A Essência da Comunicação – T9:E11 | Linguagem corporal
Na nona temporada de Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis, a apresentadora Cristiane Beira reflete sobre a essência da comunicação, destacando como a fala, a escuta, o silêncio e as atitudes moldam nossas relações e favorecem o autodescobrimento. Neste episódio, a expositora aborda a linguagem corporal como expressão silenciosa do mundo interior. A partir da obra de Joanna de Ângelis, analisa como gestos, posturas e expressões refletem o estado da alma, revelando o equilíbrio ou o conflito entre pensamento, emoção e ação. 📚 Referências bibliográficas: • Em Busca da Verdade, cap. 1 • Encontro com a Paz e a Saúde, caps. 3 e 9 • Triunfo Pessoal, caps. 3, 5 e 6 • Psicologia da Gratidão, cap. 3 • O Homem Integral, cap. 6 • O Despertar do Espírito, cap. 7 • Vida: Desafios e Soluções, caps. 3 e 9 • Autodescobrimento: Uma Busca Interior, cap. 10 🎬 Indicação de Filme: O Artista (2011) #PsicologiaEspírita #JoannaDeAngelis #CristianeBeira #Comunicação #LinguagemCorporal #Autoconhecimento #Espiritismo *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita. com Joana de Angeles. O episódio de hoje é sobre linguagem corporal, o quanto que a comunicação ela se expressa muito além do que as palavras, do que o som que a gente emite. Nós falamos muito através de gestos, de atitudes. É possível nós percebermos o que uma pessoa está sentindo, o que ela está pensando, ainda que ela esteja em silêncio. É possível que a gente analisando a postura, a forma como ela se coloca, nós conseguimos interpretar muitas coisas. Tem inclusive ciências que analisam isso. Tem vários livros que foram publicados sobre linguagem corporal, mostrando estudos, estudos que são assim interessantíssimos. Tem um livro que fala sobre traumas, muito interessante, e ele mostra o corpo, o quanto que o corpo, o corpo guarda marcas. Não me lembro o nome do autor. O corpo guarda marcas. é um é um pesquisador, um psiquiatra eh de Boston que acabou fundando, estuda isso há 30, mais de 30 anos, 40 anos e acabou fundando centros de apoio, né, ao trauma. Ele ele estuda a questão dos traumas, estudou aqueles veteranos de guerra que voltavam do Vietnã. Depois ele percebeu que esse corpo que tinha marcas dos traumas vividos na guerra eram traumas semelhantes. O corpo se comportava de forma semelhante do que mulheres que eram abusadas, violentadas, crianças que eram também violentadas. E aí ele vai se especializar em ajudar essas pessoas a conseguirem diluir esses centros de de emoção que ficam represados, tensos e que se manifestam no soma, no corpo, na carne. Eh, então é é tudo junto e misturado. A gente que tem a ilusão de que as coisas são feitas em partes, né? O que está na minha mente está na minha mente. O que está na minha emoção fica lá dentro na emoção. Aquilo que o corpo sente é o corpo que está sentindo. Mas na verdade não é assim. As ciências já provam hoje que é é uma manifestação única. Aquilo que a gente sente emoção automaticamente é transferido para o corpo e ao mesmo tempo interfereem nossos pensamentos, em
e não é assim. As ciências já provam hoje que é é uma manifestação única. Aquilo que a gente sente emoção automaticamente é transferido para o corpo e ao mesmo tempo interfereem nossos pensamentos, em nossa mente. É tudo conectado. Aquilo que a gente pensa automaticamente manifesta em nosso corpo na forma de emoções que vão impactar a parte fisiológica, né? Então, é interessante a gente ver como nós somos realmente integrados, apesar de a gente ter essa ilusão de que nós podemos falar de partes do ser humano. A própria medicina tem começado a resgatar essa visão do todo porque ela precisou se especializar muito para entender, porque o corpo, o corpo humano é muito complexo. Então aí o nível de especialização é você vê um um cirurgião que é especialista em mão e ele ele entende muito da mão, mas se ele tiver diante de alguém para fazer uma consulta e ele consultar à mão, ele vai ter menos possibilidade de ter sucesso no tratamento do ser humano que está ali. Ele precisa entender aquele ser humano. Ele não pode se esquecer que a mão ela tá conectada a todo um ser inteiro que tem emoção, que tem medos, que tem expectativas a forma como ele vive. Então, a medicina tem trazido essa questão da humanização, ou seja, vamos lembrar que quando nós estamos cuidando de um pedaço de um corpo, tem um humano conectado nele. É importantíssimo a gente ter essa visão do todo. Então, pra gente falar sobre linguagem corporal, eu gostaria de começar fazendo uma proposta, que vocês nesse momento, olhem pro próprio corpo, olhem mesmo. Olha pro corpo, analisa esse corpo e presta atenção nele. Observa você nesse momento e busca algum ponto de tensão. Você tá tensa. Os ombros é os ombros são lugares que muito comumente a gente tá com eles tensos, né? Relaxa, relaxa. Solta os ombros. Tem tensão nos ombros? Aqui, ó. Tem tensão na nuca? Onde mais? Como é que estão suas pernas? Tão relaxadas? Tronco, abdômen, rosto. Às vezes a gente tá contraindo. Presta atenção em você. Normalmente quando a gente presta
? Aqui, ó. Tem tensão na nuca? Onde mais? Como é que estão suas pernas? Tão relaxadas? Tronco, abdômen, rosto. Às vezes a gente tá contraindo. Presta atenção em você. Normalmente quando a gente presta atenção na gente, a gente se dá conta de que estava sentindo alguma coisa sem perceber que estava. Essa é uma forma que a gente tem de provar que o corpo manifesta emoções, pensamentos, preocupações. Ele manifesta sem que a consciência saiba. Ou seja, não foi um ato consciente que travou o meu ombro. Eu não pensei assim: "Puxa, estou preocupado com a situação de saúde, não sei de quem, então vou contrair os meus ombros. não é consciente. Eu contraio os ombros sem saber. E muitas vezes, se alguém me pergunta, você tem algum músculo aí contraído, Cris? Eu vou dizer não. Vou dizer não. Posso dizer não? Ou eu vou dizer assim: "Pera aí, não sei, né? Não sei." Daí a pessoa, mas mas ó, vou te dar uns minutos, vai faz um, vasculha aí, né? Faça um raio X aí pelo seu corpo. E aí eu paro, desligo a tensão do mundo de fora, volto para mim. Nossa, eu percebi que eu tava com o abdômen contraído. Agora tô fazendo força para falar com vocês. Detectei aqui um abdômen contraído. E meus ombros quando eu vou falando, eles vão também tensionando. Muito provavelmente quando eu falo, eu vou pondo energia e o corpo vai ficando eh com esse tôus para dar energia. Mas é inconsciente. Eu não parei para pensar, Cris, você vai falar para ter uma força na voz. Contrai o o contraia o seu abdômen e fortaleça aqui a sua postura para você falar com energia. Não foi consciente. Então, a linguagem corporal ela vai mostrar pra gente aquilo que a consciência não sabe. Ela vai apresentar pra gente aquilo que a gente, enquanto ego, enquanto consciência não se dá conta. Por isso que é importante, é interessante, é um recurso a mais que a gente tem a gente prestar atenção no próprio corpo, treinar a atenção no corpo ao longo do dia, em algumas em alguns momentos, a gente fazendo um tipo de uma pausa com o olhar para si. Nossa, pera aí, deixa eu
