#27 Estudo O Evangelho Redivivo | Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos
"O Evangelho Redivivo - Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos". Estude conosco todas as segundas-feiras, às 19h. O Livro VI traz o estudo interpretativo de Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos e faz parte do programa O Evangelho Redivivo, uma proposta de estudo sistematizado e sequencial dos 27 Livros que compõem o Novo Testamento. Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos. Link de acesso ao estudo: https://febtv.live/evangelho_redivivo Apoie a FEBtv! Para que es...
Olá, queridos amigos, sej muito bem-vindos. Abençoar estudo do Evangelho Rede Vivo, um programa de estudo continuado da nossa Federação Espírita Brasileira. Nós estamos no livro seis, Atos dos Apóstolos. Vamos interpretar a mensagem de Jesus do Novo Testamento, versículo a versículo, à luz da doutrina espírita. Então, sejam todos bem-vindos. Vamos ver que já está na nossa sala José Mar. Leidemar, sejam bem-vindos. Márcia Coelho, a Gláuscia Araújo, a Nilzete Perez, a Gisele Teresa Baralde, Carlinhos Taiano, a gente é vizinho nesse sentido, for vizinhos, né, pertinhos uns dos outros. Sejam todos bem-vindos. Para dar início ao nosso evangelho, nosso estudo do evangelho de Jesus de hoje, vamos conar aa para nossa leitura de harmonização e ah, chegou. Seja bem-vinda, Gisela. Boa noite. >> Boa noite. Boa noite, Janice. Boa noite. >> Tá sem som. >> Vamos colocar a a leitura. >> Seja bem-vinda. >> Do livro Pau Nosso, pelo espírito Emmanuel, psicografia de Chico Xavier, a lição 114. novos atenienses. Mas quando ouviram falar da ressurreição dos mortos, uns escarneciam e outros diziam: "Acerca disso te ouviremos outra vez". Atos capítulo 17 versículo 32. O contacto de Paulo com os atenienses no Areópago apresenta lição interessante aos discípulos novos. Enquanto o apóstolo começava as suas impressões, comentava as suas impressões da cidade célebre, agusando talvez a vaidade dos circunstantes, pelas referências aos santuários e pelo jogo sutil dos raciocínios. foi atentamente ouvido. É possível que a assembleia o aclamasse com fervor se sua palavra se detivesse no quadro filosófico das primeiras exposições. Atenas reverencí-lo lá então por sábio, apresentando-o ao mundo da moldura especial de seus nomes inesquecíveis. Paulo, todavia, refere-se à ressurreição dos mortos, deixando entrever a a gloriosa continuação da vida, além das ninharias terrestres. Desse instante, os ouvintes sentiram-se menos bem e chegaram a encarnecer-lhe a palavra amorosa e sincera, deixando-o quase só.
ntrever a a gloriosa continuação da vida, além das ninharias terrestres. Desse instante, os ouvintes sentiram-se menos bem e chegaram a encarnecer-lhe a palavra amorosa e sincera, deixando-o quase só. O ensinamento enquadra-se perfeitamente nos dias que correm. Numerosos trabalhadores do Cristo nos diversos setores da cultura moderna são atenciosamente ouvidos e respeitados por autoridades nos assuntos em que se especializaram. Contudo, ao declararem sua crença na vida além do corpo em afirmando a lei de responsabilidade para lá do sepulcro, recebem de imediato o riso encarnido dos admiradores de minutos antes que os deixam sozinhos, proporcionando-les a impressão de verdadeiro deserto. Então vamos eh elevar o nosso pensamento ao nosso querido mestre Jesus, recebendo também, dando a bem-vinda a todos os benfeitores que conosco estão esta noite e agradecendo a Deus por este dia tão especial em que conseguimos estar através deste médio, podendo estudar, podendo refletir sobre o evangelho. a luz do Espiritismo, podendo reformar as nossas vidas, as nossas mentes, a nossa forma de pensar e atuar no mundo e podendo compartilhar com os outros a nossa crença, a nossa fé. Pedimos, Cristo, acompanha-nos sempre, dá-nos fortaleza quando sejamos criticados. por pela nossa crença, dá-nos força para poder dar testemunha e ser e e dar um bom exemplo de vida, um melhor exemplo para os outros. Que nossa fé possa crescer cada dia e que sempre estaremos conectados com a espiritualidade amiga e com Jesus, aproveitando também este estudo para refletir sobre nossa própria vida. Que assim seja. >> Que assim seja, Gisele. Gisela, muito obrigada. para dar continuidade então na parte quatro das missões de Paulo que nós estamos vendo, eh, capítulo, o tema 27 e o capítulo 17, e ele vai trazer pra gente em Tessalônia lônica ou esse dificuldades com os judeus em Tessalônica, dificuldades com os judeus agora saiu. Novas dificuldades em Bereia, Paulo em Atenas. Discurso de Paulo no Areópago. Areópago.
e em Tessalônia lônica ou esse dificuldades com os judeus em Tessalônica, dificuldades com os judeus agora saiu. Novas dificuldades em Bereia, Paulo em Atenas. Discurso de Paulo no Areópago. Areópago. Isso vai tá em Atos 17, versículos de 1 a 34. E quem vai nos conduzir esse tema hoje será a Marlúci. Hoje o nosso Hélio não pôde vir, então Marlúci vai nos conduzir e se ele chegar a tempo, ele também vai entrar na sala, né, Marlúci? >> Exato. Uma boa noite a todos. É >> sempre, sempre uma alegria estarmos aqui estudando juntos, né? E vamos estudar juntos mesmo, né? Na ausência do Hélio, que fala com tanta propriedade, eh, vamos comentar aqui juntos o o assunto de hoje, que ele é muito importante e de atualidade, né? Muito atual para os nossos dias. as dificuldades que Paulo passou, eh, a tristeza dele, a decepção com as pessoas que ele acreditava que iriam receber com muito apreço as mensagens de Jesus. Mas enfim, como a a Janis colocou, nós vamos ao capítulo 27, Atos dos Apóstolos, capítulo 17, itens 1 a 4, versículos 1 a 4. E a gente vai falar eh Paulo em Tessalônica, as dificuldades que ele encontrou lá com os judeus. Vamos falar também sobre novas dificuldades em Bereia, Paulo em Atenas. e o discurso dele no Areópago lá em Atenas. Então, pode passar. Então, nós vimos a semana passada com a Marta no tema 26 que ele saiu de Antioquia de Pisídia, foi passou em vários, vários locais, né? E lá em Filipos também, finalizando essa essa passagem, eh, no capítulo 16, nós vimos que eles foram presos, né, Paulo e Silas, e também foram libertados. E hoje a gente vai ver a continuidade dessa segunda viagem, que ele vai sair de Filipos e vai até a Tessalônica. Pode passar. E aí vamos ver um pouco essa segunda viagem que ele faz. Eh, três cidades, ele vai a três cidades importantes, Tessalônica, Bereia e Atenas. E exatamente depois que saem de Filipos, eles vão a Tessalônica e foram libertados, né, presos, mas foram libertados. E lá em Tessalônica eles encontram, reencontram Lucas e
salônica, Bereia e Atenas. E exatamente depois que saem de Filipos, eles vão a Tessalônica e foram libertados, né, presos, mas foram libertados. E lá em Tessalônica eles encontram, reencontram Lucas e Timóteo. E claro, como ele teve dificuldades nessas nessa outra viagem, né, que que antecedeu a essa agora, ela encontra as mesmas dificuldades, a mesma decepção, tristeza, né? encontra judeus preconceituosos, pessoas de má fé, ingratos, indiferentes, que se maccomunavam, né, se coluiavam-se contra ele, né, o ex-doutor de Jerusalém e os seus companheiros. Então, eram momentos assim de muita pressão, mas também Paulo em momento nenhum, apesar de ficar triste, apesar de de decepção, ele não desiste, né? Graças a Deus que ele não desistiu, né? Então, nós estamos vendo aí a depois que ele faz essa primeira viagem, vai para Tessalônica, eh, Bereia e a porta em Atenas. Pode passar. Então, meus amigos, Tessalônica é uma cidade que vem do grego Tessalonique, que significa Vitória de Tessalha. Foi uma cidade grega, né, da Macedônia. E, primeiramente, conforme os nossos estudos, o nosso livro cinco, eh, foi denominado inicialmente por terme ou terma, em razão de existir lá nessa região, nesta cidade, eh fontes de águas térmicas. Então, por isso que levou esse nome de Terma inicialmente. Tessalônica era de domínio romano e ali também existia uma estação militar, o que significava que havia ali muitas atividades econômicas e era interesse dos romanos estarem ali prestando atenção, observando, porque era atividade comercial. Só em 42 a de. Cristo é que Tessalônica foi declarada uma cidade livre. E foi nesta cidade que Paulo fundou uma igreja cristã e dirigiu a a esta cidade duas cartas, duas epístolas. Primeira carta aos Tessalonicenses. Segunda carta aos Tessalonicenses. A Tessalônica existe ainda hoje. Se você quiser visitar ainda tá lá. Continua pertencendo à Grécia, mas o nome atual é Salônica e possui uma população de 100.000 habitantes, constituída de maometanos, cristãos e igrejos e judeus. Quando você
quiser visitar ainda tá lá. Continua pertencendo à Grécia, mas o nome atual é Salônica e possui uma população de 100.000 habitantes, constituída de maometanos, cristãos e igrejos e judeus. Quando você for até Salônica, vai encontrar o nome Salônica. Pode passar. Então, meus amigos, Paulo eh em Tessalônica, nós vamos eh conversar um pouco sobre os versículos 1 a 9. E aí eu vou ler os versículos. À medida que a gente for lendo, vai comentando. Vocês podem comentar aí também no chat. Eh, diz aqui os versículos de 1 a quatro. Após terem atravessado Anfípolis e Apolônia, chegaram a Tessalônica, onde havia uma sinagoga dos judeus. Segundo seu costume, Paulo foi procurar procurá-los. Por três sábados dialogou com eles na sinagoga, partindo sempre das Escrituras. explicou-lhes e demonstrou-lhes que era preciso que o Cristo sofresse e depois ressurgisse entre os mortos. E o Cristo dizia, e o Cristo dizia a ele, é este Jesus que eu vos anuncio Paulo estava ali dizendo que é este Cristo ressuscitado que eu estou anunciando. Alguns dentre eles se convenceram e até se uniram a Paulo, ao eh assim como grande multidão de adoradores de Deus e gregos, bem como não poucas muitas mulheres da sociedade. Aliás, as mulheres, elas pela sua sensibilidade elas parece que faz uma adesão mais rápida, né? a eh eh assim se entregam como no tempo de Jesus as mulheres da sociedade como Joana de Cusa se entregou a Jesus para esse trabalho de amor. Então, Paulo lá em Tessalônica, inicialmente pregou por três sábados na sinagoga local, falando sobre a mensagem do Cristo, eh colocando os padecimentos que que ele foi submetido da sua ressurreição, né? Ou seja, ele ressurgiu após a crucificação, após a morte na cruz e despertou o interesse de alguns judeus, né? assim como de grande multidão de gentios. Afinal, essa era a tarefa dele, sensibilizar o coração de gentios. Aos apóstolos ficou a a parte da da Palestina, da Judeia, mas Paulo ia cuidar dos gentios. E ele fez isso com muita propriedade e muito amor no
