46ª SEMANA ESPÍRITA DE FEIRA DE SANTANA (SÁBADO, 21/09/2024, 15:30h)

FEBtv Brasil 21/09/2024 (há 1 ano) 2:35:45 76 visualizações
Transcrição

E aí não importa para nós nós que somos incar nacionas Qual é o desvio eu queria saber o que que aconteceu para eu ser para eu ter t doença para eu ser cego não querem saber normalmente não ajuda tá gente em raríssimos casos isso é importante na maioria dos casos não quando a gente começa a querer saber muito com curiosidade e vai você pega lugar é mais rápido aluma coisa t sa onde outro vai ver esse Fulano que é tão certo como eu conseguir eu posso conseguir quando ele faz eu vou perguntar como ele faz é esse meio pode me ajudar ou eu posso desir um outro mas eu preciso ter uma base Então esse contato tamb é importante e para nós ser o que que é importante o que que a gente vamos dizer assim espera né esse essa observação essa escuta ao é a nossa necessidade porque muitas vezes tem necessidade que o outro não tem eu posso aar sei lá uma pessoa acante tem uma necessidade que tá na minha perspectiva mas que ela não e as pessoas ser também são diferentes eu posso ter uma necessidade que não tem né então dizer do que que eu preciso porque muitas vezes a gentea aí a gente quer Eh atravessar pessoas tá passag a gente não vem comigo eu vou te ajudar mas você ajudar você tá Lar que eu marquei quando a pessoa deixa mas você tá sei lá na porta do CH isso Beleza mas você não quer para dentro do CH na porta l mas eu enfim ouve a pessoa né E vamos ver como é que a gente mais Olha eu tenho essa daqui éa Coloca a mão dela para ela ver qual agrada ela e a pessoa começa a dirir ao outro Ah ela tá aí eu tenho uma comigo que já vi até o b gente ouvido que é para ver se a pessoa se a mim aí Eu começo vou pagar pass é crédito V que é paraa pessoa entender que que se comunicar com e não com o outro se eu esto a ela responder a n e não a outro então essa ca é fundamental e a gente entender o que que a pessoa acentar Eh vamos eh o recado que eu quero deixar é esse né que já começa com o Viane curad há 161 anos atrás embora a fala dele seja um tanto quanto de comiseração mas ele lembra isso Olha cada um de nós precisa

vamos eh o recado que eu quero deixar é esse né que já começa com o Viane curad há 161 anos atrás embora a fala dele seja um tanto quanto de comiseração mas ele lembra isso Olha cada um de nós precisa se curar precisa se empenhar e todo o problema começa na alma no espírito e se você minha filha tá vivendo essa experiência é duro para você ele foi acolhedor também era preciso isso naquele momento eu sei que é duro para você mas você precisa ver precisa sintonizar com Deus para você ver o que de melhor você pode tirar dessa experiência que se te foi dada É porque ela é importante para você pro seu crescimento então a a gente tem que ter isso na ideia né para não haver revolta que não tem nada a ver com acomodação né é a gente entender se a gente vive a experiência o que que eu vou tirar dela se eu tenho a experiência de conviver com uma pessoa cega o que que eu vou aprender dela né então é o recado básico é isso o que que nós S podemos aprender e o que que nós não s undl de surpres e de deficiência visual do centro municipal Integrado de educação inclusiva do município de F Obrigada professora pela presença gostaríamos de convidar Saionara Freitas sua fal agrado perado cabelos cortado enxido chapel aos moros de grau umaação Dee com os pequenos azadas e bem olá por conta da diversidade que se encontra aqui presente não só a diversidade dos corpos como diversidade de crenças então a todo momento eu de fato me emociona porque eh nós temos vivido tempos tão difíceis onde irmãos não se falam com irmãos por ideias pensamentos diferentes por religiões diferentes e aqui nesse encontro o núcleo de inclusão eh conseguiu reunir pessoas de outras crenças bem como pessoas com outros corpos cores diferentes eh pensamentos diferentes então isso para mim já é um motivo de grande emoção é meu sonho nossa emoção realmente mas eh eu vim para falar sobre a deficiência dentro da Concepção social Carla já falou e já trouxe aqui alguns exemplos né todo o corpo que vive em sociedade ele demarca firmemente

sa emoção realmente mas eh eu vim para falar sobre a deficiência dentro da Concepção social Carla já falou e já trouxe aqui alguns exemplos né todo o corpo que vive em sociedade ele demarca firmemente eh a sua existência nesse espaço nesse espaço de tempo nesse espaço físico nesse espaço que é a sociedade então aqui nós encontramos e precisamos entender desde pequenos que existem corpos de todos os formatos existem corpos com braço corpos sem braços corpos que enxergam com os olhos corpos que enxergam com a mão corpos que andam e se locomovem por meio de uma cadeira de rodas corpos que só tem o tronco Então tudo isso faz parte da diversidade corpos negros corpos magros corpos gordos corpos com gêneros diversos corpos que estão completamente do padrão que Foi estabelecido determinando uma determinada cor como a ideal um determinado formato como ideal uma determinada forma de pensar como a ideal uma determinada crença como a ideal e esses corpos quando eles começam a circular de forma mais livre dentro da sociedade começa a provocar um verdadeiro alvoroço porque essa sociedade foi pensada para um tipo de corpo Então dentro dessa perspectiva eles não cabem Essa é a leitura que se faz então eles ficam sempre à margem eles ficam sempre à margem dependendo de uma caridade ou talvez de uma de alguém que Estenda esse olhar mais Generoso eu vim para falar que não é não basta isso eu vim para falar que é preciso falar pela via do direito todos nós são corpos que importam todo corpo que vive por um tempo determinado nessa sociedade nesse planeta é mais do que um corpo simplesmente demarcando territorialmente o seu espaço ele é tudo aquilo que se vive e dialoga com o cultural com o social com econômico ele não é apenas o corpo que não enxerga com os olhos ele não é apenas o corpo que não tem um braço ele não é apenas um corpo que anda so a cadeira de rodas ele é um ser dotado de inteligência ele é um ser dotado de alma de espírito ele é um ser que aprende e Ensina ele é um ser que dialoga com a cultura com a

penas um corpo que anda so a cadeira de rodas ele é um ser dotado de inteligência ele é um ser dotado de alma de espírito ele é um ser que aprende e Ensina ele é um ser que dialoga com a cultura com a crença com todos os aspectos que qualquer um tem o direito de eh de se fazer né ser visto como gente então eu gostaria de dizer também que dentro da Concepção social a deficiência ela é Vista pela professora Débora Diniz uma antropóloga e socióloga que discute esse tema abre aspas é um conceito complexo que reconhece o corpo com lesão mas que também denuncia estrutura social que oprime a pessoa com deficiência o que que isso quer dizer a concepção social da deficiência ela não nega a lesão então um corpo com deficiência a gente vai ver claramente a lesão daquele corpo então o corpo de uma pessoa cega a lesão está nos olhos ou nos órgãos referentes aos olhos que precisa dos cuidados médicos então a concepção social ela não nega isso fato isso está isso é dado esse corpo está ali e dentro dessa perspectiva a concepção social ela não vai olhar ela não ela não paralisa e ela não sintetiza aquele corpo simplesmente naquela lesão mas ela vai pensar Quais são as possibilidades que se tem para fazer para que aquele corpo viva de uma forma melhor dentro dessa sociedade e aí a professora Débora Diniz escritora autora estudiosa pesquisadora sobre esse tema ela vai dizer que a deficiência é algo construído lesão e deficiência são coisas diferentes quando eu entrego a uma pessoa cega um papel onde as palavras estão registradas em tinta eu estou provocando para ela uma deficiência porque ela não tem como por conta da lesão que ela tem nesse corpo ler por meio da tinta que tá impressa no papel mas se eu entrego a ela esse mesmo texto escrito em Braile e ela é alfabetizada nesse nesse código em Braile ela vai ler tranquilamente não há deficiência a lesão sim mas eu disponibilizei a possibilidade que aquele corpo precisa eu não uso o mesmo recurso para todos da mesma forma porque não não somos iguais

la vai ler tranquilamente não há deficiência a lesão sim mas eu disponibilizei a possibilidade que aquele corpo precisa eu não uso o mesmo recurso para todos da mesma forma porque não não somos iguais a diferença é algo inerente ao sujeito qualquer um que seja eh quando uma pessoa que precisa da cadeira de rodas para se locomover chega num espaço onde só tem a escada para para ter acesso aos andares seguintes eu estou provocando ali tô construindo e demarcando a deficiência para esse sujeito eu não tô possibilitando uma outra via uma outra possibilidade para aquele corpo então a deficiência não é o olho que não enxerga não é o órgão não é a perna que não anda ali tem uma lesão a deficiência ela é construída só socialmente porque a sociedade embora seja diversa diferente em todos os aspectos ela é eh ela ela pensa em um único formato ela pensa no corpo que tem dois braços duas pernas que enxerga apenas por meio dos olhos que a gente tem diversas formas de enxergar parece que a gente só tem cinco sentidos mas a gente tem muito mais é porque a gente não explora esses sentidos do corpo a gente sente de muitas formas Então o que eu quero dizer é que para além do corpo desse Território que demarca um espaço nós temos dentro desse corpos pessoas gente que chora que sente que vive que vibra que sorri que tem suas dificuldades como eu tenho como vocês têm que tem suas limitações com isso eu não quero minimizar a situação de uma pessoa com deficiência a gente precisa demarcar as características pra gente não esquecer de que maneira a gente vai possibilitar recursos que são acessíveis para ela então como se Seria bom se as demais religiões as demais crenças tivesse um momento assim como esse onde a gente pesse discutir sobre isso e abrir e tornar essas casas acessível para todos sem sem constranger quem não enxerga com esses olhos ou quem tem uma lesão no olho quem não anda com as pernas mais por meio da cadeira de rodas então o acesso tem que ser livre eu não posso colocar o outro numa situação de

m não enxerga com esses olhos ou quem tem uma lesão no olho quem não anda com as pernas mais por meio da cadeira de rodas então o acesso tem que ser livre eu não posso colocar o outro numa situação de constrangimento assim como eu que tenho pernas braços os olhos sem lesão não quero estar em em constrangimento eh a GIA me deu um desafio de falar em 15 minutos sobre concepção social quanto tempo eu tenho 5 minutos Olha tô até indo bem né então eh perde-se muito quando a gente quando a gente segrega sujeitos quando a gente de forma muito Sutil a gente faz isso porque quando eu não tenho uma acessibilidade num espaço e nem acessibilidade atitudinal comportamental com o outro de fato também eu segrego eu digo você vai até ali aqui não entra Mas isso é uma forma muito Sutil de dizer mas é muito dolorosa para quem precisa desse acesso então a gente precisa eh perceber que não é só o corpo dito padrão que ensina e que sabe todos os corpos ensinam quando a gente entra num espaço o simples fato da presença do cor corpo físico já nos ensina alguma coisa quando entra alguém aqui com de cadeira de rodas automaticamente vai perceber que esse formato de arrumação não vai ser adequado e que automaticamente se eu quero que essa vida que esse corpo permaneça aqui comigo em comunidade na coletividade eu vou precisar mexer e Como disse bem Carla Ah é assim para todo cego ou para todo cadeirante todo tipo de seja a deficiência qual for todos sem ser esse mesmo critério não assim como a gente aprende com os nossos pares que enxergam que tem duas pernas que tem dois braços eh no dia a dia ouvindo o que que gosta o que que não gosta Qual é a melhor forma como você se sente melhor e a gente vai cultivando e criando né e trazendo essa humanização essa humanidade né essa relação tão linda que vai se construindo que a gente chama amizade da mesma forma a gente faz com o corpo que não é o Elas já estão aqui que não é o corpo nãoé que não enxerga com os olhos então que a gente possamos ter a sensibilidade

