O MAL É A SOLUÇÃO - Sérgio da Fonseca [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 11/11/2025 (há 4 meses) 45:35 243 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Estando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, Estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim que encontrei na [música] comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Boa tarde, queridos irmãos. Queridas irmãs, que a paz do meio rabida Galileia, o amorável Jesus, esteja sempre conosco. Bem-vindos, bem como aqueles que nos vem e nos ouvem através da TV e Rádio Comunão Espírita de Brasília. Hoje nós vamos estudar um tema que permeia toda a jornada humana. Porque nós vamos falar do mal, mas o mal é uma criação divina. Evidentemente, se Deus criou tudo, por que ele permitiu o mal? Porque o mal está impregnado na conduta, na ação de cada um de nós. Então, o tema da tarde de hoje está estribado, está materializado no tema o mal e a solução. Então, nós vamos entender qual é a origem desse mal e a solução para debelá-lo. O que devemos fazer para que o mal deixe de existir? Bom, nós recorremos a uma frase muito interessante do nosso irmão Divaldo Pereira Franco, já falecido recentemente, e ele nos diz que não devemos recear o mal. Ele diz: "Não receio mal que porventura queiram vos fazer, porque somente nos acontece aquilo que devemos aos soberanos códigos. Se nos elevarmos em pensamento através da oração e por meio da ação, nenhuma força, por mais negativa, mandada ou encontrada. pode nos fazer qualquer mal. Vamos entender esta frase porque ela é emblemática, porque ela diz muita coisa. Primeiro, ele afasta o temor de que temos em relação ao mal. Ele diz: "Não devemos recear o mal porventura daqueles que queiram nos fazer mal. Ah, vou fazer mal, vou fazer isso. Ele diz: "Não tema, mas somente o que acontece aquilo que devemos aos soberanos códigos." Olha que

evemos recear o mal porventura daqueles que queiram nos fazer mal. Ah, vou fazer mal, vou fazer isso. Ele diz: "Não tema, mas somente o que acontece aquilo que devemos aos soberanos códigos." Olha que é os soberanos códigos. A lei de Deus, tá? Ele está falando aqui não um Deus personificado a censurar o outro ou a condená-lo ou absolvê-lo, porque isso não existe. É um roteiro que acolhemos em Priscas eras, quando naquele tempo ainda se alimentava na época em que Jesus desceu dos altiplanos da criação divina e os hebreus estavam sob a tutela do império romano. sabidamente, o Império Romano ele alimentava os deuses politeístos, vários deuses. O único povo da época que eh conhecia e alimentava seu deusar o povo hebreu. Portanto, ele diz que não precisamos temer a ninguém, mas tão somente aos códigos soberanos da vida. E aqui claramente se refere às leis soberanas de Deus. E vai lá para a solução. Ele diz: "Se elevarmos em pensamento através da oração e por meio da ação, que ação é essa? É ação da prática do bem, da caridade que tanto fala a doutrina espírita. fora da caridade não há salvação que está ao alcance de todos nós. Então esta ação é uma ação benemérita, é uma ação amorosa, é uma ação que é praticada através da caridade e vai mais adiante. nenhuma força, por mais negativa, mandada alguém, alguém vai fazer algo, né, ou encontrada. E aí ele está falando aqueles trabalhos feitos que muitos encomendam, é encontrado, né? Ele diz nada disso, nada disso devemos temer. Bom, e o que significa? Aonde está a origem realmente do mal? E a espiritualidade vem e diz com clareza: "O mal é a criação do próprio ser humano." Olha só, do próprio ser humano, resultado do seu livre arbítrio e imperfeições morais que estão materializadas no seu orgulho, na sua vaidade, no seu egoísmo, né? Então tá aí, tá tudo materializado nesse processo. Então são vícios alimentados ao longo de muitas vidas. Eu agir contra os códigos, como diz Divaldo, né? Contra os soberanos códigos, ou seja, contra as leis

