A AMEAÇA DA RELIGIOSIDADE CEGA - Sérgio da Fonseca [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir [música] a perfeição, aqui [música] eu entendi qual o valor dessa missão [música] foi nessa casa que aprendi. Toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, estou aqui. para agradecer [música] de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei [música] na >> Boa tarde, queridos irmãos, queridas irmãs, que a paz do meigo Rabira da Galileia, o amorável Jesus seja sempre em nossos corações. Muita paz, que a harmonia, a alegria de viver esteja dentro do roteiro de cada um de nós. E o que nos trouxe esta casa, saímos, possamos sair robustacido pela fé, pela vontade de servir a causa do bem. Vamos buscar na intimidade aquela harmonia, aquela sintonia que viemos buscar, não só para nós, mas para aqueles queridos que ficaram à nossa retaguarda, que nesse instante estamos vibrando por eles, que eles recebam tudo que há de melhor e que nós possamos ser esses intermediários do bem. Na tarde de hoje, nós elegemos o tema da fé, da fé cega ou da fé raciocinada. Nós vamos nos debruçar a ah sobre esse tema que se chama a ameaça da religiosidade cega. Então nós vamos afastar e abraçar a fé raciocinada, afastando a ameaça da fé eh cega que nada traz. E trouxemos para as nossas preliminares, os nossos primeiros raciocínios, a o pensamento do codificador Kardec, quando ele diz: "A fé cega, que não examina a si mesma, aceita tudo sem verificação e por se chocar com a evidência e a razão, produz fanatismo. A fé que se baseia na verdade nada tem a temer do progresso das luzes. Ora, o que seria uma religiosidade cega? É quando nós aderimos fanaticamente aos princípios de uma determinada religião, sem a devida reflexão, não é? e e discernimento em torno dos seus postulados. A doutrina afasta isso. A doutrina espírita não abraça o fanatismo. Tudo é passado pelo crio da razão, da fé que tudo examina. E nós precisamos entender que os espíritos solicitam
dos seus postulados. A doutrina afasta isso. A doutrina espírita não abraça o fanatismo. Tudo é passado pelo crio da razão, da fé que tudo examina. E nós precisamos entender que os espíritos solicitam do neófito, do aprendiz espírita, esse cuidado especial de olhar o roteiro da fé, a qual nós vamos aumentando na medida em que nós nos identificamos com o divino. ser humano, ele encontra-se ainda, infelizmente, afastado do seu processo da fé. A fé não é robusta. A fé não está fincada naquilo que Jesus afirmou que deveríamos ter e afirmou de forma incisiva aos apóstolos. Ele disse: "Tenha fé". E solicitou uma pequena fé. Quando ele diz, "Tenha fé do tamanho de um grão de mostarda." Ora, nós que conhecemos um grão de mostarda ou aquele que nunca viu um grão de mostarda, deverá estar se perguntando: "Essa fé é tão grande assim, exigida pelo mestre?" No entanto, no entanto, a fé do tamanho de grão de mostarda, o grão de mostarda é algo muito quase que imperceptível, algo muito pequeno. Jesus, portanto, solicita dos discípulos e por extensão a nós que seguimos a doutrina espírita, que tenhamos essa fé mínima que seja, como ela é produto do nosso exercício. fé, ela só se robustece na medida em que nós a exercitamos. Nós precisamos, evidentemente, exercitá-la. Mas quando nós aceitamos a fé cega, nós enveredamos por distorções comportamentais, práticas ritualísticas vazias e afastamento da nossa essência, do nosso processo religioso. E aí se concretiza, se materializa o que comumente conhecemos como fanatismo extremo, apego à prática de intolerância em relação às outras religiões. Então, não podemos dar ênfase a práticas ritualísticas e cerimônias sem a busca da transformação interior. que estamos buscando na essência nessa jornada libertadora. Não podemos nos apegar aos processos da exterioridade, das luzes do mundo, que tanto nos imantam, mas buscar o nosso processo religioso. E para fazê-lo, temos que nos remeter à época do Mestre Jesus, onde a prática religiosa ensinada pelo mestre era
