A comunicação com a pessoa idosa superando os abismos entre as gerações | Família no Ar
"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador. Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 22 de novembro de 2023, abordaremos o tema "A comunicação com a pessoa idosa super...
n Olá amigos e amigas que nos acompanham aqui no família no ar sejam todos muito bem-vindos é com muita alegria que estamos aqui junto com vocês para conversarmos sobre temas sobre família a luz da doutrina espírita Boa noite Nelsinho tudo bem com você Oi Cris boa noite tudo bem sim Olá amigos boa noite a todos e hoje nós estamos recebendo duas convidadas que nos falam do Rio Grande do Sul gianine Lopes da am Pelotas e elizabe Chu da AM Rio Grande do Sul sejam muito bem-vindas e eu vou pedir vocês se apresentem por favor ao nosso público então eu sou a a gerine Eu Sou psicóloga trabalho em consultório particular há 23 anos com adolescente adulto e idoso tem um trabalho voluntário numa numa creche Espírita Ah mais de 20 anos e tenho três trabalhos na na casa Espírita Fabiano de Cristo aqui onde a gente mora em Pelotas também sou estudante da nossa Am Não é e tenho três filhos tenho três netas e acho que é isso muito bom e vocês elizabe vamos eu sou Elizabeth chu eh Sou psicóloga Clínica e psicoterapeuta de família há 43 anos de profissão ã trabalho como eu falei em consultório tenho trabalho na sociedade eh beneficiente Bezerra de menzes sou palestrante facilitadora eh de do EAD científico filosófico da doutrina eh colaboradora da da Federação Espírita aqui do Rio Grande do Sul nos assuntos da família trabalho com família então adoro isso então tô sempre envolvida nisso ã que a mais faço parte do da ami Brasil né o departamento da família também eh da da da merx aqui seio eu já participei eh alguns livros né escritora acho que é isso assim né E adoro o que eu faço adoro amo que eu faço então a gente junta as coisas né trabalha com a questão da ciência e com a espiritualidade isso dá todo um diferencial no nosso trabalho a partir do momento que a gente incorpora este olhar né aí participei também de congressos na como coordenadora das oficinas do congresso aqui do Rio Grande do Sul quando a gente fez oficinas Então é isso Ah tem um filho também tem um filho já não sou avó ainda né Ele é jovem Mas
congressos na como coordenadora das oficinas do congresso aqui do Rio Grande do Sul quando a gente fez oficinas Então é isso Ah tem um filho também tem um filho já não sou avó ainda né Ele é jovem Mas vamos esperar que um dia isso aconteça com certeza na hora certas coisas acontecem né isso nós temos aqui muitas pessoas saudando vocês dizendo como é bom ver vocês a Adolfo aí de Porto Alegre né mandando um abraço para vocês a rir Barbosa né uma irmã do Ceará Ana clé sejam todos muito bem-vindos participem mandem as suas perguntas a nossa irmã Rosângela Vasconcelos do Espírito Santo disse rebeles então sejam todos muito bem-vindos a essa nossa discussão vamos aproveitar o máximo a experiência das nossas convidadas n que trazem toda essa bagagem aqui pra gente e nós vamos começar o nosso bate-papo lembrando de uma bela frase de Emanuel que nos diz no livro Palavras de Emanuel não há moços nem velhos e sim alm mais jovens no raciocínio ou profundamente enriquecidas no campo das experiências humanas vocês concordam com essa afirmativa do Emanuel vamos começar pela Janine sabe Cris eh essa frase né quando fala eh não há moços nem velhos Sim há umas jovens no raciocínio me passa a ideia de assim jovem no raciocínio ainda não aprendeu a raciocinar ainda não aprendeu o jovem no raciocínio no eh No que diz respeito e de não aprender ainda a pensar ou profundamente enriquecidas no campo das experiências humanas não é talvez comparando a outros espíritos que aprendem muito com as situações da vida eh cotidiana não é então parece que Emanuel nos fala de um grupo de espíritos que ainda não aprendeu a raciocinar e outro grupo de espíritos que que tem muito experiência e e talvez não raciocínio então não há moços nem velhos há espíritos com dificuldades ainda de de raciocínio de entendimento de aproveitamento de de situações não é de aprendizado me parece que Emanuel eh quis eh falar ou ou com essa frase nós começamos a falar sobre esse assunto tão tão importante tão delicado não é eh que
de aproveitamento de de situações não é de aprendizado me parece que Emanuel eh quis eh falar ou ou com essa frase nós começamos a falar sobre esse assunto tão tão importante tão delicado não é eh que nós vamos falar hoje mais ou menos eu pensei isso agora a gente vai continuar pensando que que que que tu pensou Bet eu vejo assim ó eh nós somos eh espíritos milenares passamos por vários estágios né e isso é uma fala que eu gosto muito de ter no consultório Quando os pacientes trazem as dificuldades frente aos idosos aos seus pais aos seus avós esse idoso hoje idoso né ele já foi jovem ele já foi uma criança então quando a gente se depara já que o nosso tema é comunicação quando a gente se depara como falar com esse idoso como se comunicar melhor com ele eu acho que a primeira aa que tem que estar presente dentro de cada um E eu acho que talvez isso é o link que eu faço com a fala de Emanuel é a gente não esquecer que este idoso hoje já passou por tudo aquilo que a gente também passa e e vai passar e aí a nossa comunicação se torna mais limpa mais clara e mais empática porque se eu penso que esse idoso ele ele chegou para mim desta forma neste Quadradinho que eu enxergo hoje eu vou desconsiderar toda uma bagagem toda uma vivência toda uma história que ele tem dentro dele para eu poder me comunicar me conectar e trocar né Principalmente trocar a coisa que eu eu admiro muito assim eu eu gosto muito das séries coreanas né e a ses coreanas elas trazem muito essa esse Honrar né esse Honrar ao idoso e este respeito a toda aquela bagagem nós aqui no ocidente ainda estamos um pouquinho bastante atrasados nesse ponto a gente olha pro idoso como se ele não tivesse muitas vezes nada acrescentar ele tá precisando não ele não só precisa mas ele ele também tem muito a comp muito uhum verdade Elizabete é isso que a gente tem que ter presente na comunicação né não podemos esquecer disso e e eu acho que nessa nessa frase também para começar eh é importante que se diga que se lembre que não há não há moços nem
