17 - "O que é o Espiritismo" | O crítico - (parte 4) | estudo completo da obra de Kardec

CanalFEP 13/09/2025 (há 6 meses) 1:06:52 126 visualizações

Estudo #17 Estudo completo da obra de Kardec: "O que é o Espiritismo?" Primeiro diálogo: o crítico - parte 4 Toda Quarta às 20h30 até 21h30 Transmitido pelos canais: Estudar Kardec kardectube José Fernando Toledo Paniago __ KardecTube - de Michel Macedo Canal sobre o Espiritismo segundo a obra de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com Curta. Comente. Compartilhe Nos siga nas demais redes. #espiritismo #kardec #espírita #ciênciaespírita #revistaespirita 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4983804296036352

Transcrição

Uma boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo da obra O que é o Espiritismo, essa obra de Allan Kardec, uma das três obras que Kardec fez para os iniciantes do Espiritismo. Nós estamos ainda na primeira parte desta obra que é através de diálogos. Kardec discute com o crítico, o cético e com o padre. E nós estamos ainda na no primeiro diálogo que é com o crítico. Tenho aqui ao meu lado os meus amigos de sempre, o José Paniago e o Lauro Rodriguez. Lembrando a todos que é muito importante pra gente que vocês curtam o vídeo. Se puderem, compartilhem, se inscrevam nos nossos canais, nos sigam nas demais redes sociais e participem pelo chat. eh, participando pelo chat que a gente consegue também trocar ideias, tirar dúvidas e isso enriquece o estudo. Antes da gente iniciar, eu passo então pro pro José e pro Lauro, para eles darem as boas-vindas também. >> Boa noite, pessoal. Boa noite a todos. Ah, retomando aí o nosso nosso estudo da obra, O que é o Espiritismo, né? No no último domingo nós fizemos a live de comemoração dos dois anos do grupo. Foi uma live excelente, eh um assunto muito bom, né, os vícios e virtudes. E hoje nós voltamos aqui paraa obra O que é o Espiritismo. Ah, para continuar aí no conversando sobre o diálogo do crítico, né? Então a gente espera ter um excelente estudo novamente, contar com o comentário e as perguntas de todos. Boa noite, Michel. Boa noite, José. Boa noite, pessoal do chat. Vamos lá, né? Vamos para mais um um estudo que os bons espíritos no no nos inspirem. Michel, é isso aí. Vamos colocar o texto na tela. Então, só para situar um pouco o que a gente já viu, só voltar aqui. O crítico, ele tem basicamente é aí dois problemas. O primeiro deles é que ele já tem uma opinião formada, mesmo sem ter visto, sem ter estudado a teoria e os fenômenos. O segundo ponto é que ele queria dizer e determinar a maneira que ele se convenceria. Ele pede para Kardec para assistir uma ou duas sessões. Então ele quer estabelecer o modo como ele se

s fenômenos. O segundo ponto é que ele queria dizer e determinar a maneira que ele se convenceria. Ele pede para Kardec para assistir uma ou duas sessões. Então ele quer estabelecer o modo como ele se convenceria dos fenômenos espíritas. E a gente vai ver que Kardec mostra para ele que não basta duas duas sessões espíritas para pessoa se convencer. Como qualquer ciência, o espiritismo ele exige muito estudo, anos de estudo, né? Então, a convicção espírita se dá primeiro através de uma teoria e segundo eh observando um conjunto de fenômenos, não apenas duas sessões, né? Então, Kardecria participar das sessões, porque não é assim que se constrói a crença espírita. E o objetivo da sociedade eh não é esse, né? justamente porque esse não é um jeito eficaz de construir a convicção. A sociedade ela tem por objetivo estudar os fenômenos, mas evidentemente daquelas pessoas que já estão convencidas ou já estão no processo de estudo para melhor observar justamente com essa teoria os próprios fenômenos, né? E aí a gente viu semana passada Kardec mostrando como é que ele pensa a questão do proselitismo, né? E a gente tratou muito disso, fez uma comparação com o que é feito eh no movimento espírita tradicional. A gente mostrou que o movimento espírita fez diferente e não conseguiu, não é por coincidência que ao fazer diferente de Kardec Kardec. Então, uma vez que Kardec mostra que não vai atender as exigências do crítico e ele explica que não vai, porque não é assim que deve ser para construir uma uma uma crença numa teoria como espiritismo, o crítico vai insistir, né? Ele vai tentar mostrar que há um um que há vantagens em Kardec atender o pedido dele. É isso que a gente vai ver agora, né? Então vai dizer ali o V é de visitante, vai dizer o crítico a Kardec, né? Há mais interesse em convencer-me do que supontes. Permitis que me explique com franqueza e prometeis-me não ver ofensa alguma nas minhas palavras? Trata-se das minhas ideias sobre a coisa em si e não sobre a pessoa a quem me

encer-me do que supontes. Permitis que me explique com franqueza e prometeis-me não ver ofensa alguma nas minhas palavras? Trata-se das minhas ideias sobre a coisa em si e não sobre a pessoa a quem me dirijo. Posso respeitar a pessoa sem participar de suas opiniões. E aí Kardec responde: "O espiritismo me tem ensinado a desprezar essas mesquinhas suscetibilidades do amor próprio e a me não ofender com palavras. Se as vossas expressões saírem dos limites da humanidade e das conveniências, apenas concluirei que sois um homem mal educado, mas não irei à lei. Quanto a mim, antes quero que os outros fiquem com os defeitos do que compartilhar deles. Vede, só por isso que o espiritismo já serve para alguma coisa. Já vos disse, Senhor, não tenho a pretensão de vos fazer adotar a minha opinião, respeito à vossa, se é sincera, como desejo que respeiteis a minha. Acreditando ser o espiritismo um sonho sem sentido, disseste sem dúvida vindo à minha casa, vou ver um louco. Confessai-o francamente, pois com isso não me escandalizarei. Todos os espíritas são loucos. É coisa sabida. Pois bem, se julgais assim, eu tenho escrúpulo de transmitir-vos a minha enfermidade mental e causa-me espanto ver-vos com tal pensamento, buscar uma convicção que vos vai colocar no número dos loucos. Se já estais persuadidos de que não conseguiremos convencer-vos, o passo que desces é inútil, visto que só terá por fim a curiosidade. Abreviemos, pois, por favor, porque me falta tempo para perder em conversações sem objeto. Então, Kardec aqui ele começa a mostrar alguns pontos importantes sobre o comportamento que a gente deve aprender a ter com ele, né? Ele dá aqui um exemplo de comportamento, né? Então, é um é um não é não é somente um exemplo de argumento, mas também um exemplo de comportamento. O crítico diz que ele tem uma opinião sobre a coisa e não sobre a pessoa. Então ele disse, ele diz para Kardec, e se eu tiver alguma coisa, é contra o o Espiritismo, não contra o senhor. Por favor, não se ofenda.

