# 238 [CEECAL EM FOCO] Marina Pereira - As Virtudes do Sermão do Monte
Programa: CEECAL EM FOCO - Edição 238 Expositor: Marina Pereira Tema: As Virtudes do Sermão do Monte Realização: Centro de Estudos Espirita Caminho da Luz - CEECAL Data: 14/12/2025 às 19h Transmissão: TV CEECAL Retransmissão: Web Radio Fraternidade, Espiritismo e Mediunidade, IGESE, FEC TV, Portal da Luz - 14ª Ure - Face TV CEECAL Playlists: CEECAL EM FOCO - https://youtube.com/playlist?list=PLv... PlayLists Transmissão TV CEECAL - https://youtube.com/playlist?list=PLv... 🔹 E-Mail CEECAL: Contato.ceecal@gmail.com - Carlos Schmitz Mídias Sociais do CEECAL 🔴Youtube: https://www.youtube.com/tvceecal 🌐 Nossos Sites: www.eventos-ceecal.com 🙋 Instagram: @tvceecal Telegram:Https://t.me/tvceecal Rádio CEECAL 24 horas no ar Web Radio CEECAL = https://www.radioceecal.webradios.net/ Convide um amigo 🔹 Inscreva-se no Canal 🔹 DEIXE SEU LIKE 🔹 E ative o sininho para não perder nossos vídeos 🔹 E nos ajude na sua divulgação 🔹 A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita Amigo do CEECAL: Você pode nos auxliar atraves do - PIX - 09325195000114 #tvceecal #ceecal #maysebraga #rossandroklinjey #jorgeelarrat #aneteguimaraes #paraviver #autoajuda #relaxar #meditar #tranquilizar #reflexão #toxico #frustracoes #inveja #disciplina #pensamento #ansiedade #espiritas #evolucao #espiritual #esclarecimento #emmanuel #palestraceecal #shortsceecal
Boa noite, meus irmãos, minhas irmãs. Mais um programa em Foco, do Secal em Foco. Nesse domingo, dia 14 de dezembro de 2025. Praticamente estamos aí próximo do nosso nossas comemorações, né, Natal. A todos, boa noite ao nosso país, Brasil, a muitos que nos assistem, bom dia, boa noite, boa tarde que vão assistir. Sejam todos bem-vindos a mais um programa SECAL em Foco. Agradecemos aos nossos irmãos parceiros que é a TV SECAL, Web Rádio Fraternidade e Instituto Goiano de Estudos Espíritas TV Santa Catarina 14 de Florianópolis em Espiritismo Edindade e Rádio Portal da A que esteja conosco nessa outra edição ao vivo. foco conosco. Gratidão por esse ano que passou, por vocês estarem conosco todo domingo, né, nos acompanhando. Esse programa que hoje vai tá finalizando esse trabalho que a gente realiza aos domingos 19 horos hoje nesse nessa incubência de trabalhar esse programa hoje é a Marina Pereira. Boa noite, Marina, bem-vindo. >> Boa noite, meus amigos. A Marina, o pessoal já conhece, a Marina já é uma pessoa fantástica, nossa amiga de caminhada, tá conosco aqui, tá conosco no nossos eventos que a gente realiza no pelo SECAL, seminário, conferências, palestras, trabalha uma trabalhadora assídua conosco. vai trabalhar um tema muito importante hoje e que a gente precisa trabalhar muito essa parte e ter muita atenção no que ela vai trabalhar comos cojos, que é as virtudes do sermão do monte, que é um tema fantástico que a gente precisa compreender e principalmente fazer essa prática nesse processo nosso aí. A Marina trabalhadora da casa Filhos de Maria de São José é palestrante espírita e tá aí conosco nessa jornada para esse esses eventos que nos a cada momento é realizado. Para iniciar os programas, vamos fazer uma prece pra nossa querida irmã ter uma boa espiritualidade acompanhando e que todos possam receber essa mensagem que ela vai estar fazendo no de hoje, pedindo ao nosso mestre Jesus, nosso pai maior, que nos dê serenidade, nos dê paz, nos dê harmonia, que essas energias
do e que todos possam receber essa mensagem que ela vai estar fazendo no de hoje, pedindo ao nosso mestre Jesus, nosso pai maior, que nos dê serenidade, nos dê paz, nos dê harmonia, que essas energias possam ser de encontro mãos necessitados onde quer que se encontra, que possamos ser instrumento de auxílio, fazendo com que essa energia possa ser encaminhada e trabalhada entre nós para que a gente possa superar as dificuldades que nesse momento passa o planeta de transição. Que possamos ser merecedores da presença de vocês, a nos guiar, a nos orientar e que os mentores do Secal, da Marina auxilia ela nessa jornada da noite de hoje, nessa mensagem que ela está trazendo para nós, trazer com fogo a paz e a serenidade. Que a paz do mestre Jesus nos ilumine agora e sempre. Marina, palavra é sua. Estamos aqui no bastidor e qualquer coisa só chamar a gente aparece aí contigo, tá bom? Boa pal. >> Muito obrigada, amigo. Muito obrigada. >> Boa noite, meus amigos e minhas amigas. Sejam todos muito bem-vindos, todas muito bem-vindas. É um prazer estar com vocês nessa noite de hoje pro pra última fala, última live do SECAL em Foco, esse trabalho que é feito com tanto carinho. Eh, agradeço ao Antônio que fez a abertura e todos os amigos que estão nos bastidores, que sem ele, gente, nada disso eh existiria, né? Esse trabalho voluntário que é feito com tanto amor, com tanto carinho. Muito obrigada, meus amigos. E gente, para quem quiser fazer perguntas, eh, podem mandar aqui no chat, no YouTube, enfim, onde vocês estiverem assistindo, que ao final nós vamos responder as perguntas de vocês, tá? Não acabem essa noite com dúvidas no coração, podem mandar que a gente vai responder. Estamos reunidos aqui para falar de um tema muito importante, as virtudes do sermão do monte. Conforme a mensagem de Jesus, ela percorria as regiões da Galileia, as ruas de Cafarnaum ficavam cada vez mais cheias de pessoas. Os enfermos, os derrotados, de toda sorte procuravam ansiosos o auxílio de Jesus. Tanto que os companheiros do mestre eram
es da Galileia, as ruas de Cafarnaum ficavam cada vez mais cheias de pessoas. Os enfermos, os derrotados, de toda sorte procuravam ansiosos o auxílio de Jesus. Tanto que os companheiros do mestre eram os mais visados pela multidão. Às vezes, naquela multidã multidão de pessoas que ficava em volta de Jesus, um discípulo era apertado, era puxado, porque as pessoas queriam de alguma maneira estar perto daquele que é a luz no mundo. A casa de Pedro vivia rodeada de pessoas desalentadas, de pessoas tristes querendo o consolo de Jesus. A casa de Mateus vivia cercada de pessoas, espiando pela janela para ver se encontravam Jesus. Em uma dessas tardes, Jesus estava na casa de Mateus com os demais apóstolos e Cafarnaum estava repleta de pessoas em busca de Jesus. Eles queriam de alguma forma o alívio que a presença do mestre emanava. E aproximava-se final de tarde, quando Jesus e os discípulos se dirigiram alegremente para um monte próximo. E ao longo de toda a encosta desse monte, aglomeravam-se centenas e centenas de pessoas esperando para ouvirem a palavra dele. Eram velhinhos trêmulos, lavradores simples, mulheres com seus felinhos, cegos, crianças doentes, homens maltrapilhos, pessoas machucadas, não só fisicamente, mas machucados na alma. Todos aglomerados acotovelavam-se esperando ouvir a voz de Jesus. E quando nós imaginamos essa multidão reunida esperando pelo mestre, nós percebemos que ali não estavam apenas corpos cansados, estavam almas feridas, espíritos em busca de sentido, corações que já haviam tentado de tudo e agora buscavam apenas uma coisa, alívio. Até que surge lá no monte a presença, a figura de Jesus. E sobre os olhares felizes e ansiosos daquela multidão, ele entoa a mais bela página moral já ouvida no planeta, o sermão do monte. E a sua voz, ela cai um bálsamo no coração daqueles que ali estavam. O sermão do monte nós encontramos lá no Evangelho de Mateus, no capítulo 5to, de versículo 3 a 11. E lá está assim: "E Jesus, vendo à multidão, subiu a um monte e
no coração daqueles que ali estavam. O sermão do monte nós encontramos lá no Evangelho de Mateus, no capítulo 5to, de versículo 3 a 11. E lá está assim: "E Jesus, vendo à multidão, subiu a um monte e assentando-se aproximaram-se dele os seus discípulos. E abrindo a sua boca os ensinava, dizendo: Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados os aflitos, porque eles serão consolados. Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão na terra. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão saciados. Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles receberão misericórdia. Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus. Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus. Eu deixei para vocês anteriormente os versículos que trazem exatamente as bem-aventuranças, mas o sermão do monte continua e vale muito a sua leitura. E quando nós falamos em Sermão do Monte, que foi falado por Jesus na nas margens do rio Tiberíades, ele representa o mais rico discurso de princípios éticos, morais voltadas para a nossa regeneração. Ele nasce desse encontro entre a dor humana e a misericórdia divina. Pois Jesus ele não fala do alto de um trono, ele fala a partir da conv da convivência com o sofrimento real. E isso nos ensina que o evangelho não é um discurso distante, mas um discurso que nasce exatamente onde a vida dói, dos pontos onde nós precisamos de reflexão. E as bem-aventuranças, elas não são promessas mágicas, elas não são recompensas imediatas, são leis espirituais, um caminho que rege a felicidade verdadeira. Se nós seguirmos esse caminho, a nossa vida vai ser mais feliz. E Jesus, ele não diz bem-aventurados os perfeitos. Ele diz: "Bem-aventurados os mansos, bem-aventurados os aflitos. Bem-aventurados os misericordiosos. Bem-aventurados os pacificadores, ou seja, felizes são aqueles que, mesmo