sa era a tarefa dele, sensibilizar o coração de gentios. Aos apóstolos ficou a a parte da da Palestina, da Judeia, mas Paulo ia cuidar dos gentios. E ele fez isso com muita propriedade e muito amor no coração. Inclusive, como diz o texto, eh sensibilizou também mulheres da sociedade em Tessalônica, que era uma cidade grega, portanto, cultuava alguns eh era idólatra. Pode passar. Então, meus queridos amigos, eh só que em Tessalônica, Paulo não encontrou assim tanta adesão, tanta reciprocidade aos seus ensinamentos e embora tivesse uma boa aceitação entre os gentios, né, porque os gentios estavam ali dispostos, abertos a novos conhecimentos. os judeus mais contundentes, né, na sua crença, na sua na sua eh religiosidade, eles se rebelaram, se revelaram invejosos, exatamente como aconteceu no tempo de Jesus, né, a inveja, eh, porque já as multidões acompanhavam Jesus, as multidões eram atraídas pelo mestre, o que causou inveja depois. calúnia, depois uma trama para crucificar Jesus, porque ele estava incomodando ao sinédrio, aos sacerdotes. Então, na época de Paulo não foi diferente. Os judeus da cidade de Tessalônica se revelaram muito invejosos e, como na época de Jesus reagiram, né? Eh, porque os habitantes estavam simpatizando com aquelas ideias, estavam encantados com os ensinamentos cristãos. E aí, o que foi que eles fizeram? Como no tempo de Jesus, uniram-se a malfeitores que eh frequentavam a praça da cidade e aí comentaram tumultos através de intrigas e mentiras junto ao povo de Tessalônica. e também junto às autoridades. E isto ocasionou agressiva perseguição. Então, nós estávamos revivendo aqueles tempos de Jesus, né? E a intolerância religiosa, como comenta aqui eh Eliseu Rigonato no Evangelho dos Humildes, a intolerância religiosa eh a serviço das trevas, porque a nossa antipatia atrai as pessoas que comungam com as nossas ideias e se associam a nós para combater, combater o bem. Então, eh, eles, eh, a serviço das trevas, que sempre tentou cercear o pensamento humano e apagar as
rai as pessoas que comungam com as nossas ideias e se associam a nós para combater, combater o bem. Então, eh, eles, eh, a serviço das trevas, que sempre tentou cercear o pensamento humano e apagar as luzes da espiritualidade superior. Isso no tempo de Jesus, isso no tempo do de Paulo e isso ainda hoje. É assim, a intolerância religiosa não foi apagada do planeta, ao contrário, ela está viva. novamente, eh, essa intolerância procura anular a obra de Paulo e para isso se vale dos marginais. Marginais aqui não é malfeitor, simplesmente aqueles que estão à margem dos pensamentos bons, à margem da sensibilidade para o bem. Então, eh, e sempre a, como diz aqui Eliseu, há dessas pessoas em toda parte. E elas desencadeiam motis, intrigas, inveja. E o alvo nesse nesse caso aí seria a expulsão de Paulo e dos seus amigos que estavam nessa segunda viagem, expulsando da cidade. Havia lá amigos, né, de Paulo Jazon e Lídia, que hospedara e dera alimentação, que deram pousada, um descanso para eles. E no momento do ataque, como eles não encontraram os companheiros, eles foram atacar Jason e Lídia, né? E não foram à casa deles, mas não encontraram. Então, alguns companheiros sofreram as consequências no lugar dos de Paulo e dos seus amigos. Então era era momento assim, é foi um momento de muita aflição, mas nada disso atrapalhou, apenas entristeceu Paulo e seus amigos. E também Jazon e também Lídia, que era tão solícita, tão amiga, tão eh solidária com a questão, com a causa do Cristo. Pode passar, Amel. intolerância religiosa, como diz aqui o versículo 5 do capítulo que nós estamos estudando, 17, mas os judeus tomados de inveja reuniram alguns indivíduos perversos, dentre os que frequentavam a praça, porque a praça era um espaço comum. Ali vendiam coisas, ali conversavam, eh, provocando aglomerações e tumultos. Foram então à casa de Jazon ou Jazão, como tá aí no texto, à procura dos dois para fazê-los eh comparecer perante o povo, para que o povo julgasse, para que o povo talvez fizesse maldades com eles,
s. Foram então à casa de Jazon ou Jazão, como tá aí no texto, à procura dos dois para fazê-los eh comparecer perante o povo, para que o povo julgasse, para que o povo talvez fizesse maldades com eles, mas não os encontrou na casa de Jazom. Então pegaram Jazom alguns irmãos diante desses politarcas. Politarcas seriam os servos, né, os soldados, a polícia, se a gente pode dizer hoje. E, eh, falando alto, falando agressivo, apresentaram Jazon e os amigos à população, dizendo assim: "Estes são os que andam revolucionando o mundo inteiro, se referindo a Paulo e os seus amigos. Agora estão também aqui e Jazão recebe em sua casa". Ora, todos eles agem contra os decretos de César, afirmando que há um outro rei, Jesus. Então, volta aquela mesma questão do passado, a mesma questão do tempo de Jesus, né? Quando os judeus apresentaram eh culpas, apresentaram calúnias, apresentaram informações de falsos testemunhos. Porque Jesus estava se dizendo o rei dos judeus. Então agora continua a mesma questão. Então a intolerância religiosa é o fenômeno que afeta a nossa sociedade ainda hoje. O planeta não foi só naquele tempo. Pena que não ficou naquele tempo. Passou 2000 anos depois e continua aqui em nosso século XX, né, em diversas formas e contextos culturais. A UNESCO define intolerância religiosa como ato que discrimina ou marginaliza grupos com base em suas crenças. Essa discriminação pode ser motivada por questões socioculturais, políticas, histórias e acaba gerando um ciclo vicioso de ódio e violência que impacta não apenas os indivíduos diretamente afetados, mas também a sociedade. Então, é comum a gente ver templos sendo depredados, templos religiosos sendo depredados, eh templos de Umbanda sendo depredados. Então, a intolerância religiosa, ela continua forte. Por quê? Porque ainda está dentro do nosso coração o orgulho, orgulho de crença, orgulho de raça, orgulho de etnia. E aí uma perguntinha pra gente pensar. Como você vê o próximo que não aceita a crença que você professa, que não aceita
o nosso coração o orgulho, orgulho de crença, orgulho de raça, orgulho de etnia. E aí uma perguntinha pra gente pensar. Como você vê o próximo que não aceita a crença que você professa, que não aceita o espiritismo? Às vezes dentro de casa somos apenas nós que aderimos à causa do Cristo em espírito e verdade, que é o consolador. Então, como é que você se comporta diante de alguém que não pensa como você pensa, não acredita no que você acredita? O que é que você diz? O que é que você faz? Às vezes, de forma velada, a gente também pratica a intolerância religiosa numa numa resposta ríspida, num ar de desprezo. Vamos pensar como você vê o outro que não aceita o que você aceita. Aqui eu me referia ao espiritismo, mas qualquer coisa, uma crença, um projeto, uma proposta que a pessoa não concorde, como é que você age ou reage, que você diz, o que você pensa, o que você faz. É bom a gente pensar, porque às vezes a gente acha que não tem preconceito religioso, que não exerce a intolerância religiosa e às vezes fazemos sim, de forma velada. Pode passar. Então, meus amigos, no versículo 9 que nós estamos estudando aqui, eh, diz o seguinte: Estes, contudo, tendo exigido uma fiança por parte de Jazão e dos outros, quer dizer, aqueles que prenderam Jazão e os amigos, os irmãos, exigiram uma fiança, um pagamento para poder deixá-los em liberdade. Então, eh, Paulo com tudo isso, mantinha-se forte e superior nessas dificuldades muito delicadas. Sobrevinham de sabores, angústias na praça pública, acusações injustas, calúnias cruéis. Poderosas ameaças caíam às vezes inesperadamente sobre o desinteresse divino nas obras. ameaças, a mensagem, mas o valoroso discípulo prosseguia sempre, sereno e firme, através desse tumulto, através dessas tempestades, vivendo estritamente do seu trabalho e estimulando, incentivando os amigos a fazerem o mesmo. Então, ele ele não dependia das pessoas para se manter. Claro que os amigos eh acolhiam, que os amigos hospedavam, mas Paulo sempre se manteve firme nesse