a gente prestar atenção no próprio corpo, treinar a atenção no corpo ao longo do dia, em algumas em alguns momentos, a gente fazendo um tipo de uma pausa com o olhar para si. Nossa, pera aí, deixa eu pegar uns minutinhos aqui, deixa eu ver como que tá meu corpo, o que que eu tô sentindo? ou depois de algumas situações, por exemplo, tive uma reunião com o meu chefe, terminou a reunião, não sai correndo já embalando no próximo trabalho, tira 3 minutos para analisar como eu fui nessa reunião. Deixa eu prestar atenção como eu me posicionei, deixa eu lembrar como que eu me a postura com que eu me apresentei. Será que eu fiquei com risadinha? Não fiquei com risadinha. Tudo isso aconteceu de forma inconsciente. Muita coisa aconteceu de forma inconsciente nessa reunião e eu fui me adaptando inconscientemente. E é interessante para mim, se eu tiver a chance de resgatar para fazer essa a análise, porque eu vou perceber coisas de mim que eu não conheço, porque o meu corpo tá manifestando eh expressões direto do inconsciente. Então, por exemplo, eu dei esse exemplo da risadinha. Então, eu posso falar assim: "Que isso, Cris? Por que que você ficou lá com umas risadinhas que eram meio forçadas, forjadas?" Ai, já sei. É porque tocou num assunto que eu tenho um pouco de receio porque eu não domino ou ah, é porque o chefe tava com uma cara feia e eu acho que eu tava tentando amenizar a situação, aliviar a tensão. Mas que bom, agora eu tenho consciência de mais formas, mais mecanismos. de atuação que são meus. Eu costumo fazer assim. Eu percebi que se tem alguém com cara fechado, eu vou ser aquela que vai tentar descontrair por meio de uma brincadeirinha. Olha, tô sabendo mais de mim. não sabia que eu tinha esse lado. Então, a gente prestando atenção na gente mesmo, a gente vai detectando as nossas sombras, a gente vai iluminando e conhecendo mais da gente mesmo. Ou, por exemplo, eu chego em casa, vou visitar meus pais, fico um tempo lá, volto embora, faz uma análise. Como você ficou
o as nossas sombras, a gente vai iluminando e conhecendo mais da gente mesmo. Ou, por exemplo, eu chego em casa, vou visitar meus pais, fico um tempo lá, volto embora, faz uma análise. Como você ficou lá, Cris? Você ficou relaxada? Nossa, eu percebi que na casa dos meus pais eu relaxo de um jeito que eu não relaxo em lugar nenhum. Olha, eu me esparramei no sofá, parecia que eu tinha o quê? 10 anos de idade. Que legal. Por que que você não consegue fazer isso em outros lugares? Vamos olhar para isso, né? E que tal se você tentar treinar esse comportamento gostoso que tem lá? Ou não, eu posso sair e falar: "Nossa senhora, eu tô saindo com dor na testa de lá, com dor na nuca. Por que será?" Ah, é porque entrou naquele assunto, eu fui ficando tensa porque eu tenho vontade de falar um monte de coisa, mas eu acabo não falando, mas aí eu vou tensionando, sair com dor de cabeça. De qualquer forma, a análise ela vai permitir que eu conheça mais de mim mesma e eu posso conhecer mais de mim mesma analisando o corpo. Jung falava, né? falava que a gente, o inconsciente se manifesta na forma de símbolos, de sonhos, de sincronicidade, mas ele se manifesta também no nosso corpo, na nossa postura, nos gestos que a gente faz, nas atitudes que a gente toma ou que a gente deixa de tomar por medo. Se a gente analisar postura, atitude, gesto, a gente vai conhecer muito da gente mesmo. Então, para quem busca o autoconhecimento, é mais um recurso que a gente dispõe, analisar o corpo, porque o corpo traz mensagens do inconsciente. A gente costuma, inclusive falar sobre isso de uma maneira eh popular, quando a gente diz assim: "E aí, Cris, como é que você tá?" "Ai, tô carregando o mundo nas costas. Nossa, minhas costas estão travadas". Quem aqui já não travou as costas em momentos em que tava com muita coisa sobrecarregado? Quem aqui já não passou por alguma situação em que quis falar alguma coisa, não falou, não falou, não falou e produziu uma midalite. Aí a gente fala: "E aí tá engolindo o sapo, ao invés de
ecarregado? Quem aqui já não passou por alguma situação em que quis falar alguma coisa, não falou, não falou, não falou e produziu uma midalite. Aí a gente fala: "E aí tá engolindo o sapo, ao invés de deixar ele escapar, tá pondo para dentro, aí tá inflamando suas vias eh por onde sua voz deveria se expressar". Então, a gente costuma trazer expressões eh eh de que o corpo mostra aquilo que está sendo vivido no mundo íntimo. A gente às vezes é uma questão de postura, então você isso isso é batata, gente. Isso é isso assim, é 90 em 100 vezes que acontece. Você chega pra pessoa, ela tá lá desarmada, né, aberta e aí você fala assim: "Fulano, deixa eu falar com você a respeito daquele assunto". E a pessoa faz assim: "Claro, pode falar. Tipo assim, me armei, pus um escudo na frente, agora você pode falar." Então, essa coisa de travar os braços na hora que você percebe uma ameaça, a gente pode até prestar atenção. E aí quando eu vejo que eu tô fazendo isso, eu desarmo na hora. Como quem disse, para Cris, relaxa. Mas é automático isso, né? E às vezes a gente vai dando passinhos para trás, como quem diz: "Tô indo, tô indo, tô indo, tô fugindo disso". Então tem muita riqueza. Se a gente souber aproveitar, analisar as nossas atitudes e posturas, eh, o inconsciente se expressa muito por meio do corpo. Bom, então vamos começar trazendo Joana de Angeles e e ela, eu começo trazendo justamente isso, quanto que o inconsciente se manifesta, ele é vivo e ele traz na forma de de eh de símbolos. E aí você fala assim: "Ã, puxa vida, eu gosto tanto de velas. Ah, eu tenho uma duração por velas, eu coleciono velas, aonde eu vou, eu fico de olho em velas. Isso é relevante. Isso não é um por acaso. Isso é seu. O seu irmão, a sua vizinha não tem essa busca, não tem essa essa esse interesse por velas. Isso já é um motivo para você se conhecer. Que será que é vela para mim? Quando eu vejo uma vela, que que ela traz de mensagem? Porque certamente não é a vela em si. Não é a vela. Eu posso ter ficado
Isso já é um motivo para você se conhecer. Que será que é vela para mim? Quando eu vejo uma vela, que que ela traz de mensagem? Porque certamente não é a vela em si. Não é a vela. Eu posso ter ficado fanatizada por uma vela, porque ela tinha uma estética linda. Tá bom, mas a outra vela não tem. Se eu continuo gostando de tudo quanto é tipo de vela, eu não estou falando da forma dela. Não é porque ela era uma vela bonita, é porque é o que ela é. Ela é uma vela. E por que que eu vou ter essa atração por vela? Por que que eu busco? Me interessa. Fico de olho onde eu vou, se tem vela. Porque ela traz uma mensagem, é seu inconsciente te fazendo prestar atenção de uma forma metafórica. O inconsciente é metafórica. O inconsciente trabalha com símbolo. O inconsciente trabalha com imagem. É como se é como você, não é a vela literal. E a mesma coisa acontece com os nossos sonhos. Nossa, eu ando sonhando muito com carro. Uma hora eu tô dentro do carro, outra hora tô fora do carro. Uma hora alguém tá dirigindo, outra hora o carro desgoverna, outra hora eu não acelero, ele não anda. Que que é carro? Esse carro, ele é uma metáfora para alguma coisa. Ele tá te trazendo uma mensagem simbólica, encapsulada. Tenta interpretar. E aí não adianta ir para dicionário de sonhos, porque esses símbolos eles são meus. Pode até coincidir que o símbolo que para mim representa bate com o símbolo que está no dicionário dos sonhos. Mas eu não tenho garantia nenhuma que seja. A análise é personalizada. A vela para mim não é. Pode até ser, porque como eu estou mergulhada no inconsciente coletivo, pode até ser que o meu inconsciente se apropriou de um símbolo do inconsciente coletivo que diz respeito a toda a humanidade para me dar uma mensagem, mas eu não sei. Pode ser que não. Pode ser que a vela eu perceba que quando eu fui parar para pensar, eu me lembrei de quando eu era criança, que a minha mãe acendia uma vela sempre, que ela estava em apuros e ela fazia das suas orações ao redor de uma vela.
