42º Congresso Espírita - Palestra com Geraldo Campetti

FEEGO 22/04/2026 (há 2 semanas) 47:47 1,348 visualizações

Palestra de Geraldo Campetti com o tema “ Ética espírita em tempos de crise", ministrada no 42º Congresso Espírita de Goiás. Assista à palestra completa e acompanhe este momento de reflexão apresentado no Congresso Espírita de Goiás. Inscreva-se no canal, compartilhe este conteúdo e acompanhe as demais palestras do congresso. Para mais informações sobre a FEEGO acesse o site: https://www.feego.org.br Instagram: https://www.instagram.com/feego_oficial/ Facebook: https://pt-br.facebook.com/feego.oficial/

Transcrição

Dando continuidade então na nossa sequência doutrinária, receberemos com o tema A ética espírita em tempos de crise, o nosso irmão Geraldo Campete. Geraldo Campete Sobrinho está vice-presidente da Federação Espírita Brasileira na área de divulgação doutrinária, autor, editor, palestrante e apresentador de programas na FEB TV. é professor, bibliotecário, mestre em ciência da informação e servidor público federal. Contigo, Geraldo. >> Muito obrigado. Boa tarde a todos. Boa tarde, gente. >> Boa tarde. >> Muito obrigado pela espontaneidade. Que gostoso a gente ver o pessoal ali em cima também, mesanino, não é isso? Vamos combinar uma coisa. Toda vez que vocês gostarem de algo que aqui foi falado, vocês podem espontaneamente aplaudir. Bom, vamos fazer um teste. Sócrates. Todo mundo já ouviu falar em Sócrates, não é? Aquele filósofo famoso, viveu em torno de 500 anos antes de Cristo. Ele certa vez foi procurado por um discípulo. O discípulo chegou assim um tanto quanto apavorado, aflito, ansioso, querendo dizer algo para Sócrates. E aí então disse: "Mestre, mestre, eu tenho algo para lhe dizer." E antes que ele falasse qualquer coisa, Sócrates, naquela paciência socrática, olhou para ele e disse assim: "Mas o que você tem para me dizer é verdadeiro?" Aí ele, mestre, eu não sei se é verdade, mas ouvi dizer. E aí o Sócrates falou: "Então me diz o seguinte: o que você tem para me contar é uma coisa boa?" Aí ele falou: "Mestre, com certeza não é uma coisa boa. E o que você tem para me dizer? É útil, mestre? Eu não sei se é útil ou não, então, por favor, não me diga nada." O jovem discípulo se virou e seguiu caminhando. Rezam as lendas que ele anda caminhando até hoje por aí, refletindo sobre esta questão. E a gente poderia trazer para nós, será que o que a gente fala, o que a gente pensa, o que a gente sente, o que a gente vibra e como a gente age, reflete a verdade, a bondade, a utilidade? Já paramos para refletir sobre isso? O que é verdade? Quando Pilatos pergunta a Jesus

nte pensa, o que a gente sente, o que a gente vibra e como a gente age, reflete a verdade, a bondade, a utilidade? Já paramos para refletir sobre isso? O que é verdade? Quando Pilatos pergunta a Jesus verdade, Jesus responde com o silêncio, sem dizer nenhuma palavra, porque muito provavelmente Pilatos não estava preparado para saber o que era efetivamente a verdade. Emanuel, o guia espiritual de Chico Xavier, explica o que é a verdade. No livro Consolador está disponível na livraria aqui, vai dizer para nós, Emanu na psicografia do Cândido Chico Xavier, que a verdade é a essência espiritual da vida. E eu pergunto aqui para nós, cá entre nós, alguém já por um acaso recebeu uma mensagem pelo WhatsApp e chegou a reproduzir essa mensagem sem ter feito uma leitura mais assim detida? Alguém já fez isso, por favor? Se alguém nunca fez, vem aqui à frente agora. Hoje nós estamos vivendo tempos desafiadores. Talvez se vivêsemos um pouco atrás, há um século, a dois, poderíamos dizer a mesma coisa. Mas os tempos hoje são chegados, como a gente vê no capítulo 18 de A Gênese, os sinais dos tempos, os tempos são chegados, a nova geração e tanta coisa acontecendo aqui na Terra. nesse momento que nós estamos vivendo, que tem um sociólogo e também filósofo polonês que se chama, eu esqueci o nome dele, o primeiro é Zigmund e o segundo é Bodman. Como é que é o nome dele mesmo? Vocês não sabem? Zigmund Balmon. e ele escreveu em torno de uns 60 livros, 40 destes traduzidos para o português. E ele diz que nós estamos vivendo uma sociedade que alguns outros estudiosos caracterizam como sociedade pós-moderna, que é caracterizada por duas duas características fundamentais. A primeira é que tudo passa no mundo de hoje, tudo passa. tudo é transitório e que tudo passa rapidamente, além de ser transitório, é célere. Então, nós estamos vivendo uma sociedade pós-moderna, caracterizada pela transitoriedade e pela celeridade. E esse filósofo faz uma análise em torno de como está o nosso comportamento hoje,

