A Cura Espiritual da Ansiedade, Pânico e Depressão | Lacordaire Faiad
A cura espiritual da ansiedade, pânico e depressão à luz da Doutrina Espírita, com Lacordaire Faiad. Uma palestra que traz reflexões profundas sobre saúde emocional, equilíbrio espiritual e caminhos de superação diante da ansiedade, do medo e da depressão, à luz dos ensinamentos do Evangelho de Jesus. Uma mensagem de acolhimento, esperança e transformação interior. 📘 Informações do evento: 📍 Araguaia Hotel 📌 Barra do Garças – MT 📅 27.03.2026 ⏰ 19h30 🎙️ Expositor: Lacordaire Faiad ✨ Sala Virtual Joanna de Ângelis Espiritismo aplicado à vivência do Evangelho. #espiritismo #ansiedade #depressao #panico #curaespiritual
Gratidão. a direção da Arauai vocês. Gratidão à direção do Araguaia Hotel nos dando essa oportunidade, a Fente 18 que veio nos proporcionar este momento, este encontro. E eu trago o abraço amigo do nosso querido Saulo Lveia, que é o presidente da Federação Espírita do Estado de Mato Grosso. Muito bem. Este homem aqui, este coração amigo, quem de nós não temos saudade de Jesus, não é verdade? Ernesto Renan, que é um historiador francês, ele coloca que Jesus é tão grande que a história da humanidade não o cou. Ele a dividiu antes dele e depois dele. Por que que nós temos tanta saudade e carinho de Jesus e por Jesus? Às vezes a gente ouve dizer: "Olha, eu vim matar a saudade". Saudade a gente não mata, porque saudade é uma virtude. A saudade, a saudade é a virtude da virtude gratidão. Quem tem saudade? Quem ama. De quem a gente tem saudade? De quem a gente ama. Quem não gosta de reviver o ente querido, o ente amado. Mas porque temos tantas saudades de Jesus? É o espírito Emanuel no livro Caminho, verdade, vida, na lição 142, ele coloca que Jesus, depois de Deus, que é uma presença permanente na nossa vida, é Jesus. Ele chega a dizer que Jesus conquistou a nossa tutela não somente por amor, mas por testemunho pessoal. Mais ainda ele diz Jesus, ele tutela a nossa viagem em busca da nossa angelitude desde o primeiro dia. Que quer dizer isso? Antes que nós chegássemos à categoria de espíritos, Jesus já nos aguardava amorosamente para tutelar o nosso despertar consciencial. Ele poderia ter descido num corcel astros. Ele poderia ter regimentado o maior exército que ele quisesse. Depois dele mandar vários outros emissários, que todos aqueles que vieram antes deste terapeuta da humanidade, desse maior psicólogo, ele mandou Sócrates, mandou Pitágoras, Arquimedes, Maumé, mandou Moisés, todos aqueles que vieram antes de Jesus vieram sobre o seu comando e sobre a sua tutela preparando a psicosfera da terra. o coração da humanidade para no momento exato ele pudesse vir. E como que ele
todos aqueles que vieram antes de Jesus vieram sobre o seu comando e sobre a sua tutela preparando a psicosfera da terra. o coração da humanidade para no momento exato ele pudesse vir. E como que ele veio? Seu pai e a sua mãe batendo de porta em porta pedindo guarida. Meu filho tá para nascer. Me deu um cantinho. Me deu um cantinho e ninguém deu. E quem deu deu do que não lhe faltava, do que não iria lhe incomodar. Deu o quê? uma estreparia, um curral que seu pai improvisou lá um coxo e ele teve ali como sendo o seu berço. Diz Emânel também num livro chamado A caminho da Luz, que é Jesus quem recebe, poeticamente falando, a Terra quando desperta, se desprende do Sol como uma nebulosa para prepará-la com toda a sua equipe de geneticistas, de arquiteto, de engenheiro, para nos receber. E quando ele chega até hoje, ele tá batendo na porta dos nossos corações, pedindo guarida. Num dado momento, diz João, que Jesus perpassando o olhar por aqueles que ali estavam, ele diz assim: "Se me amais, guardai os meus mandamentos e eu rogarei ao Pai que envie outro consolador para que fique eternamente convosco. Portanto, eternamente nenhum de nós aqui estaremos enquanto persona. Perilo só serve para essa encarnação. Lacordé só serve para essa encarnação. Todos nós estamos aqui de passagem, como já dizia Sócrates, nós, enquanto seres pensantes, somos viajores do tempo e a vida na Terra. É uma estação. Que que é uma estação? Uma rodoviária, um ponto de passagem. Tem gente chegando, tem gente indo. A pandemia mostrou isso, não foi? Foi muita gente, né? O fato é todos nós estamos ou não estamos na fila. Só que essa fila ninguém quer cortar, quer quer furar, não é verdade? Então ele vem dizer que este consolador ficaria eternamente convosco. Então para ficar eternamente eu não estaria centrado numa pessoa, numa persona, estaria centrado em algo que vem a ser permanente. O que é permanente? as leis de Deus e as virtudes. Então, viria trazendo as leis, expressando na verdade, a verdade é que todos nós
oa, numa persona, estaria centrado em algo que vem a ser permanente. O que é permanente? as leis de Deus e as virtudes. Então, viria trazendo as leis, expressando na verdade, a verdade é que todos nós inevitavelmente estamos destinados a evoluir. Magam, aliás, se dá para pegar o tama Buda, ele diz assim: "Nós sofremos por desconhecer as verdades que trazemos dentro de nós." Qual verdade? Como tá lá na própria Gênese bíblica, fomos criada a imagem e semelhança do criador. A verdade é que nós somos espíritos imortais. A verdade é que a morte ela não é o não é o fim, como também nascimento não é o começo. A verdade é que nós somos herdeiros de nós mesmos, como disse qual da humanidade que é o Cristo. Então esse consolador ele veio veio no dia 18 de abril de 1857, como sendo atestado de óbito da morte. chega na cidade luz Paris. Por que cidade luz? Porque algo que surgia de manhã de novidade à tarde já estava fora de moda. Mas chega justamente mostrando um Deus diferente, não o Deus antropomórfo, Deus forma humana, aquele Deus que tem raiva, aquele Deus que pune, aquele Deus que castiga, chega através de um livro chamado o livro dos espíritos. Por que dos espíritos? Porque surge na em Heidesville, na América do Norte, em 1848, um fenômeno mediúnico de mexer as mesas de ruídos e esse fenômeno ele se propaga, chega na Europa, chega justamente na França. E quando um professor de nome Polite Lon Denisar Rivaio é convidado por um amigo que era um magnetizador de nome senhor Fortier dizendo: "Professor Rivai, as mesas estão bailhando nos salões, vamos ver". Eu disse: "Não, meu tempo é muito exígoo e é muito compreensivo as mesas movimentarem, porque um ser inanimado, se você empresta o seu magnetismo, ela pode movimentar." Mas esse amigo volta ao professor Rivai, autor de vários livros, que estudou em Verdum, na Suíça, com Henry Pestalosei, foi um dos pais da pedagogia moderna, porque até Henry Pestalose a criança era tida como sendo miniadulto. Com Henry Pestalose ele coloca educar é
ue estudou em Verdum, na Suíça, com Henry Pestalosei, foi um dos pais da pedagogia moderna, porque até Henry Pestalose a criança era tida como sendo miniadulto. Com Henry Pestalose ele coloca educar é coisa do coração. E foi nesta fonte que o professor Ipoliton Denis Arriva foi beber, autor de vários livros, a os o ajudando na estrutura educacional da França. Mas o professor Rivai agora é convidado pelo senhor Fortier, que é um homem sério, diz: "As mesas não somente estão bailando, as mesas estão respondendo perguntas das pessoas. E ele como homem de ciência, sociólogo, antropólogo, poligrota, pesquisador, ele disse: "É impossível. Todo o efeito há de ter uma causa. O fato da mesa responder é um ato inteligente, mas ela não tem cérebro. Há de ter uma causa inteligente por trás deste fenômeno. E ele foi pela primeira vez na casa da madame para Nemeson. Quando naquele momento as pessoas faziam perguntas frivos e banais, ele mentalmente perguntou aquele fenômeno: "O que é que está por trás deste fenômeno?" E a mesa então responde: "Somos nós, as almas, os homens que já vivemos na terra. pode nos chamar os espíritos como lhes aprover. A partir dali ele sai com um grupo de pessoas sérias e passa a pesquisar aquele fenômeno. Daí o porquê no dia 18 de 1000 de abril de 1857 surge o livro chamado O Livro dos Espíritos. E ali nasce a ciência espírita que traz uma pedagogia espírita. Nasce o espiritismo, ismo, estudo dos espíritos. Suprimindo fica espiritismo. Em vez de ser a doutrina, fala: "Ah, a doutrina espiritismo substitui doutrina dos espíritos". Na primeira questão de O livro dos Espíritos, ele tem o cuidado de perguntar aos benfeitores da humanidade: "O que é Deus? Que é Deus?" Não, quem é Deus? Quem fez esta mesa? O próprio verbete já nos dá a ideia de que alguém a fez. Ele pergunta que é Deus. E ali nós temos a resposta de um Deus transcendental, de um Deus imaterial, de um Deus não com uma configuração humana, um Deus que o Cristo Jesus chamou carinhosamente Pai nosso que estais nos céus. Ali os
