#26 Estudo O Evangelho Redivivo | Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos

FEBtv Brasil 04/11/2025 (há 6 meses) 1:38:06 183 visualizações

"O Evangelho Redivivo - Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos". Estude conosco todas as segundas-feiras, às 19h. O Livro VI traz o estudo interpretativo de Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos e faz parte do programa O Evangelho Redivivo, uma proposta de estudo sistematizado e sequencial dos 27 Livros que compõem o Novo Testamento. Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos. Link de acesso ao estudo: https://febtv.live/evangelho_redivivo Apoie a FEBtv! Para que es...

Transcrição

Olá, queridos amigigos, muito boa noite. Sejam todos muito bem-vindos a esse estudo abençoado do Evangelho Rede Vivo, que é um programa de estudo continuado de iniciativa da Federação Espírita Brasileira. Estamos vendo o livro seis, Atos dos Apóstolos. Vamos interpretar a mensagem de Jesus do Novo Testamento, versículo a versículo à luz da doutrina espírita. Vamos ver quem já chegou aqui na nossa sala. A Gisela, a Gisele, a Glácia Araújo, a Márcia Coelho, Jairo Roberto, amigo, seja bem-vindo. A Marlene Tá, sempre conosco. Todos vocês e outros que ainda irão adentrar a nossa sala de estudos, sejam todos muito bem-vindos. Nós vamos, estamos transmitindo pela, pelo Facebook da FEB oficial, pelo Facebook da FEB TV e também pela FEB Lives que é no YouTube. Então, para dar seguimento ao nosso estudo de hoje, eu vou convidar a Marlúci, que fará a nossa leitura e a nossa prece inicial. Boa noite, Marluci, seja muito bem-vinda. >> Boa noite. Boa noite, querida Janice. Boa noite, queridos amigos. Uma alegria estarmos juntos. Então, a leitura de preparação de hoje está no livro Vinha de Luz, eh, Francisco Cândido Xavier, pelo espírito Emanuel, capítulo 88, intitula-se: Tu e tua casa. E eles disseram: "Creê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo tu e tua casa". Atos capítulo 16 versículo 31. e comenta Emanuel: "Geralmente encontramos discípulos novos do Evangelho que se sentem profundamente isolados no centro doméstico no capítulo da crença religiosa. Afirmam-se absolutamente sós sob o ponto de vista da fé. E alguns despercebidos de exame sério tocam a salientar o endurecimento ou a indiferença dos corações que os cercam. Esse reporta-se à zombaria que é vítima. Aquele outro acusa familiares ausentes. Tal incompreensão, todavia, demonstra que os princípios evangélicos lhes enfeitam a zona intelectual sem lhes penetrarem o âmago do coração. Por que salientar os defeitos aleheios, ouvidando, por nossa vez, o bom trabalho de retificação que nos cabe no plano da bondade oculta. O Conselho Apostólico é

sem lhes penetrarem o âmago do coração. Por que salientar os defeitos aleheios, ouvidando, por nossa vez, o bom trabalho de retificação que nos cabe no plano da bondade oculta. O Conselho Apostólico é profundamente expressivo. No lar onde exista uma só pessoa, que creia sinceramente em Jesus e se lhe adapte aos ensinamentos redentores, pavimentando o caminho pelos padrões do mestre, aí permanecerá a suprema claridade para a elevação. Não importa que os progenitores sejam descrentes, que os irmãos se demorem endurecidos, nem interessam a ironia, a discussão áspera ou a observação ingrata. O cristão, onde estiver, encontra-se no domicílio de suas convicções regenerativas para servir a Jesus, aperfeiçoando e iluminando a si mesmo. Basta uma estaca para sustentar muitos ramos. Uma pedra angular equilibra um edifício inteiro. Não te esqueças, pois de que se verdadeiramente aceitas o Cristo e a ele te afeiçoas, serás conduzido para Deus, tu e tua casa. E assim, meus amigos, com essa reflexão de Emanuel, que de certa forma acalma o nosso coração, acalma nossas angústias, porque sabemos que cada um está num degrau, num patamar, numa estrada do caminho, cada um a seu passo. Agradecemos, Senhor, tanto ensinamento que nos consola, que nos orienta, mas sobretudo que nos dá a esperança de que se estamos verdadeiramente seguindo o Cristo, se estamos nos passos do Senhor, nós e nossa casa, nossa casa íntima, nossa casa mental, com certeza estaremos palmilhando. caminhos cheios de pedras, de espinhos, mas também de flores, porque a chegada é nos braços do Senhor. Obrigado, mestre. abençoa a nós, a nossa casa íntima, o nosso lar doméstico, os nossos familiares e ajuda-nos, Senhor, a ter a compreensão, a paciência, a tolerância conosco, mas sobretudo com aqueles que estão caminhando ao nosso lado e que às vezes não abraçam a nossa fé, não compreendem os nossos procedimentos, a nossa atitude diante da dor, diante do sofrimento. Ajuda-nos, Senhor, a compreendê-los, mas também a amá-los, porque somos todos

ezes não abraçam a nossa fé, não compreendem os nossos procedimentos, a nossa atitude diante da dor, diante do sofrimento. Ajuda-nos, Senhor, a compreendê-los, mas também a amá-los, porque somos todos irmãos, somos todos filhos do mesmo pai e a destinação é uma só, ser feliz. Gratidão, Senhor, por esta compreensão que a doutrina espírita nos dá. Gratidão pelos ensinamentos trazidos por Jesus, por seus apóstolos, por seus enviados. Ensinamentos esses que não só nos direcionam, mas nos dá a certeza absoluta de que, seguindo os passos do Senhor, teremos luz eterna em nossa vida. Muito obrigada, Senhor, por esses ensinamentos que reverberam ao longo da história da humanidade e que aquecem e acalmam a nossa alma. Gratidão, Senhor. >> Gratidão, Marlúci, pela linda prece, né? Você vai ter uma outra obrigação agora, né? É exato. >> Tá se pedindo a gente hoje por enquanto. Por enquanto. >> Muito, muito obrigada. >> Eu que agradeço a sua participação, Marce. Então, queridos amigos, eh, vamos ver aqui a Nilzete, a Maria, a Maria Finote, Maria de Lourdes, a Marlene Tax já está aqui, né? Oh, que coisa boa. Olha só a a Nilzete Perez, Damares Alves, Carlinhos Taiano, sempre conosco. A Marcela Esteves, seja bem-vinda, Marcela. Bem, Aldo Nobre, né? A Gisele novamente. Então, ainda temos mais pessoas para entrar, né? Audília, seja bem-vinda. Todos sejam bem-vindos ao nosso estudo de hoje. E hoje a gente vai ver a segunda parte do capítulo 16, que vai de 16, do versículo 16 ao 24. E ele vai trazer paraa gente hoje a prisão de Paulo e Silas e a libertação maravilhosa dos missionários que vai ser apresentado para pela nossa amiga e facilitadora, coordenadora do Evangelho Rede Vivo, a Marta Antunes, que vamos chamar aqui em tela. Abre a sua câmara, Marta. Não estamos lhe vendo. Martinha tá com a câmera fechada. Ah, sim. Agora sim. Mata tá nos vendo, tá nos ouvindo? Não. E agora? tá nos ouvindo, Marta? Bom, a Marta tá com alguns probleminhas na para ser para entrar no nosso estúdio enquanto a gente ela consegue aí. Vou

gora sim. Mata tá nos vendo, tá nos ouvindo? Não. E agora? tá nos ouvindo, Marta? Bom, a Marta tá com alguns probleminhas na para ser para entrar no nosso estúdio enquanto a gente ela consegue aí. Vou chamar o Max para me acompanhar aqui. Oi, Max. Marta tá com alguns probleminhas na talvez. Boa noite, pessoal. Boa noite todos que estamos juntos. É melhor ela sair, entrar de novo, que essas coisas costumam acontecer e saindo e entrando parece que o céu se abre pra gente >> fazer isso que vai dar certo. Até porque nós estamos ansiosos para ver os temas que ela vai apresentar, né? Ela já tá voltando, tá? Acho que consegue nos ouvir? Consigo, eu tô ouvindo bem agora. Caiu de repente esse final da prece da Barnúcia. Eu não sei o que que houve aqui. Caiu, eu tentei entrar, aí eu tava no iPad, não consegui, no computador não consegui. Agora entrei aqui pelo celular. Certo. Abaixo isso aí. Agora baixar um pouquinho para ir aí. Ficou ótimo agora. Bom, >> seja bem-vinda, tá? >> Tá bom. Obrigada. >> A tela inteira é tua, tá, Martinha? Vou pedir o Hugo agora, se ele puder apresentar a sua. >> É, Hugo, apresenta aí >> a sua apresentação, tá? Aí qualquer coisa estamos aqui, >> tá bom? Muito obrigada. Obrigada, Janis. bom trabalho para nós. >> E primeiramente eu quero enviar o meu abraço muito carinhoso a todos vocês que estão conosco aqui, amigos e amigas que nos acompanham nesse trabalho do estudo evangelho Rede Vivo. Sejam bem-vindos vocês que estão aí no corpo físico, como eu, como a Janis, como Mar, como U, como Hélio, como a Marl e os que estão desencarnados, que gostam desse trabalho ou que estão preparando a reencarnação e que precisa e sentindo as vibração do nosso plano. Então, como tá e projetado aí, hoje nós vamos fazer um estudo Atos Apóstolos, capítulo 16, do item do dos versículos, capítulo 16, versículo 16 a 40. No tema anterior 15, vocês estudaram até o o até o versículo 15. Então, nós estamos eh na fazenda viagem de Paulo. Nós estamos viajando com Paulo. É a segunda viagem missionária do apóstolo.

