PREOCUPAÇÕES - Márcia Siroteaux [PALESTRA ESPÍRITA]
✨ (PALESTRA ESPÍRITA) ✨ Palestra Espírita realizada no Auditório Bezerra de Menezes, na Comunhão Espírita de Brasília. 👉 Assista até o final para não perder nenhum detalhe! 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 📢 Interaja com a gente! Deixe sua opinião nos comentários. ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 #palestraespirita #comunhaoespirita #tvcomunhao ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja um membro apoiador do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais, conforme Lei n.º 9.610/1998 (Lei de Direitos Autorais), e a aplicação de sanções pelo YouTube e e demais redes sociais. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
[música] Senhor, [canto] mesmo tão longe de atingir [canto] a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual [canto] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música][canto] toda beleza de viver, doando amor, [canto][música] vibrando luz, buscando a [canto] ti. buscando a ti. Obrigado. [música][canto] Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Estou [canto] aqui para agradecer [música] de coração a paz [música][canto] dentro de mim que encontrei na [canto][música] comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver do >> Boa tarde, queridos irmãos, queridas irmãs, que a paz do meio rebo da Galileia, o amorável Jesus seja sempre em nossos corações. Sejam todos muito bem-vindos. Esperamos sempre vê-los. junto aos nossos corações. É sempre algo diferente quando nós podemos estar com vocês aprendendo, né? E hoje nós temos a a nos guiar nessas lições a nossa querida irmã Márcia. Márcia é uma querida amiga de muito tempo e vocês já conhecem porque não é a primeira vez que ela está conosco. Então, ela vai nos ajudar a compreender mais o evangelho de Jesus. Ela vai falar sobre um tema interessante, preocupações. Aí eu pergunto, quem não tem? Não é? Todos nós temos preocupações. Mas antes que antecede a pal a palestra da nossa querida Márcia, nós temos que fazer uma leitura e nós escolhemos no livro Dias Melhores, de Carlos a Bacélio ou Baceli, irmão, pelo irmão José. E o tema é: não temas. Olha, vai de encontro que a nossa Márcia vai nos trazer. Não temas a morte, viverás para sempre. Não temas a dor. Ela é um fenômeno transitório. Não temas a injustiça, a verdade triunfa. Não temas a solidão. Quem ama nunca está só. Não temas a colheita. Cuida da da tua semeadura. Não temas o futuro. Ele está em tuas mãos. Então não reclames. É natural que vaciles, que repetidas vezes calas e te sintas vencido. Porém, não te acomodes na inércia. levanta-te e embora os passos trôpegos persiste na caminhada. Tudo luta, tudo sofre, tudo anseia. Quem viaja sorrindo, é possível que
ezes calas e te sintas vencido. Porém, não te acomodes na inércia. levanta-te e embora os passos trôpegos persiste na caminhada. Tudo luta, tudo sofre, tudo anseia. Quem viaja sorrindo, é possível que traga o coração em lágrimas. O corpo escultural encerra um espírito com traumas psicológicos que não desvendas. Quantos em plena juventude já comprometeram amanhã aprender a agradecer as bênção de que dispões. Se possuíste mais ampla liberdade, é possível que te complicasses o destino. Não reclamo, não reclames da disciplina em que tua vida se pauta dentro da tua atual conjuntura evolutiva e que tens é mais que suficiente para que sejas feliz. Bom, dito isso, nós vamos pedir a todos que cerrem teus olhos, os olhos e busque na tela mental a figura extraordinária do mestre Jesus. Ele acalma tudo, o mar revolto, as nossas reclamações, os nossos medos, a nossa insegurança, a nossa solidão, a nossa depressão, a nossa ansiedade, tudo Jesus cura se tivermos fé do tamanho de um grão de mostar. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso santo nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no espaço infinito. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoai as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores. Não nos deixeis cair em tentação. Livra-nos de todo mal e de todos os males, porque seu é o reino e a glória para todo sempre. E assim passamos a palavra para a nossa querida irmã Márcia. Boa tarde. É uma alegria poder estar aqui com vocês hoje. Nosso dirigente começou muito bem, né, perguntando quem não tem preocupação. E aí enquanto ele falava e fazia prece, eu fiquei pensando que nós temos dois tipos de preocupação. Basicamente aquelas que dizem respeito a nós, que vai acontecer comigo, como foi lida na mensagem, eu vou ficar só a solidão, a morte, a doença, insegurança. E nós temos uma outra preocupação que é com os outros, com aqueles que a gente ama. Então Jesus nos falou muito bem desses dois tipos de preocupação.