aventurados os perfeitos. Ele diz: "Bem-aventurados os mansos, bem-aventurados os aflitos. Bem-aventurados os misericordiosos. Bem-aventurados os pacificadores, ou seja, felizes são aqueles que, mesmo imperfeitos, escolhem um caminho que permite vivenciar aquilo que Jesus nos ensina, um caminho moral mais elevado. Mesmo durante os nossos erros e acertos, nós escolhemos seguir esse caminho. E a riqueza desse discurso, ela é tão grande que atravessamos já séculos e séculos, desde que Jesus nos dá a oportunidade de escutar estas lindas palavras, que ela ainda encanta pensadores, poetas, filósofos, teólogos, ao ponto de Mahatrat Magand nos falar que se todos os livros da humanidade se perdessem, E só nos restasse o sermão do monte ou o sermão da montanha, nada estaria perdido. Isso porque lá no sermão, sobretudo ali nas bem-aventuranças, estão condensadas, nós encontramos uma proposta de transformação e renovação para todo um planeta. E essa é a grande questão do Sermão do Monte. Jesus nos apresenta um conjunto de valores, um conjunto de propósitos paraa nossa mudança de conduta. Ele nos propõe mansidão num mundo cheio de atribulações, num mundo cheio de correrias. Ele nos propõe paz no meio das guerras. E não só essas guerras que nós eh eh estamos acompanhando, mas as guerras que acontecem dentro do nosso coração. Jesus nos propõe simplicidade, nos propõe humildade, onde a busca é o luxo e o sucesso a todo custo. Aí lá no livro dos espíritos, Kardec pergunta assim: "Qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem para lhe servir de guia e modelo?" E os espíritos respondem: "Jesus". Só que meus amigos e minhas amigas, nós ainda não compreendemos Jesus. Desde aquela época em que Jesus proferiu o sermão do monte até os dias de hoje, as suas palavras ainda não foram totalmente compreendidas por nós. E talvez nós não tenhamos entendido Jesus, porque nós ainda insistimos em admirá-lo quando ele nos pede para segui-lo, para fazer aquilo que ele nos ensina, fazer aquilo que ele faz. E admirar é
nós. E talvez nós não tenhamos entendido Jesus, porque nós ainda insistimos em admirá-lo quando ele nos pede para segui-lo, para fazer aquilo que ele nos ensina, fazer aquilo que ele faz. E admirar é fácil. Agora, seguir exige esforço, exige renúncia, exige mudança interior. O sermão do monte não não foi nos trazido por Jesus para emocionar, para nós acharmos, nossa, que palavras bonitas. Não foi essa a proposta do mestre, ele foi feito para nos transformar. Só que toda transformação verdadeira, ela começa quando a gente para de perguntar: "Por que que o outro não muda?" E começamos a perguntar: "O que em mim ainda precisa ser educado?" Então, da primeira até a última bem-aventurança, Jesus nos apresenta um caminho a ser percorrido em todo o sermão do monte. Ele nos traz um guia paraa nossa transformação, mas da primeira a última bem-aventurança, ele nos dá um caminho que nos proporciona uma transformação moral, porque em cada uma das oito bem-aventuranças, nós encontramos passos da caminhada evolutiva do espírito rumo à sua plenitude. Então, em cada uma bem-aventurança, nós encontramos uma virtude necessária pro nosso progresso que nós precisamos conquistar. Aí nós podemos pensar, né, num domingo à noite, todo mundo aí na sua casa, tá, Marina, mas o que que é virtude? uma palavra tão bonita, mas ela parece tão utópica, tão distante. Aí eu fui procurar no dicionário e lá no dicionário diz assim que virtude é uma força que age ou que pode agir. Fez sentido para vocês? >> Para mim não fez muito. Aí eu fui fui procurar um pouquinho mais. Aí lá um Carlos Torres Pastorino, sabe? escreveu aquele livrinho maravilhoso, Minutos de Sabedoria. Ele nos diz que a virtude é a qualidade de quem tem força, sobretudo moral. já fez mais sentido. Porque então se a gente pegar o que Carlos Torres Pastorino nos explica, a gente pode interpretar que virtude não é uma qualidade de quem já é bom, mas de quem está se esforçando para ser bom. A virtude não diz respeito à aquela pessoa que já chegou ao objetivo, mas
plica, a gente pode interpretar que virtude não é uma qualidade de quem já é bom, mas de quem está se esforçando para ser bom. A virtude não diz respeito à aquela pessoa que já chegou ao objetivo, mas quem está no caminho. Aí lá em Aristóteles, na sua é naquele seu livro Ética anicômaco, ele nos explica que nenhuma virtude é natural. Logo, é preciso tornar-se virtuoso. Aí ele escreve assim: "É praticando as ações justas que nos tornamos justos. É praticando as ações moderadas que nos tornamos moderados e praticando as ações corajosas que nos tornamos corajosos. Ou seja, nós aprendemos a caminhar caminhando. A beleza, ela não tá no ponto de chegada, ela tá no percurso. Virtude, meus amigos, então não é um adorno espiritual, ela é um exercício diário. Todo dia eu escolho ser uma pessoa melhor. Ou alguém acorda aqui e fala: "Hoje eu vou incomodar. Hoje eu vou ser uma pessoa ruim." Ninguém faz isso. Tudo bem que a gente erra, a gente cai, mas a gente sabe qual é o caminho certo. E nós podemos todos os dias recomeçar. Recomeçar não nos desqualifica como espíritos, mas isso nos humaniza. Nós sabemos que nós erramos, mas eu tenho infinitas oportunidades de recomeçar e fazer de novo, porque eu sei o caminho. E o evangelho nunca, em nenhuma parte exige de nós perfeição. Ele nos dá diversas possibilidades para caminharmos um caminho que vai nos levar à perfeição, mas não perfeição imediata. O que o evangelho exige de nós é esforço sincero. Eu decido todos os dias fazer diferente. E Deus não espera de nós o impossível. mas sim a fidelidade do pequeno passo que a gente dá hoje. Vocês imaginem só se todos os dias nós formos 1% melhor, gente, 1%. No final do ano nós evoluímos, nós progredimos 365%. Qual investimento melhor do que esse? Que investimento que te dá um progresso de 3 um ganho de 365%. Eu não conheço. Então, todos nós somos virtuosos, porque todos nós batalhamos para sermos pessoas melhores. E quando nós temos uma uma leitura atenta de todo o sermão do monte, principalmente ali da parte das
onheço. Então, todos nós somos virtuosos, porque todos nós batalhamos para sermos pessoas melhores. E quando nós temos uma uma leitura atenta de todo o sermão do monte, principalmente ali da parte das bem-aventuranças, nós percebemos que tem um elemento que a todo momento Jesus destaca. A todo momento Jesus fala sobre a paz. E hoje quando a gente escuta falar em paz, parece que é algo distante de nós, né? Parece que é uma palavra que, nossa, já tem tanta coisa acontecendo no mundo que parece que falar de paz é algo que nos distancia, uma palavra que ficou batida. Só que nesse momento a gente precisa ler de novo. Quando Jesus fala: "Bem-aventurados os mansos e pacíficos. Bem-aventurados os pacificadores". O que que ele quer dizer com isso? Que a pessoa mansa, a pessoa pacífica, é aquela que vivencia a paz nos seus hábitos, no seu dia a dia. O que ele faz reflete paz interiormente. Essa pessoa, ela irradia paz. Sabe aquela pessoa que chega num local e todo mundo se sente bem, que a presença dela por si só é capaz de apaziguar ânimos. Essa é uma pessoa pacífica. E nós também encontramos o pacificador, que ele é um passo além do pacífico. Porque além de ele ter conquistado a paz interior, o pacificador ele vive em meio ao conflito. Ele vive em meio aos violentos, pacificando, conduzindo as pessoas ao acordo, conduzindo as pessoas à paz. Essas pessoas são chamadas de ativistas da paz. Só que vejam, nós não estamos falando de espíritos perfeitos, mas de pessoas que, assim como eu, assim como você, buscam vivenciar a paz em suas vidas e deixar a vida das pessoas ao seu redor mais leve. Então veja, quando Jesus ele destaca a paz, não é algo para ser distante, mas é algo para eu vivenciar no meu dia a dia. Então, bem-aventurados são pessoas imperfeitas que buscam e agem para conquistar essa lista de virtudes. pessoas que entenderam que para alcançar todas essas qualidades morais, elas precisam vivenciar os ensinamentos do Cristo da forma e da maneira que cada um consegue dentro da sua perspectiva, das suas
