas erradas, porque a gente sabe, temos uma única vida, porque somos espíritos imortais. Quando Deus nos criou, ele já nos deu o legado então da vida e da própria imortalidade, o que é uma bênção, né? E isso modifica por completo a nossa filosofia de vida com perspectiva futura para não ter desespero, porque sempre há esperança. O que não é resolvido hoje, pode ser amanhã. que não pode ser solucionado nesta vida pode ser uma próxima. Então essa perspectiva reencarnacionista, essa visão futurista,
, porque sempre há esperança. O que não é resolvido hoje, pode ser amanhã. que não pode ser solucionado nesta vida pode ser uma próxima. Então essa perspectiva reencarnacionista, essa visão futurista, né, prospectiva, ela facilita um comportamento de harmonia, de equilíbrio, de entendimento, para que a gente não entra na desesperança, nem no desespero, a ponto de cometer atos desatinados, não é, e que vão agravar ainda mais a nossa situação. Então, essa compreensão de que nós somos os causadores das nossas próprias aflições vai fazer com que a gente se revista de força para poder solucionar, porque a aflição que a gente sente não está fora de nós, está dentro de nós. E a solução tem que ser interna aqui psiquicamente e no nosso sentimento, no coração. Não é o outro que vai resolver o nosso problema, somos nós mesmos. E o espiritismo nos dá esse laço, essa visão mais ampla, porque o evangelho dá essa segurança do roteiro, né? O espiritismo dá a segurança da luz, porque ilumina. Se a gente tem uma vida e tem a imortalidade, não é, como legado, nós temos múltiplas existências. Por isso não entrar em desespero, porque a reencarnação, ela por si só é a manifestação da justiça de Deus. Então, a justiça de Deus nunca falta. E ela nunca tarda. A gente às vezes costuma dizer: "Ah, a justiça de Deus tarda, mas não falta". Não, a justiça de Deus, ela vem no momento azado, no momento certo, porque está tudo dentro de uma programação, de um planejamento. Às vezes a gente não consegue entender, a gente não consegue perceber, talvez não tem uma ideia exata, a gente esquece do passado, esquece daquilo que assumiu como compromisso, mas tem aqui indicação consciencial para o que deve ser feito. Mas mesmo esse esquecimento provisório não é motivo pra gente não fazer o que precisa ser feito, porque se a gente buscar, a gente vai ver que o roteiro está dentro de nós. E o evangelho é esse roteiro. E o espiritismo é essa luz que vai iluminando o caminho pra gente ir seguindo com segurança, porque tem a
gente buscar, a gente vai ver que o roteiro está dentro de nós. E o evangelho é esse roteiro. E o espiritismo é essa luz que vai iluminando o caminho pra gente ir seguindo com segurança, porque tem a informação, tem a base, tem a razão. Então não é só pensar no passado, é pensar no presente para o futuro. E não há injustiça divina, porque Deus é pai, Deus é bom. Deus nos criou num gesto de amor e continua alimentando a nossa vida por amor. Deus é amor, segundo o conceito de João, o evangelista, que foi considerado, né, exatamente aquele, né, a o ente amado, né, por por Jesus, o discípulo amado, porque ele demonstrava também amor. João era muito assim, né, oferecido, dado no sentido do relacionamento, da alegria, da convivência com o próximo. Tinha aquela jovialidade toda tão importante pra gente viver bem, não é? Então, vejamos, a providência divina, ela atua em nossa vida. Quando Jesus nos traz, bem-aventurados os pobres em espírito, bem-aventurados os que choram, por serão consolados, nós temos, estamos vendo aí um uma esperança, eh, um alento, uma possibilidade de nós nos sentirmos bem, não obstante atravessando agruras, né, atravessando ali árduas, eh, árduos enfrentamentos, árduas provas, espia ações dolorosas, nós temos solução, nós temos caminho, nós temos alternativa. Essa é a providência divina atuando na nossa vida. Como nos ensina Leon Denin no livro Depois da Morte, na quinta parte, a providência é o olhar de Deus na nossa na nossa vida. Então, Deus está sempre olhando por nós. Ele nunca nos falta e sob medida a sua justiça é aplicada, mas com amor. Porque na nós aprendemos também no espiritismo a questão dos atributos divinos para poder entender um pouquinho mais, digamos, né, Deus. a gente não consegue compreender a natureza íntima de Deus, mas pelas suas qualidades ou qualificações a ele atribuídas, nós conseguimos e compreendê-lo um pouco mais. Tal é o atributo, por exemplo, de que Deus é soberanamente justo e bom. Então, vejamos, a justiça divina é