do, incentivando os amigos a fazerem o mesmo. Então, ele ele não dependia das pessoas para se manter. Claro que os amigos eh acolhiam, que os amigos hospedavam, mas Paulo sempre se manteve firme nesse propósito. E aí, eh, falando dessa questão de intolerância religiosa, Emanuel, no livro, eh, Estude Viva, ele diz assim sobre aquela fala que diz que a a maior caridade que a gente pode fazer a doutrina é a sua divulgação. E claro, divulgar a doutrina através do livro, divulgar a doutrina pelas palestras, pelo cinema, tudo é válido pela música, né? tem músicas espíritas maravilhosas, mas Emanuel dá uma uma outra conotação a a essa caridade da sua própria divulgação, o espiritismo. E ele diz assim que ele fala dos sofrimentos das pessoas de um modo geral e lembra que a doutrina espírita tem condição de socorrer através do esclarecimento e do consolo, falando para nós da causa dos sofrimentos, mostrando a finalidade da dor, como fala Deni, falando do problema do ser, do destino e da dor. e assim consola. Então, Emanuel conclui nessa nesse esclarecimento sobre essa frase: "A maior caridade que podemos fazer a doutrina é a sua divulgação, é a sua própria divulgação, mas a gente também divulga a doutrina pelo nosso comportamento, como ele diz aí, no exemplo, na atitude, na ação ou na palavra. Recordemos que o espiritismo nos solicita uma espécie permanente de caridade, a caridade da sua própria divulgação. E por sua própria divulgação, entendamos também sua divulgação, você a sua divulgação, porque a gente divulga a doutrina pelo nosso jeito de ser, contra ou a favor da doutrina. Porque às vezes a gente pega alguém dizendo assim: "Ué, mas você não é espírita ou numa grande aflição, você não pode nem chorar, né? Não pode nem ter eh é mágoa porque ainda somos imperfeitos. Não devemos guardar mágoa." É verdade. Mas aí alguém logo diz: "Uai, você não é espírita?" Então são também formas de intolerância, de preconceito com a nossa, o nosso jeito de ser. E nós estamos em situação de aprendizado. E
." É verdade. Mas aí alguém logo diz: "Uai, você não é espírita?" Então são também formas de intolerância, de preconceito com a nossa, o nosso jeito de ser. E nós estamos em situação de aprendizado. E aprendizado é um processo, não é do dia paraa noite. A própria natureza nos ensina, a natureza não dá salto. Primeiro a semente, depois a espiga, depois os grãos na espiga. Então tudo é um processo. Diante disso, a gente tem que ter paciência, respeito com aqueles que ainda não alcançaram a sua meta de melhorar, de ser paciente, de ser solidário. Serão, todos nós seremos anjos. Esta é a lei. Mas até lá cada um navega em águas mansas, águas turvas, águas eh tumultuadas, né? Cada um tem o seu os seus momentos. A gente precisa respeitar isso. Mas diante de todas essas situações que Paulo encontrou em Tessalônica, ele se manteve firme porque ele tinha propósito, ele tinha uma meta. Pode passar, Hugo. Ele tinha uma meta importante. Então, diante dessa confusão, diante desses tumultos que os judeus engendraram, né, nas intrigas, nas tricas e futricas, eh, eles resolvem partir para Berereia. Então, sai de Tessalônica e vai para Bereia. Incontáveis atritos com os judeus. Então, novas tarefas, novos labores, novos trabalhos, novas dedicação, mas também novos martírios, os trabalhos missionários que iniciava sempre em paz, porque Paulo era da paz, todos eram da paz. E a a tarefa de Paulo era levar a mensagem do amor, era levar a mensagem da paz. Ele não podia ser arrogante nem violento. Então, tudo começava na paz, mas não terminava na paz. Não por Paulo, mas por aqueles que não aceitavam eh essa imponência de Paulo na sabedoria espiritual. Essa esse essa sabedoria que ele tinha de falar, né, de se colocar. Isso realmente as pessoas invejosas não aceitam até hoje. Então continuava eh sempre terminava em atrito. Então, mas em Bereia foi diferente, um pouco diferente. Em Bereia, eh, ele queria novamente por onde passava, ele queria que Jesus triunfasse nos nos corações. Ele queria levar Jesus aos corações das
Então, mas em Bereia foi diferente, um pouco diferente. Em Bereia, eh, ele queria novamente por onde passava, ele queria que Jesus triunfasse nos nos corações. Ele queria levar Jesus aos corações das pessoas. Essa era a tarefa. Era isso que ele desejava, era esse o programa primordial. Então ele não ligava para nenhum capricho, ficava sempre acima das conveniências, porque para ele a missão era mais importante e continuava, né, apesar das dificuldades entre dores e obstáculos, mas seguindo eh seguro, intimorato, né, a vitoriosa e a sua divina finalidade, levar Jesus aos corações. Como será que a gente leva Jesus aos corações hoje? Como a gente consola? Como a gente enxuga uma lágrima? Como a gente consola através de uma palavra nas redes sociais, no trabalho profissional? Como a gente faz o que Paulo fazia, atravessando mares, né, com dificuldades em em embarcações difíceis, singelas, enfim, pode passar. Como é que a gente faz? leva aos corações gentios da atualidade, como a gente leva esse consolo, essa esperança. Então, em Bereia, ele teve inicialmente um acolhimento e uma atenção que encantou a todos, conforme os versículos, os irmãos, né, Paulo e os seus amigos logo fizeram Paulo e Silas partirem diante dessa confusão que se instalou em Tessalônica. Então, sugeriram que eles fossem para Bereia. Era mais ou menos perto. Eles tendo ali chegado, chegando em Beria, dirigiram-se sempre à sinagoga dos judeus. Em cada eh cidade tinha uma sinagoga. E ali eram mais ele, o os de Bereia eram mais simpáticos, eram mais nobres, eram mais acolhedores e prestaram atenção na palavra de Paulo. Eh, com toda prontidão. Eles eh comparavam o que Paulo tava dizendo com as escrituras. ficaram realmente encantados com o que Paulo estava dizendo. E por isso mesmo diz aí o versículo 12, muitos dentre eles abraçaram a fé. Também essas mulheres gregas de alta posição e muitos outros homens gregos se eh ficaram sensibilizados. Só que a pregação de da Beré foi de fato bem-sucedida, não resta dúvida, tocou o
braçaram a fé. Também essas mulheres gregas de alta posição e muitos outros homens gregos se eh ficaram sensibilizados. Só que a pregação de da Beré foi de fato bem-sucedida, não resta dúvida, tocou o coração de muitos. Mas os judeus que estavam, que viviam em Beria, compararam as eh informações que Paulo trazia também com as escrituras e viram que tava tudo certo. Alguns judeus também concordaram, não teve problema. Eh, ocorreram conversões, inclusive, como já foi dito aí, de mulheres gregas de relevada posição social. Porém, passa, pera aí, passa agora. Não, meu querido. Os ensinamentos de Jesus são acolhidos, sentidos e vivenciados como gentios em Bereia. Como está o seu acolhimento aos ensinamentos de Jesus? Estamos de fato nos esforçando para conhecer, né, estudar, meditar, refletir, para trazer para dentro do coração aquele ensinamento, sentir e depois tirar do coração para fora, vivenciar, praticar. Como estamos fazendo isso? mais do que naquela época, talvez hoje precisemos pensar, sentir e vivenciar esses ensinamentos desses tempos conturbado de transição planetária, de turbulência moral, de comoção planetária. Mais do que antes, Jesus precisa estar nas nossas palavras, nos nossos pensamentos, nas nossas atitudes. Porque meus amigos, ele conta conosco, mesmo com as nossas débes e frágeis mãos, ele conta conosco. Pode passar, meu amigo. Então, felicidade dura pouco, né, Bereia? Também os amigos encontram dificuldades, como fala aí o o versículo 13 a 15. Quando, porém, os judeus de Tessalônica, que era relativamente perto, souberam que também em Bereia, Paulo estava fazendo o que não devia para eles. Paulo estava pregando. Paulo estava cativando a multidão. Paulo estava sensibilizando os corações. Quando eles souberam disso, né, foram para Berereia, saíram de Tessalônica e foram para a Bereia. fazer a mesma coisa que fizeram em Tessalônica e que para eles deu certo. Eles não saíram. Paulo e Silas, Lucas e Timóteo não saíram. Então vamos fazer de novo. Era o pensamento deles. Então foram para
azer a mesma coisa que fizeram em Tessalônica e que para eles deu certo. Eles não saíram. Paulo e Silas, Lucas e Timóteo não saíram. Então vamos fazer de novo. Era o pensamento deles. Então foram para Tessalônica, para Bereia, e agitaram e perturbaram a multidão. E aí os irmãos fizeram Paulo partir, não tinha condição de Paulo ficar porque o perigo era muito grande, né, de violência, de ameaça, de truculência. Então eles fizeram Paulo partir. Silas e Timóteo ficaram. Os que acompanhavam Paulo conduziram-no até Atenas e logo voltaram trazendo ordens a Sila e Timóteo de irem lá ficar com eles, né? Como falar aí os versículos, a paz não durou muito, a paz durou bem pouco, porque esses invejosos, revoltosos, né, que não admitem a paz, a harmonia que não seja pregada por eles, né, que não tem essa paz, eles quando souberam realmente foram lá tumultuar e realmente unindo-se a outros perturbadores, outros invejosos que também tereia, não só temessalônica, como também ainda tem até hoje. Então, a cidade fez uma movimentação contra os discípulos do evangelho e de fato, de fato, gerou confusão. Lucas e Timóteo foram obrigados a afastar-se. Eles se ficaram perambulando para se esconder de certa forma, né, pelas aldeias circunvizinhas. E Paulo foi preso novamente. Havia sido preso em Tessalônica e foi preso em Berea e foi açoitado. Olha, Paulo apanhou tanto, coitado, e era daqueles chicotes terríveis, né? Então, só com grande sacrifício de simpatizantes, que graças a Deus tem todo canto, tem toda a época, pessoas singelas que gostam de colaborar, eh graças a eles deram liberdade a Paulo, mas com uma condição que ele deveria se retirar o mais rápido possível. Era muito perigoso ficar. Se emerea houve essa sensibilidade para a mensagem que Paulo trazia, não convinha ao a aos judeus de Tessalônica, não convinha que Paulo ficasse. Então os os amigos se reuniram, disseram: "Não, Paulo, não dá para você ficar aqui. É conveniente, é mais seguro você sair. Pode passar. Então, em Bereia, novas dificuldades. Os