pessoas que entenderam que para alcançar todas essas qualidades morais, elas precisam vivenciar os ensinamentos do Cristo da forma e da maneira que cada um consegue dentro da sua perspectiva, das suas condições, mais vivenciar os ensinos de Jesus no ambiente que foi colocado. Porque nós estamos no local certo, no momento certo, com as pessoas certas para nós alcançarmos as virtudes necessárias pro nosso sucesso nessa encarnação. Então aqui ninguém nasceu na família errada, ninguém nasceu no local errado. Nós estamos exatamente no local propício para desenvolver aquilo que a gente precisa, o que nós nos comprometemos antes de reencarnarmos lá no nosso planejamento reencarnatório. Olha só o que aconteceu com Maratma Gand. Gandia caminhando lá pel uma calçada, quando um soldado inglês o vê lá caminhando e sem nenhuma razão se aproxima de Gand e começa a agredi-lo com socos e chutes. Gand cai no chão sem nenhuma reação física ou verbal. Ele se levanta calmamente e o soldado impressionado com aquela força e presença de espírito, novamente o derruba e continua a agredir. E Gandy se levanta novamente e continua calmo e em silêncio. O soldado fica incomodado com aquela paz de Gand, pois aquela força e aquela paz que Gand emanava colocavam em evidência aquela brutalidade do soldado. E muito incomodado, ele olha para Gand e pergunta assim: "Quem lhe ensinou a ser esse covarde?" Gandy calmamente olha para uma corrente que o soldado trazia pendurada no seu peito e fala assim: aponta para aquela corrente e fala: "Quem me ensinou a ser assim é esse homem que está no crucifixo que você carrega no seu peito". O magnetismo de Gand era tão forte que o soldado cai de joelho no chão e começa a chorar. Porque ele se dá conta que o modelo de pacificador de Gand era Jesus, o mesmo Jesus que ele trazia pendurado no crucifixo em seu pescoço. E ele que se dizia cristão, um seguidor de Jesus, agindo de um modo que deixaria Jesus muito triste. Essa cena, ela nos confronta porque ela revela uma verdade muito desconfortável.
xo em seu pescoço. E ele que se dizia cristão, um seguidor de Jesus, agindo de um modo que deixaria Jesus muito triste. Essa cena, ela nos confronta porque ela revela uma verdade muito desconfortável. Muit das vezes nós carregamos Jesus no peito, mas não no nosso comportamento. O cristianismo, ele não se prova por símbolos externos, mas sim pelas nossas atitudes íntimas. O verdadeiro discípulo de Jesus, ele é reconhecido não pelo seu discurso, mas pela forma como ele reage quando é ferido. O cristão verdadeiro é pacífico, é pacificador. E ser pacificador não significa fugir de um conflito, mas sim não alimentar esse conflito com ainda mais violência. Quantas das vezes nós temos a oportunidade de ficar em silêncio diante de uma discussão, mas a gente continua ali falando, gritando e isso só inflama mais ainda aquela situação. O pacificador, ele não reage com a com agressão, ele responde com consciência. às vezes a consciência silêncio. E vejam, gente, isso não tem nada a ver com fraqueza, mas com força moral. É como se você olhasse a situação por cima, não com superioridade, não é isso? Mas olhasse a situação, compreenderse o momento que aqueles irmãos estão e falam: "Eu não vou continuar com essa agressão, eu vou interromper aqui." E às vezes o nosso exemplo é suficiente para constrangir as pessoas e elas se acalmarem. Por isso, onde estiveres, pacifica. Seja qual for a ofensa, pacifica, porque é assim que nós compreendemos que a paz do mundo começa em nós. Isso não é clichê. E se nós continuarmos ali a leitura das bem-aventuranças de forma detida, nós vamos perceber que uma das primeiras virtudes abordadas por Jesus lá no sermão do monte é a humildade. Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Meus amigos, nada se inicia senão pela humildade. Assim como na subida de uma montanha, pra gente chegar no topo, é preciso primeiro começar ali pelo pé do monte subindo, subindo ali na base da montanha e depois ir subindo, subindo, subindo para depois chegar aqui ao cume nas
a montanha, pra gente chegar no topo, é preciso primeiro começar ali pelo pé do monte subindo, subindo ali na base da montanha e depois ir subindo, subindo, subindo para depois chegar aqui ao cume nas alturas. A evolução espiritual, ela tem a mesma dinâmica. Moralmente, nós vamos avançando à medida que nós vencemos pelo nosso esforço um monte das dificuldades e dos desafios. Quem aqui não tá passando pel um momento difícil? Eu não sei aí na sua casa, mas para agora e reflete sobre como que tá a sua vida nesse momento. Quantos e quantos desafios nós temos que enfrentar, não é verdade? Só que não há como avançar sem esforço. Todas essas dificuldades e desafios, elas nos burilam. O que que quer dizer isso? É como se elas nos moldassem, nos trouxessem mais resiliência, mais força, mais coragem, mais humildade. Só que nós não podemos confundir humildade com critérios materiais. Por exemplo, às vezes a gente olha alguém que não tem nada, não possui nenhum bem material, uma pessoa muito, muito, muito simples. E a gente chama ela de humilde. Isso é um grande engano, porque há pessoas humildes que possuem muitos bens materiais e há pessoas que não possuem nada e são extremamente orgulhosos. Então, não confundam a virtude da humildade com questões materiais, porque a humildade ela é uma virtude totalmente espiritual. Ela não tem nada a ver com coisas. A humildade ela tem muito mais a ver com aquilo que nos disse Sócrates. Conhece-te a ti mesmo. Nossa, Marina, como assim? Sim, porque pra gente conhecer as nós a nós mesmos, nós precisamos ser humildes, porque a gente tem que olhar para dentro de nós, pro nosso mundo íntimo e lidar com aquilo que nós temos de bom, mas também com aquilo que ainda precisamos melhorar. Porque reconhecer as qualidades que nós temos dentro de nós é fácil. Ah, eu sou uma pessoa bondosa, eu sou uma pessoa paciente, isso, isso, aquilo. Isso é muito fácil. Agora, difícil é reconhecer e ter coragem de perceber as nossas próprias fraquezas, que eu sou uma pessoa
eu sou uma pessoa bondosa, eu sou uma pessoa paciente, isso, isso, aquilo. Isso é muito fácil. Agora, difícil é reconhecer e ter coragem de perceber as nossas próprias fraquezas, que eu sou uma pessoa egoísta, que eu sou uma pessoa maledicente e por aí vai. E nós precisamos recorrhecer isso, porque se não reconhecermos as nossas fraquezas, como que a gente melhora? E esse é um grande risco que nós cometemos, pois quando nós não reconhecemos os nossos defeitos, nós negamos aquilo que é humano dentro de nós, aquilo que é frágil, aquilo que nós viemos para melhorar. E aí nós nos tornamos orgulhosos. Por quê? Se eu não consigo enxergar o que eu tenho de ruim, as minhas fraquezas, eu só vejo o lado bom, a coisa complica. Porque o orgulhoso, ele não vê as suas falhas somente nos outros. Eu não preciso melhorar, quem tem que melhorar é ele. Eu não sou uma pessoa impaciente. Quem é impaciente é ele. Mas daí como que a gente vai evoluir se a gente não reconhecer e não ver as falhas que nós temos em nós? Por isso a humildade ela é uma virtude essencialmente espiritual, porque ela exige de nós o desenvolvimento da maturidade. E a humildade ela não nos diminui, mas ela nos liberta. Quando nós reconhecemos as nossas fragilidades, nós abrimos espaço pro auxílio espiritual. Nós reconhecemos que, poxa, eu preciso melhorar e eu tô aqui aberto para receber ajuda e aprender com os meus erros. Agora, se eu não dou essa oportunidade, o que que vai acontecer? O orgulho vai me isolar. Diferente da humildade que nos conecta. Toda evolução espiritual, ela começa quando nós temos coragem de olhar para dentro de nós sem máscaras e sem desculpas. E Jesus segue ali nas bema-aventuranças para abordar um dos temas mais difíceis da humanidade, que é a dor. A dor é o supremo desafio da humanidade. Eu perguntei para vocês anteriormente, qual é a dor que você tá passando hoje? Qual é a dificuldade hoje na sua vida que você a tá tão imers, tem tanta coisa acontecendo que você acha que isso não vai ter fim?
