#55 Estudando O Livro dos Espíritos - Recordação da existência corpórea - parte 2

Mansão do Caminho 24/05/2022 (há 3 anos) 1:07:52 3,783 visualizações

A Mansão do Caminho, em parceria com a Federação Espírita Brasileira, inicia o estudo sequenciado da obra O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec. Semanalmente, toda segunda-feira, às 20h, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo. Encontro 55 - Capítulo 6 - Da vida espírita, da 2ª parte de ‘O Livro dos Espíritos’ — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos – Recordação da existência corpórea – Perguntas 313 a 319 - estudo 2

Transcrição

Estudando o livro dos espíritos. Um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Olá, queridos amigos. É com muita satisfação que estamos mais uma vez juntos para uma nova edição do Estudando o Livro dos Espíritos. E hoje queremos dar as boas-vindas, queremos dar as boas-vindas aos participantes, ao Carlos, nosso companheiro aqui na apresentação do programa, as intérpretes para Libras, Andreia Beatriz e Ariane Rabelo, que já vai estar conosco, e aos nossos convidados de hoje. Luciano Alencar, colaborador do departamento jurídico da Federação Espírita Brasileira, é advogado, professor e empresário e Mary Jane, presidente da Federação do Estado de Alagoas. Sejam todos muito bem-vindos e aproveitamos também para agradecer aos nossos parceiros de transmissão simultânea. Muito bem, Cris. Nossa saudação fraterna. Satisfação estarmos juntos aqui na atividade, Marijane. Uma satisfação muito grande, Luciano e as nossas intérpretes para Libras. Uma satisfação. Você que está em casa aí, receba o nosso abraço muito carinhoso. Hoje nós vamos seguir com o estudo do capítulo 6 da vida espírita com o tema recordação da existência corpórea, que a gente já estava tratando. E vamos aqui das perguntas 313 a 319, se o tempo nos permitir. Vamos iniciar perguntando aqui paraa Mari Jane, por favor. Mariane, na 313. O homem que neste mundo foi feliz deplora a felicidade que perdeu, deixando a terra. E aí, né, Carl? Então, antes, boa noite a todos. Boa noite que vocês que estão nos acompanhando. Eu recebo um abraço do Paraíso das Águas, Mace Alagoas. E hoje quase, realmente, literalmente com água, que daqui a pouco vai chover pesado, né? Mas tudo bem, né? Então, gente, respondendo a essa questão 13 e 13, eu vou ler a resposta e vou fazer o comentário logo depois, certo? Só os espíritos inferiores podem sentir saudades de gozos condizentes com uma natureza impura qual a deles. Gozos que lhe acarretam a expiação pelo

esposta e vou fazer o comentário logo depois, certo? Só os espíritos inferiores podem sentir saudades de gozos condizentes com uma natureza impura qual a deles. Gozos que lhe acarretam a expiação pelo sofrimento. Para os espíritos elevados, a felicidade eterna é mil vezes preferível aos prazeres efêmeros da Terra. E essa resposta é muito linda, gente. É uma resposta que trabalha o valor da felicidade. Os espíritos amigos, eles nos fazem refletir, pensar que felicidade é essa, que para nós ainda é um pouco, digamos assim, um pouco distante da nossa compreensão. E para que nós possamos adentrar nessa resposta mais profundamente, nesse entendimento que os espíritos superiores estão nos trazendo, nós vamos refletir rapidamente sobre duas questões do livro dos espíritos, a questão 614 e a questão 621. A 614, ela abre a terceira parte do livro dos espíritos das leis morais e ela faz a seguinte indagação: o que se entende por lei natural ou lei da natureza? E a resposta, ela é fantástica para que nós possamos compreender a nós mesmos a nossa felicidade, a nossa tristeza, aquilo que nos envolve. Eles respondem assim: "Presta atenção, né? A lei de De a lei natural é a lei de Deus. É a única e verdadeira para a felicidade do homem. Indica-lhe o que deve fazer ou deixar de fazer. E o homem só é infeliz quando dela se afasta. Olha que fantástico. A lei de Deus estão dizendo o quê? que a lei de Deus foi criada para a felicidade dos seus filhos, para a nossa felicidade. Tornamos-nos infelizes porque nós viramos as costas para ali. Mas prestem bem atenção, infelicidade aqui não é contrário de felicidade, porque não existe contrário de felicidade. O infelicidade aqui, o in é um prefixo de negação. Aí tá a grande responsabilidade. Nós nos negamos a ser felizes, porque a felicidade não tem contrário. Não tem contrário. Nós negamos a nos tornarmos felizes porque contrariamos a lei de Deus. Viramos as costas pra lei de Deus. Por isso, tornamos-nos tristes, infelizes, sofremos, assumimos as

ontrário. Não tem contrário. Nós negamos a nos tornarmos felizes porque contrariamos a lei de Deus. Viramos as costas pra lei de Deus. Por isso, tornamos-nos tristes, infelizes, sofremos, assumimos as responsabilidades diante dessa situação. E quando eles falam dessa felicidade maravilhosa, é porque eles já vivenciaram, já escolheram e escolheram melhor nesse instante. E essas escolhas infelizes nos atormentam sobre a maneira, porque como diz na questão 621, onde encontram-se as leis de Deus? Todo mundo em couro agora. na consciência. Aí é por isso que fica nervoso, estressado. É por isso que o coração bate mais forte, vem ansiedade, vem depressão, aí vem aquela tristeza na alma, aquela vontade de fugir, vontade de correr, vontade de chorar, vontade até de partir pra violência, porque é uma forma de se expressar, são formas de eh são eh expressões depressivas, na verdade, diante da lei que nós escolhemos contrariar. por isso tornamos-nos infelizes. Então, essa questão ela é fantástica quando eles nos colocam essa essa essa finalidade, esse ponto de eh de sermos felizes. Aí a felicidade é nossa, as leis de Deus é paraa nossa felicidade. O convite que nos faz é refletir para trabalhar conscientemente o que é a felicidade, o valor da felicidade e trabalhar principalmente a paz na nossa consciência. Aí nós vamos compreender o sentimento da felicidade com que eles relatam essa questão extraordinária que nós acabamos de refletir. É realmente maravilhoso, né, Mary Jane? Muito bom. A gente ac eh fiz assim, a gente acaba com qualquer eh eh encurtamento de caminho com livro de autoajuda. Simples assim. Vamos cumprir a lei divina que a gente vai alcançar a felicidade. Simplesmente assim. Simples assim. Tem temamente não. Simples assim. E se complicar a história mais ainda isso. Mas como é que eu vou fazer isso? Questão 625. Exatamente. Maravilhoso. 625. Muito bom. Olha, devolvendo carinho a todos que estão se manifestando aqui pelo meu retorno, eu também tô muito feliz de estar aqui. E vamos tocar o

