A Força do Espiritismo - No caminho de Emaús - Fabio Carvalho
"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às quintas-feiras, às 20h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.
Boa noite queridos e queridos amigos que já estão conosco nessa noite de quinta-feira é uma satisfação poder estar com vocês para mais uma transmissão do programa A Força do Espiritismo este programa que vai ao ar todas as quintas-feiras às 19:30 horas horário de Brasília lembrando a todos que este programa é uma produção do canal espiritismo.net em parceria com a TV crge e a FEB TV e é também retrans tiddo pelos canais parceiros no programa de hoje teremos a presença do nosso querido Fábio Carvalho que irá nos trazer reflexões sobre o tema no caminho de emaú lembramos a todos vocês que que estão no chat né que podem trazer suas considerações suas dúvidas suas perguntas que ao final do programa serão comentadas e respondidas pelo nosso querido Fábio e sem delongas vamos fazer o convite para o Fábio estar conosco Boa noite meu querido como vai é um prazer estar com você minha querida Elô meus amigos minhas amigas estão nos acompanhando neste momento online ao vivo os que assistirão em outra oportunidade nossas fraternas saudações que alegria estar com você nessa noite de quinta-feira que precede o carnaval Val né E vamos estudar um bocado né Vamos aprender um bocadinho de gente eu sou mineira viu por isso que eu falo assim O Fábio tá lá no Maranhão né e eu aqui em Félix lândia Minas Gerais Fábio é com você ao final Faça o convite que eu retorno tudo bem minhas amigas meus amigos hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre uma passagem de O Evangelho Segundo o Espiritismo Eh Ou melhor sobre elementos que compõem o evangelho segundo espiritismo para uma interpretação do Evangelho de Jesus eh de um trecho extraído do livro de Lucas do qual eh eu vou me permitir fazer uma breve Leitura para que a gente possa comentar para que nós possamos discutir Capítulo 24 a partir do Versículo 13 que diz mais ou menos assim Eis que dois deles Neste mesmo dia estavam caminhando para uma aldeia distante 70 estádios de Jerusalém cujo nome era Emaús eles conversavam entre si a respeito de todas estas coisas que
u menos assim Eis que dois deles Neste mesmo dia estavam caminhando para uma aldeia distante 70 estádios de Jerusalém cujo nome era Emaús eles conversavam entre si a respeito de todas estas coisas que haviam sucedido e sucedeu que enquanto eles conversavam e debatiam o próprio Jesus aproximando-se caminhava junto com eles os seus olhos porém estavam impedidos de reconhecê-lo Disse Jesus para eles que palavras são estas que trais entre vós enquanto caminhais e para entristecidos em resposta um deles de nome copas ou cléopas disse para ele tu és o único Peregrino em Jerusalém que não sabes as coisas ocorridas nela nestes dias disse-lhe Jesus quais eles lhe disseram as coisas a respeito de Jesus Nazareno que se tornou o Varão Profeta pem obra e palavra diante de Deus e de todo o povo e como os sumos sacerdotes e as nossas autoridades o entregaram a uma condenação de morte e o crucificaram Ora nós esperávamos que el fosse quem haveria de redimir Israel mas todas estasis Este é o terceiro dia que se passa desde que estas coisas aconteceram mas também dentre os nossos algumas mulheres nos estasi as quais estiveram de madrugada no sepulcro e não encontrando o corpo dele vieram dizendo terem visto também uma visão de anjos os quais Dizem que ele vive alguns dos que estavam conosco partiram para o sepulcro e encontraram Assim como as mulheres também haviam dito não viram disse-lhes ele ó tolos e lentos de coração para crer em todas as coisas que falaram os profetas porventura não era necessário Cristo padecer estas coisas e entrar em sua glória e começando por Moisés e por todos os profetas interpretou lhes em todas as escrituras as cois a respeito dele mesmo ao se aproximarem da Aldeia para onde estavam indo ele simulou ir para mais longe eles o pressionaram dizendo permanece conosco porque está para anoitecer e o dia já declinou ele entrou para permanecer com eles e sucedeu que ao reclinar a mesa com eles tomando pão abençoou-o e depois de parti-lo dava a eles seus olhos foram abertos e o