nós temos a resposta de um Deus transcendental, de um Deus imaterial, de um Deus não com uma configuração humana, um Deus que o Cristo Jesus chamou carinhosamente Pai nosso que estais nos céus. Ali os espíritos então responde: Deus é a inteligência suprema e a causa primária de todas as coisas. Einstein, ele afirma, o homem só pode desvendar o cosmo, estudar a sua leis graças às leis pensantes, pulsantes que rege o universo. Francis Colin, que é um dos coordenador do estudo do genoma, ele afirma: "Há de ter uma inteligência superior que criou tudo isso e essa inteligência nós denominamos Deus". E aí nós vamos perceber na questão de número quatro o livro dos espíritos, o codificador então pergunta: "Onde, portanto, podemos encontrar a prova da existência de Deus?" E os espíritos então responderam: "No axioma que aplicgais a vossa ciência, não há efeito sem causa. Retire tudo aquilo que o homem fez e a vossa razão vos responderá. Portanto, chega a doutrina espírita como sendo uma ciência. Nós tiramos o estudo desses livros, tem lá na frente depois quem quiser adquirir e ampliar ali a sua pesquisa, tá bem? Então veja, ele chega dizendo o seguinte: "O espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem, destino dos espíritos e as suas relações com o mundo corporal. Não é uma ciência como é a matemática, como é a física, é a química". É uma ciência que tem como objeto de estudo o que Sócrates disse, esse ser pensante e viajor do tempo. Hoje, quando a psicopatologia vai estudar uma síndrodidal, que é a trçomia do cromossoma 21, ou uma hidrocefalia, como pode, como se explica aquele espermatozóide ou aquele óvulo comprometido conseguir vencer as corridas ou fazer a fecundação? enquanto há tantos são milhões, onde então a ciência para, chega a doutrina espírita como ciência, mostrando que antes da fecundação do espermatozóide com óvulo, existem leis, principalmente além da lei da genética e das probabilidade, as leis mentais magnéticas e o espírito reencarnante com o seu psiquismo, ele vai atrair o
ndação do espermatozóide com óvulo, existem leis, principalmente além da lei da genética e das probabilidade, as leis mentais magnéticas e o espírito reencarnante com o seu psiquismo, ele vai atrair o espermatozó, o homem com a carga genética correspondente e vai ali presidir a fecundação desde a célula ovo, desde o tubo neural e até surgir o corpo que hoje nós trazemos, confirmando o que o maior terapeuta da humanidade colocou para todos nós há mais de 2000 anos a cada um, conforme as suas obras. Então, vamos refletir um pouco mais. Nós estamos vivendo um momento de alta tecnologia, de inteligência artificial, de grandes informações, não é verdade? Mas nós estamos vivendo um momento de grande conturbação sociocultural. Nós estamos vendo na mídia pais matando filhos, filhos matando pais. Nós estamos vendo o feminicídio se alastrando. Nós estamos vendo, estamos vendo uma tendência muito forte de descaracterização das organizações, da família e assim sucessivamente. Outro dia, passando na rua, eu vi um slogam da maçonaria num carro dizendo: "Seja pai do seu filho antes que o traficante o adote." Então, nós estamos vivendo um momento que cada um de nós somos convidados a estar exercendo a nossa seletividade daquilo que nós estamos nos dando enquanto alimento. É como se a vida em sociedade fosse um grande supermercado. O que eu quiser, ele está ofertando. Agora, a nossa mente, a semelhança do estômago que precisa de alimento sólido e líquido, o alimento da nossa mente é o pensamento. Hoje a neurociência comprova nitidamente, inclusive mostrando conforme a própria Organização Mundial de Saúde coloca que não há doenças, há doentes. Duas pessoas trabalhando no mesmo ambiente, uma contrói tuberculose e a outra não. Por quê? E assim sucessivamente. Nós vamos perceber que cada um de nós somos herdeiros do nosso próprio padrão mental. Da mesma forma que nós escolhemos o alimento físico, é fundamental que também nós busquemos escolher o nosso alimento mental. Vocês já viram briga com WhatsApp? Outro
s do nosso próprio padrão mental. Da mesma forma que nós escolhemos o alimento físico, é fundamental que também nós busquemos escolher o nosso alimento mental. Vocês já viram briga com WhatsApp? Outro dia eu vi uma garota, uma adolescente mostrando para colega que tá vendo? Olha aqui, ó. Eu coloquei, coloca as coisas no WhatsApp. Meu pai nem dá joinha, nem nada. Aquela bandidinha mostra umas coisinhas sem graça. Meu pai tá sempre dando atenção. Então a gente vai. Que que é isso, gente? Então nós estamos vivendo um momento muitas vezes de superficialidade e não nos percebendo quem nós somos. E ficamos a merchar do outro, da validação do outro. Outro dia, onde eu trabalho, uma jovem junto com a com a mãe disse: "Tá vendo, mãe?" Ó, eu fui ontem no salão, ó, produzi toda só para que bandido ver o que que ele perdeu. Ele foi o primeiro a curtir. Eu não falei nada, mas eu fiquei pensando. Ela foi no salão para quem? Pro outro. E ela se tratou como o quê? Uma coisa. E coisa a gente faz o quê? Usa, estraga, faz o quê? Joga fora. E gente, não, gente, a gente não usa gente, a gente ama. Quando que a gente ama a gente? Quando se ama, não é verdade? Então nós vamos perceber que essa situação de desafio que nós estamos tem muito a ver com a forma como nós nos estruturamos psiquicamente. Aqui nós vamos usar uma técnica, usar um um gráfico da PNL, da programação neurolinguística e também da neuropsicologia. Veja que nós estamos vendo o mundo aqui fora, né? Aqui nós estamos vendo primeiro, ó, o mundo girando. Quando você chegou no mundo, você já encontrou toda uma cultura, uma história, o seu nome. Antes de você chegar, você já teve o seu nome. A não ser depois que você chegou, alguém na dúvida sugeri o seu nome, não é verdade? Mas o fato é que quando você chega, você já chega num palco da vida com uma história que não é sua, mas essa história ela vai fazer parte da sua estruturação psicoemocional, da sua personalidade. Pia Valon, dois teóricos da psicologia infantil, ele coloca que toda criança
uma história que não é sua, mas essa história ela vai fazer parte da sua estruturação psicoemocional, da sua personalidade. Pia Valon, dois teóricos da psicologia infantil, ele coloca que toda criança ela tem necessidade do adulto socializado para inseri-la no social. Ou seja, você tem tudo do jeito da sua mãe, do jeito do seu pai, do jeito dos seus professores, do jeito da sua avó. Não adianta eu falar: "Não quero o jeito da minha mãe, eu já tenho. Não quero o jeito do meu pai, também já tenho." Agora, há uma responsabilidade aí, nunca ficar culpando o pai ou a mãe, porque eles deram que eles tinham para dar. E foi você que entrou na vida dele, foram eles que entraram na sua vida. Eles fazem parte do seu programa espiritual para o seu aprendizado. Então, quando nós chegamos, que que acontece? Nós já recebemos toda uma estrutura. Nós estamos vendo ali uma família, olha nesse gráfico. Olha lá, a criança chegou, mas nós estamos vendo que é uma criança muito bem inserida. Olha lá, olha o irmãozinho aqui, a alegria dele. Olha o pai junto, a mãe. Parece que o pai também que ficou grávido junto, aquela família que ali comprometida em prol do bem comum. Então, a família funcional, equilibrada, porque tem família funcional, desfuncional, do jeito que funciona, certo? Mas nós hoje adulto não tem como voltar lá atrás. e fazer o que nós fizemos ou o que aconteceu conosco. Mas tem como eu reescrever a minha história. Filho de alcólatra tem que ser alcólatra? Não. Então eu posso mudar isso. Portanto, aqui então eu recebo, conforme eu recebo as informações do mundo externo, eu vou desenvolver comigo os meus filtros, ó, crenças e valores. Então, a forma de você ver o mundo depende muito disso aqui. Então, as crenças, a linguagem, a memória, a percepção do tempo. Com isso eu construo um metaprograma, ó. Esse metaprograma é baseado nele, ó, que eu vou estar alcançando o que realmente todos nós almejamos. E tudo tem a ver conforme nós internalizamos essas relações. Não tem a ver com a