qualidades ou qualificações a ele atribuídas, nós conseguimos e compreendê-lo um pouco mais. Tal é o atributo, por exemplo, de que Deus é soberanamente justo e bom. Então, vejamos, a justiça divina é bondosa e a bondade de Deus é justa. Isso é algo maravilhoso, porque quando a gente vai entender a primeira revelação que veio 1250 anos antes de Cristo, através do profeta maior Moisés, que foi enviado do Cristo, foi a revelação da justiça. Depois vem Jesus trazendo para nós a revelação do amor e depois o espiritismo, a da verdade ou do amor e ação, que é a caridade. Veja que interessante. Por que que veio primeiro a justiça? Porque a justiça é a base do amor. O amor está fundamentado na justiça. Todo aquele que ama é justo. Todo aquele que é justo tenderá a amar. E veja que interessante, aquele que ama, ele procura a verdade. Por isso veio depois a revelação da verdade no sentido do espiritismo, né? O espírito da verdade, o próprio Cristo vem, mas com uma pleade de espíritos superiores para poder trazer essa revelação para nós, tudo conectado, tudo tendo a sua razão de ser. Nós temos um livro especial que neste ano de 2025 completa eh 160 anos de lançamento. É o livro, aliás, eu quero que vocês me digam aí qual é o livro. Pessoal tá participando, tem alguma participação para trazer na tela, por favor? Eu não tô, eu tô no aqui no celular, eu não tô conseguindo visualizar, mas a produção pode ficar à vontade, viu? Se tiver alguma participação, ótimo. Olha aqui, ó, Marcela está conosco, né? Poderíamos dizer que as bem bem-aventurança, né? que a bem-aventurança dos pobres de espírito pode ser entendida como capacidade de reconhecer nossa pequeneza perante a grandeza divina, o que implica, não é, em humildade, né, a busca pelo aprimoramento moral e consequente conquista do reino dos céus. Exatamente. É um reconhecimento da nossa condição de filhos de Deus. Por isso nós temos a questão da submissão, mas é uma submissão no sentido de reconhecer a superioridade divina e de nós sermos
éus. Exatamente. É um reconhecimento da nossa condição de filhos de Deus. Por isso nós temos a questão da submissão, mas é uma submissão no sentido de reconhecer a superioridade divina e de nós sermos aqueles que vamos obedecer, mas sabendo o porquê da obediência, da sua importância, não é? E com isso, claro, agindo nesse consentimento, né, desse entendimento de que somos filhos de Deus, a gente vai conquistar esse reino que tanto procuramos, com certeza, tá? Tiver mais participação, pode trazer, viu, queridas? Nós temos aqui, né, a União, eh, Vitória da Conquista e também temos, né, a pessoal da Mansão do Caminho participando, né, provavelmente outros que estão retransmitindo aí também podem ficar à vontade para participar. Qual é o livro, né? Olha, o céu está conosco. Boa noite, irmãos e irmãs do Ideal Espírita. Que a paz e o amor de Jesus permaneça conosco agora e sempre. Juiz de Fora, querido. Muito obrigado, Celson. Deus o abençoe, viu? Juiz de Fora é quase Rio, né? Já é ali pró divisa. Pessoal fala que são os mineiros mais cariocas, né? Ótimo, gente. Eh, a justiça divina e as aflições. O livro que eu tô aqui trazendo para vocês, eu queria que vocês escrevessem qual é o título, ele tem um subtítulo que é a justiça divina segundo o espiritismo. Interessante, não é? Qual que é o primeiro título dele? O título principal que dá esse desdobramento, né? ou