z que ele tem uma opinião sobre a coisa e não sobre a pessoa. Então ele disse, ele diz para Kardec, e se eu tiver alguma coisa, é contra o o Espiritismo, não contra o senhor. Por favor, não se ofenda. E aí Kardec mostra o seguinte: "Bom, mesmo que o crítico fosse ofensivo e mal educado, Carnec já mostra como ele pensava e como ele agia, né, mostrando a ética, o equilíbrio eh desse espírito Allan Kardec, né? Porque ele diz, "O espiritismo me tem ensinado a desprezar essas mesquinhas suscetibilidades e a não me ofender com palavras". Então, se ele diz, olha, se você for mal educado, ofensivo, isso eu não vou eu não vou devolver na mesma moeda. Você ficará como uma pessoa que é ofensiva, mal educada e eu não vou agir da mesma maneira com você. E isso vai deixar uma coisa provada, é que a pessoa que se se ele tivesse apenas ofensas, isso significa que ele não tem argumentos, né? Então, se para combater ou criticar o espiritismo, ele tivesse que partir para ofensas, como diz Kardec, isso só provaria que você é mal educado, mas não que você provou que o espiritismo está errado. Olha que belo ensinamento, né? é lógico e ao mesmo tempo é um exemplo de comportamento, né? Então, se a pessoa debocha, se a pessoa mente, se a pessoa ofende, veja que isso não é argumento. Isso não determina se a coisa é verdadeira ou falsa. Isso só prova que a pessoa que está falando é o quê? Mal educada, agressiva, debochada. Olha como ele sabia separar. Muito bem. Então, a gente tem que prestar atenção nisso e aprender com Kardec, né? Por isso que ele diz, do ponto de vista intelectual, isso não muda as coisas, isso não é argumento. E do ponto de vista moral, eu não vou ser como você se você for mal educado, né? Quanto a mim, antes quero que os outros fiquem com os defeitos do que compartilhar com eles. Então, se a outra pessoa for mal educada, ofensiva, seja o que for, isso deve ser um problema dela, porque ela nem mostrou com isso argumento nenhum. E eu não preciso ser que nem ela, porque uma vez que eu estou afirmando que o que

l educada, ofensiva, seja o que for, isso deve ser um problema dela, porque ela nem mostrou com isso argumento nenhum. E eu não preciso ser que nem ela, porque uma vez que eu estou afirmando que o que a pessoa está fazendo não é argumento, porque eu faria o mesmo? Isso seria provar que eu também não tenho argumento. Então, Kardec sabia como se dá o respeito, né, de uma maneira muito correta, mas também lógica. Isso é um treino que a gente tem que fazer quando a gente se depara com as pessoas que deturpam ou falam mal pro espiritismo. A gente tem que lembrar isso. Olha, se a pessoa para atacar o espiritismo, ela precisa mentir, se servir de mentiras, isso prova que a pessoa não tem argumentos, né? Porque se ela tem argumentos, ela encara as coisas de uma maneira verdadeira. Se eu para criticar alguém, eu tenho que mentir sobre aquela pessoa e atribuir a ela coisas que ela não disse, o problema está em mim, não na teoria. E eu não provei coisa nenhuma fazendo isso, né? Então essa é uma um um o primeiro ponto que eu ressalto do texto. Depois ele volta a dizer o que a gente já tinha visto semana passada, né, que ele não ele não tem a pretensão de querer convencer alguém que não quer ser convencido de uma maneira sincera. Veja, se a pessoa não tá predisposta a ouvir e aprender e aí discutir de uma maneira argumentativa, que porque a pessoa não precisa eh acreditar, evidentemente, sem ter os elementos, mas ela tem que ter a boa disposição de querer ouvir o que aquela teoria tem para dizer. Se ela já firmou, como ele coloca, pode descer um pouquinho, Lauro, faz favor, que ele diz assim, né? Pode descer mais um pouco que ele chega a dizer, né? Acreditando ser espiritismo, um sonho sem sentido, dissesse sem dúvida vir na minha casa, vou ver um louco, confessaio, francamente, pois com isso não me escandalizarei e aí aqui Kardec fala uma coisa curiosa, né? Se a se o crítico julga que aquilo é uma bobagem ou uma loucura, olha que coisa estranha. Então você quer você julga que é uma bobagem, é uma

scandalizarei e aí aqui Kardec fala uma coisa curiosa, né? Se a se o crítico julga que aquilo é uma bobagem ou uma loucura, olha que coisa estranha. Então você quer você julga que é uma bobagem, é uma loucura, mas você quer, eh, ser convencido dessa bobagem, dessa loucura. Você quer provar dessa bobagem dessa loucura. É até meio contraditório, né? ele firma uma opinião negativa sem conhecer, mas ao mesmo tempo ele quer aquela coisa demonstrando que eh ele não tá ele não tem nem convicção da própria crítica dele, né? Porque ao mesmo tempo que ele julga sem conhecer, mas também ele quer que convença ele do contrário. Mas pera aí, o o que que Kardec quer mostrar aqui? O bom crítico não é que ele tenha que elogiar uma teoria que ele desconhece, mas ele também não pode eh negar ela ou já dar um uma qualidade para ela sem antes ele aprofundar. Aí por isso que no final coloca um C, né? Baixa só mais um pouco aqui que eu já vou passar para vocês a parte que ele diz, ó. Se já estáais persuadido de que não conseguiremos convencer-vos, o passo que desce é inútil. Então, se você já tiver convicto e mostrar através da sua fala, da sua atitude, que você não tá verdadeiramente disposto a aprender para fazer um juízo de valor, você já fez o juízo de valor antes de aprender? É uma coisa inútil. discussão é como Kardec diz, é uma falta de tempo e ele diz: "Eu não tenho esse tempo a perder". Então o esses esses diálogos servem tanto pra gente ver o que é ser um bom crítico e como a gente tem que agir diante daquele que não é um bom crítico. Vejam a postura de Kardec e vejam Kardec mostrando, se você quer ser um bom crítico, você tem que ter uma boa fé, uma boa vontade de primeiro mergulhar naquela proposta e aí aí sim depois você faz os questionamentos, você faz as críticas, mas não, você não pode já formar uma opinião ou se prender a ela. O bom crítico, claro que o o bom crítico ele pode de repente ter uma hipótese, olha, eu acho que ou eu não estou inconvencido, mas muito cuidado para não transformar

