#68 Estudando O Livro dos Espíritos - O sono e os sonhos - parte 1

Mansão do Caminho 20/09/2022 (há 3 anos) 1:16:25 5,612 visualizações 631 curtidas

A Mansão do Caminho, em parceria com a Federação Espírita Brasileira, inicia o estudo sequenciado da obra O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec. Semanalmente, toda segunda-feira, às 20h, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo. Encontro 68 - Capítulo 8 - Da emancipação da alma, da 2ª parte de ‘O Livro dos Espíritos’ — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos – O sono e os sonhos – Perguntas 400 a 405

Transcrição

Estudando o livro dos espíritos. Um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Olá, saudações fraternas a você que acompanha o nosso Estudando o livro dos espíritos. seja muito bem-vindo. Hoje a nossa querida Cris Drugs eh está numa missão eh de trabalho profissional e ela tinha a possibilidade de não conseguir chegar em tempo e parece que não deu mesmo para estar conosco. Então nós conduziremos aqui a atividade dando as boas-vindas a Juliana Rezende e Ariane Rabelo, que são as nossas intérpretes aqui para Libras. E hoje nós contamos com o retorno do Júlio César Gois. Uma satisfação imensa. Júlio é palestrante espírita, está como presidente da Federação Espírita do Estado do Sergipe e da Academia de Letras Espíritas do Estado do Sergipe também. E contamos também com Marcela Cardoso Tudela, que é palestrante espírita, facilitadora da área de estudo do espiritismo e colaboradora da Sociedade Espírita Caminho Verdade e Vida de Porto Velho. Sejam muito bem-vindos os dois. Tá bem. Nós agradecemos também aos nossos parceiros de transmissão simultânea. Agradecemos muito essa parceria que facilita para que o nosso estudo alcance o máximo de pessoas. Hoje nós seguiremos com o estudo da parte segunda do livro dos espíritos, do mundo espírita ou mundo dos espíritos, capítulo 8 da emancipação da alma com o tema o sono e os sonhos. É um tema muito interessante, mas também não é, os sonhos geram muitas fantasias. Então a gente hoje o espiritismo vai nos esclarecer a respeito do assunto, as perguntas de 400 a 405. E a gente já inicia Júlio, fazendo a pergunta 400 aqui para você. O espírito encarnado permanece de bom grado no seu envoltório corporal? Boa noite, Carlos. Boa noite, Marcela, Ariane e todos os nossos internautas nesses canais que transmitem aqui a a FEB TV. Bom, Carlos, veja só. Eh, quando a gente fala eh no espírito, seja ele encarnado ou ou desencarnado e principalmente no desencarnado, que

ssos internautas nesses canais que transmitem aqui a a FEB TV. Bom, Carlos, veja só. Eh, quando a gente fala eh no espírito, seja ele encarnado ou ou desencarnado e principalmente no desencarnado, que esse, como você disse gera muita fantasia das pessoas, eh a percepção do espírito vai muito da do seu estágio evolutivo. Então, vamos fazer, eu gosto muito de fazer metáforas, comparações. digamos que você está no no no nível da calçada de um prédio. Você tem a visão apenas ali da rua, do que você quando a medida que você sobe, se você chega lá em cima na cobertura, quando você olha, você vê a cidade, ou seja, sua visão alarga. Então, quando a gente fala, por exemplo, eh eh se o espírito encarnado ele permanece de de bom grado, se ele gosta do seu involtório carnal, e aí Kardec ele usa a espiritualidade usa até de um de uma comparação também, como disse: "Olha, se você perguntar se é um camarada que tá preso, eh, será que ele gostaria de estar preso?" Claro que não, né? Então, o espírito, ele sempre aspira uma liberdade. Por que que a gente tem que pensar assim? Porque o que que a gente vai interpretar com isso? Essa liberdade. O que é essa liberdade? No estado de encarnado, no estado aqui de vigília que nós estamos, nós temos várias limitações, começar pelos nossos sentidos. A minha visão tem um alcance, a minha audição, o o o que eu sinto, o que eu percebo, tudo isso está ligado fortemente ao quê? Ao meu corpo. Ao meu corpo. E além de tudo, eu vou o quê? Claro que interpretar aquilo que eu enxergo. Então, o espírito ele não ele ele aspira sempre uma liberdade, ele aspira, ele tá aqui numa situação que ele é privado de várias coisas, de de de percepções, de de entendimento. Por quê? Porque nós estamos numa espécie de letargia nesse momento que estamos aqui no estado de vigília. Então, a pergunta é, ele ele se sente bem? Não, não, ele tá preso. Agora, o que que a gente tem que tem que levar em consideração com isso aí? É o estágio evolutivo do do espírito. Então, o espírito encarnado, ele aspira

ele ele se sente bem? Não, não, ele tá preso. Agora, o que que a gente tem que tem que levar em consideração com isso aí? É o estágio evolutivo do do espírito. Então, o espírito encarnado, ele aspira constantemente o que? essa essa liberdade, essa libertação. E e daí ele deseja se ver livre desse negócio, desse corpo. E quanto mais grosseiro é esse corpo, aí é que as limitações são maiores. Então a gente imagina assim, ah, num mundo muito mais evolu evoluído do que o nosso, onde você tem um envoltório menos denso, a sensação de prisão é menor. Quanto mais denso é esse corpo, ou seja, quanto mais inferior é o mundo, quanto mais eh um mundo como o nosso de provas e expiações, tem uma característica. Quando você passa para um mundo, a série seguinte, a regeneração, você vai ter um uma conformação corpórea diferente. Consequentemente sensações, você tem a possibilidade de senti-las de outra forma, percepções diferentes. Então, é assim que a gente deve entender. Mas eu chamo atenção disso. Quando a gente fala no espírito, leia-se, nós temos que ter como resposta que é uma mediana. Você não pode levar assim ao pé da letra. Se você tá falando de um espírito medianeiro, e aí como eu chamo medianeiro no nosso nível aqui da Terra é é mais ou menos isso. Agora, quando você eleva, é outra história. Quando você eh eh eh eh diminui esse esse esse estágio evolutivo, um estágio inferior, é outra percepção das coisas. Uhum. Muito bem, Júlio. Inclusive, não é entre nós mesmos aqui vai variar de acordo porque há aqui encarnados espíritos mais ou menos elevados, né? A sensação também varia, né, Júlio? Exatamente. É a nossa percepção, né? Então, aquilo que você tem de conhecimento vai fazer com que você perceba algo. Por exemplo, eh eh minha formação, eu sou engenheiro civil, então quando eu tô na estrada dirigindo que eu passo numa ponte, eu fico imaginando o trem tipo, eu fico imaginando os esforços na nas vigas, tudo. Minha esposa é pedagoga, ela ela nem olha isso. Ela diz assim: "Você é maluca,

ada dirigindo que eu passo numa ponte, eu fico imaginando o trem tipo, eu fico imaginando os esforços na nas vigas, tudo. Minha esposa é pedagoga, ela ela nem olha isso. Ela diz assim: "Você é maluca, você fica pensando nisso que tá passando na ponte". Mas nós somos levados a isso. A nossa percepção é muito do nível que nós temos de conhecimento. Isso aí. Muito bem. Agora, eh, Marcela, a 401, Kardec pergunta: "Durante o sono, a alma repousa como o corpo?" Boa noite, Carlos, Ariane, Júlio, todos que nos acompanham nos diversos canais. Uma boa noite para todos nós. Carlos, os espíritos dizem que não, que durante o sono o corpo descansa do dia vivido e o espírito que está sempre ativo o tempo todo se desprende parcialmente do corpo e se lança ao espaço. Então ele vai onde tem o interesse dele. E a gente pode desdobrar, sair do corpo, né, emancipar a nossa alma e ficar no local, na ambiência espiritual, do local onde nós estamos adormecidos, onde o corpo está adormecido. Como nós também podemos ir a outros lugares. Quem é muito afeito ao trabalho pode retornar à ambiência espiritual do seu do seu escritório. Podemos ir às igrejas, os templos, né, eh religiosos, podemos ir às cidades espirituais. né, as diversas. Então vai, nós vamos para onde os nossos interesses nos levam. É importante que a gente lembre que nesse movimento nós apenas eh afrouchamos os laços entre o nosso perespírito e o nosso corpo físico. Não há uma ruptura. A ruptura só acontece no momento da desencarnação. E aí, nesse momento, então, do sono, a gente descansa um pouquinho. Então, esses laços são afrouchados e a gente descansa o corpo físico, mas pode trabalhar bastante no plano espiritual, viver o plano espiritual mais intensamente. Muito bom. Excelente. E Júlio, hum, como nós podemos julgar da liberdade do espírito durante o sono, como a Marcela tá dizendo, né? A gente se desprende, como é que a gente julga, examina isso? Eh, olha, é, é, é interessante essa questão da, desse desprendimento, né?

