31 - "O que é o Espiritismo" | O cético - (parte 3) | Espiritismo e Espiritualismo

CanalFEP 18/12/2025 (há 3 meses) 1:06:34 71 visualizações

Estudo completo da obra de Kardec: "O que é o Espiritismo?" Segundo diálogo: O cético - (parte 3) | Espiritismo e Espiritualismo Toda Quarta às 20h30 até 21h30 Transmitido pelos canais: Estudar Kardec kardectube José Fernando Toledo Paniago __ KardecTube - de Michel Macedo Canal sobre o Espiritismo segundo a obra de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com Curta. Comente. Compartilhe Nos siga nas demais redes. #espiritismo #kardec #espírita #ciênciaespírita #revistaespirita 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5475458764308480

Transcrição

Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo aqui do Kardec Tube. Eu sou Michel Macedo e nós estamos no estudo da obra de Allan Kardec. O que é o Espiritismo? Hoje estamos realizando o nosso 31º estudo da obra que é o espiritismo. A maioria de vocês que nos acompanham já sabem, mas se tiver alguém aqui pela primeira vez, talvez não saiba. Kardec escreveu três obras para os iniciantes no espiritismo. E muitas dessas obrinhas novas para para os iniciantes que ele escreveu, às vezes as pessoas não conhecem, não sabem que existe. Ele escreveu o espiritismo em sua mais simples expressão. Nós estudamos aqui a obra completa. Ele escreveu resumo da lei dos fenômenos espíritas. Nós estudamos aqui também a obra completa e a obra. O que é o espiritismo. Essas três resumem o Espiritismo. E ele criou com esse intuito, né? Então você que quer iniciar os estudos do Espiritismo, leia essas três obras. E nós estamos estudando as três. Duas nós já estudamos toda. Você pode rever todos os estudos na playlist do canal, né? E agora estamos então no 31º estudo do que é o espiritismo. O que é o Espiritismo? Ele primeiro no preâmbulo estuda a definição do que é o espiritismo. Nós vimos isso. E a segunda parte é através de diálogos. É Kardec dialogando com o crítico, com o cético e com o padre. Nós vimos todo o diálogo com o crítico e agora estamos aí há três semanas estudando o diálogo com cético. O diálogo com cético, Kardec dividiu por assuntos. Então, nós estamos no primeiro assunto em que ele discute com o cético o tema espiritismo e espiritualismo, em que a gente tá vendo aí a diferença da do que é o espiritismo, do que é o espiritualismo. E por que Kardec adota o termo espiritismo e e não usa o termo somente o termo espiritualismo. Ele vai explicar, o cético pergunta porquê da da criação desses termos e Kardec vai explicar a diferença e a necessidade de criar. A gente tá no meio dessa conversa. Antes da gente prosseguir e eu passar pros meus amigos, lembrando que o Kardec Tube

criação desses termos e Kardec vai explicar a diferença e a necessidade de criar. A gente tá no meio dessa conversa. Antes da gente prosseguir e eu passar pros meus amigos, lembrando que o Kardec Tube tem conteúdos diários. Segunda-feira tem o livro dos espíritos, o estudo. Na terça o estudo do nosso lar, uma um estudo crítico da obra nosso lar. Ontem a gente fez aí o estudo e acabou não concluindo porque caiu a internet. Então aqueles que acompanham, terça que vê a gente vai continuar da onde parou, não se preocupem. Hoje é o estudo do que é o espiritismo. Quinta-feira a gente estuda o site revistaespespírita.net e na sexta-feira a gente estuda o livro dos médiuns. O estudo do livro dos médiuns, toda sexta das 20 horas às 21 é um estudo fechado para assinantes aqui do Kardec Tube. Então você quer participar desse estudo, assistir esse estudo, inclusive os que passaram, porque ficam gravados, você assina o Kardectube. Vai, seja membro aqui no canal e assine por R$ 19,99. você tá ajudando o canal e você tem acesso ao estudo do livro dos médiuns. Dito isso, nós tivemos agora domingo a excelente entrevista que nós três fizemos com Gilberto Alieve. A gente entrevistou ele sobre o livro Evocações ou elo Perdido, que é um livro excelente para você comprar a cidade presente, dar pros outros. Compre lá em cardecbooks.com. E a gente fez a entrevista com ele sobre essa obra. Então, você que quer entender eh sobre o assunto evocações, como evocar os entes queridos, os espíritos, será que pode evocar espírito em casa, será que não? Assiste essa entrevista e adquira o livro do Gilberto Lev. A entrevista tá aqui também na playlist dos vídeos do Kardec Tube. Assista se você não assistiu. Nós teremos agora um novo lançamento para fevereiro, mas já abriu a pré-venda, de um novo livro do Cosmass chamado Mediunidade com Kardec, orientações para a prática mediúnica. Então agora a gente tem o segundo livro, continuando o trabalho do Gilberto, Cosm escreveu esse livro excepcional. a gente

Cosmass chamado Mediunidade com Kardec, orientações para a prática mediúnica. Então agora a gente tem o segundo livro, continuando o trabalho do Gilberto, Cosm escreveu esse livro excepcional. a gente que foi lançada a pré-venda hoje, a gente ainda não adquiriu, mas já a adquiram também no cardecbooks.com, já tá aberta a pré-venda. Com certeza vai ser um livro extraordinário sobre o assunto, mas esse é pré-venda, né? A pessoa compra agora e vai chegar só em fevereiro, mas é importante já comprar agora porque a pessoa ganha de brinde um livreto de Kardec, né? e do livreto do espiritismo na sua mais simples expressão. Dito isso, acho que não esqueci de mais nenhum recado. Antes de entrar no estudo, eu passo pro José e pro Lauro também dar os recados e dar boa noite. >> Muito boa noite a todos. Boa noite, Michel. Boa noite, Lauro. Boa noite aí aos nossos amigos de sempre que nos acompanham. É isso, Michel deu bem o panorama geral das últimas notícias, né, sobre sobre as nossas lives, sobre o movimento espírita cardequiano, live com o Giba, reforçando aí o o o recado do Michel. Inicialmente fizemos a live no último domingo, assistam, compartilhem, bem importante, né? O tema é fundamental, a gente sempre trata desse tema aqui e precisamos fomentar mais esse debate no movimento espírita. E acrescido aí demais esta notícia fantástica, né, o o lançamento do livro do Cosm Cosmass, ah mediunidade com Kardec. Então comprem um livro lá na no site da Nobilar, né, editora ou Cardec Books. Acho que dá para dá para achar procurando no Google pela pelos dois caminhos, né? Kardec Books ou Editora Nobar, vocês acham lá. O livro está em pré-venda, vai ser lançado de fato em fevereiro de 2026, fevereiro do ano que vem, né? Mas é isso, a gente sabe da qualidade, os livros do IDAC, a qualidade do Cosmic como estudioso de Kardec. Então, vale muito a pena. Façam a compra. Ã, e vamos pro nosso estudo que será o último do ano, certo? Hoje o nosso estudo do livro, O que é o Espiritismo, né? Estamos aí no diálogo

