A AFABILIDADE E A DOÇURA - Terezinha de Jesus [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui [música] eu entendi qual o valor dessa [música] missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Amigos, amigas, rendamos graças a Jesus por mais esta oportunidade de estarmos aqui reunidos em seu nome e sob a sua tutela. Hoje, mais uma vez a Tereesinha nos dá alegria da sua presença, sempre com palavras que nos levam a refletir acerca do evangelho de Jesus e que nos alimentam renovando as nossas forças para que saiamos todos daqui fortalecidos em nossa fé. Como sempre fazemos, vamos ler a nossa mensagem. E hoje a mensagem, o título é sem reclamar. Lembrando que reclamar é hábito, não é? Quanto mais eu reclamo, mais eu me habituo a reclamar. Então, vejamos o que o irmão José, pela mediunidade do Carlos Bacelli, nos traz como reflexão. Não listes de sabores, nem relacione mágoas. Quem se queixa em excesso perde força na luta. Se caíste, levanta-te e prossegue avançando. Se erraste, não desistas de buscar acertar. Não ouças quem te fala em fracasso e desânimo. Serve sem reclamar e te farás mais forte. Elevemos o nosso pensamento até Jesus. nos deixando envolver por suas luzas vibrações, rogando ao terapeuta maior de nossas almas, que nos indique o caminho, que nos inspire, que nos fortaleça, a fim de que sejamos instrumentos úteis na seara dele, levando a todos aqueles que sofrem uma palavra de consolo, um abraço de acolhimento e tudo aquilo que de melhor é em nosso coração. Que Jesus inspire a Terezinha e que ele permita que as palavras que aqui nos forem trazidas hoje encontrem em nosso coração terreno fértil para florescerem e darem frutos. Que a paz do Mestre nos alcance e permaneça conosco. E assim seja. Boa tarde, minhas irmãs, meus irmãos. É uma alegria muito grande estarmos juntos mais uma vez. E enquanto a nossa querida Juliana li a mensagem reclamar, eu me lembrei que uma vez, sabe, aqueles dias
Boa tarde, minhas irmãs, meus irmãos. É uma alegria muito grande estarmos juntos mais uma vez. E enquanto a nossa querida Juliana li a mensagem reclamar, eu me lembrei que uma vez, sabe, aqueles dias bem difíceis, a minha filha e o namorado dela tinham passado um dia bem desafiador de trabalho, né? E a gente estava no restaurante e escolhendo, cada um vendo o cardápio. Aí ele perguntou a ela: "Mas meu amor, o que você quer?" Ela disse: "Reclamar". Aí ele pacientemente olhando o cardápio disse: "Tem aqui não". [risadas] Hoje o tema da noite da tarde é afabilidade e a doçura. Esse tema eu fico pensando, meu Deus, como é necessária essa reflexão sempre, né? Mas nos dias em que nós estamos vivendo, principalmente. E aqui a gente volta sempre pro todas as vezes que a gente quer uma diretriz pra vida, meu Deus, como é que eu devo agir? Que caminho devo seguir, né? Não tem como a gente não voltar ali no sermão das bem-aventuranças. Jesus vendo a multidão, né? Ele sobe um monte, abre a sua boca e começa a ensinar, dizendo: "Bem-aventurados, a de hoje é: bem-aventurados os que são brandos e pacíficos, porque possuirão a terra". Mateus, capítulo 5, versículo 5. "Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus". Mateus 5:9. E aí a Mateus ainda vai registrar porque o sermão das bem-aventuranças ou o sermão da montanha, às vezes as pessoas acham que Jesus subiu assim numa montanha de 1000 m e começou a falar, mas é a ideia do sermão da montanha é justamente essa subida espiritual, né? Nós estamos nesse monte espiritual, nessa montanha espiritual. Estamos subindo, estamos buscando as coisas do alto. Por mais que aqui embaixo as coisas nos puxem, né, por mais que nós tenhamos compromissos aqui na terra, né, nós mantemos o coração em Deus. Às vezes a gente diz: "Ah, eu queria viver só, né? Imagina uma comunidade espiritual. A gente ali só rezando, né? Todo mundo tranquilo, né? Graças a Deus que nós somos espíritas. E a doutrina espírita nos ensina que não é fugindo do mundo
