A Cultura do Sofrimento Evitado | T10:E12 • Provas, expiações e escolhas atuais

Mansão do Caminho 27/04/2026 (há 2 semanas) 2,101 visualizações

Neste décimo segundo episódio da temporada, Cristiane Beira examina o sofrimento à luz dos conceitos de provas e expiações, relacionando-os às escolhas conscientes realizadas no presente. À luz da Psicologia Espírita, o estudo propõe compreender que as experiências difíceis não se originam apenas do passado espiritual, mas também das atitudes, decisões e posturas adotadas na atual existência. O episódio destaca a responsabilidade pessoal na construção do próprio caminho, sem desconsiderar a misericórdia divina que oferece sempre novas oportunidades de reajuste e crescimento. A reflexão convida a uma visão mais madura da vida, integrando passado, presente e futuro, e reconhecendo no sofrimento um elemento que pode favorecer o despertar da consciência e a transformação moral. 📚 Referências bibliográficas: Plenitude – capítulo 3 Psicologia da Gratidão – capítulos 2 e 9 O Ser Consciente – capítulos 6 e 10 Jesus e o Evangelho à Luz da Psicologia Profunda – capítulo 4 Autodescobrimento: Uma Busca Interior – capítulo 12 Jesus e Atualidade – capítulo 17 📖 Sugestão de leitura complementar: O Evangelho segundo o Espiritismo – capítulos III e V O Evangelho segundo o Espiritismo – capítulo IX, item 7 🎙 Série: Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis 🕊 Tema da temporada 10: A Cultura do Sofrimento Evitado 📚 Base: Psicologia Espírita #PsicologiaEspírita #JoannaDeÂngelis #ProvasEExpiações #ResponsabilidadeEspiritual #Autoconhecimento #EducaçãoEmocional #Espiritismo #CristianeBeira #MansãoDoCaminho #DivaldoFranco *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Mirá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana de Angel. Hoje nós vamos falar de um tema que talvez seja o eixo eh fundamental de quando a gente para quando a gente estuda sobre os sofrimentos. Sempre que a gente falar sobre sofrimentos na Terra, que é um mundo de provas e expiações, nós vamos associá-lo justamente às provas e expiações. Então, talvez esse seja realmente o o tema central. Eh, todos os outros a gente vai sempre eh relacionar com esses pilares. E por isso que é importante a gente dedicar um tempo para falar sobre provas e sobre expiações. Eh, eu começo fazendo uma pergunta. Alguém aqui já se deparou com uma situação em que se depara com alguma dor, se depara com algum problema, alguma aflição, eh, mas não consegue compreender, não entende por tá passando por aquilo, tenta vasculhar na mente, o que será que eu fiz para gerar, quando será que isso começou, qual a origem? A gente vai tentar tentar responder a pergunta do porquê. É, é a primeira reação que a gente tem, né? Aconteceu alguma coisa? Primeira pergunta, por quê? Por que que aconteceu isso? Algumas vezes a gente já consegue entender. Eu já sei, eu já sei, eu já sabia, eu estava adotando tais e tais e tais comportamentos. Então eu sabia que uma hora ou outra isso ia ia chegar, porque de fato eu estava agindo em direção a isso. Eu consigo ver claramente que as minhas posturas, condutas e comportamentos e escolhas me levaram a isso. Poderia acontecer ou não, aconteceu. Então eu sei que eu não me alimentei direito, fui fazer exame e o médico disse: "Você tá com algumas questões físicas, fisiológicas?" Então eu sei, médico, porque eu sei o que eu tô fazendo comigo, mas algumas vezes a gente não consegue. E aí a gente diz: "Puxa vida, já que eu toquei no assunto da do problema físico, né, da doença física, a gente muitas vezes fala: "Nossa, mas eu tô fazendo tudo que é possível de se fazer. a minha alimentação, academia, exercício físico, mental, eu faço, eu cuido da do da comida que eu como, enfim, nossa, eu,

muitas vezes fala: "Nossa, mas eu tô fazendo tudo que é possível de se fazer. a minha alimentação, academia, exercício físico, mental, eu faço, eu cuido da do da comida que eu como, enfim, nossa, eu, eu, eu vou ao médico com frequência, eu rastreio o meu corpo. Por quê que eu tendo feito tudo isso não foi suficiente para não gerar essa ou aquela doença. Então, tenho certeza aqui que todo mundo em algum momento passou pelas duas situações. Se deparou com algo na vida que não gostou, algum tipo de dor e de sofrimento, automaticamente se questionou por quê? E já sabia e e já a resposta já veio automaticamente também, Cris. Você tava agindo, agindo, agindo assim. É lógico que uma hora isso ia chegar, a conta vai chegar. E também sei que vocês em alguns outros momentos se perguntaram: "Nossa, por que que isso tá acontecendo? O que que das minhas ações geraram isso?" E a gente ficou sem resposta. A gente não conseguiu entender por que a gente está sofrendo baseado na nossa conduta recente, a gente não conseguiria relacionar e a gente fica meio sem resposta. Então, quando a gente vai estudar sobre provas e expiações, eh, a gente, quando a gente fala sobre próprias expiações, a gente tá tentando responder essa, esse tipo de de pergunta que a gente não consegue entender, olhando só a nossa conduta mais próxima do acontecimento. O espiritismo vem nos trazer essa essa resposta quando ele quando ele fala que existem sofrimentos que são atuais, né? No capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo, que é o capítulo central para se estudar sofrimento, né? Bem-aventurados os aflitos. Jesus apresenta a aflição como uma bem-aventurança. Ele já explica ali que sofrer não é punição, que sofrer é oportunidade de crescimento, de fortalecimento, eh de resgate, mas também de superação. Então, bem-aventurados os que sofrem, bem-aventurados os aflitos. Por quê? porque eles estão mais com mais possibilidades de avançar, de progredir. Então ali existe esse esse tratado sobre o sofrimento. E ali fala causas atuais e

