A família e os relacionamentos sociais | Família no Ar
"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador. Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 22 de fevereiro de 2023, abordaremos o tema "A família e os relacionamentos sociai...
Olá amigos muito boa noite a todos sejam muito bem-vindos a mais um programa família no ar esse programa produzido pela área da família da Federação Espírita brasileira traz semanalmente convidados para estarem debatendo conosco assuntos dúvidas sobre o que cerca a família o seu funcionamento os seus desafios no cotidiano a luz da doutrina espírita e como não poderia deixar de ser na noite de hoje nós temos duas pessoas muito queridas que vão estar conosco debatendo o nosso tema a família e os relacionamentos sociais esses dois convidados já tiveram conosco em outras oportunidades e você já os conhece mas vamos primeiro apresentar nossa primeira convidada que a nossa irmã Sheila Costa que é expositor Espírita instrutora de vários cursos trabalhadora do movimento Espírita e atualmente Tem trabalhado mais nos centros sociedade espírita Irmã Rosária aqui do Distrito Federal seja muito bem-vindo à Sheila muito boa noite muito obrigada a todos por mais essa oportunidade né porque cada vez que a gente fala a gente instrui e relembra a si mesmo então agradeço muito pela oportunidade de estar revendo esses conceitos tão necessários para nossa vida do dia a dia Obrigada Sheila esqueci de dizer que a Sheila é mãe é avó é filho é uma irmã então ela tem um currículo além da sua formação e atuação no movimento Espírita uma vivência muito grande para compartilhar conosco o nosso segundo convidado ao nosso irmão Marco Leite ele é diretor da Federação Espírita brasileira O Marco o trabalha na coordenação Nacional da área da família e tem atuado nos últimos seis anos na implantação dessa área não só no Brasil mas em outras unidades também então seja muito bem vindo Marco ao nosso estudo da noite de hoje Boa noite Cristina Boa noite Sheila Boa noite a todos vocês Ou boa tarde bom dia né dependendo do horário que vocês tiverem assistindo esse nosso programa Vai ser um bom dia uma boa tarde uma boa noite a todos e hoje como a Cristina falou novamente nos encontramos aqui para poder estar conversando sobre um
ue vocês tiverem assistindo esse nosso programa Vai ser um bom dia uma boa tarde uma boa noite a todos e hoje como a Cristina falou novamente nos encontramos aqui para poder estar conversando sobre um relacionamento muito interessante que acontece na família mas daqui a pouquinho ela vai estar dizendo né Hoje é bacana esse nosso momento porque estamos aqui nos Estados Unidos a Sheila no Brasil aí no distrito federal né Sheila é a internet nos favorece essa possibilidade de romper barreiras e distância e estarmos juntos trocando ideias conversando um pouquinho sobre família esse é o nosso assunto de hoje bom meus amigos hoje o nosso programa vai estar no seguinte formato os nossos convidados terão 15 minutos cada um para falar sobre o tema trazendo as suas reflexões a luz da doutrina espírita sobre esse tema que nós vamos conversar e enquanto isso vocês podem ir mandando perguntas que depois da fala desses nossos irmãos nós teremos um momento onde trocaremos ideias com base nas contribuições de todos vocês então mandem as suas perguntas e vamos agora né Sem Mais delongas passar a palavra para nossa irmã Sheila que começa a sua exposição na noite de hoje muito obrigada mais uma vez né Vamos iniciar aqui esses 15 minutos em que eu separei sete pontos de reflexão para nós A esse respeito tá o primeiro deles é que a família é a base da sociedade e esse conceito de família ele não está preso na sociedade humana ele vem do reino mineral está presente no reino vegetal está presente no reino animal e assim também no reino ominal como Kardec muito bem coloca em um Livro dos Espíritos então o nosso princípio espiritual ele já passou pelo conceito de família nos diferentes reinos como nos diz Leão Deni o espírito dorme na pedra sonha no vegetal digita-se no animal e aperfeiçoa-se no homem então nós já temos esse construto gravado na nossa consciência profunda dentro dos minerais a gente tem minerais de um determinada natureza nos vegetais também temos outras naturezas vegetais que são
então nós já temos esse construto gravado na nossa consciência profunda dentro dos minerais a gente tem minerais de um determinada natureza nos vegetais também temos outras naturezas vegetais que são descritas também como famílias e no Reino Animal igualmente quando o princípio espiritual mergulha no corpo humano para se aperfeiçoar intelectualmente moralmente por meio do livre arbítrio nós temos aí uma base diferente porque porque nos outros reinos essa base é instintiva o ser não consegue sair de uma determinada programação biológica física bioquímica mais o ser humano consegue por causa da Inteligência que prepondera sobre instinto e por conta do livre arbítrio relacionado com a sua capacidade de intelectar quer dizer de interpretar de perceber os movimentos de uma maneira diferente do que os outros reinos então quando nós dizemos que a família é a base da sociedade essa base está montada no desenvolvimento anterior do princípio espiritual até que ele chegue ao mundo humano né E essa base Ela não é uma base fixa ela tem diferentes modelos culturais políticos sociais educacionais hoje em dia nós conhecemos esses diferentes modelos pelo nome de novos arranjos novos arranjos familiares porque a mobilidade social é muito grande o deslocamento dos seres humanos para todos os pontos do planeta também é muito grande então as culturas se interpenetram as culturas trocam DNA e se modificam ao longo das experiências e essas experiências têm relação com o grau evolutivo dos indivíduos e também dos grupos então quando a gente diz que a família é a base da sociedade não é uma base estática não é uma base definitiva ela é uma base dinâmica que vai se modificando a medida em que a situação evolutiva também se move Esse é o primeiro ponto que eu gostaria de tratar aqui com vocês É claro que somente ele já daria um ano de conversa né só a elaboração do princípio inteligente nos reinos anteriores ao reino ominal já é todo um curso mas nós não vamos detalhar isso só que gostaríamos que cada um procurasse a
