A fé e a caridade
🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4876899936894976
Amém. Alma ferida no coração, ergue os olhos pra imensidão. Tem tanta coisa para consertar. Começa já alma. Contempla dentro de ti novos rumos. Reconstruir amor, perdão, luz, redenção. Começa já. Renova a esperança que outrora deixava o brilho no olhar. Os sonhos da infância daquela certeza que tudo vai passar. Renova a esperança que outrora deixava o brilho no olhar dos sonhos da infância. Aquela certeza que tudo vai passar. Só não passa todo o amor de Deus. Tudo que o Pai mais quer é te ver feliz. Enxuga o pranto ouve essa canção. Ouve os anjos a cantar. Alma contempla dentro de ti novos rumos reconstruir. Amor, perdão, luz, redenção. Começa já. Alma contempla dentro de ti novos rumos reconstruir. Amor, perdão, luz, redenção. Começa já. Renova a esperança que outrora deixava o brilho no olhar. Sonhos da infância daquela certeza que tudo vai passar. Renova a esperança que outrora deixava o brilho no olhar. Os sonhos da infância e aquela certeza que tudo vai passar. Só não passar todo o amor de Deus. Tudo que o Pai mais quer te ver feliz. Enxuga o pranto. Ouve essa canção. Ouve os anjos a cantar. Tudo vai passar. Tudo vai passar. Tudo vai passar. Tudo vai passar. Lutas no tempo infindável. Milhares de anos se vão. Mágoas que nascem das sombras, que perdem a luz da razão, que alimentam um ódio e cegam qualquer coração, forçando ajustes agora. da trama que foi traição. Rei que rege o universo, perfeita a bondade do Pai. Toda ação tem retorno no jogo que vem e que vai. Assim e aos poucos vencemos. Orgulhos, vaidade, sem parador nos alerta, deslizes das quedas que foi no lar. Vencer nas paixões encobertas amar é renúncia sem fim. Vem servir para sempre servindo amar. É doar se assim vencer as paixões em cobertas amar é renúncia sem fim e servir para sempre servindo o amar do assim. Joana de Angel. Joana de Angelis, Joana de Angelis, seu passado revelou os seus passos com Jesus. chorou ao ver na cruz o mestre do amor, sofreu ao ser também queimada com cristãos junto ao seu
assim. Joana de Angel. Joana de Angelis, Joana de Angelis, seu passado revelou os seus passos com Jesus. chorou ao ver na cruz o mestre do amor, sofreu ao ser também queimada com cristãos junto ao seu filho. No coliseu, por não negar fé ao Galileu no seu silêncio. angelical foi perdoando. Joana de Angelis, Joana de Angelis, Joana de Angelis, seu exemplo nos mostrou. Quanto esforço fez valer em se aprimorar, se autodescobrir e ver como se é sem medos, sem fugir a sua mente já conquistou no auto encontro a tua missão e fez terapia ao praticar o evangelho. Joana de Angeles, Joana de Ângelis. Joana de Angelis. Muitas vezes mergulhei em seus textos para sentir. O céu vem minha luz que brilha no meu ser, o ego no meu breu que devo transcender e ser mais simples, ser integral, ser consciente, transpessoal. No meu silêncio, cheio de paz, pleno e desperto. Espírito amigo, espírito celeste, um exemplo bem perto de nós. Espírito amigo, espírito celeste, um exemplo do nosso amor. Oh. Uma boa noite a todos. Sejam bem-vindos aqui na Casa Espírita e Estudantes do Evangelho e aos nossos irmãos que nos acompanham também pelo YouTube. Uma excelente noite. Antes de dar os recados, já vamos iniciar aqui com o nosso sorteio, né? Hoje nós temos um livro diferente. A a livraria da Feg disponibilizou a hora do espelho e eu sou o autor, tá? quem depois quiser, né, o autógrafo mais tarde, a gente pode conseguir. Mas enfim, e é um e é um livro que está com promoção especial, em comemoração aos seus 10 anos, né? Eh, já fazem 10 anos que eu psicografei essa obra, então ela tá com preço especial na livraria para quem quiser adquirir depois, né, uma outra obra. Mas vamos lá. Todos receberam aqui, né, um uma mensagenzinha com um número que foi entregue lá na entrada. Eh, vou sortear o primeiro número aqui para quem chegou mais cedo, o número seis. Ah, olha, muito bem, muito bem. Faz bem, viu? Faz bem. Bom, temos apenas mais um recado esta noite que é a respeito da importância da participação de todos nas nossas obras