16 a 40. No tema anterior 15, vocês estudaram até o o até o versículo 15. Então, nós estamos eh na fazenda viagem de Paulo. Nós estamos viajando com Paulo. É a segunda viagem missionária do apóstolo. E hoje temos dois itens, o item A prisão de Paulo e Silas e a libertação maravilhosa desses dois missionários. Nós vamos ver, são dois itens apenas, mas eles têm muitos conteúdos. Então nós vamos lá. O próximo, por favor, Hugo. Então aqui nós temos aqui um um momento da segunda viagem verão, fazer um resumo, né? No no a gente vê na introdução do tema, nós temos uma pequena síntese da viagem missionária de Paulo. Foi uma viagem enorme. Vocês podem ver aí, ó. Vocês vê que ele saiu de Antióquia ou Antioquia, alguns falam Antioquia, mas Antioquia da Síria, essa que estão com as duas setas vermelhas, porque tem outra Antióquia mais em cima que é chamado Antióquia da Tem mais outros Antióquia. Antiógia foi, tinha várias cidades com esse nome. Nós vamos lembrar, Paulo tava vindo de Jerusalém, que teve o concílio lá. Aí ele vem para Antioquia lá em Jerusalém, foi feito o na no concílio de Jerusalém, o primeiro concílio cristão, eles fizeram um documento, foi elaborado um documento sobre a liderança de P, Thaago e outros apóstolos para eh que esse documento deveria ser levado a não só os gentílicos que estavam aderindo, convertendo-se ao cristianismo, mas também a outros judeus de outras regiões que estavam se convertendo ao cristianismo. Então, Paulo saiu de Jerusalém com Barnabé, né, para poder viajar com esse compromisso de rever aquelas que já tinham fundado, aquela aquelas igrejas que tinham sido fundadas, fundar outras, mas também para levar as instruções eh a respeito dessa desse documento que foi elaborado no concílio. de Jerusalém. Então a gente vê que ele saiu de Antióquia, que tá marcado aí circundado com um um risco branco e duas setas. E o destino dele nesse primeiro momento ali em cima, né? Eles iam andando. Antió, Icônio, não, perge, Derbe, Listra, Incônia, Antió, Antipídia, Troad e Felipe. Tanto

m um um risco branco e duas setas. E o destino dele nesse primeiro momento ali em cima, né? Eles iam andando. Antió, Icônio, não, perge, Derbe, Listra, Incônia, Antió, Antipídia, Troad e Felipe. Tanto que eles iam ir Antió de Picídia, mas pediram, houve uma orientação espiritual, um espírito apareceu para que eles não entraram. Então eles vão para Troade e lá em Tres estava fazendo o percurso a pé, mas lá em Trôedade eles pegam um barco e vão para Felipe, uma região marítima. Agora vocês veja todo o percurso que eles iriam fazer. Ouro de hoje é a viagem de Antióquia, o Antioquia a Filipos, tá? Então nós vamos os integrantes, os todos os integrantes dessa viagem é Paulo, Sedas, Timóteo e Lucas. Vamos lá no próximo. Então a gente percebe aqui uma coisa que, como eu antes eh em o essa viagem completa, essa segunda viagem de Paulo que ele vai até Atena, ela é muito longa, então abrange eh três capítulos. esse capítulo 16 que já começou na semana passada, o capítulo 17 e vai até o 18, vai ter toda a descrição. Quando foi que possivelmente aconteceu essa viagem? No ano 49, 50, 49 a 50 depois de Cristo. E foi, como nós acabamos de falar, depois do concío de Jerusalém. Então, eu fiz alguns um resumo, né, da programação, digamos, que inicialmente foi dado os o os membros da casa do caminho da igreja cristã de Jerusalém, deram a Paulo e Barnabé. Paulo já tava reconciliado com todos, já não era mais o perseguidor. Paulo já era visto como amigo. Eh, ainda que alguns tivessem alguma desconfiança, mas era visto de uma maneira geral como amigo convertido ao cristianismo e foi o grande batalhador do evangelho. Então Paulo sai de Jerusalém com Barnabé, que era um membro, é, assim, vamos dizer, proeminente, uma pessoa destacada, um dedicado trabalhador também do caminho. Ele sai de Antióquia, da Síria, que era o primeiro Antióquia que a gente viu, e vai em direção a Derby Listo, que hoje tudo situa na, tá situado na Turquia, mas eles vão por via terrestre. Eu quero lembrar via terrestre

a, da Síria, que era o primeiro Antióquia que a gente viu, e vai em direção a Derby Listo, que hoje tudo situa na, tá situado na Turquia, mas eles vão por via terrestre. Eu quero lembrar via terrestre uma pé ou uma vez ou outra consegue pegar um animalzinho e tudo, mas eles não têm muitos recursos financeiro para ganhar, para pagar animais. E tem que lembrar que essa região aí de dessa cidade é uma região muito montanhosa. Então sofriu muitas dificuldades que uma coisa é a gente andar na estrada reta, outra coisa subir descer montanha exige esforço. Não, não, não era estradas como nós temos hoje, chamada estrada romanas eram boas, mas nem não é como de hoje. Eles, os do eles estavam sujeito a todo tipo de interpéria, né? Além de doença normal, de quedas, de machucados, pouca alimentação, eh eles eles também estavam eles podiam estava merced de salteadores, de bandidos, pessoas, algumas cruéis. Então eles dependiam tanto para alimentar quanto para se abrigar da boa vontade de amigos, de de cristãos, pessoas que se converteram ao cristianismo ou de pessoas gentis mesmo, que às vezes davam alimentação, davam abrigavam em troca de um em troca de um trabalho. Então, Paulo e Barnabé sai dali de Jerusalém com o compromisso via terrestre atravessando toda aquela montanha de levar aquelas informações, aquelas orientações do concílio de Jerusalém. A gente vai ver que quando chega um determinado momento, um pouco antes dessa cidade derby lista, Paulo e Barnabé, apesar de amigos antes e e depois, eles tiveram desentendimento, porque o e o Barnabé, que era parente de Marcos, João Marcos, né, o que escreveu o terceiro evangelho, ele, apesar de parente. Ele queria que o João Marco, era muito novo, entrasse na equipe. Mas o João Marcos tinha uma personalidade, pelo que se deduz, né, gente? pelo que se dedú, um tanto que bate de frente com Paulo, por exemplo, eh, Marcos era totalmente contra a fazer pregação para os gentílicos, mesmo depois dessas resoluções do conselho de Jerusalém, que tinha igrejas que a maior

que bate de frente com Paulo, por exemplo, eh, Marcos era totalmente contra a fazer pregação para os gentílicos, mesmo depois dessas resoluções do conselho de Jerusalém, que tinha igrejas que a maior parte das pessoas era, a maior parte era gentílica. Então, Paulo, isso batia de frente com Paulo. Sei que houve uma discussão, desentendimento, não inimizade, mas houve um desentendimento e Barnabé resolve ir para Chipre lá, né, na Grécia em de Marcos. Eh, Paulo fica em companhia de Silas. Silas, como nós sabemos, Silva já deve ter estudado anteriormente, foi um dos grandes trabalhadores ao lado de Paulo junóteo, né? Timóteo era considerado por Paulo como filho do coração. Então, Silas, eh, o Silvano, algumas vezes, o nome dele é ele é faz referência a ele como Silvano, que na língua hebraica, Silas significa possivelmente Saul. E o que acontece que Silas, Paulo ficou e deu preferência que fosse Silas o companheiro de viagem, primeiro porque ele era uma liderança e segundo ele era uma liderança da igreja de Jerusalém, da igreja cristã em Jerusalém, que acompanhou todo aquele congresso, todo aquele concílio e iam e os dois estavam lá e iam levar um documento momento que eles estiveram presentes durante a reunião, acompanharam todo o desenrolado da reunião. Então Paulo separa de Barnabé e aí eles vão segue viagem com Silas. Aí a gente vai ver depois que com Silas não teve problema nenhum. E quando chega em Listra, aquele mapa que vocês viram, eh, Listra, quando eles chegam em Listra, eles encontram com Timóteo, né, o o filho que Paulo não teve na encarnação e junta-se aos viajantes. Timóteo também era muito jovem, ele devia ser um pouco mais que um adolescente. E aí eles seguem via para Troad. onde ali quando ele chega em Trôedade, Paulo tem aquela visão do Macedônio que estudaram, que foi estudado no tema anterior, um Macedônio pedindo auxílio para si e para o seu povo. Eh, depois como eles tinham que sair do percurso terrestre para ir para Filipos, tinha que atravessar o mar, então eles

tudado no tema anterior, um Macedônio pedindo auxílio para si e para o seu povo. Eh, depois como eles tinham que sair do percurso terrestre para ir para Filipos, tinha que atravessar o mar, então eles tinham que pegar uma embarcação. E olha a surpresa, a grande alegria, o grande amigo do coração de Paulo que era Lucas. Então eles encontram com Lucas. Lucas era um médico de bordo, né? Ele atendia nos navios, navegava. E então ele pede uma licença e viaja e se adelo. Então fica o grupo Paulo, Timóteo, Paulo, Silas, Timóteo e Lucas. E eles viajam no na embarcação e vão em direção a Filipos. Então, eh quando ele chega, Filipo já é na Macedônia. Era uma cidade, Filipos, era uma cidade muito próspera, muito assim, vamos dizer, se fosse considerar os dias de hoje, muito moderna, de vai e vem de pessoas, mas era uma cidade de formação grega, foi fundada pelos gregos. No entanto, devido ao domínio romano, ela foi incorporada como sendo uma cidade romana, pertencente ao Império Romano. Então ali quando ele chega em Filipos, nessa cidade, logo de imediato, ele ele é hospedado na casa de Lídia, que era uma senhora muito piedosa, era uma vendedora de púrpura, né? aquele material de tintura e tudo. E a e Lucas e e Timóteo vão viajam pela redondeza. Então, quem fica realmente em Filipos é Paulo e Silas. Depois a gente vai ver que Paulo e Silas são presos em Felipe. Aí, então esse é um resumo. O próximo, por favor, ô ô Hugo, apresenta um um resumo aqui, um resumo assim mais demais. Separação de Paulo e Barnabé devido à inclusão de a discussão sobre a inclusão de João Marcos na equipe. Sil viaja com palco substituindo Barnabé. E encontra Timó, em Troa de encontra Lucas e eles viajam por mar e finalmente chegam em Filipos, onde ele se hospeda na casa da Líia. Essa é a história. Agora, antes da nós entrarmos no estudo propriamente dito, o próximo slide vai nos mostrar uma pequena pequena informação sobre sobre Filipos. Filipos hoje ela não existe assim como uma cidade daquela época. São ruínas, só