icar só a solidão, a morte, a doença, insegurança. E nós temos uma outra preocupação que é com os outros, com aqueles que a gente ama. Então Jesus nos falou muito bem desses dois tipos de preocupação. Quando ele falou em relação à nossa própria preocupação, que a gente não se afligisse com o dia de amanhã, dizendo para nós que a cada dia basta a sua própria aflição. Ou seja, vamos um dia de cada vez resolvendo os problemas que aparecerem e também vendo os recursos que nós temos para resolver aqueles problemas. E assim nós vamos caminhando em relação à nossa preocupação com os outros. Ele nos deu naquela, naquele momento que é narrado no evangelho, em que ele, tendo sido confrontado sobre o que fazer com a mulher que havia sido pega em adultério, ele fala assim: "Quem tiver sem pecado atire a primeira pedra". Ou seja, não vamos nos incomodar em julgar os outros com a conduta do outro. O que que o outro vai fazer? Ah, mas o outro tá errado. Ele pensa diferente de mim. Pode até ser, mas nós, a nossa responsabilidade é de andarmos com os nossos passos, entender que o outro vai andar com os passos dele de acordo com o desenvolvimento espiritual dele. E assim nós vamos fazendo a nossa parte, que é o que nós viemos cumprir aqui na terra. Então, meus amigos, eu trouxe para nossa reflexão hoje eh um capítulo do livro Dores da Alma. Na verdade, são dois capítulos em que o espírito Ramed com muita sensibilidade vem nos falar dessa grande dor que nós temos, que é a preocupação. Porque a preocupação dói, ela nos machuca, ela drena a nossa energia. Então, se eu tô aqui, em vez de estar preocupada, aliás, preocupada não, aproveitando esse momento, eu tô preocupada, meu Deus, eu tenho que ir para casa o jantar e a conta, pronto, não tô mais aqui, tô drenando a minha energia que eu poderia estar aqui utilizando para me equilibrar, para refletir, para amorosamente me olhar. Pensamento tá lá longe. Então nós estamos quando nos preocupamos fazendo um grande desperdício das nossas energias. Podemos dizer então que a
me equilibrar, para refletir, para amorosamente me olhar. Pensamento tá lá longe. Então nós estamos quando nos preocupamos fazendo um grande desperdício das nossas energias. Podemos dizer então que a preocupação excessiva, ela é no fundo uma grande falta de cuidado. A preocupação é tudo que é contrário ao autoamor. Porque eu sou, se eu estou drenando a minha energia, se eu estou deixando de estar presente onde eu preciso, eu não tô cuidando de mim, eu não tô me amando. Então, vejam como é importante que a gente pare e possa refletir sobre esse tema. E Ramed nos propõe que essa reflexão seja feita diante da perspectiva que nós temos da nossa própria evolução. Como que é isso? que a gente observe as nossas eh dificuldades pensando nas tarefas que a vida nos propõe para a nossa própria evolução. Então, nós viemos aqui para evoluir. Para que isso aconteça, nós temos algumas tarefas que a gente precisa desenvolver. Não adianta a gente querer assim se revestir de santidade, que nós vamos evoluir dessa maneira. Não passa de mágica, não é trabalho. São tarefas que a gente vai dia a dia desempenhando. Então essas tarefas evolutivas que a gente vai desenvolver aqui na Terra, elas obedecem a uma organização. Não é por acaso. Essas experiências que se sucedem na nossa vida, elas têm o objetivo de nos ajudar para que a gente vá acessando as áreas que estão ali no nosso íntimo que nós de iluminação que nós já podemos acessar. É o que Jesus nos falou quando ele veio nos dizer sobre os nossos talentos ocultos, quando ele falou que brilhasse a nossa luz, essa luz que a gente vai pouco a pouco procurando eh acessar. E esse acesso é feito de acordo com as nossas deliberações de antificada experiência. Então, Ramed vai nos falar que nesse processo das várias experiências, a gente precisa de muitas encarnações para isso. Mas ele vai falar que a vida, o Deus vai nos dar a todo momento, nessas nossas experiências, duas coisas muito importantes. Primeira é a proteção e a segunda são os recursos para que a
