19 - "O que é o Espiritismo" | O crítico - (parte 6) | estudo completo da obra de Kardec
Estudo #19 Estudo completo da obra de Kardec: "O que é o Espiritismo?" Primeiro diálogo: o crítico - parte 6 Toda Quarta às 20h30 até 21h30 Transmitido pelos canais: Estudar Kardec kardectube José Fernando Toledo Paniago __ KardecTube - de Michel Macedo Canal sobre o Espiritismo segundo a obra de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com Curta. Comente. Compartilhe Nos siga nas demais redes. #espiritismo #kardec #espírita #ciênciaespírita #revistaespirita 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4983804296036352
Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais uma live aqui do Kardec Tube, estudando como toda quarta-feira a obra de Kardec, O que é o Espiritismo. Como muitos de vocês já sabem, Kardec criou três obras introdutórias ao estudo do espiritismo. Estas três obras, nós já estudamos duas: o espiritismo em sua mais simples expressão, o resumo da lei dos fenômenos espíritas e agora estamos estudando a obra O que é o Espiritismo, a terceira que ele fez justamente para quem deseja iniciar os seus estudos sobre o Espiritismo. Aqueles que não acompanharam os estudos passados e os estudos das demais obras, a gente tem tudo gravado e organizado aí nas playlists aqui do Kardecube. Como sempre, eu tenho junto comigo os meus amigos, irmãos fiéis de sempre, José Paniago e o Lauro Rodrigues. Eu convido a todos que já curtam esse vídeo para nos ajudar a impulsionar um pouco lá no YouTube. Quem não tiver inscrito nos canais, se inscrevam. A gente tem aí o Kardec Tube, o canal do Lauro, que é o Estudar Kardec, o canal do José, que é o nome dele mesmo, e as nossas demais redes sociais aí, Instagram, a gente também tem conteúdo diário e também o TikTok, né? Então, quem quiser nos siga, curta, compartilhe, isso nos ajuda muito. E para enriquecer o estudo, participem pelo chat, né? Mandem comentários, questões e que a gente tenha um ótimo estudo. Eu passo para o José e o Lauro darem as suas boas-vindas. >> Boa noite a todos. Boa noite, Michel, Lauro, mais uma vez boa noite à nossa audiência, sempre ah, muito boa e fazendo as perguntas e comentários que nos ajudam, né? Vamos continuar estudando o que é o espiritismo. Essa obra importantíssima de Kardec, a gente nunca vai cansar de ressaltar que ela deveria ser divulgada nos centros espíritas, em todos os centros espíritas do Brasil. Então você que está nos ouvindo, se você frequenta um centro espírita presencialmente, por favor, leve esse livro, apresente para o dirigente, o presidente, o diretor. Ou não precisa começar de cima para baixo, começa de baixo para cima.
ocê frequenta um centro espírita presencialmente, por favor, leve esse livro, apresente para o dirigente, o presidente, o diretor. Ou não precisa começar de cima para baixo, começa de baixo para cima. Eh, de preferência presenteando as pessoas com esse livro, né? Porque às vezes se a pessoa esperar a pessoa comprar para ler, pode demorar um pouco mais. Você pode dar o livro paraa pessoa e quando você dá um livro e fala que aquilo é importante, muitas pessoas leêem, né? Ou manda o nosso estudo também, o link lá do do YouTube, eh, paraa gente explicar paraas pessoas que é importante conhecer essa obra, né? Então, vamos continuar estudando. Eh, é um excelente estudo para todos nós. >> Boa noite, José. Boa noite, Michel. Boa noite a toda a galera do chat, a você que está conosco para mais um estudo, né? É isso aí. Vamos seguir na nessa saga, né? Eh, vendo o que que esse crítico tem a debater com o senhor Kardec, né? Vamos lá, então. >> Isso aí. Como como bem disse o Lauro e o José, eh, o próprio Kardec indica que se inicie por esta obra, né? Então, se você tá em dúvida como iniciar ou como indicar para alguém, indique o que é o espiritismo. É um presente excelente para dar para as pessoas, porque a pode ser que a pessoa ganhe o presente, não leia na hora, mas um dia ela vai ver lá na instante, vai ver e vai ter curiosidade de ler, né? melhor obra para começar junto com as outras as outras duas também citadas, o estudo do espiritismo. E mais uma vez lembrando que esta obra é dividida, a sua primeira parte, ela contém diálogos em que Kardec representa ali diálogos com o crítico cético e o padre. Então é uma forma é uma forma de ensinar através de diálogos. Então, é muito agradável de ler. Nós estamos estudando o crítico. O que que a gente viu até aqui? O crítico desconhece a doutrina, embora já mesmo sem conhecer, ele já tem uma opinião contrária formada. É o primeiro ponto que a gente tem lembrado sempre desse desse mal crítico, porque ele não conhece e tem uma opinião
a doutrina, embora já mesmo sem conhecer, ele já tem uma opinião contrária formada. É o primeiro ponto que a gente tem lembrado sempre desse desse mal crítico, porque ele não conhece e tem uma opinião negativa. Ele diz que o espiritismo é uma ilusão, uma invenção. Não, não há espíritos de verdade, fenômenos de verdade. E ele quer que Kardec ele participar de algumas sessões justamente para que ele mude de ideia. E Kardec se nega a isso por porque Kardec mostra como qualquer ciência não se aprende assim, apenas ah observando alguns fenômenos. Eu preciso de uma boa teoria. E essa teoria, no caso do espiritismo, se encontra nas obras de Kardec. E aí ele chega a fazer uma chantagem com Kardec. Ele diz: "Olha, seria bom que o senhor deixasse eu participar porque eu eu tensiono aí, eu tenho a ideia de publicar um livro que vai dar um golpe mortal no espiritismo." Então, acho bom o senhor deixar eu participar porque senão eu vou acabar destruindo a sua doutrina. E ele acha que Kardec então se amedrontaria ou de repente cairia nas chantagens dele e Kardec segue tranquilo dizendo: "Olha, eu eu faço questão que você lance esse livro, porque o que a gente discutiu um pouco semana passada, a verdade ela ela quando algo é verdadeiro, o encontro da verdade, a busca da verdade, ela se dá exatamente num ambiente livre de discussão, num ambiente livre livre de publicação e comparação das diversas opiniões. Eu não eu não eu não chego à verdade se eu não tiver um ambiente livre e um ambiente de pesquisa e comparação das ideias. Então, não faz nenhum sentido para o espiritismo censurar as pessoas. Nós temos o direito de criticar e discordar e, evidentemente, com educação, mas a gente não pode proibir, porque proibir é justamente dificultar que a verdade seja eh encontrada, né? Todo aquele que proíbe, ele está apontando uma fraqueza para o seu ponto de vista. ele está demonstrando que que teme que as opiniões contrárias eh sejam mais sedutoras que a dele ou ele não tem argumentos suficientes. Então não existe