er isso? Questão 625. Exatamente. Maravilhoso. 625. Muito bom. Olha, devolvendo carinho a todos que estão se manifestando aqui pelo meu retorno, eu também tô muito feliz de estar aqui. E vamos tocar o barco. E a próxima questão agora é pra Luciano. Luciana, eh, uma questão para você, atinente, é a questão 314. Aquilo que aquele que deu começo a trabalhos de vulto com um fim útil e que os vê interrompidos pela morte, pela desencarnação, lamenta no outro mundo tê-los deixado por acabar. Boa noite, Cris, Carlos, Mary Jane, intérpretes de Libras e todos aqueles conectados conosco aqui na FEB TV. Ó, a resposta dos espíritos é muito clara. Eles dizem que não, porque vê que outros estão destinados a concluir, concluir os trabalhos que eles começaram, né? Os espíritos diz assim que trata, ao contrário, de influenciar outros espíritos humanos para que os ultimem. Seu objetivo na Terra era o bem da humanidade. O mesmo objetivo continua a ter no mundo dos espíritos. Ora, existe para todos nós que aqui estamos um planejamento. Nós temos tarefas, nós temos missões a serem cumpridas. E quando nós estamos aqui desenvolvendo esse trabalho, esse trabalho importante de vulto para ser útil paraa humanidade, nós devemos saber que nós não estamos sozinhos e que na nossa impossibilidade de levar a tarefa adiante, outros irão nos secundar e dar sequência a essa tarefa, a esse trabalho. E eu gostaria de ilustrar aqui com alguns exemplos essa resposta dos espíritos. Vamos começar pelo próprio professor Allan Kardec, né? Quando ele deixa aqui o trabalho de vulto que fazia na codificação e na divulgação do espiritismo, com a partida dele, nós tivemos os continuadores que consolidaram esses ensinamentos, como, por exemplo, Leon Deni, né? um dos grandes continuadores do professor Kardec. Não podemos nos esquecer do Gabriel Delane, do Camilo Flamarion, da própria Améli Buddê, que deram sequência nesses trabalhos. E se pensarmos aqui mais pertinho de nós, né, como nós estamos aqui em Minas Gerais, a gente

uecer do Gabriel Delane, do Camilo Flamarion, da própria Améli Buddê, que deram sequência nesses trabalhos. E se pensarmos aqui mais pertinho de nós, né, como nós estamos aqui em Minas Gerais, a gente nunca pode esquecer a figura do Chico Xavier, não é? esse grande continuador da obra espírita que traz para nós o desenvolvimento das ideias, que traz para nós a aplicação dessas ideias, não é, através da sua própria vivência. Então, eh, em síntese, o que que nós podemos entender? Aquele espírito que está aqui desenvolvendo uma tarefa útil paraa humanidade, a falta dele não impedirá a sequência daquele trabalho, daquela missão que será continuada por aqueles que estiverem afinizados com a tarefa. Porque quando nós estamos aqui na terra, nenhum de nós chega aqui de forma isolada. Nós chegamos aqui em grupos, nós chegamos aqui em famílias. E é muito comum que nessa família espiritual na qual nós estamos vinculados, um possa apoiar o outro na continuação dos trabalhos úteis à humanidade. Então isso deixa o espírito bastante tranquilo. Ele sabendo que outros vão continuar a obra, ele então não fica com aquele pesar, né? ele não fica com aquele sentimento de que o trabalho vai ser interrompido. Nós, eh, não somos uma ilha, nem como espíritos. Nós somos todos vinculados, interdependentes, e essa interdependência permite que a obra continue apesar de nós. Nenhum de nós aqui é insubstituível. E se me permitem, até um caso muito curioso aqui do nosso Chip Xavier. sobre isso. Eh, eu vou aqui em um minutinho resumir. Pessoal da União Espírita Mineira chamou o Chico Xavier para uma tarefa em Belo Horizonte e a essa época ele morava em Pedro Leopoldo e o transporte à época era feito de trem. Então ele foi rápido paraa Ferroviária, pegou o trem porque o presidente da União Espírita Mineira época disse que ele era imprescindível para o trabalho. Então logo ele pega o trem, vai de uma forma corrida para Belo Horizonte, quem que aparece lá para ele, né, dentro do trem? O Emanuel não é o seu benfeitor. E

e ele era imprescindível para o trabalho. Então logo ele pega o trem, vai de uma forma corrida para Belo Horizonte, quem que aparece lá para ele, né, dentro do trem? O Emanuel não é o seu benfeitor. E só faz para ele uma pergunta assim: "Chico, então quer dizer que você é imprescindível? Sem você a tarefa não vai acontecer, Chico?" É isso mesmo? Aí resultado. Na próxima estação, o Chico desceu do trem e pegou um trem de volta para Pedro Leopoldo, porque nenhum de nós é imprescindível, insubstituível, né? O trabalho não acaba pela ausência de um de nós. Muito bem. Nessa sequência, Marijên, assim, na linha do que o Luciano tá está examinando, Kardec continua perguntando na 315 e eu vou agregar uma uma continuação da pergunta de Jeane Lima aqui. Ele, Kardec, pergunta assim: "E o que deixou trabalhos de arte ou de literatura? Conserva pelas suas obras o amor que eles tinha quando vivo?" E também a questão do apego ao centro espírito. Um trabalhador voluntário de uma casa espírita, quando desencarnar, ele pode continuar trabalhando nesse centro espírita com os amigos espirituais? Essa é a nossa preocupação, né? O nosso desejo dar continuidade, conquistarmos. É conquista. É conquista, não é? Isso é conquista. Mas vamos lá, respondendo aind primeira pergunta, né? eh, de acordo com a sua elevação, aprecia-se de outro ponto de vista e não raro conden maior admiração de causa. Essa questão ela é muito interessante porque ela ela ela ela trata da questão da literatura e da arte. E naquela naquele momento, no século XIX, né, essa essa situação, essas questões, elas estavam e em pela fermitação naquele momento, né? Mas basicamente o que os espíritos nos convidam a refletir é sobre a visão terrena e a visão espiritual. Isso. Então eles pegam essa eles estabelecem essas duas condições, essas duas situações. Uma coisa é estarmos aqui nessa nessa, nessa nessa prisão aonde os nossos sentidos eles estão sob certos limites, certas certas eh em certas condições. Então, tudo aquilo que se

essas duas situações. Uma coisa é estarmos aqui nessa nessa, nessa nessa prisão aonde os nossos sentidos eles estão sob certos limites, certas certas eh em certas condições. Então, tudo aquilo que se produz, tudo aquilo que se trabalha, que se desenvolve, vem claro sobre uma inspiração. Eu acredito que é André Luiz, meu Deus, me ajudem, por favor, que eu sou, a gente, a gente leu um bocado de coisa, mas eu sou, não retenho, eu retenho o a situação. O livro às vezes me escapa, né? Aquela obra eh de Rambran, né, que ele foi lá, ele quando chegou no mundo espiritual, ele disse: "Ah, tem uma cópia aqui". Não, a cópia não é aquela que tá lá no no L, não. A cópia lá é a cópia. Essa aqui é o original. O original tá aqui com a gente no mundo espiritual, né? Porque é no mundo maior de André Luiz. Pronto. André Luiz, a visão se dilata, os sentimentos se ampliam, tudo fica muito mais perceptível. Eu lembro que eu assisti uma uma há muito tempo atrás uma palestra do Divaldo, palestra raiz do Divaldo, aquelas palestras bem antiga mesmo, viu? em que ele contava um fato eh relacionado a Bethoven. Ele dizia que estava ouvindo, apreciando, né, a a aquele aquela música maravilhosa. E ele perguntou: "Joana, mas por que do desse homem com esse talento de repente ele ia aos poucos perdendo a audição?" Aí ele diz, ela resp ele no no na palestra, ele respondeu porque ele se comprometeu em trazer a música celestial para a terra e ele precisava silenciar das questões mais efêmeras da materialidade para poder acessar a sublimidade espiritual, a sublimidade das músicas celestiais. ela utilizou esse termo. Então, o que ele tá mostrando nessa questão é isso. Enquanto nós estamos aqui na Terra, por mais belo que nós possamos eh traduzir, colocar, desenhar, fazer as coisas acontecerem, o original encontra-se no mundo espiritual. Então a questão da visão e quanto a nós trabalhadores da última hora trabalhando no sufoco para ser dos trabalhadores da primeira hora do mundo de regeneração, precisamos trabalhar, precisamos