aria um ano de conversa né só a elaboração do princípio inteligente nos reinos anteriores ao reino ominal já é todo um curso mas nós não vamos detalhar isso só que gostaríamos que cada um procurasse a bibliografia para estender esses conhecimentos né o segundo ponto que eu gostaria de trazer para a nossa reflexão de hoje É Que Nós aprendemos nesse núcleo reduzido que é a família tem poucas pessoas por maior que seja a família com sanguínea ela nunca é tão grande quanto a sociedade nem enquanto o continente ou país ou planeta né então nós temos um núcleo social reduzido com poucos indivíduos e nele a gente aprende as dinâmicas dos grandes grupos em ampliações sucessivas Isso significa que primeiro eu vou me relacionar com meu pai com minha mãe e aqui pode não ser um relacionamento harmônico Amoroso no mundo de extração em provas na maioria das vezes não é né mas temos grandes compromissos a ressarcir com os nossos companheiros de jornada Então os nossos relacionamentos aqui na maioria das vezes não vão ser aqueles que nos deixam felizes o tempo todo vamos provocar desafios vão trazer à tona os desajustes para que nós possamos organizar isso de uma outra forma né então quando a gente dentro da família nasce depois pode ser que nós tenhamos irmãos aí nós vamos ver os primos vamos ver os contra primos vamos ver os vizinhos né os coleguinhas da escola e depois vamos para a área do trabalho e aí vamos ampliando sucessivamente o indivíduo está sempre no centro e cada círculo de relacionamento é como se fosse um círculo concêntrico né com o indivíduo sempre ali ocupando a posição principal mas atuando e equando em um ambiente cada vez mais amplo então é como se nós estivéssemos vivendo um microcosmo social nele como nos relacionar com o macrocós no Social mas Em contrapartida e este é o terceiro ponto os relacionamentos sociais ampliados também me fazem refletir sobre a minha família porque porque eu vejo comportamentos diferentes as famílias dos meus colegas de escolas de trabalho
o terceiro ponto os relacionamentos sociais ampliados também me fazem refletir sobre a minha família porque porque eu vejo comportamentos diferentes as famílias dos meus colegas de escolas de trabalho dos vizinhos vão ter modelos de funcionamento que diferem da minha família funcionar então eu vou encontrar novas formas possíveis de me equilibrar ou de comparar ou então de dizer Nossa isso que eu não quero de jeito nenhum e a gente pode dizer isso a partir da nossa própria família ou a partir da família dos outros ou então a gente pode dizer que coisa maravilhosa né Eu quero isso para minha vida então a medida que a gente vai vivendo as experiências nós vamos também fazendo escolhas de comportamento de atitude para carregar para nossa existência como um todo e provavelmente construir isso dentro da nova lógica que nós queremos implantar quando temos a nossa própria família mas só que aí existe um desafio se eu não vencer os problemas que tem com a minha família de origem Meu pai minha mãe meus irmãos meus avós esse núcleo a minha tendência vai ser repetir esses problemas no meu próprio núcleo familiar então se eu não conseguir me harmonizar com os modelos de convivência que eu recebi enquanto eu estava crescendo eu posso muito bem apesar de abominar isso repetir isso quando eu for o responsável pela minha família né então vamos cuidar para que os nossos problemas com a família de os problemas originais Racionais né de raiz eles sejam resolvidos ao longo do tempo de convivência para que a gente tenha liberdade de realmente criar um modelo novo e nos libertarmos desses condicionamentos anteriores né o quarto ponto que eu gostaria de trazer é que o nosso primeiro relacionamento é com os pais eu não posso nascer sem ter tido um relacionamento qualquer significativo aí eu volto a dizer o significativo nem sempre significa uma coisa boa harmonizada amorosa porque nós vivemos num mundo dos criação e provas e necessitamos dessas provações e dessas inspirações para continuar na nossa
er o significativo nem sempre significa uma coisa boa harmonizada amorosa porque nós vivemos num mundo dos criação e provas e necessitamos dessas provações e dessas inspirações para continuar na nossa jornada evolutiva né então se eu estou nascendo filho de quem sou é porque um relacionamento existe entre nós e existe também um propósito Eu gostaria de trazer e como quinto ponto ao exemplo da reencarnação do Espírito nominado seja o mundo esse caso está narrado no livro Missionários da luz que é dedicado ao estudo da volta do Espírito ao corpo de carne então é um destinada ao estudo da reencarnação e nesse caso específico Os seres mundo devem nascer filho de um casal mas a mãe está tendo abortos repetidos porque porque a inimizade entre o pai e o candidato a filho é muito grande e isso impede a própria concepção Olha só que coisa linda né E quando não impede a concepção impede que o corpo se desenvolva o ódio o rancor o ressentimento entre eles é muito forte e esse patrimônio energético emocional negativo ele afeta o funcionamento biológico e esse espírito não consegue Renascer a equipe espiritual então promove o encontro de conciliação entre os futuros pais filho para que esse patrimônio energético emocional negativo ele seja dissolvido e não atrapalhe mais o processo biofísico que deve acontecer para que o corpo de carne começa a ser formado e as ligações dele com o perispírito se torna em cada vez maior então é preciso a gente pensar sobre isso nós estamos nos relacionando primeiramente com aqueles que serão os doadores da Matriz genética que vai me trazer de volta ao corpo e esse relacionamento ele provavelmente tem aspectos importantes a serem trabalhados ao longo da vida que nós teremos juntos né no mundo de expiação provas volta a dizer as famílias são muito mais fontes de Sofrimento situações extremas do que de prazeres e alegrias porque encarnado está santo não é né como já diria uma amiga minha então se nós estamos aqui dividindo esse espaço de nascimento de relacionamento é porque