uindo que a gente chama amizade da mesma forma a gente faz com o corpo que não é o Elas já estão aqui que não é o corpo nãoé que não enxerga com os olhos então que a gente possamos ter a sensibilidade com todos os corpos que que circulam à nossa volta que a gente não permaneça na infantil de achar que apenas os corpos intitulados padrões são os únicos que sabem e que ensinam quando isso acontece a gente perde a oportunidade de ensinar e de aprender quando eu me coloco nessa posição de que o outro que não enxerga com os olhos de que o outro que anda só por meio da cadeira de rodas sabe menos do que eu só porque eu tenho esse corpo que foi por alguns como padrão porque isso não é verdade foi por alguns quando isso acontece eu nego a possibilidade de iniciar uma relação e de aprender nessa relação e Nego a oportunidade desse outro corpo vivenciar também uma experiência grandiosa de humanidade muito obrigada agradecemos as nossas convidadas Carla Maria de Souza e Saionara Freitas e dando continuidade e dando continuidade à nossa programação o segundo bloco ocorrerá em formato de entrevista com o tema o papel do movimento espírita na inclusão de pessoas com deficiência convidamos ao palco a senhora Ana Cristina zenum palestrante cega pedagoga especialista professora com atuação no Instituto Benjamim consto Rio de Janeiro médium diretora doutrinária revisora de textos em Braile na sociedade pró livro espírita em Braile e para intermediar este momento convidamos o senhor Elmo Costa coordenador do sistema Espírita de aprimoramento do trabalho na Federação Espírita do Estado da Bahia tempo de 30 minutos Boa tarde a todos boa tarde muito bem É a Ana tá dizendo que vocês estão com preguiça de responder Boa tarde não almoçaram não Ah muito bem vamos fazer a hein Muito bem olha aqui boa tarde tud bom muito bem lembrado tá vendo Boa tarde para todos a minha entrevistada tá oo meu lado esquerdo né Eh o meu nome é o Costa eu vou fazer a minha autodescrição eu sou um homem na idade

i boa tarde tud bom muito bem lembrado tá vendo Boa tarde para todos a minha entrevistada tá oo meu lado esquerdo né Eh o meu nome é o Costa eu vou fazer a minha autodescrição eu sou um homem na idade madura 61 anos cabelos e barba grisalhos eu uso óculos com um aro assim cor de mel eh uso uma camisa branca de listrinhas bem finas assim bem fininhas uma uma calça escura e nesse momento eu estou segurando na mão esquerda um celular e nós vamos falar sobre um tema nesta tarde que é é da mais da mais alta importância né Eu acho que todos que estamos aqui pelo menos a maioria deve ser Trabalhador de alguma instituição Espírita e nós vamos falar sobre a inclusão dentro do movimento Espírita nas casas espíritas nas instituições em geral mas antes de mais nada eu gostaria de fazer a apresentação da minha entrevistada porque afinal de contas ela foi apresentada no início e muita gente ainda não estava aqui a Ana Cristina zenum Il debrand Ela é professora aposentada do Instituto Benjamim constan ela é pedagoga é pós-graduada em psicopedagogia diretora de atividades doutrinárias da sociedade pró livro espírita em Braile sociedade da qual falaremos daqui a alguns instantes ela também é membro do grupo Gerônimo Mendonça de estudos espíritas seja muito bem-vinda aqui a nossa terra Ana bom daqui a pouco a gente vai saber um pouco mais de você uma outra coisa que eu também gostaria de falar antes de começar a entrevista propriamente parabenizar o Conselho Regional TR na pessoa de Marcos Machado não sei se ele está por aí mas estava aqui agora H pouco eh em nome dele parabenizar todas as pessoas que estão envolvidas na realização desse evento sobretudo Nesta parte agora da da nós estamos eh participando deste deste momento que nós estamos participando e tivemos a oportunidade de participar também no ano passado aqui e a gente vê que se repete ano e isso é muito importante para o movimento Espírita baiana baiano que sempre teve esse papel de pioneirismo no movimento Espírita brasileiro só para lembrar primeira

qui e a gente vê que se repete ano e isso é muito importante para o movimento Espírita baiana baiano que sempre teve esse papel de pioneirismo no movimento Espírita brasileiro só para lembrar primeira instituição Espírita conhecida no Brasil fundada no Brasil foi aqui na Bahia em Salvador em 1865 por luí Olímpio tes de Menezes só para vocês saberem muito bem importante né apesar de tanto tempo Ana de movimento Espírita e movimento Espírita vamos contextuar movimento Espírita é um conjunto de atividades um conjunto de ações que são exercidas por pessoas por por grupos por instituições tanto no plan ponto de vista pessoal como coletivo e esse movimento Espírita apesar de tanto tempo que ele existe que já se fala dele parece que a a inclusão só só começa a ser debatida dentro do movimento Espírita A partir de uma década Talvez né uma década até agora Talvez um pouco antes por aí né discutir debater iniciativas ISO muito bem mas com tanto tempo de movimento Espírita a gente nãoa percebe nas instituições uma série de Barreiras nãoé Barreiras que são estruturais Barreiras que são eh físicas atitudinais como é que a gente pode superar Essas barreiras na sua visão você que trabalha junto ao ao a todo esse processo de inclusão nas instituições espíritas como é que a gente pode superar Essas barreiras na sua ideia no seu pensar como é que a gente pode o que que a gente deve fazer nós que estamos aqui agora que mensagem você daria para as pessoas que estão aqui agora como é que a gente pode iniciar esse processo de superar Barreiras nas casas espíritas então boa tarde a todos eu sou a Ana Cristina que ele falou aí né Eu sou a mulher branca eh tô com uma blusa também branca com a a assim uns bord babadinhos assim de rendinha na manga cabelo louro um pouco abaixo do ombro preso pro lado direito com um grampinho de Pedrinhas eh eu entendo com relação as barreiras que antes de mais nada a a barreira principal é a conscientização porque a maior parte das pessoas quando vai a casa

o lado direito com um grampinho de Pedrinhas eh eu entendo com relação as barreiras que antes de mais nada a a barreira principal é a conscientização porque a maior parte das pessoas quando vai a casa Espírita vai para procurar o socorro porque não compreende um momento que tá vivendo porque gostaria de explicação para os seus questionamentos porque não tá satisfeito na sua religião de origem e enfim na maioria dos casos talvez por ter perdido um ente querido né E aí querer respostas enfim o casa que eh a pessoa n na nossa nessa geração já temos muitas pessoas que já são espíritas Né desde muito jovens já são de família Espírita mas que se preocupam com o conhecimento a divulgação da doutrina mas que nem sempre eh conseguem transpor a doutrina paraa sua prática diária E aí não é só falar de caridade da sopa paraas famílias carentes eh cesta básica enfim eh colocar o pensamento Espírita A filosofia espírita no seu relacionamento com o mundo com a sociedade então é pensar como disseram as nossas companheiras aí no bloco anterior né que existem pessoas com provas com expiações com missões que precisam eh passar por experiências eh que muitas vezes são a experiência de não ter um corpo dentro do padrão muitas vezes as pessoas precisam nascer ou ficar cegas nascer ou ficar surdas nascer ou adquirir uma ação né na na mobilidade enfim alguma questão de eh deficiência intelectual porque é a necessidade daquele espírito Então se a gente pensar numa perspectiva Espírita que as pessoas com deficiência São pessoas que precisam passar por determinadas provas a gente vai derrubar a principal barreira ou vai começar o processo né de mudança dos paradigmas nossos acabando com o tal do preconceito né porque aí a gente vai acabar com a pena aquele sentimento tão desagradável que a gente tem eu também tenho muitas vezes daquele que tá numa situação que a gente entende como menos favorável do que a nossa então a gente Às vezes tem pena do pobre tem pena eh de uma pessoa que tá doente

e tem eu também tenho muitas vezes daquele que tá numa situação que a gente entende como menos favorável do que a nossa então a gente Às vezes tem pena do pobre tem pena eh de uma pessoa que tá doente com uma doença grave degenerativa assim como tem pena de uma pessoa que tem uma determinada deficiência que limita a vida da pessoa então é é importante a gente lembrar que a pessoa com deficiência é um espírito é um espírito em evolução como todo mundo e aí entender que ele precisa passar por aquela prova por aquela situação e que essa situação ela tem que ser eh amenizada quando isso for possível aliviada sempre que isso for realmente possível e que o nosso papel como espíritas é facilitar a a o cumprimento da prova daquele irmão então de que maneira eu posso te ajudar essa pergunta né que a Carla referiu que a gente que todos devem fazer né quando encontram com alguém com com dificuldade que a gente acha que tá com alguma dificuldade é aquilo que a gente deve pensar quando numa casa Espírita A gente recebe um um frequentador uma pessoa num grupo de estudo uma pessoa não para uma um atendimento fraterno ou um assistido mesmo para o trabalho social aquela pessoa tem uma deficiência tem alguma situação que de repente é diversa que eu não conheço que eu não sei lhe dar então eu devo procurar saber dela o que que você precisa que nós façamos por você qual é a situação de que maneira eu posso te ajudar e certamente essa pessoa dirá o que ela precisa Se ela não disser Talvez a pessoa da casa Espírita possa pesquisar o que fazer possa procurar alguma outra casa Espírita possa procurar o a sua Federativa possa procurar alguma instituição eh seja Educacional seja enfim alguma instituição na sociedade civil mesmo onde aquela situação seja discutida seja tratada para que a casa Espírita se capacite para ajudar e para permitir que aquele indivíduo aquele espírito ali se torne um trabalhador se torne um voluntário se torne um médium se torne um estudioso um palestrante ou futuramente até um dirigente enfim eh

e para permitir que aquele indivíduo aquele espírito ali se torne um trabalhador se torne um voluntário se torne um médium se torne um estudioso um palestrante ou futuramente até um dirigente enfim eh que aquele espírito que tá ali encarnado naquele corpo possa desenvolver as suas potencialidades e conquistar né uma reencarnação com êxito Então acho que a principal barreira que a gente enfrenta não só na casa Espírita como em outros lugares é o preconceito e nós na casa Espírita temos que justamente aprender a ver todos os irmãos de todas as situações que a gente possa encontrar como espíritos em evolução não sei se eu respondi o que você queria saber respondeu claramente eu acho que é deixa a gente tem um tempo aqui de você viu né 30 30 minutos eu fiquei tão preocupado com esse tempo que eu vim pensando subi Eu Vim pensando aqui em parabenizar a Carla e a Saionara pelas falas Deus mas elas falaram muito bem em tão pouco tempo elas conseguiram trazer tanto conteúdo né Eu gostei muito quando a Carla disse assim a gente nasce com um certo problema e fica querendo saber o que a gente fez no passado para pedir para apelar para Deus né para para saber se Cabe recurso Gostei muito disso viu Carla vou usar na nas minhas palestras davante Gostei muito dessa expressão Cabe recurso né Cabe recurso gostei muito mas você falou dessa eh dessa barreira que é atitudinal né você falou dos preconceitos e a nossa sociedade tá permeada desses preconceitos Mas você é eh participa de uma sociedade chamada pró livro espírita em Braile e Essa sociedade para minha surpresa que eu fiquei sabendo hoje à tarde né todos recebemos aqui esses esses folhetos ela foi fundada em 30 de junho de 1953 na metade do século passado 71 anos de fundada e pouca gente no movimento Espírita sabe Ana fale-nos um pouco sobre essa sociedade então a sociedade pró livre espírita em Braile que a gente chama carinhosamente de sple que a gente forma né essa palavrinha com as iniciais né usa essa sigla sple como nome da nossa casa mesmo né