tei para vocês anteriormente, qual é a dor que você tá passando hoje? Qual é a dificuldade hoje na sua vida que você a tá tão imers, tem tanta coisa acontecendo que você acha que isso não vai ter fim? Só que quando Jesus disse: "Bem-aventurados os aflitos", ele não falou para ser feliz durante a aflição. Ele disse: "Bem-aventurados os aflitos, porque eles serão consolados. serão consolados, ou seja, depois da aflição, no futuro, aqui o verbo ser tá no futuro, no futuro, serão. Só que o sofrimento sozinho, ele não gera progresso. Não adianta eu estar lá no meio da tempestade, dessa tribulação na nossa vida, chorando, chorando, infeliz, vítima. Isso não vai me ajudar a progredir. O que eu preciso é compreender o por eu estou passando por isso. Toda, toda a aflição, toda dificuldade, toda a dor que nós passamos é uma oportunidade evolutiva que quando nós aproveitamos elas nos ajudam no nosso desenvolvimento anterior, no nosso no desenvolvimento de virtudes necessárias pro nosso progresso. Gente, a dor não é castigo. Nós não podemos esquecer que nenhum de nós aqui é vítima. Desculpa, tô falando desde não, né? 30 e poucos minutos direto. Não deixei nem vocês respirarem direito, né? Vejam, desculpa, a dor ela não é um castigo, porque hoje nós vivemos uma colheita daquilo que foi plantado nessa ou em outra vida. Então, nenhum de nós é vítima. Se hoje nós estamos passando uma dificuldade, é uma oportunidade de reparar algo que nós cometemos lá atrás. E a dor ela é um sinal, porque ela aponta exatamente onde nós ainda não conseguimos amar, onde nós não conseguimos aceitar, onde nós não conseguimos compreender justamente aquele ponto dentro de nós que precisa ser mudado. E quando a dor chega, o que que ela nos pede? Postura. Ela nos pede coragem de perguntar o que que essa experiência está tentando me ensinar. O que que em mim ainda reage com revolta? Onde eu ainda resisto em crescer? O que que eu posso fazer hoje, apesar da dor? Porque vejam, sofrer por si só não transforma ninguém.
tá tentando me ensinar. O que que em mim ainda reage com revolta? Onde eu ainda resisto em crescer? O que que eu posso fazer hoje, apesar da dor? Porque vejam, sofrer por si só não transforma ninguém. Há pessoas que sofrem muito, muito e se tornam amargas, se tornam ásperas. Já outras pessoas passam por grandes provações, por grandes tribulações e se tornam sensíveis. mais humanas, mais maduras, mais resilientes, mais humildes. E a diferença, ela não está na dor, está na forma que cada um de nós se posiciona diante da dor. Porque quando a gente interpreta bem-aventurados os aflitos, porque eles serão consolados, esse consolo, ele não vai vir de fato de forma automática. Ele vai nascer justamente quando você parar e perguntar: "Por que isso tá acontecendo comigo?" E aí dessa reflexão, porque isso tá me acontecendo comigo? Veja, isso vai te colocar numa posição de vítima. Agora, se eu me perguntar o que eu posso construir a partir disso, você tá vendo a mudança que isso faz, Deus? Por que que eu tô isso tá acontecendo comigo agora, Deus? O que que eu posso construir a partir dessa dor que eu tô passando? E sobre a dor, Jesus nos deu o maior testemunho do evangelho. Ele assumiu a cruz. Ele aceitou a crucificação na frente da sua mãe para validar os seus ensinamentos sobre a dor. E os ensinamentos que Jesus nos traz sobre a dor terminam em um domingo pela manhã, quando ele dá prova da imortalidade da alma. Quando Jesus aparece e nos mostra que seu espírito está vivo, ele encerra o ensinamento sobre a dor. O que que ele nos ensina? Uma lição riquíssima de que tudo passa. Tudo passa. A dor vem, nos ensina, mas ela passa. Ela é uma grande professora. Só que nós é que vamos precisar aprender e buscar entender o que que essa dor tá trazendo na minha vida. A dor ela nos deixa mais fortes. Ela causa dentro de nós uma transformação. Só que nós precisamos estar abertos para isso. Sair da posição de reclamação e ir paraa posição de atividade. E o que que quer dizer uma posição de atividade? Eu sei que eu tô
e nós uma transformação. Só que nós precisamos estar abertos para isso. Sair da posição de reclamação e ir paraa posição de atividade. E o que que quer dizer uma posição de atividade? Eu sei que eu tô passando pelo momento de tribulação, mas ficar na reclamação na posição de vítima não vai me ajudar. Eu preciso ser ativo. Ativo na coragem, ativo na resiliência, ativo na humildade, ativa, ativo na caridade de fazer o outro feliz para que a minha vida fique mais feliz. Jesus nos disse, nós temos muito mais a aprender com as lágrimas do que com os risos. Porque junto desses momentos de dores, nós desenvolvemos a resignação, que é a virtude que nasce da dificuldade. Hoje a gente vive num plano de provas e expiações. Então, não é possível viver só de alegria, só de felicidade. Nós temos altos e baixos, dias bons, dias ruins, assim como a gente não vive só de sofrimento, a gente não vai ter dias só felizes. E a gente falou que o nosso crescimento ele vai surgir na maior parte das vezes depois de uma situação difícil. Tempos difíceis criam ser humanos fortes. Seres humanos fortes criam tempos fáceis. Tempos fáceis criam ser humanos fracos. Seres humanos fracos criam tempos difíceis. Então, quando Jesus fala bem-aventurados os aflitos ele não tá louvando a tristeza, mas sim os resultados positivos da tristeza em nossas vidas. O que que ela pode construir em nós? Quais são as lições que nós vamos tirar dessa experiência dolorosa? Eu sei que você agora tá refletindo pelo que você tá passando, só que Jesus também nos disse: "Vós sois o sal da terra, porém o sal torna-se? Como que eu vou salgar? Nós somos o sal da terra, mas o que garante o sabor na nossa vida é o exercício diário do cristianismo, da espiritualidade, que se traduz na vivência do evangelho de Jesus, aonde quer que estejemos. é a espiritualidade, é esse exercício que não deixa a nossa vida sem sabor. Porque uma pessoa, ela pode ser muito bonita, ela pode ser muito atraente, mas se ela não buscar desenvolver essas
