42º CONGRESSO ESPÍRITA DE GOIÁS
A Fé Raciocinada como caminho de Equilíbrio Espiritual
Meus queridos irmãos, paz e luz a todos vocês. Nós estamos aqui na Federação Espírita do Estado de Goiás, dando sequência ao nosso ciclo de lives do nosso 42º Congresso Espírita do Estado de Goiás. Hoje estaremos aqui com o nosso querido irmão Geraldo Campete. Mas nós queremos dizer a vocês que nós temos ainda inscrições para participação no congresso eh online, porque graças a Deus a procura pelo nosso evento, né, o o interesse pela temática foi de tal modo que nós já estamos com as nossas inscrições presenciais esgotadas, mas nós queremos dizer a vocês que aqueles aquele espaço cerrado, aquele espaço de convivência, onde nós teremos apresentações artísticas com um palco, né, eh, interativo musical, será aberto a todos. Então, se vocês quiserem estar conosco ali no espaço cerrado, no período do nosso congresso, serão muito bem-vindos, OK? Então, nós queremos convidar a todos para fazer a nossa prece nesse momento. Já agradecendo a presença de todos vocês, tanto aqueles que nos acompanharão diretamente, quanto os companheiros que assistirão essa live após essa apresentação. Então, vamos lá. Mestre Jesus, nesse momento nós te agradecemos profundamente pela sublime oportunidade de estarmos mais uma vez reunidos em teu nome, mestre amigo. esse tema discutido na noite de hoje que possa servir para o nosso aprimoramento espiritual e que ao termos contato com essa temática da noite, que possamos estar melhores do que estávamos anteriormente. Muito obrigado, Senhor Jesus, pela oportunidade de servir e em teu nome nós iniciamos a nossa live. Meus irmãos, então hoje nós temos aqui o nosso companheiro Geraldo Campete Sobrinho. O nosso irmão, ele está como vice-presidente da Federação Espírita Brasileira na área de divulgação doutrinária. Ele é autor, editor, palestrante e apresentador de programas da FEB TV. O nosso irmão é professor, bibliotecário, mestre em ciência da informação e servidor público federal e, acima de tudo, é um grande companheiro nesse trabalho aí de difusão da doutrina
ramas da FEB TV. O nosso irmão é professor, bibliotecário, mestre em ciência da informação e servidor público federal e, acima de tudo, é um grande companheiro nesse trabalho aí de difusão da doutrina espírita. Então, seja bem-vindo, querido irmão Geraldo Campante. >> Boa noite, Eno, querido amigo, irmão, muito obrigado pelo convite, pela oportunidade de estarmos juntos. Nosso cumprimento a todos os queridos amigos, trabalhadores, colaboradores da Federação Espírita do Estado de Goiás. Uma honra estar aqui com você, meu amigo, e com vocês. >> Que maravilha. Bom, nosso irmão Geraldo Campete é um dos dos nossos estimados palestrantes, né, do nosso 42º Congresso do estado de Goiás. Nós te agradecemos, Campete, pelo por ter aceitado, né, o nosso convite em participar do congresso e por estar conosco aqui nessa noite discutindo esse tema tão importante, a fé raciocinada como caminho de equilíbrio espiritual. Valeu, vamos nessa. >> Vamos nessa aí. Olha, primeiramente, parabéns pela organização do 42º Congresso Espírita de Goiás, já com as inscrições presenciais, né, encerradas, porque foi um evento exitoso, já tem aí os 2.000 inscritos, né, Hio? Que coisa maravilhosa, >> exatamente. >> Fora a juventude também, a infância, né, que estão aí também, né, participando e o trabalho que fica o convite para todos online, né, para poderem acompanhar, assistir. É uma honra. E esse tema que é trazido para essa noite é um tema extremamente importante, porque é sempre bom a gente entender eh o conceito de fé à luz do Espiritismo. Porque a palavra fé, gente, ela é monossilábica, é apenas uma sílaba, são apenas duas letrinhas, um f e um e com acento agudo. E a gente poderia dizer: "Mas é tão pequenina essa palavra, qual o significado que ela tem?" Mas é tão importante que o Cristo disse, se a gente tivesse a fé de um tamanho de um grão de mostarda, se a gente colocar aqui um grão de mostarda entre os dedos, entre o polegar aqui e o indicador, a gente não vai enxergar para quem conhece