tá para anoitecer e o dia já declinou ele entrou para permanecer com eles e sucedeu que ao reclinar a mesa com eles tomando pão abençoou-o e depois de parti-lo dava a eles seus olhos foram abertos e o reconheceram mas ele se tornou invisível a eles e disseram um ao outro porventura não estava nosso coração queimando em nós quando nos falava pelo caminho quando nos abria as escrituras e na mesma hora levantando-se voltaram para Jerusalém e encontraram reunidos os 11 e os que estavam com eles dizendo que realmente o senhor se levantou e tornou-se visível a Simão eles explicaram as coisas ocorridas no caminho e como haviam reconhecido pelo Partir do Pão essa é uma mensagem muito profunda e que nós gostaríamos de conversar um pouco a respeito dela nós poderíamos fazer uma abordagem literal fática histórica mas como havíamos dito logo de início que a nossa inspiração seria o Evangelho Segundo o Espiritismo serão os princípios evangélicos E especialmente os espíritas que nos inspirarão para analisar esse trecho H há uma profundidade muito grande nessa experiência dos nossos dois discípulos dos quais um conhecemos o nome pelas próprias escrituras que é cléopas ou cleopas e essa experiência ela pode nos trazer numa primeira percepção a ideia de nossa viagem em direção a Deus a nossa viagem em busca de sentido em busca de uma espiritualidade sustentada no pensamento cristão trata-se nesse particular da descrição da própria caminhada do ser humano em busca de sua comunhão com Deus e nessa perspectiva a nossa narrativa traz inicialmente dois personagens dois personagens que representam bastante essa viagem essa caminhada essa busca de Deus e nesse caminhar a narrativa ela conta que esses discípulos Estavam tristes e desiludidos e de fato Esse era o contexto porque havia três dias que haviam testemunhado de Jesus aquela morte infamante abandonado pelos melhores amigos ladeado por dois malfeitores que cumpriam penas em razão dos crimes AD praticados e como aqueles acontecimentos
que haviam testemunhado de Jesus aquela morte infamante abandonado pelos melhores amigos ladeado por dois malfeitores que cumpriam penas em razão dos crimes AD praticados e como aqueles acontecimentos chocavam e parte de Israel acreditava que o que havia de vir haveria de trazer Bonança felicidade paz e profunda alegria ao povo Judeu a desilusão havia derrubado o ânimo das pessoas e estes dois viajores representavam naquele momento essas pessoas como representam as de hoje porque em nosso caminhar em busca de sentido Especialmente porque estamos em um período de transição e atravessamos graves vicissitudes onde no Sermão Profético vivenciamos a experiência da Anunciação das Dores dos Sofrimentos das dificuldades das gu da viuvez e da orfandade ao ponto do próprio Cristo em suas profecias estabelecer que o amor de muitos esfriaria nós somos esses viajores desiludidos onde deixamos de acreditar nos ideais da Fraternidade da onde minados pelos pensamentos das dificuldades acreditamos que não existem mais esperanças para a humanidade de que não é mais possível esperar a felicidade em um mundo onde vige a ideia de cada um por si onde as lutas baseadas no egocentrismo ganham tal força que os que se dizem cristãos ante os noticiários mas criam dentro de si ideais malévolos do que necessariamente os de fé no futuro os de fé em Deus e de fé na própria humanidade e Jesus mesmo diante dessa desilusão quando nós acompanhamos essa narrativa não desgruda de nós nos acompanha caminha conosco Mesmo quando somos incapazes de perceber que ele sempre esteve ao nosso lado ao longo da estrada mesmo desesperançados mesmo sem o encanto da busca da felicidade ele está conosco é uma metáfora da nossa jornada interior é uma metáfora da jornada do Cristão em busca de si mesma e que muitas vezes se sente per mas que pode reencontrar o sentido da vida na vivência auta do Evangelho mas Especialmente na convivência Jesus e a medida que nós percebemos essa passagem dos cristãos que se dirigiam a emaú que ficava
s que pode reencontrar o sentido da vida na vivência auta do Evangelho mas Especialmente na convivência Jesus e a medida que nós percebemos essa passagem dos cristãos que se dirigiam a emaú que ficava aproximadamente uns 11 km de Jerusalém e encontram Jesus no caminho nós vemos nesse episódio que o essa jornada esse caminho geralmente é marcado por uma série de dúvidas e é muito interessante essas dúvidas porque elas fazem menção ao próprio prefácio de O Evangelho Segundo o Espiritismo Jesus é o grande Comandante das vozes dos céus que organizam a mensagem que tira o véu do próprio Evangelho com as orientações espíritas E essas vozes do céus que seguem o comando do mestre Jesus vem para dissipar as trevas glorificar os justos e confundir os orgulhosos é natural que