#23 Estudando O Livro dos Espíritos - Segunda Ordem e Primeira Ordem

Mansão do Caminho 14/09/2021 (há 4 anos) 1:14:28 4,900 visualizações 542 curtidas

A Mansão do Caminho, em parceria com a Federação Espírita Brasileira, inicia o estudo sequenciado da obra O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec.

Transcrição

Estudando o livro dos espíritos. Um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Boa-vindas todos. Muito boa noite. Estamos iniciando mais um Estudando o livro dos espíritos e é com muita alegria que estamos todos juntos novamente hoje por aqui. Nós damos boas-vindas ao Carlos, meu companheiro aqui na apresentação. Congratulamos-nos também com Verima, que é a nossa intérprete para Libras. Brevemente, Ariane estará conosco também compondo com Verônica essa dupla de tradução em Libras. Eh, Verônica, ela é do Rio de Janeiro, coordenadora de estudos da doutrina espírita pela CONCEB para grupos de surdos e ouvintes bilíngues, língua portuguesa, escrita e também Libras. Carlos, muito bem. Hoje nós eh a nossa saudação fraterna, você que está em casa acompanhando, né? É uma alegria muito grande estarmos nesse estudo. Hoje nós contamos com a participação da nossa querida Telma Machado, que é membro da Academia de Letras Espíritas do Estado de Sergipe. Ela é delegada em Sergipe da Associação Brasileira dos Magistrados Espíritas, ABRAM, e é facilitadora de estudos e palestrante espírita. Muito bem-vinda, Telma. Obrigada. Boa noite, Cris. Boa noite, Carlos. Boa noite, Verônica e a todos. Muito bom. Nós estaremos caso ele consiga alcançar conexão também com o nosso companheiro Luís Cláudio Carvalho. Ele é facilitador do EAD, do Centro Espírita Bezer de Menezes e da Federação Espírita do Estado de Rondônia. Luiz Cláudio está com problema de conexão e nós estamos torcendo para que em breve ele possa estar conosco como facilitador desse estudo. Mas enquanto o Carlos, o Luís Cláudio, aliás, não chega, eu passo a palavra para o Carlos para ele já apresentar a primeira pergunta para nossa querida Telma. Eh, antes, Cris, vamos agradecer aqui a CONEB, não é, por essa parceria na interpretação aqui do nosso estudo para Libras. e também aos parceiros que fazem a transmissão simultânea, Espiritismo Net,

. Eh, antes, Cris, vamos agradecer aqui a CONEB, não é, por essa parceria na interpretação aqui do nosso estudo para Libras. e também aos parceiros que fazem a transmissão simultânea, Espiritismo Net, Mansão do Caminho, Federação Espírita Catarinense, Federação Espírita do Distrito Federal, Web Rádio Fraternidade, Web Rádio Amigo Espiritual, Editora de Luz, Portal da Luz, TV Secal, Seridó Espírita. Vejam aí que nós temos, né, várias eh companheiros aí, né, vários parceiros na retransmissão aí, Cris, é contigo então a pergunta. Então, meus amigos, Telma, vamos para a segunda ordem, os bons espíritos. Hoje falaremos dos bons espíritos, que possamos nos mirar neles, né? Então, eh iremos eh avaliar e nos debruçar sobre a questão, sobre as questões 107 a 111. Então, eh, Telma, no item 107, Allan Kardec apresenta as características dos bons espíritos. Você poderia, até uma, por gentileza, comentar o que que Kardec descreve no primeiro parágrafo deste item? Oh, um prazer de novo estar aqui. E só retomando, né, didaticamente que são as três ordens, né, de espíritos imperfeitos. A primeira, espíritos bons, eh, a segunda e e o espíritos puros, né, que há essa as subdivisões que nós vimos, né, do 16º até o sexto e agora veremos o do quinto até o quarto, não é isso, Cris? Então, vamos lá. Isso. E Carlos queridos. Então, Kardec, eh, gostei muito dessa subdivisão da pergunta porque o item sete eh é muito longo e assim subdividindo fica muito bom da gente estudar, de refletir, etc. Como sempre, a FEB fazendo um trabalho primoroso em relação a estudos, né? E Kardec diz logo no primeiro parágrafo o seguinte, eu vou eh colocar com as palavras do próprio livro dos espíritos, depois a gente comenta alguma coisa. É predomínio do espírito sobre a matéria, desejo do bem, suas qualidades e seu poder de fazer o bem estão na razão do grau que atingiram. Uns possuem a ciência, outros a sabedoria e a bondade. Os mais adiantados juntam ao seu saber as qualidades morais. Não estando ainda completamente

