30 - "O que é o Espiritismo" | O cético - (parte 2) | estudo completo da obra de Kardec

CanalFEP 11/12/2025 (há 3 meses) 1:04:32 78 visualizações

Estudo completo da obra de Kardec: "O que é o Espiritismo?" Segundo diálogo: O cético - parte 2 Toda Quarta às 20h30 até 21h30 Transmitido pelos canais: Estudar Kardec kardectube José Fernando Toledo Paniago __ KardecTube - de Michel Macedo Canal sobre o Espiritismo segundo a obra de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com Curta. Comente. Compartilhe Nos siga nas demais redes. #espiritismo #kardec #espírita #ciênciaespírita #revistaespirita 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5475458764308480

Transcrição

Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo aqui do Kardec Tube. Eu sou o Michel Macedo e nós estamos estudando a obra O que é o Espiritismo? Nós já estudamos o livro de Kardec, o Espiritismo, em sua mais simples expressão, e agora estamos estudando a obra, o que é o Espiritismo. Kardec escreveu três obras para as para os iniciantes do estudo do Espiritismo. Destas três, nós já estudamos duas: o Espiritismo em sua mais simples expressão que eu citei, e o resumo da lei dos fenômenos espíritas. Estudamos todas essas essas duas obras. Você pode rever os estudos ficaram todos gravados aqui na playlist do Kardec Tube. E agora agora estamos estudando a terceira obra para os iniciantes, que é o que é o espiritismo. Estamos já no estudo de número 30, então já são 30 semanas estudando. Já estudamos o preâmbulo da obra, onde ele define o que é o espiritismo, a melhor definição do que é o espiritismo. Kardec deu na obra o que é o espiritismo. E a segunda parte da obra é uma é são diálogos é Kardec dialogando, debatendo com personagens. O primeiro diálogo, nós já eh também encerramos, foram 20, foram 15 semanas, se eu não me engano, nesse diálogo com o crítico e a gente iniciou na semana passada o diálogo com o cético, onde a gente tratou aí um pouco sobre ceticismo e sobre a primeira a primeira conversa ali entre Kardec e o Cético. Hoje a gente vai continuar, já que a conversa com o Cético é dividida por temas, né? Então, esse é o estudo do que é o Espiritismo. Você pode participar inclusive aqui pelo chat, né, trazendo questões, comentários. Isso enriquece muito o estudo. E também você que está aqui agora, curta o vídeo e se inscreva no canal se você não é inscrito. Então saia daqui sem fazer isso, porque isso nos ajuda muito e é algo muito simples, muito rápido de ser feito. Terminando os recados, o Kardecube é hoje um canal que tem programação diária em torno da obra de Kardec. Na segunda-feira nós estudamos o livro dos espíritos. Na terça-feira à noite, nós subimos vídeos

rminando os recados, o Kardecube é hoje um canal que tem programação diária em torno da obra de Kardec. Na segunda-feira nós estudamos o livro dos espíritos. Na terça-feira à noite, nós subimos vídeos onde a gente analisa a obra Nosso Lar. Hoje às 20:30, o que é o Espiritismo. Amanhã a gente tem o estudo da revistaespespírita.net e na sexta às 20 horas também aqui no Kardecube ao vivo, a gente estuda o livro dos médiuns. Esse estudo do livro dos médiuns é apenas para assinantes. Então você quer estudar conosco o livro dos médiuns, entre aqui no Kardec Tube, vá em seja membro. Escolha a opção amigos do Kardec Tube e assine. Você ajuda o projeto e também pode participar do estudo, participar pelo chat e se não consegue assistir ao vivo, você pode assistir depois gravado, fica tudo gravado para quem é assinante. Tenho aqui comigo, como sempre os meus amigos, o José e o Lauro, e eu passo para eles darem as boas-vindas e os seus recados também. >> Muito boa noite a todos. Boa noite, Laura. Boa noite, Michel. Muito bom estar aqui novamente para estudarmos aí esse diálogo fantástico que é o cético, que basicamente nós já observamos isso, né? é a antítese do crítico. Basicamente, Kardec tá nos dizendo o seguinte: crítico, eh, se se ou a pessoa que não conhece o espiritismo, se quiser conhecê-lo, não se comporte como o crítico, se comporte como o cético, né? Aquela pessoa que não é espírita e que deseja conhecer. é o desejo, a pessoa ser honesta, ter o desejo sincero de se instruir, reconhecer a sua ignorância, não ser pretencioso, não esconder intenção oculta. Tudo isso é muito importante. São qualidades ali do cético. Então é muito bom ler um em seguida do outro, porque o contraste aí evidencia as diferenças, né? E a gente consegue aprender mais. Uma boa noite a todos. Boa noite aí, Zelão, Ébert, todos que estão no nos acompanhando já. >> Boa noite, Michel. Boa noite, José. Boa noite, pessoal. Pessoal do chat, você que está nos assistindo. Bora lá, né, dar continuidade a esse estudo. Eh, eh,

, todos que estão no nos acompanhando já. >> Boa noite, Michel. Boa noite, José. Boa noite, pessoal. Pessoal do chat, você que está nos assistindo. Bora lá, né, dar continuidade a esse estudo. Eh, eh, para cumprimentar o que o José disse, né, Kardec nos ensinando que o debate ele é sempre bem-vindo, né? deixe feito com com urbanidade, com respeito. Eh eh críticas são importantes até para para o crescimento, né? A busca a a busca da verdade. A passividade ela nos coloca eh em situação até de, entre aspas, de perigo, né? Porque nós sempre vamos ficar presos a ideias que muit das vezes é contrário àquilo que a própria razão aceita, né? Então é importante o bom debate sempre. que tenhamos aí um bom estudo, Michel. Certo? Vamos lá, então. Vocês já comentaram, né? A gente já tem o nosso o nosso pessoal de sempre aí, né? Os companheiros fiéis, estudiosos, fiéis e amigos da obra, o Bert, o José, né, o Zelão. Sejam bem-vindos. E quem também tá assistindo aí, que não comentou, aliás, aproveite, né, quem é novo, tá assistindo pela primeira vez, além de curtir e se inscrever no canal, deixa um comentário, deixa um comentário da onde que você é, que cidade, que estado, como que conheceu o canal, como é que chegou até aqui. Deixe sugestões, deixe perguntas, assim a gente fica sabendo as pessoas novas que passam por aqui, tá certo? Então vamos à leitura do texto aqui e hoje vamos começar pelo primeiro assunto. Este diálogo do com o cético, o Kardec dividiu por assuntos, né? E essa divisão ele fez na última modificação que ele fez na obra, o que é o Espiritismo, ele fez essa essa essa divisão por assuntos que é extremamente didático, né, e agradável, porque a gente já sabe exatamente o que que vai ser tratado e fica de uma maneira até mais simples de entender o que ele tá discutindo, né? Então agora ele vai começar eh curiosamente pelo mesmo assunto que ele abre o livro dos espíritos, né, que é falando da questão dos termos, das palavras, em particular das palavras espiritismo e espiritualismo, né?