aquele que se permite ser confundido esteja com muitas dúvidas eram aqueles dois viajores nem perversos mas também nem glorificados porque ainda não eram justos Na expressão mais profunda da palavra representam as pessoas que caminham com as suas dúvidas e principalmente os seus medos e não se davam conta de que em toda essa jornada havia um mestre havia uma mensagem quees norteava o caminho que lhes dizia como agir e é interessante que quando Jesus pergunta a ele sobre o que eles conversavam e percebe que o discurso era um discurso de derrota Jesus propõe uma análise da história desde os pergaminhos apresentados por Moisés até os dias atuais ou melhor até aqueles dias que eles viviam e é interessante porque essa proposta não só permite uma percepção daquilo que Isaías apregoava a respeito do próprio Messias mas também nos abria uma dimensão evolutiva uma dimensão de que essa jornada quando nós olhamos para trás percebemos que ela de fato nos permite contornar uma série de obstáculos e a posição que nós nos encontramos é uma posição resultado do trabalho resultado dos princípios resultado dos forços e que naturalmente nos colocou em uma posição melhor do que a de ontem e essa proposta de construção nos
s encontramos é uma posição resultado do trabalho resultado dos princípios resultado dos forços e que naturalmente nos colocou em uma posição melhor do que a de ontem e essa proposta de construção nos permite também perceber que todas as revelações estão interligadas porque há uma continuidade na construção dessas revelações de Moisés ao pensamento Espírita e Jesus propõe que eles consigam ter uma macrovisão dos acontecimentos uma visão mais alargada e não pontual porque às vezes a visão pontual nos faz crer que tudo acabou que nós não temos mais esperança é muito interessante que a beleza do Evangelho não está na crucificação muito embora nós tenhamos a cruz como um grande símbolo um grande Marco mas ele está exatamente naquele terceiro dia desse diálogo o dia em que Jesus reaparece ressurrecto aparece para aquelas mulheres que testemunharam mausoléu vazio e para aqueles dois viajores que agora traziam a experiência a certeza de que a vida continuava pujante junto com ela a própria esperança é uma proposta de compreender Jesus na convivência com Cristo porque muito embora eles não tivessem reconhecido Jesus eles se permitiram não só caminhar com ele mas ouvi-lo mas receber dele as orientações necessárias e aquelas orientações foram tão ricas que quando se aproximam e chegam de Emaús pedem que o Cristo permanecesse com ele mesmo sem saber que era o Cristo e o reconhecem no partilhar do pão como muitas vezes nós reconhecemos os bons amigos nesse partilhar do p é assim que o pensamento Espírita ele enriquece Essa visão para além da própria manifestação de Jesus naquele momento muito bem explicada por Allan Kardec quanto a possibilidade de um espírito desencarnado se manifestar visivelmente tangivelmente de forma eminentemente materializada como se fosse um verdadeiro agênero mas para além dessas explicações que são eminent mente materiais já que o perispírito é fluídico portanto material nós temos aí essa estrutura interpretativa nessa narrativa da cegueira da Alma
gênero mas para além dessas explicações que são eminent mente materiais já que o perispírito é fluídico portanto material nós temos aí essa estrutura interpretativa nessa narrativa da cegueira da Alma aprisionada nos seus conceitos materiais é muito difícil conhecer Jesus em sua Plenitude Enquanto estamos cegos é interessante que a narrativa diz que eles não puderam reconhecer Jesus não explica porque não puderam reconhecê-lo mas numa análise mais profunda enquanto para igma materialista nortear as nossas visões enquanto os conceitos materiais porem a base de nossas interpretações e leituras de mundo não nos daremos contto de que Jesus está no Leme de que Jesus está no controle destes acontecimentos de que essa cegueira representa dificuldade que muitos têm de perceber a presença inclusive da espiritualidade superior em nossas vidas não nos damos conta de que o Cristo ainda que seja por meio dos seus acólitos mais fiéis nos trazem esperança mesmo quando os nossos corações estão desiludidos e é somente depois de longas das escrituras feitas pelo próprio Cristo após esse gesto simbólico do partir o pão eles conseguem identificar e essa passagem traz uma sugestão de que esse é o processo da nossa evolução espiritual esse nosso processo gradual do caminhar do primeiro compreender explicações