sofrem, bem-aventurados os aflitos. Por quê? porque eles estão mais com mais possibilidades de avançar, de progredir. Então ali existe esse esse tratado sobre o sofrimento. E ali fala causas atuais e anteriores das aflições. As atuais é essas que a gente consegue ver. Eu eu sei, eu não cuidei da minha alimentação e eu desenvolvi alguma coisa gástrica. Eu já sei o que eu fiz, meus abusos. causas atuais. Eu sei o que eu estou fazendo para chegar onde eu estou chegando. E causas anteriores, os espíritos explicam quando você não consegue entender pela sua vida atual o o como é que ela pode ter gerado aquilo que você encontra, se você não se não faz sentido, os espíritos dizem, então provavelmente a causa não está no agora, não está nessa proximidade, está em experiências anteriores. E aí eles explicam no capítulo 3 do Evangelho Segundo o Espiritismo, tem também a descrição dos mundos de provas e expiações. E ali eles vão explicar a diferença de prova, a diferença de expiação. Eles vão explicar o que que é estar no mundo de provas e expiações, qual é a finalidade das provas e das expiações, o que se espera nesse mundo, o que a gente vem fazer aqui. Então, fica aqui a dica pra gente voltar lá no Evangelho Segundo o Espiritismo e e revisitar esses dois capítulos. o capítulo três, que tem a ver com a aula específica de hoje, mundo de provas e expiações, e o capítulo cinco, que fala sobre eh o sofrimento em geral, mas fala das causas anteriores das nossas aflições, que casa com a explicação das expiações. Então, causas anteriores das das aflições nada mais é do que expiação. A expiação é aquilo que hoje eu vivo como resultado de atos de uma vida anterior, de vidas anteriores. Então eu hoje estou lidando com problemas que eu não gerei em vidas passadas. Isso é expiação. Espiação sou eu resolvendo questões que não foi essa eu que fez essa eu personalidade atual, mas foi o eu espírito, ser total, que em vida anterior eh gerou e a roda continua rodando e uma hora isso chega. às vezes

u resolvendo questões que não foi essa eu que fez essa eu personalidade atual, mas foi o eu espírito, ser total, que em vida anterior eh gerou e a roda continua rodando e uma hora isso chega. às vezes não chega na vida atual, ela chega em vidas eh posteriores, graças a Deus por misericórdia divina, porque nem sempre nós estamos prontos para lidar com o resultado das nossas escolhas imediatamente. A gente tem condição de fazer um mal muito grande, mas não de lidar com o resgate que aquele mal vai gerar, com a com o fruto daquele mal. Eu sou capaz de eh fazer um mal para alguém e depois se eu tiver que lidar com o sofrimento que vai me chegar pela escolha que eu fiz, eu não tenho estrutura para suportar. E Deus respeita isso. Como ele não quer nos punir, não adianta ele nos pedir para passar por uma experiência que a gente ainda não tem condição de suportar. Então ele aguarda, ele aguarda a gente se fortalecer para daí ele nos apresentar. Vem cá, Cris, eu quero te ensinar sobre esse tema. Você precisa, porque da última vez que você lidou com esse tema, você não fez boas escolhas. Então, eu preciso te ajudar a crescer. Eu esperei você ficar forte e depois de algumas experiências, de algumas vidas, agora você tem condição de entender, porque se ele traz também essa responsabilização imediatamente, a gente não dá conta do passar e a gente sofre e não aprende, você não tira proveito daquilo. Então ele espera a gente ter condição de aprender com aquilo que a gente vai precisar lidar. Então, sempre tem esse olhar pedagógico da espiritualidade, da divindade. Por isso que a gente volta a dizer, sofrimento não é punição, não é vingança divina, não é tribunal de execução, de sentença. O sofrimento nada mais é do que uma forma de aprender, de crescer, de fortalecer. Ela é desconfortável porque ela é desafiadora. Ela exige da gente às vezes passar por sensações que não são gostosas. é dor física, é dor emocional, é dor moral. Mas essas dores elas nos o o convidam a fazer grandes movimentos

e ela é desafiadora. Ela exige da gente às vezes passar por sensações que não são gostosas. é dor física, é dor emocional, é dor moral. Mas essas dores elas nos o o convidam a fazer grandes movimentos para poder superar. E nesses grandes movimentos a gente desabrocha talentos, a gente fortalece eh instrumentos internos, faculdades e a gente cresce. Então o objetivo, a finalidade é sempre essa. Então tenho certeza que a gente em algum momento perguntou: "Por que certas dores continuam se repetindo na minha vida? Por que que eu passo por essa situação que eu não entendo de onde vem?" E aí a gente vai eh recorrer ao espiritismo, que com sua conceito de mundo de provas e expiações explica pra gente o que que é que cada um de nós acaba passando, enfrentando ao viver na terra. Jesus já tinha dito lá atrás, no mundo tereis aflições. Esse mundo é de aflições. A gente vem aqui para lidar com as aflições. Para quê? Para crescer, para superar. Ao ponto de que um dia as mesmas aflições que um dia me derrubaram, elas não me afetam mais. E eu sou capaz de passar por sofrimentos ainda maiores, porque eu me fortaleci. Mas é um exercício, é uma escola. Por isso que a gente diz que a a terra é uma escola. Eu trouxe alguns tópicos que são relacionados quando a gente fala sobre provas e expiações. Primeiro é o próprio tema. Vamos falar um pouquinho sobre provas e expiações. O que que seria a provação? Vou não vou me deter tanto aqui porque eu tenho certeza que é um tema que quem estuda o espiritismo é uma das é um dos primeiros conceitos que a gente aprende. Ten tenho certeza que vocês estão familiarizados e já entendem, mas para dar contexto na aula a gente vai resgatar um pouquinho deles. A prova a gente fala mais como uma experiência planejada educativa. É como se fosse a prova da escola. Então, a professora deu aula, deu exercício, fez a gente exercitar, viu se a gente tinha entendido, deu oportunidade pra gente tirar dúvidas e aí ela fala assim: "Vamos ver agora se vocês aprenderam.