metaprograma, ó. Esse metaprograma é baseado nele, ó, que eu vou estar alcançando o que realmente todos nós almejamos. E tudo tem a ver conforme nós internalizamos essas relações. Não tem a ver com a minha mãe, nem com o meu pai, mas tem a ver a forma como eu internalizei. Daí nós vamos perceber que isso aqui constrói o nosso mapa interno. O mapa interno vai estar atuando agora nas nossas intuições, no sentimento, imagem, sons, sensações, cheiro, gosto, diálogo. Por quê? O mapa é o jeito, é o óculos que eu ponho, é o jeito que eu vejo a minha, eu vejo o outro, eu vejo a vida. Vocês estão vendo um IP lindo, eu tô junto com vocês vendo o mesmo IP. Eu falo assim: "Mas que bobeira! Vocês acabaram de falar: "Que IP bonito". Eu falei: "Que bobeira! Isso aí faz uma sujeira danada". Aí a Cátia vai me perguntar: "A, Cordé, de onde você tirou queip faz sujeira danada?" Não, toda a árvore faz. Lá quando eu era garoto, lá em casa tinha árvore, eu até apanhava porque eu era o responsável para tirar as folhas. Então quando eu vejo o que que eu fiz? Eu fiz uma transferência de uma situação traumática. Então toda eu vou tratar com carinho. E aí nós vamos perceber o quanto que isso interfere na nossa vida adulta. Vocês já viram alguém falando: "Ah, eu não sou sua mãe. Ah, não, eu não sou seu pai". Mas você tá parecendo seu pai, hein? Por quê? é a convivência. Por isso que quanto mais eu passo agora a perceber os meus sentimentos, então pensamentos desperta os sentimentos. Os sentimentos vão despertar agora no estado emocional. Então, sentimentos mais o pensamento vai me trazer as sensações. Aí o que que acontece? as sensações vão me trazer o estado fisiológico, alteração do meu corpo psíquico ou do meu corpo físico. Ó, com isso, o que que acontece? Eu tenho um comportamento interno que vai me levar a um comportamento externo cujas atitudes vão me trazer, portanto, um resultado. E aí eu fico num processo de retroalimentação. Vocês já viram alguém falando: "As coisas nada dá certo para mim, eu não
a um comportamento externo cujas atitudes vão me trazer, portanto, um resultado. E aí eu fico num processo de retroalimentação. Vocês já viram alguém falando: "As coisas nada dá certo para mim, eu não sei por eu sou um cara de tanto azar, igual um primo meu falava, né? Ele começou a aprender a nadar, lagoa secou". Isso que é azar, não é? Então ele dizia tudo para ele era no negativo. Então as oportunidades passam e nunca cessam. As oportunidades do universo, ela é muito rica. Só que elas batem na porta, mas não arromba a porta e nem abre fechadura. De quem que é a responsabilidade de acolhê-las? De cada um de nós. Então quando eu digo assim: "Ah, não, eu não dou conta, eu não consigo, eu não sou capaz. Que que acontece? Eu vou estimular com o meu pensamento, neuroquimicamente o meu cérebro e ele irá produzir as enzimas correspondentes aos meus padrões mentais. É medo? Então vou tentar quicardia, sudorese abundante, as pernas ficam fria, ficam bamba e assim tem gente que tem, chega ter diarreia. Por quê? O pensamento ele atua profundamente no nosso metabolismo. Faz sentido, gente? Eu estava vindo para cá e eu vi quando o meu netinho de 10 anos antes de pegar o 11 para vir e eu fiquei observando. Ele foi, abriu a geladeira e pegou um limão. Aquele limão amarelo. Isso. Você tava lá também. Então ele pegou um limão, botou na pia, pegou a faca, botou em cima da da tábua de cortar carne e ficou aquelas duas bandas, né, como diz o goiano. E eu falei: "Que que ele vai fazer agora?" Sabe o que que ele pegou? pegou o o limão e pôs a língua para ele bota a língua para fora, faz uma uma uma calha assim, uma curvazinha e começou a espremer o limão, aquela aqueles aquelas gotas grossa do limão. E ele ia colocando aquilo lá e eu fiquei atrás da geladeira olhando aquele negócio assim. Aí eu falei: "Agora quero ver que ele vai fazer". Ele prendeu, ficou aqueles gomin fica? Ele pôs na boca e passou no dente. A u tem gente fazendo careta aí babando aí. É mentira, eu tô inventando. Tá vendo como que mexe?
quero ver que ele vai fazer". Ele prendeu, ficou aqueles gomin fica? Ele pôs na boca e passou no dente. A u tem gente fazendo careta aí babando aí. É mentira, eu tô inventando. Tá vendo como que mexe? Então a mente da gente, ela não distingue o que que você tá pensando e o que que tá acontecendo. Que cor que é a geladeira lá em casa. Aí a branca, que cor que é? azul. Que cor que é a geladeira lá da sua casa? Aí, ó. Tá vendo? Isso chama projeção. O que eu tenho comigo, eu projeto outro. Então, veja o quanto que isso aqui é fundamental e no que que isso aí interfere em tudo. Por quê? Com isso, ó, eu fico num processo de retroalimentação. Se eu não mudar, então eu fico num padrão de comportamento e não de atitude. Tem diferença, gente? comportamento. Eu tenho uma goteira lá em casa e a goteira toda vez que choveu ponho a goteira lá e aí eu fui pedir pra Renata, Renata, me empresta o seu balde, a minha vizinha. Ela me emprestou o balde. Eu pui lá na goteira, encheu de água, eu joguei fora. Encheu de água, eu joguei fora. Comportamento ou atitude? A Renata chegou lá e falou assim lá, cadê o meu balde? Aquela pessoa de comportamento é a pessoa que entra na queixa, só fica lamentando, arrumando desculpa. É aquela pessoa que se faz de vítima, se faz de coitadinho. Isso é comportamento. Aí a Renata falou: "Cadê meu balde?" Falei: "Não, você não vai pegar o balde, né? Eu que eu te ajudo tanto." Olha o mártir vitimizado. Que que ela falou? Você pode me pegar o balde aqui, você vai tomar uma atitude. Você tá num comportamento. Qual que é a atitude? >> Você estava lá também. >> Então, atitude é arrumar goteira. Pessoa de atitude é a pessoa que ela vê um problema como sendo o companheiro de ajuda, de crescimento. Ela vê o problema, mas ela busca a solução. Pessoa de atitude é aquela que sabe onde ela está e onde ela quer chegar. Pessoa de comportamento, ela vai no médico, não toma nenhum remédio, depois reclama até do médico, porque ela tem vantagem de ter doença. Pessoa de comportamento, ela tem a doença, ela se
quer chegar. Pessoa de comportamento, ela vai no médico, não toma nenhum remédio, depois reclama até do médico, porque ela tem vantagem de ter doença. Pessoa de comportamento, ela tem a doença, ela se acolhe e vai e busca, porque ela tem tá focada na saúde. Faz sentido? Ainda bem que todo mundo aqui é de não atitude, certo? Comportamento, alguma coisa. É, ou não é? Muito bem. Então, vejamos, ó, o que que é fundamental para eu poder me ajudar lá neste livro, o livro dos espíritos. Quem não leu, vale a pena ler, tá? É um livro de profunda orientação, um livro que vai lhe ajudar a nortear sua vida num processo de autorresponsabilização, certo? Lá na questão 919, o codificador da doutrina espírita tem o cuidado de perguntar um dos benfeitores que ajudaram na codificação, que foi um dos pais da igreja, é Santo Agostinho. Então ele pergunta: "Qual é o meio eficiente e eficaz?" Ó, não é qualquer meio, ó, para que eu possa resistir ao mal e desenvolver o bem. Olha a pergunta. E aí Santo Agostinho então responde: "Um sábio da antiguidade já volou, diz: "Conheça a ti mesmo". Então o conhecimento ele é fundamental. O autoconhecimento, onde é que me dói? Quais são meus medos? Quais as minhas inseguranças? E também o que que eu faço bem? Onde eu estou bem equilibrado? Onde eu estou bem resolvido, eu vou incentivar. Onde eu estou deixando a desejar, eu me autoacolho. Eu sou um aprendiz da vida e vou fazer a mudança. Então o Santo Agostinho coloca buscando Sócrates, um sá da antiguidade já avô disse: "Conheça-te a ti mesmo. No autoconhecimento, eu vou ter o autodomínio. Não é problema você ter perturbação, não é problema você ter tendência ao sexo desequilibrado, não é problema você ter ansiedade, ter medo. Que que você tá querendo fazer com esses conflitos? Porque eu sou o responsável pelo que eu penso, pelo que eu sinto, pelo que eu faço. Por isso que nunca colocar no outro a responsabilidade do que eu penso, do que eu sinto, do que eu fiz, do que eu quero fazer. Por quê? O outro não tem poder de