erceba que quando eu fui parar para pensar, eu me lembrei de quando eu era criança, que a minha mãe acendia uma vela sempre, que ela estava em apuros e ela fazia das suas orações ao redor de uma vela. Então, pode ser que tenha essa relação comigo. E essa vela traga para mim uma mensagem do tipo: "Cris, lembra de quando você tiver em apuros de orar, porque a sua mãe orava perto de uma vela quando ela estava com algum problema. Será que o inconsciente não tá me chamando atenção, Cris? Eu não tenho orado diante dos problemas. Lembra? Paraa sua mãe ajudava tanto. Será que para você não ajuda também? Que tal se você voltar a fazer essa prática da oração? Pode ser que seja isso. O importante é a gente dar chance dessa conversa acontecer. Joana de Angeles, não só Joana de Angeles, a psicologia fala dessa dialética, fala desse diálogo interno. Joana deângeles fala: "A gente evolui quando a gente sai do monólogo pro diálogo." A gente antes vive no monólogo porque a gente só fala, a gente não dá chance para dentro da nossa cabeça haver um confronto, um enfrentamento de ideias. A gente fica preso, fixado numa ideia, é aquilo, eu tenho certeza, só pode ser. Não, eu sei. Isso é monólogo. O diálogo é quando eu me permito fazer perguntas. O que será? Será que é isso? Será que não pode ser outra coisa? Que que seria a vela para mim? E quando eu quando eu começo a fazer perguntas, respostas começam a surgir e eu amplio a minha consciência. De repente me dá um insight que eu nunca nem imaginei e eu me dou conta de alguma coisa que vai ser muito importante para minha vida. Então, os símbolos eles são convites para uma análise de si mesmo. E esses símbolos vêm também na forma de eh manifestações corporais, doenças, sintomas, tensões, posturas, postura fechada, postura aberta, atitudes, a forma como você se coloca, gestos. Você chega num lugar novo, você é a pessoa que estufa o peito, ergue a cabeça e vai tentar fazer amizades. Ou você é a pessoa que pega alguma coisa na mão para ter que ocupar
o você se coloca, gestos. Você chega num lugar novo, você é a pessoa que estufa o peito, ergue a cabeça e vai tentar fazer amizades. Ou você é a pessoa que pega alguma coisa na mão para ter que ocupar e vai se encolhendo, entrando, chegando num cantinho para não ser percebido. Tudo isso é uma é uma linguagem que está sendo expressada ali. Para quem quiser ouvir. Eu posso estar de boca fechada, mas eu tô gritando um monte de coisas a respeito de mim, simplesmente pela minha forma, pela minha postura. Então o inconsciente tá aí mandando mensagem o tempo todo. Então Joana de Angeles no livro Em Busca da Verdade, capítulo um, ela fala: "O inconsciente é uma floresta densa, a parte submersa de um iceberg, flutuando sobre as águas tumultuadas da existência física". A grande maioria dos atos e comportamentos humanos, na sua expressão mais volumosa, procede do inconsciente, sem a interferência da consciência lúcida. Um parágrafo e Joana explicou tudo. Ela trouxe dois símbolos que são interessantes pra gente analisar. Inclusive aparecem muito em sonhos. Eu sonhei que eu estava entrando numa floresta. A floresta era escura. Você tá entrando no inconsciente. É muito, é muito. Tudo bem que cada um é cada um. Acabei de falar, não vou desfalar o que eu falei. É verdade que você precisa analisar se floresta para você tem um conteúdo particular. Ah, é porque quando eu era criança, eu visitava meu vô e meu vô morava num lugar que no fundo tinha uma floresta. Eu ficava imaginando o que que tinha lá. Então a gente precisa sim ir atrás desse símbolo de forma personalizada, o que que ele é para mim. É assim que começa sempre análise de sonhos. Mas para um eh eh para uma sociedade, o o entrar em floresta significa entrar em lugar de que não foi desbravado, que é primitivo, que costuma estar escuro, que tem criaturas vivendo lá dentro. É, é o inconsciente. O inconsciente é um lugar que eu não fui desbravado, que é primitivo, porque tem conteúdos lá de trás, que tem criaturas vivas nele, os complexos, eh, que que
s vivendo lá dentro. É, é o inconsciente. O inconsciente é um lugar que eu não fui desbravado, que é primitivo, porque tem conteúdos lá de trás, que tem criaturas vivas nele, os complexos, eh, que que está desconhecido da consciência. Então, tanto floresta quanto profundezas do oceano, mesma coisa. Eu vou, eu sonhei que vinha uma onda que me que me arrastava, eu sonhei que eu que eu afundava. Eh, eu sonhei que eu andava embaixo no fundo do mar, inconsciente também, porque a mesma coisa, tem a superfície, o dia, o sol, a consciência. E a hora que eu afundo, eu me aprofundo, eu vou para dentro, eu descubro esse lugar que vai ficando mais escuro conforme eu aprofundo, a sombra vai sendo maior e lá embaixo é um universo inteiro com criaturas vivas, com coisas acontecendo, com dinamismo inconsciente, né? Então, eh, pra gente perceber o quanto que o inconsciente tenta falar com a gente por meio de sonhos, de símbolos, de imagens, às vezes brota uma imagem. Às vezes alguém tá querendo perguntar pra gente alguma coisa, querendo entender o que tá acontecendo e a gente fala assim: "É como ser?" Mas Cris, que que é? Não tô entendendo o que você tá falando. Daí eu digo assim, ó, é como se eu tivesse que que plantar uma coisa e a hora que eu vejo eu não tenho negócio para plantar, eu não sei o que que é plantar. Eu trouxe uma metáfora para explicar o que eu estou passando, por exemplo, num relacionamento. A gente usa muito isso da metáfora, é como ser. E a metáfora é a linguagem do inconsciente. H, eu trouxe mais um trecho que ainda fala sobre esse oceano, que agora está no livro Encontro com a paz e a saúde, capítulo 9. A benfeitora diz: "Esse oceano quase infinito que é o inconsciente humano, responde pela conduta e pelos reflexos mentais, emocionais e morais de cada indivíduo, que se expressa conforme os arquivos eh de que é portador. O ser humano transita invariavelmente pelo processo evolutivo em estado de adormecimento no que diz respeito às ações, vitimados pelo ressumar dos
e expressa conforme os arquivos eh de que é portador. O ser humano transita invariavelmente pelo processo evolutivo em estado de adormecimento no que diz respeito às ações, vitimados pelo ressumar dos arquivos do inconsciente que liberam hábitos e atividades fixados, ensejando-lhe a repetição repetição automática deles, sem o necessário discernimento que advém da consciência, da conquista da consciência. Então, o que que Joana tá trazendo pra gente aqui? Que esse inconsciente é como se fosse um oceano gigantesco, vivo, com um monte de coisas acontecendo dentro dele, mas é um lugar desconhecido, difícil de ser desbravado, que tem toda uma característica própria, né? Eh, e o ser humano está num processo de conscientização. Nós estamos estamos num caminho que está nos levando do inconsciente para a consciência. Mas por enquanto vivemos muito mais de forma inconsciente do que consciente. Se formos analisar nossa vida um dia, desde a hora que eu acordo até a hora que eu for dormir, tudo que eu fiz durante o dia, se nós tivéssemos como analisar segundo a segundo, a gente veria, a gente comprovaria que o maior, a maior parte das vezes, o maior tempo gasto ao longo do dia foi gasto pelo pela manifestação do inconsciente. Ou seja, eu ajo muito mais levado por conteúdos do inconsciente do que da consciência. A consciência é aquela que planeja, escolhe, categoriza. A gente faz isso ao longo do dia. A gente acorda e fala: "Eu vou trabalhar". É uma atitude consciente. Eu não fui trabalhar sem querer. Nossa, eu nem vi que eu vim trabalhar quando eu percebi, eu estava aqui. Isso é viver de forma inconsciente. A gente faz isso quando tá dirigindo. Você sai da sua casa, o inconsciente diz: "Você vai pra casa da sua mãe, tá bom? Vou começo a dirigir, levo 20 minutos para chegar. Quando eu chego lá e falo: "Nossa, não lembro do percurso". Ou seja, o inconsciente estava atuando ali, a consciência deu o o comando. Esse inconsciente, ele tá muito presente na nossa vida. A gente não vai percebendo. Aí você vai tomando,