stejemos. é a espiritualidade, é esse exercício que não deixa a nossa vida sem sabor. Porque uma pessoa, ela pode ser muito bonita, ela pode ser muito atraente, mas se ela não buscar desenvolver essas virtudes, se ela não buscar desenvolver a espiritualidade dentro dela, ela é uma pessoa sem graça. Uma casa, ela pode ser ampla, moderna, confortável, bonita, mas se ela não tiver o exercício do evangelho do lar, ela se torna fria, ela se torna vazia. Então, é essa pitada de espiritualidade que faz a diferença no nosso trabalho, na nossa casa, nos nossos relacionamentos, no nosso dia a dia. E a espiritualidade, ela não vai se sustentar com os gestos grandiosos que a gente vai fazer de vez em quando, não é isso. Ela vai se construir na constância das nossas pequenas escolhas. todo santo dia é o nosso tom de voz dentro de casa. É na forma como nós respondemos quando nós estamos cansados. É na decisão de não devolver na mesma moeda. É no esforço de ouvir antes de reagir. Ser o sal da terra não é aparecer. é dar sentido, é não deixar que a convivência se torne amarga, dura ou indiferente. Uma palavra mais branda quando o impulso era de ferir. Um julgamento a menos quando a crítica parece ser mais fácil, né? Em vez da gente se colocar no lugar do outro. Um perdão. Não porque o outro mereça, não é isso aí? nem cabe a nós, mas porque nós precisamos seguir em paz. Só que Jesus, ele fala ainda que nós somos a luz do mundo. Só que essa luz ela se apaga se nós nos afastamos dele. Se nós nos afastamos dos ensinos de Jesus. Seremos luzes no mundo quando nós agimos pautando as nossas condutas no evangelho do Cristo. E ser luz no mundo não é iluminar grandes multidões, é clarear os ambientes, por menores que sejam onde nós passamos. É sair de um local e deixar ele melhor. É levar lucidez onde há confusão, serenidade onde há conflito, equilíbrio, onde há excesso. Quando nos afastamos do evangelho, a nossa vida perde sabor, não porque falta beleza, conforto, sucesso, mas porque falta sentido. seguir caminhar sem ter
nde há conflito, equilíbrio, onde há excesso. Quando nos afastamos do evangelho, a nossa vida perde sabor, não porque falta beleza, conforto, sucesso, mas porque falta sentido. seguir caminhar sem ter Jesus como foco. A vida fica vazia, a vida fica material. Nós conversávamos antes de aqui abrir a live, a live na harmonia aqui com os amigos que estão aqui nos bastidores de como as nossas famílias hoje precisam de atenção. Uma família sem Jesus como rota é uma família vazia, uma casa sem evangelho no lar, meus amigos, é uma casa vazia. E é esse evangelho vivido que tempera a nossa existência. que aquece o nosso lar, que sustenta os nossos relacionamentos, que impede da vida se tornar fria, materialista, egoísta, sem graça, vazia. Jesus nos deixou como com o sermão do monte os mais belos ensinos morais de uma elevação, de progresso, de melhora. é um modelo a ser seguido que não existe falha. E a nossa trajetória, ela começa aqui da base da montanha e vai até o cume. E isso corresponde ao nosso processo de crescimento e aprimoramento espiritual, que é de dentro para fora. E lá do monte da montanha falou Jesus. E lá ele nos espera, porque ele disse que nenhuma ovelha ia ficar para trás. Só que para nos ajudar, Jesus nos indicou um tesouro, que é o sermão do monte. E Kardec nos deixou um mapa que é a codificação espírita. Só que a caminhada é de cada um de nós. Cada um vai fazer o que consegue dentro da sua realidade, da sua perspectiva, o seu 1% todo dia, que é o nosso combinado da noite. Coloque como meta para 2026 melhorar 1% todos os dias. Só que o sermão do monte não terminou aquele dia. Ele continua ecoando na consciência de toda a humanidade, que aonde tá gravada as leis de Deus. Cada vez que escolhemos o bem, cada vez que silenciamos o nosso orgulho, cada vez que pacificamos o ambiente, o vento da Galileia volta a soprar. Quando Jesus terminou de falar, lá do alto do monte soprava um vento. Isso que eu vou contar para vocês agora tá lá no livro Boa Nova, que é um livro
os o ambiente, o vento da Galileia volta a soprar. Quando Jesus terminou de falar, lá do alto do monte soprava um vento. Isso que eu vou contar para vocês agora tá lá no livro Boa Nova, que é um livro lindíssimo na psicografia de Chico. Por muito tempo falou do reino de Deus, onde o amor edificaria maravilhas perenes e sublimadas. Suas promessas pareciam dirigidas ao incomensurável futuro humano. Do alto do monte soprava um vento leve em deliciosas vagas de perfume. As brisas da Galileia se haviam impregnado da virtude poderosa e indestrutível daquelas palavras. e obedecendo a uma determinação superior, iam espalhar-se entre todos os aflitos da terra. E que esse vento, meus amigos, esse vento da Galileia possa soprar sempre no nosso coração, na nossa vida, para que a gente nunca perca o rumo certo, que é caminhar com Jesus. Muito obrigada por estarem com a gente até esse momento. Que a luz e o amor de Jesus invada a casa de cada um e faça morada. E vou passar agora pros meus amigos para que a gente possa continuar e responder as perguntas. Dá tempo ainda de mandar, tá? Quem quiser mande suas perguntas que a gente vai responder. >> Verdade. É, Marina, essa é uma lição. Esses irmão do monte para mim é uma essência divina que nós temos. Se a gente conseguir trabalhar cada humildade, cada virtude que ele é falado ali por dia, sete dias da semana, ah, não, hoje eu vou trabalhar a humildade, amanhã eu vou trabalhar o perdão, logo em seguida vou tentar trabalhar o amor. Nossa, a gente conseguiria trabalhar eh esse ensinamento de uma forma onde que a gente pudesse compreender o que Cristo falou, né? Porque essa essência da virtude do sermão do monte, né, é um convite à transformação interior que a gente tem que viver no dia a dia com conosco primeiro. Eu falo sempre, não adianta você querer pros outros primeiros, tem que trabalhar você, o seu interior para você trabalhar e ver os ensinamentos de Deus, entendeu? A essência divina que nos faz a gente compreender cada segundo, cada momento.