e vai começar eh curiosamente pelo mesmo assunto que ele abre o livro dos espíritos, né, que é falando da questão dos termos, das palavras, em particular das palavras espiritismo e espiritualismo, né? ele vai fazer essa discussão que aconteceu na época e que a gente vai ver que é muito importante e continua atual esse esse essa questão de entender as palavras e o uso das palavras. Então, espiritismo e espiritualismo, acho que pode dar uma descidinha ali. Aí, então aqui é o cético. Agora perguntando para Kardec, né? Pergunto-vos, em primeiro lugar, qual a necessidade da criação de novos termos espírita e espiritismo, para substituir espiritualista e espiritualismo, que são da língua vulgar e por todos compreendidos. Já ouvi alguém classificar classificar tais termos de barbarismos? Aliás, depois quando a gente for comentar, dá para pegar no na na no próprio chattou ou na alguma inteligência aí a ideia de barbarismo no século XIX, que é interessante pra gente entender a questão. Eu lembro que eu pesquisei isso, depois a gente coloca na tela isso pro pessoal ter uma noção, porque chamaram, classificaram o termo espírita espiritismo de barbarismo quando Kardec passou a se utilizar esses termos, né, na na doutrina dele. Então o cético quer saber por, né, que ele criou esses termos espírita, espiritismo em substituição a espiritualista e espiritualismo, né? Será que isso foi um barbarismo? Como as pessoas, algumas pessoas disseram, criticaram Kardecito isso. Vamos ver agora Kardec respondendo uma resposta longa. Eu quero, eu vou, acho que eu vou ler uma parte, né? Não vou ler tudo pra gente não fazer nada com Rito. Eu leio uma parte, depois a gente inicia os comentários. Então, Kardec diz: "De a muito tem já a palavra espiritualista uma acepção bem determinada. É a academia que nola dá espiritualista, aquele ou aquela cuja doutrina é oposta ao materialismo. Todas as religiões são necessariamente fundadas sobre o espiritualismo. Aquele que crê que em nós existe outra coisa além da matéria é espiritualista,

ou aquela cuja doutrina é oposta ao materialismo. Todas as religiões são necessariamente fundadas sobre o espiritualismo. Aquele que crê que em nós existe outra coisa além da matéria é espiritualista, o que não implica a crença nos espíritos e nas suas manifestações. Como podereis distinguir daquele que tem esta crença? Vervos eis obrigado a servir-vos de uma perífrase e dizer: "É um espiritualista que crê ou não crê nos espíritos?" Para as novas coisas são necessários termos novos quando se quer evitar equívocos. Se eu tivesse dado a minha revista a qualificação de espiritualista, não lhe teria especificado objeto, porque sem desmentir-lhe o título, bem poderia nada dizer nela sobre os espíritos e até combatê-los. Já há algum tempo li num jornal a propósito de uma obra filosófica, um artigo em que se dizia tê-la o autor escrito do ponto de vista espiritualista. Ora, os partidários dos espíritos ficariam singularmente desapontados, se confiantes nessa indicação acreditassem encontrar alguma concordância entre o que ela ensina e as ideias por eles admitidas. Se adotei o termo espírita e espiritismo, é porque eles exprimem sem equívoco as ideias relativas aos espíritos. Todo espírita é necessariamente espiritualista, mas nem todo espiritualista, nem todos os espiritualistas são espíritas. Ainda que os espíritos fossem uma quimera, haveria utilidade em adotar termos especiais. para designar o que a ele se refere. Porque as falsas ideias como as verdadeiras devem ser expressas por temos próprios. Eu vou parar aqui pra gente não ter muita coisa, daqui a pouco a gente não fala com cuidado sobre tudo, né? Mas é muito. Mais uma vez Kardec dá uma aula, né, de como eu tenho que entender as palavras e qual a função que os termos devem ter, né? Porque ele vai mostrar que o conceito, aquilo que o espiritualismo ou espiritualista quer dizer, ela não diz tudo aquilo que o termo espírita, espiritismo quer dizer. Então, chamar, se eu tivesse usado uma palavra só, eu não daria conta de explicar todas as

itualismo ou espiritualista quer dizer, ela não diz tudo aquilo que o termo espírita, espiritismo quer dizer. Então, chamar, se eu tivesse usado uma palavra só, eu não daria conta de explicar todas as ideias. Somente o conceito de espiritualismo não basta para definir aquilo que o espiritismo vai tratar. Por isso que ele tem que criar uma palavra nova, porque qual é o problema? Se eu uso a mesma palavra para querer dizer muitas coisas, eu gero confusão, né? Como ele vai mostrar que existe uma diferença entre espiritualismo e espiritismo, existe uma uma diferença sutil, mas que é uma diferença? Eu tenho que ter duas palavras, porque existem diferenças, são duas coisas. Como é que eu vou chamar duas coisas de uma coisa só? Daí eu teria que explicar, como ele diz, né? Eu teria que o dizer, eh, eu tô usando espiritualismo nesse sentido ou no outro sentido, então cria uma outra palavra. Assim, eu expresso duas ideias diferentes. Claro que elas têm ligação, como a gente vai ver, mas não são a mesma coisa. Então ele começa espiritualista é aquele cuja doutrina é oposta ao materialismo. Aqui o conceito geral serve pro espiritismo. O espiritismo também crê que há alguma coisa além na matéria. É uma doutrina oposta ao materialismo. Nesse sentido, fecha. Mas a gente vai ver que só nesse sentido. Agora, quando eu aprofundo o entendimento da palavra, não é a mesma coisa. Então, ó, todas as religiões são espiritualistas. Por quê? Porque todas acreditam em alguma coisa além da matéria. Aquele que crê que em nós existe outra coisa além de matéria é espiritualista. Ah, mas aqui vem a diferença. O que não significa que a pessoa acredite, tenha crença nos espíritos e nas suas manifestações. Aqui nasce a diferença e o porquê dele ter que criar outra palavra. Eu posso ser espiritualista, mas não acreditar nos espíritos e nem que eles podem se manifestar no mundo dos homens. Então, eu tenho dois tipos, basicamente dois tipos de espiritualista ou três. Eu tenho o espiritualista que crê nos espíritos, eu tenho um

ritos e nem que eles podem se manifestar no mundo dos homens. Então, eu tenho dois tipos, basicamente dois tipos de espiritualista ou três. Eu tenho o espiritualista que crê nos espíritos, eu tenho um espiritualista que não crê nos espíritos e eu tenho o espiritualista que crê nos espíritos e que eles podem se manifestar. Então veja como eu dentro do da ideia de espiritualismo eu tenho ramificações. Se eu usar só o termo espiritualista é muito genérico, tá dizendo coisas diferentes. Então eu tenho que criar uma palavra específica para quando eu dizer essa palavra, ela querer dizer que é a que crê nos espíritos e nas suas manifestações. Então é por isso que ele vai usar os termos espírito e espiritismo. Por isso que ele diz, né, como poderei ou podereis distinguir? Aí ele ele cita ali, se ele tivesse dado o nome da revista dele, em vez de ser revista espírita, fosse revista espiritualista, a gente fica sem saber, tá? Mas é uma revista espiritualista que defende a ideia dos espíritos ou não? É uma revista espiritualista que defende que os espíritos se manifestam ou não? Quando ele diz revista espírita, eu já sei se é espírita, acredita nos espíritos e nas suas manifestações. Então é muito simples, muito lógico, porque que ele cria, né, esses termos que a gente diz cria, mas os historiadores mostram que Kardec passou usar em francês os termos, né, porque ela já existia no inglês, mas no francês, então a ideia da doutrina que trata da existência dos espíritos, da sua individualidade e sobrevivência após a morte, das suas manifestações, tá relacionada a espiritismo. Aí ele fala, né? Algum tempo eu li uma obra de alguém que falava, o escritor escreveu uma obra sobre espiritualismo. Aquele que acredita em espírito ficaria decepcionado, porque ele tratou do ponto de vista espiritualista, mas ele combatia a existência dos espíritos. Então veja que usar o termo espiritualista não é muito genérico. E aí ele vem com a a frase clássica, né? Todo espírita é necessariamente espiritualista, óbvio. Então, o espírita

