#53 Estudando O Livro dos Espíritos - Relações de simpatia e de antipatia entre os Espíritos
A Mansão do Caminho, em parceria com a Federação Espírita Brasileira, inicia o estudo sequenciado da obra O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec. Semanalmente, toda segunda-feira, às 20h, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo. Encontro 53 - Capítulo 6 - Da vida espírita, da 2ª parte de ‘O Livro dos Espíritos’ — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos – Relações de simpatia e de antipatia entre os Espíritos. Metades eternas – Perguntas 291 a 303
Estudando o livro dos espíritos. Um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Olá, queridos. Muita boa noite a todos. Recomeçando mais uma edição do Estudando o Livro dos Espíritos. Nós damos as boas-vindas ao Carlos, aos nossos participantes do programa de hoje, também as intérpretes para Libras, Elane Batista e a Daisy Dolcine, e aos nossos convidados, aos nossos expositores, Luciano Alencar da Cunha, que é colaborador na assessoria jurídica da Federação Espírita Brasileira, advogado, professor, empresário. e Adriana Paula, coordenadora do estudo sistematizado da doutrina espírita, palestrante espírita e terceira vice-presidente da Federação Espírita do Piauí, presidente também da União Municipal Espírita de Piripiri. E também agradecemos a oportunidade de estarmos em trabalho, em ação conjunta com todos os nossos parceiros dessa nossa transmissão. Todos estamos unidos em transmissão simultânea para fazer chegar até você o estudo do livro dos espíritos. Olá, Cris. Satisfação imensa estarmos aqui dividindo essa responsabilidade, as nossas boas-vindas, nossos convidados hoje, as nossas intérpretes e a você que está aí acompanhando de casa pela internet nossa saudação fraterna. Hoje nós vamos seguir com o estudo do capítulo 6 da vida espírita com o tema Relações de Simpatia e de antipatia entre os espíritos, metades eternas, das perguntas 291 a 303. Então, se você vai fazer alguma pergunta, faça relacionada com o assunto, porque não dará tempo hoje para atender outro tipo de pergunta, por gentileza. Está aquecido, né, Carlos? das nossas interrogações a respeito. Estão aquecidas as nossas interrogações a respeito desse assunto. E vamos começar pelo Luciano. Luciano, eh, além da simpatia geral, em referência à questão 291, além da simpatia geral oriunda da semelhança que entre eles exista, votam-se os espíritos recíprocas, afeições particulares. Boa noite, Cris. Boa noite, Carlos,
tia geral, em referência à questão 291, além da simpatia geral oriunda da semelhança que entre eles exista, votam-se os espíritos recíprocas, afeições particulares. Boa noite, Cris. Boa noite, Carlos, Adriana, Daisy e todos aqueles que nos acompanham pelos multimeios aqui desse estudo. Ô Cris, a resposta é afirmativa, sim. Do mesmo modo que nós aqui, os encarnados nós eh desenvolvemos entre nós, percebemos entre nós as simpatias, as afeições, afeições particulares, os espíritos também. E lá no livro dos espíritos, professor Kardec traz para nós a informação que entre os espíritos, esses laços são ainda mais fortes. Por quê? Porque quando nós estamos fora do corpo material, esse laço, esse vínculo, ele não está exposto a aquelas vicissitudes das nossas paixões. Então, nós não temos nas relações entre os espíritos as mesmas características que temos entre nós aqui na matéria, porque entre nós o apelo da matéria muitas vezes eh nos cega ou nos desvia, nãoé, daquelas verdadeiras simpatias e afeições de natureza espiritual, de natureza vibracional, de natureza moral. Então, quando nós perdemos o corpo pelo fenômeno da desencarnação e voltamos ao nosso estado real, que é um estado de espírito imortal, essas barreiras materiais desaparecem e aí mais facilmente nós desenvolvemos a afinidade, a sintonia e a simpatia entre aqueles espíritos então desprovidos do corpo material. Muito bom, Luciano. A Adriana, questão 292, Kardec pergunta: "Alimentam ódio entre si os espíritos? Será que eles se odeiam?" É uma pergunta que talvez a gente já tenha se feito em algum momento. O que que são os espíritos, né? Os espíritos são os homens sem a veste material. Quando nós nos despojamos dessa vestimenta, né, depois do tempo em que ela foi útil, nós carregamos conosco toda a nossa bagagem, toda a nossa mochila vivencial de experiências. Então, muito sabiamente os espíritos respondem: "Só entre os espíritos impuros há ódio e são eles que ensuflam nos homens as inimizades e as disceões." Eh, esse sentimento de ódio, essa
experiências. Então, muito sabiamente os espíritos respondem: "Só entre os espíritos impuros há ódio e são eles que ensuflam nos homens as inimizades e as disceões." Eh, esse sentimento de ódio, essa aversão, ou a gente também poderia chamar de antipatia, né? ou de sentimento, de repugnância, ocorre entre os espíritos impuros da mesma maneira que ocorre entre nós, quando ainda não compreendemos a lei universal de amor, quando não compreendemos a mensagem do Cristo. E são eles, né, nos dizem aqui os espíritos superiores. são esses espíritos que alimentam, que estigam em nós as inimizades e as discensões, as desuniões, né, os conflitos que muitas vezes nós vivemos não somente entre nós seres, mas também entre as instituições, entre os países. São esses espíritos que ainda não conseguiram sentir e nem viver o amar ao próximo como a nós mesmos ensinado por Jesus. Então a resposta sim, eles alimentam ódios, mas apenas aqueles que ainda não atingiram a perfeição ou a pureza, né, do sentimento, do sentir, não é? Muito bom, Adriana Carlos, tem uma questão aqui, eh, que o Arquimino Almeida coloca exatamente sobre essa questão 292. Então, eu vou fazer essa formulação aqui paraa própria Adriana, viu Adriana? Ando a questão 292, o nosso irmão faz essa referência. As inimizades entre os seres humanos são sempre ensufladas pelos espíritos impuros. Olha, a gente afirmar que são sempre animadas por eles é um pouco eh eh de exagero, porque nós precisamos inicialmente avaliar quem nós somos, quais são os sentimentos que nós carregamos em nós, porque a maioria de nós busca às vezes um culpado para as questões mais aflituosas, mais conflituosas que nós vivemos. a gente tá sempre procurando um culpado e é muito fácil atrelar as culpas das nossas disensões, das nossas inimizades e antipatias para os espíritos. Mas na realidade a gente precisa olhar para o modo como nós vivemos, o modo como nós encaramos a própria vida, observar quem nós somos, porque quem nós somos, como nós eh nos postamos, o nosso
íritos. Mas na realidade a gente precisa olhar para o modo como nós vivemos, o modo como nós encaramos a própria vida, observar quem nós somos, porque quem nós somos, como nós eh nos postamos, o nosso comportamento, as nossas condutas, os nossos hábitos, elas desencadeiam. antipatias, inimizades. Então, na realidade, a causa inicial está sempre em nós. Eh, um espírito não vai me arremessar na direção, né, de uma inimizade ou de uma intriga, se não houver em mim ali o germen e a semente desse processo, por exemplo, da calúnia, da maledicência. Então, a gente precisa começar aquele processo que Santo Agostinho recomenda, o autoconhecimento, né? até que ponto em mim há a o germen desse processo, né, de antipatia, de inimizade. Então, na realidade, o grande responsável por tudo que nos acontece, por todos os nossos sentimentos, somos nós mesmos. Os espíritos às vezes encontram a predisposição, mas tudo inicia em nós, no nosso modo de sentir, no nosso modo de ver, no nosso modo de olhar. Por isso que já se recomendou também, que a gente tem ouvidos de ouvir, olhos de ver, né? E é a natureza muito sábia. A gente tem dois ouvidos que é para ouvir mais e uma boca só, que é para falar menos, né? Então, tomar cuidado porque às vezes são nossas condutas, nossos comportamentos diante dos outros que provocam essas antipatias. E ainda, Adriana, falando de antagonismos, né, a gente quer continuar contigo na questão 293. Eh, conservarão ressentimento um do outro no mundo dos espíritos, dois seres que foram inimigos na terra. Nossa! Eh, a gente metade dessa pergunta a gente acabou de responder ainda h pouco. Eh, nós carregamos conosco, eh, na nossa bagagem, né, de de vivências, de experiências na matéria, todos os nossos sentimentos, né, levamos todas as experiências pelas quais nós passamos. Quando Kardec faz essa pergunta, se conservarão ressentimentos um do outro no mundo dos espíritos, dois seres que foram inimigos na terra, os espíritos respondem de maneira categórica: "Não compreenderão que era estúpido o
pergunta, se conservarão ressentimentos um do outro no mundo dos espíritos, dois seres que foram inimigos na terra, os espíritos respondem de maneira categórica: "Não compreenderão que era estúpido o ódio que se votavam mutuamente e poer o motivo que o inspirava. Apenas os espíritos imperfeitos conservam uma espécie de animosidade enquanto se não purificam. Se foi unicamente o interesse material que inimizou, nisso não pensarão mais, por pouco desmaterializados que estejam. Não havendo entre eles antipatia e tendo deixado de existir a causa de suas desavenças, aproximam-se uns dos outros com prazer. Então, o que que a gente entende da resposta dos espíritas da Kardec? é que esse processo de ressentimento, né, de mágoa, de rancor, que muitas vezes a gente alimenta durante a vida na matéria por questões à vezes menores, muito pequenas, às vezes insignificantes à luz da vida espiritual, a gente percebe que se o espírito ele se desapega dessas questões menores da matéria, se ele caminha na direção do melhoramento, da purificação, da perfeição, ele vai pouco a pouco se desapegando dessas coisas. Apenas os espíritos imperfeitos, dizem os espíritos a Kardec, conservam esse tipo de animosidade, esse tipo de de ressentimento, né? E ressentimento é algo que nos adoece, inclusive fisiologicamente entre os encarnados e serve entre os desencarnados ainda como uma característica dos espíritos imperfeitos. aqueles que alimentam ódio, rancor, desejo de vingança, são espíritos que ainda não se desmaterializaram completamente, ainda não se desapegaram das pequenas questões, né, que a matéria muitas vezes traz para nós nas nossas experiências. Então, essas essas discórdias, essas desuniões, essas inimizades, essas antipatias, elas são muito mais frequentes entre os espíritos imperfeitos. Porque os espíritos puros, como próprios espíritos dizem a Kardec, não alimentam animosidade, nem rancor, nem sentimento de vingança. Compreendem às vezes até que foi pueril aquele desentendimento durante a matéria.
