A Força do Espiritismo - O espírita diante da morte - Dalva Silva Souza

FEBtv Brasil 03/11/2023 (há 2 anos) 1:06:23 47 visualizações

"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às quintas-feiras, às 20h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.

Transcrição

Olá queridos amigos novamente aqui nesse espaço tão gratificante onde nos debruçamos sobre a verdadeira força do espiritismo né esse espaço que ressalta o pensamento os pensadores os primórdios do Espiritismo os autores os temas relevantes Então hoje nós estamos numa data importante a data de Finados né dentro da do entendimento material né onde é uma data de muita dor às vezes de despedidas né de lembranças e memórias dessas despedidas mas nós queremos entregar Consolação nós queremos entregar esclarecimento e nessa tarefa de hoje nós teremos uma grande amiga falando sobre o tema mas antes quero chamar aqui pro meu lado né uma pessoa muito cara ao nosso coração que estará agora na equipe da força do Espiritismo conduzindo a apresentação do programa vem para cá Gonçalo Queremos estar juntos com você nesse momento da sua estreia nesse espaço tudo bem Gonçalo Oi Cristiane Olá você tudo bem Boa noite que alegria estarmos juntos aqui o programa A Força do Espiritismo que nome lindo hein Que nome forte o que que o espiritismo faz qual a força que ele tem em que que ele nos move isso é muito muito gratificante né pro nosso coração tá aqui esse para mim n esse novo projeto Vocês já estão há um tempo então para mim é muito bom tá entrando aí nesse projeto e colocar né a força do Espiritismo para todos nós ajudar né nessa Consolação e nesse esclarecimento mas hoje Cristiane nós não estaremos sós né nesse tema que é necessário né diante dessa comemoração que se faz não vou dizer uma comemoração né mas uma lembrança de uma homenagem né que se faz do dia do dos Mortos ou Dia de Finados né por vezes tão dolorido a saudade aperta um pouco mais as pessoas costumam ir ao cemitério né Eu acho que todos nós deveríamos visitar um cemitério pelo menos uma vez no ano mesmo né pra gente lembrar mais de perto que a vida encarnada é passageira né É em passageira né então eh tem uma pessoa que vai comentar sobre isso é a Dalva Souza que vai vai Tercer mais comentários sobre essa questão Dalva Boa

is de perto que a vida encarnada é passageira né É em passageira né então eh tem uma pessoa que vai comentar sobre isso é a Dalva Souza que vai vai Tercer mais comentários sobre essa questão Dalva Boa noite seja bem-vinda tudo bem o microfone Dalva você consegue nos ouvir minha amiga você só só isso a gente não te ouviu Ai sim a gente esque f abr o microfone boa noite Gonçalo Boa noite Cristiane Boa noite nosso amigo jailto que está aí nos Bastidores Boa noite Os companheiros que nos acompanham pela internet sempre uma alegria participar desses Momentos de estudo Que bom Dalva e olha o tema que você vai falar hoje né Ele é bem relevante especialmente pro dia o Espírita deante da Morte né mas antes vamos dar um boa noite pro Osvaldo tá a osalo fil a Silvia osaldo Boa noite Silvia Oliveira Boa noite seja bem-vinda Yolanda Araújo Boa noite que Jesus nos abençoe você pode colocar aí por favor seu comentário né seu adento sua pergunta tá para No final a Dalva aí responder pra gente faça o comentári acrescente aluma coisa Boa noite seja bem-vinda e vamos lá vamos lá não é Cristiane não é Dalva vamos comentar Cristiane quer falar mais alguma coisa antes da dar gente não a gente só vai manifestar Nossa Alegria de poder ter essa perspectiva de ouvir agora na sequência Dal Alva e pedir muito para que os internautas coloquem as suas dúvidas coloquem as suas questões porque esse momento final é um momento rico né de permuta de troca de ideias com a Dalva né que vai nos auxiliar aí na na solução dirimir algumas dúvidas né Eh caso vocês tenham então é contigo Dalva Queremos te ouvir então que Jesus nos abençoe o tema é muito oportuno hoje é o dia que a nossa cultura dedica homenagem aos que desencarnaram nós chamamos os Finados aqueles que atingiram o final da existência e nós sabemos que é um momento que é marcado por muita tristeza nas comemorações do dia as pessoas costumam fazer visitas aos cemitérios costumo levar as flores e participar de cerimônias religiosas também que acontecem nesses espaços toda

rcado por muita tristeza nas comemorações do dia as pessoas costumam fazer visitas aos cemitérios costumo levar as flores e participar de cerimônias religiosas também que acontecem nesses espaços toda essa manifestação das lembranças que marcam os momentos que nós vivemos aqui na terra são importantes os as datas comemorativas ou as datas de homenagens e lembranças elas são importantes cada uma delas tem o seu significado e nós estamos aqui nesse programa força do Espiritismo que realmente vai passar para cada um que experiencia a despedida de um familiar de um ente querido essa força e o espiritismo é uma mensagem consoladora que nos ajuda a compreender aquilo que ocorre nesse momento que é o momento natural da vida daquele que encarna todo aquele que encarna desencarna e a doutrina espírita nos ensina a olhar ess esse momento com naturalidade então é muito comum que as pessoas que estão familiarizadas com com o conhecimento Espírita atravessem essas eh vivências com segurança com confiança com tranquilidade porque compreendem o que está acontecendo e é interessante a gente ver por exemplo na na linguagem dos Poetas que muitos na sensibilidade da interação com o mundo espiritual porque todo literato ele é inspir a inspiração ela vem de fontes superiores de seres espirituais mais avançados Então os literatos sempre T um foco que mostram para todos nós que alcançaram uma percepção diferenciada daquela que é comum no cotidiano por exemplo Fernando Pessoa ele diz em poema dele dois versos Inter que diz assim que morrer é simplesmente não ser visto morrer é a curva da estrada e então quando ele constrói esses versos a gente também visualiza a figuração que ele faz de um caminho que todos estamos percorrendo e em dado momento esse caminho faz uma curva para aqueles que estão aqu quem da curva os que estão além você já não vê mas você sabe que eles estão caminhando continuam caminhando é uma percepção muito interessante que o poeta revela mostrando que alcança uma concepção da

