#82 • Jesus e Saúde Mental • Pesquisas históricas sobre mediunidade
Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado » Episódio 82: Pesquisas históricas sobre mediunidade
combatir O Bom Combate essa é uma perspectiva de Paulo de Tarso que do ponto de vista científico Talvez venha ao encontro de pesquisas que falam sobre aspectos espiritualistas da vida a ciência muito impregnada nos dias atuais com uma ideia materialista nem sempre teve o foco no material mas também o foco no espiritual com o tempo parece que as Universidades os cursos eh científicos eles excluíram a perspectiva espiritualista como se essas coisas não fossem objeto da ciência no entanto há uma tendência na modernidade de termos voltar a nos debruçar sobre os aspectos científicos do lado espiritual da vida e hoje nós queríamos falar desse Bom Combate que travamos entre uma visão espiritualista e uma visão materialista lembrando um pouco da história que nos remete ao estudo da mediunidade a mediunidade como sendo o foco de estudo da Ciência que consegue fazer um debruço e um devassamento sobre as questões espirituais então Convido você para ficar nesse passeio científico histórico sobre o sobre espiritualismo E também o espiritismo e o materialismo nesse Bom Combate que Paulo de Tasso nos lembra há quem pense que afirmar que Deus não existe há quem pense que afirmar que o espírito não existe seja uma afirmação cientificamente embasada contudo para ser uma afirmação cientificamente embasada ela precisa vir calcada de provas e até hoje não conseguiu-se provar que Deus não existe não se conseguiu provar que a alma não existe eles afirmam os materialistas que não foi possível provar que Deus existe verdade a existência de Deus também não consegue ser provada do ponto de vista científico da atualidade mas também não consegue ser muito bem colocou Carl Gustav Jong a existência ou não de Deus é um ponto que nós não conseguimos confirmar ou afirmar mas também não conseguimos negar do ponto de vista científico para acreditar e veja a palavra acreditar que Deus não existe é preciso uma dose de fé é preciso uma dose de crença porque é uma crença é uma crença tão dogmática quo o
ar do ponto de vista científico para acreditar e veja a palavra acreditar que Deus não existe é preciso uma dose de fé é preciso uma dose de crença porque é uma crença é uma crença tão dogmática quo o Dogma de que Deus existe essa palavra dogma ela vem inclusive de um período histórico da filosofia em que os céticos Começam a surgir e chamam os estóicos de dogmáticos porque os estóicos falavam de coisas que segundo os céticos não era possível Se provar Então os estóicos por exemplo Falavam do panteísmo foi a primeira visão panteísta e a grande visão panteísta ou seja de que Deus era o universo Deus era você Deus era eu todos éramos Deuses no sentido literal Então essa premissa segundo a visão eh cética era uma premissa dogmática por quê Porque não tinha como ser provada porque para essa argumentação os céticos colocavam uma outra argumentação então o Dogma seria aquela afirmação a aquela visão que não consegue ser E comprovada porque você tem uma uma contra-argumentação né do ponto de vista cético que coloca eh uma equipolência ou uma equipotencia e entra portanto num equilíbrio racional que faz com que você nem consiga afirmar algo nem afirmar o oposto Então os céticos chamam os estóicos de dogmáticos e nesse sentido os céticos eles também não entraram num dogmatismo às avessas como eu chamo né eles não entraram num ateísmo os céticos não eram pessoas ateias porque o ateísmo Ou seja a afirmação de que Deus não existe de que o panteísmo estoico não existia por exemplo porque existiam outros dogmas segundo os céticos gregos sobre os estóicos eh seria um dogmatismo mais avessas o fato de não conseguir confirmar não signific que era possível negar Então os os céticos eles preservavam a abertura em relação à dúvida a abertura para examinar a questão e essa postura cética não significa uma postura ateia porque a palavra cética hoje em dia é utilizada como sinônimo de um ateísmo mas os céticos não eram ateus nesse sentido por quê Porque ser at teu já era afirmar alguma coisa do ponto de vista dogmático
