A FELICIDADE NÃO É A AUSÊNCIA DE CONFLITOS - Sérgio da Fonseca [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 18/11/2025 (há 4 meses) 48:16 200 visualizações

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Transcrição

Essa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti. >> buscando a ti. Obrigado. A comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, estou aqui para agradecer [música] de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu [música] entendi qual o valor dessa missão [música] foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver doando amor, [música] vibrando luz, [música] buscando a ti. buscando [música] a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> อ Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que [música] aprendi toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir [música] a perfeição, aqui [música] eu entendi qual o valor dessa [música] missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver doando amor. [música] >> Boa tarde, queridos irmãos, queridas irmãs. E a paz do meigo Rabira Galileia, o amorável Jesus seja sempre em nossos corações. Sejam todos bem-vindos, bem como aqueles que nos vêm e ouvem através da Rádio TV Comunhão Espírita de Brasília. Eu gostaria inicialmente que nós fizéssemos uma reflexão. Quando eu falo em felicidade ou quando nós imaginamos reflexões sobre o tema felicidade, o que corresponde na realidade essas indagações? O evangelho dá um enfoque interessante. Fala da felicidade sobre o aspecto da posse e diz que a posse não traz felicidade, que a posse é transitória, é efêmera, da mesma forma que a possuímos, nós a perdemos. Então, a felicidade que eventualmente colocamos sobre a posse, ela deve ser afastada, porque a felicidade na essência seria a posse de bens, muito dinheiro no banco, muitas casas, muitos carros, enfim, uma

, a felicidade que eventualmente colocamos sobre a posse, ela deve ser afastada, porque a felicidade na essência seria a posse de bens, muito dinheiro no banco, muitas casas, muitos carros, enfim, uma vida de aquisições. Mas o evangelho de Jesus afasta a tal felicidade que almejamos. Então, gostaria de falar com os meus queridos irmãos e queridas irmãs a respeito da felicidade sobre outro enfoque. Qual seria esse enfoque? O tema vai nos dizer, o tema da tarde de hoje, a felicidade não é ausência de conflitos. Ah, nosso irmão Sérgio quer falar sobre a felicidade, dando um enfoque à questão dos conflitos do cotidiano. Nós os temos. E para avançar no progresso moral em que a criatura está submetida, ela vai enfrentar os conflitos existenciais. Portanto, a ausência de conflitos nós não encontraremos. A nossa jornada, como visto, será pautada pelos problemas dos desafios que a vida nos traz. Então, eu gostaria de iniciar nossas preliminares, as nossas primeiras reflexões, ah, definindo o que é o sentido da vida. Por que estamos aqui? Porque nós olhamos o mundo, o mundo traduz-se numa panorâmica eminentemente tormentosa. É uma panorâmica que nos traz medo, insegurança, porque olhamos é guerras, olhamos a fome, olhamos a todos tipos de conflitos. E aí nós nos questionamos se estamos morando num planeta de felicidade, plena felicidade. Bom, primeiro eu gostaria de responder a questão do sentido da vida. O que é isso? É um questionamento filosófico acerca do propósito, significado da existência humana. Porque eu estou aqui porque eu eu morro e por eu tenho que aprender porque alguns nasce doentes, outros sadios. Porque uns são poderosos, outros nascem na extrema humildade, uns a riqueza abundante e o outro com extrema miséria. É o sentido da vida, são os porquês. Nós temos que responder a isso. Só a doutrina espírita é capaz de nos trazer esse tipo de resposta, solução para problemas da alma. Então, há uma quantidade inumerável de possibilidades para respondermos esse sentido da vida,