quem da curva os que estão além você já não vê mas você sabe que eles estão caminhando continuam caminhando é uma percepção muito interessante que o poeta revela mostrando que alcança uma concepção da Morte que não é o término que não é o fim e essa é a concepção que o espiritismo nos ajuda a construir também um outro literato interessante nesse momento é o Humberto de Campos Humberto de Campos ele eh foi muito conhecido ainda é muito festejado mas Ele viveu a primeira metade do século XX então escrevia textos belíssimos e depois que ele passou para o mundo espiritual ele continuou escrevendo pela psicografia e Chico Xavier captou a série de textos que ele psicografou que ele ditou e nós temos vários livros que foram assinados por Humberto de Campos e depois pelo pseudônimo que ele adotou irmão x um desses livros é um o livro chamado cartas e crônicas e o irmão x nesse livro ele traz uma uma eh referência sobre o Dia de Finados especificamente Dia de Finados ele eh diz que vai trazer notícias que ele é indagado por alguém acerca de notícias sobre o mundo espiritual e então ele resolveu trazer notícias de um companheiro que havia desencarnado no Dia de Finados e o texto é interessante e é um texto assim morrer no Dia de Finados a lição 35 do livro Cartas e crônicas e ele conta então que esse missivista que é alguém que escreveu para alguém que estava na terra contando como foi a própria desencarnação e esse missivista Então conta da dificuldade que ele teve no no dia do sepultamento do corpo dele porque era dia de finados e o cemitério el estava cheio então dentro do texto quando ele vai descrevendo as situações nós vamos percebendo a orientação que está nas Entrelinhas porque ele comenta a o despreparo que o encarnado tem para encarar a morte então o fato de estar despreparado resulta para quem desencarna alguns percalços mas resulta também para os encarnados algumas questões que ele diz assim que nesse dia o cemitério fica cheio de pessoas que vão levar as suas homenagens mas Estas

ara quem desencarna alguns percalços mas resulta também para os encarnados algumas questões que ele diz assim que nesse dia o cemitério fica cheio de pessoas que vão levar as suas homenagens mas Estas pessoas elas por não terem o preparo de encarar a morte de determinado ponto de vista elas carregam a acompanhantes e esses acompanhantes acabam sendo eh pessoas que atrapalham a vida do morto daquele que está sendo sepultado é uma crônica leve é uma crônica assim bem humorada que ele vai Contando os percalços do que ele encontra até o momento em que os encarnados Então já fizeram a visita e a noite já foram embora e aí sim ele pôde alcançar uma tranquilidade então ele ele fala assim dentro do texto como vê enquanto a humanidade não se habilitar para o respeito à vida eterna é muito desagradável embarcar da Terra para o Além no dia dedicado por ela ao culto dos mortos que lhe são simpáticos e antipáticos assim é um comentário bem humorado para falar que nós encarnados muitas vezes temos concepções sobre a morte que acabam nos levando a atitudes que complicam para quem desencarnou recentemente a pessoa tá vivendo um momento delicado e a atitude dos que estão encarnados não ajuda aquele indivíduo fazer essa passagem de maneira tranquila é um texto que eu recomendo para leitura uma leitura leve vai falar de um tema sério porque exatamente o que a doutrina espírita vem nos ensinar é que a morte é simplesmente uma passagem isso eh para aqueles que gostam das leituras e dos detalhes dessa leitura a gente recomenda o céu e inferno ou em que Allan Kardec vai trabalhar com um Capítulo inteiro sobre a morte com o título o passamento então Eh nós sabemos que na nossa cultura há muito avanço da ciência acadêmica e toda a experiência do encarnado é acompanhada desde a vida intrauterina até o momento da morte mas nesse momento a ciência se cala e sabemos também que no contexto em que nós vivemos as religiões vão falar pra gente do tempo depois da morte quando há a destinação futura da Alma

momento da morte mas nesse momento a ciência se cala e sabemos também que no contexto em que nós vivemos as religiões vão falar pra gente do tempo depois da morte quando há a destinação futura da Alma essa destinação futura segundo a teologia católica ela tem três possibilidades céu o inferno e purgatório na teologia das igrejas reformadas só tem o céu e o inferno não existe a figura do purgatório Então as religiões falam desse tempo depois mas do momento da morte Quem é que fala e aí que o espiritismo vai preencher essa lacuna no livro são inferno Kardec vai falar exatamente sobre o passamento e quando nós vamos entender esse fenômeno nós temos que recompor aqui para nós a visão do homem que o espiritismo introduz nos nossos conceitos aqui da cultura ocidental porque na visão Da da ciência acadêmica materialista o homem é o corpo na visão das teologias convencionais o homem é uma dupla é alma e corpo na visão do Espiritismo é um ser Tríplice é a alma que está reves por um corpo energético chamado per espírito e o corpo físico corpo físico é uma realidade da do mundo concreto da matéria o perispírito é também matéria mas é matéria de outra dimensão da matéria que existe no universo Então esse corpo ele é a chave pro entendimento do que acontece no momento da morte por quê Porque quando quando o indivíduo encarna o perispírito se liga Ao corpo e informação no ventre materno de tal maneira que cada molécula do corpo material tá ligada a cada molécula do corpo espiritual que é o perispírito e o que acontece no momento da morte o momento da morte é o momento em que cessa a vida orgânica o corpo é uma máquina viva é matéria orgânica que tem fluido Vital quando acontece a desencarnação então quando acontece esse fenômeno da da Morte física a desencarnação ela vai se dar paulatinamente é esse o segredo do conhecimento que o espiritismo traz e nesse tempo entre morte do corpo e Total liberação do ser espiritual tem um intervalo e é por isso que o Chico Xavier disse certa vez que morrer é

