#829 Vamos Orar | 11/06/25
A FEB Lives traz diariamente o Vamos Orar - Momento de oração ao vivo matinal da Federação Espírita Brasileira Para assistir a todos os programas, acesse: https://febtv.live/vamosorar Programação semanal (horário de Brasília): Todos os dias às 7h da manhã. Para acesso ao link de acolhimento fraterno: https://febmidia.com/palavrasdeluz Apoie a FEBtv! Para que este e outros programas continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br
Bom dia, Feli. Bom dia. Bom dia, meus irmãos que onde estejam, irmãs e irmãs. Quarta-feira é o dia no meio das atos da semana e nós queremos dividi-lo como dividimos a nossa vida antes de ser comprometidos com Jesus no meio do nosso espaço, nossa caminhada, em busca da luz, que esperamos conquistar um dia ao lado do mestre, trabalhando, ajudando, contribuindo para que a terra consiga atravessar esse período da transição com grandeza. com gestos nobres, com beleza interior. Desse modo, convidamos a todos. Nós continuamos estudando o livro Fé e Vida, que nos traz uma mensagem muito rica do nosso Chico, eh, por tras depois da morte. E nós queremos aproveitar para fazer as nossas orações hoje a favor daqueles nossos irmãos que já retornaram, como o nosso Divaldo Franco, como os nossos irmãos carentes, sofridos, os nossos irmãos que estão nos hospitais, aquel outros que estão nas guerras, lamentavelmente sofridos e pedir as bênçãos dos céus para as nossas vidas. Senhor Jesus, divino amigo, nós estamos aqui conversando contigo, Senhor, iniciando o nosso dia para falar da tua mensagem, do teu evangelho, daqueles trabalhadoras que te souberam seguir com grandeza e dedicação. E nos lembramos do nosso Chico, que foi o canal por onde essas palavras tão ricas vieram ao nosso encontro, mas também pelos espíritos amigos que estão no mundo dos espíritos. trabalhando, vivenciando, fazendo o máximo favor de todos nós. Mas nós gostaríamos de dizer do nosso compromisso contigo, Jesus, encarnados nós ainda outros desencarnados, mas que possamos fazer unidade e te falou e te falar, como falou Paulo de Tarsa, que queres que eu faça, Senhor? E em fazer essa questionamento, nós possamos te pedir que nos guiese, Jesus, e que nós, vez, possamos guiados por ti, cumprir a nossa tarefa de contribuir para que a terra seja cada dia um pouco melhor. Abençoa os irmãos que nos vê, que nos ouvem, e que a luz do teu amor a todos alcance com saúde física e com a saúde espiritual. Dá-nos a tua bênção. Abençoa nossa Feli, que
a cada dia um pouco melhor. Abençoa os irmãos que nos vê, que nos ouvem, e que a luz do teu amor a todos alcance com saúde física e com a saúde espiritual. Dá-nos a tua bênção. Abençoa nossa Feli, que vai fazer o nosso estudo desta manhã, desejando paz e muita alegria interior para todos os nossos irmãos. É com você, Sueli. Olá, queridos amigos. Bom dia a todos. Pedindo sempre que Jesus nos abençoe. O nosso estudo de hoje, como o nosso amigo já falou, é do livro, né, Fé e Vida. E a nossa mensagem de hoje é trova depois da morte. E o item que nós vamos trabalhar diz referente a essa citação, né? Essa trovazinha aqui, essa estrove. A quem ama serve e espera. O corpo é divina grade. A morte é a chave que se ajusta à porta da liberdade de Dalino Florence. Ora, queridos amigos, nós já temos aí uma grande informação, que o nosso corpo físico, ele funciona para nós como um instrumento limitador para diversas ações que queiramos, se porventura ainda não tivermos a informação de que o nosso corpo é uma dádiva, é um presente de Deus para com todos nós e que este corpo ele tem o propósito de nos ajudar no nosso processo de crescimento, de melhoria espiritual. E aí nós sabemos, todos nós aqui já conseguimos, né, na nossa vida comprar um objeto, um utensílio doméstico, um aparelho, um carro. E nós sabemos que esta máquina ela precisa do quê? De manutenção, precisa de reparo, precisa de fazer os ajustes, especialmente quando nós gostamos muito. Isso é fato, que na maioria de nós, assim, quem compra um carro novo nunca esquece de fazer a revisão sistemática. E o nosso corpo, será que ele não merece esse cuidado? Também nós não podemos relaxar do cuidado com a nossa vestimenta física, o nosso instrumento de trabalho, o nosso instrumento de progresso. E para isso nós sabemos que esta nossa habilita essa habitação espiritual é uma presente de Deus para a nossa vida, né, para o nosso crescimento. E é indispensável esse concurso valioso que temos em nossas mãos. E lógico que isso aí se faz, esse