ue a gente tem que ter presente na comunicação né não podemos esquecer disso e e eu acho que nessa nessa frase também para começar eh é importante que se diga que se lembre que não há não há moços nem velhos nem moços aí eu lembro de de relacionamento porque a comunicação são vários tipos de comunicação no relacionamento e a gente só evolui através dos relacionamentos nós somos seres que nós não evoluímos sem os relacionamentos e a comunicação vai ser esse meio pra gente evoluir pra gente se relacionar e é é disso que a gente vai falar hoje não é sobre o o que que é a comunicação não é o que que é a comunicação para nós nos relacionarmos Qual é Essas barreiras que essa comunicação ela pode se dar de várias formas não só eh na palavra ela pode dar no no gesto ela pode dar numa comunicação não verbal numa comunicação emocional bom aí a gente vai começar a falar né da da das Barreiras dentro dessa comunicação de tudo que tá envolvido mas importante já definir não é comunicação como essa capacidade que a que a que a Bet começou a falar de de trocar conhecimento não é com partilhar expressar ideias expressar sentimentos e aí não é só a comunicação verbal que existe Uhum E existe também que eu acho uma coisa super importante pra gente começar pensando do do primeiro relacionamento que existe que é com a gente talvez por isso a doutrina espírita fale tanto conhece primeiro a não é porque a primeira relação que existe é com a gente nós nos relacionamos com os outros ou o outro dependendo de como nós nos relacionamos conosco Então acho assim são são são não é algumas ideias pra gente começar pensando Eh embasando esses conceitos uhum muito bom Janine é uma uma grande verdade né e o que a gente tem visto hoje né uma coisa muito frequente é que o idoso ele eh para que ele frequentemente ele não se sinta né valorizado pelos mais jovens tanto na família quanto na sociedade de um modo geral né Isso é preocupante e essa percepção do Idoso ela pode ser uma das causas das dificuldades de
e ele não se sinta né valorizado pelos mais jovens tanto na família quanto na sociedade de um modo geral né Isso é preocupante e essa percepção do Idoso ela pode ser uma das causas das dificuldades de comunicação entre essas diferentes gerações é eh é isso que a gente tá falando porque eh tu vê né Eh o idoso deveria ser aquela pessoa que que tem muita coisa a transmitir o o idoso deveria ser aquela pessoa que viveu bastante e e se tornou uma pessoa sábia se tornou uma pessoa adequada se tornou uma pessoa amorosa se tornou uma pessoa cheia de riquezas para para passar pro pros que vê depois dele e nem sempre a gente encontra esse esse idoso não é então então assim a gente vai começar a falar dessas Barreiras dessa dessas Barreiras da comunicação que tipo de Barreiras não é tem barreiras físicas tem doenças tem barreiras financeiras tem barreiras uma das mais difíceis são as barreiras emocionais dos conflitos entre gerações eu acredito que esses conflitos entre as gerações dentro de um contexto familiar claro que envolve a forma como se construiu essas relações né se essas famílias vêm com uma uma forma truncada Eh vamos dizer assim não muito afetiva não muito eh clara na sua comunicação mas muito trancada em função também né da sua história antepassada isso com certeza vai eh bloquear muitas vezes o fluxo desta comunicação tem essas questões tem as questões de ah de um olhar com uma crença limitante né que o que o que o idoso por ele estar limitado fisicamente mentalmente ele também está não necessariamente aquele idoso que não tem nenhum processo demencial e mesmo assim a gente se comunica numa relação eh extraverbal né que é muito importante né então assim eh aqui que dentro de nós foi construído na forma como eu me relacionei com meus pais como meus pais me ensinaram a me relacionar com meus avós vai tornar mais fácil ou mais difícil essa comunicação eu acho que passa muito também pela educação como é que eu educo meu filho a olhar pro vô pra avó pro vozinho do prédio pra Senhorinha que tá
vós vai tornar mais fácil ou mais difícil essa comunicação eu acho que passa muito também pela educação como é que eu educo meu filho a olhar pro vô pra avó pro vozinho do prédio pra Senhorinha que tá atravessando a rua com dificuldade como é que eu ensino ele a se colocar diante deles porque aí eu vou construir dentro dele um olhar mais empático mais amoroso mais respeitoso com a condição limitada física não necessariamente mental então assim eu acho que isso vai limpando um pouco né Eh o o olhar que eu passo para aquele que vem depois de mim e que vai continuar a minha caminhada ou vai continuar a caminhada frente à Vida e frente esses essas pessoas porque se eu entendo o envelhecimento né que a gente trabalha bastante com isso assim o envelhecer como um processo natural da vida como como talvez a a minha primeira Encarnação numa idade mais avançada né a gente sabe que ela atá as pessoas e um mais cedo né uma pessoa de 50 anos hoje uma pessoa de 60 de 70 é diferente né de um idoso lá de trás a gente vê pelas fotos né a gente olha as fotos cois Quantos anos tu tinha aqui vovó mãe Ah tinha né 40 30 50 nossa né E aí tu olha hoje um idoso que eu trabalho bastante com idoso também e eles têm uma agilidade uma vivacidade aqueles que conseguem e 70 80 anos eu tenho uma colega que dá aula comigo ela tem 86 anos lá no Bezerra então assim eh e faz as suas coisas e vive a sua vida né então assim é é um outro patamar hoje então eu eu também tenho que preparar as pessoas para os os os meus descendentes né como é que eles vão olhar para inclusive eles mais adiante na sua idade mais avançada então eu vejo tem tem muitas questões que e que também facilitam né uma uma coisa que me chama atenção eu eu tô com a minha sogra tá precisando de cuidadora o que que eu assisti de algumas cuidadoras né cuidadoras mais jovens até assim chamando a atenção dela e ela me dizendo muito brava que Ela detesta isso ai eu V tô xingando ela porque ela não tá se alimentando eu xingo ela e aí eu fiquei olhando assim Como assim chingar
