#7 Alberto Almeida - Evangelho no Lar
“É fundamental que o evangelho possa ser refletido para ser melhor vivido”, comenta Alberto Almeida. Realizar esta prática em família é uma forma é uma forma de se refletir sobre suas atitudes em conjunto, trazendo condições necessárias de encontrarmos harmonia, amor e essa conexão com Deus em nossa casa e com os nossos familiares. Ao fazer o evangelho de maneira semanal, Alberto Almeida explica que é uma das melhores formas de refletir sobre a semana que se passou, e ver as ações necessárias para a semana seguinte. Gravado durante o 36˚ Congresso Espírita de Goiás, realizado entre os dias 22 e 25 de fevereiro de 2020. #SomosTodosFEEGO #espiritismo #evangelhonolar Para mais informações sobre a FEEGO acesse o site: https://www.feego.org.br Instagram: https://www.instagram.com/feego_oficial/ Facebook: https://pt-br.facebook.com/feego.oficial/
e aí o que é fundamental que o evangelho possa ser refletido para ser melhor devido e quanto se você vive em família e tem-se a perspectiva de que vai se está estabelecendo uma prática cuja plataforma de orientação é o evangelho e o evangelho no lar é esse espaço que não deve ser ritualizado para normal nos perdermos na aparência na exterior idade do culto externo mas se é esse espaço interior de intimista de intimidade intimista que sugere uma reflexão sobre o vitor como a proposta espírita da ação reflexiva e esse momento do evangelho lá na periodicidade por exemplo semanal queria o espaço que se abre para refletir sobre a prática da família na perspectiva espírita daquela semana então é de fundamental importância do que a família faça uma cultura de reflexão para que a ação ela possa ser mais efetiva eu envio uma experiência dramática certa feita a onde a família se dividiu sobre uma irmã adotiva que havia se evadido do lar a metade dos irmãos achava que a minha mãe devia declinar de buscá-la ea outra metade achava que devemos ir ao encontro dela e a família estava constando nessa perspectiva de separação ea no dia do evangélico lá quando se deu isso era uma situação recorrente e portanto dramática muito dolorosa ela dispunha de 11 anos essa irmã e quando você abrir o evangelho lá a mensagem veio era o aberto ao acaso veio benefícios pago com a ingratidão e após ter medo seria da mensagem não houve mais espaço para nenhuma divergência o evangelho como que selou o caminho que deveria deveríamos tomar enquanto família e a minha mãe com meu pai que eram protagonistas da decisão final apenas confirmaram a sua posição que era a mesma antes do evangelho de buscar lá porque é ser a missão dela então disse a minha mãe aquela oportunidade eu não crio os meus filhos para mim e eu escrevo para o mundo se a ingratidão num dado momento foi a resposta é escolha deles mas a escolha de encaminhá-los essa é minha e eu não abro mão e de fato nós fomos buscar essa irmã e ela voltou para casa se alinhou e
o se a ingratidão num dado momento foi a resposta é escolha deles mas a escolha de encaminhá-los essa é minha e eu não abro mão e de fato nós fomos buscar essa irmã e ela voltou para casa se alinhou e cresceu conosco hoje é uma irmã muito querida formou-se e hoje ela cuida da minha mãe depois de vista da convivência familiar que mora com a minha mãe então essa foi uma experiência muito marcante eu penso que o evangelho no lar precisa de menos formalidade e demais informalidade ou menos preocupação com a estrutura dele demais ocupação com a intimidade cu na qual ele do qual ele se realiza às vezes nos ocupamos o evangelho no lar tão preocupados com a falta organização que quebramos as pontas na idade de família o evangelho no lar é um momento solene mas só lê intimidade então devemos fazê-lo com a seriedade que lhe compete mas com alegria que ele sugere a hora que os filhos menores as crianças tenham evangelho no lar uma grande referência de encontro familiar e quando chegar na adolescência eles não o foi um tanta resistência que se estabeleça evangelho no lar então como proposição não abre mão do evangelho da alegria da atividade do amor da cumplicidade do qual nós transformamos uma grande troca e não no espaço de ser mão e chamado a definição de perseguição mas se no espaço de acolhimento de amorosidade e sobretudo de nutrição espiritual se você não deixe de passar a oportunidade de ter a figura de jesus presente na sua casa pelo menos um dia por semana na reflexão de 30 40 a 60 minutos o evangélico lá é uma das experiências que muda a sinalização da família porque nós chamamos com esse protagonista com esse hóspede uma egrégora que se estabelecendo lá mudando a sua psicosfera favorecendo que a família possa experienciar o momento de reflexão em torno das leis da vida alicerçando que grau tanto expressão divina possa comparecer naturalmente na presença de jesus