tência dos espíritos. Então veja que usar o termo espiritualista não é muito genérico. E aí ele vem com a a frase clássica, né? Todo espírita é necessariamente espiritualista, óbvio. Então, o espírita tá dentro, imagina um conjunto, né? Dentro do espiritualismo, eu tenho uma das ramificações é o espírita, mas eu tenho outros tipos de espiritualistas. Então, todo espírita é espiritualista, mas nem todo espiritualista é espírita. Então isso mostra a necessidade dele criar termos diferentes para poder explicar, mesmo que as ideias que o espiritismo defende fossem falsas. E aqui ele dá uma aula de de uso de termos e filosofia, né? Mesmo que a coisa não existisse, fosse uma quimera, eu tenho que dar um nome. Até para dizer que ela não existe, eu tenho que definir para deixar muito claro sobre o que eu tô querendo tratar, combater ou afirmar, né? Então essa é a importância e agora eu passo para vocês também comentarem aí, trazerem questões. >> É, Kardec sabia muito bem o que tava fazendo, né? Então ele ele compreendia que para poder criar uma teoria sólida, você precisa se entender sobre as palavras. Se existe algo novo sendo criado, você precisa eh você precisa criar uma uma nova língua, né? Eu acho que uma nova língua, não, desculpa, novos termos, né? Dentro dessa dentro dessa língua. Ah, a gente já ressaltou algumas vezes aqui, o Michel já comentou tempos atrás que Kardec ele não abusa da criação de novos termos, né? Ele o faz quando é estritamente necessário. Quando ah você quando ele julgou que fosse mais correto, melhor, eh mudar o sentido de palavras que já existiam, ele o fez como com as palavras de anjo, demônio, ah, céu, inferno. Essas palavras ele sempre ressalta que poderiam ser usadas, mas no sentido espírita, né? Ele, a gente tem muitas palavras que já eram conhecidas do vocabulário, né, no caso francês lá da época e que eram conhecidas dentro da da religião, por exemplo, que Kardec vai vai preservar e vai utilizar a palavra Deus, a palavra alma, a própria palavra espírito.

lário, né, no caso francês lá da época e que eram conhecidas dentro da da religião, por exemplo, que Kardec vai vai preservar e vai utilizar a palavra Deus, a palavra alma, a própria palavra espírito. Ah, até as palavras que muito espírita não gosta porque não entende muito bem o significado castigo, punição, recompensa. Eh, essas palavras que já eram do jargão da religião, Kardec continuou usando, mas deu um significado diferente para elas. Não há nenhum problema. Nós sempre comentamos isso, né? Não há nenhum problema usar as palavras Deus castiga. Vai haver uma punição após a morte ou vai haver uma recompensa. Ah, precisa entender em que sentido essas palavras são usadas, né? Então, ah, eu acho que Kardec foi feliz em em criar a palavra espírita, espiritismo, porque essa necessidade de diferenciar o espiritualismo do espiritismo, ela é real, né? Até porque muitas e muitas doutrinas espiritualistas vão se opor veementemente à comunicação com os espíritos, as religiões, eh, ou se não existe um nas filosofias, se não existe uma oposição explícita, pelo menos existe um, pelo menos não, a teoria do cara não não contempla essa a questão de comunicação com os espíritos. pegar o filósofo Decart num até onde eu sei, até onde eu sei, eu conheço, não tem comunicação com os espíritos na teoria dele. Então era necessário mesmo, né, que que se fizesse essa distinção. Agora, questão do barbarismo, né, que o Michel comentou, é uma pesquisa interessante que a gente precisaria fazer, né, essa questão da de como os intelectuais franceses da época entendiam a questão da língua francesa e a relação da língua francesa com outras línguas, a necessidade de se criar novas palavras, né? Porque me parece que é isso que estão acusando ele de ou criar novas palavras ou importar, porque barbarismo vem de bárbaro. Bárbaro é o estrangeiro, né? Aquele aquele de fora do país. Então, nesse sentido, seria importar a palavra de outro lugar, de outra língua, né? A gente sabe que no francês, aí eu vocês

vem de bárbaro. Bárbaro é o estrangeiro, né? Aquele aquele de fora do país. Então, nesse sentido, seria importar a palavra de outro lugar, de outra língua, né? A gente sabe que no francês, aí eu vocês me ajudam, no francês a palavra eh espiritisme e spirit é é bem similar ao inglês, né? Então, como Kardec conhecia o inglês, né? Ele chegou aí para Londres na época, eu não sei se ele fez alguma relação com o inglês para usar a palavra. E aí talvez tenham tenham acusado ele de barbarismo por conta disso, né? O Michel tá até colocando aqui no no na IA a pesquisa sobre o barbarismo pra gente pra gente ter mais claro isso, né? E aí tá dizendo o seguinte: o termo barbarismo na França do século XIX pode ser entendido em diferentes contextos, embora o significado mais comum esteja ligado à linguagem. No contexto linguístico. Abaixa um pouquinho, Michel, por gentileza, só para eu ler aqui. No contexto linguístico eh da gramática, né? O significado mais técnico e universal de barbarismo é um vício de linguagem que consiste no uso incorreto de uma palavra ou expressão. Ah, na França do século XIX, um período de grande normatização e preocupação com a pureza da língua francesa. Essa definição era aplicada a erros de forma, palavras escritas ou pronunciadas incorretamente, estrangeirismos. usar lá o uso de palavras de outras línguas não assim ou adaptadas consideradas uma contaminação da língua pura. Eu suponho que se é mais provável que seja nesse sentido, né, a acusação de estrangeirismo. Hoje a gente não usa barbarismo, a gente usa estrangeirismo, né? No português tem várias palavras do do do inglês que a gente importa e não faz a tradução, né? A gente usa no inglês mesmo. Por exemplo, a palavra show, né? Show é espetáculo a tradução, mas a gente usa show, a gente usa shopping, a gente usa várias palavras em inglês, né, que são absorvidas sem tradução no nosso vocabulário. Então, imagino que tenha tenha sido isso, né? Ah, e se a gente pensar na palavra no francês, acho que tem uma proximidade