rdade do espírito durante o sono, como a Marcela tá dizendo, né? A gente se desprende, como é que a gente julga, examina isso? Eh, olha, é, é, é interessante essa questão da, desse desprendimento, né? Porque o que se sabe do sono é o seguinte, é que a gente, vamos lá, vamos imaginar que a gente vai dormir, né? Então a gente vai deita, então tem aqueles estágiozinho que você não adormece de uma vez, não é uma uma anestesia, né? Você tem uma transição entre o estar acordado e o estar dormindo, vamos dizer assim. Aí você começa, para você entrar no sono, você tem que acontecer alguma coisa no seu corpo. Então você diminui eh algumas funções, por exemplo, você a sua temperatura, seus batimentos cardíacos, seu metabolismo de forma geral. você começa, digamos assim, entrar numa numa numa frequência mais branda, mais amena, você começa se desprender das dessas coisas terrenas, tudo. Tanto é que eu eu sou muito adepto disso. Quarto é para dormir. Minha esposa quer colocar TV no quarto? Não, quarto é para dormir. A gente tem que dormir. Aí o que acontece eh quando a gente chega naquele sono bem profundo, que a gente começa eh eh realmente naquilo que o pessoal chama do do estágio lá do do sono rein, que o pessoal chama assim. Então o que acontece? Como é que a gente julga essa liberdade do espírito eh eh durante o sono? Aí a gente pode dizer: "Isso aí ocorre pelo sonho, né? que quando o corpo eh eh repousa, eh devido essa essa liberdade que o espírito tem, ele então começa a a a fazer essa viagem. E aí di seguinte: quanto mais proveitosa seja essa viagem, a gente se libertou mais. Porque como a Marcela mesmo colocou, o que é que você, quando eu digo você, você espírito, o que que você faz durante o sono? O que que você tá fazendo durante o sono? você espírita, seu corpo tá ali, eu não diria inerte, mas num estágio que você tá ali, que você tá repousando e momentaneamente, digamos, os laços que te prendem estão mais como Marcela colocou, frouxo, afrouchado. Então você tem mais linha, imaginamos uma pipa,

estágio que você tá ali, que você tá repousando e momentaneamente, digamos, os laços que te prendem estão mais como Marcela colocou, frouxo, afrouchado. Então você tem mais linha, imaginamos uma pipa, você tem mais linha para você subir, para você navegar. Aí o que acontece? O espírito ele vai procurar o quê? templos, ele vai buscar companheiros, eh receber conceitos. Tá aí uma uma utilidade do sonho. Você air conhecimento, você air e eh eh digamos assim incentivo de outros espíritos, espíritos, amigos, tudo chega lá. Não, rapaz, não desista não. Você vai, você vai conseguir tudo, a gente tá aqui com você, tudo, tudo isso a gente tem, só que a gente não vê isso, né? Então, o o quando a gente começa essa pergunta mesmo que você que tá lá, como é que a gente pode julgar a liberdade do espírito pelo durante o sono? Essa liberdade ela vem justamente para aí. Você vai medir pelos sonos que pelos sonhos que você tem. Então, eh eh essa comunicação que a gente tem lá com com os os espíritos desencarnados, que são amigos nossos, são parentes, até mesmo pessoas encarnadas, a gente se encontra às vezes para discutir coisas, tudo. É, é uma uma coisa muito interessante. Eu vou citar um fato aqui que aconteceu comigo quando eu era estudante. Eh, eh, dentre as matérias da faculdade tinha uma chamada equações diferenciais de dois, não sei como é que chama hoje, né? E é um negócio muito complexo e a gente tentando resolver uma questão, tudo e eu ninguém conseguiu da turma de estudo. Eu fui para casa, tal, dormia, adormeci tal e eu tive um sonho, eu nunca esqueci disso, eu tive um sonho com alguém resolvendo aquele problema, dando a dica de solução. Quando eu me acordei de manhã, a primeira coisa que eu fiz foi pegar um papel que tava assim na banca, assim que tinha do lado de minha cama e anotar aquilo que eu tinha antes que eu me esquecesse de tudo isso. Então, eh, essa liberdade depende de quê? Depende do sonho, de quanto você se desprendeu. E esse desprendimento vai muito da preparação que a gente tem. Por isso que

que eu me esquecesse de tudo isso. Então, eh, essa liberdade depende de quê? Depende do sonho, de quanto você se desprendeu. E esse desprendimento vai muito da preparação que a gente tem. Por isso que é muito importante a gente lembrar de orar, a gente lembrar de pedir proteção, a gente ter bons pensamentos. É, como eu disse, não é uma anestesia que você p dorme, não. Você tem que se preparar, você tem que relaxar, você tem que fazer prece. Para quê? para que essa essa liberdade ela seja consciente no no no que eu digo de consciente, não que você tá consciente da liberdade, mas seja consciente, que seja responsável, que você se dirija ao local certo, você ganhe proteção. Então é é é eh e essa essa medida de liberdade é uma coisa muito subjetiva. Por isso que em livre espíritos, os espíritos são não pelos sonhos, você fala o tipo, a qualidade do seu sonho, o seu desprendimento, onde você foi, onde você vai, tudo, isso vai depender. A gente às vezes acorda e diz: "Poxa vida, eu tô tive um sonho, eu tava correndo, tava cansado, acordei muito bem, tudo". Então, pela qualidade dos sonhos que a gente consegue eh eh talvez até eu não iria bem mensurar isso aí, né? Mas que a gente consegue assim ter uma uma ideia, né? uma ideia assim pelo pelos a liberdade dos do do espírito durante o sono. Só só destacando aqui, né, que o Júlio chamou atenção paraa importância da gente se preparar para dormir, não é? Não é conveniente cair na cama quando já tá morto de cansaço e nem fazer uma oração, não é? E nem procurar assim acalmar do dia. E tem gente que dorme com a televisão ligada ainda em julho. A coisa fica pior ainda, né? porque fica sintonizado com aquela coisa da noite toda. É realmente complexo. Agora, Marcela, ainda na 402, que é um tem um comentário assim bem eh grande do do, né, na resposta, né, que papel tem a simpatia e a antipatia em relação aos sonhos? Então, nós vimos que o sono liberta parcialmente o espírito encarnado, né? E nós, nessa liberdade, nós vamos eh em busca dos

resposta, né, que papel tem a simpatia e a antipatia em relação aos sonhos? Então, nós vimos que o sono liberta parcialmente o espírito encarnado, né? E nós, nessa liberdade, nós vamos eh em busca dos nossos interesses, do que me interessa. Eu vou atrás do que me interessa. Se eu sou um espírito mais desmaterializado, um espírito já voltado às questões espirituais, com um pouco mais de entendimento do que é a vida, do que são as leis da vida e como elas regem as nossas ações nos dois mundos, eu vou buscar seres e pessoas que se afinizam a mim, que se afinizam ao que eu gosto, aos meus pendores, ao que eu penso. Então, eu vou atrás de estudar, eu vou atrás de de conversar com pessoas sobre coisas e que são importantes para mim. Eu vou trabalhar, eu posso trabalhar no plano espiritual, né? Então eu procuro me instruir. Mas se eu já sou um espírito um pouco mais materializado, mais apegado às coisas da carne, aos vícios materiais, para onde eu vou? Eu vou para lugares onde eu posso viver esses vícios. Eu vou para lugares onde tem pessoas que comungam comigo dessas dessas vontades, desses desejos, né? Então, a a dependendo para onde eu eu tenho os meus interesses, eu aproveito esse momento de descanso do corpo para ir preencher esses esses esses meus esse meu tempo, né, na espiritualidade. E aí a simpatia e a antipatia, elas se desenvolvem dentro dessa de uma especificidade da lei divina, que é a afinidade. A lei de afinidade que vai gerar a sintonia entre os seres nos dois planos da vida. Nos dois planos da vida. Então, nós vivemos em um regime de comunhão por simpatia, mas também temos lá as nossas antipatias dentro desta lei que rege essa nossa, as nossas emoções, os nossos sentimentos, todos por afinidade. Então, de verdade, o sono influi mais do que a gente pensa na nossa vida de relação. Muito bem. Ô, Júlio, vou colocar uma pergunta da Sueli e Camilo, é uma resposta que você deu. E ela pergunta: "Se o espírito quer a liberdade, então é o corpo que tem medo de morrer?"

vida de relação. Muito bem. Ô, Júlio, vou colocar uma pergunta da Sueli e Camilo, é uma resposta que você deu. E ela pergunta: "Se o espírito quer a liberdade, então é o corpo que tem medo de morrer?" É boa pergunta, né? É uma boa pergunta. Eh, veja só, a gente precisa entender que eh o o que o que que nós somos o que que nós somos eh nós somos espíritos. Nós somos espíritos e nós estamos ocupando, vamos dizer assim, usando um corpo. Usando um corpo. Então, o nosso corpo, ele não tem vontade. Uhum. Ele não tem vontade. Então, dizer que o corpo gosta, que o corpo ama, que não não é a a vontade do corpo, digamos o seguinte, é um um um princípio natural que é de estilo de é um estilo de conservação, que é uma coisa animal. Então, o meu corpo reage, ele reage eh a determinadas necessidades. Então, o que acontece? Eu preciso de uma de uma saída rápida de algum lugar. Então, meu corpo, os neurospeptídeos, adrenalina, o neurotransmissor, adrenalina, ele é injetado para que eu saia rápido. Então eu tô ten aquele estress, aquela coisa, tá? Então é uma reação química, mas essa reação química, ela se dá por conta de quê? Por conta de uma percepção que é do espírito. A gente precisa separar as coisas. Eu eu gosto muito de fazer comparação. Música, um piano. Marcela toca piano, não sei se toca não, né? Então, pronto. Vou usar o Marcela como exemplo, viu, Marcela? Me permita. Marcela, ela se senta ao piano, ela vai emitir sons. O piano vai emitir sons com ela. Agora, se um músico, um pianista, ele senta-se ao piano, o que nós vamos ter é música. Vamos lá. O som é do piano. A música é do pianista. Muito bem. As vontades, os desejos são desejos do espírito. Do espírito. O medo de morrer é aquela história, né? Por que que eu tenho medo de morrer? Aí tem, a gente vai ter que analisar uma série de questões aí culturais, tudo. Mas veja só, no íntimo, no íntimo, no íntimo, todos nós sabemos que nós temos um instinto de conservação. Então, eu preciso preservar a minha vida. Uhum. Então, a vida material eu tenho instinto