nha que Paulo ficasse. Então os os amigos se reuniram, disseram: "Não, Paulo, não dá para você ficar aqui. É conveniente, é mais seguro você sair. Pode passar. Então, em Bereia, novas dificuldades. Os irmãos da fé de Bereia insistiram na partida de Paulo de lá de Bereia, considerando que ele era o foco da perseguição, como fora em outros momentos, logo após a conversão, logo após Paulo ter saído do deserto, ter voltado para a cidade, procurado, não teve recepção, procurado os amigos, não teve acolhida, enfim, ele era o foco da perseguição. Porque ele já havia sido foco de outra perseguição. Agora ele é que estava sendo perseguido. Então Paulo entendeu e concordou. Sabia que atrás de si e através de esforços insanos sempre ficaria uma igreja doméstica. Então a esperança de Paulo era que mesmo com essa confusão, a semente foi plantada. Quem sabe lá na frente não surgiria em Bereia uma igreja, né, bafejada pela misericórdia do mestre, para que se pudesse proclamar a excelência, a importância e necessidade dessas novidades, dessa boa notícia. Então ele concordou em sair da cidade e à noite os seus irmãos, né, de coração, irmãos de ideal, conseguiram trazê-lo do cárcere, né, onde ele estava preso para a via pública. E aí o eh Paulo procurou saber como estava, onde estava Silas, onde estava Lucas, onde estava Timóteo, porque ele ele havia sido preso, né, Paulo. E ele viu que que eh Silas e Lucas estavam doentes, que Timóteo precisava voltar ao a Corinto para ter com a sua mãe, estar com a sua mãe. Então ele analisou que era melhor de fato sair de Bereia, vamos dar uma trégua eh e partir para outro local, outras atividades, porque Paulo não tinha intenção de parar. El não tinha tempo para isso, para pensar. A gente não, a gente é que qualquer dificuldadezinha a gente já joga a toalha, já não quer mais ficar, quando tem uma dificuldade, já não quer mais ir à casa espírita, já não quer o exercício do perdão, quer muito trabalho. Mas Paulo não, ele sempre parece que cada dificuldade,
já não quer mais ficar, quando tem uma dificuldade, já não quer mais ir à casa espírita, já não quer o exercício do perdão, quer muito trabalho. Mas Paulo não, ele sempre parece que cada dificuldade, cada situação difícil, ele renovava suas forças. parece que as forças aumentavam. Então ele achou, ponderou que não seria conveniente ficar por ali e nem também chamar os amigos que estavam igualmente precisando de ajuda, necessitando de repouso. Pode passar. Então, que foi que aconteceu? a ideia dos amigos. E ele também queria, né, um projeto antigo, um velho projeto da juventude de Paulo, Saulo na época era visitar Atenas, era ir a Atenas. Então ele disse: "Tá certo, eu vou embora de Bereia, aproveito e vou por Atenas. Vou até Atenas, satisfazendo aí um velho desejo de conhecer, porque ele se impressionava muito com a cultura helênica, eh, e alimentava esse desejo de conhecer os monumentos gloriosos, os templos magnificentes, né, os templos soberbos e o espírito, o jeito sábio e livre de ser dos aten Ense. Então isso sempre empolgou Paulo. E segundo aqui a narrativa, quando ele ainda muito jovem, cogitara dessa visita à cidade, cogitara a conhecer Atenas seus velhos deuses, né? Eh, levar os tesouros da fé que ele trazia do seu coração ainda, eh, falando para falar da de Moisés, para falar da Torá, que ele dominava tão bem. Então, era o desejo dele ir Atenas falar sobre a Torá, né, falar sobre eh Moisés e sua lei. Isso quando jovem. E aí, pensando nessa possibilidade, já que tinha que sair de Bereia mesmo, na realização desse projeto, e aí ele ele dizia: "Pô, então agora eu vou levar luzes muito mais ricas do que Moisés e sua lei. Vou levar eh ao espírito ateniense, ao povo ateniense, a mensagem de Jesus, anunciar para esta cidade famosa o evangelho de Jesus. Então ele estava certo de que quando falasse na praça pública, que era o espaço comum a todos, não teria tumulto. Tão ao gosto do israelita, né? Tão ao gosto dos judeus, como aconteceu em Tessalônica e como aconteceu em Beré.
que quando falasse na praça pública, que era o espaço comum a todos, não teria tumulto. Tão ao gosto do israelita, né? Tão ao gosto dos judeus, como aconteceu em Tessalônica e como aconteceu em Beré. Ali em Atenas não iria acontecer isso, porque Atenas era de espírito livre. Apenas não tinha problema de crença, de religiosidade, todo mundo podia ter a sua crença. Então, ele ficava já eh vendo, antevendo a satisfação de falar para aquela multidão que tinha sim, ele eles gostavam das questões, tinham os seus deuses. Então, a questão de coisas espirituais era peculiar a Atenas, né? Então, eh, os filósofos que esperavam notícias do Cristo com impaciência, a cidade era rica, né, em filósofos. E ele disse: "Não, aí vai ser tudo diferente." Embalado nessas esperanças, Paulo decidiu a fazer essa viagem acompanhado de alguns amigos mais fiéis. Estes, porém, regressaram. Não, Paulo não entrou, eles não foram até Atenas. Levaram Paulo em segurança até lá, mas ele ficou só. Pode passar. Tô vendo aqui a hora, meus amigos, que eu estou empolgada e vou posso passar da hora, mas eu prometo que não vou passar, ok? Falta 10 minutinhos. Vamos correr. Então, Paulo em Atenas. Vou ler o texto, os versículos, pra gente entender o contexto, o que aconteceu em Atenas. Vocês não podem imaginar o que foi que aconteceu. Será que Paula ficou feliz? Será que Paula conseguiu o seu intento, o seu objetivo? Então, enquanto esperava em antenas, seu espírito, seu coração inflamava-se ao ver eh cheia de ídolos a cidade. Disputa, por isso na sinagoga com os judeus e com os adoradores de Deus. Todo mundo podia falar na sinagoga, tanto quem era idólatra quanto quem não era. E na Ágora, que era essa praça imensa, a praça do povo, né, a praça popular, qualquer hora do dia com eh podia fazer isso, podia falar. Até mesmo alguns filósofos epicuristas e estoicos eh abordavam porque quando viram Paulo queriam saber o que quer dizer este paador. Quer dizer, uma pessoa que fala muito, tipo assim, maritaca, aquela
Até mesmo alguns filósofos epicuristas e estoicos eh abordavam porque quando viram Paulo queriam saber o que quer dizer este paador. Quer dizer, uma pessoa que fala muito, tipo assim, maritaca, aquela avezinha que tralha muito. E outros diziam: "Parece pregador de divindades estrangeiras". Isto porque eh Paulo anunciava Jesus e a ressurreição. Então isso é o texto. Tomando-se então pela mão, conduziram-no ao Areópago, dizendo: "Poderíamos saber qual é essa nova doutrina apresentada por ti? Pois são coisas estranhas que nos traz aos ouvidos. Queremos, pois saber o que isto quer dizer." Então Paulo começou a falar de ressurreição, de Jesus, do seu sofrimento, da dor e os filósofos que tinham assim não só o entendimento maior do que a população, né, de pensar, eh, mas eles também tinham curiosidade, queriam saber, todos os atenienses também, com efeito, e os e os estrangeiros que viviam ali, não se tretiam, eles gostavam, era das novidades. de ouvir, de discutir, de debater essas novidades. Então, a presença de Paulo foi muito expicaçante, foi muito instigante. Pode passar. Só que a, eu vou passar aqui rapidinho, Atenas, eh, era uma cidade bonita, uma cidade que foi dominada antes por alguns outros dominadores e terminou com o domínio turco. Somente em 1828 é que Atenas se tornou independente. Então, ela era conhecida como a capital da Ática e considerada centro luminoso de ciência. da literatura e da arte do mundo antigo. Então, tudo que acontecesse em Atenas era importante, né? Então, foi edificada e cresceu em torno de um de um de uma uma elevação bem rochosa, como tá aqui nessa nessa imagem, denominado eh acrópole, que quer dizer o ponto mais elevado da cidade. Pode passar, não vamos nos deter nisso. Então, em Atenas, eh, como diz o texto, havia liberdade de cultos religiosos. Todo mundo podia falar. aqui é a praça, né, a Águora. Eh, Atenas tinha assim uma uma atmosfera espiritual peculiar, né, que Paulo eh ficou feliz. Então ali havia liberdade de culto eh na sinagoga,
os. Todo mundo podia falar. aqui é a praça, né, a Águora. Eh, Atenas tinha assim uma uma atmosfera espiritual peculiar, né, que Paulo eh ficou feliz. Então ali havia liberdade de culto eh na sinagoga, nos tempos devocionais dos gentios, de livre e como o espaço de livre pregação. Então para Paulo foi assim, ele achava que não, aqui não vai ter problema. Todo mundo pode falar sua sua religião, todo mundo pode falar do seu coração, não vai ter problema. Pode passar, pode passar, Hugo. Então, era realmente o centro de novidades e os filósofos, né, os epicuristas ou os estoicistas, eles também eh tinham o respeito do povo, né? Os epicuristas, eles achavam que o prazer deveria ser entendido como para evitar a dor ou prazer físico ou prazer intelectual, enfim. E os outros filósofos, os estoicistas, eles acreditavam que a felicidade eh estava em aceitar a lei do universo e ter tranquilidade em face do destino, de um destino bom, que as pessoas eles pregavam, que as pessoas aceitassem todas as ocorrências como vontade divina. Então, só para não nos determos muito, quem quiser apreciar mais, eh, procurar saber sobre os epicuristas ou epicureus e os filósofos estóicos. pode passar. Mas tudo isso para dizer o quê? Paulo então vai pro Areópago e faz lá o seu discurso. Aí meus amigos, foi que não deu certo, porque o que Paulo estava dizendo não era não foi bem, não tocou não, não entrou no coração. E ele fala, ele disse que percorrendo. Pode passar, eu não vou ler o texto que a gente já tá eh vou ler só os detalhes. Então, eh, não foi um discurso bom, porque Paulo falou de Deus. E quando ele chegou lá, ele deu uma uma passeada pela cidade e viu lá um alguma coisa que falava assim: "O Deus desconhecido, era mais um ídolo, o Deus desconhecido." E Paulo pegou essa deixa e foi falar do Deus de verdade. E aí, apesar das da liberdade de culto, né? não havia intolerância religiosa. Eh, Paulo percebeu que seu discurso não pegou bem. O intelectualismo e as falas filosóficas não estavam associadas ao coração, não