é célere. Então, nós estamos vivendo uma sociedade pós-moderna, caracterizada pela transitoriedade e pela celeridade. E esse filósofo faz uma análise em torno de como está o nosso comportamento hoje, como é que a gente tem pensado, refletido, vivenciado, como temos agido ou reagido diante das circunstâncias que a gente enfrenta no nosso cotidiano. Não seria demais a gente dizer que nós vivemos tempos de crise. E o que significa isso? Eu queria fazer um exercício com vocês. Fechem os olhos, por favor, todo mundo. Todo mundo que quiser, tá bom? Quem não quiser também pode fechar os olhos. Fechemos os olhos e imaginemos a seguinte situação. Eu estou em Goiânia, na capital desse estado belíssimo Goiás, na cidade que é a capital conhecida como a mais arborizada de todo o país, nosso Brasil querido. E eu estou vivendo o século XX neste dia que é o dia 15, 15 de fevereiro de 2026. Eu estou bem aqui sentado agora. Estou acompanhando pela internet este momento. Como é que eu me sinto? Como é que eu me vejo diante da transitoriedade de que tudo passa e que tudo passa rapidamente? Como é que eu me sinto? Eu me sinto desafiado porque os momentos são extremamente difíceis, delicados. Será que eu sinto medo? Será que eu me sinto desencorajado? Será que eu me sinto desanimado? O que é a crise, afinal de contas? Quem quiser abrir os olhos, por favor, não é o momento do desprendimento ainda, tá bom? Então, quem é que se sente com um certo temor neste momento tão desafiador que a gente está vivendo? Olha só o que seria a crise. Geralmente a gente pensa em crise como algo assustador, algo que causa medo, como o Alberto estava aqui nos ensinando. Algo que de repente nos leva a um estado de desespero, de aflição. A crise parece algo apavorante, desesperador, aflitivo. A crise é algo que não é nada bom. Vocês concordam comigo? Vocês estão tomando nota aí, por favor? Pessoal tá anotando direitinho esse momento de crise que a gente fala é um momento crítico, né, Deusilene? Como é que a gente vai viver? Como é que eu

m comigo? Vocês estão tomando nota aí, por favor? Pessoal tá anotando direitinho esse momento de crise que a gente fala é um momento crítico, né, Deusilene? Como é que a gente vai viver? Como é que eu estou? Para mim é um desespero, para mim é um medo. Eu vou fugir, eu não vou enfrentar, eu vou desanimar, eu vou, quem sabe desistir. A crise, essa turbulência, é esse momento de agonia. E a gente pensa, não sai nada bom disso. Parece que Deus esqueceu de nós. Jesus abandonou a embarcação terrestre. Ismael, nosso guia espiritual aqui do Brasil, também nos deixou de lado e a gente vive sofrendo. Mas o que é a crise exatamente? Fazendo uma reflexão sobre a crise, a gente foi chegando a algumas conclusões. Olha que interessante, crise lembra conhecimento. Alguém já enfrentou o momento crítico na sua vida? Alguém tá passando por um momento de crise agora? O silêncio responde, porque a crise nos traz conhecimento. A crise é uma forma da gente, principalmente se autoconhecer, de buscar a nós mesmos, porque ela vai nos trazer uma oportunidade de visitar a nossa consciência segundo o Espiritismo. A questão 621 de O livro dos espíritos, como aprendemos com Godinho ontem, o nosso presidente da FEB. O livro é dos espíritos, não dos espíritas, a revelação da espiritualidade maior. Esse livro de perguntas e respostas com 1019 perguntas, nós temos na pergunta 621, onde é que está escrita a lei de Deus? na consciência. Então, a crise é um momento de visitar a nossa consciência, de fazermos uma viagem para dentro de nós mesmos e ali descobrirmos as leis de Deus. Essas leis de Deus estão dentro de nós, porque nós somos seres criados por Deus, somos deuses, temos este DNA divino para que a gente possa então empreender a nossa própria construção. Segundo Leão Deni no livro Problema do Se destino da dor, somos os artífices do nosso próprio destino. Então, somos nós quem cocriamos com Deus a nossa caminhada, a nossa trajetória. Essa construção, ela se dá muito no momento de crítica, porque a