tudo. Mas veja só, no íntimo, no íntimo, no íntimo, todos nós sabemos que nós temos um instinto de conservação. Então, eu preciso preservar a minha vida. Uhum. Então, a vida material eu tenho instinto de preservá-la, como qualquer outro animal não tem. Você se aproxima, por exemplo, de um de uma laquese múta, uma surucucu, ela vai lhe atacar porque ela vai se sentir ameaçada. Uhum. Então, não é ela ela ela tá com medo de você, então ela quer se conservar. Então o espírito muitas vezes ele tem esse esse receio de voltar por várias razões. E aí a gente tem que pensar o seguinte: qual é o estágio evolutivo? A gente vê, por exemplo, espíritos de escola aí, espírito de luz, a gente, eu fico imaginando assim, por exemplo, nosso Chico, nosso Chico, eh, eu não lembro muito bem do dia que Chico e eh desencarnou, por quê? Porque eu gosto muito de futebol, acho que a maioria dos brasileiros, dia 30 de junho de 2002, o que que tava ocorrendo? o campeonato mundial, a Copa do Mundo. Aí eu fiquei pensando depois, mas um espírito como Chico, será que ele não marcou, não agendou a partida dele? Como o pessoal deu a entender que num dia que tá todo mundo alegre, tudo, eu vou embora, não vai ter tanto triste. Chico não era um ícone pra gente. Espír não espíritas. Então, o medo de morrer na verdade não é do corpo. Como eu disse, o corpo ele não tem vontade. O corpo é o piano. O pianista somos nós, espíritos. Então, às vezes a gente diz: "Ah, o meu espírito". Não, digo, o meu corpo, você é um espírito? Não sei se a gente respondeu no caso, mas tá bem. Acredito que sim. E a a situação é que tem realmente esse instinto, né, de conservação que todo mundo traz. E o o espírito mais elevado, ele tem um anelo, logicamente de retornar o plano espiritual, mas tem consciência da importância de estar encarnado e o que precisa realizar durante a encarnação, não é? Que é muito importante estar encarnado para a nossa evolução espiritual. Muito bom. E aqui então agora, Marcela, nós vamos Ah, não, ainda é para você,

que precisa realizar durante a encarnação, não é? Que é muito importante estar encarnado para a nossa evolução espiritual. Muito bom. E aqui então agora, Marcela, nós vamos Ah, não, ainda é para você, Júlia, 402 ainda, o finalzinho dela é como os espíritos definem o sonho. Eh, eu, eu, eu vou o seguinte, eu vou falar como espírito encarnado, né? Veja bem, o sonho a gente pode dizer que é um registro. É um registro. Então, o o que que é sonho? Sonho que você consegue lembrar, né? você vai dizendo, "Eu tive um sonho." Mas nem sempre você acorda, você dis não tive sonho nenhum. Não é que você não sonhou, não é que você não não se emancipou, não é que você foi para outros lugares. Tudo bem, é que o nosso aparelho orgânico, a gente tem que entender isso, eh a gente não consegue no estado de vigília ter essa, esse, digamos assim, esse intercâmbio com o plano espiritual. Então o sonho, aqueles registros, nem sempre eles ficam para que a gente recorde. Então, se a gente fizer um exercício, eu já fiz isso várias vezes, na hora que você acorda, você tente lembrar de um sonho, mas seja rápido, porque de repente ele vai embora e foge. Então, o sonho, na verdade, é um registro que que a gente fica eh eh tem em mente que o espírito tem tem é uma lembrança de que do que que a gente viu durante o sono. Então, às vezes, e a gente, puxa vida, você teve esse sonho, você não lembra dele, mas daí você a impressão, rapaz, eu tive um sonho, eu sonhei agora. O que é que eu O que foi que eu sonhei? Eu não consigo me lembrar. E e muitas vezes até fica o quê? Aquela perturbação do sono. A gente às vezes acorda sobressaltado, acorda com medo, o coração acelerado, coisa desse tipo. Por quê? Porque no regresso você tem no regresso ao estado de de de vigília, você tem assim quando tá desperto, você tem um uma sensação do que você teve lá no no durante o sonho. Então, eh tem sonhos que a gente, poxa vida, é isso é absurdo, isso não pode acontecer. Tem outros que são bem tranquilos, tudo você até gostaria que

ensação do que você teve lá no no durante o sonho. Então, eh tem sonhos que a gente, poxa vida, é isso é absurdo, isso não pode acontecer. Tem outros que são bem tranquilos, tudo você até gostaria que que acontecesse. Então, eh, a gente nunca tem que nunca pode eh se distanciar disso que durante o sonho, como a Marcela colocou, você vai para outras esferas e o que acontece? você sempre são as esferas que você tem esse, digamos o seguinte, essa simpatia, esses laços de afinidade. E é muito importante a gente perceber isso. Eu vou lembrar até uma cena, vou dizer cena, porque a gente grava muito mais do que ver do filme Nosso Lar, como o nosso pensamento, nossa nossa mente leva a gente e traz para lugares. André queria vir ao plano terrestre, plano material. Aí foi permitido, ele veio. Quando ele viu lá a esposa e ela já tinha havia casado novamente, o que foi acontece? Ele foi tomado por um instinto, vamos dizer que instinto, ciúme, aquela coisa que não justificava mais. Mas racionalmente ele não poderia ter aquilo, mas ele teve. Foi o que aconteceu com ele? Ele retornou imediatamente para onde? Para o umbral, né, de de sobressalto ali. Então, o que acontece nos sonhos? A gente tá registrando essas coisas, os encontros que nós tivemos. Então, o sonho para o espírito é um registro, é é uma assembleia, uma tertúlia de, olha, vamos conversar aqui, vamos ver. E às vezes tem aqueles que querem nos pegar, né? Alguns espíritos são, mas assim que a gente às vezes não tá numa numa numa numa numa boa sintonia e temos confusões. Aí a gente volta sobressaltado. Se eu não me engano, é entre a terra e o céu que André narra um um uma volta rápida de um espírito. Eu não lembro que eu sou péssimo para guardar onde as coisas, mas narra o quê? que um espírito tá lá perseguido, ele volta rápido ao plano físico. Quando ele tava dormindo, ele sobressalta tudo. E ocorre isso muitas vezes com a gente. O corre isso muitas vezes com a gente. Então é é o sonho pra gente pegar assim uma uma coisa bem nossa mesmo, bem

uando ele tava dormindo, ele sobressalta tudo. E ocorre isso muitas vezes com a gente. O corre isso muitas vezes com a gente. Então é é o sonho pra gente pegar assim uma uma coisa bem nossa mesmo, bem material é o quê? É um registro, tá lá por escrito. Você lembra? Não lembro? O registro foi bem feito, foi, foi bem escrito, tá lá. Mas é exatamente isso que a gente tem que interpretar. Muito bem, nós estamos atentos aqui, nós temos já 24 perguntas dos internautas sobre o assunto. O assunto despeta muito interesse, né? É, mas nós vamos eh encaminhar aqui para pra gente eh solucionar as questões que estão no livro dos espíritos, que são bases inclusive, né? Algumas delas já até introduzem resposta a essas perguntas que estão feitas. É por isso que a gente sempre pede que todo mundo leia, né, o texto antes para facilitar o entendimento do tema, não é? E agora, Marcela, na 403, a pergunta é: por que não nos lembramos sempre dos sonhos? O Júlio César acabou de dizer, né, que às vezes a gente tem uma uma lembrança, às vezes tem fragmentos de lembrança, às vezes não tem lembrança nenhuma. Então, por que nós eh não nos lembramos sempre? Eh, os espíritos nos falam que em função do nosso corpo, ser um corpo grosseiro, de uma matéria densa, dificilmente ele vai conservar essas lembranças no corpo físico. Por quê? Porque eh não foram experiências registradas pelo corpo, pelos órgãos do físicos, né? São experiências registradas pelo nosso perespírito. Em função disso é que ficam essas imagens. Às vezes a gente não lembra de nada, acha que dormiu mesmo junto com o corpo, mas não, a gente saiu, mas em função do nosso corpo. E também vamos lembrar a fala inicial do julho da nossa evolução, né? Que nós sabemos que isso também, a forma como a gente vive, como a gente pensa também facilita ou não esses pontos. Então essa é a resposta dos esfíços. Mas nós vamos lembrar também que um ponto bastante importante que são os nossos condicionamentos eh eh milenares. A gente há milênios acha que