esar das da liberdade de culto, né? não havia intolerância religiosa. Eh, Paulo percebeu que seu discurso não pegou bem. O intelectualismo e as falas filosóficas não estavam associadas ao coração, não tocava o coração das pessoas, era só intelecto. Então, e isso dominava ali o povo grego. E como o evangelho se dirigia ainda hoje essencialmente ao coração, pouca ou nenhuma repercussão teve entre os ouvintes. Foi uma decepção. nem os filósofos, nem os mais assim dados a a pensar, né? Eh, se envolveram, não conseguiu tocar o coração. Então, apesar do esforço de Paulo, ele não foi bem-sucedido em Atenas. Não houve perseguição, de fato, não houve chicotes, não houve prisão, nada disso. Mas, no entanto, eles eles eram frios e até zombavam da fala de Paulo eh sobre o que ele falava do Cristo. E ainda hoje, meus amigos, como no tempo de Paulo, o mesmo venenoso intelectualismo, as mesmas falsas filosofias, os falsos profetas, as falsas doutrinas, tudo isso cegam a pessoa para que não consiga perceber a essência do ensinamento de Jesus, para não compreender que Jesus, de fato, é o caminho, a verdade e a vida. ainda hoje não está diferente do tempo lá de Paulo e Atendas. Pode passar a pré-eleção de Paulo. Então, alguns destaques aqui só paraa gente eh entender. Eu não li os versículos, mas vocês podem ler os versículos que compreende melhor. Então, na primeira parte do discurso de Paulo, ele aproveitando esse monumento ao Deus desconhecido que ele circulou pela cidade, né? Então, a partir daí, dessa fala, ele começa a falar sobre o Deus único, que Deus é o pai criador de todas as pessoas, de todas as coisas, de todos os seres vivos. Ele também fala no seu discurso sobre a espécie humana destinada a habitar toda a terra. Ele fala do esforço do ser humano que a gente deve buscar conhecer Deus. Ele fala, eh, deixou essa frase no seu discurso: "Pois em Deus vivemos e nos movemos e existimos, como alguns dos vossos, aliás, já disseram, porque somos também da sua raça, ou seja, somos todos
eus. Ele fala, eh, deixou essa frase no seu discurso: "Pois em Deus vivemos e nos movemos e existimos, como alguns dos vossos, aliás, já disseram, porque somos também da sua raça, ou seja, somos todos iguais". Era isso que Paulo tava querendo dizer. O Deus é um só. Não existe vários deuses. Não existe os deuses eh de barro. Não existe o Deus que os judeus pregavam, apenas pregavam, mas não empregavam. Então não pegou bem, tá? Pode passar. Essa fala de Paulo nesse primeiro momento não pegou bem. O discurso é longo, tem mais detalhes na Bíblia, né? Mas a segunda parte aí foi que começou a pegar mais sério, não caiu bem nos ouvintes. Porque Paulo começa a criticar a idolatria, considerando que ao sermos criados por Deus somos raça divina e somos todos. E devemos, em outras palavras, adorar a Deus em espírito em verdade, não em ídolos de barro, que ele tava querendo dizer isso, não por meio de rituais, que era a prática judaica, não aos monumentos de pedra. Ora, se somos da raça divina, não podemos pensar que a divindade seja semelhante ao ouro, o bezerro de ouro, seja semelhante a prata ou a pedra, a uma escultura da arte feita pelos humanos. Deus não é isso. Deus devemos adorá-lo em espírito e verdade. É o criador do universo. E aí começou o malestar entre a plateia do Areópago. Na terceira parte e última do discurso, Paulo fala então de Jesus, o Messias de Deus. E a quem cabe julgar Deus os homens com justiça e que ressuscitou dos e que Jesus ressuscitou dos mortos. Aí não foi legal. As pessoas começaram a ficar incomodadas porque quem é esse que tá dizendo que é o Messias de Deus? A mesma cantilena do tempo de Jesus. Você fala em autoridade em nome de quem? Você diz que é eh é o Messias esperado. Então, aclamando a existência do Deus vivo e do seu enviado celestial, que era Jesus, né? Paulo conclui o discurso que se encontra sintetizado na epístola aos Efésios e diz: "Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai para todos. o qual é sobre todos e por todos e em
, né? Paulo conclui o discurso que se encontra sintetizado na epístola aos Efésios e diz: "Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai para todos. o qual é sobre todos e por todos e em todos. Aí começou a desarmonia entre as pessoas, porque eles eram idólatras, o os judeus tinham os seus rituais. E Paulo dizer isso, que coragem é essa? Quem é esse? Quem ele pensa que é? Pode passar, pode passar. Bom, então o não volta um pouquinho só para eu fazer um comentário aqui. Então, eh houve desprezo pelos ensinamentos que Paulo estava falando, principalmente dizer que Jesus era o Messias e que ele ressuscitou dos mortos. Isso foi demais. Não vou falar mais sobre isso. E aí disseram que ele é quem é esse? É o novo novo Deus. é muito desajeitado para isso. Onde já se viu um Deus assim? É louco. Esse cara não tá com nada, não tá dizendo nada. Então foi, pode passar muito desagradável e desgastante. Então ninguém é apenas se interessou pela fala de Paulo, se interessou por Jesus. Então Paulo foi percebendo que as pessoas iam se retirando, alguns indiferentes, outros endurecidos e ficou triste. Um deu um frio no coração. Ele achava que na linguagem atual, viu, meus amigos, ia bombar em Atenas, mas não foi assim que aconteceu. Então a assembleia deu outra impressão para ele. Aquela aquelas pessoas deu outra impressão para ele. tudo envenenado ou saturado das da falsa cultura, né, dos falsos deuses. Então ele ainda ficou lá, insistiu, né, por mais algum tempo nas pregações do sábado, mas sem resultado. Então, ninguém se interessou, nem lhe ofereceram a hospedagem. Ele tava só, né, por uma simples questão de simpatia, Paulo foi ali persona grata. Era a primeira vez desde que Paulo começara a sua tarefa missionária, que ele se retirava de uma cidade sem fundar uma igreja. Imagine o coração de Paulo como não estava entristecido. Pode passar, amigo. Mas nem tudo foi em vão, né? embora estivesse decepcionado com os gregos, com seus cultos e tal, se entristeceu, mas ele não podia chegar à conclusão de
mo não estava entristecido. Pode passar, amigo. Mas nem tudo foi em vão, né? embora estivesse decepcionado com os gregos, com seus cultos e tal, se entristeceu, mas ele não podia chegar à conclusão de que essa falsa cultura encontrará sempre na sabedoria. Ele ele achava que alguma coisa ficou. Apesar do desapontamento, Paulo fez o possível para evitar a nuvem de tristeza que o abateu. Seu coração ficou tristo, não só ele, mas sobre as outras pessoas, a começar por ele próprio. Então, sorriu, tipo, se recompôs, né, deu um sorriso de conformação e tentou algo com bom humor. Paulo percebeu que todas as recusas, recebeu todas as recusas, eh, porque ele, ele falou assim, algumas pessoas se interessaram da cidade, né? Então, ele pensou na possibilidade de fundar ali uma igreja, mesmo que fosse algo miudinho, numa singela casa, mas que as pessoas pudessem comentar o evangelho, mas ninguém se prontificou. Ele recebeu assim as recusas, eh, sem cara feia, coração triste, doído, mas como semeador que se vê rodeado de pedras e espinheiros. Mas a semente foi jogada. A parábola do semeador é assim: Jesus jogou a semente. Um dia ela vai brotar. Pode passar, meu amigo. Bom, e aí, boas notícias, né? Paulo recebe, ficou triste, chateado, achava que em Atenas ia ser maravilhoso, mas aí pouco tempo depois ele se recupera da tristeza, se recompõe e diz assim: "Mãos à obra, vamos embora com a Chega Timóteo trazendo uma notícia maravilhosa de Corinto. E aí ele pensou: "Em tudo dai graças, nem tudo está perdido." Aliás, nada está perdido, porque o Senhor Jesus é o governador espiritual do planeta e tem os seus planejamentos estratégicos, tem as suas metas, tem as suas ações. Então, para finalizar, Paulo dentro do seu coração, vamos agradecer. prossigo para o alvo. E aí a gente continua essa história que vai acontecer em Corinto na próxima semana. É isto. Acho que não tem mais nada. Tem alguma coisa aí? Então, meus amigos, é isso. Pois é, né? Marlin com a dozinha do Paulo, né? Tão entusiasmado, né? Mas eu
acontecer em Corinto na próxima semana. É isto. Acho que não tem mais nada. Tem alguma coisa aí? Então, meus amigos, é isso. Pois é, né? Marlin com a dozinha do Paulo, né? Tão entusiasmado, né? Mas eu sei que ele não se deixou levar pelo desânimo nunca. >> Graças a Deus, né, que ele não se deixou levar. >> Mas olha, a gente se coloca no lugar em que a gente chega numa casa e não é bem recebido. >> Recebido. >> Meu Deus, você não sabe, sabe? Você fica ali, não, tudo que você fala não é aceito, né? Mas como você disse, Jesus tem os seus propósitos, né? Tudo tr >> muito bom, Marúcia. Excelente, viu, amiga? Vamos chamar o o Max >> e Super Max. >> Super Max, seja bem-vindo, Marx. >> Muito obrigado, Janil. >> Muito bem, Marcos. Boa noite. >> Aí você vai nos ajudar comentando mais com a sua sabedoria. >> Com a sabedoria. >> A minha internet agora tá melhor, né? Porque >> melhor agora. No começo, sinceramente, eu não sei o que que houve aqui, sabe? Deu uma baixa, mas depois ela melhorou. >> Eh, nós temos muitos comentários aqui, Marlci. É porque você pôs >> muitas perguntinhas durante a a sua exposição, pessoal que não dá mole e eles vão participar mesmo, né? Olha só. >> Muito bem. Essa é >> a Gisele Teresa Baralde, uma das primeiras aqui, contudo que você expôs e perguntou, ela diz assim: "Acredito que exemplificar trabalhando a mansietude, o amor, procurando ser ouvinte das pessoas que não >> eh eh entenda nossas posições. Isso em relação às religiões, tá? Logo no comecinho. Sim, sim. Intolerância religiosa. É >> isso, a intolerância. Vou ler mais uma que se todo mundo fala uma uma coisinha só, tá? Vou ler mais uma. O Carlinhos Taiano, ele fala: "Vejo como uma prova de que necessitamos ainda muito de crescermos moralmente. Se sinto algo negativo, preciso muito mais de ajuda do que ele. Ele ainda está na ignorância, eu não." >> Com relação ao espiritismo e às outras religiões. >> Certo. >> Perfeito. Eh, exatamente. E é como o Bezerra diz, né? Quem sabe mais, o e a doutrina também, quem sabe mais ajuda o