de fazer o bem estão na razão do grau que atingiram. Uns possuem a ciência, outros a sabedoria e a bondade. Os mais adiantados juntam ao seu saber as qualidades morais. Não estando ainda completamente desmaterializados, conservam, mais ou menos, segundo sua ordem, os traços da existência corpórea, seja na linguagem, seja nos hábitos, nos quais se encontram até mesmo algumas de suas manias. Se não fossem assim, seriam escritos imperfeitos. Então, o que que Kardec explica aqui nesse primeiro parágrafo? Ele coloca já algumas características, né, já adianta aqui desses espíritos, mas eh verificamos que ele vai em ordem decrescente, né, de adiantamento moral. Por isso que eh ele ele traz essa essa reflexão e esse alerta de que muitas das qualidades, muitas das virtudes não estão ainda eh concomitantemente nesse tipo de espírito, que até porque precisa se desenvolver nas demais classes que nós veremos. Desculpe o telefone tá tocando. Muito bem. Nós temos aí na sequência, não é, Telma e Cris? Kardec dizendo que esses espíritos compreendem Deus e já também entendem a questão do infinito e gozam de um de uma felicidade dos bons. Nós ficamos imaginando o que será isso, não é? É verdade. Felicidade. E ele diz que são felizes pelo bem que fazem, inclusive pelo mal que eles impedem de acontecer. e trabalham, né, no sentido de ir convencendo aqueles espíritos atrasados a se transformar, não praticar o mal, não é? E ele ainda comenta Kardec que o amor que os únis eles é fonte de inefável ventura. Então não tem, eles não têm a perturbação da inveja, eh, nem dos remorços. Vejam só, não é inveja é tormento voluntário. Exatamente. Porque é perfeitamente evitável, não é? Mas às vezes vem lá de dentro, o indivíduo não consegue segurar ainda quando não aprendeu o autodomínio, não é? E é muito interessante que a gente às vezes está assim e ainda ontem ou foi hoje, de repente eu perguntei, perguntei para mim mesmo, mas será que eu estou sentindo inveja? É possível isso? Ô, Carlos, vigilante, né, Telma?

e que a gente às vezes está assim e ainda ontem ou foi hoje, de repente eu perguntei, perguntei para mim mesmo, mas será que eu estou sentindo inveja? É possível isso? Ô, Carlos, vigilante, né, Telma? É. E, ô Carlos, você colocou uma coisa assim muito interessante agora desse aqui, desse parágrafo aqui, que é o remorço, porque se a gente olhar bem o remorço, o remorço é algo extremamente improdutivo, porque Kardecida quê? Arrependimento, que mais? Espiação, reparação, não é isso? Uhum. Que ele convida essa tríade aí. Então, quando a gente fica no remorço, somente no remorço, sem ação de da vontade para você modificar aquilo que precisa ser modificado, eventual erro, e às vezes as pessoas têm a seguinte dúvida, a gente já teve essa dúvida em alguns estudos, Carlos e Cris, eu queria que vocês me me acudissem nisso para ver se meu pensamento está correto. Às vezes, veja, mas eu fiz eh eu não fui legal com alguém, eu fui grosseiro com alguém ou até eu fiz mal alguém, eu não tenho como me desculpar com essa pessoa. E eu digo, tem sempre o próximo para que você possa se desculpar e para que você possa eh reparar. Ou seja, se você fez, acha que que que não foi legal com alguém, que foi grosseiro com alguém e não tem oportunidade de se desculpar com ela, de reparar com ela, faça isso com outras pessoas que surgirão à sua frente. Porque o que vale o aprendizado. E o aprendizado, né, pra gente aplicar só em relação a quem a gente ofendeu, é para evitar que a gente ofenda mais alguém lá na nossa caminhada, né? Isto é ficar atento a isso. E é muito interessante que você colocou, né, Telma? Veja aí, né, Cris, a situação. Eh, às vezes a gente fez alguma coisa, gostaria até de reparar com a pessoa, mas a gente mesmo não se sente preparado ou até a pessoa não está preparada, porque às vezes você vai conversar com ela e ela briga com você ainda por cima, não é? Você tentando encontrar um caminho de entendimento e a pessoa não, ela não está madura, amadurecida, ela vai brigar. Então, quando a gente comete