palavras em inglês, né, que são absorvidas sem tradução no nosso vocabulário. Então, imagino que tenha tenha sido isso, né? Ah, e se a gente pensar na palavra no francês, acho que tem uma proximidade grande com o inglês, né? Então, talvez seja isso. Eh, sem contar a richa histórica que existe entre França e Inglaterra. tiveram várias guerras. O francês, para quem já visitou a França, eu não visitei ainda. A gente tem um sonho de ir, né? Mas para quem já visitou, muitas pessoas relatam que se você chega lá falando em inglês, os caras não gostam, né? Agora, se você tenta arranhar um francês bem meia boca, eles já ficam mais felizes. Então, eh, acho que tem isso de desse nacionalismo, né, do francês com relação com relação à línguas estrangeiras, sobretudo ao inglês, que tem uma richa histórica aí. Mas enfim, voltando aqui à questão do da da diferença com espiritualismo, me parece um bom uso, né? Me parece um bom uso. Eu não sou lá especialista em linguística, mas me parece que faz sentido e e ajuda a gente a compreender melhor as coisas. Até porque se você pensar no Brasil, a palavra espiritismo é muito mais conhecido do que espiritualismo, né? Eu acho que no Brasil não é comum eu usar essa esse termo espiritualismo, né? Acho que as pessoas não usam muito no dia a dia, ou falam de religião ou algo nesse sentido. E o espiritismo ele ele ganhou uma ele ganhou uma autonomia mesmo essa palavra, né? Então me parece que foi bem acertado aí o uso. Eh, até para para compreensão e Kardec era ele tentava ser o mais claro possível contar isso, né? Eh, eh, eh, dentro, claro que dentro de da de de toda a ciência, as palavras são significados dentro daquela ciência. a gente já viu o próprio Cosmass, né, tratar disso. Então, quando Kardec usa o termo espiritismo, realmente para poder diferenciar daquilo que já era popular, como já foi dito, espiritualismo. Eu tenho uma pergunta depois aí dentro disso que foi tratado aqui, mas só pra gente ter uma ideia, né? Por exemplo, quando num debate, se eu falo assim,

era popular, como já foi dito, espiritualismo. Eu tenho uma pergunta depois aí dentro disso que foi tratado aqui, mas só pra gente ter uma ideia, né? Por exemplo, quando num debate, se eu falo assim, Michel, José, eu jogo futebol, coisa que eu não faço, viu, gente? Pessoa perna de pau até mandar parar. Mas vamos lá. Aí o José fala assim: "Tá, Lauro, mas que que futebol você joga? Salão, soci, campo?" Veja que vai aumentando as possibilidades de explicações. Agora, quando eu sou direto, olha, eu jogo futebol de salão, por exemplo, pronto, já chegamos a um, né? Há um um um consenso, não precisa ficar dando tanta explicação. Eu acho que Kardeco, eu imagino por essa ideia, tá? Uma vez que Kardec ele usa o ele ele dá o nome espiritismo para diferenciar do espiritualismo, porque espiritualismo era já era muito bem conhecido. E uma vez que existe esse nome original, é inglês, espiritismo, e na Frância se adota o nome espiritismo, alguém não poderia dizer, mas isso aí não traria quase a mesma confusão, uma vez que já existe eh essa palavra em inglês, Michel e José. é o que o que a gente vê na história aí, eh, principalmente agora que tá muito na moda pelos historiadores, eh, sobre aquele contexto ali em que o espiritismo das obras de Kardec surgiu, a gente viu o seguinte, quando começa a acontecer ali a a as manifestações aí pelo mundo e que a gente tem primeiro primeiro começa na América, né? Inclusive, lembra que lá na quando a gente leu o a outra obra de Kardec tinha um pouco da história. O próprio Kardec coloca o início na América, o caso das irmãs Fox e tudo mais. Quando começam a acontecer esses fenômenos e eles começam a ser estudados ali na na metade do século XIX, eh como eram intelectuais que tavam procurando entender aquilo, eles vão chamar de espiritualismo moderno ou racional. Começa assim, porque é natural, você tem um movimento acontecendo, as pessoas vão dar o nome, né? Então, para desassociar do espir espiritualismo religioso aqueles intelectuais e era muito e tava

nal. Começa assim, porque é natural, você tem um movimento acontecendo, as pessoas vão dar o nome, né? Então, para desassociar do espir espiritualismo religioso aqueles intelectuais e era muito e tava na moda no século XIX tudo você queria eh tratar de uma maneira mais intelectual, mais filosófica, mais científica, né? Então, para separar a primeira separação foi esse termo, espiritualismo moderno ou espiritualismo racional, que justamente a ideia para diferenciar, não é? Eles eles não queriam se colocar como pessoas religiosas quem tava se envolvendo com esses estudos. Depois começou a ser usado aí em diversos artigos pelo mundo, em inglês, em vez de espiritualismo moderno, eles começaram a chamar de espiritismo. Mas em inglês, né, que eu acho que é espiritismo. Não, não, provavelmente é isso. E aí quando tudo isso já tá e todo esse movimento já tá acontecendo, Kardec chega depois, né? Veja, isso começa mais ou menos ali no no finalzinho dos anos 40, Kardec vai chegar quase na metade dos anos 50. Claro que quando ele chega na para estudar isso, ele vai ser depois quem vai tomar conta, né? Ou seja, ele vai ser, vai se tornar o principal autor, o mais bem-sucedido, o mais seguido. Então, Kardec já pega a o esse movimento acontecendo e naturalmente, como ele quer apresentar uma doutrina nova, uma ciência nova, já usando essa lógica que ele apresenta aqui, ele faz uma adaptação, né? Como a palavra, a a o conceito mais moderno que havia na época para tratar da relação com os espíritos era espiritismo em inglês, ele pega e traz isso pro francês, espiritismo. Só que claro, aí entra o que o José tava comentando, o até hoje, como o João, o José comentou, até hoje o francês, ele não é a gente é muito mais aberto pro estrangeirismo do que o francês. o francês é muito, muito, muito rigoroso com a sua cultura e com a sua língua, né? Tanto que é isso que o José falou, também conheço várias pessoas que moraram lá ou que visitaram, que mesmo o inglês que é hoje o idioma mais espalhado, se você chega lá muito

e com a sua língua, né? Tanto que é isso que o José falou, também conheço várias pessoas que moraram lá ou que visitaram, que mesmo o inglês que é hoje o idioma mais espalhado, se você chega lá muito falando muito inglês, eles não dão essa eh não te levam muito na boa, não. Eles querem você falando em francês, até hoje tem isso, imagina no século XIX. Então, a há o Kardec fazer isso, os franceses, como assim, né? tá? Além de tá criando umas palavras, ainda tá importando do inglês. Ué, imagina pro as vaidades intelectuais no século XIX na França, né? Mas ele vai mostrar duas coisas. Primeiro que ele tava além da discussão da simples palavra. Vejam que ele tá mostrando que fez isso por uma necessidade de entendimento. Esse é o primeiro ponto. E o segundo ponto é que ele vai mostrar que eh outras doutrinas fizeram a mesma coisa. E o último ponto que a gente já vai ler, que ele vai mostrar, olha, deu certo, pegou, as pessoas adotaram os termos, tão entendendo assim, tão diferenciando. Ele vai dizer até os inimigos do espiritismo, hoje chamam espiritismo espiritismo. Então, deu certo, foi uma boa criação e foi muito bem usada. Então, claro, eh, o tem alguns termos que não pegaram, né? Por exemplo, espiritista não pegou, porque espiritista era o porque ele classificava o adepto do espiritismo. Ficou espírita como adepto do espiritismo. Tem na primeira edição, eu sempre comento isso, eu quase não vejo ninguém falar, mas na primeira edição do livro dos espíritos, ele chega a dizer que o adepto do espiritismo era o espiritano na primeira edição do livro dos espíritos, né? Espiritano, uma coisa a gente acha até engraçado, mas é assim, né? o a linguagem ela vai ela vai eh eh evoluindo, se modificando no no próprio processo histórico, né? E graças a Deus que Kardec fez isso. No fim, a gente sabe, né? Mesmo com toda a clareza de Kardec, já houve confusão. Imagina se ele não tivesse sido extremamente criterioso na escolha. E aqui algumas informações importantes para quem pro estudioso, né? E depois eu