ritual. Então a questão da visão e quanto a nós trabalhadores da última hora trabalhando no sufoco para ser dos trabalhadores da primeira hora do mundo de regeneração, precisamos trabalhar, precisamos desenvolver em nós a força íntima para vencer as nossas dificuldades, as que são muitas, é verdade. Mas uma coisa, possamos ter certeza, nós estamos aqui para a felicidade. Na atual reencarnação, os acontecimentos que nos envolvem são de acordo com as nossas escolhas. E nós precisamos melhorar as nossas escolhas para ter uma dilatada sobre a terra que Deus nos dará. Então, só depende de nós. A vontade já se tem. Vamos fazer essa execução para conquistar aquilo que nós desejamos. e continuar servindo na seara do Cristo e continuar nessa doutrina maravilhosa e em particular na pátria do evangelho. Maria Jane e a Renata Dantas fez uma correção aqui é no livro Os Messageiros. Ela leu hoje capítulo 16 corrigido aí para todo mundo. Eu de memória tava pensando que era no mundo maior aqui. E Marijân o que você colocou vale também para aquele que quer continuar trabalhando no centro espírita, não é isso? por favor, vamos continuar trabalhando. Precisamos. Muito bom. Olha, agora próxima questão aqui pro Luciano. No além, Luciano, o espírito se interessa pelos trabalhos que se executam na Terra, pelo progresso das artes das ciências, conforme a sua elevação ou a missão que possa ter que desempenhar. Muitas vezes o que vos parece magnífico, bem pouco é para certos espíritos que então o admiram como o sábio admira a obra de um estudante. Atentam apenas no que prove a elevação dos encarnados em seus progressos. Bom, lembrando que a Meridiane aí se referiu à música, né, e a questão versa sobre a ciência e sobre as artes, nós podemos, por exemplo, aprofundar um pouquinho mais nessa ideia da música, porque essa questão até já foi estudada aqui quando da análise da pergunta 251 do livro dos espíritos, não é? aonde o professor Kardec também faz essas perguntas sobre a música, na nossa

ia da música, porque essa questão até já foi estudada aqui quando da análise da pergunta 251 do livro dos espíritos, não é? aonde o professor Kardec também faz essas perguntas sobre a música, na nossa música terrena em comparação com a música celeste. E os espíritos respondem que a música, se comparado a música terrestre com a música celeste, é como se a nossa música se equiparasse ao canto de um selvagem. Então, olha só, se nós pegarmos uma suave melodia dessas aí de Beethov, né, que foi referido e compararmos com a música celestial, ainda assim a nossa música pode ser comparada a um canto selvagem. Significa o que com isso? que a percepção dos espíritos, né, a nossa percepção fora da dimensão da matéria é muito mais elaborada, é muito mais refinada, é muito mais aperfeiçoada. Isso também acontece no universo das ciências. E nós podemos lembrar aqui rapidamente alguns cientistas que durante muito tempo pesquisaram, né, eh, soluções paraa ciência humana e acabaram trazendo as respostas depois de uma noite de sono. Há quem diga que uma boa noite de sono é muito importante para nossa vida. Por quê? Porque nós, enquanto aqui dormimos, o nosso espírito, ele pode ser emancipado corpo e junto com os espíritos, na esfera da ciência, na esfera das artes, na dimensão espiritual, nós podemos nos apropriar desses conhecimentos, podemos estudar, ter aulas, apre esses conhecimentos e trazermos aqui pro universo material. E quando nós despertamos no corpo, nós temos ali aquela ideia, aquela solução, aquela obra que nós então materializamos aqui entre os encarnados. Então, por isso que para o espírito fora da matéria, conforme o seu a o seu nível evolutivo e a missão que ele tenha que desempenhar, ele vai acompanhar, ele vai nos tutelar aqui na Terra até também nos inspirando para que nós possamos desenvolver a ciência em benefício da humanidade. E podemos trazer aqui o Belo, né, nas suas mais amplas manifestações através da literatura, da música, da pintura, da dança e assim sucessivamente. Então,

nvolver a ciência em benefício da humanidade. E podemos trazer aqui o Belo, né, nas suas mais amplas manifestações através da literatura, da música, da pintura, da dança e assim sucessivamente. Então, podemos ver que é relativa, né, esse interesse dos espíritos pelos trabalhos humanos vai ser relativo, conforme o nível de adiantamento do espírito. que em síntese, qual que é o interesse dos espíritos mais elevados, aquilo que também nos eleva enquanto encarnados, aquilo que ajuda a promover o progresso, a evolução terrena. Eles se interessam por esses esses temas, esses assuntos. Se nós fizermos a nossa parte, fizermos o nosso melhor, eles vão se interessar pelo trabalho que nós vamos aqui canalizar, vindo das dimensões superiores para a Terra. Muito bom, Maran. Nós temos algumas perguntas da semana passada que ficaram. A gente vai colocar uma para você agora antes da da pergunta que está prevista aqui na sequência do livro dos espíritos. Eh, foi deixada na semana passada. Estou a cada dia me interessando mais pelo espiritualismo. Gostaria de saber se a busca por conhecer sobre suas vidas passadas ajuda ou atrapalha na busca de se viver a vida presente de forma a consertar erros do passado e levar uma vida mais correta, buscando a evolução do espírito? Será que é bom ficar procurando saber do passado? O passado é uma porta que já tá fechada, é um momento que já foi encerrado. O passado ele passou, é o nosso ontem que já foi escrito. Nós agora estamos construindo uma nova história sobre as bênçãos de uma nova oportunidade através da reencarnação. Como eu posso perceber os erros e os acertos? Eu preciso conhecer a mim mesma, perceber como eu me encontro, como eu me sinto, como eu anseio, as minhas dificuldades, tudo quanto me envolve, eu preciso analisar, parar, pensar, refletir. Aí eu posso perceber as dificuldades até do ontem, mas ir em busca do ontem para resolver o outro, deixa quieto. Hoje, por si só, já vem cheios de desafios para o nosso, para nós convivermos, enfrentarmos e tomarmos as

er as dificuldades até do ontem, mas ir em busca do ontem para resolver o outro, deixa quieto. Hoje, por si só, já vem cheios de desafios para o nosso, para nós convivermos, enfrentarmos e tomarmos as resoluções com vistas ao amanhã. Pensemos assim: o ontem já está escrito, o hoje nós estamos escrevendo para construir o nosso amanhã. O que passou passou, mas o nosso futuro nós estamos decidindo nesse momento. Então, seguimos adiante, confiantes que estamos aqui para vencer. E nós vamos vencer. Estudemos. O Espiritismo. É uma doutrina que nos liberta através dos conhecimentos que ele nos traz, principalmente quando nós percebemos que somos imortais. Esse é o grande, é o grande eh, digamos assim, a grande verdade para todos nós. Quando nós nos percebemos imortais, aumenta as nossas responsabilidades, aumenta a nossa responsabilidade para com a nossa vida, para com a vida do próximo, porque nós sabemos que as minhas decisões terão consequências. O mal que eu fizer, por exemplo, a Cris, eu não fiz o mal apenas paraa Cris, eu fiz o mal pra Cris, para a família da Cris, para o Carlos, que tem muito carinho por ela, para todos vocês. De alguma forma eu vou atingir. Eu não faço mal para uma pessoa, mas o bem que eu fizer pra Cris, o sorriso que ela distender nesse momento, todos aqueles que envolvem vão vibrar nessa felicidade também. Então, procuremos fazer o bem, seguir no bem para termos uma umas escolhas mais favoráveis do amanhã. Deixa o passado. Passou, passou, não adianta mais. Ó, eu fiz aqui uma equação matemática, Mary. Olha, o bem que você me fizer e você já me faz muito bem, minha amiga. Você me deixa feliz, deixa o meu amigo espiritual feliz e deixa o seu amigo espiritual feliz. Então a conta já é de três para um, já é deção. Vamos aumentar essa matemática, não é isso? Nós aqui também. A gente que está buscando o caminho, quando vê alguém fazendo bem, a gente se emociona, não é? Pelo bem que a outra pessoa está recebendo. Com certeza. Essa equação tem que dar saltos