o, pelo que eu sinto, pelo que eu faço. Por isso que nunca colocar no outro a responsabilidade do que eu penso, do que eu sinto, do que eu fiz, do que eu quero fazer. Por quê? O outro não tem poder de criar nada em nós. Se eu usei aqui do limão, se vocês não conhecessem esse limão, não ia adiantar nada eu falar do limão. Então, eu trabalhei despertando algo que tá dentro. Então, é uma música que você ouve, é um perfume que você sente. Gente, essa música tá me lembrando lá na minha infância. Você nem tava pensando na infância, a música te despertou. Então, quando eu busco trabalhar comigo a autoconsciência, o que que acontece? Eu mergulho profundamente naquilo que vem desde a minha infância. ou como também está lá um outro livro da doutrina espír que chama Evangelho Segundo Espiritismo, Allan Kardec nos fala da causas atuais e anteriores das aflições. Como é que você explica uma claustrofobia, uma pessoa que nunca teve um trauma nessa, mas de onde ela vem? Então, nós vamos perceber que nós somos viajores do tempo e aquilo que eu tô bem resolvido já é meu patrimônio. O que eu não resolvi também vai me acompanhar para eu resolver. Portanto, o próprio Sigmon Floyd, que é o pai da psicanálise, diz assim: "Nós somos dirigidos pelo pelo inconsciente ou pelo subconsciente". Sabe aquele pensamento que a gente pensa, mas não pensa, que pensa e continua pensando? Por quê? Tá no piloto automático. Ah, eu nem pensei. Pensou? Só que você tá tão acostumado para um comportamento e não percebe o quanto você é convidado a ter atitude. Lembra quando você começou a dirigir, você ia cuidar da embreagem que ser do acelerador, né? Quando tinha um carro de embreagem, não era? ia cuidar da embreagem, esquecia do câmbio. Você fala: "Meu Deus, será que eu vou aprender um trem desse?" Não era assim? E hoje você nem vê a hora que o carro você vira, dá certo. Por quê? Isso é comportamento condicionado de a prática de tanto você fazer. Então, vício é prática de uma coisa nociva. Então, eu reconheço que eu tenho essa
ê a hora que o carro você vira, dá certo. Por quê? Isso é comportamento condicionado de a prática de tanto você fazer. Então, vício é prática de uma coisa nociva. Então, eu reconheço que eu tenho essa prática. Agora, o que que eu posso fazer para mudar? Por exemplo, a psicologia, ela é muito clara. Ela diz: "As compulsões, a gula, a bebida, o cigarro, a droga, o vitimismo está ocupando o lugar de alguma coisa que eu não estou me dando amorosamente, porque ninguém foi criado para ter desprazer. Nós fomos criados por prazer. Então o desprazer que eu estou me dando, eu vou compensar na comida, vou compensar no doce e assim sucessivamente. Por isso que o autoconhecimento ele é fundamental para estar nos ajudando a fazer essa mudança de nível. Pergunta, gente, pode perguntar que se eu não souber a equipe aqui já conseguiu um pessoal para responder. Tudo bem? Então vamos paraa frente. Olha. Muito bem. Aqui nós estamos vendo neste livro aqui, ó, o cântico das virtudes. Quem não leu, vale a pena ler. É um livro que a autora, Adália, ela desenvolve um diálogo das virtudes com as não virtudes. Ô meu irmão querido, por que tu fazes assim contigo se eu sempre estou junto de ti esperando me acolher da tua irmã a amizade a você, meu irmão, o desamor. É muito interessante este livro, mas o fato é o seguinte. Olha o apóstolo Paulo, que não é um apóstolo da teoria, é da prática, de onde ele saiu e onde ele chegou, daquele advogado do Sinédrio, doutor da lei, orgulhoso, presunçoso, o primeiro a perseguir os cristãos, ele chegou à sua condição mais profunda de autoencontro amoroso, de um profundo encontro do ego e self, ele se acolheu profundamente, porque os nossos defeitos, os nossos movimentos egoicos, não vem para ser rechaçado, para ser acolhido e colocar serviço da essência. Então ele diz assim: "O bem que eu quero fazer, esse eu não faço em cartas aos Romanos. O mal que eu não quero, eu faço." Que que ele tava falando do seu instinto, ó, do comportamento da predominância extintiva, egoica
m: "O bem que eu quero fazer, esse eu não faço em cartas aos Romanos. O mal que eu não quero, eu faço." Que que ele tava falando do seu instinto, ó, do comportamento da predominância extintiva, egoica desequilibrada? da sua característica humana egoica. Mas ele diz assim: "Tudo posso naquele que me fortalece. Tudo nós podemos, desde que eu obedeço a vez. Dependendo das minhas escolhas na lei de liberdade, eu construo a minha libertação. Dependendo da lei, da atitude que eu tenho diante da lei de liberdade, eu construo a minha escravização. Eu posso fazer o que eu quiser com minha esposa, posso ou não? Não posso. Ela é minha. Não posso. Posso. Não posso. Posso. >> Ah, poder pode, ó. Mas não deve, viu a diferença? Primeiro comigo lá ia dormir debaixo da cama e olha lá, né? Então veja, tudo eu posso, mas nem tudo me convém. O que que ele está falando da nossa educação do instinto diante da vez de liberdade? Porque a lei de liberdade anda de mão dado com qual outra lei? A lei que traz tudo depois. Como que chama essa lei? lei de responsável, lei de retorno, lei de >> causa e efeito. Olha aí, ó. É ou não é? Então, nós vamos perceber que é o quanto é importante nós estarmos nos trabalhando no autoconhecimento. E aí depois o apóstolo Paulo lá no final da sua existência física que ele fala: "Já não sou eu mais quem vivo e se o Cristo que vive em mim." Olha a profundidade de identificação. Então aqui nós vamos perceber, ó, eu, espírito imortal, a minha esposa é minha, >> não é não. Ninguém é de ninguém, de Gibran. Calibranc, você só é de quem? Não, Deus já fez você e deu você para quem? Pronto. Deus precisa de alguma coisa? Não. Então ele criou você para quem? Para ele não foi para quem? Para você fazer o que com você? Ficar te xingando, brigando. Eu tinha um amigo no trabalho que diz assim: "Hoje eu tô de um jeito, se o caminão de um lixo passa, ela me joga por dentro. Deixa eu sair de perto." Pensou? A pessoa mais importante da vida dela de manhã ainda. Imagina o marido dela, coitado,
: "Hoje eu tô de um jeito, se o caminão de um lixo passa, ela me joga por dentro. Deixa eu sair de perto." Pensou? A pessoa mais importante da vida dela de manhã ainda. Imagina o marido dela, coitado, não é? Então a gente vai observar que tudo depende como eu me vejo, eu me conduzo. Faz sentido? Então eu pergunto, eu posso mudar alguma coisa nas leis divinas? Rosa não posso? Tem como eu falar assim: "Eu não quero mais viver sob a lei da gravidade, eu não quero mais ser filho de Deus, tem jeito. Eu tenho dizer para eu não quero mais evoluir, tem jeito. Porque a evolução é uma determinação divina. Agora, quando e como? Lei de liberdade, faz sentido? Então, se eu não posso mexer nas leis, eu vou mexer em Deus também? Não. Então, onde eu vou mexer? Pronto. Tá aqui, ó. Então, ninguém nasceu para mudar o outro. Você nasceu para mudar quem? >> É ou não é? Qualquer coisa disso é fora. É ilusão de controle. A gente tem três ilusão de controle. Do outro, do tempo e da circunstância. Aí é que vem depressão, aí que vem ansiedade, não é? Então, o que que acontece? A importância que tem eu, pelo autoconhecimento agora, eu me entrego à leis fazendo o melhor para quem? Que que o maior psicólogo da humanidade falou? Amar, o próximo, como é que eu vou ensinar matemática para você se eu não sei? É ou não é? Mas isso é egoísmo, não é? É, egoísmo é o quê? Eu querer algo para mim, prejudicando alguém, pensar em mim, me dá o melhor, eu mereço ou não? >> Agora, merecer é outra coisa também que leva a depressão, que às vezes a gente acha merecer é uma coisa ganhada. Por quê? Nós acostumamos ouvir assim, você tem que ser bom para ir pro céu. Então, se você já é bom, você tá no céu, não é? Então, merecer não é uma coisa ganhada, é algo trabalhado. A felicidade, ela é uma virtude, meio ou recompensa. Ela, a felicidade vem antes de você trabalhar, >> não? é uma virtude de recompensa. Então, nós vamos perceber que quando eu me rebelo diante das leis, vem dor e sofrimento. Por isso que o exercício da
Ela, a felicidade vem antes de você trabalhar, >> não? é uma virtude de recompensa. Então, nós vamos perceber que quando eu me rebelo diante das leis, vem dor e sofrimento. Por isso que o exercício da liberdade, de sentir-se autossuficiente para o trabalho do desenvolvimento do auto amor e do alo amor, nos leva a um equilíbrio emocional. Por Deus não criou ninguém faltante. Deus não criou ninguém coitadinho, nem capaz. Faz sentido ou não? Eu não faço a minha esposa feliz, mas ela me faz feliz. Ó, dependendo da resposta tem separação, hein? Ela faz ou não? >> Faz também não. Por ela feliz e eu feliz, nós nos potencializamos. Faz sentido, gente? Por isso que, olha, a psicologia ela é muito clara. Aquela dor que eu tenho comigo, aquela machucadura que eu trago na minha alma, se eu não cuidar dela, ela vai doer num momento inadequado. Ou eu vou descontar em quem não tem nada a ver com isso. Ou então ela vai doer na forma de doença quando aparece no corpo. Depressão é uma delas. Faz sentido? Então, vejamos a importância que tem de nós estarmos nos cuidando. Ó, eu vou até tirar, botar toda a lâmina aqui pra gente fazer, vocês fazer um print disso aqui, ó, e colocar lá na cama assim, ó, lá no guarda-roupa. Todo dia você tá olhando. Pode tirar um print. Olha aí, ó. Então, veja só, ó, o que que é, como surgem as doenças. Hoje a neurociência comprova profundamente. Olha aqui, ó. Primeira coisa, sentimento de desamor, doença espiritual. Então eu fico me reclamando, eu fico lamentando, eu fico num padrão de comportamento e não de atitude, porque nada vai lhe acontecer se não tiver dentro da lei de amor, justiça e caridade. Todos nós temos um anjo de guarda. Então, o anjo de guarda, qual que é a função dele? Não é proteger. Então, como é que você tá dentro de um problema que você não dá conta de resolver? Seu anj tá sendo irresponsável, tava dormindo. Então você vai perceber que na verdade eu estou fugindo do trabalho que dá eu cuidar de quem? Aí eu quero que alguém cuide de mim. Então essa energia aqui,