orque a palavra cética hoje em dia é utilizada como sinônimo de um ateísmo mas os céticos não eram ateus nesse sentido por quê Porque ser at teu já era afirmar alguma coisa do ponto de vista dogmático Então pegando essa consequência essa tradição cética que está na origem eh de uma visão de uma visão científica os céticos talvez foram os primeiros grandes cientistas da história porque eles primeiro tinham uma postura de abertura ao estudo tinha uma postura eh de Duvidar não negando duvidar para poder ficar aberto ao questionamento mas não duvidar para negar a priori e uma postura de observar os fatos Então essas três posturas abertura em relação à investigação por isso uma um Uma tranquilidade em relação à dúvida que fazia com que eles buscassem a observação dos fatos na natureza para poder encontrar algum fundamento eh de verdade porque aquilo que se repetisse segundo ele seria o mais aquilo que Se repetisse na natureza seria o mais próximo de uma realidade de uma verdade então os céticos eles acabam criando uma postura empírica um dos principais céticos é chamado sexto empírico que era médico inclusive filósofo e foi um dos que mais escreveu então ele observ observava a natureza né e aquilo que se repetia vem o método empírico que é a base da ciência Então pegando eh Essa visão não temos como afirmar cientificamente falando que Deus não existe tudo bem não temos ainda como afirmar que Deus existe mas também não temos ainda como afirmar que Deus não existe alguém me disse assim ah Doutor Eu tenho um amigo que ele disse que a ciência um dia provará que Deus não existe E eu então que essa pessoa tá dizendo isso baseado em muita fé porque ele acredita que a ciência vai chegar nesse ponto e para chegar nessa conclusão hoje você tem que fazer uma uma uma uma conclusão que envolve uma crença Então se é para ter crença a gente vai escolher qual crença né se é para ter crença se Deus existe ou se Deus não existe Eu particularmente já alguma algum tempo algumas existências
envolve uma crença Então se é para ter crença a gente vai escolher qual crença né se é para ter crença se Deus existe ou se Deus não existe Eu particularmente já alguma algum tempo algumas existências tenho a crença me debrucei na de que Deus existe e se do ponto de vista científico pelo método científico limitado a gente não consegue nós temos outras visões que conseguem trazer argumentações uma visão filosófica uma visão espiritual da vida que são outras formas de acessar o conhecimento que a gente pode se utilizar a partir dessa perspectiva concordando portanto com Victor frankel concordando com com Carl Gustav Jung que não dá para cientificamente a gente afirmar se Deus existe ou se Deus não existe a gente pode partir do pressuposto já que estamos no programa Espírita que a visão espírita parte desse princípio tendo a convicção que a prova científica de Deus nós não temos ainda como dizer e é por isso que Allan Kardec ele vai trazer que não é fora da Verdade que é a salvação porque ele sabe que a doutrina espírita não tem condições de trazer a verdade primeiro porque nós não temos o patamar Espiritual do ponto de vista de planeta para termos o posse da Verdade a partir de teorias segundo porque os próprios benfeitores que ajudaram a codificação Nem Todos sabem de tudo então alguns não acessam ainda Toda a realidade ou já acessaram e enviaram os seus emissários né para poder traduzir mas nós não temos a linguagem para poder entender nessa perspectiva Vamos partir do pressuposto né na visão espírita Não importa se vão chamar o Espírita de dogmático tudo bem Se for nessa perspectiva profunda né cética de Amor à dúvida da de do da observação a gente pode partir da premissa Aliás foi isso que Allan Kardec fez em O Livro dos Espíritos ele não perde muito tempo perguntando se Deus existe se Deus não existe ele já parte do pressuposto que Deus existe veja que a pergunta é que é Deus então essa pergunta já parte de um pressuposto que os céticos antigos geriam que era um
o se Deus existe se Deus não existe ele já parte do pressuposto que Deus existe veja que a pergunta é que é Deus então essa pergunta já parte de um pressuposto que os céticos antigos geriam que era um pressuposto dogmático porque parte de um ponto que a gente não consegue provar mas ele tendo a ciência dessa impossibilidade ele não perde tempo se Deus existe ou não ele pergunta que é Deus Ele vai além tenta entender a natureza de Deus então entender a natureza de Deus ou tentar entender a natureza de Deus já está impregnada nessa pergunta uma visão espiritualista parte de algum pressuposto E aí vamos agora ver a segunda questão que talvez seja um correlato que seja uma consequência porque quando a gente pensa se Deus existe ou não automaticamente vem alguma vem a seguinte questão Existe vida depois da morte nós temos uma existência depois que o corpo morre é uma consequência direta dessa pergunta sobre Deus e aí sim nós temos uma possibilidade de pesquisar e essa possibilidade de pesquisar vem a partir da pesquisa sobre o fenômeno mediúnico por isso que o fenômeno mediúnico ele é importante para o entendimento do conjunto doutrinário da doutrina espírita é importante para o surgimento do Espiritismo porque ao ser um objeto de estudo o espírito a alma ao ser um objeto