norância, eu não." >> Com relação ao espiritismo e às outras religiões. >> Certo. >> Perfeito. Eh, exatamente. E é como o Bezerra diz, né? Quem sabe mais, o e a doutrina também, quem sabe mais ajuda o que sabe menos, o mais forte ajuda o mais fraco. Então a gente tem a obrigação de reconhecer eh o o patamar do outro de e de não achar que ele não vai chegar, né? onde a gente acha que chegou. Maravilhoso. Então tem sim que que ter respeito e ter paciência de esperar o tempo do outro, né, Max? >> Só lembrando, nós passamos pela mesma situação, né? Então não podemos >> exatamente >> hoje se hoje nós estamos aqui com essa com esse nível de consciência, é porque lá atrás nós estávamos na mesma situação e alguém nos tolerou também. Provavelmente também fomos intolerantes com alguém. Precisa entender que cada um tem seu tempo, né? E e o melhor que a gente faz é trabalhar em silêncio, não devolver o mal, porque isso nunca vai resolver nada, não entrar em discussão, não entrar em debates que são debates estéreis que não vão levar à solução, né? Cada um tem seu tempo. Quando chegar a hora certa, aqueles que hoje estão de um lado vão sentir sede e vão precisar passar por outro lado. Então é questão de tempo. Então por isso que a tolerância foi uma das palavras que Allan Kardec colocou como sendo a regra do do espírita, né? >> Isso mesmo. >> Verdade. >> Continua >> trabalho, solidariedade e tolerância, né? >> Tolerância. Trabalho, solidariedade e tolerância. >> Tolerância. Ah, >> as essas meninas estudam mesmo, né? Lembra tudo essas meninas. A Glau coloca também, ó, eu não discuto religião, mas se me perguntarem algo, falo à luz da doutrina e do evangelho do Cristo, mas tentando entender o próximo, porque o exemplo é tudo. Ele arrasta, né, Marlúci? É, >> é exato. O exemplo arrasta e e assim, se você quer que respeite a sua crença, então você tem que respeitar do outro também. Por isso que a gente ainda tem tantas guerras, né? Eh, guerras entre nações, tudo de fundo religioso, porque
ssim, se você quer que respeite a sua crença, então você tem que respeitar do outro também. Por isso que a gente ainda tem tantas guerras, né? Eh, guerras entre nações, tudo de fundo religioso, porque não aceita a doutrina do outro, não aceita o pensamento do outro, não aceita as ideias do outro. Então a gente em a gente a música diz assim: "A paz do mundo começa em mim". Verdade, mas a guerra também. Então a gente pode parar com a animosidade e respeitar o outro, porque cada um tem o seu direito e a gente não tem o direito de impor as nossas convicções, as nossas crenças. Eh, o caminho tem vários caminhos, mas o porto é um só, né? A chegada é um só. é Deus. Então, cada um dentro da sua religiosidade busque o caminho que melhor lhe aprace, desde que seja o caminho do bem, da paz, né? Então, tá tudo certo. >> Impor não, né, Marlúci? Mas nem também >> impor não. Impor vai contra a lei, né? Lembrando que Jesus disse, é Jesus disse, se você fizer um gesto eh de desprezo, que na época era raca, né, um um gesto de desprezo, você já está ferindo a lei de amor. Imagine outras expressões mais violentas, né? Verdade. A Marcela Stebes também tá aqui conosco e participando. Devemos respeitar a todos igualmente, independentemente da sua crença. O respeito é um direito universal e incondicional que não pode ser diminuído por diferenças de religião, ideologia ou filosofia. Falou tudo, né? tudo. Exatamente. Quer comentar, Max? Eh, eh, o comentário dela me fez lembrar quando Jesus disse que não veio trazer paz, mas espada. Eh, que ele queria que os que trazer o fogo e queria que tudo pegasse fogo. O que significa isso, né? Kardec chamou isso lá no livro do Evangelho Segundo Espiritismo de estranha moral. >> Moral estranha. É, >> é exatamente isso, né? Então, se você for pegar essa realidade de de conceitos e entendimentos no campo de qualquer campo, sobretudo no religioso que nós estamos tratando aqui, você vai entrar dentro de uma casa em que você sabe que os que estão reencarnados lá t níveis
onceitos e entendimentos no campo de qualquer campo, sobretudo no religioso que nós estamos tratando aqui, você vai entrar dentro de uma casa em que você sabe que os que estão reencarnados lá t níveis evolutivos diferentes, apesar de estar no mesmo lar, tendo nascido os mesmos pais, o espírito não é o mesmo. Cada um tem a sua história evolutiva. Então, para um que assimila as verdades do evangelho, eh, a visão é uma. Para outro que não assim a visão é outra. E é esse que é o problema que vem trazer a espada. Ou seja, há um corte, um puxa de um lado, o outro puxa do outro. Quem já tem mais deve ter o cuidado de ter o decidir dar para quem tem menos. Se você já conhece isso, já sabe que o outro irá reagir de forma agressiva, porque é o que ele consegue fazer nesse estágio evolutivo, seja ele seu irmão consanguíneo, não importa, você não vai jamais reagir. Por quê? Porque você sabe que a tolerância, a mansuetude, o aspecto de calma, de mansidão, o trabalho silencioso é que vai combater isso de forma não violenta. Vai ser uma guerra, uma guerra silenciosa, uma guerra, entre aspas, né, em que o mal que tá representado pela ignorância acerca dos conhecimentos mais elevados, ele não vai prevalecer. Por quê? Porque não vai ser atingido. Vamos. Na minha na minha terra tinha um ditado de dizia assim: "Quando não quer dois não briga". Não sei se você já viu esse >> já. Se você já sabe de tudo isso, se você já tem a maturidade suficiente para poder assimilar isso, você não pode deixar isso sair daqui e entrar aqui no emocional, porque senão você começa a ficar, como diz o outro, afetado e quer responder com a emoção. E ninguém jamais foi bem-sucedido quando respondeu envolvido pela emoção, por aquela paixão fora do controle. Então você tem que ter calma e saber que tudo passa, que tudo tem seu tempo e aí você realmente respeita o outro como o outro é, mas nunca devolve a ofensa porque lembrando de Jesus, ele não sabe o que faz, porque se soubesse não ofenderia, porque quando
ue tudo tem seu tempo e aí você realmente respeita o outro como o outro é, mas nunca devolve a ofensa porque lembrando de Jesus, ele não sabe o que faz, porque se soubesse não ofenderia, porque quando você sabe, você não ofende ninguém. Então essa é uma situação passageira, ainda que possam durar séculos, mas é passageira. A gente vai ter um momento em que a gente migra de compreensões. O que antes nos atendia não atenderá mais. O que antes respondiu às perguntas basilares que nós tínhamos, agora no novo nível de psiquismo, aquelas respostas já nos satisfazem mais. E a gente vai buscar água em fontes diferentes que vão nos dar recursos que antes nós tínhamos e atendia, mas agora não mais. Enfim, o nosso crescimento moral pede algo mais elevado. Por isso que veio o evangelho compreendido pelo espiritismo, que no meu ponto de vista é o que tem de mais elevado ofertado ao homem na terra nos dias atuais. >> Pois é. e Paulo, né, apesar do coração sofrido, da tristeza, da decepção, mas ele segurava com bom humor, né, eh, sabendo que a responsabilidade dele estava além das quúnclas, né? Às vezes a gente coloca as questiúnclas à frente das questões eh principais, né, das questões mais importantes. E aí a gente se perde, perde tempo, perde amigos, perde a paz interior, porque a gente eh o orgulho ferido vai para >> ganha culpa >> e ganha culpa. Exatamente. Então não vale a pena eh botar a aguinha da paz na boca, né? não engolir ou então deixar para resolver no dia seguinte, que a a entre outro a noite é uma boa conselheira. Então, sempre tem recursos paraa gente não eh cair nas esparrelas da vida. Sempre tem. A gente é que é um pouco mais eh eh antecipado, né? E aí perde perde tempo, perde amigos, perde perde muita coisa. Verdade, >> verdade. Eh, a Gisele, a Gisela, eh, Gisele, Teresa Baralte fala de novo. Tem pessoas que não conhecem o Espiritismo. Eu falo sempre sobre o nosso amado Chico e as pessoas falam: "Chico Xavier, eu conheço". >> Pois é, é um recurso, né? é uma é uma
resa Baralte fala de novo. Tem pessoas que não conhecem o Espiritismo. Eu falo sempre sobre o nosso amado Chico e as pessoas falam: "Chico Xavier, eu conheço". >> Pois é, é um recurso, né? é uma é uma forma de chegar ao coração da pessoa, né? Não precisa ir com eh ser assintoso, né? Ser imponente, ser intransigente. Não, não precisa. Se se fala do chique e a pessoa conhece, ótimo. O importante é tocar o coração, é acalmar, é consolar, é esclarecer. Isso é o mais importante, né? E Jesus não falava de A, B ou C. Jesus falava do amor, falava do coração. Por isso que Paulo eh ficou triste, porque não conseguiu tocar o coração das pessoas, né? Nem Tessalônica, eh nem toda Beré, né? Só alguns, nem Atenas, que foi escarnecido, foi ridicularizado, né? Quem é esse? Então, a gente precisa ter paciência, mas também como Paulo não desistir dos nossos objetivos. Se a nossa meta é ser um homem de bem, uma mulher de bem, ser calmo, ser solidário, ser simples, prossigamos na nossa meta. Como Paulo terminou aí, prossigo para o alvo, né? Isso mesmo. >> Pois é. Quando diz, eh, Chico, eu conheço, o que que a pessoa tá dizendo? Ela tá dizendo aquilo que Paulo irá dizer em uma das suas cartas, que ele vai começar a escrever as cartas no próo capítulo. Nós já vamos ver que ele vai ter necessidade de escrever cartas. E ele vai dizer em uma dessas cartas que nós precisamos ser cartas vivas do evangelho. >> Vivas. Exatamente. >> O que que é carta viva do evangelho? é você andar, viver, você ter seu modo de viver de forma tão, tão representativa do evangelho, tão expressiva do evangelho, que a pessoa olha você e é como se ela tivesse lendo o evangelho. É o que faziam com o Chico. O Chico conseguia viver o evangelho 24 horas por dia. Onde ele estivesse, a expressão de de evangelho estava toda nele. Você olhava para Chico, você fala: "Assim que eu tenho que fazer, é assim que eu tenho que viver. Porque você tava lendo o evangelho, porque o Chico viveu o evangelho. Se ele fosse católico, se ele