no da dor, somos os artífices do nosso próprio destino. Então, somos nós quem cocriamos com Deus a nossa caminhada, a nossa trajetória. Essa construção, ela se dá muito no momento de crítica, porque a gente se avalia, a gente se pergunta, a gente se busca. É o momento do autoconhecimento, momento do autoenfrentamento e é o momento de ver se nós estamos efetivamente preparados para seguir em frente. É fácil? É fácil. >> Mas é possível? Então, nós estamos aqui nesse desafio maravilhoso. A crise também nos leva a um processo de resiliência. O que que é resiliência? É uma palavra tão bonita, né? Acho tão linda. Mas o que é resiliência? Quem é do interior aqui? Algumas pessoas. Só 13% do público é vem do interior. No interior a gente tinha o bambu. Bambu, a vara do bambu, bambu verde. Ele enverga. Quando você joga para lá, joga para cá, né? O professor Severino Celestino vai chegando assim e aí de repente ele vai para lá, vai para cá e ele volta à mesma posição. Isso é resiliência. capacidade, não é, de se retornar após um movimento, um choque, como por exemplo, quando você pega e abraça um travesseiro, amassa todo o travesseiro, você solta, se o travesseiro tiver alguma qualidade, né, naturalmente ele vai voltar à posição anterior, senão fica todo amassadinho ali. Essa capacidade de retornar à posição anterior chama-se resiliência. E aí a gente tem Víctor Fran trazendo para o conceito do ser humano a resiliência como sendo a nossa capacidade de adaptação, pela flexibilidade então de reagir às mudanças que nos chegam pelas circunstâncias que a gente enfrenta. Isso é resiliência. E o que nos enseja a resiliência é a crise. A crise, quando você tá enfrentando a crise, não tem como fugir. A gente precisa então aprender a ser resiliência. resiliente a nos moldarmos, a nos adaptarmos, porque nos leva a renovação. O que que significa boa nova? O evangelho de, eu vou perguntar de novo, vocês respondem se quiser. A boa nova significa o evangelho de >> Isso. Evangelho de Jesus. Isso é a boa nova. É

va a renovação. O que que significa boa nova? O evangelho de, eu vou perguntar de novo, vocês respondem se quiser. A boa nova significa o evangelho de >> Isso. Evangelho de Jesus. Isso é a boa nova. É o evangelho rede vivo. É a capacidade que a gente tem de ler a mensagem e a mensagem fazer algo em nós. Essa renovação é indispensável. Como é importante a gente se renovar, a gente se transformar, a gente se melhorar. Esse é o efeito da mensagem de Jesus na nossa vida. também nos leva a crise a refletir. Olha, se eu não tivesse passado por problema algum, eu não teria caminhado. Como estou enfrentando uma situação difícil, tive que pensar em algo que eu jamais imaginaria. A minha vida estava ganha, tava tudo certo, tudo fácil, mas de repente atravessei um problema, a ausência de um ente querido que me ajudava muito. Eu tenho que refletir sobre como vai ser minha postura doavante. E aí o enfrentamento é grande. A crise nos leva a essa reflexão, a esse pensamento íntimo e transformador e vai nos revelar a nossa condição, o nosso estado íntimo. Isso aqui é a crise, mostrar-nos tais quais somos. Como está no primeiro capítulo do livro A Gênese, o último livro do Pentateuco cardeciano, quando fala do caráter da revelação espírita. Revelar do latim revelar é tirar o véu, é desvendar. É como se abríssemos uma cortina e ali nós víssemos através de uma porta, de uma janela. Exatamente o que tem. A crise nos leva a mostrar quem nós somos, a nos revelar a condição em que a gente se encontra e como nós precisamos trabalhar a própria superação. E a gente vê crise também lembra introspecção. É nós viajarmos para dentro de nós, o nosso sentimento, o nosso coração. Evangelho é coração. E quando a gente faz essa viagem para dentro de nós mesmos numa introspecção, a gente tem a oportunidade de nos inovarmos, porque evangelho é boa nova. Boa nova significa aquilo que traz a boa notícia, a boa mensagem, a inovação. A inovação que transforma, que modifica, que melhora. A crise nos leva a isso.