ações extremas do que de prazeres e alegrias porque encarnado está santo não é né como já diria uma amiga minha então se nós estamos aqui dividindo esse espaço de nascimento de relacionamento é porque nós temos coisas importantíssimas a aprender a entregar uns aos outros né porque a nossa vida é de recebimentos e entregas e tem horas que a gente precisa entregar algumas coisas que não entrega precisa receber algumas e também não recebe então aí os conflitos começam muitas vezes agravam a situação cármica entre as almas envolvidas naquele núcleo né e o último ponto que não é menos importante é que cada um de nós é corresponsável por melhorar o clima familiar Não interessa se eu sou pai e mãe e filho irmão tio avô primo eu tenho uma contribuição a dar aquele núcleo tem famílias que são tão amplas né a família da minha mãe é uma delas que é um clã é uma família gigantesca então aí é um clã realmente um clã familiar almas comprometidos umas com as outras umas mais outras menos mas todo mundo com o mesmo compromisso de melhorar se e auxiliar a melhorar os outros tem famílias que mostram um grau de Harmonia de afinidade entre seus membros muito grande esse não é ainda o meu caso mas nós estamos em processo né Estamos indo nessa direção porque porque todos nós estamos na estrada evolutiva e quem for mais responsável tiver mais esclarecimento moral vai ter também mais contribuições a dar então vamos ficar com esses sete pontos aqui hoje para não fugir do nosso tema e ver o que que o Marco leite tem para acrescentar e trazer novas ideias para nossa discussão após muito obrigada Obrigada Sheila vários elementos aqui para nós pensarmos dentro dessa dinâmica da família que ela colocou os seus micro relacionamento dos seus macros relacionamentos e como essa família se desenvolve ao longo desse processo agora nós vamos passar a palavra para o Marco leite que também vai ter o seu tempo de exposição aí e depois a gente parte para essa troca maior envolvendo não só os nossos dois convidados mas também todos
a nós vamos passar a palavra para o Marco leite que também vai ter o seu tempo de exposição aí e depois a gente parte para essa troca maior envolvendo não só os nossos dois convidados mas também todos vocês que estão conosco assistindo o programa na noite de hoje é com você Ok vamos lá então como a Sheila Vem colocou a família ela é pensada no plano espiritual e lógico se a gente tivesse que estar desenvolvendo nosso processo evolutivo sozinho aqui no mundo não teriam uma necessidade assim da família já de imediato a família é o início Desse nosso relacionamento social muito bem colocado pela cera só que a gente quando Traz essa proposta do relacionamento social nós vamos ver que não acontece apenas e exclusivamente na família e a família vai ser o Polo para que esse relacionamento social ele venha a se expandir inclusive fora da própria família então a convivência com o outro é uma necessidade de Alto significado nos dizeres da nossa querida Joana De Angeles o livro constelações familiares ou seja nós não estamos aqui na terra para tá vivendo sozinho começamos em família mas não é só na família que a gente convive ou vive é a necessidade da convivência inclusive Extra família ela termina sendo uma necessidade tanto para o nosso princípio espiritual como um dos princípios da sociedade e na sociedade a gente tem que estar se relacionando com as outras pessoas a nossa querida Joana de anjos eram nos coloca uma situação muito interessante e nos dias atuais multiplicam-se as residências em edifícios de grande porte e qual é a característica dessa situação os vizinhos não se conhecem quantas e quantas vezes as pessoas que moram nos apartamentos às vezes não conhece o vizinho do lado ou vizinho da frente a convivência é apenas no elevador ou no momento de uma reunião ou numa festa do próprio condomínio ou seja as relações terminam sendo muito casuais Se nós formos acordar para grande parte do público que nos assiste e pegando aí um grupo acima dos seus 40 anos nós vamos
a festa do próprio condomínio ou seja as relações terminam sendo muito casuais Se nós formos acordar para grande parte do público que nos assiste e pegando aí um grupo acima dos seus 40 anos nós vamos ver que no passado essa convivência em vizinhança era uma coisa muito diferente do que tá acontecendo nos dias atuais quantas e quantas vezes recordo eu de estarmos é no nosso momento de férias descia né eu saía fora de casa e era uma convivência com os vizinhos o tempo todo os colegas da nossa idade era jogando bola das vezes subir para o almoço às vezes mamãe tinha que descer para chamar a gente lá embaixo para a gente tá seguindo E era uma convivência com o nosso grupo de igual né isso faz com que é a família termina propiciando o Extra momento familiar só que muitas das vezes a gente tem visto que para alguma parte da população não é isso que tá acontecendo as famílias elas terminam se retraindo Joana diante eles colocam inclusive um ter muito interessante que ela fala ah hipertrofia afetiva em que as famílias nos dias atuais estão sendo acometidas Vejam Só hipertrofia afetiva porque elas fecham em si e terminam não abrindo essa possibilidade de um relacionamento social mas ampliado é com pessoas que não sejam única exclusivamente da família lógico com base nisso a gente verifica alguns prejuízos ao longo desse processo de até mesmo de Desenvolvimento Social e desenvolvimento espiritual porque esses relacionamentos extras familiares terminam facultando Inclusive a sensibilidade afetiva Como assim na onde que você estabelece uma vida social não apenas na família achei ele bem colocou a família termina sendo a base dessa nossa sociedade Só que essa base ela vai estar cada vez mais sendo ampliada o grande foco nosso vai ser qual a grande família Universal é às vezes nós temos algumas famílias que elas fecham entre si e não permitem e é uma característica do momento atual em que desconfianças né é super proteção as características de como a Joana nos coloca né as grandes edifícios com