té assim chamando a atenção dela e ela me dizendo muito brava que Ela detesta isso ai eu V tô xingando ela porque ela não tá se alimentando eu xingo ela e aí eu fiquei olhando assim Como assim chingar ela cada pessoa ela diz o meu limite de comer é esse um idoso não passa a ser uma criança que precisa ser repreendida eu acho que a gente tem que ter muito cuidado com isso sabe quem cuida do Idoso quem vive com o idoso dependendo da sua condição que tá passando tu tem que primeiro entender assim é uma pessoa que tá na minha frente que tá me evidenciando alguns sinais eu tenho que prestar atenção nisso então eu não posso tratar uma das coisas que os idosos mais idosos assim que se queixam para mim é isso me tratam como se eu fosse uma criança até a forma de comunicação Jan assim aiin eles detestam isso e e quem é que vai gostar como se desse toda aquela história toda aquela bagagem que precisa ser respeitada né tu quer comer tu tá na hora outros outros me dizem assim querem me privar né de algumas coisas serci a minha liberdade então acho que a gente tem que ir com muito muito respeito e muito cuidado não tô dizendo que eles são Unos bibelôs gente não é isso eu quero só que as pessoas tenham um olhar eh que se prenda a que a quem tá ali na nossa frente é uma pessoa ela não tá numa condição limitada que precisa ser né de repente esquecida não valorizada e e principalmente não tendo um olhar empático porque um dia eu também vou est lá Eu Me Lembro uma vez o meu pai uma coisa engraçada que né as pessoas podem se identificar quando ele começou a esquecer algumas coisas de falar e ele queria dizer o nome de uma pessoa e ele disse um nome muito estranho e aí imagina jovens né Nós ali começamos assim a rir né e ele ficou nos olhando assim com uma cara não muito boa dis é começou disse assim vão rindo vocês para lá vocês vão também todo mundo né para lá vocês vão também vão rindo agora aí a gente né ah que ficou engraçado o jeito que tu falou pai é mas vão rindo vocês então a gente brinca às vezes com
ês para lá vocês vão também todo mundo né para lá vocês vão também vão rindo agora aí a gente né ah que ficou engraçado o jeito que tu falou pai é mas vão rindo vocês então a gente brinca às vezes com eles né que eles tem eles largam umas pérolas assim muito engraçadas mas ao mesmo tempo tu pode rir junto brincar e ter essa leveza assim ficou engraçado só isso né Eu não tô debochando de ti ficou engraçado então aí eles entram na jogada agora se eu começo a criticar que ninguém gosta disso eu acho que isso é tão importante né falar ninguém gosta da crítica começa primeiro com a coisa boa Olha você falou isso tão legal não sei o qu mas isso aqui precisa ser um pouquinho arrumado que que tu acha é diferente né o outro recebe diferente Ah tu não quer comer o teu não tomar o teu remédio mas olha só tem isso tem aquilo e aí tu vai falando é o jeito da gente tocar neles essas muralhas podem ser desmanchadas É isso que eu tô tentando passar para vocês e eu lembrei disso que tu falou agora Bet sobre a sobre a situação eh da gente desses idosos agora atuais que eu daqui 2 anos já sou idosa né tô com 58 60 já é idoso e nós pegamos nós idosos né que eu vou daqui um pouco eh nós pegamos uma transição de ideia de de trabalho completamente diferente porque a vida se alongou como a Bet falou nós talvez nas outras encarnações nós não vivemos tanto como vamos viver agora isso isso isso é muito interessante a gente refletir sobre isso eh nós idosos deste deste momento atual eh a evolução ela é permanente a mudança interna e externa ela tá acontecendo permanentemente e nós estamos dentro de uma de uma sociedade que a ideia de trabalho mudou em função de várias coisas mas em função da da Longa Vida que nós temos não é o o idoso parar de trabalhar tendo condições de continuar trabalhando ou tendo ou Tendo tendo oportunidade de trabalhar em outra coisa que goste também é muito importante essa inclusão do idoso na vida social na vida de trabalho é é muito importante o idoso se sentir incluído
do ou Tendo tendo oportunidade de trabalhar em outra coisa que goste também é muito importante essa inclusão do idoso na vida social na vida de trabalho é é muito importante o idoso se sentir incluído incluído a inclusão ela se dá através do Trabalho através de me sentir pertencendo a esse mundo pertencendo a grupos não é se se não tem limitação física se não tem doença que limite Por que não continuar ocupado com algo que lhe traga bem-estar eh quando a gente fala do idoso a gente tá falando de muito tipos de pessoas diferentes como que eu quero chegar na fase idosa e como eu quero ser vista por esses meus parentes eh Antigamente os pais cuidavam dos filhos pros filhos cuidá-los e era uma coisa dita era uma coisa falada era tipo assim não tu cresce porque tu tu vai me limpar como eu te limpei uma coisa agressiva Não é não eu não não me suava como algo algo amoroso e porque tem os conflitos das Gerações um um idoso uma uma uma mãe e um e um pai e um avô e uma avó tem muitos conflitos diferentes com pessoas diferentes da Família com filhos diferentes um mesmo pai e uma mesma mãe não é o mesmo pai e a mesma mãe para cada filho cada filho vai falar desse pai e dessa mãe de maneira diferente vai parecer que três filhos falam do mesmo pai como se fossem três pais completamente diferentes porque a maneira como a gente se constrói durante a vida e e como a gente vai mudando vai criando conflitos vai criando mágoas não é Ou vai se se desvencilhando desses conflitos Porque quanto mais a pessoa é mais ou menos bem resolvida ou ou feliz ou realizada mais saudável ela vai se relacionar com outro e uma falha grave da nossa sociedade de nós todos é a falta de percepção do outro porque nós ainda não existimos a partir de nós a gente se relaciona com uma pessoa por muito tempo eh que querendo se encaixar no que ela quer de mim porque eu tenho medo de perder de perder a pessoa então existe a idealização Não é esse passo de uma realização Esse passo de uma relação às vezes dura uma vida inteira