se a gente tivesse a fé de um tamanho de um grão de mostarda, se a gente colocar aqui um grão de mostarda entre os dedos, entre o polegar aqui e o indicador, a gente não vai enxergar para quem conhece a semente, né, do grão de mostarda. E Jesus disse: "Quem tivesse a fé do tamanho do grão de mostarda, né, direis a esta montanha: "Transporta-te daqui para ali e ela se transportaria". Significa que Jesus vai depois enfatizar que foi a tua fé que te curou. Então, essa fé que significa algo que vem de dentro para fora, que é uma virtude que a gente conquista, alimenta, desenvolve no nosso dia a dia, enfrentando as provas da caminhada, não é, da nossa existência, é que vai dizer muito de nós mesmos, quem nós somos, como é que nós estamos nos comportando. A fé normalmente ela é tomada, não é? O João conosco aqui, a Giliane Rosa, que maravilha, não é? Rede Amor Fraternal, que a nossa querida Rosana também de Caçapava, o pessoal que tá chegando aí, boa noite, viu? A Abreu, obrigado pela companhia. Sejam todos muito bem-vindos. A gente vai ver que a fé normalmente é entendida como assim, eh, uma crença. A, a, a pessoa, ela acredita, ela tem fé. Geralmente assim, a fé religiosa, né? E a gente vai aprendendo no espiritismo que a fé ela ela também é humana, é aquela fé em que a gente também acredita em nós mesmos, no nosso potencial, na nossa capacidade, na nossa competência, para além da fé espiritual, né? A fé em Deus, em Jesus, nos amigos e amigas espirituais que nos apoiam. Isso é muito importante, né? A Giliane fala diretamente de Leme, no interior de São Paulo. Olha que que bênção, né? E a gente vai ver que no espiritismo a fé para além da crença, ela também significa confiança, né? Confiança tem um conceito específico filosoficamente que ela vai associar a questão da credibilidade, né, de se acreditar e também de uma sintonia, uma afinidade, né, uma aproximação, eh, dividida pelos riscos, né? Então, a confiança é igual, né, a credibilidade mais afinidade dividida pelos riscos. Ou
é, de se acreditar e também de uma sintonia, uma afinidade, né, uma aproximação, eh, dividida pelos riscos, né? Então, a confiança é igual, né, a credibilidade mais afinidade dividida pelos riscos. Ou seja, ela é inversamente proporcionalos riscos. Quanto maiores os riscos, menor a nossa confiança. Quanto maior a confiança, então seriam menores os riscos. Isso falando de um modo geral. Então, para ter confiança, você precisa acreditar e, de certa maneira, precisa ter também eh aquela afinidade, não é? A confiança na credibilidade vem pelo conhecimento. Quando a pessoa conhece, a pessoa sabe, ah, eu acredito em você porque você conhece, você sabe, né? Mas para além do conhecimento, precisa da habilidade, o saber fazer. Não basta conhecer, não basta saber, precisa saber fazer. Se for fazer, por exemplo, uma cirurgia, como eu fiz recentemente, não é? Você precisa saber que é um especialista, que ele entende do assunto e que ele tem experiência. Aí você vai com mais, né? Olha, eu tô com tô acreditando, tô tendo confiança. Mas para além disso tem a questão ética, que é fundamental, não é? Porque não adianta a pessoa conhecer, ela sabe, ela tem experiência, ela sabe fazer, mas ela não tem ética, ou seja, não tem um padrão comportamental condizente com aquilo que ela sabe e com que ela, né, eh, tem experiência no sentido da habilidade. Ela precisa ter uma questão, né, de valor, uma questão de honestidade, sinceridade, enfim, a pessoa na qual a gente pode confiar. Então, tem que ter ética, não é só moral ter a teoria, mas tem que ter a vivência, não é? transformadora. E a confiança implica também na afinidade. Afinidade é quando, né, a gente tem a questão da simpatia, né, que a pessoa simpática, né, já atende até afinidade, os gostos semelhantes, é mais fácil assim. Ou também, né, aquela questão da, olha, nunca nunca te vi e foi amor pela primeira vista, não tem isso assim, nossa, que beleza. Mas tem aquela também, olha, eu não vi, não gostei, rapaz, você meio antipático e toda aí a