a justiça divina segundo o espiritismo, que é exatamente um livro foi publicado por Kardecis houve mais duas, três edições, a quarta edição definitiva, que também foi toda revisada por Kardec e publicada. Hoje nós temos documentos que comprovam isso para não ter menor dúvida, tanto quanto o que é o esse livro que eu não citei o nome aqui, quanto a Gênese, que é o quinto livro. Esse quarto livro chamado Pentateu cardequiano, ele exatamente é originário da quarta parte do livro dos espíritos, que vai tratar das esperanças e das consolações, não é? Então, quando a gente fala em justiça divina, nós estamos falando numa existência de uma
te é originário da quarta parte do livro dos espíritos, que vai tratar das esperanças e das consolações, não é? Então, quando a gente fala em justiça divina, nós estamos falando numa existência de uma bondade, de uma providência que nos assiste, que nos auxilia, que cuida de nós, porque aquele que ama cuida, né? Já diz o poeta. Então, Deus cuida de nós, zela por nós. Ninguém está abandonado, ninguém está desassistido, ninguém está desamparado. Todos nós estamos sob a proteção divina, por intermédio de Jesus, que é o nosso mestre, de Ismael, que é o guia do Brasil, dos benfeitores espirituais que estão conosco o tempo todo, né? Eu vou falar qual o livro, se vocês não falaram o livro aí, posso falar? Tem mais participação aí? Nossa produção pode trazer, por favor. Se tiver, pode trazer mesmo. Os comentários vai passando aí os cumprimentos. Gente, olha que maravilha. O livro é este livro a Marcela falou e o céu inferno. Olha só aqui, né? O livro que comemora 160 anos. Ele tem duas partes. A primeira tem toda uma parte de teoria, né? Parte de fundamentação doutrinária, que vai falar exatamente do céu, do inferno, do purgatório, né? Dos anjos. demônios, eh, de dessa comunicabilidade dos espíritos pra gente poder entender esse contexto. Quando vai na segunda parte, ele vai trazer para nós um capítulo especial sobre o passamento, né, sobre a morte. E depois vem as entrevistas que Kardec faz com os espíritos, né, chamadas evocações, em que ele categoriza em cinco níveis, né, cinco classes, espíritos felizes, né, sofredores, endurecidos, espíritos que passam por provas pensões muito difíceis, né, e os espíritos suicidas também. São muito importantes essas entrevistas porque nos dão uma visão clara da situação, da condição que o espírito se encontra. Mas tem na primeira parte um tópico muito especial, todos são importantes, mas esse nos tocam de muito perto, que é exatamente o capítulo de número sete da primeira parte, quando traz o Código Penal da Vida Futura. São 33 artigos. E
ico muito especial, todos são importantes, mas esse nos tocam de muito perto, que é exatamente o capítulo de número sete da primeira parte, quando traz o Código Penal da Vida Futura. São 33 artigos. E o 33º que faz a culminância, ele faz um resumo. Kardec, na sua genialidade de codificador, ele nos traz o seguinte. em que pese a diversidade de gêneros e graus de sofrimentos dos espíritos imperfeitos. Código Penal da Vida Futura pode resumir-se nestes três princípios. Então ele traz ali, pode ter uma variedade de sofrimento, de dores, de estado, né? Exatamente. Pela diversidade de gênos dessas provas, né? Da das condições de níveis evolutivos dos espíritos imperfeitos. Embora sejamos todos imperfeitos ainda, mas cada um tá num certo nível, não é? E aí ele vai dizer assim para nós, resumindo, né, e essa condição, esse estado aí, não é, do Código Penal da Vida Futura. Para resumir, para ficar bem fácil, o primeiro deles é o sofrimento, que é inerente à imperfeição do espírito. Então, o sofrimento, ele existe enquanto somos imperfeitos e ele é inerente, ou seja, está bem acoplado, ele quase que fazendo parte desse processo de imperfeição. Enquanto imperfeito, nós vamos sofrendo. Mais imperfeitos, mais sofremos. Menos imperfeitos, menos sofrimento também. À medida que a gente vai