encaixar no que ela quer de mim porque eu tenho medo de perder de perder a pessoa então existe a idealização Não é esse passo de uma realização Esse passo de uma relação às vezes dura uma vida inteira aonde eu idealizo o outro e vivo dentro daquela idealização até eu nascer para mim mesmo e às vezes não existe esse Nascimento a gente tá falando de muita coisa importante verdade é na verdade a gente aqui tem tem tem material para poder est estarmos conversando por uns três programas porque vocês estão trazendo vários elementos muito importantes para esse processo de relacionamento de construção de vínculos saudáveis né Nós temos uma pergunta da Cátia dolf que eu gostaria de chamar aqui que tem a ver um pouco com essa relação o que vocês podem partilhar quando um idoso tem uma criança ferida e não tem a visão e alcance Como podemos agir sem passar por cima do Honrar Pai e mãe Néa cáa essa criança quando a gente fala criança criança ainda não entende a criança interior machucada é aquela parte Nossa que não entendeu é aquela parte Nossa que ficou machucada parada e vítima essa criança tem que buscar ajuda essa criança tem que crescer essa criança tem que entender uma porção de coisas que não entendeu é só isso tratamento mesmo é tratamento mas aí assim ó às vezes essa talvez o que ela quer dizer o seguinte essa criança interior tá dentro desse idoso é muito difícil um idoso buscar ajuda terapêutica n isso que a gente vê em consultório uma porque eles não foram criados com essa visão de que a gente tem que se naquela época não existia isso né não era não era incentivado eu eu me lembrei assim ó a criança interior dela da Cátia em relação a conflitos que ela que ela tenha com esse pai com essa mãe que todo mundo tem não é e o que que eu fiz com esses conflitos tu entende o que que eu faço com esses conflitos eu me acomodo e odeio a vida inteira ou eu vou buscar ajuda para ver o que que é isso que eu não aceito Uhum é eu acho que tem os dois lados Não entendi os dois lados eu
ue eu faço com esses conflitos eu me acomodo e odeio a vida inteira ou eu vou buscar ajuda para ver o que que é isso que eu não aceito Uhum é eu acho que tem os dois lados Não entendi os dois lados eu tô falando assim tem a criança desse idoso tem a criança desse idoso que é pai tem a criança dessa filha que é filha desse idoso ferido que também traz as suas coisas então no momento que tu é bem isso né claro a pessoa vai quem tem a condição de buscar ajuda busque essa ajuda para se compreender e se acolher né uma criança Precisa do quê uma criança ferida de um acolhimento do do entendimento de a na sua dor ela ser compreendida né quando tu olha para um idoso que também traz esses traços também traz essa essa essas mazelas essa luta eh ele ele precisa do quê é dentro da compreensão Estreita que ele tem ele precisa também ser olhado assim né sim sim mas tu não pode mudar fora de ti é é isso que eu me lembrei a a a a criança machucada que existe em mim é é uma a criança machucada que existe no meu pai é outra a a do meu pai eu não vou poder fazer nada não mas entendo o que eu o que eu só tô tentando dizer é o seguinte esse se tu trabalha tua criança tu vai ter mais compreensão para poder olhar a criança do outro tu não vai poder mas essa criança precisa ser acolhida dos dois os dois precisam ser acolhidas clo perfeito dos dois Bet Claro a gente trata disso né a gente vê esses conflitos diariamente no consultório e na nossa família não é a gente vê isso dentro de nós o tempo inteiro tudo que eu não entendo eu eu eu não consigo me di desenvolver e eu preciso que o outro se desenvolva junto mas às vezes não é muito junto não vem junto é e a gente também não pode esquecer que essas famílias né Elas se reúnem justamente com propósitos de resgates de reconciliações principalmente de reconciliação é o que que a gente trabalha muito em constelação familiar é isso são as reconciliações Apesar de o que foi lá atrás sou tá lá agora o que que eu faço com o meu hoje né eu eu posso entender o meu passado eu posso
a gente trabalha muito em constelação familiar é isso são as reconciliações Apesar de o que foi lá atrás sou tá lá agora o que que eu faço com o meu hoje né eu eu posso entender o meu passado eu posso trazer as minha os meus ressentimentos as minhas dores mas hoje a vida tá me apresentando uma oportunidade deu me trabalhar e na medida que eu me trabalho eu consigo ter um olhar diferente pro outro né Porque eu entendendo a minha dor eu consigo dimensionar um pouco a dor do outro is po se tornar um pouco mais suave né E a vida a pedagogia da vida nos apresenta situações que tu tem que arrumar isso quando um pai que não te cuidou uma mãe que não te cuidou como um caso que eu tive de mãe que omissa de de abuso né da menina essa mãe se apresentou com Alzheimer e essa filha teve que cuidar dela ela tinha opção de fechar os olhos e dizer embora que tu não me cuidou né ela tinha mas como ela tinha toda uma caminhada espiritual ela se colocou num bom tá aí a minha oportunidade de arrumar a minha parte eu me curo na medida que eu trabalho a minha dor né vendo a dor dessa mãe né e conseguiram Graças a Deus então e eu lembrei de outro cas que vocês Ah desculpa eu só queria pegar um um um Ganchinho aí no que vocês estão falando e toda essa reconstrução é mediada por esse processo de comunicação que pode também nesse momento atual não ser perfeito porque é carregado também pelas minhas madas pelas minhas expectativas por uma série de coisas e aí dentro desse desse dessa interação se eu não tiver realmente a generosidade de poder estar vivendo momento de agora sabendo eh compreender essa trajetória toda de evolução espiritual que nós estamos ali fazendo eh nós vamos gerar mais conflitos dali para diante e a nossa companheira que mandou a questão falou muito do Honrar Pai e mãe quer dizer como é que nesse processo todo de dor e sofrimento eu preciso me Curar e saber também que eu tenho que para me curar Não desprezar esse Honrar Pai e mãe né que muitas vezes pro materialista diz
dizer como é que nesse processo todo de dor e sofrimento eu preciso me Curar e saber também que eu tenho que para me curar Não desprezar esse Honrar Pai e mãe né que muitas vezes pro materialista diz assim não deixa de lado vai embora e vai resolver a sua vida e para nós como espíritas nós sabemos que não é bem assim porque o que eu não resolvo agora vai entrar na minha pendência para uma próxima oportunidade então quanto antes eu fizer conciliação Agora vai ficar mais depois n é então nós temos quear considerando tudo isso né É E aí a gente tá falando também Cristina de de limites né de limites emocionais porque a a Bet atende eu também atendo pessoas que se o pai bebeu e bateu na mãe e na filha a vida inteira a pessoa não segue não consegue ajudar é um limite humano não consegue ajudar se o pai não tiver realmente morrendo numa UTI porque vai ser a única forma dela sentir talvez que aquela dor que ele esteja passando eh seja maior do que a dor que ela teve a vida inteira ela e a mãe exatamente às vezes o o a coleção de André Luiz os livros de and luí eh é rico de desse tipo de passagem não é aonde existe uma capacidade e um limite de ajudar e de ser ajudado isso e isso vai depender muito do do do do grau de de de conflitos e dificuldade dos Espíritos não é por isso que se reúnem na família mas esse honrai dentro desse onai pai e mãe tá tem tem tem que ver a capacidade e o limite humano de cada um no entendimento e nesse cuidado não é Uhum é eu atendi um caso a gente tá falando aqui das nossas experiências de uma moça que foi abusada pelo pai e ela cresceu com aquela com aquela dor com aquela dificuldade quando ela pde sair de casa ela saiu e tinha um bom contato com a mãe mas com Pai ela não conseguia a mãe desencarnou Eh e ela era filha única e esse pai teve um momento que adoeceu e ela conseguia eh gerenciar que alguém fosse fazer o cuidado direto dele ela não conseguia E aí assim muito aquele sentimento de culpa porque eu não consigo porque eu não posso Vem cá você