Nós aqui também. A gente que está buscando o caminho, quando vê alguém fazendo bem, a gente se emociona, não é? Pelo bem que a outra pessoa está recebendo. Com certeza. Essa equação tem que dar saltos quânticos. Quânticos. Com certeza. A vida é o convite com a felicidade. Todo nos convide da felicidade. É isso mesmo. Olha, diga, Luciana, deixa eu só contribuir contigo aí um pouquinho. Eh, que a pessoa que fez a pergunta, ela indaga se a percepção, o conhecimento do que foi poderá ajudá-la a lidar com as situações do presente. Então, independente da gente fazer essa regressão de memória e lembrar, nós podemos lembrar que os sinais que acontecem nas nossas vidas todos os dias já são umas dicas daquilo que nós fomos e daquilo que nós precisamos de melhorar, de aperfeiçoar. Então, é só nós nos perguntarmos, né, qual que é o tema que mais nos visita diariamente. Esse aí é um sinal de Deus para nós sermos melhores agora. Isso, esquecendo o passado lá. onde ele está, que ele é a nossa bagagem, mas percebendo o final no o sinal no presente para nos adequarmos agora. Isso. E se for necessário, né, Luciano e Mari, se for necessário mesmo, né, Cris, nós lembraremos de maneira espontânea se for necessário algum momento, que é muito raro ser necessário, porque normalmente o esquecimento é uma bênção, não é, para que a gente continue a nossa, como a Mari explicou. Muito bem. Perfeito, Luciano. Já que a gente tá nesse momento de recordação temática da semana passada, eu vou te colocar uma pergunta. Eh, quando um ente querido, né, regressa à pátria espiritual, devemos esperar algum tempo para dar, por exemplo, para doar, por exemplo, as roupas, mudar a configuração dos aposentos? Qual é o procedimento ideal, Luciano? Então, os espíritos nos dão a dica de que a partir do momento que há a morte do corpo físico, a maioria de nós já não lega mais importância ao corpo, aos objetos, às coisas que ficaram aqui. Porque se o corpo é visto por nós como uma ferramenta que foi útil, mas que

há a morte do corpo físico, a maioria de nós já não lega mais importância ao corpo, aos objetos, às coisas que ficaram aqui. Porque se o corpo é visto por nós como uma ferramenta que foi útil, mas que agora vai se transformar através dos processos materiais e ele não vai ter mais relevância para nós, os parentes que ficam precisam de treinar o desapego. Então, se desapegarem de roupas, de objetos, vai fazer bem pros encarnados, não é? Porque eh é muito comum nós vermos em toda parte a pessoa guardar algumas relíquias, né? Alguns objetos pessoais. fotografias e etc. E cada vez que a pessoa toca ali aquele objeto, volta aquela lembrança, né? volta à memória do que aconteceu de relevante e acaba que o próprio encarnado fica sofrendo com isso. Então, não há sim um tempo certo paraa pessoa se desapegar das coisas, mas a dica que nós podemos dar é que quanto mais rápido nós nos desapegarmos de daquilo que faz a energia ficar condensada, que faz a energia ficar paralisada, é melhor para todo mundo. O desencarnado já foi. E o encarnado precisa de se desapegar das coisas e guardar na sua memória aquilo que foi bom, aquilo que foi útil, aquilo que promoveu o progresso das criaturas. Porque os objetos pessoais já cumpriram a missão, né? já tiveram a utilidade deles e agora não vão ter mais utilidade nenhuma para os espíritos, porque os espíritos quando voltam aqui não voltam por conta dos objetos, eles voltam por conta dos nossos pensamentos. Nós atraímos os espíritos pelos nossos pensamentos, pelas nossas vibrações, pelos nossos sentimentos e não pelo porte de um objeto que tenha sido desse espírito. Então, via de regra, essa seria a nossa sugestão. É claro que, CR, se a gente tivesse tempo, poderíamos falar da psicometria, mas é um dado científico que precisa de ficar para um momento oportuno. Então, vamos desapegar. Vamos levar uma vida mais leve, vamos doar aquelas coisas que podem ser úteis para alguém. Por exemplo, o Brasil vive aqui um momento de frente fria, né? Na nossa cidade aqui

. Então, vamos desapegar. Vamos levar uma vida mais leve, vamos doar aquelas coisas que podem ser úteis para alguém. Por exemplo, o Brasil vive aqui um momento de frente fria, né? Na nossa cidade aqui na Serra da Mantiqueira, essa semana tivemos 2º. Então, às vezes tem um cobertor, tem um agasalho lá da pessoa que faleceu e que pode ser muito útil e aquecer a vida de alguém que tá passando frio, né? Muito bem. E Mari, vamos voltar aqui para 317, então, do livro dos espíritos. E após a morte, conserva os espíritos o amor da pátria? Essa pergunta, ela é bem interessante, né? Essa essa proposta de Kardecosta dos espíritos, elas nos dão assim uma ampliação para o nosso entendimento, porque aqui eles estão trabalhando a questão da família, a família universal, a família consanguínea, a família por afinidades. Ele tá trazendo essa reflexão, ele tá trabalhando essa ideia da pátria espiritual. E de parte espiritual a gente entende, né, que tudo nosso é vai retornar paraa parte espiritual. Um dia na parte espiritual partiu para pátria espiritual. A gente já tem essa essa essa fala já é muito nossa espírita, né? Mas a resposta dos espíritos na primeira parte, ele diz o seguinte: "Para os espíritos elevados, a pátria é o universo." Isto? A pátria é o universo. Então aí nesse momento eles estão nos dizendo que não existe dimensões geográficas, não existe dimensões culturais, aspectos culturais, melhor dizendo, não existe essas delimitações para que possam haver esse tipo de separação. A pátria é o universo. São muitas as moradas na casa do pai, né? É isso que ele tá nos colocando a refletir. A pátria é o todo, é aquela afinidade que existe entre aquelas entidades que já conquistaram, que já cumpriram com ações, com responsabilidades, que já vivenciaram as experiências, que já sentiram e passaram por aquilo que nós estamos passando. As nossas dúvidas, os nossos receios, os nossos anseios, eles já venceram. O sentimento ampliou-se. Eles se perceberam espíritos imortais. Porque

ntiram e passaram por aquilo que nós estamos passando. As nossas dúvidas, os nossos receios, os nossos anseios, eles já venceram. O sentimento ampliou-se. Eles se perceberam espíritos imortais. Porque muitas vezes nós sabemos que somos imortais, mas vivemos como mortais. nós vemos como se tudo fosse muito muito imediato, melhor dizendo, nossas dimensões, o amor ao na verdade é o apego às situações e à questão. E aí eles estão nos levando a essa reflexão, essa ampliação, a essa pátria maior, esse essa pátria universal do qual é a nossa pátria, que nós iremos conquistar esse sentimento, essa pátria que nós vamos conquistar por afinidade das ações no bem do amor. E na segunda parte dessa mesma da resposta dos espíritos, eles dizem o seguinte: "Na na Terra a pátria para eles está onde se acha o maior número de pessoas que eles são simpáticas". E logo depois um comentário de Kardecir, ele faz o seguinte: "As condições dos espíritos e as maneiras que veem as coisas variam ao infinito, de conformidade com o os graus de desenvolvimento moral e intelectual em que se acha." Então essa é a visão dos espíritos mais esclarecidos, a visão da da que do qual eles observam tudo diante da construção de conhecimentos e de sentimentos que eles realizaram. Mas nó nesse nesse quadrante, nesse nesse envolvimento, eles estão dizendo que a nossa pátria, aqueles que nós aqui que nos encontramos até encarnados, nossa pátria, ela tá dimensionada ainda aos nossos sentimentos, as nossas limitações. Porque vejam bem, eu amo o Brasil. Nós amamos o Brasil porque eu não amo sozinha. Eu amo estar aqui, mas eu não sou daqui. Eu sou do mundo espiritual. Nós somos do mundo espiritual. Nós estamos aqui e viemos da Europa, provavelmente. O Brasil tem quantos anos? Chega não tenha 600 anos. E se eu vivi nessas terras anteriormente, foi na eras primitivas. Foi em eras primitivas. Então, nosso apego é condizente ainda com os nossos sentimentos ainda apegados, ainda materializados. natural. Nós estamos evoluindo, nós