sobre a nossa Ótica material sem saber de quem é Jesus até que o humano passa a enxergar as verdades espirituais quando está pronto e isso se dá num ponto muito mais avançado da viagem e não no início dela muito mais à frente e Jesus ao longo do caminho Explica as profecias e cada um a compreende a depender em que etapa está do próprio caminho da própria jornada interior e essas profecias vão se tornando cada vez mais claras à medida que o esforço nos permite avançar ao longo de nossa viagem e os acontecimentos vão facilitando com que o conhecimento ele ganhe profundidade levando-nos dentro dessa história a ver a progressividade do conhecimento se nós pudéssemos tomar desde uma perspectiva sensorial a uma
os vão facilitando com que o conhecimento ele ganhe profundidade levando-nos dentro dessa história a ver a progressividade do conhecimento se nós pudéssemos tomar desde uma perspectiva sensorial a uma perspectiva mítica a ao desenvolvimento da Razão ao ganhar da plenitude da intuição é ao longo dessa jornada que esse saber vai nos aproximando do Cristo ao ponto de um dia comungarmos com ele ou vivermos em comunhão com ele comendo ao seu lado deando ao seu lado partilhando do pão com com ele e essas verdades elas não podem ser compreendidas de imediato e o Cristo respeita essa limitação nessa jornada como eles não puderam conhecê-lo percebê-lo Jesus os ensina mesmo sem se autor revelar respeitando a idade de cada um e as revelações vão acontecendo de acordo com o grau de amadurecimento do Espírito Isso vai nos remetendo a uma belíssima ideia de como nós caminhamos pela vida sem percebermos que há uma vida profunda caminhando conosco mas também aqui é um convite de reflexão sobre a importância da Fraternidade porque o convite dos discípulos para que Jesus permanecesse com eles fica conosco pois é tarde ressalta o valor da Fraternidade da hospitalidade dos princípios básicos do cristianismo Nascente que era caracterizado por aquela epifania que os elevava a um estado de amor Ágape o amor de comunhão o amor que aproximava os cristãos ao ponto de torná-los nas palavras de Bezerra de Meneses em um feixe de varas em quebrantar mesmo sem saber Quem era aquele aquele homem aquele viajor aquele companheiro que na visão deles não sabiam dos acontecimentos naquele momento eles acreditavam que sabiam mais do que o próprio Cristo e narram a Jesus o que havia acontecido justificando estado emocional em que se encontravam e a justificativa dos seus diálogos e quantas vezes nós não olhamos para o próprio evangelho e explicamos a ele a razão de ser de nossa tristeza como se aqueles que transformaram essas palavras em verdade ou aqueles que vivenciaram aqueles acontecimentos já não soubessem
a o próprio evangelho e explicamos a ele a razão de ser de nossa tristeza como se aqueles que transformaram essas palavras em verdade ou aqueles que vivenciaram aqueles acontecimentos já não soubessem das experiências que haveríamos de atravessar de dores e de vicissitudes mas é no momento em que Jesus parte o pão que a simbologia do compartilhamento do alimento da alma ganha força na dos seres para os corpos coletivos de que fala Allan Kardec em O Livro dos Médiuns lembrando-nos inclusive que os grupos podem ganhar tal força à medida que se integram à medida que ganham Coesão e se essa coesão é pautada nessa relação com Cristo Jesus nem as dores nem as aflições nem as perseguições nem as dificuldades são capazes de abalar estes cristãos que conforme as narrativas de Emmanuel na obra ave Cristo são capazes de cantar os seus hinos de alegria de cantar o ave Cristo mesmo diante das feras mesmo diante das Labaredas de fogo mesmo diante da morte infamante deixando patrícios confusos de como é possível cantar na iminência da própria morte no momento derradeiro da existência e quando então percebem o Cristo esses discípulos correm de volta para Jerusalém correm de volta para anunciar a Boa Nova porque agora anunciar a boa nova tem um sentido espiritual eu estou anunciando de uma experiência minha com o próprio Cristo eu estou falando de minha própria experiência isso representa o impulso natural do espírito que encontra a própria iluminação e ao se iluminar ao se tornar iluminado compartilha as verdades adquiridas com aqueles que também querem e precisam jornadear que precisam trilhar o mesmo caminho a mesma viagem interior é uma reflexão a respeito do dever moral da divulgação dessa mensagem especialmente pelos exemplos porque impossível eu ter um encontro pleno com Jesus e viver em comunhão com Cristo e não me transformar e não ser nova pessoa e a nossa própria transformação é o mais Belo e mais profundo meio de divulgação da ideia evangélica da ideia cristã para aqueles que ainda não