ílias que elas fecham entre si e não permitem e é uma característica do momento atual em que desconfianças né é super proteção as características de como a Joana nos coloca né as grandes edifícios com apartamentos Diferentemente de 50 anos que eram casas todo mundo vizinho lembro da minha época como se ele for não fosse muito tempo né mas há 40 anos passados ou 50 anos passados existia o grupo de Vizinhança que todo mundo se conhecia a gente se conheceu o pessoal da rua a pessoa 57 casas depois a gente sabia que lá morava um garoto da nossa idade né do outro lado da rua tinha outras pessoas hoje em dia isso não acontece então é essa hipertrofia afetiva colocada por Joana de Ângelis ela tem que estar sendo compreendida e Trabalhada na família para que a família possa ser exatamente essa base a base da construção do grande objetivo nosso porque é qual a grande família Universal Então essa vida social ela termina fazendo com que a gente o favorecendo Né o entendimento fraterno quando você está o único exclusivamente restrito a quero sua família de origem você está convivendo a única exclusivamente às vezes com alguns valores específicos daquela família na hora que você tem uma vida social relacionamento sociais Extra familiar e tô colocando isso inclusive uma fase inicial da infância né não é para estar acontecendo apenas lá na adolescência ou coisa parecida perdemos muito tempo quando isso vai acontecer mas Desde o Primeiro Momento nessa fase inicial você vai ter contato com outras famílias que tenham valores diferentes daquela sua família entendimento ah papai mas o meu coleguinha falou isso tal coisa assim assim assado meu filho isso é o que a família dele acha na nossa família assim assim assado ou seja já começa a trabalhar o entendimento de valores diferenciados que vai acontecer entre as pessoas um dos outros pontos nessa situação dessa vida social Extra familiar é às vezes trabalhos coletivos quando aquelas crianças primordialmente vão estar fazendo coisas em conjunto já conseguindo estabelecer a
s outros pontos nessa situação dessa vida social Extra familiar é às vezes trabalhos coletivos quando aquelas crianças primordialmente vão estar fazendo coisas em conjunto já conseguindo estabelecer a proposta de um trabalho o que não apenas individual mas um trabalho com outro coleguinha com outro amigo que vai pensar diferente vai querer coisas diferentes e a gente vai ter que estar sabendo virar tudo aquilo tanto assim que nessas situações a solução dos problemas Desafios que terminam às vezes atingindo a todos ali do grupo aparece como uma das maneiras nesses relacionamentos sociais desses dessas crianças desses jovens já começarem a entender e conviver Vejam Só interessante né porque às vezes mas eu vivo com meu vizinho o nosso querido Emanuel fala que o viver de todos os dias mas o conviver né quer viver com não é fácil não é fácil a título de exemplo nós vamos Recordar aquele início da nossa pandemia pelo convite em que no primeiro ano da pandemia nós tivemos um aumento de mais de um terço Vejam só que interessante mais um texto de separações conjugais isso porque nós temos muitos casais que viviam sobre o mesmo teto mas no momento em que começaram compulsoriamente a conviver porque não podia sair de casa tava vivendo com o tempo todo não aguentaram né vejam e aceita nos trouxe isso né que o viver em família é um Desafio no dia a dia a gente vai ter que estar Abrindo mão tem como perder o outro aceitar o outro e quando a gente coloca isso para fora dessa família mais fácil fica a questão do Desenvolvimento Social e aí eu colocaria né a adultização daquele indivíduo para o momento lá na frente porque os relacionamentos sociais são necessários e a gente e a Joana nos traz isso muito claro que a vizinhança termina sendo Excelente excelente quando em família começamos a estabelecer novos relacionamentos para que essa situação venha a acontecer então lógico vizinhança Temos que estar trabalhando a questão do bom relacionamento vai se desafiante vai muito desafiante Às vezes as nossas a
relacionamentos para que essa situação venha a acontecer então lógico vizinhança Temos que estar trabalhando a questão do bom relacionamento vai se desafiante vai muito desafiante Às vezes as nossas a nossa vizinhança pensa diferente age diferente quantas e quantas vezes nós já não ouvimos nosso filho ou até mesmo nós já não falamos dos nossos pais Ah mas fulano de tal pai dele deixou por que que o senhor não deixa por que que a senhora não deixa e a resposta é você não é filho do outro pai você é meu filho e aqui dentro dessa casa é assim que acontece Vejam o quanto às vezes essa situação de convivência nos relacionamentos sociais Extra família termina gerando o crescimento social vai estar formando grupos afins inclusive possibilitando com que essas crianças esse jovens comecem a se juntar por afinidade e vendo que outros que não pensam iguais não vão estar nesse grupo O que é mais do que normal e naturalmente Então deve ser a ver uma compreensão da interdependência espiritual nos termos da nossa querida Joana de Ângelis Como assim interdependência espiritual Porque apesar de nós colocarmos que a evolução é individual era só acontece de maneira solidária não solitária Vejam Só nós somos interdependente do outro para podermos evoluir porque senão seria muito fácil a gente construiu uma casinha na floresta no mato se é um ermitão morar lá sozinho e evoluir E o que os espíritos falam é que isso não acontece porque nesse momento a gente termina é estabilizando o nosso processo de crescimento porque o nosso crescimento evolutivo nosso crescimento espiritual nosso desenvolvimento ele só se dá nos relacionamentos sociais nos relacionamentos sociais isso porque alguns poderiam perguntar por conta da grande chaga da humanidade vamos Recordar lá no Livro dos Espíritos a partir da questão 913 a espiritualidade Kardec nos coloca isso nos traz que o orgulho e o egoísmo são as grandes Chagas da humanidade E quando é que a gente começa a deixar isso de lado na convivência na convivência é na