lembro do percurso". Ou seja, o inconsciente estava atuando ali, a consciência deu o o comando. Esse inconsciente, ele tá muito presente na nossa vida. A gente não vai percebendo. Aí você vai tomando, inclusive, as decisões que você toma conscientemente, muitas são motivadas pelo inconsciente. Você acha que está escolhendo, mas você tá sendo levado por automatismos, atavismos, complexos, conflitos. Alguém diz assim para mim, ã, Cris, vai ter um um a gente vai se reunir para karaok, agora já saiu de moda karaquê, né? Teve uma época que era febre, a gente vai para um karaok, vai. E aí eu penso assim, ai, mas eu tenho coisa para fazer conscientemente, conscientemente, conscientemente. Eu tô achando que eu estou analisando se eu quero, se eu não quero, se eu posso, ah, mas eu tenho uma coisa que ficou pendente, aí acho que dessa vez não vai dar. Aí eu pego meu carro, vou embora para casa. No caminho o inconsciente traz. Jura, Cris, que você acha que você não foi no caraqu porque você tinha coisa para fazer? E aí eu percebo que lá no fundo eu ia morrer de vergonha, porque eu ia ter que me expor. Então, conscientemente eu achei que eu estava decidindo porque eu tinha coisa para fazer. Mas depois, se eu tiver um pouco de atenção, eu e eu olhar para mim, eu vou perceber que tinha algo antes, algo antes que me levou a não querer ir. E eu, para não querer ir, justifiquei de forma consciente o que o inconsciente quis fazer. Nós somos muito movidos pelo inconsciente. Pode pesquisar na internet que vocês vão achar muitos livros falando do poder do inconsciente ou do subconsciente, dependendo do conceito que tá sendo trabalhado. Ã, bom, a gente também desenvolve eh posturas, né? Eu já falei isso disso no começo, posturas, gestos, atitudes. A gente costuma desenvolver essas posturas como associadas a personas que a gente cria. E essas personas elas vêm para eh proteger as nossas nos proteger das nossas próprias fragilidades. Então, é bastante comum você eh recon identificar uma postura em
ciadas a personas que a gente cria. E essas personas elas vêm para eh proteger as nossas nos proteger das nossas próprias fragilidades. Então, é bastante comum você eh recon identificar uma postura em alguém que seja muito dele. E aí você fala: "Nossa, essa postura tem cara do fulano mesmo". Só que essa postura, ela está associada com a persona que o fulano criou, não é com o fulano, na verdade. Então, por exemplo, você me vê sempre séria e aí você fala: "Ah, a crise é séria". Pode ser, pode ser que seja do espírito, seja do meu, da minha essência, algo mais calmo, menos expansivo, menos extravagante, menos exótico, menos eh e extrovertido. Ou pode ser que não, pode ser que eu esteja sempre séria como um mecanismo de defesa por causa de algo que eu trago lá dentro. Por exemplo, medo de passar vergonha ou de ser inconveniente ou receio de falar alguma coisa que as pessoas deem risada de mim. Tenho medo de pagar mico. Para mim, se eu pagar mico, vai ser o Tem gente que não tá nem aí de pagar mico, mas pode ser que para mim, se eu tiver que pagar o mico, vai ser assim uma tragédia. Então, o que que eu faço para proteger esse medo que eu tenho de pagar mico, que vai ser para mim muito doído, para me proteger de desse risco, eu crio uma persona e colo na persona a seriedade. Então, eu sou séria. Como eu sou séria, eu falo pouco, eu me eu me eu me expresso menos, eu não sou uma pessoa que vai se expor e aí eu não corro o risco de pagar mico. Então, muitas vezes a as personas que a nós que nós criamos, como as pessoas nos vêm, as máscaras sociais, persona é essa? A máscara social que a gente cria para mostrar pros outros, para ser aceita na sociedade, faz parte, não é errado, é bom. Se a gente não tivesse personas, a gente ia se matar muito mais do que a gente se mata. Essas pessoas seguram muito, porque como eu tenho uma persona, eu zelo por ela, então eu não falo tudo que eu tenho vontade, eu me seguro, a pessoa ela é conveniente pro ambiente. A gente se posiciona, facilita a vida. A
m muito, porque como eu tenho uma persona, eu zelo por ela, então eu não falo tudo que eu tenho vontade, eu me seguro, a pessoa ela é conveniente pro ambiente. A gente se posiciona, facilita a vida. A vida social, a vida civilizada, ela é muito construída com base nas personas. Tanto que quando uma pessoa não tem persona, ela se torna inconveniente, a gente teme ela porque ela é inadequada pro lugar. Ela é inapropriada, ela ela ela extrapola, ela fala o que não era não cabe, mas a gente aproveita as personas e a gente cola mecanismos de defesa eh nelas que são atitudes. Ou eu posso ser o contrário, eu tenho tanto medo de pagar mico que eu já chego pagando mico num extremo. Tem até um nome, uma expressão na psicologia que que me falha a memória agora. Ou seja, eu já chego chamando atenção, fazendo piada, todo mundo para para olhar, se assusta comigo, porque pronto, se eu ia pagar micro, eu já chego pagando e chego de um jeito que eu até amedronto as pessoas, as pessoas até recuam: "Nossa, que que essa maluca? Que que é essa doida que chegou aqui? tenho medo dela, me afasto e aí eu tô protegida do mesmo jeito. Então a gente vai criando mecanismos de defesa, incorporando na persona que se que se mostra pela sua atitude, pela sua postura, ela se mostra de um jeito para esconder ou para se proteger de algo, né? a persona como proteção. Aí eu trouxe um trecho que Joana passa por isso, que está lá no livro Triunfo Pessoal, capítulo C. Então ela diz, a sombra tormentosa que resulta da consciência de culpa ou do desconhecido, tudo aquilo que é ignorado ou rejeitado com severidade, quando conscientizada transforma as heranças instintivas em atos racionais que irão contribuir para a formação de atitudes saudáveis descomprometidas com as fobias e os receios que se ocultam ou desvelam nas diferentes formas de complexo. Então, às vezes a gente já vai consciente. Joana tá trazendo aqui um trecho em que nem é uma questão de uma persona, porque a persona ainda ela pode estar em numa função eh a serviço de