tudioso de Kardec. Então, vale muito a pena. Façam a compra. Ã, e vamos pro nosso estudo que será o último do ano, certo? Hoje o nosso estudo do livro, O que é o Espiritismo, né? Estamos aí no diálogo com com o Cético, encerrando mais um ano de 2025. Ano que vem seguimos firmes e fortes juntos. Então vamos aí ao estudo. Uma boa noite a todos. >> Michel José, boa noite. Boa noite, pessoal. É isso aí. Acho que não tem nem mais o que comentar. Só só ficar agora na na ansiedade, né, para para o lançamento, ou seja, para já a distribuição desses livros, que eu tenho certeza que vai ser um sucesso, como tenho certeza que o livro do do Gilberto Liev, né, o Evocações, será um grande sucesso. Livros que vão fazer a diferença. Só para complementar aqui, o título que o Cosm escolheu, né, deu ao livro Mediunidade com Kardec é muito importante, até porque nós temos uma série de livros aí que tratam de mediunidade, de mediunidade, livros que são espíritos falando sobre mediunidade e, né, autores encarnados aí também falando em mediunidade, mas que destoam muito, mas muito de Kardec. Agora nós vamos ouvir, ler um um grande entendedor de Kardecuda profundamente Kardec, é claro, né? Então é isso aí, que tenhamos um bom estudo. Aqui tá o livro, ó, foi anunciado hoje. Hoje que tá sendo anunciado a pré-venda do livro Mediunidade com Kardec. Olha, tem dois livros. Tem vários, né? Mas de lançamento tem dois livros maravilhosos para você comprar agora pro Natal. É o Não existe presente melhor. Aliás, eu quero que você que tem condições de comprar e não compra, eu quero que você se sinta culpado quando deitar hoje você coloca a cabeça no travesseiro. Eu quero que você fique o Natal e o ano novo culpado por não comprar essas obras. Se você é espírita, tem condições e não compra, você tá pecando, porque é um pecado não adquirir uma obra dessa. Diante de tanta obra ruim que a gente tem, quando tem uma obra boa, os espíritas não adquirem, é um pecado. Claro que aqueles que podem, né? Às vezes a pessoa no momento não

o adquirir uma obra dessa. Diante de tanta obra ruim que a gente tem, quando tem uma obra boa, os espíritas não adquirem, é um pecado. Claro que aqueles que podem, né? Às vezes a pessoa no momento não pode, tô falando para quem pode. Mas feito a brincadeira séria, né? A brincadeira séri são as mais perigosas. Mas feito essa brincadeira, vamos ao texto. O José lembrou bem, nem eu lembrava. Hoje é o nosso último estudo do ano aqui da quarta-feira, da quarta. A segunda, os estudos de segunda ainda a gente vai ter, o da terça ainda vai ter, mas o da quarta a gente só volta. Até já vou falar agora e depois a gente repete no final. A gente vai parar dia 24, que é quarta que vem, na outra quarta, que é dia 31 e dia 7 também, tá? Então vão ser três quartas-feira sem estudo, tá? O pessoal aí vai dar vai dar para sentir saudade, né? Então, eh, já sabe, dia 14 de janeiro, a gente volta às 20:30 com com estudo, tá? Por enquanto, esse é o é o recado. Então, vamos pro texto de uma vez. Deixa eu colocar aqui. Então, a gente tá no meio do diálogo e Kardec aqui que tá falando, né? Aqui é Kardec já respondendo o sétimo. Além disso, essas palavras não são mais bárbaras que as outras que as ciências, as artes, a indústria diariamente estão criando. Com certeza elas não são mais do que aquela que Ga imaginou para sua nomenclatura das faculdades como secretividade, alimentividade, afecionividade, etc. Só a um ponto ali, voltar nessas palavras. Lauro, volta um pouquinho. Ali, só uma curiosidade para as pessoas saberem. E eu não sei por no francês tem mais palavras. Eu não sei porque que o tradutor não traduziu. Tem secretividade, amatividade, combatividade e aí tem alimentividade e afeionividade. Então faltou duas palavras aqui que é o amativit e combativ que no português de repente deu uma falha ali, tem um espaço, né? Foi uma falha, mas tem isso também no francês, só para as pessoas saber. Deixa eu continuar a leitura. Há pessoas que por espírito de contradição criticam tudo que não provém delas,

tem um espaço, né? Foi uma falha, mas tem isso também no francês, só para as pessoas saber. Deixa eu continuar a leitura. Há pessoas que por espírito de contradição criticam tudo que não provém delas, tomando ares de oposicionistas. Aqueles que assim provocam tão pequenas chicanas só revelam o acanhamento de suas ideias. agarrar-se a tais bagatelas é demonstrar falta de boas razões. As palavras espiritualismo e espiritualista são inglesas e têm sido empregadas nos Estados Unidos desde que começaram a surgir as manifestações dos espíritos. No começo e por algum tempo também dela se serviram na França. Logo, porém, que apareceram os termos espírita, espiritismo, compreendeu-se a sua utilidade e foram imediatamente aceitos pelo público. Hoje seu uso está tão generalizado que os próprios adversários, aqueles que no princípio os classificavam de barbarismos, não empregam outros. Os sermões e as pastorais que fulminam o espiritismo e os espíritas viriam produzir enorme confusão se fossem dirigidos ao espiritualismo e aos espiritualistas. Bárbaros ou não, esses termos estão hoje incluídos na língua usual e em todas as línguas da Europa. São os únicos empregados em todas as publicações favoráveis ou contrárias feitas em todos os países. Eles ocupam o vértice da coluna da nomenclatura da nova ciência. Para exprimir os fenômenos especiais dessa ciência, tínhamos necessidade de termos especiais. O espiritismo hoje possui a sua nomenclatura, tal como a química. E aí tem uma nota que eu vou ler depois. As palavras espiritualismo e espiritualistas aplicadas às manifestações dos espíritos não são hoje mais empregadas senão pelos adeptos da escola dita americana. E aí a a nomenclatura do espiritismo que ele coloca uma nota é essas palavras já tás direito de cidadania. estão no suplemento do pequeno dicionário dicionário dos dicionários franceses extraídos do de Napoleon Landé, obra cuja tiragem alcança 10.000 1 exemplares. Aí encontramos a definição e a etimologia das palavras: erraticidade,

eno dicionário dicionário dos dicionários franceses extraídos do de Napoleon Landé, obra cuja tiragem alcança 10.000 1 exemplares. Aí encontramos a definição e a etimologia das palavras: erraticidade, medianímico, médium, mediunidade, perespírito, pneumatografia, pneumatofonia, psicógrafo, psicografia, psicofonia, reencarnação, sematologia, espírita, espiritismo, espiritista, estereotipa, tipologia. Elas também se encontram na nova edição do dicionário universal de Morris La Chatter com todos os desenvolvimentos que comporta. Então, para situar as pessoas, né, o que que ele tá discutindo aqui que vocês pegaram no meio da no meio da da discussão, o o Cético pergunta para ele, né, por que que foi criada os termos espiritismo e e espírita, se já existia o termo espiritualista e espiritualismo. E ele chega a dizer, muitas pessoas chamaram isso de barbarismo, ou seja, criar esses termos foi chamado de barbarismo. E aí Kardec tá respondendo, né, que primeiro que outros outras outos outros teóricos, como ele dá o exemplo de G aqui, né, também eh inventou palavras eh específicas para tratar da sua própria teoria. ele teve que criar termos para explicar sobre o que ele tava querendo tratar, né? Isso é uma coisa comum e necessária. Então não significa necessariamente que é uma coisa negativa, como a ideia de barbarismo diz, né? Você de uma certa forma deforma a língua, aquele idioma, aquela língua. Eh, isso é o barbarismo, mas eh não é um barbarismo ele ter criado o termo espírito e espiritismo, porque foi uma necessidade para mostrar diferença, já que a ideia de espiritualismo, ela é diferente da ideia de espiritismo. E aí ele mostra que a pessoa que se agarra a essa questão para para criar mostrar como se isso fosse um problema, é como Kardec diz, ela se agarra é só por espírito de contradição a pessoa simplesmente porque ela não concorda, não acredita, não entende, não é adepta daquela ideia, ela ela complica com pequenas questões, como se isso tivesse alguma relevância.