se o segredo do conhecimento que o espiritismo traz e nesse tempo entre morte do corpo e Total liberação do ser espiritual tem um intervalo e é por isso que o Chico Xavier disse certa vez que morrer é fácil mas desencarnar não é tão fácil assim Então vamos compreendendo que a morte significa simplesmente uma situação de insolvência para o corpo biológico o corpo biológico por algum motivo seja por um trauma seja por uma doença esgota a sua energia Vital ou destrambelhado a esse corpo porque vai desligar molécula a molécula como acontece a ligação que é pouco a pouco na formação do corpo também na desencarnação ela é lenta E durante esse período vai acontecer de o espírito experimentar eh uma perturbação Allan Kardec chama perturbação esse tempo que o corpo morreu mas o espírito ainda não foi totalmente liberado dessa vinculação E então isso pode levar algum tempo que o espírito fica num estado de confusão mental às vezes com dificuldade de entender se está vivo no corpo ou se não está mais vivo no corpo essa confusão que acontece gera um fenômeno que todo mundo que lida com a mediunidade já percebeu que alguns espíritos quando se manifestam pela mediunidade eles acreditam est ainda vivos na Carne encarnados porque o momento do desligamento o indivíduo tava naquela confusão mental que muitas vezes ele associa a um pesadelo e acha que acordou do pesadelo e continua encar nado custa a perceber que a etapa dessa personalidade se esgotou então no céu e inferno quando trata do passamento Kardec vai mostrar que há quatro casos Gerais que podem acontecer porque não existem duas mortes iguais é um fenômeno muito subjetivo Depende de muitas variáveis ele vai dizer assim que um caso é ter acontecido a morte quando o ser espiritual que habita o corpo é um espírito já elevado ele já está desprendido da matéria Então o que acontece no momento que o corpo parou esse espírito já está livre não passa por uma perturbação demorada é aquele sono que imediatamente vem um despertar e a consciência Esse é o estado mais

tão o que acontece no momento que o corpo parou esse espírito já está livre não passa por uma perturbação demorada é aquele sono que imediatamente vem um despertar e a consciência Esse é o estado mais desejável né Depende muito da elevação do Espírito a gente sabe que aconteceu assim na desencarnação do codificador Alan Kardec estava trabalhando e de repente aconteceu uma ruptura de um aneurisma e ele desencarnou mas cerca de 15 minutos depois desse momento ele já estava se manifestando pela mediunidade revelando a Lucidez do seu espírito então gente sabe o que aconteceu assim também com Chico Xavier foi descrito a desencarnação do Chico Xavier pelo Divaldo e foi um momento muito suave então esse caso é um caso desejável que nós trabalhem para nos desprender dos atrativos da matéria porque são as nossas paixões são as nossas imperfeições que nos enraízam na matéria dificultando o momento do despreendimento e existe um segundo caso apontado por Allan Kardec que é o momento da morte com uma coesão forte dos elementos aí é o extremo oposto quer dizer o indivíduo é muito cheio de Paixões de Apegos ele vive para os prazeres materiais tá muito apegado às coisas do mundo e acontece a morte então esse espírito ele está bem coeso com a matéria o desprendimento vai ser lento E aí esse momento de perturbação pode levar um tempo mais dilatado claro que todos os que desencarnam têm apoio espiritual dos bons espíritos para desencarnar né bom um terceiro caso essa coesão existe mas ela não é tão intensa assim uma coesão fraca Então vai acontecer aquele sono a pessoa fica num sono um pouco turbulento alguma confusão mental mas ela vai se desprender com relativa facilidade o tempo de perturbação não chega a ser grande e existe uma quarta condição que é uma anômala é aquela condição da pessoa que resolve interromper a vida do próprio corpo é questão do suicida no suicídio A pessoa põe fim ao corpo de uma maneira traumática quando o corpo ainda está cheio de energia Vital Enquanto essa