itos puros, como próprios espíritos dizem a Kardec, não alimentam animosidade, nem rancor, nem sentimento de vingança. Compreendem às vezes até que foi pueril aquele desentendimento durante a matéria. Então, apenas os imperfeitos alimentam esse tipo de de ressentimento, né, e conservam por um determinado tempo e não é para sempre, né, Cris? Porque à medida que a gente vai melhorando, a gente vai se desapegando dessas coisas, né? Muito bom. Aí aí, olha, a raiz do que a Adriana acabou de comentar, inclusive, mas ainda se reportando a questão 292, a isso para você, Luciano, o André Luiz Polemeni de Mesquita coloca votos de progresso espiritual. Reportamos a a pergunta resposta 292. Podemos inferir que unicamente os espíritos da primeira ordem não sentem ódio? Então, a a Adriana estava comentando, né, a respeito dessa gradação, mas será que é só mesmo da primeira ordem, só os puros é que não sentem ódio? Ô Carlos, a gente vê que o desenvolvimento espiritual ele é um processo, ele é gradativo. E a medida que nós vamos avançando e vamos desenvolvendo em nós as virtudes, nós vamos aprendendo a lidar com esse tipo de sentimento, com esse tipo de percepção. Então, até para chegar lá, né, na Ordem dos Espíritos puros, durante essa caminhada, nós vamos treinando, nós vamos aprendendo e alguma coisa os menos avançados já são capazes de fazer, porque Deus também nos dá essa bendita oportunidade. Então, não é uma exclusividade deles. Nós aspirantes podemos todos praticar. Muito bem. Excelente, né? É por isso que a gente tem a gradação dos espíritos superiores, né? também em certos aspectos, superior em moral, superior em no campo intelectual, né? Muito bom, Luciano. E aí a 294, Luciano, a lembrança dos atos maus que dois homens praticaram um contra o outro constitua obstáculo aqui entre eles reine e simpatia? Ô Carlos, agora o professor Kardec está falando de nós, né? Nós, os homens encarnados, né? Então nós podemos fazer aqui um exame de consciência. Quando eu prejudico alguém ou alguém me prejudica,
tia? Ô Carlos, agora o professor Kardec está falando de nós, né? Nós, os homens encarnados, né? Então nós podemos fazer aqui um exame de consciência. Quando eu prejudico alguém ou alguém me prejudica, será que eu lembro do que aconteceu? E ao lembrar do que aconteceu, isso me afasta ou me aproxima do outro? Os espíritos nos respondem que essa lembrança nos induz a nos afastarmos um do outro, porque a lembrança daquilo que foi mal, daquilo que foi prejudicial, devido ainda à nossa limitação, a nossa inferioridade, acaba nos dificultando o acesso à proximidade do outro. E, portanto, ao invés de nós desenvolvermos a simpatia, é muito comum nós desenvolvermos a antipatia, né? Então, eh, se nós, por exemplo, lembrarmos os ensinamentos do espírito Emanuel através do Chico Xavier numa obra primorosa chamada Pensamento e Vida, lá o Emmanuel trata da questão eh inerente à memória. E lá ele vai nos recordar que nós guardamos na lembrança, na memória, aquilo que tem duração e intensidade. Então, aquilo que eu fiz para com o outro, o outro fez para comigo, que teve duração, intensidade, eu lembro, tá gravado na minha memória. E aí, se eu não trabalhar isso para ressignificar esse essa percepção, essa percepção, essa lembrança vai me afastar do outro, vai afastar o outro de mim. Então, talvez nós precisamos de estar muito vigilantes, muito atentos para quando isso acontecer nas nossas existências, né? Ao invés de nós nos afastarmos daquele outro cuja lembrança nos mostra que houve uma experiência de dor, de dificuldade, nós temos que superar isso para que nós possamos construir pontes, né? construir perdão, construir oportunidades de convivermos, nos melhorarmos, porque no final o objetivo é que todos nós possamos nos amar uns aos outros como irmãos. Esse é o desafio. Uhum. Muito bom, Luciana. E você acaba de responder a Ângela Jucá Sancho aqui, que ela justamente faz referência a isso. Muitas vezes a gente sente ou simpatia ou antipatia por pessoas que a gente acaba, uma pessoa que a gente
E você acaba de responder a Ângela Jucá Sancho aqui, que ela justamente faz referência a isso. Muitas vezes a gente sente ou simpatia ou antipatia por pessoas que a gente acaba, uma pessoa que a gente acabou de conhecer, né? Então, eh, você acaba nos falando dessas, dessas memórias, dessas vivências espirituais ao lado dessas pessoas que suscitam, né, um sentimento de de de aproximação ou nos repele, né, a partir das convivências. É isso mesmo, Cris. Temos que lembrar ainda que nós somos seres vibracionais, né? E pela vibração da outra pessoa, nós também sabemos de plano identificar se é uma vibração simpática ou antipática. E às vezes nessa existência, a primeira vez que nós estamos encontrando aquela criatura e logo já eh nos sintonizamos ou não com ela. Ela nos parece alguém muito querido, muito próximo, um velho amigo, um velho conhecido ou então um velho adversário, né, que que tá está vibrando numa vibração diferente da nossa. Muito bom, Luciana. Olha, continuamos contigo, meu irmão. Quem que sentimentos referente a 295, né? Questão 295. Que sentimentos animais da morte aqueles a quem fizemos mal neste mundo? Ô Cris, aí mais uma vez nós vamos estar diante daquela situação que a Diana já pontuou a respeito do nosso estado evolutivo. Se nós já adquirimos a bondade, a virtude, o nosso comportamento vai ser de perdão, de entendimento, de misericórdia, de indulgência, de compaixão pelo outro. Mas se nós ainda estivermos e continuarmos imperfeitos, essa nossa imperfeição vai gerar ainda eh esse ressentimento que os espíritos aí falaram. E aí vem muitas vezes aquela aquele impulso da vingança, da perseguição. E daí nós podemos estudar com bastante profundidade aqueles casos de obsessão, né? aonde nós vamos encontrar um espírito influenciando o outro, muitas vezes baseado no sentimento de vingança, querendo acertar suas contas, né, com aquela criatura e muitas vezes se dizendo até um justiceiro, né? Muito comum nós vermos esses dramas por aí. Mas Deus permite que isso aconteça. Eh,
de vingança, querendo acertar suas contas, né, com aquela criatura e muitas vezes se dizendo até um justiceiro, né? Muito comum nós vermos esses dramas por aí. Mas Deus permite que isso aconteça. Eh, isso pode acontecer até numa outra existência, porque nós sabemos que uma existência só é muito pouco para nós aprendermos tudo aquilo que a Terra tem para ensinar e nós nos redimirmos dos nossos equívocos, né, dos nossos erros, das violações que perpetramos diante da lei divina. Então, é possível que isso aconteça até em outras existências. O espírito André Luiz, né, traz diversos casos aonde nós vamos encontrar pessoas numa existência posterior, se reencontrando, exatamente para aprenderem a desenvolver o perdão, o amor, a compaixão, né? Então esse fato aí enriquece bastante e nós temos que estar atentos. Se pudermos resolver nessa existência, é muito melhor do que adiarmos paraa próxima, não é mesmo, Carlos? Com certeza. Excelente, Luciano. Eh, vou aproveitar antes de fazer a próxima pergunta paraa Adriana para comentar, eh, agradecer os seus comentários aí de incentivo, né, ao trabalho que vem sendo desenvolvido. Ficamos muito felizes de vocês estarem participando do estudo, apresentando as perguntas aí coerentes, relacionadas com o assunto, que é sinal que leram as perguntas antes, já meditaram sobre o assunto. Isso é muito bom, a gente fica muito feliz. Até uma pergunta se o Geraldo Campete vai voltar. Os nossos eh entrevistados periodicamente voltam, não é? A gente vai convidando a nossa produção, procura conforme a disponibilidade deles e eles vão voltando, sim, não é? Então, possivelmente, o Geraldo estará conosco aí no futuro em algum dos nossos estudos, como os nossos demais eh participantes entrevistados aqui. E a Solange, ela pede uma orientação, diz que está precisando muito. Solange, procure o centro espírita mais próximo de você, que normalmente tem o atendimento fraterno. Se não está presencial, às vezes o atendimento é feito à distância. Você entra
