#52 Estudando O Evangelho Segundo o Espiritismo - A Caridade material e a moral
"Estudando O Evangelho Segundo O Espiritismo" Um estudo sistemático e continuado da obra O Evangelho Segundo O Espiritismo, de Allan Kardec. Semanalmente, toda quinta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo. Encontro 52 - Capítulo 13 - Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita, de ‘O Evangelho Segundo o Espiritismo’ — Instruções dos Espíritos: A Caridade material e a caridade moral – Itens 09 e 10.
Estudando o Evangelho Segundo Espiritismo, um estudo sequencial da obra O Evangelho Segundo o Espiritismo de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Irmãs e irmãos queridos, sejam muito bem-vindos ao Estudando o Evangelho Segundo o Espiritismo, esse espaço tão especial paraa nossa construção coletiva. Nós damos as boas-vindas ao querido Carlos, já agradecendo pela oportunidade do aprendizado, as intérpretes para Libras, Eliane Carvalho e Tainã Tinum, ambas do grupo de estudo Surdos Espíritas, aos nossos queridos convidados de hoje, que é os que são os mesmos que estiveram conosco na semana passada, a Ana Maria Pacheco Pecker, trabalhadora do Centro Espírita Caridade de Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul e do Centro Espírita Sem Fronteiras. e Caio Pavão, biólogo, professor universitário e trabalhador do grupo de estudos espíritas Mei de São Luís do Maranhão. Nós gostaríamos também de agradecer muito aos nossos parceiros de transmissão. Saudação fraterna a você que está nos acompanhando de casa. Nossas boas-vindas aos nossos a equipe toda hoje aqui. Hoje nós vamos iniciar o estudo do capítulo 13. Não saiba a vossa mão esquerda. que dê a vossa mão direita. Instruções dos espíritos, a caridade material e a caridade moral. Mas antes de já fazer a primeira pergunta paraa Ana, eu quero informar vocês que o Simão Pedro confirmou hoje que no ano que vem ele estará conosco de volta, né? Porque estará cumprindo a etapa do trabalho profissional dele que estava, né, sendo nesse horário. Ficamos muito felizes com a informação e quisemos aqui logo compartil com você, compartilhar com vocês, não é? Bom, Ana, nós vamos então já ir para o item nove, onde a gente encontra: "Amemo-nos uns aos outros e façamos aos outros o que quereríamos nos fizessem eles." Por que a irmã Rosária afirma que toda a religião e a moral se acham encerradas nesses dois preceitos? Muito boa noite, Carlos Lu, Caio, as meninas aqui, nossos intérpretes para
os nos fizessem eles." Por que a irmã Rosária afirma que toda a religião e a moral se acham encerradas nesses dois preceitos? Muito boa noite, Carlos Lu, Caio, as meninas aqui, nossos intérpretes para Libras, toda a equipe que tá nos bastidores, que o pessoal não consegue ver, né, e o pessoal aí de casa. Então, né, eh, a irmã Rosália foi muito feliz nessa afirmativa, porque de fato, né, ã, de que fala a religião e de que nos fala a moral ou quais são os objetivos dessas duas coisas num sentido bem amplo, porque nós sabemos que o ser humano deturpou, né, fez mau uso da religião, faz maluo dos conceitos da moral, mas então a gente, abstraindo-se da nossa má interpretação, do nosso mau uso desses conceitos, num sentido bem amplo, num sentido mais profundo, a religião tem em si esse objetivo de conexão com o alto, né, de conexão com a divindade, o religar, né, com as coisas mais sagradas da alma. E a moral também como regra do bem proceder, né, como como regra de conduta, facilita o o convívio social. Então, quando eu consigo estender ao outro mesmo amor que eu tenho por mim, quando eu consigo me amar, também tem esse detalhe, né? Eh, de fato, nesse momento, eh, eu estaria ou nós estaríamos, se todos nós conseguíssemos fazer isso, eh, numa sociedade de acordo com os preceitos do Cristo, né? E numa sociedade, e a gente tem lá na questão eh 930, né, se não me engano, do Rio dos Espíritos, numa sociedade organizada segundo a lei do Cristo, ninguém deve morrer de fome, né? Quando nós praticarmos a lei de Deus, e isso também é uma fala de Kardec lá na questão 930, nós teremos uma ordem social fundada na justiça e na solidariedade e tudo então será muito melhor, né, numa sociedade, né, ou entre pessoas que pratiquem de fato essa lei do amor, nós viveremos num ambiente de fraternidade, segundo os preceitos mais sublimes da fraternidade, que é o o respeito, a igualdade, né, a busca pelo bem-estar, eh a mais desinteressada caridade, um convívio mais fraterno, em que todos nós possamos ter as nossas necessidades
ublimes da fraternidade, que é o o respeito, a igualdade, né, a busca pelo bem-estar, eh a mais desinteressada caridade, um convívio mais fraterno, em que todos nós possamos ter as nossas necessidades atendidas, desde as necessidades mais básicas até mesmo as necessidades de transcendência. mais adiante, talvez a gente consiga falar um pouquinho mais aprofundadamente sobre isso, né? Mas de fato a gente estaria num planeta já numa condição espiritual muito mais avançada, né, do que o que nós estamos. A gente ainda está engatinhando e aprendendo a viver isso, né? Então nós de fato seríamos felizes, sem ódios, compreendendo as limitações e as possibilidades de cada um, né, as nossas próprias e a dos demais. Enfim, é um convite à transformação pessoal que vai gerar então no futuro a transformação coletiva. Todos esses sonhos, né, que a gente tanto tem, eles passam por essa máxima do Cristo, amar ao próximo como a nós mesmos. E qual é valioso, Ana, ouvir falar sobre isso, estudar sobre isso, que a gente vai sendo envolvido por essa perspectiva que traz esperança, mas muita vontade de que tudo isso aconteça. E a gente percebe que é através das ações, né, da ação de cada um de nós que tudo isso vai acontecendo. Lindo, Ana, que o que você trouxe só pra gente se situar nesse instruções dos espíritos, como o Carlos disse, que é a caridade material e a caridade moral, a gente tem dois espíritos que trazem aqui a mensagem pra gente. Então, esse primeiro item que a gente tá estudando, que é o item nove, o espírito a irmã Rosária, de uma mensagem de Paris 1860. E aí, Caio, ainda nesse item nove, eh, o que tem a ver a caridade material e a caridade moral com a proposição desse espírito da irmã Rosália? Amai, portanto, o vosso próximo. Amai-o como a vós mesmos. É, muito obrigado, Lisiane, muito obrigado, Carlos, a todos, né, pela oportunidade de estar aqui mais uma vez. Fico muito feliz de voltar aqui novamente, né? E sobre essa temática que nós estamos desenvolvendo hoje, né? em