Então, a professora deu aula, deu exercício, fez a gente exercitar, viu se a gente tinha entendido, deu oportunidade pra gente tirar dúvidas e aí ela fala assim: "Vamos ver agora se vocês aprenderam. Vamos testar esse aprendizado. Vamos ver se você consegue fazer". E ela aplica uma prova que é como se eu tivesse, eu tivesse me testando. Deixa eu ver se eu consegui. A gente não tem boas memórias de provas escolares, né? Então, vamos pegar um outro exemplo que fica mais fácil da gente entender. Eu vou fazer, por exemplo, uma aula de balé ou de alguma outra habilidade de piano ou de línguas. Então, eu fico um tempo aprendendo. Eu sempre tenho um professor, um instrutor que vai facilitando o meu caminho, vai me dando dicas, vai me explicando como funciona, vai demonstrando, vai dando exemplo. E eu vou tentando, eu pratico, eu treino. Deixa eu ver se é assim que fala, deixa eu ver se esse passo do balé é assim que faz, deixa eu ver se eu consigo ficar na ponta do pé, deixa eu ver se eu meus dedinhos já correm o piano. Eu vou tentando, eu vou tentando. E aí, de vez em quando o professor fala assim: "Vamos ver o que que vamos ver se você consegue. Quer ir sozinho uma vez para ver? Vai para ver se você consegue, vai. Hoje eu não vou te ajudar. Tenta dedilhar o piano sozinho para ver se você memorizou a a as notas. Tenta fazer o giro da pirueta sozinha para ver se ficou essa sequência que eu te dei no balé. Será que você memorizou? Tenta. Então esse teste ver como que você se dá, como é que você se posiciona, é um jeito de eu saber se eu conseguir transformar o conhecimento em praxis, em prática. Se eu conseguir assimilar, pronto, agora isso é meu. Um dia eu não sabia dedilhar os dedos no piano. Um dia eu soube. Esse processo foi educativo. Quando aquilo internalizou, que eu já não preciso mais da professora e eu consigo fazer sozinha, eu adquiri essa nova eh bagagem, instrumento, recurso, talento, como eu queira chamar. Mas para eu saber, eu tenho que me testar. Se eu ficar só acompanhando o professor, o

e eu consigo fazer sozinha, eu adquiri essa nova eh bagagem, instrumento, recurso, talento, como eu queira chamar. Mas para eu saber, eu tenho que me testar. Se eu ficar só acompanhando o professor, o professor vai na frente no balé, ele vai fazendo, eu vou copiando, ele vai fazendo, vou copiando, ele vai fazendo, vou copiando. Se eu ficar 10 anos copiando o professor, eu não sei se eu sei fazer sozinha, eu preciso me testar. Professor, agora observe, deixa eu ver se eu sei fazer e depois você me corrige. Então, esse testar a si mesmo para ver o se o conhecimento já foi realmente incorporado, internalizado, é o que a gente chama de prova. Ele é, ele é uma experiência desafiadora que dá para eu conseguir superar. É do meu tamanho, né? Ninguém vai falar assim: "Cris, você vai para uma prova na terra para ser Jesus Cristo". Ninguém vai fazer isso. Mas aquilo que eu já sou capaz de assimilar, eles me eles me colocam. Quer quer um desafio? Vamos ver se você consegue. Você já estudou bastante sobre isso. Vamos ver se você consegue hã gerar e prática, né? Então eles oferecem pra gente uma chance. Isso não tem relação com atitudes do passado. Tem a ver com eu saber em que fase eu estou do aprendizado que eu estou fazendo. Ah, eu eu fiquei 30 anos no plano espiritual estudando sobre mediunidade. Estudei muito, me dediquei muito. E os espíritos falam: "Vamos testar, vamos ver como é que você se sai como médium". a gente consegue favorecer para você em termos de instrumento físico. A gente vai te dar apoio, a gente planeja e você mergulha para ter como uma das tarefas a mediunidade. Vamos ver se você se dá bem. Ou seja, não tem relação com o passado, é simplesmente uma experiência de teste para saber como eu me saio. Isso é o que a gente chama de provação. Então, são escolhidas pelo espírito, são avaliadas de acordo com nossas possibilidades, são dores suportáveis, são objetos de crescimento. Isso é é aquela história da gente falar pra professora: "Deixa eu ver se eu consigo, quero ir sozinha,

avaliadas de acordo com nossas possibilidades, são dores suportáveis, são objetos de crescimento. Isso é é aquela história da gente falar pra professora: "Deixa eu ver se eu consigo, quero ir sozinha, deixa eu ver se eu consigo, vou aprender a andar a cavalo. Aí vou com o professor, ele vai puxando, ele vai dando dicas, ele vai, chega uma hora que eu falo: "Deixa eu ver se se eu sei fazer sozinho". É isso, essa é a prova. Deixa eu me provar, deixa eu testar para ver se eu consegui, se eu já superei. E então não é punição, é uma oportunidade de eu me testar para ver se eu conseguir já fazer a transformação do conhecimento em prática. E as expiações, as expiações, sim, elas têm relação com elas são resultado. As expiações são efeitos, elas têm relação com causas, são situações que me apresentam que elas já foram geradas por mim mesma, pelo meu livre arbítrio em oportunidade anterior. Então, é como se eu tivesse que dar conta do que eu já fiz. Eu tenho que dar conta do que eu já fiz. Então, em alguma experiência anterior, eu tomei, pelo meu livre arbítrio, eu tomei algumas decisões. Essas decisões reverberaram na vida, na vida das pessoas, na natureza, na terra, e geraram situações que precisam ser resolvidas. E sou eu que tenho que ir lá e dar conta daquilo, de ajustar, de reequilibrar, de realinhar, de entender, de refazer até para mim mesma. Eu preciso ir lá para ver o que que aconteceu para eu saber se na próxima vez eu quero repetir o modelo ou não. Vamos trazer um exemplo bem simples. Eu vou fazer um bolo. Então eu eu escolho. Eu escolho o bolo, eu escolho os ingredientes, eu escolho seguir a receita ou não. Aí eu olho pra receita, como a gente já fez, e fala assim: "Ah, não, tá falando para pôr tudo isso, eu não acho que precisa não. Ah, não, acho que eu vou, eu vou pôr metade. Tá bom? Você tá escolhendo livre arbítrio, põe metade. Ou tá falando assim: "Nossa, tem que cozinhar num num forno num fogo brando ah, nunca fiz bolo em forno fogo brando." Imagina isso. Daí