ito de contradição a pessoa simplesmente porque ela não concorda, não acredita, não entende, não é adepta daquela ideia, ela ela complica com pequenas questões, como se isso tivesse alguma relevância. É isso que Kardec tá mostrando, né? A pessoa que faz isso, ela mostra que ela tem poucas, poucos argumentos, porque ela tem que achar problema numa coisa que além de não ser problema porque foi necessário, também não fala propriamente da essência da coisa, não. Então é irrelevante eu tratar isso como um problema. E ele fala uma coisa muito importante. Há pessoas que por espírito de contradição criticam tudo que não provém delas, tomando áreas de oposicionistas. Isso é muito atual. né? As pessoas às vezes elas acham assim: "Não, se eu criticar e tudo me opor, isso dá um ar que parece que a pessoa é mais inteligente, parece que a pessoa ela ela é mais ela é sábia porque ela consegue se contrapor a tudo." E na na verdade nem sempre isso significa, isso não é prova de bom argumento, de inteligência, porque eu eu posso me comportar negando tudo. ar alguma coisa não é provar o contrário necessariamente. Então essa coisa de eu criticar tudo, duvidar de tudo, negar tudo, ai é porque eu sou uma pessoa muito muito inteligente, muito criteriosa. Não necessariamente. Às vezes você pode ser simplesmente uma pessoa teimosa que nega a verdade ou não tem argumentos melhores. Então, só negar por negar, ou seja, tomar Áries de oposicionista, é mais um defeito do que uma qualidade. É, é, é um, é uma coisa que participa mais da vaidade do que da razão. E isso é atual, né? Hoje as pessoas quando elas querem combater alguma ideia, ao invés delas apresentarem argumentos, muitas vezes elas simplesmente só negam, negam, negam, negam, não aceitam, como se não aceitar fosse provar alguma coisa. E não é assim. Então é muito interessante ele já pegar essa psicologia do ser humano já naquela época e hoje em dia isso acontece do mesmo jeito, né? Tem pessoas que acham que nada elas aceitam. Mas quem disse que isso é um jeito bom

ressante ele já pegar essa psicologia do ser humano já naquela época e hoje em dia isso acontece do mesmo jeito, né? Tem pessoas que acham que nada elas aceitam. Mas quem disse que isso é um jeito bom de aprender, né? Assim como quem aceita tudo é ruim, porque a pessoa não tem critério, a pessoa que nega tudo também, ela tem dificuldade de aprender, porque você não é assim que se aprende alguma coisa ou se convence de alguma coisa, né? Aí ele mostra que as palavras espiritualismo, espiritualista são eh são inglesas e são usadas nos Estados Unidos, mas a que pegou foi a espírita e espiritismo, já que quer dizer algo diferente, né? Espiritualista é uma palavra muito genérica, ela quer dizer muita coisa. Já a palavra espiritismo, ela tá ligada à ideia de que há espíritos e que esses espíritos se manifestam. E às vezes você pode ser espiritualista e negar que os espíritos se manifestam e até que eles existem. Então, por isso que não pode ser a mesma palavra. E aí Kardec diz a eh os sermões que se faziam nas igrejas contra o espiritismo, se a pessoa não usasse a palavra espiritismo e usasse a palavra espiritualismo, ia ser até ia até produzir uma confusão, né? Porque as igrejas fazem parte do espiritualismo. Então, como é que elas fariam um sermão contra o espiritualismo, sendo que elas são espiritualistas? Porque na verdade elas estariam querendo falar do espiritismo. Então, viu, até até para ir contra é importante ter duas palavras diferentes, porque senão geraria essa confusão, né? E aí ele mostra algo muito importante, muito importante, que como qualquer ciência, o espiritismo precisa da sua nomenclatura. Toda teoria científica tem uma nomenclatura, tem palavras, termos próprios, que justamente para especificar o que ela tá querendo dizer, o que ela tá explicando, o que ela tá tratando. Então, toda ciência tem o seu linguajar interno. O espiritismo, como é uma ciência, nota que ele compara que nem a química. O espiritismo hoje possui a sua nomenclatura tal como a química. Então,

ndo. Então, toda ciência tem o seu linguajar interno. O espiritismo, como é uma ciência, nota que ele compara que nem a química. O espiritismo hoje possui a sua nomenclatura tal como a química. Então, há termos que são próprios da teoria espírita, que a gente tem que entender no interior da doutrina espírita, que é importante que exista essas palavras, porque elas têm que explicar aquele conjunto de coisas que estão ali no interior da sua doutrina, como qualquer ciência. É isso que Kardec faz questão de mostrar. Toda ciência tem isso. E aí ele coloca na nota exemplos de palavras que são próprias da teoria espírita, né? Erraticidade, medianímico, médium, mediunidade, perespírito. E ele mostra que os próprios dicionários importantes da época estavam usando esses termos. o próprio Morris Lachatre, né, que tinha um dos dicionários mais importantes do mundo na época e que era amigo de Kardec, mas não era um dicionário espírita, era um dicionário universal, ele vai colocar já no no seu dicionário universal os termos que o Espiritismo utiliza. Já que o Espiritismo estava muito conhecido, era necessário que um dicionário universal explicasse os termos que o Espiritismo usa. Então ele eh eh ele mostra e e quem acessa esse dicionário universal daquela época tem ele ele explica os termos espíritas. E para explicar os termos espíritas, o Morris Chatter pediu pro próprio Kardec ajudar, já que ele era o especialista em espiritismo e ele queria usar os termos espíritas no seu dicionário. O Kardec fornece para ele os conceitos que ele vai usar lá. Então, é muito interessante. E eu só quero, para finalizar chamar atenção para uma palavrinha que aparece aqui, que vocês devem ter visto, que é eh pode baixar na nota ali, Lauro, a palavra estereotita. Estereotita que aparece ali, ó, lá embaixo. Pode descer um pouco mais. Sematologia ali, ó. Espiritista estereotita. É muito interessante porque eu pesquisei essa palavra, ela só vai aparecer duas vezes nas obras de Kardec, aqui nessa nota e lá no Instruções Práticas

ais. Sematologia ali, ó. Espiritista estereotita. É muito interessante porque eu pesquisei essa palavra, ela só vai aparecer duas vezes nas obras de Kardec, aqui nessa nota e lá no Instruções Práticas que tem um mini dicionário que Kardec faz. No restante da obra não aparece. E o significado disso é semelhante à palavra gênere que tá nas obras de Kardec. Que que é um estereotita? É um espírito que se manifesta aqui no nosso mundo material e se faz visível pros homens. Mas não só visível, também tangível. Ele aparece para todas as pessoas, até para aquelas que não são médiuns, o espírito. E você pode até tocar nele, senti-lo. Óbvio que isso é temporário, né? Então é a mesma coisa que a Gêner. Última curiosidade, na lá na na no instrução prática, quando Kardec explica o que que essa palavra quer dizer, o tradutor coloca uma nota dizendo que essa que estereotita e a gênere não, eles não são a mesma coisa. Ele diz que o o estereotita é como se fosse uma aparição tangível que se desfaz muito rápido. E o agêner é uma uma aparição tangível que também se desfaz, mas de uma maneira mais demorada. Então ele cria uma diferença de tempo da aparição e da tangibilidade. Só que é curioso que ele não diz de onde é que ele tirou isso, essa diferença na no conceito que Kardec dá. Ele não diz isso, ele coloca a mesma significação pro estereotipa, pro a gênere. Então, só são essas curiosidades que eu queria trazer. Agora eu passo para vocês. >> É aqui eh bem interessante esse trecho Kardec tá continuando aquela reflexão anterior, né? Então ele tá tentando rebater essa essa objeção do do cético de que ele estaria criando criando termos que não não fossem necessários, né? É um fato que Kardec criou alguns termos novos. A questão ah é que a questão é se é desejável ou não criar esses novos termos, né? A gente já comentou aqui que eh não não Kardec não faz uma criação eh arbitrária de novos termos. Ele ele é muito ponderado com isso. Ele cria os termos exatamente na no caso de necessidade, né? E ele tá correto, né?