iver só, né? Imagina uma comunidade espiritual. A gente ali só rezando, né? Todo mundo tranquilo, né? Graças a Deus que nós somos espíritas. E a doutrina espírita nos ensina que não é fugindo do mundo que nós vamos realizar a nossa espiritualidade. Pelo contrário, Jesus na sua oração, na oração do João capítulo 17, ele vai dizer: "Pai, não o peço que os tire do mundo, mas que os livres do mal". Ou seja, Jesus sabe que o nosso trabalho, que o trabalho daqueles que se que desejam alcançar, né, as a as bem-aventuranças, esta felicidade, porque é um gênero de felicidade totalmente diferente daquele que nós estamos acostumado a pensar que é felicidade, né? A gente só vai conseguir, é claro, se seguirmos esse pequeno roteiro, né? Quem som os bem-aventurados? Os no livro dos espíritos, no capítulo na a pergunta 170, Kardec vai dizer o que que eh eh o que que vai acontecer, né, com o espírito, o que que acontece com o espírito em sua última encarnação? Os espíritos respondem: "Serão espíritos puros, espíritos bem-aventurados." Então, Jesus deu esse caminho das bem-aventuranças. Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus. Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra. Bem-aventurados os pacificadores ou os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados aqueles que sofrem perseguição pela justiça, porque deles é o reino dos céus. Então, às vezes a gente fica pensando, né, quem são os sedentos de justiça, os famintos de justiça e porque serão fartos. Então, quando nós começamos a estudar as bem-aventuranças, nós começamos a entender que esse caminho é um caminho prático. E essa felicidade é aquela felicidade que o mundo não dá, mas também não tira, porque ela está fundamentada nas coisas do alto. Então Jesus nos recomenda que nesse capítulo, bem-aventurados os que são brandos porque possuirão a terra, né? Nesse versículo, capítulo 5, versículo 5, ele vai nos lembrar também: "Sabeis o que foi dito aos antigos: "Não matareis, e quem quer que mate merecerá a
s que são brandos porque possuirão a terra, né? Nesse versículo, capítulo 5, versículo 5, ele vai nos lembrar também: "Sabeis o que foi dito aos antigos: "Não matareis, e quem quer que mate merecerá a condenação pelo juízo, né? Está lá. Os judeus conheciam esse mandamento. Não, não matarás. Eu, porém, vos digo, Jesus vai além. Eu, porém, vos digo que quem se puser em cólera contra o seu irmão merecerá ser condenado no juízo. Em cólera é quem se irritar com seu irmão, quem perder a cabeça com seu irmão, porque para você matar alguém primeiro, você tem que ter um um problema muito grave em você. Você tem que ser uma pessoa profundamente adoecida. E uma pessoa que se coloca numa situação de cólera, a cólera que é a ira propriamente dita, é quando você perde a cabeça totalmente, quando o seu, né, você vai por um lugar totalmente diferente, você não raciocina, você enlouquece, aí sim você cai nesse estado terrível que é assassinar alguém. E ele diz assim: "Aquele que dissera ao seu irmão RCA", raca um termo, um xingamento, merecerá ser condenado pelo conselho. E o que disser: "Éis louco", é outro xingamento. Merecerá ser condenado pelo fogo do inferno. Está em Mateus, capítulo 5, versículo 21. E a gente escuta isso. Meu Deus do céu, perdi a cabeça ontem, né? Eu me irritei ontem, eu me aborreci. É, como é que pode viver um ser humano aqui na Terra sem se irritar, sem se aborrecer, sem perder a cabeça? É, meus irmãos, é por isso que nós estamos num mundo extremamente violento, em que nós somos pessoas muito violentas. Alguém vai me dizer assim: "Terezinha, eu não sou violenta." Obrigada, muito obrigada. É possível que você não seja violenta, mas é possível também que você ainda você esteja numa situação confortável, tão confortável, que nada te aborrece, que nada te irrita. Uma vez numa situação de família, nós estávamos, né, conversando, a família conversando e de repente uma das tias se referem ao irmãos aí falando para as sobrinhas, né? Ah, mas o apelido do meu irmão era