trarmos no estudo propriamente dito, o próximo slide vai nos mostrar uma pequena pequena informação sobre sobre Filipos. Filipos hoje ela não existe assim como uma cidade daquela época. São ruínas, só ruínas que tem por ali. E mas foi uma cidade esplendorosa. Eh, como nós falamos, a cidade grega, mas muito importante para o império romano. Por que que ela era importante? porque ela era uma eh uma entrada crucial para a Europa. Os que duas das pessoas que vinham da Ásia, sobretudo mesmo no extremo Oriente, ou da Ásia Menor, que aquela região de Israel persa por ali, Irã hoje. Então era uma porta de entrada, era uma cidade que ficava assim no meio do caminho e dando braço à Ásia, que ligava a Ásia. a que era o Oriente, ao Oid e ao mesmo tempo quem vinha da Europa da Ocidente em direção a ao Oriente. Então era uma cidade grande movimentação, mas era uma cidade que ficava no topo, no alto de uma colina, né? Então ela era cercada, protegida, né? e ela oferecia uma localização estratégica muito grande do ponto de vista não só comercial, mas do ponto de vista político e administrativo. Então, ela era rodeada pelo rio Gangites. Eh, para chegar tinha lá uma via romana construída pelos romanos chamada Viagncia. Então, dos dois lados estavam os dois continentes, o asiático. Então, mas eram ambos eram uma cidade marcadamente politeísta, tanto pela fundação dos gregos que eram politeístas, quanto pelos romanos que se apropriaram da cidade. O que a gente percebe que essa cidade, por ser uma cidade de de trans, que estava no meio do caminho, digamos assim, ela vinha pessoas de todo tipo para lá, inclusive tinha muitos adivinhos, muitas pessoas assim com novidades, com coisas diferentes e que aquilo atraía, né, a multidão que ali existia uma multidão geralmente de pessoas mais voltadas pro materialismo, paraas coisas transitória, mas era uma cidade que tinha um uma espécie de uma governadoria, uma espécie de um de uma romana importante, tinha magistrados que eram pessoas importantes. Então

erialismo, paraas coisas transitória, mas era uma cidade que tinha um uma espécie de uma governadoria, uma espécie de um de uma romana importante, tinha magistrados que eram pessoas importantes. Então vamos pro próximo. Então agora nós vamos entrar no assunto propriamente dito do nosso estudo. Eu gostaria que algum dos companheiros que que puderem colaborar que lem. Nós estamos fazendo uma cinta que são longos, né, os versículos assim dos versículos e fizesse um breve comentário a respeito. Aqui nós temos quatro três versículos que é Janí. Ganis, >> eu Vamos ler. >> Uhum. >> Versículos eh 16 do capítulo 16, né? Primeiro que a gente vai aconteceu que indo nós para o lugar de oração, nos saiu ao encontro uma jovem possessa de espírito adivinhador, a qual adivinhando dava grande lucro aos seus senhores. a cidade já tinha esse esse esse esse tipo de pessoas, né, médiuns assim que eram adivinhos, né, Marta? >> Era >> a cidade essa aonde a gente vai tá tá falando agora. Então, ela era uma jovem possessa de um espírito adivinhador. O que é um espírito adivinhador? que fala sobre o futuro. E a moça sendo possessa, ele praticamente eh comandava essa pessoa, essa essa moça, essa jovem, esse espírito. E aqui diz que ela dava grande lucro aos seus senhores. Por quê, né, Marta? porque cobrava as adivinhações, que era uma mediunidade na da menina, né? >> Exatamente. >> É. E Atos 16:17, vamos seguir. A moça começou a nos seguir, gritando assim: "Estes homens são servos do Deus Altíssimo e anunciam como vocês podem ser salvos." Em Atos 16:18, ela continua. Ela fez isso muitos dias, seguindo a equipe de Paulo. Por fim, Paulo se apareceu. Vai, tá dando um eco. Vamos ver se eu consigoar. >> Oi. >> Tá dando um eco na minha fala, Marta. É, já tá, já >> agora melhorou. Agora melhorou. Agora melhorou. Ah, sim. Ah, o Hugo deve ter feito aí para nós. Então, ela fez isso durante muitos dias, seguindo a equipe de Paulo. Por fim, Paulo se aborreceu, virou-se para ela e ordenou ao Espírito: "Pelo poder do nome de Jesus Cristo, eu

er feito aí para nós. Então, ela fez isso durante muitos dias, seguindo a equipe de Paulo. Por fim, Paulo se aborreceu, virou-se para ela e ordenou ao Espírito: "Pelo poder do nome de Jesus Cristo, eu mando que você saia dessa moça". E no mesmo instante o espírito saiu, ou seja, ele expulsou aquele aquele espírito, né, Marta, que a acompanhava e que os os senhores dela ganhava muito dinheiro com isso, >> tá certo? Então, a gente tem uma situação aqui eh bastante grave, né? Um processo de que o >> possessão possessão, né? que segundo a doutrina espírita, Kardec, logo no início, na revista espírita, ele usou muito essa palavra processão, mas essa palavra possessão, ela tem um duplo significado. E na época de Kardec, mesmo ainda hoje, em alguns lugares, algumas interpretações, possessão era assim, o espírito da pessoa, por exemplo, tô no meu corpo, meu meu espírito é retirado e entra o outro. Ele fica, não é só dominando no processo de subjulação, ele entra no corpo da pessoa. Então, Kardec, você vê como é que naquela época ele já tinha uma visão das coisas. Ele achou melhor substituir a palavra possessão por subjção, que era o domínio mental, um domínio era dominava tudo da pessoa, mas não entrava o espírito obsessor no corpo e substituía o outro dono do corpo, digamos assim. Então, a gente vê uma é uma situação, eh, vamos dizer assim, inusitado. É uma coisa não não inusitada a obsessão, não é isso. A obsessão não é inusitada, mas a gente vê a gravidade dação. Você Vamos fazer uma reflexão espírita. Não sei se o o Marco, o Marx ou ou a o pó Janí no próximo slide, por favor. Esse assunto merece uma maior reflexão. Até no livro dos médiuns, né, fala que não é uma dominação do corpo por um espírito estranho, né, mas uma simbiose passageira, né, uma interferência fluídica, mas a pessoa não perde o espírito dela, não retira o espírito do corpo, como antigamente era vo dava essa confusão. E alguns ainda acham isso porque como a pessoa que está sobre um processo de subjulação tão

essoa não perde o espírito dela, não retira o espírito do corpo, como antigamente era vo dava essa confusão. E alguns ainda acham isso porque como a pessoa que está sobre um processo de subjulação tão grave, ela fala quem fala não é ela, é a voz do do dominador. Quem age, os gestos, os hábitos é do dominador, porque ele tá dominando. É um processo mental. Kardec vai explicando muito bem isso. André Miranda dão detalhes, tanto que o espírita não tem dúvida como é que é a subjulação. Então, de maneira e é um processo gravíssimo, gravíssimo. Esse processo que muitas vezes no passado chamado hospício, chama aquilo chamava de louco. a gente vê obra escrita até por beijar de loucos, porque a pessoa pedia totalmente a razão. Ela não tinha, ela não tinha domínio de si mesmo. Isso é uma coisa que hoje em dia na saúde mental, as doenças assim mentais que tem as doenças mentais, mas também os processos de grande ação espiritual. >> Verdade, Marta. É um grau extremo, né, de subjulação, >> de espiritual. É, >> mas não pra gente, a pessoa vai pensar assim que, ah, que vai ficar sempre assim. Não, não para sempre, né, Marta? Tá sem som, Marta, >> por muito tempo. Às vezes há uma subjugação que dura o ano, mas tem subjulações que duram assim, às vezes >> dura bastante tempo, né? >> É. Aí a pessoa termina criando doenças, debilidades. Agora veja bem o quadro geral. Nós tínhamos uma médium, uma moça que era dominada por um espírito que usava a mediunidade dela para adivinhar. Era uma ledora, era ela agia como uma ledora de sorte, adivinha >> acontecimentos, coisas que aconteceu com a pessoa. E ela, a gente dá para, sei lá, dá paraa gente perceber que ela ela ela era, ela estava subjugada por esse espírito e esse espírito dominava porque ele tinha que aparecer, ele tinha que coisa, mas ela é essa era o instrumento que era uma fonte de lucro para porque ela era uma escrava para os seus donos. >> Quanto de dinheiro não ganhavam, né, Marta? Quando no dinheiro não eh não ganhavam, mas tem outras

