A EMOÇÃO COMO LINGUAGEM DA ALMA - Liliane Braga [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 14/11/2025 (há 4 meses) 38:05 144 visualizações

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Transcrição

Olá vocês que estão nos ouvindo pelos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. Sejam bem-vindas, bem-vindos a essa casa que trabalha em nome de Jesus, em nome do amor. O meu nome é Liliane e eu convido a cada um de vocês que estão me ouvindo, assistindo a fazerem algumas reflexões a fim de nos harmonizarmos para recebermos o passe que virá a seguir. Nós vamos então iniciar a nossa fala no dia de hoje elevando os nossos pensamentos a Deus. Aqueles que se sentirem à vontade, que puderem, fechem seus olhos e imagine uma natureza, um lugar agradável, onde possamos ter conforto e alegria. Permita, Deus Pai de amor e bondade, que o Teu auxílio chegue a cada um de nós neste momento. chegue a cada irmão que nesse momento necessita do teu amparo. que possamos ter a paz no coração, que possamos ter a tranquilidade de recebermos as lições, os temas aqui trazidos no dia de hoje para refletirmos sobre a nossa vida, sobre a nossa prática, para que possamos ser cada dia um pouquinho melhores do que fomos ontem. Agradecidos a ti, pedimos que esteja conosco por intermédio dos espíritos amigos que nos amparam e nos auxiliam. Que assim seja. Bom, o tema da tarde de hoje eh tem como nome, né, tem como tema a emoção como linguagem da alma. A emoção como linguagem da alma. E para falar de desse tema, nós buscamos uma lição do livro A Busca do Melhor. É um livro psicografado por Francisco do Espírito Santo Neto, ditado por Ramed. Ramed então inicia a lição, esse capítulo, falando um pouquinho, trazendo a passagem narrada por João. João, aquele espírito bem amado, né, bem querido de Jesus, bem próximo de Jesus. Lá no capítulo 11, essa passagem, embora Ramed tenha buscado apenas um versículo, é uma passagem que conta sobre a ressurreição de Lázaro. Então, quem foi Lázaro? Lázaro morava em Betânia, irmão de Marta e Maria. Maria, aquela que ungiu os pés de Jesus com mirra e enxugou os pés de Jesus com seus cabelos. E é a passagem da ressurreição. É no momento em que Maria vê Jesus, ela se ajoelha aos pés de

rta e Maria. Maria, aquela que ungiu os pés de Jesus com mirra e enxugou os pés de Jesus com seus cabelos. E é a passagem da ressurreição. É no momento em que Maria vê Jesus, ela se ajoelha aos pés de Jesus e lamenta com Jesus a morte do irmão querido. E para para adicionar eh conhecimento a esse a essa passagem, Jesus tinha Lázaro, Maria e Marta como amigos queridos, eram pessoas queridas dele. Então, a passagem é o versículo de 33 a 35, narrado por João, do capítulo 11, e diz o seguinte: Jesus, pois, quando a viu chorar, Maria, eh, e também chorando os judeus, porque Maria estava acompanhada dos amigos judeus, as pessoas que também gostavam de Lázaro e estavam ali consolando Maria diante da morte do irmão. Então, Maria, eh, Jesus, pois quando viu chorar e também chorando os judeus com ela vinham, moveu-se muito em espírito e perturbou-se. Então, mostrando que Jesus se perturbou com aquela situação e disse: "Onde eh, pusestes?" Então, pergunta para Maria onde estava Lázaro. Disseram-lhe: "Senhor, vem e vê." Ponto. Aí João acrescenta, adiciona um item muito importante. Jesus chorou. Então, estavam chorando Maria, estavam chorando os judeus que estavam junto consolando Maria. E também Jesus chorou ali demonstrando uma emoção, uma humanidade, um carinho que ele tinha por Lázaro e por aquela família. E Ramed, a partir desse versículo, então vai trazendo uma mensagem eh nos falando sobre a emoção como linguagem da alma. Então, Ramed começa o capítulo após esse trecho inicial, essa passagem eh do Evangelho do Novo Testamento, falando que não devemos temer nenhum dos nossos sentimentos, nem mesmo aquele que acreditamos ser o pior deles. Antes de nos censurarmos por senti-lo, tomemos a decisão do que fazer com ele. Então, Ramed fala da importância dos sentimentos, de termos esses sentimentos, de expressarmos esses sentimentos, nem mesmo quando eles eh são ruins. Por quê? Porque antes de censurarmos, precisamos conhecê-lo, identificá-lo e tomar a decisão. E aí, o que eu vou fazer com este sentimento?