r uma opinião ou se prender a ela. O bom crítico, claro que o o bom crítico ele pode de repente ter uma hipótese, olha, eu acho que ou eu não estou inconvencido, mas muito cuidado para não transformar isso em crença pré-estabelecida antes de aprofundar, porque senão isso vai estar a todo momento dificultando o raciocínio. Se você pega uma pessoa que já tá fixada numa ideia antes mesmo de ouvir, ela nunca consegue ouvir direito, porque ela a ela não consegue fazer reflexões novas, isso atrapalha o processo. Então, ela tem que procurar ter o quê? Seredade. Eu tenho que olhar aquilo e primeiro ouvir o que a teoria tá dizendo para depois eu levantar os questionamentos e tirar as conclusões. Isso é ser um bom crítico, né? passo para vocês. >> É, eu acho, Michel ressalou bem vários pontos, né? Primeiro que a transparece nesse diálogo a a grandeza moral de Kardec, né? sabedoria dele de lidar com as questões, o bom senso dele de lidar com com um crítico desse tipo. Então, ele não fica, primeiro, ele era um homem sábio porque ele trabalhou muito pro espiritismo, ele precisava dedicar o tempo dele ao que era produtivo, ao que era ah realmente traria bons resultados para o espiritismo, né? Então, Kardec diz isso, ele fala: "Olha, nunca faltará pessoas de boa vontade para nos ouvir. Se essa pessoa não tem a boa vontade para ouvir, outra terá." Então, não faria sentido ele ficar perdendo tempo com uma pessoa que já não quer ser convencida. Esse é o ponto. Olha, a gente tá aí na vida debatendo com as pessoas, conversando sobre vários assuntos, temas difíceis, temas complexos, temas polêmicos. E essa é uma verdade que se faz perceber todos os dias. A gente vê nos debates conversando com as pessoas, se o cara não quer ser convencido, ele não vai ser ponto. E é muito curioso quando a gente encontra uma pessoa, porque no fundo me parece que esse crítico aqui tá demonstrando eh uma uma jactância, né, uma arrogância, porque ele diz: "Há mais interesse em convencer-me do que supondes". E ele vai

tra uma pessoa, porque no fundo me parece que esse crítico aqui tá demonstrando eh uma uma jactância, né, uma arrogância, porque ele diz: "Há mais interesse em convencer-me do que supondes". E ele vai dar razões do porqu é interessante convencê-lo. É uma demonstração de orgulho, né? Ele tem a si mesmo em alta conta, em grande estima, né? Ele acha que a pessoa dele é muito importante. A gente vê muito disso por aí. Quando você debate com pessoas, a pessoa ela bate o pé e fala: "Quero ver você me convencer de tal ponto de vista". Eh, porque ela acha que é, se você tenta convencer, você dispende muitos esforços para convencê-la, ela vai se achar mais importante ainda, né? Essa é a questão. Kardec fala isso em outras em outras obras, né? Eu não me lembro exatamente onde, mas ele fala isso. Eh, não se deve perder tempo com o crítico, eh, com Tomás, porque você vai dar, você vai tá dando a ele a importância que ele, que ele acha que tem, né? Então essa posição moral de Kardec a gente consegue perceber e é muito interessante. Ah, quando eu digo posição moral com relação a não se ofender com as com os ataques, com a ridicularização, etc. Ele fala: "Não, não vou me ofender, etc." Isso é muito interessante. A inteligência dele de não perder tempo, né? E ah, a firmeza dele, olha, você já você já falou para mim, você já deixou bem claro que a sua razão, a sua razão não reconhece a realidade daqueles fenômenos e que isso é um produto da imaginação. Bom, qual que é a conclusão disso? A razão das pessoas que aceitam esse fenômeno está prejudicada e elas estão acreditando em coisas imaginárias. Quem faz, quem faz isso é um louco, né? Quem foi um louco. Entãoir isso a partir do E aí ele fala: "Bom, assumindo que que nós somos loucos e que você e que você tá tentando você tá tentando nos visitar eh para conhecer a nossa, para conhecer a nossa reunião." É muito estranho isso, porque você poderia eh ser contaminado pela nossa enfermidade, né? Ele disse. Então, é muito José, seu áudio, seu áudio tá falhando.

cer a nossa, para conhecer a nossa reunião." É muito estranho isso, porque você poderia eh ser contaminado pela nossa enfermidade, né? Ele disse. Então, é muito José, seu áudio, seu áudio tá falhando. Você tá mudo com os críticos, né? Agora ficou perfeito. >> Deu primeiro, viu? Até o final ou ou cortou meu áudio? >> Deu deu uns cortes em algum momento. Não sei se é de repente a a não é a bateria do não sei por onde que tá captando a tua voz. Não é pelo fone, pode ser a bateria. >> É porque eu tô pelo celular e acabaram de me ligar aqui. Aí ele deu um problema no >> Ah, tá. Daí ele ele ele corta o áudio. Então, foi isso. >> Então, foi isso. Pode seguir. Não, eu já terminei. Na verdade, eu não sei. Eu acho que ele ele cancelou antes, né, o o áudio. Eu vou tentar conectar meu Bluetooth de novo aqui no fone. >> E o e o grande problema que eu vejo, né, na no caso do crítico, e é isso. Isso serve para tudo. Eh, é que a pessoa já vai com aquela ideia da negação. Então, eu não acredito que esses fenômenos existam, que são reais, que isso tudo não passa de alucinação. São pessoas fracas, como o próprio Car vai dizer, loucas, é uma enfermidade. E ao mesmo tempo a pessoa quer que prove para ela que esses esses fenômenos eles existem. Então você, né, a gente pode perceber que a partir do momento em que alguém nega e ele quer que prove, ele quer, ele quer assistir a uma sessão para que ele se convença, é mais fácil dizer, você quer assistir uma uma sessão para provar que não existe fenômeno. Não porque você quer ser convencido, é porque de fato você já quer chegar lá e provar que o fenômeno não existe. Eh, né, aquela aquilo que José disse é colocar a razão acima da razão de todos. Ou seja, eu sou o único que tenho razão. A minha razão, ela ela diz que isso não existe. E e como PR Cadeec vai dizer lá na introdução ao estudo da doutrina espírita do livro dos espíritos, que é de lógica elementar, se vai debater, se vai, né, combater alguma coisa que você tem que ter pelo menos conhecimento daquilo no qual você