nos inovarmos, porque evangelho é boa nova. Boa nova significa aquilo que traz a boa notícia, a boa mensagem, a inovação. A inovação que transforma, que modifica, que melhora. A crise nos leva a isso. Emanuel diz que a enfermidade jamais erra de endereço. Toda vez que a gente enfrenta um problema de saúde, é porque alguma coisa nós precisamos aprender. Toda vez que a gente enfrenta uma prova na nossa vida, é porque alguma lição a gente precisa também aprender, porque toda prova carrega uma lição. E é a lição que vai nos fazer crescer. A crise vai nos trazer isso e mais a oportunidade de nós podermos exercitar o silêncio. Quando a gente tá em crise, a gente poderia esbravejar, poderia gritar, poderia falar alto, poderia às vezes até usar umas palavrinhas no aumentativo, não é? Tem uma pessoa muito querida, muito amada, que quando está assim alguma situação começa a escrever. um desabafo, depois apaga tudo. Já aconteceu com vocês? Manda uma mensagem pelo WhatsApp, né? Depois escreve tudo aquilo, desabafando, depois apaga tudo. Só que a gente já leu uma coisa ou outra e tudo e faz parte. E aí você entra na vibe da pessoa e desabafa também naquele momento, né? Mas a gente só tem que tomar cuidado para que isso não extrapole, para que não vá além, que isso fique entre aqueles que estão diretamente envolvidos, porque vai fazer bem no desabafo, mas não para ofender, para magoar, para chegar um terceiro ou quarto, por exemplo, que pode ser afetado e ser prejudicado ou às vezes entrar numa sintonia. Eu tava caminhando outro dia com uma pessoa muito querida. Tava caminhando e a pessoa outra vinha de bicicleta. A gente estava na via dos pedestres. Ao lado tinha a via que era dos ciclistas, mas ele estava vindo na via dos pedestres. E aí então eu, como sou muito delicado, espírita evangelizado, fiz assim para ele, ó. Ele tava caminhando, eu fiz assim, ele olhou um cara forte, eu falei, espero que ele não pare, né, porque senão vai est a confusão. Imagina eu, atlético como sou

a evangelizado, fiz assim para ele, ó. Ele tava caminhando, eu fiz assim, ele olhou um cara forte, eu falei, espero que ele não pare, né, porque senão vai est a confusão. Imagina eu, atlético como sou e ele então e não ia ficar legal. E aí estava com uma pessoa muito querida ao lado assim, amigo mesmo do coração. E de repente ele falou: "Opa, você tá na, né, na via errada aqui, tal, tal". A pessoa passou assim por nós, parou a bicicleta um pouco à frente, desceu da bicicleta e falou: "Eu sou do bem, eu sou aquela pessoa que gosta de conversar". E aí a pessoa ali falou uma palavrinha que não era muito feliz. Ele já entrou na sintonia, começou a esbravejar, virou uma confusão. Eu falei: "Pelo amor de Deus, vamos sair daqui porque senão vai ficar meio russo." Por que meio russo? Que preconceito assim, vai ficar meio brasileiro mesmo, né? Quantas coisas a gente faz e de repente entrou numa sintonia. Se houvesse o silêncio, não teria tido esse problema. Deixa ele passar, tá errado, não é? Mas a gente foi querer dar uma de moral. A moralista, o moralista você vai e quer ensinar o outro. Olha, você está errado. É importante fazer isso. É depender da circunstância. Nem sempre cabe a fala. Se o outro não está preparado para receber ainda, é melhor a gente se calar. Então, cuidado. A crise vem para nos bater ali, para nos levar a uma experiência de sabedoria. Ser sábio não é falar. Muitas vezes você saber falar e ser inteligente, mas principalmente o sábio é aquele que sabe escutar. Por isso, Ruben Alves sempre dizia que antes de fazer um curso de oratória, é importante a gente fazer um curso de escutatória. Eu adoro a espontaneidade. E vamos seguindo com esta lição maravilhosa que a crise nos traz. Você vai viver, você vai experienciar, não tem como fugir, não tem como correr, não é? Enfrentou, né, Mai? Uma dor, vai ter que superar de alguma maneira. dói. Vamos usar os recursos necessários, mas a experiência está ali para nos trazer a lição. Experiência difícil, experiência

não é? Enfrentou, né, Mai? Uma dor, vai ter que superar de alguma maneira. dói. Vamos usar os recursos necessários, mas a experiência está ali para nos trazer a lição. Experiência difícil, experiência às vezes ali árdua, uma caminhada, mas a gente jamais pode perder a Jamais devemos perder a >> esperança. >> Diz o ditado popular que a esperança é a última que >> morre. >> Poucos de nós lembramos que a esperança também é a primeira que renasce. Na verdade, a esperança nunca morre, porque ela sempre está viva. E a esperança do verbo esperançar vai dizer exatamente aquilo que a gente precisa fazer. A crise nos traz esperança, porque sempre após a tempestade vem aça. Após a guerra vem a após o ódio venhou. Após o mal venou. Nossa, eu tô adorando a participação de vocês. Se dependesse disso, ó, muito obrigado mesmo, de coração. Aprendemos o que é crise? Modificou alguma coisa na vida de vocês? Sim, isso é verdade. É bondade ou é utilidade? Vai fazer algum efeito na vida nossa? Esse conceito de crise, alguém já tinha aqui antes, por favor, seja honesto. Muito bem. Então, uma construção que nós fizemos juntos aqui. Veja que coisa importante. A crise, então, não é uma coisa ruim, negativa, que nos leva ao pessimismo, a derrota, nos leva a querer abandonar tudo. Não. A crise é uma grande oportunidade que a gente tem de melhoria, de evolução. E existe o capítulo 17 de O Evangelho Segundo o Espiritismo, em que Kardec nos traz um conceito absolutamente tocante do verdadeiro espírita, quando vai falar do sede perfeitos como perfeito é vosso pai celestial. Saudade do Veimar, hein? E aí a gente tem a expressão de Kardec no item três, o homem de bem. A gente não pode ficar falando quem é o homem de bem, porque o homem de bem não se diz assim: "Eu sou um homem de bem". Já viram? Nem o verdadeiro espírita, né? Eu sou o verdadeiro espírita. Isso não é falado assim, isso é vivido, isso é experienciado. Mas Kardec coloca no item 3 do capítulo 17, vai dizer que o homem de bem, o verdadeiro homem de bem, é aquele que