de estudo mais palpável a gente consegue sair de uma visão eh de um pressuposto de Deus existir ou não então Allan Kardec em um Livro dos Médiuns com a sua postura científica uma postura científica tentando inaugurar uma outra visão uma outra forma de fazer ciência ele vai partir de um capítulo em o livro dos médios chamado a espíritos que é um uma uma reflexão muito interessante porque não tem sentido falar sobre fenômeno mediúnico falar sobre a sobrevivência da Alma comunicando-se com a a alma que está encarnada se a gente não acredita na existência do Espírito nesse nesse sentido ele faz uma reflexão muito interessante que eu acho importante ele começar o Livro dos Médiuns com essa reflexão e aí vem vem uma outra um outro
acredita na existência do Espírito nesse nesse sentido ele faz uma reflexão muito interessante que eu acho importante ele começar o Livro dos Médiuns com essa reflexão e aí vem vem uma outra um outro desdobramento porque muitas tradições espiritualistas acreditam no espírito ou seja dizem que por serem espiritualistas eles acreditam em Deus então é uma doutrina Como diz Kardec deísta existe Deus não é uma doutrina panteísta porque os estóicos não eram bem deístas eram panteístas então deísta é aquela doutrina aquela visão que existe um Deus específico que a gente não sabe exatamente como quando o que é mas existe uma um um um ser uma força que nós chamamos de Deus é uma doutrina deísta então muitas doutrinas deístas elas são espiritualistas portanto e acreditam como consequência em algo além da matéria então acreditam no espírito mas a grande divergência é esses espíritos eles podem se comunicar quando estão desencarnados Ou seja quando estão no alent essa é uma pergunta que Diverge entre as visões espiritualistas entre as visões que em geral a visão espiritualista ela foi acaba acabou sendo dominada pela religião Ou seja quando Nós pensamos em alguma coisa divisão espiritual da vida nós vamos buscar a religião mas não foi assim sempre na história quando pensávamos antigamente sobre uma questão espiritual nós podíamos pensar esse tema com uma postura filosófica Sócrates pensou sobre isso Platão pensou sobre isso Aristóteles pensou sobre isso os estóicos pensaram sobre isso todos pensaram sobre isso ou seja a filosofia pensou sobre isso então esse pensamento sobre o espiritualismo a existência do Espírito a o que existe depois da morte ficou o patrimônio da religião com o tempo mas na origem não era só da religião era também da filosofia só que a forma de pensar da filosofia foi uma forma su gênes ou seja uma forma inteiramente nova do que a forma de pensar mítico religiosa simbólica dos primeiros tempos por exemplo da mitologia grega das primeiras religiões a filosofia inaugura uma forma
gênes ou seja uma forma inteiramente nova do que a forma de pensar mítico religiosa simbólica dos primeiros tempos por exemplo da mitologia grega das primeiras religiões a filosofia inaugura uma forma de pensar SUS gêneros e essa forma de pensar filosófica como eu já coloquei no início do programa ela vai desencadear uma forma de pensar científica uma forma de pensar que procura provas não só na argumentação entendeu porque a prova eh religiosa a prova do pensamento religioso ele se ela se dá muito na argumentação a prova do pensamento filosófico também se dá muito na argumentação nas Nar ias sendo que o objeto a forma de pensar religiosa tem uma característica mais mítica simbólica e parte de algumas afirmações né Por exemplo Deus existe agora vamos tentar entender o que é Deus vamos tentar entender que é Deus vamos tentar entender a natureza talvez do ponto de vista filosófico essa também com o tempo passou a ser uma afirmação que não fosse possível se fazer porque a filosofia ficou muito eh vinculada à questão de como perguntar né a visão filosófica a visão religiosa tem a ver mais com a capacidade de acreditar a visão a postura filosófica com a capacidade de questionar saber como perguntar e pela dedução pela lógica chegar em alguma conclusão e a visão religiosa não necessariamente é pela dedução às vezes é pela crença em se eu sei porque sei porque sigo essa ao longo do tempo foi a tradição a forma de se pensar e a forma científica de pensar Ela traz algo a mais ela não só questiona mas ela coloca a prova ela testa Então veja que são formas de pensar e Isso acabou levando com que temáticas ficassem como se fossem excluídas então nessa perspectiva todo tema que não foi vinc lado à matéria acabou sendo tentando ser excluído pela ciência quando os pensadores começaram a chamar assim na epistemologia Esse é o campo de conhecimento filosófico científico a construção do conhecimento começar a dizer olha não dá para provar algumas coisas então esse aqui não é tema da ciência esses temas são