ade então a sociedade pró livre espírita em Braile que a gente chama carinhosamente de sple que a gente forma né essa palavrinha com as iniciais né usa essa sigla sple como nome da nossa casa mesmo né ela foi criada a partir da Necessidade que os cegos eh reunidos no Instituto Benjamim constan sentiam de estudar a doutrina espírita porque Claro o Instituto Benjamim constan é uma escola é uma instituição Federal ligada ao Ministério da Educação portanto é uma instituição lei porque o estado é Laico né mas lá havia muitos católicos muitos protestantes e muitos espíritas pelo menos alguns espíritas alguns umbandistas enfim alguns ateus pessoas de todos os credos e nos anos 50 Eh claro os católicos TM uma uma igreja muito muito estruturada Há muitos séculos que se se transforma com o tempo e que é muito organizada e eles estavam assistidos né pela sua igreja os protestantes também TM as suas igrejas e existe uma sociedade bíblica do Brasil que transcrevia para o sistema Braile oos livros da Bíblia né porque para o protestante a leitura da Bíblia é o essencial E aí eles transcrevam a Bíblia e distribuíam a Bíblia e o pessoal Espírita nós sabemos né que nós espíritas Lemos muito o nosso nosso nosso vamos dizer assim nosso Hobby preferido é a livraria né Aqui nós temos a livraria todo encontro Espírita tem duas coisas que não podem faltar é a cantina e a livraria então mas a pessoa cega vai ler de que jeito né porque nós não tínhamos nenhum órgão que transcrevem para o brile os livros espíritas nos anos 50 né final dos anos 40 início dos anos 50 e algumas pessoas eh muito empolgadas muito dedicadas copiavam os livros em Braile né copiavam com a mão mesmo ali pegava ali e escrevia no material de escrita né como Aqueles copistas né medievais ficavam copiando em Braile para que os cegos pudessem ler mas aí era uma ciaz inha de uma coisa outra ciaz inha de outra coisa e era muito complicado e ali naquela reunião de pessoas cegas no Benjamin costan que que eles entenderam Ah mas se a gente

ssem ler mas aí era uma ciaz inha de uma coisa outra ciaz inha de outra coisa e era muito complicado e ali naquela reunião de pessoas cegas no Benjamin costan que que eles entenderam Ah mas se a gente tivesse uma associação parecida com a ade bíblica do Brasil a gente poderia fazer os livros espíritas né Já temos a bíblia aí que os os protestantes distribuem podemos ter também os livros espíritas então Eh esses essas pessoas se organizaram e nós temos assim duas principais lideranças que foi o luí Antônio MCO filho e alguns Talvez tenham já ouvido falar eh e o Marcos Vinícius Telles eles procuraram né outros apoios e com a ajuda do marcal Mário Travassos eles três né então o Marchal mar Travassos era vidente como a gente diz vidente não por ser médium mas por enxergar né enxergar Normalmente eles três então foi que redigiram o estuto da sple pensaram em como fazer a SPB funcionar e como Marchal marrio Travasso já era um Marechal já era um senhor bem mais velho eh fazia parte da cruzada dos militares espíritas tinha conhecimento né com o movimento Espírita então ele eles conseguiram dar os primeiros passos né jogar os fundamentos da SPB mas a SPB e foi trabalhando né Eh ao longo do tempo crescendo né de pequenininha Como uma árvore então no começo não havia sede usava-se um cantinho de uma casa espírita para guardar o material os livros eram produzidos na imprensa Braile do Instituto Benjamim constan fora do horário do expediente porque a direção autorizou Então os voluntários da isleb iam trabalhar no Instituto no final da tarde né início da noite quando os funcionários iam embora e enfim aos poucos arrumando sócios e colaboradores aí a splv alugou uma casa depois Alugou outra até poder comprar uma sede até poder adquirir suas próprias máquinas e hoje nós já temos a nossa sede própria hoje nós temos vários livros distribuídos pelo Brasil inteiro e até fora do Brasil nos países de língua portuguesa eh nós temos alguns livros inclusive que não são espíritas eh dicionário de

e própria hoje nós temos vários livros distribuídos pelo Brasil inteiro e até fora do Brasil nos países de língua portuguesa eh nós temos alguns livros inclusive que não são espíritas eh dicionário de Esperanto dicionário de espanhol português português espanhol eh Inclusive a gente faz um periódico eh de eh trimestral que é o carde Braile que o nosso amigo aí vai mostrar eu trouxe um carde Braile em Braile né algumas pessoas nunca viram um livro em Braile né esse esse essa revistinha digamos assim é até pequeno porque existem livros eh enormes né O Evangelho Segundo espiritismo O Livro dos Espíritos são livros que o utilizam vários volumes grandes então assim hoje nós já temos toda codificação muitos livros do André Luiz muitos livros de Jon De Angeles eh Emanuel leeni enfim as obras mais importantes né hermo Miranda e aí com o passar do tempo nós Também passamos a produzir obras gravadas em áudio né nós começamos a eh ter as reuniões de estudo doutrinário primeiro a conhecida reunião pública né aí aos poucos alguns voluntários que eram médiuns entenderam que era importante formar uma reunião mediúnica e aí foram se organizando outras atividades espíritas até que o setor doutrinário foi criado que é o setor do qual eu faço parte que atualmente eu tô dirigindo né e enfim nós fomos nos desenvolvendo né até chegarmos né aqui aos 71 anos de existência né como uma casa graças a Deus com bastante produção tá aqui a nossa vice-presidente que é a Carla que falou agora na primeira parte né da nossa tarde e o João eues que é é um dos nossos à distância ele mora aqui na Bahia mas ele já foi representante da sple em Salvador e recebe o nosso material participa online das nossas reuniões de estudo então a sple ela tem já uma uma atuação né bastante grande digamos assim embora realmente muita gente no movimento Espírita não conhece a sple né e outras iniciativas menores como tem uma até lá em em São Bernardo do Campo que é o grupo espírita Emanuel que eles têm uma produção muito menor né do que a

o movimento Espírita não conhece a sple né e outras iniciativas menores como tem uma até lá em em São Bernardo do Campo que é o grupo espírita Emanuel que eles têm uma produção muito menor né do que a SPB Mas eles têm uma produção brile né todo mês na minha casa chegam umas mensagens espíritas que eu até trouxe uma Quem sabe a gente tem a oportunidade de ler uma página pequena do André Luiz eh e que enfim sempre contribui não só paraa difusão da doutrina espírita como também né pra inclusão ou vamos dizer assim né para colocar as pessoas cegas dentro do espiritismo e na atuação das casas espíritas também né lá no Rio a gente conhece algumas alguns companheiros que trabalham em casas espíritas que não são as pleb né então que estão em outras instituições também muito bem Ana parabéns pelo trabalho que vocês desempenham né parabéns para as SPB sple sple sociedade splab sple parabéns pelo trabalho que realizam há tanto tempo e a vocês que estão lá agora dando continuidade a esse trabalho e eu queria saber falando assim de de publicações em Braile outros estados como é como é que como é que está isso vocês trabalham também junto com associações de outros estados com instituições de outros estados que que realizam o mesmo tipo de atividade de de divulgação do conhecimento Espírita por meio do Braile então como eu falei eu sei que existe o grupo espírito Emanuel em São Bernardo do Campo na grande São Paulo né e mas assim eh Até onde eu sei né não existe uma outra instituição que Produza material brailey né Eh a pelo Brasil afora nós distribuímos eh para bibliotecas públicas para casas espíritas quando nos pedem né Eh no Brasil todo se me pedirem se pedir a nós né caso para pleb né se a gente receber eh um pedido a gente pode encaminhar enviar né pro Brasil a gente tem pessoas que recebem livros nossos em Portugal em Angola Moçambique enfim e eh mas assim instituições que sejam espíritas e que produzam material em Braile além do grupo espírita Emanuel e da SPB né eu realmente não conheço

vros nossos em Portugal em Angola Moçambique enfim e eh mas assim instituições que sejam espíritas e que produzam material em Braile além do grupo espírita Emanuel e da SPB né eu realmente não conheço não muito bem eu acho que é hora da gente expandir esse movimento né é di esse movimento assim como o movimento surdo Espírita também né Essa divulgação do conhecimento Espírita agora deixa eu falar uma coisa é agora eh provavelmente mais tarde a a a Sila Moraes vai falar para nós aí mas aqui a a Federação Espírita da Bahia pessoal eh começou um movimento de eh inclusão das pessoas cegas com áudios né através de áudios então elas depois vão contar direitinho a história eu sei que um belo dia na época da pandemia quando a gente só se comunicava por internet me convidaram né e a Carlinha também e a outros companheiros para participar de um grupo da Federação Espírita da Bahia aí a gente ué mas para que que eles estão convidando gente ah sei lá eu acho que tem alguma coisa aí a ver com inclusão Ah então tá não custa nada pandemia a gente tava pegando um monte de coisa para fazer né E aí a gente entrou e aí a gente entendeu que a ideia era justamente essa de começar a trazer os céos espíritas da Bahia também pra Federação também pro movimento Espírita então eh tem um bocado de ledor e ledor talz também baianos aí que tão produzindo material gravado para o pessoal estudar e participar dos eventos aí da feeb eu acho que aa vai falar depois sobre sobre esse esse projeto né então a gente vai aguardar vai aguardar um pouquinho para C falar a gente já tá terminando o nosso tempo eu quero te dizer assim foi uma alegria para mim muito grande ser seu entrevistador aqui quase com um J Soares entrevistando uma celebridade viu que você uma ao eu me senti uma celebridade Mas eu vou pedir para você agora já que você tem um texto aqui em Braile que é uma mensagem do Espírito André luí é isso é uma mensagem do Espírito André luí então para encerrar o nosso bate-papo você vai ler para nós

para você agora já que você tem um texto aqui em Braile que é uma mensagem do Espírito André luí é isso é uma mensagem do Espírito André luí então para encerrar o nosso bate-papo você vai ler para nós essa mensagem tá bom você vai segur o microfone né Eu seguro para eu ler com as duas mãos é mais fácil Senhor Jesus dai-nos o poder de operar a própria conversação perdão é a própria conversão para que o teu reino de amor seja irradiado do centro de nós mesmos contigo em nós converteremos a leva em claridade a dor em alegria o ódio em amor a descrença em Fé viva a dúvida incerteza a maldade em bondade a ignorância em compreensão e sabedoria a dureza em ternura a fraqueza em força o egoísmo em Cântico materno o orgulho em humildade o Turvo mal em infinito bem sabemos senhor que de nós mesmos somente possuímos a inferioridade de que nos devemos desvencilhar mas Unidos a ti somos Galhos frutíferos na Árvore dos séculos que as tempestades da experiência jamais decep parão eh assim pois mestre amoroso digna-te amparar a fim de que nos elevemos ao encontro de tuas mãos sáb E compassivas que nos erguerão da inutilidade para o serviço da cooperação Divina agora e para sempre que assim seja viva e eh vida e caminho psicografada pelo Chico Xavier Ana querida muito obrigado pela tua participação aqui junto conosco ficamos todos sensibilizados e que Deus continue iluminando você e iluminando os teus caminhos para que esse trabalho prossiga sempre assim com essa vitalidade com essa pujança com essa força também e também a Federação Espírita da Bahia e também o terceira a terceira Regional né aqui de feira de eh Feira de Santana e a todo o Brasil e a todo o nosso planeta né rumo ao mundo de regeneração vamos em frente que assim seja muito Obrigado agradecemos os nossos convidados e dando continuidade à nossa programação o terceiro bloco apresenta como tema As bem-aventuranças na Encarnação convidamos ao palco senhor João ees Ferreira palestrante cego massoterapeuta presidente do Centro

ontinuidade à nossa programação o terceiro bloco apresenta como tema As bem-aventuranças na Encarnação convidamos ao palco senhor João ees Ferreira palestrante cego massoterapeuta presidente do Centro Espírita aprendizes da Boa Nova coordenador de grupo de estudos mediúnicos e atendente fraterno convidamos ao palco o senhor Joselito Ferreira Mendes palestrante surdo Professor especialista em artes visuais e pedagogia bilíngue assessor da presidência do cesba Coordenador assistente do setor libras e espiritismo da Federação Espírita do Estado da Bahia convidamos a intérprete irane que será a voz do palestrante surdo Senor Joselito com o tempo de 15 minutos cada queremos lembrar que quem ainda não fez suas perguntas pode solicitar da nossa equipe de apoio papel e caneta queremos informar que ao final das falas dos nossos palestrantes os demais convidados ao palco para o momento das perguntas allo Olá boa tarde boa tarde a todos eu sou o Joselito o meu sinal é um J descendo sou surdo e nasci surdo e hoje eu quero agradecer aaia por essa oportunidade de estar aqui também a Marcos né que me convidaram para estar aqui nesse momento não fiquei na DVA não te tubie e estive aqui estou aqui para me apresentar enquanto pessoa surda É um prazer muito grande conhecero João euder eu estou à sua esquerda Eu sou um homem branco de cabelos e barbas brancas e tô de camisa verde escuras e calças pretas calça preta e tênis azul com listras brancas tô com um relógio Preto e um óculos Preto tenho os olhos verdes e sou surdo então obrigado ao rapaz que retirou aqui o microfone que tava na minha frente e atrapalha assim a Libras Obrigado eh eu estou aqui para falar sobre as bem-aventuranças né as bem-aventuranças na nossa vida não é fácil a gente sabe que a vida de surdo não é fácil a vida dos Cegos não são fáceis não são né são experiências dolorosas né que nos trazem para mim mais ou menos até os 11 anos quando eu tava na escola que eu não tinha acesso à língua de sinais foi uma educação muito