a era o instrumento que era uma fonte de lucro para porque ela era uma escrava para os seus donos. >> Quanto de dinheiro não ganhavam, né, Marta? Quando no dinheiro não eh não ganhavam, mas tem outras coisas que envolvem isso que vão passar para o item reflexão que merece uma melhor análise. >> Então, por exemplo, no o o ele mostrou aí, nós já falamos da possessão segundo o Espiritismo, um processo adiantar e subjulação. Ora, por que que Paulo, veja bem, Paulo e Silas chegaram pacatamente na cidade. A cidade era uma cidade romana fundada pelos gregos. Havia as duas culturas, politeísta. Como não havia sinagoga, eles foram praça pública, era a tradição. Eles começaram a pregar em praça pública. Eles não tava incomodando ninguém. Quem quisesse assistir, assistia. Agora, mas por que que eles criaram conflitos? Eles criaram conflitos na cidade com isso? Qual foi o conflito que foi desencadeado com essa pregação de Paulo e? Vamos refletir a respeito, >> Mar? É, na verdade o conflito foi material, né, financeiro. E obviamente que quando a a moça começou a falar, obviamente Paulo, muito além da da sua da sua condição normal de qualquer criatura, viu ali uma uma provocação para o orgulho, né, para colocar em evidência o orgulho e ele cortou pela raiz. Então, logo ele pôde, né? E isso afetou interesses financeiros daqueles que eram proprietário, porque ela era uma escrava, não nos esqueçamos, daqueles que eram proprietário dela e, por conseguinte, dos lucros que demandavam a partir disso. Então, o problema foi só esse, não foi nem propriamente o evangelho que não causou problema para eles. O problema foi ter mexido naquilo que é o ponto de muita gente de fraqueza, que é a parte das finanças, quando a criatura realmente se deixa cair. Você vê que antes de chegar, dizer que ela a a o versículo fala que durante vários dias a médium e consequentemente guiada pelo espírito ficava no pé de Paulo. Não foi mesmo? Vários dias. Até que Paulo cansou e em nome de Jesus afastou o espírito.

o versículo fala que durante vários dias a médium e consequentemente guiada pelo espírito ficava no pé de Paulo. Não foi mesmo? Vários dias. Até que Paulo cansou e em nome de Jesus afastou o espírito. Mas ele criou um conflito antes de chegar lá que a da dos donos da criada da empregada ficar sabendo que não tinha mais comunicação. O primeiro conflito que criou ali foi porque eh a libertação libertação de não só do espírito, mas da Bic, a gente vê que ela de vez uma pessoa extremamente sofrida. Ela era um instrumento de um espírito e dos e dos encarnados, não é mesmo? Os donos dela exploravam ela e o espírito explorava. Você vê que situação essa criatura vivia. Situação. Então o qual foi o conflito que desencadeou quando Paulo mandou o espírito se afastar e tudo? Aí, como você destacou bem mal, aí veio o problema financeiro, ó, agora eu não tenho como lucrar, não tenho como ganhar e devia ganhar muito. É. >> Aí a a agora tem uma coisa que a que o estudo nos conduz, eh esse e e esse esse espírito obsediava a médium, mas obsediava também o a família, aqueles que era dono da da médium, porque para que eles pudessem continuar mantendo aquela situação. Eh, então a pergunta que eu falo assim, Paulo acabou com esse processo obsessífico que houve ali, cortou o mal pela raiz, né? Tem uma questão que até o Silas fala com Paulo, que é essa que tá aí no item quatro, como vocês estão vendo. Como é que você explica isso? Se o espírito era obsessor, como é que afirmava? Esses homens são servos de Deus Altíssimo e anuncios. Não pare uma coisa controvertida. O espírito obsessou falar isso. >> Pois é, mas aí aí o Emmanuel nos ajuda bastante, né? Porque até o Silas achou que aquilo era uma coisa boa, né? O o Paulo, o Paulo diz assim, segundo Emânel: "Porventura, Silas, podersear na terra julgar qualquer trabalho antes de concluído?" Aquele espírito poderia falar em Deus, mas não vinha de Deus. Que fizemos para receber elogios? Dia e noite estamos lutando contra as imperfeições de nossa

ulgar qualquer trabalho antes de concluído?" Aquele espírito poderia falar em Deus, mas não vinha de Deus. Que fizemos para receber elogios? Dia e noite estamos lutando contra as imperfeições de nossa alma. Jesus mandou que ensinássemos a fim de aprendermos duramente. Não ignoras como vivo em batalha com o espinho dos desejos inferiores? Então, seria justo aceitarmos títulos imerecidos quando o mestre rejeitou o qualificativo de bom? Claro que se aquele espírito viesse de Jesus, outras seriam suas palavras. Estimularia nosso esforço, compreendendo nossas fraquezas. Além do mais, procurei informar-me a respeito da jovem e sei que ela é hoje a chave de grande movimento comercial. Então, ele não agiu sem nenhum conhecimento, ele agiu com conhecimento. E é o que acontece com muito espírita que se envaidece com os elogios que lhe chegam de todos os lados, né? Quantos têm se perdido por causa disso? E você vê a grandeza de um vaso escolhido como era Paulo, quando ele tem a percepção do risco de ceder aquele convite a todo acalentador daquele espírito. Então veja que a maturidade de era impressionantemente alta, né? >> É. É. E você vê que o processo de vaidade, o espírito era um farçante mesmo. Ele era um falado, ele era façante, um mentiroso. Esses homens são servos de Deus. Você vê Deus altíssimo. Anunci pode ser salvo. Então muitos médicos a gente trazendo pros dias de hoje, como você bem falou, muitos médiuns se engana. Não, mas como Silas ainda jovem segando, mas ele tá falando de Deus, tá falando que pode ser salvo e não de Deus, mas ele era um mentiroso, ele era um farçante. Entanto e Paulo percebeu tava se disfarçando, Marta, era disfarce para que ele sabia que Paulo podia retirá-lo do corpo da moça. >> Ah, bom. Isso é a outra questão. >> Ele sabia. Então, o que que ele fez? Ele começou a a a tratá-los bem, né? A >> a bajular a bajulá-los, né? Tanto que o próprio Silas que o Max falou, ele caiu, né? Mas Paulo não. Paulo sabia que ele era falsário. >> Mas Paulo era mais novo ainda, não tinha

ratá-los bem, né? A >> a bajular a bajulá-los, né? Tanto que o próprio Silas que o Max falou, ele caiu, né? Mas Paulo não. Paulo sabia que ele era falsário. >> Mas Paulo era mais novo ainda, não tinha muito espero, mas Paulo já tinha uma vivência maior, um até um, diria ter um raciocínio mais rápido e conhecer mais. >> Então ele percebeu lade. Quer dizer, ele explorava médium. viviam no de braço dado com aqueles donos da médium. E quando eles vi aí vai e vai acabar com o meu trabalho. Ele começou a bajulação. A gente vê muitos médiuns que prometem, às vezes tem faculdades boas de percepção, seja na escrita, seja na fase, na oratória, na psicofonia, mas se perdem por causa dessas coisas. se perdem por causa o espírito que bajula ou porque fica cai na fascinação, que é um dos graus da obsessão, e depois se afasta de todos, aí não tem mais jeito. >> Verdade. >> Então, como Paulo conseguiu acabar com a obcessão? Foi só porque ele pronunciou aquelas palavras? >> Autoridade moral, né, Marta? >> Autoridade moral. Exatamente. Não adiantava nada Paulo repetir aquelas palavras, eh, como é citado no versículo 18, pelo poder do nome de Jesus Cristo, eu mando que você saia dessa moça e e no mesmo trans não foi só a palavra, porque também Paulo seria um façante, era a autoridade moral, a fé que ele tinha. Então, a se revela o peso de uma autoridade moral. E não teve jeito. A moça ficou livre, coitada. Possivelmente ela foi até abandonada, desprezada, porque ela não era mais fonte de lucro. E o espírito teve que ir procurar outro, porque aquela dali não se via mais. >> É, hein, Marta? Até tem comentário da Gisele aqui no no chat, já que a gente vai buscar também o pessoal participando, né? >> Uhum. >> Eh, ela coloca aqui para nós assim, ó. Pensei muito no sofrimento da moça. >> Estar sob o domínio de irmãos desencarnados e encarnados que eram dela. Sofrimento duplo. >> Era uma médio que por fraqueza ou por ligação do passado a Deus porque ela tava ligada àquela aqueles dois, né? Um,

b o domínio de irmãos desencarnados e encarnados que eram dela. Sofrimento duplo. >> Era uma médio que por fraqueza ou por ligação do passado a Deus porque ela tava ligada àquela aqueles dois, né? Um, então ela era dominada duplamente. Era um grande sofrimento. >> Era um grande sofrimento. Com certeza. >> Muito bem, bem colocado, Gisele. Bom, então vamos passar pro próximo. São mais quatro versículos. >> Tem uma pergunta do Carlinhos aqui também. >> Aí, coloca, Carlinhos. >> Vou colocar pra gente fazer a interação. Nos dias atuais é possível expulsar espíritos obsessores, como Paulo fez? Sem doutrinação, podemos dizer que há sessões de desobsessão sério. >> E aí, que que vocês acham, Marx? Que que vocês acham? Jan. Olha, o Kardec nos ensina, né, que primeiro você tem que conversar com o espírito para poder de eh tirar da ideia dele o processo de fazer esse mal, compreendendo que esse mal voltará para ele. Então não há violência viol não se violenta a consciência do obsessor faz sensibilização para esse conhecimento que ele precisa ter das questões que vão ser vão ser consequências do que ele tá fazendo para que ele caia em si literalmente, para que ele se compreenda como sendo um processo que para ele vai fazer mais mal no futuro do que ele tá imaginando. E a maior parte pelas experiências que a gente tem, que a gente participa de reuniões mediúnicas h alguns anos, né, a gente vê claramente que aqueles espíritos quando são sensatos, que não tão encarniçado no processo, eles dobram a servi e realmente se afastam. Mas por outro lado, o o que tá sofrendo no processo de obsessão também precisa mudar comportamentos, precisa mudar atitudes, porque senão sai um, volta sete, como Jesus diz quando encontra a casa barrida, né? Então, não basta só o obsessor ser e eh orientado para que ele mesmo tome a decisão. É necessário que quem sofreu o processo também modifique a sua conduta espiritual. >> Obrigado, Marc. Muito bem colocado. E vocês, teria alguma coisa acrescentar ou não?