vez numa situação de família, nós estávamos, né, conversando, a família conversando e de repente uma das tias se referem ao irmãos aí falando para as sobrinhas, né? Ah, mas o apelido do meu irmão era pitbull. O quê? Tio fulano de tal, porque ele é a aabilidade, a doçura em pessoa. Sim. Nunca ninguém viu aquela pessoa gritar dentro de casa. Mas por quê? Porque o ambiente em que essa pessoa vive é um ambiente seguro, um ambiente de paz, de harmonia. E antes não, né? Então, assim, às vezes, eh, por isso que aqui no Evangelho Segundo o Espiritismo, a gente vai encontrar uma uma uma palavra de Paulo que vai dizer que não basta uma virtude negativa, é preciso uma virtude ativa. A virtude ativa é justamente aquela que você se quer ver simples, simples, coragem. Quem é uma pessoa corajosa? A, o bombeiro, ele é uma pessoa que treinou. Ele entra ali no fogo, né? Ele é uma pessoa que tem a capacidade, foi treinado para isso e ele, mas antes disso, ele teve que desenvolver todo um trabalho, toda uma técnica para ter coragem para enfrentar aquela situação. Se eu, Terezinha, me jogo no fogo para salvar alguém, né? Eu tô fazendo isso mais por impulso do que por uma virtude mesmo, né? Eu vou fazer capaz de morrer os dois, né? Então, assim, às vezes a gente, o que que é a virtude ativa? A virtude ativa você só alcança quando você está ali num treinamento na vida. Então, às vezes a gente diz assim: "Ai, meu Deus, me dá paciência", né? E aí vem tudo quanto é de situações difíceis. Meu Deus, eu peço a Deus para me dar paciência. E vem aquelas situações justamente para eu aprender paciência. Mas não é Deus que manda. Eu estava falando isso exatamente com o meu sobrinho essa semana. Às vezes a gente está naquela situação, a gente começa a orar mais, a gente começa a se entregar mais à espiritualidade e mais à igreja, ao centro espírita e e os desafios parece começa, ah, mas o que é isso? Já é o nossos, são os nossos guias espirituais. A nossa alma está certa de que nós vamos passar por desafios. E aqui há uma
eja, ao centro espírita e e os desafios parece começa, ah, mas o que é isso? Já é o nossos, são os nossos guias espirituais. A nossa alma está certa de que nós vamos passar por desafios. E aqui há uma preparação. A gente se engana muito quando a gente acha que é só isso aqui, né? Só é essa parte consciente. Há forças poderosas que nos guiam. Forças poderosas, forças vivas em nossa mente. O André Luiz no livro Nos Domínios da Mediunidade vai dizer que a nossa mente ela é composta por forças vivas e que a gente nem sente nem normalmente a gente não tem noção, né, do que a gente do da nossa totalidade. A gente sabe que nessa existência escolhemos uma determinada virtude para trabalhar. Não, essa nessa existência eu preciso trabalhar paciência, eu preciso trabalhar resignação, eu preciso trabalhar obediência, eu preciso trabalhar força de vontade, eu preciso trabalhar coragem, né? Então a gente vem e vai exercitando até que a gente consiga. Eh, eu eu estava conversando com uma amiga, né? Hoje na minha idade eu me sinto mais ou menos como uma faca que vai sendo, foi sendo amolada ao longo da vida, né? Se uma faca para cortar, ela precisa ser afiada. A gente vai se afiando ao longo da vida, a gente vai se transformando ao longo da vida, a gente vai aprendendo a lidar com as situações mais difíceis. E uma das virtudes que mais nós precisamos para enfrentar o estresse da vida, as dificuldades de relacionamento que nós temos e que nós somos muitas vezes uma pessoa extremamente difícil. E nós não reconhecemos isso, porque não, nós não reconhecemos, nós temos uma dificuldade imensa. Eu nunca esqueço quando uma colega de trabalho, obrigada fulana de tal, onde você estiver, ela disse: "Você é prepotente, você é". Ela usou outra palavra que eu não me lembro, gente. Foi tão grande que eu acho que eu joguei para dentro. Foi, foi muito forte. você é muito prepotente. E eu esqueci a palavra e aquilo me chocou profundamente porque ela se incomodava com o meu modo de ser, né? Aquela pessoa, eu gosto de
oguei para dentro. Foi, foi muito forte. você é muito prepotente. E eu esqueci a palavra e aquilo me chocou profundamente porque ela se incomodava com o meu modo de ser, né? Aquela pessoa, eu gosto de trabalhar, eu gosto de fazer as coisas, né? Às vezes assim, aquela pessoa que gosta de estar ali fazendo, ajudando, trabalhando, né? aqui e eu não percebia o quanto ela se sentia incomodada, porque eu acabava tomando o espaço dela no entender dela. Não era a minha intenção, realmente não era a minha intenção, mas eu fazia isso. Então, para ela, eu era uma pessoa extremamente difícil e ela não conseguia lidar com isso. Só no dia que ela estourou comigo e disse um monte