não são fáceis não são né são experiências dolorosas né que nos trazem para mim mais ou menos até os 11 anos quando eu tava na escola que eu não tinha acesso à língua de sinais foi uma educação muito difícil então eu sofria muito aprender português matem sem libras era extremamente difícil um sofrimento que não era fácil e eu fui a minha escolarização toda assim sem libras fui até o ensino médio né e gente estar na escola sem a intérprete sem acessibilidade é algo Imaginem aí como é que nós nos sentimos mas eu agradeço muito a firmeza da minha mãe minha mãe esteve muito presente mesmo sem libras ela tentava me ajudar muito eu queria sinalizar ela queria que eu lesse né aquele era o momento eu não sabia que existia língua de sinais né e sem a língua de sinais sem essa relação da língua de sinais com português é muito muito mais difícil que o surdo aprenda mas graças a Deus quando eu terminei o ensino médio eu não quis mais saber de estudo porque era um sacrifício um sofrimento muito grande e aí eu passei mais ou menos até 2011 sem querer estudar antes disso nós tivemos em 2002 a a legalização da libras e aí eu já era um adulto né E quando eu entrei na faculdade aqui em Feira de Santana un selve aí eu consegui ter intérprete de libras e eu ia e vinha Salvador Feira de Santana fiz pós-graduação também hoje há pouco tempo eh atualmente Eu me formei em pedagogia bilíngues e pelo Ines Instituto Nacional de Educação de surdos no Rio de Janeiro e a vida do surdo é de muito sofrimento quando eu lembro do tempo da oralidade que todo mundo mexia aquelas bocas na minha frente sem eu ter acesso à língua de sinais tudo tinha que sair ir de mim os meus esforços no meu trabalho no meu estudo eu tinha que aceitar essa experiência sempre eu sempre eu né Eh sempre chamavam as outras pessoas para estarem em cargos superiores e o desafio do surdo era muito grande e eu chorava eu não conseguia entender o que que o chefe tava me falando não tínhamos intérpretes de libras mas já existia a

oas para estarem em cargos superiores e o desafio do surdo era muito grande e eu chorava eu não conseguia entender o que que o chefe tava me falando não tínhamos intérpretes de libras mas já existia a sessão do surdo nesse período e Eu agradeço muito pela interação da Associação dos surdos nesses ambientes de trabalho mas a minha vontade era eh me candidatar Presidente na associação mas nesse momento o movimento de acessibilidade era muito difícil ainda eram grandes lutas as pessoas ainda não aceitavam os governadores ainda não entendiam o a educação ainda não era adequada a gente precisava ler muito a gente começou a ter acesso às intérpretes né mas não tínhamos tantos acessos porque a língua é oral né a gente sabe também que os cegos possuem as suas dificuldades e a nossa dificuldade é a linguística né e finalmente eu consegui ser presidente do cesba já sou sócio há 45 anos né então muito jovem minha mãe com quando ela descobriu a Associação dos surdos ela começou a se abrir paraa língua de sinais compreender e me permitir porque ela percebeu que eu comecei a me comunicar com os surdos de maneira natural e quando eu ia por exemplo nas religiões como na igreja católica e o padre tava levantando a hóstia mas eu não sabia o que que significava aquilo eu não sabia qual era a importância daquilo não abandonava eu acompanhava minha mãe na naquele momento de fé dela até hoje né Eh eu tô Continuo trabalhando Tenho 39 anos é na Imbasa não sou só eu e tenho faço parte de vários movimentos como na Imbasa no cesba e estou agora na feeb desenvolvendo um trabalho eh mas antes de ter acesso a fee e ao espiritismo era um sofrimento muito grande como diz as bem-aventuranças né então a minha comunicação com a minha família com o meu pai com a minha mãe que não tinham a língua de sinais era a tentativa da comunicação total da leitura dos lábios da interação corporal mas graças a Deus a minha família hoje melhorou muito né porque eu consegui aconselhá-los orientá-los com relação a

ais era a tentativa da comunicação total da leitura dos lábios da interação corporal mas graças a Deus a minha família hoje melhorou muito né porque eu consegui aconselhá-los orientá-los com relação a isso e a aí depois eh em 2019 eu fui convidado para estar na feeb cheguei lá meio que sem entender como seria os sinais o vocabulário o conteúdo era completamente diferente da minha realidade e eu comecei a aprender E eu achava aquilo assim meio estranho eu comecei a perceber que os problemas do meu trabalho já não me atingiam mais como antes eu comecei a perceber que na associação dos surdos que é um lugar Um lugar de muitos conflitos a gente sabe os locais políticos são de muitos conflitos mas eu comecei a ser mais tranquilo e aí eu comecei a perceber que eu estava diferente que a minha vida antes do Espiritismo era diferente da minha vida da atualidade eu comecei a me modificar e Eu agradeço muito a Febe por esse momento por esses estudos porque antes disso eu era muito nervoso era Muito angustiado eu não sabia olhar para mim eu não sabia Eu não conhecia esse conteúdo Espírita e nós Já estudamos Muito muitos temas maravilhosos e eu me sinto assim quando eu olho para mim eu aceito quem eu sou eu percebo que aquele momento que eu estive no IC ismo de muitas barreiras em muitos espaços todos eles foram transpostos na Febe foi a porta que se abriu meu coração que se abriu minha vida que se modificou os conhecimentos que eu obtive lá tudo isso a codificação as pesquisas os sinais que criamos para o espiritismo me faz uma pessoa melhor então a gente para mim aem aventurança é isso não existe em mim a preguiça de estudar não existe eu tô sempre disposto é um trabalho viu é uma trabalheira é um trabalho de caridade é um trabalho com a Libras mas eh hoje por exemplo eu estou coordenador sou surdo sou uma pessoa capaz faço parte de um núcleo com ouvintes e surdos do setor libras e espiritismo e nós já temos mais ou menos 7 anos não eh sete ouvintes e quatro surdos né então nós

denador sou surdo sou uma pessoa capaz faço parte de um núcleo com ouvintes e surdos do setor libras e espiritismo e nós já temos mais ou menos 7 anos não eh sete ouvintes e quatro surdos né então nós estamos lá temos também uma pessoa autista né e trabalhamos nos esforçamos nos aceitamos e nos incluímos não existem duas ou três pessoas foras fora desse processo Eu agradeço muito a irane por estar sempre comigo eu agradeço muito ao setor libras e espiritismo que me ajuda muito claro que a gente sabe que acontecem os erros e a gente precisa est aberto para aprender né então a gente também fala um com o outro reclama um com o outro puxa a orelha um do outro o que é muito normal porque nós somos responsáveis por esse trabalho da feeb que é um trabalho tão lindo né que a gente já envolve há 16 anos hoje a gente tem um curso de libras na mansão do caminho a gente tem curso de libras na casa do caminho e a gente precisa tá expandindo e muito importante eu estar aqui enquanto pessoa surda junto com Jesus mostrando aos surdos sendo modelo aos surdos que eles também podem fazer esse esse papel e que Jesus se comunica comigo através da libras os nossos amigos espirituais estamos aqui compreendendo o que eu estou falando na língua de sinais isso é muito importante que o surdo aprenda para que ele Olhe para si como eu olhei para mim sim Joselito sou surdo sou consciente me aceito e vou trabalhar para que eu possa ajudar a outros surdos também assim como a gente ajuda os ouvintes assim como a gente precisa ajudar os cegos para que todos tenhamos acessibilidade então estar aqui ser convidado eh estar presente nesses espaços eh eu abro a consciência de outras pessoas sobre a capacidade que os surdos têm Então a gente tem também surdos de vários estados no Brasil estudando juntos no setor libras e espiritismo temos várias casas espíritas representadas temos mais ou menos 40 pessoas que fazemos esses estudos virtualmente temos o grupo de de quarta o grupo de Sábado temos o es que é

etor libras e espiritismo temos várias casas espíritas representadas temos mais ou menos 40 pessoas que fazemos esses estudos virtualmente temos o grupo de de quarta o grupo de Sábado temos o es que é aberto temos a quarta-feira que é aberto temos o o es no sábado e as pessoas podem pegar os materiais podem estudar e tudo isso é muito importante eu estava ali sentado e me sentindo tão orgulhoso de ver os nossos companheiros cegos aqui se apresentando porque eu me sinto nesse lugar de luta de representatividade e a gente precisa caminhar para isso e é important que vocês que nos veem hoje então por exemplo aqui em Feira de Santana que estão me vendo que pensem que estão pensando olha Joselita é capaz e nós temos surdos aqui em Feira de Santana que também são capazes precisamos estar indo ao encontro deles trazendo vocabulário trazendo conteúdo que é específico Espírita que eu não conhecia antes porque português é um outro idioma existem sinais e conceitos mais simples que são fáceis mas no espiritismo não muitas coisas eu não conhecia que era própria do Espiritismo desencarnar que palavra é essa então que conceito é esse como é que eu vou trazer isso para mim aí eu preciso ter um material imagético eu preciso ter o sinal e perceber ver que eu Joselito Também vou desencarnar E é assim que o surdo vai construindo essa esses conceitos Então não é simples a gente precisa organizar as imagens como o Elmo traz pra gente o material todo nas imagens e as explicações e a gente aproveita as oportunidades e eu continuo nos estudos até hoje muito dificilmente eu perco o estudo porque eu amo esse trabalho sou fiel a esse trabalho eu não penso nunca sair do Espiritismo antigamente na outras religiões eu visitava não era empolgado às vezes ia às vezes não ia mas no espiritismo é algo que me pegou que me conquistou então pensem vocês os surdos que estão fora dessa oportunidade e é por isso que eu estou aqui em Feira de Santana nós temos aqui uma colega surda de feira ela tá aqui sentada minha

u que me conquistou então pensem vocês os surdos que estão fora dessa oportunidade e é por isso que eu estou aqui em Feira de Santana nós temos aqui uma colega surda de feira ela tá aqui sentada minha frente ano passado eu estive aqui essa esse ano ela está aqui novamente Então para que vocês percebam que existem os surdos né Existem várias pessoas existem também os cegos surdos Existem os ouvintes né tem os ouvintes que falam a língua de sinais tem o cego surdo tem os cegos autistas os surdos autistas então a gente sabe das necessidades de cada um deles e a gente precisa adaptar esses trabalhos para eles e a pessoa deficiente também necessita de adaptações e auxílios então por exemplo antes de eu estar no espiritismo eu pensava pera aí eu sou surdo não sei fazer nada não posso ajudar nada as outras pessoas agora mais recentemente eu comecei a pensar nos autistas Como que eu ia fazer com os surdos autistas E aí eu fui lá tem esse desafio comecei a conversar com uma criança surda autista e fui conversando com ela de pouquinho tranquilamente e fui conseguindo passar para ela o que eu queria me comunicar é colocar a disposição do outro o dom que é seu porque problema todo mundo tem dificuldade todo mundo tem mas a gente precisa se modificar para poder ir aos espaços como eu consegui E aceitei o desafio de estar na mansão do caminho então estar aqui é mostrar a vocês a capacidade que os surdos têm então muita gente agora por exemplo recentemente eu estava na casa do caminho e as pessoas ficam babando quando eu dou aula e eu digo sim os surdos tê capacidade então eu agradeço muito a Deus eu agradeço muito a Jesus e a espiritualidade por estudo pelo estudo também que o Elm desenvolve pra gente a os facilitador a intérprete que tá sempre comigo todo esse grupo que me acolhe até hoje hoje eu estou coordenador no setor libras e espiritismo e agradeço muito a atenção de vocês e agora João hes com a sua fala tempo 15 minutos bo tarde a todos né meu abraço agora agora eu falo no microfone