evoluindo, então o sofrimento vai diminuindo, tá certo? Maior evolução, menor eh sofrimento, né? Menor imperfeição, não é? menor sofrimento, maior imperfeição, maior também o sofrimento. Mas é assim, quanto mais a gente evolui, significa que a gente vai se aperfeiçoando, vai diminuindo a imperfeição e consequentemente vai diminuindo o sofrimento, porque o sofrimento é inerente à imperfeição. A gente só sofre porque é imperfeito. À medida que a gente vai se aperfeiçoando, o sofrimento vai também amenizando até chegar um ponto que a gente não vai sofrer mais. Esse é o primeiro item, né, que vai trazer esse resumo do Código Penal da Vida Futura. O segundo é toda imperfeição, assim como toda a falta
izando até chegar um ponto que a gente não vai sofrer mais. Esse é o primeiro item, né, que vai trazer esse resumo do Código Penal da Vida Futura. O segundo é toda imperfeição, assim como toda a falta dela promanada. Porque se a gente é imperfeito, nós podemos cometer faltas, equívocos, podemos errar. Gente, não significa que a gente precisa errar. Nós não precisamos errar, né? O erro não é uma condição é assim inexorável para a nossa evolução. Não está no código divino do nosso processo evolutivo que para seguir adiante a gente precisa errar, que para acertar precisa se equivocar e que para, né, caminhar a gente precisa cair. Não existe isso na lei divina. Agora, evidentemente, nós nos equivocamos. Nós erramos, nós caímos, porque fruto do livre arbítrio usado de uma forma inadequada, em dissonância com a lei divina que está escrita na nossa consciência. É o que Kardec explica no capítulo terceiro da primeira parte de Gênese, quando vai falar da origem do bem e do mal. Ali está muito bem explicado. O mal não é uma criação de Deus, é uma criação do homem. E a gente i dizer: "Ah, mas se Deus criou o homem e o homem criou o mal, logo Deus que criou o homem e se o homem criou o mal, Deus também criou o mal." Isso é um silogismo falso, né? Tem que tomar cuidado com isso, porque na verdade Deus nos criou nos concedendo o livre arbítrio. Quando a gente vai evoluindo, vai passando pelos estágios na evolução anímica, chega a individualização. Quando a gente vai passar do reino animal irracional para, né, o reino animal, aí já seria o ominal. Quando a gente adquire a razão, que é um processo, não é a coisa que Deus deu ali, pronto, num passe de mágica, não, uma conquista ao longo de milênios e milênios, né? Aí a gente adquire essa razão, significa que a gente já pode pensar, além de pensar, pode raciocinar. E o raciocínio é a concatenação lógica das ideias para tomada de decisão. Se a gente já pode tomar decisão e não é meramente instintiva como uma inteligência primitiva, mas já é uma possibilidade de
. E o raciocínio é a concatenação lógica das ideias para tomada de decisão. Se a gente já pode tomar decisão e não é meramente instintiva como uma inteligência primitiva, mas já é uma possibilidade de escolha efetiva que a gente vai realizando, mesmo que esteja num processo inicial de uso da razão, a gente já passa a ser responsável pelas decisões que nós tomamos e pelas consequências adivindas dessas decisões. OK? Então, se as decisões são boas, a gente vai tendo os méritos. Se são equivocadas, nós vamos tendo os deméritos. E aí arcamos com, né, as responsabilidades de assumir essas consequências. Por que que a gente passa por expiação? Porque tem que repetir uma prova, que é um teste no qual a gente não foi aprovado. Então, nós não passamos de ano, não fomos aprovados e a gente repete, né? Essa é a expansão. Se a gente passasse pela prova e vai passando, vai passando e vai evoluindo, a gente evoluiria a reta como Jesus o fez. Nesse entendimento que está no consolador, na explicação de Emanuel, psicografia do Chico, publicação da febitora, o Jesus não errou, ele sempre caminhou em concordância com a lei de Deus. Aí eu falar, mas Camp, mas isso é impossível. Impossível por quê? Porque nós erramos, nós