u anj tá sendo irresponsável, tava dormindo. Então você vai perceber que na verdade eu estou fugindo do trabalho que dá eu cuidar de quem? Aí eu quero que alguém cuide de mim. Então essa energia aqui, ó, o que que vai acontecer? Ela entra num quanto energético psíquico, ó, que vai gerar em mim um desequilíbrio mental. Esse desequilíbrio mental vai mexer neuroquimica com neuroquimica comigo, neuroquimicamente, que vai gerar doença do corpo físico. Agora, doença do corpo físico, ela é amiga ou inimiga? Hã? >> Hã? Cadê o Lacord? Teve um infarte, foi embora. Eu fui levando as minhas encrenc ou não? >> Ó, cadê o Lacela? Tá com câncer. Olha, ele mudou tanto. Você não imaginou? É uma outra pessoa. Aliás, eu tive um câncer de intestino e o corpo fala. Tem um livro do Dr. Pierre Raio, tem um outro livro do Dr. Perny Sigel, é um oncologista norte-americano. O livro chama Amor, Medicina e Milagres. Então o corpo fala, então por que o intestino? Para que que serve o intestino? Para pegar o que serve, o que não serve. Então o que tava atrapalhando é o que serve, o que não serve, o que presta, o que não presta. Então eu tava juntando coisa que não presta. E aí eu fui meditar. Por quê? Então eu tinha aquela ilusão de querer controlar tudo. Eu tinha aquela ilusão de cobrar de mim demais o padrão do perfeccionismo. E segundo a psicologia indiana ou tibetana, aqui é um chakra do poder, aqui é o chakra do amor, aqui é o chakra do conhecimento e assim por diante. Aqui o tem o chakra do prazer. Então o chakra o que que ele é? É como se fosse um micotransformador. Nós temos a energia que vem da usina, passa pro transformador para depois põe para dentro de casa. Então o chakra funciona como se fosse microtransformadores. Então onde eu altero o meu psiquismo, o corpo ali vai ser meu órgão de choque. Por exemplo, coluna. Os seus geneticistas erraram na no cálculo da coluna do seu corpo? Seu corpo foi programado para você cuidar de quem? Agora não tem aquela pessoa fica pregando problema dos outros? Se você
lo, coluna. Os seus geneticistas erraram na no cálculo da coluna do seu corpo? Seu corpo foi programado para você cuidar de quem? Agora não tem aquela pessoa fica pregando problema dos outros? Se você tem um prédinho de quatro andares, você quer botar oito, que que vai acontecer com a coluna? Não é? Eu atendia uma cliente professora, ela teve três héros de disco em torno mais ou menos de um ano. Por último, o o ortopedista falou: "Olha, você vai buscar uma ajuda". Olha o quanto que quando nós não trabalhamos a nossa história, ela interfere nos nossos padrões mentais, interfere na nossa saúde. Porque a doença ela não é uma inimiga, ela é uma amiga, ela é um carteiro. Qual que é a função do carteiro? Entregar uma carta. Você pegou a carta e vai ficar morando com você, então a doença vai embora. Por isso que quando você aprende a lição, o universo vira a página. você não virou, tem alguma coisa que você tá apegado ali. Tem gente que se apega à doença. Eu atendi uma cliente que ela teve o câncer, ela falou assim: "Meu câncer foi bom porque meu ex-marido agora tá gastando tudo comigo para não gastar com a outra". Olha aí. Aí você cada pessoa tem um padrão mental, não é verdade? Então essa cliente, veja só, ela com sete aninhos, tinha um irmãozinho de seis, a mãe ia trabalhar, era professora, trabalhava em três períodos e deixava já a comida pré-pronta com um cachotinho para ela poder eh esquentar a comida pro irmão, com a responsabilidade de levar lá no grupo escolar, que era de perto da casa dela, e arrumar a casa. E quando a mãe chegava, a mãe muitas vezes, aí nós vamos perceber que nós temos dentro de nós uma criança interna, uma chugada ferida. Mas nós temos uma criança que em muitos aspectos ela tá feliz. Em outros aspectos nós temos um adolescente dócil ou agressivo. A mesma coisa é um adulto que a gente absorveu de brutalidade, de agressividade também. Um adulto dócil. Às vezes eu fui pegar a brutalidade do meu pai e a docilidade da minha mãe, dependendo da hora, eu acesso quem eu tô
ulto que a gente absorveu de brutalidade, de agressividade também. Um adulto dócil. Às vezes eu fui pegar a brutalidade do meu pai e a docilidade da minha mãe, dependendo da hora, eu acesso quem eu tô ali naquele momento. E aí, olha só, eu fiz uma pergunta para ela. Se você vi criasse uma imagem do mundo, você no mundo, que que seria o mundo para você? uma grande marreta batendo na minha cabeça me achatando. Aí foi a história dela. A mãe dizia assim: "Foi um período em que o governo eh atrasou o salário dos professores e tudo." O fato é que a mãe dela chegava para ela, falava assim: "Dalém de trabalhar tanto, né, minha filha, você pode ser tudo na vida, até menos professor." Ela foi fazer a faculdade, não se deu conta que ela foi fazer uma faculdade para não ser professora, que ela foi fazer educação física. O sonho dela era montar uma academia e ela montou academia, mas nem sempre um bom padeiro vai ser um bom dono de padaria. É ou não? Que envolve outras coisas. Que aconteceu com a academia dela? Vocês conhecem ela também? faliu. Aí ela foi trabalhar numa outra academia de quê? >> Personal. E aí que aconteceu com a academia que ela foi trabalhar? Vocês estavam lá também? Que que sobrou para ela? >> Ser professora de quê? Adolescente. Então, viu onde tava a questão? Então, o corpo dela falando algo que ela não tinha. resolvido dentro de si. Viu como isso é respeitoso, gente? A gente tá se autoacolhendo na nossa dor, no nosso sofrimento. Então, o que que acontece? Eu tenho diante da doença uma postura passiva, ó, de pseu do amor. A pessoa se acomoda diante da doença como se ela fosse inevitável, gerando a continuidade dessa. Uma outra cliente que eu atendi, uma médica, ela teve um CA de mama, câncer de mama, que com três reincidindiva, foi voltou, foi e voltou. O médico, o oncologista encaminhou pra terapia. Olha a história. Três irmãs, a mais velha queridinha do pai. o conceito dela, a mais nova aquele diante da mãe. E a mãe ainda falava assim: "Olha, se eu ficar doente, não é você
ncaminhou pra terapia. Olha a história. Três irmãs, a mais velha queridinha do pai. o conceito dela, a mais nova aquele diante da mãe. E a mãe ainda falava assim: "Olha, se eu ficar doente, não é você que vai cuidar de mim, porque você só escapa, porque você é inteligente, estudiosa, mas é bruta igual uma porta." E foi a única que formou uma excelente profissional, uma empreendedora por excelência, contou uma clínica com vários profissionais, a família toda vivia em torno do dinheiro dela. Então, como que ela ganhava afetivamente? cuidando da família financeiramente. E o corpo fala e olha o que que ela disse. O meu câncer foi muito bom, uniu minha família, meu marido que era uma pessoa chucra, até banho ele me deu, que não podia mexer com as mãos. Então se ela ficasse boa, o que que ia acontecer com a família? Ficar desunida. Quem quer uma família desunida? E se ela ficasse boa, o que ia acontecer com o marido? Quem quer uma leite desse jeito? Tá vendo como que o inconsciente ou subconsciente funciona no presente? E do outro lado a pessoa entra no movimento reativo. Ó, a pessoa revolta contra a doença querendo arrancá-la de si mesma, gerando um agravamento dessa. São duas polaridades. O que fazer? É essa aqui. Agir com atitude, ó. agir com proatividade. Que que é proatividade? Por que que é cura espiritual da depressão? Porque o do corpo não é o corpo que está adoecendo, é o espírito. Sou eu, enquanto pensante, eu estou adoecendo o corpo. É diferente. Eu é quem mando. Eu quem comando meu corpo. Metabolicamente falando, tem coisa que eu não comando. Por exemplo, por quê? É a presença de Deus em nós. Ele criou as leis para proteger a gente. De quem? Fala pro seu coração parar. Fala. Não, não fala não. Vai que ele para. Por que que não para? Presença do criador em nós. O seu rin tá funcionando depender de você comandar. Suas células estão multiplicando sem que você a comande. Que é isso? presença da divindade em nós. Então agora eu tenho como controlar, eu tenho como ter o autodomínio das minhas
