4 anos da Área de Arte | CFN-FEB

FEBtv Brasil 27/09/2025 (há 8 meses) 1:38:25 564 visualizações

Você está convidado para celebrar conosco os 4 anos da Área de Arte CFN-FEB! No dia 26 de setembro, às 19h30, não perca a nossa live especial pela FEBLives, onde exploraremos o tema "Arte à Luz do Espiritismo". Será um momento incrível para refletir sobre a força transformadora da arte e sua conexão com os princípios espíritas. Destaques da Live: - Arte à Luz do Espiritismo: uma jornada de reflexão e inspiração - Lançamentos: "O Espiritismo na Arte" - Editora FEB; Campanha Permanente de I...

Transcrição

No cosmos profundo do eu, além do universo sem fim. Estrelas distantes são sóis em couro cantando assim. No espaço a beleza de Deus, os mundos dançando a paz, pintando e moldando o bem no palco que a gente faz. A vida é obra celeste nas notas e rimas do tempo. Em cada retorno à terra, o se ilumina no berço o belo e o bom. Em tudo exprime presença divina. de arte sublime. No cosmos profundo do eu, além do universo sem fim. Estrelas distantes sóis em ouro cantando assim no espaço a beleza de Deus os mundos dançando a paz pintando e mordando bem no poo que a gente faz. A vida é obra celeste. Nas notas e ímas do tempo. Encarga retorno à terra. O ser se ilumina no berço. O belo e o bom. O belo e o bom. >> Em tudo exprime. >> Em tudo exprime. >> Presença divina. Presença divina >> de arte sublime, >> de arte sublime. >> Seja você este artista que se melhora enquanto se busca. Seja você que servo que doua, paz e consolo na arte que cura o belo e o bom. Em tudo exprime presença divina de arte sublime. >> De arte sublime. >> O belo e o bom. >> O belo e o bom. >> Em tudo exprime. >> Em tudo exprime. >> Presença divina. Precisa divina te a descubrir o belo e o bom e tudo exprime presença divina de arte sublime, >> de arte sublime. >> O belo e o bom. >> O belo e o bom. Tudo exprime. >> Em tudo exprime. >> Presença divina. >> Presença divina suplim o belo e o bom. Em tudo exprime presença divina de arte sublime. >> De arte sublime. >> O belo e o bom. >> O belo e o bom. >> Em tudo exprime. >> Em tudo exprime. >> Presença divina. >> Presença divina. Maravilha. Nós estamos aqui iniciando a live com muita alegria no coração, agradecendo a participação de todos vocês, né, nesse momento tão especial. Nós gostaríamos de desejar uma ótima noite aos amigos, às amigas que estão nos dando a honra de participar conosco. É uma alegria estarmos juntos nessa noite tão especial, uma noite de muita emoção e reflexão sobre a arte, a luz do espiritismo. Boa noite também à comunidade, a comunidade surda que está

par conosco. É uma alegria estarmos juntos nessa noite tão especial, uma noite de muita emoção e reflexão sobre a arte, a luz do espiritismo. Boa noite também à comunidade, a comunidade surda que está nos acompanhando com o apoio da intérprete de Libras, a Nairia. Nosso carinhoso abraço, Naira. ter oportun está dando essa oportunidade para essa comunidade também participar conosco, né? Então, hoje a nossa live, nós estamos celebrando 4 anos da área de arte do CFN da Federação Espírita Brasileira, né? As federativas estaduais e o movimento de unificação espírita brasileiro tem gradualmente abraçado e consolidado o trabalho da arte em suas estruturas administrativas. Isso tem possibilitado a formação de equipes e o engajamento em atividades integradas, unificadas e participativas, unindo esforços para alcançar os objetivos da arte espírita. Como nós vimos no vídeo, né, a gente tá percorrendo o Brasil, mostrando os corações, a equipe de amigos e trabalhadores e essa canção linda que o Maurício Keller nos ofereceu, Arte Sublime, e fizemos essa viagem para mostrar que todo o trabalho ele começa exatamente nesse esforço de ombro a ombro, de lado a lado, no esforço de equipe, não é mesmo, Simone? Boa noite, querida. Boa noite, pessoal. Boa noite, querido Marco, Naira e todos vocês que já estão aqui conectados conosco. Eu não poderia deixar de falar, Marco, como eu fico feliz em ver os nossos representantes estaduais aqui nesse vídeo, saber de cada etapa que foi construída nesses 4 anos, essa equipe maravilhosa que tá junto com a gente. Então, o coração fica em festa. Eu tô super animada, não sei vocês, mas eu estou super animada para essa noite, onde nós teremos muitas coisas legais, convidados interessantíssimos, eh assim que aqueceram os nossos corações ao aceitarem os o nosso convite. Teremos lançamento, tem muita coisa boa para poder acontecer, mas o melhor de tudo é poder contar com você que já está aí conectado conosco. Então comente, fale de onde, qual o seu estado, de qual o seu centro

ançamento, tem muita coisa boa para poder acontecer, mas o melhor de tudo é poder contar com você que já está aí conectado conosco. Então comente, fale de onde, qual o seu estado, de qual o seu centro espírita e vai ter um momento específico aqui na nossa live, onde nós vamos contar com as suas perguntas. Então participe conosco e já se sintam abraçados, muito abraçados, não é não, Marta? Com certeza, Simone. E falando em convidado, né, a gente gostaria de chamar a nossa primeira participação muito especial. Nós o chamamos de Mano porque ele é um grande parceiro, um amigo de primeira hora, um amigo de muitos anos, eh assim super talentoso também na área da arte, sensível, uma pessoa muito especial para nossa área, para todos nós, que é o geral Geraldo Campete Sobrinho, né? Atualmente ele está como vice-presidente da FEB na área de divulgação doutrinária, autor, editor, palestrante e apresentador dos programas, de vários programas da FEB TV. Então, a gente assim tem uma honra, mano, tê-lo aqui conosco nessa celebração e saber que você eh é parceiro de primeira hora e quando nós conversamos há um tempo atrás da necessidade da gente resgatar a obra O Espiritismo na Arte para colocá-lo também eh como um livro no catálogo da fé, você de primeira primeiro momento, vamos batalhar em cima disso. E hoje a gente tá concretizando esse lançamento do livro, né, esse livro maravilhoso do Leão Deni. Tá completando 103 anos, né, da sua publicação. E a FEB esse ano nos deu de presente, né, a todos os artistas, a todos os trabalhadores da arte, a oportunidade de ter esse livro no catálogo da FEB, desse autor sem comentários, né, de tão importante que é para o nosso movimento espírita. Mano, é com você. Fique à vontade aí para falar da sua saudação. Um abraço muito, muito carinhoso no seu coração. >> Abraço, querido mano Marco Lima, a querida amiga irmã Simone Nunes, a Naira com esse trabalho lindo aí, né, da língua Libras para que todos possam ter acesso. É um momento muito feliz. Eu

coração. >> Abraço, querido mano Marco Lima, a querida amiga irmã Simone Nunes, a Naira com esse trabalho lindo aí, né, da língua Libras para que todos possam ter acesso. É um momento muito feliz. Eu estou aqui radiante, jubiloso, porque após, né, décadas de trabalho do pessoal da arte no Brasil inteiro, conseguiu-se a oficialização desta área, a criação oficial da área da arte, eh, aprovada pelo Conselho Federativo Nacional da FEB, e a gente ter oportunidade de eh, conhecer um pouco desse trabalho que integra a Casa espírita, a arte que permeia todas as atividades da instituição espírita, dando um valor com leveza, com muito amor, com beleza, sensibilidade e diria com a profundidade que toca o coração para que a gente se estimule ao processo de transformação. Então, parabéns a todos os envolvidos. O vídeo de abertura nos emociona porque a gente vê o Brasil inteiro reunido num esforço coletivo e a arte é esta beleza que a gente vê. O pessoal sempre disposto, sempre animado, sempre alegre nas diversas representações artísticas, não é? Através da música, do teatro, da literatura, do cinema, não é assim? eh de tantas outras expressões que a gente vê da poesia e a gente vê o pessoal fazendo um trabalho lindo, realmente conjugado aí o esforço coletivo e o resultado está cada vez mais assim nos entusiasmando pra gente poder seguir em frente. E a nossa tarefinha aqui é fazer a notícia, trazer essa notícia bastante auspiciosa do lançamento desse livro que é o Espiritismo na Arte, a obra de Leona, irmã Líia Freitas Carvalho, trabalhadora da Federação Espírita Brasileira e que neste ano de 2025, então a FEB publicou ou colocando à disposição de todos os interessados, tanto a obra impressa, como a gente vê aqui, que está disponível no site da própria editora, a nossa produção divulgou aí www.febeditora.com.br. br também o livro eletrônico, a o e-book pode ser adquirido. Todo o livro da FEB, ele também é apresentado, né, como eletrônico, o livro digital. Então, tá disponível também o livro eletrônico, o