ontando uma fraqueza para o seu ponto de vista. ele está demonstrando que que teme que as opiniões contrárias eh sejam mais sedutoras que a dele ou ele não tem argumentos suficientes. Então não existe como a gente ter uma sociedade que busque e encontre a verdade se a gente não tiver um ambiente de livre debate público. E a partir daí as pessoas expõem as suas ideias, criticam as ideias contrárias e o público vai observando as as argumentações e tomando o seu juízo. É assim que tem que ser. E Kardec sabia disso porque era uma grande alma, um grande espírito, né? E agora a gente vai ver que ele vai seguir nessa linha desse assunto de publicar um livro contra o espiritismo, né? Ele aqui o V é de visitante, tá? E que é o crítico. E ele vai falar então para Kardec perguntando: "Então, no vosso entender, a crítica para nada serve, a opinião pública nada vale?" E aí Kardec vai responder: "Não considero a crítica como expressão da opinião pública, mas como juízo individual que bem pode enganar-se." Lede a história e vereis quantos trabalhos importantes foram ao aparecer criticados sem que isso os excluísse do número das grandes obras. Quando, porém, uma coisa é má, não há elogio que a torne boa. Se o espiritismo é uma falsidade, ele cairá por si mesmo. Se, porém, é uma verdade, não há de atrib dele uma mentira. Ao nosso modo de ver, vosso livro não será mais que uma apreciação pessoal. A verdadeira opinião pública decidirá da justeza dos vossos conceitos. procurarão examinar. Se mais tarde reconhecerem que vos enganastes, vosso livro se tornar ridíc se tornará ridículo, como os que não há muito foram publicados contra as teorias da circulação do sangue, da vacina, etc, etc. Eu vou parar aqui, ainda tem mais resposta, mas só pra gente dividir em dois pra gente poder pegar com mais qualidade a análise. Então, vejam que Kardec vai começar agora, e esse é um ponto muito importante, é um dos pontos mais importantes dessa discussão com o crítico, que Kardec vai começar a tratar agora sobre o que é uma
. Então, vejam que Kardec vai começar agora, e esse é um ponto muito importante, é um dos pontos mais importantes dessa discussão com o crítico, que Kardec vai começar a tratar agora sobre o que é uma crítica e uma boa crítica para que a gente aprenda com ele, para que a gente aprenda com Kardec a como ser um bom crítico e qual é a função da crítica para também saber lidar com a crítica lei. Então, é como ele diz, eu não considero a crítica como expressão da opinião pública, mas como juízo individual que pode enganar-se. Então, as pessoas emitem opiniões sobre a coisa. Diferentes pessoas emitem diferentes opiniões sobre a mesma coisa. E esse conjunto de pessoas vai por comparação e argumentação, contraargumentação, lapidando a explicação, buscando uma explicação definitiva ou melhor possível. Então, por isso que Kardec não tá preocupado em proibir crítica, porque é assim mesmo que acontece. E toda crítica, ela ela é uma apreciação, ela é um ponto de vista que pode se enganar. E justamente o que vai ajudar a mostrar o engano da crítica é outra crítica. Então, a pessoa lança uma teoria, uma proposta, a outra pessoa analisa, critica, a outra pessoa vai lá e responde, daí vem a outra e critica, depois vem outra. E é esse trabalho que faz fomentar o progresso das ideias na nossa sociedade. Aí Kardec mostrar para ele, não é porque há críticos que a coisa é verdadeira ou a coisa é falsa. A crítica é o processo natural que acontece, deve acontecer para que a gente vá aprendendo sobre aquela discussão e procurando lapidar ela. E ao longo da história as teorias vão se modificando, evoluindo, se melhorando. É assim mesmo que o trabalho do progresso de uma teoria se dá. E Kardec mostra, olha, eh, há muitos casos na história e a gente sabe disso. Qualquer pessoa que tenha aí conhecimento básico, geral da história, sabe que muitas coisas geniais e grandiosas quando surgiram foram criticadas, ridicularizadas, mas o tempo fez com que elas sobrevivessem porque eram boas e verdadeiras,
nto básico, geral da história, sabe que muitas coisas geniais e grandiosas quando surgiram foram criticadas, ridicularizadas, mas o tempo fez com que elas sobrevivessem porque eram boas e verdadeiras, porque tinham condições de enfrentar a crítica e com o tempo aquilo foi sendo aceito, porque ela, a verdade resiste à crítica. e ao tempo. E depois de um longo trabalho geral, a sociedade como um todo vai tomando aquilo como verdade, vai tomando aquilo como algo aceito, embora sempre possa ser revisado, melhorado, corrigido. Por isso que diz, quando porém uma coisa é má, não há elogio que a torne boa. Da mesma forma, se uma coisa é boa, não há de atriborne má. Então, não é a questão da crítica. é o problema, porque a crítica não muda os fatos. A crítica é uma maneira de tentar botar a prova e ver a força daquela daquela daquela teoria, daquela proposta. Então, Kardec valoriza a crítica, mas ele não toma uma crítica como a representante única, como a opinião única, como algo verdadeiro. Por quê? Porque a própria história mostra que no ambiente da crítica eu tenho muitas vezes coisas que depois se se mostraram verdadeiras e que no início receberam crítica contrária, assim como há coisas que podem receber crítica boa e depois se demonstrarem falsas. Por isso que ele diz, se o espiritismo é uma falsidade, ele cairá por si mesmo. É a mesma coisa. O espiritismo, ele tem que ser levado a público e ser colocado à crítica. Se ele for falso, ele não vai resistir. O que a gente critica e reclama é que as pessoas que dizem atacar o espiritismo ou mostrar que o espiritismo é falso, elas não estão falando de espiritismo. Esse é o problema. Mas o espiritismo ele deveria ser colocado, as obras de Kardeceriam ser colocados pro debate, não escondidas ou representadas por obras que não condizem com aquilo que ele pensa, porque aí sim, daí eu tenho um trabalho ruim, porque eu não tô apresentando a teoria, eu tô falseando no sentido de deturpando a teoria para usar melhor o termo. E aí muitas pessoas dizem assim:
ensa, porque aí sim, daí eu tenho um trabalho ruim, porque eu não tô apresentando a teoria, eu tô falseando no sentido de deturpando a teoria para usar melhor o termo. E aí muitas pessoas dizem assim: "Mostrei que o espiritismo é falso." Daí você vai ver, ela tá falando de outra coisa. Ela tá falando de obras que se apresentam como espiritismo. Aí é diferente, mas a gente deveria colocar Kardec à mesa a discussão pública. E aí a gente vai comparando como Kardec fazia, vai comparando propostas diferentes da de Kardec. Qual é o problema? Repito para já, para concluir. O problema é que as pessoas que dizem criticar o espiritismo, quando a gente vai ver, elas não estão criticando a obra de Kardec, elas estão criticando obras do movimento espírita que não condizem com Kardec. Então você não sabe dizer se Kardec é forte ou não, porque ele não tá no jogo. O que a gente precisa é botar as obras de Kardec no jogo. E aí ele diz: "Ao nosso modo de ver, vosso livro não seria mais uma apreciação pessoal. A verdadeira opinião pública decidirá da justeza dos vossos conceitos." Então ele lança a obra, as pessoas vão comparar com a obra de Kardec, aí vão tomar seus posicionamentos. E ainda pode ser, se eu tiver, por exemplo, uma grande maioria da sociedade que não entenda aquela obra, não significa que a obra é falsa, pode demorar séculos e aí a sociedade vai amadurecendo na sua capacidade crítica até que a maioria estuda e aceita e vê que ali tem uma melhor teoria. Isso também pode acontecer. E aí ele ele conclui, entre aspas, porque a gente tem mais texto, né? Mas só pra gente não ler muito e passar muito, procurarão examinar. Se mais tarde reconhecerem que vos enganasses, vosso livro se tornará ridículo. Talvez o nosso problema hoje é a falta de examinar. As pessoas já pegam uma ideia e não comparam com as outras. aquilo que é o caminho para se chegar à verdade, que é através do debate público e da crítica livre, a gente transformou em algo ruim. Hoje as pessoas evitam o debate, a
e não comparam com as outras. aquilo que é o caminho para se chegar à verdade, que é através do debate público e da crítica livre, a gente transformou em algo ruim. Hoje as pessoas evitam o debate, a comparação e a crítica. Mas a única maneira de você chegar na verdade de uma maneira mais séria e profunda e ter uma teoria que resista ao tempo e às objeções é tornando ela pública e permitindo que todo mundo opine sobre, seja a favor, seja contra. Então esse sempre tem que ser o nosso papel, colocar exatamente de forma sincera e evidentemente civilizada, como a gente entende, e esperar que outras pessoas também opinem de maneira séria e civilizada e ética. E aí o público vai decidindo. Agora, se a gente tiver apenas um lado ou uma censura, aí isso demonstra uma fraqueza e uma injustiça no processo que passo para vocês. É, eu acho que o crí o crítico aqui, eh, tá questionando o Kardec se ele não considera a crítica ah importante, por ele falou que ia publicar um livro se opondo a ao espiritismo e Kardec falou: "Pode publicar, não tem problema, né?" Eu acho que nessa Kardec, nessa resposta de Kardec, tem vários elementos aí, né? Primeiro, Kardec sabia o que tava fazendo, né? ele tinha muita segurança eh do que ele tava fazendo, da teoria que ele tava construindo. Ele sabia que ele tava construindo uma ciência sólida, ele dominava a filosofia. Então, quando ele vai extraindo as conclusões, ele vai deduzindo as conclusões do os princípios filosóficos da ciência espírita, dos fenômenos, ele trabalha muito bem com a consistência da teoria. que que é a consistência, aquela teoria que não tem contradições, né? Ele trabalha muito bem com isso. Ele dominava muito bem os temas filosóficos. Então ele tinha segurança sobre o que tava fazendo. Quando a pessoa tem segurança do ponto de vista da razão intelectual sobre o que tá fazendo, quando a pessoa tem a grandeza moral de Kardec, que era um homem virtuoso, que tinha que agia com prudência, que tinha coragem acima de tudo, né? Tranquilidade, calma,
electual sobre o que tá fazendo, quando a pessoa tem a grandeza moral de Kardec, que era um homem virtuoso, que tinha que agia com prudência, que tinha coragem acima de tudo, né? Tranquilidade, calma, frieza, ele mesmo fala isso, né? Observo tudo com frieza. sem a sangue frio, né? Eh, então, e ele tinha confiança em Deus, fé no futuro, tudo aquilo, todos aqueles elementos do homem virtuoso, né, do homem de bem. Eh, ele não, de fato, ele não tinha que se preocupar, perder noite de sono com as possíveis críticas, né, possíveis críticas negativas. Eu fico imaginando espírito imperfeito que se deixa levar pelo medo das críticas, aí fica sem dormir. Ai meu Deus, que que vão falar de mim, né? A gente já sofre com isso, né? Kardec não, ele tava muito seguro, muito tranquilo. Então é uma lição muito grande pra gente, né? Você criar uma teoria que tava sendo atacada de todo lado, sendo ridicularizada. Ele que era, do nosso ponto de vista que nós conhecemos a obra dele, a gente sabe que ele é um intelectual muito sério, muito profundo, mas ele não fazia parte do instituto, ele não fazia parte da academia, ele não tinha os títulos de ensino superior, né? Até onde a gente sabe, Kardec nem fez ensino superior. Acho que as pessoas não param para pensar nisso, até onde nós sabemos. Já perguntei isso inclusive pro Carlos VI, ele falou: "Não, não tem nenhum registro de Kardec no na universidade, no ensino superior e no entanto tinha uma formação muito sólida que eu permitia tratar desses temas, né? Então, a pessoa que tá fora da academia, que não tem uma formação superior, falar que é uma ciência, conversar com os espíritos, tratar de tudo isso, ela se expõe a a ataques de ridicularização, de deboche. O tempo todo e Kardec sabia disso, né? Ele coloca isso nas obras, é curioso. Ele fala: "Aquelas pessoas que dão um um risinho de canto de boca, né, de de vez em quando ele fala isso, né? as pessoas que ridicularizavam o espiritismo. Então, Kardec tinha muita muita segurança do que tava fazendo
s pessoas que dão um um risinho de canto de boca, né, de de vez em quando ele fala isso, né? as pessoas que ridicularizavam o espiritismo. Então, Kardec tinha muita muita segurança do que tava fazendo e ele sabia, agora pensando mais do ponto de vista estratégico, ele sabia lidar com a opinião pública. É claro que do fato dele não se importar com a publicação desse livro contrário, não significa que ele se isolasse do mundo como intelectual na torre de marfim e não se não se importasse com a opinião pública no sentido de isolamento, afastamento. Não, ele se importava. E tanto é que nas revistas espíritas a gente vê isso o tempo todo. Se ele não se importasse em absoluto, ele não respondia ninguém, ele não publicava nada. Mas a revista espírita tá lá. Ele lia os jornais, ele viu que estavam falando de espiritismo. Quando julgava importante, ele publicava. Quando julgava importante e que era o momento adequado, ele publicava, ele respondia, ele debatia, ele criticava. Ele também criticava, né? Ele examinava os sistemas o que surgiam. contrários ao espiritismo ou favoráveis, enfim, ele avaliava tudo isso de diferentes áreas, da ciência, da mídia, da religião, eh, da filosofia. Kardec, ele conhecia todo esse debate público, ele tava ligado, antenado, né? Eh, então eu só vejo aqui grandeza moral, segurança de eh de segurança intelectual, né? E estratégia sabia lidar é prudência. Eu não consigo encontrar outra palavra do que prudência, porque a prudência é a virtude, já dizia o Aristóteles, né, de você tomar as decisões corretas nos momentos corretos. Prudência não é ser avesso ao risco de forma absoluta e aí você nunca se expõe ao risco. Prudência não é isso. Prudência é tomar as decisões corretas no momento correto e muitas vezes isso exige coragem. Então eu consigo eu consigo ver isso nesse nesse debate de Kardec. Eh, e diante de tudo isso que foi falado, o o que eu poderia aqui tentar colocar é que, bom, uma vez que ele disse, né, para Kardec, se Kardec acha que a crítica não serve para nada, eh,