isso. Só a doutrina espírita é capaz de nos trazer esse tipo de resposta, solução para problemas da alma. Então, há uma quantidade inumerável de possibilidades para respondermos esse sentido da vida, geralmente relacionado com a religião e com a filosofia. Bom, na filosofia antiga era considerado a aquisição da felicidade. Você responder isso, o sentido da vida era uma característica elevada e mais desejada lá pelos povos da antiguidade. Então, surge, evidentemente, diferentes concepções sobre a felicidade e cada qual acreditava que ela pudesse ser atingida a seu modo. Segundo a doutrina, o sentido da vida consiste no aperfeiçoamento moral e intelectual da criatura. Então, nós estamos aqui nos aperfeiçoando intelectualmente e moralmente. Isso é um sentido da vida, nosso roteiro, do qual não podemos afastar, mas precisamos entender nessa nesse roteiro que a vida é uma etapa transitória, é uma escola onde espíritos se aprimoram através do trabalho, do amor, né, do enfrentamentos, dos desafios, das lições. aprendidas no exercício em que elegemos entre o bem e o mal. Bom, e quando elegemos o bem e o mal, nós colhemos o fruto das nossas escolhas. Portanto, saber escolher é importante, porque toda vez nós somos defrontados em fazer o bem ou fazer o mal. Eis a questão, é o cerne da da questão. Isso nós chamamos de desafios, não é? Nós estamos desafiados e cada desafio é uma oportunidade preciosa para aprimorarmos a nossa moral e o nosso intelecto, a nossa inteligência. Pois bem, o essencial é nós nos educarmos e aprimorarmos sentimentos. Isso tá dentro da capacidade em função das virtudes que ostentamos. Então, é preciso aprimorar a virtude. Isso envolve conhecer-se. Precisamos nos conhecer. Nós não nos conhecemos perfeitamente e ao conhecermos, nós penetramos no mundo todo desconhecido de nós mesmos, porque nós temos que exercitar uma virtude primordial, elencada como a principal aos olhos do mestre Jesus, qual seja o amor. Então, precisamos amar. Questionada, a veneranda instrutora

de nós mesmos, porque nós temos que exercitar uma virtude primordial, elencada como a principal aos olhos do mestre Jesus, qual seja o amor. Então, precisamos amar. Questionada, a veneranda instrutora Joana deângeles responde alguém que lhe pergunta: "Por que sofremos tanto?" E ela não se fez rogada. Falta amor. Falta amor às criaturas. Então, o amor não é aquela expressão que eu chego e digo para aqueles a que eu entendo amar. Eu te amo. O amor é mais do que eu te amo. O amor é exemplo prático. Todos os dias o exercício do amor implica em exercê-lo na sua plenitude para que ele se radie e atinja a todo o nosso círculo, seja ele familiar, de amizade, na sociedade, enfim. é preciso amar abundantemente. Bom, então nós precisamos definir a a felicidade como uma percepção prazerosa. Nós temos essa sensação. Quando nós estamos felizes, nós olhamos, dizemos: "Hoje eu tô feliz". Mas a felicidade, é claro, dentro da visão terrena, ela não é perene, ela é momentos fugazes. É, a felicidade é transitória. Nós sentimos felicidade, mas ela não permanece de uma forma absoluta em nós, porque vivemos em mundo de provas e expiações. Ao viver nesse mundo, nós temos momentos de felicidade. A felicidade não é algo perene. Então, a pergunta se impõe: "O que eu faço para alcançar a felicidade?" Bom, os filósofos da antiga Grécia eh nos trouxe elementos bastante interessantes a respeito dessa abordagem: felicidade. O que eu faço para ser feliz? Já aqui a doutrina espanca a ideia que felicidade não é possuir bens. Se nós acreditamos nisso, precisamos afastar essa ideia, porque ela é de toda equivocada, não se sustenta. Uma vez que passamos dessa vida para outra e nós passamos porque somos espíritos imortais, esses bem que amamos, que nos colocamos imantados a eles, deixam de existir. Não tem mais propósito, não tem mais objetivo. de que me vale meu carro, de que vale minha casa, de que vale tudo que eu tenho, pois a morte me despoja de todos eles. Então é essa cobiça exagerada que a doutrina combate ao