a questão da, olha, nunca nunca te vi e foi amor pela primeira vista, não tem isso assim, nossa, que beleza. Mas tem aquela também, olha, eu não vi, não gostei, rapaz, você meio antipático e toda aí a gente vai para além dessa simpatia. né? A gente precisa ter também a convivência. A convivência desenvolve a afinidade, não é? Por quê? Porque na convivência a gente pode, nossa, rapaz, eu tava pensando de você assim, mas agora pela convivência eu chego à conclusão de que não era bem como eu pensei à primeira vista, né? Então eu tô te conhecendo melhor, realmente ser uma boa pessoa, aquela coisa toda, né? E para além disso tem amizade que dá afinidade mesmo, além, né? a gente ter essa simpatia, essa convivência é amizade. Amizade é aquela questão lá do, né, de Minas Gerais que vai colocar para nós aqueles belíssimos musicistas, né, artistas. Amigo, é coisa para se guardar debaixo de sete chaves dentro do coração. Assim falava a canção. Então é isso, né? Amigo é aquele que acompanha, é aquele que está junto, é aquele que estende as mãos, é aquele que suporta, né? é aquele que apoia essa coisa toda. Então, amizade é um prêmio maravilhoso que a gente precisa aprender a cultivar e isso faz com que a gente tenha essa afinidade. Então, confiança é igual credibilidade que vai envolver, não é, conhecimento, experiência e ética, mas afinidade que tem a ver, não é, com essa simpatia, com essa convivência e com essa amizade dividida por aqueles riscos. Ó, eu posso ter tudo isso, eu acredito em você, né? Eu tenho até afinidade contigo, meu amigo, mas você me coloca num numa roubada constante, então não vou confiar. Então a gente tem que tomar cuidado. Os riscos são aquela possibilidade de engodo, de engano, né, de queda e tudo mais. Então a gente precisa estar vigilante. Isso é confiança, que é fé também. Mas a fé no espiritismo vai além. Ela implica numa esperança. A esperança é quando eu acredito, não é, em algo melhor que virá. Mas eu acredito em algo melhor do que virar. É porque de
ue é fé também. Mas a fé no espiritismo vai além. Ela implica numa esperança. A esperança é quando eu acredito, não é, em algo melhor que virá. Mas eu acredito em algo melhor do que virar. É porque de certa maneira eu tô fazendo para que isso venha. Eu também não sou aquele esperançoso de cruzar os braços e ficar como mero espectador da realidade, não é? Eu sou aquele que impulsiono, o que faço, o que ajo. Então, eu sou agente de mudança. Isso é fundamental para essa esperança. Então, a esperança do verbo esperançar. E aí a gente vai ver outra questão fundamental para a fé, além de crença, de confiança, de esperança. No espiritismo, isso está na belíssima obra que é o Evangelho Segundo o Espiritismo, né? Essa edição bonita aqui que eu tô mostrando da Federação Espírita Brasileira, vai dizer que a fé é a certeza. Então, no espiritismo, a fé é certeza. A certeza do quê? de se chegar ou de se conseguir, de se atingir aquilo que se busca, aquilo em que se acredita. Então, a fé é a certeza, ela não é dúvida. Por isso que no espiritismo, aí trazendo a temática, né, Eno, no espiritismo a fé raciocinada, né? O que que é a fé raciocinada? Ela tem um contraponto, tem aquilo que a gente poderia dizer que é uma antítese da fé raciocinada, que a gente chama de fé cega. A fé cega, ela leva ao fanatismo. A pessoa, ela não consegue entender, compreender, por isso que ela é fanática. ela acaba seguindo sem ter uma compreensão, sem ter um entendimento. E isso é extremamente perigoso, porque pode levar a ações nefastas sem que a pessoa tenha consciência do que ela está fazendo, porque ela não raciocina. Ela pode às vezes até pensar, mas não concatena logicamente as suas ideias. E no espiritismo, a fé raciocinada, ela nos leva que é um legado de Allan Kardec, viu? O Kardec, que foi o codificador da doutrina, materializou o espiritismo entre nós e ainda não é nos deixou esse legado da fé raciocinada, que é no sentido da gente, sim acreditar, da gente, não é ter confiança, sim, da gente ter esperança,
rina, materializou o espiritismo entre nós e ainda não é nos deixou esse legado da fé raciocinada, que é no sentido da gente, sim acreditar, da gente, não é ter confiança, sim, da gente ter esperança, mas sobretudo ter a certeza. Por isso que Kardec coloca fé inabalável, só o é a que pode encarar face a face a razão em todas as épocas da humanidade. Capítulo 19 do Evangelho. Segundo o Espiritismo, a fé transporta montanhas. Então é muito importante a gente ter essa certeza de alcançar aquilo que se espera. A fé raciocinada então nos leva à lucidez, nos leva ao discernimento. E aí, sobre discernimento e lucidez, meu amigo? A gente tem muito o que falar. >> Muito bom. Que maravilha. Eh, Campete, tem uma um uma colocação de Eastos, né, que tá no livro do dos médiuns, eh, que ele diz assim: "É preferível, eh, rejeitar, né, repelir 10 verdades a aceitar uma mentira? Eh, qual é a aplicabilidade eh dessa colocação deos no campo da mediunidade e na análise dos conteúdos que nos são fornecidos