tá precisando muito. Solange, procure o centro espírita mais próximo de você, que normalmente tem o atendimento fraterno. Se não está presencial, às vezes o atendimento é feito à distância. Você entra normalmente lá no site do centro ou da federativa do seu estado e você vai encontrar onde se inscrever para receber o atendimento fraterno. Então você não ficará sem a assistência que precisa, viu? Procura uma casa espírita, a mais próxima que tiver de você, que possa lhe passar orientação ou aquela que você tiver contato à distância, não é pela pelo site e o atendimento é feito pela internet. Então, eh, não deixe de buscar, viu? Quando a gente precisa realmente de uma ajuda, uma orientação, as casas espíritas estão para isso. E Adriana, eh, Carlos, só um minutinho só para te interromper, me desculpa, porque já que a gente tá nesse momento de acolhimento, eh, eu gostaria de reforçar, né, as suas palavras em relação também à Mirele Morais. Sim, ela diz que se ela tiver uma doença, né, e não procurar tratamento por querer desencarnar, quer dizer, ela está com essa ideiação suicida e não ter mais motivos para viver, porque ela vivencia, né, vivenciou a desencarnação da filha. O que acontece? é considerado suicídio. E aí a gente coloca para Mirele a mesma recomendação. Mirele, eh, o suicídio ele não nos retira o sofrimento, né? você só vai postergá-lo e agravar a sua situação. Qualquer tentativa de fuga dessa nossa experiência carnal é sim considerada suicídio. E a gente se recorda sim, Carlos e não vai e não vai encontrar a filha de imediato, ao contrário. Exatamente. Exatamente. A literatura espírita explica isso. Fica mais longe ainda do reconto com a filha. Então a nossa recomendação, Mirele, é que você realmente não recalcitre. Existem pessoas ao seu lado querendo te ajudar. Certamente o seu guia espiritual, o seu anjo guardião está ao seu lado te dando suporte, te dando forças para que você supere esse momento difícil e busque uma casa espírita. nos busque, busque o espiritismo.net,
seu guia espiritual, o seu anjo guardião está ao seu lado te dando suporte, te dando forças para que você supere esse momento difícil e busque uma casa espírita. nos busque, busque o espiritismo.net, que é uma instituição aqui online, virtual do Rio de Janeiro, me ocorre agora isso. Existem vários canais de atendimento que podem te proporcionar esse suporte emocional e fica conosco, minha irmã, porque a vida vale a pena e você vai encontrar recursos para superar essa adversidade. Com certeza. Muito bem. Eh, agora é contigo, Cris, com Luciano. Sim. Vamos continuar então, continuando com o Luciano. Aliás, não, Carlos, você faz essa 296 para Adriana. Isso. Adriana. Ah, então tá bom. Eh, então, Adriana, a 296 são suscetíveis de alterar-se as afeições individuais dos espíritos. Quer dizer, os espíritos podem hora sentir uma proximidade, uma um carinho e um ódio depois e vice-versa. E eu tava agora a pouco enquanto o Luciano tava falando, lembrando do item do capítulo 14, tem uma passagem de Santo Agostinho, às vezes passa imperceptível na nossa leitura, que ele diz assim, ele diz que a semelhança de gostos, a identidade de progresso moral e a afeição, né, nos reúne e ele fala, ele fala formam famílias. Quando a gente pensa na humanidade inteira como uma grande família, né, eh, são esses elementos que vão nos reunindo. Gosto, né, a semelhança de gosto, a identidade progresso, moral e a afeição. E aí a afeição, a gente pode pensar os vínculos de simpatia e os vínculos de antipatia. Os espíritos eles são muito sábios quando eles respondem essa pergunta, porque mais uma vez eles remontam lá a questão 100, né, a escala espírita, porque eles dizem a são suscetíveis de alterar essas afeições individuais dos espíritos? Eles respondem categoricamente não. Por não estarem eles sujeitos a enganar-se, falta-lhes a máscara sobem os hipócritas. Daí vem que sendo puros, então os espíritos puros, suas afeições são inalteráveis. Suprema felicidade lhes advém do amor que os une. Então é é uma caminhada na
alta-lhes a máscara sobem os hipócritas. Daí vem que sendo puros, então os espíritos puros, suas afeições são inalteráveis. Suprema felicidade lhes advém do amor que os une. Então é é uma caminhada na realidade, porque em muitos momentos a gente pode até disfarçar o que nós estamos sentindo. Acho que até a gente comentou isso no último encontro na na semana passada. Às vezes a gente faz uma ironia fingindo que tá fazendo um elogio, né? usa muito essas máscaras e entre os espíritos isso não consegue ser disfarçado, mas essa alteração de afeição, ela não ocorre entre os espíritos puros, mas entre nós que estamos em caminhada, entre nós que estamos em jornada, em aprendizado, isso pode ocorrer tanto na matéria como espírito encarnado, como entre os espíritos desencarnados. Então, a gente começa a perceber que todo o processo, todo o nosso processo, toda a nossa caminhada aqui na Terra, nas tantas existências que nós já tivemos, porque o nosso passado é infinito, mas o nosso futuro também é infinito, toda essa jornada ela vai nos preparando, nos gurilando pouco a pouco para que a gente perca essa máscara, né? para que a gente perca essa eh eh essa imperfeição, para que a gente vá gurilando as nossas deficiências e haverá o dia, claro, obviamente, que nós não precisaremos mais fingir aquilo que nós não sentimos, né? Aí não teremos mais a capacidade de ir colocar máscaras, né, essas essas personas para disfarçar aquilo que verdadeiramente sentimos, porque sentiremos amor e afeto e simpatia por todos aqueles que nos sergam, por todos os que convivem conosco, por todos aqueles que estão ao nosso derredor, né, por todos os nossos irmãos. Então, não, os espíritos puros não, eles não alteram as suas simpatias. Já nós, os espíritos imperfeitos, basta olhar muitas vezes como nós mesmos vivemos e convivemos uns com os outros. A gente acabou de falar, às vezes encontra alguém e sente uma simpatia que você não consegue ter explicar, porque que tá sentindo simpatia por aquela pessoa. E aí o
mos e convivemos uns com os outros. A gente acabou de falar, às vezes encontra alguém e sente uma simpatia que você não consegue ter explicar, porque que tá sentindo simpatia por aquela pessoa. E aí o Luciano falou muito bem essa questão da memória. E em outras circunstâncias a gente olha pra pessoa e muda a calçada porque não sabe porque não consegue ter ainda, né, afinidade com aquela pessoa. Mas é uma questão de tempo. de tá caminhando para ir aperfeiçoando, para ir se melhorando e todos nós um dia conseguiremos, né, ter simpatia, afeto, né, esse sentimento de fraternidade, de amizade por todos aqueles que estão ao nosso redor, os que estão os que estão próximos, os que estão distantes. Muito bom. Obrigada, Adriana. Então, a gente segue, Luciano, nos debruçando sobre a questão 297. Continua a existir sempre no mundo dos espíritos a afeição mútua que dois seres se consagraram na Terra? Se essa simpatia ela é verdadeira, se ela é espiritual, sem dúvida nenhuma ela será conservada e nós poderíamos dizer até aperfeiçoada, porque a vida continua na dimensão espiritual e aqueles espíritos simpáticos vão ficando cada vez mais unidos, cada vez mais afins, porque perdendo ah, como nós comentamos, a estrutura corporal, nós vamos nos encontrar na qualidade de espíritos. eh face a face, né, despidos, né, da das nossas limitações materiais e vamos eh poder aperfeiçoar ainda mais essa verdadeira simpatia. E essa simpatia espiritual, dizem os espíritos, elas são muito mais duráveis, muito mais sólidas que a simpatia que nós construímos aqui na Terra, porque elas não se acham subordinadas aos caprichos dos interesses materiais, do amor próprio e por aí vai. Então, o que que nós podemos perceber? Se aqui na Terra encarnados nós já somos simpáticos, desencarnados na qualidade de espírita, essa então será sim duradora e efetiva e será desenvolvida cada vez mais, porque vamos nos olhar com os olhos da alma, né, com os olhos do espírito e vamos conhecer as nossas realidades espirituais. E todas as vezes que nós