anteriormente, foi na eras primitivas. Foi em eras primitivas. Então, nosso apego é condizente ainda com os nossos sentimentos ainda apegados, ainda materializados. natural. Nós estamos evoluindo, nós estamos construindo, nós ainda estamos na elaboração. Muitos são os questionamentos nossos ainda. Então, à medida que nós vamos crescendo, nós vamos evoluindo, nós vamos ampliando nossos pensamentos e as nossas reflexões, o nosso sentimento de irmandade, as nossas afinidades, elas também vão se ampliando, elas vão envolvendo a outros cidadãos. Então, não seremos somente cidadães, cidadãs do Brasil, seremos cidadãos da América do Sul, da América Latina, cidadãos da terra. E nós vamos nesse processo de construção até chegar a respostas quando ele diz: "A pátria é o universo e como somos filhos de Deus, somos todos filhos de Deus, então nós precisamos e vamos desenvolver essas questões para tornarm-nos homens e mulheres de bem". E Kardec, logo mais adiante, nessa mesma resposta, ele ele faz uma grande divisão apenas para que nós possamos compreender eh melhor esse olhar, o olhar que nós temos diante de de dessa questão. Ele divide em grupos de ordem de espíritos elevados, os espíritos de ordem intermediária e os espíritos vulgares. E ele fala que os espíritos eh de ordem elevada, eles vivem na Terra apenas por um breve tempo. rapidamente e só ficam na terra por um tempo a mais em missão. Em missão, porque eles já venceram tudo que precisavam vencer. Agora, os espíritos de ordem intermediária, a galera frequentemente baixam a Terra, baixam a esse planeta e apesar de terem um olhar um pouco mais dilatado, ainda estão arraigados a certas questões. E a massa aí, a supremacia realmente na atualidade são os espíritos vulgares, os espíritos vulgares se comprazem e constituem a massa da população invisível. E é essa que está mais próxima a todos nós, nos assediando com ideias, nos interrompendo muitas vezes nos trabalhos, nas reuniões mediúnicas. Quem trabalha mediúnica sabe que a gente recebe deles quando eles

a que está mais próxima a todos nós, nos assediando com ideias, nos interrompendo muitas vezes nos trabalhos, nas reuniões mediúnicas. Quem trabalha mediúnica sabe que a gente recebe deles quando eles chegam. Então, esses também estão aqui a nos influenciar. a se aproximarem. Então, a visão é é mais pé no chão. Então, o que que Kardec tá nos mostrando aqui? justamente esse processo de evolução, de acordo com aquilo, com a nossa visão, quanto mais apegado, mais próximo nós estamos aquela ideia fundamental de pátria. E quanto mais dilatada a nossa visão, nós vamos estendendo nosso sentimento a essa universalidade. Então é isso aí, gente. Então, eh, é peça bem ampla essa. A gente que eu queria lembrar também do apego nos dias atuais, né, da gente tá num ano muito complexo, né, na na nossa nação, né, onde a gente tá com aquele corre vai e vem. E esse sentimento conflitante em verdade, até aproveite para dizer, a gente tem que refletir sobre esse sentimento que a gente tá vivendo hoje. Todo sentimento que gera conflito, ansiedade e desharmonia não são sentimentos positivos, né? A gente precisa ter essa essa esse olhar mais amplo, né? para não se permitir envolver por esses espíritos vulgares que fomentam a desunião, a inquietação, a inconveniência, atritos e violência e consequentemente responsabilidades para o futuro, né? Então a gente tem que estar atento a tudo isso, que a nossa bandeira seja Deus Cristo e caridade, né, M? Deus Cristo e caridade, com certeza. Mais que estavam vigilantes bandeira. Exatamente, meus amigos, olha, eu tô tô olhando aqui os comentários no chat, Carlos. Vou pedir só um momentinho de oportunidade para recuperar a questão que ainda aqui entre alguns internautas, a Renata Dantas, a Moema Ribeiro, se colocando em relação ao que você tão bem elucidou esse apego, né, a a necessidade do desapego, né, para a liberação dos nossos amores que já estão na na pátria espiritual novamente para que eles possam seguir a sua caminhada. E aí a Renata pergunta: "Mas se a lembrança que

essidade do desapego, né, para a liberação dos nossos amores que já estão na na pátria espiritual novamente para que eles possam seguir a sua caminhada. E aí a Renata pergunta: "Mas se a lembrança que o objeto ou roupa traz é boa, nós podemos ficar?" E a Moema faz uma referência foto. Mas se a se nós tivermos uma foto do falecido exposto, não é ruim para o desencarnado, não é? Então, meus irmãos, a questão é a seguinte, eh, não existe fórmula. O que é necessário atestar é vamos desapegar, como colocou o Luciano, e vamos não provocar uma fixação mental, porque essa nossa fixação mental é que vai prejudicar o nosso amor, né, que já está na na erraticidade, na vida espiritual, a prosseguir uma nova jornada, né? Nós estaremos retardando eh esse esse desvínculo, né? Esse desvínculo emocional. né, que é necessário nesse momento que ele se depara com uma nova situação. Então, eh, não existe fórmula, né, Luciana? Não é foto ou retrato ou roupa que vai ser determinante nesse processo, não é isso? É isso mesmo, Cris. É o pensamento e o sentimento de posse. Nós temos um hábito de referir as pessoas que nós amamos com alguns pronomes possessivos, né? Nós dizemos assim: "O meu pai, o a minha mãe, o meu avô, meu filho" e assim sucessivamente. Mas quando nós verificamos que as pessoas não são coisas, nós não podemos possuir as pessoas e quem ama liberta. O Chico dizia muito isso pra gente, né? que o amor é liberdade. Então, se eu amo alguém e esse alguém está na dimensão espiritual, eu preciso de dar liberdade para que esse ser amado possa continuar a sua jornada espiritual enquanto eu continuo aqui no universo dos encarnados. E aí, se não há posse, se não há apego, o fato do objeto ou da foto não vão ser prejudiciais, nem para mim, nem para o espírito. Agora, se eu me apegar às coisas com sentimento, pensamento de posse, eu vou estar atraindo esse espírito que eu amo e vou estar dificultando a sua libertação espiritual, a sua jornada na dimensão dos espíritos e vou estar prejudicando a

sentimento, pensamento de posse, eu vou estar atraindo esse espírito que eu amo e vou estar dificultando a sua libertação espiritual, a sua jornada na dimensão dos espíritos e vou estar prejudicando a mim mesmo, porque vou ficar preso nessa percepção e vou me esquecer de viver a vida terrena. E cada minuto aqui na encarnação é muito valioso. Nós não podemos perder o nosso tempo porque logo logo a nossa encarnação acaba e nós vamos nos juntar aqueles que nós amamos porque seremos atraídos uns aos outros na dimensão espiritual. É isso. Muito bom, Cris. Diga, Carlos, deixa eu fazer uma para pra Mária aqui, tá? da Letícia, eh, ela comenta, né, que quando alguém desencarna muito apegado ao que deixou, por exemplo, o imóvel e aqueles que herdaram são familiares que não tinham amor por ele, o desencarnado atrapalha a venda desse imóvel, pode ficar interferindo com isso. Pois é, né? O apego acessivo acontece dele ficar aprisionado, aprisionado aquele ambiente, aquele local, né? acontece sim de ficar nessa situação. Ele pode se intervir de alguma forma eh perturbando a a aqueles que ali adentem de para ver aquele ambiente, para ver aquele local. Acontece sim. Isso acontece, né? Kardec esse esclarecimento no livro dos médiuns sobre essas questões, né? E tem um livro muito interessante de Bezerra de Menezes, né? Locais assombrados. Ele fala sobre essas questões também. Vale muito a pena dar uma lida nessas nesse material, né? Mas é como o Luciano tava aí bem colocando, a gente precisamos desenvolver nosso dia a dia e trabalhar o desapego. Desde a semana passada que a gente fala do desapego, né, da desmaterialização, tão necessário. Então a gente já sentiu aí que para conquistar a tal felicidade a gente vai ter que começar a desapegar, né? Tem tem que desapegar, não tem para onde correr, não, né? E nesses casos acontece tal essa situação. Então, eh, ela fez um comentário aí, né, Cris, que a pessoa, aliás, Carlos, que eh a pessoa não tinha muitos sentimentos por aquele que desencarnou, né? Então, é também