u o verdadeiro espírita. Isso não é falado assim, isso é vivido, isso é experienciado. Mas Kardec coloca no item 3 do capítulo 17, vai dizer que o homem de bem, o verdadeiro homem de bem, é aquele que pratica integralmente a lei de justiça, de amor e de caridade. Simplesmente as três revelações. Aí ele vai elencar 19 características do homem de bem e ao final ele vai dizer que ainda não estão elencadas todas as características. Olha, quando chega ali no final, Márcia, a gente já tá deprimido, que é impressionante, né? Quão distante a gente está ainda de ser o homem de bem. Quando disseram para Jesus, né, se referindo a ele como bom, bom mestre, ele bom, só o pai o é. Imagina se Jesus. Mas Kardec é tão sábio, pedagógico, andragógico. Ele nos toca em todos os nossos níveis espirituais para nos dizer como um mestre, como um educador por excelência, vai trazer o conceito do verdadeiro espírita que todos nós sabemos e a gente vai dizer agora. por favor. >> Muito obrigado pelos aplausos. Mas é para dizer qual é o conceito do verdadeiro espírito. Reconhece-se parece um pentecostes, né? Aquela linguagem dos, não é, da, como é que é o nome? Godinho da mediunidade poliglota, né? Né, Maíse? Aquela mediunidade que você fala vários idiomas, né? Aí o indivíduo ali não entende nada. Mas esses daqui, olha. Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua >> transformação moral pelos esforços que emprega em domar suas más inclinações. Eu fico pensando assim nesse conceito. Outro dia, faz pouco tempo, a questão de uns 3 anos, eu descobri efetivamente o significado, que eu fui pensar, olha, Kardec é tão genial que ele coloca ali as características do homem de bem para dizer que a gente tá muito longe ainda, mas nós podemos ser verdadeiros espíritas, porque o verdadeiro espírita ele é reconhecido, reconhece-se. Não sai apresentando por aí. O verdadeiro espírita, ele não é um indivíduo midiático que se mostra nas redes sociais, nessa contemporaneidade em que há tanta transitoriedade, celeridade, tudo passa, tudo acaba e de

ntando por aí. O verdadeiro espírita, ele não é um indivíduo midiático que se mostra nas redes sociais, nessa contemporaneidade em que há tanta transitoriedade, celeridade, tudo passa, tudo acaba e de repente uma embarca e cai nessa. Qual é o conteúdo essencialmente? O verdadeiro espírito ele não se anuncia, ele é reconhecido. Eu me lembro de algum tempo em que as pessoas chegavam assim na gente, isso aconteceu comigo algumas vezes. E olha, espírito imperfeito, como eu sou. E aí então dizia lá assim: "Você é espírita?" "Sou espírita". Eu falava: "Nem precisava dizer". Sabe por quê? Porque eu reconheci. Vai dizer porque o campete é perfeito. Não, porque reconheci o esforço que a gente estava fazendo para ser melhor a cada dia. Hoje o que que acontece, meus amigos, meus irmãos? vai dizer, Campete, você não é espírita, não. Até tu, brutos, a necessidade de sermos autênticos, verdadeiros, coerentes, teoria com prática, estudo com vivência, oração com ação. Não basta saber conhecer, é preciso viver a mensagem transformadora. É por isso que a gente traz aqui na sequência o conceito de ética, porque o nosso tema aqui deste momento é aí depois vão perguntar lá. Olha, o congresso foi maravilhoso. Tem uma palestra de um indivíduo lá meio emitida besta, rapaz, mas falou tanta coisa. Que que ele falou mesmo? Nem lembrava de nada. Qual é o tema da palestra mesmo? Daquele bate-papo? A ética espírita em tempos de crise. A gente viu que a crise é mais fácil ver a crise que parece tá mais perto de nós. E a ética, como é que está? Então, ética, olha que beleza, ética significa experiência. Nós podemos falar moral como a conjunto, não é, do bom proceder, das regras, da doutrina, daqueles compêndios que nós temos. Por isso a gente fala, o moralista, ele sabe discernir o certo do errado, o bem do mal. Isso é importantíssimo. Conhecer a ciência para conhecimento, paraa consciência. Excelente. Mas tem que se transformar. Não pode ficar só na teoria, porque senão eu não tenho a vivência. Eu não