s de complexo. Então, às vezes a gente já vai consciente. Joana tá trazendo aqui um trecho em que nem é uma questão de uma persona, porque a persona ainda ela pode estar em numa função eh a serviço de algo. Do jeito que Joana traz aqui é um pouco diferente. Ela diz que ao me conscientizar eu desmonto mecanismos de defesa e aí eu vou ser mais autêntica, eu vou ser mais essencial, eu vou estar mais alinhada com quem eu sou. Aquilo que eu estava descrevendo antes é uma é uma interface, é um é uma é uma fase intermediária. Primeiro, eu me protejo para não pagar mico, para não correr risco, para não eh passar por algum sofrimento, até que eu me desenvolva e consiga dissolver os mecanismos de defesa para chegar nesse lugar que ela diz, né? e que quando é conscientizada, ela pode transformar. Então, eu preciso me conscientizar. A persona, não é muito conscientizada, ela vai meio que de forma inconsciente se se adequando. Eu não faço esse mecanismo propositadamente, nem sempre eu não falo assim, ó, ai, quer saber como eu tenho vergonha e se eu chegar causando aí as pessoas vão ficar se sentindo amedrontadas e aí elas já vão olhar para mim. Não é de propósito. Eu não vejo. Eu chego, eu começo a falar, depois eu falo: "Nossa, que que eu fiz?" Aí se eu parar para analisar, eu vou falar: "Ah, já sei. Eu acho que eu tava querendo chamar atenção para já descontrair, porque eu tava morrendo de vergonha e eu acabei fazendo isso." Mas percebe que é involuntário, aquilo brota. é do inconsciente. Dificilmente, costuma acontecer, mas dificilmente vai ser conscientizado. Agora eu posso me conscientizar, que é o que Joana tá dizendo. Aí eu posso falar assim: "Cris, que que foi aquilo? Você chegou naquele encontro falando alto, falando com todo mundo ao mesmo tempo, contando piada. Que que era aquilo? Que que que você fez? Ai, já sei. Eu tava tanto com vergonha, tímida, que eu quis já descontrair de uma vez, eu fui pro tratamento de choque. Agora eu me conscientizei do que eu fiz. Então, é uma é uma mistura de
você fez? Ai, já sei. Eu tava tanto com vergonha, tímida, que eu quis já descontrair de uma vez, eu fui pro tratamento de choque. Agora eu me conscientizei do que eu fiz. Então, é uma é uma mistura de coisas, né? O inconsciente vem, eu me expresso, pode ser que eu não pare para prestar atenção, vida que segue. Eu não parei para ver. Se alguém falar para mim: "Nossa, Cris, que que você tinha aquele dia que você chegou contando piada, né? Não sei, imagina. Não, não tem nada demais, porque eu não parei para prestar atenção e fica no inconsciente. Ou eu posso parar para fazer essa análise, que que eu fiz? Já sei. Eu tava com tanta vergonha que foi um jeito que eu fiz, já descontraí todo mundo e pronto. Foi um mecanismo de defesa, mas foi serviu. Então eu parei para prestar atenção e percebi o que eu fiz. Nem sempre eu faço isso. Então tudo isso reforça aquilo que a gente começou a falar. Presta atenção em você. Para para se analisar de vez em quando. Faça mais diálogos internos. Questiona você mesmo: Por que que você veio com essa postura assim, uma postura assado? Por que que você fez aquele gesto? Por que que você tomou aquela atitude? Porque isso é é caminho pro autoconhecimento. Ã, a gente também para falar de linguagem corporal tá muito relacionado, né? aquilo que expressa no corpo tá muito relacionado com a somatização, que é o meu corpo expressar algo que é emocional. Então, aquilo que eu disse, né, eu desenvolvi uma midalit, mas é tão tão comum disso acontecer. Em processo terapêutico se vê muito. A pessoa engoliu um baita de um sapo, semana que vem ela tá com amidalite, com dor de garganta, rouca, é muito. Ou gastrite, né? Engoliu um sapo, o sapo não foi bem digido, não deu para digerir muito o sapo, aí forma gastrite, aí você fala: "O que que tá difícil de você processar? Que que na sua vida tá difícil de ser digerido". Então, o corpo ele é um um ele é pra gente um benfeitor nesse sentido do autoconhecimento, porque ele paga um preço caro de somatizar, de sintoma, de expressão para que a gente
fícil de ser digerido". Então, o corpo ele é um um ele é pra gente um benfeitor nesse sentido do autoconhecimento, porque ele paga um preço caro de somatizar, de sintoma, de expressão para que a gente veja mais a respeito da gente, né? É como se essas emoções elas se esparramassem pelas células do nosso corpo, trazendo mensagens pra gente poder saber mais o que se passa no nosso mundo íntimo. Então eu peguei no livro Psicologia da Gratidão, capítulo 3, esse seguinte trecho. Beijo. Jamais houve tantos divertimentos, tantas técnicas de lazer, assim como facilidades para os relacionamentos, paraa fraternidade, paraa harmonia entre as pessoas. nunca teve tanta oportunidade. No entanto, não é o que ocorre na sociedade terrestre na qual campeiam solidão, ansiedade, medo em caráter pandêmico. As enfermidades, resultando das somatizações dos distúrbios psicológicos, desgastam o incontável número de vítimas que se elestombam inermes nas malhas constritoras. Então, se tem tantas técnicas de relaxamento, de diversão, se tem tantas técnicas, tantos meios pra gente viver mais calmo, mais tranquilo, sabendo como lidar bem com a nossa vida? Por quê que tem aumentado solidão, ansiedade, medo, enfermidades, né? Justamente porque a gente está vivendo ainda desconectados. consciência do inconsciente. A consciência fica indo em tudo que é curso, coach, seja o que for. Aí a gente vai acumulando um monte de informações. A gente sabe tudo sobre meditação, técnicas de mindfulness, porque eu sei como o corpo se processa, porque eu sei os mecanismos da psique. Tá, você tá vivendo isso, tudo isso tá servindo para você desbravar a si mesmo? Você hoje sabe mais do seu mundo íntimo do que quando você começou a fazer esse monte de curso, ler esse monte de livro, assistir esse monte de vídeo, uma coisa não implica na outra. Não necessariamente. É preciso que eu transforme aquilo que eu conheci em vivência, em experiência. Eu preciso transformar o meu mundo íntimo. Não adianta só eu ficar sabendo
isa não implica na outra. Não necessariamente. É preciso que eu transforme aquilo que eu conheci em vivência, em experiência. Eu preciso transformar o meu mundo íntimo. Não adianta só eu ficar sabendo de todas as técnicas, né? O próprio Yung traz essa recomendação para quem vai aplicar a terapia, para quem vai se propor a ser um terapeuta, aprenda todas as teorias, domine todas as técnicas, mas diante de um ser humano, seja apenas outro ser humano. Eu preciso estar aqui vivendo a nossa realidade. Não adianta eu trazer aqui um monte de dicas, de receitas, tá lá fora. Não adianta eu saber que eu preciso uma coisa. Eu preciso aplicar aquele saber e viver ele na pele para saber como é que ele me transforma, como que ele me toca, onde ele me mexe. Se eu não trouxer para dentro e eu não viver aquilo funciona. Tanto que isso passa a ser uma técnica, uma não, várias. A gente tem na psicologia técnicas de dramatização. Você vai drama, você encena. Você encena você mesmo estando na na figura de um ou de outro. Então, no setting terapêutico se faz uma encenação. Vai lá, vive o que quer estar no lugar do outro. Se vamos fazer, vamos repetir a cena que aconteceu na sua vida, só que você vai mudar de lugar. Você vai sair do seu lugar, você vai no lugar do seu marido, da sua mãe, do seu chefe. Vamos ver o que que você sente estando naquele lugar. Dramatiza. Que que é isso? Viva. Vivencie. vivencia aquilo que você tá vendo para ver se mexe com você. E muito comumente isso já é suficiente pra gente falar: "Nossa, já entendi tudo, já entendi tudo, consegui enxergar o que que é do lado dele, não tava entendendo." Ou às vezes a gente faz vivências com bonequinhos, técnicas usando bonequinhos e aí a gente vai de novo vivenciar através dos bonecos. A gente muda a cena, a gente monta a cena, a gente fala: "E se essa pessoa, ao invés de ficar aqui, ela tivesse se posicionado aqui? E se você tivesse incluído alguma coisa no cenário? Que que seria essa coisa? O que que ela representa? As técnicas de Sand Play que vão trabalhar