smo com toda a clareza de Kardec, já houve confusão. Imagina se ele não tivesse sido extremamente criterioso na escolha. E aqui algumas informações importantes para quem pro estudioso, né? E depois eu quero pegar os comentários do Ebertí que ele tá que ele tá colocando. Mas antes algumas algumas questões interessantes. O José chegou a a tratar um pouco disso. Kardec tem palavras que ele criou ou adotou, né? Tem palavras que ele vai dizer para não usar e tem palavras que ele vai usar a mesma, mas só vai refinar de acordo com os princípios espíritas. Então, é muito interessante esse processo de observar como é que ele se comportou. Então, por exemplo, eh, espiritismo, espírita, perespírito, mediunidade, esses termos, ele vai adotar ou criar. Agora tem palavras que ele vai dizer assim: "Mesmo que num certo sentido essa palavra possa fechar o seu significado com o que o Espiritismo pensa, ele diz: "É melhor evitar, porque o sentido usual é é já é muito forte e vai gerar confusão." exemplos que eu já vi na obra. A palavra religião é uma delas que ele vai dizer que não vai usar porque o sentido usual já tá muito claro. Então é eh eh não faz nenhum sentido ele pegar uma palavra religião para tentar dar um outro significado, sendo que o espiritismo é uma ciência, né? Então ele não se preocupa muito, por isso que ele não vai usar a palavra religião. Eh, outra palavra que ele diz isso é a palavra milagre. A palavra milagre ele diz a mesma coisa. Ele diz: "Olha, no sentido etimológico, filosófico, o milagre serviria." Aí ele dá lá o significado. Mas no sentido usual não tem nada a ver. E seria estranho falar: "O espiritismo trata de milagres, mesmo que eu desse um outro significado, porque o sentido usual é muito muito diferente, né?" Agora, magia é uma palavra que ele diz a mesma coisa. Uma vez eu anotei todas, agora não lembro de cabeça, mas tem já ah eh partido também ele fala que poderia ser usado, mas ele disí vai lembrar muito política. Então tem palavras que ele disse: "Olha, é melhor não usar". E

das, agora não lembro de cabeça, mas tem já ah eh partido também ele fala que poderia ser usado, mas ele disí vai lembrar muito política. Então tem palavras que ele disse: "Olha, é melhor não usar". E as que ele não as que ele utiliza e só refina. possessão, céu, inferno, castigo, anjo. Aí tem palavras que realmente ele usou, mas ele só refina. Então, ah, o anjo é um ser espiritual, mas não é um ser criado à parte. É um ser que é um espírito que chegou numa evolução X, então ele só adapta. É um espírito bom da escala espírita. Ele faz pequenas adaptações, mas usa o termo eh, céu, ele faz a mesma coisa. Eh, castigo, principalmente, ele vai falar muito de castigo, essas coisas. Então, é interessante o uso das palavras, né? Mas como o Lauro lembrou, que que é o importante? É quando você tá lendo o autor, mesmo que o autor não seja bom, não seja claro, não seja didático, não é o caso de Kardec, mas você tem que pressupor, você tem que colocar como premissa que você vai usar os significados que o autor vai dar, né? Eu não posso pegar o significado de um outro autor e trazer para esse. Eu tenho que pegar aquele que ele tá dando, porque eu quero entender o que o autor está querendo dizer. Graças a Deus, Kardec vai dar as definições, até a definição de espírito, ele vai dizer: "Olha, é um ser que existe além do corpo, além da matéria, ele tem uma uma natureza, ele não é abstrato, ele tem uma natureza, ele existe no espaço, só nós nós desconhecemos essa natureza. Ele sobrevive, ele mantém individualidade, ele não se une com todo, ele pode se comunicar. Nota, ele ele vai sempre definindo tudo muito bem. Então isso é muito importante. Essa preocupação que ele teve aqui com essas palavras, ele vai ser muito cuidadoso em todas, em todas. E ele chega a dizer textualmente isso, né? Eu escrevo tentando deixar o mais claro possível para não ter ambiguidade, dupla interpretação, né? Mas antes de passar para vocês, eu quero só aqui o o tava comentando, né, que é sobre o assunto. Ó, essa questão da

ando deixar o mais claro possível para não ter ambiguidade, dupla interpretação, né? Mas antes de passar para vocês, eu quero só aqui o o tava comentando, né, que é sobre o assunto. Ó, essa questão da nomenclatura é muito importante. Ele já ela já mata uma porção de questionamento, mas infelizmente nos tempos atuais precisamos especificar ainda mais, porque muita coisa virou espiritismo. É, exatamente. Veja, tinha o espiritualismo, surgiu o espiritismo, foi necessário separar. No decorrer da história, surgiu uma nova ramificação. Mesmo aqueles que usam o termo espiritismo também eh seguiram outros caminhos, né? E a inclusive tem um momento na que Kardec vai falar, vai usar a expressão o kardecismo, né? Ele chega a usar porque é aquele espiritismo feito através da metodologia do trabalho que ele desenvolveu com os espíritos, né? Ele chega a usar hoje em dia, com certeza. Hoje em dia você tem que explicar, olha como muita coisa foi chamado de espiritismo, hoje em dia eu tenho que além de de diferenciar eh espiritismo e espiritualismo, a gente tem que diferenciar espiritismo dos outros, né? Por exemplo, espiritismo cardequiano admite que não há locais físicos e sensações físicas após a morte. O espiritismo cardequiano é a favor da evocação. Hoje em dia eu tenho que colocar esses adendos porque a gente tem aí, por exemplo, o espiritismo chiquista ou febano ou movimento espírita tradicional tem uma outra noção. Então hoje tem que especificar também que você falou, tá usando espiritismo, tá querendo dizer o quê, né? A pessoa e e às vezes a pessoa quer dizer algo bem diferente. Às vezes a pessoa lida com cartas, tarô, adivinhação, ela chama de espiritismo. E aí você tem que mostrar as diferenças. Olha, espiritismo não trata disso, não julga ético cobrar pela mediunidade, todas essas coisas. É realmente isso hoje a gente tem que colocar na época dele não tanto porque na época dele a além de ter menos ramificações, a dele era preponderante, né? Então ele não precisa ficar se explicando tanto. Hoje