ue adoeceu e ela conseguia eh gerenciar que alguém fosse fazer o cuidado direto dele ela não conseguia E aí assim muito aquele sentimento de culpa porque eu não consigo porque eu não posso Vem cá você tá fazendo aquilo que você nesse momento consegue proporcionar para ele e ter o teu coração em paz faça isso n esse esse momento de autorespeito também é muito importante você está cuidando de uma maneira indireta você está honrando agora essa esse processo todo de aproximação nesse momento para você ainda é muito doloroso se respeite também porque é importante que a gente possa est colocando como vocês disseram o limite de cada um então e Eh esses processos todos precisam ser vistos que nós vamos dar o melhor de nós com a bagagem que nós temos mas também não podemos estar carregando algo que nós não temos eh eh Fortaleza naquele momento para carregar Então se ela ocupasse do Cuidado direto talvez ela desistisse e não quisesse mais mas proporcionando cuidado por meio de outra pessoa ela conseguiu cuidar desse pai até o final da da da Encarnação com coração preocupado para que ele tivesse bem-estar né Então aí a gente já vê uma um exercício de perdão mas também uma necessidade de se aut curar que ela tava incitando sim né e dentro dessa comunicação toda né Nós temos que primeiro saber ouvir e entender as nossas mensagens e as nossas necessidades porque senão nós não vamos conseguir compreender o outro porque nós estamos conflitados conosco mesmo exato mas esse tema é muito rico nós temos uma colocação de um colega né ninho exato do Fabiano vea Fabiano é nosso amig o nosso irmão lá da Federação Espírita trabalha com a gente lá na área da família e ele diz o seguinte aqui ó Boa noite amigos tenho o privilégio de conviver com minha avó de 93 anos são cinco netos e 12 bisnetos pais e tios idosos também e crianças e adolescentes de todas as idades sempre reunidos e ele complementa muito válido o esforço colocado o reforço colocado que o respeito e cuidado com o idoso começa no
is e tios idosos também e crianças e adolescentes de todas as idades sempre reunidos e ele complementa muito válido o esforço colocado o reforço colocado que o respeito e cuidado com o idoso começa no relacionamento amoroso em família desde sempre é um tema realmente que traz muitas abordagens né a gente pode se aprofundar porque existem como vocês falaram os conflitos mas existem casos como do nosso amigo nosso irmão Fabiano aqui que trouxe uma relação muito boa com a vozinha dele né as dificuldades de comunicação podem ocorrer por causa de problemas orgânicos né Meninas vocês vão poder falar falar disso pra gente Quais as principais causas que impactam na interação do idoso com as demais pessoas você quer começar Janine sim porque a gente vê eh eu também tendo muito idoso eu não sei se porque a gente gosta não é eu sempre gostei sempre gostei muito de dos meus avós Eu sempre tive uma relação muito bonita com os meus avós cada um no seu jeito não é mas convivi com os quatro e isso me trouxe essa essa essa vontade não é de de de trabalhar com idoso e e a gente acaba tendo idosos assim se tratando não é que é uma coisa meio Rara como a Bet falou mas mas chega na fase idosa não é pode ter a a diabetes pode ter a catarata pode ter Alzheimer pode ter a a tensão pode ter a depressão pode ter a osteoporose pode ter o parson pode ter dificuldade de afasia pode ter dificuldade de labirinto que tira eles do do chão não é pode ter tantas coisas que a gente já começa a ter sinais lá a partir dos 40 45 anos todos nós o corpo vai dando sinais de que a gente não é o corpo não é não não é para ficar não é o corpo vai dando sinais e vai chamando atenção que a vida não é a a material a física o corpo vai sinalizando que os valores têm que ser mudados então todas as dificuldades do do Idoso são limitações limitações que dificultam essa essa comunicação porque se a gente for ver eu me lembrei de falar um pouquinho sobre o as dificuldades de se de se comunicar quando a gente através da fala né quando
ões limitações que dificultam essa essa comunicação porque se a gente for ver eu me lembrei de falar um pouquinho sobre o as dificuldades de se de se comunicar quando a gente através da fala né quando um fala e e a gente ou o outro pega só uma parte do que é falado quando ainda falam quando ainda escutam quando ainda compreendem não é né sem grandes limitações existem também o o o bloqueio na na na comunicação que é quando a pessoa não consegue captar o que o outro fala não é então existe o filtro a só uma parte que eu pego existe o bloqueio que que é quando eu não consigo entender tudo que aquele idoso quer me dizer não é e existe o ruído na comunicação que é quando a mensagem é distorcida quando o idoso Fala alguma coisa e chega no outro de maneira distorcida diferente do que ele quis ser entendido Então apesar além das dificuldades físicas das das limitações das doenças das dificuldades não é de de de audição de divisão ainda tem essas dificuldades na comunicação não é na na dificuldade na capacidade de de compreender não é como o caso que a que a Bet falou que que a cuidadora não é eh não xingava Então quer dizer que tem todo um um cuidado realmente que tem que ser dado em diferentes fases da fase dose porque a inicial não tem tanto a fase dose Inicial não tem tanta limitação mas depois lá dos 84 tem muita limitação é até a própria dificuldade em escutar né de escutar não escuto tem aparelho Eles não gostam do aparelho aí eles tiram o aparelho aí tu tem que dizer bota o aparelhinho para vir ou chega mais perto então tudo isso são elementos como como disse a a Janine a as questões físicas são uma forma as questões eh de vamos dizer assim travas emocionais Vou Colocar assim de como eu recebo que o outro fala de mim eu já estou mais armado aí eu já escuto diferente e a minha réplica vai ser em cima daquilo que eu escutei e não daquilo que o outro quis me dizer né então isso também atrapalha mas eu gostaria de acrescentar uma coisa assim importante independente gente das