iane, muito obrigado, Carlos, a todos, né, pela oportunidade de estar aqui mais uma vez. Fico muito feliz de voltar aqui novamente, né? E sobre essa temática que nós estamos desenvolvendo hoje, né? em especial a esse ponto que você nos traz, Luziane. É, é, é muito importante nós pensarmos o seguinte: se nós amássemos o nosso próximo como a nós mesmos, como Jesus nos orienta, nós jamais faríamos aos outros o que não gostaríamos que fizessem a nós. É uma consequência lógica do ensinamento de Jesus, né? Ou seja, nós jamais faríamos, nós faríamos ao próximo somente o bem. daríamos somente o amor, porque todos nós gostamos de receber o bem, nós gostamos de ser amado, nós gostamos de receber o amor, né? E nós compreendemos a caridade como o amor em movimento. Por isso, quando a irmã Rosália traz a ideia da caridade material, moral e a proposta de Jesus do amar ao próximo como a si mesmo, a irmã Rosália, ela faz uma conexão perfeita nessa ideia. E é muito legal também pensar que a doutrina espírita traz como lema: "O fora da caridade não há salvação, porque é uma prova muito grande da base cristã da nossa doutrina, de que todas as nossas orientações estão pautadas nos ensinos que Jesus nos trouxe. E certa vez eu tava assistindo uma entrevista com o Jorge Elarrá e eu achei muito interessante uma pergunta que fizeram a ele. Perguntaram o seguinte: "Se o amor é superior a tudo e resume tudo?" Porque a frase é fora da caridade não há salvação e não fora do amor não há salvação? Então, achei muito interessante essa pergunta que fizeram ao Jorge Alar. E aí a resposta dele é muito interessante, nos traz um esclarecimento muito legal a esse respeito, né? Ele dise que quando o Allan Kardec nos traz essa frase: "Fora caridade não há salvação", é porque na época em que ele vivia era muito difundida a frase: "Fora igreja não há salvação". E ele se incomodava profundamente com essa ideia, porque para ele, independente do credo que a pessoa tenha, né, é preciso saber se eu estou vivendo realmente com essa minha
a igreja não há salvação". E ele se incomodava profundamente com essa ideia, porque para ele, independente do credo que a pessoa tenha, né, é preciso saber se eu estou vivendo realmente com essa minha doutrina, né? E não importa se a pessoa está dentro ou se está fora de qualquer religião. O que importa é se essa pessoa esteja dentro dos propósitos interiores, superiores, né? Então assim a gente encontra de fato uma condição melhor espiritualmente. Então Kardec substitui a palavra igreja por caridade. Mas por que não amor? Porque na verdade quem ama faz. Porque o sentido da caridade é a atenção com o outro, é o cuidado. E nós só poderemos verdadeiramente compreender o que é o amor quando nós entendermos o que é a caridade. Porque o amor ainda é muito entendido no campo da subjetividade, no campo do romantismo, mas não. O amor é prática, o amor é ação, é movimento, é ir ao encontro do sofrimento, do infortúnio. O amor é coragem. E não à toa. Paulo de Tarso também naquela famosa epístola, né, naquela carta aos Coríntios, capítulo 13, ele também utiliza a palavra caridade. Ao contrário do que muita gente pensa em que Paulo de Tarso fala amor, ele diz, ele fala de caridade. Então, ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, se eu não tiver caridade, eu nada serei, né? Então, eh, essa caridade que a irmã Rosália traz, ela comunga perfeitamente com a proposta do amor de Cristo. E a caridade nada mais é do que pôr em prática esse amor. Muito bom, Caio. Excelente. Eu queria destacar aqui a Marlene Viegas comentou: "Eu ganhei de presente vários livros espíritas de Kardec da edição da FEB, né? e ela embaixo comenta que ela então vai iniciar o estudo desses livros. Muito bem, não é? Ótimo. Isso. Excelente. Aí s de incentivo a outros também que estão chegando agora, que ainda não leram Kardec, não é? Começar pelo começo, pelo livro dos espíritos, não é? E aí e seguindo toda essa sequência. Ana, ainda no item nove, ainda é a mensagem da irmã Rosália, né? Em que consiste a caridade moral?
ec, não é? Começar pelo começo, pelo livro dos espíritos, não é? E aí e seguindo toda essa sequência. Ana, ainda no item nove, ainda é a mensagem da irmã Rosália, né? Em que consiste a caridade moral? Eu vi, Carlos, que tem pessoas falando, comentando inclusive aqui a respeito da caridade moral, né? Pessoal tá bem dentro da nossa proposta de estudo e também tá bem afiado, né, nas nas nos comentários. São mais comentários mesmo, eh, propriamente ditos do que perguntas, né? Muito bom. Então, a caridade moral, né, a fala específica da irmã eh Rosáliia que nada custa materialmente falando, mas que é a mais difícil de de fato ser exercitada. é a que nos custa, eh, não em termos materiais, nos custa em termos de desprendimento, nos custa em termos de devotamento, nos custa em termos de amadurecimento, porque a caridade moral ela antes da gente conseguir praticá-la, a gente precisa crescer, crescer como ser humano, né? deixar de lado essas nossas exigências ainda infantis que falam eh dos anseios de um coração eh ainda imaturo, né, que nós todos temos, que quer ser atendido o tempo todo, independente das circunstâncias, independente das possibilidades, independente do merecimento, né, independente das necessidades. A caridade moral, ela nos fala em aprendermos a conviver, em suportarnos, né? E isso quer dizer eh exercitar de fato a verdadeira fraternidade, a verdadeira solidariedade, né? E eu acho muito interessante porque ela usa uma expressão que grande mérito existe em saber calar-se. E ela não diz só calar-se, ela diz grande mérito há em saber ser surdo quando as pessoas falam coisas desagradáveis, né, ou ofensas e deixar passar. Mas ela não diz ser surdo, ela fala saber ser, saber calar. É diferente de calar, porque eu posso ficar quieta, né? Eu tô sendo, ofend, mas por dentro eu estou me remoendo, por dentro eu tô fervilhando e eu queria dizer um monte de coisa, mas eu fico quieta porque de repente se eu disser um monte de coisa vai ter consequências. Eu posso eh ficar surda,
estou me remoendo, por dentro eu tô fervilhando e eu queria dizer um monte de coisa, mas eu fico quieta porque de repente se eu disser um monte de coisa vai ter consequências. Eu posso eh ficar surda, mas porque eu não quero me incomodar, eu não quero, eu faço de conta, eu nego a realidade, mas quando eu sei ser surdo, eu tô vendo a pessoa está fazendo aquilo e aquilo não é bom, mas eu entendo que ela é um espírito num processo evolutivo, que ela carrega dores, que ela tem uma história pessoal, que aquela aquela pessoa ali, ela não está bem, porque quem está bem não faz isso. Quando a gente já tem um certo nível evolutivo, quando a gente conseguir chegar nele, né, a gente não vai mais se incomodar com essas coisas. E a gente vai perceber essas coisas e vai entender: "Poxa, é assim mesmo, eu também já fiz, né? Então isso não vai mais eh fazer meu sangue ferver. E eu vou ficar quieta, né? É um primeiro movimento ou calar, mas saber calar porque eu entendo, compreendo a situação, esta é uma caridade já de uma pessoa amadurecida, né, em termos emocionais, em termos psicológicos, né, que compreende que as criaturas fazem aquilo que é adequado ao seu estágio evolutivo. Cada um vai agir de acordo como sabe, como pode, né? E aí eu vou vou entender isso e não vou desprezar criatura nenhuma por conta do seu comportamento, porque eu vou entender que aquele comportamento é circunstancial e aí eu vou conseguir, enfim, exercitar essa caridade moral que me fala de ser alguém amadurecido psicologicamente e que acolhe os momentos de desequilíbrio, os meus e Acolho também os momentos de desequilíbrio do outro sem entrar nessa loucura que está o outro, né? Isso é exigente pra gente ainda, né? Excelente, na medida que você falava, trazia a questão do não julgamento também, né? E toda essa perspectiva desse olhar mais amadurecido. Cai, você ia falando alguma coisa? te interrompi. Ah, não, eu disse assim, eu disse muito bem, gostei, gostei muito da fala da Ana, mas já que você falou, eu queria eh