á aí, tá tudo materializado nesse processo. Então são vícios alimentados ao longo de muitas vidas. Eu agir contra os códigos, como diz Divaldo, né? Contra os soberanos códigos, ou seja, contra as leis divinas, sábias e justas. Daí advém toda a dor humana. Então, precisamos saber que Deus dispôs um mundo moral, o mundo moral das pessoas e sinalizou como papel relevante a nossa ação nesse mundo material, né? Nós temos uma ação relevante na criação divina. E então perguntaríamos nós, olha, mas se Deus é tão poderoso e nós sabemos que o é, porque ele já não fez espíritos, né? Espíritos perfeitos. Ora, eh, não teríamos trabalho de fazer absolutamente nada, mas aí vem a espiritualidade, diz: "Não faria o menor sentido Deus criar espíritos já perfeitos do ponto de vista moral. obedecendo, eh, infringindo a liberdade de agir de cada um de nós. Deus não faria isso, né? Porque nós eh seríamos manipulados igual marionete, igual robôs. E Deus não nos criou para essa finalidade. Ele capacitou, capacitou-nos com a faculdade de decidir por nós mesmos, ou seja, essencial para nossa evolução moral e intelectual. Então, decidir por si mesmo é um exercício que fazemos ao longo de muitas vidas e devemos fazê-lo, evidentemente dentro de uma liberdade e responsabilidade para que possamos crescer aos olhos da espiritualidade. Nós, evidentemente estamos falando do livre arbítrio, capacidade de escolher entre o bem e o mal. Nós estamos, temos essa capacidade, mas temos uma inclinação para buscar fazer escolhas negativas. E o fazemos não por invigilância, nós fazemos de forma consciente entre fazer o bem e fazer o mal, de uma forma consciente, nós elegemos fazer o mal. Por isso que nós vivemos no mundo de provas, expiações. Estamos aqui sofrendo suas consequências, mas isso se chama o mal moral, que volto a repetir, é sempre fruto da escolha do homem. é criação do espírito em evolução. Queremos saber a verdade. E aí nós fomos follear o livro dos espíritos para que nos elucidassem, para que nos ampliassem nossas

, é sempre fruto da escolha do homem. é criação do espírito em evolução. Queremos saber a verdade. E aí nós fomos follear o livro dos espíritos para que nos elucidassem, para que nos ampliassem nossas reflexões. E lá encontramos na questão 114 o seguinte: os espíritos são bons ou maus por natureza ou são os mesmos espíritos que se melhoram? Quer dizer, a nossa natureza diz esse é bom, a nossa natureza diz esse é mau ou nós estamos nos melhorando. É o mesmo espírito que é mau. Amanhã pode ser um espírito bom, moralmente avançado. E os espíritos responde: "São os mesmos espíritos?" É verdade. Somos os mesmos espíritos que transitam no processo dos equívocos, dos erros. E amanhã, amanhã, no seguinte sentido, lá adiante, depois de centenas de reencarnações, nós nos purificamos, não é, e nos melhoramos. Passamos, portanto, de uma ordem inferior para uma ordem mais elevada. Questão seguinte, a 115 vem lá dos espíritos, uns terão sido criados bons e outros maus. Ora, isso afronta a justiça de Deus. Deus não teria criado espíritos bons, espíritos maus. Deus criou todos os espíritos simples, ignorantes. Isso é uma resposta dada também lá no livro dos espíritos, dizendo que nós tivemos mesmo ponto de partida, ou seja, a simplicidade e a ignorância. e deu a cada um tarefas, né, para fazermos chegar progressivamente, ou seja, através de muitas vidas, pluralidade de existência, a perfeição pelo conhecimento da verdade. Não teria dito Jesus, conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Então vamos agora dar um resumo, dar um é uma síntese, dizer, ratificar o que dissemos até agora. A origem do mal está no livre arbítrio do ser humano ao conviver com o mundo de relação. Esse mundo que vivemos aqui. O homem se entregou a certas paixões. Ele violentou a possibilidade de enveredar mais rapidamente e alcançar a sua furia, né? e entender que ele é um ser espiritual, não ser físico. Porque nós olhamos o nosso corpo, falamos: "Ah, eu sou esse ser material, mas eu não sou esse ser material.