.br. br também o livro eletrônico, a o e-book pode ser adquirido. Todo o livro da FEB, ele também é apresentado, né, como eletrônico, o livro digital. Então, tá disponível também o livro eletrônico, o ebook, assim como o livro impresso. Vocês podem ficar à vontade para adquirir, né, o exemplar de vocês e também dar de presente, porque é uma obra maravilhosa aí no www.febeditutora.com.br. br. O conteúdo é um conteúdo assim maravilhoso, porque a gente vê aqui na quarta capa do livro uma informação preciosa que vai nos assim estimular. E o convite convocação é desta maneira: desvende os mistérios da beleza eterna e da criação artística sob a luz do Espiritismo. Uma jornada fascinante que expandirá seus horizontes sobre a arte e a vida. Só nesse primeiro parágrafo, a gente já fica, opa, o que vem aí à frente, né? Vou querer conhecer, vou querer ler esta obra de Leão Deni nas informações que nos apresenta. Esta obra revela como o Espiritismo abre novas perspectivas ilimitadas para a arte, que Leonir vai estabelecer a comunicação, né, com diversos elementos da arte, eh, falando da poesia, falando da literatura, falando da música, não é? trazendo a arte como o elemento transformador da nossa própria vida, né? No sentido que a gente descobre a beleza, a gente percebe a presença de Deus na intimidade do nosso coração, estabelecendo uma comunicação entre o mundo visível e o mundo invisível. As indicações sobre a vida no além e a revelação das leis superiores de harmonia e beleza que governa o universo oferecem aos pensadores e artistas temas de inspiração inesgotáveis. E a gente vê a profundidade que Leão Deni traz ao mesmo tempo com a leveza. Por isso, Leon Deni, ele é um poeta, porque escreve de maneira bela, de maneira inspiradora e também é um filósofo, porque os seus escritos trazem uma mensagem profunda. Leão Deni explora então a natureza essencial da arte. Qual a natureza essencial da arte? Como a busca e a realização da beleza intrinsecamente ligada ao encontro com Deus. Olha que

mensagem profunda. Leão Deni explora então a natureza essencial da arte. Qual a natureza essencial da arte? Como a busca e a realização da beleza intrinsecamente ligada ao encontro com Deus. Olha que coisa linda. Por meio dessa busca da beleza, a gente consegue encontrar Deus. O próprio Leão Deni diz que encontrou Deus na natureza. esse contato, né, com os momentos belos da inspiração, eh, do próprio silêncio, do cantar dos pássaros, né, eh, do balançar das árvores com o vento agradável, as águas, né, que nos eh matam a sede, a beleza das estrelas do céu. Quer dizer, é tudo tão lindo na natureza que a própria natureza é a expressão da arte na criação divina. O espiritismo revela o papel crucial da inspiração transmitida do mundo invisível para a humanidade, influenciando artistas, escritores e inventores. Olha aí, né? Até a invenção Leonden nos traz nesse sentido, que é a expressão da arte. É graças a essa inspiração, conexão com o plano superior da vida que vem exatamente essas revelações através das invenções. A colaboração consciente do mundo dos espíritos é apresentada como a fonte para as grandes obras do futuro, oferecendo auxílio e luz. Tão bonito, gente, tão profundo, tão significativo, não é? Viver é elevar-se em busca da beleza eterna. E o espiritismo oferece os recursos espirituais necessários para essa regeneração da arte e do pensamento. Então, não tenhamos dúvida de que a arte colabora efetivamente para a regeneração do nosso planeta, a começar pela transformação íntima de cada um de nós nesse processo de autoencontro, de autodescobrimento. Então, queridas e queridos, eu deixo o convite para que todos possam ler esta obra O Espiritismo na Arte de Leão Deni, publicação agora da FEB editora, né? Vocês têm aí divulgado, a nossa produção traz o www.febeditora.com.br, seja o livro impresso, seja o ebook. Então, uma vez mais, os meus parabéns a este timaço da arte representada em todo o Brasil por amigos e irmãos queridos, né, Simone, que estão fazendo um

ra.com.br, seja o livro impresso, seja o ebook. Então, uma vez mais, os meus parabéns a este timaço da arte representada em todo o Brasil por amigos e irmãos queridos, né, Simone, que estão fazendo um trabalho lindo. A gente vê a Simone e já vê a expressão da arte nessa nossa amiga irmã, artista aí já sendo revelada, né, no seu sorriso lindo. Muito obrigado pelo convite. Uma honra estar aqui com vocês. Parabéns a todos e também só de ver os nossos amigos e irmãos nos bastidores aí já fiquei feliz, viu, que vocês têm um excelente programa. A gente vai aqui acompanhando e aprendendo com vocês, tá bom, querida? >> Muito obrigada, Geraldo querido, sempre um grande incentivador do trabalho da arte espírita. E, ó, eu tô com o meu exemplar aqui. >> Muito bem. E e para aquelas pessoas que ainda não conhecem a obra, né, não conhecem o livro, os nossos coordenadores regionais vão trazer aqui para nós um spoiler só para poder aguçar ainda um pouco mais a curiosidade em ler essa obra tão maravilhosa. Roda pra gente aí, Cléber. Essa palavra arte quase mágica significa raios que emanam de um campo supracósmico. Esse raio mantém em nós a luz, a força, a beleza, a bondade que emana da fonte. que forma o centro do campo fluídico divino. >> A arte é, portanto, um dos meios de sentir a grandeza de Deus. Devemos agradecer ao criador por nos permitir permanecer sempre em relação com ele. A arte é a busca, o estudo, a manifestação dessa beleza eterna da qual percebemos aqui na Terra apenas um reflexo. Para contemplá-la em todo o seu esplendor, em toda a sua força, é preciso subir de degrau em degrau até a fonte de onde ela emana. Mas essa é uma tarefa difícil para a maioria de nós. Pelo menos podemos conhecê-la pelo espetáculo que o universo oferece aos nossos sentidos e também pelas obras que ela inspira aos homens de gênio. >> O espiritismo vem abrir à arte novas perspectivas e horizontes sem limites. a comunicação que ele estabelece entre o mundo visível e o mundo invisível, as indicações fornecidas sobre as condições

. >> O espiritismo vem abrir à arte novas perspectivas e horizontes sem limites. a comunicação que ele estabelece entre o mundo visível e o mundo invisível, as indicações fornecidas sobre as condições da vida no além. A revelação que ele nos traz das leis superiores de harmonia e de beleza que governa o universo. Vem oferecer aos nossos pensadores, aos nossos artistas temas de inspiração inesgotáveis. Tá sem áudio, Marco. >> Desculpa, me empolguei. me emocionei, mas a gente vê a grandeza, né, dessa obra. E que coisa linda, né? Cada vez mais a gente se interagindo com esse patrimônio, né, espiritual que a arte nos traz nessa grandeza com a doutrina espírita, nessa união do espiritismo com arte e traz coisas assim realmente encantadoras. E o fundo musical dessa apresentação foi eh extraído de uma obra de Marcenê, que é um dos espíritos que eh escreve, né, nessa parceria do Esteta, Marcenê, Leon Denis, né, trazendo essa leveza, né, essa música muito bela, né, meditação de Thaís que está presente também para dar mais beleza ainda a esse vídeo. Tão lindos, Simone. Maravilha. E agora? >> E agora nós teremos mais uma convidada. >> Eita, >> né? E essa convidada, ela vai contar para nós um pouco sobre uma linguagem artística muito potente, de um alcance muito significativo, que é o cinema, né? Então, nessa parceria de área de arte com a FEB Cinema, nós vamos convidar Mayara Paz para estar aqui com a gente e contar um pouquinho das novidades que estão por vir, né, e trazer pra gente essas notícias. Agradecendo a nossa querida Mayara, que é uma também uma grande parceira, uma grande incentivadora do trabalho da arte e que está coordenando todo esse trabalho da FEB Cinema. Maara, boa noite, querida. bem-vinda. >> Boa noite, meus amigos. Que alegria estarmos aqui. Gente, quando o Marco me convidou e colocou lá 4 anos, eu reli, eu fiquei, não é possível, gente que passou tão ligeiro. Mas é assim, né? Quando tem muito trabalho, a gente nem percebe. Piscou o dedo. É isso mesmo, gente. Mas fico

dou e colocou lá 4 anos, eu reli, eu fiquei, não é possível, gente que passou tão ligeiro. Mas é assim, né? Quando tem muito trabalho, a gente nem percebe. Piscou o dedo. É isso mesmo, gente. Mas fico muito feliz por esses 4 anos de grandes realizações, né? De tanta união, de tanto trabalho musical. poético e eu sou apaixonada pela arte, todos sabem, não escondo. E acabei agora também no cinema, né, nessa nossa sétima arte. E muita alegria nesse entrosamento, nessa integração com a área de arte do CFN, né, e que a gente possa aí transformar em tantas produções, em tantos novos projetos e campanhas, andando sempre aí de mãos dadas e divulgando a nossa doutrina, né, eh, de uma forma tão bonita. né? Porque a arte ela contagia a todos, né, gente? O Campet estava aqui falando do relançamento, né? E eu lembro Leonir, a gente sempre traz Leon nas exposições, né? E ele sempre muito bem elucida, né? Que é o Espiritismo vem abrir paraa arte novas perspectivas, horizontes sem limites, né? Então, é muito eh gratificante a gente poder trabalhar de uma forma que é tão caridosa para o outro, mas para nós mesmos, né? Porque a arte promove isso, essa transformação em nós mesmos. Então, eh, falo mesmo abertamente que desde que a gente estava, estou como coordenadora de comunicação e há três anos, né, nessa parte de cinema, como a gente fica com uma a alma leve, né, é muito trabalho, é desafiador, mas como a arte nos contagia de uma forma tão eh sutil, forte, eh impactante, mas ao mesmo tempo tão leve, parece que é Fago no coração a todo instante, né? E no cinema também tem sido assim. A gente tem trabalhado eh nesses três anos com muitos projetos, né? Eh, alguns já no ar, né? Nós acompanhamos ali o o lançamento da FEB Cinema foi justamente no início do workshop de nosso lar dois, né? E ali começamos o pontapé, mas já vínhamos estruturando, né? já tínhamos esse anseio, esse desejo de, por meio do cinema, a gente realmente se estruturar de uma forma melhor para bem atender os produtores, distribuidores e poder aí eh