invés de ficar aqui, ela tivesse se posicionado aqui? E se você tivesse incluído alguma coisa no cenário? Que que seria essa coisa? O que que ela representa? As técnicas de Sand Play que vão trabalhar muito simbólico. Tem muitas técnicas que a gente usa eh para fazer essa vivência. Ela precisa mexer comigo, senão ela não me transforma. para ela me transformar precisa ter eh vivência. Eh, eu trouxe aqui um trecho. Ah, inclusive, antes de trazer o trecho, a gente usa isso nos dois caminhos. Quer ver uma um exemplo facinho que a gente percebe? Então, vamos supor, eu tô super bem agora, tô super bem, tô tranquila, tenho nenhuma nada me preocupando nesse momento, tô bem em paz. Se eu começar a simular nas expressões faciais, por exemplo, eh, tristeza, e eu começar a forçar, fazer uma cara de choro, tentar entrar aqui num tentar conectar comigo com os momentos em que eu fiquei triste, tentar lembrar, trazer a memória, tentar evocar a tristeza, pode ser que eu chore, pode ser que eu chore, ou seja, eu forcei uma emoção em mim, eu forcei uma vivência em mim. Então, tanto eu posso eh olhando fora, mudar dentro quanto o contrário, que é o que mais acontece, né? Eu eu não percebi, eu assisti uma cena, não deu nem tempo de eu pensar, não foi porque eu quis. Quando eu vi, eu tava chorando copiosamente. Aí é uma sensação de que foi produzido em mim, algo em mim trouxe o choro. Mas é só pra gente perceber o quanto que estão conectadas as duas vias. Tanto esse choro pode vir de fora para de dentro para fora, porque aconteceu alguma coisa, eu vi, não deu tempo nem de eu pensar, mas só de assistir a cena eu já comecei a chorar. Quanto eu posso fazer o contrário, posso evocar, provocar, começo a pensar, começo me conectar, começo a lembrar, começo a fazer uma cara feia, daqui a pouco eu tô triste. Tanto que tem técnicas de coach que faz essas essas poses. Vai, se coloque, faz de conta que você é a mulher maravilha, o homem de ferro. super homem, vai, eu posso, eu acredito. Então isso funciona, funciona, é
em técnicas de coach que faz essas essas poses. Vai, se coloque, faz de conta que você é a mulher maravilha, o homem de ferro. super homem, vai, eu posso, eu acredito. Então isso funciona, funciona, é neurológico. Agora dá pra gente só usar isso para ficar se posicionando pra vida sem mergulhar para dentro e saber as sombras, os os bichinhos que moram lá na dentro da gente? Aí eu acho que já não, né? A gente precisa usar de todos os recursos, mas em algum momento a gente vai ter que mergulhar para dentro. Bom, deixa eu pegar esse trecho que eu que eu recortei do homem integral, capítulo 6, Joana de Angeles nos traz gestos e maneirismos, trajes e ideologia são copiados, assumindo-lhes o comportamento no qual se exibem e consomem até passar a outros modelos em voga que lhes despertam interesse. a superficialidade da encenação, asfixia-se, mas se conflitando em razão da postura insustentável que se vê obrigado a manter. Então, como existe isso que eu tava dizendo antes, que o corpo ele vai transformando o mundo interior a partir daquilo que a gente vai assimilando, existe essa conexão de dentro para fora, de fora para dentro. Que que Joana tá dizendo? Cuidado, porque às vezes você vai começar a copiar coisas e não fica só fora. Essas coisas vão influenciando dentro. Então eu começo a copiar jeitos, como ela diz aqui, gestos, maneirismos, trages, ideologias. a gente não se transforma, você muda aparência, você muda. Olha um exemplo que já é conhecido. Pessoas que faz passam, por exemplo, por procedimentos daquela, daquela cirurgia bariática, a pessoa ela emagrece tanto que ela se torna outra pessoa. O corpo é outro e ela se torna outra. E é lógico que ela se torna outra, porque ela vive no mundo. Esse mundo não é perfeito. As pessoas têm julgamentos, expectativas e e preconceitos. Certamente uma pessoa que se enquadra fora do padrão social, ela vai viver muito mais reclusa, ela vai tomar cuidado com o que ela fala, ela vai viver com emoções do tipo, ouvi aquele olhar, a pessoa debochou de mim. Ela é
que se enquadra fora do padrão social, ela vai viver muito mais reclusa, ela vai tomar cuidado com o que ela fala, ela vai viver com emoções do tipo, ouvi aquele olhar, a pessoa debochou de mim. Ela é essa. De repente ela se enquadra no padrão social, ela passa a ser aceita, ela passa a ser chamada, as pessoas olham para ela, ela é comum, não tenha dúvida que o interior dela muda. O espírito é o mesmo, a essência é a mesma, mas a postura, a forma como eu manifesto, como eu vivo, muda. Muda porque o meio faz parte da minha vida. Não dá para dizer, são raras, raras as pessoas que não mudariam. continuariam sendo quem é. Não importa o meio, não importa o mundo de fora. O mundo de fora importa. O mundo de fora nos afeta. A gente a gente é espelho, a gente troca. Não tem como falar aquele olhar. É muito difícil alguém que fale: "Ah, não interessa o jeito que me olha, não tô nem aí". Será que não tá nem aí? Eu me pergunto se não é uma casca também, se não entrou atrás de um casulo para não para não ser afetado, se não se tornou frio no processo? Porque não desperta nenhuma emoção. Você pode ter aprendido a lidar com isso. Tem pessoas que são mais, tem pessoas que são menos. Agora, eu ser invulnerável à opinião dos outros, a olhar dos outros, é algo que parece irreal, né? Então isso mostra pra gente o quanto que a gente se afeta internamente a partir do que a gente vive. Então fica aqui esse convite pra gente prestar atenção. Às vezes a gente começa a copiar gestos e maneirismos porque tá em alta, sem saber que esses gestos e maneirismos vão me influenciar, vão influenciar em quem eu sou. Às vezes até vestimenta, eu começo a vestir uma coisa porque tá na moda e ao vestir aquela coisa, aquilo mexe comigo e mexe. Gente, quando você se você coloca uma roupa à vontade de final de semana, você relaxa, você põe lá um terninho, um salto, não sei das quantas, você se recoloca. Se eu não saio do terno, se eu não saio do salto nunca, eu acabo internalizando essa persona da executiva, seja lá o que for.