ão ao estudo da doutrina espírita do livro dos espíritos, que é de lógica elementar, se vai debater, se vai, né, combater alguma coisa que você tem que ter pelo menos conhecimento daquilo no qual você quer combater ou debater. Então tá. Ah, como que uma pessoa pode querer ir para um assistir uma sessão completamente leiga, ignorante daquilo que ela vai assistir ou que ela pretende assistir? É isso que o Kadec também ele ele é muito lúcido. Primeiro estude a teoria para que quando você for assistir e que o fenômeno acontecer, que seja de passagem, você está atento, poderá perceber, né? Mas eh é é a questão do eh eh me convençam que isso é possível, que se você me convencer você só tem a ganhar. Aí é que o José falou, é de uma arrogância, de uma vaidade sem tamanho, né? E e como carec vai dizer aqui no finalzinho do texto, quase no final, ele não tem tempo a perder com isso. A pessoa tem que ir de boa fé, boa vontade para querer se convencer, mas não que ela ela vá provar pros outros que aquele fenômeno não existe. Isso não vai rolar, Michel. É, o mais curioso, eh, é que quando eu desconheço, e ainda mais quando eu desconheço por por completo, quando eu desconheço por completo uma teoria, eu não posso eh emitir opinião sobre ela. O que dirá negá-la, criticá-la? Veja quanta coisa da física, da química, da biologia, a gente não tem a menor noção. A gente tem aí uma noção básica, quem quem não fez a graduação, né? Embora mesmo a graduação é pouca coisa para uma ciência, né? Mas vamos pegar eh matérias que a gente não é especialista. A gente conhece alguma coisa de física, alguma coisa de química, alguma coisa de biologia, mas nós não somos especialistas. Como é que eu vou me atrever a criticar essas ciências? Vejam que nenhum graduado tem condição para isso. Nenhum graduado tem condição para fazer uma crítica profunda da ciência que ele estudou, porque os grandes especialistas daquela teoria vão ter capacidade. Mas veja quantos anos eles tiveram que estudar. E a mesma coisa pro espiritismo.

zer uma crítica profunda da ciência que ele estudou, porque os grandes especialistas daquela teoria vão ter capacidade. Mas veja quantos anos eles tiveram que estudar. E a mesma coisa pro espiritismo. Eh, veja que ele ele nem ele não conhece nada de nada e ele já tem uma opinião, mas aí ele diz que, bom, eu tenho uma opinião, me convença do contrário. Mas aí Kardec já sabia que não é assim, porque aí eu vou lhe apresentar um argumento você vai negar. Aí eu vou lhe dizer como é que você tem que proceder. Você vai negar. Aí eu vou lhe apresentar fenômenos, você vai negar. Porque não é assim, você precisa estudar, precisa estudar, porque imagina mesmo aquilo que a gente estuda há anos e se aprofunda anos, o que que a gente percebe quando a gente se dedica anos a estudar uma teoria? A gente percebe que a gente acaba tendo muitas dúvidas. Então a gente a gente se dá conta da nossa ignorância quanto mais a gente estuda. Então isso dá percepção do tamanho da nossa ignorância. E é aquela velha frase clichê, mas que é verdadeira, né? Eu preciso estudar muito para saber um pouco. Então, a gente estuda, por exemplo, a gente que tá anos estudando Kardec, a gente tem muitas dúvidas, a gente vê o quanto ainda falta pra gente pesquisar, estudar, aprofundar os textos e isso nos dá condição de um pouquinho falar sobre Kardec pra gente entender como como é esse processo, né? Isso serve para qualquer teoria. E a gente tá vendo aqui o qual é o problema do crítico. Ele não entende isso ou não quer entender. Eu tenho uma opinião, me convença do contrário. Mas não é assim, não é assim que que funciona. Claro que quando a gente vai observar a pessoa que tem um outro comportamento, a gente vê aí Kardec procedendo diferente, né? Porque a pessoa mostra a verdadeira vontade de aprender. Ele dá as obras, ele dá o método, ele ajuda a responder questões. A gente vai ver isso na revista, né? quantas perguntas que mandavam para ele ele respondia, eh, quantos textos ele ele fazia para ajudar a entender melhor um outro texto

le ajuda a responder questões. A gente vai ver isso na revista, né? quantas perguntas que mandavam para ele ele respondia, eh, quantos textos ele ele fazia para ajudar a entender melhor um outro texto que ele tinha escrito. Quando ele resolve, por exemplo, fazer as viagens espíritas, a gente vê um Kardec preocupado em ajudar as pessoas que estão estudando espiritismo, que a gente vê a dedicação dele, porque ele se dedica para todos os tipos de pessoas, né? até para as pessoas mais simples. A gente vê todo momento ele preocupado com as pessoas mais simples que tinham pouco estudo, pouca condição. Ele tá sempre, ele visitava muito, né, nas viagens que ele fez eh o o por exemplo os operários de Lon, a gente vê quando ele vai escrever, lembra que a gente estudou lá quando ele escreveu o Espiritismo e sua mais simples expressão e o resumo da lei? a gente vê ele preocupado até com o preço do livro e com a quantidade pequena de escrita para facilitar o entendimento. A gente vê, ao mesmo tempo que ele faz isso, ele apresenta as grandes obras. A gente vê ele na revista apresentando argumentos, apresentando respostas para as dúvidas, apresentando um conjunto de fenômenos, sempre alimentando essa esse conjunto de dados, né? Que que isso quer dizer? que que ele não deixava de fornecer os elementos para quem queria realmente. Mas a gente vê por que aqui o comportamento dele é outro, porque justamente por causa do comportamento do crítico, né? Então, eh, isso que é interessante. Eu sempre digo, né, e eu repito, eh, esses diálogos serve pra gente ver tanto o que é ser um bom quanto um mau crítico. E também serve pra gente ver o lado de cá, como Ricardec procedia com as pessoas pra gente aprender com ele, né? Então, se a gente se se a gente se se deparar com uma pessoa, a gente tem que ir, tá? ando para ver qual que é a da pessoa, né? Será que ela é uma pessoa que realmente quer aprender ou será que ela tá com algum com alguma ideia já estabelecida ou ela não quer se submeter a um estudo sério? Então eu não

l que é a da pessoa, né? Será que ela é uma pessoa que realmente quer aprender ou será que ela tá com algum com alguma ideia já estabelecida ou ela não quer se submeter a um estudo sério? Então eu não vou perder tempo com essa pessoa. É por isso que no Kardec Tube eu por por ler esses textos, eu eu tento tento seguir o que Kardec ensinou, né? Eu geralmente eu vou conversar com a pessoa, eu já começo assim: "Olha, você já leu as 23 Kardec?" Eu já pergunto, né? Porque eu eu vejo que a pessoa tá cheia de opiniões, né? Aí a pessoa, ah, eu li duas obras, digo, "Olha, D23, você leu duas. Qual é a chance de você tá dando uma opinião furada?" A chance é grande, porque de 23 você leu duas e às vezes leu mal porque leu ao acaso, não leu na ordem. Eu sempre digo, um dos sinais de que a pessoa não tá a fim de aprender é quando ela acha que 23 livros é demais. A gente não para para pensar isso, né? Achar que 23 livros é é obra demais. mostra o quanto a gente é medíocre na leitura, porque 23 obras não é bastante. Não é bastante. E pra gente ver o estado que a a que a nossa sociedade se encontra, né? Tu fala em 23 obras, a pessoa, meu Deus, a pessoa acha uma coisa do outro mundo ler 23 livros na vida pelo menos uma vez. Isso demonstra uma pobreza nossa de nível de leitura. Porque mesmo que a gente lesse uma obra por mês, isso daria 23 meses, né? Quase 2 anos. Não dá metade de uma graduação de algum curso. Metade. Então é muito curioso às vezes como isso vai, isso denota que a pessoa tem um perfil que ela vai apresentar dificuldades para aprender. Mas não é só dificuldades para aprender espiritismo. A pessoa que tem esse comportamento, ela vai ter dificuldade para aprender qualquer coisa. Porque ela veja que só o nível básico de leitura, ela já acha que é uma coisa do outro mundo. Então ela tem que mudar isso. E mas nota o seguinte, a mesma pessoa que acha dific Olha só, isso é muito curioso, a mesma pessoa que acha o fim do mundo ler 23 obras, quantos quantos jogos de futebol ela