tou aqui que eh não não Kardec não faz uma criação eh arbitrária de novos termos. Ele ele é muito ponderado com isso. Ele cria os termos exatamente na no caso de necessidade, né? E ele tá correto, né? Eh, eu acho que como o espiritismo ele traz conceitos novos, eh, por exemplo, per espírito, né? Per espírito é algo que não havia sido concebido antes, é um conceito propriamente eh do espiritismo e ainda assim é uma palavra que a palavra espírito já existia em outros sentidos, né? sentido de pensamento, não no sentido eh que o espiritismo dá aqui de inteligência o ser, né, independente da matéria, etc. Mas a palavra espírito já existia. E aí Kardec acrescenta o prefixo per a gente sabe, ele tira isso do grego, ele explica isso, né? prefixo per do grego significa em torno de eh nós espíritas sabemos disso. E ele explica isso no livro dos espíritos, né? Ele ele na verdade os espíritos dizem que o que a alma, o espírito tem um envoltório semimaterial e ele diz: "Vou dar o nome a esse envoltório de perespírito". Não é isso que ele diz lá no livro dos espíritos? Porque tô utilizando essa nomenclatura por por com uma uma analogia com a biologia, né? Ah, não biologia, mas a botânica, que no fruto aí ele explica, né, que o o nas plantas tem o perisperma que envolve a parte do fruto e etc, etc. Então, o prefixo peri já era utilizado na ciência. perímetro. Na matemática também se usa, né? Perímetro, é medir o entorno, né? Perímetro. Então, ele ele é muito preciso a usar os termos. Quando a gente vê esses termos também, eu já vi o Cos me chamando atenção para isso. Quando a gente vê esses termos da psicografia, psicofonia, etc., Kardec também é muito feliz ao ao utilizar esses termos, né? Porque a gente sabe que o termo, o, esse termo psico, psiquê, vem do grego. Psiquê em grego significa alma, né? Então já era um termo também é um termo clássico, bem bastante conhecido na filosofia, na ciência, o termo psiquê. E aí ele quando o espírito tá utilizando a alma do médium para escrever

ica alma, né? Então já era um termo também é um termo clássico, bem bastante conhecido na filosofia, na ciência, o termo psiquê. E aí ele quando o espírito tá utilizando a alma do médium para escrever psicografia, quando o espírito está usando a alma do médium para falar psicofonia. Então isso é muito comum na ciência, você criar termos utilizando utilizando a junção de termos do grego ou do latim, mas mais comum do grego, né? Basta que a gente pense, vamos pensar de forma bem simples no nome das ciências. A física vem do grego fises, que é natureza. A biologia, logia, estudo de, na verdade, logia vem do logos do grego, né, que é pode ser traduzido por razão ou discurso, linguagem, mas quando é quando a ele tá adaptado para logia na nesses termos, se torna estudo de, então biologia, estudo da vida. Ah, várias várias dessas ciências. É muito comum isso acontecer, né? Você tem essa junção dessas geologia, estudo da Terra, ah, enfim, astronomia. Aonomia já é eh nomia vem de vem de lei, né, de de regra dos astros. Deve ser a lei que rege o movimento dos astros, né? Astronomia, que astrologia já é o estudo dos astros. Mas aí já vai já vai para outro campo, né, astrologia. Mas enfim, o que eu quero dizer que isso é muito comum, né, isso acontecer na nas ciências e Kardec faz isso justamente para poder definir cada conceito, cada fenômeno. Eh, a gente precisa exatamente dessas palavras, né? Ah, só para finalizar essa esse meu comentário, pelo que eu me lembre, e vocês me ajudam no na introdução do livro dos espíritos, Kardec menciona que a palavra médium já estava em circulação quando ele conhece os fenômenos, né? Aí a palavra médium é do latim, não é do grego. Eh, se não me engano, é até numa nota que ele coloca a palavra médium já estava em circulação, já era utilizada, que designa o o a pessoa que pode servir de intermédio entre os homens e os espíritos, né? Então também essa parece já ele parece já ter ter utilizado algo que já estava em uso, né? Então você vê são termos são eh situações variadas que

rvir de intermédio entre os homens e os espíritos, né? Então também essa parece já ele parece já ter ter utilizado algo que já estava em uso, né? Então você vê são termos são eh situações variadas que existem, né? Ou Kardec pega alguns termos que já eram bastante consagrados por conta da religião e dá um novo entendimento, um novo sentido, que são os casos que a gente mencionou na semana passada de de de céu, inferno, purgatório, demônios, anjos, etc. ou ele pega palavras que estavam ali ainda ganhando circulação como médium, né, para designar um novo fenômeno. Ou ele cria quando ele observou a necessidade, ele criou alguns termos como o próprio espiritismo ou espírita, né, e vários outros que estão aqui. Então, enfim, é isso, né? é natural, faz parte do e que ganhou ganhou abrangência, ganhou eh a gente observa que o termo ele ele é bem criado quando ele vai ganhando mesmos críticos eles vão adotando, porque o ser humano é interessante. Se ele não vê sentido usar aquela palavra, ele abandona, ele não usa. Mas como é útil, a pessoa usa, fala: "Não, então quando o padre ia criticar o espiritismo, ele falava espírita, não falava mais espiritualismo, porque ele então foi uma escolha sábia de Kardec, porque de fato a palavra é útil para distinguir as ideias, né? Se não fosse útil, o cara ia tratar tudo como espiritualismo mesmo. Mas eh a gente vê que muitas das escolas de Kardec elas foram bem feitas. E quando Kardec fala sobre eh já quase no final sobre pessoas fazerem críticas e crítico de tudo aquilo que não provém delas, eh eh me fez lembrar agora é é um vídeo recente, né, de um camarada que fez o vídeo para provar que eh eh não foi Kardec que que criou a palavra espiritismo. Aí eu fico pensando, se ele tivesse estudado, por exemplo, que é o espiritismo, ele nem teria tido o trabalho de fazer o vídeo, porque o Parec tá deixando claro que a palavra ela tem o seu significado, né, a sua origem na língua inglesa, mas, né, ele ele ele se apoderou, certo que eu posso usar essa dessa expressão para poder,