r metade. Tá bom? Você tá escolhendo livre arbítrio, põe metade. Ou tá falando assim: "Nossa, tem que cozinhar num num forno num fogo brando ah, nunca fiz bolo em forno fogo brando." Imagina isso. Daí alguém inventou. Eu vou fazer como eu sempre fiz. Eu escolhi interferir na receita. Eu escolhi interferir naquilo que se se naturalmente se pediu para pedia para fazer. OK. Aí eu ponho lá um fogo alto, ponho metade do do do ingrediente X e dobro o ingrediente Y. OK? Quando sai aquele bolo, vamos supor que sai um bolo queimado, sai um bolo que não cresceu, ou sai um bolo que ficou achatado, seja lá o que for, ou sai um bolo que ficou sem gosto. Eu tenho um bolo na frente. Agora eu faço o que com esse bolo? Eu faço o que com esse bolo? Como é que eu vou fazer esse bolo ficar gostoso se ele não ficou? Resolva, Cris. Que que você vai fazer? Você vai jogar no lixo? Você vai incrementar ele com alguma coisa para ver se disfarça? Você vai esfarelar ele e transformar ele numa outra coisa pondo doce de leite que resolve tudo, leite condensado que resolve. O que que você vai fazer a respeito? Lida com isso. O bolo é seu. Quem fez o bolo foi você. Quem escolheu mudar ingrediente foi você. Quem quem é seu. Lide com o bolo. Você vai ter que servir para alguém. Você vai ter que explicar para alguém eh como foi. Você vai comer esse bolo, você não tá gostando desse bolo, o que você vai fazer com ele. É isso. A expiação é o que que você vai fazer com isso aí que você começou lá na vida anterior. E você tem que terminar, você tem que entender que que você vai fazer a respeito. Então é isso, é uma correção, tem a ver com reparação. Isso são expiações. Joana deângeles traz um conceito dela, uma explicação dela, melhor dizendo, ã, com com essa com esse sentido de escola, porque veja, os dois temas entram numa escola. A escola, tanto você tem que corrigir o que você fez. A professora chega e falou assim: "Cris, tá aqui, ó. Você respondeu o questionário, cinco estão certas, cinco não estão. Se vire,

ram numa escola. A escola, tanto você tem que corrigir o que você fez. A professora chega e falou assim: "Cris, tá aqui, ó. Você respondeu o questionário, cinco estão certas, cinco não estão. Se vire, vai lá e corrija. Eu te indico o livro, eu te falo em qual aula que está a resposta, eu te ajudo a pensar. Mas você vai ter que corrigir o seu, a sua lista de exercícios. Ela não está inteira certa. Ou seja, eu fiz uma lista anteriormente. Essa lista está com algumas questões que precisam ser reformuladas, revisitadas, refeitas. Eu tenho a chance de fazer de novo para corrigir. Isso é expiação. A expiação é a correção de uma coisa que começou a ser feita anteriormente, o reajuste. Como a professora pode chegar para mim e falar assim: "E aí, Cris, tá tá pronta para fazer uma chamada oral hoje? Eu não vou corrigir nada que eu errei. Tô começando agora essa chamada oral. Ela vai fazer agora essa chamada oral para eu ver o que eu que eu sei, para eu ver quanto eu já aprendi, quanto que eu já superei, quanto que eu já internalizei. Isso é prova. Espiação. Eu vou corrigir o que eu comecei a fazer antes. Prova, eu vou ser testada agora para ver em que grau do do processo eu estou. Então, no livro Plenitude, capítulo 3, Joana diz assim: "Portanto, os sofrimentos humanos de natureza cármica podem apresentar-se sob dois aspectos que se complementam: provação e expiação. Ambos objetivam educar ou reeducar, predispondo as criaturas ao inevitável crescimento íntimo na busca da plenitude que as aguarda. Provação é a experiência requerida ou proposta pelos guias espirituais antes do renascimento corporal do candidato, examinadas as suas fichas de evolução, avaliadas as suas probabilidades de vitória e os recursos ao seu alcance para o cometimento. apresenta-se como tendências, aptidões, limites, possibilidades sob controle, dores suportáveis, alegrias sem exagero, que facultem a mais ampla colheita de resultados educativos. É como se fosse tudo aquilo que na minha atual reencarnação eu tenho como oportunidade

b controle, dores suportáveis, alegrias sem exagero, que facultem a mais ampla colheita de resultados educativos. É como se fosse tudo aquilo que na minha atual reencarnação eu tenho como oportunidade de crescer, de fazer, de oferecer, de servir, de me realizar. Então, isso são provas. Eu tô sendo testada, eu venho com com boa capacidade intelectiva e aí eu gosto de ler, eu eu transformo minhas leituras em aulas e aí eu gosto de estudar, eu ajudo quem não gosta de estudar, eu tô sendo provada. O que você vai fazer, Cris, com essa facilidade que você tem pro intelecto? ou eu tenho facilidade pro trabalho braçal, eu tenho força, eu tenho eu tenho bom, não só boa musculatura, mas coordenação, reflexo. E aí, por conta disso, eu vou servir as pessoas usando isso. Eu vou ser, por exemplo, professor que trabalha com o corpo ou eu vou usar esse essa força para ajudar quem quem precisa de de de tôus muscular. que que você vai fazer com esse seu talento ou você vai ficar sentado assistindo TV e deixar seus músculos atrofearem? Então isso é provação. Aprovação vem como oportunidade de você servir e crescer servindo. Ã, nada é imposto, podendo ser alterado o calendário das ocorrências sem qualquer prejuízo para a programação iluminativa do aprendiz. é oportunidade. Aí se eu ficar lá sentado na na sala TV e não usar essa força muscular, eu vou falar: "Puxa, eu tinha tudo na mão, perdi a chance". Mas tudo bem, é um é um extra que me faria crescer, né? Então eu só perdi a chance. Caso eu não corresponda, eu perdi a oportunidade. Eu vou lamentar muito porque tava nas minhas mãos. Tava nas minhas mãos. Mas não é alguma coisa que eu tinha obrigação de eram algo a mais que eu tive chance de Aspiações, todavia, são impostas. irrecusáveis por constituírem a medicação eficaz, a cirurgia corretiva para o mal que se agravou. Olha que exemplo bom. Às vezes eu vou no médico e o médico fala assim: "Cris, você tá com problema físico?" E aí eu falo assim para ele: "Ai". Aí ele fala assim: "Vamos fazer uma cirurgia." E aí eu falo