nte isso hoje a gente tem que colocar na época dele não tanto porque na época dele a além de ter menos ramificações, a dele era preponderante, né? Então ele não precisa ficar se explicando tanto. Hoje como Kardec não é o principal autor, a gente tem que ficar mostrando principalmente nomeando, né? Espiritismo cardequiano, no sentido de que é das obras de Kardec, não que é da cabeça de Kardec, né? Porque é uma ciência, não é da cabeça. Aí ele diz assim mesmo, o termo espírita cardecista não fica tão claro, porque a pessoa ainda pensa que acreditamos no espiritismo religioso do movimento espírita. É, aqui eu não diria, eu aqui eu discordaria. falou espiritismo cardecista, aí a pessoa não tem como dizer que é algo religioso, não tem como seguir Kardec e dizer que é algo religioso. Aí a pessoa estaria aí a pessoa estaria forçando muito, né? Porque ao seguir a obra de Kardec fica claro, né? o o espiritismo que se entende como religioso é o chiquista, é o febano, mas cardecista e ainda assim defender como uma religião. Mas eu entendo que tem pessoas que podem fazer essa confusão, mas fica mais difícil quando eu especifico, né? E aqui ele coloca ali os as definições de barbarismo. Ele também colocou, >> Michel, >> pode falar. Eu acho que o que o Herbert tá falando, assim, quando a gente fala o espiritismo kardequiano ou ou cardecista, a gente tem clara essa separação, só que tem gente no senso comum que a pessoa acha que são correntes religiosas, né? Ah, mesa branca, eh, espírita >> de umbanda ou cardecista. Mas mesmo quando a pessoa fala: "Ah, eu sou cardecista, que ela frequência centro espírita, >> aí é André Luiz, é FEB, é tudo aquilo, né? Mesmo falando cardecista". É curioso isso. Até por isso eu acho que a gente acaba, eu mesmo acabo usando às vezes a palavra kardequiano, né? Porque, enfim, a gente vai tentando modificar um pouco o uso das palavras para pra gente poder se entender, né? É difícil porque, enfim, mas só uma observação sobre a o termo espiritista, né, que você mencionou que

a gente vai tentando modificar um pouco o uso das palavras para pra gente poder se entender, né? É difícil porque, enfim, mas só uma observação sobre a o termo espiritista, né, que você mencionou que Kardec usa pro adepto do espiritismo, porque a palavra espírita Kardec guardou para utilizar com aqueles elementos da teoria que dizem respeito ao espiritismo, né? Por exemplo, o mundo espírita é o mundo dos espíritos que foi descoberto dentro da teoria do espiritismo, né? E aí espiritista ele deixou pro adepto, mas nós acabamos usando o ficando mais consagrado o termo espírita para o adepto, né? Eu acho que isso já foi lá na França da do período, né, Michel Lauro, porque eu acho que ele mesmo reconheceu que o termo espiritista não pegou, não é isso? >> Exatamente isso. Isso que eu ia dizer. Ele usa espírita depois, na segunda edição do livro dos espíritos, ele já coloca espírita como adepto. >> Ah, sim. por ah, e depois, por exemplo, lá no livro dos médiuns, no livro dos médiuns da segunda edição em diante, né? Ele já vai dizer os tipos de espíritas, aí ele já diz como adepto. O tipo de adepto ele já chama de espírita experimentador, espírita imperfeito, espírita verdadeiro espírita ou espírita cristão e espírita exaltado. Ele já pega, >> então ele mesmo depois já reconhece que pegou o termo espírita e passa a usar. Ele diferencia espírita quando é relativo aos espíritos e espírita quando é relativo ao adepto do espiritismo. Mas aí enquanto vocês vão comentando, eu vou eu vou pesquisar aqui porque eu sei que tem lá na primeira edição do livro dos médios, ele usa outros termos para falar do adepto. Eu já vou pegar aqui, já vou mostrar para vocês, eu já passo pro Lauro também falando. É, isso mostra, só para finalizar essa parte, Lauro, isso mostra que ele não era radical, hiper rigoroso para no sentido de não abrir mão daquele termo que ele criou, né, espiritista. Logo ele viu que o uso mudou um pouco, ele falou: "Não, não tem nenhum prejuízo. Vamos usar então o termo espírita, que é o que ficou mesmo,

não abrir mão daquele termo que ele criou, né, espiritista. Logo ele viu que o uso mudou um pouco, ele falou: "Não, não tem nenhum prejuízo. Vamos usar então o termo espírita, que é o que ficou mesmo, né?" E no Brasil, só última observação, no Brasil a gente não usa espírita, né? A gente quando vai se referir, a gente usa mundo espiritual, né? Eu acho que a gente acabou fazendo essa pequena adaptação, eh, porque pro, não sei, no português acho que é mais natural a gente falar espiritual. Eu não sei se isso é uma coisa da língua ou se isso é uma influência do do do chiquismo, né, do André Luiz, que falam plano espiritual, eles eles usam, né? Não sei se foi uma influência, mas não sei vocês. Eu acho que mundo espiritual não é um prejuízo muito grande, né? é uma questão de se adaptar, de compreender o significado. Agora, eh eh foi feita uma pergunta para mim aqui para colocar na parede vocês dois aí e o pessoal do chat. Bom, uma vez que espiritualista é aquele que crê no espírito, mas necessariamente não nas comunes. Aquele que é espiritualista, mas não crê nos espíritos, né? E o espírita que é espiritualista porque crê nos espíritos e em suas manifestações. Ótimo. E o espiritismo inglês, eles eles qual era o o qual que era o viés deles? Por exemplo, acreditavam nos espíritos, não nas suas comunicações, manifestações, ou nessa segunda, né? Porque na terceira eu vou deixar de lado por enquanto. Então, temos essas duas. Vocês sabem me responder isso? Porque eh a pessoa levantou essa bola para mim aqui agora aqui do meu lado. >> O o o Kardec vai comentar isso na revista. Já posso até achar o artigo aqui, mas a diferença do do do chamar é que eles se chamavam de espiritualistas. Ele vai comentar aqui embaixo, mas a diferença na crença é que os americanos não admitiam a reencarnação. Eles admitiam a existência dos espíritos, admitiam a comunicabilidade, tanto que havia a prática da mediunidade, mas eles não admitiam a o princípio da reencarnação. É isso que Kardec vai dizer que é a diferença do

a existência dos espíritos, admitiam a comunicabilidade, tanto que havia a prática da mediunidade, mas eles não admitiam a o princípio da reencarnação. É isso que Kardec vai dizer que é a diferença do movimento americano pro pro movimento que que depois ficou como o principal de Kardec, né? Mas mesmo assim eles não se chamavam, eles não se chamavam de espíritas ou espírit usava espiritualista, né? >> Espiritualista inglês. >> É, em inglês. >> Até aquele livro do Colandóil é é história do espiritualismo, né? Em inglês. >> Isso. >> Mas mas, por exemplo, na Inglaterra, porque essa essa palavra ela é essa palavra espiritismo, ela éem inglês da Inglaterra, não é isso? Ou americano? Acho que dos dois. >> Dos dois. >> Acho. Acho que dos dois. >> Então, por exemplo, porque a o parece que se salve engano, vocês me corrijam aí, o inglês ele também não seguia, ele não adotava a ideia da reencarnação, né? Eles, eu acho que não tinha isso como princípio. >> É, o inglês não é Kardec vai dizer que é o a razão que Kardec vai dar para isso é porque o preconceito de cor naquela época nos Estados Unidos era, então eles não admitiam a ideia de poder reencarnar em em corpos de outras cores. O racismo era muito forte e é uma das hipóteses que Kardec levanta, mas eles não admitiam a a reencarnação, o princípio da reencarnação. Mas o eu sei que a eu sei assim, ó, o termo espiritismo era usado no inglês. Eu não sei se é da Inglaterra ou da América, isso eu não lembro, mas aí Kardec passa a usar na França, mas eu sei também que aí que existia o espiritismo, esse Kardequiano, esse movimento que Kardec liderava. E na na América, isso a gente já vai ver nesse texto aqui mesmo que a gente tá lendo, e na América eles se colocavam como espiritualistas e não admitiam, mas acreditavam nos espíritos, acreditavam nas manifestações, mas não na reencarnação. E e essa é uma diferença bem bem bem marcante, né? E eu, por exemplo, um o um exemplo que eu achei de espiritualista que não acredita em espírito é o panteísta, né? no sentido