vínhamos estruturando, né? já tínhamos esse anseio, esse desejo de, por meio do cinema, a gente realmente se estruturar de uma forma melhor para bem atender os produtores, distribuidores e poder aí eh traçar essa ponte, né, pro público para que a gente possa alcançar públicos ainda mais variados, que a gente possa aí consolar corações e atingir mentes diversas, né? E a gente percebe isso dentro e fora dos centros, né? a gente percebe adesões, a gente percebe reflexões de pessoas que nunca nem tinham entrado no centro espírita, mas curiosas, foram assistir aquele filme dali, né, de alguma forma saíram contagiadas a estudar mais, a ouvir melhor aquela trilha sonora, né, a se aprofundar um pouco mais. Então, a sementinha foi plantada de alguma forma, né? E a arte tem esse poder, né, de nos trazer, né, o poder de nos trazer realmente nos conectar com o outro, né, nos conectar conosco. Então, a gente, eh, trabalhou o nosso lar dois, depois viemos com vários projetos, estamos com muitos projetos e quando a Simone já antecipa, Maara vem traz, eita, eita, que eu posso contar, o que que eu posso contar, o que que eu não posso contar. Ah, minha nossa. Aí já vou trazer alguns spoilers dentro do possível, porque alguns ainda estão em negociação, mas aqui trago, ó, gente, já vesti a camiseta, inclusive, não sei se a câmera vai pegar, né? Nosso lar três, vida eterna, baseado em obreiros da vida eterna. A gente acompanhou agora, recentemente, fomos ao Rio acompanhar as gravações, né? Trazemos Fábio Assunção e Carol Castro eh, nos papéis de protagonistas de uma história emocionante mesmo, né? Uma história que contagiará a todos, certamente alcançará a todos, haverá pertencimento, identificação com o público, porque é um roteiro, uma produção trabalhados com muito carinho, né? com muito afinco, com muito zelo com a doutrina e acreditamos que realmente será muito bem recebida em 2027, né, nós temos aí a perspectiva de lançamento. Então, estamos aqui vestindo a camisa com muita alegria, né, nesse trabalho eh

com a doutrina e acreditamos que realmente será muito bem recebida em 2027, né, nós temos aí a perspectiva de lançamento. Então, estamos aqui vestindo a camisa com muita alegria, né, nesse trabalho eh de muita expectativa, né, gente, porque de nosso lar para nosso lar hoje nós tivemos 14 anos de espera, né? Então, agora também com distribuição da Disney, né, pelo seu Star Plus. Teremos aí eh 3 anos de diferença, né, continuando agora com o nosso lar. E temos também sexo e destino, né? Acompanhamos também as gravações e tivemos a oportunidade de estarmos juntos uma produção da da Estação Luz com a Nilscine e distribuição da Paris Filmes. E teremos aí um roteiro muito bonito também, redondinho, super atual, né? Impactante, temáticas necessárias, né? para que nós abordemos e virá. Não podemos falar o mês ainda na escolha pela metade, tá Simone? Mas virá em 2026, gente, né? Então, antes de nosso lar três, nós traremos aí sexo de temos ainda outra novidade. Nós temos a agora no dia 13 de outubro nós traremos a workshop, né? faremos workshop. O que que acontece? A febre cinema, ela entra em muitas frentes de trabalho, né? Então, a gente zela muito pelo conteúdo doutrinário, análise de roteiros prévias, né? A parte do contrato, aquela parte burocrática, mas o nosso foco realmente é da fididade, né? e que a gente possa ali manter os preceitos e conceitos espíritas, eh, sobretudo que possamos ali, eh, levar um pouco desse consolo que vai além, né, do espiritismo. A ideia é que a gente possa ali abordar conceitos de bem, conceitos de paz, né? Então, eh, nós teremos o workshop dia 13 agora, e a gravação em novembro de Emanuel. Olha só que beleza. Então, baseado em há 2000 anos, 50 anos depois, e aveisto elenco já selecionado, acredito que todos gostarão. Muitos bons profissionais, equipes dedicadas, parceiros sempre eh muito harmônicos, né, com o selo FEB Cinema, com os preceitos espíritas, espiritualistas. E é isso, né? uma grande alegria. Esses são alguns dos projetos, gente. Temos

s dedicadas, parceiros sempre eh muito harmônicos, né, com o selo FEB Cinema, com os preceitos espíritas, espiritualistas. E é isso, né? uma grande alegria. Esses são alguns dos projetos, gente. Temos vários em andamento, podcasts, né? Possibilidades de novelas, possibilidades de produções internacionais. Mas isso é um pouquinho do que eu trago para vocês no tempo, né, para não extrapolar e que vários amigos queridos, eu vi ali na janelinha, vários amigos muito muito eh queridos nesse trabalho, nessa seara. Aroldo querido também eu vi. Eh, e que a gente possa ir sempre juntos nessa caminhada, utilizar desses meios eh tão bonitos, né, que nos foram deixados para disseminar a nossa doutrina. Então, mais uma vez, parabéns à área de arte, que a gente continue nessa caminhada juntos, né? E é um grande grande prazer estarmos aqui nessa noite falando um pouquinho, contribuindo, né, dentro do possível, eh, com essa noite memorável. E o o Campete já usou jubilos? Estou jubiloso. Eu estou minha eh é um momento supimpa, né? Tô recordando minha avó, as minhas expressões de minha avó. Então vou deixar aqui o su para Mas muito feliz, gente, sempre à disposição e que continuemos essa caminhada sempre juntos. Muito obrigada, >> Maara. A gente costuma dizer, é só tudo isso, né, que você tem para nos fazer. Ainda, ainda falei acelerada. Perdão, gente. Olha, novidades. Febnet.org.br. Febnet febnet.org.br/febcinema, redes sociais da feb estão todas à disposição e a gente mantém todos informados. >> Muito obrigado, Mayara, pela sua participação, pelo carinho, atenção a nós, né, o trabalho. >> Vamos estar juntos sempre aqui, ó, ombro a ombro, né? Lado a lado. >> Sempre juntos, meu amigo. Sempre juntos. >> Grande abraço, viu? em nome da arte. Estamos juntos. >> Um abraço. Fiquem com Deus, gente. Obrigada. >> Obrigada, querida. >> Então, temos mais convidados, né, Simone? Temos. >> Nossa, é festa, né, Marc? Quando tem festa, tem convidado, tem muita alegria, muitas lembranças, né? muita emoção.

brigada. >> Obrigada, querida. >> Então, temos mais convidados, né, Simone? Temos. >> Nossa, é festa, né, Marc? Quando tem festa, tem convidado, tem muita alegria, muitas lembranças, né? muita emoção. >> Esse parece que é do Alémar, salvo engano. >> É, vou eu me contaram, me falaram aqui no ponto eletrônico que acho que ele tá, né, além. >> Mas antes da gente falar aqui um pouquinho do nosso convidado, nós vamos reiterar eh a importância da participação de todos vocês que estão nos acompanhando aqui no chat, enviando as perguntas a partir do nosso bate-papo que vai iniciar agora. Nós vamos convidar o primeiro e logo em seguida vem outro que também maravilhoso. Então essa nossa noite tá muito recheada de pessoas maravilhosas, de emoção e de conteúdo, conteúdo bom, né? Então nós vamos convidar Edmundo César. O Edmundo, ele é ator, diretor teatral, trabalhador do Centro Espírita Casa do Caminho em Lisboa, autor dos livros Círculo de Estudos, Arte e Espiritismo e Pequeno Aprendiz da Arte. Membro fundador da Associação Brasileira de Artistas Espíritas e da Universidade Fraterna de Arte Espírita. Boa noite, querido Edmundo César, bem-vindo. >> Boa noite. Já é hora dos parabéns e do bolo. >> Quase, quase, >> quase. Aguarde. >> Que bacana. Que encontro, que encontro bacana. E o Marco quando me convidou, eu lembrei de um professor meu. >> Acho que o Edmundo perdeu o áudio. >> É, Edmundo, você reveja já o áudio por por gentileza. Pessoal, quem sabe faz ao vivo, né? Programa ao vivo. A gente tem essas pequenas questões técnicas, mas que já ajustamos. >> Alô. >> Vamos lá. >> Pronto, agora tá OK. >> Opa. >> Tá pronto. Então, não, eu estava dizendo que o convite do Marco me fez lembrar o meu professor de teatro que dizia que dizia assim: "O ator é um ser que lembra, né? a gente usa nossas memórias, as memórias do do das pessoas, das situações, né, e dos sentimentos que vivemos. Para isso me lembrou um monte de coisa e aqui vendo toda essa essa essa malta passando aí gente que eu

nossas memórias, as memórias do do das pessoas, das situações, né, e dos sentimentos que vivemos. Para isso me lembrou um monte de coisa e aqui vendo toda essa essa essa malta passando aí gente que eu conheço, gente que conhece há muito tempo, né? a gente vai recordando de muita coisa e fomos testemunhas da pré-gestação da área de artes, né, ali 2014 até 2020, eh, quando estive na na direção da da BRT, estive na nas reuniões do CFN, a gente fez muita reunião de de muitas criações de documentos, de propostas que orientassem essa multidão de trabalhadores, né, da área de artes. época que a BRT realizou as semanas nacionais de arte espírita, nós estimávamos em 10.000 trabalhadores na área de artes, né, pessoas envolvidas nos corais, nos grupos de teatro, né, artistas solos. Essa lembrança eu lembrei muito ao saber do do do livro do Leon que seria lançado agora pela editora da FEB. Lembrei dessa parte que foi citada aqui, especificamente da leitura do Maurício, ali quando Leon Deni fala da beleza, né, de que Deus é a beleza em si. Então, a procura da arte é a procura do belo, a procura da arte é a procura de Deus. E quando eu comecei a arte espírita lá com 16 anos de idade, essa isso foi tão esclarecedor para mim. Eu já conhecia um texto, um texto do Emanuel que aí mais lembranças vindo, né, que é um texto que me foi apresentado pela Ariovaldo Filho lá em 87, salvo salvo o erro, ele disse: "Olha, eh estamos com um grupo de de pessoas estudando a arte espírita". Descobrimos aqui alguns textos, ele tava falando de Marel Descate, né, de de Joelson, de Luís Pedro, né, lá no Rio de Janeiro. Nós nós morávamos no mesmo bairro, eu e o Ariovaldo morávamos num bairro chamado Paciência. Olha que que mensagem que a que a espiritualidade queria me dar, mas eu demorei a entender. Só mais tarde que eu entendi que isso eram sinais, né? Morar num bairro chamado paciência. que ele dizia desse grupo que estava se debruçando sobre o estudo da arte espiritual. Ele me trouxe então um texto de Emmanuel que