te de Kardec. Eh, e diante de tudo isso que foi falado, o o que eu poderia aqui tentar colocar é que, bom, uma vez que ele disse, né, para Kardec, se Kardec acha que a crítica não serve para nada, eh, ele deveria primeiro pensar, né, da seguinte forma, uma vez que vai se fazer uma crítica a algo, a alguma coisa, é claro que primeiro eu tenho que me inteirar daquilo. Lá no início da fala do Michel, ele disse assim: "O crítico demonstra ignorância de espiritismo". Como ele pode querer achar que a crítica dele terá peso, uma vez que ele não é um bom crítico? É isso, né? É isso é que que chama a atenção. Eh eh e isso na verdade tá muito comum. A gente, a gente sempre comenta aqui sobre aquela resposta que o Cosmárs deu ao Ponder, ao filósofo Pondé, justamente isso. Ele vai fazer uma crítica ao espiritismo sem nenhum conhecimento de causa. Tanto é que a crítica que ele fez não tem nada a ver com o espiritismo, né? que o C foi muito feliz na resposta que deu. Então, eh, uma crítica, ela tem valor, ela tem valor quando realmente o crítico é sério, quando o interesse é buscar a verdade, quando o interesse é tentar levantar o véu que oculta, mas a crítica por criticar eh eh sem nenhum conhecimento de causa, ela passa a ser uma opinião sem nenhum valor, né? É como o próprio Kardec vai dizer lá no livro do dos médicos, na teoria da alucinação que eu tava até estudando hoje, que eles tentam atribuir a aos fenômenos de de aparição, de visão dos sonhos, a uma alucinação e imaginação, mas não explicam como isso, por que que como esse fenômeno se dá, uma vez que eles negam a existência da alma. Então, da mesma forma seria isso aqui. Eu quero ser um crítico de determinada coisa, mas eu não vou me preocupar em estudar aquela coisa. Eu quero criticar e eu quero que a minha crítica tenha valor. E é isso que Cadec fala para ele. Ora, eu desejo que o seu livro tenha grande circulação, porque a segurança de Kardec, como foi dito por vocês, é muito grande. Porque o próprio livro do do desse crítico vai se
ue Cadec fala para ele. Ora, eu desejo que o seu livro tenha grande circulação, porque a segurança de Kardec, como foi dito por vocês, é muito grande. Porque o próprio livro do do desse crítico vai se tornar o quê? Alvo de chacota. chacota vai cair cair no esquecimento como como o próprio o próprio os quatro evangelho de Rusteng que naquele naquela época não serviu para nada, caiu um esquecimento. Depois aqui no Brasil virou essa bobagem que virou Mas, né, o público fazia essa análise. O público, principalmente os espíritas, eles tinham vontade de saber, de buscar. E o crítico sério deveria fazer da mesma forma, mas eu devolvo, Michel. Isso aí é muito interessante na as pessoas lerem a revista espírita e acompanhar eh Kardec, os momentos que Kardec se pronuncia em defesa do espiritismo, né? Porque isso revela muito da pessoa que ele era. Aí a gente entende como só um espírito superior poderia ser o responsável por essa doutrina. O, como lá o José lembrou, né? O espírito imperfeito não dá conta, porque em algum momento a gente perde a linha, ele a a fin com que ele respondia. ele não perdia o bom senso, ele não descia eh eh da do bom tom, mas dava uma aula sobre ciência, filosofia, argumentação. Era justo no debate, porque a na verdade o centro da questão aqui que ele vai deixar claro é que o problema não é a crítica, o problema é você ser um mau crítico. Esse sim é um problema. Você ser crítico não é um problema. O problema se você é um crítico ruim e ele era um excelente crítico. A, só para citar dois exemplos aqui que a gente encontra na revista sobre a capacidade de Kardec enfrentar a opinião pública, né? Porque toda pessoa que se que escolhe ser pública ou fazer algo público, ela vai est a mercê da opinião pública. Isso é do jogo, né? O problema não é opinião pública. O problema é a opinião pública ruim, a crítica ruim. injusta ou sem argumento, né? E tem dois momentos. Um, a gente percebe que os momentos em que ele mais defende e é veemente nas críticas é quando os
problema é a opinião pública ruim, a crítica ruim. injusta ou sem argumento, né? E tem dois momentos. Um, a gente percebe que os momentos em que ele mais defende e é veemente nas críticas é quando os operários de Lyon são atacados, não é quando ele é atacado. É muito interessante isso, porque ele sabia da simplicidade da daquele povo operário de Lyon que não tinha nem condições de se defender. E é impressionante como aí ele coloca sua potência máxima como um mestre, como um protetor e e ele faz cada crítica aos jornalistas que atacavam os operários de Leon, que é impressionante. Um outro exemplo que mostra o nível de controle emocional de Kardec é um é quando ele diz o seguinte: "Existia um padre na época que escreveu que em um ano o espiritismo não existiria mais, teria sido esquecido, ridicularizado, teria acabado." Sabe o que Kardec faz? Ele espera um ano para responder o padre. Se é a gente, né? A gente vai lá na hora. Kardec esperou, olha, fri, ele esperou, quando completou um ano, ele veio na revista assim: "Senhor padre, lembra que o senhor disse que em um ano espiritismo, Pois bem, passado um ano, o espiritismo triplicou de tamanho. Então, olha, alguém segurar esse tipo de coisa, quem vive o dia a dia do debate público sabe que fazer, esperar um ano para responder alguém, já demonstra como é que era o psicológico de um homem desse, como era inabalável a a sua personalidade, né? Por isso que ele era preparado. Eu vou ler mais um trecho paraa gente já pegar essa esse finalzinho da da ainda nesse o Kardec ainda respondendo crítico, né? Aí ele aqui Kardecue falando. >> Pode falar, Jos. >> Só para só para citar um exemplo aí. E ele lá embaixo, ele vai falar mais à frente, ele vai falar sobre a tecnologia, né? o o motor a vapor, o barco a vapor que o governo francês recusou dizendo que não era importante, né? Ele vai dizer lá embaixo. Eu vi recentemente exemplos de tecnologias que surgiram na época e as pessoas não deram não deram bola, falar falaram que não ia paraa frente. A