dentro do movimento espírita? Ó, extremamente relevante, né, essa expressão de Erasto que Kardec traz no livro dos médiuns, porque é exatamente o ponto da gente poder analisar, avaliar, da gente poder ponderar. E é isso que a fé raciocinada nos leva a fazer. Porque o discernimento é quando o querido, a gente consegue distinguir o certo do errado, o verdadeiro do falso. Então, a gente precisa, entendendo que o espiritismo é a revelação da verdade e também da caridade, que é o amor e ação, que o espírito revelador que coordena todo esse trabalho da codificação é o espírito de verdade ou da verdade ou a própria verdade, que é o próprio Cristo, conforme a gente vai percebendo com uma play de espírito, uma coisa maravilhosa, a gente aprende com Emanuador que a verdade é a essência espiritual da vida. Essência é o que é o principal, não é o que é aparente, ilusório. E a essência espiritual. espiritual é o que é profundo no sentido de permanente, não é aquilo que é passageiro transitório. E a vida que é valor, que é
é o principal, não é o que é aparente, ilusório. E a essência espiritual. espiritual é o que é profundo no sentido de permanente, não é aquilo que é passageiro transitório. E a vida que é valor, que é imortalidade, que é doação e amor, que é o legado que Deus nos concedeu. Porque quando ele nos cria, ele nos dá a vida e ele ainda nos concede o dom da imortalidade, porque jamais morreremos. Então, o que que nós precisamos ter? Prudência. A, o discernimento nos leva à prudência, que é uma atenção, uma atenção cautelosa que leva a vigilância. A vigilância é um olhar atento. Nós temos em Marcos, no capítulo 13, versículo 33, no sermão profético, olhai, vigiai e orai, porque não sabeis quando virá o tempo. Esse olhar é uma percepção da realidade, do que está acontecendo. A panorâmica, uma uma visão, né, geral do que está ao meu redor. Será que eu tô percebendo o meio ambiente, as circunstâncias, né, as relações, enfim, a sociedade, a atualidade, enfim, tudo que está acontecendo. Se olhar é fundamental. Eu ter a vigilância, essa prudência, atenção, foco, é eu saber atentar discernindo o que é falso, do que é verdadeiro, o que é ilusório, do que é realmente permanente. Então, a prudência leva uma atenção, leva a vigilância para que eu esteja com a consciência e desperta. A fé raciocinada me dá lucidez porque desperta a consciência. Então, por isso que é preferível rejeitar uma quantidade de de verdades, não é assim, nesse sentido, do que aceitar uma falsidade. E aí o quesito é 10, não é 100, né, que Herasto fala. Às vezes se fala em 99, né, é preferível recusar 99, não. São 9 ou 10 ali. Essa esse princípio de 10, né, que tá lá no item salvo o menor juízo. Sei se é o 120 ou 320, tem que ver lá do livro dos médicos. Você deve ter aí a fonte, né, querido? Mas é muito bacana, porque a gente vai ver exatamente, né, esse ponto de eu ter a lucidez de não deixar que haja a contaminação da inverdade, da ilusão, da fake news. Porque Jesus, ele dizia: "Em verdade, em verdade vos digo, olha que interessante,
mente, né, esse ponto de eu ter a lucidez de não deixar que haja a contaminação da inverdade, da ilusão, da fake news. Porque Jesus, ele dizia: "Em verdade, em verdade vos digo, olha que interessante, ele já combatia fake news desde a época dele, né? essas meias verdades e e essas contrainformações, como a gente vê hoje, a grande guerra que existe não é propriamente uma guerra física, embora o mundo esteja em guerra e é impressionante em todos os continentes, lamentavelmente em pleno século XX, mas existe uma guerra que é essa guerra da informação, a guerra da ilusão. Nós estamos numa sociedade categorizada pelo sociólogo e e também filósofo polonêsmundo de Balma como uma sociedade que é tudo passa, tudo é transitório e tudo passa rápido, é célere. Então, transitoriedade e celeridade são duas características da sociedade pós-moderna em que a gente vive atualmente. É preciso fazer essa leitura e ele faz a crítica que com base nisso a gente deixa de ter o valor essencial, que é a verdade que o espiritismo nos traz, né? Essa verdade que realmente a gente precisa alimentar com confiança, com a fé raciocinada que traz lucidez, que desperta a consciência. pra gente poder estar acordado. Então, se a gente traz em verdades, aceitas falsidades ou, por exemplo, na ética da conveniência, ah, não, olha, isso aqui a gente