entendi que isso eram sinais, né? Morar num bairro chamado paciência. que ele dizia desse grupo que estava se debruçando sobre o estudo da arte espiritual. Ele me trouxe então um texto de Emmanuel que eu compreendi assim a ao alto, né? Justamente esse o o texto que falava, né, ali do consolador, onde Emanuel cita o artista como médium das belezas eternas, né? Isso juntou tudo. Falei: "Ah, então é por isso então a arte espírita, esta ferramenta de ligação com Deus, né? Só mais tarde compreendi que não só a arte espírita, a arte espírita era uma era uma visualização localizada da nossa cultura espírita, mas a arte como ferramenta e potência de elevação da nossa alma, né? O Emanuel ele ele ele amplia essa essa conversa, ele coloca assim de que esse sempre foi o papel do artista, tocar a o nosso sensível, né? Nos tirar da materialidade do terra a terra. Isso é a questão 161 de o consolador, quem quiser se debruçar para para estudar mais. E que e o artista teve sempre esse papel de tocar o nosso sensível, nos tirar da vida material, nos levar para algo mais subjetivo, ascendendo, né, aos grandissimos. é a expressão que ele usa. É evidente que a arte tem uma capacidade de fazer o oposto também, mas ele ele coloca isso é como o bem e o mal, né, de que o mal não existe, né? Essa essa é a minha reflexão, né? Eh, a partir do livro dos espíritos, né? O o mal é a ausência do bem, né? Então, não seria uma arte eh que degrine, mas é a ausência da arte que nos mobiliza pro mais alto, né? como foi bacana lembrar de tudo isso ao ao receber esse convite, né? lembrar de da do olhar simples de Kardec, né, que lá em novembro de 1860, eh, numa reunião da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, eis que se comunica espontaneamente um espírito de um artista, né, que era o Alfred de Muset, muito conhecido deles à época, havia desencarnado em torno de 3 anos e mais alguns meses antes, que era poeta, era dramaturgo, novelista, né, E ele é onde tem aquele diálogo que eh a aqueles que estão na envolvidos com a

s à época, havia desencarnado em torno de 3 anos e mais alguns meses antes, que era poeta, era dramaturgo, novelista, né, E ele é onde tem aquele diálogo que eh a aqueles que estão na envolvidos com a arte espírita já conhecem, né, daquela imagem eh que gerada a partir do questionamento de Kardec de que a artes, né, bebeu a arte pagã, posteriormente veio a arte cristã, veio um dia arte espírita, todos se inspiraram nas ideias pagãs, cristãs e agora espírita. Aí o espírito responde a, né, a resposta tá já na pergunta, né, natural, né, diante da da grandeza espiritual de do professor Rivaio, né, que dentro da escala espírita está um degrau acima da gente, né, faz parte dos espíritos bons. E ele conhecia e, né, era um era um um conhecia a realidade cultural onde estava inserido e sabia que a a arte se desenvolve mesmo quando questiona o que veio antes. ela é uma um desenvolvimento do princípio que antes vinha. Então agora com o princípio espírita aí ele já percebia e compreendia a força e o impacto que teria. Então a arte espírita, né? E é muito curioso, eu tenho essa essa essa passagem, esse momento que eu acabei de contar, provavelmente todos conhecem, mas há uma comunicação do espírito de verdade sobre a arte espírita. Talvez muitos não conheçam, né? Isso está registr registrado na revista de janeiro de 61. Eh, o Rivaio na revista espírita fazia o registro das atas anteriores, né, da das reuniões. E ele diz ele diz de da existência de uma dissertação feita numa reunião privada na casa de de Polan Kardec, né? E ele leu esta dissertação, as pessoas comentaram ali, mas não ficou registrado porque o espírito da verdade escreveu sobre a arte espírita. É o olhar simples de Kardec. que vai fazer ele desenho lá lá à frente, né, de eh pouco antes, alguns meses antes de desencarnar na revista espírita, dizer da inauguração da arte espírita com a com alguns quadros, né, que ele havia recebido, não diz o nome de quem, faz uma ali um suspense, depois saberem, eu vou dizer, é, para causar aquela aquele

dizer da inauguração da arte espírita com a com alguns quadros, né, que ele havia recebido, não diz o nome de quem, faz uma ali um suspense, depois saberem, eu vou dizer, é, para causar aquela aquele aquele instigar da curiosidade. provavelmente ele faria também, descreveria um pouco mais sobre Auguste Monvonzan, que era o artista que havia pintado esses quadros, mas ele desencarna, né, Kardec desencarna em março. Eh, irmão Vozan era membro da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, foi para pro Chile 1840 e pouco. E lá foi muito importante dentro da cultura chilena, no momento que o Chile havia se tornado independente da, né, deixou de ser colônia, construindo a sua própria cultura como nação, ele era retratista. Depois ele retorna à França 10 anos depois, eh, passa pelo Brasil, no Rio de Janeiro, ele é o autor do quadro que tem Dom Pedro, né, com seu trajem imperial. esse quadro muito muito conhecido, tá lá na no Museu Imperial em Petrópolis e retorna para em 1858 para Paris, para França, e conhece a Sociedade Presença de Estudos Espíritas, se torna amigo pessoal de Kardec, né, e e faz parte de um grupo de artistas que participavam da Sociedade Parisense de Estudos Espíritas. Eh, com certeza Kardec não não ao acaso, né, fez aquele questionamento Alfred. Esse era um assunto que já devia estar ali circulando. Não à toa, o espírito se comunicou espontaneamente, um assunto que já devia se conversar entre eles. Eh, Kardec registra em uma das revistas espíritas que eh a sociedade era era tinha tinha uma diversidade de participações, de profissões, de classes culturais, né? Inclusive os artistas na lista que ele faz estavam presentes. É o caso de Victor Sardon, também era eh amigo pessoal de Kardec, que era dramaturgo, né? Eh, escreveu a peça Espiritismo, que foi interpretada por Sara Bernard. Isso alguns anos depois da da desencarnação de Kardec, né? E Kardec tinha uma um olhar muito simples paraa arte espírita. Eh, ele quando ele fala da inauguração da arte espírita, ele diz

Sara Bernard. Isso alguns anos depois da da desencarnação de Kardec, né? E Kardec tinha uma um olhar muito simples paraa arte espírita. Eh, ele quando ele fala da inauguração da arte espírita, ele diz de alguns quadros. Eu até peguei essas informações que eu acho tão instigantes pra gente, que ele descreve os quadros, né? Então, eh, ele diz aqui que o eh ele tá falando da criação de um museu e esses quadros de já possui oito grandes quadros, quadros de grandes dimensões, que para ele seria a inauguração da arte espírita. Então, um dos quadros, um retrato alegórico do senhor Allan Kardec, outro, um retrato do próprio autor que é o Monvonzan, três cenas espíritas da vida de Joana Dark, que é um personagem importante na cultura francesa, né? Joana na fonte, Joana Ferida e Joana sobre a fogueira. oto de fé de João Russo que não ao acaso está nessa ali nesses quadros porque provavelmente eles já conheciam um pouco da história da das reencarnações do próprio professor Rival, um quadro simbólico das três revelações, Moisés, Cristo, o Espiritismo e a aparição de Jesus entre os apóstolos depois da morte corporal. Eh, eu acho valioso essa essa descrição da na revista espírita, porque que tem um um um painel de como era simples, como ele compreendia de forma simples a inspiração que o Espiritismo podia trazer para para a arte, poderia eh o espiritismo poderia trazer para a arte, né, de de que essa arte espírita inspirada no espiritismo, eh, ela teria não só uma temática, não só isso é no nosso olhar de hoje, né, mais na preocupação estética, mas provocativa de reflexão sobre a reencarnação, de valorização dos esforços pessoais, né, de conquistas de valores. Acho que essa é a mesma é a mesma simplicidade que inspirou que inspirou Leon Deni, que era contemporânea disso tudo, né? Que inspirou Victor Sardon, que inspirou Humberto Brussolo, o italiano que foi morar no Brasil 1910, ele se torna espírita, em 1917 ele funda o Centro Espírita Luz e Caridade em São Paulo, né? e que realizava peças de teatro. Não