ar com ela e ela briga com você ainda por cima, não é? Você tentando encontrar um caminho de entendimento e a pessoa não, ela não está madura, amadurecida, ela vai brigar. Então, quando a gente comete o engano, é inclusive para aprender a paciência. Paciência com a gente mesmo, paciência para com o outro, não é? Como a Telma disse, às vezes você tem que ir exercitando com outros e aguardar a oportunidade que a vida vai dar lá na frente. Às vezes, até nem às vezes na na própria encarnação, até em outra, não é? Que a gente reencontra então a pessoa e vem a oportunidade da reparação, né? Quer comentar bastante? Entendo, eu entendo, meus amigos, que a gente entende a culpa, que eu entendo que a culpa seria uma grande alavanca para nos tirarmos, né, da da posição do erro, mas a gente não deve estacionar na culpa. E até pegando o gancho, porque eu acho que como Kardec começa esse parágrafo, eh, até pegando esse gancho, né, ele diz que os espíritos bons eles compreendem a Deus. Esse verbo compreender a Deus para mim denota o sentido de que se submetem as vontade, a vontade divina, as leis divinas. Então, quem mais do que Deus renova cada dia, né, a confiança que ele deposita em nós, ele está constantemente nos perdoando, apesar de todos os nossos erros, né, nos dando chances renovadas de aproximação com ele. Então, eu acho que quando erramos, a gente precisa eh fazer desse erro uma alavanca para que possamos assumir novamente uma posição de harmonia com as leis divinas e seguir o exemplo do pai, né, que nos perdoa de forma incessante e perene a cada dia. Telba, eu vou te passar mais aqui para você continuar no exame ainda desse item 107. Tem aqui nesse parágrafo ainda tem a característica que ele diz que esses espíritos não têm paixões, não é? Que constituem o tormento dos espíritos imperfeitos. Então todos eles ainda precisam passar por provas porque ainda não alcançaram a perfeição, não é? Que mais, Telma, a gente pode ainda colocar eh nesse restante do it7, né? Ele disse

ritos imperfeitos. Então todos eles ainda precisam passar por provas porque ainda não alcançaram a perfeição, não é? Que mais, Telma, a gente pode ainda colocar eh nesse restante do it7, né? Ele disse que ele, esses espíritos suscitam bons pensamentos. Você já colocou isso, Car? Muito bem. né? E aí ele ele acrescenta uma coisa interessante que é quando ele diz o seguinte: "Quando encarnados são bons e benevol benevolentes para com os semelhantes, não se deixam levar pelo orgulho, nem pelo egoísmo, nem pela ambição. Não provam ódio, nem rancor, nem inveja ou ciúme, como você colocou também, fazendo o bem pelo bem". Ah, essa frase é maravilhosa. Antes de eu passar pro próximo parágrafo, eu preciso falar dessa frase, porque o bem pelo bem significa o valor intrínseco do bem. Isso faz lembrar aquela conversa lá, né, que só esteve com manto, glauco, etc., do do valor da justiça, né? Que o que que você ganha sendo justo? E aí diz, mas você não pode esperar alguma coisa para poder ser justo, porque a justiça já tem o seu valor intrínseco, né? Ela vale por ela. E aí, aí tá muito bem colocado aqui que é fazer o bem pelo bem, é pelo valor intrínseco do bem, sem desejar nada em troca. Porque à medida que você deseja algo em troca, como nos ensina também o Evangelho Segundo Espiritismo, se a gente faz esperando algo em troca e você recebe aqui na terra, tá pago, né? Então você não espere nada mais além disso, que aí seria um pouco de de orgulho, de vaidade, você fazer algo, esperar em troca e quando não vem de alguma forma ficar aborrecido, porque a gente precisa aprender, aqui eu vou parodar Aristóteles, de que o conhecimento se adquire, a virtude se exercita. Então, para que a gente evolua, a gente tem que exercitar o tempo inteiro esses bons sentimentos, esses bons valores. E ele vai, a questão vai e e traz a 107, né? Diz e diz o seguinte: "A esta ordem pertencem os espíritos designados nas crenças vulgares pelos nomes de bons gênios, gênios protetores, espíritos do bem."