dade, das luzes do mundo, que tanto nos imantam, mas buscar o nosso processo religioso. E para fazê-lo, temos que nos remeter à época do Mestre Jesus, onde a prática religiosa ensinada pelo mestre era simplesmente aquela aquele comportamento singelo, simples, de buscar Deus na natureza, de comportamentos singelos, humildes, tão preconizados. pelo mestre Jesus. Então, que leciona o espiritismo? Conduta sustentada na busca pela reforma íntima. Aliás, reiteradas, muitas vezes as mensagens que somos eh que recepcionamos da espiritualidade, elas são enfáticas, elas se repetem no sentido de solicitar-nos a nossa transformação íntima, né? Então, a doutrina enfatiza a fé raciocinada. A crença se baseia na razão, baseia-se nos fatos, buscando uma compreensão lógica e coerente com a nossa realidade espiritual. Então, quando nós falamos em fé raciocinada, nós estamos dizendo ao nosso semelhante: "Nós estamos abertos ao diálogo". né, ao respeito das diferentes opiniões. Nós espírita não podemos nos ufanar de estarmos com a verdade, porque a verdade religiosa, ela foi ensinada em muitas religiões, não é verdade? Mas nós cremos na nossa e a ela estamos afeiçoados. E ela fala de amor, ela fala de humildade, ela fala dessa fé robusta que não é algo que já está dentro de nós, né? já enraizado. Ela tem ali uma sementezinha, como disse Jesus, de um grão de mustarda. Daí, porque o mestre exorta todos nós a buscar esta fé, porque ela é possível ser alcançada. Não é um artigo de loja, é algo que precisamos desenvolver na intimidade da alma e isso pode ser alcançado por todos nós. Então, em resumo, em síntese, nós podemos poderemos dizer que a doutrina espírita valoriza a fé raciocinada, que se baseia na razão e no livro exame. Todos nós podemos examinar a o conteúdo, o postulado religioso. É a própria doutrina que nos diz: "Rejeitai 99 verdades, mas não aceitai uma mentira". Tá? Então, por que não devemos questionar a religiões que toda vez que enveredamos para as questões, para as perguntas, para as indagações,
os diz: "Rejeitai 99 verdades, mas não aceitai uma mentira". Tá? Então, por que não devemos questionar a religiões que toda vez que enveredamos para as questões, para as perguntas, para as indagações, é misterioso, é o mistério, nós não podemos revelar. Então, essas religiões se sustentam em dogmas, em sacramentos, na ritualística, coisa que a doutrina espírita não abraça, afasta, porque é simples de entender a doutrina espírita, porque ela está baseada, está sustentada nos ensinamentos do mestre Jesus. E ao contrário, fanatismo é visto como uma manifestação de fragilidade espiritual resultante da falta de análise crítica. Portanto, devemos afastar agora, nesse instante aquilo que nós vamos chamar aqui agora de adesão cega. Ah, o o orador espírita falou isso, o sacerdote católico falou aquilo e nós vamos aceitando sem questionamento. Ora, não podemos fazê-lo. Nós temos que questionar. E quando questionarmos, nós estamos ofendendo a quem quer que seja. Queremos conhecer a verdade. E já diz, já diz a a doutrina espírita através do seus postulado, conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Não podemos andar nas sombras, porque aqueles que vivem nas sombras guia aqueles que ignoram, aqueles que não querem aprender. Bom, disse Kardec certa feita, vamos encarar razão face a face. O que significa isso? Significa uma fé que não tem medo de ser questionada. A doutrina espírita, a fé espírita não tem medo de ser questionada pela razão. Não pode nos questionar uma fé que se baseia no entendimento e dentro do bom senso, da lógica e não mera crença cega. Então, a fé espírita se harmoniza com o divino. Ora, é a busca pelo conhecimento espiritual. é a finalidade pelo qual estamos nesta morada de aprendizado. Nós estamos aprendendo, somos alunos, eternos alunos da escola Terra. Então, nós estamos sustentados na fé raciocinada. Essa fé busca o conhecimento e a compreensão das leis divinas. Então, a razão e a ciência não se degladiam, ela não se opõe ao contrário, elas são complementares,