va desse olhar mais amadurecido. Cai, você ia falando alguma coisa? te interrompi. Ah, não, eu disse assim, eu disse muito bem, gostei, gostei muito da fala da Ana, mas já que você falou, eu queria eh compartilhar com vocês uma uma mensagem da Joana de Angeles, que eu conheci esses dias e que eu achei fantástica, não conhecia. é uma mensagem da obra vigilância, né? Caridade, a meta. Então ela diz, ela diz mais ou menos assim, que a caridade espaços abertos pelas misérias sociais, esses espaços que são visíveis por todos, mas que além deles há todo um universo de necessidades em outros indivíduos que vivem contigo e esperam pela luz libertadora do seu gesto. Aí ela fala: "A indulgência em relação aos ingratos, a compaixão diante dos presunçosos, a tolerância, a humildade quando desafiado, a piedade dirigida ao opressor, a oração e diz que a caridade moral é desafio para toda hora, no lar, na rua, no trabalho." Então, a Joana traz essa orientação pra gente que eu achei fantástica e que tende a complementar bem a fala da da Ana. Muito bom, Caio. E a gente aproveita e já traz aí nesse caminho de caridade moral, material, uma pergunta que eu acho assim de suma importância. Ainda dentro desse item nove, há concorrência entre a caridade moral e a caridade material ou as duas são importantes, Caio? Então, as duas elas são extremamente importantes e nós podemos dizer, inclusive que elas são fundamentais para a existência humana. A caridade ela vai se compartimentar nessas desses dois tipos, mas que acaba que as duas estão perfeitamente interconectadas. Ambas, tanto a caridade moral quanto a caridade material, elas vão caminhar lado a lado, né? E uma jamais deve impedir a outra. Então, como já foi comentado, inclusive, né, a caridade material, ela vai atender a necessidade dos bens materiais, enquanto a outra vai atender as necessidades das deficiências morais. Então, é muito comum nós encontrarmos no mundo afora, muito mais próximo do que nós imaginamos, pessoas que estão morrendo de fome,
nquanto a outra vai atender as necessidades das deficiências morais. Então, é muito comum nós encontrarmos no mundo afora, muito mais próximo do que nós imaginamos, pessoas que estão morrendo de fome, morrendo de E nós não podemos ser insensíveis a isso. Nós não podemos ser insensíveis a isso. E e isso nós precisamos meditar durante todos os dias da nossa vida quando entrar no banheiro para tomar uma água, para tomar um banho, melhor dizendo, lembrar que nesse exato momento existem pessoas sujas morando na rua. Quando eu sentar na mesa para comer, lembrar que existem crianças com o estômago doendo de fome, em que eu pude ter a oportunidade de ver uma reportagem uma vez que mães estavam fazendo o biscoito de barro para dar pras crianças comerem, para enganar a fome. Então, há muita miséria no mundo e todos nós somos convidados o tempo todo a aliviar a dor desses nossos irmãos que sofrem, dada a urgência, porque a fome dói. Nós quando adoecemos podemos Deus, nós temos essa oportunidade. Mas quantos irmãos nossos nesse exato momento estão doentes, sem dinheiro para comprar um remédio, sofrendo? E só quem sofre sabe o quanto dói. Então nós não podemos ser indiferentes a isso. Eu lembro de uma frase do Chico que ele diz assim: "Tudo o que estiver sobrando na sua casa está fazendo falta em algum lugar. É um fato. Isso é um fato, né? E ainda sobre o Chico, eh, uma vez ele participou de um programa de televisão em Uberaba e lá ele teve a oportunidade de responder a uma pergunta de um médico e o médico perguntou o seguinte para ele: "Por que que vocês, espíritas, ao invés de ensinarem a pescar, dão o peixe?" E aí Chico respondeu o seguinte: Jesus, antes do céere sermão da montanha, multiplicou pães e peixes paraa multidão faminta, primeiro alimentando a fome do povo e depois ensinando o caminho do reino. Não podemos pregar religião a quem está com fome, de barriga vazia, pois a fé sem obras ela é morta. Então aí nós percebemos a importância da caridade moral, da caridade material,
o caminho do reino. Não podemos pregar religião a quem está com fome, de barriga vazia, pois a fé sem obras ela é morta. Então aí nós percebemos a importância da caridade moral, da caridade material, desculpa, né? E Joana de Angeles nos traz a seguinte ideia: a caridade é algo maior do que simplesmente o ato de dar. Certamente a doação de qualquer natureza sempre beneficia aquele que lhe sofre a falta. Todavia, para que a caridade seja alcançada, é necessário que o amor se faça presente. Qual o combustível que permite o brilho da fé na ação beneficente? Então, se eu tô dando para que isso se caracterize verdadeiramente como um ato de caridade, que precise ter amor envolvido ali, porque o simples ato de dar humilha, rebaixa. E nós precisamos ser movido por esse por esse amor, né? E é muito interessante como dentro do próprio evangelho, nesse desse item, a irmã Rosália diz o seguinte: "Cuidado, cuidado para não desprezar o seu semelhante". Lembrem-se do que eu disse, o pobre que hoje rejeitam pode ter sido um espírito que foi muito importante para vocês em outra vida e que momentaneamente se encontra em uma posição inferior. E o Casmiro Cunha fala algo muito semelhante. Ele diz o seguinte: "Acolhe a todos, aos fracos, aos pobres de alma ferida. Às vezes quem bate a tua porte, a tua porta foi o teu pai numa outra vida. Então, caridade material e caridade moral são essenciais paraa nossa sobrevivência e as duas andam de mãos dadas. Muito bem, Caio. Olha aqui o que o Daniel Rosa comentou, bem apropriado. Ele diz: "Eh, segundo Emanuel, a caridade não se restringe ao pão e ao agasalho que distribuamos. Vem lá por serviço aos outros em tolerar com paciência o parente necessitado, respeitar as dificuldades do vizinho. E ele continua eh sem comentá-las, amparar a criança tresmalhada na rua ou socorrer um animal doente. Muito bem. Tá em escultores da alma, né, que trata de caridade do irmão Chico Xavier. Excelente. Oi. Mas só para complementar alguma coisinha a respeito dessa dessa fala entre
correr um animal doente. Muito bem. Tá em escultores da alma, né, que trata de caridade do irmão Chico Xavier. Excelente. Oi. Mas só para complementar alguma coisinha a respeito dessa dessa fala entre caridade moral e material, né? Se é que é possível, meninos. Sim, pode falar. Então, a gente percebe necessidades diferentes nas pessoas, né? Nem todo mundo tem ou está necessitando a mesma coisa no mesmo no mesmo momento, né? Inclusive a gente tem de várias correntes psicológicas, né, a a que o a do Maslov, que fala da pirâmide das necessidades. E aí a gente tem na base da pirâmide essas necessidades que são as básicas, né, as fisiológicas e as de segurança que estão relacionadas com o o ter o que comer, ter o que vestir, né? Saber que eu vou ter ou continuar tendo isso, né? continuar tendo segurança. Isso são coisas básicas. a pessoa que tá com essas com falta, né, sem essas necessidades atendidas, ela não vai conseguir acessar outras outras questões mais transcendentes. Depois dessas a gente vai pras necessidades que seriam mais secundárias, então, né? Necessidade social que tá relacionada com afeto, né? Com os relacionamentos em si, ter relacionamentos, pertencer aos grupos, né? Pois a gente vai ter necessidades de estima que daí tá relacionada com a troca e a própria autoestima, confiança, respeito. E em último a gente tem as necessidades de realização pessoal relacionadas a transcendência, né, superação, eh essas coisas realmente mais transcendentes. Enquanto a gente tem necessidade de garantir a sobrevivência, não adianta a gente tentar oferecer essas outras coisas, conhecimento, né? Eh, e quando a gente tá precisando do conhecimento também não adianta eu insistir em dar coisas materiais, porque às vezes no meu no meu ponto de vista, se eu tenho uma condição financeira melhor, eu posso achar que aquilo que a pessoa tem não é suficiente e no entanto para ela é. Uhum. E aí, e ela está num momento de vida em que ela precisa de um esclarecimento, em que ela precisa de um consolo, que