de coisa. É, que e eu falei com uma amiga muito querida, eu falei: "Eu não consigo entender porque ela disse isso ela me disse coisas horríveis." E a minha amiga escutando pacientemente e disse: "Teca, aprende uma coisa". Isso faz muitos anos, tá gente? Muitos anos. Teca, aprende uma coisa. Às vezes a gente precisa realmente, a gente é assim e não percebe. E às vezes para para para mim você não é assim, mas para aquela pessoa você é assim. Então nós precisamos aprender a escutá-las. Aí eu me lembrei que 20 anos antes, né, mais séculos atrás ainda, aliás, 42 anos atrás, uma senhora me disse: "Teca, é preciso muitas vezes que nós apaguemos a nossa luz para que a dos outros brilhe". Então a gente vai aprendendo, a vida vai nos mostrando que esse caminho que Jesus propõe é o melhor caminho. Às vezes nós somos sim pessoas violentas, pessoas reativas. Nós falamos de mau jeito. Ah, mas você se aborrece com todo, né? A gente fala assim com as pessoas próximas. Eu não vou falar assim com a Juliana. De repente eu me pego falando assim com Rômulo. Desculpa, amor. Se eu falar assim, me corrige, tá? né? Quando eu falar assim com você, porque é inevitável, a gente faz isso, a gente faz o que não deve, a gente já tá a mainando, a gente já tá se educando, aprendendo a delicadeza, né? Aprendendo a desenvolver uma delicadeza.
com você, porque é inevitável, a gente faz isso, a gente faz o que não deve, a gente já tá a mainando, a gente já tá se educando, aprendendo a delicadeza, né? Aprendendo a desenvolver uma delicadeza. E ele diz aqui: "Afabilidade é doçura". O que que é afabilidade? É a delicadeza. Eu nunca esqueço, quando eu era criança, eu amava cantar a música Noite Feliz, por especialmente aquela parte que diz: "Quão afável é o teu coração que quiseste nascer nosso irmão". Ai, como eu amava essa palavra afável. Olha que palavra linda. Foi muito lindo. Anos mais tarde vendo a minha filha com 5 anos de idade cantando na escola com afável. Ela cantava com toda força. Afável. A afabilidade, a delicadeza é uma virtude, sim, que nasce da benevolência. O que é a caridade segundo os espíritos superiores? Livro dos espíritos, lei de amor, justiça e caridade. É interessante que Kardec junta as três numa só. Lei de amor, justiça e caridade. E Kardec faz essa pergunta, né? O que é a caridade segunda, entendia Jesus, segundo os espíritos superiores? Ele vai dizer primeira benevolência para com todos. Todos. Não é todas as pessoas humanas, né? Não é todas os homens poderosos da terra. Benevolência para com todos, para com todos os seres. Então, a doçura é essa. Tem um filósofo francês, Jangiton. Ele escreveu o livro da sabedoria e das virtudes redescobertas. E ele conta uma história quando ele fala da doçura, né? Eh, ele conta uma história de que ele era criança e ele viu um acontece um um acidente, dois homens ficam brigando e o acidente e nesse nesse acidente o animal que era uma carroça, né? O animal está ali morrendo, todo mundo tá, os dois homens estão brigando, ele é uma criança e uma moça 10 que tá passando por ali, se aproxima do cavalo, acarecia o cavalo e beija o cavalo. E aí o Jangiton diz: "Naquele momento eu entendi o que é doçura". Então a doçura é esse cuidado, essa benevolência para com tudo, para com todos, manifesta em uma ação concreta, né? Aqui a gente vê é essa, é a gente quando
Naquele momento eu entendi o que é doçura". Então a doçura é esse cuidado, essa benevolência para com tudo, para com todos, manifesta em uma ação concreta, né? Aqui a gente vê é essa, é a gente quando a gente sente compaixão, o que que acontece? Normalmente a gente se debruça sobre a dor alheia, né? A gente sente dor pela dor dos outros, a gente se inclina, né, por aquela situação. E aí por aquela pessoa, por aquele ser que está ali morrendo, meu Deus, a plantinha tá ali morrendo, deixa eu colocar água, né? O cachorro do vizinho chegou lá em casa, né? Vamos botar água para ele, vai que ele tá com sede, né? Aquela pessoa está ali morrendo, a gente vai e faz alguma coisa, nem que seja uma oração, a gente passa no carro, passa na estrada, tem um acidente, a gente não vai parar porque vai, se a gente parar, vai atrapalhar. Mas ainda já tem alguém cuidando. A gente baixa o volume