que ele mesmo tome a decisão. É necessário que quem sofreu o processo também modifique a sua conduta espiritual. >> Obrigado, Marc. Muito bem colocado. E vocês, teria alguma coisa acrescentar ou não? >> Eh, tem o comentário também da Márcia, que também é a mesma. Olha só, ela diz, perdão, ela diz: "Moisés proibiu a comunicação com os mortos justamente por causa dessa exploração dos homens com os teus interesses pessoais e mundanos". Mas pera aí, antes de entrar nessa questão de Moisés, que ela é um pouco mais ampla, nós vamos lembrar também, como o Marcos lembrou, que hoje em dia o Carlinhos perguntou se há reunião de obsessão séria. >> Ah, sim, é, >> há muitas casas sérias, eh, centros espíritas por esse mundo de Deus que faz isso. Mas veja bem, no processo obsessivo, isso é uma coisa que é importantíssimo entender. Kardec fala, Sueli Schubbert fala muito bem, André, tudo isso, tudo o espiritismo fala, é que é um processo e que esse processo envolve basicamente duas pessoas, obsessor e obsediado. A gente não pode falar assim: obsediado é vítima e o obsessor é que é o algos perseguidor. Não, ambos estão envolvidos num processo. Por que que aquele obsessor eh obsediou a pessoa A e não a B e nem a C? Porque tem ligações e muitas vezes essas ligações são antigas, são do pretérito de outras encarnações. Às vezes é um perseguidor, alguém que quer se vingar de algo que aquela pessoa que ele está obsidiando fez com ele ou com a família deles. Nós vemos vários casos que existem na literatura espírita a esse respeito. Inclusive V Pereira contra vários casos. Agora o obsediado ele não é ele não é vítima, ele tem culpa no cartório, digamos assim, do mesmo jeito que o obsessor tem culpa no cartório, porque o obsessor que foi maltratado é o perseguidor. Obcessor que é perseguidor, que é diferente desse caso aqui, ele aquela aquele aquele obsediado foi alguém que prejudicou ele. Ele não usou do perdão. Ele não relevou, ele não considerou o aprendizado que ele teve com aquilo.

r, que é diferente desse caso aqui, ele aquela aquele aquele obsediado foi alguém que prejudicou ele. Ele não usou do perdão. Ele não relevou, ele não considerou o aprendizado que ele teve com aquilo. Então ele volta numa situação aparentemente mais vantajosa para perseguir e persegue. Fez o outro, por sua vez, se deixa, entre aspas, perseguir porque ele é culpado. Mesmo que ele não lembre racionalmente do que ele fez no nível de subconsciente, tá lá o processo de remorço, o processo de culpa. Agora, como o Marx falou e a e a Janis também falou, nós vemos que na reunião mediúnica tem que ouvir e ouvir a ambos, não é só o obsessor, >> obsediar também, >> ouvir a ambos e ambos tem que e aí envolve também os benfeitores espirituais, orientadores, ambos precisam mudar o comportamento para não haver aquele plug, para não plugar na mente. não ligar, não fazer ligação. Alguns, o Chico Xavier costumava dizer que a prática da caridade, qualquer exemplo de prática de caridade, de amor ao próximo, afas inúmeras obsessões. É, ele falava que mantém a retaguarda dele, porque ali a pessoa e obsessor começa a ver ela, não é tão ruim, essa pessoa não é tão ruim. às vezes começa a ajudar até uma pessoa que é pessoa tem ligações afetivas, por aí vai. Então, muitas histórias, então há um diálogo, mas muitas vezes tem que envolver a família conforme o grau de obsessão, mas há sim a resposta assim, há grupos que fazem um trabalho de obsessão e às vezes há desobsessões que são longas, demoradas, tá? E mais acontece. processo longo, né, Marta? >> É que é um processo >> porque deve deve existir uma quebra de sintonia >> de sintonia isso >> entre o obsidior e o obsidiado e só com conversa, como como o Marx falou, né? Mudança comportamental, certeza, muita prece, quer dizer, naquele momento de emergência de pronto socorro, a casa espírita da paz, da água magnetizada, a, mas tem um aumento a longo prazo que você para poder se desligar mesmo. Então isso tem que inclusive as causas que e o plano espiritual auxilia muito por sua

a espírita da paz, da água magnetizada, a, mas tem um aumento a longo prazo que você para poder se desligar mesmo. Então isso tem que inclusive as causas que e o plano espiritual auxilia muito por sua vez. Bom, a outra pergunta de Moisés, fala aí da de Moisés. >> Eh, ainda antes da de Moisés tem a Marcela Estev que fica mais no agora. Quer ver? Vou passar aí. A doutrina espírita ensina que quando o obsessor se convence de que está perdendo tempo porque o obsidiado está se modificando para o bem e não cede mais à sua influência, ele acaba se retirando. É porque num uma um num plug é como botar um coisa na tomada, não passa energia porque o outro tá em tá em outra vibração. >> A sintonia muda, Marta. A sintonia já não tem mais afinidade. >> Por isso que a prática da caridade é a coisa que nos ajuda a desvincular além do trabalho dos espíritos, o trabalho do esforço próprio, mas a prática da caridade é ação e reação. Você tá doando uma ação benéfica, você é envolvida beneficamente. Tem protetores espirituais também que tá vendo que você tá sacrificando em benefício de alguém e por aí vai. É, é a partir a partir do momento, né, que essas afinidades negativas, né, e a vigilância moral do do obsediado vai se transformando, vai mudando, automaticamente ele vai se afastando. Pode ser um período longo, >> mas também é por essa é por esse caminho que vai. Vamos ver a a >> vão porque tempo ainda tem muita coisa para andar falar. >> É, vamos lá. Moisés proibiu a comunicação com os mortos juntamente justamente por causa dessa exploração dos homens com suas seus interesses pessoais e mundanos. Exatamente. Viação, de saber a ideia, de fazer cultuar bezerros de ouro, em vez de ter uma fé em Deus e compreender a sua justiça, sua bondade, sua misericórdia. Muito bem. Então vamos passar para o próximo slide, Hugo, em que nós temos aqui eh não sei se Janisson, Max ou ambos, fazer uma leitura, um breve comentário, porque nós ainda temos um queijo mais rapador. Vou olhar aqui o chat, Max, você podia fazer para nós?

m que nós temos aqui eh não sei se Janisson, Max ou ambos, fazer uma leitura, um breve comentário, porque nós ainda temos um queijo mais rapador. Vou olhar aqui o chat, Max, você podia fazer para nós? >> Faz aí. >> O chat tá bombando, viu, Marta? >> O assunto é muito, >> é muito bom. [risadas] É >> o Atos 16:19 diz: "Percebendo que a sua esperança de lucro tinha se acabado, os donos da escrava agarraram Paulo e Silas e os arrastaram para a praça principal diante das autoridades." Foi aquela descrição que Marta já fez. E depois, na 22, a multidão juntou-se contra Paulo e Silas e os magistrados ordenaram que se lhes tirassem as roupas e fossem açoitados. Nós vamos ver que isso aqui é é aquilo que quase que se chama eh levar a criatura sem nenhuma avaliação, sem nenhum julgamento mínimo que seja a uma condenação em que a massa participa, né? Você vê que as pessoas se ajuntam e não quer saber se a pessoa tem culpa ou não tem culpa, simplesmente faz aquele motim, né, que realmente foi o que passaram os dois. Eu vejo qual foi o argumento que os donos da criada, aqueles que estavam explor criada, olha a argumentação pro povo no 2021 aí em cima que tá em verdinho. >> Pois é. Aí ele diz: "E levantando-se e levando-se aos magistrados, disseram: "Estes homens são judeus e estão perturbando nossa cidade, propagando costumes que a nós romanos não é permitido aceitar nem praticar". Veja que ele usa um argumento criado na na própria mente deles, porque os dois estavam representando o evangelho, não os judeus, né? Então já começa o primeiro engano aí e segundo que não tava causando nenhuma perturbação à cidade, pelo contrário, tava trazendo paz. Mas veja que não foram ouvidos, nem Silas e nem Paulo contra para poder contraargumentarem a isso aí. Se eles tivesse sido ouvido, eles iriam saber, por exemplo, que os dois eram romanos também e que não se poderia fazer aquilo que fizeram com ele publicamente, porque isso não estava permitido na lei, né? E no entanto, esses tomaram a decisão e

r, por exemplo, que os dois eram romanos também e que não se poderia fazer aquilo que fizeram com ele publicamente, porque isso não estava permitido na lei, né? E no entanto, esses tomaram a decisão e nos interesses que muita gente faz da primeira colocação e já dali já toma a decisão como se ela fosse pronta e acabada, né? Depois de receber essa ordem, o carcereiro jogou numa cela que ficava no fundo da cadeia. e prendeu os pés deles entre dois blocos de madeira. Nós vamos lembrar que eles foram açoitados e machucado, ficaram bastante machucados, né? Então não conseguiram nem dormir à noite. Eles eles ficaram em oração porque a dor era tanta que não conseguiam dormir, né, Marta? Exato. Então a gente vê que eles chegaram, pregaram na praça pública, não incomodou ninguém, ficava quem via, mas na hora que contrariou um obsessor desencarnado e os obsessores desencarnados do lucro, pronto, quer dizer, ali foi o lucro, eles passaram a ser malvidos. Então os donos, aqueles que que eram que usufruíam daqueles benefícios, chegou, foi levado ao povo, falou que eram que, aliás, que eles eram judeus, nem sabia distinguir judeus de cristãos e que eles eram judeus, que eles tinham costumes diferentes do deles e fez toda essa intriga aí. E a multidão, né, a multidão aprovou e mandou que tirasse a roupa deles e que batesse nele e eles apanharam assim o chamar os magistrados. O magistrado no império romano, até no nosso governo, até nos governos ocidentais, o magistrado é uma figura de destaque, seja de primeira, segunda ou terceira instância, é que entende, aplica a lei. Os magistrados agiram de uma irresponsabilidade fora do comum, vendo aquela balbúja, os donos lá perdendo o louco, os donos começaram a bateram nele, tiraram as roupas, prenderam e botou no fundo da cadeira, no lugar mais escondido, possivelmente não entrava nem luz só lá, nada. E eles ainda ficaram amarrados os pés e as mãos para imagina quem que ia fugir ali. Mas isso são os eles não conhecem os desígnios de Deus, né?