u mais cedo, o número seis. Ah, olha, muito bem, muito bem. Faz bem, viu? Faz bem. Bom, temos apenas mais um recado esta noite que é a respeito da importância da participação de todos nas nossas obras sociais. Então, para quem quiser contribuir com as cestas básicas, basta que doe R$ 70, que será identificado lá o valor da cesta ou múltiplos de 70 para quem quiser doar mais de uma cesta, né? Na nossa, numa das estreas mais recentes, nós levamos muita cesta lá pro solar colombino, né? Foi uma um trabalho maravilhoso para uma instituição espírita que cuida de tantos idosos e que precisa tanto de ajuda. Então foi uma entrega muito bonita, né? E nós agradecemos a todos que contribuíram. Também lembramos que as garotas da obra do berço estão recebendo aqui as doações de sempre. Quem quiser contribuir com os enxovais, pode doar a banheira, pode doar sabonete, fraldas. E também ali o nosso armário de luz, nosso brechoque, está com roupas excelentes, marcas excelentes, conservação excelente. Quem quiser adquirir boas roupas a um preço bem mais em conta e auxiliar a casa com isso e auxiliar nossos trabalhos também, fique à vontade, né? Sempre que estiver aberto ali, eh, vocês fiquem à vontade, tá? É isso. Vamos então nos preparar paraa nossa reunião com o nosso nosso livro Vinha de Luz, um livro de Emmanuel psicografado com Francisco Cândido Xavier. E hoje o capítulo 28 em peregrinação. Por que não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura? Paulo, Hebreus, capítulo 13, versículo 14. Risível é o instinto de apropriação indébita que assinala a maioria dos homens. Não será a terra compável a grande carro cósmico, onde se encontra o espírito em viagem educativa? Se a criatura permanece na abastança material, apenas excursiona em aposentos mais confortáveis. Se respira na pobreza, viaja igualmente com vistas ao mesmo destino. Apesar da condição de segunda classe transitória, se apresenta notável figuração física somente enverga efêmera vestidura de aspecto mais agradável através de curto tempo na
m vistas ao mesmo destino. Apesar da condição de segunda classe transitória, se apresenta notável figuração física somente enverga efêmera vestidura de aspecto mais agradável através de curto tempo na jornada empreendida. Se exibe traços menos belos ou caracterizados de evidentes imperfeições, vale-se de indumentária tão passageira quanto a mais linda roupagem do próximo na peregrinação em curso. Por mais que o impulso de propriedade ate fogueiras de perturbações e discórdias na maquinaria do mundo, a realidade é que o homem é que homem algum possui no chão do planeta domicílio permanente. Todos os patrimônios materiais a que se atira, ávido de possuir, se desgastam e transformam nos bens que incorpora ao seu nome até o corpo que julga exclusivamente seu. ocorrem modificações cada dia, impelindo-o a renovar-se e melhorar-se para a eternidade. Se não estás cego, pois, para as leis da vida, se já despertaste para o entendimento superior, examina a tempo, onde te deixará provisoriamente o comboio da experiência humana nas súbitas paradas da morte. Vamos então nos preparar paraa nossa prece. Serenando o pensamento, nos colocando em posição agradável. Vamos então respirar profundamente esses fluídos espirituais que as nossas equipes de benfeitores prepararam para esse ambiente, para esta reunião. Agradecidos que estamos desse momento, que possamos então conectar o nosso pensamento a Jesus nesse diálogo que vamos estabelecer com o mestre em benefício de todos nós. Muito obrigado, Jesus. Querido Jesus, amigo Jesus, muito obrigado, Senhor. Temos muito que agradecer o teu apoio, o teu amparo, a tua iluminação, tua sabedoria, o teu amor, Senhor, por nós. E em nome de todas essas virtudes, Senhor, que nos reunimos aqui hoje, aos teus pés, Senhor, colocamos as nossas dores aos teus pés, Mestre, colocamos as nossas lágrimas, Senhor. Vem aqui, Senhor, até nós. Vem aqui nos dar um abraço, Senhor. Temos saudade da tua presença, dos teus ensinamentos, Senhor, da tua força moral em nossas vidas.
, colocamos as nossas lágrimas, Senhor. Vem aqui, Senhor, até nós. Vem aqui nos dar um abraço, Senhor. Temos saudade da tua presença, dos teus ensinamentos, Senhor, da tua força moral em nossas vidas. Esteja conosco hoje, agora e sempre, Senhor, porque somos quais crianças no teu evangelho de amor e necessitamos tanto do seu sustento, mestre, dos teus ensinamentos para nos guiar e nos mostrar os melhor, os melhores caminhos. Senhor, esteja conosco hoje, Senhor. Nos abraça, nos cura, abraça essa casa, Senhor. Pacifica esses corações tão agitados, mestre. Pacifica essas mentes, Senhor, tão inquietas. Vem nos pacificar, mestre. que vem nos mostrar o caminho do amor, o caminho da paz, Senhor, porque sem a tua presença, sem os sem os teus ensinamentos, Senhor, não existe alegria na terra, não existe felicidade, não existe paz nem amor, Senhor. Apenas em Cristo podemos repousar os nossos corações. Muito obrigado, Senhor, por esta oportunidade e rogamos, Senhor, ilumina a nossa oradora da noite, que ela possa transferir para nós os teus ensinamentos de forma limpida e clara e igualmente nós possamos recebê-los assim, Senhor, para que possamos sair daqui hoje melhores do que quando chegamos. Muito obrigado e que assim seja. E hoje nós recebemos aqui na tribuna do Estudante do Evangelho a nossa irmã Franciele, que é trabalhadora da casa, trabalhadora da área mediúnica, também trabalhadora lá do atendimento espiritual, está aqui conosco hoje para falar sobre a fé e a caridade, essa continuidade dos estudos do Evangelho Segundo o Espiritismo. Seja bem-vinda, Fran. Boa noite. Só organizar aqui os livros da noite também. E o tema, né, do nosso evangelho hoje, como o Juliano disse, né, eh, a fé e a caridade, que é do capítulo 11 do Evangelho Segundo o Espiritismo. E o espírito protetor ele começa. A caridade sem fé não basta. Somente a fé poderia inspirá-la, pois só ela nos faz carregar com coragem e perseverança a cruz desta vida. E aí para fazer uma correlação com o com o evangelho, né, eu peguei o livro dos