estamos tomando a gente como um parâmetro, não é? Então, a gente tem que dilatar um pouco a visão, porque tem milhares e milhões de espíritos nesse processo de criação de Deus que foram passando pelas provas e sendo aprovados, não foram reprovados. A expiação é a gente ser submetido à prova que tem o vínculo com o erro passado, com algum crime, algum desvio, né, com alguma repetição. Eh, é assim, a gente não passou, a gente não foi aprovado, nós não nos comportamos como devimos. Agora a gente é submetido a uma nova prova que tem vinculação com aquela anterior pra gente ser testado naquilo que nos faltou. Por isso que quando a gente tem uma tendência negativa a ter o calcar dequiles, é por quê? Porque provavelmente o nosso ponto fraco ali é onde a gente já teve queda, a gente já
naquilo que nos faltou. Por isso que quando a gente tem uma tendência negativa a ter o calcar dequiles, é por quê? Porque provavelmente o nosso ponto fraco ali é onde a gente já teve queda, a gente já caiu e agora vem de novo. Porque que a gente tem que fazer o quê? Tem que reforçar, tem que ter firmeza, né? A aflição bate e a gente tem que buscar a segurança da orientação, da oração, do momento de tranquilidade, serenidade, da leitura, do apoio familiar, da casa espírita, né? Tudo a gente vai conseguindo. Então, toda imperfeição, assim como toda falta dela promanada, traz consigo o próprio castigo nas consequências naturais inevitáveis. Veja que interessante. O castigo aqui, gente, é usado a palavra, não é aquele castigo que Deus castiga. Aqui tá se falando o castigo como consequência. Não é como se fosse numa numa ação e reação. Inicialmente assim, mas aqui a gente vai ver que não é ação e reação pura, é a lei de causa efeito, porque tem o tempo e tem a reencarnação como oportunidades evolutivas. Então, quando a gente, né, comete um erro, tem uma consequência, né, e esse erro que a gente fez, ele fica incutido na nossa mente, né, no nosso psiquismo e no nosso sentimento, a tal ponto em que nós mesmos em algum momento vai ter que, tipo, olha, precisa acertar essa conta, precisa dar uma alinhada, precisa sair desse atalho e voltar à rua principal, não tem jeito para poder evoluir, tá certo? E aí a gente mesmo vai se cobrando. Então tem consequências inevitáveis que são naturais, que essa espécie de castigo no sentido de uma cobrança, não é? Não é um castigo irremediável de punição que a gente vai ser condenado eternamente. Nada disso. Assim, a moléstia pune os excessos. Olha que interessante, a moléstia, a enfermidade vem quando há excesso, né? Se a gente come demais, passa mal, gente. Se a gente abusa de qualquer, não é? Qualquer abuso é prejudicial. Qualquer de qualquer natureza. Quando a gente se excede, por exemplo, em exercício físico, quando você tá, né, fazendo exercício e você se aceder, vai
de qualquer, não é? Qualquer abuso é prejudicial. Qualquer de qualquer natureza. Quando a gente se excede, por exemplo, em exercício físico, quando você tá, né, fazendo exercício e você se aceder, vai para além das suas forças, você vai, né, vai passar mal, você vai ter um problema, vai, né, de repente ter uma torção, né, vai ali depois precisar de um tratamento. Então, né, a moléstia vai punir os excessos porque vai pedir repouso. É preciso ficar em repouso. O corpo não é assim, Naira, a gente tá descansando para poder se recuperar. Eu falei com a Naira diretamente. Olha aí, você ouveu, né, Naira? Isso aí. Então, olha só. E da ociosidade vai nascer o tédium. Aquele que foi ocioso, que não se ocupou de maneira produtiva, ele pode ter momentos de tédio. Aquele negócio parece que não dá vontade, né, de não fazer nada, fica meio sem sentido porque não aproveitou bem o tempo. Aí vai bater de novo aquela aflição, aquela angústia ligada a isso que precisa ser trabalhada. E como é que isso é trabalhado? com ocupação útil, com trabalho. Todo trabalho é ocupação útil, não é só ocupação, é ser útil efetivamente, fazendo