adapta, não, a gente traz paraa casa espírita ali um, né, um um movimento ou aceita uma coisa para poder ser agradável à pessoa. Pera aí, a fidelidade, a fidedignidade está acima de tudo. Por isso que a gente tem que cuidar direitinho. E aí, Erasto, é firme para dizer, no sentido assim da nossa segurança, segurança doutrinária, da pureza doutrinária, de nós não deixarmos o ob aquilo ali e tal, coisas que não tm a ver com espiritismo, que não são princípios fundamentais, são, não são práticas espíritas. Muitas coisas, estão surgindo e desaparecendo nessa celeridade, nessa transitoriedade, inclusive no meio espírita, supostamente o movimento. E a gente precisa estar de
são, não são práticas espíritas. Muitas coisas, estão surgindo e desaparecendo nessa celeridade, nessa transitoriedade, inclusive no meio espírita, supostamente o movimento. E a gente precisa estar de olhos abertos. Muita coisa vai surgindo, muito obaoba, muito, muito personalismo, muito estrelismo, muita coisa assim. Ah, tô cheio de fãs, tô cheio de seguidores. Nós todos devemos seguir a Jesus, meus amigos. Esse é o nosso mestre, nosso senhor. E a gente vai se deixando enganar, iludir. São cegos conduzindo cegos. É isso que Zeraço tá falando. Vamos ser fiéis, fidedignos, como o Bezerra nos recomendou, não é? Como Jesus nos recomendou para seguir essa verdade. E a verdade é essa essência espiritual da vida. Eu sou fiel ao Cristo no meu testemunho, na certeza do que eu tô fazendo, nunca para enganar, nunca para prejudicar, mas sempre para fazer o melhor ao outro. É isso que é a verdade, acima de tudo, a verdade que tem a ver com o bem, como o Platão nos traz, a ética platônica, não é? Do que é verdadeiro, do que é bem, não é? Do que é bom, do que é belo, no sentido da construção harmoniosa que nos leva ao equilíbrio, que o tema de de hoje nos convoca. Porque se a gente fica com a falsidade, o engoda, que mera um engano, a gente vai cair na desilusão, vai cair na depressão, na desistência. provavelmente vamos perder o bonde, vamos perder aí tudo que está acontecendo. Então a gente precisa ter atenção, prudência, vigilância. É nesse sentido que Erasto nos recomenda no nosso entendimento, querido. >> Muito bom, que maravilha. Eh, então nós queremos só reforçar com os nossos irmãos, eh, que embora, né, já tenhamos concluído as inscrições do nosso congresso, né, já se esgotou, todos estão convidados a estarem conosco, eh, participando daquela confraternização ali no espaço cerrado, né, onde nós teremos assim telões de LED, eh, transmitindo as palestras ali naquele aquele momento, teremos os estantes de alimentação que são característicos do nosso encontro e teremos artistas, né,
né, onde nós teremos assim telões de LED, eh, transmitindo as palestras ali naquele aquele momento, teremos os estantes de alimentação que são característicos do nosso encontro e teremos artistas, né, ali nos nossos palcos interativos. Então vai ser um momento assim de muita confraternização, vai ser muito bom mesmo. E pelo que o nosso companheiro ah, e esse esse espaço é entrada livre, né? Todos estão convidados para essa confraternização. Pelo que o Geraldo Campete, né, ele ele coloca para nós aqui, já dá pr pra gente ter uma ideia de como é que é um congresso com a temática central Jesus e Kardec para os tempos atuais, porque o Campete tocou em algumas questões importantes da atualidade, personalismos e algumas outras ilusões, estrelismos que nós estamos vendo aí, né? Muito bom, Campete. Muito bom mesmo. Olha só. Eh, mas assim, tudo bem, eu tô aqui no plano material, né? Mas quando eu desencarno, foi-se todo o personalismo, eh, a vaidade, o ego. Eu volto para o plano espiritual, eu me torno uma pessoa purificada. Como é que funciona isso, Campete? Porque João, aí eu quero que você comente, eh, tem uma epístola de João, capítulo 4, versículo 1, que ele diz assim: "Caríssimos, não acrediteis em todos os espíritos, mas primeiro observai se eles são de Deus, porque muitos serão os falsos profetas que se levantarão no mundo, né?" É bom receber uma carta consoladora, uma notícia do plano espiritual e às vezes nós não raciocinamos. O que que você nos diz? >> Então, a como é importante nós estarmos despertos, né, da leitura do livro eh Voltei, a gente tem uma interpretação que o irmão Jacó Frederico Figne, que esteve vice-presidente da FEB, só para dizer que está vice-presidente, presidente, tudo, né, diretor, né, ele não faz diferença. [risadas] O que faz diferença é o trabalho no bem que a gente tá empreendendo. Eh, isso que vai ser propriedade espiritual, né, e tal. E aí ele traz para nós que 2/3 da humanidade vive num estado de sonolência espiritual, 2/3 textos da humanidade. E isso a época