porque o Parec tá deixando claro que a palavra ela tem o seu significado, né, a sua origem na língua inglesa, mas, né, ele ele ele se apoderou, certo que eu posso usar essa dessa expressão para poder, como você já trataram aí, né, diferenciar daquilo que era era comumente conhecido como a palavra espiritualista. o espiritualismo, né? Eh, eh, e então, talvez, eh, quem se a pessoa estudar, por exemplo, no comocada fez aquela observação que as pessoas criticam por criticar, né? Vou criticar porque eh eh eh como o Michel falou, para dar aquele ar de que eu sei mais, né? a gente lê aqui e fala: "Olha que desperdício que foi, né, eh, desnecessário se tivesse estudado isso aqui." Ah, uma uma coisa que me chama atenção, já que a palavra espiritismo ela tem a origem dela é inglesa e e essa palavra espiritismo, então, ela acabou sendo muito mais conhecida na escola francesa do que na escola inglesa, porque eh eh há diferenças, né? Porque, por exemplo, os ingleses, como os americanos, não admitiam a reencarnação, né? Ao passo com o espiritismo francês, só para tentar entender aqui, é totalmente eh eh diferente. Então, nós podemos dizer que a palavra espiritismo, ela acabou sendo mais empregada na França do que no seu local de origem. Vocês saberíamos dizer isso, Michel José? É assim, ele ele coloca que a palavra espiritualismo e espiritualista são inglesas, tá? E aí quando surge os fenômenos e quando surge no sentido moderno da palavra, né, que que conceitualmente as pessoas costumam dizer que dá como exemplo o caso das irmãs Fox lá em 48, 1848. Então, as pessoas passaram a usar a essa expressão para falar desses fenômenos, né, o espiritualismo. Aí usavam termos, colocavam algum algum adjetivo junto, né, ah, o espiritualismo moderno ou começar a usar espiritualismo racional. Por quê? Porque eles estavam estudando fenômenos ditos provocados por almas dos mortos, mas não era uma não tinha uma conotação religiosa, eram eram intelectuais que não eram necessariamente religiosos,

r quê? Porque eles estavam estudando fenômenos ditos provocados por almas dos mortos, mas não era uma não tinha uma conotação religiosa, eram eram intelectuais que não eram necessariamente religiosos, que estavam estudando fenômenos modernos. Então eles usam o termo espiritualismo para tratar disso e aar espiritualismo moderno, espiritualismo racional. Aí alguns pesquisadores descobriram que alguns autores usaram mesmo no inglês a palavra espiritismo. Então ela já começou, ela já foi criada a palavra espiritismo, tá? Porque a alguns historiadores agora modernos eles mostraram que tinha alguns alguns eh texto que sai em jornal. Tinha algumas colunas, alguns artigos que começaram então porque à medida que os anos foram passando, o pessoal foi tentando aprimorar palavra para tentar sempre separar da religião, para tentar mostrar, dar um nome para aquele novo movimento que tava acontecendo. Então eles mostram que alguns autores chegaram a usar a expressão spiritism em inglês, mas aí Kardecena vai daí fazer o quê? Desenvolver toda a doutrina. vai, ele vai estudar esses fenômenos, mas ele vai transformar isso numa num corpo científico. E aí ele vai usar a expressão em francês, espiritismo ou espirit. O que que acontece? Como o que Kardec criou, essa doutrina científico-filosófica que Kardec criou, acabou sendo a que mais fez sucesso e ele acabou sendo uma espécie de farol para esses estudos, pra grande maioria. Então as pessoas naturalmente, daí é o que ele tá falando aqui, as pessoas naturalmente começaram a usar o linguajar que ele desenvolveu nas obras dele, até para criticar. Mas a maioria da do pessoal da América vai continuar usando a expressão espiritualismo espiritualista, não vai usar a expressão espiritismo. E também uma segunda diferença, eles não admitiam a reencarnação e eram mais focados nas manifestações físicas. E o espiritismo que foi desenvolvido ali por Kardec, vai usar o termo espiritismo, vai adotar a reencarnação e vai dar um foque nas enfoque nas comunicações inteligentes,

os nas manifestações físicas. E o espiritismo que foi desenvolvido ali por Kardec, vai usar o termo espiritismo, vai adotar a reencarnação e vai dar um foque nas enfoque nas comunicações inteligentes, né? Então essas são são as diferenças. Agora, onde que eu que que eu quero concluir esse assunto? O único cuidado que os historiadores têm que tomar cuidado agora, e aqui vai a crítica que eu faço, é não passar a ideia de que simplesmente Kardec usou a palavra. Então ele parece que passar a impressão que ele só foi mais um que usou a palavra no francês. Ele pegou a palavra do inglês, trouxe pro francês. Se eu passar só essa ideia, dá a impressão que tinha um monte de gente tentando criar teorias sobre aqueles fenômenos. E Kardec foi mais um de tantos que participou ali daquela cena. Isso é um equívoco, porque ele foi o único que não foi só apegar e usar a palavra no francês, ele criou uma ciência em cima disso. Então, eu não posso comparar Kardecido de usar uma palavra. Ele fez muito mais do que isso, porque além de usar a palavra, que isso é o mais fácil, é o que ele fez com a palavra. Ele transformou isso num corpo científico com consequências filosóficas e morais. E foi o que mais teve sucesso, tanto no sentido de desenvolver uma teoria explicativa, científica, quanto sucesso de ser seguido, de de suas obras venderem e ele ser considerado o maior especialista naquela área. Então esse é o cuidado que às vezes o pessoal grava vídeo, parece que querendo diminuir Kardec, dizendo: "Ah, já existia a palavra". Não, mas é mais do que isso. A palavra no inglês já existia. Ele usou no francês, mas não foi só isso. Ele fez o que ninguém conseguiu fazer e teve um êxito que ninguém teve. Tanto que ele vai ser o o principal autor do assunto. Ele vai dominar o assunto, ele vai ser a referência do assunto no mundo inteiro, mesmo com as dissidências. Mesmo com as dissidências. Então isso é importante de ressaltar. Esse segundo ponto que eu tô ressaltando que muitas vezes quem tá gravando vídeo

o assunto no mundo inteiro, mesmo com as dissidências. Mesmo com as dissidências. Então isso é importante de ressaltar. Esse segundo ponto que eu tô ressaltando que muitas vezes quem tá gravando vídeo aí não faz e aí a pessoa é injusta com o contexto todo, porque Kardec não foi mais um. Isso é falso. Mas os pontos esses que eu coloquei foi assim, né? José Lauro, mais alguma? Não. Ótimo. >> Eu eu ia não, eu ia só comentar que realmente eu lembrei do do palestrante que colocou essa pesquisa, né, sobre a palavra espiritismo e espírita e que parece que do ponto de vista histórico a palavra já existia nos Estados Unidos, não é isso? Mas assim, eu não eu não acho que torne falso o que Kardec tá falando aqui no sentido de que muito provável que ele não tivesse conhecido esses autores, porque provavelmente era coisa eh bom, ele não deve ter conhecido essas publicações, né? E deve ter deviam ser devia ser um uso bem minoritário do termo esse espírito espírita e espiritismo, né? Nos Estados Unidos. Eh, o mais comum mesmo, pelo que a gente vê, espiritualismo, né? Esse era o mais utilizado tanto no nos Estados Unidos quanto na Inglaterra, no mundo anglossaxão. Aí, eh, o próprio livro do Conandoio é é espiritualismo, não é isso? história do espiritualismo. Espiritualismo não é não é espiritismo. Ele não usa espiritismo, ele usa espiritualismo. Então, para Kardec falar que criou o termo espírita, espiritismo, eu não não acho que seja falso isso, tendo em vista que ele não conhecesse esses outros termos. E os esses termos eram pelo, eu tô supondo aqui, né, tão pouco utilizados que eh eu acho que não torna falso que Kardec tá afirmando aqui que ele criou os termos, né? Porque de fato ele ele pegou o termo porque o raciocínio na cabeça dele foi esse. Olha, tem uma doutrina chamada espiritualismo e tem existem os espiritualistas. Esse é o o a palavra mais conhecida e de conhecimento de todos que se utiliza nesse sentido, é a doutrina e crê em algo além da matéria, etc, etc. Eu até peguei aquele dicionário de