ções para isso. Mas ele vai falar que a vida, o Deus vai nos dar a todo momento, nessas nossas experiências, duas coisas muito importantes. Primeira é a proteção e a segunda são os recursos para que a gente possa pouco a pouco ir acessando ou alcançando uma estabilidade íntima. E o que seria essa estabilidade íntima? Clareza e serenidade mental. Para que a gente possa realmente colocar o pé nessa estrada do nosso progresso espiritual. Porque se a gente não tem clareza, acontece alguma coisa com a gente, passou tudo batido, eu não tô nem presente, eu tô tão preocupada com outras coisas. Às vezes eu não tô vendo a situação que eu tô atravessando. Às vezes eu não tô me vendo, não tô vendo o outro. Então é dessa clareza que ele vem nos falar, a clareza e a serenidade mental, que é tão importante para que a gente possa acessar os nossos recursos íntimos. para que a gente possa acessar esse tesouro do nosso coração. Então, na hora que eu paro, observa a situação, seja lá qual for, para que eu possa olhar com clareza, eu tenho muito mais chance de ter diante daquela situação uma resposta mais adequada. Ah, mais adequada para quê? Para fazer o que é certo, mais adequada era para agradar o outro? Não, mas adequada para fazer o melhor que eu posso diante daquela dificuldade e assim acessar os potenciais que eu trago adormecidos na minha alma, a serenidade para que eu possa, seja lá o que tá acontecendo, pensar. Isso está acontecendo por uma razão. A vida ela obedece a leis que são divinas. a lei, por exemplo, da afinidade, a lei da ação e reação, significando que tudo que nós vivenciamos, no fundo, tem a ver com as nossas escolhas. Aí a gente pode falar: "Ah, não, mas eu tô aqui com uma situação difícil, um parente horrível que veio pra minha família através do casamento com filho aí que uma norora que eu não suporto, enfim, né? Tantas maneiras das pessoas chegarem na nossa família. Ah, eu não pedi, não fiz nada para que isso aconte acontecesse. Fulano foi para de para-queda, não foi de
a norora que eu não suporto, enfim, né? Tantas maneiras das pessoas chegarem na nossa família. Ah, eu não pedi, não fiz nada para que isso aconte acontecesse. Fulano foi para de para-queda, não foi de para-quedas. A lei de afinidade fez com aquelas pessoas se reunissem. E a lei de ação e reação [limpando a garganta] fez com que nós vivenciássemos situações que são reflexo do que a gente fez no passado. Então, a minha dificuldade do passado me conta o que que eu preciso aprender no presente. E aí que vem a proteção divina que Ramed nos fala. De tal maneira a evolução é tão necessária e é uma lei divina também, a lei do progresso, nós vamos evoluir. E a vida nos coloca diante de situações que, por mais que a gente não goste, vão nos ajudar a progredir. Qual o ritmo do progresso? Aí a gente vai pra questão do livre arbítrio. Eu quero aproveitar aquela situação, eu quero melhorar? Eu quero me ver ou eu quero reclamar? São perguntas que a gente precisa se fazer. Então, meus amigos, Ramed vai nos lembrar nesse processo de uma dificuldade que nós temos. Temos uma crença que dificulta esse nosso processo de crescimento. Porque olha, se nós temos a proteção de Deus, se nós temos os recursos para crescer, qual que é o entrave? Por que que não é de uma maneira mais tranquila a nossa evolução? Por que que a gente sofre nesse processo? Por que que a gente a gente bate a cabeça e