scondido, possivelmente não entrava nem luz só lá, nada. E eles ainda ficaram amarrados os pés e as mãos para imagina quem que ia fugir ali. Mas isso são os eles não conhecem os desígnios de Deus, né? Vamos ver o que que aconteceu nessa história. Mais uma reflexão espírita pra gente fechar esse primeira, essa primeira parte que é a prisão de Paulo e Silas. Você vê como é que o pobre do Silas estreou, né? Estreou, estreou, apanhando, sofrendo, perseguindo. Então, o próximo, por favor. Então, aqui nós temos o seguinte, a prisão de Paulo e Silas foi uma é uma, era para ser uma pergunta. A prisão de Paulo e Silos foi uma foi uma decisão correta do magistrado que o povo quisesse fazer intriga. O povo vai pela voz de um grita, fica histérica, o povo fica histérica, a multidão fica histérica, mas os magistrados eles estavam ali para ordem. Eles eram que falava diretamente as autoridades romanas. Então qual era a alegação? Esses homens perturbam nossa cidade, são judeus e p e propaga costume que no que não nos é lícito acolher nem praticar porque somos romanos. Olha, mas era uma cidade que era no meio do caminho, que tinha de tudo. Como é que eles podia ter judeu, podia ter cristão, podia ter romano, podia ter gente que vinha da Ásia, gente, porque tinha tudo ali. Então, os magistrados foram irresponsáveis, como o Marx falou, eles foram irresponsáveis e botaram eles na prisão. Vamos fazer uma breve reflexão. Que que você acha que o magistrado, o homem da lei em todas a épocas, eh, o homem da lei, ele, o magistrado, sobretudo, eles são pessoas muito qualificadas em toda a sociedade. O que que acha que aconteceu com esses magistrados? Que que vocês acham, hein? Uma reflexão breve. ele entrou porque normalmente o magistrado vê os autos, né? Faz os autos, vê os pró, vê os contra, vê os fatos. Mas ali não, o povo falou e já fizeram isso. Porque fomos uma exposição. Por que que eles fizeram isso? Porque eles eh o povo chamaram ele eh disseram que ele eles eram judeus porque tinha essa

fatos. Mas ali não, o povo falou e já fizeram isso. Porque fomos uma exposição. Por que que eles fizeram isso? Porque eles eh o povo chamaram ele eh disseram que ele eles eram judeus porque tinha essa >> povo é não, o povo não, o casal que era os que os >> Sim. Isso, né? Porque falar, não, eles são judeus como sendo uma casta assim. Eu não sei sinceramente assim porque assim como Pilatos também a mão, as mãos perante Jesus e ele também era um magistrado, ele era um representante, né, Marcos? >> Ele era governador. >> Governador. Esse aqui, esses aqui são mais ainda, eu acho. >> É mais ainda. Mas fala, Mar. Mas >> tem esse lado que que Janis tá colocando e ainda é reforçado porque pouco tempo antes tinham sido expulsos judeus daquela cidade porque eles não eram bem vistos lá, eles não eram bem recebidos lá. Tá relatado que eles foram foram expulsos. Então isso também influenciou. Mas nós não podemos esquecer que Paulo quando tirou esse espírito da moça, ele mexeu em caixa de maribondo. Então, obviamente que deve ter tido uma obsessão ali no entorno dos magistrados também, no intuito de levá-los a essa decisão complicada que eles tomaram, né? Tanto é que eles vão se arrepender dela mais tarde quando souberem que eles são cidadãos romanos. Então, tem os lados da das questões locais, contextuais e tem os lados das questões espirituais de processo de obsessão secundária. Aí >> olha, na minha na minha percepção, para mim aquilo ali, você sabe que essas funcionários medíocre, ah, não deu um de assim preguiçoso, medicre, não quer e não prestou atenção naquilo, achou que era uma coisa banal e que não era. Depois eles ficaram morrendo de medo. Fala G. >> Sim. E também, Marta, a gente tem que considerar o ambiente que estava ali naquele momento. Um espírito foi expulso da moça lá, né? >> Então ele também estava influenciando ali. Ele tava possesso porque ele não queria ter saído também. Exato. E >> ele e o ambiente foi favorecendo a tudo e os próprios magistrados também sofreram essa essa

o ele também estava influenciando ali. Ele tava possesso porque ele não queria ter saído também. Exato. E >> ele e o ambiente foi favorecendo a tudo e os próprios magistrados também sofreram essa essa >> essa influência, entendeu? Tanto é que depois eles se arrependem, né? >> Se arrependem, mor de medo. >> É >> porque eles morem medo porque o julgamento da Lexe romana, se o magistrado agisse ainda mais que os dois, tanto Silas como Paulo eram cidadão. Romanos. Nós não podia nem ser xingado, quanto mais agredir e ficar preso e tudo. Então eles ficaram com medo porque eles não perder o cargo. Se Paulo e Silas denunciasse eles perderiam o cargo. Eles perderiam. >> Bom, então vamos pro próximo. >> Olha só, a Cláudia respondeu. Olha, Marta, >> fala Cláudia, responde. Fala para nós, >> ó. Porque estavam obsediados. vai ver que também tava envolvido pelo espírito. O espírito que >> com certeza toda aquela >> o [risadas] espírito que se vingar o que já que ele não conseguiu mais at pegar médio, ele se vingou incentivando aqueles não darem a bola para fato e ele botar na >> e botar na prisão. Muito bem. Isso mesmo. >> O próximo, >> o próximo é só uma leitura do que nós vamos analisar logo em seguida. Quem vai ler para nós? >> Posso ler? Libertação maravilhosa dos missionários. >> Está no capítulo 16, versículos 25 a 40. Vou abrir a tela aqui para ficar melhor. >> Agora é a segunda parte, né? >> Segunda parte. Eles foram >> pela meia. Hum. >> Sim, eles já tinham sido surrados, estavam machucados e foram colocados no fundo da prisão lá no ermo pela meia-noite. Paulo Silv acorrentado, viu? Viu, Jan? Foram no fundo. Olha a figura de baixo e acorrentadas. Acorrentadas. Pela meia-noite, Paulo e Silas em oração cantavam os louvores de Deus enquanto os outros presos os ouviam. De repente, sobreveio um terremoto de tal intensidade que se abalaram os alicéceres do cárcere. Imediatamente abriram-se todas as portas e os grilhões de todos soltaram-se, ou seja, essas correntes, né, que estavam nos pulsos.

erremoto de tal intensidade que se abalaram os alicéceres do cárcere. Imediatamente abriram-se todas as portas e os grilhões de todos soltaram-se, ou seja, essas correntes, né, que estavam nos pulsos. Acordado e vendo abertas as portas da prisão, o carcereiro puxou da espada e queria matar-se. Pensava que os presos tivessem fugido. Paulo, porém, com voz forte, gritou: "Não te faças mal algum, pois estamos todos aqui." Por que a pergunta que se faz? Por que houve um terremoto, rompeu tudo, parede, chão, anese, rompeu até as correntes e os todo mundo. Aí o cceiro quando viu aquilo, ele quis se matar. Por quê? >> Porque porque ele ia ser ocupado, Marta. Ele ele ia ser condenado à morte. Mas eu não ia se os presos tivessem fugido igual ele tava pensando, né? >> Ele ele ele pensa: "Não, os presos fugiram, então quem que vai ser culpado?" "Eu que sou o carcereiro, né? E eu vou ser condenado à morte." >> Condenada à morte. mesmo numa situação extrema dessa, era um terremoto e violento, deve ter de magnitude 8, 9, 10 por aí, porque arrebentou tudo. Quer dizer, quem tava preso era para fugir mesmo. Quer dizer, e teoricamente a gente analisando de fora, ninguém tinha culpa, foi um terremoto, todo mundo espalhou. Mas o que, olha a atitude de Paulo, não te faças mal algum. Quer dizer, ele não deixou que o cceiro suicidasse, que era preferível na interpretação dele ele suicidar do que ele passar pelo julgamento dos magistrados lá, que os presos tinham fugido. Não te faças mal algum, pois estamos todos aqui. >> Ninguém saiu. >> Ninguém saiu. Então vamos ver o próximo. Mais uma leitura. Tem as imagens aí. Agora vou deixar o Max ler o o L um dos dois. >> Eu vou ler então que então o carcereiro pediu uma luz, entrou e todo trêmulo caiu aos pés de Paulo e de Silas. Conduzindo-os para fora, disse-lhes: "Senhores, que preciso fazer para ser salvo?" Eles responderam: Crê no Senhor e será salvo tu e a tua casa. E anunciaram-lhe a palavra do Senhor, bem como a todos os que estavam em sua