s espiritualistas. Esse é o o a palavra mais conhecida e de conhecimento de todos que se utiliza nesse sentido, é a doutrina e crê em algo além da matéria, etc, etc. Eu até peguei aquele dicionário de filosofia semana passada, né, e citei o termo espiritualismo. E tem um trecho que que trata exatamente disso, né? Não sei se vocês lembram, eh, a doutrina que crê numa moral de Jesus, etc. algo além da matéria. Aí ele pensou, bom, o espiritismo e aí sim com com todo esse conjunto de conceitos, reencarnação, per espírito, erradicidade, etc, etc, etc, todo conjunto de conceitos que a gente conhece das obras de Kardec, ele falou: "Eu preciso criar uma palavra mais específica". E aí ele faz uma é uma pequira modificação na palavra, né? espiritualismo, espiritismo. Ele tira o alismo ali, o L, né? É, ele tá mais específico, >> ele chega a dizer que que quis manter o mesmo radical, que é para lembrar a ideia, mas ao mesmo tempo botar uma diferença porque tem ligação, né? Exato. >> Porque na verdade é porque o que o pessoal quer fazer, qual é o problema desses vídeos modernos? É que o pessoal dá a entender uma coisa jocosa, uma coisa é como se Kardec tivesse sido um plador, um malandro. Isso é falso. >> Porque o pessoal é >> é porque o pessoal parece que é assim, ó. O pessoal acha que século XIX é que nem agora que eu digito no Google a palavra e todo mundo no mundo sabe >> se tinha pouquíssimas pessoas usando a palavra. que nem era algo tão relevante assim. E e por isso que eu quis fazer questão de mostrar e e mesmo que fosse um uma adaptação de uma palavra, não foi só isso que ele fez, não foi só ah, a palavra, ele pegou uma palavra e eh foi além disso. Então, é sempre um ar parece que de querer diminuir como se daqui a pouco a pessoa vai dizer o quê? Que já existia a doutrina porque já existia a palavra. Não existia a doutrina só porque existia a palavra no inglês. >> Ah, não. Aí muito menos. Aí muito menos. >> É, então eu fificações que são importantes. >> É, eu acho assim, o

ue já existia a palavra. Não existia a doutrina só porque existia a palavra no inglês. >> Ah, não. Aí muito menos. Aí muito menos. >> É, então eu fificações que são importantes. >> É, eu acho assim, o são 12 o a palavra, bom, a gente vê aqui é um fato histórico que a palavra parece que já existia. Acho que precisa pesquisar mais, né? conhecer esse autor, porque é um autor completamente desconhecido. Enfim, a gente precisaria pesquisar mais isso. Se for um fato histórico como parece que é que a palavra já existia antes, de Kardec, aí tem duas hipóteses. Ou como nós estamos afirmando aqui, ele não conheceu a palavra e ele diz que criou o termo honestamente, ou ele plagiou e tá querendo levar os créditos pela criação da palavra. É muito fácil saber qual hipótese é mais provável. É uma pessoa que tem uma conduta elibada, que nunca e que sem sempre quando ele vai tratar desses termos de linguagem, de palavras, ele sempre dá os créditos, ele nunca, a própria palavra médium, ele diz ali que já existia. Eh, ele sempre é honesto intelectualmente. Entende o que eu quero dizer? Ele é sempre honesto intelectualmente em dar as referências. Tanto é que ele deu a referência aqui do desses dicionários, né? A gente sabe, basta você ler a obra de Kardec que ele sempre dá as referências quando é necessário, né? Por exemplo, tava lendo a Introdução do Evangelho Segundo Espiritismo. Ele afirma até de qual a tradução que ele utiliza para citar os as pastagens do Evangelho. Ele fala: "Utilizei rigorosamente a tradução de SAS". Lembram disso? E aí ele ele ele ele explica rigorosamente qual foi a a a alteração ou não no texto que ele faz. Ele fala: "Alterei algumas ordens, suprimi algum alguns trechos que não eram úteis ali, mas quem quiser pode fazer o a comparação do texto com o original de Sassi." Então ele sempre sempre foi muito honesto intelectualmente com relação a isso. Não vejo Kardec eh eh conhecendo a obra do cara, utilizando de má fé a palavra, porque se ele conhecesse esse livro, ele

Então ele sempre sempre foi muito honesto intelectualmente com relação a isso. Não vejo Kardec eh eh conhecendo a obra do cara, utilizando de má fé a palavra, porque se ele conhecesse esse livro, ele teria dado crédito, sem problema nenhum. Ele, a gente lendo a obra, a gente conhece Kardec, ele falaria: "Olha, já existe nos Estados Unidos essa publicação que usa a palavra espiritismo. Eu acho a palavra útil e vou absorver a doutrina dos espíritos". Ele poderia fazer isso, não tem problema. Não tem problema nenhum. Então, não vejo ele plagiando. Isso. Isso realmente não. Acho que não faz nenhum sentido, né? Mas enfim, o que não é errado as pessoas divulgarem isso também, como Michel falou, né? Ah, do ponto de vista histórico, isso precisa ser divulgado. Toda informação relativa a isso nos interessa. Agora, as conclusões que a gente trai disso é que precisa ser melhor avaliada. Hoje tem uma é quase uma aula de linguística. Aula não, quase um debate de linguística aqui, né? Mas é que o tema pede, né? É, o tema pede, a gente tá tratando disso porque Kardec coloca aqui, eh, parece uma questão de muito preciosismo, mas não é, né? A gente precisa se entender sobre as palavras e conhecer a origem das palavras ajuda a conhecer a origem das ideias também, né? Isso ajuda a gente a compreender melhor as coisas. Vamos ver se tem algum alguma pergunta aí com Não tem nenhuma pergunta, né? E e >> solta quietinho. >> E é interessante porque uma vez que Kardec não não não se utilizou da palavra espiritualismo e espiritualista porque essas já tinham a sua consagração, né, no vulgo. É claro que se espiritismo também estivesse dessa forma, ele não teria usado, porque não faria sentido. Vai, eu não vou usar espiritualismo, mas vou usar espiritismo. Ah, mas espiritismo é tão tão disseminado quanto a palavra espiritualismo. Não faria sentido, né? Então eu acho que aí dentro que vocês colocaram uma questão de lógica, né? É só a gente pensar. Então eh e aí eu, José, eu tenho eu tenho que concordar

a palavra espiritualismo. Não faria sentido, né? Então eu acho que aí dentro que vocês colocaram uma questão de lógica, né? É só a gente pensar. Então eh e aí eu, José, eu tenho eu tenho que concordar contigo. Muito provavelmente Kardec não nem tinha conhecimento da existência dessa palavra. Tanto é que ele foi criticado, né, de ter pegado e e e usado essa palavra aí de estrangeiro, como foi chamado barbarismo, para o francês aí, né? Não sei se eu tô no caminho certo aí, Michel. Hé, mas assim, mas mas o concordo, eu acho que provavelmente ele não conheceu, mas mesmo que tivesse conhecido, eh, a doutrina que ele fez, ninguém fez igual. Esse é o é o mais importante, porque, por exemplo, a palavra médium já existia e ele usou, mas alguém explicou a mediunidade como ele? O próprio conceito que ele vai dar de médium, ele pega a palavra que já existia, mas o conceito de médium que ele vai dar nas obras dele é um conceito refinado que não tinha, que mesmo quem usava a palavra antes não é o mesmo conceito, porque, por exemplo, a ideia que se tinha de médium era no sentido eh meio, já é a ideia de meio, ele servia de intermediário pros espíritos, mas se pensava antes de Kardec que esse meio Ele podia ser neutro. O próprio Kardec, quando vai estudar a mediunidade, o nível dos médiuns, vai mostrar que o médium não é o corpo, é o espírito do médium que é médium e que ele sempre interfere nas comunicações, até mesmo nas físicas, manifestações físicas. Então, nota, é uma palavra que já existia, em que ele deu uma explicação que ninguém deu e usou um método para dar essa explicação também que ninguém deu. Então, é é muito natural quando você tá tendo um início de uma ciência. Aliás, hoje mesmo tava lendo José no no Shalmers isso, a ideia do início de uma ciência, que é um período em que tem muitas muita coisa pipocando, divergindo e daqui a pouco tudo se encaminha por uma estabilidade, até que vem uma nova instabilidade que é chamada época da revolução, que no nosso entender não