pros outros primeiros, tem que trabalhar você, o seu interior para você trabalhar e ver os ensinamentos de Deus, entendeu? A essência divina que nos faz a gente compreender cada segundo, cada momento. Hoje eu tava lá, como eu falei, lá na praia, você via aquela natureza tão perfeita, tão linda, entendeu? aquelas pedras, aqueles mares, aqueles, aquela gente ali, a felicidade tava estampada em cada rosto que você via ali. Então, esses momentos você consegue compreender os ensinamentos que Jesus nos trouxe. É isso que a gente precisa aprender. trabalhar em nós esses momentos de felicidade que a gente muitas vezes nessa vida tão atribulada passa por cima de tudo e não acaba não não percebendo que a vida é tão bela e simples pra gente compreender, não é verdade? >> É verdade, meu amigo, é verdade. E se cada um de nós puder fazer um pouquinho todo dia dentro daquilo que consegue, daquilo que pode, a vida, a nossa vida vai ser melhor, né? Porque nós vibramos, nós vamos transmitir aquilo que a gente vibra. Então, a gente tem duas opções. Ou escolher seguir o caminho do bem ou não escolher seguir o caminho do bem. Não há mais tempo de ficar em cima do muro, não é verdade, Antônio? A vida exige de nós cada vez mais. >> É, o tempo passa muito rápido, a gente tá deixando de fazer coisas que a gente precisaria fazer, entendeu? E quando percebe que falhou, não é que é tarde, você já começou, você já tá atrasado, vamos dizer assim, mas você pode reescrever, como o Chico falava, né? reescreve-se uma nova história. Não vai ser da mesma forma, mas você pelo menos vai tá ciente que você pode mudar alguma coisa ainda nessa jornada, nesse processo que a gente tá passando agora, né, de transição planetária aí, de prova, expiação para regeração, a gente sabe que o processo agora tá mais rápido, porque a gente precisa mudar, não tem mais tempo. É agora ou agora acabou. Eu tenho que aprender a conviver com meu próximo, aprender a lidar com os meus vícios, aprender a saber lidar com as minhas dificuldades,
te precisa mudar, não tem mais tempo. É agora ou agora acabou. Eu tenho que aprender a conviver com meu próximo, aprender a lidar com os meus vícios, aprender a saber lidar com as minhas dificuldades, porque se eu não fizer isso, ninguém vai fazer isso por mim. Valu uma palestra na sexta-feira conosco ali no mediúnio, o não perdão. Que que é o não perdão? Entendeu? é aquele homem velho que você tem lá dentro no ser. E você precisa trabalhar isso, tirar essas essas escama, vamos dizer assim, como Paulo dizia lá na época que ele ficou cego lá, a escama dos olhos, a escama do corpo, a escama da vida e bola paraa frente vencer a vida como tem que ser vencida, não é verdade? Vamos lá. Temos algumas perguntas e algumas colocações. Eu pus uma colocação ali. Primeiro Valf colocar pergunta. Vamos lá. O Sermão do Monte é um guia para uma vida transformada. Transformada. E também podemos dizer que é o caminho de autoconhecimento. >> Sim, porque o Sermão do Monte, ele é ao mesmo tempo um guia para uma vida transformada. a possibilidade para de nós nos transformarmos e um caminho muito profundo de autoconhecimento, porque quando Jesus apresentou as bem-aventuranças, ele não descreveu comportamentos externos apenas, né? Nada do que ele fez, né? Era sempre tudo muito profundo. E ele convida para cada um de nós olhar para dentro. Esse sempre foi um convite do mestre. E aí, se a gente for pensar sobretudo ali nas bem-aventuranças, que a gente destacou alguns pontos essa noite, ela funcionam todo o sermão do monte, né, na verdade como um espelho da nossa consciência. Então, quando a gente escuta por, por exemplo, eh, bem-aventurados os mansos, nós somos levados a nos perguntar como eu reajo quando eu sou contrariado? Quando a gente escuta bem-aventurados os misericordiosos, trazendo bem paraa nossa prática, nós a gente tem que observar como que eu julgo, como que eu perdoo. Ah, bemaventuradosos pacificadores, como eu pacifico ou como eu aumento os conflitos? E esse movimento é de autoconhecimento
rática, nós a gente tem que observar como que eu julgo, como que eu perdoo. Ah, bemaventuradosos pacificadores, como eu pacifico ou como eu aumento os conflitos? E esse movimento é de autoconhecimento puro, porque como que eu reajo perante as coisas que me acontecem na vida? Isso não é teórico, é existencial. E a doutrina espírita, ela confirma isso quando ela nos ensina que a transformação moral, ela começa pelo conhece-te a ti mesmo, conforme nos orienta até Santo Agostinho lá no Evangelho Segundo o Espiritismo. O Sermão do Monte, ele nos oferece exatamente esse roteiro. Ele nos mostra onde nós estamos, o que que ainda nos falta, em que direção nós precisamos caminhar. E além disso, Antônio, a gente pode dizer que Jesus ele não propõe um ideal intangível, não. É aquele nosso tal de 1% todo dia. Isso é o que Jesus nos propõe, é um processo. As bem-aventuranças, o sermão do monte, não falam de perfeição pronta, meus amigos, mas de um esforço, de um caminho, de uma construção diária. Por isso que o ser humano ele não gera não, não é para gerar culpa, é para gerar consciência. Ele não condena, ele orienta. Ele não é apenas um código moral, é um manual de leitura própria da nossa alma. Porque toda vida transformada, ela começa exatamente no momento em que nós temos coragem de nos conhecermos com humildade, com responsabilidade e com disposição para melhorar. Isso é um autoconhecimento. Verdade. E você, como você falou, e pegando cada passagem dessa do sermão e você conseguindo interpretar na época Jesus falando daquela forma junto à aqueles aquela aquele povo ali, né, sofrido, né, onde não compreendia muito, mas estavam ali, acreditava que que tinha algo na na fala na fala de Jesus, onde o Cristo começou a falar: "Bem-aventurados, pobres espíritos". Imagina, imagina a cena ali, você pegando esse bem, esse pobre de espírito, trazendo aqua, aquela falha que você tem, mas que devido a nossos vícios, nosso orgulho, nossa verdade, a gente não consegue parar e e e limpar,
ena ali, você pegando esse bem, esse pobre de espírito, trazendo aqua, aquela falha que você tem, mas que devido a nossos vícios, nosso orgulho, nossa verdade, a gente não consegue parar e e e limpar, vamos dizer assim, essa essa esse vício. Por causa do quê? por causa da nossa da nossa correria, muit das vezes, da nossa falta de de visão, de de vida, de compreensão. Nós temos que aprender aprender ser mais resignado para com o próximo. A gente não tá tendo mais isso, mas é o processo que a gente tá buscando. Temos tempo, graças a Deus que temos exemplos aí a ser seguidos que já nos trouxeram, estão vivos, né, na nossa mente, no nosso dia a dia, na nossa caminhada, na nossa jornada, né, que tá ali, ó. Eu tenho que despertar. Opa, que que eu quero para minha vida hoje? Eu preciso mudar. Essa mudança é só eu posso fazer. Por mais que a Marine dê a receita, ela não vai mudar por mim. Ela vai me ensinar os percalços, vai ensinar o caminho, vai ensinar o que fazer. Mas eu tenho que pegar a vontade interior, entendeu? Como Kardec diz lá na questão 90, poderia o homem vencer seus filhos, se os quiserem? Sim. falta-lhes à vontade, por sinal, muito significante. Então, ou seja, eu preciso fazer essa mudança e começa em mim para depois e para as pessoas que estão ao meu lado. Vamos lá, tem mais uma pergunta. Eh, Jesus não falou somente aos homens, discípulos ou não depoca, mas a todos os espíritos eternos encarnados e desencarnados. Por que ainda não conseguimos compreender esse ensinamento? Ó, pergunta >> é é que assim, Antônio, Jesus ele não falou apenas pros homens da sua época, até por isso que ele falava por parábolas, para que os seus ensinamentos não se perdessem ao longo do tempo. Nós precisamos, gente, voltar a 2025 anos atrás, tá? O vocabulário da época ele era muito escasso, mesmo, a mesma palavra que ele disso, um exemplo, né? Tô trazendo exemplo, tá gente? Usava para falar de caderno, usava para falar de copo, por exemplo. Então assim, por isso que ele falava primeiro, né, pra
a mesma palavra que ele disso, um exemplo, né? Tô trazendo exemplo, tá gente? Usava para falar de caderno, usava para falar de copo, por exemplo. Então assim, por isso que ele falava primeiro, né, pra gente tentar responder essa pergunta por parábolas. E ele também não falou apenas pros homens da sua época, ele falou para espíritos eternos encarnados, desencarnados em todos os tempos. E aí o sermão do monte, ele atravessa séculos porque ele não pertence a uma cultura específica, mas as leis morais que regem o universo. E ainda assim nós não conseguimos compreendê-lo plenamente, né? Que é bem isso que a pergunta nos traz. Não porque falta clareza nas palavras de Jesus, não é isso, mas porque muitas das vezes, Antônio, nos falta maturidade espiritual. E aí o primeiro motivo é compreender o evangelho exigir que nos exige vivências, não apenas inteligência. De nada eu ser uma inteligência gigantesca, mas eu não viver os ensinos de Jesus. E aí os ensinamentos de Jesus, eles não se assimilam apenas com estudo. Eu posso decorar o o, né, o evangelho, o livro dos espíritos, posso decorar, nossa, muita coisa, mas sem esforço íntimo, sem repetição, sem tentativas, sem erros, eu não tô vivendo o evangelho de Jesus. E isso demanda tempo, experiência, muitas reencarnações, né? Se a gente pudesse saber quantas e quantas vidas nós já tivemos para aprender, sabe, todo encarnação saiu 1 porozzinho melhor. E a própria doutrina espírita nos ensina que o espírito evolui gradativamente. Cada existência vai ampliar um pouco mais a nossa capacidade de sentir, a nossa capacidade de amar, a nossa capacidade de renunciar. Por isso, muitas vezes entendemos o evangelho com razão, mas ainda não conseguimos vivê-lo de fato com o nosso coração. E um outro ponto para responder essa pergunta é o orgulho. O evangelho ele confronta diretamente o ego humano. Ele nos pede mansidão quando nós queremos reagir. Ele nos pede perdão quando a gente prefere a cobrança, a humildade, quando ainda buscamos afirmação pessoal.