, não tem mais objetivo. de que me vale meu carro, de que vale minha casa, de que vale tudo que eu tenho, pois a morte me despoja de todos eles. Então é essa cobiça exagerada que a doutrina combate ao afirmar que é o excesso das coisas materiais que nos escravizam, nosantam ao planeta Terra. Mas vamos à ideia dos filósofos gregos. Começamos por Aristóteles, que definiu essa felicidade com nome muito estranho. Ele chama a felicidade de Eudaimonia. Eudaimonia, bem supremo da vida humana. Felicidade. Vejam, alcançada através de uma vida virtuosa. É o que invoca, é o que exorta Jesus. e que a doutrina ratifica tótum quando diz somos felizes quando somos detetores da felicidade, que não é um bem eh que se coloca definitivo, mas é uma conquista que deve ser alcançada através de muitas existências. Então, ela é algo que nós projetamos, mas que ainda não alcançamos. Então, nós temos a ideia da felicidade, mas ela não se concretiza em face de sermos espíritos imperfeitos, obras inacabadas, espíritos ainda falidos moralmente. Vamos. E e Aristóteles diz que devemos viver de acordo com a razão e a virtude, então que isso deve se manifestar ao longo da vida. Então ele entende que a felicidade é um contentamento passageiro e é um contentamento passageiro. Vamos a outro filósofo da antiga Grécia, Epicuro. Ele diz que defendia a ideia que melhor maneira de alcançar a felicidade era através da satisfação dos desejos de uma forma equilibrada, o que não é eh abraçada. pela doutrina, né? E essa forma equilibrada que não perturbe, né? Que ele diz a tranquilidade do indivíduo associou à felicidade à busca por prazeres moderados e a tranquilidade que ele chamou de ataraxia. Tudo é um nome que que eles denominavam lá na antiga Grécia. Aí veio Platão. Platão e Sócrates, eles ligaram a felicidade ao conhecimento de si mesmo. Aí sim nós nos aproximamos da doutrina espírita. E nós não podemos esquecer de algo importante, que Platão e Sócrates, Sócrates e Platão, porque Platão foi o discípulo de

ao conhecimento de si mesmo. Aí sim nós nos aproximamos da doutrina espírita. E nós não podemos esquecer de algo importante, que Platão e Sócrates, Sócrates e Platão, porque Platão foi o discípulo de Sócrates, eles são precursores da doutrina. Ô, mas como os filósofos gregos da antiga Grécia, precursores da do pensamento da ideia de espiritismo, sim, abram o Evangelho. Lá tem 21 princípios que anunciam tudo aquilo que a doutrina espírita abraça. Então vocês vão ver o pensamento socrático e platônico aliado, convergindo para o entendimento, né, espírita. Então, que eles argumentavam que o mundo material e os prazeres sensoriais são ilusórios, não pode proporcionar felicidade. É verdade. Nós estamos vivendo um mundo ilusório. Nós vivemos no mundo dos sentidos. Ah, eu olho, eu vejo, eu ouço. Isso aqui é verdade, não é? Nós vivemos no mundo transitório. A verdadeira vida é a vida espiritual. Portanto, vivemos num mundo transitório como escola, como aprendizado. Por isso, as indas e vindas. Estamos aqui. Quando desencarnamos, voltamos ao plano espiritual. lá permanecemos por alguns por alguns momentos, voltamos de novo, vivenciamos a o plano físico, retornando. É assim que se dá o aprendizado na vinda entre os dois planos, o plano físico e o plano espiritual. Então, qual é a felicidade? Então, qual o plano que me dá a felicidade? é o plano que é o mundo inteligível que Soc e Platão chamou o mundo das ideias, né? E que implica eh a correspondência o mundo espiritual ao que nós estamos referindo. O mundo das ideias de Platão era o mundo, é o mundo, aliás, espiritual do dos espíritas. É a realidade nossa, é a realidade suprema garantir uma vida justa e equilibrada aqueles cultuadores das boas virtudes. Somos esses cultuadores? Somos esses que já se enfileiraram verdadeiramente no aprendizado espírita? Bom, tem pontos convergentes que nós vamos demonstrar que agora o Evangelho Segundo o Espiritismo apresenta a Sócrates Platão, como eu já disse, como precursores. Então, o que diz um e o que diz outro? Ah, os

pontos convergentes que nós vamos demonstrar que agora o Evangelho Segundo o Espiritismo apresenta a Sócrates Platão, como eu já disse, como precursores. Então, o que diz um e o que diz outro? Ah, os princípios que norteam a doutrina de Sócrates de Platão e a doutrina espírita. Tá lá, fala da alma encarnada, mundo das ideias, o correspondente ao nosso mundo espiritual, reencarnação, que fala em termos de ressurreição, preocupação com a eternidade e progresso espiritual. São princípios basilares que sustentam o arcabolso de ambas as doutrinas. Então vejam que beleza, que coisa extraordinária. Platão, muito antes, né, do advento cristianismo, já falava o Socr Platão a respeito desses princípios basilares da doutrina espírita que tem apenas um pouco mais de 166 anos de existência. Bom, a ideia de que a alma antes da encarnação existia e é um um estado de união com as ideia do verdadeiro e do belo. Então, o espírito, recorda-se do passado, é um conceito platônico, vejam, que encontra paralelo na doutrina espírita. mencionam, portanto, ambas, um mundo espiritual ou conhecido lá na civilização grega como Ades. Ades era esse mundo espiritual ideal de felicidade, habitado por espíritos que interagem com o mundo físico. Olha que coisa extraordinária. era o pensamento, veja, eh, socrático e platônico. Então, aí converge, mas vamos aos métodos. Como é que era o estudo, né? Kardec estudava de uma forma e Sócrates e Platão entendiam lá na época deles da forma dele. Evidentemente nós estamos falando algo do século XX. Nós estamos falando, né, do de 1857, ou seja, século XIX, 1857, quando vem o advento da doutrina lá pelos ídos de 1854. Muito bem. Qual é a diferença? Bom, a filosofia de Sócate e Platã é baseada na razão e especulação. Ele especula a respeito dessas teses. Vejam bem. E então ele faz suposições, os princípios ele de sogra faz suposições a respeito da vida, dos porquês, dos acontecimentos, né? H, ao invés de analisar fatos concretos, como fez a doutrina espírita. A doutrina