der de você comandar. Suas células estão multiplicando sem que você a comande. Que é isso? presença da divindade em nós. Então agora eu tenho como controlar, eu tenho como ter o autodomínio das minhas emoções. Eu não tenho domínio sobre o outro, sobre o que vem de fora, mas o que tá dentro de mim, sim. Então o que acontece isso é proatividade. Então aquela pessoa que primeiro ela sabe quem ela é, para quem primeiro para quem? Quem é a pessoa mais importante da sua vida? Euudo isso >> mesmo que você não queira. É ou não é? Com quem que você vai tá andando pela eternidade? Pronto. Não é isso? Os demais tudo é passageiro. Você não só não é passageiro de quem? De você mesmo, não é verdade? Então, a proatividade é saber quem eu sou. Primeiro para quem? Para mim e nos meus diversos papéis. o papel de pai, o papel de mãe, o papel de professor, porque se eu não sei quem eu sou, para mim, eu entro num padrão de insegurança e eu vou ficar merced, que que os outros vão dizer, que que os outros vão pensar. Ó, quem tá sendo mais importante? Os outros. Então, a pessoa proativa, ela, além de saber quem ela é para ela, ela sabe também onde ela está e onde ela quer chegar. Então, ela tem um projeto de vida, mais ainda, ela sabe de onde ela está e onde ela quer chegar. Tem todo um espaço que é trabalhoso. Então, na proatividade, ó, a pessoa aceita o processo da doença como um sinal de desequilíbrio e busca perceber o que a gerou para com isso se libertar dessa através da identificação com sentimentos essenciais. saúde vai gerar a saúde integral, a saúde do corpo e do espírito. Faz sentido, gente? Perguntas, perguntas. Muito bem. Então, vejamos a depressão. O que que é depressão? nos diz a benfeitura da humanidade, Joana, depressão é resultado do desequilíbrio energético do corpo em razão da fragilidade emocional do espírito que o aciona. Tem sentido ou não? Portanto, como que eu vou trabalhar isso? Então, veja, olha aqui os sintomas. A pessoa que tá no movimento depressivo, ó, ela entra um sentimento de
ional do espírito que o aciona. Tem sentido ou não? Portanto, como que eu vou trabalhar isso? Então, veja, olha aqui os sintomas. A pessoa que tá no movimento depressivo, ó, ela entra um sentimento de incapacidade de sentir prazer pela vida, que resulta na falta de vontade de viver, na vontade de sumir ou desaparecer, pode estar ou não acompanhado de desejo de morte. Então, uma coisa para nós sairmos daqui realmente exercitando conosco, ninguém é depressivo, certo? Porque ninguém é doença, nós somos saúde. Eu tenho um padrão mental que me leva a um padrão depressivo. Faz sentido? E o padrão mental da depressão é a pessoa que tem um padrão mental ou um mapa mental de ficar presa no passado. Eu não podia ter falado, mas já falou. Eu não podia ter feito, mas já fez. É como se eu quisesse tomar banho na mesma água do rio duas vezes. Tem jeito? Não tem. >> Tem jeito de quê? Tomar banho no mesmo rio, não na mesma água. Só que a mente não distingue o que que você está pensando e o que que está acontecendo. Eu fui visitar uma amiga de 70 anos, entrar no condomínio dela parecia eh coisa de polícia federal, tinha que dar digital, identidade e tal. E a hora que eu cheguei lá, ela tava com a porta fechada dentro de um condomínio. A hora que eu bati a porta que ela quem é? Não sou eu lá. Entra, entra, entra. Eu falei: "Mas que que foi que tá aconte?" Não, você não tá vendo? Falei: "Não, que que é? Não, entra logo." Eu entrei. Falou: "Você viu o que que tá acontecendo com os idosos naquela agitação toda?" Falei assim: "Não, não vi não. Comecei até a ficar com medo." Aí ela falou assim: "Não." E falou absurdos. Falei: "Não, fulana, que isso? você uma pessoa tão que olha, você mora num condomínio, suas filhas só saem com você, você não, nada disso tá adiantando, porque a mente da gente trabalha por associação, por comparação, por generalização e eliminação. Naquele momento que ela tá acreditando aquilo, ó, a amídala, que é um ficando no cérebro, ela fecha, ela assume o comando. O córtex cerebral, que é o da
por comparação, por generalização e eliminação. Naquele momento que ela tá acreditando aquilo, ó, a amídala, que é um ficando no cérebro, ela fecha, ela assume o comando. O córtex cerebral, que é o da razão, do raciocínio, deixa de ser abusado. Ali naquele momento, ela viveu aquilo e eu falei: "Fulan que tá acontecendo?" Não, você não viu você não falei assim, ó. Depois você vai ver que que eu vou te mostrar. E ela foi me chamou na sala de TV, que que ela tava assistindo? >> Você tava lá também? Olha aí, Cidade Alerta. Tá vendo como que é? Então, por isso que é muito importante nós estarmos tendo este cuidado de trabalhar conosco com carinho para que nós não entremos nesse padrão. Então, o que que acontece quando eu tô num padrão depressivo, ó, há uma redução da concentração e da capacidade de pensar e tomar decisões. Há pessoas que chegam no nível de fazer as necessidades fisiológicas na própria cama. Já vi, já tive um caso de um paciente assim. E aí a gente vai perceber, não entra na crítica nem na censura, mas veja onde está a causa disso, a forma como eu me vejo, a forma como eu vejo a vida, a a forma como eu me peço. E muitas vezes uma uma ausência dos valores aqueles que o Cristo colocou, não montou esse tesouro, onde a traça corrói, a ferrugem consome e o ladrão rouba. Então a pessoa fica muito mais numa superficialidade do que nos valores reais da vida. Aí o que que acontece? Nós temos a depressão leve, que é justamente os sintomas não interferem tanto no dia a dia. Aquela pessoa que começa a sair de um padrão de tristeza para um padrão agora de mudança, a ponto de que ela agora já não consegue ter a mesma alegria, a mesma satisfação como ela teria antes. depois a moderada num nível já um onde tem um comprometimento maior da manutenção das atividades diárias e ela vai no médico, faz os exames e não descobre por quê? A doença ainda não está no corpo, ela está num nível energético, no nível psíquico, que a gente fala do corpo energético ou do perespírito, da
ela vai no médico, faz os exames e não descobre por quê? A doença ainda não está no corpo, ela está num nível energético, no nível psíquico, que a gente fala do corpo energético ou do perespírito, da psicologia espírita. num nível mais grave, ó, neste nível há um comprometimento maior na manutenção das atividades diária, onde muitas vezes a pessoa chega a ponto do suicídio. Certo? Perguntas, gente, perguntas. Uma das questões muito fortes que nos leva o processo da depressão, olha aqui, ó, pode advir de um fato acontecido lá no passado recente da pessoa, fixado na mente consciente ou no passado remoto, fixado na sua subconsciência. Então, ela entra naquele padrão da culpa. E a culpa não nos leva a nada. A culpa ela é um padrão de uma crença limitadora que eu não posso errar. E as coisas mais importante que nós fazemos bem hoje, nós erramos muito. Se Deus não quisesse que nós também aprendêsemos errando, ele já nos criaria. Além de ser perfeito, essencialmente falando, ele iria nos criar perfeitos enquanto atitude, porque nós somos perfeitos enquanto criação divina, igual uma semente, uma semente de abacate. Não falta nada ali dentro para despertar o abacateiro. Mas para eu usar do abacateiro, o que que é importante que eu faça? Plante, regue, da mesma forma vou me cuidar para eu desfrutar de quem eu sou. Agora, se eu não tenho esse autocuidado e eu entro no padrão da culpa, eu inibo o meu potencial criativo. A pessoa que suicida, no fundo, ela não quer se matar. Ela tá com um mapa mental fixado, como se ela fosse o problema. Então, ela quer resolver o problema se matando, porque ela não viu que ela que é a dona do problema. A mente naquele momento entra na monoideia, na eliminação de qualquer possibilidade de mudança. Por exemplo, na eliminação mental nossa, se você acredita que criança dá trabalho, qualquer criança que vocês trouxer aqui, eu vou falar: "Vai dar trabalho." Mesmo que ela não dê trabalho, eu elimino qualquer possibilidade de uma criança não dar trabalho. Só não deu trabalho.