temologia Esse é o campo de conhecimento filosófico científico a construção do conhecimento começar a dizer olha não dá para provar algumas coisas então esse aqui não é tema da ciência esses temas são metafísicos são temas da filosofia são temas da religião mas não é tema da ciência e de fato durante um tempo eles não pisaram vem então um momento que Allan Kardec está vivenciando quando está entre nós que tem uma ebulição de fenômenos que vinha um pouco antes dele né em algumas partes do mundo mas que na época dele e logo depois dele ficou uma ebulição porque os fenômenos foram muito intensos e foram de uma forma mais física e aí quando a gente estuda oen no medi único a media unidade a gente pode ter dois tipos assim de testes de comprovação né da existência a gente pode pensar nas informações que são dadas e a gente pega Então as informações e vai comparando Vai vendo se outras pessoas disseram ao mesmo tempo vai verificando se existem provas do que se disse vai verificando a cultura do médium por exemplo daquele que foi intermediário Então vai utilizando a informação e existe um outro tipo de fenômeno que nós chamamos de fenômenos mais físicos que tem a ver com materialização por exemplo em que a gente Às vezes tem pouco conteúdo eh de de informações filosóficas religiosas Qualquer que seja mas tem a possibilidade de palpar fica mais palpável só que esse que fica mais palpável eh você vai precisar muitas vezes ver né E aqueles que estão presente numa reunião eles acabaram estudando foi isso que aconteceu na época de Kardec então dois grandes tipos de fenômenos né os fenômenos todos inteligentes mas um uma inteligência que tem a ver mais com o o conteúdo e um um tipo de fenômeno que tem mais a ver com a parte física especialmente as materializações essas esses estudos sobre a mediunidade eclodiram e várias pessoas tiam puderam ter acesso aos estudos mas era preciso que essas pessoas tivessem a postura cética de abertura portanto a postura científica de fato a postura cética científica de
odiram e várias pessoas tiam puderam ter acesso aos estudos mas era preciso que essas pessoas tivessem a postura cética de abertura portanto a postura científica de fato a postura cética científica de fato de questionar de Duvidar não no sentido de negar de duvidar da própria do próprio conceitos materialistas que eles estavam acostumados e ao mesmo tempo a postura ética científica de observar aquilo que se repete fazer um dois experimentos fazer de uma forma fazer de uma segunda forma e aí eu queria levantar a perspectiva de de três pessoas inicialmente o próprio Allan Kardec William crooks e Alexandre aov Allan Kardec na França o William crooks na Inglaterra e o Alexandre xov na Rússia embora kacov Não foi bem só na Rússia porque a Rússia não permitia o tipo de estudo desses fenômenos E aí ele acaba fazendo boa parte também das pesquisas incluindo com o Sir William crooks a xof é contemporâneo inclusive de Allan Kardec porque eu tô pegando pessoas mais ou menos contemporâneas e ele também vai para Alemanha em lapse ele foi professor da universidade da Alemanha Então vamos pensar ali Allan Kardec Allan Kardec era uma uma pessoa de ciência mas a o campo de ciência dele era sempre mais a pedagogia né e o estudo filosófico a gramática era um outro tipo não era um químico não era um biólogo porque o o William crooks era um tipo de pesquisador mais vinculado a essas ciências naturais e enquanto o aksakov era um tipo de pesquisador filósofo estudou medicina também estudou várias línguas como hebraico latim para traduzir então era uma pessoa interessada no ser humano como todo e para tentar entender o ser humano ele buscou vários tipos de conhecimento Então vamos ver Allan Kardec ele vai para os fenômenos primeiro físicos mas não eram fenômenos físicos de materialização eram fenômenos físicos das Mesas que giravam das Mesas que levitava iam dando e o que que é interessante Allan Kardec pelo que a gente lê da postura dele foi uma postura bem profundamente científica porque era