o que não era importante, né? Ele vai dizer lá embaixo. Eu vi recentemente exemplos de tecnologias que surgiram na época e as pessoas não deram não deram bola, falar falaram que não ia paraa frente. A internet, o tem um, tem um vídeo, né, no YouTube, o Bill Gates no programa, aqueles talk shows lá nos Estados Unidos, o Bill Gates tentando explicar paraas pessoas que a internet tinha uma aplicação muito maior do que só o e-mail, porque surgiu com a o e-mail que era uma troca de mensagem. Ele falou: "Olha, é muito mais rápido mandar e-mail do que carta e tal". E as pessoas: "Ah, mas internet é só isso?" Ele não tem eh abre possibilidades para mais coisas. Aí as pessoas, o quê? Ele não ainda vai se construir. As pessoas não conseguiam entender a abrangência do negócio. E com relação ao próprio smartphone também, para falar de outro outra personalidade aí do do mundo da tecnologia, né? O Steve Jobs na Apple foi o cara que criou o smartphone, que lançou, que antes só existia telefone com celular com teclado numérico, né, de plástico. E ele lança o smartphone. E aí o eu acho que o presidente da BlackBerry, que era uma concorrente à época que tinha o telefone com teclado de plástico, né, falou: "Não, imagina quem que vai querer um teclado, um celular sem teclado e ainda custando $00, que era caro na época. E hoje absolutamente o mundo inteiro usa o smartphone e ninguém usa telefone de de teclado físico, né? Então é assim, o negócio surge, eh todo mundo dá esses esses prognósticos aí de que não vai virar, não sei o quê, mas se a coisa tem uma verdade, tem fundamento, ela continua. por mais obstáculos e vicissitudes que ela encontra na frente. E se tem uma doutrina que encontrou obstáculo pela frente, olha, ela, o espiritismo, ele sobreviveu por aparelhos por muito tempo e ele ressurge das cinzas, né, que as pessoas, a verdade é assim, as pessoas não entendem. A verdade, ela é autônoma. O CM também costumam falar isso, né? A verdade ela se impõe sobre nós, a gente queira ou não queira. Então se uma
que as pessoas, a verdade é assim, as pessoas não entendem. A verdade, ela é autônoma. O CM também costumam falar isso, né? A verdade ela se impõe sobre nós, a gente queira ou não queira. Então se uma coisa, Kardec sabia disso, é disso que ele tá falando aqui. Se uma coisa é verdadeira e as pessoas estão defendendo essa coisa de forma honesta, sem sem o interesse por trás, eh as pessoas vem que tem fundamento ali, vem que você tá defendendo uma coisa porque você acha aquilo bom. ponto final. E o espiritismo tem fundamento, né? Então ele vai resistindo, ele vai continuando, ele vai seguindo, vai seguindo, vai seguindo. É isso aí. Eu lembro do eh tu falou da entrevista do Bill Gates, ele fez uma ele chegou a fazer uma entrevista, tem isso no YouTube, né? Ele chegou a fazer uma entrevista no Jô Soares por videoconferência, na época era uma TV, mas ele ele deu uma entrevista pro Jô e eu lembro que tem uma hora que ele diz assim na entrevista: "Daqui uns anos nós vamos carregar o mundo todo no bolso". E a plateia dá uma gargalhada. Como assim? Carregar o mundo inteiro no bolso e hoje é o smartphone, né? Tá tudo ali, o dinheiro, o as informações, tudo tá tudo ali, né? É impressionante como eh depois que a coisa já tá feita e já conquistou eh o o direito de cidade, como se diz, né? Aí é tudo muito óbvio, as pessoas, né? A mais pessoa mais simples diz: "Nossa, mas isso é muito óbvio". Mas os pioneiros de qualquer ideia, de qualquer tarefa, sabem o que é enfrentar aí a o o movimento contrário, né? Isso para todos, né? O o os a o período das grandes navegações também, né? Se dizia que era uma loucura, era até um gasto, era um gasto desnecessário investir em descobrir novas rotas e mudou o mundo, né? Então isso é muito é muito simbólico. Os espíritos diziam para Kardec lá no Evangelho, na introdução, eles dizem, né, naquele item da contorno universal, se for necessário, se queimarem as obras, nós as ditaremos de novo, porque não podem queimar os espíritos. Quem pegou o final dos anos 90 e o
dução, eles dizem, né, naquele item da contorno universal, se for necessário, se queimarem as obras, nós as ditaremos de novo, porque não podem queimar os espíritos. Quem pegou o final dos anos 90 e o início dos anos 2000 no movimento espírita não acreditaria que Kardec ia ia ia sobreviver. Chegou um ponto em que ninguém mais falava em Kardec no movimento espírita. Não existia mais Kardec nas casas espíritas. No movimento não existia mais. Kardec tinha sido varrido do movimento espírita. Era assim, para as pessoas terem uma ideia, os originais de Kardec, porque você manter a cópia das obras originais é fundamental, porque a hora que você perder as originais, você não tem mais controle de nada. E eram pouquíssimas pessoas, ou se sabia só de pouquíssimas instituições que tinham as obras completas e não abriam ao público, não abriam o público. A gente chegou a uma um período em que as obras de Kardec poderiam ter sumido. E aí surgiu um carequinha de óculos lá no Paraná, um tal de Cosmass, dizendo: "Temos que colocar as 23 obras de Kardec nuvem e nem digitadas, tem que ser fotocópia, porque aí não tem mais como deturpar a obra de Kardec." Eu lembro que em 2000 e 5, quando eu vi o Cosm falar que queria levar o Espiritismo paraa internet, eu na minha ignorância pensei: "Mas por internet? O que que tem a ver? Olha a ignorância". Mas ele ele viu isso, né? Antes e hoje em dia é tudo na internet. E a gente tem hoje a obra de Kardec no original, salva. E eu e eu gosto sempre de frisar, quem salvou as obras de Kardec Feb. Que isso fique pra história, não foi a FEB que fez esse movimento. E aí de repente entre 2000 e 2020, as duas primeiras décadas, começa a pipocar um monte de cardecista aqui e ali, né? Não chegou a ser necessário, pelo menos até agora, os espíritos precisarem provocar tudo de novo, né? Ah, se salvou a obra, então é um trabalhão e olha que trabalhão a menos. Você preservou já a obra completa e original. Isso que a gente não tem e ainda vai precisar ter. Se tem uma tem
do de novo, né? Ah, se salvou a obra, então é um trabalhão e olha que trabalhão a menos. Você preservou já a obra completa e original. Isso que a gente não tem e ainda vai precisar ter. Se tem uma tem uma coisa que eu já cheguei a uma conclusão, é a gente precisa ter todas as obras no original francês, mas todas as edições de todas as obras. A gente vai precisar ter todas as edições de todas as obras que Kardec publicou no original, a gente vai precisar ter no futuro para ter o estudo mais profundo possível da aula de Kardec. Não basta pegar só a definitiva, as outras também são importantes por causa que algumas modificações deixam claro alguma coisa que na época de Kardec não era necessário tá ali, então ele mudou. Mas hoje tu pegar uma uma terceira edição e comparar com uma outra edição, daqui a pouco tem a chave para alguma coisa que o pesquisador de verdade tá fazendo. Quem já fez um pouquinho desse exercício sabe o que eu tô falando. Quando a gente pega todas do original, eu lembro que muita coisa que eu descobri sobre a lembra que no na primeira no primeiro estudo aqui do que é o espiritismo? Assistam quem não assistiu, a gente mostrou a história do que é o espiritismo da obra. E tem muita coisa que a gente descobriu analisando todas as edições, senão a gente não saberia. E mais curioso ainda, tem coisas que a gente descobre olhando os anúncios que Kardec fazia das obras, o comercial que tinha das outras obras nas obras de determinada edição esclarecem você sobre alguma coisa. Olha o detalhe da importância da da da pesquisa histórica, só para dar um exemplo. Eh, um dos elementos que foi achado para mostrar que as obras de Kardec não foram adulteradas foi assim, foi através de um anúncio que Kardec fez de uma das obras que ia ser vendida, que ali mostrava na no resumo do anúncio que só poderia ser aquela edição. para ver a importância de ter todas no original e em todas as edições. Então isso é é muito rico, né? A as cartas, por exemplo, as cartas de Kardecam