adora e efetiva e será desenvolvida cada vez mais, porque vamos nos olhar com os olhos da alma, né, com os olhos do espírito e vamos conhecer as nossas realidades espirituais. E todas as vezes que nós nos aproximamos em valores, em princípios e sentimentos, essa simpatia ela só vai aumentando e os laços vão ficando cada vez mais fortes. Muito bem, Luciano. Eh, nós temos aqui, antes de fazer a pergunta para Adriana, eu pediria ao Luciano para fazer um esclarecimento. É, duas pessoas perguntaram. O André Luiz Polimeni de Mesquita, ele diz: "Amigos, já li várias vezes, alcançar muitas vezes Kardec não é fácil, eu concordo com ele, não é? Às vezes a gente precisa ler, reler, meditar e às vezes discutir com as pessoas o assunto para poder, não é, entender. E aqui estamos para isso." Aí ele pergunta: "Qual a diferença das perguntas 293 e 294?" Parece nos perguntas iguais, no macro com respostas diferentes. Aí ele agradece. Mais embaixo, a Monalisa Riat e Cortáio vai dizer: "Boa noite, também achei as questões 293 294 contraditórias. Poderiam explicar novamente? Então, olha lá, Luciana 293 diz assim: "Conservarão ressentimento um do outro no mundo dos espíritos, dois seres que foram inimigos na terra?" E a 294, a lembrança dos atos maus de dois homens, que dois homens praticaram um contra o outro, constitui obstáculo a que entre eles reine e simpatia? Qual a correlação? Então nós vamos sim, eh nós vamos verificar o seguinte. Eh primeiro essa antipatia ela originou aqui da experiência encarnatória. Então nós aqui vivendo no corpo, no mundo de relação, um prejudica o outro, um faz mal para o outro. E quando nós chegamos no mundo espiritual, nós carregamos conosco essa bagagem das nossas vivências terrenas. E ao chegarmos no mundo espiritual agora, na qualidade de espíritos desencarnados, espíritos imortais, essa lembrança vai fazer com que ao invés de nos aproximarmos uns dos outros, nós vamos acabar nos afastando uns dos outros. Então, as perguntas elas eh na verdade tratam do assunto a partir da vivência
sa lembrança vai fazer com que ao invés de nos aproximarmos uns dos outros, nós vamos acabar nos afastando uns dos outros. Então, as perguntas elas eh na verdade tratam do assunto a partir da vivência no corpo e na vivência fora do corpo, mas as consequências, os efeitos não são contraditórios, são iguais. Então, se eu sou antipático de alguém vivendo aqui, chegando no mundo espiritual, essa antipatia vai continuar do lado de lá. se eu não superar essa dificuldade de convivência, se eu não perdoar, se eu não ressignificar a minha relação com o outro. Então, eh, uma pergunta, na verdade, complementa a outra, dizendo que o que a gente faz aqui, a gente leva pro lado de lá. Lembrando que o mundo espiritual é muito semelhante ao mundo que nós vivemos aqui pelo nosso estado evolutivo. A vida espiritual muito semelhante à vida corporal. a diferença que a gente não tem esse corpo denso que nós temos aqui, mas lá também nós teremos um corpo espiritual, por isso chama de perespírito. Nós vamos viver nas proximidades do planeta Terra, né? Então essa vivência eh vai ser muito semelhante. O fato de desencarnar não nos transformará da noite pro dia em anjos ou em espíritos eh completamente equivocados, completamente maus. Nós seremos do lado de lá nós mesmos com as nossas idiossincrasias, com as nossas realidades espirituais. A única diferença que não teremos mais o corpo físico. O processo é lento, o processo de evolução é gradativo e o grande desafio será nós superarmos as a nós mesmos e assim conseguirmos superar a antipatia para com o próximo, vendo nele um irmão que deve ser amado, que deve ser respeitado. Nós precisamos, como eu disse antes, fazer uma ponte para chegar no coração do outro. Muito bom, Luciana. Quando a gente estuda sobre reencarnação e essa questão das provas, né, é uma coisa que me ajudou muito, porque a gente teve grandes mestres nesse processo do estudo sistematizado. Eu tô me lembrando aqui para compartilhar com vocês nesse processo dos desafios, Luciano, que você
oisa que me ajudou muito, porque a gente teve grandes mestres nesse processo do estudo sistematizado. Eu tô me lembrando aqui para compartilhar com vocês nesse processo dos desafios, Luciano, que você faz referência, o espírito, ele sempre vai se deparar com duas situações e isso é em positivo. Ou é trauma ou é culpa. ou é um processo de culpa ou é um processo de trauma. E a gente tá sempre sendo convidado a superar isso, né? Então, sigamos, sigamos em frente. Vamos lá. Nós temos a pergunta da Adriana agora. Ana Cris, é só um comentário. Acho que os nossos irmãos com deficiência de audição pode estar tendo um probleminha, porque houve problema com a câmera da Dais, né? conexão da internet, mas parece que agora já está solucionado, mas esperamos que fique bem assim, viu? Esper dais fica com a gente, fica com a gente, Deis. Então, eh, então, Adriana agora, né? É 298. As almas que devam unir-se estão desde suas origens predestinadas a essa união. E cada um de nós tem na alguma parte do universo sua metade é que fatalmente um dia se unirá. É a questão das metades eternas, né? É. É, essa é uma questão capciosa. Eh, eu vou ler a resposta dos espíritos pra gente comentar, porque eu acho que a resposta dos espíritos é muito sábia. Eles dizem: "Não, não há união particular e fatal de duas almas. A união que há é a de todos os espíritos, mas em graus diversos, segundo a categoria que ocupam, isto é, segundo a perfeição que tenho adquirido. Quanto mais perfeitos, tanto mais unidos. Da discórdia nascem todos os males dos humanos. da Concórdia resulta a completa felicidade. Eh, eu e eu eu retomo eh aquela passagem de Santo Agostinho que eu recordei ainda há pouco, que tá lá no capítulo 14, né? No capítulo 14 e item item, eh, a identidade de progresso moral. essa identidade de progresso moral de que falam aqui os espíritos para Kardec e para todos nós, que ele eles deixam bem claro que segundo os graus diversos, segundo a categoria que ocupam, segundo a perfeição que tenho adquirido,
moral de que falam aqui os espíritos para Kardec e para todos nós, que ele eles deixam bem claro que segundo os graus diversos, segundo a categoria que ocupam, segundo a perfeição que tenho adquirido, essas almas ou esses espíritos, eles vão se aproximando, eles vão constituindo essas afeições ou esses círculos de simpatia. E eles dizem: "Quanto mais perfeito, tanto mais unido." Ou seja, a gente vai se agrupando, a gente vai se unindo em conformidade com a nossa identidade de progresso moral, em conformidade com a ordem, né, ou com a classe que nós ocupamos aí nesse processo de caminhada espiritual. Nos reunimos, portanto, por identidade, né, de progresso, de progresso moral. Eh, e eles então dizem, da discórdia nascem todos os males humanos e da concórdia resulta a completa felicidade. Ou seja, a discórdia ela é provocada a pelo quê? Pelas nossas imperfeições, pelo os nossos pontos de vistas exclusivos, pelo nosso egoísmo, pelo nosso egocentrismo, né? por esse nosso sentimento às vezes de individualismo. Essas discordódias elas são construídas, elas são elaboradas, elaboradas a partir das nossas próprias interfeições. Então, à medida em que nós vamos nos libertando dessas escamas grosseiras que nós trazemos e vamos melhorando, né, devagarinho, gradativamente, cada um no seu tempo, cada um dentro do seu processo, porque também não adianta a gente querer exigir perfeição imediata nem de nós, nem dos outros. que nós sabemos que é um processo, é uma caminhada, é uma jornada. À medida em que a gente vai melhorando, nós vamos construindo o que ele chama aqui de concórdia. E essa concórdia resulta da do nosso grau evolutivo. Nós vamos nos unir na medida em que formos nos melhorando. Aí a gente lembra da questão da afinidade, né? A gente vai se unindo por semelhança, por afinidade. Então a resposta é simples, né? E todos nós, se formos meditar, refletir sobre ela, perceberemos que de alguma maneira ela já foi respondida nas outras questões, porque a gente vê muito claramente os espíritos nos dizendo,