o mal. Isso é importantíssimo. Conhecer a ciência para conhecimento, paraa consciência. Excelente. Mas tem que se transformar. Não pode ficar só na teoria, porque senão eu não tenho a vivência. Eu não sou ético. Ser ético é aplicar a moral no dia a dia. Por isso que tem a ver com probidade, com honestidade, com justiça. Ser ético é aquele indivíduo que vai trabalhar cotidianamente a sua elevação. E aí o conceito reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral. Transformação moral é elevação, porque não tá falando para transformar simplesmente por transformar, mas é para melhorar, é para trazer um significado que seja útil, proveitoso paraa nossa evolução, né? O senhor tá gostando, amigo? Você tá gostando? Enquanto você não levantar a mão, não vou parar de falar. Você tá gostando? Não tá? Ah, agora sim. Por favor, o rapaz do fundão lá ainda não levantou a mão. Ah, por favor, agora sim. Então, elevação, elevação é fundamental porque é o nosso trabalho. Nós estamos aqui na Terra para quê? Para progredir, para evoluir. E a gente só evolui se nós formos éticos. Somente se nós formos éticos. Se a gente não for ético, nós não evoluímos. Então a gente vê como essas experiências vão nos enriquecendo. E aí a gente tem, evidentemente, o trabalho como impulsionador. A gente evolui trabalhando, a gente se desenvolve pelo crescimento do trabalho no dia a dia, não é? Alguns gostam de trabalhar, outros gostam de se divertir, não é, Tato, você tá aqui, querido. Que maravilha. A gente pode trabalhar se divertindo e a gente pode se divertir trabalhando também, porque o trabalho não deve ser um peso, mas o trabalho deve ser algo que a gente se sente prazeroso, se sente bem. No espiritismo, a gente tem uma dupla oportunidade que profissionalmente a gente diz assim: "É feliz aquela pessoa que faz o que gosta. Quem é que faz o que gosta aqui profissionalmente? Por favor, permaneça como está. Você tá andando aí, não tá gostando que tá fazendo não, rapaz. Ó, que beleza. Permaneça como está. Ele tá andando. Ele

uem é que faz o que gosta aqui profissionalmente? Por favor, permaneça como está. Você tá andando aí, não tá gostando que tá fazendo não, rapaz. Ó, que beleza. Permaneça como está. Ele tá andando. Ele continua andando. Ótimo. Mas a gente tem uma coisa no espiritismo que vai dizer para nós ainda o seguinte: a oportunidade da gente fazer, da gente gostar do que faz e fazer o que gosta, né, Deusilene? Olha que coisa linda. Eu estou ali, né, diante de algo que me dá assim satisfação. Eu tenho interesse, eu gosto do que eu faço e eu faço o que gosto. No espiritismo a gente trabalha voluntariamente. Nós temos aqui quantos? 300 voluntários, Márcia, não é? 300 voluntários. pergunta para eles quanto é que eles estão ganhando por trabalhar no congresso. Eu tava falando com o nosso anjo, né, Nani? Anjo, a Nani é minha pequena amada. Ela disse assim: "Pequena no sentido carioso de dizer, não é?" Aí o nosso anjo, que eu não vou dizer o nome por uma questão de descrição, né, Eduardo, ele falou: "Pode contar conosco o que for, o que for necessário". E aí tá falando no estacionamento aqui embaixo, que discretamente a gente não vai dizer também que custa R$ 40 por dia, não é? Aí o pessoal paga do bolso, fale pagam, mas a gente faz com satisfação porque não nos pesa, né, Márcia? A contribuição. A gente na casa espírita é aquele que faz a tarde de tortas ou tortas doces salgadas ou que faz o almoço, né? que compra os ingredientes, prepara o prato todo, leva pra casa espírita, compra o que vai comer e compra o que sobra. Esse é o espírita. Isso é trabalho, isso é sertico, porque nós fazemos com amor, nós fazemos com prazer, com a satisfação de servir, porque somos todos servidores. E por isso a gente trabalha essa transformação, transformação tão necessária na modificação de um mundo melhor que começa com a transformação de nós mesmos na nossa intimidade, na nossa consciência, no nosso sentimento, na nossa ação, na nossa palavra. que seja sempre aquela voltada para o bem. Isso é serético. E veja que coisa, lembram-se