que tem muitas muita coisa pipocando, divergindo e daqui a pouco tudo se encaminha por uma estabilidade, até que vem uma nova instabilidade que é chamada época da revolução, que no nosso entender não aconteceu, mas o início de toda a teoria ele vai discutir isso aqui também. havia muita dissidência. Então você tá ali naquele naquele estudo, você vai pegando os termos, mas aí o que você faz com esses termos e até onde você chega, Kardec foi quem mais obteve sucesso. Com certeza, né? Tem, eu acabei de achar aqui, eu vou até posso passar aqui que é curtinho. Tem um vídeo do Cosm no YouTube falando sobre isso, bem curtinho, ó. Eu vou colocar aqui, talvez acrescente. Vou compartilhar aqui. Vocês me dizem se vai sair o áudio direitinho aí. >> Momento de você esclarecer as suas dúvidas sobre assuntos do cotidiano. A, >> tá saindo o áudio >> através da doutrina espírita. Fique agora com o quadro O Espiritismo Esclarece. Confira agora o quadro O Espiritismo esclarece com a participação especial de Cosmasse. É verdade que Allan Kardec criou a palavra espiritismo? Onde está a prova disso? É verdade. Allan Kardec, em livro dos médiuns, no item 98, numa nota, ao comentar sobre a criação de um termo pelos próprios espíritos que fazem referência a, por exemplo, a expressão fluido perespirítico, Allan Kardec, ao comentar este uso pelos espíritos desta palavra, ele faz então uma nota explicando que da mesma forma que os espíritos criam às vezes palavras para expressar o seu pensamento. Ele também havia criado três termos: espírito, espiritismo, perespírito, já que não existiam no original francês estes termos para designar aquilo que ele estava propondo. Então, a palavra espiritismo em francês não existia para designar uma doutrina como aquela que ele estava propondo em o livro dos espíritos. Então, lá no livro dos espíritos, na introdução, no item um, Allan Kardec usa a palavra espiritismo para designar a doutrina que estava sendo apresentada no livro dos espíritos. E aí no livro dos médiuns,

o, lá no livro dos espíritos, na introdução, no item um, Allan Kardec usa a palavra espiritismo para designar a doutrina que estava sendo apresentada no livro dos espíritos. E aí no livro dos médiuns, nesse item 98, numa nota, ele deixa claro e explicitamente que ele criou esta palavra espiritismo. Então tem o item 98, eu tava procurando hoje, eu não lembrava. Se quiser abrir aí, Laura, de repente a gente mostra também o item 98 do livro dos médiuns, tá? Também posso mostrar aqui >> enquanto eu procuro aqui, salvo engano, aí vocês me ajudam aqui, que a memória não tá das melhores, não. Parece que a palavra psicografia foi sugestão de de um correspondente, não foi de um adepto. E que Kardec adotou a a ideia de bom grado, se eu não tiver enganado. Ou é a palavra psicografia ou psicofonia, uma das duas. >> É, eu acho que tem isso na revista, né? Você falou agora, eu acho que é isso mesmo. >> Esse eu não lembro. >> É, eu, eu eu uma vaga memória também não tô lembrando claramente, mas eu acho que é isso. >> Mas agora a gente só leu o item 98, >> mas muito provavelmente é quase certo que ele não conheceu, né? Porque não porque não tem por que que isso é provável? porque não teria nenhum problema ele ele e a palavra já existir. Não, não seria nenhum problema ele dizer: "Olha, vou usar essa palavra aqui agora porque expressa uma ideia boa, mas eu vou dar uma explicação bem mais completa, não teria nenhum problema". Mas o fato dele não dizer que provavelmente ele não conheceu, né? Então esse é o ponto mais importante. >> Sim. E ao que parece o esse essa publicação é de 1854, onde já tinha a palavra espírita. Ah, se foi nos Estados Unidos a publicação, até chegar na França, até ele conhecer, acho que seria muito difícil. >> É, é isso que as pessoas têm que entender. É sempre a mania de ler o passado com a lógica de agora, né? Esse é uma coisa que tá tomando conta das pessoas. Eu não, imagina, uma época que não que só tinha jornal, revista, livro, não tinha internet, Google, para as coisas se chegarem tinha

ca de agora, né? Esse é uma coisa que tá tomando conta das pessoas. Eu não, imagina, uma época que não que só tinha jornal, revista, livro, não tinha internet, Google, para as coisas se chegarem tinha que ser sempre os órgãos mais importantes e autores mais consagrados, porque coisinha pequena, local não chegava pro mundo inteiro. Bom, chegou aí, vamos botar aqui, Lauro. Acho que é a nota, né? Vamos ver. Tem 98. Tem alguma nota mais para baixo aí? Senão, de repente ele disse o número 98 e era 96 ou uma coisa assim. Eu vou ter livos speedos. Não tem a nota, né? >> Tá, tá chegando no final aqui. Vamos ver. Às vezes tá bem no finalzinho, mas eu ã aqui, ó, vamos ver se é >> é é isso aí. É, ó, vê-se que quando se trata de exprimir uma ideia nova para a qual faltam termos na língua, os espíritos sabem perfeitamente criar neologismos. Essas palavras eletromedio, perespirítico, não são de invenção nossa. Ó, viu como ele não tem problema em dizer, né? os que nos têm criticado por havermos criado, ó, por havermos criados os termos espírita, espiritismo e perespírito que tinham anagos poderão fazer também a mesma crítica aos espíritos. Então ele mesmo afirma que ele criou essas três palavras e nota que ele não tem problema em dizer quais ele não criou. Então não faz nenhum sentido a pensar que ele escondeu. >> E outra, ele não precisa, ele não precisa esconder porque ele fez mais sucesso. Parece a ideia que ele tentou pegar a a algo de alguém para levar a fama, mas é que ninguém fez o que ele fez, ele que teve sucesso. Então é é só essa importância, né? Mas veja, não estou negando as pesquisas de que no em outras línguas alguém usou, mas o que eu estou afirmando é que provavelmente Kardec, mesmo ele usando a mesma palavra, ele fez muito mais no sentido de desenvolver uma teoria. E isso sim é importante ressaltar. Bom, eu não sei se sobre essa questão vocês querem falar mais uma coisa pra gente já aproveitar para se despedir, dar os recados e falar sobre nossa nossa miniférias aí na