o ele confronta diretamente o ego humano. Ele nos pede mansidão quando nós queremos reagir. Ele nos pede perdão quando a gente prefere a cobrança, a humildade, quando ainda buscamos afirmação pessoal. Enquanto o eu fala mais alto, a lição do Cristo, do Cristo, a a lição de Jesus vai vai permanecer dentro de nós apenas como teoria. Agora, a gente também não pode confundir, compreender com concordar. Muitas das vezes nós entendemos o que Jesus nos propõe, mas a gente não concorda intimamente com o preço dessa escolha. Sabemos que perdoar é um caminho, certo? Mas a gente resiste. A gente sabe que passe ficar ser muitas das vezes o silêncio é o melhor caminho, mas a gente prefere vencer uma discussão. Eu não levo o desaforo para casa, né? Quem já não falou isso? A gente sabe que amar é libertador, só que a gente tem medo de quê? De perder o controle. Controlar não combina com amar. E aí, meus amigos, nós estamos num plano de provas e expiações, que isso significa que a maioria de nós ainda aprende mais pela dor do que pela consciência, do que pelo amor. E o evangelho nos propõe o quê? A nossa educação, uma educação espiritual. Só que a gente ainda insiste na reação instintiva. É por isso que Jesus falou por espíritos eternos, porque a gente, ele sabia que nós somos difíceis, que a gente demoraria para aprender e assimilar tudo que ele tava trazendo. E e outra, Jesus sabia que cada espírito vai ouvir conforme a sua capacidade atual. A mesma lição vai tocar cada um de nós em níveis diferentes. Aquilo que hoje a gente não consegue viver, amanhã vai fazer sentido, como para outra pessoa já tá fazendo sentido hoje. Aquilo que hoje parece impossível, um dia vai ser muito natural. Por isso que o nó, que o evangelho, gente, ele não perde valor com tempo. Ao contrário, é como se ele nos esperasse. E compreender Jesus não é decorar as suas palavras, mas aproximar a nossa vida do que ele viveu, passo a passo, com humildade, com perseverança. Isso não é um caminho imediato, só que é o
s esperasse. E compreender Jesus não é decorar as suas palavras, mas aproximar a nossa vida do que ele viveu, passo a passo, com humildade, com perseverança. Isso não é um caminho imediato, só que é o caminho mais seguro que a gente tem. É isso, amigo. Foi difícil responder. >> Não, mas é verdade. Não, mas isso tudo que você falou é é é é condizente que a gente precisa fazer, entendeu? E a gente não tá fazendo, entendeu? A gente só tá na teoria, entendeu? Ah, eu vou fazer, eu vou fazer, não, eu tenho que colocar no no hoje, no já. Não tem que ficar preocupado com o passado, nem com o futuro. A nossa vida é o agora, entendeu? Eu tenho que mudar essas, se eu tenho vício, se eu tenho dificuldade em trabalhar alguma situação em mim, eu tenho pessoas ao meu lado que podem me auxiliar, famílias, amigos, esposos, maridos, companheiros, companheiras, entendeu? Ninguém é Jesus quando nos trouxe a essa mensagem, ele sabia que a gente ia ter aflição. Ele mesmo disse: "No mundo tereis aflições. Eu venci o mundo." Vocês também podem fazer isso. Ou seja, a gente tem essa consciência, entendeu? Só que eu tenho que perceber isso e fazer com que essa essas mudanças que tem que acontecer partem de mim primeiro. Aí sim eu vou est conseguindo trabalhar essa esse questionamento que foi feito por esse nosso irmão aí. Não. Vamos lá. Acho que tem mais uma. Depois comentários. Eh, a maioria dos homens quando visitados pela dor preferem a lamentação e desespero. Está faltando compreensão fé. >> A maioria dos homens quando visitados pela dor preferem a lamentação e desespero. Está faltando compreensão em fé? Em parte sim, mas não apenas só isso, né? Porque quando a dor chega, a maioria de nós muitas vezes reage com vitimismo, com lamentação, com desespero, não por maldade ou fraqueza moral, mas porque muitas das vezes ainda não aprendeu a lidar com aquele sofrimento de forma consciente. A dor, ela expõe aquilo que ainda não foi educado em nós. E aí a doutrina espírita, ela nos ajuda a compreender que a fé
das vezes ainda não aprendeu a lidar com aquele sofrimento de forma consciente. A dor, ela expõe aquilo que ainda não foi educado em nós. E aí a doutrina espírita, ela nos ajuda a compreender que a fé ela não nasce pronta. Ela se constrói com o tempo, com a experiência, com as quedas, com os recomeços. Por isso, não é justo dizer que quem se desespera não tem fé alguma. Não é isso. Muitas das vezes a pessoa ela tem fé, mas não ainda tem compreensão suficiente para sustentá-la no momento da prova. em Kardec, eh, nos traz isso, né, que nós temos a fé instintiva, é aquela que meio que pede socorro, a fé raciocinada que começa quando a pessoa começou a entender e a fé madura que confia mesmo sem respostas imediatas. Eu vou colocar, dar o próximo passo porque eu sei que Deus vai colocar o chão para me sustentar. E aí a maioria de nós fica transitando ali entre a fé instintiva, entre uma fé raciocinada. Então nós precisamos lembrar que o sofrimento ele nos desorganiza emocionalmente. Quando a dor toca perdas, doenças, frustrações, feridas antigas, ela que que ela ativa dentro de nós? A insegurança, o trauma. E isso nem sempre de forma consciente. Então, nesses momentos, o desespero não é falta de fé, talvez é falta de preparo emocional e espiritual. E nós não podemos esquecer que Jesus, ele nunca condenou quem chorou. Ele sempre acolheu os aflitos. Ele sempre acolheu quem tava sofrendo. E ele nos convida a não permanecer na lamentação, a não fazer da dor uma morada permanente, que o problema não é sofrer, o problema é parar no sofrimento e ficar lá para sempre. Então, nós precisamos eh trazer aquelas reflexões que nós conversamos durante a nossa fala. O que que essa experiência ela quer me ensinar? o que que eu posso mudar em mim a partir disso que eu tô sofrendo? E aí é que a fé começa a amadurecer dentro de nós. Então, quando a gente vê alguém se desesperar diante da dor, a gente não deve concluir que falta fé, mas talvez lhe falte tempo, apoio, orientação, autoconhecimento.
começa a amadurecer dentro de nós. Então, quando a gente vê alguém se desesperar diante da dor, a gente não deve concluir que falta fé, mas talvez lhe falte tempo, apoio, orientação, autoconhecimento. E isso também faz parte do nosso processo evolutivo. E aí é que a gente tem que trazer o evangelho para dentro de nós, para nosso dia a dia, que não pede uma perfeição, mas pede disposição para aprender, mesmo aos poucos, mesmo o que ainda doa, que a fé ela transforma. A fé que nos transforma, ela não vai nascer no primeiro contato com a dor. Ela vai nascer sim depois de um choro, depois que a alma vai começar a se reorganizar. Isso também leva tempo, né? Mas o que a gente não pode acontecer é a gente ficar estacionado ali se lamentando. É realmente erguer a a cabeça e falar: "Vamos seguir apesar de tudo que tá acontecendo." Verdade, Larina. Aí eu pus lá esse comentário que eu eu tenho registrado. É, o sermão do monte é realmente a alma do evangelho e nele encontram-se ensinamentos tão atuais que parecem ditos pelos espíritos hoje dentro da nova visão do cristianismo reivíano. >> É verdade, meu amigo. a gente tem é uma parte que eu gosto muito do evangelho, porque é uma, é muito conhecimento, é muita informação sintetizado ali naquela passagem e de tanto que a gente pode explorar e e desenvolver dentro de nós. Realmente é é como a gente trouxe a nossa fala, é um caminho que nos ajuda no nosso dia a dia, dentro da nossa casa, da nossa família, porque isso é viver o evangelho, gente. Não tem que ser algo distante, tem que ser algo que a gente traga pra nossa prática. exercer o perdão, saber fazer o silêncio, sabe? Incentivar o diálogo, coisinhas que parecem tão pequenas, mas que fazem uma diferença na nossa vida e na vida da nossa família. é quem nos acompanha ali no dia a dia. >> É verdade. Esse evangelho nós temos que tá vivenciando ele diário. Tem a Mir que ela colocou uma observação aqui. Ah, ela lembrou de da Lívia, né? No livro há 2000 anos ouvindo o mestre. Legal.