armos esses sentimentos, nem mesmo quando eles eh são ruins. Por quê? Porque antes de censurarmos, precisamos conhecê-lo, identificá-lo e tomar a decisão. E aí, o que eu vou fazer com este sentimento? Que podem ser sentimentos bons e se eles forem bons, tudo bem. E se eles não forem bons, eu preciso trabalhar esses sentimentos. Continua Ramed, dentro do tema. Eh, a criatura humana que constantemente nega suas sensações íntimas não as destrói, mas perde a capacidade de administrá-la ou aprimorá-las. Então, o que que Hamed tá falando aqui nessa frase? que a criatura humana quando ela nega algo que está não tô sentindo ou às vezes não a identifica, ela perde a capacidade de administrá-la. Então, se eu não conheço a emoção que eu estou sentindo, como que eu vou lidar com ela? Então, e ação ainda continua ramed fala, eu perco a capacidade de administrá-la ou de aprimorá-la, tornando essa emoção uma emoção boa ou transformando essa emoção, sabendo lidar com essa emoção. Continua então o autor: "Comper a alma é ignorar e o sentir." Conter a alma é ignorar o sentir. é não dar nenhum valor aos sentimentos, concedendo sempre um crédito desmedido ao sentir dos outros em detrimento dos próprios valores e potencialidades internas. Então, não, eh, conter a alma, não expressar o que sentimos é deixar de dar valor aquilo que sentimos e acabamos dando crédito ao sentimento do outro, preocupamos com o sentimento do outro e matamos o nosso próprio sentimento. Então, em detrimento de próprios valores e potencialidades internas, que seriam coisas que eu poderia fazer de bom por mim e pelos outros quando eu lido com os meus sentimentos. Continuando, abafar ou negar as emoções pode nos trazer consequências desagradáveis, criando para nós um campo fértil para que transtornos emocionais se instalem e se desenvolvam. Olha o perigo de abafar ou negar emoções que podem nos trazer consequências ruins, desagradáveis, criando em nós possibilidades de transtornos emocionais. Isso vai nos fazer sofrer mais. Esses transtornos

o perigo de abafar ou negar emoções que podem nos trazer consequências ruins, desagradáveis, criando em nós possibilidades de transtornos emocionais. Isso vai nos fazer sofrer mais. Esses transtornos emocionais vão nos trazer sofrimento, angústia. Continuando, o antídoto para combater estes conflitos. Então, Hamed fala do perigo do risco e nos dá a receita. O antídoto para combater esses conflitos é verbalizar, ou seja, dizermos o que estamos sentido, sentindo sem medo de dividir isso com os outros. Então, trazer à tona, falar sobre esses sentimentos, verbalizar, é o antídodo para eh combatermos esse fator de risco que pode prejudicar nossas emoções. Então, precisamos verbalizar, precisamos dizer o que estamos sentindo, sentindo sem medo de dividir isso conosco, mesmo com alguma pessoa que possa talvez me ajudar ou eu vou expressar, eu vou colocar para fora aquilo que está me angustiando. É claro que eu preciso ter aí uma um dosador, um dosador que está na minha consciência, como eh nos fala Divaldo Franco, o Chico Xavier, já ouvi falar isso também, que um diamante é uma pedra preciosa. Quem não quer um grande diamante? Mas se eu pegar esse grande diamante e atirar no outro, eu vou machucar. Então, a a os sentimentos eles podem sim, eles devem ser verbalizados com uma dosagem de amor, de tranquilidade. Então, o tema dessa lição escrita por Hamed é alexitimia. Para mim uma palavra nova. Então, Alexit é o nome, nos explica Raméd, é um nome que se dá uma marcante dificuldade de verbalizar emoções e expor sentimentos, bem como em narrar sensações corporais. O termo provém do grego eh a sugere ausência. Lexis, palavra. Então, ausência de palavra, itimia, emoção, ausência de palavra para eh falar, para verbalizar a emoção, que é o título da nossa fala na tarde de hoje, a emoção como linguagem da alma. Então, é um termo, é um conceito psicológico contemporâneo, cunhada aí da década de 70. Então, é um termo novo, mas que fala dessa dificuldade de verbalizar eh emoções. Então, nos explica realmente