idamente e alcançar a sua furia, né? e entender que ele é um ser espiritual, não ser físico. Porque nós olhamos o nosso corpo, falamos: "Ah, eu sou esse ser material, mas eu não sou esse ser material. Eu estou vivenciando uma vida material. Eu sou um espírito e a minha destinação é a morada espiritual. Então, vamos passando progressivamente através das existências físicas até alçarmos a condição de espíritos libertos. Finalmente, bem lá diante das injunções, dos liames que nos prendem a matéria. Então, nós estamos eh sempre elegendo o mundo físico e esquecendo a nossa vida espiritual. Nós gostamos do mundo físico que aí está, mas a doutrina não está condenando. Está dizendo o quê? Tá dizendo para nós atentarmos a um ponto principal, que é a nossa essência espiritual. Nós estamos transitoriamente vivendo um mundo físico, mas a nossa destinação é a vida espiritual. Então, passamos pela simplicidade e a ignorância desde a origem. Então, nós passamos pela fieira do mal para chegar ao bem. Precisamos? Não. As pessoas pensam porque moram, eh, habitam, reencarnam num planeta físico de provas e expiações que necessariamente ele tem que passar pelas fieiras do mal. Não, não é verdade. A lição primordial é a lição do amor. Ela foi dada como uma lição preciosa quando Jesus diz: "Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo". Logo, é o amor que norteia ou deveria nortear a o roteiro de aprendizado humano. Como disse Emanuel, não devemos recear o mal que porventura queira nos fazer. Essa frase de de eh de Valaldo, ele está alinhada com os princípios da doutrina. Qual é o fundamento que ele está dizendo aqui? Que o mal que os outros tentam nos fazer só atinge o objetivo se a pessoa estiver em sintonia vibratória com o pensamento desse emissor. Então, se alguém deseja mal, falou: "Ah, ele alcançou". Tá vendo? Vocês estavam sem proteção, tinha que procurar uma proteção, mas a proteção não se encontra em amuletos, né? em coisas que nós acreditamos muitas vezes que são objetos

u: "Ah, ele alcançou". Tá vendo? Vocês estavam sem proteção, tinha que procurar uma proteção, mas a proteção não se encontra em amuletos, né? em coisas que nós acreditamos muitas vezes que são objetos para proteção. Eles não te protegem, não nos protegem absolutamente. A nossa proteção não tá em objeto, está na nossa ação positiva, na conduta positiva, na nossa forma de agir perante o outro. É isso que nos condiciona a ter uma proteção superior. Então, nós estamos sujeito às leis divinas. Ao infringi-las, entramos dentro daquele processo de resgate, né, de reparação. E o fazemos através das reencarnações que se sustentam num princípio basilar da doutrina espírita, qual seja, a lei de causa e efeito. O que está dizendo a lei de causa e efeito para todos nós que jornadeamos no planeta Terra? Semeadura livre, colheita obrigatória. Fazemos bem, colhemos o bem. Fazemos o mal, colhemos o mal. Isso é algo natural e deve ser entendido sem nenhuma resistência da nossa parte. Então, as dificuldades, provações, são oportunidades de aprendizado, são necessárias a evolução do espírito. Nunca se esqueçam disso. Ah, eu tô sofrendo. Ah, mas você quer se graduar, quer se capacitar, quer se qualificar? Como fazê-lo se não experienciando as adversidades da vida? Imaginamos passarmos incólum a nesse planeta a Terra sem nenhum sofrimento. Ora, acordemos, saiamos dessa ideia, porque é uma ideia completamente equivocada. Nós precisamos nos elevar através do pensamento. Jesus disse: "Orai vigia". Ele está falando em oração. Ele está também nos exortando a prática da caridade, criarmos uma sintonia com o bem, tudo que há de bom no universo. O universo é rodeado por energias positivas, mas também está rodeada, né, de energias negativas. Qual energias queremos abraçar? a negativa, a positiva. Então, podemos escolher qual delas queremos abraçar. Por isso que o planeta é conhecido como planeta de provas e expiações. Mas que são provas? Desafios escolhidos por nós antes de voltarmos ao corpo físico para