ão com Cristo e não me transformar e não ser nova pessoa e a nossa própria transformação é o mais Belo e mais profundo meio de divulgação da ideia evangélica da ideia cristã para aqueles que ainda não despertaram para a realidade da vida não só a realidade de uma vida após a morte mas de uma realidade de vida e vida em abundância ou como diriam os pró os judeus de um sentido de vida eterna era necessário de fato voltar a Jerusalém para falar de nós mesmos porque enquanto estamos do caminho e não temos esse encontro profundo com Jesus falamos daquilo que ouvimos dizer e eles falavam para Jesus das escrituras eles falavam dos acontecimentos eles falavam das histórias eles falavam das parábolas mas eles também falavam da Paixão da Paixão de Cristo da via cruces do martirológio das Dores e da desesperança Mas os que estavam cegos espiritualmente E por estarem cegos não conseguiam reconhecer o Cristo em um momento de aprendizado espiritual que é sempre gradual passam a reconhecer passam a ver e passam a querer ficar com Jesus fique conosco permaneça conosco principalmente naite já anoiteceu é no momento do negror que mais precisamos estar com Jesus ess é o momento mais profundo da partilha da comunhão do pão da Fraternidade para que possamos ganhar força e testemunhar a nossa vivência com Jesus para os que esperam ainda por espertar para a grande verdade da vida Emmanuel tem uma página belíssima e que comenta esse momento especial na obra caminho Verdade e Vida no Capítulo 95 e diz que a caminho de Emaús esses discípulos est estavam mergulhados nessa amargura da dúvida após os eventos do Calvário que a presença de Jesus trouxe-lhes esclarecimentos e conforto ainda que eles não tivessem reconhecido de choe mas ressalta que muitos aprendizes percorrem essas estradas simbólicas de amaú enfrentando sacrifício necessários à iluminação espiritual foram longos 11 Km caminhadas porque estes 11 Km entre Jerusalém e emaú representam a nossa jornada a nossa jornada de sacrifícios de renúncias
frentando sacrifício necessários à iluminação espiritual foram longos 11 Km caminhadas porque estes 11 Km entre Jerusalém e emaú representam a nossa jornada a nossa jornada de sacrifícios de renúncias de Dores cujo conforto aparece inicialmente pelas escrituras pelas explicações e Jesus pouco a pouco se aproxima de nós os vacilantes oferecendo-nos o consolo a orientação para que pouco a pouco um reforço dessas abordagens as manifestações espirituais dentro de nós mesmos possam Abrir entendimento profundo para as majestosas lições do Evangelho a fim de reconhecermos agora o Jesus ressurrecto não Jesus histórico não Jesus que foi crucificado não Jesus que foi martirizado O que foi traído não o Cristo açoitado em frente ao palácio de anais de caifas mas aquele que caminha conosco em nossa jornada evolutiva aquele que se transforma um conosco quando nós nos iluminamos neste caminho grandioso e como é importante percebermos os amigos seria mano ao longo dessa caminhada como é importante perceber termos o anjo bom que vem nos trazer a esperança para que nós possamos estar com Jesus por meio dos anjos que nos aparecem que podem ser boas almas Mas podem ser ideias magníficas A exemplo do próprio pensamento Espírita A exemplo do cristianismo ré de vivo do cristianismo renovado pelo olhar desvelado da Razão pelo olhar sem os véus que nos impediam de conhecer o Cristo verdadeiramente e que a doutrina espírita nos faculta a transformação e a vivência que nós possamos ao longo de nosso caminho ao longo de nossa jornada no caminho de Ema percebermos quando ele se aproximar darmos ouvidos nos permitir aprender com ele posto que em um momento e esse momento será marcante nós o reconheceremos pela forma como ele vai partilhar o pão conosco para encontrarmos enfim o desiderato de nossa grande jornada Deus em nós O Grande Encontro com o Divino amigo porque ninguém chegará o pai senão pelo Cristo Jesus que o Senhor nos abençoe Fabinho que maravilha né esse texto né é um texto realmente que nos traz muito