stamos sustentados na fé raciocinada. Essa fé busca o conhecimento e a compreensão das leis divinas. Então, a razão e a ciência não se degladiam, ela não se opõe ao contrário, elas são complementares, lembrando sempre que a doutrina espírita tá sustentada numa trilogia, na filosofia, na ciência e na religião. Se a ciência hoje ainda não convergiu para encontrar a religião lá na frente, ela um dia vai encontrar. Isso é inevitável. Então, nós devemos entender que a ciência revela as leis do mundo material e a religião revela as leis do mundo moral. Então diz Kardec: "Fé inabalável só é a que pode encarar frente à frente a razão." Isso é uma frase muito popular de Kardec em todas as épocas da humanidade. O que significa isso? É que a verdadeira fé é aquela que é que é racional, está sustentada na razão, na lógica. Contrariamente, evidentemente, a fé cega. Então, não podemos nos desviar. A doutrina defende a fé deve se aliar à razão. É a que nós conhecemos através do codificador com uma fé inabalável que, volto a repetir, não teme questionamento. Mas vamos voltar para embasar melhor ainda, ilustrar o que estamos falando. A fé do tamanho de um grão de mostada. Jesus disse isso aos discípulos. Se tivesse fé do tamanho de uma semente de um grão de mostarda. Por que Jesus dissera isso aos discípulos? Porque certa época os apóstolos, seguindo a recomendação do mestre, foram curar, foram fazer aquilo que Jesus disse que ele que eles cabia. Uma tarefa que Jesus se empenhara e dissera para eles que eles deveriam fazer. Mas lá na frente, na hora de curar, a fé não era tão grande assim, né? E Jesus os repreende, né? Ô humanidade incrédula, como não tendes fé, se possuídes fé vocês curariam, mas vocês não tiveram a mínima fé. Então é a fé que norteia e fundamenta a caminhada cristã. Jesus quando cura os leprosos, expulsa os demônios, ah, cura a mulher hemorrágica, enfim, o cego de Siloé, todos são, todo esses atos são movidos pela fé. E uma vez que esses que foram atingidos, né, pela fé, ele disse, Jesus não
, expulsa os demônios, ah, cura a mulher hemorrágica, enfim, o cego de Siloé, todos são, todo esses atos são movidos pela fé. E uma vez que esses que foram atingidos, né, pela fé, ele disse, Jesus não supunha criador daquela cura. Humildemente ele dizia: "Vossa fé te curou". Ou seja, Jesus transferia tudo aquilo para aquele que era curado. Então, nós precisamos ah ter esta fé, não é? Ah, por isso eu quero começar já esse texto com duas perguntas. Formular duas perguntas. A sua fé, querido irmão, é como grão de mostarda? Quanto de nós já tivemos curiosidade de saber o por Jesus compara a fé com um grão de mostarda? E aí, pesquisando, olhando, aprendendo, como todos nós aprendemos o evangelho de Jesus, essa parábola do grão de mostarda, ela é citada três vezes nos Evangelhos sinódicos. 1 e Mateus 13 de 31 e 32. Marcos 4:30, 32. e Lucas 175 e 6. Só aqui não consta João, né? São são os quatro evangelistas, mas todos esses três falam desse grão de mostarda. A fé como uma semente, um processo de crescimento e fortalecimento latente na alma. O que está dizendo a espiritualidade? A fé existe em nós. Ela existe em nós. Mas para adquiri-la, para possuí-la, para termos a capacidade de senti-la em nós, temos que exercitar. Como todas as virtudes, eu não amo, vai amar, basta exercitar. Eu não perdoo. Basta exercitar, porque você vai perdoar. Assim também o é em relação à fé. A fé é preciso ser exercitada de forma raciocinada para que essa para que ela se torne uma fé inabalável e não uma fé de crer por quer por crer, porque alguém disse que eu deveria crer. Eu tenho que ter embasamento, né, na razão, no raciocínio, no bom senso. Assim não sendo, nós não temos aquela fé estruturada. E logo ela se esvai diante dos desafios da vida. Certa ocasião, os apóstolos disseram ao Senhor: "Aumenta a nossa fé". Jesus respondeu: "Se tivesse fé, do tamanho de um grão de mostarda, poderia dizer a esta moreira: arranca-te, planta-te no mar, e ela vos obedeceria." Como devemos entender nós discípulos que nos consideramos