ples, né? E todos nós, se formos meditar, refletir sobre ela, perceberemos que de alguma maneira ela já foi respondida nas outras questões, porque a gente vê muito claramente os espíritos nos dizendo, bom, não essas essa essa questão de das almas eh se unir desde suas origens, predestinada a uma união, né, e cada um tem alguma parte, como ele pergunta, sua metade, essa essa questão da alma gêmea, né, da outra metade. Na realidade, nós não nos uniremos com uma outra metade, porque nós somos seres individuais, individualidade, mas nos uniremos a toda a humanidade, seremos eh uma só família, como lembra Jesus, um só rebanho quando atingirmos esse processo de perfeição. A gente cria muita lenda, né, em torno dessa questão da alma gêmea, da outra metade. a gente fantasia muito sobre isso. Deve ser a herança do romantismo, né, na nossa cultura. Deve ser a herança do romantismo. Mas o que a gente sabe é que nós vamos sim nos unir todos, porque estamos numa caminhada na direção de um alvo. Esse alvo é Deus, né? Então todos nós iremos nos unir, mas não nesse processo de que eu sou a metade de alguém, o meu espírito é é uma metade que tá perdida, procurando uma outra metade. Isso é um pouco de fantasia de filme hollyudiano, né? Filme de Hollywood, de romance romântico. A realidade é que nós estamos caminhando na direção da perfeição e vamos nos reunir por identidade de progresso moral, né? Identidade de caminhada, de evolução espiritual. Acho que é isso, Adriana. Continuando aí agora essa questão pro Luciano das outras metades, né? Você como professora amante da literatura e do romantismo, a gente não tá querendoar abaixo o romantismo aqui, não, né, Luciano? Mas aqui as outras metades, né? Em que sentido se deve entender a palavra metade, Luciano, de que alguns espíritos servem? O Cris, o o Kardec traz a informação de que a expressão utilizada é inexata. Porque olha só, se um espírito fosse a metade do outro espírito e os dois então estariam separados, eles estariam ambos incompletos. Ou seja, nós teríamos sido
de que a expressão utilizada é inexata. Porque olha só, se um espírito fosse a metade do outro espírito e os dois então estariam separados, eles estariam ambos incompletos. Ou seja, nós teríamos sido criados em partes e não como inteiro, não como individualidade, não como indivíduo. E se nós somos indivíduos, não tem uma parte nossa solta aí pelo universo para que nós possamos ir ao encontro dele, né? Realmente, como Adriana aí bem colocou, nós vamos verificar que nós, espíritos criados por Deus inteiros, né, nós podemos nos aproximar dos outros pelas leis da afinidade, né, do amor. E aí nós sabemos que há diversas concepções de amor até chegarmos ao amor fraternidade. Eh, quando ela fala aí do romantismo, é porque muitas vezes nós estamos falando aí do amor Eros, né? E os apaixonados estão sempre procurando ali o seu par, né, o seu complemento. E aí vem essas ideias, né, das almas gêmeas, das metades eternas que estão por aí, das metades espirituais. Mas isso, na verdade, é uma uma figura de linguagem inexata, né? Os espíritos nos colocam de forma muito clara, nós somos criados por Deus inteiros e não partidos. Nós não somos metades, nós somos individualidades. Podemos nos aproximar de alguém pelos laços da afinidade. Podemos nos lembrar aqui que há um planejamento espiritual e nós podemos ainda no plano espiritual, né, eh, combinar, fazer os combinados com aquela pessoa que vai ser a nossa companhia, que vai ser o nosso par. Podemos chegar aqui, encontrar essa pessoa, termos a certeza disso, temos uma vida em comum, né? Mas jamais um vai ser a metade do outro, né? Nós vamos eh somar, mas nunca completar o outro. Muito bem. E então, como coloca Emanuel, nós podemos ter simpatias, não é, por outros espíritos, naturalmente, não é? E inclusive uma simpatia especial por alguém, mas não significa que seja a outra metade, não tem nada a ver uma coisa com a outra, não é? Isso é para tomar muito cuidado porque senão fica incoerente mesmo. Já pensou um ser a metade do outro precisar se encontrar
a que seja a outra metade, não tem nada a ver uma coisa com a outra, não é? Isso é para tomar muito cuidado porque senão fica incoerente mesmo. Já pensou um ser a metade do outro precisar se encontrar para juntar e fazer o todo, Deus seria o quê? Não é nessa situação. Mas a gente nota que os espíritos podem, pela afinidade, pela convivência, não é? Criar um um aspecto de harmonia naturalmente e se sentirem bens uns com os outros, mas não significa que não estejam vinculados à família universal, não é? para onde todos caminhamos, como muito bem comentar Adriano e Luciano. Excelente. Agora aqui, eh, Adriana, na questão 300, se dois espíritos perfeitamente simpáticos se reunirem, estarão unidos para todo sempre ou poderão separar-se e unir-se a outros espíritos? Olha aí a pergunta na continuidade do que a gente está comentando. Sim. E e olha, é uma coisa interessante, porque os os espíritos perfeitos, né? eles construirão essa eh essa simpatia, né, ou esses vínculos a partir dessa dessa simpatia. E essa simpatia ela vai est, como disse o Lucian ainda agora a pouco, toda balizada, estruturada a partir do sentimento de amor. Então os espíritos respondem a Kardec dizendo: "Todos os espíritos estão reciprocamente unidos". Falo dos que atingiram a perfeição, tá falando dos puros, né? Eh, esse estado, se a gente observa, todas as questões nos dizem que nós atingiremos esse esses estados desejados de simpatia quando nos libertarmos das nossas imperfeições, das nossas impurezas. E a gente tá no no processo, né? A gente tá na caminhada, todos nós estamos em jornada, em caminhada. Então, todos os espíritos estão reciprocamente unidos. E ele fala dos que atingiram a perfeição nas esferas inferiores. Desde que um espírito se eleva, já não simpatiza com Dantes com que lhes ficaram abaixo. E aqui a gente precisa fazer, né, algumas considerações, né? Acho até que você tinha uma pergunta para nós a respeito disso, né? Tenho sim, da Jeane Lima. Olha lá, ela perguntou e pergunta um pouco antes de
a gente precisa fazer, né, algumas considerações, né? Acho até que você tinha uma pergunta para nós a respeito disso, né? Tenho sim, da Jeane Lima. Olha lá, ela perguntou e pergunta um pouco antes de gente começar o nosso estudo hoje. Ela diz assim: "Na pergunta 300, nas esferas inferiores, desde que um espírito se eleva, já não tem a mesma simpatia pelos que deixou. Poderiam explicar essa não simpatia pelos que deixou?" E é justamente que a Adriana não é vai fazer. Uhum. É, eu eu eu vou ter que retomar novamente Santo Agostinho, porque o que que é essa não simpatia? é a não semelhança de gostos, é a ausência de identidade de progresso moral, eh a ausência dessa afeição. Não significa aí que aquele que se elevou, que já deu alguns passos na direção dessa sua melhoria íntima, do seu progresso espiritual, não significa que ele odeie aqueles que ficaram na retaguarda ou os despreze. Pelo contrário, a literatura espírita nos mostra que os espíritos que caminharam um pouquinho mais, eles retornam para ir para irem auxiliar, amparar, socorrer aqueles que ficaram na retaguarda. A maior prova disso somos nós mesmos que estamos aqui encarnados e que temos os amigos espirituais do outro lado velando por nós, cuidando da nossa jornada. Muitos deles inclusive já poderiam estar em outras esferas e estão aqui cuidando da nossa jornada. cuidando da nossa caminhada, justamente porque e essa não simpatia não significa nem ódio, nem desprezo. É a ausência naquele momentânea de identidade, de afinidade, de semelhança, de gosto, né? Então precisa entender dessa forma, não levar muito ao pé da letra, né? tentar compreender dentro desse contexto os espíritos que se melhoram, que adquirem as virtudes, como disse o Luciano, não esquece aqueles que ficaram na retaguarda, né? Como nós nunca fomos esquecidos, estamos aqui, né, em jornada. Muito bom, Adriana. Seguindo com Luciano, questão 301. Luciano, dois espíritos simpáticos são complemento um do outro ou a simpatia entre eles existente é
mos esquecidos, estamos aqui, né, em jornada. Muito bom, Adriana. Seguindo com Luciano, questão 301. Luciano, dois espíritos simpáticos são complemento um do outro ou a simpatia entre eles existente é resultado de uma identidade perfeita. O que atrai esses espíritos é a simpatia. Quanto mais perfeita essa concordância com seus pendores, com seus instintos, com as suas características, mais próximos e simpáticos eles são. Mas os espíritos tomam cuidado de não utilizar essa palavra completar o outro, porque se nós formos completar o outro, o outro e nós mesmos perderíamos a nossa individualidade. Então, os espíritos eh nos ensinam isso, a simpatia atrai e quanto melhor essa concordância, essa afinidade, mais próximos nós somos. Mas não vamos trabalhar a ideia de de completude não, porque senão nós vamos ferir as individualidades. É isso que os espíritos estão nos dizendo, né? Tirando até um pouquinho do romantismo aí que a Adana nos colocou. Sim. Muito, porque é muito comum, né, o pessoal querer um completar o outro, né? Ah, o fulano de tal me completa, né? Não é bem assim, né? É como se a felicidade dependesse, né, Adriana, de outra pessoa. A, a gente ainda precisa estudar isso e entender bem, não é? Isso. É isso. Isso mesmo, Carlos. Uhum. Bem, a gente tem aqui uma pergunta pra Adriana que é 302 agora. Aí daqui a pouco a gente vai lá pro chat atender todo mundo, né, Cris? A identidade necessária, a existência da simpatia perfeita. apenas consiste na analogia dos pensamentos e sentimentos ou também na uniformidade dos conhecimentos adquiridos? Olha, eu achei essa resposta magnífica, porque os espíritos eh eles não dizem a Kardec nem eh a resposta é direta, é curta e direta, mas eles não dizem que essa identidade necessária depende eh dos pensamentos, dos sentimentos e nem dos conhecimentos. Ele diz que depende da igualdade do grau de elevação. Aí eu volto para Santa Agostinho de novo, né, da identidade de progresso moral, né, depende disso. Essa identidade eh necessária existência, essa simpatia