menos físicos das Mesas que giravam das Mesas que levitava iam dando e o que que é interessante Allan Kardec pelo que a gente lê da postura dele foi uma postura bem profundamente científica porque era uma dúvida que não negava ele não entrou nos fenômenos pensando em negar digo isso porque o William crooks isso dija um pouco o William crooks ele entra nos fenômenos para tentar negar e depois é que ele é convencido então é uma postura científica foi porque foi de abertura mas de certa forma ele eh tenta ali negar né A médium vai ao encontro dele e preocupada com as calúnias até preocupada para ver se era verdade ou não se coloca a teste e aí o William crooks ele faz as materializações ele estuda a especialmente o espírito Kate King mas também estuda Daniel Douglas holm estuda outros médiuns que estavam ali Madame esperan usapa Paladino Então você tem alguns médiuns eh que se notabilizaram pelos efeitos físicos pelas materializações dentre desses efeitos físicos e aí a gente vai ter o o aksakof por exemplo escrevendo um livro um caso de desmaterialização parcial do corpo do médium então ele participou inclusive do do dos casos de William crooks mas o aksakof ele tinha também uma postura eh de filosófica né não era das ciências naturais Ele estudou medicina mas pelo que me consta não chegou a terminar o curso era mais para como um curso livro para entender mais o psiquismo humano para entender mais eh o ser humano então Allan Kardec é interessante por rapidamente ele percebe que os fenômenos físicos embora sejam mais comprobatórios aqueles que assistem eles podem testar aqui acular e são mais comprobatórios né porque não tem como o cara negar é ver né não tem uma argumentação que pode mudar a narrativa mas ele percebe que o conteúdo é pequeno e aí ele vai mudando o método para trazer essas informações e a psicografia a psicofonia se tornam as principais e formas dele conseguir angariar essas informações então ele vai ter acesso a um código de informações muito mais profundo muito maior porque vai tocar em
cografia a psicofonia se tornam as principais e formas dele conseguir angariar essas informações então ele vai ter acesso a um código de informações muito mais profundo muito maior porque vai tocar em em temas filosóficos Os Religiosos Enfim uma eh uma série de narrativas que ele vai fazer o quê comparar o conteúdo então ele vai pegar uma postura cética de ver a universalidade dos ensinos espírit dos Espíritos é uma postura cética ou seja vê aquilo que se repete mas ao mesmo tempo é uma postura também eclética ecletismo também do de escola filosófica né o ecletismo ele pegava várias as teorias e tentava comparar e ver aquilo que estava em comum então de certa forma no bojo também da doutrina espírita codificada por Allan Kardec o próprio fato gente dizer assim é o codificador da doutrina e o decodificador da mensagem dos Espíritos usando a universalidade dos ensinos espírit espíritas né dos Espíritos ele tá usando a postura cética por um lado mas a partir do momento que ele se convence percebe que tem ali um fenômeno que tem alguma inteligência que essa inteligência são a alma dos seres humanos que desencarnaram e que tem um conteúdo ele acaba juntando e vendo aquilo que há em comum então é também uma postura eclética ou seja uma postura enciclopédica então o Livro dos Espíritos é uma grande enciclopédia da Alma usando uma postura cética Mas a partir do momento que chega numa conclusão ele usa uma postura eclética de juntar os conteúdos e ver aquilo que está mais eh de acordo e fazer uma unidade doutrinária também sem se deixar furtar por alguns comentários no Livro dos Espíritos os comentários são mais Breves mas quando você vê a Gênese de Kardec ele próprio vai dizer que ali tem muitas deduções dele né então você vai ver que ali tem mais extrapolações e obviamente é um livro que por ter mais extrapolações eh de um homem também ia passar por mais eh mudanças a partir das Revelações científicas das descobertas científicas mas o Livro dos Espíritos ela tem essa tendência diferente tem menos deduções
ações eh de um homem também ia passar por mais eh mudanças a partir das Revelações científicas das descobertas científicas mas o Livro dos Espíritos ela tem essa tendência diferente tem menos deduções de um homem e mais a o o a junção da postura científica cética nesse sentido que falei até agora eclética nesse outro sentido que falei para juntar não o ecletismo que seria assim vou juntar tudo e formar ali uma mistura não ele não vai dizer que é um novo catolicismo que é um novo protestantismo ele não vai dizer que é um novo espiritualismo e para esse novo espiritualismo ele vai colocar o nome Espírita espiritismo espiritista vai trazer um novo nome da dessa visão cética eclética para reunião daqueles conteúdos dos Espíritos AX kov crux eles ficam mais nos fenômenos físicos e os fenômenos físicos eles têm menos conteúdos de de filosofias os espíritos até falam respondem perguntas etc mas em geral eh Há um conteúdo menor do que numa psicografia há um conteúdo menor do menor que eu falo não de qualidade tá tô falando menor de quantidade de informações eh intelectuais que são passadas então com isso que é que a gente vai encontrar a seguinte disparidade a seguinte disparidade algumas informações que Kardec obteve a partir desses fenômenos eh Inteligentes da psicografia da psicofonia muitos alguns estudiosos que ficaram mais nos estudos das pesquisas dos fenômenos físicos eles não conseguiram ter as mesmas informações e por isso que a gente encontra e em outro programa A gente vai se debruçar sobre a questão da reencarnação que é um dos principais pontos de divergência nesse início eh de do do Espiritismo nesse início de uma nova ciência que vai surgindo uma nova postura de ciência que vai surgindo ele vai ter esses cientistas que ficaram mais no fenômeno físico não vão não conseguir acessar porque no fenômeno físico o que que acontece além de algumas coisas serem mediúnicas outras coisas são da Alma quando eu penso assim telecinese né telepatia quando eu penso em psicometria