ue inspirou Humberto Brussolo, o italiano que foi morar no Brasil 1910, ele se torna espírita, em 1917 ele funda o Centro Espírita Luz e Caridade em São Paulo, né? e que realizava peças de teatro. Não só ele realizava peças de teatro para arrecadar recursos para a construção das obras sociais e das próprias instituições, como ele auxiliava as outras instituições que faziam deste momento cultural eh um momento eh de troca e também de arrecadação financeira. É muito curioso. Eh, alguns centros espíritas no Brasil possuem um palco, não à toa, reflexo do momento cultural em que viviam, que tinham este olhar, né? É a mesma simplicidade que inspirou João Cabete, Leopoldo Machado, tia Vilma e tio tio Wilson, né? Evangeliz eh com as músicas para evangeliz evangelização. É a mesma simplicidade que inspira, por exemplo, o grupo de dancesora Duncan lá no Macapá a fazer a porta falsa. Um espetáculo de dança baseado na memórias de Suicida. É a mesma simplicidade que inspira as instituições, a Abra, a Unifraternos, a FEB, o Conselho Federativo Nacional, a criar a a área de artes, né, que é um são 4 anos de existência do desse registro oficial, né, mas a história e a força da arte espírita vem, né, há muitas décadas, né, os artistas e os grupos. E que responsabilidade, que responsabilidade maravilhosa de vocês que estão à frente desta, desta atividade, que possam se inspirar aqui. Para finalizar, no meu minuto final, deixa, deixo esse esse convite aos aos aniversariantes, que somos todos nós, né? Eh, que possamos nos inspirar nesse olhar simples de Kardec e no olhar potente do olhar de Emmanuel, de Leonir, para fortalecer a nossa vontade, a nossa garra, porque sabemos o quanto é desafiador fazermos as nossas reuniões, discutirmos os nossos documentos de orientação, né? como é desafiador trabalhar com a casa espírita, com o artista espírita, né, com o movimento espírita, mas é um desafio que faz parte da nossa tarefa. E parafraseando, não sei se é a melhor expressão, mas modificando ali um pouco o que diz André

ta, com o artista espírita, né, com o movimento espírita, mas é um desafio que faz parte da nossa tarefa. E parafraseando, não sei se é a melhor expressão, mas modificando ali um pouco o que diz André Luiz, né, de que quando o o serviço quando o servidor está pronto, o serviço aparece. Quando o serviço aparece, é que o servidor está pronto. Eu citei Emanuel, eu citei Leão Denise, citei Kardec, vou tomar só a liberdade de citar dona Elíia Santos, que ninguém conhece, é a minha mãe que ela me presenteou quando eu comecei a fazer teatro amador, me presenteou com o livro A preparação do ator de Constantino Stanislaves, que escreveu assim: "Se fortes somos, só juntos, imbatíveis seremos. Possamos continuar aí firmes e trabalhando juntos. paraa valorização desse esforço da prática da arte espírita, que às vezes a gente pensa que é para mostrar algo para alguém, mas não podemos nos esquecer que é para transformar a nós mesmos. Tô aqui só esperando o parabéns e o bolo. >> OK, meu querido. Que que fala importante você trouxe pra gente, pra nossa festa, né? Que componente e e várias informações que compõem assim essa riqueza, né? da história da arte no Brasil, no mundo, né? Você que é um grande pesquisador dessa área. É uma honra muito grande tê-lo aqui, representando a BRATE, a quem também mando um abraço muito fraterno a todos os que nos acompanham eh dessa associação especializada em nos estudos. Eh, gostaria também de registrar aqui nessa obra que você escreveu, que é uma referência, né, para o círculo de estudo arte espiritismo, uma obra que vale muito a pena. né, estudarmos também e compreender toda essa riqueza, né, paradigmas que é a doutrina que a nossa filosofia traz para a arte. Muito obrigado, querido. Daqui a pouco você volta paraa gente continuar essa roda de conversa. E agora a gente vai chamar, né, o nosso querido Aroldo Dutra Dias, nosso querido amigo, que hoje não tá nas Minas Gerais, mas tá estes, né? Tá fazendoado, mas é uma pessoa assim que tem uma uma

versa. E agora a gente vai chamar, né, o nosso querido Aroldo Dutra Dias, nosso querido amigo, que hoje não tá nas Minas Gerais, mas tá estes, né? Tá fazendoado, mas é uma pessoa assim que tem uma uma ligação com arte assim muito muito pessoal, né? traz, é um violonista. Já tivemos a oportunidade de fazer uma roda de viola, não é, de violão com ele, ele cantando. Uma pessoa que tá muito ligado também à arte, escreveu algumas coisas sobre isso, tem uma sensibilidade muito grande artística. E para quem não conhece, só para contextualizar, ele é juiz de direito do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, expositor espírita no Brasil e no exterior, tradutor de O Novo Testamento, né, ditado pela no Brasil pela FEB. Eh, então tem uma fundou, né, a questão do ser, né, da da uma associação também que ele trabalha principalmente nessa questão da interligação entre as religiões, entre os saberes, né? Então, a gente teve também a oportunidade de conhecer, né, Aroldo, também e vivenciar muitos momentos interreligiosos, eh, com a sua presença, né, com essa visão que você tem tão ampliada da Bíblia, do Novo Testamento, do Velho Testamento e, principalmente da doutrina espírita, né, que nesse momento eu peço para que você utilize nossa tribuna virtual, fique à vontade para trazer essa temática, né, a parte e a luz do Espiritismo. Um, não tem um pão de queijo para lhe dar, mas vou lhe dar um abraço bem carinhoso. >> Obrigado, Marcos. Saudade aí dos dos amigos da Paraíba, de todos. Muito feliz de estar participando aqui desse evento, estar celebrando essa reflexão a respeito da arte no movimento espírita, da arte a serviço da doutrina espírita, né? Eu gostaria só de fazer um apanhado aqui. Quando nós ouvimos uma música de Johan Sebastian Bá, por exemplo, a missa em si menor, composta em 1749, né? Quando a gente ouve, por exemplo, Bosa, o Raman, em ré menor, composta em 1791, né? ou quando a gente escuta uma composição mais contemporânea, arvoparte, tedeu, né, foi composta agora

ta em 1749, né? Quando a gente ouve, por exemplo, Bosa, o Raman, em ré menor, composta em 1791, né? ou quando a gente escuta uma composição mais contemporânea, arvoparte, tedeu, né, foi composta agora 1984, a gente percebe que essas clássicos musicais tiveram umação na tradição religiosa cristã da perspectiva católica ou protestante. Quando nós olhamos pra pintura, quem não se recorda de Michelângelo, né, o juízo final na Capela Cistina, né? Quem não se lembra de Leonardo da Vin a última ceia, ou elo greco, né, o enterro do conde de Orgas, é uma obra que retrata o misticismo, a união entre o céu e a terra, mas nós podemos também pensar na escultura. E nós vamos nos recordar de da Pietá de Michelâelo, tá na Basílica de São Pedro, né? Jean Lorenzo Berlini, o êxtase de Santa Teresa, né? Uma obra em homenagem à Teresa de Ávil, né? Ou nas Minas Gerais, a Lei Jardim, os profetas, tá na cidade de Congonhas, né? Mas nós temos outras expressões também, ícones bizantinos, peças de teatro, o próprio cinema, as mais variadas artes. Eu acho que esses exemplos que eu tô citando aqui, eles são suficientes para nos mostrar que a arte é uma expressão subjetiva do espírito humano. arte, utilizando um simbolismo, utilizando uma linguagem própria, ela expressa ideias, sentimentos, ideais, percepções e intuições do artista. Mas toda a arte é inspirada, toda a arte tem um referencial. De modo que quando Sebastiambá compôs a missa em si menor, ele estava pensando em uma missa, em uma missa feita nas catedrais do seu tempo. Aliás, ele compunha diversas obras que seriam tocadas durante o culto, né? Quando nós pensamos na pintura, na escultura de Michelâ, ele compôs, ele realizou essas obras sabendo para onde elas iriam, sabendo que essas obras iam ser colocadas num contexto religioso. Então, nós imaginamos uma arte sem referência, uma arte sem raiz, é uma ingenuidade. Todo artista parte de um solo, ele parte de uma base, ele parte de uma referência, de uma inspiração. E a partir disso, ele transmite o que ele

te sem referência, uma arte sem raiz, é uma ingenuidade. Todo artista parte de um solo, ele parte de uma base, ele parte de uma referência, de uma inspiração. E a partir disso, ele transmite o que ele está sentindo, o que ele tá pensando, o que ele tá sonhando, suas expectativas e os seus ideais. Portanto, quando nós falamos de uma arte espírita, é importante, é importante pensarmos, nós não estamos restringindo a arte, nós estamos dizendo o que um artista que mergulha no conteúdo da doutrina espírita, um artista que leu a codificação, que leu as obras subsidiárias, um artista que viveu a prática espírita que conviveu nas comunidades espíritas, ele será fecundado por inúmeras inspirações e a sua mente vai ficar muito fértil, né? O seu coração será tocado. Por quê? Porque esse artista será convidado a pensar na imortalidade da alma, nas leis morais, na progressão dos espíritos, na evolução espiritual, na lei de justiça, amor e caridade, no modelo e guia da humanidade que é Jesus. Então, vejam o psiquismo desse artista. vai receber uma chuva, uma chuva de nutrientes e de bênçãos que vai colocá-lo, que vai colocá-lo predispostos a expressar a sua subjetividade, tendo como referência todo aquele aprendizado que a pessoa colheu na doutrina espírita. Então é é disso que se trata quando nós falamos de uma arte espírita. Então nós estamos falando de uma composição musical que se inspira nas ideias de imortalidade, de sobrevivência, de reencarnação, de justiça divina. Nós estamos falando numa escultura, num teatro, numa pintura. Nós estamos falando de todos os gêneros artísticos, do cinema, né? Uma maneira de expressar essas ideias, mas expressar como? Não apenas com discursos e com retórica, porque o que nós conhecemos na prática espírita é a divulgação do espiritismo, é a expressão das ideias espíritas através de um discurso lógico. Então, nós convidamos palestrantes, nós convidamos expositores que sobem à tribuna e elabora um discurso lógico. É importante isso? Claro que é