do rádio e faz uma prece, pede a Deus que envolva aquelas pessoas, seja o qual for, né? Porque ali, naquele momento, naquele trânsito, tem milhares de pessoas irritadas, porque ela vai ficar atrasada por causa daquele acidente, né? Meu Deus, a gente tá atrasado e ainda vem uma pessoa que causa um acidente e a gente nem pensa na vítima nem nada. Então tudo isso faz parte, né, dessa desse cuidado que nós vamos ter, dessa compaixão que nós vamos desenvolvendo. A doçura é justamente esse sentimento para com todas as pessoas. Eu gosto muito de um provérbio da tradição judaica que diz que o ser, o sábio, o ser superior, né, o homem superior, a pessoa superior, ele tem a firmeza do homem e a doçura da mulher. É interessante isso, né? Dçura, ternura, são palavras que parece que desapareceram do nosso vocabulário. Ternura é uma palavra tão linda, né? tão linda, parece que desapareceram. Delicadeza, a gente ouve pouco falar nisso. Então, essa lição nos lembra exatamente isso. Ele vai dizer que é claro que a gente não deve se fiar nas aparências, diz aqui o Evangelho. Por quê? A educação e a frequentação do mundo podem dar ao
o. Então, essa lição nos lembra exatamente isso. Ele vai dizer que é claro que a gente não deve se fiar nas aparências, diz aqui o Evangelho. Por quê? A educação e a frequentação do mundo podem dar ao homem esse o verniz dessas qualidades. Então, a gente desde cedo, a nossa mãe, uma mãe que ama seus filhos e um pai que ama seus filhos e as suas filhas, naturalmente vão ensinar eles a ter um trato social ainda que mínimo. Se bem que as pessoas estão esquecendo desse detalhe também. Meu Deus, quantas coisas era do nosso tempo, né, Ju? Era do nosso tempo. Esse cuidado, eu me lembro das minhas pequenas. Pelo amor de Deus, não me matem. Eu tinha umas coisas com mãe que era muito engraçada. Pensem na sua sogra já quando tava adolescente, né? Não tinha nem tinha nem namorada ainda. Pense na sua sogra. Mas assim, a gente brincando ou não, eu trabalhei durante 8 anos numa área de ética e muitas questões que saí chegavam para nós como problemas éticos não eram dilemas éticos, eram problemas de trato social, problemas de etiqueta, coisas assim que a gente não, gente, isso aqui é a gente precisa fazer um curso de etiqueta empresarial. Aliás, eu li recentemente uma matéria que diz que em Harvard, na no numa numa alta escola aí de administração, foi incluído inclusive o curso, incluído, inclusive, é ótimo, desculpem, incluído um curso de etiqueta. Por quê? Porque isso tá desaparecendo. A gente precisa minimamente, mas não é esse verniz apenas, né? É claro que a gente precisa se aprender a se comportar em sociedade. Não tem como entrar aqui na comunhão vestido de qualquer jeito, né? Vestido como se a gente tivesse indo para a praia, o clube, né, por exemplo. Mas muitas pessoas se ressentem trabalhar. Eu me lembro de uma colega de trabalho que a a a minha chefe chegou, disse: "Por favor, Terezinha, empreste o seu blazer para a nossa colega". Ela era, ela estava no começo do da, da carreira e eu emprestei o meu blazer para pra colega, a colega com muita raiva e eu falei: "Dá graças a Deus, dá graças a
ste o seu blazer para a nossa colega". Ela era, ela estava no começo do da, da carreira e eu emprestei o meu blazer para pra colega, a colega com muita raiva e eu falei: "Dá graças a Deus, dá graças a Deus", porque a roupa que ela estava não era uma roupa adequada para você estar numa num ambiente de trabalho. Aí alguém pode dizer: "Mas Teresinha, isso é preconceito, isso é bobagem". Pois é, gente, há coisas que a gente precisa, né, refletir sobre elas. Às vezes a gente derruba, derruba, desconstrói tudo, né? Tudo bem, maravilha. Mas há coisas que a gente também precisa compreender que há lugar para tudo, né? E aí ele vai dizer que a educação e a frequentação do mundo pode dar essas qualidades de polidez, de doçura, de afabilidade, de delicadeza, mas isso também pode ser uma máscara. Ele vai dizer aqui quantos não há, cuja fingida bonomia não passa de máscara para o exterior, de uma roupagem cujo talhe primoroso dissimula as deformidades interiores. O mundo está cheio dessas criaturas, diz aqui o Evangelho segundo o Espiritismo, tá gente? Capítulo 