3 a espiritualidade Kardec nos coloca isso nos traz que o orgulho e o egoísmo são as grandes Chagas da humanidade E quando é que a gente começa a deixar isso de lado na convivência na convivência é na convivência que a gente vai começar a compreender o outro vai começar a praticar o respeito a ser tolerante a ter compreensão isso tudo gera um entrosamento entre os diferentes sentimentos e os comportamentos existentes então é ao relacionamento social o relacionamento social faz parte e é necessário ao nosso desenvolvimento aqui na terra porque se esse não fosse nós não estaríamos preparados para estar convivendo em sociedade e aí é muito interessante né uma criança que é protegida dos relacionamentos sociais Porque os vizinhos são diferentes porque a escola aquele garoto pensa e a mãe vai Protegendo o pai não deixa o que que ocorre essa criança vai crescer vai virar um adolescente depois vai virar um adulto e vai ser um adulto muito difícil muito difícil porque ele não teve a possibilidade dos relacionamentos por aprendizado quando deveria acontecer então é o favorecimento desses relacionamentos inicialmente na família de origem pai e mão irmãos pai e mãe irmãos primos tios avós bacana mas a gente tem que estar extrapolando isso relacionamento esse da familiar esse relacionamento social colocado por Joana de Angelis fora da família é uma necessidade Nossa para que a gente possa estar se desenvolvendo socialmente e nesse desenvolver socialmente nós vamos crescer espiritualmente Então essa seria a nossa fala para podermos trabalhar esse primeiro momento e agora vamos lá Cristina com a Sheila conversar um pouquinho agradecemos aos nossos convidados que trouxeram contribuições nesse primeiro momento que seriam dignas a um seminário porque todos os dois trouxeram muitos elementos para nossa conversa aqui de dentro desse processo como um todo e pensando no que vocês colocaram nós vamos ter aí algumas sequelas desse isolamento social que foi provocado no período da pandemia por uma razão
a conversa aqui de dentro desse processo como um todo e pensando no que vocês colocaram nós vamos ter aí algumas sequelas desse isolamento social que foi provocado no período da pandemia por uma razão sanitária em termos de competências emocionais isso é um ponto que a gente gostaria de destacar e depois a gente poder comentar um pouquinho como também a questão hoje que nós vemos uma reclamação quase que frequente de algum gestores quanto a inabilidade do jovem que chega a instituição e às vezes poder trocar com os demais colaborar a uma certa resistência a abrir mão da própria posição que talvez seja uma consequência do que Joana já nos fala desse excessivo excessivo fechamento da família dentro dela mesma e às vezes é validando reafirmando algumas coisas que seriam típicas somente daquele grupo social mas eu queria que a gente agora pudesse comentar afirmativa de Emmanuel em um consolador tem muito a ver com o nosso tema que ele nos diz que é Universidade poderá fazer o cidadão mas somente o lar pode edificar O homem tendo a ver na nossa avaliação esse em homem como um ser integral um ser mais múltiplo na sua na sua visão do seu papel perante o mundo e perante os seus próprios o passo a palavra para Sheila e depois o Marco complemento essa questão da formação acadêmica técnica científica é muito importante e trabalha com o nosso hemisfério esquerdo né informações intelectuais compreensão interpretação análise síntese para a população mas o hemisfério direito ele vive de emoção de intuição de sentimento e nós não podemos viver sem os dois né precisamos de ter os dois integrados para que a nossa vida seja equilibrada Então ninguém aqui Tá pretendendo dizer que essa frase demanda se quer sugira que nós não devamos nos formar acadêmicamente de forma nenhuma né é para que a gente não hipertrofia nenhum dos dois lados porque a pessoa que vive emocionada demais o tempo todo ela também está em desequilíbrio então a gente precisa muitas vezes da informação intelectual para compreender Uma emoção e controlar
dois lados porque a pessoa que vive emocionada demais o tempo todo ela também está em desequilíbrio então a gente precisa muitas vezes da informação intelectual para compreender Uma emoção e controlar uma emoção o medo por exemplo medo a gente tem do desconhecido Ah eu tenho medo de cobra aí eu vou estudar as cobras descobrir quais são as peçonhentas as que não são os hábitos de cada uma delas é pouco eu tô segurando uma cobra no braço né porque a informação intelectual me ajudou a vencer uma emoção que me impedia de me relacionar com determinado nicho né da natureza então nós precisamos dos dois e muitas vezes nas famílias em Muitas delas nós temos uma hipertrofia da busca intelectual os pais desde criancinha querem que os filhos aprendam tudo rápido não vamos aprender a ler com um ano aí vamos com quatro anos já tô na Olimpíadas aí com seis anos e já sabe não precisa disso não precisa o mais importante quando a criança é pequena é estruturar o modo como ela sente como ela percebe o mundo a partir daí ela pode fazer qualquer coisa que ela queira e vai fazer muito bem mas não adianta nada eu saber todas as capitais dos estados brasileiros de todos os países do mundo a circunferência da terra os quilombos quadrados que formam o nosso território e não saber lidar com uma demanda de uma chefia de receber um não como resposta da vida e a partir daí me reestruturar para buscar uma outra resposta né hoje em dia eu vejo muito isso de baixíssima resistência à frustração a pessoa por qualquer coisinha levanta da mesa joga a pasta Bate a porta e vai embora e isso não é um comportamento adulto né o adulto ele vê a negativa ele vê as vezes até a injustiça mas ele lida com isso com senso de Equilíbrio que consegue recompor as coisas né e isso a gente aprende em criança a criança que é sempre mandada calar a boca né Cala a boca não chora chorar não é coisa de menino não sei o que para que você tá chorando agora chorar com a gente fraca essa pessoa nunca vai aprender a lidar com as emoções da maneira adequada então