so achar que aquilo que a pessoa tem não é suficiente e no entanto para ela é. Uhum. E aí, e ela está num momento de vida em que ela precisa de um esclarecimento, em que ela precisa de um consolo, que ela precisa de uma orientação, precisa de um direcionamento. Então, eu não posso ficar insistindo em oferecer coisas que não vão atender necessariamente às necessidades. Eu preciso ter a a sensibilidade de perceber o que que essa pessoa aqui, né, que me chega ou às vezes a pessoa sinaliza, né, ela precisa, precisa de afeto, precisa de orientação, precisa de consolo. Isso, isso é tudo parte da da caridade moral e que a doutrina espírita tem de sobra, né? ou ela precisa do atendimento de necessidades básicas que se eu não posso oferecer, eu posso encaminhar para algum lugar ou eu posso orientar ou eu posso ensinar, né, se for o caso a fazer. Então existem várias formas e várias necessidades que todos nós temos e às vezes a gente se perde nisso, né? Muito bem, Ana. É interessante porque as necessidades variam mesmo, né? E às vezes, eu tô me lembrando aqui, a gente até comentou num outro estudo de ainda na Segunda Guerra Mundial, os americanos conseguem chegar num campo de de concentração, né, nazi, e aí eles eh vão dar alimento porque as pessoas estavam famintas, são crianças lá dentro com fome e aí fazem uma fila para poder distribuir a comida. E vem um soldado andando lá atrás da fila e ele olha para um menino. O menino tá com um olhar de de de necessidade, ele ele se comoove e dá um abraço. Outras crianças viram aquilo, começa a voltar a fila, começa a inverter para fazer fila para receber o abraço. Então, eh, a gente precisa ter a sensibilidade de unir as duas coisas, não é? A caridade eh material e a caridade moral. Aí, olha, tá bem dentro disso. Eh, nós vamos agora atender as perguntas do chat antes de entrar no item 10, né, Luziane? Então, olha o que a Ângela coloca. Eh, Ana, se compreendermos o que é a caridade, será mais fácil praticá-la? Bem dentro do que a gente tá comentando,
do chat antes de entrar no item 10, né, Luziane? Então, olha o que a Ângela coloca. Eh, Ana, se compreendermos o que é a caridade, será mais fácil praticá-la? Bem dentro do que a gente tá comentando, né? Com certeza, Angela. De fato, porque muitas vezes a gente impõe aquilo que a gente acha, né, e não o que de fato atende as necessidades. E muitas vezes essa nossa imposição vem da vontade de aplacar sentimentos de culpa que a gente tem, né? Ou fazer uma barganha com a espiritualidade. Quem sabe se eu for bem iguazinha aqui, se eu atender bastante, eu vou para um lugar melhor. Mas aí eu faço isso só de fachada. Eu não faço a minha reforma moral e aí eu continuo tratando aquelas pessoas do meu convívio da pior maneira, né? Eu só faço isso quando eu sou vista, né? Quantas vezes hoje em dia a gente tem pessoas que fazem a caridade paraas redes sociais, né? Qual é o objetivo disso? Né? Se o objetivo é chamar atenção pra obra, se o objetivo é incentivar demais pessoas a que venham e se juntem, fantástico. Mas o objetivo é autopromoção, é mostrar o como eu sou boazinha. Aí então eu não entendi o conceito e eu não conseguia, não consigo aplicá-lo de verdade, né? Muito bom, Ana. Ó, Caio, a Maria Edinar, eh, ela colocou uma pergunta assim: "O perdão é uma caridade moral?" Com certeza, Maria. Inclusive, quando Kardec pergunta aos espíritos superiores, aos espíritos da codificação, eh, "No que consiste a caridade, como entendia Jesus?" Aí eles respondem: "Benevolência para com todos, perdão das ofensas e indulgência para com as imperfeições alheias". Então, os próprios espíritos superiores colocam o perdão como uma dos maiores atos de caridade que nós podemos ter para com o nosso próximo, né? E diga-se de passagem, um dos maiores desafios, porque vencer o orgulho que nós temos em nós e vencer o egoísmo é muito difícil. E nós estamos aqui encarnados na Terra com esse objetivo, vencer essas mazelas morais. Então, de fato, perdoar é um dos maiores gestos de caridade que nós podemos ter.
encer o egoísmo é muito difícil. E nós estamos aqui encarnados na Terra com esse objetivo, vencer essas mazelas morais. Então, de fato, perdoar é um dos maiores gestos de caridade que nós podemos ter. Ainda urgência para com o próximo é fundamental, é amor. Muito bom, Caio. Excelente. Ana, a Giane Lima coloca do item nove ainda. A caridade moral consiste em se suportarem umas às outras, as criaturas, e é o que menos fazeis nesse mundo inferior. Por que é mais difícil praticar a caridade moral? Pergunta ela. Porque exige da gente, né, Giane? exige que eu me melhore. Como é que eu vou suportar o outro se eu quero eh tudo tudo do bom e do melhor para mim? Se eu não estou disposta a ouvi-lo, a vê-lo, a entendê-lo na nos seus momentos de desequilíbrio? Às vezes eu mesma não consigo atender as minhas próprias necessidades, né? e espero que os outros venham atender as minhas. Então, quando eu consigo compreender o quanto eu já fui recebedora, porque é isso que nos falta, né, gente, de fato, eh, a gente não percebe que é que que chegou o momento de eu sair da posição de recebedor e passar a ser então doador ou entregador, né? A gente recebe tudo na vida. O corpo fit, partindo do princípio que nós somos seres espirituais e que a gente precisava vir aqui paraa terra de um corpo físico, né? E era só isso que a gente precisava para cumprir o que a gente veio fazer. O resto era com a gente. Ninguém nos deve nada, né? E aí a gente passa a vida toda emburrado, que nem criança, né? Quando as coisas não funcionam do jeito que eu queria, porque não deu certo isso, porque não deu certo aquilo, não deu certo o quê exatamente, né? O que que eu estou fazendo minha vida, né? Então essa caridade moral, ela é mais difícil porque ela exige que eu amadureça, me perceba, eh, depositária de bênçãos infinitas e que com tanta bênção, com tanto amor que eu já recebi, eu já tenho condições de ofertar alguma coisa. Esta então é minha oferta, né? Não mais aquelas ofertas que se faziam diante dos altares, não mais aqueles sacrifícios,
com tanto amor que eu já recebi, eu já tenho condições de ofertar alguma coisa. Esta então é minha oferta, né? Não mais aquelas ofertas que se faziam diante dos altares, não mais aqueles sacrifícios, eh eh vamos dizer assim, a sutilização das ofertas e dos sacrifícios, a minha entrega a serviço de algo maior, a serviço do Cristo, a serviço da vida. E isso envolve eu crescer, né, e aprender a conviver, porque de fato é isso, né? A convivência vai me exigir e essa exigência é eh mexe com a minha zona de conforto, né? Me obriga a sair dela. Isso é mesmo Ana. Essa sua fala traz a lembrança de que a caridade é uma realização de excelência. Se a gente às vezes imagina que dar coisas é caridade, não é caridade. Caridade, seja material ou moral, ele exige de nós. Ela ela faz com que a gente tenha eh exercícios para que a gente possa se predispor a essa caridade, né? Então, quando tem outros outros outras formas de ação, a gente pode atribuir outros nomes, mas não é caridade, como você bem colocou. E o Caio também oportunamente. Fala, Luana de Angeles, nesse livro ilumina-te, logo na na meu Deus, na no começo, tá, do livro prefácio. E é no prefácio que ela fala o seguinte, ó. Faz-se necessário que a mulher e o homem contemporâneos compreendam a finalidade superior da reencarnação, afadigando-se pela conquista da iluminação pessoal, que se expande em bênçãos de claridade e de sabedoria. E aí a gente pode dizer que essas bênçãos de claridade e de sabedoria vão vão desembocar então também na caridade desinteressada, né? Perfeito. Perfeito. Caio. A pergunta da Ângela Sancho. Podemos dizer que a caridade moral é a prática do bem viver? Como podemos definir essas virtudes, esse bem viver? Bom, Angela, eh, por bem viver nós entendemos, né, toda aquela vida que é levada conforme as orientações que Jesus nos dá. Jesus veio com esse grande objetivo, nos ensinar a viver, porque todos nós vivemos, mas com pouco sabem viver verdadeiramente, né? Então, por todos esses princípios, esses pressupostos que