ssoa que resolve interromper a vida do próprio corpo é questão do suicida no suicídio A pessoa põe fim ao corpo de uma maneira traumática quando o corpo ainda está cheio de energia Vital Enquanto essa energia Vital estiver muito intensa a ligação do com corpo é muito forte e essa é a história de um processamento de desligamento mais difícil que vai representar uma repercussão dolorosa para o espírito que está se liberando então nós eh na minha família nós somos de uma família Espírita eu nasci Numa família Espírita e somos cinco irmãos nós três irmãs e dois do Irmãos nós três as as irmãs temos mediunidade então aconteceu 1997 a desencarnação da nossa mãe e ela algum tempo depois desse momento da desencarnação dela ela se comunicou com a minha irmã e falou para ela assim olha minha filha eu vim aqui só para te dizer isto a morte Não é bem assim como vocês falam então essa fala da mamãe desencarnada nos colocou a pulga atrás da orelha né porque nós três somos espíritas desde cedo e somos palestrantes estamos sempre estudando o espiritismo e nós três tomamos então a incumbência entre nós de procurar reler os assuntos relacionados com a morte para saber o que estávamos entendendo de equivocado para que a mamãe dissesse isto até porque ela ouvia sempre a nossa conversa mas ela não era aquela pessoa de E participar de grupo de estudo de ler elas sabia espiritismo daquilo que nós falávamos Então ela ter percebido depois na experiência de vivenciar o fenômeno que não era bem assim ela alertou e nós realmente fomos procurar acabamos eh compartilhando com o movimento Espírita essa pesquisa que a gente fez nesse livro aqui o livro foi publicado pela celd e ele teve o título a morte não é bem assim então é uma publicação que tá disponível e se as pessoas tiverem curiosidade a gente faz um levantamento do que pensam as religiões sobre a morte as religiões orientais as religiões mais tradicionais do ocidente o que pensam os filósofos sobre a morte a gente foi fazer uma leitura Ampla sobre essas

mento do que pensam as religiões sobre a morte as religiões orientais as religiões mais tradicionais do ocidente o que pensam os filósofos sobre a morte a gente foi fazer uma leitura Ampla sobre essas questões e relemos também no Livro dos Médiuns no Livro dos Espíritos no céu e inferno na Gênese fizemos uma pesquisa bem boa para pegar o ponto que a morte não é bem assim então os aspectos do do fenômeno da morte São interessantes primeiro esse desprendimento gradual do perispírito que a gente já falou o a percepção que a pessoa que está desencarnando percebe que é a percepção que ele tem da realidade espiritual é diferente para cada um a memória panorâmica da vida que acaba de se encerrar que é um fenômeno que aparece também nas descrições que são feitas pelos que já desencarnaram e isso no livro céu inferno você tem esses relatos você tem relatos de Ernesto bosano falando dos fenômenos eh psíquicos do momento da morte tem muitos relatos de casos bem eh investigados sobre essa esse depo daqueles que vivenciaram a desencarnação então período de perturbação como que acontece em casos de sono reparador que a pessoa desperta suavemente Os relatos que bano faz sobre essas histórias são interessantíssimos tem muito material uma coisa que é importante sobre o dia de o Espírita diante da morte a gente começou contando uma crônica do Humberto de Campos que aponta para o fato de pessoas não lidarem bem com o assunto e com o dia né então no Livro dos Espíritos na segunda parte no capítulo 6 Kardec dialoga com os espíritos sobre exatamente a morte e o dia de finado então tão essas questões são de 320 a 329 que que a gente fez um apanhado aqui das informações que eles dão primeiro que quando Nós encarnados lembramos dos desencarnados o nosso pensamento se irradia e vai chegar até esse eh espírito que está no mundo espiritual nós temos lembrança pensamos que a lembrança tá dentro da nossa cabeça não está ela se irradia e vai chegar ao endereço certo que é esta criatura se nós estamos lembrando coisas boas a

undo espiritual nós temos lembrança pensamos que a lembrança tá dentro da nossa cabeça não está ela se irradia e vai chegar ao endereço certo que é esta criatura se nós estamos lembrando coisas boas a impressão é boa para o que desencarnou se as nossas impressões as nossas lembranças não são boas a impressão que eles vão ter é penosa então o nosso pensamento interfere na dinâmica dos nossos entes queridos que já desencarnaram o cenário dos Espíritos no cemitério Kardec pergunta sobre essa situação se eles ficam chateados de ninguém se lembrar deles os espíritos dizem que isso isso não acontece de modo geral não só acontece para aquele espírito tá apegado ainda à personalidade terrena que pode guardar os mesmos sentimentos e emoções que tinha quando encarnado porque eles quando vivenciam essa nova realidade os horizontes se ampliam então eles eh gostam de ser lembrados com aquela aquela lembrança delicada carinhosa isso faz bem eles ficam felizes com essa lembrança mas que a visita ao cemitério é uma questão que atende mais as carências e necessidades dos encarnados porque eles estariam conosco no dia que nós lembrarmos deles de qualquer forma mesmo que não seja Dia de Finados né em qualquer momento que você lembra que você leva seu pensamento que você eh projeta o seu carinho para aquele que se encarnou ele vai receber e vai também irradiar para nós então os espíritos se apresentam numa configuração semelhante àquela que eles tinham quando desencarnaram em grande maioria mas os espíritos já mais avançados eles por terem um nível de consciência ampliado eles podem entar uma aparência mais elaborada mais Sublime mais bonita mais jovem então é muito interessante saber disso também então não é tão importante assim que você vá ao cemitério mas se você for vá com aquele eh intuito de manifestar seu carinho sua saudade sem desespero e sem críticas então tem essas diferenças que ficam patentes na situação do espírito que já se elevou e dos Espíritos ainda apegados à matéria que são aqueles que