erra e erra de novo e faz a mesma coisa de novo? É o processo de aprendizagem. >> Mas ele nos lembra que tem uma crença a nós que nos atrapalha e muito, que é a crença de que qualquer dificuldade, qualquer felicidade ou infelicidade que eu atravesso, vem de coisas externas, vem de do acaso ou das mãos de outras pessoas. Vejam que ele fala, isso nos atrapalha. Nós no mundo acreditamos que é o outro que vai me fazer feliz ou infeliz. Oano se deu bem ou se deu mal, ah, foi sorte o acaso. Ou então que alguém vai me trazer o que eu preciso para realizar, para me realizar de alguma maneira. Essas crenças nos atrapalham porque elas
iz. Oano se deu bem ou se deu mal, ah, foi sorte o acaso. Ou então que alguém vai me trazer o que eu preciso para realizar, para me realizar de alguma maneira. Essas crenças nos atrapalham porque elas tiram o nosso foco da parte que nós podemos trabalhar. Qual é a parte que tá sob o meu controle? Eu, o que eu faço, o que eu penso, o que eu escolho. E olha que é um controle que é pequeno também, porque tem tanta coisa em nós que nós nem conhecemos, quanto mais controlar, mas se eu tenho alguma capacidade de decidir, é na minha esfera, porque na do outro eu não vou ter absolutamente nenhuma. Então, vejam como ele nos convida para que a gente se liberte dessa crença. E como é que a gente se liberta de algo? a gente precisa ver que aquilo ali tá acontecendo conosco. Então, vamos parar e vamos nos examinar. Será que o que eu vivencio, eu sou aquela pessoa que fala assim, primeiro de tudo, ah, olha o que que o fulano me fez, mas aí a culpa é dele. Eu fiz isso porque você fez aquilo? E que a gente tá fazendo? saindo da nossa esfera de responsabilidade e atribuindo a o controle da nossa vida, a direção da nossa vida para o outro, para o acaso, para o destino. Não, o controle é nosso e nós precisamos nos apoderar disso, que é a herança divina que nós recebemos, que é o nosso livre arbítrio, que vem junto com a nossa responsabilidade. Então, meus amigos, ele vem nos falar dessa lucidez espiritual que vai trazer para nós a compreensão da eficiência com que a natureza atua. Ai, natureza, que que tem a ver, né? Por que que a Ramed fala da natureza? Nós somos parte da natureza e o processo evolutivo envolve a todas as criaturas. Então, a natureza atua em nós de uma maneira tão eficiente que nós somos convocados a crescer a cada instante. Então isso é ter lucidez espiritual, essa compreensão, essa lucidez espiritual vai nos trazer a paz e serenidade por sabermos que nós estamos sempre ganhando recursos da vida excelsa. Sempre Deus está nos dando recurso, mesmo quando nós atravessamos aqueles
sa lucidez espiritual vai nos trazer a paz e serenidade por sabermos que nós estamos sempre ganhando recursos da vida excelsa. Sempre Deus está nos dando recurso, mesmo quando nós atravessamos aqueles aquelas situações que a gente vai chamar de transtornos existenciais, tem o recurso. Nós vamos ter o recurso interno para fazer frente à aquilo. E quantas vezes a gente olha para trás, eu acho que quem já viveu mais de, vou chutar aqui, 30 anos já consegue ter muito bem essa visão. E é lembrar de um momento em que a gente viu ali na nossa vida, no passado, meu Deus, eu não vou dar, como é que eu vou dar conta? Eu não consigo? E quando a gente vê, o tempo passou, a situação se resolveu, às vezes não do nosso agrado, mas se resolveu. E aquilo que naquela época parecia pra gente que era ali quase que o final do mundo, hoje a gente lembra e fala: "Meu Deus do céu, como é que eu dei conta?" Demos conta, estamos aqui, demos conta. Então, são esses recursos. com os quais o nosso pai vai nos presenteando ao longo das nossas dificuldades. Saber disso é ter essa lucidez que