spondeu: "Se tivesse fé, do tamanho de um grão de mostarda, poderia dizer a esta moreira: arranca-te, planta-te no mar, e ela vos obedeceria." Como devemos entender nós discípulos que nos consideramos discípulos de Jesus, que uma uma pequena quantidade de fé nós poderíamos arrancar uma árvore com um único comando? Sim, é isso que precisamos entender. Mas diante da dificuldade, o comando se esva, nós se sentimos inseguro. A nossa fé não é robusta bastante para dar um comando de cura, de dizer uma árvore, saia daqui para ali. É evidente. Aí nós voltamos à nossa realidade, que Jesus nunca falava literalmente. Suas palavras de sabedoria, embora pareçam paradoxais e intencionalmente impossíveis, eram desafios. Será que nós não entendemos até hoje que estamos sendo desafiados de propósito? É aí que Jesus encorajava os seus discípulos e nos encoraja até hoje. Ora, que é um outro exemplo, outra frase que Jesus fala com ênfase, é mais fácil para um camelo passar pelo olho de uma agulha. Ora, há uma lição ministrada, um desafio exagerado, com o intuito de nos levar a reflexão. É evidente que um camelo não passa pela cabeça de uma agulha, mas ele diz: "Mas se tiver fé, é possível que você alcance coisas que você julga é impossível de atingir. Nós atingiremos. Aonde está a nossa fé? A nossa fé estremece. A nossa fé insegura. Toda vez que somos desafiados, alguém diz: "Olha, impun as mãos, você ajuda a pessoa a se curar. Tome água fluidificada e nós achamos isso. Ah, isso aí é, isso é panaceia. Isso aí não cura. Cura, cura muito mais do que imaginamos. Mas a nossa fé não sustenta as situações em que somos provados. Nós estamos sendo provados e nós regateamos. Ah, meu Deus, eu falhei. Ah, eu não presto. Eu sou uma pessoa que eu não tenho capacidade, qualificação moral. Ora, não é verdade. Nós temos grandes virtudes, mas elas precisam ser provadas. Caso contrário, não há qualificação, não há graduação. Fala-se de um mundo de regeneração. Vivemos no mundo de provas e expiações. Como ascender ao mundo de regeneração se
elas precisam ser provadas. Caso contrário, não há qualificação, não há graduação. Fala-se de um mundo de regeneração. Vivemos no mundo de provas e expiações. Como ascender ao mundo de regeneração se não provado, se não desafiado. A dor é um caminho, mas é o caminho que Jesus sinalizou? Não, Jesus sinalizou um caminho, um roteiro de amor. Mas nós, espíritos imperfeitos, obras inacabadas, ainda em processo de aprendizado, quedamos-nos com medo de avançar. Damos os primeiros passos. Quando começamos a sentir algo bom, vacilamos, voltamos ao estado coante, ou seja, voltamos aquele estado de sofrimento. Por que questionamos ao Porfro? Por que eu sofro? Essa é a questão. Sofremos porque somos espíritos imperfeitos. Quando falamos de fé, é comum afirmarmos que temos fé. Você tem fé? Ah, sim, eu tenho fé. Mas você sabe o que é ter fé? Não, não sei. Eu, eu acredito em Deus. Ah, sim. Basta nos há só acreditar em Deus ou temos que buscar eh uma postura mais segura, algo que nos diga que a nossa fé não vacila. Porque diante de qualquer obstáculo a nossa fé recua. Nós nos colocamos em processo de insegurança. Demonstramos que a fé não é tão grande assim, robusta como imaginamos. Não. Estamos totalmente qualificados ainda para experimentar fé como deveríamos, com mais paz na alma, com mais tranquilidade diante dos percalços da vida. ao que sustentam, que a fé nos eh deveria nos desentar dos solavancos da vida, imunes a qualquer contratempo e a qualquer adversidade, o que não é real. Eu tenho fé, não vou sofrer. Ah, eu acredito nessa ideia tão equivocada. É muito equívoco acreditarmos que eu tenho fé e a minha fé me isenta de sofrimento. Não, não somos almas imperfeitas. Estamos nos aprimorando, nos burilando, nos transformando moralmente ao tempo em que lutamos com as nossas mazelas. Estamos tentando espancar as sombras, os pecados. né, os vícios seculares. Então, não é fácil uma caminhada em que somos exortados a nos moralizar, há o tempo em que de eu tenho que tirar os famosos pecados que se fala, que temos,