eu estou coordenador no setor libras e espiritismo e agradeço muito a atenção de vocês e agora João hes com a sua fala tempo 15 minutos bo tarde a todos né meu abraço agora agora eu falo no microfone e eh aia é você né então eu vou pedir a GIA aqui para me descrever que eu não sou muito bom de memória eu peguei uma camisa do daqui da da do pessoal de feira né do da semana Espírita de feira e eu vou pedir ela para descrever para mim como é que eu estou ok eu vou já começando dizer que ele tá lindo né gente que ele é lindo João é um homem alto pele clara cabelos grisalhos tem uma sobrancelha grossa e não usa barba nem bigode Hoje ele veste a camisa do evento que é uma camisa num tom cinza com golas detalhes na col e na manga em um um tom mostarda na camisa está escrito com letras brancas O ser e a transição planetária semana Espírita Feira de Santana Bahia 14 a 22 de setembro 2024 que é o ano a logomarca do Conselho Regional Espírita 3 feeb e 46 anos na cor amarela a centro da camisa tem o desenho de uma menina uma criança negra que segura o globo terrestre em suas mãos João também Veste uma calça marrom e usa um sapato preto assim OK Então vamos nós aqui junto então Eh meu abraço a todos e eu falo aqui do papel da família eh para mim chegar onde eu cheguei estar aqui com vocês agora a bem-aventurança dessa encarnação eu como espírito eu agradeço bastante a família que eu tive eu falo sempre que minha mãe lá em Angico de maeri Bahia naquele Sertão naquela época nos anos 50 meu pai também de lá quando minha mãe começou a aprender ler Ela leu dois livros o professor disse que não tinha mais nada para ensinar ela não e meu pai aprendeu ler e escrever também então começou essa caminhada assim tentei para o para para ver se conseguia enxergar nos anos 60 em São Paulo um médico disse olha esse rapaz vai ficar cego não tem jeito na hora Bateu aquela coisa assim eu vou ficar cego mas uma palavra de consolo ele me deixou sentado no lugar eu comecei a mexer com algumas coisas lá aí

se olha esse rapaz vai ficar cego não tem jeito na hora Bateu aquela coisa assim eu vou ficar cego mas uma palavra de consolo ele me deixou sentado no lugar eu comecei a mexer com algumas coisas lá aí ele disse olha minha senhora tem o Instituto Benjamim Constante no Rio de Janeiro e veja se na Bahia me parece que tem um instituto de cegos lá procure saber aí já ficou uma coisa assim Instituto de cego negócio lá aí eu vim para cá aí quando vim para o interior voltei para anico meu pai escreve minha mãe escreveu uma carta para um senhor que morava em Salvador que foi adolescente junto com meu pai e foi morar em Salvador trabalhando morando em invasão cresceu trabalho foi já levou filhos para lá para mim foi um exemplo de família também Senor Dionísio Souza Gomes que foi foi foi os filhos foram nascendo crescendo e a casa dele en cheia de gente e ele conseguindo E chegou a se formar em Direito naquela época em 67 Ele se formou em Direito e em 68 vim para Salvador ele saía comigo para cima e para baixo é Salvador e na carta ele botou assim para ler para ele quando ele mandou uma carta para minha mãe e para meu pai pedindo para vir para Salvador explicou o Instituto de cegos tem música tem escola tem jogo de bola mas na hora que botou na carta assim e pediu para ler para mim você vai aprender a andar sozinho no Brasil todo eu digo minha nossa senhora chegou e aí eu vi para Salvador e t agora né em 68 e falando também aí onde eu digo pras pessoas o papel da família meu pai me botou para trabalhar em padaria em casa de farinha tudo isso eu fiz né minha mãe quando precisava de comprar alguma coisa mandava ir buscar na vendinha lá do pessoal precisava de ela costurava precisava de um botão da cor que ela queria me dava um retalho de pano ah buscar um botão dessa cor aqui eu ia então vim pro Instituto de cegos comecei trabalhar a na Brastemp eu sou do tempo e quando eu comecei trabalhar na Brastemp em 70 para o cego trabalhar o teste era assim você para você pra gente perceber que

vim pro Instituto de cegos comecei trabalhar a na Brastemp eu sou do tempo e quando eu comecei trabalhar na Brastemp em 70 para o cego trabalhar o teste era assim você para você pra gente perceber que você pode trabalhar ou não vai trabalhar um mês de graça aqui apertando o parafuso de arcondicionado das 7 da manhã até 5:30 da tarde linha de produção quando foi com 15 dias o chefe chegou e fez você não vai trabalhar um mês de graça mais não só vai trabalhar 15 dias da agora em di você vai começar a ganhar dinheiroo foi minha alegria rapaz comecei ganhar dinheiro fui trabalhar vi daí então trabalhei no no C que na época era centro industrial de ratu que tinha a 70 empresas hoje não existe mais aí depois fui trabalhar Trabalhei na Brastemp na Bosch Kodac né depois fui pra sexta do povo e fiz o curso de massoterapia e tô hoje no tribunal de justiça então na realidade a gente vai pegando o seguinte aí onde onde foi o espiritismo que chegou em mim você vê como as coisas são uma eu tava trabalhava na Kodak em 80 chegou um senhor lá disse olha rapaz a doutrina espírita é uma doutrina excelente eu vou deixar um livro em bril aqui para você da Federação Espírita deixou o livro em bril quando eu comecei a ler fiz esse negócio desse de falar com os mortos eu quero saber de nada disso deixa esses mortos lá e passou 8 anos depois Olhe eu numa casa Espírita Quando entrei no cento Espírita aprendiz da Boa Nova que hoje eu continuo lá aí o palestrante César quando eu entrei que César começou falar uma palestra lá eu dig aqui é meu lugar e aí graças a Deus continuei E aí foi onde eu descobri Eu já Lia alguma coisa da sociedade para em brile na biblioteca central da Bahia depois quando eu entrei eu comecei pesquisar e tinha um Instituto Espírita ali na na Rua da Independência Salvador é Instituto cadeca da Bahia não Espírita eu troco os dois eu sei que era na independência aí cheguei lá tinha um bocado de livro bride aí comecei frequentar esse essa escola que hoje ela não tá funcionando mais lá mas aí eu

ahia não Espírita eu troco os dois eu sei que era na independência aí cheguei lá tinha um bocado de livro bride aí comecei frequentar esse essa escola que hoje ela não tá funcionando mais lá mas aí eu comecei tomar conta uma senhora que era quem tomava conta das pleb na Bahia que representava ela passou para mim disse olha você vou pedir a você para tomar conta dos livros aqui na Bahia aí eu fui lá as essa casa tava com problema de as pessoas cegas ali na Rua da Independência Salvador era um lugar que não tinha muito acessibilidade que que eu fiz peguei os livros e levei pra biblioteca central porque onde aparecia mais os cegos ali na biblioteca central e daí comecei entrar em contato com as pleb e Ana falou em Marcos eu tinha mais contato com Marcos né Ant MCO eu não tinha contato com ele não mas que Marcos acho que era mais conversador do que Milo né então a gente tinha dia que eu ficava batendo papo com Marco um tempão de tarde por telefone e nós começamos esse trabalho lá aí envolvi com o Centro Espírita eh quando eu eh em 90 eu comecei a fazer o pré-vestibular eu participava desse centro que eu participo hoje do aprendizes e não tinha reunião dia de domingo e eu não queria sair do espiritismo eu digo eu tenho que arrumar um centro para ir dia de domingo porque senão saio naquela época eu não tava tão dominado ainda né pelo espiritismo ainda tava entre a a a farra e o e o e a descoberta do Espiritismo aí eu comecei quando eu entrei nesse centro um palestrante disse olha você vai ficar aqui aí fiquei acabei entrando no beltra s o sent grupo espírita beltra lá da da da Polêmica ali na na Bela Vista de Brotas né ali em Brotas perto da Federação e foi aí que eu comecei me envolver na Federação Espírita conversar com a turma participando de Congresso Espírita de seminário porque o beltra ali pertinho Então eu ia e acabei participando também da diretoria do beltra onde eu aprendi muito com o pessoal do Beta durante 18 anos mas como ele era muito longe de murunga que eu

porque o beltra ali pertinho Então eu ia e acabei participando também da diretoria do beltra onde eu aprendi muito com o pessoal do Beta durante 18 anos mas como ele era muito longe de murunga que eu moro em murunga dá 14 15 km mais ou menos para sair dali eu saí a 10 horas da noite para chegar em casa a 11 de ônibus você vê como é né de ônibus andando ali pegando ali em Brotas ali na cm saía dali 10 horas da noite chegava em casa 11 pass sair no outro dia 7 horas da manã para trabalhar aí quando foi agora em o 2008 que a minha esposa morava no interior ela foi para lá que ela se aposentou foi morar lá e eu aproveitei voltei para o Centro Espírita aprendiz da Boa Nova que para min alegria é no fundo da minha casa é só sair de uma rua entrar na outra aí eu fiquei cheio de alegria então tô lá desde de mas nunca deixei o laço do para mim são os dois Cent espíritas que eu me afino porque for pessoas que que eu aprendi muito no beltra e no aprendizes e o aprendiz a gente nunca para de aprender né então para minha alegria eu eu aprendi a a a ser Espírita e tenho colocado quando eu vi peixinho e e e Carlos Bernardo Uma vez eu tava lá em Carlos Bernardo Loureiro no Cent aí eu comecei eu quando eu entrei no centro espírita em 88 quando eu entrei na doutrina espírita eu tava desempregado passei uns 3 anos desempregado aproveitava o tempo então para estudar espiritismo tinha um aposentado que era Evandro Bacelar Evandro tava aposentado e eu sem fazer sem trabalhar chamava evand a gente estudar espiritismo aí começava a discutir isso aqui não é isso aqui é e Evando como era mais velho do que eu no espiritismo ia me explicando E aí onde eu fui aprendendo a ser Espírita e daí para cá continuei voltei para o o o aprendizes estô no aprendizes tô no momento como presidente mas eu me me afino bastante com a doutrina e levei a codificação brile tá lá viu Ana no centro espírita aprendiz da Boa Nova tá lá meu livro brile eu ler o evangelho você as a sple mandou para mim o livro de arodo Dutra e espiritualidade e Vida

levei a codificação brile tá lá viu Ana no centro espírita aprendiz da Boa Nova tá lá meu livro brile eu ler o evangelho você as a sple mandou para mim o livro de arodo Dutra e espiritualidade e Vida em Braile e o livro eh Minuto de Sabedoria de Pastorino aí eu fico sempre lendo dando uma liazinha e recebo e também Nós criamos aqui em Salvador um grupo chamado aprendendo espiritismo pelo WhatsApp eu e Joselita Joselita tá aí que quando eu eu comecei quando eu conheci Joselita eu botei umas coisas pequenas para ela fazer fazer gravação em fita para mim fita de gravador hein Joselita aí era gravação em fita do livro de Filomeno de Miranda né diálogos com a sombra foi diálogo com a sombra acho que foi hein poi Pois é então a gente começou e daí estamos aqui e eu agradeço essa oportunidade que a semana Espírita de feira tá me dando o cr3 e o meu abraço para todos agradecemos a João Eldes e a Joselito Mendes pedimos aos senhores palestrantes que permaneçam no palco e convidamos para compor a roda de perguntas as senhoras Saionara Freitas Carla Maria de Souza e Ana Cristina zenum e convidamos a cantora Rosa Macedo para o momento de artes a eh eu troquei as cordas do violão fica mais bonito né o timbre mas ele desafina o tempo todo vamos lá essas canções foram pensadas para hoje né para esse tema para esse dia e obviamente para todos e todas que estão aqui ando devagar porque já tive pressa e levo este sorriso porque já chorei demais hoje me sinto mais forte mais feliz quem sabe eu com a certeza de que muito que eu sei ou nada sei cantem comigo quem sou conhecer as manhas e as manhãs o sabor das massas é preciso amor para poder pulsar é preciso paz para poder sorrir é preciso a ch para florir penso que cumprir a vida seja simplesmente compreender a marcha ir tocando em frente como um velho boiadeiro levando a boiada eu vou tocando os dias pela noa estrada eu vou estrada eu sou conhecer as manhas e as manhãs o sabor das massas e das maçães é preciso amor para poder pulsar é preciso a chuva para florir não