a réplica vai ser em cima daquilo que eu escutei e não daquilo que o outro quis me dizer né então isso também atrapalha mas eu gostaria de acrescentar uma coisa assim importante independente gente das limitações tanto físicas auditivas né a dessas travas né existe uma fala uma comunicação que ela é inquestionável que é a comunicação do coração quando nós nos colocamos né de coração aberto pro outro mesmo que ele se atrapalhe em ouvir o meu gestual a minha a minha comunicação corporal a minha comunicação de toque vai se fazer muitas vezes mais eficiente mais clara do que a minha fala Eu tenho um exemplo assim vivencial quando a minha mãe começou eu tive uma mãe com Alzheimer 14 anos né então eu sempre conto essa história nas minhas palestras quando a minha mãe começou a apresentar as dificuldades e a gente viu que tava complicado dentro do do ambiente de casa né pra gente continuar ã por causa da logística eu eu perguntei para ela olha mãe eu acho que tava na H assim o que que tu acha de tu fazer um tratamento numa casa geriátrica a gente ir lá olhar tu escolher um lugar que ali tu vai ter um atendimento mais específico do que essas Senhoras que vêm aqui lá vai ter né mais recursos mais gente não é só tu e ela tem outras senhorinhas E aí ela ela diz sim eu acho que eu tô precisando que a minha ela diz a minha cabeça não tá muito boa não tá confiável porque ela esquecia né E ela disfarçava como todo o iniciante do Alzheimer ele dá uma disfarçada assim ah eu me eu acho eu me atrapalhei porque é difícil para eles admitir a sua limitação E aí eu disse é mãe eu acho que tu precisa mesmo vamos vamos escolher um lugar legal que tu goste tu tá fim então de comigo vamos vamos vamos eu disse é porque as coisas vão indo vão indo e daqui a pouco o que que acontece mãe daqui a pouco assim vai esquecendo muitas coisas daqui a pouco né tu pode esquecer até da gente né aí ela falou assim É eu sei que isso pode acontecer mas eu vou te dizer uma coisa eu posso esquecer aqui ó mas aqui eu
im vai esquecendo muitas coisas daqui a pouco né tu pode esquecer até da gente né aí ela falou assim É eu sei que isso pode acontecer mas eu vou te dizer uma coisa eu posso esquecer aqui ó mas aqui eu nunca vou esquecer vocês e isso é um guia paraa gente eles jamais vão nos esquecer no toque no som da voz tem Ah que que adianta visitar nem sabe quem eu sou e aí aquela historinha que a gente conhece né ele pode não saber quem tu é Mas tu sabe quem ele é então quando eu chegava já no processo mais adiantado que ela não ela não lembrava que eu era Bet às vezes ela dizia tu tem que eu vou te contar umas coisas para tu dizer pra Bet minha filha ela não gosta de alguma as coisas que eu tô vendo aqui que ela não gostava de uma lá que ela implicava com a Senhorinha e eu disse tá eu vou contar para essa Bet aí pode contar para ela porque ela ela vai tomar uma atitude dis Tá bom mas quando eu chegava lá e e ela sentia a minha energia ela sabia que eu não era aete mas ela sabia que ela reconhecia aquela alma porque o olho brilhava abria um sorriso isso eu sempre falo fala para todas as pessoas quer seja um processo demencial quer seja ã incoma quer seja um Alzheimer avançado eles podem esque porque o Alzheimer não existe na alma ele existe no cérebro os apagões mas a alma reconhece a energia o toque o cheiro a voz o som Principalmente uma mãe com filho então issso é importante então essa comunicação né Janine a a comunicação do coração ela é inquestionável Ela é imbatível não e essa é a lei também do corpo não é porque tu sente a presença espiritual tu sente a presença espiritual Claro e eh isso é muito bonito essa semana a minha filha teve Ah Umas contrações e ela tá com 7 meses e ela ficou com muito medo de perder o bebê porque ela já perdeu um bebê e aí ela disse Mãe manda tuas amigas do do pronto socorro espiritual vi me dar passe e E aí não era o dia porque eu trabalho nesse trabalho mas não era o dia que eu trabalhava E aí minhas colegas foram E aí ela disse mãe foi impressionante a eu
ronto socorro espiritual vi me dar passe e E aí não era o dia porque eu trabalho nesse trabalho mas não era o dia que eu trabalhava E aí minhas colegas foram E aí ela disse mãe foi impressionante a eu queria mexer minha mão e eu não conseguia e eu sentia uma mão pesada e e e de um senhor idoso Olha que lindo e e ela e ela disse eu não conseguia mexer e aquela mão me dizia que ia ficar tudo bem que eu confiasse que eu me acalmasse e eu na hora que ela me contou eu senti a presença do meu avô não é L E aí eu falei para ela ela disse Mas é claro que é mãe é é ele porque tu tá muito preocupada comigo então é tu que tá pedindo intercedendo por mim não é e ele ligado ao teu coração tá ligado a mim também então assim ó essa essa certeza que a doutrina nos dá do reencontro não é pelo coração é é muito lindo não é a gente pode ter dificuldade com algumas pessoas mas outras a gente ama tanto e sente tanto né Ai Deus não desampara verdade verdade jan eu eu queria fazer uma colocação aqui antes da da da fazer a próxima pergunta dela eu recebi um um vídeo que tem tudo a ver com a nossa Live de hoje liga esse passagem emocionante tô aqui me emocionando com cada fala de vocês e é um vídeo que o título dele é o que é aquilo filho e o filho responde pro pai lá dentro do vídeo que é um Pardal talvez vocês conheçam esse vídeo e o filho O Filho o pai pergunta muitas vezes pro filho que que o que é aquilo o que aquilo o filho responde muitas vezes ele vai perdendo a paciência ele fala já falei é um Pardal E aí o pai num dado momento ele se levanta entra em casa e volta com o diário dele com a mesma situação que aconteceu quando o filho era criança o filho fazendo as mesmas perguntas para ele eu não vou eu não vou falar todo o final para que vocês assistam mas tá no YouTube O que é aquilo filho é muito fácil de achar é lindo e e eu acho que é bem isso assim uma das coisas que eu anotei que Eu gostaria de falar é isso às vezes eh né o os filhos os netos perdem a paciência com seus idosos Não tô dizendo