é não basta. Somente a fé poderia inspirá-la, pois só ela nos faz carregar com coragem e perseverança a cruz desta vida. E aí para fazer uma correlação com o com o evangelho, né, eu peguei o livro dos espíritos, a questão 886, que a pergunta é: qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, tal como Jesus a entendia? E os espíritos responderam, né? Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições alheias e perdão às ofensas. Quando a gente pensa na palavra fé e na palavra caridade, às vezes a gente nem consegue de imediato fazer essa correlação, porque a fé ela é uma coisa, é um sentimento, né? Não é nenhuma coisa, mas é um sentimento que a gente vai tratando dentro de nós. E a fé, ela é uma construção diária, é acreditar no impossível. E uma das coisas fantásticas, né, da doutrina espírita é que cada um de nós aqui, provavelmente já deve ter lido muita coisa, já estudou muito o evangelho, mas a gente nessa prática constante, né, do exercício de auxiliar o outro, e foi feito até um convite, né, para que a gente auxilie, né, com as doações. Mas será que essa fé e essa caridade só assistencial é necessário pra gente espírita? A gente vai ver todo a doutrina, toda a prática eh espírita. E a gente tem três figuras, ou mais, né, mas vou usar as três que a gente mais conhece no Brasil, que é Bezerr de Menezes, Chico Xavier e Divaldo Pereira Franco. Hoje, né, três espíritos que estão, né, no plano espiritual e creio que logo Divaldo, né, eh, começa também a sua caminhada de trabalho. Mas quando a gente pensa nesses três seres humanos que aqui tiveram, mas que tiveram um papel fundamental nesse exercício da fé e da caridade para com o próximo e nos ensinou muito sobre o que é ser espírita. Se eu pegar a figura do Dr. Bezerra de Menezes, né, que o auditório que a gente tá tem o nome dele, esses dias eu escutei uma história dele que eu achei fantástica, porque ele por muito tempo, né, após a fase, né, de conhecer a doutrina espírita, sair propaganda a doutrina espírita, o Dr.
nome dele, esses dias eu escutei uma história dele que eu achei fantástica, porque ele por muito tempo, né, após a fase, né, de conhecer a doutrina espírita, sair propaganda a doutrina espírita, o Dr. Bezerra de Menezes já tinha uma caminhada longa de exercício de auxílio aos outros e ele não tinha essa prática de cobrar as consultas, ele tinha a prática de beneficiar aquele que precisava. E certa vez a segunda esposa dele, né, passando dificuldade em casa, ela chegou para ele e falou assim: "A gente tá precisando de alimento, não tá muito fácil. Eu acho que tá na hora de você começar a cobrar pelo menos um pouquinho as consultas." E a esposa, né, pensando, eu acho que diante das nossas dificuldades aqui, ele vai adotar essa medida. E o Dr. Pezerra, ele foi fantástico na devolutiva dele, que ele falou assim: "Não se preocupe, eu vou continuar o meu exercício atendendo como eu venho atendendo. Não vai faltar nada, a providência chega na hora certa." E a mulher dele ficou olhando para ele e pensou: "Imaginei eu na hora, né? Meu Deus, tá um caos, não tem um centavo na conta. E o meu marido quer continuar desse jeito, seguindo essa fé, essa crença dele, só de auxiliar o próximo. E aí ele saiu para uma reunião mediúnica e aí voltando para casa encontra um carro parado na porta da casa dele. E aí o cara abordou ele, né, e perguntou assim: "Ah, o senhor é o Dr. Bezerra?" E ele gentilmente falou: "Sim, precisa de um auxílio". E ele não, eu queria te agradecer. A dispensa dele tava vazia, gente. E aí na hora que ele parou, conversou com aquele senhor, né, que veio, foi assim, saiu de longe, né, para ir conversar com ele e agradecer. Naquele momento que ele atendeu, acolheu aquele senhor, ele pegou e falou assim: "Há uns 8 meses atrás, meu filho tinha uma doença incurável. Ninguém queria atender meu filho. E aí eu fiquei sabendo que tinha um médico dos pobres que acolhia quem precisava. E eu pensei, eu já tentei de tudo, já levei ele nos médicos, né, mais caros que tinha. e só me sobrou você.