em nós O Grande Encontro com o Divino amigo porque ninguém chegará o pai senão pelo Cristo Jesus que o Senhor nos abençoe Fabinho que maravilha né esse texto né é um texto realmente que nos traz muito simbolismo nos traz muitas reflexões né nos fala da imortalidade da Alma nos fala até dos fenômenos mediúnicos de materialização mostra esse simbolismo de esperança de renovação espiritual né esse processo de despertar espitual e a nossa querida Lina faz alguns comentários aqui traz pra gente eh desde o início da sua fala né Eh quantas vezes né ela vou colocar na tela para você poder ler né quantas vezes permanecemos assim cegos né nem percebemos a presença do mestre conosco nas situações do caminho verdadeiramente né você quer fazer comentári sobre sobre as reflexões de lina hum minha amiga Lina exatamenteo isso quantas vezes estamos com aqueles viajores apenas reclamando de que as coisas não aconteceram como nós gostaríamos que acontecesse porque não seguiram as nossas próprias profecias a expectativa é de que aquele Jesus fosse como também um senhor dos exércitos que não se permitisse sucumbir na visão dos homens pela sua agressividade pela impiedade humana não esperavam que a verdade estivesse de braços abertos na cruz da ignomínia sem perceber que a grandeza muitas vezes nos aparece chicoteada com as festas marcadas pela coroa de espinhos com o manto vermelho da vergonha com os pés calejados as Mãos Furadas Nem sempre a verdade nos aparecerá nos Palácios na portentosa visão que temos dos Reis e dos Poderosos porque muitas vezes o poder maior estará na simplicidade e nem sempre percebemos quando isso acontece Às vezes a verdade está ao nosso lado e estamos perguntando ó não viu o que aconteceu a esperança foi crucificada não temos mais esperança e a esperança conversando conosco por isso as parábolas de Jesus quando nós percebermos que elas nos são contadas todos os dias pelo o próprio mestre ao longo do caminho conosco nós então encontraremos o caminho da iluminação como diria a Cid
as parábolas de Jesus quando nós percebermos que elas nos são contadas todos os dias pelo o próprio mestre ao longo do caminho conosco nós então encontraremos o caminho da iluminação como diria a Cid galtan o iluminada e quando essa iluminação for alcançada nós seremos um com ele como ele é um com o pai e o cristo dentro de nós nos fará tão felizes que nem mesmo a cristandade da idade média ousaria nos dizer nãoo aí Fabinho Elina continua nos trazendo aqui algumas contribuições nos falando que os sentimentos de vaidade de egoísmo muitas vezes nos impede de enxergar né isso que você nos falou o medo a insegurança é que nos afasta das oportunidades e sabendo que Jesus está sempre do nosso lado nos dando todo o suporte ela coloca também que você nos trouxe uma das mais belas passagens do Evangelho com certeza né Fabi e aqui ela faz mais uma última consideração muitos têm esquecido de agradecer orar e sempre vigiar para não se perderem pelos caminhos tortuosos das estradas comentário belíssimo que eu gostaria que você fizesse uma reflexão em cima dele se puder a lina tocou numa palavra que é muito interessante que a gente aborde e aprofunde que a palavra medo depois que uma pessoa é perseguida eh torturada eh vilipendiada em sua honra os Judeus tem uma característica muito pudica como também tem os povos árabes geralmente estão muito bem vestidos desnudar uma pessoa é desonrar em profundidade imagine um povo que anda profundamente coberto Eles tiraram toda a roupa de Jesus deixaram nu publicamente e aquele homem mantinha a sua honra interior nenhuma revolta nenhuma vergonha nenhum medo mas depois de uma experiência como essa é natural que os seguidores isso aconteceu com eles quem somos nós na fila do pão era natural que eles estivessem amedrontados antes mesmo do martírio os discípulos já estavam amedrontados senhor não nos deixai órfãos o medo era tão grande que Pedro negou Jesus três vezes ninguém encontrava os discípulos naquele momento só João que era muito jovem como quem dizia assim nem tem
drontados senhor não nos deixai órfãos o medo era tão grande que Pedro negou Jesus três vezes ninguém encontrava os discípulos naquele momento só João que era muito jovem como quem dizia assim nem tem ideia do perigo que tá correndo era um adolescente estavam ali todos apavorados e nós muitas vezes não nos damos conta de como o paradigma material gera muito medo dentro de nós zman bman tem uma obra intitulada medo líquido e nessa obra o sociólogo polonês ele nos propõe uma reflexão de que o medo ele se pauta em dois fundamentos muito interessantes o primeiro ele chama de sombra que é a representação do desconhecimento tudo aquilo que eu não conheço me gera medo eu me vejo em um quarto cheio de obstáculos completamente escuro é natural