seu carinho sua saudade sem desespero e sem críticas então tem essas diferenças que ficam patentes na situação do espírito que já se elevou e dos Espíritos ainda apegados à matéria que são aqueles que vão ser mais ciosos das lembranças das homenagens porque ainda estão imbuídos do orgulho daquele egoísmo que marca a nossa experiência aqui no mundo material então manifestar respeito aos mortos é algo bom porque revela que nós temos sensibilidade para intuir a vida futura E desde que o mundo é mundo mesmo nos momentos mais primitivos da humanidade O Homem manifesta uma crença na sobrevivência porque intuitivamente nós sabemos que a morte não é o fim agora a nossa ideia a respeito da vida espiritual ela vai se modificar com a experiência de viver a desencarnação porque aqui a gente tá imbuído das crenças das religiões constituídas de todas essas ideias que permeiam a nossa cultura e nem sempre essas ideias nos ajudam a alcançar um Estado de Espírito favorável para viver esse momento da desencarnação então uma pesquisadora que trabalhou muito com a fase terminal e com essa questão da Morte foi a d elizabe pu Ross ela é uma psiquiatra Suíssa mas ela viveu nos Estados Unidos e ela fez estudos de pacientes em estágio termin final e ela apurou eh que essa situação da da última fase da existência da percepção de uma doença que não vai ser solucionada e da percepção da eminência da Morte levam o indivíduo a vivenciar cinco fases que ela descreve assim a fase da negação a pessoa não aceita que seja esteja terminando o seu prazo aqui na terra a fase da raiva a pessoa se sente emocionalmente abalada e fica de mal com a vida com Deus numa numa terceira fase ela tenta negociar barganhar com a divindade para prolongamento dessa existência numa quarta fase percebendo a u ilidade dessas manifestações a pessoa pode entrar num processo de depressão e depois vem o momento em que a pessoa aceita o fato se tranquiliza e passa a ter atitudes de resolução dos problemas da da sua fase de Encarnação preparando-se para a

entrar num processo de depressão e depois vem o momento em que a pessoa aceita o fato se tranquiliza e passa a ter atitudes de resolução dos problemas da da sua fase de Encarnação preparando-se para a segunda etapa que é a etapa da desencarnação que é inevitável todos nós vamos desencarnar em algum momento Então ela descreve essas cinco fases e interessante que a gente quando fez a pesquisa do livro A morte não é bem assim nós encontramos um o livro tibetano dos Mortos uma descrição sobre como o pessoal do tibé encara a morte então tem esse livro tibetano dos mortos que ele fala dos Estados bardos os estados bardos são estados intermediários então aquilo que Kardec descreve no céu inferno como perturbação que ocorre durante a desencarnação a gente pode entender na filosofia do tibé que é um estado bardo da morte é uma espécie de trans e eles descrevem que esse trans pode se figurar de forma simbólica de três maneiras e a gente achou-se muito convergente essa fala do estado dos das três maneiras do estado bardo com as cinco fases que a d Elizabeth cer Ross menciona muita convergência porque eles comentam que num primeiro momento a pessoa Experimenta uma a sensação de terra mergulhando na água aí eu fico imaginando essa situação quando você pega a terra que é um bloco compacto de matéria e joga na água que que vai acontecer vai esfriar e vai diluir Então essa sensação quando a a sensação da vida no corpo biológico a matéria que estava agre ada por efeito do fluido Vital e da presença do perispírito essa matéria vai desagregar-se e naturalmente vai esfriar então o Estado bardo descreve Terra mergulhando na água aí depois eles dizem que surge o segundo momento em que a pessoa se toma de Emoções muito fortes que é como água mergulhando no fogo olha que interessante e que coincide com essa fase da negação da raiva que a dout elizabe fala da tentativa dessa negociação Então são as emoções que marcam o momento que você está vivendo que é aquela efervescência né água mergulhando no fogo e depois eles

ação da raiva que a dout elizabe fala da tentativa dessa negociação Então são as emoções que marcam o momento que você está vivendo que é aquela efervescência né água mergulhando no fogo e depois eles descreve o momento seguinte de assen que é o o fogo se espargindo no ar então é aquele momento então que se dilui essa efervescência que há a aceitação da fase que está sendo vivenciada então o ideal é que a gente eh perceba que a nossa vida no mundo material ela tem uma sequência nós nascemos crescemos passamos pela infância adolescência na fase adulta o nosso equipamento biológico se estabiliza e temos um momento de tranquilidade Mas vai chegar o tempo de decréscimo dessa vitalidade porque na velice naturalmente esse corpo vai se aproximando do momento em que o espírito vai voltar pro mundo espiritual são ciclos da vida se nós nos prepararmos saberemos que de alguma maneira vamos desencarnar E então vamos trabalhar a nossa mente o nosso psiquismo para aceitar o processo Porque ele é inelutável E aí o que que os os tibetanos fazem eles têm o hábito de cantar para as pessoas que que desencarnam e nesses versos que são cantados há toda uma orientação pra pessoa saber se eh adaptar à Nova realidade que a certeza da continuidade da vida está presente para nós também nós temos essa certeza de que a morte só encerra a experiência do corpo biológico e dessa personalidade que é transitória mas o espírito é imortal então eles dizem que passando essas três figurações Terra mergulhando na água água mergulhando no fogo fogo se dissipando no ar o indivíduo tem a oportunidade de eh adaptar-se acolher a luz que vai clarear para ele nessa nova dimensão de vida e quando o indivíduo não aceita se ele entra nessa Fas igual elizabe fala D elizabe fala de rejeição de raiva de negociação a pessoa então ela recua e se apega personalidade transitória e neste caso ela pode ter experiências muito variadas com deidades iradas que existem no na dimensão maior da vida na verdade a gente sabe pelas