ele faz suposições, os princípios ele de sogra faz suposições a respeito da vida, dos porquês, dos acontecimentos, né? H, ao invés de analisar fatos concretos, como fez a doutrina espírita. A doutrina espírita fundamenta é fundamentada na observação. É uma doutrina de observação, né, e na experimentação e o faz comunicação com os espíritos. Olha a diferença. Um lá era suposição em vez de fatos concretos, doutrina espírita, experimentação através da comunicação com esse espírito. Isso é muito importante. Então, nós vamos entender as explicações mais detalhadas na doutrina espírita para os conceitos platônicos, desenvolvendo hoje em uma estrutura coerente de leis. Então, nós vamos explicar a vida, os porquês, porque isso acontece, porque um nasce cego, o outro nasce sadio, esse abundantemente em riqueza, o outro extrem extrema pobreza. E a doutrina faz a observação, vai buscar esses porquês e traz uma estrutura de pensamento coerente. Como ele faz? Simples. Nós sabemos a lei de causa e efeito. Semeamos, colhemos. Semeadura livre, colheita obrigatória. Um cego, ele não é cego por acaso. Ele é porque ele violou as leis superiores da vida. Então ele vem com essa esse roteiro de sofrimento para reparar, resgatar. E ao resgatar ele se livra desse processo constringente da cegueira. Entenderam? lei de causa e efeito. Existe uma causa e a cegueira é o efeito. Então, nós precisamos entender e a doutrina explica tudo isso de uma forma admirável. Para a doutrina, a felicidade é durador. A felicidade duradoura é uma conquista interior. Nós estamos falando de quê? Estamos falando da alma, alma e perignação na terra, aprendendo. A felicidade não é dada, não é benesse. Deus não dá felicidade aos seus filhos. Ele possibilita que os filhos conquistem a felicidade, o que é muito melhor. É mérito, é conquista. Ah, eu tô infeliz. A culpa é sua. Você poderia ser feliz, mas se a felicidade sua tá centrada numa num acerto da loteria esportiva, evidentemente você vai ser infeliz pro resto da vida e outras vidas, porque

tô infeliz. A culpa é sua. Você poderia ser feliz, mas se a felicidade sua tá centrada numa num acerto da loteria esportiva, evidentemente você vai ser infeliz pro resto da vida e outras vidas, porque talvez você não esteja fadado acertando a loteria. Seja feliz com algo concreto, algo que tá dentro de você. E não é uma felicidade transitória, é uma felicidade perene. Você conquista e ninguém te tira. É inalienável. A conquista da felicidade passa por você, querido irmão. Você pode conquistá-la. Ela não está na mão do outro. Ela está nas suas mãos. da conquista é sua. Então vem as dificuldades e conflitos e a doutrina são vist com com ferramentas, vejam, de graduação moral do ser. Ah, eu tô tendo dificuldade, tô tendo conflito, Deus não gosta de mim. Ah, eu tô sendo punida, sou infeliz. Ora, hora. Isso são queixas inadequadas, são ideias equivocadas, posturas de espírito imperfeitos que somos. Essa é uma realidade. Ao invés de queixarmos, porque não vamos buscar soluções concretas para problemas concretos, ao invés de elocubrarmos, eh, tentar resolver de uma forma eh milagrosa, uma equação que não satisfaz ao trabalho, mas só a especulação. Eu quero ser feliz. Bom, mas a felicidade tem um preço e o preço é o aprendizado, é seguir o roteiro correto. Caso contrário, a felicidade não se afasta da gente. Ela será sempre um roteiro de pessoas infelizes, de espíritos imperfeitos. Nós não queremos isso para as nossas vidas. E aí a doutrina vem e destaca a importância do livre arbítrio. O que é o livre arbítrio? Eu eu falo sempre aqui nas minhas palestras, é o nosso livre agir. Nós temos essa liberdade. Nós não somos fantoch, não somos marionetes, somos pessoas que raciocinam o que pensam. Portanto, podemos eleger aquilo que bem entendermos. Se somos infelizes, então falo para mim mesmo. Eu sou culpado da minha infelicidade. A felicidade é possível, relativa, não absoluta. É outro detalhe que precisamos entender. Queremos uma felicidade sem perturbação nenhuma. Não vamos conseguir. Isso não