que depende da igualdade do grau de elevação. Aí eu volto para Santa Agostinho de novo, né, da identidade de progresso moral, né, depende disso. Essa identidade eh necessária existência, essa simpatia perfeita, ela se constrói a partir da igualdade dos graus de elevação. medida em que a gente vai caminhando e aperfeiçoando o sentimento, burilando os nossos pensamentos e desenvolvendo os nossos conhecimentos, nós vamos evoluindo. Mas o que nos dá essa simpatia perfeita é a igualdade da evolução, né? essa igualdade de evolução, lembrar da daquela escala, né, da questão número 100 e lembrar do que afirma Santa Agostinho muito sabiamente, eh, não apenas os gostos, não apenas a afeição, mas a identidade de progresso moral, nós nos identificamos, né, nesse processo de de construção moral, de burilamento íntimo. Eh, o Luciano tava falando agora a pouco da questão da individualidade, né? Se nós somos individualidades, fomos criados por Deus como individualidades, essa busca ilusória da outra metade pode, em algum momento, inclusive, adoecer o nosso modo de sentir, adoecer o nosso modo de pensar a própria existência se a gente não tem eh a realidade de que trata que os espíritos, nós não somos seres incompletos ou metades perdidos aí pelo universo em busca de outra metade. Quantos de nós, como o Carlos falou ainda agora a pouco, vemos buscando essa felicidade ilusória da outra metade que nos completa, da outra metade que vai nos fazer feliz, porque ainda não entendemos que como criaturas criadas por Deus, nós somos individualidades, fazemos todo o nosso processo evolutivo a partir das nossas próprias decisões, do nosso próprio livre arbítrio. Então, o que vai fazer com que a gente encontre simpatia, perfeita harmonia, perfeita sintonia com outros espíritos. é justamente o nosso grau de elevação. Por isso que é importante se melhorar, né? Por isso que é importante buscar autoconhecimento. Muito bom, Adriana. Vamos seguir aqui então paraa questão 303. Luciano, podem tornar-se de futuro simpáticos
r isso que é importante se melhorar, né? Por isso que é importante buscar autoconhecimento. Muito bom, Adriana. Vamos seguir aqui então paraa questão 303. Luciano, podem tornar-se de futuro simpáticos espíritos que presentemente não o são? E aí eu vou pedir para comentar 303. Também há na sequência. onde a questão é: podem deixar de ser simpáticos um ou outro espíritos que já o sejam? Os espíritos nos dizem, Cris, que todos nós seremos um dia simpáticos uns aos outros. Mas nós vamos verificar e podemos até fazer um paralelo com aquela ideia do pertencimento e do não pertencimento. Olha só, se a gente olhar para trás nessa existência, nós vamos verificar que algumas coisas que nós fazíamos no nosso passado, nós nos sentíamos ali felizes, né, de fazer aquilo e que agora aquele ambiente já nos não nos pertence mais, a gente já nos sente bem naquele lugar fazendo aquelas coisas. significa que nós mudamos, nós modificamos. Então, do ponto de vista da simpatia e da antipatia, também acontece isso. Imagina se um de nós progride mais que o outro, os nossos pendores, né, os nossos valores, as nossas percepções vão mudar. Então, é muito comum de nós eh verificarmos que, embora todos nós vamos chegar a desenvolver a simpatia uns pelos outros, o ritmo pode ser diferente, porque o ritmo depende da nossa vontade, das nossas escolhas, do nosso trabalho. E isso é que vai nos aproximar ou nos afastar uns dos outros aqui na encarnação ou até mesmo na dimensão espiritual. Mas o fato é que quando nós chegarmos à condição de espitos perfeitos, aí a simpatia é geral e todos nós eh seremos no futuro simpáticos uns aos outros. Agora, os espíritos também comentam o seguinte: será que um de nós pode estacionar e o outro pode progredir, né, pelo fruto das nossas escolhas. Sim, né? Geralmente os espíritos dizem pela preguiça. Nós podemos observar que tem duas leis espirituais muito importantes, a lei do trabalho e a lei do progresso, não é? Então, se nós nos tornamos preguiçosos e não trabalhamos, não vamos progredir. Se
. Nós podemos observar que tem duas leis espirituais muito importantes, a lei do trabalho e a lei do progresso, não é? Então, se nós nos tornamos preguiçosos e não trabalhamos, não vamos progredir. Se o nosso irmão, o nosso companheiro, a nossa companheira o faz, ele progrede. Nós ficamos parados. E se ficamos parados, vai haver uma dissonância, vai haver um afastamento. E aí, aonde existia simpatia, podemos desenvolver uma outra percepção diferente dessa. Então, nesse cenário, Cris, nós vamos verificar que fatalmente aí é uma fatalidade eh espiritual, todos nós seremos perfeitos e felizes, mas até chegar lá nós vamos ter gradações diferentes. Portanto, simpatias e antipatias ao longo dessa nossa jornada espiritual. Ô, Luciano, né, você comentou a respeito da vontade e o Roberto Brisolara da Rosa Sampaio, ele tinha perguntado, amigos, ter simpatia um não é uso do livre arbítrio em combinação com a vontade, é necessário fazer esforços e até mesmo sacrifícios. Há algo a mais? É, então, olha só, eh nós temos aqui uma outra lei que é a lei da liberdade, aonde nós podemos exercer o livre arbítrio e nos aproximar daquelas pessoas. Se nós temos a perspectiva de sermos espíritos perfeitos, ao exercer a vontade de se aproximar daquela criatura, amando, respeitando e convivendo com ela no nível evolutivo que nós estamos e ela também, nós vamos criar pontes, né? pontes de progresso e aperfeiçoamento. E essa vontade vai falar eh muito alto. Por quê? Porque se nós não superarmos a nós mesmos, a nossa tendência é nós nos afastarmos do diferente, é nós nos afastarmos do outro, né? Ter compaixão, empatia, nos colocarmos no lugar do outro para que nós possamos aceitá-lo do jeito que ele é. Realmente é um ato de grandeza e um ato de fraternidade. Então eu acresceria, Carlos, que junto da vontade, né, nós vamos ter também o desenvolvimento do amor fraternidade, que é aceitar o irmão da forma como ele é e da forma como ele está. Muito bem. Tem uma questão aqui, eh, que eu vou colocar para Adriana já eh buscando, né,
bém o desenvolvimento do amor fraternidade, que é aceitar o irmão da forma como ele é e da forma como ele está. Muito bem. Tem uma questão aqui, eh, que eu vou colocar para Adriana já eh buscando, né, a questão dos nossos internautas. Janélia Santana, ela diz assim muito bem e muito bem nos lembra, né, sobre o culto do evangelho no lar. Quando fazemos o evangelho no lar, atraímos os espíritos simpáticos ao bem. Adriana, sempre, né, sempre que fazemos o evangelho no lar, nós sabemos que a o wi-fi mais poderoso que nós temos com Deus é o momento da prece, o momento da oração, né? Eh, e o evangelho no dá essa oportunidade bendita de nos reunirmos em torno da prece, em torno da oração, em torno do evangelho de Jesus. Os espíritos amigos que conosco convivem estão muitas, a grande maioria das vezes, atentos para esses momentos de reflexão, de prece, de oração. E junto deles, muitas vezes, eles atraem para os nossos lares aqueles aqueles espíritos que são simpáticos a nós, que que querem o nosso bem. Então, o culto do evangelho no lar não é só uma prevenção contra a investida dos ignorantes, né, muitas vezes dos espíritos brincalhões, mas é também um momento de de confraternização entre nós e os espíritos amigos que conosco convivem. Eles serão sempre atraídos para junto de nós durante o culto do evangelho no lar. Por isso que ele é tão importante. Ele é uma luz que se acende em nosso lar, mas é também uma luz que se acende em nosso coração espiritual, né? e que acaba nos congregando, nos reunindo, aqueles espíritos que são simpáticos a nós e de certa forma acaba também atraindo outros que talvez não sejam tão simpáticos, mas que pelo exercício do evangelho lá, pelo auxílio que esses espíritos recebem, eles acabam se tornando simpáticos a nós também por causa da vibração que o evangelho favorece, muitas vezes por causa das nossas orações, né? Às vezes os o momento de prece, de oração, de se pedir perdão, muitas vezes durante aquele culto do evangelho, transforma outros espíritos que não talvez não