mas não na reencarnação. E e essa é uma diferença bem bem bem marcante, né? E eu, por exemplo, um o um exemplo que eu achei de espiritualista que não acredita em espírito é o panteísta, né? no sentido de que não mantém individualidade. Chega um período que ele perde a individualidade, se une com um todo. Então ele acredita em algo além da matéria, mas esse algo não é o conceito que a gente tem de espírito como alguém que sobrevive e mantém de validade, né? >> E também é, por exemplo, a a um outro exemplo é o aí que o José comentou, né? O Decartter, ele era espiritualista, mas colocava como uma uma uma ideia, como uma pura ideia, não tinha uma noção de espírito como a gente, né? Não era um ser que se que tava aí no mundo espiritual e se manifestava no mundo dos espíritos. Então é nesse sentido, eu tô procurando a obra aqui para pegar o >> Ô Michel, >> um exemplo para vocês. Pode falar. >> O, eu não sei, Lauro, você quer comentar algo em cima disso, porque eu eu peguei a definição de espiritualismo, só por curiosidade, eu peguei num dicionário de filosofia aqui, definição de espiritualismo, e achei bem interessante porque ele ele dá a definição de um autor francês do século XVI. E é bem interessante ver a similaridade das ideias, né? Na verdade, o livro é do século XIX mesmo. É muito é de 1854. Acabei de ver aqui, >> ó. Na na época ali. >> Inclusive é do editor de Die também. Acabei de >> Que que diz a >> rapaz? Então, ele ele diz o seguinte aqui, ó. Eh, ele vai dizer o seguinte: "Nossa, isso é o autor Cuzan que eu não sei quem é. Tá tá no dicionário aqui. Ele tá citando o dicionário tá citando esse autor, né? Nossa! Verdadeira, >> não. >> Oi, >> não é o Víctor Cosan. Aquele filósofo >> é é com V. É V CAN. >> É daí o Vctor Cozan, inclusive antes de você tem um artigo da revista escrita de 1863. Se eu não estiver enganado, eu posso olhar aqui agora mês de novembro tem um um Kardec, tem uma um artigo que ele coloca que a pessoa faz críticas ao Victoczosan porque Victoan não definiu

ta de 1863. Se eu não estiver enganado, eu posso olhar aqui agora mês de novembro tem um um Kardec, tem uma um artigo que ele coloca que a pessoa faz críticas ao Victoczosan porque Victoan não definiu bem a ideia de alma, sabe? A >> Ah, olha que interessante, cara. >> É, tá na revista espírita de 1863, mês de novembro, outubro, novembro, mas devolve aí, José. >> Olha que coisa interessante, né? É, eu peguei esse esse dicionário é de filosofia geral, assim, não tem nada a ver com o espiritismo, mas enfim, ele diz aqui, ó, nossa bandeira, nossa verdadeira doutrina, nossa verdadeira bandeira é o espiritualismo, essa filosofia tão sólida quanto generosa, que começa em Sócrates e Platão, que o Evangelho difundiu pelo mundo, que Decart colocou nas formas severas do pensamento moderno, etc, etc. já vai comentando aí, depois ele diz o seguinte aqui, que é a parte mais interessante. Essa filosofia ensina a espiritualidade da alma, a liberdade e responsabilidade das ações humanas, as obrigações morais, a virtude desinteressada, a dignidade da justiça, a beleza da caridade. E além dos limites deste mundo, mostra um Deus autor e modelo da humanidade, que, depois de tê-la criado, evidentemente para um propósito excelente, não a abandonará no desenrolar misterioso de seu destino. Essa filosofia é aliada natural de todas as causas justas, sustenta o sentimento religioso. Kardec usa essa esse essa expressão, né, sentimento religioso, favorece a verdadeira arte, a poesia. Aí ele vai, ele vai extrapolando. Essa é uma coisa bem ampla, né? A poesia digna desse nome, a grande literatura, é o apoio do direito, rejeita igualmente a demagogia, a tirania, etc. Então é bem interessante isso porque eu acabei de, eu vi no dicionário, eu procurei no Google, achei a obra na internet e fala que é o editor de Diec, né, de 1854. A publicação é bem interessante. >> Ele coloca um Deus, >> a ideia de Deus. >> Sim. >> E mas ele pega mais aspectos morais para ligar o ao ao espiritualismo. Ele não fala tanto num ser e da sua natureza.

ublicação é bem interessante. >> Ele coloca um Deus, >> a ideia de Deus. >> Sim. >> E mas ele pega mais aspectos morais para ligar o ao ao espiritualismo. Ele não fala tanto num ser e da sua natureza. >> Aí por isso que Kardec é mais claro. Ele vai dizer: "Não, o espiritismo crê na existência de da individualidade com consciência de si após a morte. existe no espaço e no tempo, não é um ser abstrato e ele pode se comunicar conosco. Por isso que veja que a o Kardec ele é bem ele não é tão poético nas definições, ele é mais cru nas nas definições, o que deixa mais claro pra gente, né? Eu achei aqui, ó, na primeira edição do livro dos dos médiuns, quando ele vai falar dos adeptos, ele já usa espírita, que a primeira edição é de 61, início de 61. Só que assim, ele em vez de falar espírita experimentador, ele fala espírita observador. É, ó, espirrita observar observator. Em vez de falar espírita imperfeito, ele ele fala espírita na teoria. Olha que interessante. E aí o o verdadeiro espírita, ele usa verdadeiro espírita ou espírita, ou melhor, os espíritas cristãos, isso ele usa, mas em vez de espírita imperfeito, que ele passa a adotar depois, ele usa espírita na teoria, em vez de espírita experimentador, espírita observador. Só para comentar esses detalhezinhos de uma edição para outra que às vezes o pessoal quase nem fala, né? Meu Deus, já é 9:30. Eu ia dizer para nós ali o resto, mas não vai dar. Tu pegou algum texto que tu quer tratar? Ô, ô, ô, Michel, só põe na tela, por favor, aqui, porque como eu eu citei aqui, eu quis trazer o artigo é esse aqui, pessoal, ó, revista Espírita de 1863 de novembro, União da Filosofia e do Espiritismo. Já começa aqui, ó, o princípio da dualidade da essência da alma e o sistema espiritual do senhor Cosan e da sua escola. Então, eh, não é Kardec aqui, viu? Mascadec traz o artigo. Ah, vai porque aqui no final ele vai dar o nome da a assinatura. Só mesmo para quem quiser tiver interessado, leia para ver o quanto haviam, né, várias e várias ideias sobre