Ramed nos fala que é necessária para que a gente possa não se deixar dominar pelas preocupações. trazer para nós essa lucidez também. Essa é tão interessante, o aprendizado que a reunião de todas as nossas preocupações não pode mudar coisa alguma da nossa vida. A gente pega tudo quanto é preocupação. Ah, manda mais. Não, eu quero essa preocupação, eu quero ter a outra também. Se eu reúno tudo, eu não consigo mudar 1 mm do que tá me acontecendo. Não é a preocupação que vai mudar. Então, de que adianta nós nos preocuparmos de maneira excessiva? E eu falo de maneira excessiva para que aqui a gente possa fazer uma diferenciação entre preocupação e cautela, cuidado. Não é a gente sair assim: "Ah, Deus prov, é Deus que resolve, aí eu não quero mais trabalhar, não quero mais estudar". Tem tudo pra minha evolução, não é isso, né, gente? Aí também é a gente de outra maneira se eximir da nossa responsabilidade. Então a cautela,
aí eu não quero mais trabalhar, não quero mais estudar". Tem tudo pra minha evolução, não é isso, né, gente? Aí também é a gente de outra maneira se eximir da nossa responsabilidade. Então a cautela, o cuidado faz parte, mas a preocupação que paralisa, que me coloca no dia de hoje como se eu fosse um zumbi. Essa preocupação é a que nos machuca e nos atrapalha. E aí a gente lembra do livro dos espíritos, a questão 264, em que Kardec pergunta assim: "Que que dirige o espírito na escolha das provas que ele deve sofrer?" Porque nós quando reencarnamos a gente escolhe as nossas provas. Aí a gente pode falar: "Não, nem todo mundo, né? Porque se o espírito não tem nenhuma lucidez, ele não tá escolhendo nada". Quantos espíritos tem que voltam pra Terra no que a gente chama de reencarnação compulsória? quando vê, opa, voltei, não queria voltar, tô aqui de novo. Mas houve uma escolha, porque toda vez que nós estamos agindo, nós estamos escolhendo as consequências da nossa ação, mesmo que seja de maneira involuntária, o famoso sem querer, não vi, não pensei, mas a gente escolhe. Então, tô aqui com o meu óculos que eu tô precisando, é para poder enxergar esse papelzinho. Se eu abro a mão e solto aqui, eu vou correr o risco que ele quebre. Na hora que eu abro a mão e solto os óculos, é uma escolha. Ah, mas eu não tava nem pensando nisso. Só me deu vontade de abrir a mão, o óculos caiu. Foi uma escolha, mesmo que eu não tenha medido as consequências. Então, nós sempre escolhemos as provas de uma maneira ou de outra. E os espíritos vão responder assim nessa questão que a 264, que o espírito escolhe de acordo com a natureza das suas faltas, as que o levem à expiação destas e a progredir mais depressa. Então nós escolhemos. E aí eu lembro, meus amigos, daquele eh aquele capítulo que tá no livro do André Luiz, eu acho que é o Ação e Reação, em que ele vai visitar o departamento de reencarnação da colônia espiritual em que ele está. E aí ele percebe que antes dos espíritos nós reencarnarmos, tem
André Luiz, eu acho que é o Ação e Reação, em que ele vai visitar o departamento de reencarnação da colônia espiritual em que ele está. E aí ele percebe que antes dos espíritos nós reencarnarmos, tem todo um planejamento dos corpos nos mínimos detalhes. E alguns chegam lá para visitar como é que tá o projeto aí do meu corpo físico e acompanhar cada situação. Aí ele pensa assim: "Nossa, então tem uns que dão palpite aqui nessa hora. Ah, tá. E como é que é isso? Então aqueles que têm mais mérito devem pedir o quê? corpos maravilhosos, né? Eh, beleza e ele aí o encarregado disse para ele: "Não, de jeito nenhum. Os que têm mais mérito muitas vezes pedem corpos resistentes, como se nós fôssemos fazer uma travessia, fôssemos utilizar um carro, por exemplo, e o carro precisa ser