ra, disse-lhes: "Senhores, que preciso fazer para ser salvo?" Eles responderam: Crê no Senhor e será salvo tu e a tua casa. E anunciaram-lhe a palavra do Senhor, bem como a todos os que estavam em sua casa. Levando-os consigo naquela mesma hora da noite, lavou-lhes as feridas e imediatamente foi batizado, ele e todos os seus. Fê-los então subir à sua casa, pôs-lhes à mesa e rejubelou-se com todos os seus por ter crido em Deus. Então, então a gente às vezes a gente acha, né, Hélio, que é muito fácil, houve um terremoto, uma situação de alta tensão, um terremoto, todo mundo machucado. Paulo impediu que o cceiro suicidasse e impediu que os presos fungissem. Mas então o cceiro viu tudo aquilo e se converteu, converteu a família e levou Paulo e e Lucas não e e Silas Silas >> para um lanchezinho, né, na casa deles e tudo. Então você vê naquela época as pessoas reconheciam um poder maior, nem entendia direito o que tava acontecendo. Gostaria de comentar mais alguma coisa a respeito? É, e a grandeza de Paulo, né, que aproveita a situação aparentemente para ensinar, para ajudar e para converter, porque diante dessas situações todas, né, para aqueles principalmente que não criam e etc, foi e devem ter sido extremamente impressionados. Então ele fez em profundamente inspirado, óbvio, pela qualidade dele também, apoiado pelo Silas, ele não deixou de fazer uma belíssima lição, né, eh, para estes romanos aí que estavam procurando cumprir a lei. Então, é uma sabedoria divina ser fazendo através de Paulo aí como instrumento. Então, a gente tá diante, né? Eh, o que se destaca nesse nessa parte aí, como você bem assinalou, o comportamento de Paulo, nós estamos numa crise e não era uma crise pequena não, gente. Era um grande terremoto que destruiu tudo, a muada, depois teve que lavar o sangue, as feridas, ajudar todo mundo, segurar aquela quantidade de preso para que o outro não fosse vitimado, nem a família dele. comporta, o exemplo de comportamento moral diante da crise. Vamos pro próximo, então, pra gente

todo mundo, segurar aquela quantidade de preso para que o outro não fosse vitimado, nem a família dele. comporta, o exemplo de comportamento moral diante da crise. Vamos pro próximo, então, pra gente falar sobre isso. É a palavra de Emanuel. Quem vai ler e interpretar Emanuel? >> Eu leio. Lá fora rugia a tempestade. Os discípulos de Jesus vigiavam em prece ungidas de luminoso fervor. Paulo compreendeu e saiu ao encontro dos companheiros. continuou pregando as verdades eternas do Senhor com entonação impressionante. E vendo uma umas dezenas de homens de peito e surto, eh, barbas longas, fisionomias taciturnas, como se estivessem plenamente esquecidos do mundo, o apóstolo dos gentios falou com mais entusiasmo da missão do Cristo e pediu que ninguém tentasse fugir. Olha que coisa interessante. Nós estamos diante de criminosos porque tinham pessoas ali que estavam presas injustamente, conforme a gente vai saber por Emanuel, mas tinham pessoas que estavam presas ali justamente porque eram criminosas. Independentemente de ser um ou outro, todos cederam a palavra que Paulo expressou a eles. Então, vejam de novo a autoridade moral de alguém que fala em nome de Jesus de verdade, de alguém que representa Jesus como se o próprio Jesus ali estivesse. Por isso que mais tarde Paulo vai dizer: "Já não sou eu quem vivo, é o Cristo de Deus que vive em mim." Porque é esse momento aqui que vai Jesus aparecer cada vez mais presente na boca de Paulo. Então veja que poder que tem uma pessoa que segue Jesus da forma como ele seguiu. E a autoridade moral dele enfrentava aqueles malfeitórios porque tinha bandidão ali, tinha criminosos. Emana, eu uso uma linguagem mais elevada, fisionomia tácturna, peito surto, quer dizer, pronto paraa briga. Mas de qualquer maneira ele conseguiu acalmar primeiro pelos cantos, pelas prévas antes acalmar. E naquele momento ele atraiu também, olha, o obsessor entrava em sintonia com entidades perversas iguais a ele. Ele entrou em sintonia com Cristo, com seus

ro pelos cantos, pelas prévas antes acalmar. E naquele momento ele atraiu também, olha, o obsessor entrava em sintonia com entidades perversas iguais a ele. Ele entrou em sintonia com Cristo, com seus emissários, criou um clima que até aqueles criminosos que tivessem ali, aqueles verdadeiramente criminosos, se acalmaram, não tentaram fugir. Então você vê como que é o efeito não só da autoridade moral, mas também da ação espiritual, né? Que Paulo podia ser o primeiro a fugir com Silas e salva-se quem puder de na hora daquele terremoto. Ninguém ia pegar eles de jeito nenhum, pegar os bandidos. Mas olha como é que mudou todo o panorama. Vamos pro próximo, por favor. Já estão quase em cima. ainda continua com Emanuel, Paulo e Estevo. >> Então eu continuo lendo. Os que se reconhecessem culpados, agradecessem ao Pai os benefícios da corrigenda, os que se julgassem inocentes dessem expansão ao regozijo, porque só os martírios do justo podiam salvar o mundo. Esses argumentos de Paulo contiveram toda a estranha e reduzida assembleia. Ninguém procurou alcançar a porta de saída, senão que reunindo-se em torno daquele desconhecido que tão bem sabia falar desgraçados dos desgraçados, muitos se ajoelharam em pranto, convertendo-se ao Salvador que ele anunci anunciava com a bondade e energia. Então, veja que Emanu tá dizendo, não provavelmente não foram todos que se converteram, mas uma uma boa parte deles se converteu e obviamente todos não saíram. Então isso é que é impressionante quando a gente fala daquele terremoto que de uma magnitude elevada, mas um terremoto não tem a capacidade de romper com aqueles grilhões que estão presos do pé de alguém. Pode ter um ou outro que solta ali a corrente, mas isso causaria um dano na perna do indivíduo fora do comum. Ali também nós temos intervenção espiritual nesse processo que com certeza junto com o terremoto se fez perceber. E a intervenção que a Marta já falou, né, não era só a autoridade moral de Paulo, tinha uma força espiritual do

rvenção espiritual nesse processo que com certeza junto com o terremoto se fez perceber. E a intervenção que a Marta já falou, né, não era só a autoridade moral de Paulo, tinha uma força espiritual do lado, contendo também esses mais agressivos, esses mais eh atirados ao crime, né? Então, veja que você nunca está só, você tá quando você trabalha com Jesus de verdade, com suas dificuldades, que Paulo diz que tinha os espinhos da carne, mas ele trabalhava com Jesus dando o melhor dele. Que que acontecia? era envolvido por uma uma psicosfera de benfeitores que o auxiliavam na obra. >> É, Emanuel fala que Paulo falou com uma impressionante. Quer dizer, ele tava sobre a ação espiritual elevada e talvez muito daqueles ali, aqueles que choraram, aqueles felizes, desgraçados, né? Precisava às vezes só de uma palavra de bondade, como fala aí, né? um pouco de energia, um pouco de bondade para eles. Vamos pro próximo, então, que são lições maravilhosas que esse momento de crise nos faz que a gente pode ter muito aprendizado. O próximo, por favor, são os dois, os três últimos versículos nós vamos estudar antes de encaminhar pro nosso encerramento. Eh, quais são os três versículos? Vamos ler Atos 16:35. Quando amanheceu, os magistrados mandaram os seus soldados ao carcereiro com esta ordem: solte esses homens. No 37, mas Paulo disse aos policiais: "Eu e Silas somos cidadãos romanos e mesmo assim, sem termos sido julgados, fomos surrados em público e depois nos jogaram na cadeia. E agora querem nos mandar embora assim em segredo? Isso não, que as próprias autoridades romanas venham aqui e nos solte. E no 38, os oficiais de justiça comunicaram isso aos prestores e esses ficaram possuídos de temor quando souberam que se tratava de cidadãos romanos. É, e como a gente diz, que é uma ficha, né? Eles se deram conta, né? Muito bonito. E graças ao testemunho, ao exemplo e a inspiração de Paulo, né? >> E Silas também. >> Agora e aproveita o próximo slide, o próximo, por favor, e responda

ha, né? Eles se deram conta, né? Muito bonito. E graças ao testemunho, ao exemplo e a inspiração de Paulo, né? >> E Silas também. >> Agora e aproveita o próximo slide, o próximo, por favor, e responda essa reflexão espírita que é a última. analisar a atitude de Paulo. >> Você foi liberado da prisão porque simplesmente não foi embora? >> Já tinha acabado os anos. >> É, Paulo demonstrou orgulho, vaidade, sensos de justiça. É a grandeza de um espírito que sabe da importância dos nossos testemunhos. de aí trazido isso ao contexto dos dias atuais, quantas oportunidades reservada a proporção menor para cada um de nós. Nós não somos convidados a refletir e a repetir a atitude de Paulo. Então, a grandeza de um espírito que obviamente sabe, sente e inspirado, ele dá o seu testemunho e auxilia exatamente na pregação, na conversão e no exemplo que é o mais importante de tudo isso. Ele podia ter feito um belo discurso e ter sumido, mas não. Ele se manteve firme e deu esse testemunho que fica. E obviamente que ele não demonstrou orgulho nem vaidade. Ele obviamente ciente da aquela situação, ele ele deu o testemunho dele e acima de tudo cumpriu com a missão que era de expandir, de divulgar, de mostrar a grandeza do evangelho. >> É, muito obrigada. E a gente vai ver no próximo que além de tudo Paulo queria dar um exemplo aqueles magistrados que ele já tinha acalmado tudo porque aqueles magistrados estava violando uma lei que pros romanos era gravíssimo. Não sei se vocês conseguem ler aí. >> Consegue? Então lê aí qual era a lei que ele estava violando. A primeira linha que tá havia também envolvido sem não dá para ler a primeira linha, né, Mar? >> É o sentimento de dignidade. Vamos ver >> isso havia também envolvido o sentimento de dignidade que deveria ser recuperada em decorrência da violação da lei aplicada contra cidadãos romanos. Porque porque senão aqueles magistrados ia repetir do mesmo jeito com outros, não com outros, né? Os dois discípulos tinham a cidadania romana adquiridas em