u? Mascadec traz o artigo. Ah, vai porque aqui no final ele vai dar o nome da a assinatura. Só mesmo para quem quiser tiver interessado, leia para ver o quanto haviam, né, várias e várias ideias sobre alma. Tem aqui é complicaria fazer é sobre esses filósofos espiritualistas. com quem Kardec tinha um diálogo, mas que não são famosos, que não chegaram até nós, né? Por exemplo, esse Víctor Cuzan, o Jean Reinô, né, que era que Kardec chama ele de precursor contemporâneo do espiritismo, né, precursor moderno do espiritismo, que ele ele morre e depois comunica no céu e o inferno, né, esses filósofos espiritualistas que tinham já uma similaridade com o espiritismo. >> É, e o legal dessas coisas é que eh tudo isso vai provando que realmente tudo isso estava sendo discutido na época. Aí a gente entende porque que Kardec tá discutindo esses termos nas obras, porque era uma discussão atual da época, a procurar definir e apresentar e era importante, imagina, ele vai apresentar uma ciência nova, imagina se ele não se ele não participa dessa discussão de terminologias e para deixar claro sobre o que ele tá se referindo, né? Então faz todo sentido, é muito, muito interessante. Eh, tomara que os nossos historiadores que contribuíram tanto aí para tem contribuído tanto pro pra gente saber esses detalhes do dos bastidores, né, do século XIX ali com Kardec, se concentre em ajudar nisso também, né, e não se desvie nos assuntos, em querer falar coisas nada a ver. Isso são coisas importantes pra gente entender o ter, porque muita coisa que aconteceu ali naquele século XIX, a gente hoje a gente tá lendo a obra, a gente não tem noção do contexto, né? E e aí às vezes muita coisa a gente não pesca, não entende. Quando a gente começa a ver essa discussão aí que tava nos dicionários, nos escritores da época, vai ficando muito claro. Mas a gente vai ver semana que vem eh ele vai tratar mais disso sobre a questão dos americanos e dos ingleses e dos franceses tratando do assunto, tá? A gente, como a gente parou

ficando muito claro. Mas a gente vai ver semana que vem eh ele vai tratar mais disso sobre a questão dos americanos e dos ingleses e dos franceses tratando do assunto, tá? A gente, como a gente parou aqui, só me ajudem a lembrar onde a gente parou. Daí já poupa trabalho. Semana que vem a gente começa ali da onde a gente parou para tratar da questão espiritualismo e espiritismo. Ô, Michel. Eh, oi. >> Só para falar um último exemplo aqui. Eu tentei pensar em outro filósofo, outro termo, não não consegui pensar, mas as pessoas que estudam a obra de Carl Marx, o termo marxista ficou muito, se tornou muito vulgarizado, né? E aí aqueles que estudam a obra de forma mais especializada, tal, acabam usando marxiano ao invés de marxista, né? Tentei pensar em outro exemplo, não encontrei, senão teria usado. Mas é, eu acho que isso se relaciona um pouco com a ideia do cardecista e e cardequiano, né, que a gente a palavra cardecismo acaba acabou se vulgarizando um pouco no público, no uso comum. Aí às vezes a gente acaba usando cardequiano até para se diferenciar disso. É uma são estratégia. >> Eu lembro que a o tinha também o magnetizador e o magnetista. que eles usavam que era diferente. Um era só o que estudava o assunto, outro era o que aplicava essas essas coisas da linguagem, né? >> Mas o mais importante é que é é a clareza de Kardecf. Isso é o mais importante, porque ele não vai ficar criando uma um palavreado sem necessidade. E quando ele cria, ele mostra porque ele criou, o que que quer dizer para diferenciar do outro. Às vezes o outro é mais confuso, mais prolixo, mais difícil. Ele não. Ele é muito claro no que que ele quer dizer com espiritismo. Então essa é a beleza do escrito dele, né? que a gente nota quando, é muito interessante isso, quando a gente vai começar a estudar outros autores, a gente já nota como não tem a mesma clareza que Kardec. São poucos os que tem, né? Já começa a ficar uma coisa meio ele não, ele é e isso que no francês tá melhor ainda, você sabe, né? muita e ele usa sempre as

nota como não tem a mesma clareza que Kardec. São poucos os que tem, né? Já começa a ficar uma coisa meio ele não, ele é e isso que no francês tá melhor ainda, você sabe, né? muita e ele usa sempre as mesmas expressões, palavras, quando ele quando ela pega uma definição, ele vai usar sempre aquilo. Aí às vezes nas traduções em português a gente tem sinônimos, né? Ele não, ele é ele usa sempre aquilo justamente para facilitar, né? Bom, eu acho que é isso. Não sei se vocês, o José e o Lauro, querem fazer mais alguma consideração. Então, eu já quero aproveitar primeiro para agradecer bastante pessoas hoje participando, agradecer a todos, aos comentários, as as ajudas. Não se esqueçam de curtir, se inscrever no canal e amanhã à noite às 20 horas nós estaremos ao vivo aqui para continuar o estudo da do caso de cura da obsessão lá da revistaespírita.net. Então todos aqui amanhã às 20 horas no Cardecube ao vivo nós teremos a live sobre esse caso de uma cura de obsessão. Dito isso, desejo uma um bom resto de semana a todos e passo pro José o Lauro também se despedir e deixar seus recados. É isso, vamos encerrando mais mais uma vez, né, o nosso estudo concético. Leiam o diálogo, é é importantíssimo, é muito bom. Eh, agradecer, né, novamente as pessoas que estão aqui, Fátima, o Ebert, a Vanúia, a Lígia que sempre nos acompanham, mandam bons comentários, boas perguntas. Ana Cristina também tá aqui, né? Eh, sempre enriquecem a nossa a nossa discussão aqui. Convidá-los novamente reitar reiterar o convite para domingo, né? Próximo domingo, às acho que o Michel esqueceu, às 7 19:30, das 19:30 às 21:30, nossa entrevista com Gilberto Alieve, o nosso Giba que é membro do IDEAC, um dos diretores do IDAC, lá próximo do Cosmo e da Lí, diretamente do Paranal, o Giba vai conversar com a gente, Gilberto Alieb vai conversar com a gente sobre esse livro aqui. Evocações. Ah, a mais recente publicação do IDEAC, né, da Kardec Books. Michel tá colocando na tela aí o chamado, né, a divulgação do ã da nossa live. Então, o próximo

m a gente sobre esse livro aqui. Evocações. Ah, a mais recente publicação do IDEAC, né, da Kardec Books. Michel tá colocando na tela aí o chamado, né, a divulgação do ã da nossa live. Então, o próximo domingo aí, Kardec Tube ali, o Kardec já tá até com com a com o gorrinho de do Papai Noel, né? Lembrando a gente aí que tá chegando Natal no canal Kardec Tube no YouTube. Então estão todos convidados. Assistam, leiam o livro, comprem, porque realmente precisamos engrossar o couro aí do debate sobre as evocações, certo? Então nos vemos lá no domingo. Uma boa noite a todos. >> Um Kardec que se rendeu ao capitalismo. Olha só. Eh, é isso aí, pessoal. Obrigado, Michel. Obrigado, José. Obrigado aí ao pessoal do chat. Muito bom. É, é o que José falou bastante o Michel, né? Bastante participações, pessoal interagindo bastante e isso enriquece o estudo, né? Então pessoal, curtam, comenta, comentem, compartilhem, divulgue, né, o o os canais aí aqui, o canal CCTbe, para que mais e mais pessoas vão vão conhecendo que há, né, canais aí que realmente estudam Kardec, eh eh sem correr, com calma. Veja que nós, né, foi lido pouca coisa e o quanto eu aprendi aqui hoje até sobre o significado da palavra barbarismo, que a primeira a princípio, se você ler lá, né, eu daria a ideia de barbarismo ser bárbaro, mas não não não jamais teria esse feeling de falar barbarismo. Deixa eu ver que significado tem isso. Então, olha a importância do estudo. Então, mais uma vez agradeço a todos aí e nos vemos amanhã para o estudo da revista revistaespespírita.net. Um abraço a todos.

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