9. Bem-aventurados os que são brandos e pacíficos. Ele diz aqui: "O mundo tá cheio dessas criaturas que t nos lábios o sorriso e no coração o veneno, que são brandas, desde que nada as agaste e que mordem a menor contrariedade." Ai meu Deus, mas que delí. Quando é é uma uma tem uma um provérbio, provérbio é uma fala que as pessoas dizem que é muito feia, que é eu dou um boi para não entrar numa briga e uma boiada para não sair às vezes a gente vê as pessoas repetindo isso à nossa volta. Pois é. É melhor você, né, parar e pensar que o prejuízo é grande, né? Um boi é caro. Imagina uma boiada é mais cara ainda. E ele diz aqui cuja língua de ouro, língua de ouro quando fala pela frente e se muda em dardo pensonhento quando estão por detrás. Lembrei de uma amiga muito querida que ela chegava. Para de falar que o assunto chegou, [risadas] né? Isso é muito grave. E a gente não vê quanto quando a gente fala mal de alguém, o que que a gente tá
embrei de uma amiga muito querida que ela chegava. Para de falar que o assunto chegou, [risadas] né? Isso é muito grave. E a gente não vê quanto quando a gente fala mal de alguém, o que que a gente tá infringindo, qual o mandamento que a gente tá infringindo na lei de Deus? Não prestaris falso testemunho. É só esse que a gente tá infringindo. Quando ele diz aqui, não mataráis. A gente não mata uma pessoa, não é só, né? A gente mata moralmente, a gente destrói as pessoas moralmente e muitas vezes com a nossa fala. E ainda tem uma classe que ele vai falar aqui de tiranos domésticos. É claro que essa palavra homem aqui está no gênero neutro, né? No nosso português não temos gênero neutro da gramática, né? O que o que faz com que a a determinadas palavras tenham um um lado carregado muito forte. É claro que do jeito que existem homens tiran os domésticos, existem mulheres tiran os tiranas domésticas. existem, né? Eu me lembrei agora desses memes assim que que a família põe lá no grupo. O o a a a a repórter pergunta: "E como como 50 anos de casado, que coisa bonita, né? Como que você foi você fez para chegar até aí?" Aí ele diz assim: "Eu sempre estou errado", né? A gente, claro que isso de um lado parece engraçado porque cer em certos lugares acontecem, a gente tem que olhar para esses dois lados. É claro que de um outro lado é mais um meme sexista que tá colocando a gente mulher como se a gente fosse verdadeiras mejas. Mas a gente precisa reconhecer sim nós mulheres também precisamos ter cuidado na forma, porque se o lugar do homem é o lugar da firmeza, né? A a a firmeza é considerada como uma virtude masculina, a doçura é considerada como uma virtude feminina. e masculino e feminino. Aqui tem não tem não é uma questão de sexo biológico, não estamos falando disso. Estamos falando aqui dessa da ideia das virtudes, né, da da ideia do que se chama de virtudes ativas e virtudes passivas. Todos nós carregamos todas as virtudes para desenvolver, porque nós somos espíritos
os falando aqui dessa da ideia das virtudes, né, da da ideia do que se chama de virtudes ativas e virtudes passivas. Todos nós carregamos todas as virtudes para desenvolver, porque nós somos espíritos humanos, espíritos imortais e nós somos humanos. Então, quando nós vi estamos aqui nessa encarnação com a na qualidade de mãe, gente, uma mãe precisa ser doce, uma mãe precisa ser firme, nós precisamos das duas, né, para ir pra gente trabalhar fora, pra gente enfrentar a vida lá fora, nós precisamos de coragem, né? Então ele tá lembrando aqui, nós estamos lembrando aqui dos tiranos domésticos, a pais e mães que destróem se vão destruindo os seus filhos desde a infância, seja pela violência doméstica, né, a violência psicológica, seja pela violência física, o abuso de toda a natureza, pelos maus exemplos. Aí alguém vai dizer assim: "Terezinha do céu, tô perdida. Eu também, né? Todos nós erramos, meus irmãos. Jesus quando diz assim: "Eu vim para os doentes, os sãos não necessitam de médico." Quando os espíritos superiores nos trazem esse evangelho para que a gente reflita, para que a gente tenha coragem de olhar, os outros são espelhos, né? O espelho nos mostra onde nós estamos, o que nós precisamos fazer e o evangelho nos dá diretriz. Às vezes eu me lembro de uma