ou não esses pontos. Então essa é a resposta dos esfíços. Mas nós vamos lembrar também que um ponto bastante importante que são os nossos condicionamentos eh eh milenares. A gente há milênios acha que dorme dorme mesmo. Então a gente tá condicionado a não lembrar. Não é uma coisa que é da nossa atenção. A gente tá condicionado. E muitos de nós estão condicionados a achar que somos o corpo e que quem comanda tudo é um cérebro. Então, nem faz alusão a algo imaterial nesse corpo, a algo espiritual, melhor falando, nesse corpo. Então, são condicionamentos que também fazem com que a gente se embote, a gente mesmo bloqueie essas experiências. Um terceiro ponto que o Júlio falou, achei bastante interessante, que hoje tá muito assim, tá? A ciência trouxe isso pra gente, é a higiene do sono, né? Os médicos vêm falando pra gente da higiene do sono. Apague a luz, não fique na frente da tela, eh, medite, faça oração. Eles já sabem que a meditação e a oração diminui as nossas ondas ondas cerebrais. Não fique com música alta. Então eles já preparam a gente pro sono, né? E aí nós que somos espíritas já sabemos que os espíritos nos falam sobre isso. André Luiz fala sobre isso, da importância de quando acordarmos fazermos uma prece. E aí a gente vai pensar, a gente faz uma prece, a gente para, não acorda de supetão, para se toma consciência de si, toma consciência da noite. Relembro o que foi pedido na noite anterior pro nosso anjo da guarda. Estreita o laço nosso com a espiritualidade superior. Olha, meu querido amigo, durante eh antes de dormir, pedir para você me auxiliar, pedir mesmo, pedir para auxiliar, obrigada. E se prepara, não chega na vida de relação física, acordou, já tá na vida de relação física. Não, para, se prepara, tenta lembrar. É um exercício, é um condicionamento. Nós temos tantos condicionamentos, isso também é de buscar lembrar. É uma potencialidade nossa, mas nós precisamos aprender a usá-la, a trazê-la paraa memória. Isso é importante. Muito bem, Marcela. Então, eh, muitas

condicionamentos, isso também é de buscar lembrar. É uma potencialidade nossa, mas nós precisamos aprender a usá-la, a trazê-la paraa memória. Isso é importante. Muito bem, Marcela. Então, eh, muitas vezes nós, eh, não lembramos nada por causa também da nossa falta de, né, preparação para isso, né, como a Marcele está colocando. Então, nós podemos nos exercitar, não é? Sim, Júnior. É, é, é interessante essa essa observação, porque eh a as percepções, as nossas percepções e e é aquela história Marcela colocou aí, nós somos condicionados Uhum. a achar que o que existe é o corpo. É o corpo isso. E que o cérebro, tanto é que a gente fala assim: "O meu espírito é o meu espírito". É exatamente. Então a gente tá tá condicionado, achava o seguinte, que que o cérebro, realmente o cérebro é um é um é o é o HD, o processador, né? É o processador do do da da máquina. Mas veja só, o processador ele precisa de algo para trabalhar, ele precisa de de um algoritmo, ele precisa de energia. Então, o nosso corpo, o nosso corpo, ele precisa, ele é, ele só existe porque existe o espírito. E as nossas percepções no estado de vigília é como a primeira pergunta que Carlos, você fez porque se o o espírito ele ele gosta, ele tá encarnado. Por quê? Porque é um momento deficiente, porque as nossas percepções estão muito quem daquilo que que nós podemos perceber. Então é é uma situação meio que incômoda. Então o o que acontece? Por que que a gente não consegue lembrar do sonho? Exatamente isso, meu amigo. A percepção não é do corpo. Não é do corpo. A percepção no sonho é do espírito. É do espírito. Então as percepções do espírito a gente não consegue, as sensações do espírito você não consegue traduzir no corpo muitas vezes. Então fica distante. A gente vê isso, por exemplo, bem bem bem patente nos artistas, na arte. Aí eu fico às vezes imaginando assim, puxa vida, quando eu escuto um um um grande eh eh compositor, um Betoven, um moa tudo, digam, de onde é que esse camarada tirou isso? Que percepção é essa? Como é que ele

co às vezes imaginando assim, puxa vida, quando eu escuto um um um grande eh eh compositor, um Betoven, um moa tudo, digam, de onde é que esse camarada tirou isso? Que percepção é essa? Como é que ele enxergou isso? Você imagina assim na ciência mesmo, na física, Isaac Newton, como é que ele, como é que ele percebeu isso? E a percepção você pode ver que não é do corpo, não é o camarada vem com aquilo tudo. São percepções do espírito. Então a gente às vezes não consegue perceber o nosso sonho por conta disso, que é é uma sensação do espírito. Carlos, deixa eu fazer uma complementação. A fala do Júlio me lembrou uma coisa e nós temos eh eh não lembramos de algum de alguma dessas vivências, mas, por exemplo, quando estamos numa vivência dessa, onde o nosso espírito protetor ou então um familiar, um espírito superior vem e nos orienta de alguma coisa, a gente retorna ao corpo físico e a gente não lembra de nada. Mas os espíritos os falam que quando a situação acontece, quando ela chega para nós, a gente lembra por intuição. Por intuição aquilo vem e a gente já sabe, tem a oportunidade de escolher a melhor forma de agir naquela situação, ou seja, agir como fomos orientados no plano espiritual. Muito bem. Boa lembrança, Marcela, que de fato ocorre isso, né? E aí a gente poderia só colocar assim para fechar eh não fechar, mas para complementar essa questão e e que vocês dois chamaram atenção. A percepção é do espírito e nem sempre ao retornar para o corpo é possível transferir para o cérebro físico o que aconteceu na realidade espiritual. É por isso que a gente nem sempre lembra de tudo, não é? Muito bem. Excelente. Aqui, então agora, eh, nós temos a 404 para o julho, que se deve, agora nós já estamos com 30 perguntas dos internautas, viu? Que se deve pensar das significações atribuídas aos sonhos? Eh, isso é interessante. Bom, veja só, a gente precisa começar a a fazer uma separação. Ah, o sonho não é verdadeiro. O sonho não é isso aqui. Não, não é não se trata disso. Os sonhos eles são verdadeiros

isso é interessante. Bom, veja só, a gente precisa começar a a fazer uma separação. Ah, o sonho não é verdadeiro. O sonho não é isso aqui. Não, não é não se trata disso. Os sonhos eles são verdadeiros no sentido que a gente busca a percepção do espírito. A gente às vezes não consegue lembrar do sonho, a gente também não consegue traduzir o significado dos sonhos. E e e e o que acontece quando o espírito, nós estamos libertos eh eh do corpo, nessa emancipação da alma, o que é que acontece? A gente tá lá e as nossas percepções, a nossa percepção é diferente da percepção daqui do plano do do quando estamos num estado de vigília. Então o que acontece? Nós temos, por exemplo, nós o tempo, o tempo, o tempo é muito relativo. Então, o que o passado, eu tenho lembrança do passado, eu posso às vezes se me for útil. Voltando àela observação, estágio evolutivo, eu posso ver passado outras encarnações, o que significa uma situação atual, um encontro agora, um reencontro com um ente antipático ou simpático. Eu posso ter um não um uma previsão do futuro, porque como eu disse, o tempo o tempo, esse esse esse esse ente muito relativo que é o o o nosso que a gente conta, é, por exemplo, vou dar só um um exemplo. Eu tenho que comparar alguma coisa. Eu estou numa sala, a porta está aberta, aí uma rajada de vento começa a movimentar a porta. Existe um lapso de tempo entre o início da rajada de tempo, de vento e o que vai acontecer, que vai ser a porta bater. Eu vou prever isso. Eu vou prever isso. Eu estou vendo que vai acontecer isso. Então, no sonho muitas vezes o espírito, nós nós temos, por exemplo, um um uma um pressentimento do futuro. E isso aí a gente tem que ver o seguinte, tudo que a gente vê no espírito tem o quê? o consentimento de Deus tem que haver uma utilidade, senão não teria. Então, eh eh a gente às vezes tem um um uma visão do que tá ocorrendo em outro lugar, por exemplo. Por quê? Porque há narrativas de casos aí de pessoas que que recebem a visita de um de um parente

ia. Então, eh eh a gente às vezes tem um um uma visão do que tá ocorrendo em outro lugar, por exemplo. Por quê? Porque há narrativas de casos aí de pessoas que que recebem a visita de um de um parente e aí depois o parente morre. Tá aí não vim sonhei com fulano numa agonia muito grande, num num sobressalto tudo aí. Não, mas isso não quer dizer que você o que você sonhou vai acontecer. o que você tá tá tá sonhando acontecer, por isso leva muito. A gente tem que começar, eu acho que é no livro A Gênesis que Kardec faz uma uma abordagem sobre a medidade onírica de José do Egito. Aquela história lá do anjo Gabriel que disse: "Olha, você tem que levar o menino daqui porque senão vão eles vão vão matar esse menino". Aí tem mesmo eh avisos eh por meio de sonhos, né? Que os nossos amigos espirituais nos avisam. Eh, nos vão dizer, olha, orientações que a gente recebe, mas isso tudo, se a gente for levar isso aí, não, não, pera aí. Você não pode achar que tudo que você sonha vai acontecer. Você não não pode dizer que você tudo que você sonhou vai ser uma manifestação. Então, tem esses avisos, mas a gente não pode levar isso ao pé da letra, achando que não, eu sonhei, vai acontecer. Ah, o que eu sonho, o que eu sonho é batata. Eu sonhei, vai acontecer. Não, não é isso. A gente tem que interpretar e porque nem sempre a gente tá conseguindo interpretar. Uma vez que os sonhos são a percepção do espírito, o registro do espírito. Nem sempre nosso, em estado de vigília a gente consegue perceber, analisar esses sonhos. Daí é imprecisa essa nossa interpretação do sonho, entendeu? Para se a gente interpretar os sonhos, você tem que estar num grau de conhecimento, de serenidade, deixar muitas fantasias de lado, porque nós somos levados por fantasias. Nós somos levados muitas vezes por acreditar naquilo que nós queremos enxergar. E às vezes não é realidade, muitas vezes distorce a nossa maneira de ver as coisas por conta de que não, eu eu queria que fosse assim, deseja muito tudo. Então você monta uma