cil de achar é lindo e e eu acho que é bem isso assim uma das coisas que eu anotei que Eu gostaria de falar é isso às vezes eh né o os filhos os netos perdem a paciência com seus idosos Não tô dizendo que a gente não perca a gente perde tá que às vezes é difícil mesmo é difícil eh trabalhar com as limitações de alguém que já foi forte já foi ágil que já foi rápido que já foi proativo e que daqui a pouco é dependente nós filhos também temos as dificuldades de olhar para aquilo mexe com a gente mee bante e Mexe com eles mexe com eles também eu já fui assim agora eu não consigo ser isso também é ruim mas essa questão do do repetir principalmente para quem né tá com uma vivência com idoso de de um processo demencial ou um Alzheimer e tal é lembrar disso quantas vezes nós pedimos para eles repetir a gente que que né quando lembra dos nossos filhos pequenos eles adoram que a gente repita a história conta de novo de novo de novo e a gente conta fairo né conta quando eles ficam idosos eles perguntam como é que é isso ah é isso tá daqui a pouco como é que é mesmo não tu não me falou não falei e uma das coisas eh que o idoso quando ele entra num processo isso acho importante assim ficar no início o processo do Alzheimer como um processo demencial um processo de limitação ele naquele momento ele é o processo de desafio e de oportunidade para aquela pessoa para aquele espírito OK depois eles vão esquecendo as coisas e eles não sentem a dor e o desconforto que no início eles sentem quando eles se deparam que eles estão perdidos depois esta prova é pra família muito claro pra família Eu sei né trago isso não só como profissional mas como alguém que viveu isso então aí é a gente se deparando com essas dificuldades e aí tu tem que olhar e lembrar este aqui que tá me pedindo para repetir ou que ele esqueceu ou que não sei o qu ele lá atrás fez comigo quantas vezes Ah porque não dorme de noite quantas vezes nós não dormimos né ou era com febre ou era com tosse ou era e eles estavam
tir ou que ele esqueceu ou que não sei o qu ele lá atrás fez comigo quantas vezes Ah porque não dorme de noite quantas vezes nós não dormimos né ou era com febre ou era com tosse ou era e eles estavam ali aqueles que estavam aqueles que não estiveram bom tá a minha vez de eu fazer dentro do que eu posso a diferença por esses pais essa mãe que não me cuidou que não mas eles fizeram né famílias que fizeram Eu graças a Deus tive pais que fizeram isso comigo e eu e meus irmãos então assim é a vez da gente fazer isso a gente dá o retorno repetir tu pode repetir de outro jeito o que eles não gostam quando mas eu acabei de te dizer tu já esqueceu eles não diziam isso pra gente lá atrás tu quer que conte a história de novo a gente pedia porque a gente adorava aquela história e adorava mais que a história é tá perto deles num Aconchego num abraço lendo um livrinho ou antes de dormir né a gente adorava aquilo então aquilo meu Deus tinha que durar durar durar eles de outra forma também TM não conseguem lembrar e eles perguntam e às vezes eles têm vergonha de perguntar o que que acontece com o Alzheimer ou a demência eles vão se recolhendo gente eles vão para um cantinho e a gente tem que puxar eles porque senão eles vão ficando na concha na concha na concha de vergonha de perguntar uma coisa que eles não sabem por de ser inadequados no início eles começam a ter essa noção e é bem sofrido pro idoso Então vamos nos relembrar né O que que a gente já foi já passou e que é a história que ele colocou n é linda essa história e eu queria a gente já tá bem pertinho do final eu queria que vocês apenas comentassem com a gente existem também aqueles temas que nós não queremos que o idoso fale por exemplo que ele sente que tá perto de morrer ou que a vida dele tá muito triste e às vezes nós cortamos esses assuntos ficamos chateados com esses assuntos né O que fazer quando um tema delicado desse vem a conversa os pais trazem a conversa o outro idoso traz a conversa pra gente como ser esse e suporte
sses assuntos ficamos chateados com esses assuntos né O que fazer quando um tema delicado desse vem a conversa os pais trazem a conversa o outro idoso traz a conversa pra gente como ser esse e suporte adequado E aí vocês já aproveitam para dar mensagem final pros nossos internautas que a gente tá 2 minutos do finalzinho começar com a geline que que fiquei pensando né sobre isso porque na nossa numa sociedade que a gente tá vivendo utilitarista não é que é o oposto do que do que a Bet estava falando agora não é né nessa sociedade nós estamos vazios porque a gente se relaciona com quem dá a coisas boas pra gente a gente não se relaciona mais por por abraçar um amigo e dizer como tu me faz bem porque a gente não encontra mais as pessoas com a pandemia parece que a gente parou de se se abraçar parou de se relacionar parou de se olhar no olho a gente tá vivendo numa sociedade utilitarista aonde Não serve demite Não serve bota outro no lugar e e isso tá tá refletido dentro da família dentro do da relação com o idoso não é como é importante a gente se envolver com tudo Não só cu idoso mas com tudo que tá acontecendo e e inclusive com Af finitude que desde a pandemia eu acho que foi um acontecimento muito grave e muito delicado porque a finitude do meu pai é a minha também por isso que é difícil de falar Cris porque quando eu vejo que os meus pais estão com 84 anos eles estão muito perto de desencarnar E é difícil de eu ir visitá-los porque eu tô vendo que eu também não vou ficar aqui eu acho assim que tem uma causa essa dificuldade tem uma causa real concreta de nos lembrar que nós também vamos partir não é então eu acho que essa essa lembrança do do do contrário da relação utilitarista é o que a gente tem que buscar não é buscar nos envolver buscar se se interar com o que tá acontecendo e às vezes eu vejo coisas tão injustas e ninguém faz nada ninguém fala nada e todo mundo em volta dizer assim não não não não não fala não fala como assim não como assim não se envolve se não normalização