e. Você olhava para Chico, você fala: "Assim que eu tenho que fazer, é assim que eu tenho que viver. Porque você tava lendo o evangelho, porque o Chico viveu o evangelho. Se ele fosse católico, se ele fosse protestante, budista, qualquer que fosse outra religião que ele abraçasse, ele seria reconhecido do mesmo jeito. Por quê? Porque viveu o evangelho. Então não é a fé que você tá professando que vai destacar você para um lado ou pro outro. O que vai destacar você é o modo como você vive. Você tá realmente se esforçando para fazer a vontade do pai? Você está realmente esforçando para usar o seu tempo para fazer o bem no limite das suas forças? Você já tá sendo observado por outras pessoas como alguém que tem referência para essa outra pessoa? A pessoa olha em você e vê assim: "Puxa vida, um dia eu vou conseguir fazer isso." Se você tá conseguindo já expressar esse tipo de jeito de viver, é porque você já tá fazendo diferença em alguns, porque a gente influencia pessoas de forma silenciosa pro bem, mas também pro mal. É o jeito que eu vivo, o jeito que Chico viveu, a pessoa transcende a religião. Não, não importa. Ele é espírita, tadinho. Ele é espírita, mas ele é bom. Ele é, mas ele é espírito. Ah, mas tadinho. Ele é, mas ele é bom, gente. Imagina se ele não fosse espírito, como ele não seria melhor. Gente chega a falar. Então assim, importa a fé que você abrace se você realmente vive o evangelho, porque o evangelho ele não tem religião. Jesus não deixou a religião na terra. Jesus deixou um código divino para que você adote esse código e seguindo as leis da vida, você conseguirá atingir a paz que você tanto busca e irá influenciar pessoas que se arrastarão pelas suas atitudes, pelos seus exemplos, pelas suas palavras, pela sua ajuda, pelo seu envolvimento. vários níveis você vai afetando vida de pessoas quando você se esforça para fazer o que Chico conseguiu fazer em quase 92 anos de vida, né? >> Pois é. É verdade, né? A gente sabe disso. Falou: >> "Oi, fala, pode falar."
vai afetando vida de pessoas quando você se esforça para fazer o que Chico conseguiu fazer em quase 92 anos de vida, né? >> Pois é. É verdade, né? A gente sabe disso. Falou: >> "Oi, fala, pode falar." >> Falou simples, mas falou assim o essencial. >> Agora Chico também foi muito perseguido, >> né? Paulo foi perseguido, mas Chico também. Chito também foi perseguido principalmente pelos padres católicos, né? Ele chegavam falar no alto falante da igreja para a cidade escutar, né? Então é com calma, com paciência, né? Ele foi conquistando todo esse esse respeito, né? Temos ainda >> bastante comentários aqui, mas vamos falar todos. Se Deus quiser vai dar tempo. Ó, a Glau fala novamente, ó. Infelizmente ouço ainda, lembra de ser espírita e não poder chorar ainda, companheiro, >> até considerar que não devemos chorar a desencarnação. O choro alivia e devemos ter tolerância. Sim. >> Pois é. ter tolerância, não censurar. Agora, o que a gente não pode é ficar eternamente chorando, né? Porque isso não vai contribuir nem para nós, nem para aquele que está recebendo as nossas vibrações. Mas o choro faz parte, a tristeza faz parte do dos nossos sentimentos, né? Então, a gente precisa realmente eh entender que cada um tem o seu sentimento, cada um tem o seu luto, né? eh eh moral que passa depois, porque não vai trazer a pessoa de volta, mas a a o amor não morre. O amor não morre nunca. Então a gente vai ficar com aquele sentimento de saudade, né? Mas não não é feio chorar, não é proibido chorar, é proibido só as lamentações eternas, né? Não é que seja proibido, não é bom nem para você que chora, chora, chora, chora, nem para aquele que é o objeto do seu choro, né? A gente precisa só entender isso. >> Pensa bem, às vezes um parente seu vem te visitar, você não via há muito tempo e aí você o recebe tudo, quando ele vai embora dar tchau, >> pois é, >> a gente chora, chora. Então ali tá dando, tá se despedindo, só que fisicamente você não vai mais ver aquela pessoa, né? Mas >> forma, mas mas eles vivem, né? É até uma
embora dar tchau, >> pois é, >> a gente chora, chora. Então ali tá dando, tá se despedindo, só que fisicamente você não vai mais ver aquela pessoa, né? Mas >> forma, mas mas eles vivem, né? É até uma uma mensagem de Emanuel, eles vivem, então estão ao nosso lado, estão conosco, eh oram por nós do mesmo jeito que a gente deve orar por eles, se alegram com as nossas alegrias, ficam tristes com as nossas tristezas. Então, porque a morte não existe só fisicamente, como a Janice colocou aí. Exatamente. >> Verdade. >> Então, existem dois tipos de choro, né? Vocês explicaram muito bem. O choro da saudade, que é >> saudável, que é muito bom. Você se lembra da pessoa, mas não prende a pessoa. Você não quer a pessoa do seu lado. Olha a palavra. Você não quer, >> porque a pessoa está num outro patamar, numa liberdade, como como Janis falou, acontece com filhos. Qual o pai e a mãe que cria o filho para ficar em casa o tempo todo? Nós criamos o filho, como se diz, pro mundo. Não é assim que funciona? >> É. >> E ele vai ter que partir e você vai sentir a partida. Mas você sabe que é o melhor para ele. Quando uma pessoa deixa o corpo de carne, é uma partida também. E se ele deixou o corpo de carne antes de você, você pode ter certeza que foi o melhor para ele, no sentido de que ali ele vai ter outras oportunidades que ele não teria aqui. A gente às vezes lamenta a morte de um filho e lá no Evangelho Segundo Espiritismo o Espírito fala bem claro. Se ele tivesse vivido, talvez ele tivesse trazido tantos problemas que você teria se decepcionado tanto. Então você não sabe, Deus sabe, você não sabe que a ida dele pode ter sido e deve ter sido muito melhor para ele do que você possa imaginar. Então sim, chora porque é uma coisa gostosa você sentir saudade é uma coisa boa. Significa que se a expressão do seu coração se vinculando ao outro. Mas não se apegue, não prenda, não queira ele com você. Porque nós aprendemos na doutrina espírita que o amor liberta, nunca aprisiona. O amor verdadeiro é aquele que você sabe, que
nculando ao outro. Mas não se apegue, não prenda, não queira ele com você. Porque nós aprendemos na doutrina espírita que o amor liberta, nunca aprisiona. O amor verdadeiro é aquele que você sabe, que todos somos filhos de Deus e hoje estamos juntos, amanhã separamos, depois de amanhã juntamos de novo. E a hora aprasada por Deus, nós vamos estar juntos de novo. E a alegria do reencontro costuma ser maravilhosamente bonita, cheia de emoções. Então, tenhamos a condição de esperar. O Pai sabe, nós não sabemos. Então, ter essa questão de saber esperar com tranquilidade, trabalhando e servindo um bem, você vai com certeza ver seu amigo, seu parente, seu filho, seja qual for o nosso referido, com mais frequência do que você imagina, inclusive através dos sonhos, que são movimentos em que nós nos encontramos com os nossos queridos. E quanto mais nós somos libertadores dessas criaturas, mais nós temos possibilidades de encontrá-los espontaneamente. >> Verdade. Verdade. [risadas] >> Muito bom. >> A Marcela Esteves. Esse chat nunca bombou desse tanto, hein, Marl? >> É o [risadas] para sermos mais tolerantes e colocarmos em práticas os ensinamentos de Jesus e da doutrina espírita. Perfeito, Marcela, um beijo. Amei lhe conhecer pessoalmente lá em Brasília. Muito bom. É isso mesmo, minha querida. A gente veio para ser feliz, né? E temos como um instrumento, uma ferramenta a doutrina espírita. Vamos usar >> com certeza. Ó a Márcia Coelho falando, ó ferramenta. O Espiritismo nos dá com a fé assassinada, >> né? Conhecereis a verdade e ela vos libertará. >> Isso é perfeito. >> É uma ferramenta, com certeza. Eh, a Marcela Esteves ainda coloca aqui, ó. Vamos ler todo mundo. Pelo exemplo, mais do que pelas palavras, viver os ensinamentos de Jesus com o amor ao próximo, a humildade, o perdão e a compaixão é a forma mais poderosa de tocar corações. Você não precisa nem falar que é de uma religião ou que é de outra ou que é de outra. Olha que perfeito, [risadas] >> entendeu? você vendo os ensinamentos, o amor ao