o bem ao próximo, não é? Sem que haja mistério ou sem que haja necessidade de uma condenação especial para cada falta indivíduo. Veja que interessante, né? Você tem todo um contexto circunstancial. Por isso, os momentos que nós estamos vivendo, nada é em vão. Tudo tem a sua razão, tudo tem as suas causas, tudo tem os seus motivos, seus propósitos que a gente vai compreendendo. Então não é necessariamente para cada um, você pode ter um contexto coletivo de um grupo, né, de uma equipe, de uma comunidade, de um povo, de uma sociedade, enfim, que vai passar às vezes por uma expiação coletiva, uma prova que vai dar oportunidade, um resgate anterior, não é? Esse é o segundo item. E tem o terceiro item. Então ele vai dizer: "Ó, sofrimento é inerente à imperfeição. E toda a imperfeição, sim, né? Como toda a falta dela promanada, vai trazer o próprio castigo paraa reparação. OK? Aí vem a terceira que é
Então ele vai dizer: "Ó, sofrimento é inerente à imperfeição. E toda a imperfeição, sim, né? Como toda a falta dela promanada, vai trazer o próprio castigo paraa reparação. OK? Aí vem a terceira que é fundamental. podendo todo homem libertar-se das imperfeições por efeito da vontade. Veja como a vontade é importante paraa gente se libertar das imperfeições. Pode igualmente o homem, né, o ser humano, anular os males consecutivos e assegurar a futura felicidade. Gente, isso aqui para nós é de uma esperança tremenda. É a justiça divina atuando, nos ensejando a oportunidade da gente melhorar, de nós mesmos cocriar o nosso destino com Deus para fazer a melhor escolha, pra gente poder seguir o caminho que deve ser seguido. Se por um acaso caímos, nos levantarmos. Se nos desviamos agora seguir o roteiro que deve ser seguido. Se a gente fez o mal, agora a gente retorna para fazer o bem. Se a gente semeou o desamor, agora é o amor. Se espalhou o ódio, agora é a paz que a gente vai, né, eh, levar. Isso é pacificação, isso é reparação, isso é regeneração. E aí ele vai fechar trazendo esta beleza de assertiva que a cada um é dado segundo as suas obras no céu como na terra. Tal é a lei da justiça divina. Então a justiça divina que está aqui no nosso título, ela tem essa lei assegurada em que a cada um é dado segundo as suas obras. Então, nós estamos pela lei de causa e efeito, que é um princípio fundamental do espiritismo, na chamada meritocracia. Cada um recebe segundo o que faz, não é? E é punido, não no sentido de castigado irremediavelmente, mas ele vai passar pelas provas necessárias enfrentamentos de acordo com aquilo que ele foi criando para o próprio bem. Assim a gente enfrenta às vezes, né, é um sentimento difícil, às vezes é uma perda, às vezes a gente faz, se esforça, não consegue uma ascensão profissional. Eh, a gente tem a relação às vezes dificultosa, né, na família, tem um ente querido ali que não nos compreende, temos às vezes um chefe que é mais difícil. Tudo isso, gente, está
scensão profissional. Eh, a gente tem a relação às vezes dificultosa, né, na família, tem um ente querido ali que não nos compreende, temos às vezes um chefe que é mais difícil. Tudo isso, gente, está num contexto, né? E eu queria trazer aqui já nos encaminhamentos finais esse belíssimo livro que é vida plena de Joana de Angeles Divaldo Pereira Franco, a publicação da Leal Editora e o capítulo 9 fala de aflições. Recomendo a leitura porque é exatamente a temática aqui desta nossa oportunidade e a recomendação bibliográfica foi da querida Maninha Luziane Bahia, né, minha irmã, amiga e irmã de coração, que eu amo tanto, né? Então a gente vê aqui Joana trazendo para nós, né, que as aflições têm a sua causa no processo de crescimento espiritual do ser, podendo ter origem nas existências passadas, assim como na atual. Então é importante a gente ter essa visão. Pode ser de agora, como pode ser do passado, né? Mas é a necessidade do processo de crescimento espiritual de cada um de nós. A aflição não vem em