você põe lá um terninho, um salto, não sei das quantas, você se recoloca. Se eu não saio do terno, se eu não saio do salto nunca, eu acabo internalizando essa persona da executiva, seja lá o que for. E aí, final de semana tá todo mundo descontraído. Eu não tô porque eu tô lá enrijecida na postura da executiva, eu não consigo desmontar ela. Ou o contrário, eu tô sempre na postura de, sei lá, de mãe. Então, eu vivo isso e de repente algo me chama para uma outra coisa, eu não consigo me recolocar, porque eu entrei tanto naquele papel que eu me identifiquei com ele, como se eu fosse ele, né? Então eu preciso correr agora porque eu eu falei demais, então tem muita coisa para falar e o tempo já tá acabando. Então vamos pra frente. Ah, isso aqui eu preciso dizer, gente, por vocês vão ter que ficar comigo um pouco mais hoje, porque eu trouxe exemplos que agora que fica interessante, viu? Hoje eu falei muito exemplos de posturas que a gente costuma a a assumir. Então vou passar mais rápido porque eu não precisa de muita explicação, eles já vão explicar por si. A gente vai identificar na hora. Por exemplo, postura, eu pus aqui, ó, postura do fortão e poderoso. Sabe aquele fortão e poderoso? E aí eu pergunto, será que esconde um baita medroso? Porque é isso, a postura vem para compensar. Muitas vezes eu mostro na postura algo que é para me proteger do oposto. Então, normalmente quando eu forço muito uma coisa é porque lá no fundo me identifico com a outra. E aí, para ninguém perceber, eu crio personagens para interpretar aquilo que eu na verdade não sou. Então é muito comum isso. Então, por exemplo, eu me mostro fortão e poderoso, mas talvez eu seja era um baita medroso. Então, no livro Triunfo Pessoal, capítulo 3, irritadiço, é mordaz e inseguro por constituição temperamental, reagindo sempre antes que seja alcançado pelas agressões que supõe lhe serão dirigidas. apresenta-se violento porque oculta o transtorno íntimo, empurrando para longe os perigos que imagina estariam ameaçando. A sua
antes que seja alcançado pelas agressões que supõe lhe serão dirigidas. apresenta-se violento porque oculta o transtorno íntimo, empurrando para longe os perigos que imagina estariam ameaçando. A sua linguagem verbal é tempestuosa, marcada pelo sinismo, pela suspeita, enquanto a corporal é tensa, apresentando músculos rígidos, distendidos e a atitude mental é desconfiada e autopunitiva. Porque se reconhece rebelde, é inamistoso, assinalando mau humor que o atormenta internamente. Então, é mesmo fortão ou é inseguro? é agressivo porque é violento ou porque esconde um transtorno íntimo que o amedronta. Segunda postura, a postura do certinho, que muitas vezes, sabe, o moralista que ele fica lá com a cartilha de tudo que é certo, é errado, cobrando de todo mundo para saber se você tá fazendo o certo ou errado, muitas vezes ele esconde um corrupto, ele tem tanto medo do lado dele que é o lado do mal, que ele polariza esse lado do bem, fica forçado. Então, no triunfo pessoal, capítulo 6, agora, Joana fala: "Por que permanece impressa nos painéis do inconsciente pessoal, nos refolhos do perespírito, a dívida moral? Os pacientes assimilam as ondas mentais das suas antigas vítimas, que são convertidas em sensações penosas, em forma de consciência de culpa. Então, por exemplo, a postura aí, lavar as mãos, sabe? fica lavando a mão, lavando a mão, uma questão até de toque, acepciar-se em demasia, eu preciso estar sempre limpinho. Tô sempre limpinho porque eu sinto esse corpo sujo tanto quanto a captação de odores pútridos, avaliação da pituitária pelo psiquismo que sente necessidade de reparação. Então, Jona, tá mostrando a relação que tem, aquilo que eu manifesto com o que eu carrego. Então, se eu quero muito ser certinho, muito limpinho, muito organizadinho, é porque dentro eu me vejo de forma oposta, eu me sinto sujo, então eu preciso me limpar para dar a sensação de que eu estou organizando o mundo de dentro, né? Então são hã é isso. Então basta a gente prestar atenção naquilo que tá demais, que a
u me sinto sujo, então eu preciso me limpar para dar a sensação de que eu estou organizando o mundo de dentro, né? Então são hã é isso. Então basta a gente prestar atenção naquilo que tá demais, que a gente está provavelmente compensando o seu polo oposto. Eh, precisa provar muito que é inteligente. Ué, o polo oposto, que é o o ignorante, você tem medo dele? No fundo, você acha que você é ignorante, você precisa ficar provando que você é inteligente. É sempre uma compensação. Terceira postura. postura do reservado, sério, poderoso, né? Na verdade, pode ser que esconda um egocêntrico, né? Ou alguém frágil que precisa se fazer importante. Eu preciso convencer vocês que eu sou séria, reservada e poderosa, porque lá no fundo eu acho que eu sou uma merreca. Então, no livro O Despertar do Espírito, capítulo 7, a benfeitora nos traz a postura taciturna, constrangida, silenciosa, quase hostil. se revela um recurso psicológico de defesa do ego para continuar no comando das reações mórbidas que se negam a terapia da renovação interior. E tudo quanto não se renova tende a desaparecer e a extinguir-se. Então aquilo que eu quero mostrar, na verdade eu tô querendo é esconder o polo oposto. Então, se eu tô reservado, né, não mexa comigo, não olhe para mim, não converso com qualquer pessoas, que que é? é um é uma defesa do ego. A pessoa tem medo de ser desmontada, de que aquilo que aquela máscara caia e a essência se mostre. Outra postura comum, postura de vítima. Postura de vítima normalmente esconde uma consciência de culpa. Então, no livro Vidas e Desafios e Soluções, capítulo 3, a postura de vítima constante é uma das suas características, refugiando-se nesse esconderijo em busca de compaixão e de justificação para todos os seus desequilíbrios, torna-se enfadonha, cansativa para os demais e a sua forma de se apresentar sempre incompreendido, sem o menor esforço para compreender, tomando a postura de responsabilidade dos atos, né? Então, Joana fala assim que quando a gente fica se pondo muito