tá empreendendo. Eh, isso que vai ser propriedade espiritual, né, e tal. E aí ele traz para nós que 2/3 da humanidade vive num estado de sonolência espiritual, 2/3 textos da humanidade. E isso a época de encarnados, quando o livro foi, né, psicografado, veio a publicação na década de 40, finalzinho, tínhamos dois eh bilhões de encarnados. Hoje nós somos quase 9 bilhões, não é só de encarnados. fora os três, quatro tantos de desencarnados. Então, 2/3 dessa população vinculada à Terra aí, praticamente em estado de sonolência, de dormência espiritual. E André Luiz vem trazer para nós no livro Libertação e também no Ação e reação, assim do que a gente interpreta na explicação de alguns ministros, que 3/4 da humanidade se encontram em perturbação espiritual. Então, se a gente for verificar esse cálculo, dá mais ou menos de 75%, né? Os números são sempre relativos, mas para dizer o seguinte, nós temos muito trabalho pela frente, então a gente anda deixando se iludir. Bezerra de e Viana de Carvalho pela psicografia do Divaldo tem uma mensagem muito boa chamado campeonato de insensatez. E a gente vai percebendo tantas coisas que estão acontecendo na atualidade. E mesmo a gente com certo conhecimento, se não tiver atento, desperto, a gente se deixa embarcar, se iludir. Quantos movimentos às vezes paralelos, iniciativas próprias, sistemas particulares, né, ideações que a gente tem, eh, porque eu quero implementar uma coisa e a gente sai na crítica, sai na polêmica, sai no combate. A gente tá vendo muito isso. É um oba obi, né? O God, nosso presidente da FB, fala dos vagalumes, né? Você acende aqui a colar e depois vai apagando e tal. Então, o cuidado que a gente precisa ter, né? Eh, para essa atenção, porque quando a gente acha que vai, né, vai desencarnar, nós vamos desencarnar no estado que a gente foi daqui para lá. Emanu diz que a gente vive ainda durante, né, algum tempo na no psiquismo do reflexo psíquico do que a gente criou, que não necessariamente é uma realidade. A gente pode estar com um
oi daqui para lá. Emanu diz que a gente vive ainda durante, né, algum tempo na no psiquismo do reflexo psíquico do que a gente criou, que não necessariamente é uma realidade. A gente pode estar com um ambiente engodado, enganado, fantasiado que a gente criou e a gente permanece daquele jeito, né? Eh, de acordo com a crença que a gente tem ou com que a gente fez. Muito cuidado com isso. Então, a desencarnação não é um passe de mágica para o céu. O céu e o inferno são estados interiores, psíquicos, conscienciais, não é? Emocionais, que a gente vai levar onde a gente for, onde nós estivermos. Então, é bom que a gente já vai despertando desde agora, acordando, né? Porque a desencarnação é só uma amostra da realidade e a gente precisa se preparar desde agora. E é muito importante, eu queria aqui então dizer o seguinte, todo dia a gente pode se preparar pra nossa passagem, pro nosso retorno a verdadeira vida. A existência ela é transitória, ela é passageira, tem um começo, meio fim, mas a vida imortal ela é imortal, ela nunca vai acabar. Teve um começo, um dia, mas não vai acabar porque nós somos espíritos imortais. Esse essa pergunta do do Rei de Amor Fraternal aqui, Heno querido, sobre a questão do luto, né? grandes perdas. Como é que a fé pode nos sustentar sem negar a dor, mas ajudando a ressignificar a experiência? Gente, o luto deve ser realmente vivido, vivenciado. Nós precisamos passar pelo luto. E o tempo do luto é o tempo de cada um. Não tem um tempo assim, ah, vamos passar uma semana, um mês, um ano. Depende de cada pessoa, de cada família, do entendimento, da compreensão, do sentimento, como cada um vive inicia isso. Meu papaizinho desencarnou no dia 19 de julho de 2019, vai fazer agora, né, 7 anos. Até hoje eu sinto saudade dele, mas é uma saudade saudável. Então, a fé nos leva ao entendimento, à compreensão. E a gente tem aqui uma querida irmã que está nos acompanhando, que é a Rosana lá de de Caçapava, do interior de São Paulo. Ela tem grupo aí que atende a questão das mães enlutadas.