ala a boca não chora chorar não é coisa de menino não sei o que para que você tá chorando agora chorar com a gente fraca essa pessoa nunca vai aprender a lidar com as emoções da maneira adequada então ela não vai se desenvolver nem intelectualmente do jeito correto né é preciso a gente dar o alimento correto no momento adequado enquanto a criança ainda nem completou a sua Encarnação até os sete anos de idade ela não tem condição de grandes voos intelectuais A não ser que ela tenha vindo com ambição específica nessa área né ela tá ali para ser acolhida para ser amada para ser amparada para ser protegida e ela recebendo Isso na idade adequada da maneira adequada ela vai ser um adulta equilibrado que consegue aprender as coisas decidir o que quer fazer enfrentar os seus desafios de maneira muito boa sei lá muito boa sua consideração Porque precisamos deixar claro que o valor de cada instituição na formação do homem integral é pertinente é necessário mas eu não pude deixar de me Recordar de um filme belíssimo chamado Mãos Talentosas onde uma senhora faxineira analfabeta consegue é consegue estimular os dois filhos a ler a estudar a se superar porque falava para os dois que eles podiam tudo só precisavam que se esforçar trabalhar em frente então esse papel do Lar nesse impulsionamento nesse encorajamento encorajamento mas também no desafio você não é para ficar acomodado você precisa crescer então para ver aí um equilíbrio Entre esses dois Entre esses dois mundos né o mundo familiar e o mundo social mundo acadêmico mas eu vou passar a palavra para o Marco agora E aí já fica uma dica porque a Cristina acabou de trazer né filme Mãos Talentosas deve ter em algum streaming aí para vocês buscarem assistir a um filme lindo lindo que vocês não chorem um determinado momento vendo esse filme tão belo que é e não colocando spoiler né mas a mãe é a grande protagonista a família a Cristina falou de dois filhos que foram orientados pela mãe para buscar sim estudar academia isso aquilo mas foi um
belo que é e não colocando spoiler né mas a mãe é a grande protagonista a família a Cristina falou de dois filhos que foram orientados pela mãe para buscar sim estudar academia isso aquilo mas foi um valor que ela trouxe pago os dois ele entra Exatamente isso Kardec nos coloca muito caro no Livro dos Espíritos a diferença entre disfunção e educação quando Emanuel nos coloca a ideia da Universidade instruir mais a família nunca é exatamente isso que a cena nos trouxe o que que é educação a educação é um momento em que a família cria valores na cabeça daqueles seres encarnados o que pode o que não pode o que é certo o que é errado ah você tá sentindo assim meu filho tudo bem Você tem um jeito de sentir assim agora o fato de você sentir raiva não te dá o direito de você bater no outro isso é dentro da família que ele aprende isso é educação isso é educação a instituição às vezes vai fazer não você teve a raiva por conta disso daquilo tal vai estar explicando a raiva mas a família que vai educar vai falar literalmente que você até tem o direito de ter raiva porque a outra pessoa faz uma coisa que você não queria agora apesar disso você não pode estar descontando no outro você não pode ser agressivo você não pode ser vingativo e vai trabalhando a educação os valores e essa é a grande diferença entre o formato cidadão o sentido da instrução e formar um homem para ser um cidadão nessa sociedade com valores com ética isso aqui é o importante por isso quando a Sheila relembrou a proposta de muitas das vezes na fase infantil as crianças serem literalmente sobrepujadas e atividades precisam naquele momento da infância é mais de presença de família mais de presença de família do que de atividades escolares e às vezes a gente investe isso como se a instrução fosse o grande valor e o grande valor nesse momento é presença familiar porque essa presença familiar é que vai estar gerando essa possibilidade dos relacionamentos da afetividade da construção das emoções que é aprendida
e o grande valor nesse momento é presença familiar porque essa presença familiar é que vai estar gerando essa possibilidade dos relacionamentos da afetividade da construção das emoções que é aprendida no momento da Infância e por isso que Emanuel é muito taxativo Joana De Angeles não fala nada diferente muito pelo contrário é esse momento da infância a família é a principal formadora do cidadão com esses valores ou seja o indivíduo educado para o mundo é essa proposta Emanuel nos coloca muito bom nós temos uma contribuição aqui de uma companheira Angélica que ela nos fala que numa roda de conversa com amigos tivemos o questionamento como o espírito reage com como os avós que acham os netos que tem menos afinidade como netos maus em relação aos netos que lhe são afins eu acredito né é muito bem vou passar para Sheila que que você falaria para essa avó aí Sheila considerando seu conhecimento e experiência bem eu sou sua avó de um né E aí eu não posso dizer meu neto é mau só tenho ele né calma não dá para ficar fazendo essas coisas né não tenho parâmetros para comparar e eu também não tive convivência com os meus avós quando eu nasci os meus avós já eram desencarnados ou então o único que eu conheci morava muito longe então cheguei a ter um relacionamento com ele mas eu ouvi muito da minha mãe as histórias dela com os avós e Porque somente as avós que faziam isso né que protegiam um timezinho perseguia um outro né E isso tá tudo dentro do nosso esquema de mundo de expiação e provas os avós são espíritos reencarnados que também precisam se harmonizar com aqueles que nasceram no seu núcleo Mas eles sabem de quem gosta e esse afeto vem vidas passadas né E eles sabem de quem não gostam e esse desafeto também vem de lá dessa herança a tábica E aí a pessoa vai lidar com isso na medida do seu status evolutivo né uma das minhas bisavós ficou viveu doente durante 20 anos na cama sofrendo provavelmente a gente com algum tipo de câncer né que não tinha diagnóstico na época mas
na medida do seu status evolutivo né uma das minhas bisavós ficou viveu doente durante 20 anos na cama sofrendo provavelmente a gente com algum tipo de câncer né que não tinha diagnóstico na época mas segundo a minha mãe ela nunca reclamava de nada ela chamava todo mundo todos os netos todos os dias tá abençoar cada um para desejar que a vida deles fosse boa que eles fossem amigos uns dos outros né então minha mãe relata que quando entrava no quarto dessa avó que é a minha bisavó ela saía de lá como se ela tivesse recebido um banho refrescante que a vibração do espírito é uma né e já tinha outra avó que jogava chinelo de madeira nas pernas dos netos que protegia todos os que eram homens os homens ela protegia todas as mulheres ela castigava para caramba põe apelidos horríveis né nas pessoas de quem ela não gostava E aí o que que eu vejo é a pessoa lidando da maneira correta né e in nada com as suas próprias limitações emocionais Por que que ela protegia os homens e castigava as mulheres provavelmente ela tinha uma autoestima com relação a ser mulher o feminino né desequilibrada ela não ia lidar bem com isso na figura do outro né vivendo na sociedade machista e significa o quê há 100 anos atrás né que ela nasceu ela viveu ela cresceu como é que era essa sociedade né mulher realmente não tinha vez Então nós vamos nos relacionar com aqueles que nasceram depois de nós com base nas experiências anteriores e Com base no meu status moral para que o lide com aquilo da maneira mais produtiva harmoniosa Generosa possível né E isso nem sempre ocorre porque nós estamos em graus evolutivos muito diversos agora ninguém é mal todos nós estamos em processo né Nós estamos equivocados o próprio Livro dos Espíritos evangélico repetem para nós o tempo todo que assumir o comportamento malévolo é sinal de desconhecimento do bem porque depois que a gente conhece o bem de verdade né que a gente experimenta a sensação de viver no bem de fazer o bem não tem como voltar a ser mal é alguma coisa que toca profundamente a