meu filho. E aí eu fiquei sabendo que tinha um médico dos pobres que acolhia quem precisava. E eu pensei, eu já tentei de tudo, já levei ele nos médicos, né, mais caros que tinha. e só me sobrou você. E aí meu filho foi atendido e me espantou que você não cobrou nem um centavo, mesmo eu falando que eu tinha condição. Você prescreveu uma medicação pro meu filho que na hora eu achei até estranha, mas era a última tentativa que eu tinha naquele momento ali. E eu usei a medicação conforme prescrito. E eu tô aqui para te agradecer. Dr. Bezerra de Menezes ficou olhando para ele grato, né, porque tinha auxiliado o filho daquele homem. E ele falou assim: "Eu sei que recursos financeiros, né, talvez não te agrade, mas eu sou dono de uma rede de mercados e eu queria te oferecer alguma coisa. Então, eu queria te falar que eu vou te mandar um caminão de alimentos para que você utilize da melhor maneira possível, seja com você, seja com aqueles que você acolhe. Aí a esposa do Dr. Bezerra de Menezes tava lá na janela da casa olhando, né, pensando assim: "Uai, não tinha nada na dispensa e agora chegou um caminhão cheio de comida". Claro, o Dr. Bezerra, né? deu de comer aos filhos dele, mas também ofereceu parte, né, de tudo aquilo que ele recebeu a quem tava passando fome na, né, que ele auxiliava. E a nossa nossa segunda personalidade espírita, que creio eu que não tem como a gente pensar na doutrina espírita e não pensar na figura do Chico Xavier. E eu já escutei várias histórias dele, mas eh já tem uns três dias que eu tô pensando assim, o que que eu vou falar lá, né? E aí eu achei uma palestra e eu vou copiar o control C e conttrol V dessa palestra, que é essa história do Chico, que ele era religioso, né? Era católico. E aí uma certa fase da vida dele, a mediunidade muito aflorada, ele foi conversar com o padre, né? porque ele dava catequese na igreja. E o padre, né, por conta da ausência do conhecimento naquela fase ali, pediu para ele se afastar da igreja, né? Só que ele era um bom
oi conversar com o padre, né? porque ele dava catequese na igreja. E o padre, né, por conta da ausência do conhecimento naquela fase ali, pediu para ele se afastar da igreja, né? Só que ele era um bom catequista, passava o evangelho de uma forma que as pessoas entendiam, né, da melhor maneira. E ele continuou, só que ele tinha, não tinha o espaço que ele tinha na igreja, não tinha as refeições que ele tinha na igreja, mas ele tinha a disposição, uma verdade que brotava no coração dele. E aí o que que o Chico fez? Foi pro abacateiro. E lá ele começou a pregar o evangelho para aquelas crianças com aquela visão que ele tinha da figura de Jesus. E aí ele preocupado porque assim, as crianças eram carentes, não tinha muita coisa para se alimentar em casa e parte dessas refeições era feita inclusive dentro da igreja. E aí, né, ele foi naquele dia, sentou debaixo do abacateira e começou um vendaval. E ele saiu abraçando as crianças com medo de uma tempestade, né? E na hora eu fiquei pensando, minha mãe, ela dizia assim, ó, se chover não fica debaixo de uma árvore, não, porque atrai raio, né? E a primeira coisa que o Chico fez foi abraçar aquelas crianças pensando: "Se vi uma chuva, uma tempestade, vou tentar proteger elas". E aí naquela fase dele abraçar as crianças, as vizin a vizinhança, né? em torno do pé de abacate lá do abacateiro, saiu para fechar a janela porque ventava muito, né, e o medo de molhar as coisas e elas percebeu que o Chico tava lá encolhidinho com aquelas crianças e Emanuel falou para ele na hora, né, eu te disse que ia ter uma solução e as senhoras começou a perguntar, Chico, Chico, por que que você tá aí com essas crianças? E ele falou assim, eu vim eh fazer o evangelho com elas. E as senhoras, né? Posso te ajudar de alguma forma? Ai, elas estão com fome. E as senhoras, né, ao redor lá da vizinhança, percebendo o esforço do Chico com aquelas crianças, né, para fortalecer essa luz do evangelho dentro do coração delas, começou a oferecer alimentos para todo aquele exercício
o redor lá da vizinhança, percebendo o esforço do Chico com aquelas crianças, né, para fortalecer essa luz do evangelho dentro do coração delas, começou a oferecer alimentos para todo aquele exercício dele de evangelização. Então, a misericórdia, ela sempre acontece para aquele que acredita. e para aquele que trabalha. E a caridade, na maioria das vezes, as pessoas pensam assim: "Eu só preciso doar algo." Não é só doar algo. Eu preciso estar naquele algo também. Teve a doação de cestas. Talvez muitas pessoas aqui foram lá, fez o depósito, porque aquele a gente está é uma é uma forma da gente auxiliar aqueles que não têm muitas condições. Só que ao mesmo tempo, quantos voluntários se colocaram à disposição para estar lá naquele dia? Quantas pessoas doaram e quantas se colocaram à disposição para conhecer um pouquinho daquele irmão necessitado? Às vezes não é só uma cesta, um abraço faz diferença, uma palavra faz diferença, um acolhimento faz diferença para quem precisa. E naquele momento, o Chico, ele queria mostrar para aquelas pessoas que o exercício das senhoras em Aljudá era uma atividade de caridade, porque elas estavam oferecendo algo para alimentar quem precisava, mas ao mesmo tempo elas estavam colocando ali a certeza que toda boa prática que a gente faz, a gente recebe. E a fé nossa, ela é alimentada pelas nossas ações. Não tem como a gente só pensar, eu acredito em Deus, mas o que eu faço para estar com Deus? Será que naquele momento em que eu deposito, eu penso assim: "Ah, eu já fiz a minha boa ação do dia". E aí eu saí da casa espírito, eu joguei o papelzinho, né, do depósito fora e esqueci. E uma das histórias do Chico que mais me emociona, né, deles são várias, mas a historinha que num belo dia ele saiu para ir a fazer o evangelho debaixo de uma ponte e ele preocupado porque normalmente toda semana quando ele ia visitar aquelas famílias carentes, ele sempre levava alguma coisa de comer. E naquele exato dia, ele não tinha nada. Até falou pras irmãs dele, não sei