as vezes por causa das nossas orações, né? Às vezes os o momento de prece, de oração, de se pedir perdão, muitas vezes durante aquele culto do evangelho, transforma outros espíritos que não talvez não fossem tão simpáticos a nós em espíritos simpáticos. É fundamental manter acesa a luz do evangelho no lar. Excelente, Adriana, lembrar isso, não é? que você colocou aí ao final, que às vezes os espíritos não são simpáticos propriamente, mas nós oramos por eles, até familiares já desencarnados e eles são atraídos e acaba gerando essa simpatia pelo bem que nós estamos desejando a eles. Excelente. E Adrian, aqui é Luciano, desculpa. Luciano, na 301, na resposta é colocada o seguinte: a simpatia que atrai um espírito para outro resulta da perfeita concordância de seus pendores e instintos. E o Francisco Caparroz, ele pergunta de seus instintos. Ah, perfeito, perfeito, Carlos. Aí que nós vamos verificar o seguinte. Antes de nós alcançarmos a razão, todos nós somos guiados pelo instinto. E dizem os espíritos que o instinto é uma parte de nós relacionado principalmente à nossa sobrevivência e que o instinto não erra. Então, olha só, para nós entendermos pouquinho isso rapidamente, vamos olhar ali a vida do animal irracional. Ele age sobre o instinto e agindo sobre o instinto, ele segue uma lei divina. E aí não há livre arbítrio, ele não escolhe, ele segue o instinto e faz a vontade de Deus. Quando nós chegamos no reino ominal, nós já temos o desenvolvimento da razão e a possibilidade da escolha do livre arbítrio, mas nós ainda assim não perdemos o instinto, né? Tanto é que nós temos, por exemplo, ainda o instinto de conservação, que é uma outra lei, inclusive uma lei espiritual, a lei de conservação que o professor Kardec nos ensina aqui no livro dos espíritos. Então, nós, ainda que possamos avançar, nós não deixaremos de ter o instinto como um mecanismo divino, né, da lei natural, do qual nós somos beneficiários. Muito bom, Luciano. Adriana, vamos voltar pra questão da família aqui, que
avançar, nós não deixaremos de ter o instinto como um mecanismo divino, né, da lei natural, do qual nós somos beneficiários. Muito bom, Luciano. Adriana, vamos voltar pra questão da família aqui, que tem uma uma pergunta da Hace Aparecida. Ela diz assim: "E quando espíritos se encontram reencarnados na mesma família e tem que e tem que ter a convivência um com o outro, mas não tem alguma coisa que não conseguem ser unidos?" Mas tem alguma coisa que não conseguem ser unidos. Isso pode ser inimigos de outra vida, né? Olha só que coisa. Eh, tem uma mensagem eh do Benfeito Emanu, se eu não estiver enganada, no capítulo Afeição do livro Consolador, que ele diz que nós eh quando ele define por analogia família como um colégio, né? o colégio familiar, ele chama família de colégio. E em um colégio, em uma escola, de um modo geral, nós não somos todos professores e nem somos todos alunos. E em muitas circunstâncias, com o passado tempo, esses papéis de professor, de aluno, de diretor, eles vão se alternando. Inclusive, um dia eu já fui aluna e hoje sou professora. Então, esses papéis, esses lugares dentro dessa organização, né, dessa estrutura que o Emanu chama muito bem de colégio, né, de colégio familiar, ele ele vai essa estrutura, esses papéis eles vão se alternando. E eles vão se alternando por quê? Porque há momentos em que eu preciso aprender e há momentos em que eu já posso ensinar. E nós sabemos que existem eh os laços, né, as ligações pelos vínculos corporais, materiais e pelos vínculos espirituais. O que geralmente ocorre dentro de uma família é que as pessoas que se reúnem ali dentro da mesma família, elas se reúnem por laços de famí eh de simpatia, né? laços de afeto, mas pode ocorrer também ali aqueles espíritos que trazem na sua bagagem evolutiva ódios, ressentimentos, desejos de vinganças e que necessitam, por isso mesmo, reencarnar dentro daquele colégio familiar, daquela estrutura familiar para aprender, aprender a perdoar, né? se libertar desse tóxico do rancor, do ódio, do
inganças e que necessitam, por isso mesmo, reencarnar dentro daquele colégio familiar, daquela estrutura familiar para aprender, aprender a perdoar, né? se libertar desse tóxico do rancor, do ódio, do sentimento de vingança. Então, pode ocorrer sim de nós todos nós termos pessoas com as quais nós não simpatizamos dentro do nosso do nosso dos nossos laços familiares, dos vínculos familiares, porque uma coisa é a parentela, é a consanguinidade nos faz parentes, outra coisa é a família, né? A família, ela se constitui por laços de simpatia, ela se constitui por semelhanças de gosto, ela se constitui pelo progresso moral que nós que nós já adquirimos. E é importante a gente lembrar que se aquele espírito que está encarnado entre nós, com o qual nós não simpatizamos, é bom a gente lembrar que é justamente com aquele que nós precisamos nos harmonizar. é justamente com para aquele que nós precisamos doar afeto, doar amor, fazer todos os esforços, tudo que tiver a nosso alcance para que essa discensão, para que essa antipatia ela seja desfeita ainda aqui nessa existência. Porque se esse espírito reencarnou entre nós ou se nós somos esse espírito, né, antipatizado, que nós nos harmonizamos muito com a nossa família, se somos nós e já temos esse conhecimento da doutrina espírita, nós precisamos urgentemente começar um processo de construção dessa simpatia, como Luciano agora explicou, né, tendo aí a vontade, né, a boa vontade e esse esse esse esforço de ir vencendo pouco a pouco com essas não é uma tarefa fácil, mas não é uma tarefa impossível, né, de maneira nenhuma. E se nós estamos ali no meio daquela família, é porque nós necessitamos. Deus não erra o alvo, né? Deus não erra o alvo. Nós precisamos estar ali por uma razão superior. Então é é inadiável que a gente compreenda quanto mais difícil é aquele familiar, quanto mais difícil é aquela pessoa. E se somos nós essa pessoa difícil dentro da nossa família, é nosso dever reverter essa situação. Porque embora a parentela
quanto mais difícil é aquele familiar, quanto mais difícil é aquela pessoa. E se somos nós essa pessoa difícil dentro da nossa família, é nosso dever reverter essa situação. Porque embora a parentela não seja a família, né, mas toda parentela um dia se constituirá nos laços familiares, é para isso que nós estamos, né, caminhando. Muito bem, Adriana. Eh, vou pedir a compreensão dos nossos internautas. Já não cabem mais perguntas, não teremos tempo de atender. Se você fizer, vai ficar pendente a pergunta. Nós temos sete perguntas ainda aqui já apresentadas, né, ainda sem resposta. Então, eh, Luciano, o Daniel Rosa de Assis pergunta: "Afinidade entre espíritos encarnados pressupõe não virem para reconciliar e a antipatia entre espíritos reencarnados pressupõe virem para reconciliar isso nas virtudes e nas imperfeições semelhantes?" É, então, olha só, eh, Deus permite que na nossa família corporal nós possamos estar juntos daqueles que têm conosco os maiores vínculos de amor e de compromisso. Então, é muito fácil nós vermos nas nossas famílias esses reencontros, né? Então, se nós já temos afinidade, esse reencontro nosso, ele não vai depender de reconciliação. Por quê? Porque nós já nos conciliamos a partir da lei da afinidade. Agora, se por outro lado são espíritos adversários, espíritos que têm suas diferenças, que estão sobre o mesmo lar, ali a bendita oportunidade de exercício do perdão e da construção do amor, do vencimento daquelas lembranças do passado para que haja um hoje melhor, eh, rumando para um futuro aonde esses espíritos possam aí sim eh se reconciliarem, superarem as diferenças do passado e estabelecerem laços fortes de amor, de unidade, de concórdia. Então, como a Adriana aí comentou, né, na o Chico dizia muito, né, na reencarnação ninguém erra o endereço. Nós estamos na família que nós precisamos, nós estamos na família que nós merecemos de acordo com as nossas necessidades espirituais. Muito bom, Adriana. Vamos, vamos voltar para nosso lar agora. O exemplo que a