ão da lei aplicada contra cidadãos romanos. Porque porque senão aqueles magistrados ia repetir do mesmo jeito com outros, não com outros, né? Os dois discípulos tinham a cidadania romana adquiridas em províncias de Roma, onde nasceram. Então assim, olha o que que Paulo quis dizer. Vocês não podem ser tão precipitados dessa forma. Analise a situação, né? foi no embalo da multidão que tava gritando e que queria isso e que bateram neles e tudo. Não, olha que vocês estão, nós somos romanos, né? E vocês nem perguntaram, foram foram colocando a gente na cadeia, tipo assim, né, Marta? Aí qualquer um que chegasse, >> é qualquer um que chegasse ali, eles iam ter essa esse tipo de atitude, né? É um testemunho que o Paulo deu. Janis, desculpa, eu consegui fazer aqui a a eu consegui aqui fazer a primeira frase aqui ser visível. Paulo poderia simplesmente ir embora, mas havia nele um uma sede de justiça que o impelia a fazer sempre o certo. Então essa é a primeira frase que ficou aí. >> A primeira frase que ficou aí. Ou seja, eu tenho que fazer sempre o certo. E o certo é esse que eu tô fazendo. Vou dar meu testemunho a esses esses eh eh como que é o pessoal lá, como que você falou, Mar? Como que eles são? Eram >> magistrados. >> É, magistrados. um exemplo para aqueles magistrados ou magistrados corruptos ou magistrados indiferentes. Por quê? Mas para fazer o certo é importante que a pessoa saiba o que é o certo. E Paulo quando mandou chamar os juízes, mandou chamar os magistrados, os magistrados tremeram nas bases que aí tá a explicação que o Champlin dá porque os magistrados temeram, >> porque eles sabiam que os romanos quando mandava não só tirava do carro, mandava matar eles e a família. Por isso que eles ficaram com medo. Mas Paulo deu um exemplo para eles que sabiam do erro que eles cometeram. Veja aí o que o Chaplin fala. Champl fala: >> "Os caprichosos oficiais da província de Filipos tinham cometido um sério delito e Paulo não deixou passar em branco. Talvez até pensando nos futuros

ram. Veja aí o que o Chaplin fala. Champl fala: >> "Os caprichosos oficiais da província de Filipos tinham cometido um sério delito e Paulo não deixou passar em branco. Talvez até pensando nos futuros acontecimentos que poderiam envolver outros cristãos, né? Eh, tanto Alex Valéria, valeria, o >> é Valéria mesmo, >> é como Alex Porsia, que seria as duas leis, né, que eles eles não observaram, tornavam ilegal o espancamento dos cidadãos romanos, porém, sob circunstância nenhuma, um cidadão romano poderia ser açoitado. Palavras de Champlin. >> É. e que eu fui um grande pesquisador e que, segundo os historiadores, quem descumprisse alguma coisa da Alex Valéria ou Lex Pócia estavam realmente no caldo mesmo, não tinha como se libertar. >> Então, queridos irmãos, nós chegamos aqui esse estudo muito aprendizado, sobretudo no aspecto noral e passamos para o último slide. Lembrando o próprio Paulo que nos diz que diremos pois dessas coisas. Se Deus é por nós, quem será contra nós? Ten um bom boa semana de muita paz, de muita saúde, muitas alegrias, muita fé. Independentemente dos desafios que foram colocados no caminho, vamos confiar porque Deus é quem está, Deus está conosco. E então vamos continuar na paz, orando sempre pela paz universal. Muito obrigada a todos. Eh, a Mary Cleate fala aqui, olha, um espírito muito forte, corajoso e que tinha fé inabalável. Paulo. >> Ah, e na palavra tem uma coisa para dizer para vocês que me lembrei agora no finalzinho >> agora na próxima, nessa sexta-feira agora, a turma aqui já tá sabendo, mas quem tá ouvindo nem todos estão sabendo. Sexta-feira agora a FEB às 20 horas, das 20 às 21 horsa com Raul Teixeira, com o Jacobs Santana e comigo. E nessa ocasião vai ter autóco, o Raul vai autografar livro deles, o o Jacob livro dele. E adivinha qual é o livro que eu vou autografar? Meninos e meninas, as cartas de pau que está sendo lançado. >> Então esse querido o sétimo livro, né, Marta? >> É o sétimo, porque o sexto é o >> e quem tá na nossa sala agora já vai

u vou autografar? Meninos e meninas, as cartas de pau que está sendo lançado. >> Então esse querido o sétimo livro, né, Marta? >> É o sétimo, porque o sexto é o >> e quem tá na nossa sala agora já vai saber que o sétimo livro já saiu e que a gente já pode estudá-lo, né? Assim que terminarmos sexta-feira. >> Isso. Atos dos Apóstolos, já temos um novo livro para seguir, né, Max? E as cartas de Paulo. >> Isso. >> Maravilha. Maravilha. Marta. Que bom. Parabéns para todos nós aí. >> É, pessoal tá agradecendo aqui >> é a Mary Cleade ainda fala aqui, ó. Marta, ó. Que lição. Eu tenho que fazer sempre o certo. Vou guardar isso. >> Vou guardar essa. É melhor pra gente. É mais fácil, viu? É mais a importância disso, né, pros tempos atuais, né, porque tanta gente fraquejando com uma unha encravada. >> É, >> e a gente tem esses belíssimos exemplos. Se na época era importante, eu imagino que então diz Dr. Bezerra, se a humanidade sempre precisou de Jesus e nos dias atuais mais do que nunca, na importância dessas lições, desses fiéis servidores >> e que eles possam sempre nos acompanhar e nos fortalecer. >> Ó, olha, Mar, que que a Marcela coloca tudo certinho, ó. Venha participar do encontro Mediunidade em Foco, desafios, ética e responsabilidade com Marta Antunes, Moura, Jackson Santana Trovão e José Raul Teixeira. >> É, vai ser uma beleza. Vou dar deu uma congeladinha, será? Ah, >> tá, mas foi uma beleza para todos nós, né, gente? Ai, >> e ainda colocou o endereço, tá, Marta? Tá, ó. É a Marcela Steves. >> Ah, que bom, Marcele. Ótimo. >> Ah, que bom. >> No cenáculo. >> É, no cenáculo. >> Pois é, amigos, hoje o esse chat eles escreveram bastante, Marta, mas assim sobre a obsessão e tudo, né? A gente leu alguns, >> né? E podemos ver que tem uma companheira aí do do Chile que tá aí, né? Tem um pessoal do Chile. Eu ia falar quem é que tá aí do Chile? É, >> hum, é a minha querida amiga. >> É, na verdade não é de domini, não sei o qu. Então, obrigado. Nos acompanha. >> Ah, eu pensei que era de

pessoal do Chile. Eu ia falar quem é que tá aí do Chile? É, >> hum, é a minha querida amiga. >> É, na verdade não é de domini, não sei o qu. Então, obrigado. Nos acompanha. >> Ah, eu pensei que era de >> Saludos desde Chile, >> Domín Domiste. Que bom. Saludos. Domine, domine, né? Bom, primeira vez que você aparece aqui, tá sempre bem-vindo, né, Max e e Marta, >> todos sempre são bem-vindos. >> Então, pessoal, >> chegamos ao final da nossa do nosso estudo de hoje. Foi realmente empolgante, né? E eu vou convidar o Max para nos conduzir a prece final e depois a gente retorna com vocês aqui para nossas despedidas. Então vamos todos nos aquiietarmos intimamente e jubilosos por essa oportunidade de conhecer um pouco daquele período inicial do evangelho na terra, vendo a grandeza de certas almas que desceram a terra para poder propagar o evangelho de maneira suave, de maneira justa, nunca de maneira violenta, nunca forçando. submetendo-se às leis, mesmo quando não justas, mas mesmo assim permanecendo fiel a Deus, fiel a Jesus por todo o tempo. Que nós que estamos estudando tenhamos assimilado esse espírito de coragem de seguir com Jesus e guardar das contextualizações do tempo presente. Amos as mesmas atitudes de coragem que tiveram os grandes mártires do nosso cristianismo primitivo. Por isso, te rogamos, mestre Senhor Jesus, nos ampare para que sejamos nós também fortalezas irremovíveis quando contigo. Fica conosco, Senhor, hoje e sempre. Que assim seja. >> Que assim seja. Obrigado, Max. Vamos nos retornando todos aqui à tela. O Hugo também, Hugo Marta, Hugo que nos conduziu aqui na técnica. Obrigado, Hugo. Boa noite por estar aqui conosco, nos conduzindo, mantendo a a nossa o nosso estudo no ar, né? E segunda-feira que vem estaremos aqui novamente com o tema 27, né? Agradecemos a Marta pela excelente facilitação do tema e um beijo no coração de todos e até segunda que vem. >> Beijinhos para todos, meninos. >> Fique com Deus. >> Ficam com Deus. Tchau, tchau. >> Somos impulsionados e motivados por um

acilitação do tema e um beijo no coração de todos e até segunda que vem. >> Beijinhos para todos, meninos. >> Fique com Deus. >> Ficam com Deus. Tchau, tchau. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio [música] da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho [música] acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam [música] inalcançáveis. A comunicação [música] é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu [música] abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse [música] trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos [música] que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade [música] disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, [música] cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de [música] áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para [música] continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, [música] mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda [música] mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento [música] e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A Padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através [música] da FEB TV. Acesse doe.com.br [música] e faça sua doação. Eu quero viver. [música]

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