ta essa habitação espiritual é uma presente de Deus para a nossa vida, né, para o nosso crescimento. E é indispensável esse concurso valioso que temos em nossas mãos. E lógico que isso aí se faz, esse esse aproveitamento desse instrumento, ele vem para enfrentarmos as nossas lutas, as nossas dores, o dia a dia do nosso trabalho, os nossos sacrifícios para aquisição das nossas melhores experiências, para que possamos assim cada vez mais entender a necessidade da vida corporal para o nosso processo de progresso e de aprimoramento moral, né? E quando ele vem dizendo que a morte é a chave que se ajusta à porta da liberdade, tá nos dizendo: "Ó, temos livre arbítrio, temos, com certeza. Podemos agir dessa ou daquela maneira, com certeza. Mas tudo tem também causa e consequência. Daí a importância de quanto estamos aqui vivendo nesse corpo físico, nos ajustando aos processos necessários para o nosso aprimoramento moral, estar de posse dessa informação. Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém, como nos dizia realmente Paulo, né? E aí a importância, queridos amigos, de nós não perdermos a nossa oportunidade de elevação, nossa oportunidade de progresso através das nossas provas, dos nossos sofrimentos, que é o estágio curto na que a Terra nos oferece durante a nossa estadia aqui nesse nosso processo reencarnatório. E aqui nós vamos ver que a renúncia para nós, a gente não tá, ah, eu tô renunciei tanta coisa na minha vida, mas é sublimação. Obstáculo para nós tem que significar auxílio, trabalho, posse de competência, disciplina que vem ser a sementeira de altos valores, né, para o nosso progresso, para a nossa conquista, de outros valores, mas que não são valores que o tempo leva ou então que o tempo destrói. E aí nós vamos ver que realmente a morte vem nos lembrar agora um sábio cirurgião que altera tudo por fora. Olha que tropa bonita, né? A morte me lembra agora um sábio cirurgião que altera tudo por fora, mas não altera o coração. Queridos amigos. Isso aí é Raul Pederneiras, né? E a gente vê o quanto
r fora. Olha que tropa bonita, né? A morte me lembra agora um sábio cirurgião que altera tudo por fora, mas não altera o coração. Queridos amigos. Isso aí é Raul Pederneiras, né? E a gente vê o quanto realmente nós temos ainda os nossos no nosso coração, os nossos antigos adversários que roubam o nosso equilíbrio, que rouba a nossa paz. E quem são esses adversários que o cirurgião não consegue modificar? O orgulho, um louco inimigo do nosso progresso, a vaidade, infeliz companheira de nossos desequilíbrios, o egoísmo, lamentável destruidor, queridos irmãos, que queima teima cristalizar em nós as sombras da ignorância, o ódio milenar perseguidor a inclinar-nos para os despenhadeiros da vingança e a ingratidão que nos induz à dureza dos nossos corações. Temos também um desânimo, né, que é realmente um mísero pedinte. Ah, eu não posso isso, eu não posso aquilo. Eu boto 300 dificuldades para o meu para o meu progresso, né? E claro que tudo isso aí nos encarcera nas trebas do medo de trabalhar, de fazer algo, de semear luz para que essa luz nos ilumine, né? E claro, isso tudo vai ser possível a partir do momento que nós temos um pouco de conhecimento da vivência evangélica, dos ensinamentos do Cristo amado e de tantos irmãos que estão aí a nos fornecer conhecimentos necessários para o nosso progresso. E à medida em que nós vamos nos banqueteando com todas as outras oportunidades