ombras, os pecados. né, os vícios seculares. Então, não é fácil uma caminhada em que somos exortados a nos moralizar, há o tempo em que de eu tenho que tirar os famosos pecados que se fala, que temos, que se traduz na linguagem da psicologia profunda da querida Joana de Ângelo, com sombras. Nós temos as nossas sombras, carregamos-as por muito tempo e para nos livrar dessas sombras, precisamos mudar de conduta. Mas eu quero compartilhar com vocês, queridos irmãos e irmãs, uma história. Então, nós sempre fixamos quando falamos numa história. Essa história é bem interessante. Vamos a ela. Depois de preparar-se para longos preparar-se por longos anos, um alpinista impôs-lhe um grande desafio, escalar o pico mais alto da América do Sul, o Aconcagua. Queria ter a glória da façanha só para si. Por isso, decidiu fazer a escalada totalmente sozinho. No dia marcado, lá estava ao pé da cordilheira dos Andes, onde iniciaria a difícil subida. Contudo, não contava com com intensa neblina que dificultou a sua escalada. Não havia se preparado para acampar. Mesmo assim não desistiu. Foi subindo com a intenção de alcançar o topo. Sem perceber, viu-se envolvido pela escuridão. Assustou-se. Não se via absolutamente nada. Não havia lua nem estrelas. Quando o alpinista estava apenas a 100 m do topo, perdeu o equilíbrio. De maneira inesperada, escorregou e caiu a uma velocidade vertiginosa, sem enxergar nada à sua volta, na mais completa escuridão. Senti uma terrível sensação de estar sendo sugado pela força da gravidade. continuou caindo, caindo até que sentiu um puchão forte que quase partiu pela metade. Como todo alpinista experiente, havia cravado estacas de segurança com grampos e amarrado uma corda comprida na cintura. naqueles momentos de silêncio, suspenso no ar, em completa escuridão, pensou em Deus e resolveu lhe pedir ajuda. Meu Deus, me ajude. De repente, ele ouviu uma voz que parecia lhe falar nas profundezas da alma: "O que quer de mim, meu filho? Salva-me, por favor." E a voz insistiu: "Você acredita mesmo
edir ajuda. Meu Deus, me ajude. De repente, ele ouviu uma voz que parecia lhe falar nas profundezas da alma: "O que quer de mim, meu filho? Salva-me, por favor." E a voz insistiu: "Você acredita mesmo que eu possa salvá-lo?" "Eu tenho certeza, meu Deus", falou o alpinista desesperado. "Então, corte a corda que o mantém pendurado", recomendou a voz. O homem ficou por um momento em silêncio profundo e depois se agarrou à corda com todas as suas forças sem coragem para cortá-la. No dia seguinte, o alpinista foi encontrado morto, congelado, agarrado com as duas mãos na corda, que o mantinha suspenso a apenas 2 m do chão. Moral da história. O alpinista na história não podia ver nada devido à intensa escuridão, por isso ficou segurando a corda sem coragem suficiente para soltá-la. Se pudesse ver, certamente a teria cortado, pois perceberia que estava bem próximo do chão. A nossa fé, tá aí, a moral, vacila e se abala quando não temos a certeza de que aquilo no que acreditamos é real. Portanto, a fé precisa ser alicada pelo conhecimento e pela razão, ou seja, a fé raciocinada. é a fé espírita, a fé inabalável, pois convida o indivíduo a examinar o que é dito, a buscar evidência e compreender as leis divinas. É construída através do estudo, da reflexão e da vivência dos ensinamentos éticos. Ensinamento do mestre Jesus. Portanto, diante dos fatos sem solução, acreditamos na justiça e na bondade de Deus que assevera que nenhuma ovelha será abandonada? Eis a pergunta. Lembre-se, porém, que ninguém está sozinho ou abandonado à própria sorte. Lembre-se, elegemos as próprias ações e escolhas. A doutrina enfatiz que estamos submetidos à lei de causa efeito, que diz: Semeadura livre, colheita obrigatória. Não é com um destino predestinado a sorte, o azar. Não há o acaso. Não há o acaso. Sorte o azar. A fé remove montanhas, mas não as montanhas de pedra alimentadas pela pelo imaginário popular. As montanhas, que são as montanhas doutrin toda hora. São os desafios que estão presentes em nossas