sus nos dá. Jesus veio com esse grande objetivo, nos ensinar a viver, porque todos nós vivemos, mas com pouco sabem viver verdadeiramente, né? Então, por todos esses princípios, esses pressupostos que ele nos ensina, a prática do bem, do amor, da caridade, o bem viver consigo mesmo, estar bem consigo mesmo, consiste essa ideia de bem viver. Certa vez eu ouvi numa palestra o Haroldo fazendo uma analogia muito interessante. Ele diz que caridade é como um forno aceso, onde a chama que queima dentro vai esquentar tudo do lado de fora. Então, realmente, quando nós atingirmos a verdadeira caridade, é quando nós tivermos esse fogo aceso dentro de nós e ele começa a irradiar esse calor sem a gente nem se dar conta. Então, a partir do momento em que nós conquistarmos verdadeiramente essa prática do bem viver, nós vamos começar a praticar essa caridade sem nem perceber. Vai ser algo tão natural, a nossa relação com o próximo vai ser tão natural que a gente nem se dá conta. Por isso que é tão interessante quando nós vemos assim pessoas muito nobres quando fazem alguma coisa boa e as pessoas vão lá e agradecer, elas até estranham, mas por que que você tá me agradecendo? O que eu fiz foi algo tão que deve ser feito, né? Então não, não precisa disso tudo. Então, de fato, quando nós realmente conseguirmos eh atingir, conquistar esse bem viver, nós vamos praticar essa caridade moral tão naturalmente que nós não vamos nem nos dar conta. Muito bem. Eu vou colocar aqui, não é, não vou fazer a pergunta para vocês, não. Vou, vou resolver aqui, tá? Marlene Rich foi assistir uma palestra e diz: "Não deixaram porque o perfil é o gato doméstico do meu filho". Vocês acham certo isso, Marlene? Eh, Madalena, nós não podemos julgar, viu? Nós não conhecemos o site, não sabemos qual é a regra deles. Então, em princípio, nós devemos respeitar as regras, não é, do de quem nos recebe. Quando nós vamos no centro espírita, lá tem, né, todo o procedimento e a gente obedece. Então, nos sites é a mesma coisa, né, no
incípio, nós devemos respeitar as regras, não é, do de quem nos recebe. Quando nós vamos no centro espírita, lá tem, né, todo o procedimento e a gente obedece. Então, nos sites é a mesma coisa, né, no ambiente virtual. Então, se há um uma regra que diz que a gente tem que colocar algo que nos identifica no perfil, então a gente tem que colocar, não é? É uma questão de saber. A gente não tem como julgar, tá bem? Se realmente tá correto ou tá errado, né? Não dá pra gente fazer o julgamento. Eh, Ana, o que se deve pensar daqueles que têm caridade material, mas não tem caridade moral? Também não podemos julgar, né? É, exatamente, né, Luércio. Eh, primeiro assim, ó, a gente julga muito facilmente as pessoas, né? E a gente vê recortes, recortes da vida do outro. A gente não sabe como é a pessoa 24 horas, né? A gente não sabe que que a pessoa pode, o que que não pode fazer, até quais são os limites daquela pessoa, né? Mas se a pessoa começou, né, uma prática, é um exercício que está começando. Por algum lado ela vai ter que começar. Então, se esse lado é o mais fácil, que bom, né? Uma hora vai chegar a vez da caridade moral. Só que, evidentemente, a gente não sabe. A gente não tem como saber aquilo que as pessoas fazem e, principalmente, a gente não tem como saber o que vai no coração de cada um, né? Às vezes, por mais que aparente eh moralidade, né, caridade moral, também não é bem assim, a gente não conhece, né? A gente só pode falar da gente mesmo e mesmo assim, às vezes, até em relação à gente, a gente se engana, né? Porque a gente costuma às vezes não se conhecer o suficiente. Por isso que é ótimo, né? A dica da Agora você L me ajuda. Qual é a questão, né, da do livro dos espíritos lá? acho que 900 e algo, né, a respeito do do autoconhecimento, da necessidade da gente buscar se conhecer para nós nos melhorarmos interiormente. Aí a gente não vai se preocupar com o que os outros fazem ou deixam de fazer, né? Cada um vai dar conta das suas coisas. Isso mesmo. É a questão 919
se conhecer para nós nos melhorarmos interiormente. Aí a gente não vai se preocupar com o que os outros fazem ou deixam de fazer, né? Cada um vai dar conta das suas coisas. Isso mesmo. É a questão 919 pergunta e depois tem a letra A também, que é a resposta do Santo Agostinho, né, que vai desenvolvendo aquela beleza de tratado para nos orientar. E tem uma pergunta bem nesse sentido que a gente faz daqui a pouco pro Caio. A gente só traz aqui um comentário da Carmen que ela diz que concorda com o amigo espírita que dizia que se deve perguntar o que posso ajudar ou em que posso ajudar, né? a gente diante da caridade, colocar-se à disposição está muito mais do que sendo caridoso e sendo útil, ou seja, sempre disponível ao bem, à disposição do bem. Muito bom esse comentário, Carmen. E e Caio, a gente queria trazer esse aqui, ó, que é bem nesse sentido que a Ana já começou a falar lindamente quando ela trouxe a questão do autoconhecimento, porque olha a pergunta da Rosângela, que é a caridade, será que faço o que faço é certo? Como é que a gente pode conversar sobre isso com a Rosângela e com cada um de nós? como é que a gente pode perceber se o que a gente tá fazendo é certo, é caridade ou não é? Pois bem, é como o próprio conceito que a gente traz, que é o conceito mais amplo, né, e preciso ao mesmo tempo de caridade, né, quando fala sobre a benevolência, o perdão e ainda indulgência para com todos. Então, nós precisamos ter eh esse conceito como norte, como meta, mas é óbvio que todos nós estamos numa caminhada, num processo de aprendizado e estamos encarnados, inclusive com o com a proposta também de nos autoconhecermos. Nenhum de nós aqui presente conseguimos praticar a caridade com excelência. O único que a praticou foi Jesus, por isso o temos como modelo. Então, precisamos espelhar ao máximo as nossas ações com as ações do mestre e ao mesmo tempo sermos caridosos conosco mesmo no sentido de compreendo as minhas limitações, eu sei que eu ainda tenho muitos desafios,