nto do bem porque depois que a gente conhece o bem de verdade né que a gente experimenta a sensação de viver no bem de fazer o bem não tem como voltar a ser mal é alguma coisa que toca profundamente a nossa alma então não existem seres humanos mau sejam eles adultos ou Crianças todos nós somos espíritos imperfeitos a caminho da evolução e qualquer apelido qualquer rótulo negativo influencia na autoestima da pessoa informação e isso ela vai carregar consigo o resto da vida então A responsa muito grande as palavras têm peso e é bom a gente escolher as melhores palavras que você referir as outras pessoas porque isso é uma marca né as palavras marcam a personalidade porque elas têm um valor emocional muito forte É isso mesmo Sheila excelente ponderações e que exemplo dessa sua bisavó é para ser registrado e repetido por todos nós a importância da Benção da avó nós temos aqui uma contribuição é uma pergunta né da nossa irmã Ana Luiza Vilela Faria que eu vou tomar para nós aqui para falarmos rapidamente até porque vamos ter um programa sobre transtornos de humor transtorno afetivo de humor bipolar desenvolvido pelo desencarne da mãe aos 6 anos tem alguma explicação na espiritualidade eu diria que as doenças os transtornos mentais eles são doenças às vezes que a alma carrega de uma existência a outra e na atual Encarnação muitas vezes alguns fatores pelos quais aquela criança jovem é o mesmo adulto passa aquilo que foi resolvido dentro dele no ocasião anterior pode novamente a florar E aí a gente tem uma perda muito precoce de uma relação importante para o desenvolvimento da pessoa que a relação com a mãe né então isso deixou uma marca deixou um trauma que pode ter sido desencadeador E aí a gente fala um transtorno bipolar que talvez tenha começado uma depressãozinha leve num luto mal elaborado lá na infância porque nós adultos também não damos vós a criança que passa por uma situação de Sofrimento então a família precisa aprender a não alisar a criança dos problemas que estão sendo vividos em
na infância porque nós adultos também não damos vós a criança que passa por uma situação de Sofrimento então a família precisa aprender a não alisar a criança dos problemas que estão sendo vividos em família é porque a criança vivencia ela precisa saber o que está sendo vivenciado É lógico Não vamos levar as informações cruéis e às vezes sem tratamento para criança Mas precisamos primeiro esclarecer o que tá acontecendo e a luz do Espiritismo nós podemos explicar o desencarne e esse a continuidade do vínculo afetivo mas temos a sensibilidade de dar um tratamento emocional mais ajustado a essa pessoa mas eu vou convidar a Ana Luiza para estar conosco que nós vamos ter no mês de Se não me engano mais ou Junho um mês que nós vamos falar bastante sobre transtornos mentais tá Ana e eu vou passar para o Marco para ele responder aqui a francinelma Então como vamos lidar com criança com mau humor e também com outra bem sensível melancólico bacana né precisa é uma primeira coisa que a gente tem que estar buscando entender que não existe um quadradinho em que todas as crianças vão se adequar aquela situação cada se reencarnante é Um ser espiritual diferente eles não tá tendo é essas diversas situações e muitas das vezes como você colocou aqui com alguns transtornos é importante a gente é observar que nós formos ver hoje em dia a depressão termina sendo a grande doença do Século 21 em segundo lugar vem a ansiedade mas é pensamos nesse tipo de coisa apenas e quase que exclusivamente nos adultos mas na verdade não nós temos estatisticamente falando até os seis anos chega a um a dois por cento das crianças já com depressão como é que é crianças de seis anos com depressão sim sim e às vezes a gente fica simplesmente colocando não é uma criança mal educada é uma criança que não interage E aí vamos estar recordando que a Cristina acabou de dizer para Ana às vezes esses transtornos eles vêm de vidas anteriores né uma criança de quatro quatro anos cinco anos seis anos com depressão existe
aí vamos estar recordando que a Cristina acabou de dizer para Ana às vezes esses transtornos eles vêm de vidas anteriores né uma criança de quatro quatro anos cinco anos seis anos com depressão existe e lógico pode ser uma criança às vezes mal educada também pode Lógico que sim não vamos estar descaracterizando isso com uma situação que às vezes a família não atuou há tempo para fazer o direcionamento lembram que eu disse que nessa fase da infância onde estabelecemos muito claramente os valores o que pode e o que não pode às vezes você tem em uma família em que a família tem a síndrome do Imperador síndrome do imperador que que é isso é onde a criancinha às vezes com três anos reina ela que estabelece Tudo aos quatro anos você vai por exemplo com a criancinha no restaurante e Fininho onde é que você quer sentar né ele escolhe a cadeira aí daqui a pouco ela não gostei desse lugar quero mudar não não não não grita não pode mudar olha só é a síndrome do Imperador numa criança nós estamos dando um poder para um serzinho de quatro anos quando nesse momento ele tinha que estar sendo direcionado educado firmado posição do que pode não pode e não dizer que ele tá reinando o que que acontece com essa criança vai ser às vezes uma criança mal humorada quando ele quer uma coisa e as pessoas não atendem Vejam Só nós temos aí um problema que não é um transtorno mental é uma falha no processo de educação então nós temos que estar analisando isso claramente mas é tem que estar sendo observado que existem casos em casa a gente não pode generalizar mas muitas das vezes numa situação dessa da melancolia ou do mal humor uma outra mais sensível nós vamos estar pegando o que tá no evangelho que os pais que para expressar o comportamento dos nossos filhos o dizer do nosso querido Santo Agostinho e na hora que a gente está respeitando ou seja vendo identificando a gente tem que atuar às vezes nós somos incompetentes para um diagnóstico temos que tá pedindo ajuda né Lógico eu colocaria nesse primeiro momento que o