esumo do anúncio que só poderia ser aquela edição. para ver a importância de ter todas no original e em todas as edições. Então isso é é muito rico, né? A as cartas, por exemplo, as cartas de Kardecam num baú, num num porão em Paris, tavam lá escondidos. Engraçado que parece que os espíritos esconderam, né, para preservar, sobreviver ao século XX, que o século X é o século das trevas do Espiritismo. E passou o século XX, isso veio a ser descoberto. por exemplo, foi uma das cartas de Kardec que foi tirado desse acervo que veio a a que veio a público, que era uma carta em que Kardec avisava na carta que a obra Gênes estava sendo revista e ampliada. Uma obra original, uma carta original de Kardec provando a tese de que a obra de Kardec não foi adulterada. Vejam a importância desses detalhes, né? Não sei se vocês querem colocar mais alguma questão, senão a gente lê. Daí >> não, tranquilo. Vamos lá, então. Então, Kardec vai dizer agora, ele segue falando, né? Esquecia-me, porém, que iais tratar a questão expresso, o que que vale a dizer que a estudastes sobre todas as suas faces, que vistes tudo o que se pode ver, lestes tudo o que sobre a matéria se tem escrito, analisaste e comparastes as diversas opiniões, que vos achastes nas melhores condições de observação pessoal, que durante anos nos lhe consagrastes vigílias, em suma, que nada desprezaste para chegar à verdade. Devo crer que tal se deu se sois um homem sério, porque somente aquele que fez tudo isso pode dizer que fala com conhecimento de causa. prejuízo formaries de um homem que sem conhecimento de literatura, sem ter estudado a pintura, se irigisse em sensor de uma obra literária ou de um quatro. É de lógica elementar que o crítico conheça, não superficialmente, mas a fundo aquilo do que fala, sem o que sua opinião não tem valor. Para combater um cálculo, é necessário oporso-lhe outro cálculo, o que exige saber calcular. O crítico não se deve limitar a dizer que tal coisa é boa ou má. É preciso que justifique
ão não tem valor. Para combater um cálculo, é necessário oporso-lhe outro cálculo, o que exige saber calcular. O crítico não se deve limitar a dizer que tal coisa é boa ou má. É preciso que justifique a opinião por uma demonstração clara e categórica baseada sobre os princípios da arte ou ciência que pertence o objeto da crítica. Como poderá fazê-lo quando não conhecer esses princípios? Não tendo ideia da mecânica, podereis apreciar as qualidades ou os defeitos de determinada máquina? Não. Pois bem, o vosso juízo acerca do espiritismo, que aliás não conheceis, não pode ter mais valor que o que nas condições acima emitisseis sobre a aludida máquina. A cada passo sereis apanhado em flagrante delito de ignorância, porque aqueles que têm estudado a matéria verão logo que a desconheceis, onde concluirão que não sois um homem sério ou que agis de má fé. expondo-vos, portanto, a receber, quer num, quer noutro caso, desmentido pouco lisongeiro ao vosso amor próprio. Olha, eu vou dizer que é um dos textos mais impressionantes que eu considero Kardec mostrando o que é que compõe um bom crítico. Esse esse todos esses esses pontos que ele coloca aqui, a gente devia colocar num e moldurar num quadro, né? Porque ele deixa claro, se você quer ser um bom crítico, atenção, se você quer ser um bom crítico, falar sobre alguma coisa, escrever sobre alguma coisa, atenção, Kardec no século XIX já deu a letra, já mostrou o que que é preciso, porque o o o crítico tinha dito para ele, né, vou lançar um livro expresso, né, esse termo em latim. Até peguei aqui, né? Ele significa perito declaradamente com autoridade. Indica algo feito ou afirmado com competência de um especialista, com profundo conhecimento de causa. Mas o crítico havia dito agora a pouco para Kardec. Ele não conhecia o espiritismo e disse para Kardec que ia escrever uma obra para destruir o espiritismo, mas ele não conhece. Como é que ele ia dizer, falar sobre algo que ele não conhece? E Kardec dá o exemplo aqui, né? Vou pegar só o primeiro parágrafo e já passo
r uma obra para destruir o espiritismo, mas ele não conhece. Como é que ele ia dizer, falar sobre algo que ele não conhece? E Kardec dá o exemplo aqui, né? Vou pegar só o primeiro parágrafo e já passo para vocês. O que que vale a dizer que estudaste sobes, que viste tudo que se pode ler? Você tá fazendo uma crítica sobre alguma coisa? Você fez isso? Leste tudo o que sobre a matéria se tem escrito, analisasse e comparasse as diversas opiniões, que vos achasse nas melhores condições de observação pessoal, que durante anos de observação, que durante anos lhe consagrastes vigílias, que nada desprezastes. Me apresente, me apresente o crítico do espiritismo de Kardec que atenda essas condições. Me apresente. Eu vou além. Quantas pessoas a gente pode contar nos dedos que respeitam esses requisitos que estão aqui para falar bem do espiritismo? A gente não tá falando nem de falar mal, falar contrário, a gente tá falando falar em favor. Quantas pessoas fizeram isso que tá aqui que Kardec coloca como os requisitos para ser um bom crítico? É por isso que eu sempre brinco, né? Desde o início do Kardec Tuber, eu sempre brinco. A pessoa começa a falar, digo assim: "Quantas obras de Kardec você já leu?" Ah, li duas. de duas para 23 tem uma pequena quantidade de obras que falta a pessoa ler. Mas hoje, com as suas honrosas exceções, as pessoas estão aí escrevendo, palestrando, gravando conteúdo. Mas quem é que passou por esse processo aqui? E lá já Kardec já deixou lá no século XIX isso, né? E mesmo assim, para todas as discussões que a gente tem hoje, é uma mania da gente sempre falar do que a gente não conhece ou só tem uma noção que não é nem básica, mas a gente vai lá e omite opinião e quem é especialista fica, meu Deus, tem ali no finalzinho, só para antes de passar para para vocês dois que ele diz assim: "Sereis flagrados em e em Deixa eu achar aqui, Lauro, para a parte que ele diz ali, ó. A cada passo sereis apanhado em flagrante delito de ignorância. Porque aqueles que têm estudado a