a. Então, é um termo, é um conceito psicológico contemporâneo, cunhada aí da década de 70. Então, é um termo novo, mas que fala dessa dificuldade de verbalizar eh emoções. Então, nos explica realmente pessoas que sofrem de alextitimia, eh, dificuldade de verbalizar emoções, ignoram o que sentem. Então, muitas vezes, eh, não sabemos o que estamos sentindo. Sentimos um mal-estar, uma angústia e não conseguimos identificar. Então, pessoas que sofrem dessa dificuldade de verbalizar emoções, ignoram o que sentem, sem saber, portanto, como dizê-las com palavras, não distinguindo uma emoção da outra. Também desconhecem que tem uma carência. Qual que é a carência? a capacidade de reconhecer e expressar suas emoções. Então ele no, esse capítulo, esse tema nos fala da importância de reconhecer e verbalizar nossas emoções. Continua o autor, atribuem o mal-estar que sentem a algo que comeram, que beberam, distanciando de si dessa forma o real motivo da sensação desagradável, que na verdade é a agitação íntima. Então, é um sofrer, é uma angústia que sentimos que e que não sabemos identificar às vezes aquele frio na barriga, aquele malestar, a aquela indisposição eh intestinal ou indisposição do estômago, algo assim que nos incomoda e muitas vezes não conseguimos identificar o porquo ou não conseguimos verbalizar aquilo que estamos sentindo. Então, continuam o autor, não possuem consciência dos seus problemas internos e se vêem tranquilos e adaptados no quesito emocional, apesar de estarem extremamente bloqueados, a uma das áreas mais importantes da vida, a sentimentalidade. Então, a importância dos sentimentos. E encerra o autor neste deste capítulo falando que o hábito de rejeitarmos frequentemente emotividade que emerge de nosso mundo interior, nos faz perder a capacidade de avaliar de forma correta nossos sentimentos. Por consequência, isso poderá nos afetar, poderá intervir ou afetar o diálogo lúcido e aprimorado com nós mesmos e com os nossos semelhantes. Então, rejeitar

aliar de forma correta nossos sentimentos. Por consequência, isso poderá nos afetar, poderá intervir ou afetar o diálogo lúcido e aprimorado com nós mesmos e com os nossos semelhantes. Então, rejeitar essa emotividade, quer dizer, não identificar ou ter dificuldade de verbalizar, que vem das diferentes situações que vivenciamos nesse mundo, eh, nos faz então perder a a capacidade de avaliar a forma correta, então, de sabermos como lidar com esses sentimentos e por consequência isso vai dificultar o diálogo e vai dificultar o nosso aprimoramento conosco mesmo, o nosso aprimoramento íntimo e o nosso aprimoramento na nossa convivência com os nossos semelhantes. Bom, então vamos refletir um pouco sobre isso que Ramé nos falou lá. Eu eu busquei um trecho do Evangelho Segundo Espiritismo no capítulo 11, amar o próximo como a si mesmo. Instruções dos espíritos a lei de amor. É uma mensagem, eh, coincidentemente, coincidências não existem, né? Ditada pelo espírito de Lázaro em Paris, 1862. Então, vou só lembrar um trechinho no item oito que Kardec nos lembra: "O amor resume a doutrina de Jesus inteira". visto que este é o sentimento por excelência, por excelência, e os sentimentos são os instintos elevados à altura do nosso progresso feito. Em sua origem, o homem, então aqui falando da evolução, em sua origem o homem só tem instintos. Quando mais avançado, então a medida que ele vai evoluindo e corrompido, só tem sensações. Então, primeiro instintos, depois sensações. Quando instruído e depurado, ou seja, evoluído, tem sentimentos. E o ponto delicado do sentimento é o amor. Não o amor no sentido vulgar do termo, mas este sol interior que condensa e reúne em seu ardente foco todas as aspirações e todas as revelações sobrehumanas. Então, que que Lázaro tá nos falando do nosso processo evolutivo? Então, no início temos só instintos, depois sensações e à medida da evolução vamos tendo um sentimento. E esse sentimento é sinônimo então de evolução. E Lázaro nos fala do amor que resume a doutrina de