ue nós queremos enxergar. E às vezes não é realidade, muitas vezes distorce a nossa maneira de ver as coisas por conta de que não, eu eu queria que fosse assim, deseja muito tudo. Então você monta uma realidade que não existe, não é nem realidade, é realidade só para você, mas é uma a chamada ilusão. E a gente tem isso, isso eu me lembro de André Luiz escrevendo um encontro de uma neta com uma avó no mundo espiritual e a avó passando uma orientação para ela e a avó fala a respeito dos sentimentos que às vezes não é a gente eh tem o comportamento de, eu não tô lembrando bem, mas de serpente, alguma coisa assim, e a moça então ela desperta com aquela impressão de que alguém veio e deu um presente. ente para ela entregou uma serpente e era de vidro. A serpente caiu no chão, quebrou. Então, olha como é que ela vai lembrar da conversa. Mas como já foi alertado, na hora que ela precisar daquela orientação que a avó passou para ela, ela vai ter por a intuição a condição de tomar uma decisão melhor que ela não tomaria, não é, na vida. Então, a como é que vai interpretar um sonho desse, né? Tem gente que diz assim: "Se sonhou com alguma coisa, vai dar não sei que número na loteria". gente, né? Pelo amor de Deus, se fosse assim, não é? Então, Carlos, sim. E tem uma coisa que vale a pena a gente lembrar, que essa cultura popular, né, sonhou com dente, o dente caiu, vai ter um revés financeiro, vai ter um Então isso é a cultura popular, mas nós temos nas ciências psíquicas, nós temos lá o Jung, nós temos lá o Freud, que eles tratam as pessoas eh a partir do que vem do inconsciente delas, né? Então isso aí é uma ciência já, mas que é importante que a gente lembre que o que o que a psicologia fala é completamente diverso dessa cultura popular, né? Ah, sonhou com isso, então é isso, vai ganhar dinheiro, joga joga lá no no jogo e no Então, eh, a ciência já vem trabalhando os símbolos pessoais, né? quer dizer, de cada pessoa e já se tem tratamento com essa com essa técnica, mas isso é completamente

ro, joga joga lá no no jogo e no Então, eh, a ciência já vem trabalhando os símbolos pessoais, né? quer dizer, de cada pessoa e já se tem tratamento com essa com essa técnica, mas isso é completamente diverso dessa dessa pergunta que o Kardec faz aos espíritos, né, que essa questão popular desses do significado dos símbolos, né? Uhum. É. E é muito complexo mesmo, né? os profissionais têm dificuldades. O Freud se entregou, não é, com muito a isso, e Jung também, mas eles eh tudo isso tem um limite, especialmente quando não se considera realidade espiritual, que o Jung já mais ou menos, né, admitia, mas o Freud não admitiu, então naturalmente tem as dificuldades, as barreiras, né, para poder realmente entender o que acontece. Marcela, nossa 405, na semana que vem nós vamos continuar a partir da 406. acontece com frequência verem-se em sonho coisas que parece um pressentimento, mas afinal não se confirma esse pressentimento. A que se deve atribuir isso? Vamos, vamos relembrar que quando a alma ela se desprende do corpo físico, ela se desprende parcialmente, não é totalmente. Então, ela não se liberta completamente das ideias do dia a dia, das preocupações, do que aconteceu. E aí, nesse meio, né, psíquico nosso, que estamos lá, mas ainda ligados a todas essas questões do dia a dia, provavelmente em dias que são mais trabalhos para nós, o que pode acontecer é que pode vir à nossa mente como uma lembrança, como um sonho, um desejo nosso do dia a dia ou até um medo, os espíritos falam. E aí a gente pega aquilo como se fosse um pressentimento, mas não é. É a é a é a o aflorar das nossas preocupações e dos nossos medos do dia a dia. Isso pode acontecer. Mas também é importante a gente atentar que os espíritos amigos, ah, e isso na medida com que eu, eh, vou, eh, me preocupando mais com as coisas espirituais, ou seja, conforme eu vou me desmaterializando e me sentindo mais espírito imortal do que a personalidade humana. Então, nesse movimento de de evolução, conforme eu vou fazendo isso,

oisas espirituais, ou seja, conforme eu vou me desmaterializando e me sentindo mais espírito imortal do que a personalidade humana. Então, nesse movimento de de evolução, conforme eu vou fazendo isso, nós temos que lembrar que às vezes os nossos mentores, os espíritos amigos, os espíritos superiores vêm e nos avisam, sim, nos avisam das coisas que vão acontecer. E que que acontece conosco? Quando nós acordamos com aquela impressão? A gente não fica mais atento às questões? E às vezes em ficarmos atentos com aquela com aqueles avisos, nós vamos ajustando o nosso agir em conformidade com a lei divina. E aquilo que nos foi avisado que poderia acontecer, a gente pelos nossos próprios atos, a gente evita. Isso também pode acontecer. Aí o pressentimento não não não se não não acontece, não se cumpre. Mas por quê? Porque nós, em atenção mais plena, a gente evita aquilo que poderia ter acontecido. Muito bem, Marcela. Eu vou pedir agora que a gente possa ser bem pontual nas respostas, porque tem muitas perguntas dos internautas, não é? Pra gente ver se se atende. Nós vamos colocando aqui na sequência a Simone, ela perguntou antes de começar ainda, né? É, sem exagero. Por ano sonhei com os mesmos bairro que nasci, casa, ruas, pessoas, labirintos e lápides de mármore preto, cemitério. Pararam, mas depois de muito tempo voltaram. Como entender tal sonhos? Eu não sei se vocês têm uma resposta. Eu diria que a gente precisaria ser adivinho para saber, não é, o que é que acontece aí, Simone? E nós não temos, não é, possibilidade. A gente diria assim, nós sabemos tanto quanto você na situação. Se está acontecendo com você e você não sabe, que dirá nós aqui, não é, para interpretar isso, tá certo? Não sei se eh o o Júlio quer fazer algum comentário. A a Marcela é é isso mesmo, Carlos. Porque essa eh eh os sonhos a gente como é que você vai saber? Não tem como saber isso, porque você pode ter ficar impressionado com alguma coisa, você pode eh eh memorizar algo, tem, por exemplo, aqueles traumas nossos

s sonhos a gente como é que você vai saber? Não tem como saber isso, porque você pode ter ficar impressionado com alguma coisa, você pode eh eh memorizar algo, tem, por exemplo, aqueles traumas nossos que a gente guarda uma opção de tempo. Tudo isso contribui para que a gente esteja ligado num determinado fato, determinadas imagens, tudo. Aí elas param tempo, depois volta e não, realmente não dá para para saber não. Como interpretar isso. Tudo bem. Vamos para a seguinte, então. Eh, a Ângela Jucá, que está conosco há bastante tempo, desde que começou o nosso estudo, ela nos acompanha e ela colocou: "Uso de remédio antidepressivo pode dificultar a saída do espírito para o mundo espiritual durante o sono?" Olha, Ângela, nós vamos passar essa pergunta para algum especialista responder, não é? Agora, o que a gente pode adiantar para você é que depende, depende muito da pessoa, depende da de remédio, depende da dosagem do remédio, porque a gente sabe que tem pessoas que têm justamente experiência de desdobramento, não é, vendo o corpo quando está eh tomando algum remédio lá no hospital e tal e acontece esse tipo de coisa. Então a gente realmente nós vamos passar a pergunta, não é, aí para algum especialista responder, vai sair inscrito depois lá nos canais que a gente já informa, tá bem? OK. A a mesma Ângelo Jucá agora, eh, Marcela, alguns sonhos podem acontecer devido às nossas impressões e ou pensamentos. Como devemos proceder quando acordamos com uma sensação de sentimentos negativos? Já foi dada a resposta. você respondeu agora a pouco. É, é, sim. É isso, né? É, é, as questões podem sim, podem ser coisas do dia e em relação aos sentimentos negativos, sempre quando acordou, tá durante o dia, qual é a melhor ferramenta que nós temos? A prece. A prece pausada, calma, a prece onde você se entrega a essa comunhão com a espiritualidade superior. É a comunhão com a espiritualidade superior que vai fazer a gente melhorar a troca de fluidos do nosso perespírito e a recomposição dele para um dia mais