ha que exemplo bom. Às vezes eu vou no médico e o médico fala assim: "Cris, você tá com problema físico?" E aí eu falo assim para ele: "Ai". Aí ele fala assim: "Vamos fazer uma cirurgia." E aí eu falo para ele: "Ah, não, cirurgia eu não gosto, não quero. Me deixa fazer alguma coisa." Aí ele fala: "Tá bom, é possível. Então você vai fazer o seguinte, você vai mudar alimentação, você vai mudar isso, você vai mudar aquilo, você vai passar a tomar isso, vai para você vai deixar de comer aquilo, ele me dá um monte de possibilidades. Eu eu posso fazer. Que bom. A expiação não é isso. A expiação é assim, ô Cris, não tem jeito, minha filha. Não tem mudança que você faça de hábito, de saúde, de nada. você vai ter que enfrentar essa cirurgia, não tem outra opção. Essa é a expiação. A esse a provação vem com possibilidades de você trabalhar e escolher. A expiação é quando a divindade olha e fala: "Não, essa experiência você vai ter que passar. Não tem outro jeito de você crescer". Ah, mas por que que não tem? A gente não tem nem a gente não tem condição de entender tudo. Então, tanto a gente vai na fé. A gente vai na fé de que Deus quando ele tem, quando ele, ele enxerga a possibilidade da gente crescer sem grandes sofrimentos, ele oferece. Quando ele enxerga que não tem outro jeito, que vai ser necessário enfrentar um grande problema, uma doença, uma perda, ele fala: "Precisa, precisa, filha, é o jeito hoje". Então é isso. As expiações de toda a vida são impostas e recusáveis por constituírem a medicação eficaz, a cirurgia corretiva para o mal que se agravou. É quando precisa, não tem outra possibilidade. Se tiver outra possibilidade, Deus que é amoroso, ele vai concender. Deus é amoroso e misericordioso. Quando a gente precisa passar por uma coisa e a gente não consegue desviar dela, é porque é o que restou, é o melhor, é o que precisa. Se tivesse outra possibilidade, ele nos abriria eh caminho para isso. E também no livro Psicologia da Gratidão, capítulo 2, Joana fala que

r dela, é porque é o que restou, é o melhor, é o que precisa. Se tivesse outra possibilidade, ele nos abriria eh caminho para isso. E também no livro Psicologia da Gratidão, capítulo 2, Joana fala que essa dor, sabe aquela frase que a dor é uma bênção que Deus envia aos seus eleitos? Isso tá lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 9, item 7. Fica aqui a dica para vocês. Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 9, item 7, e também psicologia da gratidão, capítulo 2. Essas duas referências que se referem a esse texto que eu vou ler. As provas rudes, ouvi-me bem, são quase sempre indício de um de um fim, desculpa, são quase sempre indício de um fim de sofrimento ou de um aperfeiçoamento do espírito quando aceitas com o pensamento em Deus. As provações constituem bênçãos que a vida proporciona ao ser calceta, que cometeu no passado e mesmo na atual existência arbitrariedades, ferindo a harmonia das leis universais, comprometendo a consciência, a fim de que disponha de meios de recuperar-se da culpa inscrita no cerne do ser, experienciando a contribuição do sofrimento que o dignifica. desde que a relatividade orgânica está sempre sujeita a essa sinuosidade com alto e baixas na saúde e no bem-estar. Então é um processo de reajuste, tá? Então fica aí essas duas leituras que são eh muito interessantes. Então a gente viu um pouquinho aqui sobre provas e expiações. Outro tema central quando a gente fala sobre esse essa reparação, sobre a dor que chega na forma de um convite pra gente lidar com o que veio, é a lei de causa e efeito. Ela é que organiza essa essa essa forma da gente, como é que eu sei o que eu fiz e o que isso gerou para eu saber se eu tenho que reparar, se tem uma expiação. Existe uma lei. Existe uma lei que coordena bonitinho isso e a gente chama de lei de causa e efeito. É como se ela, ã, acompanhasse cada ação que eu faço, como que ela reverbera no universo e ela faz com que eu fique lincada, ligada em todo esse fio e eu vou sendo participada. Então, quando uma

eito. É como se ela, ã, acompanhasse cada ação que eu faço, como que ela reverbera no universo e ela faz com que eu fique lincada, ligada em todo esse fio e eu vou sendo participada. Então, quando uma hora isso aqui precisa, precisa arrumar, isso aqui não tá bom. Então, da onde vem isso? da crise, tá aqui, ó, causa e efeito. Então, existe uma lei de causa e efeito. É uma lei que traz responsabilidade, traz oportunidade de reequilíbrio e traz chance de aprendizagem. Então, vamos para um exemplo bobo, simples, que esse é sempre mais fácil de de ver. Eu estou aqui na minha sala e daqui a pouco eu bato a mão na minha xícara de café e a xícara se espalha, o café mancha e e faz aquela bagunça. Bom, eu causei a bagunça, eu eu fui desastrada, não prestei atenção, bati a mão, a xícara virou. OK, agora eu vou ter chance de lidar com esse efeito, né? Eu poderia chamar alguém para vir limpar a minha bagunça. Eu poderia. Eu vou aprender como limpa uma bagunça. Não. Então é isso que Deus eh não vai tirar da gente, a oportunidade de crescer com erro. Não, Cris, vai lá limpar para você ver como é que se limpa uma mancha de café, como é que limpa cada tipo de superfície. Tem coisa que não vai dar para recuperar, caiu em cima de uma página do livro, rasgou, dissolveu. Então você vai aprender a lidar com o resultado daquilo que você fez. E muito provavelmente a partir daí eu vou tomar mais conta da minha mãozinha italiana para ela não sair batendo nas coisas. Porque eu vi de perto o que é lidar com o prejuízo de ter perdido uma página de um livro para mim que é importante, de ter manchado uma superfície que o café não consegui tirar, de ter que ter parado o que eu tava que eu estava fazendo para ir consertar. Então, lidar com a a o problema ajuda a gente para não cairmos de novo no mesma situação futuramente. Se para mim é como se não tivesse acontecido, porque alguém chega, conserta, limpa, troca, faz, eu não senti que aquilo aconteceu. Não sei o que acontece quando eu bato a mão numa