de nós mesmos na nossa intimidade, na nossa consciência, no nosso sentimento, na nossa ação, na nossa palavra. que seja sempre aquela voltada para o bem. Isso é serético. E veja que coisa, lembram-se do conceito de crise, introspecção e inovação. A ética também nos leva a esse processo. Por isso que para sermos ético, provavelmente nós enfrentaremos uma crise, no mínimo uma, para não dizer muitas, porque é preciso buscar essa intimidade dentro de nós, fazermos essa viagem para nós mesmos e dizer como o poeta, filósofo, musicista num trabalho tão lindo, tão maravilhoso. Vanderle, que ele vai dizer aonde Deus possa me ouvir, não é? Que ele vai falar tantas coisas bonitas. Sabe o que eu quero, meu amor? Viajar pro interior do meu interior. Sabe o que eu mais quero agora, meu amor? Viajar pro interior [canto] do meu interior. Bonito, né? ética, conhecimento, consciência, ciência do conhecimento que leva à consciência, a consciência que nos aponta o caminho a seguir. Por isso, sertico é ter a capacidade de, para além discernir o certo do errado, o bem do mal ou o bom do mal, né, o bem do mal, a gente consegue efetivamente fazer esse processo de conscientização. A consciência é como se fosse o evangelho como o roteiro de nossas vidas, como o Godinho nos ensina ontem ou nos ensinou ontem. Evangelho como roteiro, a consciência tranquila como consolo. Não é assim? Olha, o esquecimento do mal como estratégia e a prece como fortaleza. nosso godinho querido. Como ele é um homem de bem, depois ele puxa a minha orelha e a gente vai vendo como é importante tomar o conceito de ética como alteridade. Ah, alteridade o outro existe. Eu preciso reconhecer a existência do outro na minha vida. Como é importante, Emmanuel fala no livro Estudo de Vida. Só pelo fato de eu estar diante do outro, eu tenho o dever de agradecer a ele pela bondade de fazer parte da minha vida. Quando a gente reconhecer esse valor, nós vamos ver como é importante amar, agradecer, cultivar os verdadeiros laços de fraternidade, de

r de agradecer a ele pela bondade de fazer parte da minha vida. Quando a gente reconhecer esse valor, nós vamos ver como é importante amar, agradecer, cultivar os verdadeiros laços de fraternidade, de solidariedade, porque nós veremos em todos aqueles com quem convivemos os nossos irmãos de caminhada, que merecem então o nosso carinho, o nosso respeito, respeito aos seus direitos, que assim como nós temos os nossos, nós também precisamos empregar a justiça, respeitando os seus direitos. assertividade, essa compreensão que para além do outro existir, reconhecer que ele tem direitos e que eu preciso respeitar. Por isso, ética é o conceito platônico na filosofia socrática do amor. Quando nós somos éticos, nós buscamos a verdade. E quando a gente busca a verdade, que é atemporal, não é transitória, muito menos célere. A verdade é desde sempre. E por isso que a verdade é absoluta, porque ela vem de Deus. O que é relativa é a nossa capacidade de compreender a verdade. Por isso, a sua manifestação, a sua revelação se dá gradativamente. Portanto, verdade absoluta, capacidade de entendimento da verdade relativa e revelação da verdade gradativa. Ô, eu gostei disso, hein? Vocês tomaram nota? E quando a gente compreender a verdade assim, tudo vai ficar mais fácil, não é? Nós estaremos amando efetivamente aqueles que conosco o caminham. A verdade, como está registrado por João 8:32 nas palavras do Cristo, conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Quais são os substantivos desta oração? Se eu fosse o Cristo, eu diria: "Ó raça abençoada". Como eu não sou, não tenho autoridade nenhuma, nem idade, viu Godinho? Ainda, embora já seja sexi Genário, não é? Cheguei aos 60 anos com esse corpítio de 60 anos, não é? É uma maravilha. Então, a gente vai entender. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Olha os substantivos. conhecimento, verdade, libertação. E aí nós temos uma frase que ela vai fazer a gente refletir. Olha só que interessante. Vamos ler em conjunto assim espontaneamente,

libertará. Olha os substantivos. conhecimento, verdade, libertação. E aí nós temos uma frase que ela vai fazer a gente refletir. Olha só que interessante. Vamos ler em conjunto assim espontaneamente, combinando que quem quiser ler, leia. Quem não quiser ler, leia também. Ok? Então vamos lá. Nem todo o que me diz: "Senhor, Senhorá dos céus, mas aquele que faz a vontade amém. Assim seja. Tiel, tiel, >> tiel. Cadê o esperantista aí? Tielesto. Ah, assim seja, né, professor? Professor ia falar em hebraico aqui no original aramaico. Uma coisa linda. Então, tio, assim seja. Patronia que estas emel. Então, Pai nosso que estáais nos céus, tão bonito o esperanto significa aquele que espera, esperança, oportunidade, né, do mundo novo que vem aí pra gente ir trabalhando. E aqui esta frase, gente, a ética vai dizer isso para nós. Não basta pronunciar o nome do Senhor, é preciso dar o testemunho. Mas aí ele disse próprio, tomando da escritura antiga, sacrifício não quero. Misericórdia, sim. Então Deus, como nosso pai não quer que a gente sofra. Jesus como nosso amigo, irmão, mestre, senhor, ele que é o guia para ser seguido, o guia de toda a humanidade, ele que é o nosso modelo para ser imitado, que nos serve de referência, a gente vai entender que é necessário testemunhar a mensagem como ele testemunhou. Antes de Jesus ensinar as principais virtudes que dão base a todo o seu evangelho como ensino moral para que nós possamos ser éticos. E a ética espírita está toda fundamentada no evangelho de Jesus. Não tem como separar Jesus de Kardec, no nosso entendimento, Kardecus. Não tem como separar o evangelho do Espiritismo e no nosso entendimento, o espiritismo do evangelho, porque estão conectados na sua essência, na sua origem e na sua pureza primitiva. Exatamente. O espiritismo é o evangelho rediv vivo. Por isso, Cristo é o nosso exemplo e ele dá o testemunho da humildade como a virtude principal na sua estada entre nós, na simbologia do seu nascimento, numa manjedoura entre os animais.