ele diz assim: "Sereis flagrados em e em Deixa eu achar aqui, Lauro, para a parte que ele diz ali, ó. A cada passo sereis apanhado em flagrante delito de ignorância. Porque aqueles que têm estudado a matéria verão logo que a desconheceis. É no, é no parágrafo que começa assim, não? Pois bem, é, começa assim o parágrafo aí. Não pode descer mais, pode descer. Tá mais para baixo ainda. Aí, ó, no meio tá escrito, pode descer mais um pouco ali, ó. A cada passo sereis apanhado em flagrante delito de ignorância, porque aqueles que têm estudado a matéria verão, verão logo que a desconheceis. Eu me chama muito atenção essa essa esse trecho, porque quem conhece minimamente uma teoria sabe que é bem assim. Quando a gente conhece minimamente uma teoria e vê alguém falando, a gente fica, ih, já sei que a pessoa não estudou. É bem assim, quem conhece fica, tá? O o a gente, eu passo, às vezes, eu dou uma uma zapeada nos canais espíritas, eu preciso de 60 segundos para saber se a pessoa estudou ou não. Kardec, 60 segundos eu fico já sei que não estudou. Só pelo que tá falando, é uma cambada enchendo linguiça. Não sei se tem esse termo aí no estado de vocês aqui. É encher linguiça. A pessoa não sabe, mas ela fica enchendo linguiça. Eu tenho visto os cartazes, os cartazes dos grandes eventos espíritos no Brasil. Aí você vê o tema das palestras. Você já sabe pelo tema que o palestrante não estudou Kardec, porque a gente vê que é coisas que Kardec nunca tratou. Então se desmão o que que a pessoa vai falar? E é assim hoje na nossa sociedade a gente vê digo: "Ih, a pessoa fala de espiritismo, que no caso é o que a gente estuda há muitos anos, né?" A gente fica, ih. Agora quando a pessoa é certa, tu diz: "Opa, opa, deixa eu ouvir esse cara falar, porque para ele tá falando isso, ele não é bobo não, hein? Ele consagrou anos de vigília para estudar fundo. Passo para vocês. Essa parte do texto é muito boa, né? Como como você comentou, Michel, é um é uma lição de como o crítico deve se se
bobo não, hein? Ele consagrou anos de vigília para estudar fundo. Passo para vocês. Essa parte do texto é muito boa, né? Como como você comentou, Michel, é um é uma lição de como o crítico deve se se comportar e não só no espiritismo, no mundo em geral. Eh, são raras as pessoas que fazem uma crítica eh com essa com esse grau de rigor, né? Hoje em dia as pessoas a gente tem esse mundo de velocidade, de informações da internet, etc. As pessoas se apressam muito, a gente acaba dando opinião sobre tudo. Eh, nem sempre a gente conhece do assunto, né? Mas Kardec tá recomendando aqui a postura do crítico que precisa conhecer a fundo o tema para falar sobre esse tema. Ele fala: "É de lógica elementar que o crítico conheça não superficialmente, mas a fundo aquilo de que fala sem o que a sua opinião não tem valor." Então aquele crítico que tá detonando o espiritismo e você percebe que ele não conhece do tema, aquela opinião não tem valor, né? Por não e e Kardec continua, não basta dizer que uma coisa é boa ou má. Ah, isso aqui é bom. Isso aqui não é bom. Eu gosto, não gosto. É preciso que justifique a opinião por uma demonstração clara e categórica. Não basta você dizer: "Isso aqui tá errado, não gosto disso". ou é bom, eu gosto disso. Isso não basta por uma discussão séria. Se a pessoa quer ser levada a sério, aprofundar na discussão, ela não precisa justificar a opinião, dar justificar é dar razões, dizer o porquê, usar, como você faz isso? Usando argumentos, usando a lógica. Uma demonstração clara e categórica para não deixar dúvida. Ah, mas eu não conheço do tema, não posso criticar não. Quando a gente tá, eu tô, quando a gente tá falando de ciência e filosofia, tá? Não tô falando de trivialidades, tô falando de entretenimento, futebol. É, qual futebol você dá opinião do seu time, envolve paixão, é trivialidade. Aí você gosta ou não gosta do Neymar, do Não é isso. A gente tá falando de ciência de A gente tá falando de ciência de filosofia. tá tratando um tema profundo como esse,
nvolve paixão, é trivialidade. Aí você gosta ou não gosta do Neymar, do Não é isso. A gente tá falando de ciência de A gente tá falando de ciência de filosofia. tá tratando um tema profundo como esse, você tem que o mínimo você conhecer a fundo. Mas o crítico muitas vezes ele não quer se dar o trabalho de ocupar um tempo para conhecer aquilo e poder criticar, mas se ele não conhece, ele deveria se pôr na posição de não criticar. Ou não é que a pessoa é proibida de falar, não é isso, mas ela precisa, no mínimo, ela precisa ponderar qual é a abrangência do que ela tá afirmando. Ela até pode dizer: "Olha, eu só conheço superficialmente, a impressão que eu tenho de longe é essa, mas eu não posso, não vou emitir uma opinião mais aprofundada porque eu não conheço." Percebe? A gente precisa medir qual é o grau e a abrangência da nossa opinião. Se a pessoa fizer a ressalva e for honesta de deixar claro que ela não conhece e ela só tem uma impressão de longe, não há nenhum problema. Ninguém é obrigado a conhecer de forma aprofundada todos os assuntos, até porque isso é impossível. A gente na nossa vida precisa escolher ali uma meia dúzia de assuntos para você aprofundar. Ninguém consegue estudar tudo. Então a pessoa até pode falar: "Olha, o que eu vejo por aí, tem alguns amigos, eu já conversei com pessoas assim que o cara não se aprofundou no espiritismo para criticar, mas ele também não critica de forma veremente categórica". A pessoa tem uma posição honesta. Ela fala: "Olha, a impressão que eu tenho, tenho um tio, uma tia que é espírita e falam isso lá, mas eu não sei para poder afirmar". Percebe? A pessoa, ela faz ressalvas, ela pondera a opinião dela. O que não pode fazer, que é o que esse crítico aqui assume, é publicar um livro provando a falsidade do espiritismo, sem conhecer do assunto. Aí realmente não dá para levar a sério. E qualquer pessoa que conhecer, né, ou tiver a vontade de conhecer, vai ver que o livro, no caso aqui do crítico, é uma é um absurdo, né? Bom, eh, e são por