tão, no início temos só instintos, depois sensações e à medida da evolução vamos tendo um sentimento. E esse sentimento é sinônimo então de evolução. E Lázaro nos fala do amor que resume a doutrina de Jesus, que é o amor puro, o amor fraternal, o autoamor. Então, é um processo evolutivo desse sentimento maior. Então, trazendo aí eh Jesus paraa nossa fala, nós lembramos aí que os sentimentos são como uma ferramenta para o nosso progresso espiritual. Então, sentir, saber lidar com aquilo que eu sinto, eh, reconhecer o que eu sinto, verbalizar o que eu sinto, é uma ferramenta para o nosso progresso espiritual focado na autoconsciência. Então eu vou identificar o que eu tô sentindo, autoconsciência e no aprimoramento moral, porque a partir da identificação do que eu tô sentindo, eu vou trabalhar esse sentimento, se ele não for bom, para o meu crescimento moral. Nós precisamos, então, entender e gerenciar esses sentimentos para a nossa evolução pessoal. E no, e a nossa evolução individual se reflete na evolução do nosso planeta. Nós precisamos perceber a importância de transmutar sentimentos inferiores, porque sim, sentimos, temos sentimentos inferiores, como, por exemplo, egoísmo, raiva, mágoa. Então, eh, essa lição nos traz a importância de perceber, a importância de mudarmos esses sentimentos inferiores que no nos impedem o nosso processo evolutivo em sentimentos elevados como a caridade, como o perdão. E chegando aí ao amor puro que Lázaro lembrou lá da mensagem de Jesus. Então, eh, transmutarmos os sentimentos inferiores, como egoísmo, raiva, mágoa em sentimentos elevados como caridade e perdão, para alcançar a felicidade e a verdadeira liberdade. Olha a importância desse processo evolutivo, nos sentirmos bem, sentirmos alegria, termos a verdadeira liberdade, que é a paz de consciência. Então, eu preciso eh reconhecer os sentimentos inferiores que me me angustiam, me trazem tristeza, que me dificultam a caminhada ou que me fazem magular o outro e transformar esse, eu

de consciência. Então, eu preciso eh reconhecer os sentimentos inferiores que me me angustiam, me trazem tristeza, que me dificultam a caminhada ou que me fazem magular o outro e transformar esse, eu preciso reconhecer e e conversar sobre ele, primeiramente comigo mesmo, e a partir desse reconhecimento trabalhar esse esse sentimento e transformá-lo em sentimentos elevados como a caridade, o perdão e acima de tudo o amor do qual Jesus nos falou. Então, o Evangelho de Jesus ensina a opção por caminhos caminhados, desculpa, ensina a opção por caminhos guiados pelas leis de Deus. Então Jesus veio traduzir para nós as leis de Deus, a lei do amor que levam a felicidade. Então o amor sincero, o amor puro, vai nos levar à felicidade através de sentimentos como esse perdão e essa caridade. enfatiza a importância de vencermos os nossos instintos primitivos, que ainda os temos, para evoluir para sentimentos mais nobres, chegando aí ao amor sincero, ao amor pleno, ao amor a Deus e ao próximo como a nós mesmos. É fundamental, então, para isso o autoconhecimento. Então, eu preciso me conhecer, eu preciso me identificar a aceitação daquilo que eu ainda tenho de necessidade, de sentimento que não me deixa caminhar, não me deixa evoluir. aceitação e a transformação das emoções negativas em positivas através da prática do amor, da caridade, da gratidão, do perdão, seguindo o exemplo de Jesus. Então, trabalhar esses sentimentos negativos e transformá-los em sentimentos positivos através dessa prática do amor, da prática da caridade, do bem ao próximo, da gratidão. Precisamos eh sermos gratos a tudo que temos, a tudo que somos, aonde chegamos e seguir o exemplo de Jesus. Então isso envolve examinar nossos próprios sentimentos, entender a sua origem, porque eu tô sentindo isso. Então eu tenho que identificar e tenho que pensar por que eu tô sentindo isso, em que momento eh esse sentimento veio, chegou até o meu coração. Então, muitas vezes, eh, a origem muitas vezes ligada aos nossos

tenho que identificar e tenho que pensar por que eu tô sentindo isso, em que momento eh esse sentimento veio, chegou até o meu coração. Então, muitas vezes, eh, a origem muitas vezes ligada aos nossos instintos, né? um instinto de raiva, um instinto de de reação a alguma ação e reeducar nossa mente para reagir de forma mais racional e edificante, buscando sempre o bem, a fraternidade, como mais uma vez nos ensina Jesus. Então, eh alguns itens importantes para trabalharmos dentro da dessa autoavaliação, análise das nossas atitudes, das reações, sentimentos que predominam na nossa vida, aceitar, então eu vou analisar, aceitar essas emoções sem julgamento, compreendendo que elas fazem parte do nosso processo de autoconhecimento, eh, de de e evitando Ando então aí a autocrítica constante, porque às vezes eu identifico algo ruim, eu já critico, acho ruim, brigo comigo mesmo e não trabalho esse sentimento. E a partir daí dessa e dessa identificação, dessa aceitação, transformação dessas emoções com foco no positivo. Então, cultive emoções positivas como gratidão, amor, pois elas clareiam a percepção da verdade e trazem nos trazem equilíbrio. Eh, e ressignificar o negativo. Entenda a origem das emoções negativas. Então, por que que eu tô sentindo isso? Qual que é a origem? Busque ressignificá-las. A dor, por exemplo, ela pode ser um catalisador para o crescimento e a compaixão. Então, a dificuldade pode ser um estímulo para mudarmos, para nos esforçarmos um pouco mais. e pratique a caridade, o amor, o amor altruísta, que é aquele amor desinteressado, focado no bem-estar do outro, sem expectativa de receber algo em troca, é a chave pro equilíbrio, a fraternidade. O equilíbrio e a fraternidade. E pratique a caridade, a solidariedade, o respeito mesmo com aqueles que lhe causam antipatia. Então, aqueles que nos causam antipatia é mais uma recomendação. Perdoe, perdoe e aja com empatia. Perdoe primeiro a si mesmo. Então, quando eu identifico eh sentimentos ruins, eu não vou me culpar.