sos acontece tal essa situação. Então, eh, ela fez um comentário aí, né, Cris, que a pessoa, aliás, Carlos, que eh a pessoa não tinha muitos sentimentos por aquele que desencarnou, né? Então, é também desenvolver, mudar esses aspectos, né? Trabalhar o evangelho no coração, explanar o evangelho, porque o evangelho ele promove, entre aspas, milagres nos corações. Ele transforma sentimentos. Porque todo aquele que tá aprisionado à matéria é um sofredor. Ele tá com certeza. E a partir desse atestado da Mary, Luciana, eu te coloco a seguinte questão. Eh, os espíritos, né, aqueles que já se encontram na vida espiritual, eles modificam as suas ideias quando na erraticidade? Cris, os espíritos respondem que sim e muito. Olha só o que eles dizem. Sofrem grandes modificações a proporção que o espírito se desmaterializa. Pode esse algumas vezes permanecer longo tempo imbuído das ideias que tinha na Terra, mas pouco a pouco a influência da matéria diminui e ele vê as coisas com maior clareza. é então que procura os meios de se tornar melhor. E para ilustrar isso, eu trouxe aqui o caso do Humberto de Campos. Existe uma obra muito interessante que é a psicografia nos tribunais escrita pelo Dr. Miguel Timone, advogado no Rio de Janeiro, e que foi advogado da FEB, foi advogado do Chico Xavier num caso muito curioso que originalmente foi publicado com o nome O caso Humberto de Campos. Então vamos aqui eh só exemplificar e despertar a curiosidade daqueles que conosco aqui estão hoje. Humberto de Campos foi um dos maiores escritores brasileiros, um indivíduo genial, uma obra vastíssima. E 3s meses após a sua desencarnação, o Humbert Campos voltou a escrever através do Chico Xavier. O Chico à época tinha apenas 24 anos. E isso gerou uma uma situação muito curiosa, porque as os textos começaram a ser publicados e os divulgadores, os jornais, eles usavam isso de uma forma até sensacionalista, dizendo eh que Humberto Campos agora voltava a escrever depois de morto. Então tinham aqueles apelos assim, né,

icados e os divulgadores, os jornais, eles usavam isso de uma forma até sensacionalista, dizendo eh que Humberto Campos agora voltava a escrever depois de morto. Então tinham aqueles apelos assim, né, da época extra, Humberto de Campos volta a escrever depois de morto. E aí isso gerou uma comoção, eh, um grande número de leitores e que redundou num processo judicial. E nesse processo judicial, a família do Humberto Campos queria que a justiça declarasse se os escritos eram dele ou não, porque se fossem dele, eles queriam os direitos autorais do espírito depois de morto. Porque o direito autoral é eh uma espécie de direito sucessório, né? Quando o autor aqui encarnado escreve depois do seu falecimento, a família pode usufruir dos direitos autorais pelo prazo fixado na lei. Mas nesse caso, curiosamente, a família do Humberto Campos pleiteava os direitos autorais dos textos publicados através do Chico Xavier. E aí, se fosse um Beto de Campos, eles queriam eh usufruir esse benefício. E aí a obra conta, não é, os detalhes desse caso muito curioso e que aqui nós vamos eh trazer paraa pergunta que a Crise nos fez. O Humberto de Campos mudou a o seu estilo literário, ele mudou o conteúdo das suas mensagens. Então, olha que coisa curiosa. Os estudiosos da época, ligados à Academia Brasileira de Letras, como por exemplo o Agripino Grieco, ele estudou os textos e falou: "Olha, como crítico literário, os textos são produção de Humberto Campos". Agora, a o conteúdo do texto foi mudando. A medida que o Humberto foi escrevendo, os temas foram mudando. Ele até se transformou num repórter do Grande Além, né? entrevistando personalidades de espíritos geniais que passaram pela Terra em muitas obras. Então eu vou lembrar aqui 12 obras para quem tiver interesse sobre essa matéria, né? Ele escreve: "Anota aí, anota aí, anota aí. Crônicas de Além Túmulo, Brasil, Coração do Mundo, pátria do Evangelho, boa Nova, Novas Mensagens, Luz Acima, Contos e Apólogos e outros livros ainda que tiveram uma repercussão

í, anota aí, anota aí. Crônicas de Além Túmulo, Brasil, Coração do Mundo, pátria do Evangelho, boa Nova, Novas Mensagens, Luz Acima, Contos e Apólogos e outros livros ainda que tiveram uma repercussão muito grande. Então, olha que interessante, o Humberto de Campos, espírito, não só continuou sendo um gênio da literatura brasileira, como aprofundou temas espirituais e revelações espirituais importantíssimas como aquelas do Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho. Muito bom, Luciano. Excelente. Olha, eh, houve o comentário, né, no chat de que se a foto traz uma boa recordação e a gente eh tem aquele apego ao familiar, mas é um apego eh não no sentido de reter, mas do carinho mesmo, do amor que tem pelo familiar, de que isso não tem problema. E a Jeane comentou aqui, ó. Todas as noites faço preces para os meus pais e meu irmão já desencarnados, com tanto amor que me emociono. Essas preces eles recebem? Lógico que sim, não é? Recebem mesmo. São como bálsamo que chega para aquele que está sofrendo e é como um incentivo para aquele que está bem, não é? A nossa, o nosso carinho é fundamental. Eles eram espíritas. Ela disse: "Perdha sobrinha de 20 anos há 31 dias. Ore por ela também. Nós podemos e devemos orar pelos nossos familiares. Eles recebem as nossas preces com toda certeza e nos desapegar como tá sendo examinado aqui. Mas se a gente tem alguma coisa que possa ser útil para alguém, pode ter certeza que se aquilo foi um propriedade de um familiar já desencarnado, quando a gente faz a doação, ele vai se sentir feliz. Se é um espírito apegado, vai ter um exercício de desapego com aquilo que nós estamos fazendo. Agora, o nosso carinho, né, o objeto que a gente conserva como carinho e tudo, pensemos sempre nesse sentido. É uma jaqueta. Não serve para mim, não serve para nenhum familiar. Eu só estou guardando porque é uma questão de eu querer para lembrança. Mas eu vejo que tem alguém que precisa da jaqueta, pode ter certeza que vai ser muito mais a motivo de felicidade para o