ão ela tem que mudar isso. E mas nota o seguinte, a mesma pessoa que acha dific Olha só, isso é muito curioso, a mesma pessoa que acha o fim do mundo ler 23 obras, quantos quantos jogos de futebol ela assistiu? em dois anos. Quantos filmes e séries ela assistiu? Quanto tempo inútil ela gastou com várias coisas, mas aí ela gastou esse tempo com outras coisas. Percebe? Então, eh, a gente vê esse vício das pessoas e elas, em vez delas admitirem que elas têm um péssimo hábito, que é o hábito de não procurar aprender as coisas, uma coisa séria com profundidade, elas se colocam na posição da de vitimismo, né? ou é difícil, ou elas cansam, ou elas estão sem tempo. Mas aí a gente vai, faz uma análise profunda para ver. Eu acho muito difícil, isso eu sempre comento, né? Eu acho muito difícil a gente não ter tempo para ler cinco páginas por dia. Cinco páginas por dia, dependendo do ritmo da leitura, a pessoa gasta 10 ou 15 minutos. cinco páginas de alguma de alguma obra mais profunda, né, que vai fazer a a cabeça eh eh sair a teia de aranha, né? Aquela obra que faz você pensar, que você lê e diz assim: "Meu Deus, deixa eu ler de novo aqui a frase". Porque é isso que vai mexendo com as suas ideias, né? Não o corriqueiro de sempre. Então eu acho muito difícil que por mais, claro que pode existir o caso, a gente não pode cravar para não ser injusto, mas eu acho muito difícil que não tenha, a pessoa não tenha condições de ler cinco, três páginas por dia. Se ela ler três páginas por dia, ela vai ter lido praticamente 1000 páginas por ano. 1000 páginas por ano, três páginas por dia. E hoje em dia tem de graça, né? Por exemplo, no caso do Espiritismo, a pessoa tem as obras de graça na internet. Aí alguém vai dizer: "Ah, mas não é todo mundo que tem internet, mas a grande maioria das pessoas têm internet ou muitas pessoas têm internet, então a gente exclui aquelas que não tem. Vamos pegar as que realmente não tem condição. Tudo bem, essas estão perdoadas, mas aquelas que têm não fazem. Então,

internet ou muitas pessoas têm internet, então a gente exclui aquelas que não tem. Vamos pegar as que realmente não tem condição. Tudo bem, essas estão perdoadas, mas aquelas que têm não fazem. Então, eh, esse comportamento do crítico remete muito à nossa sociedade de hoje também, né? Ou seja, as pessoas estão preocupadas em formar uma opinião com um conhecimento medíocre superficial do assunto ou às vezes nem tem conhecimento. É o simples achismo, senso comum. Aí a gente passa aí pro campo da leviandade, né? Eu não quero ler sobre aquele assunto, mas eu quero dar uma opinião sobre ele. Aí eu saio simplesmente do campo da ignorância e começa a cair no campo da leviandade. Porque eu deveria dizer: "Não, eu não vou opinar porque eu não conheço bem, não sei". Mas a pessoa quer opinar, mas não quer estudar. Então é um vício, né? é um vício da sociedade e que cada um de nós tem que romper. passo para vocês. >> Se vocês quiserem a gente lê mais uma questão. >> É, por mim no seu lado, mas acho que a gente pode ler. É, não, eu só queria acrescentar eh eh que hoje, né, com com os recursos que nós temos aí de vídeos, de plataformas digitais, eh, o hábito da leitura se perdeu e e claro, as pessoas querem defender a sua opinião, a sua ideia, sua teoria, mas sem nenhuma base. A base que ela tem é assistir o vídeo do do fulano tal e ele disse isso e isso e ela valida isso como se isso fosse realmente eh algo que que está em acordo, né, com a doutrina espírita. e não sai disso, né? Porque eh eh você disse bem, Michel, você tirar meia hora, uma hora do seu dia para a leitura, não vou dizer 5, 10 minutos, não, um esforcinho a mais, porque pega o celular, começa a navegar nas redes sociais, WhatsApp, os mensageiros que você tem, uma hora voa vendo videozinhos, assistindo al uma hora vai embora, se passou com você ali na tela do celular, né? Agora você empregar esse essa uma hora para uma leitura aqui no caso de espiritismo, é algo que deveria ser para qualquer espírita ou pelo menos para pessoas que se dizem

ê ali na tela do celular, né? Agora você empregar esse essa uma hora para uma leitura aqui no caso de espiritismo, é algo que deveria ser para qualquer espírita ou pelo menos para pessoas que se dizem estar à frente nas casas espíritas. Isso deveria ser uma lei. Não, já não era mais um, não poderia nem se dizer, um esforço, um sacrifício, melhor, um sacrif. Não, eu vou me esforçar por ler em ler, porque eu estou à frente. Eu preciso desse conhecimento para que eu possa melhor ajudar aquele que vem me procurar. Mas é o que que acontece? As pessoas vão procurar esses que estão à frente e eles acabam oferecendo o oposto daquilo que Cadeg tem para oferecer, que é muito melhor. Michel, vou colocar aqui o texto pra gente ler mais uma um diálogo deles. Aí o crítico responde, né, ao que Kardec disse: "O homem pode enganar-se, deixar se iludir sem que por isso seja louco". Aí Kardec responde: "Dizei logo: Acreditais como muitos, que isso é moda que durará certo tempo, mas deveis convir que um passatempo que em alguns anos tem conquistado milhões de partidários em todos os países, que conta entre seus adeptos sábios de toda ordem, que se propaga de preferência nas classes mais esclarecidas, é mania singular que merece examinada. É, é interessante. Eh, o Kardec em diversos momentos comenta isso, né? Porque ele também em vários momentos ele faz ele faz estatística, né, das coisas. E esse é um é um fenômeno muito interessante que aconteceu na época dele, né? a rapidez com que a teoria espírita ganhou terreno no mundo inteiro, né? Kardec chega a comentar eh sobre isso em diversos momentos. Isso que vai dizer, né? Ele não tinha imprensa, a grande imprensa a seu favor, porque muitos da grande imprensa debochavam, eh, atacavam o espiritismo, que, aliás, acabou contribuindo para as pessoas terem curiosidade de saber o que é o espiritismo, né? Mas isso é uma coisa digna de nota para os historiadores, né? O sucesso que o espiritismo atingiu em questão de poucos anos no mundo inteiro, é como ele tá dizendo pro