ssão das ideias espíritas através de um discurso lógico. Então, nós convidamos palestrantes, nós convidamos expositores que sobem à tribuna e elabora um discurso lógico. É importante isso? Claro que é importante. Importantíssimo. Essa pessoa vai explicar, ela vai conectar, ela vai ela vai trazer referências, ela vai fazer conexões de vários temas. é muito importante, mas não é suficiente. Não é suficiente porque nós precisamos atingir as pessoas por outras vias. Nós precisamos tocar no sentimento, nós precisamos tocar no coração das pessoas, nós precisamos ativar a sensibilidade. E isso não pode ser feito apenas com discurso lógico, com o discurso da palestra. Então nós é nós precisamos compreender, é preciso entender que a arte é um mecanismo, é um instrumento poderosíssimo de despertar sentimentos, ideias, intuições, percepções, de aguçar a sensibilidade das pessoas que são expostas àquela arte Portanto, a arte não é caduvante. Nós costumamos utilizar no movimento espírita a arte como um acessório. Ah, toca uma musiquinha ali até o palestrante falar, né? Ah, faz aí uma arte até vir a palestra, né? Porque a palestra, então você faz uma coisinha aí, não. Não, né? Imagina, né? Imagina se o padre que celebrou a missa na qual Yoran Sebastian Bá apresentou pela primeira vez a missa em si menor, imagina se ele dissesse assim: "Olha, eu vou celebrar a missa aqui, mas o o bar vai tocar uma musiquinha aqui antes de eu falar". Não, não, né? A obra de Bá se imortalizou. Ela foi composta em 1749. Nós ouvimos e tocamos essa missa até hoje porque é uma obra prima da música. Então, as pessoas que estavam naquela missa, elas devem ter ido às alturas. A sensibilidade delas ficou aguçada porque elas foram expostas a uma arte de alto nível, uma arte inspirada nas ideias cristãs, uma arte inspirada em Jesus. E nós podemos dizer o mesmo do Hein R é menor, do Moza e etc. Quando você olha para uma pietá de Michelâelo, você começa a pensar em Maria. Você começa a pensar no feminino, na maternidade, no amor, no

nós podemos dizer o mesmo do Hein R é menor, do Moza e etc. Quando você olha para uma pietá de Michelâelo, você começa a pensar em Maria. Você começa a pensar no feminino, na maternidade, no amor, no cuidado, nos valores cristãos ligados à caridade, à afabilidade, a doçura. Você pensa em tudo isso só de olhar pra escultura da Pietá. Então, é tempo de nós resgatarmos a arte como ator principal, não só como codjuvante, né? Chega de imaginarmos que a arte é um acessório, um acessóriozinho para acompanhar a palestra. Não, a palestra é importante, mas ela não é suficiente. E a arte é autônoma. A arte também é poderosa para despertar sentimentos. E eu diria mais, a arte alcança aspectos do nosso sentimento que o discurso racional não é capaz de alcançar. Não é capaz de alcançar. Então nós temos que pensar em complementariedade, o discurso lógico, a palestra complementando o trabalho da arte e vice-versa. Mas é preciso conferir um protagonismo à arte. Como nós vamos fazer isso? com essa iniciativa maravilhosa, essa iniciativa maravilhosa que nós estamos aqui celebrando com as federativas, com a Federação Espírita Brasileira, essa valorização da arte inspirada no espiritismo ou arte espírita. Veja, arte inspirada no espiritismo ou arte espírita. É isso. Se nós conseguimos resgatar o valor dessa arte, se nós entendermos o poder que essa arte tem de acessar o coração, a sensibilidade dos espíritos, nós vamos elevar a divulgação espírita a um outro patamar. Nós vamos levar a divulgação a caminhos que a racionalidade não é capaz de atingir sozinha. sensibilidade. Quando você chora, quando você fica sensibilizado, quando aquilo mexe com você, é tudo isso que a arte faz por nós, ela nos toca, ela nos mobiliza, ela nos tira de um estado emocional, nos coloca em outro. A arte muitas vezes cura, ela cura. Você tá triste, você tá angustiado e é exposto a uma arte, aquilo muda a sua vibração, seu estado emocional completamente, né? Mas é preciso ser dito, para que a gente atinja um alto nível de qualidade

ocê tá triste, você tá angustiado e é exposto a uma arte, aquilo muda a sua vibração, seu estado emocional completamente, né? Mas é preciso ser dito, para que a gente atinja um alto nível de qualidade da arte espírita, nós temos que qualificar o artista espírita. Nós temos que qualificar tecnicamente e espiritualmente. Então, melhorar o nível técnico, mas melhorar também o conhecimento, a reflexão desse artista, a sensibilidade desse artista, educar esse artista. Afinal, como Edmundo ressaltou, o artista é um médium. Ele é médium do belo e do bom. E como médium, ele precisa ser educado, ele precisa ser direcionado, ele precisa aprender a lidar com a própria sensibilidade. Ele precisa aprender a lidar com as suas próprias potencialidades, com a sua expressividade, com o seu subjetivismo, com seus sentimentos. Para quê? Para que a sua expressão seja uma expressão comprometida com o bem. comprometida com o belo, comprometida com o crescimento das pessoas, a sensibilização das pessoas. Então, já passou da hora de nós conferirmos a arte esse papel de atriz, de ator principal, não é só cadjuvante, tá junto, né? E nós temos que olhar pros nossos irmãos evangélicos que estão produzindo na música louvor, né? A música de louvor. que tem lotado estádios, que tem atraído jovens, que toca o coração, que sensibiliza as pessoas. Então, nós temos que olhar para isso, porque são nossos irmãos, são cristãos como nós, mas estão mais desenvolvidos do que nós na utilização da arte como veículo principal de divulgação e de sensibilização, né? Então, essa reflexão que eu gostaria de trazer eh como uma reflexão subjetiva de alguém que é apaixonado pela arte. e apaixonado pela divulgação da doutrina espírita. São duas paixões que eu tento conciliar. Muito obrigado, Simone. Eu devolvo a palavra. Nós que agradecemos, Aroldo, por essa sua explanação. é reflexões muito importantes, muito do que eh nós dialogamos também com os trabalhadores da arte, essa essa construção, essa busca pelo conhecimento, essa educação, o estudo,

por essa sua explanação. é reflexões muito importantes, muito do que eh nós dialogamos também com os trabalhadores da arte, essa essa construção, essa busca pelo conhecimento, essa educação, o estudo, tanto que faz parte do nosso objetivo eh primordial, o estudo, a formação continuada, para que possamos de fato contribuir levando a arte eh eh com a recheados, né, com muitos complementos, mas principalmente com muita doutrina e o evangelho do Cristo. Muito obrigada pela sua participação. E agora nós traremos aqui para para nosso nosso bate-papo o nosso companheiro Guga. >> Olá, vai que vai trazer para nós algumas perguntas que fizeram aqui no nosso chat. Receba mais uma vez o nosso abraço, viu, Aroldo? Guga, é com você. >> Obrigado, amiga. É uma alegria estar aqui com todos vocês. Nós temos aqui no chat a participação de norte a sul, comentários sobre a importância dos textos, das contribuições do Edmundo, de todos os trabalhos que envolvem a arte do Haroldo. Então, estão todos dando parabéns para a área de arte. E nós iniciamos aqui com uma pergunta pro Edmundo. Edmundo, falou sobre a arte como meio de reflexão. Qual é o objetivo principal da arte espírita e qual é a importância de nós termos uma área de arte no nosso centro espírita? A importância de termos essa área também nas federativas. Pronto. A primeira parte da pergunta eu vou ler como Leon Deni colocou, que eu acho que vai ao encontro do questionamento. Quanto mais a inteligência se apura, se aperfeiçoa e se eleva, mais se impregna da ideia do belo. O objetivo essencial da evolução, portanto, será a procura e a conquista da beleza, a fim de realizá-la no ser e nas suas obras. Então, me parece que a arte espírita tem este objetivo também, né, de ser promotora do nosso crescimento. Atenção, às vezes para nós que somos fazedores, né, que somos os artistas, nós ficamos focados no resultado, naquilo que comunica com o outro, né? a para o teatro, a peça de teatro, a música que vai ser tocada, o espetáculo de dança

omos fazedores, né, que somos os artistas, nós ficamos focados no resultado, naquilo que comunica com o outro, né? a para o teatro, a peça de teatro, a música que vai ser tocada, o espetáculo de dança que vai ser visto, o quadro que vai ser pintado para o outro, não podemos tirar o olhar de nós mesmos. Cada nova encenação, cada nova construção passa pela reflexão sobre o tema, passa pela reflexão disso na minha vida, passa pelos desafios, né, de de resistir a a de superar as dificuldades, de ter paciência para contornar obstáculos, que são valores que são úteis para o meu progresso espiritual, né? Então, a a citação de Leondias que vai encontro ao encontro do questionamento macro e para nós fazedores participantes de grupo de arte esta reflexão de que esse precisa ter um primeiro resultado em mim, né? E nesse aspecto, ter uma área de arte na casa espírita ou numa federação espírita, penso eu, que a partir da experiência de que a gente do que a gente já viu nessas décadas de existência da do de movimento espírita, né, com a arte, de que é o valor do trabalho junto coletivo. Às vezes a gente tem muita empolgação, pouco conhecimento, o outro pode nos ajudar. Às vezes nós temos o conhecimento técnico, nos falta um embasamento doutrinário, uma compreensão do que o trabalho dentro da casa espírita tem uma espiritualidade, o outro pode nos ajudar. Então, o trabalho coletivo com a área de artes, isso é facilitado, penso eu, de que o diálogo com os outros setores e departamentos, principalmente nas grandes, nas instituições maiores, né, a mobilização da instituição para o resultado, para o processo, para o resultado da atividade. E na numa federação espírita é o objetivo da Federação Espírita que é agregador, né, que é partilhador do conhecimento. Por isso é tão importante, a meu ver, no meu entendimento, a área de artes no Conselho Federativo Nacional, que para aqueles que não conhecem o Conselho Federativo Nacional, pode nem compreender muito bem assim, porque o todas as questões do Conselho