miliar. Eu só estou guardando porque é uma questão de eu querer para lembrança. Mas eu vejo que tem alguém que precisa da jaqueta, pode ter certeza que vai ser muito mais a motivo de felicidade para o familiar se você dessa a jaqueta para aquela pessoa que precisa. Pode ter certeza disso, não é? Esse desapego do objeto aumenta o nosso amor pela pelo ser que a gente já tem amor por ele. Pode ter certeza disso. Mari, nós vamos paraa última prevista de hoje, mas tem algumas perguntas aqui ainda no chat, não é? E da semana passada. 319. Já tendo o espírito vivido a vida espírita antes da sua encarnação, como se explica o seu espanto ao reingressar no mundo dos espíritos? É ótimo. Ele tá perguntando o seguinte: "Já encarnamos e desencarnamos várias vezes porque eu espanto". É isso que ele tá perguntando a gente, né? E a resposta é é simplesmente fantástica. Isso só se dá no primeiro momento e é efeito da perturbação que se segue ao despertar do espírito. E eles continuam. mais tarde ele se vai inteirando da sua condição à medida que ele volta à lembrança do passado, que é a e que a impressão da vida terrena se lhe apaga. Essa questão ela ela nos remete a a outras questões do livro dos espíritos. Ela nos remete às questões 163, 164 e 65 do livro dos espíritos, que Kardec chamou de perturbações espirituais. A gente conversou sobre isso semana passada também, mas vale a pena a gente eh só relembrar rapidamente esses aspectos, né, que ele no eh nessas questões eles falam justamente da 164, por exemplo, ele fala da perturbação na um desculpe, na 163 da perturbação. Na 164 ele fala da variação do tempo segundo o estado evolutivo do espírito. E a terceira situação, essa que eu vou, eu vou dar uma lidinha bem rápida, Carlos e Cris, aqui só porque essa é só para ampliar mais a nossa compreensão. Na 165, ele pergunta o seguinte: "O conhecimento do espiritismo exerce alguma influência sobre a duração mais ou menos longa da perturbação?" E a resposta é influência muito grande. Por

a compreensão. Na 165, ele pergunta o seguinte: "O conhecimento do espiritismo exerce alguma influência sobre a duração mais ou menos longa da perturbação?" E a resposta é influência muito grande. Por isso que o espírito já antecipadamente compreendia a sua situação. Mas aí, lembra que eu falei semana passada, gente? Aí vem o que eles querem dizer. Antes foi só o ensaio, agora vem. Mas a prática do bem e a consciência pura são o que maior influência exerce. Ou seja, adianta saber e não fazer? Adianta o conhecimento e não colocar na vivência esse conhecimento? É isso que eles estão nos dizendo. Uhum. É isso que eles estão nos fazendo refletir. Muito bem. reconhece o seu verdadeiro espírita pelo esforço eh que ele faz para vencer as suas mais inclinações. Ponto. Aí vem Jesus, né, o o espírito de verdade e diz eh eita Jesus. Agora, agora voou da minha mente, mas eu vou lembrar já. Eu vou lembrar já já. Agora voou. Não tem jeito. Então, é necessário desenvolver em nós esse esforço para que nós possamos melhor ampliar, ampliar esse entendimento, viver o entendimento. Nós somos espíritos imortais. Nós sabemos que somos espíritos imortais, mas estamos apavorados com a pandemia, com medo de desencarnar. Estávamos apavorados. Nós já vivenciamos várias pandemias como espíritos imortais que nós somos. Vivenciamos outras pandemias. Essa é diferente porque essa é seletiva. Ela é seletiva, mas nós somos espíritos imortais. Precisamos ter todos os cuidados. Todos os cuidados. Tomar tem que tomar todas as vacinas, nos proteger, proteger o nosso semelhante. Mas precisamos ter essa concepção de que como espíritos imortais nós podemos desencarnar hoje, amanhã ou daqui a 10, 50, 20 anos, não importa quando encerrar o nosso prazo de validade aqui na terra. Quando encerrar, mas quando encerrar tal situação, quando encerrar essa situação, como nós vamos nos encontrar consciencialmente falando? Como será esse tempo de perturbação? Para que nós possamos ter uma ideia de tempo de perturbação, o Carlos viaja

quando encerrar essa situação, como nós vamos nos encontrar consciencialmente falando? Como será esse tempo de perturbação? Para que nós possamos ter uma ideia de tempo de perturbação, o Carlos viaja muito. Deixa eu ver se ele se ele se ele tem essa essa essa essa essa perturbaçãozinha. Uma vez o Carlos de repente tá tá e tá na onde é que você tá, Carlos? Qual o país você tá agora? Estou em Barbados no Car. Barbados. Aí de repente ele tá em Brasília, de repente ele vai estar em São Paulo, de repente ele vai paraa Europa, tem um momento que ele vai acordar. Onde é que eu tô mesmo? Já aconteceu isso, Carlos? É, já chegamos ontem de de da Califórnia, né? Então são 3 horas de diferença. Pro Brasil são é mais uma hora de diferença. Paraa Europa são outras 5 horas de diferença. E a gente lida com esse pessoal todo nas atividades espíritas. Então de vez em quando a gente, opa, deixa eu me situar, não é? É a perturbaçãozinha, aquele momento de perturbaçãozinha que dá. Onde é que eu estou? Quem gosta muito de arrumar a casa tem esse momento de perturbação. Muda o quarto, muda a cama de lugar. Quando acorda, eita, pera aí. A cama tá aonde? O momento é um momentozinho de perturbação que a gente tem, né? a gente pode eh eh é só simbolicamente falando para que nós possamos entender. É um momento natural para todos nós que vamos vivenciando. Vamos vivenciar mais uma vez essa passagem e o tempo que ele vai durar vai ser de acordo com a nossa vida aqui na terra. Espíritas, lembrei. Amai-vos, eis o primeiro ensinamento. Instruí-vos, eis o segundo. Que é que a gente faz? A gente inverte. A gente se instrui primeiro para amar depois. Aí se mete emrascada porque a nossa instrução não tá embasada no amor e a gente vai fazer besteira. Uhum. Aí, aí a confusão, aí a perturbação. Então, trabalhemos, estudemos, procuremos desenvolver no nosso dia a dia a vivência do evangelho do Cristo para que quando a gente desencarnar, chegar no mundo espiritual com olhinho fechado lá, quando abrir o olhinho, botar a mãozinha do lado, se

volver no nosso dia a dia a vivência do evangelho do Cristo para que quando a gente desencarnar, chegar no mundo espiritual com olhinho fechado lá, quando abrir o olhinho, botar a mãozinha do lado, se delama, deu ruim. A gente se quebrou, viu? A gente se quebrou, não tem jeito não. Se a gente abrir o olhinho, olhar e tiver um amigo no nosso lado assim de bracinho cruzado, olhando pra gente com muito carinho e perguntar: "Meu filho, Carlos, meu filho, você conheceu o evangelho de Jesus? Deu ruim também. Queira Deus que a gente chegue lá e eles façam assim: "Venha cá, deixa eu lhe carregar nos braços, descansa das lutas e quando despertar a gente continua". Então, tudo vai depender da nossa conduta na Terra hoje. Então, hoje é o melhor dia que nós temos, porque é a melhor oportunidade de fazer novas escolhas diante do conhecimento que nós estamos trazendo para cada um de nós, em particular nesse momento que a gente tá conversando sobre essa obra extraordinária que nos elucida, que nos convida às reflexões e principalmente a ação no bem e no amor. Então eu acredito que é isso aí, gente. Essa essa esse momentozinho aí é isso. essa perturbaçãozinha aí, queira Deus que vá diminuindo cada vez mais. Muito bom, Mary. Olha, uma outra obra que eu consigo me lembrar aqui paraa recomendação de leitura é a obra do Voltei do irmão Jacó, né, Frederico Figner. Ele narra com riqueza de detalhes esse processo de desencarnação, né? Ele que já fazia parte inclusive, né, dos esforços espiritistas, né, um dos pioneiros do espíritas. é muito interessante esse testemunho dele no na obra Voltei, né? Então, recomendação aí de leitura para quem se interessar sobre esse tema e ainda sobre esse tema, né, da do vínculo, né, que mantemos com os nossos amores desencarnados. Tem uma boa prática aqui da Isabel Spelts que eu quero eh compartilhar com todos vocês. Ela coloca aqui: "Meu marido adorava o nosso cafezinho da manhã com um pãozinho frito." Então, uma vez por semana, a Isabel diz que prepara com muito amor um