amos espelhar ao máximo as nossas ações com as ações do mestre e ao mesmo tempo sermos caridosos conosco mesmo no sentido de compreendo as minhas limitações, eu sei que eu ainda tenho muitos desafios, mas sempre pensar o que devo fazer é o bem ao próximo, me esforçar para isso. Então, quando nós começarmos a caminharmos mais retamente nesses preceitos, com certeza estaremos praticando melhor a caridade. Mas isso em hipótese alguma vai eh dizer que você em nenhum momento é capaz de praticar essa caridade, que eu tenho certeza que já praticou em vários momentos da sua vida, porque você ama com certeza alguém, você com certeza já sentiu piedade por alguém, já orou por alguém, então com certeza você já em muitos momentos já praticou essa caridade. Muito bem. Excelente. Nós vamos entrar agora no item 10. sana. E depois a gente volta pro chat, né? A gente ainda tem alguma pergunta ali. Então, nesse item 10, nós temos aqui vários aspectos que são examinados, não é? E essa mensagem é de um espírito protetor do item 10. Eh, um espírito protetor aqui desenvolve a seguinte tese: Como ei de fazer caridade se amiúde, nem mesmo do necessário, disponho? afirmando que de mil maneiras se faz a caridade. Poderia comentar, por gentileza? Claro, Carlos. E isso vem tudo nesse sentido que a gente tá falando, né? Ali e ele já explica, já ele já nos dá as dicas, né? Ele fala que se faz a caridade por pensamentos, por palavras e por ações. E aí eu recomendo a leitura, né, desse item 10, que ele é muito rico, né, em em orientações, em explicações. Até por pensamentos a gente pode fazer a caridade, né? Isso é uma coisa que está disponível para qualquer pessoa, né? Independente da situação em que a gente se encontre, independente do lugar onde a gente está, é possível fazer uma oração, né? É possível ter um pensamento positivo direcionado para alguém, né? A gente às vezes pensa: "Ah, eu não sei orar, mas sabe falar, né?" né? Então, pode pensar em algo positivo, desejar boas vibrações, né? Pode observar e a a
amento positivo direcionado para alguém, né? A gente às vezes pensa: "Ah, eu não sei orar, mas sabe falar, né?" né? Então, pode pensar em algo positivo, desejar boas vibrações, né? Pode observar e a a grandiosidade da obra da criação, por exemplo, né? E admirá-la, fazer um momento de contemplação, de certa forma, isso é uma caridade com a gente mesmo, né? A gente pode fazer a caridade através da música, né? O Caio mesmo nos traz a caridade da música. A gente pode fazer a caridade através de palavras, né, expressando verbalmente. E isso é como uma orientação para alguém que precisa em qualquer momento, né? Uma palavra de consolo, uma palavra amiga, nem que seja simplesmente eu vejo como tá difícil para ti hoje. É, é empatia. a pessoa não se sente mais sozinha naquele momento que ela tá, ela percebe, poxa, ele veu a minha dor, né? Tantas outras formas e agora mesmo aqui, né? A gente está recebendo de vocês tantos feedbacks, né? Tantos retornos. Vocês estão, é, quem tá aí do outro lado da telinha, quem tá tá sendo caridoso conosco, né? E a gente expressando entre nós e aprendendo a caridade do aprendizado, né? com muto das trocas em que a gente vai fazendo e a caridade prática com ações específicas, né, que daí muitas vezes são mais direcionadas para caridade material. Pode ser ficar no hospital com alguém doente, né? Pode ser levar um prato de comida para uma mãe que recém ganhou um filho, né? Como é difícil aquele momento, além da caridade que a gente pode fazer com alguém em vulnerabilidade social, pode prestar um serviço em algum momento, uma caridade coletiva, né? Às vezes os nossos eh governos não dão conta de de repente arrumar uma uma praça. Tem pessoas que se dedicam a isso, independente de esperar, né, oferecem a sua caridade para o coletivo de uma outra forma. Tantas ações, tantas palavras, tantos pensamentos, tantos gestos, né? E o ser humano é tão, tão criativo, né? A gente pode usar essa nossa criatividade para o bem. A gente pode usar toda a criatividade que a gente tem
tas palavras, tantos pensamentos, tantos gestos, né? E o ser humano é tão, tão criativo, né? A gente pode usar essa nossa criatividade para o bem. A gente pode usar toda a criatividade que a gente tem a serviço do mais alto, a serviço do amor e da caridade. Ten certeza que todo mundo aí vai descobrir coisas ã incríveis a respeito de onde, como e quando pode aplicar aplicar-se a serviço da caridade. Lindo, excelente, Ana. Caio, desenvolve um pouquinho também sobre esse assunto, eh, essa ideia de que se pode fazer a caridade por pensamentos, por palavras e por ações. Comenta um pouquinho também. Então, Ana já trouxe aspectos importantíssimos, né, sobre esses três tipos de, né, de ações que nós podemos ter para que a caridade seja exercida, né, essa caridade pensamento, orando, desejando bem ao próximo, né, eh, como diz o próprio evangelho, uma prece quando ela é feita de coração sempre alivia o outro, né? E e sobre esse esse esse aspecto é muito interessante, né? Por isso que também eu sou tão assim apaixonado por essa doutrina, né? Principalmente por conta do seu aspecto científico. Então, quando a gente pensa no seguinte, todos nós estamos mergulhados aqui em um fluido cósmico, né? Um fluido cósmico. E esse fluido que nós estamos mergulhados, ele é um verdadeiro veículo desses nossos pensamentos. E o nosso pensamento, ele se propaga através deste fluido e ele é impulsionado. Ele é impulsionado pelo quê? pela ação da nossa vontade. Então, quando o nosso pensamento eh quando nós pensamos eh com relação a um ser qualquer, com direção a um ser qualquer, forma-se como uma corrente fluídica entre esses dois seres e o pensamento é perfeitamente transmitido de um pro outro. E dependendo do teor desse pensamento, do teor desse sentimento, eu vou atribuir qualidade a esses fluídos. Então, se o meu pensamento é bom, se o meu sentimento é bom, se eu desejo realmente que o outro fique bem, esteja bem, eu estou nada mais emanando fluídos benéficos que vão atingir essa pessoa onde quer que ela esteja, em
mento é bom, se o meu sentimento é bom, se eu desejo realmente que o outro fique bem, esteja bem, eu estou nada mais emanando fluídos benéficos que vão atingir essa pessoa onde quer que ela esteja, em qualquer lugar do universo inteiro. A mesma coisa com as palavras, eh, quando nós dizemos, por exemplo, Deus te abençoe. Eu até hoje eu tenho o hábito de tomar bênção à minha avó. Confesso. Toda vez que eu chego na minha avó, eu peço a ela: "Bênção a minha avó!" Aí minha avó me diz: "Deus te abençoe". E eu sinto aquela onda vibratória de amor, de paz, me envolvendo, né? Uma energia de ternura, uma energia de querer bem. Então, além da palavra em si que encoraja, que estimula, né? que reergue, ainda tem toda essa onda de amor, de paz que envolve o próximo, né? Essa energia benéfica que a gente vai emanar pro outro. E a caridade por ações, né? Não tem nem o que comentar, porque eu acredito que não exista nada melhor do que quando nós estamos tristes, nós recebermos um abraço, um abraço caloroso, né? Um abraço de amor, perceber que ao nosso lado tem alguém que se importa com a gente, perceber que é o nosso que nós não estamos sozinhos. Uma palavra, amigo, um ouvido, amigo, simplesmente se colocar ao lado da pessoa, vai, pode falar, eu tô aqui contigo, fala. Então Jesus nos convida para isso. Jesus nos incentiva para que nós verdadeiramente nos reconheçamos como irmãos e possamos atender as necessidades uns dos outros, né? Então a caridade é realmente algo que o mundo precisa muito. Nós somos carentes, muito carentes dessa caridade. E é incrível, né, Caio, Ana Luziane? de como eh quando a gente faz alguma coisa, a gente sente primeiro a gente é beneficiado, né? Isso é uma coisa que a gente percebe, traz alegria, satisfação, a gente se sente bem porque fez alguma coisa para alguém que estava precisando. Então é é algo assim que realmente eh é é aquilo que a gente estuda de Bezerra de Menezes, né? vai ficando algo que você quer, quer repetir, quer fazer até se tornar algo espontâneo e natural, né?