dimento, a área de artes no Conselho Federativo Nacional, que para aqueles que não conhecem o Conselho Federativo Nacional, pode nem compreender muito bem assim, porque o todas as questões do Conselho Federativo Nacional são imensamente discutidas, né, partilhadas, as informações são agregadas com o tempo, as experiências são respeitadas, então tem um valor coletivo, porque se você quiser uma coisa rápida, Talvez fazer sozinho resolva. Se você quiser fazer uma coisa duradoura e consistente, aí precisamos dar força do todo. Muito obrigado, amigo. Perfeita tua resposta. Aroldo. >> Saudade do povo do Sul, viu? Claro. E a gente tá com saudade de ti. Venha logo nos visitar, por favor. adun Aroldo, eh, tu falou sobre a educação do do pensamento, do sentimento na tua experiência, eh, com os teus estudos atuais, na tua experiência como músico, também, como violonista, é como nós podemos utilizar a arte espírita como ferramenta de evangelização para os nossos bebês, para as crianças. para os nossos jovens que estão sempre envolvidos com a arte, sempre envolvidos, eh, consumindo arte também hoje em dia, principalmente nas redes sociais. O que isso impacta no desenvolvimento do cérebro humano, da mente, dos seus sentimentos? Ó, meu querido, Jesus conta uma parábola que diz assim: "Eis que o semeador saiu a semear". Eu acredito que a arte prepara a terra, ela ara a terra, ela vai retirar os espinhos, retirar os pedregulhos e deixar a terra pronta para receber a semente. Quando vier a semente da palavra, quando vier a semente da ideia, a semente do exemplo, a semente da conduta, ela vai encontrar um coração que é terra fértil, um coração que foi arado e que foi preparado. E por que que a arte faz isso? porque ela sensibiliza. E hoje nós sabemos que a melhor memória é a memória que tá vinculada a uma experiência afetiva. Toda memória vinculada a uma experiência afetiva, ela dura mais do que uma memória puramente intelectual, né? Isso é importantíssimo. É por esta razão que se estrategicamente

uma experiência afetiva. Toda memória vinculada a uma experiência afetiva, ela dura mais do que uma memória puramente intelectual, né? Isso é importantíssimo. É por esta razão que se estrategicamente nós usarmos a arte para tornar aquele momento um momento único, um momento impactante emocionalmente falando pra pessoa, se a gente consegue tocar a sensibilidade dela, se a gente consegue vibrar o coração daquela criatura, ela fica predisposta a gravar aquele momento para sempre. aquele momento vai ficar gravado, né? E nesse estado emocional, quando vem a palavra, quando vem a ideia, a pessoa não só acolhe melhor a ideia quanto ela grava, porque ela associa aquela ideia, a experiência emocional que ela viveu enquanto a ideia estava sendo absolvida. Então esse é o papel da arte, não de coaduvante, esse é o papel principal da arte, né? Então a arte ela não prepara pra palavra, ela não prepara pra evangelização, não. A arte já é o início da evangelização, né? Porque não tem evangelização se o nosso coração não participa. E talvez esse seja um grande desafio para nós enquanto movimento espírita, que é um movimento muito racional. A gente lida muito com a racionalidade, muito com a ideia, muito com o raciocínio, com a lógica. Então, e você pode ver, espírita fala bem, espírita tem retórica, né? É difícil você encontrar um espírita que que não seja bom de lábia, né? Ele sabe falar, ele sabe, tem uma retórica boa, mas nem sempre tem um coração sensível, doce, afável, um coração ameno, um coração manso, pronto para receber a semente do evangelho. Então, nós temos que priorizar, temos que trabalhar junto com a o intelecto, o aspecto do sentimento, da sensibilidade, porque um espírito sem sensibilidade não é capaz de usufruir as bênçãos da criação divina. Perfeito, meu amigo. Eu preciso conhecer, meditar, mas sentir e viver, não é verdade? Nós temos mais uma pergunta para os dois. Eh, já se encontrou uma estética espírita ou ela se encontra em construção? Nós sabemos que, por exemplo, no cinema,

ditar, mas sentir e viver, não é verdade? Nós temos mais uma pergunta para os dois. Eh, já se encontrou uma estética espírita ou ela se encontra em construção? Nós sabemos que, por exemplo, no cinema, nós já temos, né, uma estética espírita que que está sendo eh amplamente divulgada. O o audiovisual também encontra uma estética espírita. O que que vocês acham disso, meus amigos Edmundo e Aroldo? >> Eh, ah, sim. Ó, Valdem Magda, um abraço, viu, pessoal de Pernambuco começando. Acho que a a essa estética nós estamos sempre em busca e mas e talvez tem algo que não estamos em busca, nós já estamos fazendo, que são os processos que aí talvez, penso eu, estamos nos diferenciando no nosso fazer artístico. aquilo que descreve ali o Allan Kardec no livro dos médiuns, no item 169, que ele mostra que os espíritos foram estão num estão num teatro, na plateia, em cima do palco, interferindo na encenação, mobilizando uma energia em torno da encenação. Nós artistas espíritas já fazemos isso na prática. Estamos sempre refletindo sobre isso. No nosso procedimento de ensaio, isso está presente. Nós sabemos, nós compreendemos o quanto a a aquilo que fazemos tem um impacto no mundo espiritual, como descreve Viana de Carvalho lá na atualidade do pensamento espírito, né, que é com o concurso da arte que a gente toca as almas mais mais difíceis, né? Eh, então esse essa utilização da da expressão artística como apoio e impacto no mundo espiritual, nós compreendemos e já temos feito isso na prática. A compreensão da participação dos espíritos num processo de inspiração, nós compreendemos, evidente, tudo isso precisa ser continuadamente estudado, eh, refletido, né? Eh, mas a meu ver, os nossos procedimentos enquanto arte espírita já estão bem vincados, nos diferenciando das demais expressão das expressões. A estética é uma busca constante de de aperfeiçoamento. >> Obrigado, amigo. Aroldo falou dos grandes compositores, dos grandes artistas em todas as épocas, né, e principalmente sobre os cristãos. Mas

A estética é uma busca constante de de aperfeiçoamento. >> Obrigado, amigo. Aroldo falou dos grandes compositores, dos grandes artistas em todas as épocas, né, e principalmente sobre os cristãos. Mas nós sabemos que Jesus ele ele influenciou, desde que o homem caminha na humanidade, ele influenciou muitos artistas em todas as épocas. E agora, a partir da doutrina espírita, como é que eh tu consegue ver essa questão da estética? nós estamos em construção, nós estamos conseguindo atingir esse esse objetivo do com os princípios da doutrina espírita. É bom, eu vou só voltar aqui paraa etimologia da palavra estética, né? Eh, que vem do grego a ceses, né? Que significa o quê? sensibilidade, sensação, percepção, que é diferente de razão, logos, lógica. Então, estética é aquilo que eu percebo, é aquilo que eu sinto, é aquilo que eu experimento. O espiritismo muda a estética na arte? muda, porque ela, o espiritismo, faz com que o espírito encarnado ou desencarnado tem uma sensibilidade pra criação divina, pra imortalidade da alma, pra evolução espiritual, pra lei de ação e reação. Então, um conjunto de ideias, um conjunto de coisas passam a ocupar mente daquele espírito. Ele ele fica sensível àquilo. Ele fica sensível a um novo domínio de ideias. E por por causa disso, ele vai produzir uma arte que é uma expressão dessa experiência que ele tem. Então, ele tem uma experiência com contato de um ente querido que já faleceu. Ele tem uma experiência eh com o conhecimento espírita, com as ideias de Deus, de evangelho, de evolução. E aquilo tudo enriquece a sensibilidade do espírito. E é claro que isso vai se refletir em tudo que ele faz, inclusive na arte que ele faz. Eu só chamaria atenção para uma coisa. Eh, eu a gente só precisa preservar a pluralidade da estética no meio espírito. Porque se eu vou pro Rio Grande do Sul, eh, a tradição estética do Rio Grande do Sul vai se expressar na arte hospita de uma maneira. Se eu tô no Nordeste vai ser outra. E não tem uma melhor do que a