a mais poderosa de tocar corações. Você não precisa nem falar que é de uma religião ou que é de outra ou que é de outra. Olha que perfeito, [risadas] >> entendeu? você vendo os ensinamentos, o amor ao próximo, acolhimento, a humildade, como você se apresenta, né, você vai ser aceito, você vai tocar corações, né, Marx? >> Exato. Muito bem. A expressão, a expressão mais importante foi que ela disso, porque se você vive de fato o o evangelho, se você vive a expressão de você dá conta de viver do amor, todo mundo que te observa percebe isso. Eu sempre expressão é como se você tivesse emanando um perfume que por onde você passa, as pessoas do lado sentem esse perfume e de alguma forma para poder sentir o perfume querem ficar mais perto de você. E você de novo passa a ser um indutor, alguém que ajuda o outro a corrigir caminhos às vezes observando em você. A pessoa vai dizer assim: "Mas como que ele consegue fazer isso? Eu também queria dar conta de fazer isso." Quando a gente olha do Amar Teresa de Calcutá, por exemplo, como que ela teve coragem de largar tudo, ir lá para aquele lugar onde ela foi e se dedicar praticamente a vida toda para aqueles pequeninos? Que força, onde ela tirou essa força? E você então fica interrogando-se a si mesmo e dizendo: "Ela conseguiu também nós podemos conseguir". >> Pois então, exatamente, >> se um consegue, qualquer um pode conseguir. Isso é verdade. >> Verdade. Marx, conhece seu comentário. Me lembrei uma coisa da minha infância, sabe? Eu às vezes tinha alguma alguma discussão, alguma coisa em casa entre os irmãos, né? e tudo. Aí eu não gostava, sempre não gostei. Então eu sempre chegava ali para acalmar os ânimos, né? E a minha mãe falava assim: "Ó, Janice, eu acho que você foi freira ou padre numa outra vida. Porque você já chega [risadas] com a água branta jogando em todo mundo para todo mundo ficar bem". Me lembra >> coisa boa. >> Perfeitamente como se tivesse voltado. Impressionante, né? A a Márcia Coelho fala: "Jesus é nosso modelo e guia
água branta jogando em todo mundo para todo mundo ficar bem". Me lembra >> coisa boa. >> Perfeitamente como se tivesse voltado. Impressionante, né? A a Márcia Coelho fala: "Jesus é nosso modelo e guia bússola, que nos dá a diretriz segura para o nosso caminhar." >> Perfeito. Exatamente. >> Então é outro caminho para seguir. Olha só, né? A gente vai lá >> e olha aquilo. Vamos botar em prática, vamos trazer, como diz a Marus, vamos trazer pro nosso coração e depois vamos tirar do nosso coração >> e doar, né? falou mesmo. >> Exato. >> Muito bom, muito bom mesmo, gente. E a Gisele Teresa Baralte também fala aqui de novo. Será que o Paulo não tocou os corações ou os irmãos ainda não estavam preparados para entender? Pois versos, >> Pois é, Gisele, Paulo lançou a semente como Jesus lançou. Com certeza essa semente vai brotar, porque Deus está dentro de nós. Jesus está conosco. Então vai brotar sim. Pode não brotar agora no primeiro momento, mas depois o tempo, as dificuldades da vida vai nos modelando, né? Então ele tocou os corações, mas as pessoas por orgulho e talvez muito egoísmo, não quiseram externar. Talvez incomodou. Daí a revolta, daí eh a as agressões, né? Porque incomodou. Às vezes quando incomoda é porque você diz assim: "Poxa, é para ser assim mesmo, mas eu não quero ser". Então tem que respeitar e esperar >> isso. Cada um tem seu tempo, né, Marlúci? >> É, cada um tem seu tempo. >> E Deus tem um tempo maior ainda para nós, né? >> Pois tem. Pois. de misericórdia, de gratidão, que a gente tem que, sabe, só tem que agradecer, porque quantas chances a gente tem. E a gente vem nesse rio, >> é, a gente vem que nem esses cascalhos no fundo do rio aí, a e a água só passando, só passando, né? E a gente vai se arredondando, né? Vai perdendo aquelas aquelas aras >> isso. >> Espinhudas. [risadas] É isso aí, né? A lei, a lei do lei de mar, ela coloca assim com relação ainda a Atenas, que eles se prendiam, né, muito a fé nas imagens. >> É, exato. É. >> E era isso. >> É isso mesmo.
das. [risadas] É isso aí, né? A lei, a lei do lei de mar, ela coloca assim com relação ainda a Atenas, que eles se prendiam, né, muito a fé nas imagens. >> É, exato. É. >> E era isso. >> É isso mesmo. >> Eles eles idolatravam muito as imagens, né? E aí as pessoas, ela continua que as pessoas se conectavam com mais com os os santos, com as imagens, em vez de diretamente com os ensinamentos do pai, né, com o pai. E isso é mesmo, né? Ele eram, eles eram um povo ah que cultuava imagens, né, símbolos, né, de barro, de pedra. Mas eh vamos ver quem mais aqui. A a Marlene Taxa excelentes reflexões baseadas em fatos nos trazendo a segurança do real sem floreios. Gratidão a essa fé raciocinada. Com certeza, né, Max e Marce? >> Certeza. eh importante da doutrina espírita é isso, porque nos explica com clareza, sem subjetividade, agora, sem simbolismos, sem alegorias, porque a doutrina espírita trata de nos eh mostrar os ensinamentos de Jesus em espírito e verdade, trazendo o real significado. Eu gosto muito desse capítulo que o Max citou aqui, estranha moral, porque são coisas que a gente realmente não entende que Jesus disse ou se foi atribuído a ele, mas Kardec dá o significado, dá explicação. Então, a doutrina espírita eh eh realmente tira o vel da letra. Exatamente. >> É, aliás, ele dedicou um capítulo a isso, né? Então, é importante a gente novamente, né, Max, e reler a estranha moral, né? Olha, tem muitos elogios, viu, Marl? Mas o Carlinhos Taiano, né? A gente tá tá passando um pouquinho do horário, mas o Carlinhos Taiano, olha aqui, ó, para você, Marlúci, sugerimos, Marlúci, integrar-se aos expositores. Ótima, professora. Com certeza Carlinhos também opinião, >> gente, generoso. Gentileza, Carlinhos, gentileza da sua parte. >> Muito bom, né? Muito bom mesmo. Então, pessoal, agradecendo aqui o nosso estudo de hoje. Realmente esse esse nosso chat bombou, como diz os jovens, né, hein? >> Os jovens. É, [risadas] >> então, na próxima semana a gente vai ver o que foi que alegrou tanto Paulo com
nosso estudo de hoje. Realmente esse esse nosso chat bombou, como diz os jovens, né, hein? >> Os jovens. É, [risadas] >> então, na próxima semana a gente vai ver o que foi que alegrou tanto Paulo com essa notícia que o Timóteo trouxe de Corinthians. Mas quem vai dar a dica é Maxlan. É isso mesmo. É ele semana que vem vai trazer toda a verdade, né? >> Vocês se preparam que a semana que vem nós vamos visitar a região de Acaia, vamos passar por Sencreia, vamos visitar o Porto, vamos visitar a antiga Corinto, vamos verificar que Paulo passou mais tempo lá do que em todas as outras cidades. Será? Exatamente. >> Vamos ver isso. Guardem essas coisinhas porque semana que vem Corinthi era a cidade queridinha dele. >> Mas tem uma explosão, né, hein? >> Vamos chamar então pra tela, o Hugo também que nos conduziu hoje aqui, que já está ansioso esperando o próximo tema. Então vamos lá. >> Isso vai deixar todo mundo ali, hein? Ansioso. Gisa, vem também. Muito bom, muito bom, gente. Agora para encerrar, eu vou pedir o Max para nos conduzir uma pressa e depois a gente volta para dar um um tchau para vocês. Então, vamos todos nos aquiietarmos intimamente e vamos nos imaginar como discípulos de Jesus, desbravando as montanhas, os obstáculos, as dificuldades, tendo sempre à frente a luz do evangelho a nos guiar, superando todos estes bravos movimentos da vida. Agora, no século XX, os desafios são de outros contornos, mas da intimidade do coração, Senhor, os desafios são os mesmos. nos apequenarmos para que a sua obra, o evangelho cresça, nos tornarmos agentes da sua condição de conhecer, ser conhecido por todos, para que todos possam usufruir deste evangelho tão doce, tão salutar, que nos traz paz ao coração. Que sejamos nós, Senhor, esse século XX, os caminheiros, os que viajamos por nossos caminhos íntimos e consigamos extrair o que melhor há em nós e anular o que ainda precisa ser retirado. E que possamos viver o amor na expressão mais simples dos detalhes da vida, amando-nos uns aos outros com
íntimos e consigamos extrair o que melhor há em nós e anular o que ainda precisa ser retirado. E que possamos viver o amor na expressão mais simples dos detalhes da vida, amando-nos uns aos outros com coisas muito básicas, sorriso, abraço, um caminhar suave, um olhar alegre, simpático, enfim, movimentos singelos, mas que juntos constituem a expressão verdadeira do amor. Muita paz, Senhor, e nos ampare para que vençamos o mundo como o Senhor venceu. Que assim seja. >> Que assim seja, Marx. Bom retornar o pessoal aí. Marlúci, Hugo, Gisel, Hugo, muito obrigado pelo nos por nos conduzir a esse estudo maravilhoso. Marlúci, agradecemos de coração. Muito bom ter você aqui, viu, Max? Também, Gisela, né? E vamos caminhando, né? Vamos caminhando. Caminho reto. Olha só, não tropeça aquele que não caminha, né, Marl? Então, vamos caminhar, mesmo que tropecemos, continuemos a caminhada, tá? E para segunda-feira que vem, Marxlâniio vai trazer a grande notícia para nós, a novidade de Paulo. Um abraço e um beijo no coração de todos. Até lá. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. [música] Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção [música] em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, [música] preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam [música] o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente [música] em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, [música] cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. [música] Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E
nicólogos, produtores audiovisuais, [música] cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. [música] Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este [música] trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar [música] alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, [música] mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar [música] ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento [música] e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer [música] essa corrente. A padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. >> Acesse doi.v.com.br e faça sua doação. Eu quero ver.
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