mos escolher qual delas queremos abraçar. Por isso que o planeta é conhecido como planeta de provas e expiações. Mas que são provas? Desafios escolhidos por nós antes de voltarmos ao corpo físico para promover nossa graduação espiritual. E as expiações são vistas como parte relevante da nossa evolução espiritual e deve ser enfrentadas com resignação, porque são aquelas infringências que estão ali dormitando na alma, no nosso inconsciente, não é? Então, precisamos enfrentar essas expiações com resignação, autoconhecimento ou precisamos nos conhecer, porque quando nós nos conhecemos sofremos menos. E a fé que a oração que Jesus fala utilizando-nos, evidentemente no livre arbítrio. Então, voltamos a repisar. Simples ignorantes, fomos criados por Deus para evoluirmos intelectual e moralmente. E o fazemos através, voltamos a repetir, das experiências carnais, ou seja, através das reencarnações, através das pluralidades das existências. Nós somos influenciados muito mais do que imaginamos. Ah, mas eu eu não vejo espíritos, então eu descreio. Eu digo: "Bom, como eu não veio, não existe espíritos". Não é verdade. Espíritos existem. Eles estão à nossa volta. Nós não olhamos, mas muitos médiuns têm esse poder de ver, né, da vidência. Eu não vejo, muitos, a grande maioria não vê, mas isso não significa que não existam espíritos, eles estão à nossa volta. É um mundo invisível que nos rodeia e nos influenciam muito, muito mais do que imaginamos. Nós não vemos Deus, mas acreditamos que ele exista. Sim, todos nós acreditamos que Deus exista. Portanto, existe uma troca de sintonia, de vibrações, de pensamentos, de espíritos para nós, de nós para espíritos, de espírito para espírito, de encarnados para encarnados. Tudo nós nos autoinfluenciamos. Olha só quantas influências existe, estão à nossa volta. e sofremos e diga: "Mas hoje eu acordei, estou depressivo, estou ansioso, estou angustiado. Se não há um motivo real, né, nós precisamos questionar o que está acontecendo. E isso é influenciação espiritual

remos e diga: "Mas hoje eu acordei, estou depressivo, estou ansioso, estou angustiado. Se não há um motivo real, né, nós precisamos questionar o que está acontecendo. E isso é influenciação espiritual e tem tudo a ver com a nossa conduta moral. Se estamos eh agindo de forma correta, fidedign aos princípios morais, nós temos o nosso escudo, a nossa proteção, temos a nosso dispor os nossos anjos guardiães, guias, amigos que nos secundem e nos ajudam. Portanto, precisamos afastar as influências espirituais negativas. Isso nos postulados da doutrinas chama-se obsessão nos seus vários graus, desde a obsessão simples, por um simples aborrecimento, eu posso me desequilibrar, né, e dar aso uma influenciação espiritual até os processos mais profundo da obsessão, né, que é a subjção onde o espírito domina. mina muito o espírito encarnado, eh, agindo sobre sua vontade. Então, ah, a influência só se dá porque nós damos campo, os espíritos nos espreitam. Se estamos agindo em consonância com o bem, eles se afastam. Se estamos agasalhando condutas deletérias, condutas insidiosas, mentirosas, caluniosas, nós atraímos para o nosso campo mental, porque isso significa fraqueza moral. É essa a luta que temos. Quando Kardec, o codificador, define o verdadeiro espírita, ele o faz, dizendo: "É aquele que se busca, busca a sua transformação moral e ao tempo em que procura apldar as suas mais inclinações." Então, a influência espiritual eh se exerce sobre condutas, como é que estamos nos conduzindo na vida e pensamentos também, aquilo que pensamos, porque nós pensamos, acreditamos que o pensar não está a descoberto. Ah, eu penso, ninguém sabe. Mas os espíritos sabem, eles sabem como nós estamos pensando, como nós estamos agindo. Bom, embora protegidos pelos amigos espirituais, uma vez que nos conduzimos de forma desequilibrada, os nossos angguardiães, nossos protetores se afastam de nós, né, e deixam em face do livre arbítrio. Eles não podem nos constranger, não pode agir sobre nós como robôs, como