ado porque normalmente toda semana quando ele ia visitar aquelas famílias carentes, ele sempre levava alguma coisa de comer. E naquele exato dia, ele não tinha nada. Até falou pras irmãs dele, não sei como vai ser, mas Dr. Bezerra de Menezes apareceu para ele, falou: "Não, meu filho, não se preocupe. Enche as garrafas de água, a gente vai dar um passe nelas, você vai levar essa água para aquela comunidade e as coisas vão acontecer como precisa ser." Chico, na humildade dele, no exercício da fé e do amor ao próximo, saiu carregando os garrafões de água. Chegando lá debaixo da ponte, tinha aquelas que se alimentavam pela palavra do evangelho ditas por ele, mas tinham também aqueles sedentos ainda por um alimento, porque não tinham comido nada durante o dia. Enquanto Chico pregava para aquelas pessoas, chegou na casa do Chico um homem num caminhão que tinha saído de Goiânia. E aí, Dr. Bezerra de Menezes dando passeio no quintal do Chico, fala para ele: "Não, ele tá lá na ponte". E aí o cara pegou o caminhão, foi lá na ponte, chegou lá, o Chico tava pregando o evangelho e oferecendo o cálice, né? A água. E ele falou: "Ah, eu tô procurando o Chico". E o Chico, ah, sou eu. E na hora ele pensou: "Meu Deus, o que que eu fiz?" Não, eu fui lá na sua casa e tinha um senhor lá e ele falou assim que você tava aqui na cabeça dele. Meu Deus, eu acho que eu deixei a casa aberta. Será que alguém entrou lá dentro? Quem foi que falou que eu tava aqui? E aí o cara, não, eu tô com uma forma de agradecer, né? Eu trouxe mantimentos para você doar para aqueles que precisa. E gentilmente foi descendo muito alimento, muitas formas de auxiliar aquelas pessoas que ali residiam, que precisava desse acolhimento. E a terceira personalidade espírita que eu admiro muito também, principalmente pelo pela trabalho literário que deixou pra gente, foi o Divaldo. E uma das preleções dele, ele deixou bem claro que a maior atividade e exercício de fé e caridade que ele ia deixar aqui enquanto encarnado, né? E
abalho literário que deixou pra gente, foi o Divaldo. E uma das preleções dele, ele deixou bem claro que a maior atividade e exercício de fé e caridade que ele ia deixar aqui enquanto encarnado, né? E depois que ele desencarnasse, ele estaria também torcendo para que isso continuasse, foi toda a estrutura que ele deixou da mansão, mas principalmente a educação. Uma das principais atividades do Divaldo enquanto dirigente responsável pela manção foi levantar uma instituição de ensino. Edivaldo, ele queria que não fosse só o alimento, mas o conhecimento também uma forma de transformação, que a fé nessa certeza de saber que todos nós temos direito à felicidade, que todos nós temos o direito de aprender uns com os outros. E não é por acaso que ele teve, acho que mais de 600 filhos, porque ele saiu adotando todo mundo que batia a porta dele, que era deixado, né? Por, enfim, Divaldo, ele nos mostrou que esse exercício era importante. E aí quando a gente pega fé e caridade, é muito disso, esse exercício nosso de acreditar que a gente pode fazer alguma coisa para quem precisa. esse exercício de acreditar que mesmo nos momentos mais tempestuosos da nossa vida, a gente não vai estar sozinho. E aí Humberto de Campos na Boa Nova, ele tem um diálogo muito fraterno com André, porque André ele saiu para aplicar o evangelho que ele aprendeu. E aí ele andando em Carfanaú apareceu uma pessoa endemoniada na frente dele e na hora ali ele queria muito ajudar aquela pessoa. E aí na hora que ele mandou o espírito sair, né, da pessoa que tava na frente dele, ele não teve muito êxito. E aí ele ficou um pouco insatisfeito. E aí ele teve a oportunidade assim mais adiante na história de sentar com Jesus e trocar uma ideia legal com ele, porque ele pergunta para Jesus: "Por que é tão fácil com você e eu não consegui isso?" E Jesus com a sensibilidade, com o carinho que ele tinha por cada apóstolo, ele fala para Tadeu. Deixa eu até ler aqui a perguntinha, pera aí. Tadeu, qual é o principal objetivo
eu não consegui isso?" E Jesus com a sensibilidade, com o carinho que ele tinha por cada apóstolo, ele fala para Tadeu. Deixa eu até ler aqui a perguntinha, pera aí. Tadeu, qual é o principal objetivo das atividades de tua vida? Porque Tadeu, ele queria começar a operar os milagres que Jesus fazia, como qualquer outro apóstolo também. Mas naquele momento que Jesus perguntou isso para ele, Tadeu respondeu que queria servir. E aí Jesus carinhosamente, escutando essa devolutiva de Tadeu, ele vai e leva para Tadeu novamente. Mas o que você tem feito e o que está dentro do seu coração? A fé que a gente falou entra muito nesse quesito. A ação da caridade que eu comentei ainda há pouco, entra também muito nesse quesito de Tadeu com Jesus. Porque Tadeu ele queria curar uma pessoa, mas ele tinha preconceitos sobre como ela tava passando por aquela situação. E qual é um dos maiores exercícios de caridade? acolher o nosso