forte para dar conta da missão que eu vou cumprir." Então, nesse sentido, é a escolha. Olha como nós ainda estamos assim tão eh longe de ter essa consciência. E aí também me lembrei de espíritos de uma grandeza eh maravilhosa que passaram na terra e que tiveram corpos tão fragizinhos, né, e que mesmo assim davam conta de tanta coisa. Lembrei do Chico Xavier que teve tanto problema de saúde, meu Deus do céu. E eu fiquei pensando, como que um espírito que é tão evoluído passa ainda por tantas dificuldades? É claro que a gente não tem condição de julgar as escolhas e as provas de ninguém. Mas eu fico pensando, olha o exemplo que ele nos deu. Quem se não alguém com coração tão grandioso nessa arte de amar poderia se colocar em uma situação de enfrentar tantas dificuldades e nos ensinar com a paciência, com a amorosidade, com a fé a suportar tantas dificuldades que nós também temos que suportar cada um de nós na sua na sua dificuldade. Lembrei da irmã Dulce, que também com corpo tão frágil foi capaz de amar tanto, tão tão fraquinha, mas ela foi tão forte. A força do amor, a força do olhar pro outro, da compreensão. Então, vejam, meus amigos, que às vezes o que é para nós motivo de preocupação depende só da nossa perspectiva que
, mas ela foi tão forte. A força do amor, a força do olhar pro outro, da compreensão. Então, vejam, meus amigos, que às vezes o que é para nós motivo de preocupação depende só da nossa perspectiva que muitas vezes tá equivocada. Qual é o nosso objetivo nessa jornada nossa aqui na Terra? Nós somos espíritos milenares. Essa não é a nossa primeira vinda à terra e certamente, graças a Deus, se Deus quiser, não será a última. Então, nós viemos com objetivo, com uma missão. E a gente vai novamente lá no livro dos espíritos e vai aprender quando Kardec pergunta assim sobre o objetivo da reencarnação. É a questão, se eu não me engano, 132. Mas eu não sou boa nisso. Só anotei aqui. Daqui a pouco eu confiro. Em que ele pergunta qual é o objetivo da reencarnação. É 132 mesmo. Nossa, que milagre. Consegui acertar. Qual a finalidade da encarnação dos espíritos? E aí os os mentores que responsáveis pela pela os esclarecimentos no livro dos espíritos vão dizer assim: "São dois dois objetivos. Primeiro é que a encarnação tem como fim nos levar à perfeição. E aí fala, explica isso, em que consiste essa perfeição. E o segundo objetivo é que a gente possa cumprir a nossa parte na criação. A gente pensa nisso? Todo momento nós estamos criando. Nós somos criaturas criadoras, mesmo que a gente não queira. A gente pensou, criou, sentiu, criou. Que que a gente tá criando ao nosso redor? Então, na [roncando] hora que nós nos deixamos envolver pelas nossas preocupações que vão assumindo em nós um tamanho desproporcional, o que que eu tô criando? Eu estou criando doença para mim, muitas vezes que eu não precisava atravessar. Eu estou criando uma atmosfera de desânimo e de drenagem de energia positiva. Aquela energia que eu tenho, ela vai se esvaindo por quê? Por uma criação mental minha. Então, como é importante que a gente tenha essa consciência de não se deixar dominar por essas preocupações. Então, meus amigos, eh a MED nos convida também a que a gente possa parar e pensar em outra preocupação que a gente tem. Lembra que