ituação futuramente. Se para mim é como se não tivesse acontecido, porque alguém chega, conserta, limpa, troca, faz, eu não senti que aquilo aconteceu. Não sei o que acontece quando eu bato a mão numa xícara de café. Eu não sei. Eu vou tomar conta para não fazer isso de novo? Provavelmente não, porque para mim não acontece nada. Eu bati a mão, o café se espalhou. Quando eu cheguei aqui no dia seguinte, tava tudo no lugar. Então, para mim não teve efeito. Eu não vi, eu não lidei com o efeito. Eu preciso lidar com o efeito para aprender sobre a causa. Então isso é expiação. Então é oportunidade essa lei de responsabilização, de aprendizagem e de reequilíbrio daquilo que eu desequilibrei. Como se eu tivesse chance de fazer uma balança para saber quando eu faço isso, gera aquilo, né? Então o que que isso nos ensina? referências. Eu passo a ter referências. Se eu fizer isso, gera aquilo. Então, quando eu fiz de mais, foi assim. Quando eu fiz de menos também não foi bom. Eu vou aprendendo sobre as referências do que é bom, do que é equilibrado. E no livro, ainda no livro Psicologia da Gratidão, capítulo 9, Joana fala sobre essa história da liberdade para fazer e da responsabilidade do que foi feito, né? Então, ela diz assim: "Todas as proposituras da vida humana estabelecem a ética do comportamento correto em razão de outra lei, que é a lei de causa e efeito, que demonstra harmonia em tudo, concedendo ao ser pensante o livre arbítrio, mas também a responsabilidade em torno dos seus pensamentos, palavras, atos. Porquanto, sendo ele o semeador, também é o ceifador de tudo quanto em semente. Esse impositivo estabelece o princípio da consciência, da responsabilidade, que abre campo para a instalação da culpa ou da tranquilidade, de acordo com o comportamento de cada indivíduo, né? Então, ã, cada nova escolha que eu faço cria novas oportunidades de aprendizagem. Mas de novo eu volto a reforçar. Se não me fosse imposto esse momento de lidar com o que eu fiz, muito provavelmente eu não cresceria,

ova escolha que eu faço cria novas oportunidades de aprendizagem. Mas de novo eu volto a reforçar. Se não me fosse imposto esse momento de lidar com o que eu fiz, muito provavelmente eu não cresceria, eu não evoluiria tão rápido, pelo menos. O fato de eu ter que lidar faz com que eu desenvolva o quê? Consciência. Eu tenho consciência do que uma mão batendo gera de desconforto. Esse exemplo é bobo. Agora, a gente pode lidar com seres humanos. Eu eu fiz uma brincadeira, fiz um uma ironia com alguém, debochei de alguém, usei de ironia com alguém. É um tipo de bullying, né? Para mim eu dei risada. Ah, eu achei aquilo bobo, nem era grande coisa, mas eu não sei quem é aquela pessoa. Eu não sei que ferida que ela carrega. Eu não sei quanto sensível ela é. Eu não posso dizer que para mim não é nada, para ela também não é. Mas na minha cabeça tá tudo perfeito. Avá, nem era tanta coisa. Ah, vá, nem falei o que eu falei, nem é muito sério. Eu falei brincando, você não viu? Não tem nada a ver. Bom, eu estou aqui numa posição com um ponto de vista, achando que aquilo tá tudo em ordem, que o que eu fiz, né, é grande coisa. Então, eu tenho essa referência. A minha referência é assim, nada demais. Vamos supor que eu tenha que lidar com a consequência. Vamos supor que essa pessoa seja ser alguém muito próxima de mim, meu filho. E aí meu filho começa a se afastar de mim, meu filho começa ficar irritado comigo, meu filho, tudo que eu falo, ele começa a contraargumentar, ele se opõe, ele não aceita mais que a gente, bom, enfim, criou ali um, né, criou ali um embaraço na relação. Agora eu vou ter que lidar com isso. E aí eu falo: "Puxa, a vida, tá muito ruim isso. a gente tá se afastando, eu tô perdendo meu filho, não tô entendendo o que tá acontecendo, deixa eu conversar com ele. Aí eu vou conversar com o meu filho, ele fala: "Aquele dia, mãe, que você debochou de mim, que para você não era nada, você não sabe, mas você tocou num ponto que já tem a ver com a minha escola, que as pessoas falam: "Eu já acho isso de mim".

la: "Aquele dia, mãe, que você debochou de mim, que para você não era nada, você não sabe, mas você tocou num ponto que já tem a ver com a minha escola, que as pessoas falam: "Eu já acho isso de mim". Aí você falou, aquilo reforçou. Aí eu fiquei com raiva porque você era a pessoa que eu achava que tinha que lhe dar, que me dar apoio. Você foi a pessoa. Aí ele me expõe, aí eu enxergo o outro lado. Aí me arrepio os cabelos e eu falo: "Nossa, meu Deus, não imaginei, não pensei, não sabia, me perdoe." Tá vendo como ampliou meu ponto de vista? Antes de eu ir lá lidar com o que eu causei, eu achava que não era nada demais. Bobagem. Foi engraçado. Avá, se fizesse comigo, eu não ia ligar, mas não é comigo. Eu não sou o outro. Eu não sei o que é ser o outro. Ao lidar com o que eu causei, eu percebi o mal que eu gerei. E eu pude ter uma ampliude de consciência, porque agora eu sei que não é só como eu penso, como eu vejo. Eu tenho que entender que o outro pode ver diferente. Eu cresci, eu desenvolvi empatia, eu ampliei meu ponto de vista, eu ampliei minha consciência. Então é para isso que a gente lida com os nossos com as consequências dos nossos atos, pra gente buscar essas referências que a gente não tem, porque a gente tem um ponto de vista muito limitado. Nada como olhar o que que causou, o que a gente fez, o que causou no todo, pra gente saber realmente um pouco mais das ações que a gente toma. Outro tema central, provas, expiações, né? provas, expiações, eh, causa e efeito. Livre arbítrio. Livre arbítrio é outro tema que a gente vai sempre precisar estudar quando a gente estiver falando sobre provas e expiações, né? Porque tudo começa com livre arbítrio. Bom, sabe quando a gente fala do você tem liberdade para plantar, mas você não tem para colher? para colher. A colheita é obrigatória. A a semeadura é é arbitrária. Você pode escolher semear ou não. A colheita não. Uma vez que você plantou, vai nascer e você vai ter que lidar com o que nasceu, né? Então essa questão da geração,