Porque se eu vou pro Rio Grande do Sul, eh, a tradição estética do Rio Grande do Sul vai se expressar na arte hospita de uma maneira. Se eu tô no Nordeste vai ser outra. E não tem uma melhor do que a outra. Então, a gente só tem que tomar cuidado para não padronizar, porque a estética que o espiritismo proporciona é uma estética plural. Ela é plural. Eu posso ler a imortalidade da alma e compor uma música eh dos mais diversos estilos, né, com melodias, com inspirações melódicas, harmônicas e rítmicas das mais diversas, né? E aí, então a gente só tem que tomar cuidado para não estabelecer uma hierarquia. Ah, eh, música verdadeiramente espírita tem que ser um compasso 3x4 e tem aí não pode, né? Porque aí ao invés de aumentar a sensibilidade, eu tô limitando, eu tô condicionando a expressão artística e a arte é expressão subjetiva, né? Ela é expressão subjetiva. Então, ela ela é variada por si só, né? Ela é variada por si só. Se a gente tomar esse cuidado, com certeza. E a gente vê isso no cinema. No cinema, os filmes com temáticas espirituais, eles se multiplicaram, se multiplicaram, né? Eh, e a ponto da gente ver um desenho, por exemplo, sou, né? Lá o desenho alma lá da Disney, né? E como como que chegou, né? Como que isso tomou, né? Não tem uma pessoa que não fale, ela pode até não acreditar, mas a pessoa fala na reencarnação. Ah, tá falando de reencarnação, tá falando de mundo espiritual. Todo mundo, mesmo que a pessoa não acredite ou que ela não tenha um conhecimento profundo sobre isso, pela arte, pelo filme que ela viu, ela tem uma ideia vaga, ela já pensa. Isso é que é legal da arte, né? Isso é porque ela torna a pessoa predisposta à ideia. Isso é isso é muito interessante. Muito obrigado, amigos. Eu sei que vocês estão fora do Brasil, mas assim, eu só posso ficar aqui até às 4 da manhã conversando com vocês, tá? Horário do Brasil. Então vamos lá. Então, a gente tem mais um tempinho ainda de live com vocês. Eu vou chamar aqui o Marco e a Simone para voltar aqui pra telinha para

manhã conversando com vocês, tá? Horário do Brasil. Então vamos lá. Então, a gente tem mais um tempinho ainda de live com vocês. Eu vou chamar aqui o Marco e a Simone para voltar aqui pra telinha para dar mais uma palavrinha. Muito obrigado, amigos. O papo tá muito bom. Pão de queijo, um cafezinho, hein? Caí bem pra gente. >> Bom demais. Eh, assim, só agradecimento em nome da nossa área de arte nacional, Haroldo, ao Edmundo, pela oportunidade, né, que nos é um presente que vocês nos deram, a presença de vocês, né, que vocês trouxeram, tocou profundamente, né, os nossos corações, abriu perspectivas novas de compreensão e a gente assim tá muito, muito agradecido, né, Guga, por esse banquete que vocês proporcionaram pra gente. E a gente deixaria assim um minutinho para cada um se despedir, suas despedidas e e com muita gratidão mais uma vez a todos vocês. Quem quer começar? >> Um abraço, queridos. >> Edmundo, >> pronto, consegui ligar aqui. Opa, minha minha palav minha palavra final é de gratidão, viu? Que bacana essa esse momento aqui festivo e enriquecedor pra gente. Espero voltar nos 40 anos. >> No cinco. No cinco você volta. As minhas palavras, Marcos, são de alegria, de felicidade, saber que esse tema está ocupando aí a atenção das federativas e tá se fortalecendo cada vez mais para que a gente possa realmente trazer a arte com toda força paraa nossa prática espírita, porque ela tem muito, muito, muito a contribuir, né? Então, é um sentimento de felicidade, né? Gratidão por por estar aqui com vocês, por esse evento tão singelo, mas tão profundo, tão tocante. Obrigado. >> Nosso abraço a todos vocês. Fiquem com Deus e até uma próxima oportunidade, meus queridos. Gratidão. >> Abraço, queridos. Até a próxima. >> Nossa, quanta emoção, né, querida? >> Muita, muita coisa legal. Mas eu só queria falar uma coisa, Marco. Fala. >> Será que que as pessoas estão pensando que acabou? Não acabou ainda não. A gente tem ainda mais duas surpresas rapidinhas para vocês. Marco, conta a

. Mas eu só queria falar uma coisa, Marco. Fala. >> Será que que as pessoas estão pensando que acabou? Não acabou ainda não. A gente tem ainda mais duas surpresas rapidinhas para vocês. Marco, conta a primeira novidade aí para nós. >> Então, primeiramente é que o CFN aprovou esse ano por unanimidade, né, Conselho Federativo Nacional, a campanha permanente para implantação da área de arte nos centros espíritas, né? Foi uma iniciativa que começou na Serra e Norte e prosperou, né? tem como slogan a arte transforma. Algumas estratégias de dinamização estão sendo elaboradas, né, tais como encontros regionais, microrregionais, ciclos de estudo, visitas fraternas, presenciais e virtuais. E esse material, né, vai estar eh à disposição, né, Simone, para as federativas, para quem eh desejar eh receber, né, baixar esse material, vai estar em breve, né, no site da Federação Espírita Brasileira para o download, né, essa esse é o nosso cartaz, né, a arte transforma. E também temos o folder, né, Simone, um folder também para ajudar nessa divulgação, né, na no compartilhamento das informações, o passo a passo, né, sempre baseado nos nos eh nos documentos orientadores, no naquilo que foi aprovado. Então, tá aí essa campanha para dinamizar ainda mais, a gente quer ver 20. espíritas com arte, né, pulsando, né? >> Exatamente. >> Isso. Nosso projeto é esse. >> Exatamente. E já temos um desdobramento da nossa campanha, campanha permanente de implantação da área de arte nos centros espíritas, que é o nosso folder, né? Nesse folder, é, que que o nosso amigo Cléber vai passar aí bem e eh devagar para que todos vejam como que ele ficou lindo, ele vem trazendo orientações de como implantar a área de arte no centro espírita, porque essa é uma pergunta que nós ouvimos em todos os cantos, né, do Brasil. Como que eu faço, por onde eu inicio? quais atividades, como que eu formo a minha equipe, qual a característica do coordenador, enfim. Então, esse folder ele vai trazer breves explicações sobre cada questão

ue eu faço, por onde eu inicio? quais atividades, como que eu formo a minha equipe, qual a característica do coordenador, enfim. Então, esse folder ele vai trazer breves explicações sobre cada questão desta que são que poderão ser complementadas eh eh com o o texto da área de arte lá no Orientação ao Centro Espírita. E daqui a pouco, né, a gente espera que que muito em breve também serão complementados pelo nosso documento orientador. Então esse folder vai chegar rapidamente a todas aquelas pessoas que tiverem interesse em conhecer ou que estiverem com dúvida de como implantar a área de arte no centro espírita. Então, logo após agora o encerramento da nossa live, nós já encaminharemos para todos os diretores estaduais. Então, se você está vinculado a alguma federativa, se a casa, se o centro espírita que você participa está vinculado à federativa, procure com o seu diretor estadual, porque ele já vai ter o download do folder para poder te encaminhar. E também muito em breve já teremos todo esse material no site, lá no portal da FEB para os downloads. Então é muita coisa boa acontecendo, né, Marco, muitos presentes, né, pra nossa área, para os trabalhadores. é uma nova frente que tá aí, né, eh, com toda com todo o dinamismo, né? >> Exatamente. >> Então, eh, >> chegou a hora, né, Simone, da despedida. Nós gostaríamos também de agradecer com muita gratidão, principalmente ao nosso pai, né, ao supremo artista do universo, ao Mestre Jesus, o sublime cantor das bem-aventuranças, a Federação Espírita Brasileira, ao Conselho Federativo Nacional pela confiança, as federativas estaduais, aos órgãos de unificação, aos nossos convidados, aos parceiros da jornada artística, Abrarte, né, eig E gostaríamos, eh, Simone, de fazer aqui um uma homenagem muito especial a duas amigas nossas que estão aniversariando, que são coordenadoras também do do movimento artístico. a Veri, né, nossa querida Veridiana, Veridiana >> Pfino, que fez o aniversário no dia 17 do9, né, e a Noelane, que fez o

e estão aniversariando, que são coordenadoras também do do movimento artístico. a Veri, né, nossa querida Veridiana, Veridiana >> Pfino, que fez o aniversário no dia 17 do9, né, e a Noelane, que fez o aniversário dia 25/09, né, gostaríamos de dar aqui um feliz aniversário, um abraço bem fraterno a essas duas queridas nossas de primeira hora trabalhando, né, ó, coraçãozinho para todos vocês. Muita gratidão também, muitas felicidades para vocês, né? E agora, Simone, chegou a hora do bolo, né? O bolo vai ser uma artística, né? >> Examente. >> Fala aí o que é que a gente tem pra gente fazer. A, >> é, eu gostaria também de agradecer a todos vocês que estiveram conosco aqui durante essa live. Muito importante a participação de todos. Eh, eh, quanto mais eh dialogarmos sobre arte espírita, mais sólido vai ficar, né, o trabalho, essa construção, essa caminhada para eh eh eh essa idealização, essa transformação eh da arte espírita, esse entendimento, né, que a gente fala eh em ampliar a percepção sobre arte espírita. Então, conversando, a gente vai alcançar esse objetivo. Então, um grande abraço a todos. E para encerrar, eu ouvi uma lá no final, quando a gente fala encerrar, né, a nós vamos eh assistir aqui dois queridos que vão nos contemplar com uma linda canção, que é a Asrid e o Guga. Boa noite a todos e um grande abraço. Os novos tempos estão chegando. Provenientes da mudança dentro de nós. O compromisso bate a nossa porta. Basta dar ouvidos a aquela voz que vem de dentro do peito, onde o evangelho do Cristo nasce no horizonte a cada amanhecer com o Só que existe em nós. É preciso deixar crescer a mudança dentro do coração, sonhar, construir e viver. Um mundo de regeneração. Os novos tempos estão chegando. Tempos de caridade e nascimento. Já é hora de trabalharmos em conjunto. Basta cultivar o sentimento que vem de dentro do peito, onde o evangelho do Cristo nasce no horizonte a cada amanhecer com o sol que existe em nós. É preciso deixar crescer a mudança dentro do coração,

asta cultivar o sentimento que vem de dentro do peito, onde o evangelho do Cristo nasce no horizonte a cada amanhecer com o sol que existe em nós. É preciso deixar crescer a mudança dentro do coração, sonhar, construir e viver. Um mundo de regeneração, deixar crescer. Amo dança dentro do coração, sonhar, construir e viver. Um mundo de regeneração, um mundo de regeneração. Construir e viver. Um mundo de regeneração. Ah. เฮ

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