e está respeitando ou seja vendo identificando a gente tem que atuar às vezes nós somos incompetentes para um diagnóstico temos que tá pedindo ajuda né Lógico eu colocaria nesse primeiro momento que o apoio espiritual é sempre importante então numa situação dessa dentro dos nossos ambientes domésticos é não deixem de fazer o Evangelho no Lar o Evangelho no Lar ele vai ser a primeira pílula primeira pílula para esse processo doentio na família porque a gente vai estar Protegendo o nosso ambiente doméstico é dessas dificuldades de relacionamento sociais que vão estar acontecendo dentro da própria família agora é a única exclusivamente isso não às vezes a gente vai ter que estar levando aqui um psicólogo às vezes no médico um psiquiatra por exemplo para estar identificando aqui a melancolia hoje a depressão Quem faz isso é um psiquiatra vou levar no meu filho no Psiquiatra o que que é o psiquiatra o psiquiatra é um médico que trabalha com a mente com o cérebro com cérebro o psicólogo trabalha com a mente o psiquiatra vai estar trabalhando com o cérebro né quebrou um braço você leva no ortopedista tem um problema no dente é no dentista teve um problema de comportamento muito das vezes numa situação dessa é um médico correto é um psiquiatra não tem que estar tendo medo Ah meu filho não é louco ninguém tá dizendo isso ele tá com problema muitas das vezes você não é necessário até fazer uma correção orgânica nesse sentido com o remedinho mas a feira pediu para contribuir com essa resposta né Sheila pedi sim é porque eu como trabalho com terapia e eu atendo muitas crianças né e suas famílias eu tenho visto essa queixa de problema mental de comportamento criança muito medicalizada desde muito pequena né E aí eu sempre tenho uma atitude básica vamos voltar ao básico criança hidratada alimentada com bons alimentos que não contenham coisas Ultra processadas que não tem um cargo grande de Açúcar conservante estabilizante a criança que toma sol que recebe atenção que dorme bem e que tem o apoio
com bons alimentos que não contenham coisas Ultra processadas que não tem um cargo grande de Açúcar conservante estabilizante a criança que toma sol que recebe atenção que dorme bem e que tem o apoio familiar você fechou esse básico o Mal Comportamento continua aí vamos pensar porque no básico a criança é um ser natural se ela tá recebendo o apoio básico da maneira adequada ela tem a tendência de se auto regular Então antes de fazer grandes intervenções vão voltar no básico É hidratar bem cuidar bem do Sono alimentação saudável com horário uma rotina que equilibre convivência em intelecto diversão verdade para escolher alguma coisa presença afetiva né Vamos cuidar do básico o básico está sendo dado continua o comportamento divergente Aí sim tem uma justificativa para a gente fazer uma intervenção maior na maioria das vezes eu vejo uma falta de elementos básicos na formação da Criança e dos jovens na hora que esse básico é restaurado ela se comporta de uma outra maneira e não tem como fazer esse básico se os pais não se tratarem os pais precisam de ajuda né para oferecer o básico equilibrado para os seus filhos Eles têm que ter isso dentro de si e muitas vezes ser pai e mãe é um jeito de a gente entrar em contato com essas coisas que a gente não conseguiu trabalhar quando era criança mas agora para trabalhar com a criança externa né a outra criança que não sou eu eu vou precisar mexer em mim porque não tem nada que desafia mais a gente a melhorar com uma pessoa do que maternidade bom Que papo gostoso esse da noite de hoje quantas questões quantas raciocínios eu vou já adiantar para os nossos convidados que eu vou chamá-los de novo para a gente fazer o papo 2 sobre família e relacionamento sociais Porque ficaram várias questões que vocês trouxeram para a gente poder dar uma luz e trabalhar um pouco quanto a isso e meus irmãos infelizmente nosso tempo está esgotado não vamos mais poder responder questão nenhuma Vamos responder algumas dessas questões lá pelo nosso Instagram Instagram da área
ouco quanto a isso e meus irmãos infelizmente nosso tempo está esgotado não vamos mais poder responder questão nenhuma Vamos responder algumas dessas questões lá pelo nosso Instagram Instagram da área da família Brasília agradecer de coração aos nossos convidados a Sheila já deixando o convite para a próxima ao Marco leite também deixando para ele o convite para a próxima e falando para todos vocês que a nossa gratidão pela presença e contribuição de vocês é enorme na próxima semana nós inaugurando o mês de março que será o mês todo dedicado a mediunidade e a nossa primeira convidada é nossa irmã Márcia Leon que vai falar sobre a mediunidade na família aguardamos vocês na próxima quarta-feira Até lá fiquem com Deus tchau tchau Você gostou desse conteúdo então nos ajude a manter esse trabalho todos os dias nossa equipe profissional trabalha incansavelmente para que você tenha acesso a este e outros mais de 4.000 vídeos produzidos por nós da febtv somos como nicólogos produtores roteiristas diretores de fotografia cinegrafistas editores designers programadores técnicos de áudio cenógrafos e juntos fazemos da febtv uma companheira diária das suas e das nossas vidas por meio da infraestrutura e das Produções da febtv podemos criar a FEB likes e a febre podcast disponíveis em diversas plataformas streaming e sites exclusivos com conteúdos únicos pensados para você assistir e ouvir no trabalho na academia no carro em todos os momentos e aí podemos contar com a sua colaboração a padrinho a febre TV www o febtv.com.br e faça parte dessa rede de investidores do bem estamos com você através da febtv
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