de crescimento e de luz, com certeza esse banquete celestial que desce lá do Pai amado vai nos ajudar e nos fortalecer na nossa caminhada. E já finalizando, ele vem dizendo na última estrofe, cego no instante do adeus, exclamei voltando à luz: Louvado seja meu Deus. Bendito seja Jesus. Isso aí, queridos irmãos, é Casimiro Cunha, cego no instante de adeus. L, é claro que nós estamos aí apenas pensando no momento de deixar aqui nesse mundo físico as nossos tesouros, as nossas posses. E lógico, nós vamos sair dessa vida se pensarmos assim, com as mãos vazias, o coração cheio de amarguras, porque estamos
momento de deixar aqui nesse mundo físico as nossos tesouros, as nossas posses. E lógico, nós vamos sair dessa vida se pensarmos assim, com as mãos vazias, o coração cheio de amarguras, porque estamos deixando os bens materiais e não levando com a gente as nossas conquistas morais. Estamos cegos porque estamos detidos no egoísmo destruidor que nada vem senão os nossos caprichos. Os nossos caprichos. Isso nos cega. Cegos encarcerados no nosso orgulho. Supondo que somos as únicas criaturas louváveis do universo. Olha a nossa pretensão. Com certeza não. E cegos porque estamos algemados às nossas viciações, sejam elas de que natureza for e que apagam muit das vezes a luz da nossa consciência. as nossas cegueiras, os nossos vícios apagam a luz da nossa consciência. Então, queridos amigos, a mensagem de hoje, apesar de ser assim pequenininha, mas ela é muito profunda. Então, convidemos esses nossos velhos companheiros de jornada evolutiva para o banquete do evangelho no nosso templo íntimo. Esse santuário vivo de bênçãos para execução da vontade de Deus. Nossas mãos, nossos pensamentos, nossas palavras tem que ser para edificar. para construir, para conduzir, para amparar, para suerguer, para levantar, para conduzir nossos irmãos e a nós mesmos na caminhada do bem. Cada criatura vive onde lhe apraz e com quem lhe agrada. Então, procuremos a estrada do verdadeiro bem. E cada um de nós, isso aqui é uma frase que não é minha, carrega. Cada espírito tem no seu coração o tesouro de luz ou o fardo de sombra, onde houver colocado o próprio coração. E aí só depende das nossas escolhas, só depende do que realmente estamos fazendo com o tempo que estamos aqui nessa nossa vida atual para o exercício do nosso progresso e de todos aqueles que conosco caminham. Não é assim, querido amigo? É isso aí, Sueli. Muito obrigado pela explanação bonita, tocar o coração dos nossos irmãos e vamos convidá-los a todos eles para fazer a nossa parte de encerramento, abrindo o nosso dia com Jesus. Querido
so aí, Sueli. Muito obrigado pela explanação bonita, tocar o coração dos nossos irmãos e vamos convidá-los a todos eles para fazer a nossa parte de encerramento, abrindo o nosso dia com Jesus. Querido amigo, nosso mestre Jesus de Nazaré, nós vos agradecemos, Senhor, tantas bênçãos. Olhamos para trás e lá está sua mão generosa conduzindo olhamos para a frente. Tu estás do nosso lado, Senhor. E se olhamos para dentro de nós, está um mestre generoso e bom convidando, vinde a mim, eu sou o caminho para nos conduzir ao céu. Desse modo, nós queremos vos agradecer pela noite de repouso e te pedir, Jesus que esse dia seja de alegrias, de paz, de saúde e que nós abençoemos o próprio dia, o lugar em que estamos, a nossa família, o nosso lar. Abenço a vida para que a nossa participação com os bons espíritos seja uma manifestação de gratidão a tudo aquilo que é a vida dos deus. Daros a tua bênção a Jesus de Nazaré e a tua paz. Que assim seja. Graças a Deus. Vamos convidar os nossos irmãos da técnica, né, Cel? É, com certeza, né? Encerramos a nossa reunião com os votos de saúde, Francisco. Saúde, pai. Deus lhe abençoe aí em João Pessoa. Bom dia, Francisco. Bom dia a todos, queridos amigos. Bom dia, Rabiro. Fiquem com Deus, né? Deus. Grande abraço. Muita paz, muita luz a todos. para todos nós.
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