a boiada eu vou tocando os dias pela noa estrada eu vou estrada eu sou conhecer as manhas e as manhãs o sabor das massas e das maçães é preciso amor para poder pulsar é preciso a chuva para florir não tenho vergonha não todo mundo ama um dia todo mundo chore dia a gente chega o outro vai embora cada um de nós compõe a sua própria história C em si carrega o dom de ser capaz e ser feliz vamos lá canta chva para florir ando devagar que já tive pressa e levo este sorriso já chorei demais cada um de nós compõe a sua própria história e cada ser em si carrega o dom de ser capaz de ser feliz agradecemos a Rosa Macedo e agora vamos passar para o momento das perguntas a primeira pergunta e foi eh para Carla aqui o nome para Carla Que tipo de treinamento que você acha que poderia ajudar a sensibilizar as pessoas Sobre a Cegueira alô não acho que entendi eh bom Boa tarde novamente eh antes até de responder a pergunta eu queria fazer um agradecimento bom a todos em geral mas em especial a a Raquel pela acessibilidade aqui dos espaços né Foi ela que fez eh a sinalizações em Braile então Raquel muito obrigada né pelo cuidado seu e da Aglaia de ter essa sinalização e eu acho que o o treinamento né Eu acho que seria uma sensibilização para começar eh seria exatamente eh ouvindo as pessoas cegas que se procurasse levar pessoas cegas às casas espíritas aos locais onde elas desejam ter acesso para que se converse sobre as coisas que são importantes naquele espaço especificamente porque cada espaço vai ter as suas características e vai ter as suas necessidades então Eh é importante isso depois quando a Sila falar vocês vão ver que o grupo Gerônimo Mendonça surgiu exatamente de uma necessidade de pessoas cegas Então a partir do momento que alguém ouviu Fulano é meu companheiro aqui tem uma necessidade tal precisa do livro em áudio porque é uma pessoa que já ficou cega mais tarde e tem dificuldade no aprendizado do Braile então como eu posso fazer E aí o grupo surgiu e tá dando acesso não só a essa pessoa mas a

do livro em áudio porque é uma pessoa que já ficou cega mais tarde e tem dificuldade no aprendizado do Braile então como eu posso fazer E aí o grupo surgiu e tá dando acesso não só a essa pessoa mas a muitas outras Então eu acho que o treinamento inclusive agora a gente eh distribuiu né relacionamento com pessoas cegas é uma boa bo dica né Leiam aqueles itens e reflitam se coloquem no lugar de uma pessoa segue e pensem né com esses itens aí como é que seria o comportamento e a gente principalmente ouvir mas esse contato né entrevistas com pessoas cegas vamos observar aqui o trabalho da SPB Como é feito a gente tem o nosso site né acessível para as pessoas consultarem lá tem todo o trabalho da casa como ele é feito eh as mudanças que a gente foi fazendo com o advento da tecnologia eh e e principalmente consultar né consultar o Instituto de cegos da Bahia consultar o Instituto de cegos mais próximo para que a gente possa ter esse contato aí claro eu tô me referindo às pessoas cegas mas Haverá outras necessidades com relação a outras pessoas mas eh eu posso falar mais do universo que eu conheço melhor né então assim ter material em áudio eh ter audiodescrição Principalmente quando a pessoa quando a pessoa for trabalhar com slides porque é uma palestra espírita a gente pode ouvir mas às vezes a pessoa coloca assim o que que essa figura lembra para vocês para mim não lembra nada se não falar o que que tem na figura lembra que faltou acessibilidade né então Eh são esses detalhes a gente procura pensar né Se fosse eu a pessoa cega o que que estaria faltando para mim então esses contatos são importantes para esse o o treinamento na prática ele só vai vir no dia a dia mas essas essas sensibilizações né esses momentos de atenção esses momentos de convívio são importantes são fundamentais sempre o contato com essas pessoas ao máximo para ouvi-las agradecemos a Carla e agora temos uma pergunta para Joselito como você AL como você se considerou fluente em libras pergunta boa essa

mentais sempre o contato com essas pessoas ao máximo para ouvi-las agradecemos a Carla e agora temos uma pergunta para Joselito como você AL como você se considerou fluente em libras pergunta boa essa né então Em que momento né eu consegui essa fluência Na verdade eu cresci com a oralização né não falava 100% Claro que não falava palavras soltas como mamãe papai água e para formular uma frase no português na oralidade nunca é a mesma coisa que um ouvinte mas eu agradeço muito a Deus ter encontrado Os surdos né o Tadeu o Miltinho o Everaldo o Vivaldo foram eles quem me deram a língua de sinais e eu sou muito grato a eles né o Vivaldo ele já desencarnou né e ele trabalhou por bastante tempo no cesba e eu tive contato mesmo com a língua de sinais na verdade eh até aos 10 anos a minha mãe não me permitia sinalizar Ela batia nas minhas mãos e ela dizia fale com a boca fale com a boca fale com a boca porque era essa orientação para os surdos naquele momento e claro que a gente não compreende tudo com a oralidade E aí eu comecei a aprender libras quando eu já tinha 14 anos tardiamente né 14 anos eu podia ter crescido com a língua de sinais mas na verdade a gente não tinha Professor professores com libras naquele naquele momento nós só tínhamos treinamento da voz com as ponos E aí quando eu já tinha 14 anos foi que eu comecei a aprender libras aprender o sinal de mãe de pai de sol de água coisas assim desconectadas com os professores e aí eu fui pegando esses sinais porque os surdos são visuais né E quando eu encontrei os outros surdos Pronto já tava tudo internalizado e a fluência sai rapidamente porque é língua então a gente pergunta um sinal por exemplo casa né casa em português sa sa e qual o significado para mim que é surdo absolutamente nenhum então quando eu encontro alguém que fala o meu idioma é é é rápido é pleno então aprendo aprendi perfeitamente com os outros surdos eles me ensinaram né não foram os professores quem me ensinaram libras Os surdos ensinam os surdos de maneira

o meu idioma é é é rápido é pleno então aprendo aprendi perfeitamente com os outros surdos eles me ensinaram né não foram os professores quem me ensinaram libras Os surdos ensinam os surdos de maneira natural a falar uma língua e aí Imaginem vocês uma vez aconteceu eu tava na minha família foi um aniversário e tinham meus tios meus parentes lá e sabe o que aconteceu eu desprezei todo todos eles para ficar com os surdos Claro porque nós falávamos nossa língua e ríamos contava piada e a família não tava entendendo porque que o grupo de surdos estava tão animado e o grupo de ouvintes não e aí eu disse a eles Olha eu sinto muito a sua língua é oral vocês estão se comunicando a nossa língua é de sinais e nós estamos nos comunicando então eu comecei a sinalizar os 14 anos até hoje agradecemos a Joselito e a próxima pergunta é para Saionara Como podemos aprimorar a nossa empatia nos relacionamentos no sentido de se promover igualdade de oportunidades primeiro eu acho que a gente precisa Se permitir a se aproximar do outro mesmo que o outro nos cause uma estranheza pelo formato do corpo pela forma pela língua que ele usa a gente não pode ter medo ter receio e falar disso é despir da vaidade e da da ilusão de achar que meu corpo é superior a outro corpo Então a partir do momento que eu me aproximo e me coloco à disposição a aprender com aquele outro corpo diferente do meu eu me coloco também nessa situação de quem não sabe tudo então eu me coloco numa situação de que quero aprender e que aprendo com outras pessoas que não de que não t a mesma língua que a minha então eu vou citar aqui um exemplo que eu vivenciei já nos últimos meses próximo à minha aposentadoria e que foi de grandiosa valia eu sempre achei que eu não tinha condição eh não tinha capacidade para aprender libras Ainda não sei mas Aprendi muita coisa com uma criança de 8 anos eu me permiti eu em dois dias eu fui para essa casa era uma criança em situação de adoecimento eu dava aula para crianças em situação de adoecimento

i mas Aprendi muita coisa com uma criança de 8 anos eu me permiti eu em dois dias eu fui para essa casa era uma criança em situação de adoecimento eu dava aula para crianças em situação de adoecimento e além da situação de saúde que ela tinha ela era uma criança surda naquele momento não havia intérprete de libras no município à disposição porque o número era muito pequeno e a coordenadora né da do do núcleo de libras de surdez falou assim e agora como é que a gente faz assim a gente vai porque não tem como ela perder mais tempo é um direito a fragilidade é minha e eu preciso começar a caminhar para entender então quando a gente se disponibiliza para o serviço do outro quando a gente se coloca numa situação de que eu não sei tudo aí sim a gente começa a dar o primeiro passo quando a gente começa escutar esse outro sujeito esse outro mundo de possibilidade Aí sim se começa o movimento a acontecer e em dois dias eu voltei né eu dei aulas dois dias seguidos eram aulas de 3 horas por causa da condição de saúde dessa criança e eu saí de lá sabendo um monte de coisas e me lembro que no primeiro dia a mãe no quarto falou assim eu tava na sala com ela a mãe do quarto gritou Tá tudo bem aí porque o silêncio era Quase que ensurdecedor eu f assim tá assim senora tá conseguindo pro tô Sua filha já me ensinou muito então quando a gente se coloca a gente sai dessa postura de que a gente sabe tudo de que a gente tá tem é graduado nisso tem mestrado naquilo e É sou eu a autoridade porque eu tenho mais idade a gente também quando eu saio dessa postura a gente se permite também aprender aprender com o outro em todas as dimensões inclusive aprender libras então é escutando o outro que a gente aprende é nessa relação do dia a dia de saber como fazer como é do que gosta nessa intimidade que vai nascendo essa relação é que a gente vai descobrindo muito do outro e vai aprendendo com o outro e o outro vai aprendendo com a gente o Joselito tá perguntando se ele pode fazer um complemento de uma informação

essa relação é que a gente vai descobrindo muito do outro e vai aprendendo com o outro e o outro vai aprendendo com a gente o Joselito tá perguntando se ele pode fazer um complemento de uma informação que vai acontecer no mês de novembro Claro gente eu quero pedir desculpas que eu esqueci de avisar antes e é uma informação muito importante que eu quero passar para vocês e agora no mês de novembro vai acontecer o quarto seminário do setor libras e espiritismo e é o seminário do setor dos surdos claro que nós temos ouvintes né E vai acontecer no dia 15 16 de novembro de 2024 no horário das 8 da manhã até 17 na sexta-feira e sábado também teremos mesas teremos alguns ouvintes e teremos mais surdos e teremos surdos de vários Estados em salvad e é um momento muito importante aia pode est levando as informações para vocês o Card e conto com vocês lá na feeb é isso muito obrigado nós Ainda temos algumas perguntas mas o tempo não teremos mais como fazer por conta da programação do evento né que se estende tá então nós gostaríamos de pedir desculpas Mas temos que seguir com a programação agradecemos aos nossos convidados e dando continuidade à nossa programação o quarto bloco apresenta o tema experiências exitosas convidamos ao palco a senora Sila Morais representante do grupo Jerônimo Mendonça e convidamos o senr Jair Coutinho representante do projeto filhos de luz com tempo de 15 minutos vamos passar aqui a fala para Sila Boa noite eu queria primeiro agradecer aaia pela oportunidade estarmos aqui hoje né café o Gerônimo Mendonça com as presenças das meninas que vieram de fora então foi é muito significativo agradecer ao cr3 pela oportunidade e também a semana Espírita de per Santana então que eu posso trazer para vocês sobre o nosso grupo Gerônimo Mendonça nós tínhamos eu coordenava um grupo café literário na Federação Espírita do Estado da Bahia que durou que foi durante a pandemia nós tínhamos o encontro no primeiro sábado do mês e no terceiro sábado do mês cada encontro