saber o que é o espiritismo, né? Mas isso é uma coisa digna de nota para os historiadores, né? O sucesso que o espiritismo atingiu em questão de poucos anos no mundo inteiro, é como ele tá dizendo pro crítico, é algo que merece no mínimo ser avaliado. Mais como ele coloca aqui, além dela ser ter sido eh eh ganhado terreno em nível mundial, ela tinha muitas pessoas de grande gabarito intelectual. A gente vai vendo os adeptos do espiritismo à época de Kardec, eram pessoas que nas suas áreas eram respeitadas. Tanto que tem vários que eh quando morriam saíam no jornal a notícia da morte da pessoa, não porque ela era espírita, mas porque ela era ela era também referência em outra área, né? Em pouquíssimos anos, há teorias que demoram muito tempo para pro para o autor e aquela teoria ser aceita, estudada, levada a sério, inclusive eh não só na literatura, mas na filosofia, né? a filósofos que também não não conseguiram sucesso à sua época, só depois as suas obras foram ter alguma relevância. E Kardec já tinha esse sucesso, né? Então ele quer mostrar o quê pro crítico? Olha, veja que ele vai dando elementos para ver se o crítico percebe como ele tá equivocado ao formar um juízo pré-meditado negativo, né? Porque Kardec vai mostrando o quanto é séria essa doutrina, que ele mostra, olha, essa doutrina ela não pode ser aprendida simplesmente vendo eh uma ou duas sessões. Eu não tenho preocupação em em convencer quem não tá a fim de ser convencido. Eu não eu não vou ser mal educado se alguém for mal educado comigo. Essa doutrina que você julga uma uma loucura, uma falsidade, ela está no mundo inteiro sendo avaliado por pessoas muito competentes. Nosa, eu vou, ele vai dando os elementos e o crítico segue eh eh o crítico segue colocando importância só no que ele acha. Veja que isso não é capaz de de abalar o crítico. Ele segue eh achando, não, você tem que me convencer, eu tem que ser, olha, tem que atender a minha a minha exigência. Tudo isso que Kardec vai mostrando para ele, ele não

apaz de de abalar o crítico. Ele segue eh achando, não, você tem que me convencer, eu tem que ser, olha, tem que atender a minha a minha exigência. Tudo isso que Kardec vai mostrando para ele, ele não ele não escuta, né? Ele não percebe o o os dados que Kardec vai dando para ele e dados que a gente sabe hoje através aí da documentação histórica que são dados reais, né? Porque realmente hoje quando você vai atrás dos jornais e de tudo aquela época você vê como realmente os fenômenos espíritas eles estavam na ordem do dia. E curiosamente até hoje, né? Porque no Brasil o o último o último censo do IBGE mostrou que os adeptos do espiritismo são as classes mais instruídas do país, né? Então é coisa curiosa, mesmo com toda com toda a esse espiritismo que não era conforme Kardec queria, os adeptos ainda seguem, segundo pelo menos o censo aqui no Brasil, os adeptos, os espíritas são os que os que mais leem e são os que têm o grau de instrução maior. Isso é uma coisa interessante, como ele fala que acontecia na época dele e o hoje em dia ainda tem, né? mostrando como é interessante o o o talvez isso explique, o espiritismo ele é tão profundo e Kardec fez ele de uma maneira tão simples que ele tem esse poder, né? ele consegue atravessar o tempo e e por mínimo que seja que a pessoa que a pessoa passe pela obra, ela já consegue ver que tem algo de de muito eh racional ali. Tem tem alguma coisa ali que se que satisfaz mais que outras teorias, né? Isso é muito interessante. Passo para vocês. >> Eu acho o ponto desse parágrafo é esse, né? O se existe uma teoria que tá ganhando adeptos muito rapidamente, ela, a pessoa que é crítica, ela deveria pelo menos dar uma dar uma chance para conhecer o mínimo, né? Para conhecer o mínimo. E isso é bem curioso, né? Como Kardec diz aqui, que o espiritismo ele se propagava principalmente nas cl nas classes esclarecidas. A gente percebe isso, né, na revista espírita, se eu não me engano, o espírito Sanson, que é um, eu sempre confundo o Sanson

spiritismo ele se propagava principalmente nas cl nas classes esclarecidas. A gente percebe isso, né, na revista espírita, se eu não me engano, o espírito Sanson, que é um, eu sempre confundo o Sanson com outro nome, dos primeiros ali dos espíritos felizes da do céu e inferno, não sei se é o Sanson ou Demer, que ele era diretor de um museu em na Bélgica, né? Eu acho que era o Sanson que correspondia com Kardec, depois ele morre e é evocado, aparece ali no seu inferno, né? E tinham várias outras pessoas de posição e e de e de nível de saber, né? que que aceitava o espiritismo. É claro que o fato de uma pessoa inteligente aceitar uma teoria não é uma garantia absoluta da verdade daquela teoria. Pessoas inteligentes podem aceitar teorias falsas, isso ocorre bastante, mas é no mínimo um indicativo. E aí você dá ao menos uma credibilidade inicial para aquela teoria e vai estudá-la, né? O o difícil para os críticos é estudá-la com dedicação e da maneira correta, né, como como Kardec recomendava. E como o próprio Kardec disse, né, como pode uma ideia, uma teoria, ela se espalhar mundo afora, adquirir um espaço pequeno de tempo, né, o o milhões e milhões de adeptos. E e aí já, né, vocês já comentaram sobre o nível de pessoas, né, então era pessoas intelectualmente bem colocadas na sociedade e não era só na França, era no mundo, né? eh básico crítico raciocinasse por esse por esse ponto de vista. Falar: "Pera aí, essa ideia não pode ser um uma uma quimera porque ela ela se enraizou mundo aa bastasse ele procurar conhecer aquilo que ele queria eh combater, né? Como nós vamos ver mais à frente aí, até um livro ele estava fazendo para fulminar, né? a intenção dele culminar com o espiritismo. Se ele tivesse dado a esse trabalho, fazer esse levantamento, talvez ele falaria assim: "Olha, isso não pode ser eh a pessoas que então não vou dizer que são loucas, mas que estão se enganando ou todos estão se enganando, né? Aí ele e aí ele estaria colocando sim a razão dele aí seria o cúmulo do da vaidade, né? a a a sua