azar. A fé remove montanhas, mas não as montanhas de pedra alimentadas pela pelo imaginário popular. As montanhas, que são as montanhas doutrin toda hora. São os desafios que estão presentes em nossas vidas, desde pequenos acontecimentos a grandiosas tragédias. mas que devem ser superados com a presença sempre bem-vinda da fé. Podemos concluir que a fé inabalável é aquela que está ancorada no conhecimento e na análise racional dos fatos que dá segurança ao aprendiz. Nós que somos aprendizes para prosseguirmos na grande jornada. Evidentemente há o preconceito contra a doutrina que exposamos. É verdade. Há um preconceito. A que podemos atribuir esse preconceito contra a doutrina espírita? A ignorância, a falta de conhecimento sobre seus postulados. Quem conhece os postulados espíritas, logo se identifica. Não há rejeição, não há resistência. O espiritismo, lembre-se, aqueles que iniciam nesse instante na doutrina, ou aqueles que há pouco tempo se abeiram das suas verdades, ou aqueles ainda que estão há muito tempo percorrendo sem penetrar devidamente num âmago dos seus ensinamentos. A a doutrina espírita é ciência de observação. Nós estamos observando, estamos qualificando, estamos analisando. Lembre-se disso. É um convite ao raciocínio, pois promove o respeito à liberdade de pensamento, buscando sempre a verdade e o progresso espiritual. Doutrina espírita respeita todas as religiões, todas. E não tem nenhuma preocupação de arrebanhar quem quer que seja. Quando chegamos à casa espírita, somos abraçados fraternalmente. E quando nos colocamos felizes para o aprendizado espírita, isso o neófito o faz de forma espontânea, sem nenhuma coersão, sem nenhum envolvimento da parte de quem quer que seja, para que ele se filie à nossa doutrina, a doutrina de luz libertadora. Lá na questão 803 do livro dos espíritos, Kardec pergunta aos espíritos superiores: "Todos os seres humanos são iguais perante Deus?" A resposta não dá lugar a dúvidas. Sim, todos tende para o mesmo fim e Deus faz
803 do livro dos espíritos, Kardec pergunta aos espíritos superiores: "Todos os seres humanos são iguais perante Deus?" A resposta não dá lugar a dúvidas. Sim, todos tende para o mesmo fim e Deus faz as suas leis para todos. Dizis frequentemente: "O sol brilha para todos e com isso dizeis uma verdade maior e mais geral do que pensais." Então, Deus não condena, Deus não absolve. Isso é uma tolice. Existem leis e as estamos submetidos as a elas, seja as leis dos homens, sempre mutantes e aquelas que são perenes, que são as leis de Deus. Quando algo nos atinge, atinge a lei de Deus. Deus não se miscui nos problemas humanos. Nós definimos as sanções que recebemos. Porque violamos essas leis, ela tem efeitos no direito, chama-se ergaises, efeitos gerais. Na no latim quer dizer isso, efeitos gerais. Então, as leis atingem a todos, não escolhe este ou aquele, é a todos, diferentemente das leis dos homens, que elege um uma um grupo de pessoas para favorecer ou para poldar os seus direitos. As leis de Deus são superiores. Portanto, o principal papel da doutrina espírita é colaborar para evolução do espírito. E nesse caminho, entender que somos iguais é essencial. Não determina o que uma pessoa deve ou não fazer. A doutrina oferece informações para que sejamos pessoas melhores e possamos respeitar e amar o próximo. Essa máxima, aliás, reforça qual deve ser a postura do espírita diante do preconceito religioso atualmente. Muito obrigado. A paz do Mestre Jesus acompanha cada um dos meus queridos irmãos, minhas queridas irmãs. E quando estamos sustentando a nossa fé, ela pode produzir muitas coisas, prodígios. Podemos alcançar aquilo que desejamos. Basta apenas termos fé. A fé do tamanho da semente de um grão de mostarda. Sigam em paz. Muito obrigado por tudo. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos.
se virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante [música] o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto
tes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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