próximo, amar como Jesus colocou. E Tadeu, ele não entendia muito bem aquilo, porque para ele, para viver a boa nova, precisava o quê? Somente seguir. Mas ele não entendeu que ele precisava se alimentar também daquelas informações que Jesus pregava. Mas não era só ter, né, decorado como se a gente lesse o evangelho e eu sou espírita depois que eu li toda a codificação de Kardec. Não, eu preciso vivenciar essa experiência. E essa fé que Jesus pregou para ele ali foi o quê? que ele precisava aprender a amar, que ele precisava aprender a colher aqueles irmãos que chegavam até eles, compreendendo que cada um tinha suas dificuldades, cada um tinha sua cruz, cada um precisava do seu tempo. E aí, Tadeu, com o passar do diálogo fraterno com Jesus, ele foi compreendendo que não bastava ele só falar saia, ele precisava ter aquele sentimento dentro dele para auxiliar aquele que chegasse a ele. E um dos sentimentos da caridade é esse auxílio que a gente oferece pro outro. E a gente precisa assim, eu falo de mim também, que essa prática da gente olhar pro nosso próximo e acolher ele com
ele. E um dos sentimentos da caridade é esse auxílio que a gente oferece pro outro. E a gente precisa assim, eu falo de mim também, que essa prática da gente olhar pro nosso próximo e acolher ele com coração, sem medo de acreditar que ele merece uma oportunidade, porque é fácil julgar, mas se a gente tivesse no papel daquela pessoa, talvez não seria tão agradável. E esse exercício da caridade tá nesse acolhimento, nesse respeitar. E aí a Anália Franco, ela tem um depoimento no livro, pera aí gente, só ler aqui, O Farol de Nossas Vidas da Dra. Marlene, que ela espírita, né, atuante na época, ela saiu da casa dela e foi ajudar uma familiar dela que tava muito adoentada. E ela, conhecendo a doutrina espírita, ela levou debaixo do bracio dela o evangelho, a boa vontade, a fé que a pessoa ia melhorar e a certeza, né, que de alguma maneira ela poderia auxiliar aquela pessoa. e chegou na casa dessa pessoa, né, muito próxima a ela. A Nália Franco todos os dias levava um chá e o livrinho de brao do braço e perguntava para ela: "Eu posso fazer um evangelho com você?" E a mulher gentilmente falava para ela: "Leva seu chá e esse livro". Isso foi vários dias, mas ela nunca desistiu. Ela tava ali sempre com carinho, com respeito. E aí num belo dia, a senhora pegou e falou para ela assim, né? Deixa eu te fazer uma pergunta. É esse livro que você carrega debaixo do braço que te faz ser tão paciente comigo? Aí ela pegou e falou assim: "O conhecimento que eu adquiri lendo ele me permitiu desenvolver muitas coisas e uma delas é a paciência. Que exercício de caridade com aquela pessoa doente. E aí aquela senhora que meio rabujenta, né, pegou, falou para ela assim: "Ah, então eu preciso conhecer o conhecimento que tem esse livro aí, porque se você teve paciência comigo, quem sabe eu também começo a trabalhar isso dentro de mim que eu preciso." E ela começou a oferecer o chá e a leitura do evangelho. Não é de ver que a mulher melhorou. E aí depois que essa senhora passou, né, pela essa reconstrução, renovação espiritual
mim que eu preciso." E ela começou a oferecer o chá e a leitura do evangelho. Não é de ver que a mulher melhorou. E aí depois que essa senhora passou, né, pela essa reconstrução, renovação espiritual através do evangelho, essa senhora agradeceu a Anália pela oportunidade de conhecer algo novo. Ela agradeceu a oportunidade de perceber que ela precisava vivenciar uma experiência e acreditar que Deus, mesmo nas nossas maiores dificuldades, não nos desampara, porque ela estava sozinha. Ela poderia passar a doença dela inteirinha acamada e esquecida, mas uma pessoa se colocou à disposição para acompanhar ela naquele momento e ela aprendeu com a Nália. E eu acredito que assim, uma das coisas mais bonitas que a doutrina espírita nos ensina, e olha que eu não tenho assim muitos anos de doutrina espírita, mas no que me foi permitido o conhecimento, eu posso dizer assim hoje de coração que quando a gente começa a ler o evangelho, que a gente começa a vivenciar essa esse conhecimento, mas não para fora, mas para dentro, que a gente começa a olhar para dentro de nós, e percebe assim: "Nossa, ontem eu não era assim, hoje eu quero ser diferente. Hoje eu consigo olhar para quem precisa de algo e eu consigo estender a mão, mas sem criar julgamentos, mesmo que ainda seja um desafio." E aí a Joana de Angeles corri na série psicológica dela, ela trata muito esse aspecto desse olhar para dentro, desse olhar acreditando que nós somos, nós temos as nossas imperfeições. Como Jesus disse, atire a primeira pedra quem nunca errou. Se a gente fosse tirar uma pedra para dentro de nós, a gente ia perceber que a gente já faz isso todos os dias, nos culpando, nos julgando, nos colocandoos numa numa condição de inferioridade. E aí, uma das coisas que eu escutei esses dias em uma da uma live é que a gente sempre pensa assim: "Ah, mas eu não consigo ajudar ninguém porque eu não tenho nada. Será que a gente não tem nada? A gente acordou, a gente tem saúde, posso não ter uma conta cheia ou tem o cartão lá que tá