guir acessar porque no fenômeno físico o que que acontece além de algumas coisas serem mediúnicas outras coisas são da Alma quando eu penso assim telecinese né telepatia quando eu penso em psicometria como muito bem descreveu Ernesto bosano são são fenômenos que são mais assim da alma do médium né Eh pode até ter uma aparente ter telecinésia né vamos supor aqui o copo se mexendo vamos supor que não tivesse minha mão mas aí fosse um espírito que tivesse mexendo aí para quem tá vendo parece que é uma telecinese mas a telecinese em C seria mexer com a força magnética do próprio ser né então alguns desses médios o Daniel Douglas H é um dos casos né caso de levitação que talvez seja assim o o o o espírito ele né se mostrando cor uma certa bicorporeidade mas veja não são assim fenômenos mediúnicos porque o fenômeno mediúnico como a gente entende Precisa do quê A gente é intermediário entre um espírito desencarnado ou encarnado e outro o fenômeno anímico é uma potência da Alma Então quando vamos supor eu toco um local e sinto as energias do local supondo que eu tô sentindo mesmo energia do local e que não é uma apenas uma interpretação da minha mente da minha cabeça eh eu vou est fazendo um fenômeno anímico então a psicometria se não for um espírito que tiver dizendo para o médium ali vai ser um fenômeno anímico Então muitos desses eh médiuns polivalentes né que tenham muitas faculdades eles tinham faculdades mediúnicas amplas mas também tinham faculdades anímicas muito amplificadas e alguns desses estudos que você vê o aov e o William crooks descrevendo são estudos que estudam a mediunidade mas algum desses efeitos físicos eram efeitos da potência dessa alma do médium seria digamos assim um fenômeno mais Paranormal do que mediúnico de qualquer forma é um momento de ebulição de conhecimentos Alfred hussel Wallace um dos criadores da teoria evolucionista que tava criando a Teoria em paralelo com Charles Darwin e passa o conteúdo e Darwin acaba sendo do o o o o principal eh cientista conhecido
red hussel Wallace um dos criadores da teoria evolucionista que tava criando a Teoria em paralelo com Charles Darwin e passa o conteúdo e Darwin acaba sendo do o o o o principal eh cientista conhecido mas Alfred russ Wallace também estuda ele vai se dizer Espírita né o César Lombroso ele também entra em contato Charles Richer entra em contato sendo que alguns desses cientistas eles não eh se tornaram espíritas né alguns desses Eles não acreditaram alguns negaram eh outros acabaram trazendo Endo uma nova doutrina uma nova visão a meta psíquica por exemplo do Charles Uma Mente notável mas que é uma certa forma meio assim uma visão meio científica demais Sabe E aí acaba tentando que encontrar explicações mais científicas uma nova abordagem científica mas não traz ali uma visão como Alan Kardec conseguiu trazer não é a toa portanto que o Artur conado na no livro A história do moderno espiritualismo ele vai dizer que o espiritismo francês né o o moderno espiritualismo francês por quê Porque a a nem todos os conteúdos kardequiano digamos assim aceitos pelos outros pesquisadores porque às vezes eles não tinham acesso o aksakov foi alguém que teve acesso às informações kardequiana traduziu a codificação para o Russo traduziu livros de Willan crook para o Russo e ele próprio escreveu alguns livros e um que ficou fundamental porque o seguinte existia um filósofo chamado hartman hartman foi discípulo de schopenhauer e hartman dizia que esses fenômenos ou eram charlatanismo ou eram animismo eram produzidos pela do médium então era uma paranormalidade como eu também expliquei o aov ele traz uma ele escreve uma obra fenomenal né grande chamada animismo e espiritismo para combater Essa visão o aof era um polemista enorme polemista no sentido de de não de ter coragem de ir na polêmica e travava discussões mas ele ele diz o seguinte né muito parecido o que o William crook dizia William crook depois dos estudos apesar de começar pensando em negar né assim não vou estudar porque eu vou provar que não