balho, qualquer criança que vocês trouxer aqui, eu vou falar: "Vai dar trabalho." Mesmo que ela não dê trabalho, eu elimino qualquer possibilidade de uma criança não dar trabalho. Só não deu trabalho. Vou arrumar desculpa porque ela ficou com medo de vocês. Mas vocês vão ver que ela vai aprontar. Então a eliminação, se eu acredito que eu sou incapaz, por mais que vocês falam, mas quando é você é muito capaz, eu di bando de falsos, que que eles quer comigo? Por quê? Eu fico na monoideia. Então a culpa, no lugar da culpa, é autorresponsabilidade. A culpa ela não tem no dicionário do evangelho de Jesus. Jesus nunca falou da culpa, ele falava da responsabilidade. É diferente. Nós temos aqui o cerebelo, atrás do cérebro aqui. Ele tem várias funções. Uma delas é a função espacial. Você vai jogar uma pedra numa manga, você errou feio. O cerebiro, você não errou, você tá dando para ele uma referência, daqui a um pouco você acerta a manga. A mesma coisa é a criança. Quando a criança vai tentar andar, ela cai para o cerebela, que não é um tombo, é um aprendizado. Daqui um pouco ela está andando. Então o que que é o erro? Uma experiência nos convidando a se autoacolher, refletir, analisar. e fazer de forma diferente. Dentro de nós não há mapa de derrota. Dentro de nós há fatos. A forma como eu os vejo é que me leva me sentir capaz ou não. Portanto, a a depressão ela anda de mão dada com a ansiedade. Então, depressão, pós ocupação, excesso de passar, ansiedade excesso de futuro. Futuro existe? Não existe? Existe. Ó, isso aqui é sim. Isso aqui é não. Existe ou não? >> E o passado? Não existe. Existe, não existe. Tem gente de você ir lá no passado fazer alguma coisa e lá no futuro. Então não existe nem passado e nem >> futuro. Que que existe? >> Por isso que chama presente. É o eterno presente de Deus. É o melhor momento. É agora. Então o que que é ansiedade, ó? E quais os principais sintomas do transtorno de ansiedade? Olha aqui, ó. Primeira coisa, sensação de que algo desagradável está para acontecer.
melhor momento. É agora. Então o que que é ansiedade, ó? E quais os principais sintomas do transtorno de ansiedade? Olha aqui, ó. Primeira coisa, sensação de que algo desagradável está para acontecer. Sintoma, tensão, nervosismo, frio no estômago, desarranjo intestinais e urinári, taquicardia. Mais ainda, ó, tremor, sudorese abundante, boca seca, insônia, pesadeza, insegurança, preocupação. Que que eu vou pôr no lugar? Olha aqui quem deu a receita. Olha aí, ó. Que que ele fala? Então ela vem da insegurança. Então o que que ele diz? Não se turbe o vosso coração. Crede em Deus, crede também em mim. Tá lá em João. Crê em Deus é crer em você. Crer também nele, ele é o praticante. Ele deu um exemplo pleno de como vivenciar o amor. Se autocuidar, se autovalorizar, se autorrespeitar. Faz sentido ou não? Eu tomar Jesus como modelo é eu tomar como referência de como eu sou convidado a me cuidar, em vez de ficar me censurando e em vez de ficar me brigando comigo. Olha o que essa benfeitora coloca neste livro. Tem esse livro ali. É um livrinho muito interessante para toda manhã você ler uma página. Ó, no livro Vida Feliz, a nossa benfeitora Joana Diante diz assim, olha, disse Jesus: "Não se turbe o teu coração, ensinando que a calma e a confiança em Deus devem ser o lema de toda criatura que deseja encontrar a felicidade." E ela ainda diz mais ainda, olha aqui, ó. Ó, nunca falta motivos para preocupações, inquietando o coração, perturbando a vida. Se colocas as tuas ansiedades em Deus, ele desconfia a tua vida, tudo transcorre normalmente e se algo perturbador acontece, a serenidade assume o controle e da situação e age com acerto. Pergunta, gente. Pergunta. Muito bem. Então, vamos ver uma síntese do que nós falamos até agora. Olha aqui, eu vou colocar tudo aqui para você tirar o print também, ó. Pode tirar o print disso aqui, ó. Tá aqui, ó, a síntese de toda a palestra, ó. Como que nós funcionamos psiquicamente. É o meu mapa mental. Quem tem o padrão da depressão, olha lá, eu
print também, ó. Pode tirar o print disso aqui, ó. Tá aqui, ó, a síntese de toda a palestra, ó. Como que nós funcionamos psiquicamente. É o meu mapa mental. Quem tem o padrão da depressão, olha lá, eu fico na pós ocupação que vai levar o quê? A ansiedade, ó, eu não podia ter errado, eu não devia ter feito, eu deveria ter agido de forma diferente, ó. Podia ter errado ou não? >> Tanto podia que eu errei. Que lei que é essa? Que lei que é essa? Lei de liberdade, gente. Então, vou acessar a lei de liberdade e a minha conduta de aprendiz. Ninguém sabe tudo, ninguém é bom em tudo. Nós somos é caminho. Bom mesmo, quem é? E ele ele diz que quem bom mesmo é quem? É Deus. Nós somos todos aprendizes de bondade. Então veja, ó, o que que acontece quando eu fico nessa situação. Eu fico remoendo o erro incessantemente numa autocobrança. Aí vem o quê? A culpa, a ansiedade, a angústia e o pessimismo, ó. Porque eu tô na pó na pós ocupação e aí eu fico numa relação pendular. Quem tem a pós-ocupação também projeta pro futuro. Olha lá, preocupação. O que que acontece? Eu tenho que manter tudo sob o controle e se der errado? E se acontecer com o o problema de novo, aí vem o quê? Ansiedade, medo do futuro, pessimismo, insegurança, angústia, medo, volta à ansiedade. Como trabalhar, tá lá ocupação. O que eu posso fazer agora para resolver esse problema? Quando? Agora. Ou seja, olha o que tá te acontecendo agora. Qual foi a sua contribuição para que isso acontecesse com você agora? O que que você fez? O que que você deixou de fazer que tá te levando a essa situação? Antes de acontecer, o que que aconteceu? Faz sentido? Então isso é muito importante eu me autorresponsabilizar amorosamente. Ó, aí veja o que posso fazer para aprender com esse erro. O erro é um mestre, é um aprendizado. Faz sentido? Quem é que aprendeu conta tabuada sem errar? Quantas vezes nós erramos, não foi? Então veja a atitude aí vem lá. O que eu posso fazer agora? Eu entro numa atitude de responsável e serena e flexível,
? Quem é que aprendeu conta tabuada sem errar? Quantas vezes nós erramos, não foi? Então veja a atitude aí vem lá. O que eu posso fazer agora? Eu entro numa atitude de responsável e serena e flexível, porque eu sou um aprendiz da vida, nada de ficar brigando comigo. Aí o que que acontece? Eu utilizo da energia para superar os obstáculos. Quando eles surgem, aprendo com o passado e vou planejar o futuro. Aí eu entro no quê? serenidade, otimismo, realismo e paz interior. Perguntas, gente. Perguntas. Muito bem. Esse garoto chegou da escola, pegou a mochila, guardou lá, falou assim pro Rex, cachorro dele. Rex, meu amigo, vem cá. Eu tô numa situação muito difícil, muito trabalhosa. E só você e só com você, eu posso contar. Vamos rezar. E levou o cachorro lá pro quarto e ficou. E a mãe viu a hora que ele chegou, já era 4 horas, já era 5, 8 horas. O gorzinho ainda tava lá. Ela chegou, abriu a porta. Meu filho, que que tá acontecendo? Você não foi nem lanchar você e o Rex aí de cartiga aí. Que que você tá, mãe? Eu tô rezando. Rezando para que, meu filho? Para Deus. Mas para Deus o quê? Para ele fazer com que Goiânia seja a capital de Minas Gerais. >> Goiânia é capital do quê? Faltou essa assessoria. dele falou: "Meu filho, a capital de Minas Gerais é, você estava lá também, Belo Horizonte". Ele foi, "Pois é mãe, mas não foi assim que eu coloquei na prova. Tem gente rezando aí para mudar o marido? Tem ou não? E quem que escolheu? >> Tem um marido querendo mudar a mulher ou não tem? Pedindo Deus para mudar, não é? Não é isso? Tem pai e mãe falando assim: "Ô Deus, muda meu filho". E quem que educou? É ou não? Outro dia uma mãe falou assim: "Ô, meu Deus, meus filhos não me visita, mora perto de mim". Aí eu fui conversar com um dos filhos dela, ué, lá em casa, quando a gente era pequeno, a mãe que só tá falando: "Não, nada não, vai para lá". Olha aí que que ele aprendeu? Eu sou o quê? como diz go um estorro um atrapalho. E é verdade. Acostumou chegar para lá. Então, veja o quanto é importante nós