culpado da minha infelicidade. A felicidade é possível, relativa, não absoluta. É outro detalhe que precisamos entender. Queremos uma felicidade sem perturbação nenhuma. Não vamos conseguir. Isso não existe. Nós estamos transitando num mundo de experiências acerbas, onde os espíritos que se manifestam nesse planeta Terra somos nós e somos espíritos rebeldes, obras inacabadas que ainda precisam ser burilado pela força da dor. Ué, mas Jesus entendeu o contrário. Ele não falou que nós precisávamos amar ao próximo como a nós mesmos, mas nós fazemos isso não. Como não fazemos, a dor vem e nos cobra essa postura refratária às leis superiores da vida. Eu estou me referindo às leis de Deus. Então, nós estamos toda hora estamos violando a lei de Deus. Ora, para ser feliz é preciso agir no bem. E isso implica reforma, reforma íntima, transformação moral, purilamento, conhecer-te a ti mesmo, como disse Sócrates. Ora, simples assim, mas difícil na consecução. A prática, nós estamos distante porque nós não nos colocamos nesse processo amonioso de conduta ética, moral, para atingirmos a nossa felicidade. Então, a nossa jornada, ela está sustentada no nosso aprimoramento moral, intelectual e espiritual. E então nós temos que lidar com os nossos conflitos, nossos desafios de forma consciente. Não é desesperar, não é reclamar, não é sentar-se no meio fio e pedir ajuda. É entender se fortalecer e afirmar-se: "Eu sou capaz de resolver os meus problemas porque somos. Só que diante da dor que damos, né, e não seguimos adiante. Isso traz sofrimentos acerbo. Mas lembre-se de uma coisa, a felicidade não é ausência de conflitos, é o enfrentamento deles. Ah, eu quero ter uma vida tranquila, não quero ser perturbado. Eu vou morar numa ilha igual o Robson Cruz. Não quero contato com ninguém. Essa pessoa vai conseguir evoluir nunca. Ele quer se isolar. O aprendizado é em relação ao outro. Eu preciso estar em contato com o outro. Se eu me isolo, como eu aprendo? Não temos. Então eu pergunto agora aos meus

conseguir evoluir nunca. Ele quer se isolar. O aprendizado é em relação ao outro. Eu preciso estar em contato com o outro. Se eu me isolo, como eu aprendo? Não temos. Então eu pergunto agora aos meus queridos irmãos, quando realmente decidiremos ser felizes e tornar tudo melhor? Lembre-se, todos os dias temos a chance de decidir ser ou não ser feliz, apesar dos desafios existenciais que surgem à nossa frente. Os desafios são vistos como as oportunidades de aprendizado e evolução para o espírito imortal. são heranças de vidas passadas das imperfeições morais da alma. Então nós trazemos, eu tô dizendo para meus queridos irmãos e irmãs que nós temos uma bagagem espiritual, temos um patrimônio espiritual. Pararam para pensar quantas vidas já tivemos, existências corporais, quantos conhecimentos incorporamos. É, esse é o nosso patrimônio. Nós não somos que estamos apresentando aqui agora. Isso é apenas uma fragmentação de muitas existências. é a existência atual, mas nós temos muitas outras que se somam a essa. Então, o sofrimento deve ser visto não como punição, mas como uma forma pedagógica de ensinar o espírito faltoso. Ela está, onde está essa falta? Em vidas passadas. Porque não conseguimos explicar agora o porque eu sofro? Porque alguém me diria agora e eu concluiria. Ela tem razão. Ela poderia me dizer: "Ah, mas eu não fiz nada de errado na atual existência". Perfeito. Ela não fez. Mas e a vidas passadas, como é que fica? Eu posso pegar um apagador ir na lousa e apagar tudo como se eu não existisse? É só uma existência. Logo, eu concluo que eu não posso estar sofrendo. Isso é uma ideia completamente equivocada. Jesus dissera com muita propriedade, a felicidade não é deste mundo. Desde tempos memoriais, lá no início da jornada pelo reino nominal, vivenciando a ignorância e simplicidade, como diz o livro dos espíritos, eh o espírito busca vencer a dor e os vícios, as angústias, as dores. E nessa jornada nós fomos criando um conceito da ideia que a felicidade jamais seria alcançada por nós.