oa então ela recua e se apega personalidade transitória e neste caso ela pode ter experiências muito variadas com deidades iradas que existem no na dimensão maior da vida na verdade a gente sabe pelas descrições que os espíritos fazem que o mundo espiritual é povoado de espíritos que já estiveram aqui na terra muitos deles ainda não se melhoraram por isso se apresentam com essa configuração de ainda muitas imperfeições que podem acabar gerando mesmo uma interação que pode escravizar aquele que está despreparado para viver essa realidade o assunto é bastante vasto a gente gostaria até de compartilhar aqui também a gente falou de Humberto de Campos a gente falou de Fernando Pessoa mas tem contribuição também do Ruben Alves que um Pensador que desencarnou recentemente pedagogo brasileiro que lembrou as escrituras falando sobre a morte ele diz assim dizem as escrituras sagradas para tudo há o seu tempo há tempo para nascer e tempo para morrer A Morte e a vida não são contrárias são irmãs a reverência pela vida exige que sejamos para permitir que a morte chegue quando a vida deseja ir aí quando ele tá falando assim A Morte e a vida está falando do ponto de vista biológico a nosso corpo é uma máquina viva ele se constitui e ele vai se desconstituir depois quer dizer vai ter um tempo que a morte do corpo vai chegar então nós precisamos aceitar que tem o tempo de nascer tem o tempo de morrer né a linguagem bíblica ela tem essa sabedoria e como acontece para cada um de nós acontece com os nossos familiares também então o Espírita diante da Morte ele é alguém que vivencia esse momento se está bem eh firme no conhecimento do que se passa ele vai viver H com tranquilidade tanto a própria desencarnação quanto a desencarnação de algum familiar de algum ente querido e nós temos que lembrar sempre que nós espíritas recebemos muitas vezes a visita daquelas pessoas que não são espíritas e que perderam um familiar e cabe também preparar esse momento dor sem críticas a pessoa que está

embrar sempre que nós espíritas recebemos muitas vezes a visita daquelas pessoas que não são espíritas e que perderam um familiar e cabe também preparar esse momento dor sem críticas a pessoa que está vivenciando o luto com tristeza e muitas vezes com desespero que nós saibamos oferecer o Amparo o acolhimento sem criticar a atitude da pessoa por quê porque cada um vai vivenciar esse momento dentro do referencial teórico que tem que elaborou e mesmo quando somos espíritas tendo todo o conhecimento que a doutrina nos traz acerca da realidade do mundo espiritual vivenciar esse momento é realmente algo que entristece o fato de sermos espíritas e sabermos que a vida continua não diminui a tristeza de despedir-se de um familiar então é preciso viver esse momento momento do luto aceitar porque a tristeza é uma emoção também básica do nosso psiquismo e cumpre o seu papel nós precisamos dar tempo a nós mesmos e ao outro que perde se familiar de vivenciar esse luto sem sem aquela falar mas você é espírita Por que que você tá chorando Não Chorar faz parte no momento que você tá triste você deve chorar o choro quando é manifestação dessa saudade dessa eh desse momento de despedida ele não é ruim o que é ruim é a pessoa se desesperar e também se entregar a um sofrimento que não acaba quando esse luto se estica e a pessoa não consegue sair daquele processo de entristecimento ela vai adoecer Então aí é o caso de um acolhimento e um apoio uma terapêutica o espiritismo tem a terapêutica da água fluidificada do passe do Diálogo fraterno da reunião mediúnica de apoio de radiação todos esses aparatos podem ser utilizados para apoiar a pessoa que está vivendo o seu momento de luto e para nós mesmos também nos nossos momentos de luto eu tenho uma amiga que é espírita e quando a mãe dela desencarnou ela disse que a maior tristeza dela foi que os companheiros espíritas não queriam que ela chorasse Ah mas você tá chorando sua mãe mas você não sabe que a vida continua mas gente é um momento de luto um momento de

a maior tristeza dela foi que os companheiros espíritas não queriam que ela chorasse Ah mas você tá chorando sua mãe mas você não sabe que a vida continua mas gente é um momento de luto um momento de recolhimento é um momento de saudade Isso faz parte dos nossos processos psicológicos aceitá-los é saudável não é então são tantos os assuntos mas a gente vai parar por aqui para ouvir vocês para saber o que que vocês querem conversar sobre esse assunto não é Cristiane e Gonçalo que que vocês apuraram aí que precisa de mais esclarecimento é isso Gonçalo eu separei aqui uma participação viu Delva exatamente dentro dessa temática final sua eh na verdade é uma participação e um testemunho ao mesmo tempo né Eh da Silvia Fernanda Tavares dizendo que exatamente na data de hoje ela tentou levar palavras de consolo para uma prima né que tá muito desolada por ter se ter tido que se despedir de uma filha jovem de 37 anos sendo que teve também a a vivência da desencarnação de mais dois filhos e a a prima dessa pessoa da Silvia acha que a desencarnação dos seus filhos foi motivada por uma punição de Deus e que ela não consegue entender o porquê disso né O que que ela fez para merecer isso qual seria a a orientação daa quer dizer qual seria a orientação pra própria Silvia né Na tentativa de trazer esse alento trazer ess consolo e pra prima da Silvia O que que você poderia dizer pra gente então Silvia minha amiga nós sabemos que é muito impactante quando os pais vê os filhos se despedirem isso é das Dores das vicissitudes humanas essa talvez seja maior porque não é a sequência natural que a gente espera né o natural sempre os mais velhos né que vão os pais é que vão primeiro mas o que a gente precisa saber é que cada espírito que encarna tem um planejamento para vivenciar a etapa que ele trouxe para o aprendizado aqui na terra e muitos planos incluem a morte prematura então a pessoa não não tinha um programa extenso ela veio para um tempo determinado e Isso inclui morrer na infância morrer na adolescência