as que então não vou dizer que são loucas, mas que estão se enganando ou todos estão se enganando, né? Aí ele e aí ele estaria colocando sim a razão dele aí seria o cúmulo do da vaidade, né? a a a sua razão a Bíblia. Mas o fato é que eh precisa desse esforço, né? E mais uma vez é crítico. Crítico. Ele não ele ele ele quer só criticar. ele não quer ter o esforço para conhecer aquilo no qual ele quer criticar ou que, né, ele ele tem ele quer ser convencido de que que aquilo existe. Então, é algo até admirável de se ver, né, de Kardec apresentando vários e vários elementos para ele e ele ainda não se tocou que, né, a ele está perdendo tempo. E esse essa questão que a gente vai ver logo, né, que ele diz que tá ele ele tem intenção de lançar um livro eh eh para dar um golpe no espiritismo, né, ou seja, matar o espiritismo. Isso mostra o o o quanto ele ele tá equivocado, né? Porque ao menos se ele pensasse assim: "Não, olha, eu eu não conheço, mas pelo que eu ouvi falar, eu tenho uma certa antipatia, mas não vou omitir opinião." Mas não, além de tudo, além de ele não conhecer, de não ter aprofundado o estudo e nem a prática, ele ainda quer escrever um livro sobre. Então, é é por isso que Kardec dá o exemplo de um pior tipo de crítico, né? Por isso que ele pega o a a o exemplo do pior tipo de crítico e a gente sabe que existe pra gente perceber o quanto é irracional, né? Porque ainda você, se você tem a pessoa que ainda diz assim: "Ah, eu não simpatizo com isso. Ah, não sei. Me parece que isso aí é uma bobagem". Agora, se colocar na posição de quem vai escrever um livro contra uma coisa que você mal conhece, é um nível eh é um nível muito grande de equívoco, né, que o o próprio bom senso mostra de uma maneira muito simples entender o quanto isso é um absurdo, né, eu tentar escrever um livro para ir contra uma teoria que eu não conheço. e que eu não quero aprofundar, eu quero, olha, me dá aí alguma coisa rápido e tenta me convencer. Ah, não conseguiu, então vou escrever um livro. Imagina se

ra ir contra uma teoria que eu não conheço. e que eu não quero aprofundar, eu quero, olha, me dá aí alguma coisa rápido e tenta me convencer. Ah, não conseguiu, então vou escrever um livro. Imagina se a gente fizesse a tivesse o mesmo comportamento do crítico com outra ciência, a gente não teria nenhum respeito naquele meio científico, né? Imagina se eu dissesse assim: "Olha, vou escrever um um livro para combater a teoria do Einstein, embora eu não a conheça. Eu o o pessoal do meio ali que é especialista vai até rir, mas nota que o crítico tá fazendo a mesma coisa com o espiritismo." É, e é muito curioso. A, a gente tem um exemplo prático aqui no Brasil. Vocês lembram que o Pondé, o Pondé fez algo parecido. Ele não escreveu um livro, mas ele deu uma opinião crítica ao espiritismo. E aí quem estuda o Espiritismo assim, meu Deus, ele não conhece, ele não leu o Espiritismo, ele não conhece uma figura que que é impercebida. pela sociedade ou pelo menos por uma parte dela, como um professor, como alguém que é um homem de opinião, um homem de opinião vista por alguns de opinião séria, alguém de relevância de saber para uma parte da sociedade. Ele vem a público e fala do espiritismo. E aí você vê que ele não aprofundou, não conhece o espiritismo. Só que ele tem condições de saber que uma pessoa que não conhece direito na teoria não pode falar dela. Ele não é uma pessoa ingênua. Então isso mostra o como é mais grave, né? Porque se alguém fizesse a mesma coisa com ele, ele classificaria essa pessoa como uma ignorante, uma leviana, uma ele debocharia. Mas ao mesmo tempo ele opinou sobre o espiritismo já e já em mais de um vídeo, né, tem na internet mais de um vídeo ele falando contra o espiritismo. E aí você vê na fala dele que ele não conhece o Espiritismo. Quem conhece vê ele falando e sabe. Por isso que depois teve a importantíssima resposta do Cosm para ele, né? Porque aí o por que que é importante isso? Porque daí agora o público tem algo para comparar, né? Essa é a importância do debate, do

so que depois teve a importantíssima resposta do Cosm para ele, né? Porque aí o por que que é importante isso? Porque daí agora o público tem algo para comparar, né? Essa é a importância do debate, do debate público de ideias, porque aí o público tem oportunidade de comparar. Se a gente nunca responde, o público não tem o que comparar. Então, por isso que é sempre importante a gente dar elementos para comparação. E é por isso que é importante o debate livre e público. Por isso o mal que faz qualquer tipo de censura, né? Porque as pessoas têm que aprender como comparando. Eu não posso censurar um lado e impor do outro. uma sociedade sadia, ela tem que ter acesso livremente à livre discussão e aí ela ela tem que ter o direito de comparar as propostas. E aí a gente tem uma elementos para ter um uma boa formação de opinião. Se eu começo a calar um lado e impor o outro, aí eu não eu não fo teoria. Se eu não submeto ela ao ataque, né? Eu não consigo nem porque se eu não eu não abro espaço para aquela teoria, paraas objeções, paraas críticas, eu não consigo nem eh eh testar a força dela e e não consigo saber o tanto que ela aguenta. Então, por isso que desde o Kardec foi um exemplo muito bom disso, por ele sempre expôs o pensamento do seu contraditor sempre, todo momento durante a vida dele, ele publicou na íntegra o pensamento daquele que o o contradizia. e nunca deixou de dar a sua resposta. Então, a gente tem o melhor terreno pro estudo, que é o terreno em que eu posso comparar. É tão bom esse exercício quando a gente pega o lá na revista espírita o o a pessoa que é contrária a Kardec falando e depois vem ele falando. Aí você vê as dois, você vê: "Meu Deus, como Kardec é inteligente, como ele é bom, ele escreve bem, ele vai, ele vai destruindo as teses contrárias muito bem, com uma, com uma finese, né, com com tem momentos que ele tem um humor, um humor fino, né, mas ele não era injusto com seus contraditores, porque ele expunha, mas ele não era omisso. porque ele também respondia