essa comunhão com a espiritualidade superior. É a comunhão com a espiritualidade superior que vai fazer a gente melhorar a troca de fluidos do nosso perespírito e a recomposição dele para um dia mais tranquilo. Muito bom. Agora aqui, Júlio, a Angélica disse: "Boa noite". na aula passada, seria no encontro passado, aprendemos que não existe determinismo e que a cada momento estamos mudando o nosso futuro. Como entender as revelações futuras que nos são trazidas nos sonhos? Ainda há pouco comentado também a respeito do assunto, né? É. E veja só, realmente a gente não deve, porque esse determinismo, a tudo que acontece na minha vida vai ter que acontecer independente da minha vontade ou não. Bom, aí você teria que descartarão de coisa. Então vamos rasgar toda a codificação, a ideia de Deus de tudo, porque poxa vida, nós seríamos marionetes e não não adiantava nada que que a gente poderia ter. Então, as revelações futuras que são trazidas no sonho, veja bem, a gente tem, como eu disse, a gente tem que saber interpretar. Será que eu sei interpretar o que eu vi? Será que eu estou tendo a percepção? Porque já que a percepção é do espírito, então o trouxe no sonho. Mas isso vai acontecer? Não sei. Pode ser um um um um uma sugestão. Eh, como foi colocado agora, Carl, que você deu esse esse exemplo aí de André Luiz da serpente. Tudo bem, não tem o menor sentido, mas tá bom. Se acontecer no momento certo, você vai lembrar. Às vezes eu tem, a gente tem aquele negócio que o pessoal da psicologia chama de insite, né? N um momento assim, você pá, tem aquele desperta assim, olha, vamos fazer isso, uma ideia, tudo. Então, quer dizer, isso são eh eh aquelas revelações no sonhos que a gente nem sempre canaliza para o o o a nosso nosso estado de vigília, porque não dá, é um exercício, mas olha, determinismo não existe, não existe. Nós somos o hoje, o hoje é o resultado da minha da minha ação no ontem. Então, a gente tá construindo a vida numa parede, tijolo por tijolo. Então, tô colocando aqui no

minismo não existe, não existe. Nós somos o hoje, o hoje é o resultado da minha da minha ação no ontem. Então, a gente tá construindo a vida numa parede, tijolo por tijolo. Então, tô colocando aqui no tijolo, tá? Então, esse determinismo, esqueça, não é bem assim. Nós temos o quê? Nós temos consequências. Nós temos consequências. É diferente. Marcela aqui é da Edna do Socorro. Ela cumprimenta, agradece. Sonhei uma vez que estava voando, uma sensação de liberdade. O espírito encarnado através do sono pode ter a liberdade de voar? Edna, essa é a forma que a gente eh se locomove, né, no plano espiritual. André Luiz coloca volitar, ele chama volitar. Eu acho que todos nós já sonhamos voando, né? É uma delícia mesmo. É muito bem. Eh, a Ângela Jucá perguntou aqui, eh, Júlio, qual a função orgânica, espiritual do sono e como podemos classificar os sonhos. Acho que bastante difícil de responder a segunda parte, né? Mas é, veja bem, eh, o sono, ele o sono não é igual. Você deitou X hora, acordou Y hora. Nesse intervalo de Y - X, você tem um determinado intervalo de tempo. Nesse intervalo de tempo, aí você tem aqueles estágios do sonho. O pessoal geralmente classifica, parece que em qu uns a transição entre tá acordado, tá dormindo. Depois você passa a ter um sono mais leve, onde você corpo vai se adequando à aquilo, reduzindo o ritmo cardíaco, respiração. Depois ele começa num outro estágio que é o sono profundo. E aí depois você vem do no no estágio último que é o sono profundo. E aí há o que acontece? Há todo uma reação química no corpo que vai de quê? que há a liberação de hormônios, eh, que estão ligados a o crescimento, a recuperação das células, tudo. Então, começa então uma atividade cerebral em que as pessoas diz: "Olha, você aqui, você começa eh assim, a gente já sabe, você é o momento que você tá, digamos, aprendendo algumas coisas". Eu diria assim, ó, digamos, é como se você tivesse arrumando o arquivo da mente, você tá colocando os arquivos nas pastinhas organizado para você ter ali

você tá, digamos, aprendendo algumas coisas". Eu diria assim, ó, digamos, é como se você tivesse arrumando o arquivo da mente, você tá colocando os arquivos nas pastinhas organizado para você ter ali aquele aquele aquele dado prontamente recuperado. Bom, isso é o que organicamente ocorre, porque a gente, o sono, a falta do sono, do sono leva o nosso corpo a fadiga. Isso aí é é fato. Então você precisa dormir, você precisa repor as energias, você precisa reconstituir as células, tudo. Algumas substâncias são produzidas no nosso corpo durante o sono. Então esse é a parte, digamos assim, orgânica, não é minha praia, mas é por aí. Agora, quando você pergunta a questão do do do que significa para para o PR para o do ponto de vista espiritual, aí veja bem, depende como você se prepara para o sono, depende também de como você conduziu o seu dia. Os hindus, eles têm uma história que diz assim que o pensamento é o alimento da alma. Ao final do dia você alimentou ou envenenou a sua alma. Então a gente precisa entender o seguinte, que eu estou me preparando para o sono desde o momento que eu me acordo. Como é que vai ser meu dia? Eu me estressei, eu não estressei. A gente, é fato, o nosso corpo ele reage, ele ele reage às nossas impressões, que são as impressões do espírito. Então aquilo eu eu até não posso deixar de levar em consideração que o meu pensamento, que é a atividade do espírito, o pensamento, as minhas emoções, que são as reações desses pensamentos no corpo, e aí eh eh pensamento, emoções, eu vou ter o quê? as reações no corpo e algumas delas redundam em ações, ações mesmo de fato, então construção de pensamentos, de de de estados estados emocionais, vibratórios, tudo. E tudo isso vai influenciar eh o o no meu sono e consequentemente nos meus sonhos. Então, a função orgânica é aquela que a gente tentou explicar aqui. Agora, a função espiritual, caso, é como você disse, é meio difícil você responder e vai muito de cada um. Como eu digo, a gente fala, tem que falar sempre na questão do

a gente tentou explicar aqui. Agora, a função espiritual, caso, é como você disse, é meio difícil você responder e vai muito de cada um. Como eu digo, a gente fala, tem que falar sempre na questão do estágio evolutivo do ser. Então, às vezes a gente pega o sonho aqui, o sono aqui, aproveita para dar uma escapolida e a gente vai fazer coisas eh eh ignóveis que a gente nem nem gostaria de fazer quanto encarnado, por quando de uma posição, por conta de uma convenção, tudo. Então, a gente libera aí, assim, chuta o pau da barraca, como o pessoal diz aqui, e você vai lá para para o que você quer, buscar prazeres que você não tem, você vai submundos que você não tem aqui. Se você tiver no estágio evoluído, que você tiver essa aspiração de de crescer tudo, você vai aproveitar conceitos, tudo. Então, é o refazimento, é o incentivo, é é aquele apoio que você recebe, avisos que a gente recebe, como a garotinha aí da avó, olha, você vai interpretar aquilo como a no momento certo eu vou lembrar, no momento certo eu vou eu vou saber. Eu contei aqui no início que eu tive um sonho quando eu era estudante que a gente resolveu um problema de matemática. que foi um amigo meu bom em matemática e me ajudou no sonho. Me ajudou no sonho. Me lembrei, anotei algumas coisas, pronto, e depois saiu a solução. Não saí de imediato, mas ao longo da semana, se eu não me engano, a gente conseguiu resolver a questão. Não sei se a resposta ficou clara, mas é o que a gente pode empreender agora. Carlos, você tá sem áudio. Você tá sem áudio, Carlos. Desculpa. Eh, a Aurilene eh, Moras coloca essa pergunta: "O sono sempre tem significado?" A gente já falou sobre o assunto, não é? Só vou agregar uma coisinha. Nem todo sonho, não é? Tem significado, porque às vezes tem um sonho que é mais orgânico. Você comeu, passou mal, não é? Aquilo atrapalha, você nem consegue se desprender direito, então tem um significado que comeu alguma coisa que não foi boa, né? Então, é bastante complexo essa questão. Eh, o às vezes a

ou mal, não é? Aquilo atrapalha, você nem consegue se desprender direito, então tem um significado que comeu alguma coisa que não foi boa, né? Então, é bastante complexo essa questão. Eh, o às vezes a gente tem um encontro no mundo espiritual, a gente lembra de parte dele, depois fica buscando o significado daquele foi um encontro com alguém que a gente conheceu, que a gente conhece, não é? Então, nem todo sonho tem qualquer significado assim especial, não é? Opa, agora eu deixei esse aqui. Tira para mim. Eh, cometi o engano aqui, por favor. Eh, eu tirei daqui antes do tempo. Vamos. Ah, eu acho que substitui agora automaticamente. Ângela Jucá. Isto. Pronto. Eh, ela colocou por que por sonho com pessoas ou lugares totalmente desconhecidos para nós aí, Marcelo. É, vamos, tem muitas perguntas sobre sonhos, né? Vamos eh vamos lá na pergunta eh 402, que o Kardec vai lá e pergunta como que os espíritos definem um sonho. Essa pergunta ela é importante para todos nós lermos novamente depois que terminar o programa. Então os espíritos eles falam mais ou menos assim pra gente que o sonho ele pode ser, ó gente, é pode ser, a gente não sabe, então é uma possibilidade. Pode ser lembranças do que nós fizemos durante o dia, do que nós pensamos durante o dia, do que nós nos preocupamos durante o dia. Pode ser lembranças do que fizemos enquanto estamos na na no plano espiritual, desdobrados. Pode ser. E lá pode acontecer tanta coisa, a gente pode encontrar pessoas, a gente pode estudar, a gente pode ir para lugar de vício, acontece tanta coisa. Então também pode ser isso. Eles dizem que nós podemos ter lembranças do nosso passado durante esse período que estamos com a alma emancipada. Então, pode ser também e pode ser que a gente tenha um conhecimento do futuro, uma précognição, um pressentimento. E junto a isso que os espíritos respondem a Kardec, a gente vai lembrar Manuel Flomeno de Miranda, que vem nos dizer da possibilidade de espíritos superiores ou inferiores projetarem imagens para que a gente