sões mas ele ele diz o seguinte né muito parecido o que o William crook dizia William crook depois dos estudos apesar de começar pensando em negar né assim não vou estudar porque eu vou provar que não existe ele aberto cientista de fato o cientista de fato é tão aberto que muda a opinião diante dos fatos maior parte das pessoas não faz isso a maior parte das pessoas quer mudar os fatos para manter a opinião Essa não é uma postura científica essa é uma postura pseudocientífica a ciência de fato ela tem que ficar com o fato e entender e até mudar a opinião a partir do fato então William crooks é um cientista no no no seu termo mais bonito do da da Visão porque ele muda ele percebe e essa mudança traz uma série de consequências para ele mas ele fala não digo mais isso é possível digo Isto é Real o aksakov ele já estava ali inclinado né para uma visão espiritualista etc mas ele se se convence ele se torna Espírita não só espiritualista ele se torna espírita na metade no final da sua existência e vai dizer olha núa coisa que eu tenho feito é compartilhar aquilo que eu vi pesquisei aquilo que eu consegui aquilo que eu consegui perceber aquilo que eu vi então ele também faz as pesquisas semelhantes ao William crugen pap Aladino pesquisa Daniel Douglas rumer conhecido eles se conheciam eh pesquisa a a damo da Esperança então ele são pessoas que se abriram outros nem se abriram a estudar e fica muito claro né Eh Uma Geração posterior como Jung e Freud que é uma geração posterior quem se abriu quem não se abriu Freud ele nem se abre a estudar e UnG ele se abre a estudar o Yung escreve um livro chamado estudos psiquiátricos e nesse livro estudos psiquiátricos ele estuda uma médium a conclusão é que foi diferente a conclusão foi parecida com a conclusão do hartman o hartman é um teórico do inconsciente ele falava do inconsciente que também era um conceito que já existia tava ali a vindo já no bojo da da ciência quando Freud e Jung eles estavam pesquisando o Jung vai se concluir que é
do inconsciente ele falava do inconsciente que também era um conceito que já existia tava ali a vindo já no bojo da da ciência quando Freud e Jung eles estavam pesquisando o Jung vai se concluir que é uma histeria vai concluir que aquela mediunidade era um caso dis de transtorno dissociativo mas ele pelo menos se abriu né a obra dele colocou ali esse pano de fundo de uma visão espiritualista no entanto o que eu vejo é que toda essa batalha O Bom Combate que esses cientistas travavam no campo das ideias ninguém matou ninguém não foi uma guerra de verdade mas foi uma batalha no combate das ideias acabou que na batalha todo cientista que se tornou Espírita ou se tornou espiritualista num forma lato senso que é que a que é que a academia não a ciência porque a universidade academia é uma instituição que preza pela ciência mas não é a detentora da ciência A ciência é uma postura A ciência é uma ideia assim como as instituições osas elas elas têm a espiritualidade no seu bojo mas não são as donas da espiritualidade da mesma forma a universidade eu digo isso como professor há 10 anos de Universidade respeito pesquiso Mas vejo e tenho certeza que muitas muitas muitas visões Às vezes a pessoa quer comprovar a própria visão e quando a pesquisa dá algo diferente ela não publica ou então ela tenta fazer uma uma uma uma mexid com as interpretações que foi o que aconteceu no primeiro momento da visão espírita por isso a importância de Allan Kardec eu diria que o espiritismo foi um sobrevivente desse momento um excelente sobrevivente porque a obra por exemplo de William CR o que sobrevive é a obra materialista a obra doas vezes parte que não fala da parte espiritualista embora ele foi um um uma pessoa que quase sempre pesquisou uma visão espiritualista Espírita ou não mas espiritualista sempre a as obras por exemplo do Artur conado o que sobreviveu foi a obra literária de Sherlock Holmes e eu entrei em Londres no museu de Sherlock Holmes com meu irmão que mora lá o Rodrigo e nós perguntamos para para
por exemplo do Artur conado o que sobreviveu foi a obra literária de Sherlock Holmes e eu entrei em Londres no museu de Sherlock Holmes com meu irmão que mora lá o Rodrigo e nós perguntamos para para o dono da eu não sei se era o dono mas era pessoa que tava na loja porque a loja era museu de Sherlock Holmes Então tinha o museu e tinha a os suvenir etc aí a gente perguntou pra pessoa lá da loja olha e a aquela e a parte espiritualista do Artur conando e aí a resposta foi interessante assim não não no final da vida dele ele ficou meio louco então é isso quando alguém dizia ser eh espiritualista e Espírita depois de entender de estudar cientificamente ou filosoficamente o tema e entender a lógica e se dizia abertamente ele acabava sendo descredibilizado e o que perdurou na obra