pensa assim: "Ah, mas eu não consigo ajudar ninguém porque eu não tenho nada. Será que a gente não tem nada? A gente acordou, a gente tem saúde, posso não ter uma conta cheia ou tem o cartão lá que tá estourado, mas ainda assim a gente tem um abraço, a gente tem um sorriso, a gente tem a oportunidade de falar alguma coisa que consola aquela pessoa que tá na nossa frente. A gente tem as mãos que pode pegar quem caiu no chão. A gente pode estender a mão para quem precisa. E aí a gente vai sair daquela fase de ai, eu não posso ajudar ninguém sabendo que a gente pode. E aí aquela fé verdadeira de saber que nó, eu não tô sozinho aqui. Nossa, Deus é tão bom, porque na hora que eu achei que eu não tinha nada que eu estava perdido, apareceu uma alma que me acolheu. Se alguém aqui já passou pelo atendimento fraterno, não sei se todo mundo já foi, mas quem já foi no atendimento fraterno é uma atividade de caridade, de amor ao próximo. Muito lindo. É uma atividade que eu acho assim, acho linda quem aceita nesse compromisso de acolher, mas eu acho mais lindo ainda esse esforço de colocar o evangelho no coração de quem precisa. E aí aquela pessoa que se colocou à disposição ali no fraterno para colher quem precisa, ele não precisava tirar o dinheiro do bolso dele para dar. Ele precisava ter somente a disposição e a fé de que eles não estariam ali sozinhos, porque é espirit espiritualidade que dirige tudo. estaria ali também auxiliando aqueles que estavam necessitados e eles também com a intuição, com o carinho, com o desejo que tudo caminhasse e toda e qualquer atividade, né, que a gente executa na casa espírita, ele é uma atividade também de prática de amor. A gente tem aqui várias pessoas que correm para auxiliar a casa nas suas atividades, os coordenadores, né, Rogéria que tá sentada ali, que, né, vem fazendo uma atividade para arrecadar as cestas na casa e ela sabe da necessidade das pessoas à quais ela já foi auxiliar levando esses mantimentos. Mas não são só eles que precisam
a ali, que, né, vem fazendo uma atividade para arrecadar as cestas na casa e ela sabe da necessidade das pessoas à quais ela já foi auxiliar levando esses mantimentos. Mas não são só eles que precisam disso. As pessoas que estão do nosso lado também precisam desse sentimento de caridade que é o acolhimento. As pessoas que estão nas nossas casas, eles também precisam dessa atividade da caridade, que é acolher, que é amar, que é respeitar. E aí a fé ela vai vir quando a gente perceber que a cada pequeno passo que a gente dá, a gente se sente mais forte, porque a gente vai perceber que a gente não tá sozinho nessa caminhada. Uma das passagens assim que eu acho mais bonita, inclusive do Boa Nova que ele narra, né? Eh, o momento em que Pedro, né, tá muito revoltado com Jesus. E eles estão no bar voltando para casa e aí tem uma tempestade, vem Jesus caminhando na água e ele chama Pedro para ir de encontro a ele e ele pergunta, né, para Pedro sobre a fé dele. A fé rasa, a fé que na hora que começa a passar pelas tribulações na vida, a gente acha que tá sozinho. E aí na hora que Pedro ele entra, né, que ele sai do barquinho, às vezes eu acho que eu seria igual Pedro só ia afundar, mas na hora que Pedro sai e ele começa a afundar, Jesus, e a gente vai ver várias imagens dessa na internet, porque na hora que Jesus pega na mão dele e fala para ele, você não está só. E isso a doutrina faz com a gente. A partir do momento que a gente começa a conhecer o espiritismo, a gente percebe que de alguma maneira não é aquela imagem daquele Jesus bonito sorrindo pra gente, segura nas mãos, segura na nossa mão, mas vai ser a imagem de várias pessoas. E são várias gente que está do nosso lado disposto a nos auxiliar, que estão dispostos a nos mostrar que, independente da situação que a gente esteja passando, a gente sempre vai ter alguém para nos auxiliar. Mesmo aquela tia, né, aquela parente distante da Anália Franco, que não tinha ninguém e ela saiu de longe para ir cuidar dela, alguém vai também nos auxiliar nessa
re vai ter alguém para nos auxiliar. Mesmo aquela tia, né, aquela parente distante da Anália Franco, que não tinha ninguém e ela saiu de longe para ir cuidar dela, alguém vai também nos auxiliar nessa jornada. E essa fé, ela é sempre essa construção. E aí, só finalizando, eu vou ler do livro Seara do Bem do Divaldo, um trechinho da Joana de Angeles, que me colocou meditando ali fora e eu falei: "Eu vou levar pro pessoal porque se eu gostei, né, vai que alguém gosta". E ela coloca assim, ó, consolando alguém, orientando outrem, amando a todos, expondo a indivíduos em grupos ou a multidões, segue adiante. A semente no solo aguarda pelo momento da germinação. O combustível preservado espera um instante de transformar-se em energia e força. A água da fonte permanece até ser retirada. O diamante dorme no carvão bruto enquanto não chega a lapidação. Assim também a tua realização desabrochará mais tarde em bênçãos pelo caminho que hoje percorres com sacrifícios e sofrimentos. Talvez não vejas na Terra o resultado desse esforço, mas isso não é importante. O indispensável éem ensinar e servir hoje para ser feliz agora e amanhã. Joana deâes, ela psicografou assim em 83 e acho que eu tenho ainda mais um minutinho e meio. Bezerra de Menezes, no livro Compromissos Iluminativos, ele faz um convite para cada um de nós espíritas, que a gente saia, mas não precisa sair gritando: "Eu sou espírita". Mas saia levando o evangelho àqueles que chegam até nós. Mas leve com o coração, leve com o sentimento de auxiliar quem precisa, mas principalmente que a gente estenda a nossa mão auxiliando, realmente que a gente não esqueça do nosso próximo, porque esse é um dos maiores compromissos nossos aqui, lembrar que não estamos sozinhos e que também precisamos auxiliar aqueles que chegam à nossa porta. E essa fé, essa restauração, tudo está sendo dirigido por Deus. E Jesus na sua misericórdia, eles ele sempre esteve ao nosso lado e ele sempre vai colocar pessoas ali para nos auxiliar, para nos ensinar a caminhar e