vão, ela vem por uma necessidade. Aflição é resultado, portanto, da insatisfação pessoal ante as ocorrências do dia a dia, que não corresponde aos desejos acalentados pelo indivíduo que se sente frustrado ou melindrado pelo desagradável não esperado, né? Então a gente se frustra por muitas razões, fica assim desalentado, né? fica aflito porque não corresponde a uma expectativa e a gente fica sofrendo. Cada pessoa sempre espera o melhor para si, confiando nos próprios valores e elegendo-se merecedor das melhores conquistas no seu comportamento, considerado por ele próprio como excelente. A gente cria expectativas muito grandes e depois se frustra porque nem sempre a gente está na condição que é aquilo que a gente imagina. Aí tem o egoísmo, não é? A aflição normalmente é filha dileta do orgulho que se sente ferido, como se fosse credor de um regime de exceção na jornada em que se encontra. Ah, por que que eu estou aflito? Por que que eu tô sofrendo? Por que não o outro? Porque tudo dá certo na
e se sente ferido, como se fosse credor de um regime de exceção na jornada em que se encontra. Ah, por que que eu estou aflito? Por que que eu tô sofrendo? Por que não o outro? Porque tudo dá certo na vida do outro e no meio dá tudo errado, né? A gente vai ver que pode ser manifestação do orgulho, da vaidade, do egoísmo, quando a gente tá pensando mais em nós mesmos, né? Então, vivendo assim no mundo transitório de ocorrência estabelecidas pelas divinas leis, sempre a lei divina estabelece as ocorrências necessárias, né? Impõe-se inatingível pelo sofrimento, embora em seu contorno encontre todas as expressões possíveis de maus estares e de padecimentos. Tudo está rodeado ali nessa situação pro nosso melhoramento, né? A Márcia diz assim: "O tempo hoje é preciso acelerar o passo rumo a esses resultados de paz interior, perdão e desenvolvimento da tão almejada humildade. Só que até lá não é tão fácil jornar." Exato. Mas nós vamos fazendo isso na própria jornada, não é, Márcia? É na própria caminhada. A felicidade não está no ponto de chegada, está na própria caminhada, no trajeto, não é? Não está fora, está dentro, eh, não está longe, está perto. Então, é perfeitamente possível. E aí a gente vai ver aqui com Joana, é claro que, né, aqueles que estão semeando também aflições, não é, vão renascer num futuro, eh, também num ambiente que criaram para si mesmo. Aí vem a lei de causa e efeito, que vir no universo inteiro, que vai empurrar ou levar o infrator paraa recuperação da postura que lhe causava indignação e repulsa naquilo que combatia com Artur por um enfrentamento próprio paraa autossuperação. Então, os renascimentos expiatórios, situações aparentemente degradantes são as mãos da divina justiça plasmando a recuperação dos delitos. Olha que coisa linda, as mãos, né, entre aspas, da divina justiça, plasmando, né, criando aqui a recuperação dos delitos, oferecendo as possibilidades de fazer-se o melhor, né? Então, veja, diante, né, da lição, nós temos a lição, diante da aflição, nós
vina justiça, plasmando, né, criando aqui a recuperação dos delitos, oferecendo as possibilidades de fazer-se o melhor, né? Então, veja, diante, né, da lição, nós temos a lição, diante da aflição, nós temos a lição de Jesus. Cada indivíduo lavra o solo que adquiriu na construção do progresso ético moral, por intermédio das atitudes no período que lhe foi destinado para essa aquisição. Entretanto, diante da impossibilidade de volver, né, para modificar os erros cometidos, dispõe do presente para construir o futuro de paz, não é? Mediante as reparações indispensáveis e novas construções propiciatórias do bem-estar. Nós temos esse bem-estar agora para poder agir, para poder se sentir melhor, a virar aflição, virar dor ainda. A gente não pode voltar ao passado, né? como diz aquela frase atribuída a Chico, mas a gente pode a partir do presente fazer um novo futuro. Foi esta lição magistral de Jesus, né, que nos deu o