. Então, aqueles que nos causam antipatia é mais uma recomendação. Perdoe, perdoe e aja com empatia. Perdoe primeiro a si mesmo. Então, quando eu identifico eh sentimentos ruins, eu não vou me culpar. Perdoe a si mesmo e aos outros. Por que que eu estou sentindo isso? Procure a origem, procure a compreensão e a empatia, buscando encontrar os pontos positivos nas pessoas. Então, quando eu não tenho empatia com alguém, eu vou procurar trabalhar? Será que aquele outro não tem algo de positivo onde eu possa eh me firmar e admirar e ver eh com carinho aquela pessoa, entendendo a atitude dela? Busque em Jesus o exemplo de quem controlou as suas emoções, mantendo a a serenidade, a benevolência, mesmo em situações de sofrimento. Então, no momento, na passagem inicial que Ramed nos trouxe, narrada por João, em que Jesus chorou, ele chorou porque ele sentiu a dor da do falecimento daquele irmão querido, daquela pessoa querida. Ele sofreu, ele teve empatia pelo sofrimento ali de Maria, de Marta e dos judeus que estavam presentes. Então, mas ele controlou que imediatamente falou: "Onde está?" Vamos lá, vamos, né? tomar eh uma iniciativa que culminou aí na ressurreição de Lázaro. Então, busquem Jesus, o exemplo de quem controlou suas emoções, mantendo serenidade, benevolência, eh, e mesmo em situações de sofrimento, reorganize a mente, mude atitudes mentais, use uma linguagem positiva, então, buscar linguagem positiva e agradeça mais, agradeça tudo o uso de terapias, porque algumas vezes Não conseguimos fazer isso sozinho, sozinhos. Precisamos de alguém que nos ajude a identificar esses sentimentos. Então, o uso de terapias, mas também a oração e a fé nos auxiliam neste processo. E analise o dia antes de dormir, reflita sobre o dia e como você agiu, buscando os erros para não repeti-los. Então, fazendo a avaliação diária daquilo que eu faço, o exercício do bem é fundamental para o nosso aperfeiçoamento espiritual. Então, é importante nominar o que sentimos, porque isso acalma nosso

s. Então, fazendo a avaliação diária daquilo que eu faço, o exercício do bem é fundamental para o nosso aperfeiçoamento espiritual. Então, é importante nominar o que sentimos, porque isso acalma nosso coração, porque aí ao identificarmos, eu identifiquei, aí eu nós podemos buscar o apoio, nós podemos buscar a solução de como lidar com aquele sentimento. E aí então teremos consciência para escolher nossas nossas atitudes. Há poucos dias eu assisti finalzinho do livro de um de um filme e que passou na TV aberta sobre a história do Musum e tem uma parte em que a mãe dele está ali no momento final da sua vida odoecida, ela fala para eh para o filho Musum que ela lutou para que ele tivesse aquilo que ela não teve, que é oportunidade de escolha. Olha que lindo. Olha que lindo. Então, a partir do momento que eu identifico meus sentimentos, eu posso lidar e eu posso escolher como lidar. Eu posso escolher continuar com esse sentimento ou trabalhos aí no nosso processo evolutivo. E assim agradecemos a Jesus por este momento de reflexão, de oração, que possamos pensar um pouquinho nesses sentimentos que ainda temos dentro de nós e trabalharmos cada um deles para o bem, seguindo os passos do nosso mestre Jesus. Que Jesus envolva o nosso planeta. Que Jesus envolva os corações que sofrem. Que Jesus envolva, esteja presente em todos os lares, em todos os corações, em todos as pessoas que conhecem e também aqueles que não o conhecem ou não o aceitam. E assim agradecemos a ti, Jesus. Pedimos que possamos passar para o passe conectados com o teu amor, com o teu amparo, com a tua mensagem. Que assim seja. Pela sua atenção. Muito obrigada. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor.

spiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária [música] para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais [música] possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a [música] nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe.

de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a [música] nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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