restauração, tudo está sendo dirigido por Deus. E Jesus na sua misericórdia, eles ele sempre esteve ao nosso lado e ele sempre vai colocar pessoas ali para nos auxiliar, para nos ensinar a caminhar e nos mostrar que a gente não precisa temer. A gente só precisa acreditar e alimentar todos os dias dentro do nosso coração a certeza de que o bem sempre vence o mal e que toda boa atividade, to toda boa prática nossa nessa jornada, ela não é só para nós, mas é para todos, porque vai chegar o momento em que a gente em outra esfera, a gente vai perceber que todo o bem que a gente pratica, ele volta e ele nos fortalece, principalmente já no plano espiritual. Então assim, eu achei muito bonita as reflexões que ele coloca nesse livro, mas tem capítulos assim muito destinados, muito não, né? Bem destinados, inclusive para os espíritas, porque ele percebe que a gente ainda tem essa dificuldade de achar que que não vai conseguir auxiliar o outro, mas a gente precisa sim confiar e acreditar que a gente consegue sim auxiliar e estender a mão para quem precisa. Era isso. Muito obrigada. Boa noite. Agradecemos muitíssimo a nossa irmã pela palestra instrutiva, acolhedora. Convidamos a todos a se prepararem pro passe com a música que ouviremos. Um sentimento me ronda. Não sei dizer tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo e ser justo e pobre de espírito seu. Tua palavra me sonda, me conta do reino que esperas por mim. Eu te ofereço meu pranto as cores da alma que quer renascer. De eu ouvir tua voz, deu falar me encanto, que seguir caminhar, que saber para onde vou. Eis-me aqui. Um sentimento me ronda. Não sei dizer. Tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso e ser limpo e ser justo e pobre de espírito. Se tua palavra me sonda, me conta do reino que esperas por mim. Eu te ofereço meu pranto as dores da alma quer renascer. Eu ouvi tua voz, teu falar me encantou. Que
po e ser justo e pobre de espírito. Se tua palavra me sonda, me conta do reino que esperas por mim. Eu te ofereço meu pranto as dores da alma quer renascer. Eu ouvi tua voz, teu falar me encantou. Que seguir caminhar, quis saber para onde vou. Eis-me aqui minha dor serenou. Convidamos nossos irmãos e irmãs passistas a se posicionarem no salão e a todos os presentes para fechar os olhos e pacientemente tomar tomar uma respiração lenta e profunda. Acalmemos nossos pensamentos. Ó Deus, pai amado, Deus eterno e todo- poderoso, criador de todo e de todos, inteligência primeira e suprema, infinita bondade, infinita justiça. Agradecemos, ó Santo Pai, por nossas vidas, por tudo que temos e tudo que somos. Obrigado, ó Senhor por essa oportunidade de estar em sua casa, ouvir a sua palavra, compartilhar de experiência de espíritos amigos que outroras tiveram encarnados entre nós. Mestre Jesus, nosso modelo e nosso guia, fonte de inspiração, companheiro de todas as horas. Muito obrigado, Senhor, por este momento. Agradecemos, Senhor, pelas oportunidades de trabalho e de colaboração. E pedimos especialmente, Senhor, agora por todos aqueles que necessitam e precisam. Senhor, olhai por aqueles mais necessitados, pelos desesperados, pelos enlouquecidos. Mestre querido, derrama sobre todos nós a sua caridade, benevolência, especialmente aqueles que mais necessitam, Pai amado, que possamos ser instrumentos de luz, de paz e de concórdia. Que possamos levar alimento àquele que tem fome, acolhimento aquele que está em desespero, que possamos ser luz nas trevas, paz nos conflitos e amor, amor sempre. Mestre amado, agradecemos por essa oportunidade de aquil estar em sua casa e receber, Senhor, pelo intermédio dos passistas aqui hoje as suas bênçãos. Muito obrigado, ó Jesus. Esteja conosco, mestre amigo, hoje e sempre. Que assim seja. Bom, agradecemos a presença de todos. Vocês são muito bem-vindos aqui nessa casa. Tenha uma ótima semana e antes de sair tome aqui água fluidificada, por gentileza. Boa
hoje e sempre. Que assim seja. Bom, agradecemos a presença de todos. Vocês são muito bem-vindos aqui nessa casa. Tenha uma ótima semana e antes de sair tome aqui água fluidificada, por gentileza. Boa noite. Uma palavra tão linda, já quase esquecida, me fez recordar, contendo sete letrinhas e toda juntinha se lê. Cativar. Cativar é amar. É também carregar num pouquinho da dor que alguém tem que levar. Cativou, disse alguém. Laços fortes criou responsável pelo que cativou num deserto tão só entre homens de bem. Vou tentar cativar viver perto de alguém. Vou tentar cativar viver perto de alguém. Larará. Alguém larará. Alguém larará, alguém lão linda, quase esquecida, me fez recordar. Contendo sete letrinhas e toda juntinha se lê cativa. Cativar é amar. É também carregar um pouquinho da dor que alguém tem que levar. Cativou, disse alguém. Laços fortes criou. Responsável. Tu és pelo que cativou. Alguém
Vídeos relacionados
MOMENTO DE ORAÇÃO 02/09/2024
TV Goiás Espírita
Momento de Oração - 30/06/2025
TV Goiás Espírita
MOMENTO DE ORAÇÃO 26/11/2024
TV Goiás Espírita
MOMENTO DE ORAÇÃO 30/12/2023
TV Goiás Espírita
MOMENTO DE ORAÇÃO 19/01/2024
TV Goiás Espírita
Lições de Chico Xavier para os trabalhadores do Cristo
TV Goiás Espírita
Maria Madalena: A Sublimação do Amor
TV Goiás Espírita
O Poder da Fé - Com Juquinha
TV Goiás Espírita · Juquinha