denava um grupo café literário na Federação Espírita do Estado da Bahia que durou que foi durante a pandemia nós tínhamos o encontro no primeiro sábado do mês e no terceiro sábado do mês cada encontro era um livro que a gente fazia que a gente conversava e falava sobre o o livro e no início da pandemia nós tínhamos muitos componentes tínhamos mais de 100 então Luciano Crispim me pediu para que eu coordenasse o grupo e que ele ficaria responsável por uma das participantes que era cega para poder ele dar atenção necessária a ela Então assim a gente deu seguimento depois de uns qu meses que a gente tava ou 5 meses não me lembro bem essa participante estava no final do grupo eu ficava batendo um papo com todo mundo ali conversando e o pessoal ia saindo e nesse dia não sei se foi por acaso eu não acredito no acaso ela estava no computador do filho Então tinha o nome de um rapaz né E aí ela eu perguntei a ele ela abriu o microfone que ela não tava conseguindo sair da sala ela falei com ela oi boa noite Fulano né o nome do filho dela e ela falou assim não aqui é a Penha e eu fale Oi Penha tudo bem e aí ela falou tudo bem eu perguntei como é que ela estava acompanhando o grupo e ela disse que tava tendo dificuldades porque ela não tinha acesso a todos os livros então eu falei assim então a gente eu posso ler para você e aí como é que eu vou fazer essa leitura e aí ela me explicou mais ou menos como eu poderia ajudá-la e naquele momento tinha a lina que estava no grupo Combinei com ela ela aceitou E aí a gente saiu só que eu já sabia que Joselita que está aqui presente Magalhães levante a mão aí J isso eu já sabia que ela fazia Leitura para cegos ela tinha um grupo e ela tinha dito isso para mim e na hora que ela falou isso comigo meses atrás eu pensei Poxa a gente podia fazer alguma coisa também no Café literário que fosse para os cegos uma leitura passou quando chegou a vez essa oportunidade que eu tive com a nossa querida Penha que é lá de lus eu falei liguei logo para

r alguma coisa também no Café literário que fosse para os cegos uma leitura passou quando chegou a vez essa oportunidade que eu tive com a nossa querida Penha que é lá de lus eu falei liguei logo para Joselita Combinei então nós formamos um grupo de quatro ledores eu não sabia ler não fazia nem ideia como começaria fazer aquele processo então Joselita com convidou Caio Muniz porque também ele já faz fazia leitura ele é ele trabalha nessa área E aí nós formamos aquele grupo de quatro e assim foi imporante demais porque eu não tinha ideia do que eu estava fazendo é muito emocionante você ler e gravar um livro para uma pessoa que vai te ouvir e a emoção foi tão grande assim que nós até chegamos a brigar para ver quem quem Lia mais aquele livro e foi assim no outro dia o livro tava tava gravado e e eu poderia dizer para vocês assim que era o meu filho tava nascendo ali que hoje eu estou aqui mostrando o meu filho mas ele não é meu filho ele é um filho adotivo ele não é biológico porque não foi eu nem meu grupo que formamos esse grupo esse grupo já estava pronto na espiritualidade porque em o dias Joselita já tinha conectado com alguns sur alguns Cegos do Brasil e fora do Brasil e nós com oito dias já estávamos com o grupo então no dia 5 de maio de 2021 nós tivemos a primeira reunião então nós tínhamos nessa reunião que já participou do nosso grupo e que participam primeiro foi a Penha nós temos a Ana que é do Rio de Janeiro a Carla do Rio de Janeiro temos João Eldes e Joselita Muniz que é aqui da de Salvador tínhamos também eh Jorge mas infelizmente a gente perdeu ele pela covid que ele era do Rio de Janeiro São Paulo nós temos Z minha a figura também que não pode estar aqui hoje junto com Penha ELS queriam muito estar aqui com vocês e tínhamos também Lina de Porto Portugal e temos também eh Virgínia que é se eu não me engano é Piauí eu sempre confundo tá E temos também Lucilene que é São Paulo então a gente se reú começou a se reunir uma vez no sábado no segundo sábado do mês todos

ém eh Virgínia que é se eu não me engano é Piauí eu sempre confundo tá E temos também Lucilene que é São Paulo então a gente se reú começou a se reunir uma vez no sábado no segundo sábado do mês todos os livros que eram que eram trabalhados no Café literário era lido para quem participava do café literário que era Penha e outras pessoas também começaram participar então eu tive a oportunidade de fazer o curso de ledor com Patrícia Braile foi muito importante ela é uma Pioneira ela é daqui da Bahia uma Pioneira também foi muito interessante ela me deu esse curso eu aprendi ler né e a gente foi teve toda metodologia como a gente poderia trabalhar pegar um fizemos um grupo do grupo do do Gerônimo Mendonça e tínhamos um grupo também de ledores então cada livro que era lido era um grupo que que surgia então a gente leu vários livros por exemplo a gente leu o Padre Germano né memória de um Padre Germano um livro muito grande então nós lemos nós quatro mas os outros livros que a gente ia surgindo foi surgindo também necessidade de outros ledores e uma apresentação que que Penha falou do nosso grupo surgiu muitas pessoas para ler então eu nós temos o grupo ainda de 16 ledores temos hoje uma uma procura pequena porque nós não temos tantos cegos que estão ali para poder né necessitar desses livros e então eu acho que hoje é uma oportunidade para que todos os sentos espíritas que tiverem o cego Então quem que conhecer que tiver vontade de ler um livro ter acesso a um livro que esse livro não esteja em audiobook né que possa pedir para o nosso grupo quando a gente fez o projeto a gente pensou também na legalidade Será se erá legal fazer isso será se não era prago né ler um livro que E aí a gente foi na na na na lei eu não me lembro o nome da número da lei Mas é permitido Desde que não seja eh por motivos de comércio Então a gente tem sim é eh a gente assegurado diante da Lei ler esses livros e aí foi nós lemos muitos livros trabalhamos com muitos livros Hoje nós estamos com eu tô um pouquinho nervosa né vou

ércio Então a gente tem sim é eh a gente assegurado diante da Lei ler esses livros e aí foi nós lemos muitos livros trabalhamos com muitos livros Hoje nós estamos com eu tô um pouquinho nervosa né vou apresentar esse projeto eu esqueci o nome do livro mas é vidas vazias de Jona deangelo por Divaldo Franco mas nós lemos muitos livros né então assim a gente lê o livro A gente escolhe a pessoa aí eu quero o capítulo tal Capítulo CCO out se out sete cada um a gente eles têm acesso esses livros através do drive né porque eu tenho um drive eh no e-mail então eles recebe escolhe lá a gente já tem muitos livros lido né disponível quem quiser também pode falar com a gente no final então esses livros estão ali eh o nome de Jerônimo Mendonça Eu eu não sei se todos conhecem o Gerônimo Mendonça mas Gerônimo Mendonça foi conhecido como gigante deitado né ele foi contemporâneo de Chico Ele nasceu em 38 e morreu em 88 com 50 anos gerô Mendonça ele teve uma doença degenerativa e aos 20 anos ele já começou a perder a mobilidade dele e ele ficou eh dava palestras espíritas e ele é também escritor deitado em uma cama então ele viajava o Brasil todo deitado em uma cama fazendo palestras no Brasil Então para mim ele é um exemplo mas ele também perdeu a visão então também ele era cego ele tinha ele era eh paraplégico não acho que ele plégico né ele só mexa a cabeça e ele tinha Ele também era cego e assim ele foi um grande exemplo pra gente e e é assim queem escolheu o nome também foi a equipe né o grupo então o que eu posso dizer para vocês assim que eu quando comecei fazer isso eu vi aqui a pergunta que dirigiu a Carla como a gente pode ajudar ou como a gente pode fazer alguma coisa eu acho que é só você estar aberto para perguntar para tirar dúvidas eu aprendi muito nesses quase 4 anos com com esse grupo aprendi muito como lidar como conversar quando eu tenho dúvida eu pergunto não tenho medo de perguntar tô sempre também para aprender e então eu não tinha eu tinha não tinha dimensão do que eu tava fazendo e al eu

como lidar como conversar quando eu tenho dúvida eu pergunto não tenho medo de perguntar tô sempre também para aprender e então eu não tinha eu tinha não tinha dimensão do que eu tava fazendo e al eu não tenho dimensão Até mesmo porque para mim não é uma criação Nossa esse grupo esse grupo já estava pronto na espiritualidade a gente só teve a oportunidade naquele dia de começar porque um grupo como esse eh pegando pessoas de vários lugares do Brasil e fora em o dias é muito rápido e foi assim uma uma coisa tão tão prazerosa fazer isso que outras pessoas de vários lugares do Brasil também começaram a ler então foi um conhecimento muito grande tem uma emoção muito grande nisso eu sempre perguntei ele nem todos os livros estão em aud book né Então essa oportunidade que eles tende acompanhar os estudos a pen ela tinha acho que seis sete grupos de estudo dentro da Federação espí Estado da Bahia Então ela precisava ela precisava na lá ela precisa ainda que a gente sempre esteja lendo para ela ela trabalha em vários grupos de estudo e ela falou assim para mim ela não tá aqui hoje mas ela tá me ouvindo ela falou assim para mim você abriu um mundo para mim o mundo que eu precisava porque também elas falam assim quando quando a gente ler mesmo que seja gaguejando que seja dessa forma tão simples é mais humano e quando você faz aquela leitura tipo Alexa né aquela leitura do que a gente também não pode reclamar que a tecnologia Traz esse benefício também mais esse benefício também mas tem também a voz humana e quando eu quando eu estava muito triste ou muito angustiada durante a pandemia eu pegava o livro e a ler e quando eu entrava no meu gabinete para ler eu sentia Toda Uma emoção porque eu ficava lendo e pensando quem vai ouvir a minha voz será se essa pessoa vai se emocionar com a minha voz será se eu vou realmente passar né Se bem que a gente faz e eu fiz o curso a gente também eu fiz eu eu né entre aspas dei um minicurso ali para as pessoas que estavam lendo porque não

com a minha voz será se eu vou realmente passar né Se bem que a gente faz e eu fiz o curso a gente também eu fiz eu eu né entre aspas dei um minicurso ali para as pessoas que estavam lendo porque não é uma leitura corrida como a gente a gente tem que falar por exemplo eh é Feira de Santana entre aspas né pra pessoa saber que ali está então falar em Taí amor e ou então começa um eh abre aspas fecha aspas quando a frase é longa Então a gente tem que passar tudo isso então isso aí foi eu tive que aprender mas a emoção o amor e o respeito Acabou acabou gente 15 minutos logo comigo né Marcos com Sila falar 15 minutos é muito difícil Mas é isso gente eu espero que vocês tenham entendido um pouquinho e eu agradeço muito muito a todos vocês mas eu queria dar um agradecer assim aqui no microfone pra Raquel porque eu tô apaixonada por ela ela é muito linda então eu acho que ela representa muito esse momento da gente obrigada por favor fique à vontade Boa noite eh vou fazer minha autodescrição eu sou um homem de pele parda é 1,75 m de estatura altura 75 kg estou trajando uma camisa de malha branca com detalhe na as mangas curtas e na gola Azul camisa branca com a estampa da marca do projeto filhos de luz que é uma borboleta numa paleta de degradê azul e o nome também Azul projeto filhos de luz calça jeans escura e estou aqui para falar um pouco sobre esse projeto bem pouco não é porque se fosse para falar do projeto fil de luz a gente passaria aqui uma semana então meu nome é Jair Coutinho mas Você poem me chamar de emoção porque é o que domina nesse instante o projeto filho de luz é um projeto de atenção a pessoas com deficiência ele é um projeto da Casa da Esperança Casa da Esperança Associação de estudos espíritas aqui de Feira de Santana esse projeto já nos chegou ele pronto porque a d Caliane Rocha Soledade que é cirurgiã dentista ela trabalhava no céu não é o céu mas o céu que é o Centro de Especialidades eh odontológicas né céu é Centro de Especialidades odontológicas e ela