na família que nós precisamos, nós estamos na família que nós merecemos de acordo com as nossas necessidades espirituais. Muito bom, Adriana. Vamos, vamos voltar para nosso lar agora. O exemplo que a selva Brazeiro nos traz dizendo que André Luiz conta que conheceu Hilário e aos poucos minutos que conversavam como se já se conhecessem de sempre, todo sempre. Será pelos interesses, já que ambos eram médicos na última encarnação? E essa essa é uma possibilidade, né? Porque a afinidade, semelhança de gostos, a profissão, né? que eles exerceram ainda encarnados. Mas não só por isso, porque eu acredito que os nossos laços de simpatia eles são construídos ao longo das nossas existências. E a gente vai trazendo isso na nossa bagagem. Eh, são muitas e muitas existências nas quais nós vamos a alimentando esse sentimento, né, de afeto, de amizade, de fraternidade. Tanto isso é verdade que nós mesmos que convivemos com os nossos familiares, às vezes nos damos conta, percebemos que há aqueles que a gente não sabe explicar porque tamanha simpatia, né? não consegue explicar porque tamanho afeto. A gente não confessa às vezes que tem um afeto maior pelo pai, pela mãe, por um filho, por um sobrinho, mas a gente sabe que tem, a gente reconhece isso, porque isso é resultado, isso é construção, né? Simpatia é construção, a gente vai construindo isso ao longo das nossas existências. E antipatia também. Isso é antipático dá trabalho, gente. Ser antipático dá trabalho, né? Pra gente ser chato, ser antipá, tem que estar o tempo todo de cara amarrado. A pessoa passa dar bom dia, você diz para quem, né? É, é, dá muito trabalho ser antipático, mas é construção, né? A gente vai colocando um tijolinho ali todo dia, assim como a simpatia. Então, acredito que no caso do André Luiz, sim, tem as afinidades, os gostos, as semelhanças, mas tem um histórico das existências, né? A gente não conhece a vida do André Luiz antes do André Luiz, né? Eles não conhecem a infinitude do passado do André Luiz, como não se
gostos, as semelhanças, mas tem um histórico das existências, né? A gente não conhece a vida do André Luiz antes do André Luiz, né? Eles não conhecem a infinitude do passado do André Luiz, como não se explica eh a as nossas simpatias com pessoas com as quais, especialmente agora durante a pandemia, Cris, que a gente nunca teve contato, só se conhece pelo Meet, só se conhece pelo Zoom e você não consegue explicar porque você gosta tanto daquela criatura, né? E é isso, isso é resultado de é plantil, né? Na realidade, simpatia e antipatia são plantios e a gente vai colhendo, né? Muito bem. Vem de outras existências, não é? E às vezes tem afinidade pelo gosto, né, e tal, mas ali fica aquela eh dúvida. E acredito que, como Adriano tá colocando, né, os dois já tinham se encontrado lá para trás, né? Ele falou como se nos conhecêssemos há muito tempo, não foi só pelo fato da medicina, né? Ser a a Então é muito legal. Agora a Rita faz uma pergunta que eu vou responder rapidamente para ganhar tempo. Participar do estudo do Evangelho no Lar, que é transmitido ao vivo pela FEB TV aos domingos é válido ou precisamos fazer outro? Bem, Rita, depende muito. Se a pessoa não tem nenhum outro familiar, não é? com quem fazer o evangelho no lar e participa desse, excelente. Mas se tem outros familiares com quem fazer o evangelho no lar, o ideal, além de participar desse, é que faça o evangelho no lar com a sua família, porque a proposta é essa, é estudar o evangelho com a família consanguínea nesta encarnação, não é? Mas lógico que vale participar daquela que é feito no domingo, por isso é que é feito, né? para reunir aqueles que às vezes não t a família ou que tem os familiares não são espíritas ou que toda a família deseja participar desse evangelho e termina, por exemplo, o evangelho, a família fica mais uns minutinhos fazendo o exame, comparando a sua vida, a sua relação diária com aquilo que foi estudado, porque o evangelho serve para isso. E Luciano, né? Agora auxil no livro Renúncia, foi ao voltar a reencarnar na
azendo o exame, comparando a sua vida, a sua relação diária com aquilo que foi estudado, porque o evangelho serve para isso. E Luciano, né? Agora auxil no livro Renúncia, foi ao voltar a reencarnar na Terra para ajudar a evolução de um espírito simpático, já que é ela já estava em sírios. Foi um exemplo de simpatia ou de amor, né? Acho que pergunta, né? É amor, mais que simpatia, amor, devoção, né? Porque um espírito que já está numa esfera mais adiantado, voltar a viver num planeta como a Terra, mais atrasado, não é? Só pode ser por um amor, uma devoção, né? Em relação ao ente querido. É a Dra. A Camila Xavier aqui ela volta à questão 296, quando dizem afeições e ela coloca entre aspas se faz referência somente a sentimentos entre dois seres ou também quanto às preferências, afazeres e interesses? Adriana, olha, afeição é uma palavra muito ampla, né? E a gente pode, pelo próprio contexto, perceber que não se trata de apenas de sentimentos ou de afetos, mas dos nossos gostos, das nossas semelhanças, né, de de identidade, progresso, moral, como diz Santo Agostinho, é muito mais que simples afeição, que simples sentimento, né? Simpatia aí, como a gente falou ainda agora a pouco, é construção, é semeadura, né? a gente vai semeando ela ao longo dos nossos passos. E aí a na questão especificamente quando ela fala, quando não só nessa questão, mas em todas as outras, quando os espíritos falam de simpatia, essa palavra não pode ser restringida à acepção de de sentimentos, porque ela é muito mais ampla que isso. Tá bom? Muito bem. E a última agora para o Luciano. Sou tipo esponja, absorvo a energia dos lugares. Como me proteger das energias negativas? Olha o Enando Souza, né? Jesus deu a dica para nós. Ele diz assim: "Olhai, vigiai e orai, a fim de não cairdes em erro, né? Então, olha só, olhar, prestar atenção, né? Vamos prestar atenção no que está acontecendo. Vamos perceber a partir daquilo que nós percebemos, o que que nós podemos fazer? Vigiar pensamentos, sentimentos, ações para que
ar, prestar atenção, né? Vamos prestar atenção no que está acontecendo. Vamos perceber a partir daquilo que nós percebemos, o que que nós podemos fazer? Vigiar pensamentos, sentimentos, ações para que elas sejam e eh esses nossas essas nossas instâncias, né? sentir, pensar e fazer seja algo conforme os ensinamentos de Jesus no Evangelho. E finalmente, quando a gente não dá conta, aí nós vamos usar a terceira força, que é a oração, a conexão com o alto. Vamos pedir ajuda a Deus, a Jesus, aos amigos espirituais, ao nosso anjo guardião, para que nós possamos superar isso sem ser uma esponja, absorvendo as energias negativas e deletérias dos outros, né? E assim nós vamos poder estar no charco sem nos contaminar o charco, não é assim? Excelente. Nosso agradecimento a a Adriana, ao Luciano, as nossas intérpretes para Libras, não é, Crissa? Aí pela parceria e a você que acompanha aí de casa, não é? Pela internet também. A nossa gratidão pelas palavras amigas a pessoas que estão começando hoje. Você pode ver, não é? acompanhar todos os estudos anteriores que estão gravados e publicados no site da FEB TV. Procure, não é, informação que foi colocada inclusive no chat hoje, se você tem interesse nos anteriores, tem ali por onde entrar. E normalmente essa informação vai também quando sai a publicidade, né, do nosso encontro da semana. No próximo estudo, nós vamos seguir com esse capítulo 6 da vida espírita com o tema recordação da existência corpórea. As perguntas 304 a 312 você pode ler em casa, trazer os seus comentários e as suas perguntas que facilita bastante o nosso estudo. Agradecemos muito, grande abraço a todos e renovados agradecimentos aos parceiros de transmissão simultânea. Estudando o livro dos espíritos, um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Ja.
Mais do canal
Para Viver o Evangelho | Episódio 207 • Estudo da obra “Pelos Caminhos de Jesus” (Capítulo 11)
1:00:52 · 1.1K views
Evangelho no Lar • 05/04/2026 | Depois da ressurreição
Literatura Espírita | T12:E03 • O Sermão do Monte
Momentos Evangélicos com Paulo de Tarso • Reflexões Espíritas na Atualidad
Conversando Sobre Espiritismo | Mário Sérgio, Solange Seixas e Leonardo Machado
Justiça da reencarnação • Herculis Romano