vez que a minha filha e você não é espírita? Eu digo, eu sei, né? Eu tava brava com ela, né? Lógico. Aí no evangelho a gente conversa e fala: "Nós somos humanos". Mas qual é a diferença? O que é? Quem é o verdadeiro espírita? Segundo Allan Kardec, reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral, pela sua transformação moral, né? e pelos esforços que ele faz para domar as suas más inclinações. A transformação moral é isso que nós estamos vivendo. Só de ouvir, só de parar para ouvir esse evangelho ou para ler esse evangelho, o nosso processo de transformação está ocorrendo, né? e pelos esforços que fazem para domar as suas más inclinações. Quais são os esforços que eu, Terezinha, faço para domar as minhas mais inclinações? Haja
o processo de transformação está ocorrendo, né? e pelos esforços que fazem para domar as suas más inclinações. Quais são os esforços que eu, Terezinha, faço para domar as minhas mais inclinações? Haja terapia, haja leitura, haja? Haja ajuda espiritual e trabalho espiritual e trabalho pessoal. Porque qual o primeiro esforço que a gente faz é reconhecer: eu sou uma pessoa colérica, irritadícia, aborrecida. Eu sou chata, eu sou enjoada. né? Eu sou, tá tudo bem, eu sei que eu sou, eu já sei que eu sou tudo isso, mas também eu sou amorosa, eu sou delicada, eu sou firme, eu sou isso, eu sou aquilo, outro. Ah, tá tudo bem, tá certo. Uma vez eu fiz essa palestra na casa espírita e aí algum tempo depois eu encontrei uma pessoa, uma esposa e ela disse que o a filha tinha ido com o pai e tinha visto a minha palestra e eu tinha falado de assuntos e a filha dizia: "Tá vendo isso aí, é você, tá vendo? Isso aí é você." E ele para, para, gente, nós somos humanos. Por isso que Jesus v, nós somos humanos. E aí, tá? E eu falei para ela, dá parabéns pro seu marido que já tava lá, né? Já tava lá. Nós já estamos aqui. Nós já temos um caminho, né? Nós já temos um caminho. Ele diz aqui, e nós estamos desenvolvendo essas virtudes, porque se não fosse assim, estaríamos onde, né? de do céu de Jesus para cima 5 m. Então ele diz aqui aquele cuja afabilidade e doçura não são fingidas nunca se desmente. É o mesmo na sociedade e na intimidade. A gente vai aprendendo, a gente vai se desenvolvendo. Então qual é, eu acho que a grande mensagem que fica para nós, né, da doutrina espírita e principalmente dessa fala de Kardec, quando ela fala sobre os bons espíritas, né? É just os bons espíritas, né? O homem de bem e os bons espíritas lá no capítulo se de perfeitos. É exatamente isso. Fico pensando, meu Deus, eu sei o quanto eu estou distante, mas tudo bem, mas eu já tô indo, tá? Me espera, eu tô indo. Essa é a beleza da doutrina espírita, né? Nós não estamos aqui para ter perfeições. Por isso eu e meu marido, nós temos um
u estou distante, mas tudo bem, mas eu já tô indo, tá? Me espera, eu tô indo. Essa é a beleza da doutrina espírita, né? Nós não estamos aqui para ter perfeições. Por isso eu e meu marido, nós temos um trato. Por favor, me corrige, me ajuda, né? Então, a gente tem um jeito nosso de corrigir às vezes a na nossa cara, porque a verdade, gente, a gente só cura pra gente encerrar com a verdade e com o amor. Que que a verdade faz? A verdade a gente abre o porão, né? A porta, tá tudo bagunçado. A verdade é a luz que a gente acende e enxerga. O amor é o que diz assim: "Então tá, vamos arrumar essa bagunça junto". Então, há coisas que a gente precisa da ajuda da família, da parceria dos filhos, né? Muitas vezes as minhas filhas dizem: "Mãe, eu acho que não foi legal o jeito como você colocou essa ideia". Tá bom, filho. Obrigada por lembrar, né, filha? Eu acho que não é bem por aí, né? Então tá tudo bem, mãe. Vou pensar, né? Eu já penso automaticamente, mas elas ainda vão refletir a respeito. E tudo bem, gente. Então, assim, a gente vai se corrigindo aos poucos. A mensagem de Jesus é a mensagem da misericórdia. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia, né? Jesus é misericordioso. Ele se inclina sobre a nossa miséria moral, mas e nos acolhe e nos aceita e nos diz assim: "Olha, sede misericordiosos como o Pai celestial é misericordioso." Então, a nossa violência muitas vezes precisa ser tratada com psicólogo, com com terapeuta, com médico, com e com o amor daqueles que estão à nossa volta. Muito bem, gente. Muita paz. Que Jesus nos abençoe, que a gente encha o coração de esperança, que a gente possa olhar para dentro da gente com autocompaixão. Essa palavra também é outra palavra que está bastante em uso agora. Autocompaixão não é autocemiseração. Ah, eu sou assim mesmo, então não mudo não. Isso não é autocompaixão. É, meu Deus, eu realmente reconheço que eu perdi minha cabeça. Tá tudo bem, eu tô me corrigindo, eu também sou humana. Às vezes eu perco a