sim é importante ressaltar. Bom, eu não sei se sobre essa questão vocês querem falar mais uma coisa pra gente já aproveitar para se despedir, dar os recados e falar sobre nossa nossa miniférias aí na quarta-feira. Eu quero abrir aqui primeiro o Kardec Books. Eu já passo para vocês. Eu quero só abrir o Kardec Books aqui para fazer o comercial, compartilhar tela aqui. Hum. Tá, tem que remover agora. Foi. Olha aqui, ó. Atenção pessoal, você que está vendo o vídeo, presente de Natal para você e para quem você gosta. Você vai entrar em cardecbooks.com, tem muita coisa legal para você presentear. É o que tem de melhor sobre espiritismo, além de Kardec, tá aqui. Então, olha só, primeiro tem essa opção aqui que é muito legal, ó. Eles relançaram o livro de Kardec Espiritismo na sua mais simples expressão. Nem é livro, é um livretinho. Você compra um kit com 5 por 54 com 50. Kardecbooks.com ou nobiltl.com.br. Olha que legal você distribuir, você dar de presente. É o Kardec fez um resumo da doutrina. Mas aqui tem o que eu queria mostrar é o o anúncio, ó. Já tem um anúncio lançamento pré-venda autor Cosmass mediunidade com Kardec. Esse livro eu tenho certeza que vai ser fantástico. Ainda não foi lançado. Eles anunciaram hoje a pré-venda, ó. E você ao comprar o livro agora na pré-venda, ganha um exemplar do espiritismo. Mais simples expressão. Ó, que legal. E aqui tá, ó, entrega prevista fevereiro de 26. Você compra agora porque você pega a promoção de de pré-lançamento e ganha ainda de brinde outro livro. Então, ó, Mediunidade com Kardec é um guia claro, seguro e profundamente fiel às obras fundamentais de Kardec foco essencialmente prático. O livro novo do Cosmia. O livro reúne orientações objetivas para médiuns, dirigentes e participantes das reuniões, oferecendo critérios seguros, ó, baseado exclusivamente no livro dos médiuns, nos 12 anos da revista e nas demais obras cardequianas. É só Kardec e ainda vem grátis o livreto de Kardec, né? Então, adquiram, gravem já a imagem.

os, ó, baseado exclusivamente no livro dos médiuns, nos 12 anos da revista e nas demais obras cardequianas. É só Kardec e ainda vem grátis o livreto de Kardec, né? Então, adquiram, gravem já a imagem. Aqui é o livrinho da capa verde. Cada livro do C tem um tem uma cor, né? É, esse é o da capa verde, Mediunidade com Kardec. Com certeza a gente vai comprar, a gente vai ler, a gente vai comentar e se tudo der certo a gente vai ainda vai fazer uma entrevista com Cosm sobre a obra, que nem a gente fez com Giba. Então, olha, você pode comprar uma obra espírita, compre essa que é o que tem de melhor. Eu posso afirmar isso. Dito isso, eu quero na minha parte agradecer primeiramente ao José e ao Lauro por mais um ano. a gente sabe aí, estamos indo pro terceiro ano, todas as quartas-feiras aqui, sempre estudando Kardec, estudando a terceira obra já. Ah, a gente sempre diz, não é fácil ter um programa regular de tantos anos, são muitos os desafios. agradecer a toda a turma boa que a gente tem feito, os amigos, as pessoas que estão sempre nos prestigiando, nos ajudando, compartilhando, comentando, participando. É uma coisa assim impressionante a proporção que as coisas vêm tomando. E a gente começou lá numa conversa despretenciosa e chegamos até aqui, que a gente possa se manter unido, todos nós, e continuar mais um ano de 26 eh, nos estudos de Kardec, concluir mais uma obra, depois ir paraa outra e se manter sempre fiel a Kardec e unidos, né? agradecer também a todos os que ajudam, né, por trás das câmeras e os que participam, quem nos assiste e todos que aqui estão. Desejo a vocês um excelente final de ano, né? E lembrando, nós voltamos agora na quarta-feira, tá? Os os outros estudos ainda vão continuar quarta e quinta, né? Amanhã tem o último da quinta também. O de quarta e quinta vai parar três semanas, o restante continua. segunda, terça e sexta continua. O estudo do livro dos espíritos no canal do Lauro. A gente vai fazer dia 22 e dia 29. O estudo do livro do nosso lar eu vou fazer dia 23, dia

nas, o restante continua. segunda, terça e sexta continua. O estudo do livro dos espíritos no canal do Lauro. A gente vai fazer dia 22 e dia 29. O estudo do livro do nosso lar eu vou fazer dia 23, dia 30, se a internet deixar, que agora toda terça cai minha internet. O estudo de quarta e quinta para e o estudo do livro dos médiuns também segue, 19:26 e e e dia 2, né? Então, eh, a gente para agora 1724, aliás, de 24, 31 e dia 7. A gente volta na quarta-feira, dia 14. Anote aí, segunda semana de fevereiro. Então, nós só nos vemos aqui na quarta em 2026. Então, agradecer a todos, tem um ótimo final de ano e nos vemos daqui três semanas. E eu também passo para vocês se despedirem. É isso mesmo. Chegamos ao fim de mais um ciclo aí de estudos, né, dessa obra que é o espiritismo. Também queria agradecer a companhia aí do dos meus amigos Lauro Rodrigues, Michel Macedo. Sempre uma satisfação muito grande tá aqui estudando com vocês, aprendendo com vocês. Ah, a gente tem um caminho longo a trilhar, não é isso? Para o futuro. Muitos projetos a desenvolvermos. Ah, muitas ideias. Se Deus quiser, com a ajuda dos espíritos, a gente vai conseguir colocar em prática muitos deles. E contamos sempre com a colaboração de vocês que nos assistem, né? A gente agradece muito ah ficar nos ouvindo aqui toda semana. A, o nosso objetivo sempre é motivar o estudo de Allan Kardec, né, das obras de Kardec, porque a gente acredita que é o melhor para a vida do ser humano, né? Então isso tudo é é uma ajuda, né? Uma tentativa de contribuição para aqueles que vão estudar ter um apoio na leitura e também um incentivo para que vão ler. Porque quando a gente fala, quando a gente fica falando muito de um autor, a gente espera que aquilo vá martelando na cabeça da pessoa e uma hora ela fala: "Eu vou ler esse negócio para ver o que esses caras estão falando, né? Por que que falam tanto nesse cara?" Por isso que a gente fala tanto para incentivar, porque a gente acredita que é uma coisa boa para a vida das pessoas,

para ver o que esses caras estão falando, né? Por que que falam tanto nesse cara?" Por isso que a gente fala tanto para incentivar, porque a gente acredita que é uma coisa boa para a vida das pessoas, né? Então, que todos tenham um excelente final de ano. Ah, boas festas, bom feliz Natal, feliz ano novo e que a gente volte com energias renovadas e com muita força, muita dedicação para o mês de janeiro para iniciarmos aí o ano de 2026. Grande abraço a todos. É isso aí. Michel, José, também tenho tenho muito agradecer a vocês, agradecer essa galera. Eh, interessante que a gente vai formando um grupo de estudos, né? Nós temos o nosso grupo no WhatsApp, onde temos ali eh um número bem interessante de pessoas que participam dos estudos na primeira quinta-feira do mês. E isso é muito bom, é estimulante, né? a gente sabe que são pessoas que realmente estão interessadas em conhecer Kardec, aprender com Kardec, aprender espiritismo de verdade e que esse ano de 2026 seja, né, um ano onde nós vamos intensificar mais os estudos com Kardec. Então eu tenho certeza que esse grupo ele vai se abraçar ainda mais para o crescimento do do conhecimento e da prática da evocação de reunir famílias, em família com amigos, para poder realmente praticar espiritismo, como aconteceu no século XIX. Então, desejo a todos aí boas festas e um feliz 2026 e com muita paz. Obrigado aí vocês. Abraço, pessoal.

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