to. Aí realmente não dá para levar a sério. E qualquer pessoa que conhecer, né, ou tiver a vontade de conhecer, vai ver que o livro, no caso aqui do crítico, é uma é um absurdo, né? Bom, eh, e são por essas e outras que, né, eh, eh, pela falta mesmo de buscar o conhecimento, que o movimento espírita tá está como está, né, cada vez mais afundando, porque eh é como nós temos sempre dito, se no início as pessoas procurassem conhecer Kardec, estudar Kardec, observar tudo isso que foi que que ele ele diz aqui para o crítico, já que é uma ciência, não é uma religião, então nós precisamos Precisamos estudar isso com seriedade, com profundidade, com perseverança, com muitas reflexões. Com certeza não, né? Não estaríamos eh da forma como está. Nós teríamos um movimento espírita muito mais coeso do ponto de vista dos princípios, da lógica. Eh, eh, só para vocês ter uma ideia, o o que que é a a mente humana num algo que eu eu presenciei aqui próximo a mim, aqui tem uma linha de ferro, mais adiante, cerca de uns 400 m, um pontilhão que foi feito a tor em torno dos 10 anos e que agora precisou passar por uma reforma, um reparo, não sei qualquer. Então, a avenida que passa por baixo desse pltilhão tá interditada, acabou criando um transtorno. Ainda não finalizou a obra não. No início uma pessoa me parou, é, é um um percurso que eu faço caminhando e falou assim: "Tá vendo isso aí, ó? Isso aí é serviço mal feito, porcaria". Eu falei, "Deixa eu perguntar, você é engenheiro civil?" Ele falou: "Não, falou, mas então como é que você tá afmando isso?" Então, vejam que é o hábito nosso querer fazer, analisar, criticar coisas que a gente não sabe o que que é, né? e que infelizmente ou ou vocês já presenciaram isso. Olha, mesmo com o espiritismo da forma do Chico tá errado, mas foi o Chico quem divulgou o espiritismo. Olha, isso é falso. Mostra mais uma vez ignorância, né? que se todo mundo tivesse conhecimento do espiritismo de Kardec, não teria surgido o Chico com toda aquelas aquela problemática toda, feb,
ismo. Olha, isso é falso. Mostra mais uma vez ignorância, né? que se todo mundo tivesse conhecimento do espiritismo de Kardec, não teria surgido o Chico com toda aquelas aquela problemática toda, feb, essa quantidade de livros, toda essa distorção pelo simples fato de seguir isso que Kardec está nos colocando aqui, observar, estudar com muita seriedade, muita seriedade para que quando nós fôssemos fazer uma crítica, como por exemplo, vai né? O Michel tá aí numa luta aí com o nosso lar, ele vai ter que colocar capacete, armadura, ele vai ter que voltar lá na idade medieval, né, José? Ou então aquela aquela aquele trag do Ovo de Ferro, porque vai sair bala para lá. Por quê? Porque o pessoal não tá acostumado com críticas, né? Eh, é claro que isso vai ser um problema, mas estamos juntos. Estamos juntos. Aí Michel, >> vocês sabem que daqui >> é só para mear rapidinho, só fazer uma ô >> pode falar, >> pode falar. Não, só ia fazer observação. É, apesar apesar do movimento espírita ter muitos problemas, como o Michel mesmo lembrou nos anos 90, o negócio era bem pior, começo dos anos 2000. Com a internet e na pandemia a gente pode observar isso, os grupos cardequianos parece que se multiplicaram muito na internet. Então eu diria que a gente vive um momento hoje, se o século o o o século XIX foi a origem, o século XX foi a idade das trevas, né, como lembrou o Michel, talvez a gente a gente esteja vendo uma um renascimento espírita, uma renascimento cardequiano no século XX, que vai produzir frutos pro futuro, mas para produzir fruto no futuro precisar a Terra, né, debaixo do sol. ou precisa arar a terra, senão o negócio não acontece. >> Exatamente. O para nós, pra gente finalizar, eu daqui um alguns algumas semanas eu vou estrear na terça-feira aqui no Kardec Tube os famosos reacts, né? Então, a gente pega um vídeo de alguém falando, no caso, sobre espiritismo, e a gente vai comentando. E o primeiro que eu vou iniciar é sobre o Chico. Em 1971, 1971, o Chico já tinha, ele já tinha 40 anos de mediunidade.
um vídeo de alguém falando, no caso, sobre espiritismo, e a gente vai comentando. E o primeiro que eu vou iniciar é sobre o Chico. Em 1971, 1971, o Chico já tinha, ele já tinha 40 anos de mediunidade. Olha só, já era famosíssimo e ele foi convidado para dar a famosa entrevista na TV Tupi no programa Famoso Pingafogo, que foi a maior audiência da televisão brasileira e que não foi superado o o recorde. Então, a gente teve no auge do chiquismo do da FEB, o Chico em rede não era a ela não era diretamente nacional na época, mas eles depois transmitiram nacionalmente porque os as gravações iam passando pros para as demais regiões do país. Então a gente pode dizer que o Brasil inteiro assistiu, né, e o mundo inteiro tinha teve acesso, né? Então, foi uma coisa de uma repercussão estrondosa. O Chico ficou na maior rede de comunicação da do país naquele ano durante 2:14 falando em nome do espiritismo. Então, antes eu tô aqui mostrando para vocês o contexto. Vocês sabem quantas vezes foi citado a palavra Kardec? Uma vez. pelo entrevistador, não pelo Chico. Em 2 horas e 14 minutos da maior transmissão em TV aberta falando sobre o espiritismo da história, Kardecirismo. E ele inicia a entrevista dizendo assim: "Eu não tenho condições de est aqui". Mas eu pedi pro Emanuel e ele disse que ia me ajudar a dar as respostas. Uma a maior transmissão ao vivo de um país numa rede de TV aberta falando sobre espiritismo. Quem ia decidir o que era espiritismo através da boca de quem tava respondendo as perguntas era o Emanuel. E Kardec não foi citado. Precisa dizer mais com o que foi feito no século XX. Aí a gente tem um pouquinho do que aconteceu, né? Mas só para deixar aqui o registro, eu quero agradecer o José, agradecer ao Lauro, mais uma vez, agradecer a todos aqui que participaram, que mandaram as suas as suas opiniões, os seus comentários. Lembrem de curtir, de compartilhar, de se inscrever no canal, de nos seguir nas demais redes, de colocar o link aí do nos grupos espíritas. A gente brinca, né? coloca o link lá e
os seus comentários. Lembrem de curtir, de compartilhar, de se inscrever no canal, de nos seguir nas demais redes, de colocar o link aí do nos grupos espíritas. A gente brinca, né? coloca o link lá e sai correndo depois ver o que que acontece. Então, que todos tenham uma um ótimo resto de semana, um ótimo final de semana e a partir de semana que vem a gente começa tudo de novo, né? Tem o estudo do livro dos espíritos na segunda, no canal do Lauro Estudar Kardec, tem o o estudo que o Lauro faz lá da revista e a gente tá aqui de novo. Se ainda bem que a gente não tem espírita extremista, né? Então eu não corro risco de vida. Então acho que eu vou estar aqui semana que vem. Então, uma boa noite a todos. Passo para vocês para se despedir. >> Uma excelente noite a todos. Obrigado, Michel Lauro, novamente pela companhia. Muito bom estar de volta aqui estudando. A Henriete. Muito bom. Boa noite a todos. Oláriete, boa noite. Que bom que acompanha o nosso estudo. A Fátima também ali no começo. A Líia, minha mãe também comentou. a Sheila, minha tia, a família tá tá acompanhando aí o nosso estudo, pessoal de São José do Rio Preto, interior de São Paulo. É isso, muito obrigado a todos aí que nos acompanharam, sempre com comentários e acompanhando o nosso estudo, apreciando, a gente fica muito feliz com isso. Grande abraço, boa noite a todos. Obrigado, Michel, obrigado José, obrigado ao pessoal do chat, a você que está nos assistindo. E é isso, na semana que vem estaremos juntos aí de novo. Forte abraço.
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