zado aqui na terra e muitos planos incluem a morte prematura então a pessoa não não tinha um programa extenso ela veio para um tempo determinado e Isso inclui morrer na infância morrer na adolescência morrer na juventude Isso inclui essas etapas só não é assim no caso do suicídio a pessoa que interrompe a vida do corpo ela cria uma impossibilidade da máquina na física persistir na na sua higidez porque ela impõe um dano Irreversível à máquina física Então esse o caso de que está fora do do programa mas o momento da morte ele é uma possibilidade real que tá programada pelo mundo espiritual pelo plano Divino e nós que estamos aqui não sabemos Qual é esse plano né nó Nós não sabemos que que Deus idealiza e até porque não é para saber mesmo porque se fosse para saber a gente teria esta intuição mais clara muita gente tem uma intuição vaga mas Saber saber não é para saber exatamente porque o desafio da Encarnação é nós encontrarmos o nosso caminho de evolução contando com possibilidades extensas né mas sabendo aproveitar cada etapa E os pais que vivenciam essa dor eles estão eh alinhados com o planejamento encarnatório dos filhos é é importante que a gente saiba disso quando houve o planejamento você que veio nessa missão de receber o Espírito que vai desencarnar n cedo você tinha essa informação no mundo espiritual só que esquecimento disso faz parte do nosso processo de elaboração aqui por isso que o espiritismo é tão Consolador porque ele vai nos dizer que não não há castigos divinos Deus não castiga as suas criaturas ao contrário Deus ampara sempre em todos os momentos nós temos todos os recursos de na presença dos benfeitores espirituais na presença da das orientações que vê pelos reveladores os livros os ensinamentos os templos todas essas instituições que trabalham com conteúdos ligados à espiritualidade são ferramentas de Deus pro nosso conforto Então tira aí da sua cabeça que seja castigo de vino e ampara a sua prima que tá vivendo o momento do luto às vezes não precisa falar nada às vezes

tualidade são ferramentas de Deus pro nosso conforto Então tira aí da sua cabeça que seja castigo de vino e ampara a sua prima que tá vivendo o momento do luto às vezes não precisa falar nada às vezes só dizer ó estou aqui eh abraçar dizer o que você precisar estou aqui disponível desabafa pode falar vamos orar juntos vamos ler um um trecho Consolador aqui tem tantas mensagens né consoladoras E você pode ler junto com ela e orar junto com ela que isso vai dar Muito conforto até chorar junto dá conforto não é é a presença né Às vezes o que é necessário no momento é a presença é a presença consoladora você tá ali junto não é isso exatamente você está junto e na casa Espírita eu acho interessante assim há casas que já estão implementando atividades para acolher pesso pessoas que estão vivendo o luto Então essa essa atividade ela se desenvolve com reflexões sobre o evangelho à luz do Espiritismo sobre esses esclarecimentos que o Livro dos Espíritos traz que o céu e inferno traz E também o momento de oração em conjunto que é isso aí é muito fortalecedor porque quando você cria esse campo magnético você permite aos bons espíritos os essa energia para o fortalecimento de todos que estão ali envolvidos e até para amparar o espírito que desencarnou porque para ele também é um momento difícil ele também tá com saudade né também tá vivenciando o luto né então nós temos que implementar essas ações na casa Espírita que são muito benéficas muito bem-vindas acabamos de sair de uma pandemia foram 700 pessoas que passaram pro mundo espiritual quantas famílias estão vivendo ainda sobre essa tristeza do impacto dessas mortes não é É realmente é impactante idalva tem mais duas perguntas aqui da Iolanda restam quro minutinhos mas são perguntas assim que que acho que dá para responder né ela coloca assim como compreender a passagem do Cristo Chai os mortos o cuidado de enterrar os seus mortos né E logo abaixo ela pergunta novamente por mesmo sabendo de todas essas verdades Ainda temos temor da Morte são duas

mpreender a passagem do Cristo Chai os mortos o cuidado de enterrar os seus mortos né E logo abaixo ela pergunta novamente por mesmo sabendo de todas essas verdades Ainda temos temor da Morte são duas perguntas Então são duas ótimas perguntas essa passagem deixai os mortos enterrar os mortos eh Emmanuel que interpreta muito bem todos esses Versículos ele comenta que eh esse esse morto que é falado no texto O primeiro morto não é um cadáver né você tem aí um cadáver e um outro que se deixou morrer em vida por uma questão de desestímulo desmotivação para viver Você caminha pela vida com vida biológica Mas você está morto vamos dizer assim porque está totalmente identificado com a realidade transitória e não se percebe como um espírito Imortal Então os que se focam na vida material muitas vezes eles estão mortos do ponto de vista da consciência de que são espíritos então quando ele fala deixa os mortos enterrarem os mortos quer dizer você que tem Lucidez que tem consciência cuida do lado espiritual aquele que ainda não tem essa Lucidez essa consciência vai cuidar dos cadáveres né porque isso aconteceu num momento específico que ele chamou alguém para acompanhá-lo e o o cidadão disse ah deixa eu primeiro enterrar os os mortos né então tem esse entendimento aí morto do ponto de vista da consciência e não é o cadáver né mas assim a segunda pergunta que ela fez que aí agora já até me esqueci ela perguntou eh Por que que mesmo a gente sabendo de todas essas verdades medo medo is isso por que temos medo o medo é uma é uma emoção básica faz parte das nossas ferramenta psicológica e nós somos seres eh dotados dessa sensibilidade orgânica Somos animais né pelo corpo Somos animais e o animal tem um instinto de sobrevivência então o instinto de sobrevivência de autodefesa ele tá na base da emoção do medo que é uma emoção que nos prepara para preservação da nossa vida nós devemos preservar a nossa vida Graças a Deus que nós temos essa emoção básica porque tendo tem tanta gente que