nto, à compreensão. E a gente tem aqui uma querida irmã que está nos acompanhando, que é a Rosana lá de de Caçapava, do interior de São Paulo. Ela tem grupo aí que atende a questão das mães enlutadas. É um trabalho muito bonito hoje em dia, né? A gente tá tendo cada vez mais essa assistência. É importante entender que aquela dor é um processamento da evolução. Às vezes a falta, né, ausência, a saudade é uma demonstração de amor que a gente tem. A fé, como nos ensina Leão Deni no livro Problema do seu destino da dor, quando fala da fé como uma potência dinâmica e fala da dor como uma potência dinâmica, aliás, é potência da vida, é potência da alma. E ele fala da revelação da dor, o que a dor nos revela. E ele vai dizer: "Qual é a doutrina que mais poderia atender as nossas necessidades, senão aquela que nos consola quando a gente está aflito? Aquela que quando de uma perda é como se nos acolhe, nos abraçando para que a gente se sinta consolado. E aquela que esclarece a nossa dúvida, porque aí a fé, o contrário da fé é a dúvida. Eu até recomendo um filme para vocês, se chama Dúvida, que está na Netflix. É bem interessante, né? Quanto se planta dúvida. Às vezes a maledicência, às vezes o engano, a atuação das trevas espiritualmente, a influenciação negativa vem pela dúvida. Não é aquela dúvida no sentido de eu buscar as respostas para esclarecimento, mas é aquela dúvida de eu não acreditar e eu deixar de confiar, sabe assim? E aí eu vou perdendo a esperança, eu vou perdendo a base. O espiritismo é uma doutrina de fé, de confiança, sim, mas é de fé raciocinada porque traz a certeza. Viviane, Rosana, Deusilene, né, Adilson, Márcia, é nesse sentido, a confiança com a certeza, porque eu não tenho dúvida, porque eu nem vou dizer, eu acredito, eu sei. Mas não é eu sei no sentido da arrogância, sabe, Eno? Mas é no sentido da convicção. Por isso que a gente tem que entender Kardec e Jesus são inseparáveis, assim como o Espiritismo do Evangelho do Cristo. Aqueles que tendem a separar,
ogância, sabe, Eno? Mas é no sentido da convicção. Por isso que a gente tem que entender Kardec e Jesus são inseparáveis, assim como o Espiritismo do Evangelho do Cristo. Aqueles que tendem a separar, como eu vi uma explicação recentemente aí nesses oba da internet, que agora não tá ensinando mais o espiritismo porque só coloca evangelho. Olha essa estupidez deionda, né? ignorante, com todo respeito, pelo amor de Deus, nós precisamos abrir a cabeça. Se você separar o espiritismo do evangelho, meu amigo, você mata o espiritismo. Então, tenhamos o bom senso. A fé raciocinada. Ninguém tá falando de igrejismo aqui. O espiritismo é religião, senhores, perguntou Kardec lá em dezembro de 1868, já encerrando a revista espírita na administração dele, que ele desencarna em 31 de março de 69. Aí ele vai dizer que não é religião no sentido de paramento, de sacerdócio, dearquia, de dogmas, mas é religião no sentido do sentimento, da fraternidade, da confraternização, da solidariedade, do amor ao próximo, da reunião, da religação da criatura com o criador, do filho com o pai. Então, nós temos que abrir esta mente para não ficar aí seguindo alguns encaltos, imprudentes e inconsequentes e irresponsáveis, porque nós temos responsabilidade sobre o que a gente tá falando, escrevendo, divulgando e fazendo. Aqueles que são encutos, alguns deles sabem o que estão fazendo, são agentes das trevas, não se declaram, mas são agentes da tre. Outros não sabem. Então, meus amigos, vamos cultivar o que Kardec nos ensinou. Chama-se bom senso. Bom senso. O bom senso de Kardec, Eno tá precisando ser reencarnado na atualidade para que a gente possa ter equilíbrio. E aí o equilíbrio é o amor que a gente abraça todos indistintamente, mas que a gente não pode se deixar iludir, porque a fé é raciocinada e ela nos leva ao entendimento da verdade. >> Muito bom. Eh, Campete, nós temos aqui acompanhando também a nossa presidente da Federação Espírita do Estado de Goiás, a nossa companheira Márcia Ramos, né, que é uma trabalhadora incansável do
e. >> Muito bom. Eh, Campete, nós temos aqui acompanhando também a nossa presidente da Federação Espírita do Estado de Goiás, a nossa companheira Márcia Ramos, né, que é uma trabalhadora incansável do nosso movimento, uma das grandes responsáveis pelo sucesso do nosso congresso na coordenação. Então nós deixamos aqui o nosso abraço paraa nossa irmã, para nossa companheira Márcia Rizo e também parabenizando cada coordenador de comissão do nosso congresso pelo esforço, né, pelo desprendimento e nós estamos colhendo aí bons resultados nesse processo de propagação, divulgação da mensagem espírita. Eh, Campete, nós me falaram aqui, olha, é só uma pílula, né, com o campete. Mas, rapaz, te ouvindo não dá vontade de pegar só uma pílula. Dá vontade de tomar a caixa de remédio toda, né? >> Mas [risadas] nós estaremos juntos aí no no nosso 42º congresso, meus irmãos. Geraldo Campete conosco. Vamos lá, vamos acompanhar seja online ou através da nossa companhia presencial lá no espaço cerrado. Sejam muito bem-vindos. Campete, se não for pedir demais, eh, porque aqui tem aquele negócio, as suas palavras finais, né? Nós queremos agradecer pelo apoio de todos, pela realização dessa live, mas nas suas palavras finais, eu queria só que você deixasse uma mensagem. mais diretiva paraas pessoas que estão passando pelo luto, pela depressão, por alguma dificuldade. Lembrando capítulo 19 do Evangelho Segundo Espiritismo que você citou lá no item 12, quando o espírito eh protetor, ele fala assim que a fé é divina e humana e que se todos os homens estivessem persuadidos da força que traz em si, e se usasse essa força a serviço da vontade, seriam capazes de fazer prodígios, milagres, mas que nada mais é do que o desenvolvimento das faculdades. humanas. Que força é essa? Deixa isso como como mensagem final para nós. >> Essa é a força que todos podemos alimentar porque ela vem de dentro. Somos seres herdeiros de Deus, que trazemos as potências anímicas, as virtudes latentes que precisam ser desenvolvidas com a nossa a vontade.