diz o livro dos espíritos, eh o espírito busca vencer a dor e os vícios, as angústias, as dores. E nessa jornada nós fomos criando um conceito da ideia que a felicidade jamais seria alcançada por nós. Nós pensamos que não, não há possibilidade. Mas Jesus preconizou que homem deveria viver seu mundo. Ele disse: "Viva seu mundo, mas sem pertencer a ele." Ele disse: "Eu venci o mundo. Eu" não disse: "Eu venci no mundo". Jesus afirmou: "Eu venci o mundo." Venci o mundo com as suas imperfeições, com as suas imoralidades, com suas paixões. Ele venceu esse mundo. Mas nós queremos vencer no mundo, porque muitos, a grande maioria da humanidade vence no mundo. Tem muitos batendo palma para os chamados vencedores do mundo, mas esse não é o mundo que Jesus acena para nós. questionado se era rei Pilatos, Jesus falou: "Meu reino não é deste mundo". Ora, Jesus claramente refere à vida futura que apresenta em todas as circunstâncias como meta ser alcançada, devendo, portanto, ser nossa preocupação ainda aprisionada ao corpo de carne. Então, vamos considerar que existe outros mundos. Aí nós estamos vendo aí cometa, não cometa, planeta não é um instrumento, é uma nave, o que que é, né? Tá aí todo mundo questionando com medo, sem entender o que que tá acontecendo. Há muitas moradas, há muitas moradas na casa do meu pai. Então, vamos considerar que vivemos num planeta onde a felicidade se resume a momentos felizes. Não temos aqui pessoas felizes, momentos felizes. Nós não precisamos viver atormentados pelos problemas da vida. Podemos viver com harmonia, podemos viver com paz, desde que desejamos. Mas o que fazemos? Medramos cheios de insegurança? A questão 920 do livro dos espíritos fala o seguinte: "Não podemos encontrar a felicidade completa na terra, pois a vida foi dada como prova expiação, mas depende de nós suavizarmos os males e ser tão feliz quanto possível na terra". Ora, quem diz são os espíritos instrutores na questão 920 do livro dos espíritos. que a vida foi dada a todos nós como prova de

e de nós suavizarmos os males e ser tão feliz quanto possível na terra". Ora, quem diz são os espíritos instrutores na questão 920 do livro dos espíritos. que a vida foi dada a todos nós como prova de expiação, logo não podemos encontrar a felicidade plena, completa. Não será momentos de felicidade feliz daquele que consegue atingir a isso, não é verdade? Então, a doutrina espírita esclarece de forma muito racional e objetiva as razões e os porquês daquilo que nos acontece e sentimos. ensina-nos a maneira de encontrarmos a felicidade dentro de nós, sustentando a necessidade de olharmos para a intimidade da alma e não para fora, como costumamos fazer. e arremata. A completa felicidade se prende à perfeição, isto é, na purificação completa do espírito, que se faz através, vejam bem, da matéria densa, dos mundos materiais, como nosso. Uma pessoa feliz. Fica a mensagem para encerrarmos. Uma pessoa feliz não tem o melhor de tudo. Não tem o melhor de tudo. Ela torna tudo melhor. Hã, vou repetir porque a frase é linda, lindíssima. merece as nossas mais profundas reflexões. Vejam, uma pessoa feliz não tem o melhor de tudo, ela torna tudo melhor. Guardem essa frase e sigam em paz. Apesar da chuva, não vão poder sair, o que faz a gente permanecer um pouquinho mais nas dependências aqui da nossa comunhão. Abraço fraterno. Espero revê-los. para minha alegria na próxima segunda-feira onde terá uma irmã aqui, né, que é acho que a Nívia estar aqui conosco para trazer mais fundamentos da doutrina espírita. Muito obrigado pela paciência de todos. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe [música] tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, [música] mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia

ergias físicas, [música] mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita [música] que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a [música] força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu,

ontinuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas [música] livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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