vezes eu vejo coisas tão injustas e ninguém faz nada ninguém fala nada e todo mundo em volta dizer assim não não não não não fala não fala como assim não como assim não se envolve se não normalização né então assim o meu recado é esse vamos voltar a ser gente vamos voltar a ser humano vamos voltar a se importar com o que a gente tá sentindo se eu não suporto visitar os meus pais porque estão com 90 e sei lá 90 anos ou perto de 90 anos é porque eu tô sentindo medo e aí eu não entro em contato com isso e também não visito eles então assim ó vamos se envolver primeiro com a gente essa relação com a gente entender o que que a gente tá sentindo E aí as coisas ficam mais fácil aí a gente se envolve né então desejar isso assim que que que a gente possa ser mais amoroso com a gente que a gente possa ser ser mais acolhedor com com as dificuldades com os nossos medos para que isso nos aproxime e não nos nos distancie não é a oração lá no lar a oração sozinho a meditação o que for mas acha acha os teus meios de te conectar com a tua paz não é com teu não medo porque o medo é é uma não vida não é então da gente poder fazer essa essa conexão e e agradecer agradecer a oportunidade de estar aqui com vocês Colaborar eu diria que nessa questão da do trabalhar despedida né Eh quem essa parte que a Janine já falou realmente assim eh no momento que tu te trabalha fica mais fácil agora quem nca se a primeira coisa dá o espaço para esse idoso poder falar às vezes H é que nem quando a gente vai num enterro num velório a gente não tem muito o que dizer porque a gente entende a dor né O que que a gente faz a gente dá um longo abraço naquele abraço tu tu pensa né te dou força te dou coragem te dou carinho e é legítimo que tu tá sentindo dói mesmo então o idoso dizer que de repente ele tá com medo que ele que ele não vê mais sentido na vida primeiro o espaço para ele poder falar e aí tu pontuar algumas coisas boas que ele tem dentro dele e que ele é importante para ti que ele é importante para muitas pessoas né
ão vê mais sentido na vida primeiro o espaço para ele poder falar e aí tu pontuar algumas coisas boas que ele tem dentro dele e que ele é importante para ti que ele é importante para muitas pessoas né eu pude est junto com a minha mãe na hora da pedida eh poder passar o passe virtual para ela pelo fonezinho né de mão dada H meu pai foi depois então eu já perdi uma coisa que a gente filho passa quem não perdeu ainda é por um sentimento que nos dá medo e é um sentimento que vem que faz parte é da orfandade a gente se sente órfão quando a gente perde o pai a mãe ou os dois né isso é um sentimento muito estranho que a gente não consegue muito identificar porque tu fazia parte de uma família tu era filho do fulano tu era filha da fulana daqui a pouco isso eles não estão mais ali mas quem tem esse olhar com a doutrina né quem tem esse olhar com a espiritualidade ele entende que é uma despedida naquele momento aquilo que a a gente carrega as vivências que a gente teve com aquela pessoa para nos abastecer quer sejam não tão boas quer sejam muito boas é no coração que a gente vai levar e e e provavelmente em algum momento nós vamos nos reencontrar certamente agora dá o espaço quando a gente quando as crianças estão conosco e elas querem fazer as perguntas pra gente a gente responde como de acordo com o que ela consegue entender com o idoso é a mesma coisa eu tô com medo eu acho que deve dar medo mesmo tá perto de embora mas mas se esse idoso tem esse olhar que a gente tem a gente eu dizia assim pro meu pai pai pensa naqueles queridos que já tão lá em cima que tu vai te encontrar vai ser tão bonito vai ser tão querido esse reencontro que vai por um tempo abastecer a tua saudade daqui então vamos olhar para assim né Aí ele dizia é verdade né ele acreditava nisso a minha mãe a gente falava de outras coisas ela dizia que ela não fazia mais sentido tá daquele jeito aqui e tal enfim e eu dizer mas a gente ainda tá junto papai do céu quer que tu fique ainda mais um tempinho ele que vai dizer
e outras coisas ela dizia que ela não fazia mais sentido tá daquele jeito aqui e tal enfim e eu dizer mas a gente ainda tá junto papai do céu quer que tu fique ainda mais um tempinho ele que vai dizer ah porque eu quero ir embora e os idosos gosto de dizer isso tá na hora de eu ir embora ele esqueceu de mim eu diz ele não esqueceu não ele ele sabe bem direitinho quando é que é o teu tempo mas vamos nos curtir agora porque depois vai dar muita saudade eu acho que é isso que a gente tem que passar sabe primeiro dar o espaço para ouvir depois falar com o nosso coração se eu tenho essa crença que eu vou me reencontrar e eu vou falar disso se eu não tenho eu vou ouvir e vou ser acolhedor para aquele sentimento e vou falar do meu também eu também tenho medo de perder né eu também é ruim se despedir mas no coração a gente não se despede Então o meu recado meu agradecimento pela oportunidade de conhecer vocês estar aqui com a Janine né com os amigos que estão do outro lado da telinha eh gratidão pela oportunidade e pensem Nessas questões assim como ela disse a gente tá faltando ser mais gente e e o que que nos torna gente é o nosso coração não é a nossa razão só o coração norteia muitas coisas e a gente não pode esquecer isso de olhar com o coração para tudo isso que nos está nos acontecendo ter um olhar piedoso ter um olhar sem julgamento tentar pelo menos se trabalhar nesse sentido Sem palavras para expressar a gratidão acredito que nossos espectadores também por vocês terem trazido tantas informações relevantes pra gente quero agradecer a vocês a Cristina a quem nos assistiu até aqui eu acho que Nós ficaríamos horas aqui falando acho que a gente precisa fazer uma nova Live para voltar nesse tema porque tem muito mais coisa para falar mas gente gratidão Muito obrigado e vocês que estão nos assistindo Esperamos vocês na próxima quarta-feira Até lá beijo gente tchau obrigada beijo fiquem com Deus somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência
estão nos assistindo Esperamos vocês na próxima quarta-feira Até lá beijo gente tchau obrigada beijo fiquem com Deus somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do Evangelho do Cristo chegamos onde chegamos conquistamos o que conquistamos o nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis a comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas produzidos por comunicólogos produtores audiovisuais cenógrafos editores designers programadores e técnicos de áudio toda essa estrutura só é possível graças a você apoiador do nosso trabalho e somos gratos por toda a sua doação até aqui mas este trabalho precisa continuar podemos acolher ainda mais pessoas e para continuar alcançando tantos corações precisamos de você por isso mais uma vez contamos com seu apoio financeiro apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você trabalhamos pelo consolo pelo esclarecimento e pela esperança e sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente a padrinha FEB TV estamos juntos com você através da FEB TV acesse do.fb tv.com PBR e faça sua doação eu quero viver
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