ase da emoção do medo que é uma emoção que nos prepara para preservação da nossa vida nós devemos preservar a nossa vida Graças a Deus que nós temos essa emoção básica porque tendo tem tanta gente que se mata não é se a gente não tivesse ia ser uma tragédia maior a emoção do medo faz parte é uma emoção básica importante que nos coloca numa posição de preservação da nossa escia encarnatória a gente não deve alimentar o pavor o terror A aquela coisa de fantasma achar que tem fantasma não tem fantasma os espíritos não são Fantasmas né eles são seres como nós só que não tem o corpo físico mas o medo faz parte dessa Nossa equipagem psicofísica ele é importante nos ajuda a preservar a oportunidade de tá aqui e de levar a termo a nossa experiência encarnatória muito bom Dalva e Gonçalo eu quero só antes da do nosso encerramento que aí eu vou passar o bastão para você é citar duas presenças aqui da Dra Márcia Leon que lhe manda saudações dalv e a todos nós aqui do programao né e também uma outra médica Débora fessina que ela diz quando você comentava da da do trabalho né da Dra Elizabeth Kubler Ross Ela comenta que ela é médica e paliativista e a forma como a Dra elizabe descreve o o processo justamente dessa terminalidade né da da vida carnal e a importância do acolhimento é algo que ela pode atestar no seu cotidiano né na sua rotina diária como médica né é uma leitura que realmente a gente recomenda né Dalva e E por falar em em leitura recomendável eh eu queria que você mostrasse pra gente o seu livro para que os internautas possam eh buscá-lo né como uma fonte segura aí desse lenitivo e desse suporte né a morte não é bem ass a morte não é bem assim isso é é porque realmente a gente tende a olhar com muito simplismo feno né E ela não é um fenômeno complexo e é diferente para cada um não é exatamente eu acho que essa compreensão a doutrina espírita nos propicia mas uma leitura Rasa não a gente tem que aprofundar essa leitura é a depender da individualidade de cada um né dalv da

um não é exatamente eu acho que essa compreensão a doutrina espírita nos propicia mas uma leitura Rasa não a gente tem que aprofundar essa leitura é a depender da individualidade de cada um né dalv da sua experiência das suas trajetórias esp da sua própria trajetória espiritual vai fazer diferença não dá para colocar todo mundo no mesmo processo né Dalva só gratidão muito muito muito obrigada viu foi enriquecedor foram enriquecedores os seus esclarecimentos A Gente Tem a certeza que com a força do Espiritismo a gente vai entender Até fazendo um comparativo aí dos momentos né históricos da humanidade que essa doutrina de luz ela surge no momento né das material ações né chamando a atenção do mundo para o fenômeno Espírita e agora já cientes de toda a entrega de toda a Boa Nova de todos os conceitos de toda a filosofia espírita a gente é convidado a se desmaterializar né para que possamos assegurar esse passaporte né dentro dessa passagem para a verdadeira vida que é a vida espiritual da forma mais suave da forma mais plena possível Dalva só gratidão Gonçalo quero deixar contigo o convite da próxima semana porque você vai conduzi-la meu amigo obrigado Cristiane Obrigado DVA foi maravilhoso nãoé como é bom poder falar sobre a morte com tanta serenidade né com tanta serenidade E como você bem falou dor gente é natural o choro também é natural chore deixe doer só não se desespere não desespere porque a vida continua né Muito obrigado dalv obrigado obrigado Cristiane você que esteve aqui conosco Silva Yolanda tanta gente Vladimir uma boa noite Débora e Hegel Hegel né Hegel Márcia Leon também Osvaldo gente que prazer e na semana que vem a força do espiritismo continua continua na próxima quinta às 20:30 horário de Brasília será um prazer ter você conosco aqui mais uma vez uma boa noite a todos fiquem com Deus e que Jesus nos abençoe tchau tchau desde os primeiros tempos o homem percebeu que havia algo de Divino e superior algo que transcendia a sua compreensão observando os fenômenos da

dos fiquem com Deus e que Jesus nos abençoe tchau tchau desde os primeiros tempos o homem percebeu que havia algo de Divino e superior algo que transcendia a sua compreensão observando os fenômenos da natureza o provem a tempestade a luz e as trevas com um sentimento de perplexidade e reverência nasce oculto as forças da natureza e mais adiante as primeiras religiões politeístas Abraão saindo de ur na caldeia vai para a terra de Canaã E lança as bases do monoteísmo Moisés apresenta-nos os primeiros rudimentos da Lei Divina Jesus O Enviado Celeste c-n o paizinho de amor e misericórdia passados dois milênios a humanidade encontra na razão uma conquista e um instrumento de evolução mas o homem ainda se faz perplexo frente às estrelas e nos momentos de dor e luto ou na alegria do nascimento do rebento frágil e pequeno em seus braços deixa seu pensamento se embriagar até a inteligência Suprema a causa das causas há como oliar razão e fé para entender e reverenciar Deus e o espiritismo o que tem a dizer é pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade Espírita A se debruçar sobre o tema religião Fé e Razão diante da imortalidade no quinto congresso do espiritismo.net nos dias 28 e 29 de setembro de 2024 no Rio de Janeiro informações e inscrições no site www.espiritismo.net barcr

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