s de forma desequilibrada, os nossos angguardiães, nossos protetores se afastam de nós, né, e deixam em face do livre arbítrio. Eles não podem nos constranger, não pode agir sobre nós como robôs, como marionetes. Então eles se afastam e os espíritos inferiores se aproximam e começam a agir de forma mais forte sobre nós. Quem é a culpa? Nosso, tá? Porque nós ditamos uma conduta, então existe essa ação do plano espiritual ou através de encarnados que desejam mal, por vingança, vão fazer trabalhos, né, os famosos trabalhos para criar problemas para esse ou aquele. como disse eh eh Divaldo Pereira Franco, basta eh não precisamos temer esse tipo de influenciação. Ela só acontece quando infringimos as leis de Deus. Então a a irradiação de fluído negativo pode ser direcionado a uma pessoa ou grupo vindo de indivíduos tomado por sentimentos negativos. bem como os espíritos sendentes por vingança. A influência negativa afeta a saúde, o humor, o trabalho e os relacionamentos. Como se proteger dessas influências negativas? É preciso cultivar pensamentos positivos, evitar pessoas e ambiente tóxicos, praticar atividades física, meditação, criar um ambiente limpo e organizado nas nossas casas, no nosso lar. um lar que grita, que tá desambientado, desequilibrado, é um foco propício à influenciação de espíritos. Evitar ambiente tóxico, que é que é um ambiente tóxico? Viver no meio onde tem bebida, ah, coisas assim desse gênero. Evidentemente que nós seremos logo vítimas desses dessas experiências. Então, para vencermos a jornada libertadora, contamos com a ajuda da espiritualidade que nos inspiram, que nos animam, né, para atingirmos o nosso o o nosso objetivo. Mas ao contrário também é verdade, né? A interferência de espírito obsessores, infelizes, desejos de nos induzir ao mal. Nessa jornada, vamos, portanto, cada um de nós, determinar que tipo de influência eu vou atrair, o que eu quero para o meu campo, para os meus sentimentos, porque as nossas posturas mentais vai dizer, né, o o qual a companhia que nós

ada um de nós, determinar que tipo de influência eu vou atrair, o que eu quero para o meu campo, para os meus sentimentos, porque as nossas posturas mentais vai dizer, né, o o qual a companhia que nós elegemos quando entramos, por exemplo, numa atitude de maré negativa, pessimismo, raiva, autopiedade. Nós vamos conectar com que vibrações? Espíritos inferiores, evidentemente. E isso resulta em problemas de ordem sentimental, como depressão, ansiedade, medo, angústia, vício, traumas, culpas, que vai afetar a nossa harmonia mental e espiritual. Então, precisamos cultivar pensamentos positivos. Mantenhamos-nos atento aos nossos pensamentos e emoções para discernir o que é meu. Que que eu estou pensando é meu. Isso é importante. E o que é influência externa? Influência espiritual. Nós precisamos ter o limite, delimitar saber o que é meu pensamento, o que é pensamento que não é meu, que vem de fora, que está aí solto e que eu capto, que eu trago para mim. Então, diz uma máxima espírita que não devemos revidar o mal com o mal. Se te alguém ferir na face. Vocês já ouviram essa experição? ofereça a ultra. Pois bem, não se deve revidar o mal com mal. É um princípio fundamental da doutrina espírita, profundamente enraizados no ensinamento de Jesus e amplamente abordado nas obras da doutrina espírita codificada por Allan Kardec. Então, quando nós ouvimos a a as lições memoráveis do mestre aos nossos ouvidos, quando ele diz, volto a repetir, se alguém te feria a tua face direita, oferecer-lhe também a outra. Aquele que já recebeu um golpe no rosto deve aceitar com naturalidade um novo insulto. Essa é a questão, tá? Isso é uma simbologia, é uma figura. do qual precisamos adentrar e não estudar na literalidade do que está dizendo. É uma simbologia e como tal deve ser entendida. Se bater na minha faceita ofereça a outra. Qual a essência desse ensinamento? O que vocês entenderam? Aqueles que estão prestando atenção, né? Porque tem muitos que não prestam atenção, tão aqui no ambiente, estão longe, estão em outro

outra. Qual a essência desse ensinamento? O que vocês entenderam? Aqueles que estão prestando atenção, né? Porque tem muitos que não prestam atenção, tão aqui no ambiente, estão longe, estão em outro lugar. Mas aqueles que estão prendendo, estão prestando atenção no que eu estou dizendo. A pergunta é: qual é a essência do desse ensinamento? Conforme a análise de Allan Kardec, tá? Jesus está sugerindo uma atitude pacífica. Não proibiu o direito de defesa de quem se sinta ofendido, o que seria um despropósito. Teríamos um comportamento masoquista. Alguém bate no meu rosto e eu peço bate outro no outro. Não é assim, não é? Isso é uma atitude desequilibrada. Não é isso que Jesus está dizendo, né? Então, o princípio de autodefesa, nós temos um princípio de autodefesa que é um direito nosso, um recurso sustentado pelo instinto natural de conservação. Alguém que nos agride, nós vamos nos defender. Mas aqui está íncito, não a literalidade da expressão. bater sua face direita, oferecer a esquerda, mas não traz um conteúdo simbólico que do qual nós precisamos entender, tá? Jesus está desencorajando aquele que transita com o propósito de revidar o mal com o mal. Só isso. Hã, simples assim. Tá me fazendo mal, eu não vou me investir agora, né? raivoso, de agredido, para extrapolar muitas vezes uma reação que devia ser contundente através de uma postura moral, ética, não violento, né? Não ser violento. Conseguimos fazer isso? Porque se não conseguimos, de nada nos vale agora, digo eu, de sinalizarmos: "Ah, eu sou espírita". Bom, ser espírita é muito mais do que imaginamos. É ver além das aparências. Um tapa no rosto é algo que devemos ver muito mais além da aparência. Então, não fazer o mal ainda é pouco. Ainda é pouco. Para o mal temos um antídoto. Qual é? Fazer o bem. Simples assim. Eu posso fazer o bem, eu tenho que fazer o bem. É determinante que assim seja. Alguém me diria que agora, ah, eu transito neste mundo, eu não faço mal a ninguém. E daí eu perguntaria agora, você está se achando o tal, você tá