tá falando: "Não, nada não, vai para lá". Olha aí que que ele aprendeu? Eu sou o quê? como diz go um estorro um atrapalho. E é verdade. Acostumou chegar para lá. Então, veja o quanto é importante nós nos autoconhecermos. Então, a oração ela é um fator muito importante na vida da gente. Hoje a neurociência comprova pessoas que t hábito da oração, pessoas têm um hábito da meditação. O neocórtex, que é essa área do raciocínio, do discernimento, ela além de ser muito mais bem ali oxigenado, mas assim, ela tem a pessoa desenvolve uma assertividade, uma proatividade. São pessoas mais resilientes. Sabe o que que é resiliência? É uma palavra da física. Você pega a esponja na pia, você tá molhada, você encharcada, você aperta, ela volta ao normal. Não tem aquelas pessoas que ela entra nos problemas, o outro fala, xinga e tal, ele fica numa boa. Por quê? Eu não vou pegar o que não é meu. Ele sente a dificuldade diante da situação, não é? Mas o que o outro tá fazendo é problema dele. Vou cuidar de mim. Então, é uma pessoa que tem uma autopercepção de si mesmo. Por isso que a oração ela é muito importante. Então, diante da depressão, da ansiedade, do pânico, de qualquer outra situação, ó, é importante buscarnos no psicólogo da humanidade. Que que ele coloca? Vigiai e orai, para que não entreis em tentação. Que que é tentação? Vocês entraram em tentação hoje? Ixe, quando você tá aborrecido é tentação. E quando você tá reclamando é tentação. Quantas vezes a gente entra em tentação? Bom momento. É ou não é? Então, a vigilância não é você ficar te censurando, te criticando, é você sair do padrão de de comportamento para atitude. Vai arrumar a goteira. Ol lá. Então, primeira questão, eu quero, eu posso, eu mereço, eu sou filho do dono do universo, então eu quero realizar. A pessoa de comportamento fala o quê? Eu não dou conta, eu não consigo. No fundo, ela tá falando o quê? Eu não quero perder os ganhos secundários. Então eu quero mais ainda. Você vai agora, ó, saber como e o que realizar, onde tá
a o quê? Eu não dou conta, eu não consigo. No fundo, ela tá falando o quê? Eu não quero perder os ganhos secundários. Então eu quero mais ainda. Você vai agora, ó, saber como e o que realizar, onde tá doendo. Dependendo de onde dói e o jeito da dor, é um remédio diferente. Diante da minha esposa, qual virtude eu tô sendo convidada a desenvolver nessa hora com ela, com meu filho, no meu trabalho? Então, o que que eu quero? Ou eu quero me entregar a depressão, ficar preso no passado, ou quero me colocar na ansiedade, na préocupação, ou no pânico, no medo, as oportunidades aparecem e eu não acolho com responsabilidade, com amorosidade. Veja que nenhum momento nós estamos falando que tá certo ou errado. Qualquer situação aqui merece todo respeito e carinho, mas ninguém muda ninguém. Então eu vou mudar, ajuda nunca falta. Então, diante disso, eu entro num padrão de vigilância. Vigilância não é policiamento, certo? Lembra do vigilante do guarda da noite? Ele até dormia. A hora que tem algum barulho, ele vai lá e vê o que que é. Então, a vigilância na hora que aparece a dificuldade, deixa eu entender por que eu tô nessa situação, o que que a situação quer me dizer, como é que eu posso me ajudar. Isso é autorresponsabilização. Faz sentido? em qualquer aspecto é conjugal, é financeiro, é importante que nós busquemos um olhar respeitoso e amoroso conosco mesmo. Então, veja, com isso eu sinto que realmente isso é importante para mim eu fazer essa mudança de nível. Aí o que que acontece? Eu vou buscar agora efetivar a mudança. E a mudança ela não se dá abruptamente. O dia não amanhece de uma hora para a outra, nem anoitece. Eu vou mudando paulatinamente. Hoje melhor do que ontem e amanhã. Pronto. Com isso, olha quem chegou. Olha o que que ele disse, gente. Olha. Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã. Inquietar. Ele tá falando para você ficar de braço cruzado sem fazer sua parte. Inquietar no sentido de você querer alguém ou alguma coisa mais resolver seus problemas. A inquietude vem daí. Eu não
ã. Inquietar. Ele tá falando para você ficar de braço cruzado sem fazer sua parte. Inquietar no sentido de você querer alguém ou alguma coisa mais resolver seus problemas. A inquietude vem daí. Eu não tô acreditando em mim. Não tô acreditando na vida. Aí ele diz assim: "Olha, não vos inquieteis pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo." Ó, você não sabe que se você vai acordar, acordar você vai, mas não mesmo corpo, né? Outro dia um amigo vai me dar uma notícia, falou assim: "Ó, você sabia que o fulano, que é um amigo meu, ele dormiu quando ele acordou tava morto? Quer dizer, ele acordou. Eu falei, é realmente acordou, mas acordou do outro lado, não é? O corpo não. Então você já pensou você, porque a nós estamos aqui na terra como se fosse um grande hospital escola, é ou não é? Então, todo mundo aqui tem um currículo reencarnatório ou não tem? E o ano letivo vai terminar para todo mundo, vai ou não vai? Quem aproveitou bem, só alegria. Quem não aproveitou, vai trabalhar sua alegria depois, >> não é certo >> isso. Olha ali. Então daí olha que que Jesus coloca. Vamos gravar isso, gente, pra gente ir para casa, levando essa mensagem de Jesus conosco. Olha como que Jesus apresenta Deus para nós. Ó, o que que ele diz assim: "Qual homem do meio de vocês, se o filho pedir pão, lhe dará uma pedra?" Imagina, você faz isso com seu filho, você faz isso com seu neto ou se pedir um peixe, lhe dará uma cobra. Você faz isso, ó como Jesus trabalha pedagogicamente ou andragó fazer uma associação, uma comparação no sentido de você associar, trazer para você desenvolver a empatia, estar com sem que fazer por sair do padrão de comportamento para um padrão de atitude. Ó o que que ele diz aqui, ó. Portanto, se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o seu pai que está nos céus dará coisas boas aos que lhe pedirem. Lá em Mateus, capítulo 7, versículo 9 a 11. Então, veja o quanto que isto é carinhoso para todos nós. É ou não?
us filhos, quanto mais o seu pai que está nos céus dará coisas boas aos que lhe pedirem. Lá em Mateus, capítulo 7, versículo 9 a 11. Então, veja o quanto que isto é carinhoso para todos nós. É ou não? Humberto de Gambos, no livro chamado Boa Nova, ele conta a história de uma mulher além do seu tempo, Joana de Cousa, uma mulher sonhadora, como a maioria de nós temos o nossos conflitos de ordem familiar e ela estava no conflito, possivelmente no movimento depressivo. O espírito emânio coloca que antes de qualquer problema, a ajuda sempre chega na frente. Então não tem ninguém abandonado perante Deus. Aquela que ajudava nos afazeres do México foi disse assim: "Dona Joana, passa por Cafarnaú, um homem incomparável. Ele fala de uma forma que toca nossas almas. Ele diz que todos nós somos filhos de um pai de amor e que a casa desse pai há várias moradas. E que todos aqueles que se acham injustiçado, abandonado por ele está amparado. Vamos ouvi-lo. Isso ela tava encafartada, esposa de um intendente, de um funcionário, autofuncionário do Simétrio, uma mulher que tinha tudo, mas não se tinha. E ela foi naquela tarde, noite de primavera ouvir o homem, o homem de Nazaré. Quando ela chega disfarçada, porque era uma dama da sociedade, ela olha aquele homem e ele diz assim: "Vinde a mim todos vós que achais sobrecarregados e oprimidos, e eu vos aliviarei e aprendei comigo que sou mansa e humilde de coração e encontrareis descanso e repouso para a vossa alma. Tomai sobre vós o meu manto, o meu jo, que é suave, que é leve. E aquelas palavras eram quais? Gotas de orvalho no coração ressequido de dor no deserto da alma de Joana de Ca. Ela bebia aquelas palavras com o olfá. E quando a gente quer e como a gente dá um jeito, é ou não é? E ela queria ir na fonte e sentir o que ela estava sentindo em profundidade. E ela ficou sabendo que Jesus estaria logo mais à noite na casa de Pedro. O que que ela faz? Ela bateu a porta na casa de Pedro. E quando ela bate a porta, ela ouve aquela voz terna, canora,
undidade. E ela ficou sabendo que Jesus estaria logo mais à noite na casa de Pedro. O que que ela faz? Ela bateu a porta na casa de Pedro. E quando ela bate a porta, ela ouve aquela voz terna, canora, sonora. afetiva, amiga, acolhedora, entre Joana, entre. E quando ela olhou, é Jesus, ela emocionada. Ela então diz: "Mas Senhor, o Senhor me conhece?" Jesus tocando suavemente nas suas mãos. Como faz com todos nós aconchegando ao peito? com a ternura e o carinho da sua alma. Olhando nos olhos de Joana de Cuza, que é a janela da alma, foi disse: "Ó, minha filha, eu sou o bom pastor e o bom pastor conhece todas as suas ovelhas nominalmente. O seu nome, o seu nome, o seu, o meu nome, o nome daquele seu ente querido que foi sem ir, porque a morte não é o fim. Todos estamos inscrito no coração de Jesus, que é o antídoto, remédio para os nossos movimentos depressivos da ansiedade, do pânico, para que possamos colocar as nossas mãos no trabalho do bem, porque lá fora há muita dor, há muito sofrimento e há muita angústia e há uma carência de mãos amigas a colaborar com Jesus. E ele nos pede, os meus discípulos serão conhecidos por muitos amar. Que Jesus nos abençoe e guarde. Paz. Gratidão.
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