do. Então é é algo assim que realmente eh é é aquilo que a gente estuda de Bezerra de Menezes, né? vai ficando algo que você quer, quer repetir, quer fazer até se tornar algo espontâneo e natural, né? Como era em Desejo de Menezes, ele não media, tinha necessidade, ele atendia como podia, não é? E às vezes não tinha dinheiro para pegar o ônibus para ir embora, né? Então é é assim uma coisa interessantíssima. E Ana, ainda do item 10, que podemos deduzir da relação que um espírito protetor faz entre livre arbítrio e consciência? Essa pergunta é muito interessante, Carlos, e é uma pergunta muito profunda, né? Porque de fato, né, o livre arbítrio, essa capacidade que todos nós temos de fazer qualquer coisa que a gente queira, assim como Paulo de Tarso, né, eh, escreveu numa das suas epístolas, tudo me lícito. Quer dizer, eu posso fazer qualquer coisa que eu quiser, mas nem tudo me convém. Quer dizer, nem tudo vai me gerar resultados positivos, animadores, nem tudo vai gerar progresso, né? Às vezes as consequências serão difíceis, pesadas, dolorosas. Então isso tem a ver com esse conceito, né, de a gente ter essa liberdade, a responsabilidade sobre as nossas ações, né? Já que a gente quer fazer o que qualquer coisa, a gente aguenta então as consequências. E a questão da consciência que é o nosso guia. E eu tinha, eu confesso para vocês que eu tinha uma certa dificuldade com isso, né? A gente tem lá no na questão 621 do livro dos espíritos a pergunta: "De onde está escrita a lei de Deus?" Né? E os espíritos nos dizem na consciência. E eu pessoalmente um pouco rebelde ainda, tinha uma certa dificuldade com esse conceito, porque às vezes a gente percebe pessoas agindo de boa consciência, né, e fazendo as piores coisas ou as coisas mais dolorosas, né, com consequências terríveis. E, no entanto, a consciência delas tá tranquila. Eu fui entender exatamente isso através de um autor não espírita que trouxe esse conceito assim, desenhou para mim o que os espíritos queriam me dizer, né, ou
ntanto, a consciência delas tá tranquila. Eu fui entender exatamente isso através de um autor não espírita que trouxe esse conceito assim, desenhou para mim o que os espíritos queriam me dizer, né, ou nos dizer. É o psicoterapeuta alemão Bert Hellinger, ele descreve níveis de consciência. Então, o primeiro nível ele coloca que é a consciência pessoal, que tá relacionada ao meu ego. Eu faço qualquer coisa relacionada para mim sobreviver. para eu me dar bem, eu excluo pessoas, né? Essa é a minha consciência pessoal. Então, às vezes, nesse nível de consciência, eu tô tranquila e posso estar fazendo coisas pesadas. E depois um outro nível de consciência que seria uma consciência coletiva, a do grupo onde eu estou inserida, né? Então, por exemplo, eh, dentro da minha família, né? Se eu venho de uma família em que todo mundo tem, costuma ter práticas ilícitas, ilegais, né, rouba, eu vou ter muita dificuldade de fazer diferente. Por quê? Porque ali a regra é essa. Então, se eu fizer diferente, eu vou vai eu vou ter uma má consciência, né? o que eu tô fazendo diferente, não esperado pelo grupo. E aí o Bert trouxe a chave da resposta, um terceiro nível de consciência que ele chamou, olha que interessante, consciência espiritual ou da totalidade, que é um nível de consciência onde tudo tem lugar, onde não há julgamento para nada e onde ali a gente está, vamos dizer assim, em sintonia com a corrente da vida ou então Talvez a gente, né, segundo palavras dele, forças superiores, né? O que que é isso? Se não é então a nossa integração com o mais profundo da nossa alma, o self, né? os conteúdos do divino que residem em nós e que precisam passar por essas fases aí pra gente entrar em conexão com isso. Então, quando eu consegui acessar esse conteúdo mais profundo que tá lá, vamos dizer assim, né, entranhado dentro de mim, superando os meus desejos personalistas, superando os interesses dos grupos, dos diferentes grupos aos quais eu me vinculo, né? Quando eu consegui compreender então a humanidade
ranhado dentro de mim, superando os meus desejos personalistas, superando os interesses dos grupos, dos diferentes grupos aos quais eu me vinculo, né? Quando eu consegui compreender então a humanidade como um todo, né, e me senti realmente parte disso tudo e que tudo tem um lugar, as coisas todas funcionam porque tem uma lógica, né, algo que que tá direcionando isso de certa forma. E se eu me conectar com isto, eu vou ter um bom proceder. Eu vou então ter um espaço de amorosidade profunda no meu coração, uma conexão com tudo e com todos, né? e viver de acordo com a regra que Jesus nos ofereceu. Amai, amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei. Excelente. Eh, a Joana também tem um estudo sobre os níveis de consciência, tá lá no livro Ser consciente. E aí também junto com essa biografia indicada pela Ana, a gente pode consultar também, né? Olha, Ana, Maria Rosa, ela sempre é muito gentil e vai destacando falas que os nossos convidados vão trazendo. Olha que lindo que você falou. O ser humano é tão criativo que podemos usar toda a nossa criatividade a serviço do mais alto, a serviço do amor. Saberos onde, quando e como aplicar essa caridade. Olha que lindo. E a Maria Rosa, ela vai destacando e vai trazendo esses comentários pra gente. É muito interessante. Ô, Caio, eh, um espírito protetor, ele vai finalizar a mensagem dizendo: "Amai-vos uns aos outros, observai esse preceito, reuni-vos todos em torno dessa bandeira e tereis ventura e consolação." Como é que isso é possível, Caio? comenta um pouquinho pra gente. Isso é possível? É perfeitamente possível pelo simples fato de que o bem faz bem àele que pratica o bem. O amor, né, vai abarcar a todos. E como o próprio espírito da mensagem diz, todos os que se dedicarem a essa prática terão ventura e consolação. Nós precisamos sempre nos lembrar que Jesus veio para nos ensinar o caminho da felicidade e que o único caminho da felicidade é o amor. E aí eu gostaria de complementar essa fala com uma mensagem do Casimiro
cisamos sempre nos lembrar que Jesus veio para nos ensinar o caminho da felicidade e que o único caminho da felicidade é o amor. E aí eu gostaria de complementar essa fala com uma mensagem do Casimiro Cunha, uma mensagem intitulada Ser feliz. E ele diz o seguinte: "Se você quer ser feliz, fuja a todo assunto vão que não clareia a cabeça e nem ajuda ao coração. Em tudo o que suceder, procure a margem do bem. Levante, ajude, esclareça, não pense mal de ninguém. Ampare aos irmãos em prova, de mão aberta e ao sãitado de hoje é o benfeitor de amanhã. Guarde a paz de consciência, atendendo a lei divina. A flor da felicidade não vive sem disciplina. Conserva a luz que te apoia sobre a fé que te bendiz. e sirva sem perguntar se você quer ser feliz. Então, somente essa rica e libertadora mensagem que Jesus nos traz é que pode ser capaz de iluminar a nossa consciência, de nos tranquilizar e de nos proporcionar a alegria e a verdadeira razão de viver. Muito bem, Caio. Vê, olha, olha a mensagem que a Rosa Silvio registrado que você falou quando nos dizem Deus te abençoe né, que é que é a resposta da sua avó quando você pede a bção. Sentimos uma onda vibratória de amor, de paz, nos envolvendo numa energia benéfica de ternura, de querer bem. Ela conseguiu pegar da sua fala, né? né? Muito legal, muito interessante. Eh, nós temos aqui três perguntinhas e depois nós vamos pedir pro Caio cantar uma musiquinha para nós para encerrar. Pode ser? Então, pode ser. Ana Lúcia. A Ana Lúcia pergunta aqui, Ana, para vou fazer para você essa pergunta. Como sendo maus podemos ser caridosos? E agora eu vou perguntar para Ana Lúcia, o que que é o mal, né? Às vezes essa simplesmente a ausência do bem. E será que a pessoa é má o tempo todo? E será que nós somos mais maus ou mais ignorantes? Mais maus ou mais sofredores, né? Será que dentro dessa situação às vezes que gera sofrimento, isso depois não vai acabar gerando algum benefício futuro? E às vezes das coisas ruins que alguém pode nos nos causar, elas podem gerar