dele muitas vezes foi o quê a parte materialista ou a parte literária a parte ficcional essa parte espiritualista tratou-se de sonegar para a posteridade Então hoje nós temos o novo movimento de pessoas corajosas que dentro do campo científico e não só no campo da religião mas no campo científico voltam a estudar essa temática com outras perspectivas porque os fenômenos não são tão abundantes do ponto de vista de efeito físico como naquele momento volto a estudar com uma metodologia que tente ser replicável não só por William crooks não só por Alexandre xov não só pelo Charles Rich mas por vários né uma metodologia mais abrangente e portanto acaba sendo uma metodologia Mais também limitada porque não tem esse essa exposição toda mas muito importante começa-se a colocar na pauta porque é muito importante que a gente possa trazer para os estudantes das Universidades também uma visão que existe uma visão que foi objeto da ciência e que é objeto da ciência para que os jovens não fiquem sonegados nas informações se é uma instituição científica ela tem que ser uma instituição aberta se estamos falando de ciência temos que ter uma uma postura aberta corajosa para podermos falar dos diversos temas E aí pensando aqui nos
instituição científica ela tem que ser uma instituição aberta se estamos falando de ciência temos que ter uma uma postura aberta corajosa para podermos falar dos diversos temas E aí pensando aqui nos espiritual espíritas nos espiritualistas simpatizantes do Espiritismo que estamos aqui na TV da mansão do caminho eu acho interessante que nós não pensemos que o nosso combate é com alguma outra visão espiritualista o combate é contra o materialismo Kardec foi Quem disse isso a nossa guerra é contra o materialismo é contra o orgulho o egoísmo nesse sentido O Bom Combate não é combater os materialistas é combater a ideia materialista porque combater a ideia materialista é combater o materialismo que H dentro de nós é combater o egoísmo que H dentro de nós é combater o orgulho o excesso de vaidade que H dentro de nós porque de certa forma muitos desses cientistas daquele momento eram abertos ao espiritualismo mas tinham muito muita vaidade ainda dentro que achavam que a opinião deles era a última palavra Foi um momento necessário importante mas hoje o momento da pesquisa é da mudança interna o combate ao materialismo é o combate do materialismo interno para que a nossa vida reflita aquilo que a gente acredita para que a gente não só rasgue o espírito corte o espírito Pese o espírito né maltrate o médium com as pesquisas mas que a gente se torne intermedi de uma mensagem Divina espiritualista E aí é uma outra forma de comprovação uma forma de comprovação que a vida vai nos levando então quando uma jovem evangelizadora me falava assim ah Léo mas a gente perdeu fulana para tal religião porque ela se converteu para tal religião eu dizia assim para ela não a gente não perdeu perder seria se ela tivesse se convertido para as drogas se tivesse virado traficante de drogas porque eu tô falando de um centro que ajudava em que alguns jovens se perdiam para as drogas iam virar gaviões né do tráfico de drogas ela mudou só de religião continua espiritualista está com a ferramenta para poder matar o
um centro que ajudava em que alguns jovens se perdiam para as drogas iam virar gaviões né do tráfico de drogas ela mudou só de religião continua espiritualista está com a ferramenta para poder matar o espiritualismo dentro de si e transformar-se o pior é como Aquela jovem Espírita se tornando estudante de medicina me dizia assim ah Léo eu a medicina me deixou decepcionada e descrente veja que paradoxo a medicina deixa alguém decepcionada e descrente provavelmente essa jovem Espírita teve contato e eu sei disso como professor teve contato com uma medicina materialista S negaram dela a informação de que a alma também é importante a fé também é importante e com isso o curso acabou sendo um curso decepcionante e quando nós estamos decepcionados nós ficamos escravizados pela falta de esperança o materialismo escraviza o espiritualismo liberta porque o espiritualismo dá esperança e a guerra que vem sendo travada no campo das ideias é uma guerra que Visa manter o materialismo vencendo para matar a esperança nas pessoas porque Como disse um professor se a esperança é a última que morre se nós não temos esperança nós já morremos em vida e morrendo em vida nós não fazemos nada nós ficamos paralisados massificados sem esperança de mudar que a gente possa combater o Bom Combate lembrando dessas pesquisas pioneiras sobre a mediunidade mas pegando o que Kardec pegou a ideia filosó que transforma a nossa vida muita paz para você até a próxima
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