om uma finese, né, com com tem momentos que ele tem um humor, um humor fino, né, mas ele não era injusto com seus contraditores, porque ele expunha, mas ele não era omisso. porque ele também respondia e respondia com muita tranquilidade com educação no âmbito dos argumentos. A gente que criou depois do movimento espírita não, não pode falar, não pode responder: "Meu Deus, a caridade". E aí a gente fica sem respostas, a gente fica sem sem conteúdo, a gente fica sem objeto para análise, porque a gente não tem mais elementos de comparação, né? A gente tem um lado que ofende mente e um outro lado que se omite. É o pior terreno para fazer um estudo, né? Agora, quando os dois lados são sinceros, apresentam os argumentos ao máximo, o estudioso então é o melhor terreno, porque agora ele tem os dois extremamente qualificados discutindo e aí eu consigo fazer boas comparações. A gente perdeu isso, né? A gente perdeu porque ou a discussão é injusta, as pessoas ficam só se ofendendo, se atacando ou mentindo, ou então as pessoas não respondem, elas vestem uma capa de santas, eu não tenho tempo para isso. E aí a gente não tem um ambiente de de discussão pública, livre. E a gente tem aí uma sociedade cada vez mais dividida. polarizada. Eu não tô aqui só falando de política, eu tô falando de ideias eh isoladas, fanatizadas, porque a gente a gente acabou com esse ambiente, né? E que Kardec vai fomentar o tempo todo. E Kardec vai fomentar o tempo todo. Por isso que aqui no nosso estudo, que já faz do anos, o que que a gente sempre fez? sempre a gente expôs abertamente o nosso entendimento e citou aqueles que a gente não concorda. Então veja, quem vem aqui assistir, a pessoa pode comparar. Ela vai lá ler o autor que a gente cita, ela pega e ouve a nossa opinião aberta, porque a gente não fala com meias palavras, a gente diz o que a gente tá entendendo e a pessoa compara. Daí a pessoa vai analisar: "Ah, deixa eu comparar aqui". Então, a gente tenta fazer seguir os passos de Kardec. Agora se imagina se a gente falasse tudo

o que a gente tá entendendo e a pessoa compara. Daí a pessoa vai analisar: "Ah, deixa eu comparar aqui". Então, a gente tenta fazer seguir os passos de Kardec. Agora se imagina se a gente falasse tudo de maneira velada, não citasse nada, bom, fica ruim até pro pro espectador comparar, né? Então, por isso que é muito importante esse ambiente. E é por isso que Kardec, para concluir a minha fala e passar para vocês, é por isso que Kardec é ao tempo todo, o que que ele tá pedindo pro crítico? Fale com sinceridade, porque eu só começo a avançar no estudo se a discussão for sincera. Enquanto eu tiver com jogos, simulações, pensamento oculto, eu não consigo buscar a verdade direito. Bom, eu quero, já antes de passar para vocês, eu quero me despedir já, já deu a nossa uma hora. Quero agradecer primeiramente ao José, o Lauro, agradecer a todos que aqui estiveram, que aqui nos assistiram, desejar um bom resto de semana. Semana que vem a gente continua com o nosso estudo. Eu passo pro José, pro Lauro, para tanto comentarem quanto se despedirem. Não ia dizer que como último comentário, né, a gente tá encerrando, muitas vezes as pessoas, o o ser humano ele precisa, como a gente vive em grupo, nós criamos uma uma imagem nossa perante as pessoas ali do grupo. Então esse crítico, como ele e tô imaginando que o grupo dele já assumiram que o espiritismo é uma coisa ridícula, ele não pode confessar que lá no fundo ele tem um interesse, uma curiosidade em saber do espiritismo. Ele não pode confessar. Então ele fica tá angenciando a questão. Então ele tem que afirmar. É o que Kardec dizia da bravata, né? Ele tem que afirmar da boca para fora que o espiritismo não faz sentido. Só que ele fica tangenciando e ele fica dissimulando do fato de que ele, na verdade lá no fundo ele quer saber, né, que ele tem algum interesse ali. Isso é muito comum. Uma pessoa não pode não pode assumir perante os seus pares que que ela acha aquilo uma coisa boa, porque eles já assumiram que aquilo é ridículo, né? Mas ela fica flertando com

li. Isso é muito comum. Uma pessoa não pode não pode assumir perante os seus pares que que ela acha aquilo uma coisa boa, porque eles já assumiram que aquilo é ridículo, né? Mas ela fica flertando com aquilo porque lá no fundo ela ela vê que tem um sentido, ela gostaria de conhecer, né? É muita é muito curiosa essa posição do crítico que a gente vê no dia a dia. Já vi pessoas assim, a gente vê, né? A pessoa não quer assumir de uma vez que que o a coisa é interessante, que tem um sentido ali, porque se ela admitir, ela passa a ser vista como ridícula perante os amigos dela, né? E aí as pessoas não querem isso. Então ela fica flertando, ela fica flertando para ter informações do espiritismo, no caso aqui, mas ela se resguarda da da censura dos amigos dela do grupo de lá. É por isso que ele fica nessa posição dúbia, né? Ele fica um pé numa canô, um pé na outra. É muito curioso isso. Como tem aderência à realidade esse diálogo, né? A gente nota isso na no dia a dia, a gente conhece pessoas assim, é muito engraçado isso. Bom, mais uma vez a gente agradece, estamos encerrando o nosso estudo, né? Já damos o nosso horário. Agradeço mais uma vez aí acompanhando o Michel, do Lauro, os comentários de sempre. Ã, a gente sempre agradece a companhia das pessoas e e vamos ficando por aqui. Semana que vem a gente volta novamente com para continuar o estudo aí da obra que é o Espiritismo. >> É isso aí. Também quero agradecer Michel, José, a galera do chat e lembrar que, claro, como Michel bem destacou, a comparação ela é importante, mas para comparar nós temos que ter dois dois lados mostrando as suas as suas teorias, né? Eh, hoje, graças a Deus, tá surgindo muitos eh canais eh que estão fazendo esses reacts e que tem surtido um bom resultado. Aí a gente tem visto eh eh bom eh eh boas críticas a comentários de pessoas no movimento espírita e que tem chamado a atenção. Mas o que me chamou mais a atenção nisso tudo, e eu quero citar dois canais aqui, se vocês me permitem, é o mesagante do do Rafael, que ele tem

ssoas no movimento espírita e que tem chamado a atenção. Mas o que me chamou mais a atenção nisso tudo, e eu quero citar dois canais aqui, se vocês me permitem, é o mesagante do do Rafael, que ele tem feito bons reacts com muito respeito, mostrando mostrando textos de Kardec para eh argumentar. E tem também o canal de de um camarada até que a gente já sabe quem é, o nome dele, não recordo aqui, que chama Contexto Espírita, que ele tem feito bons reactos também para ah trabalhar nesse nesse campo da crítica, da análise, do debate. Isso é muito importante. Construção do conhecimento na busca da verdade é por meio dos diálogos, dos debates. É o que CADEC vai chamar a boa polêmica, né? E quero desejar a todos aí também aí um um um um um bom final de semana desde já com muita paz aí. Obrigado a todos.

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