a isso que os espíritos respondem a Kardec, a gente vai lembrar Manuel Flomeno de Miranda, que vem nos dizer da possibilidade de espíritos superiores ou inferiores projetarem imagens para que a gente assimile. São imagens externas, não tem a ver conosco, mas são imagens para passar para nós que vão influenciar no nosso comportamento. Então, o espírito superior que vai mandar uma mensagem através de de dessa criação que eles fazem ou um espírito obsessor que faz isso pra gente ficar com medo, pra gente ficar apavorado. Então, os sonhos podem ser toda essa variedade que os espíritos colocam lá na resposta. A gente não tem como saber. Cada caso é um caso. A a o a higiene do sono antes de dormir e a higiene do acordar. Essa aí essa invenção, hein? Mas esse carinho ao acordar, ao se enxergar, ao se conhecer, a ver o que tá sentindo, isso é um trabalho para uma vida inteira. Nós não temos como responder nem para nós mesmos o que significa esses esses sonhos. Imagina responder para uma pessoa que a gente não conhece nem os hábitos, nem sabe. Então, cada um olhar para si e ver como é que isso funciona no coração e com o passar dos anos ir se conhecendo e conhecendo essas nossas essas nossas eh eh mensagens, imagens oníricas, como o Júlio falou, imagens oníricas. Achei, achei muito bonito. É interessante. Muito bom essa pergunta aqui, por exemplo, Ana Gabriela Batista, tenho sonhos bastante intensos, aí acordo sempre com o sentimento que estava passando no sonho, tanto bom quanto ruim. Isso pode ter algo espiritual? Pode, Ana, como pode não ter, não é? Tudo depende da situação que está acontecendo. Então, a gente não tem uma resposta taxativa para isso, tá bem? E a gente sente muito de não ter gente resposta para dar para certas coisas, porque não tem resposta, como a Marcela falou, é tudo uma questão de autoconhecimento pra gente identificar o que é que está acontecendo conosco. Os sonhos eles falam muito do que nós somos de fato. E é uma maneira, inclusive, da gente conhecer, saber o que que é que

e autoconhecimento pra gente identificar o que é que está acontecendo conosco. Os sonhos eles falam muito do que nós somos de fato. E é uma maneira, inclusive, da gente conhecer, saber o que que é que está acontecendo na realidade espiritual nossa, pelas companhias que a gente elege, né, o tipo de de de maneira como a gente desperta depois do sono. Então, a Giane Lima coloca aqui: "Olha, eu já sonhei com o meu irmão, com os meus pais já desencarnados, lembro perfeitamente cada detalhe desses sonhos. Fico tão feliz. Foi um reencontro?" Sim. Tudo indica que sim, não é? É ou não é, Júlio? Tudo indica que sim, não é? Tudo indica que sim. É porque é a mente é uma coisa tão fantástica que a gente tem às vezes a gente consegue a gente consegue criar coisas, fantasias, tudo isso, tudo isso depende. Então é é um um é um realmente é um capítulo assim muito subjetivo e que por conta dessa dessas possibilidades e aí são infinitas por quê? que cada um de nós tem uma realidade, cada um de nós tem uma vivência, cada um de nós tem um conhecimento, uma interpretação e e as coisas elas ocorrem assim. Então, não dá pra gente ter eh uma exatidão no responder determinadas determinadas coisas de questionamento. Por quê? Porque vai muito disso, vai muito da da de pessoa para pessoa. Cada caso é um caso. Então, tá bom. O que que eu sinto quando ouço uma música? Não sei, Marcelo. Pode sentir outra coisa de a mesma música que eu. E aí a música não é a mesma, o intérprete não é o mesmo, tal. Daí por quê? São coisas individuais. Os sonhos também tem coisa que é uma relação que só quem pode entender é quem sonhou. Muito bem. Aqui da Cleide, boa noite. Tenho dito, tenho tido, deve ser muitos sonhos estranhos, muito conflito que me deixa atordoada. O que fazer para ficar livre desse sonho? Já foi dito, não é? Prepare-se para dormir. Não deite simplesmente ore, peça ajuda ao seu mentor espiritual. Estamos repetindo o que já foi comentado, tá bem? A gente, inclusive, gente, esse assunto ele é tão, não é assim, demanda muito, a gente

ão deite simplesmente ore, peça ajuda ao seu mentor espiritual. Estamos repetindo o que já foi comentado, tá bem? A gente, inclusive, gente, esse assunto ele é tão, não é assim, demanda muito, a gente fica com muita curiosidade, mas se prestar atenção na fala dos do pessoal que tá expondo, muita coisa já tá respondida, tá bem? aqui. Eh, havia uma pergunta que eu sem querer tirei dali. O que que acontece com o espírito durante uma anestesia? Ele tá fazendo uma cirurgia, foi anestesiado. O que que acontece com o espírito? Eh, depende muito, sabe? Eu vou contar uma experiência minha. Eu em 2020 eu passei por três cirurgias. Na segunda, foi as duas primeiras foi de emergência, aconteceu uma coisa esquisita. Eu estava saindo do centro cirúrgico e minha esposa contou e eu ouvia minha esposa falando com alguém. Eu não sabia quem era, mas sabia que é minha esposa. Ela disse: "Ele tá assim tudo". E o que acontece? E o pessoal disse: "Olha, nós vamos estubar ele agora". E eu eu senti, eu vi aquele processo todo e o que eu tava anestesiado, tava anestesiado. Então, o que acontece com o processo de anestesia? você realmente você diminuiu sua atividade, você entrou como se fosse num sonho, um sono, sono profundo. Aí várias considerações que tem para o sono comum. Só que você tá foi levado ao sono por um por um agente externo, vamos chamar assim, foi um um medicamento, uma droga, tudo que fez com que suas funções cerebrais elas diminuíssem a tal ponto. Agora, a percepção vai ser a mesma do espírito. Tem tanto tem casos aí de de espíritos que vêm, assistem a sua cirurgia, o seu o seu corpo, vê tudo. Isso tem um um um porque, bom, deixa para lá que eu não lembro qual foi o livro, depois eu boto até nos no no no na grupo aí pra gente ver. Mas é é basicamente é é é isso que acontece. Muito bem. Nós temos aqui uma pergunta da Margarete. Todo sonho é um desdobramento? Salva aqueles sonhos que a gente, né, come passa mal e fica preso ao corpo ali, aí a gente fica todo confuso. Mas os outros sonhos todos são

i uma pergunta da Margarete. Todo sonho é um desdobramento? Salva aqueles sonhos que a gente, né, come passa mal e fica preso ao corpo ali, aí a gente fica todo confuso. Mas os outros sonhos todos são sim desdobramentos. O espírito no mundo espiritual, não é? Tendo as suas experiências e aí recorda ou não dessas experiências, correto? A Angélica fez essa pergunta. Durante o como o espírito está livre, sente ou tem ciência do que está acontecendo com o corpo físico? Também depende, né? É, depende, depende do estágio evolutivo, né? Som de coisa aí. Tem um as experiências quase morte. Depende aí, é os experiências de quase morte. É opinião. Cada um relata é uma uma coisa diferente, né? É isso. E varia de pessoa para pessoa, né? pessoa pessoa na situação. OK, gente. Muito bem. Aqui a Geane coloca: "Quando dormimos e no outro dia acordamos mais cansados, o que pode ser? Posso ter saído para trabalhos ou em lugares que nos traz energias deletérias? Você pode comentar, Marcela, rapidamente? Então, Jean, eh, pode ser, pode ser normalmente, né? Por aí a gente vai falar das experiências próprias. Quando a gente volta cansado, a gente relembra como foi, como a gente foi dormir, como foi o dia anterior, quais foram os meus pensamentos, onde eu fui, eh, o que eu li, né, o que eu elegi para mim durante o dia. Por aí você vai ver que se você esteve em lugares mais elevados ou se você esteve em lugares mais eh densos de de experiências mais terrenas, né? Eh, eu eu busquei o quê, né? A que eu fui em que eu fui buscar, né? A partir daí você tem a sua resposta. Quem pode responder isso é você, avaliando como foi os seus dias, como tá sendo o os seus desejos, quais são quais são os seus desejos, quais são as suas atitudes, como você está vivendo. Aí a gente se responde muito bem. Ah, são muitas as perguntas, o pessoal continua colocando perguntas, não é? Então, a Graziele Favreto coloca: "Podemos fazer alguma relação sobre pessoas que têm muito sono e dormem até de dia com a necessidade do espírito?