orça que todos podemos alimentar porque ela vem de dentro. Somos seres herdeiros de Deus, que trazemos as potências anímicas, as virtudes latentes que precisam ser desenvolvidas com a nossa a vontade. Então, é preciso ter vontade, disposição, interesse. É preciso, para além disso, ter perseverança, que é a constância da vontade, quando a gente alimenta o propósito de ser vitorioso, de prosseguir, não obstante as dificuldades. Hoje é um dia, amanhã será outro dia ou amanhã será melhor, com certeza. Não desista, não desanime, porque muitas vezes a tempestade que está caindo hoje, depois ela passa e vem abundança. E a gente precisa então se alimentar da fé para além desta vontade que é a disposição, que é um capital importantíssimo, que é a principal, digamos assim, potência da alma, além da perseverança, que é a base da vitória, como nos ensina Emanu em boa no livro eh Fonte Viva, a gente precisa ter fé. A fé, essa fé, confiança, crença, eh, esperança, certeza. A fé é humana porque eu creio em mim, no meu potencial e eu sei que eu posso fazer, eu posso me desenvolver, eu sou capaz. Mas a fé também ela é divina, porque eu não estou sozinho, eu tenho a família, tenho parentes, tenho amigos, tenho espiritualidade, tem os benfeitores, tem Jesus, tem Cristo, né? Tem Deus que é o meu pai e eu sou um ser filho de Deus. Deus não quer a nossa dor, nem o nosso sofrimento. Deus quer o nosso bem. Então a gente não pede sacrifício, né? Mas a gente quer misericórdia. A misericórdia de Deus que nos abençoa hoje e sempre. E também aí a gente precisa ter com todo esforço a paciência, que é a arte de saber esperar, a ciência da paz, porque eu posso ter vontade, eu posso perseverar, eu posso ter fé, mas se ainda eu tô percebendo que não conseguir chegar lá no objetivo pretendido, que eu possa manter a paciência, porque a resposta de Deus no tempo certo, na medida certa, de acordo com a minha necessidade, o meu merecimento, E acima de tudo, essa misericórdia do Pai, ela vai surgir. E aí eu vou poder
paciência, porque a resposta de Deus no tempo certo, na medida certa, de acordo com a minha necessidade, o meu merecimento, E acima de tudo, essa misericórdia do Pai, ela vai surgir. E aí eu vou poder dizer: "Muito obrigado, Senhor. Eu me sinto abençoado e eu me mantive fiel, fidedigno. E aqui estou. Faça-se em mim a vossa vontade. Que Deus Jesus, os amigos espirituais nos abençoe hoje e sempre. Muito obrigado. Que Jesus continue sempre te iluminando, né, para trazer esse verbo esclarecedor e consolador para todos nós. Gratidão mesmo da Federação Espírita do Estado de Goiás e da coordenação também do nosso congresso, na pessoa da nossa estimada Márcia Ramos, né? Agradecemos a o Toninho que tá conosco aqui na transmissão, a Gisele Freitas e a todos os nossos companheiros que nos acompanham. Muito obrigado. E vamos divulgar essa live. Ela vai ficar aqui no YouTube da Federação Espírita, né? Porque muitos precisam dessas palavras sublimes e transcendentes que o nosso companheiro Campete trouxe nessa noite de hoje. Muito obrigado, Geraldo Campete. Valeu. Fiquem todos com Deus. Até a próxima.