ha essa consciência de não se deixar dominar por essas preocupações. Então, meus amigos, eh a MED nos convida também a que a gente possa parar e pensar em outra preocupação que a gente tem. Lembra que a gente começou falando de duas preocupações e que Jesus nos ensinou a lidar com essas duas, a que a gente tem conosco como quando ele falou que a gente não se inquietasse com o dia de amanhã. que a gente buscasse primeiro a justiça divina e todas as outras coisas nos seriam dadas por acréscimo. O que que ele quis dizer? Vamos progredir, vamos aprender a nos comportar de acordo com a lei divina, máxima que é a lei do amor. Isso é a justiça divina. E as outras coisas vão acontecer. Ou seja, à medida que a gente vá caminhando, nós vamos tendo mais condição de usufruir de mais momentos de paz interior, de lucidez, de serenidade. Não é para nós ainda a ausência de sofrimento que nós estamos aqui na Terra, que é um planeta de provas, expiações, plertando com a possibilidade de se transformar em regeneração, a depender do quanto que nós mesmos nos regeneramos, nos regeneramos, nos recriamos, nos reinventamos. Então, a preocupação conosco, Jesus nos falou que a gente não se inquietasse, que a gente fizesse a nossa parte e com outro que a gente não julgasse. E aí Ramed nos fala, é uma grande fonte de preocupação para nós o outro. Ah, é o que tá acontecendo lá do outro lado do mundo. É a guerra, é o político esse ou aquele, é o vizinho do o síndico do condomínio, é o vizinho que tem um cachorro, enfim, é o filho que eu acho que não tinha que tá fazendo o que tá fazendo. E aí a gente se preocupa com um monte de gente. Mas essa nossa preocupação, ela reflete ainda a nossa dificuldade de respeitar a escolha do outro. A partir do momento que a gente começa a treinar o respeito à escolha do outro, nós vamos lidando melhor com essa preocupação. Ai meu Deus, tô tão preocupada que a minha neta, ela faz um curso que eu acho que não é bom para ela. Ela escolheu isso daquilo. A gente não sabe o caminho dela. Ou eu tô
melhor com essa preocupação. Ai meu Deus, tô tão preocupada que a minha neta, ela faz um curso que eu acho que não é bom para ela. Ela escolheu isso daquilo. A gente não sabe o caminho dela. Ou eu tô preocupada porque sei lá o quem que eu queria que fosse espírita. Não é. Quantas vezes a gente ouve eh esse tipo de desabafo? Não é nem reclamação, desabafo. Puxa, queria tanto que meu filho fosse espírito, ó. Minha filha ou meu marido. Gente, nós temos caminhos diferentes. Cada um de nós tem uma missão numa área. Porque a sua missão é nessa área, não quer dizer que é do outro, tenha que ser. Porque você descobriu essa maneira de se de se conectar com a divindade, com a espiritualidade e buscar paz, não quer dizer que a do outro esteja errado. Então, se nós começarmos a treinar esse nosso respeito pelo passo do outro, nós vamos ver o tanto de preocupação que a gente vai deixar para trás e o tanto de alívio que essa tomada de decisão nossa vai nos proporcionar. Quantas vezes nós carregamos eh preocupações ou indagações que não são nossas, é do outro. Por quê? Será que no fundo tem uma necessidade nossa de controlar? Será que não é o nosso orgulho falando: "Ah, eu que sei que que é bom pro outro. Ele não sabe não, eu que sei. Mas não. E por isso que Jesus veio nos falar que a gente não julgasse, que a gente pudesse seguir o nosso caminho sem atirar pedra no outro, porque nós temos a nossa dificuldade. Um tem a dificuldade nessa área, eu tenho na outra. Estamos todos na mesma situação de enfrentar as nossas dificuldades. Qual a atmosfera mental que nós escolhemos na hora que eu eh diante de uma notícia ruim, que nós temos muita, mas também temos muita boa, eu fico só na notícia ruim e vendo aquilo e aquilo ali vai me dando uma angústia. Quando eu vejo, eu não tô nem respirando direito. Quando eu vejo, eu tô usando o ombro de brinco, né? A pessoa tá tão tes que ela tá assim, né? Praticamente o ombro virou um brinco. De que que eu tô me alimentando? Essa preocupação está me destruindo. E por