eu quero eh compartilhar com todos vocês. Ela coloca aqui: "Meu marido adorava o nosso cafezinho da manhã com um pãozinho frito." Então, uma vez por semana, a Isabel diz que prepara com muito amor um café do jeito que ele gostava e oferta para os moradores de rua. Então essa é um cultivo, né, dessa boa aliança com uma repercussão de boa ação. Então é compartilhando essa ideia e Cris, ela disse que só faz uma vez por semana por causa do trabalho, né? Que ela não tem condições de fazer mais do que uma vez por semana. Exatamente. Mas bem bacana a sugestão aqui da Isabel e o bom exemplo, né, de como nutrir ainda, né, esses vínculos afetivos, eh, em relação a uma boa prática, de forma saudável, né? De forma saudável. De forma saudável. Exatamente. De forma saudável. Luciano, comentários, alguns, algum comentário que você sinta aí vontade de fazer sobre a temática de hoje, Luciano? Então eu penso que nós precisamos de fazer um treinamento de nos desapegarmos daquilo que nos prende nesse mundo e que nós espíritos não somos capazes de carregar. Então os espíritos sempre falam isso conosco, né, que nós devemos amealhar aquilo que nós formos capazes de levar conosco como espíritos que somos. Então, para isso, nós já podemos ir treinando. E vou dar aqui só um exemplo. Muitas vezes nós temos aqui uma certa vaidade, como por exemplo os nossos currículos, né? Então, às vezes as pessoas fazem questão de eh expor os seus títulos, né, os seus méritos. E quando nós chegamos lá no mundo espiritual, o único título que vale para nós é o título de filho de Deus, né, de irmãos. E o que nós vamos levar para lá é o bem que nós fizermos e a sabedoria que nós amealharmos conosco, não é? A nossa capacidade de amar. Então, o desafio de hoje seria sugerir para todos nós que nós possamos ir treinando aquilo que nos prende na terra para nos desapegarmos daquilo que nos prende na terra, para nós nos vincularmos àquilo que nos remete à vida espiritual, porque logo logo vai chegar a nossa vez. A qualquer momento nós vamos abandonar o

ra nos desapegarmos daquilo que nos prende na terra, para nós nos vincularmos àquilo que nos remete à vida espiritual, porque logo logo vai chegar a nossa vez. A qualquer momento nós vamos abandonar o corpo e vamos voltar paraa vida espiritual tal qual nós somos. Então, a vida eh da Terra é uma grande experiência. A Terra é uma é um planeta escola, mas nós vamos chegar lá na dimensão espiritual sem nada daquilo que fica preso na Terra. Então fica um convite diário para nós aprendermos a fazer isso, Cris. Porque se assim nós estivermos, nós não sofreremos lá no mundo espiritual e não vamos fazer sofrer aqueles que nós deixarmos aqui na terra. Muito bom, Luciano. Nós temos ainda duas perguntinhas aqui que não estão relacionadas mais ou menos diretamente. Uma, a Dra. Camila Xavier disse: "Após a desencarnação devemos passar pelo umbral, mas este é uma outra dimensão ou está neste mesmo plano terreno?" duas coisas. Eh, passar pelo umbral é uma questão muito relativa que a gente precisa entender, não é? Tinha uma amiga muito espírita, mas tinha o maior medo de desencarnar, porque ela dizia: "Todo mundo passa pelo umbral". Mas a gente, de fato, de fato, a gente está no umbral porque o nosso plano está se todo envolto no no umbral. Então é natural, a gente desencarna no umbral. E aí, veja lá o que a Cris sugeriu. Voltei, leia, voltei. Você vai entender. Aqueles que desencarnam e merece ir para, não é, regiões de acolhimento, colônias. Então, os espíritos os levam passando naturalmente pelo umbral ou saindo do umbral para esses locais. E aqueles que estão sintonizados com o Brau, ficam nele mesmo, desencarna e fica ali num brau com o qual já está sintonizado. Então a questão aqui é muito relativa. Nós precisamos sintonizar com o bem, como o Luciano acabou de comentar, desprende dos bens terrenos. É uma luta para nós, mas é necessário fazer isso, não é? E há uma última pergunta da Eracia Aparecida. E quando ouvimos alguém dizer que está pedindo o seu ente querido, que já desencarnou ajuda,

nos. É uma luta para nós, mas é necessário fazer isso, não é? E há uma última pergunta da Eracia Aparecida. E quando ouvimos alguém dizer que está pedindo o seu ente querido, que já desencarnou ajuda, como conversar com essa pessoa que isso não é certo? Aí também é muito relativo, viu, Iracci? Vamos lá ao livro Entre a terra e o céu. A filha pedia para a mãe ajudar e a mãe era obsessora do lar naquela situação. É muito interessante a situação ali. Vale a pena a gente ler para poder entender. Mas a filha pedia com tanto, não é, empenho e tinha merecimentos a filha que a prece subiu, chegou aos planos superiores e vem André Luiz junto com o mentor amigo que eu não lembro qual é, né? Cada livro muda normalmente o mentor, não sei se é o Gúbio. E vem o mentor amigo junto com ele ali. Nós vamos aprender lições maravilhosas. Quem é Maria Jane? Você tá lembrando? Eu sei que e Gub de libertação, por isso que eu disse que não é não. Então o que que acontece eh entre a terra e o céu? E é um livro inclusive que a gente tem que ler anotando o nome das personagens, porque tem personagens que reencarna três, quatro vezes. Aí a gente fica sem saber quem é, não é? Bom, então, eh, vem a a o auxílio e há um momento em que André Luiz quer interferir e ele é alertado, calma, nós não temos condição, porque esse é um caso de amor, só alguém com muito amor para poder ajudar aqui. E eles pedem ajuda. Vem então um espírito feminino com um amor transcendental e fala com a mãe que está obsidiando lá. E ela então aceita, não é, a transformação. A prece ela pode ser refratada quando ela é feita com sinceridade. A gente às vezes pede, não é? é por um familiar que não tem condição de ajudar, mas quando o pedido é sincero, é honesto, ele poderá chegar a um outro familiar que tem condição, a o nosso anjo da guarda que pode levar para os páramos superiores a oração. Então, eh, a gente não conhece tudo, não é? Por isso, temos que ter confiança e muito desapego. Semana que vem nós vamos agradecer a Mari Jane. Quer comentar

levar para os páramos superiores a oração. Então, eh, a gente não conhece tudo, não é? Por isso, temos que ter confiança e muito desapego. Semana que vem nós vamos agradecer a Mari Jane. Quer comentar alguma coisa, Mari? Eu acho que esse comentário que você fez agora é do livro libertação, viu? Não é entre a terra e o céu, não. Essa situação é da é de entre a terra e o céu. É parece libertação. Desculpa aí, viu? Tranquilo. Ele é de entre a terra e o céu naquela situação eh de eh de uma de uma menininha que ora, né? O pai é uma das desencarnações ali. Bastante complexa a situação. Mas vamos lá. Eh, todos eles vale a pena ler, né, gente? Nós queríamos agradecer muito Mari, Luciano, as nossas intérpretes para Libras, Cris, essa oportunidade, a você que acompanha de casa ou aí do seu ambiente de trabalho, às vezes uma satisfação muito grande. E no próximo estudo nós vamos seguir com o capítulo seis da vida espírita com o tema comemoração dos mortos, os funerais. Será que a gente pode comemorar os mortos? Como é que a gente encara os funerais entre os espíritas? Perguntas 320 a 329. Leia, reflita, traga os seus comentários, as suas observações e que serão muito bem-vindos. Uma boa semana para todos.

Mais do canal