exemplo nascendo aí, né, com toda a humildade e voltou a esta sociedade ingrata e perversa para oferecer-lhe novas oportunidades e libertar-se das aflições. Jesus foi o testemunho vivo. E fechando aqui, Joana nos recomenda, gente, com uma mensagem de esperança. Confia em Deus e deixa-te atingir pelas aflições, não as valorizando demasiadamente. Confiança em Deus. Se a aflição bate a porta, não nos deixemos afliger. Passemos pela dor, mas não alimentemos o sofrimento. Tenhamos confiança. Tudo vai passar. Isso também vai passar que a gente tá enfrentando agora. avança passo a passo e descobrirá horizontes de infinita beleza que estão aguardando por ti depois que atravessares a planíci baixa dos testemunhos promotores da tua evolução. Como fala bonito, né? Que registro maravilhoso. A gente tá aqui na planícia enfrentando, né, as provas, os de sabor e depois a gente vai acendendo passo a passo, a gente vai evoluindo. É preciso superar, né, esses degraus. Esta, por fim, tem o objetivo, né, evolução de lapidar-te para que o diamante sublime que é polido, atinja o brilho que lhe é
asso a passo, a gente vai evoluindo. É preciso superar, né, esses degraus. Esta, por fim, tem o objetivo, né, evolução de lapidar-te para que o diamante sublime que é polido, atinja o brilho que lhe é inerente e encontra-se embaçado. Aí vem a prova, vem a dificuldade, vem a aflição por conta da necessidade que a gente tem, mas a evolução vai nos aprimorando. Exulta sempre que venças qualquer aflição que ajas transformado em experiência libertadora. Então, a aflição não é para prender, não é para nos prender, é para nos libertar. A aflição de hoje é uma grande oportunidade que a gente tem nossa própria educação, da nossa regeneração, passando pela aflição, fazendo essa travessia desafiadora, a gente vai adquirir experiência e vai ter segurança. E muito importante agradecer a Deus sempre, nunca reclamar, sempre agradecer, porque isso faz bem a nós e faz bem a todos aqueles que estão ao nosso redor. Então, queridas e queridos, que possamos seguir confiantes na certeza de que a justiça divina sempre se cumpre em nossas existências e as aflições são oportunidades benditas para que a gente possa futuramente encontrar a paz, a serenidade e a vida plena de acordo com as nossas ações Doravante ou de agora para a frente, com equilíbrio, com amor, com fraternidade. com solidariedade para com todos os seres criados por Deus. E que ele nos abençoe hoje e sempre com muita alegria. Nós nos despedimos de vocês, queridos, e que estes momentos possam ter sido preciosos paraa nossa reflexão. Muito obrigado, Naira, a nossa querida coordenadora, está conosco aqui nesse momento que a gente já vai preparando, não é, Rosângela, o encerramento. Nossa imensa gratidão pelas reflexões. Nossa imensa gratidão pela presença, sua presença generosa aqui conosco. Sempre muito bom ouvi-lo e aprender um pouco com você. que o Senhor da vida te ilumine e seu caminho e que sigamos em paz com ele. Nossa gratidão também a tantos amigos aqui conosco hoje de tantos lugares do país, fora dele, nossa querida Marcela e da
cê. que o Senhor da vida te ilumine e seu caminho e que sigamos em paz com ele. Nossa gratidão também a tantos amigos aqui conosco hoje de tantos lugares do país, fora dele, nossa querida Marcela e da Argentina e bem como aqueles outros que estarão aqui conosco no futuro assistindo essa live. Lembrando sempre que se esse conteúdo é importante para nós, que possamos divulgá-lo, a fim de que ele chegue a tantos corações tão necessitados quanto os nossos. Lembrando também que todas as manhãs às 7 horas nós estamos aqui com o nosso programa Momento de Reflexão para iniciarmos o dia na luz da oração e as quartas-feiras às 21 horas com o nosso programa Somos Todos Imortais Sempre contando com a sua generosidade da sua presença. A todos então, muita paz e que tenhamos um bom fim de semana.
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