ória. A a semeadura é é arbitrária. Você pode escolher semear ou não. A colheita não. Uma vez que você plantou, vai nascer e você vai ter que lidar com o que nasceu, né? Então essa questão da geração, aquilo que você tem gerado, você vai precisar responder por isso. Você tem liberdade, livre abito para fazer, mas você tem responsabilidade para colher o que você fez. Então, no livro O ser consciente, no capítulo 6, Joana diz assim: "Vulgarmente, porém, o conceito de karma, porque a gente usa também essa expressão, na verdade a gente não usa, ela vem lá do hinduísmo, do budismo, lá dos orientais. E eles falam sobre karma nesse sentido de você colher aquilo que você plantou, você gerou. Ah, isso é karma, você que tá gerando. Ah, não é possível. Comigo só acontece isso, deve ser karma, ou seja, sou eu que tô gerando, né? Então, Joana fala: "Vulgarmente, porém, o conceito de karma passou a ser aceito como imperativo afligente e reparador, a que ninguém foge por efeito das suas más ações. Entretanto, esse karma, quando provacional, tem a liberá-lo, o livre arbítrio daquele que o padece, como através do mesmo pode mais encarcerar esse, ou seja, tanto pelo livre arbítrio, eu dou conta do que eu fiz e me liberto. Pronto, passou, eu reparei tudo. Quanto se eu me negar a aprender com isso e resistir pelo livre arbítrio, eu vou piorando a situação, né? E como através do mesmo pode se encarcerar a depender do novo direcionamento que ele ofereça. As realizações morais gerais, desculpa, geram energias positivas que anulam aquelas negativas, que propiciam o sofrimento de qualquer natureza, ensejando estímulos para a superação das antigas conjunturas atormentantes. Então, tanto eu posso gerar energia para diluir o mal, para diluir o efeito, quanto eu posso gerar energia para aumentar aquilo? Então o livre arbítrio vai me dizer o seguinte: não é porque você chegou e se deparou com o resultado do que você fez na vida passada, que agora é só uma questão de passar e você tá livre? Não sei por quê. Porque eu

rbítrio vai me dizer o seguinte: não é porque você chegou e se deparou com o resultado do que você fez na vida passada, que agora é só uma questão de passar e você tá livre? Não sei por quê. Porque eu continuo tendo livre arbítrio. Deus não confisca meu livre arbítrio na hora que eu vou enfrentar a expiaçõ as expiações. Então eu estou frente a uma expiação. Por exemplo, uma perda grande de alguma coisa. É uma expiação, tem a ver com vida passada. Ai, assim que eu passar por isso, eu estou livre. Não sei por quê. Vou repetir. Porque eu tenho livre arbítrio. Dependendo de como eu passar por essa situação, eu posso aprender, crescer, resgatar, reparar e me libertar. Como eu posso querer fugir, brigar, culpar o outro, me dispor com Deus, criticar. Não quero passar, quero fugir. A experiência passa e eu não aprendi. Então aquilo tem que retornar. Vamos de novo, Cris. Você tentou colar na prova, você tentou fingir que você tava com dor de barriga, você tentou trocar prova com seu amigo. Nada disso funcionou. Acabou seu tempo, acabou a prova e você não passou. Vamos estudar de novo, vamos voltar e a gente tenta fazer de novo. Então não dá para fugir. O livre arbítrio, ele continua atuando. Então eu preciso prestar atenção na hora que eu estiver passando por algum enfrentamento justamente para não sofrer e terminar sem ter crescido. Ou seja, sofri sem ter ganho o benefício do crescimento vindo depois de um bom bom sofrimento, de ter aproveitado o sofrimento. Então, presta atenção, porque senão o livre arbítrio pode de novo atrapalhar a nossa ah nosso [limpando a garganta] crescimento. Um outro ponto central quando a gente fala de provas e expiações tem a ver com o amadurecimento da consciência, que é a finalidade. Que que Deus quer com a gente? Que a gente cresça, amadureça, amplie a consciência, enxergue um pouco mais a vida. E Joana de Angeles no livro Jesus e o Evangelho é luz da psicologia profunda, no capítulo 4, ela fala sobre essa finalidade da experiência na Terra,

mplie a consciência, enxergue um pouco mais a vida. E Joana de Angeles no livro Jesus e o Evangelho é luz da psicologia profunda, no capítulo 4, ela fala sobre essa finalidade da experiência na Terra, né, que é a nossa espiritualização, é a superação das nossas paixões, daquilo que nos prendem à terra, é o alinhamento, o estreitamento do eixo ego self, ou seja, o espírito precisa participar mais da minha vida. Eu não posso ter uma vida identificada com a matéria, vivendo só pelas coisas daqui. Eu tenho que ter um um propósito maior que transcenda a Terra. Então, Joana deângeles diz: "Examinando-se o planeta terrestre onde se debatem as forças do bem e do mal, constatamos ser ele uma escola de provas e de depurações, cujas lições de aprimoramento ocorrem mediante o império do sofrimento, mas que podem converter-se ao impositivo do amor em conquistas permanentes felicitadoras. Na razão direta em que o self predomina sob o ego e as lições de Jesus são essenciais a essa mudança e a essa superaç superação das paixões, menos materializado se torna o espírito que aprende a aspirar às mais altas especulações e conquistas, ambicionando o infinito. Então, o objetivo é esse. Objetivo é é o espírito se desmaterializar. É ele se identificar mais com valores da do céu do que da terra. É ele aspirar por sentidos e propósitos de vidas mais nobres, mais transcendentais. Então, é um processo de despertar da consciência. É, é confortável, não vai precisar força, resignação, resiliência, enfrentamento. Eu vou, vai doer, eu vou precisar suplicar a proteção dos bons espíritos, vai ser difícil, mas eu vou voar no final do processo. Eu vou crescer, eu vou me ampliar, eu vou eu vou transcender. É esse objetivo, a finalidade da vinda eh eh na Terra, né? Então aqui é um lugar que a gente vai usar o livre arbítrio para escolher entre o bem e o mal o tempo todo. O tempo todo eu vou ser testado para ver se eu fico alinhado com as leis divinas, com a ética, com os valores morais altos alinhados com Deus, com o amor, ou se eu

er entre o bem e o mal o tempo todo. O tempo todo eu vou ser testado para ver se eu fico alinhado com as leis divinas, com a ética, com os valores morais altos alinhados com Deus, com o amor, ou se eu vou pro jeitinho mais fácil, pro atalho, pro pro a pro interesse pessoal, para conquistar coisas na terra. E aí, conforme eu for fazendo essas escolhas, umas me geram frustração, vazio existencial, outras me geram realização, satisfação, e aí eu vou aprendendo escolher que que eu quero mais. Então, o objetivo é me fazer crescer. Só isso, não é punir, não é nada além disso. Aí, ã, outro ponto que a gente a gente traz agora já caminhando do para uma finalidade de passar pelo sofrimento, o que que a gente vai conseguir com isso? A gente vai conseguir o autodescobrimento, né? O autoconhecimento, a autoiluminação, é uma sensação de liberdade. E a gente vê lá João falando: "Conhecereis a verdade e ela vos libertará. Eu vou conhecer sobre mim, vou conhecer a verdade, que é o quem eu sou." E isso vai me libertando. Então é um processo de libertação. O de autoconhecimento nos leva à libertação. E no livro autodescobrimento, uma busca interior, no capítulo 12, eh Joana fala desse dessa predominância do self, do do espírito que aspira, que cresce, né? Então ela diz assim: "Esse esforço bem direcionado, graças ao autodescobrimento, pode ser considerado um renascimento psicológico na vitoriosa reencarnação, cuja meta é desenvolver os valores íncitos no espírito e reparar as opções que geraram provas e expiações na vida passada, na passada experiência carnal. Até esse momento, o ego era caprichoso, dominador, porque permanecia com mais vigor do que o selfie, não se permitindo superar as paixões primárias e alucinantes. Eu gosto das coisas da terra, eu me prendo as coisas da terra, não tô nem aí com as coisas do céu, eu quero desfrutar da matéria. Tem um período que a gente fica aí, né? prevalecia como fonte de autosustentação, escamoteando a inferioridade através de reações intempestivas, caprichosas, como efeito