e a d Caliane Rocha Soledade que é cirurgiã dentista ela trabalhava no céu não é o céu mas o céu que é o Centro de Especialidades eh odontológicas né céu é Centro de Especialidades odontológicas e ela tratava pessoas com deficiência era o a clientela dela era essa e ela nos procurou um dia e FZ Jai as pessoas as mães estão me buscando mas não como profissional de odontologia elas me trazem outras demandas outras questões o entendimento por o filho tá naquela situação naquela condição Aí eu disse para ela cali vamos fazer o seguinte veja junto a elas faça uma sondagem se existe uma predisposição para que elas venham até a casa Espírita e ela fez esse levantamento como a resposta foi positiva Então em setembro de 2000 e 12 nós fizemos o primeiro encontro na casa da Esperança E aí foi interessante porque existia a maior parte dessas mães tinha usavam os serviços prestados pela pai e tava num conflito nessa época e aí Elas acharam que aquela era uma oportunidade então chegaram na na casa da Esperança portando cartazes com frases pedindo o auxílio a a a deficiência e aí eu disse Poxa vai vai sofrer um impacto porque não é Essa não é a nossa proposta nós não queremos prestar o serviço da pai do cromossomo 21 nós queremos oferecer um trabalho espírita uma assistência Espírita E aí eu conversei com elas falei qual era a nossa proposta qual era o intuito do projeto que que almejávamos falei sobre fluidoterapia falei sobre a doutrina espírita de que forma a doutrina espírita nos auxilia que traz a Consolação traz a instrução o conhecimento para que nos tratemos verdadeiramente como espíritos para que não conversasse Porque existe um hábito de que a pessoa com deficiência que não fala que não se move parece que não está no ambiente as pessoas falam como se ali ela não estivessem E aí a gente foi tentando quebrar essa prática marcamos outras reuniões encontros mensais mensais não eram quinzenais porque da dificuldade do transporte essas mães que no são as mães que labutam com essas crianças com esses

o quebrar essa prática marcamos outras reuniões encontros mensais mensais não eram quinzenais porque da dificuldade do transporte essas mães que no são as mães que labutam com essas crianças com esses filhos elas ocupam o dia inteiro se ocupa o dia inteiro com eles então a gente Di não vamos sacrificá-la mais vamos fazer de 15 em 15 então marcamos reuniões de 15 em 15 aos domingos um grupo de de voluntários razoável fazíamos uma festa era uma festa o ambiente ficou tão agradável que elas Elas costumam dizer que a casa da esperança é o único local aonde ela se se permit estar num ambiente onde o filho não está porque nós colocamos ela numa sala a parte fazendo um processo de uma condução terapêutica é uma psicóloga que trabalha que também é mãe de criança com deficiência não é e eh membros o grupo em grupos pequenos em salas específicas e vamos tratando conforme a a necessidade ou a característica de deficiência de cada um então as pessoas estão trazendo eh trabalhos lúdicos com foco no evangelho vai vai vai conduzindo dessa forma e a gente oferta também a fluidoterapia então todos eles passam pela sala a sala de passe e a gente tá elaborando uma outra forma de fluo terapia para que seja mais dinâmica estamos trabalhando nisso os espíritos estão nos impulsionando a isso e Montamos também um grupo um grupo mediúnico para atender especificamente esse grupo então é um grupo que é conduzido pelo Espírito o drp não é então hoje a gente tem uma gama de de de de de de condições temos pessoas com paralisia cerebral pessoas com retardo mental pessoas com com autismo então a gente tenta abranger esse grupo mas o caminho do projeto Como eu disse ele tá sendo formatado é para conduzir com mais um foco maior sobre o autismo porque essa é a proposta do Dr ASP ele fez assim ele nos provocou numa reunião quando disse vocês Estão dispostos a fazer um trabalho de referência espírita em relação aos autistas aí a o grupo respondeu em couro mas esse grupo que responde couro só restam acho que dois lá dos que deram a

se vocês Estão dispostos a fazer um trabalho de referência espírita em relação aos autistas aí a o grupo respondeu em couro mas esse grupo que responde couro só restam acho que dois lá dos que deram a resposta positiva Então esse projeto tá atrasado a pandemia também causou um dano grave porque dispersou trabalhadores é um grupo que a gente precisa de voluntário porque a gente precisa de um voluntário para cada pessoa com deficiência a gente não pode juntar um grupo e deixar um voluntário só trabalhar com autista a gente precisa de um para um um para um para manter a segurança garantir a segurança dele né eles são muito ativos se a gente descuidar de acontecer um acidente então estamos trabalhando nso trabalhando nisso oferecendo doutrina espírita e trazendo famento da doutrina espírita Como existe essa essa dificuldade de mantermos uma frequência mais trabalhamos oferec aina espírita para que aina Espírita a mola condutora dentro do Evangelho do do do do Lar a condução dentro l a instrução Espírita Então as mães estão trabalhando conosco nesses grupos e é muito gratificante quando eu encontro com uma delas como essa semana eu tava chegando na casa Espírita ela tava saindo ela fez assim Jair Dr Jair digo Doutor não pelo amor de Deus ela fala assim Jair é é muito bom quando a gente aprende e aplica O que aprende então isso é gratificante pra gente então nós estamos convidando as pessoas para participarem desse grupo como voluntários sobretudo as pessoas espíritas são Profissionais de Saúde da área de saúde venha para cá vamos dar as mãos para que esse projeto possa ser formatado verdadeiramente como ele deve ser porque no primeiro impulso a gente faz como acha que deve ser mas depois as coisas vão clareando e a gente vai ajustando para alcançar o objetivo maior Então esse é o Projeto filho de de luz é um projeto em andamento que na verdade era para ser chamado projeto filho de Deus porque um objetivo grande é resgatar a identidade dessas pessoas a identidade de filho de Deus que são

lho de de luz é um projeto em andamento que na verdade era para ser chamado projeto filho de Deus porque um objetivo grande é resgatar a identidade dessas pessoas a identidade de filho de Deus que são filho de Deus e a gente conversa na reunião mediúnica com eles porque Muitos são tirados do corpo e trazido a reunião mediúnica e a gente vê a dificuldade dele e às vezes diz ass como dizer assim ah Deus me abandonou não você é filho de Deus então resgatar essa identidade transformar o ambiente da casa como o ambiente dele a extensão do lado dele para que ele não se sinta incluído não ele se sinta pertencente o sentimento de pertencimento possa aflorar de forma vigorosa e ele se sinta em casa dentro da casa Espírita Esse é o Projeto filho de luz o projeto filho de Deus que é um projeto de todos nós tá muito obrigado agradecemos a Sila Morais e a também Jair Sila representando o projeto Jerônimo e Jair o filho de luz gostaríamos de registrar a presença a presença dos trabalhadores das famílias que participam desse projeto lindo filhos de luz da casa da Esperança aqui de Feira de Santana sim porque aqui aqui em Feira de Santana já acontece inclusão de pessoas já acontece respeito já acontece acolhimento e nós estamos muito felizes com a presença de todos vocês aqui passaremos agora para o encerramento da nossa atividade da tarde e noite e convidamos os nossos palestrantes da tarde Carla Maria Ana Cristina Saionara Freitas Joselito Mendes e Elmo Costa para João Udes para retornarem ao palco ao tempo que também pedimos aos trabalhadores às famílias as crianças do projeto filho de luz que posicionem-se aqui à frente do palco com vocês Rosa Macedo e há de nascer um novo amanhã pra gente acordar e dançar sem medo de ser sem medo de amar sem que nada possa nos machucar e há de nascer um novo amanhã pra gente acordar e dançar sem medo de ser sem medo de amar sem que nada possa nos chucar água nos olhos que rolam tem um vazio no peito nem tudo que vivo tem forma tão certo é um

ascer um novo amanhã pra gente acordar e dançar sem medo de ser sem medo de amar sem que nada possa nos chucar água nos olhos que rolam tem um vazio no peito nem tudo que vivo tem forma tão certo é um defeito iria entender as histórias de um mundo e ninguém vai saber é luz que nos guia o brilho da estrela maior e há de nascer um novo amanhã pra gente acordar e dançar sem medo de ser sem medo de amar sem que nada possa nos machucar é fácil esse refrão cantem comigo vai lá e h de nascer no no amanhã pra gente acordar e dançar sem medo de ser sem medo de ser sem medo de amar sem que nada possa nos machucar água nos olhos que rolam tem um vazio no peito nem tudo que vivo tem forma o certo é um defeito iria entender as histórias de um mundo e ninguém mais sabe é luz que nos guia o brilho da estrela maior e de nascer vamos lá a gente acorda e dançar sem medo de ser sem medo de ser sem Med amar sem que nada possa nos machucar áudi descrição na frente do palco posicionam-se posicionados estão os trabalhadores e participantes do projeto filhos de luz da casa da esperança de Feira de Santana todos vestem com muito orgulho com muita vontade com muito amor a camisa do projeto uma camisa branca com detalhes na gola e na manga na cor azul à frente a imagem de uma borboleta também num tom azul o nome do projeto filhos de luz na cor azul e no fundo da camisa a imagem de um sol na cua amarela com o nome Casa da Esperança em letras azuis e Feira de Santana na cor amarela a imagem representa a logomarca da casa os trabalhadores trazem nas suas mãos placas com as palavras diversidade participação ativa igualdade autonomia Equidade de dignidade humana direitos inclusão acessibilidade respeito empatia e as famílias e as Crianças participantes balões coloridos representando a felicidade a alegria a diversidade e o amor que nos une no palco os nossos palestrantes e convidados da noite de hoje hoje a data 21 de setembro é o dia nacional de luta da pessoa com deficiência no Brasil rememorem a

ria a diversidade e o amor que nos une no palco os nossos palestrantes e convidados da noite de hoje hoje a data 21 de setembro é o dia nacional de luta da pessoa com deficiência no Brasil rememorem a mensagem crística trazida a mais de 2000 anos que por Excelência é a mensagem do respeito da tolerância e da cooperação fraternal nesse sentido não nos cabe mais atitudes excludentes que reforçam a lesão do corpo como limite para ter acesso à vida social as barreiras construídas socialmente é que promovem a deficiência do sujeito é no diálogo com a diferença de cada ser e na diversidade humana que o processo de inclusão acontece agradecemos agradecemos ao conselho Espírita 3 de Feira de Santana ao núcleo incluir Núcleo Espírita de inclusão e acessibilidade por estarem promovendo este seminário este momento de luz e Amor em nossas consciências agradecemos a todos os trabalhadores do cr3 que estão cooperando conosco nesta tarde noite agradecemos a presença de todos especialmente de Raquel Malheiros essa pessoa incrível essa amiga querida que está aqui conosco a Rosa Macedo agradecemos a sanjar ni por estar sempre conosco na atuação do incluir a todos os nossos convidados a Joan coordenadora do setor livas espiritismo dab quee nos apoia ao grupo gerimo Mendonça aos filhos de luz as nossas intérpretes Jaqueline e agradecemos a Deus agradecemos a Deus por nos oportunizar mais um momento de reflexão ó quero a ajuda de vocês ó quem sabe instalar o dedo aí quem não sabe instalar o dedo dedo Palma de dois dedos Quem souber instalar o dedo instala o dedo que o timbre fica diferente hoje vamos desejar o bem sem olhar a quem acabar com a solidão no ato de estender a mão peça Tudo o Que Você Quiser Acredite na sua fé paz saúde e vigor sucesso alegria esperança e amor a v de todas Sensações desde a chuva te molhar e quando o sol chegar deixa e sentar tenha dentro do seu coração pureza e verdade o que você transmite volta com intensidade Cadê o estado Cadê quando não souber o que pedi pea

desde a chuva te molhar e quando o sol chegar deixa e sentar tenha dentro do seu coração pureza e verdade o que você transmite volta com intensidade Cadê o estado Cadê quando não souber o que pedi pea felicidade quando não souber que souar sua metade e depois vai sentir a energia e satisfação de ver nascer um novo dia quando não souber o que pedi peça felicidade quando não souber o que doar doe sua metade e depois vai sentir a energia e satisfação de ver nascer um novo dia I para acabar quando não souber o que pedir peça felicidade quando não souber o que doar dou sua metade e depois vai sentir a energia e satisfação de ver nascer um l você você era per de justi você oego

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