né? Será que dentro dessa situação às vezes que gera sofrimento, isso depois não vai acabar gerando algum benefício futuro? E às vezes das coisas ruins que alguém pode nos nos causar, elas podem gerar uma força especial, uma força diferente, um aprendizado especial, né? E esse aprendizado talvez seja o grande presente daquele que supostamente nos fez mal. Então, né, o nosso nosso caso aqui é de não julgamento, de apenas servir e passar, né, sabendo o que que vai no coração, só no nosso e olhe lá. Isso mesmo, Ana. Excelente. Eh, Isabela colocou uma mensagem aí para mim. Eu vou procurar, viu, Isabela, o que você sugeriu para ver, para conferir essa aparência mesmo. Tá bom? Tá registrado aqui. Eh, Caio, a Michelânia coloca assim: "Quando vimos um irmão em situação de morador de rua, nas drogas e nos pede uma ajuda por estar com fome, quando damos, estamos praticando caridade ou alimentando o seu vício?" Muito bem, Michelânia. eh são questões sempre muito delicadas e que precisam ser analisadas com com muito cuidado, né, com muita singeleza. Eh, de fato, como a gente tem visto, tanto nesse programa quanto no passado, todos nós temos como ajudar alguém. É um fato. E se a gente encontra irmãos como esses, assim em situação de rua e nitidamente vemos que é alguém que pode usar aquele recurso material que a gente tá dando pro consumo de drogas, é sempre muito melhor substituir o dinheiro por um prato de comida. Não prato de comida, né? Oferece uma água, oferece uma sopa, oferece um pão, né? Tem muita gente que pode pensar assim: "Ah, vocês estão pedindo, eu dou. O que ele vai fazer já não é mais problema meu, fiz minha parte". Só que isso, eu acredito que seja muito triste pensar dessa forma. É quase como um lavar as mãos. Uhum. Sabe como o Pilates fez? lavou as mãos, dei, ele faz o que ele quiser. Uma vez eu vivi uma experiência que me marcou muito. Eu tava numa farmácia e um rapaz assim que eu acreditava ser eh uma pessoa em situação de rua, bem na porta me abordou e pediu assim para mim:
ser. Uma vez eu vivi uma experiência que me marcou muito. Eu tava numa farmácia e um rapaz assim que eu acreditava ser eh uma pessoa em situação de rua, bem na porta me abordou e pediu assim para mim: "Você pode, por favor, comprar um desodorante para mim?" E eu movido por aquele pedido e no ímpeto de querer fazer o bem, eu rapidamente entrei na farmácia e fui comprar um desodorante, não raciocinei. Resultado, comprei o desodorante e entreguei na mão dele. Quando eu viro as costas, ele tira o desodorante do saco e começa começa a cheirar o desodorante. Então aquilo ali me marcou muito, muito, porque eu deveria ter pensado um pouco melhor em como ajudar, porque a grande questão não é simplesmente fazer algo pelo outro, mas também fazer algo que possa ser benéfico, que surta efeito. Até para isso a gente tem que pensar na melhor forma de abordar, na melhor estratégia. Talvez em outra situação, hoje eu poderia perguntar para ele e eu não posso ser desodorante, mas você quer alguma comida? você quer uma água, posso comprar para você, né? Então, a gente precisa assim ter alguns cuidados, principalmente com esses irmãos nossos que são eh viciosos e etc. e procurar a melhor abordagem a ser feita. Muito bem. Excelente, viu, Caio? Excelente mesmo. Bem, então nós temos, apareceu mais uma pergunta, né? Vamos fazer as duas eh da Giane Lima no item 10. Ana, lembrai-vos dos obreiros da última hora. Quem são esses obreiros? Os espíritas? Ô, Giane, esses obreiros são todos os trabalhadores do Cristo na seara em que eles estiverem. Pode ser dentro da doutrina espírita, pode ser nas artes, pode ser na ciência, pode ser em qualquer outra religião, em qualquer filosofia. Pode ser sem rótulo religioso em qualquer seara, em qualquer ambiente em que estiver uma alma conectada com o alto, né, trabalhando pelo bem, ainda que nem tenha noção de que está fazendo isso, né? Ela é um obreiro da última hora, né? esses últimos que estamos agora aqui chegados no planeta Terra, depois de tantas outras oportunidades
bem, ainda que nem tenha noção de que está fazendo isso, né? Ela é um obreiro da última hora, né? esses últimos que estamos agora aqui chegados no planeta Terra, depois de tantas outras oportunidades que a gente teve de transformação, né, querendo agora fazer alguma coisa, nos colocarmos a serviço, né, todos nós que estamos dispostos a servir, né, os pais, as mães, os filhos, os netos, né, em todos os lugares e de todas as idades. espalhados por todos os cantos. A gente nem faz ideia, né, como eles estão por aí. A gente foca muito na nas almas que trazem a perturbação e não percebem as almas que buscam a paz, a renovação, a reconciliação. Esses são os obreiros do Senhor. Ô, Ana, que lindo. Excelente. Caio, a última pergunta que antecede aí a música, né? A Ângela Sancho falou assim, perguntou assim: "Qual a relação entre a caridade e o estudo da doutrina espírita? Esse conhecimento pode despertar em nós o desejo de sermos melhores?" Muito bem, Angela. É uma boa pergunta. Eh, a doutrina espírita como a terceira revelação da lei de Deus, ela tem um aspecto muito importante que é o de fazer um apelo à nossa inteligência. Então, a doutrina espírita, ela tem a proposta de nos esclarecer, além de nos consolar. E Allan Kardec, ele nos diz que é muito mais fácil desenvolver um o lado moral após o desenvolvimento intelectual. Então, esses estudos que nós fazemos da doutrina espírita, que nada mais é do que uma grande luz jogada sobre os ensinos de Jesus, nos ajudam muito a desenvolver essas questões morais, porque nós aprendemos primeiramente através do estudo, alimentando o nosso intelecto. E com certeza esse intelecto tem tudo para enraizar em nossos corações e nos ajudar a nos melhorarmos moralmente de uma forma muito mais rápida. Compreender é sempre a melhor forma de nós bem praticarmos qualquer coisa. Então, sim, estudar a doutrina espírita vai nos ajudar muito a sermos pessoas melhores e mais caridosas. Agora uma musiquinha para nós cair, a gente encerra. Pode ser,
bem praticarmos qualquer coisa. Então, sim, estudar a doutrina espírita vai nos ajudar muito a sermos pessoas melhores e mais caridosas. Agora uma musiquinha para nós cair, a gente encerra. Pode ser, pode ser. Vamos lá. É, eu eu escolhi, né? Acabei me preparando um pouquinho para não sair tão ruim como da última vez. E eu escolhi uma música que talvez todos conheçam, que é cham que é chamada São Chegados os tempos, não sei se conhecem. E é mais ou menos assim. Já não há lugar onde a luz não possa alcançar. Já não há um coração que não carregue o germen do amor. Já podemos divisar. Ao final da estrada de luta e dor, os olhos calmos e serenos do Senhor. E são chegados os tempos, não temos tempo a perder. Já foi lançada a semente e há tanta coisa se fazer. Acolher corações, amar é o nosso papel. Unificar as nações, erguer os olhos pro céu. Cada voz que cante a paz, cada mão que plante a caridade, cada um de nós se faz. Mensageiros da felicidade, trilharemos sempre, sim, indo ao encontro de Jesus nessa caminhada de luz sem fim. E são chegados os tempos, não temos tempo a perder. Já foi lançada a semente e há tanta coisa se fazer. Acolher corações, amar é o nosso papel. Unificar as nações, erguer os olhos pro céu. Muito bom. Muito obrigado, Caio. Nosso agradecimento. Eu que agradeço. Agradecimentos a Ana, a você aí pelas respostas, aos nossos internautas, pelas perguntas, pela participação. Nós vemos que tem eh bastante gente estudando o tema antes. Isso é muito bom, não é? Facilita bastante o aprofundamento. Bons comentários. Agradecimentos também a Luziane Bahia aqui pela parceria na nossa atividade, as nossas intérpretes para Libra, sempre ativas e o nosso pessoal que fica nos bastidores, né, dando todo o apoio aí à nossa atividade. Nós vamos ter no nosso próximo estudo, próxima semana, a continuação do capítulo 13. Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita. E ainda na instrução dos espíritos, a beneficência. Não perca que esse assunto é muito interessante. Até lá, então. Muito
o do capítulo 13. Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita. E ainda na instrução dos espíritos, a beneficência. Não perca que esse assunto é muito interessante. Até lá, então. Muito obrigado a todos. Estudando o Evangelho Segundo o Espiritismo, um estudo sequencial da obra O Evangelho Segundo o Espiritismo de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Yes.
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