eu vejo, eu tô usando o ombro de brinco, né? A pessoa tá tão tes que ela tá assim, né? Praticamente o ombro virou um brinco. De que que eu tô me alimentando? Essa preocupação está me destruindo. E por quê? Por uma escolha minha, por uma falta de consciência minha. Então, meus amigos, o convite que nós fazemos, né, eu faço a mim, principalmente e a todos vocês. Não sou a portadora do convite, a portadora é Jesus, né? Só tô dando o recado, é que nós possamos não nos deixar envolver por essas aflições, que a nossa aflição seja a nossa tentativa ou o nosso esforço de nos conhecer. Isso não é nenhuma aflição, isso é o nosso esforço saudável de nos conhecer, de fazer melhor, de diante do momento em que a gente veja que não fez o melhor, refazer. Nós não viemos aqui para refazer os nossos caminhos. Então vamos fazer com confiança, sabendo que os nossos destinos, os nossos passos, a nossa jornada evolutiva, ela tem uma supervisão do mais alto. Nós, a partir do momento que nós queremos crescer, nós temos assessoria maravilhosa. Nosso anjo da guarda que tá ao nosso lado, nosso mestre Jesus que veio nos dizer o caminho, que tá esperando por nós pacientemente, sem querer deitar os nossos passos. Então, vamos nos entregar a essa proteção e fazer nossa parte. Eu tenho certeza que assim nós evitaremos muitas tristezas que não são necessárias para o nosso processo evolutivo, mas que tem a ver só com a nossa indisciplina mental e com a nossa falta de consciência. Então vamos nos eh deixar envolver, né, por esse convite amoroso de não nos preocupar com o dia de amanhã, de fazer a nossa parte e de abrir o nosso coração a proteção que nós temos sempre e é esses recursos que chegam para que a gente possa enfrentar as nossas dificuldades. Falei muito, não, um pouquinho só, né, 2 minutos a mais. Eu agradeço demais a vocês essa tarde, esse momento e peço a Jesus que abençoe a todos nós nesses nossos esforços. Obrigada. Nós agradecemos a nossa querida irmã que clareou nossos pensamentos à luz da doutrina espírita, que é muito
tarde, esse momento e peço a Jesus que abençoe a todos nós nesses nossos esforços. Obrigada. Nós agradecemos a nossa querida irmã que clareou nossos pensamentos à luz da doutrina espírita, que é muito importante, não é? Nós estamos caminhando assoberbados por muitos problemas. O mundo que se apresenta tumultuado, conflitante, mas a doutrina mostra o meio, o caminho que nos levará à solução desses problemas. Muito obrigado mais uma vez a minha querida irmã Márcia, bem todo bem como aqueles que aqui estão, levem a esse esse entendimento que a doutrina é a doutrina consoladora e que precisamos alinhar-nos aos seus postulados, aos seus princípios. Assim fazendo, fica mais fácil. caminharmos nessa jornada tão complicada, tão difícil, sob as luzes da doutrina que nos ampara e sustenta. Levem isso para os lares de cada um. Chegando lá, mostre o quanto vocês estão felizes, mostre o quanto você ama esse esses entes queridos que estão a nossa retaguarda. Bom, aqui encerramos e estamos agora por conta do nosso irmão Ítalo, que tá lá nos aguardando para a aplicação do passe que seguirá o a nossa jornada de hoje. É o passe logo a seguir. Muito obrigado. Sigam em paz. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. [roncando] Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila [música] e serena, para que assim possamos sentir
o paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila [música] e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, [música] abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a [música] paz, a harmonia e que cada um possa colocar o [música] amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação,
e. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, [roncando] graças a Jesus e assim seja.
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