o rediv vivo. Por isso, Cristo é o nosso exemplo e ele dá o testemunho da humildade como a virtude principal na sua estada entre nós, na simbologia do seu nascimento, numa manjedoura entre os animais. Ele que poderia ter tudo como criador da terra, a 4 bilhões 500 milhões com Deus, nosso pai, que poderia dispor de tudo. Ele escolhe não ter nada, porque ele já em essência já representava o ser, o que nós precisamos efetivamente conquistar. Antes de ensinar a caridade com o verbo, ele testemunhou o amor ao semelhante e nos disse exatamente isso, que nós seríamos reconhecidos como seus discípulos se amássemos-nos uns aos outros. Então, o amor a Deus sobre todas as coisas, de todo o nosso coração, de toda o nosso entendimento, de toda a nossa alma, esse amor ao próximo como a nós mesmos, representa a ética espírita que nós precisamos exercitar no nosso dia a dia. Por isso, para além da teoria, a prática. Para além do conhecimento, a experiência, para além do estudo, a vivência. Por isso, nós seremos autênticos, honestos, sinceros quando testemunharmos. E o ensino vem segundo o plano. Por isso, a importância da gente conhecer e viver, da gente viver e conhecer. E finalmente temos aqui paraa nossa reflexão esta mensagem tão linda que vai nos trazer Chico Xavier pelo seu mentor espiritual, Emanuel, no livro Palavras de Emanuel, no capítulo 23, edição da FEB. Olha que coisa linda. Toda a crise, toda a crise é fonte sublime de espírito renovador para os que sabem ter esperança. Os aplausos para Emanuel, para Chico, para esta obra maravilhosa. E eu queria também deixar nesse sentido as palavras que são chaves aqui, crise, renovação e esperança. Crise, renovação e esperança. E tomemos como oportunidade de renovação a obra do querido Chico Xavier. Um minuto com Chico apenas. Nesse momento de transitoriedade, celeridade, aqui num minuto você vai ter contato do Chico. É apenas um minuto que pode salvar uma vida e essa vida pode ser a sua. Esta obra linda, maravilhosa, está disponível aí na livraria.

iedade, celeridade, aqui num minuto você vai ter contato do Chico. É apenas um minuto que pode salvar uma vida e essa vida pode ser a sua. Esta obra linda, maravilhosa, está disponível aí na livraria. Homenageando Divaldo Pereira Franco, nosso querido irmão que nos, né, retornou à pátria espiritual agora. a pouco. Nós temos Anotações espíritas, que é uma obra de espíritos diversos, psicografia do Divaldo. A gente fez algumas anotações compilando informações, inclusive aquela história dos três crios ou das três peneiras que aqui se encontram também neste livro. O nosso Godinho vai trazer amanhã a reflexão na palestra final sobre o futuro do movimento espírita. Aqui tá o evangelho do futuro, ó. Godinho Bezerra de Menezes, Marx, um romance de época linda, maravilhoso. O evangelho de Jesus é a nossa segurança para que possamos ter um futuro feliz, não é? E por isso tá aqui o rumo certo junto com o roteiro. E esse eu não preciso nem falar que é o Espiritismo de A. todos os livros ali com uma centena de títulos, centenas de títulos para quem tiver interesse, porque daqui a pouco tem a intervalo e tem o momento da gente conversar com vocês na livraria junto com outros autores, editores, participantes. Então, tenhamos a certeza, toda a crise é sublime espírito renovador para os que sabem ter esperança. Esperancemos do verbo esperançar, porque com certeza o futuro será melhor, porque ele começa ainda hoje, agora mesmo, com cada um de nós. Muito obrigado de coração. Queria agradecer o Geraldo Campete, né, que muito nos enabeceu com a sua palestra. trazendo temas atuais e vinculando ao tema nosso que é Jesus e e Kardec nos tempos atuais.

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