eu quero desfrutar da matéria. Tem um período que a gente fica aí, né? prevalecia como fonte de autosustentação, escamoteando a inferioridade através de reações intempestivas, caprichosas, como efeito natural da má formação do caráter psicológico. Então, eu disfarço, não preciso de ninguém, eu me basto, não precisa de religião, aqui na Terra a gente tem tudo o que precisa. Então, a gente fica com essa arrogância, né? A atração do céu fensejo o arrebentar das algemas. No entanto, a sua conquista é interior, enriquecida de alegria, de renúncia, sem medo, nem ambições, sem significado real. Chega uma hora que isso não basta mais e a gente começa a sentir vontade de buscar essa luz interna, esse espírito. As coisas da Terra já não satisfazem mais. A gente precisa de coisas que nos eh preencham por dentro, que nos façam sentir eh preenchidos de propósito, né? as coisas daqui já não tem mais tanta graça. Então, nessa hora é que a gente percebe a mudança de estado de consciência, né? Conhecereis a verdade e ela vos libertará. libertará da identificação com a matéria, libertará em direção a viver mais pelo espírito do que pela carne. Então, é interessante ela falar que é um renascimento psicológico na vitoriosa reencarnação. Mas não basta passar pela experiência, é preciso se deixar transformar pela experiência. Eu preciso que a gente aprenda, cresça com E fim, quase por fim, né, penúltimo capítulo, penúltima parte, objetivo dessas vivências de sofrimento, de dores e tudo mais é a transformação. Então, a gente fala sempre do episódio da Crisálida para transformar na borboleta, né? Então, ela tá lá como lagar, tá vivendo muito bem. De repente ela passa por um momento de consta, ela perde o contato com tudo ali dentro, ela tá no escuro. Então não deve ser fácil você enfrentar isso, né? Transformações que você não sabe o que tá acontecendo com você e de repente esse essa crisálida se rompe e a lagarta já não é lagarta, ela já é uma borboleta, ela já tem asas, ela sai do movimento quase que 2D, né? se

e você não sabe o que tá acontecendo com você e de repente esse essa crisálida se rompe e a lagarta já não é lagarta, ela já é uma borboleta, ela já tem asas, ela sai do movimento quase que 2D, né? se arrastando, não é nem 3D, 2D para esse 4D, porque ela vai para todos os lados e ela ocupa esse esse volume. Então, é nesse sentido da crisálida. A dor, o sofrimento é uma crisálida pra gente sair mais eh com as mais eh apropriadas, né? Então, no ser consciente, capítulo 10, ela fala sobre essa conquista de si, esse amadurecimento. Ser consciente, capítulo 10. A conquista de si mesmo resulta, portanto, do amadurecimento psicológico pela racionalização dos acontecimentos e, graças às realizações da solidariedade, que facultam a superação das provas e dos sofrimentos, os quais passam a ter então um comportamento filosófico dignificante. Eu eu acho dignificador passar por uma uma dificuldade, porque eu sei que vai me transformar, né? Instrumentos de valorização da vida em vez de serem castigo castigos à culpa oculta. Já já sente no mundo íntimo. Já não enxergo mais como sendo punida, enxergo como sendo desafiada pro crescimento. A libertação dessa consciência doentia facilita o entendimento do mecanismo da responsabilidade no comportamento que estabelece o lema a cada um conforme seus atos, segundo ensinou o terapeuta Galileu. Então, a gente já olha com outro olhar para as dores, sofrimentos e dificuldades. a gente olha até com agradecimento, porque a gente sabe que a gente tá tendo chance de dar um salto um pouco maior nesse caminho paraa evolução. Então o sofrimento não é castigo, a gente repete pela enésima vez, mas é simplesmente um instrumento de aceleração do crescimento, né? Então a gente fecha com Jesus e atualidade capítulo 17 falando um pouco dessa história da salvação. O que que é salvação? Como é que eu me salvo dessa desse mundo de provas e expiações? Só tem um caminho e esse caminho é mergulhando dentro, né? Jesus falou: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida, né?

O que que é salvação? Como é que eu me salvo dessa desse mundo de provas e expiações? Só tem um caminho e esse caminho é mergulhando dentro, né? Jesus falou: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida, né? Então, é, é preciso que a gente se cristifique, que a gente se aproxime da vida conforme Jesus nos ensinou. Isso não tem outro jeito se não for pelo autoconhecimento, identificando as sombras, transformando as paixões, superando as paixões, né?" Então, no capítulo 17 de Jesus e atualidade, Joana encerra o nosso estudo de hoje, dizendo: "Ofereceu, porém, uma perspectiva de paz ao afirmar que aquele que perseverar até o fim será salvo." A salvação aqui deve ser tomada como um estado de consciência tranquila, de autodescobrimento, em que o mundo interior assoma, governando os impulsos desordenados e harmonizando o indivíduo. Salvo está aquele que sabe quem é, o que veio fazer no mundo, como realizá-lo e confia. Então, que a gente siga confiando e aceitando as oportunidades de crescimento, mesmo que sejam muitas vezes desconfortáveis, aflitivas e dolorosas, mas que a gente confie a gente tem sempre a melhor possibilidade de crescimento. Algumas vezes por meio de provas, outras por meio de expiação. O importante é a gente se conectar com Deus. para conseguir superar da melhor forma possível, conforme nós formos capazes. Obrigada mais uma vez pela atenção de vocês e espero vocês semana que vem, se Deus quiser. Até lá.

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