ia. >> É verdade. Esse evangelho nós temos que tá vivenciando ele diário. Tem a Mir que ela colocou uma observação aqui. Ah, ela lembrou de da Lívia, né? No livro há 2000 anos ouvindo o mestre. Legal. >> Olha nossa, essa coleção de romances de Emanuel é muito, muito, muito lindo, né? Quem tem a oportunidade agora em férias, quem sabe ali começa por Paulo Estevão, né? Antônio, e aí vai, não, essa coleção é fantástica, >> Paulo Estevão, eu nós fizemos agora, terminamos o Paulo Estevão no grupo de do sábado lá do Ceara, né? Nossa, é fantástico. É, é uma, é você transportar pra época de Jesus, quando você tá ali vivenciando, lendo, tentando compreender, parece que você vai lá pra época e ensina. Como o Chico falava, quando o Chico começou a escrever os os livros, os romances, né? O Chico não tava conseguindo entender que que fez. Levou o Chico lá na idade, mostrou para ele como que seria e o Chico começou a transcrever os livros. >> Imagina >> que imagina, né? Imagina. >> A Mira fala pensar, compreender e sentir Jesus. É isso. Esse é o evangelho. >> Esse é o evangelho. Esse é o evangelho. Esse é um tema que se você fica aqui, você vai falando, vai falando, você não para de falar, porque são formas de você tá pra gente buscar compreender o nosso mestre em relação a essa passagem que ele teve por nós aqui há mais de 2000 anos, né? E precisamos compreender e trazer Jesus nesses momentos que estamos vivenciando agora de confraternização, porque a época que geralmente nós eh eh conseguimos fazer com que o nosso planeta dá aquela limpeza, né? Quebra aquelas energias negativas da mágua, da raiva, das dos vícios morais, vamos dizer assim. É nessa jornada agora que a gente consegue fazer essa limpeza que faz o planeta ficar mais calmo, mais sereno. Aí tem boa noite. Possamos compreender Jesus que seja uma bênção. Aí tem uma mensagem para você ali. Suel Marina sempre muito bom ouvi-la deixares ótimas reflexões sobre a nossa caminhada. Suelen Gina Frantes, sua amiga pelo visto.
reender Jesus que seja uma bênção. Aí tem uma mensagem para você ali. Suel Marina sempre muito bom ouvi-la deixares ótimas reflexões sobre a nossa caminhada. Suelen Gina Frantes, sua amiga pelo visto. >> Muito obrigada Suelen. Conheci ela lá onde seara. Aham. É, >> essa é a última palestra. Aham. >> Legal. Bom, terminou suas perguntas. Aí tem mais uma comunicação. Boa noite. Gratidão sempre pelos caminhos, pelos ensinamentos, luz e paz para todos nós. São José do Rio Preto, São Paulo. Ó, tem de São Paulo aí. Ô, Marina, gratidão pela sua participação da noite de hoje. Eu vou pedir para você fazer suas considerações finais, entendeu? E depois eu fazer uma prece para nós encerramento. Depois eu encerro falando, agradecendo o pessoal sobre a esse ano que passou. Fique à vontade suas considerações finais, depois você nos presenteia com uma prece de encerramento desse último programa nosso online. Meus amigos, minhas amigas, muito obrigada por estarem com a gente até esse momento. Obrigada por todas as participações durante o ano. Quem tá aqui, tá aqui agora até o final, não deixa de curtir, de compartilhar aqui o canal. Isso é muito importante pro nosso crescimento, que a gente possa na noite de hoje trazer Jesus paraa nossa casa todos os dias da nossa vida e viver de fato o evangelho. E agora eu convido a todos vocês que possam fechar os seus olhos, possam acalmar os seus corações para que a gente encerre a nossa noite, comece a nossa semana mais harmonizados. Senhor Jesus, mestre amigo de todas as horas, diante de ti colocamos o nosso coração como ele está, com as dores que ainda não entendemos, com as dúvidas que insistem em permanecer, com as fraquezas que tentamos esconder com o medo de falhar, mas também com a vontade sincera te melhorar, mestre amigo, nos ajuda a compreender as lições difíceis da vida, sem revolta, sem desespero, sem endurecimento da nossa alma. Quando a dor nos visitar, que ela não nos afaste do caminho do bem, que nos ensine a parar, a refletir
preender as lições difíceis da vida, sem revolta, sem desespero, sem endurecimento da nossa alma. Quando a dor nos visitar, que ela não nos afaste do caminho do bem, que nos ensine a parar, a refletir e a escolher os caminhos mais conscientes e que nos aproximam de ti. Fortalece o nosso coração para que não nos façamos da lamentação uma morada. nos dá lucidez para transformar o sofrimento em aprendizado e a dificuldade em crescimento interior. Ampara-nos nas horas em que a fé vacila, em que o medo chega, em que nos falta coragem de dar o próximo passo. sustenta o nosso coração, a nossa vida quanto o cansaço chegar e nos lembra, Senhor, todos os dias que nós não caminhamos sozinhos. Que a tua luz nos ampare, nos acompanhe hoje e sempre, iluminando as nossas escolhas e fortalecendo o nosso propósito de sermos melhores do que fomos ontem. Que assim seja. Meus amigos, uma ótima noite, uma ótima semana. Eu passo agora a palavra pro meu amigo Antônio P aqui quietinha. Vamos lá, vamos agradecer esse público maravilhoso que teve conosco nesse ano de 2025, esse programa sendo realizado, ele programa que era às 8, passou para 7, a gente achou uma maneira de facilitar para todo mundo esse esses dois, certo? para quem assiste esse programa. Eu sei que muitos assistem depois, né? Não agora, muitos estão ainda em passeio, fazem os seus afazeres, mas eu tenho certeza que todos assistem depois esse programa e que o ano que vem tá logo aí possamos estar junto novamente. Esse programa vai estar de retorno dia 1/o/03/2026 às 19 hor. Quem vai estar conosco vai ser nosso querido Alexandre Caltino, todo mundo já ele já é o já participa conosco aqui sempre. Esse ano ele já teve duas vezes conosco aqui e ele vai est abrindo o programa secar o enem foco para 2026 no dia 1eo/03/2026. Marque na sua agenda para você estar conosco aqui novamente o ano que vem. Um feliz Natal a todos, um feliz ano novo. Que Jesus abençoe a todos os familiares, amigos, parentes e que possamos fazer esse ano que vai se
enda para você estar conosco aqui novamente o ano que vem. Um feliz Natal a todos, um feliz ano novo. Que Jesus abençoe a todos os familiares, amigos, parentes e que possamos fazer esse ano que vai se iniciar um ano de muita prosperidade, de muita fraternidade. São virtudes que a gente precisa ser trabalhada, porque essa renovação para esse mundo melhor não é só minha, é nossa. E para que a gente faça o que isso aconteça, nós temos que estar junto de mãos dadas, fazendo esse papel. É só assim que a gente vai conseguir superar as dificuldades que estão em nosso caminho. Então, muita paz a todos e que Jesus ilumina hoje, agora e sempre. Beijos a todos. a gente encontra ali no bastidor. Beijão. Gratidão.
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[CEECAL] Sofrimento Moral como Aprendizado - Milena Cossio
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Milena Cossio, Alexandre Caldini, Jorge Elarrat, Charles Medeiros, Simão Pedro de Lima, Ana Guimarães, Geraldo Campetti
☑️ Palestra: Jesus, o Evangelho vivo de Deus. ✅ Expositor: Jorge Elarrat
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Jorge Elarrat