tenho que fazer o bem. É determinante que assim seja. Alguém me diria que agora, ah, eu transito neste mundo, eu não faço mal a ninguém. E daí eu perguntaria agora, você está se achando o tal, você tá liberado porque você não fez o mal. Se morresse amanhã, você iria para um lugar de harmonia e de paz? Não. Por quê? Porque a doutrina diz que você tem que fazer o bem. Fora da caridade não há salvação. Então aquele que não faz o bem é um omisso. Ele está se omitindo de algo importante, que é fazer a caridade. Ele não faz. Mas ele diz: "Eu não fiz mal a ninguém. Você fez mal porque deixou de fazer o bem". Entenderam? Então, é primordial fazer o bem se queremos que a felicidade bata a nossas a nossa porta. Então, será suficiente não se fazer o mal para ser agradável a Deus e assegurar uma situação futura? Não. É preciso fazer o bem no limite das próprias forças. Quem responde isso é a espiritualidade lá no livro dos espíritos. Pois cada um responderá pelo por todo o mal que tiver ocorrido por causa do bem que deixou de fazer. Tá na questão, pode abrir chegando em casa, a questão 642. Tá lá respondendo isso que eu estou vos falando aqui agora. É sumamente importante não fazer o mal. Indispensável, porém, fazer o bem possível. Vejam, pois que responderemos pelo mal que se originar do bem que deixamos de fazer. Assim, com clareza, podemos concluir nossa caminhada pela morada terrena. Tem relevância muito mais abrangente do que supomos até agora. Poxa. Então Paulo lá em Romanos, ele diz assim: "Não te deixe vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem". Então a ideia central que a vitória sobre o qual não se dá por meio da violência ou da retaliação, porém pela prática contínua do bem, mesmo diante da diversidade, mesmo diante do mal. Emanuel, em palavras de vida eterna, vocês devem conhecer esse livro, ele exorta-nos a vencer o mal moral. Ele diz assim: "Podemos muitas vezes combater o mal para se circunscrever-lhe a órbita de ação, ou seja, limitar a ação do mal." Ele diz, "Mas a única

esse livro, ele exorta-nos a vencer o mal moral. Ele diz assim: "Podemos muitas vezes combater o mal para se circunscrever-lhe a órbita de ação, ou seja, limitar a ação do mal." Ele diz, "Mas a única maneira de alcançar a perfeita vitória sobre ele, o mal, será sempre a nossa perfeita consagração ao bem irrestrito. Não tem senões, é o bem e o bem e o bem. Não podemos fugir ao imperativo da prática do bem. Por isso que o evangelho diz: "Fora caridade não há salvação". E para darmos o desfecho da tarde de hoje, o venerável instrutor Emanu sinaliza ao final da mensagem: "O roteiro libertador para a solução do deslinde do mal". Ele dá várias vertentes. Vamos conhecer. Ele diz: "Amar os inimigos, bendizer os que te maldizem, orar por aqueles que nos maltratam e caluniam, perdoar 70 vezes sete e ofertar amor aos que nos odeiam." Estão preparado? Muita paz. Sigam em paz. Que o Mestre Jesus nos ampare nesse roteiro libertador, que consigamos alcançar a nossa meta, a nossa alforia espiritual. Não é fácil, não é fácil, mas podemos alcançá-lo. Muito obrigado pelo carinho de sempre. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo

s, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais.

os [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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