que eu tenha medo de tropeçar em alguma coisa me machucar bater numa Quina eu tenho medo porque não conheço vamos imaginar que agora eu consiga ligar a luz agora eu consigo ver o quarto entretanto tem uma fera um leão na ponta do na outra ponta do quarto o meu medo passou não o meu medo continua muito embora agora eu tenho algum conhecimento mas o medo continua pela minha falta de habilidades e competências de lidar com o leão eu não sei lidar com leão se eu fosse um exímio domador de leões eu não teria medo Ah não é só um leão já domei 1 leões na minha vida se fosse um elefante eu não saberia o que fazer mas domar leões eu sei vejamos que essa visão de balma é um pouco da visão dos nossos personagens eles começam a caminhada sem conhecer Jesus que é que Jesus faz ao longo do caminho se auto apresenta fala do Evangelho fala das escrituras relaciona os acontecimentos com os pergaminos antigos com as profecias Opa alguém tá ligando a luz entretanto isso não quer dizer que haja habilidade de lidar com os problemas da vida por isso que ao longo da jornada nós somos católicos espíritas evangélicos e ainda assim sofremos e ainda assim temos dificuldade de lidar com Ah o filho difícil o chefe incompreensível ah a a sogra que não nos tolera e assim
jornada nós somos católicos espíritas evangélicos e ainda assim sofremos e ainda assim temos dificuldade de lidar com Ah o filho difícil o chefe incompreensível ah a a sogra que não nos tolera e assim sucessivamente mas essa habilidade não é material quando nós passamos a viver com Jesus e o reconhecemos em uma verdadeira comunhão agora temos competências para lidar com os leões da vida com as Feras da vida com os monstros da vida não somos mais teóricos que ao longo do caminho estávamos escutando as escrituras agora sabemos como viver e quando Nós aprendemos a viver nós não temos mais medo há uma diferença entre Teoricamente eu compreender a imortalidade da alma porque todo Espírita vai estudar sobre isso seja num estudo sistematizado seja em um estudo avançado seja na introdução do estudo de espiritismo vai estudar Isso entre estudar ligar a luz lembro muito dos iluministas entre acender a luz e eu ter habilidades para lidar com a morte do meu próprio filho e eu ter habilidades para lidar com o diagnóstico de câncer para eu lidar com o suicídio do melhor amigo a um grande caminho do qual esses medos serão vencidos quando eu souber lidar com essas feras e isso se dará com a iluminação mas também com a vivência dos sacrifícios de que trata Emmanuel no Capítulo 95 da obra caminho verdade e vida porque com como bem propôs a área de comunicação social Espírita da Federação Espírita brasileira em um dos seus mais belos slogans a vida ensina o espiritismo explica mas que ensina é a vida precisamos passar pelas experiências da vida precisamos fazer a jornada precisamos caminhar e neste caminho é natural que a gente encontre anfra é natural que a gente encontre intempéries chuva tempestade alagamento que a gente encontre fome que a gente encontre dor nas costas mas é essa experiência da jornada que vai nos trazer a habilidade para lidar com as dores e quando essa iluminação acontece eu posso voltar para Jerusalém porque agora eu vou falar de mim como é a resposta que Santo Agostinho dá
rnada que vai nos trazer a habilidade para lidar com as dores e quando essa iluminação acontece eu posso voltar para Jerusalém porque agora eu vou falar de mim como é a resposta que Santo Agostinho dá a Kardec na questão 919 B de O Livro dos Espíritos ela começa mostrando que ele era um viajor que se iluminou e voltou a essa Jerusalém para falar de sua experiência ele começa dizendo fazei o que eu fazia quando estava encarnado eu vou falar da minha experiência com Jesus eu me iluminei aprendei com as minhas habilidades aprendei com as minhas experiências é o caminho da iluminação em uma verdade profunda pode ser o mesmo conteúdo a mesma parábola há uma diferença de conhecer Jesus em plenitude e ver apenas histórias que de alguma forma nos auxiliam na caminhada mas estão longe de nos trazer a habilidade necessário para uma visão macro e nos fazer que os Sofrimentos não são o Fim da Jornada mas fazem parte do caminho mas a jornada ela vai se planificar compartilhar de pão com o mestre que alegria epifania com Jesus muito bom Fabinho muito obrigada por tudo que você nos trouxe hoje eu acho que não tem mais nenhum comentário a não sei que Lina falou que a gente já ela já passou por essas situações né que você abordou e ela é agradecida