a forma de se apresentar sempre incompreendido, sem o menor esforço para compreender, tomando a postura de responsabilidade dos atos, né? Então, Joana fala assim que quando a gente fica se pondo muito de coitadinho, eu sou uma vítima, o mundo não gosta de mim, só só dá errado para mim, quero compaixão dos outros, primeiro que realmente você fica enfadonho, você fica chato e cansativo e é um esforço enorme para que as pessoas me compreendam, mas na verdade nem eu me compreendo. O que existe aí é minha necessidade de compreender a vida, as as as coisas que acontecem. Eu é que preciso compreender, porque se eu for compreender, eu vou perceber que eu não sou nada vítima. Eu é que sou, tenho dificuldade de compreender. Eu fico travada numa postura, achando que eu estou coberta de razão. Então, cuidado com essa postura de vítima, porque é um papel que eu estou interpretando. A postura do agradador que tenta seduzir, que implora para ser aceito, né, que não se sente merecedor. Então, na verdade é isso, né? Não se sente merecedor. Então, ele precisa seduzir. As pessoas não vão gostar de mim se elas souberem quem eu sou. Então eu vou interpretar um papel, eu vou seduzir a pessoa, porque se eu só chegar não vai ser atrativo, né? As pessoas não vão gostar de mim, eu tenho que me esforçar, eu tenho que agradar. Então, no livro Vidas e Soluções, Vida, Desafios e Soluções, ainda, mas agora no capítulo 9, sentindo-se sem condição para exteriorizar a realidade que o caracteriza, procura agradar os demais, sufocando as próprias aspirações e assumindo posturas que não condizem com sua forma de ser. Torna-se espelho, eu só faço o que os outros querem que eu faça, né? no qual refletem as outras pessoas perdendo a própria identidade e derrapando em conflitos ainda mais inquietadores. Então, também não funciona a postura de eu quero agradar todo mundo, eu só vou falar o que as pessoas querem ouvir. Eu só vou fazer o que as pessoas esperam de mim. Isso vai gerar cada vez mais estados patológicos,
não funciona a postura de eu quero agradar todo mundo, eu só vou falar o que as pessoas querem ouvir. Eu só vou fazer o que as pessoas esperam de mim. Isso vai gerar cada vez mais estados patológicos, eh, emocionais e psicológicos. Eh, sexta postura, postura de pobre coitado, né? aquele que busca, na verdade, o pobre coitado, ele ele precisa ser um pobre coitado. Deve ter sido um baita de um orgulhoso na outra vida e procura pela autopição agora se pôr de pobre coitado, né? Um um uma pessoa que não merece valorização, não merece dignidade, deve ter uma consciência de culpa porque deve ter extrapolado em status na vida passada, né? Agora se sente ou precisa ser um pobre coitado para compensar. Então, eu fui lá no livro Encontro com a Paz e a Saúde, capítulo 3. O paciente que se inscreve nesse capítulo da patologia comportamental pode apresentar-se em postura decadente, desprezo por si mesmo, indiferença pelo trage, descuidos corporais de higiene e outros compromissos com a saúde, ou manter a aparência convencional cuidadosa para mascarar o conflito, gerando simpatia na convivência, mas tornando-se pessoa de relacionamento difícil, exigente, inconformado com tudo e todos por efeito da animosidade em referência a si mesma. A pessoa não gosta de si. Ou ela vai fazer você gostar dela guela baixo e ela vai interpretar papel, vai seduzir, vai impressionar ou ela vai se mostrar como ela no fundo se vê. Eu não valho nada. Olha, tá vendo? Eu aqui, ó, eu eu não cuido da da aparência, da higiene. Eu não eu não tô nem aí comigo. Então, exagerou, tem conflito por trás, tá? Tá demais a minha aparência. Eu tô muito arrumado. Eu faço muita questão de apresentar uma certa imagem. Ai, pisco alerta. Tá de menos, eu me desprezo. Eu eu não cuido de mim. Eu tô um relaxo. Acendeu o alerta. Os dois não funcionam. e uma última postura que é a postura natural, saudável, à vontade, espontânea, que é o fruto de quem se analisa, de quem realmente quer crescer. Então eu termino com autodescobrimento, uma busca
onam. e uma última postura que é a postura natural, saudável, à vontade, espontânea, que é o fruto de quem se analisa, de quem realmente quer crescer. Então eu termino com autodescobrimento, uma busca interior, capítulo 10. Quando ofendido, o indivíduo deve expressar os seus sentimentos ao agressor, aos amigos, sem queixa, sem mágoa, demonstrando ser normal e necessitado de respeito, de consideração, como todas as demais pessoas. Nunca se permitir a falsa postura da humildade, fingindo satisfação de antes de ter alcançado a plena humanização. Quando se parece sem se ser, transita-se por larga faixa de conflitos, inclusive o de inferioridade, avançando-se para estados depressivos. A gente lembra Jesus. Jesus em nenhum momento fez postura de fortão, de pobre coitado, de vítima, de agradador. Jesus era sempre espontâneo, natural. Ele ele tava sempre expressando a própria essência. Esse é o nosso modelo e guia. É ele que nós devemos buscar. Então, se preocupar menos com representar papéis e ter mais atenção para olhar para dentro, para descobrir de fato o que que vem em mim. E uma das formas que a gente tem de saber que que tem em mim, que que se manifesta, é olhar nossas posturas, a forma como a gente se expressa, nossos gestos, maneirismos, a gente vai entender muito mais da gente se a gente prestar atenção na linguagem corporal. E eu deixo como filme um filme eh cult, é um filme cultural, apesar dele ser de 2011, né? Ou seja, foi, não é tão longe. Ele foi feito com base no filme mudo, no cinema mudo. Então é um filme mudo em preto e branco. Não desanimem, gente. O filme é muito bom. E aí o que que ele mostra? Imagina um filme inteiro com a pessoa tendo que contar uma história usando o corpo, porque ela não pode falar. É só linguagem corporal. Ele precisa dar um show de expressão para que a gente entenda o que ele tá sentindo, o que ele tá querendo, o que que ele tá vendo, o que que ele tá falando. E é muito bom. Os artistas deram realmente um show. Então ali a gente vê o quanto que o
a gente entenda o que ele tá sentindo, o que ele tá querendo, o que que ele tá vendo, o que que ele tá falando. E é muito bom. Os artistas deram realmente um show. Então ali a gente vê o quanto que o corpo fala. E o filme chama O artista, porque realmente o artista sabe trabalhar com a linguagem corporal. Ele não precisa da fala para se comunicar com a gente. O artista de 2011. Obrigada pela paciência de vocês e até a semana que vem, se Deus quiser.
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