ntas, o pessoal continua colocando perguntas, não é? Então, a Graziele Favreto coloca: "Podemos fazer alguma relação sobre pessoas que têm muito sono e dormem até de dia com a necessidade do espírito? Esse espírito necessita estar mais tempo fora do corpo." Eh, eu diria que às vezes é preciso buscar o médico, né, para examinar se não existe alguma condição física que está levando a pessoa, não é? a necessidade de dormir demais, não é? Não tem não. Você acha que tem alguma relação, Júlio? Não vejo nenhuma relação tudo que eu vi até agora. Não, não. A gente porque a gente sabe que tá explicado que algumas algumas alguns distúrbios orgânicos levam a pessoa a ter um, digamos assim, um excesso de sono e aí dorme por mais tempo, tudo, tem questões metabólicas, enfim. Mas é, você tá correto, Carlos? A pessoa tem que procurar um médico. É natural que alguns tenham necessidade de um mais tempo de sono, não é? Para se sentir melhor durante o dia. Alguns dormem 4 horas na noite e se sente bem, outros precisam de 8 horas. Mas isso é da da condição de cada um, não é? Exato. Não é relacionado com a pergunta aqui, me parece. Muito bem. Vamos agora para essa aqui da Valéria Belas. Como diferenciar esta condição de desdobramento local, pessoas de um sonho? Vivo sonhando, mas sempre com situações diversas. Aqui também é é bastante difícil, né? Como é que você vai diferenciar o sonho? O sono nos leva a um desdobramento e pelo desdobramento nós temos os sonhos. Valéria, é mais ou menos por aí, tá? Então acho que não tem como diferenciar. Vocês vem aqui alguma saída? Não é, é isso mesmo. É, tem como diferenciar assim, não. Muito bem. O preparo para o sono interfere na emancipação da alma? Já foi comentado. E muito, e muito, muito, viu, Cláudia? Muito mesmo. Melhor é a gente se preparar bem para dormir, né? mais tranquilo. Ah, mas aí alguém pode dizer assim: "Eu me preparei muito bem e tive um pesadelo horroroso". Bom, considere que poderia ter sido muito pior ainda se não tivesse se preparado,

rmir, né? mais tranquilo. Ah, mas aí alguém pode dizer assim: "Eu me preparei muito bem e tive um pesadelo horroroso". Bom, considere que poderia ter sido muito pior ainda se não tivesse se preparado, não é? OK. Então, vamos ver. Agora nós estamos colocando, estamos quase chegando no horário, né? Não vai dar tempo de responder a todas não. Marlene Viegas, o espírito trata de quebrar os seus grilhões e de investigar no passado ou no futuro. Me explica, por favor. Obrigada. É, Marlene, veja só, essa questão é é muito, a gente precisa pensar bastante. Em que sentido você está preparada para saber exatamente eh o seu passado? ou ter revelado o futuro, não, o que pode ocorrer com seu futuro. A gente precisa pensar nisso. Eh, no mecanismo da reencarnação, uma das coisas que poucas pessoas compreendem a utilidade é a questão de você esquecer o esquecimento do passado. Mas veja só, como criaturas imperfeitos, muitas vezes a a lembrança, o conhecimento detalhado do passado poderia ser um um um fator de entrave, um fator de despertar determinados sentimentos que iriam nos prender e até agravar a nossa situação. Então, a gente precisa ter ter isso, porque o que acontece? Tudo, tudo que a gente passa tem um planejamento e nesse planejamento determinadas ferramentas são nos proporcionado para que a gente passe mais suavemente por algum alguma dificuldade. Então, ah, eu vou ter revelação de tudo. Não sei, não sei se eu estou eh eh apto a receber esse tipo de revelação. É só a gente imaginar o seguinte, olho. hoje, agora. Aí quando a gente olha para dentro de nós mesmos, é por isso que lá no no livro espíritos, eu não sei se é 919, eu conhece a ti mesmo, é muito importante, porque puxa vida, o que que eu sou? O que que eu sou agora? O que é que eu sou? Não é assim, você vai olhar o seu nome, seu endereço, seu per, não. Que que você é? Espírito, você espírito, que é que você é? Aí quando a gente começa a analisar as nossas mazelas, as nossas fraquezas, como é que eu iria suportar, como é que eu iria vivenciar

r, não. Que que você é? Espírito, você espírito, que é que você é? Aí quando a gente começa a analisar as nossas mazelas, as nossas fraquezas, como é que eu iria suportar, como é que eu iria vivenciar isso ou aquilo, aquela revelação ou isso. Então é é é muito é muito subjetivo isso, como todo esse capítulo que a gente tá estudando. Então depende depende muito do seu estágio, da sua capacidade de de compreender, de absolver, entender qual é a sua verdadeira missão. A gente vê isso nos nos aros que a gente tem aí. Vamos pegar o espírito Emmanuel, por exemplo, as experiências que Emmanuel teve ao longo das suas encarnações. Paulo, o apóstolo, veja que a transformação que ele teve, as fases que ele pegou numa encarnação só. Será que a gente suportaria aquilo tudo? Será que a gente seria capaz de de de ter revelado isso e e e tá tranquilo? Não sei. A gente precisa pensar. As coisas não acontecem de sobressalto. Nada da natureza é assim, ó. tem um trabalho em cima disso. Carlos, só para complementar essa fala do Júlio. Então, quando a gente tá com a gente eh está desdobrada, faz a emancipação da alma, é possível que a gente entre em contato com esse conteúdo passado ou tem uma pré-ciência? Então, os espíritos falam que sim, que é possível, só que tem que ter um fim útil. É isso que o Júlio explicou. Para que que é? Então, quando isso acontece, tem um fim útil para nós. Quando se a gente sonhar e eh com alguma coisa que vai acontecer, preste atenção, porque é para você agir diferente para aquilo não acontecer, se preparar. E se a gente olhar o passado, é para você também, se tem uma função útil, se olhe para aquilo, pergunte para você mesmo, peça, auxílio pro seu anjo da guarda para você receber a resposta, mas sempre tem um fim útil. Isso aí. Muito bem. Eh, vou só colocar mais essa duas perguntinhas rapidinho para responder, porque o nosso tempo acabou. Boa noite a todos. Sonhei com minha mãe que desencarnou há do anos. Eu abraçava ela através de uma janela com grade e

mais essa duas perguntinhas rapidinho para responder, porque o nosso tempo acabou. Boa noite a todos. Sonhei com minha mãe que desencarnou há do anos. Eu abraçava ela através de uma janela com grade e chorava muito. Será que ela está sofrendo ou eu? Bem, eh, a gente normalmente pode chorar por saudades também, não é? Não dá pra gente saber exatamente. Agora, o que vale, Clarice Oliveira, é a gente orar numa situação dessa. Ore pela sua mãe, não é? Peça amparo por você, porque possivelmente dentro de algum tempo você tem um sonho totalmente diferente disso, não é? Então, a melhor coisa fazer é orar pelos nossos familiares, tá certo? E essa outra aqui que é a última. Eu tive um sonho que se ocorreu igualzinho. Eh, ela estava em Porto Alegre, pelo que eu entendi, acompanhando minha irmã e filhos diante da morte de sua sogra. Quando me vi no ambiente do sonho, me espantei. Isso seria um tipo de premunição? Com certeza. Antecipou uma coisa que ia acontecer no futuro, é premunição, não é isso? Muito bem. Exato, gente. É isso, né? Vamos então é pode acontecer, não é? Da da de fazer alguma antecipação, como a Marcela acabou de falar ali. Muito bem, gente. Então, nós vamos ficamos aqui com ainda 21 perguntas. Os nossos eh entrevistados de hoje, convidados de hoje, vão eh responder essas perguntas e será publicado, né, nos locais que a gente vai falar agora. Todos os nossos encontros semanais, eles ficam gravados e disponíveis gratuitamente. O estudo está disponível também podcast, no Spotify e nas demais plataformas de audereaming. Para maiores informações acerca desse estudo aqui, acesse o nosso Telegram. Estudo é @studo_le_feb. Para encontrar todo o conteúdo do estudo, basta você acessar o www.febtv.com.br/estudotracinhole. A FEBTV ela disponibiliza três oportunidades de estudo das obras básicas do espiritismo. Esse nosso aqui, estudando o livro dos espíritos, toda segunda-feira 20 horas, estudando o livro dos médiuns, toda terça-feira 20 horas. Estudando o Evangelho Segundo

das obras básicas do espiritismo. Esse nosso aqui, estudando o livro dos espíritos, toda segunda-feira 20 horas, estudando o livro dos médiuns, toda terça-feira 20 horas. Estudando o Evangelho Segundo Espiritismo na quinta-feira às 21:30. Esse é mais tarde. Pedimos que você apoia a FEB TV, por gentileza, ajude a manter este e outros estudos no ar acessando febtv.com.br. Nosso próximo estudo é a continuação do tema que nós abordamos hoje nas questões 406 a 412. Leia antes. Considere se a sua pergunta já não será respondida ali naquilo que está escrito aí. Isso ajuda muito, tá bem? Obrigado a todos. Um grande abraço. Obrigado, Marcela, Júlio, as nossas intérpretes para Libras e a você que acompanha de casa, o nosso abraço muito carinhoso. Até a semana que vem. Estudando o livro dos espíritos. Um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Ja.

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