ou assim mesmo, então não mudo não. Isso não é autocompaixão. É, meu Deus, eu realmente reconheço que eu perdi minha cabeça. Tá tudo bem, eu tô me corrigindo, eu também sou humana. Às vezes eu perco a cabeça, mas aos poucos eu vou perdendo menos a minha cabeça. Então é isso, gente. Muita paz e muito obrigada. Que Jesus nos abençoe. Obrigada. Amigos, na cultura cristã, né, em todos os povos que abraçaram o cristianismo, nós não temos o único relato de Jesus colérico. Firme, sim, quando necessário, mas sempre firme com doçura. Sempre que pensamos em Jesus, pensamos naquele ser. amoroso que nos convida ao reajuste, mas não nos aponta o dedo. É um convite, não é uma imposição, não é? Eh, essa semana eu vi uma palestra daqui da comunhão chamado Amorterapia, a partir de uma mensagem da Joana de Angeles. Então, os espíritos amigos têm nos alertado da urgência de não vibrarmos com a discensão. Quanto mais a guerra gritar, mais nós silenciamos na paz. Porque grito não é vitória, grito é desespero. E quando a teca, que agora vou chamar assim, teca, fiquei íntima, falou de reclamar, eu me lembrei que quando eu era adolescente, pense numa guria malmorada, zangada, pessimista, não é? E Jesus deve ter dito: "Pode deixar que eu vou resolver esse trem aí. Não se preocupe não." E quando você é pessimista, você espalha pessimismo, né? O seu verbo fica a serviço das sombras. E aí ele me colocou numa casa espírita que a comunhão que hoje eu defino como um hospital dia para mim e no qual eu me encontro internada. e disse: "Sempre que você abrir sua boca nesta neste hospital dia, será para falar do bem, porque você não vai ter tempo para falar do mal, nem para reclamar". E hoje eu percebo o quão afável ele foi comigo. Então meu verbo hoje quando eu não preciso ficar muda e é muito, é são inúmeras vezes, é para falar dele, para estar com ele, para servi-lo. Então que esse convite fique para todos nós. Como disse a teca, é um desafio. É principalmente no momento atual. Mas é o nosso compromisso com a
, é para falar dele, para estar com ele, para servi-lo. Então que esse convite fique para todos nós. Como disse a teca, é um desafio. É principalmente no momento atual. Mas é o nosso compromisso com a divindade. É servir em prol da verdade. Especialmente hoje que é a sexta-feira de carnaval. Nós rogamos a Ismael, dirigente espiritual do Brasil, que vele pelo nosso país nestes dias. Que sejam dias de folia, sim, de alegria, sim, de aproveitar a presença dos amigos, mas que tudo isso aconteça sob a tutela da nossa responsabilidade individual como espíritos em evolução. E saibamos ser felizes sem sermos irresponsáveis, mas que Jesus esteja conosco nesses dias, com todo o Brasil. elevemos o nosso pensamento até esse amigo afável, amoroso, misericordioso, rogando a ele que não desista de nós, que apesar de nossas inúmeras dificuldades, nós trazemos um desejo firme de avançar e de crescer ao seu lado. E que este desejo nada mais é que sermos iguais a ele, que é o nosso modelo, para entender a dimensão do amor do Pai que ele nos trouxe, nos revelou, mas que ainda não alcançamos. Então, que Jesus possa estar com vocês nesses dias de carnaval, possa levá-los conosco, né? possa levá-los em segurança de retorno aos seus lares e que na próxima sexta-feira que estejamos todos no bloco dos queremos servir ao mestre. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir [música] necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à
s pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir [música] necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.
ai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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