por elas e nós todo dia né Fábio no dia a dia a gente é o aprendizado Eu eu tô aqui com o braço aqui na antepia que eu caí outro dia então assim eh Foi um momento de dor foi mas eu agradecia a Deus poderia ter sido muito pior do que foi o aprendizado que tá me trazendo a dor Ela traz aprendizado também né seja física e seja ela espiritual é sempre um aprendizado e eu gostaria das suas considerações finais minha amiga meu amigo falo a você que está nos escutando agora nenhuma jornada é faz Especialmente quando o nosso objetivo é chegar no grande Oasis da vida mas ninguém ous querer chegar noes sem antes atravessar algum deserto é natural atravessarmos o deserto o calor escaldante do dia o Tenebroso frio da noite mas saberemos que vale a pena o
asis da vida mas ninguém ous querer chegar noes sem antes atravessar algum deserto é natural atravessarmos o deserto o calor escaldante do dia o Tenebroso frio da noite mas saberemos que vale a pena o caminhar porque ao longo da caminhada não estaremos sozinhos ao longo das dificuldades não estaremos sozinho como o poeta no momento em que acreditávamos estar sozinhos ele nos braços nos carregar Deixando as pegadas na praia nunca estivemos sós talvez não tenhamos a capacidade de perceber que alguém trilha as felicidades que nós nem percebemos porque só A maturidade é capaz de nos trazer o sentimento de gratidão não pensem que uma criança de 3 anos apresentará um discurso de profunda gratidão aos seus pais geralmente nós só percebemos lá pra frente da caminhada como quando estamos com 30 40 anos cuidando deles e a gratidão vos toma com tanta profundidade o ser porque agora sabemos quem caminhava conosco agora sabemos quem nos ensinava e ao longo de nossa jornada existem momentos de muita imaturidade existem momentos do desenvolvimento da maturidade e existem momentos em que essa maturidade nos leva a iluminação não importa em que parte da estrada você esteja pode ser no início talvez você já tenha dito coisas que ten se arrependido sobre Deus sobre o Cristo contado histórias de desesperança ainda que ele estivesse ao seu lado até nisso ele vai te respeitar e vai compreender Em que momento da caminhada tu te encontras e nem vai exigir que tu compreendas o que tu reconheça porque ele te ama de forma completamente Incondicional Não importa se na caminhada eu esteja como André Luiz encarnado praticando atos vergonhosos podem te levar a síes podem te levar a um suicídio indireto ele te ama infinitamente nessa fase do caminho não importa se seja na estrada o momento de tanto sacrifício que você se veja num vale de Suicidas que passe 8 anos lá ele naquele momento da estrada te ama infinitamente Não importa se foi depois do teu despertar em regiões de como o nosso lar ele Continuará te
ue você se veja num vale de Suicidas que passe 8 anos lá ele naquele momento da estrada te ama infinitamente Não importa se foi depois do teu despertar em regiões de como o nosso lar ele Continuará te amando infinitamente em qualquer momento da estrada Talvez tu não reconheça e ele não vai exigir isso de ti mas quando tu estiveres com ele e perceberes pelo partilhado do pau terás a certeza que nós nunca estivemos sozinhos e que Jesus nos abençoe assim seja muito obrigada Fabinho até uma próxima oportunidade contamos sempre com você aqui para nos esclarecer para trazer pra gente essas reflexões maravilhosas a todos vocês aí do chat que conosco colaboraram nesse dia que Deus abençoe cada um de vocês gostaram do programa de hoje compartilhem com outras pessoas se inscrevam no nosso canal vai lá na playlist tem muita coisa boa lá para ser vi e até a semana que vem com mais um programa A Força do Espiritismo fiquem com Deus surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material Allan Kardec o sábio mestre lonis se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova não mais véus e Mistérios sobrenatural e nada mas uma Perpétua continuidade entre os dois mundos pesquisando a mediunidade com lógica e razão Allan Kardec paviment uma estrada segura entre o Além Túmulo e o plano físico demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência Rep pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade Espírita A se debruçar sobre o tema invisível ciência investigativa como instrumento ético no sexto congresso do espiritismo net nos dias 27 e 28 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro informações e inscrições no site www.espiritismo.net bar congresso
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