ele vai, a questão vai e e traz a 107, né? Diz e diz o seguinte: "A esta ordem pertencem os espíritos designados nas crenças vulgares pelos nomes de bons gênios, gênios protetores, espíritos do bem." Ito nos tempos do da superstição e de ignorância foram considerados divindades bemfazjas. Então a gente às vezes depende da da linha religiosa que você segue. Quando a gente é católica, eu fui católica, tenho imenso carinho e respeito pela Igreja Católica, eh a gente dizia assim: "Nossos anjos da guarda, né? Aí quando a gente eh passa a ser espírita, compreende a doutrina espírita, a gente já dá dá a nomenclatura de espíritos protetores, né, espíritos bemfazeros, mas significa a mesma coisa. São aqueles espíritos maravilhosos que nos ajudam, que nos auxiliam, que nos trazem para os trilhos quando a gente sai, que nos intuem e que nos inspiram. Então, cada vez que a gente estuda, que a gente principalmente concretiza esses estudos maravilhosos que a doutrina espírita nos traz, a gente faz essa atéação com esses espíritos evoluídos e e assim a gente também recebe do alto, né, essa intuição, essa inspiração. Muito bom. Tem uma pergunta interessante aqui, Telma e Carlos, nos comentários. E eu acho bacana porque aqueles que estudam conosco estão eh criando, né, o hábito de fazerem correlações com estudos anteriores. E é muito bacana porque a gente vai dando seguimento aí a estrutura do do estudo, né? A Fernanda Oliveira pergunta o seguinte: "Os espíritos que habitam um planeta de regeneração, porque falávamos da escala espírita, né, e dos diversos mundos habitados, passamos por esse assunto de forma genérica, porque a gente, como diz o Carlos, não nos aprecemos, a gente vai retomar esse assunto mais lá na frente. Eh, esses espíritos que habitam os o planeta de regeneração, seriam os da segunda ordem, justamente os espíritos bons sobre os quais a gente tá tratando hoje? Telma e Carlos, muito interessante essa pergunta, né, Telma? É muito interessante. Eh, eu acho que teve uma parecida, não

a ordem, justamente os espíritos bons sobre os quais a gente tá tratando hoje? Telma e Carlos, muito interessante essa pergunta, né, Telma? É muito interessante. Eh, eu acho que teve uma parecida, não foi Carlos, na passada que a gente na aula passada que a gente colocou o seguinte, eh, tem também o da primeira ordem, só que em muito menor quantidade, porque lembre-se que ainda é de regeneração. E pela característica desse tipo de mundo, o bem prevalece, a bondade prevalece. Não se não está dito que só tem bondade, só tem o bem, ela prevalece. Então ainda encontramos espíritos imperfeitos em mundo de regeneração, só que em quantidades bem menores e e possivelmente Carlos e Cris não estão ainda lá na 10ª, né, classe, nem na nona, nem na oitava, pode estar ali na sexta, né, aquela zona cinzenta que já está indo para o patamar de espírito bom. Porque a gente aprendeu também que há várias características ali, né, da nessa linha limítrofe entre uma ordem e outra ordem, mas o que caracteriza é que predominam os espíritos bondosos assim, a larga margem no mundo de regeneração. É aí quando está em plena regeneração, né, no começo como nós estamos agora. Perfeito. Agora em plena regeneração, a gente pode muito parecido com expiação e provas, né, nesse início. É, Carlos, Carlos, você colocou uma coisa muito boa. Agora em plena regeneração, a gente poderia então dizer que teremos os espíritos bondosos lá, né, em plena esposas. Aíma, eh, segundo coloca, não é, a ali na no capítulo três do evangelho, que a gente ainda vai, né, isso a gente estuda mais paraa frente, essa coisa toda. Mas, ah, falando nisso, gente, fica atento às vezes que nós vamos começar o estudando o evangelho segundo o espiritismo nas nas quintas, não é? Todas as quintas, a partir de outubro, hein? Então ali Telma diz que no mundo de regeneração a expiação não é tão pungente como no mundo, não é de expiação e provas, mas há ainda expiação e os espíritos são mais dóceis, as provas e tudo mais, não é? Mas ainda existe o mal no planeta.

eneração a expiação não é tão pungente como no mundo, não é de expiação e provas, mas há ainda expiação e os espíritos são mais dóceis, as provas e tudo mais, não é? Mas ainda existe o mal no planeta. Exato. O predomínio do bem só vai acontecer no mundo feliz. Feliz. Exatamente. Então, eh, a gente não poderia dizer que seriam eh todos espíritos de segunda ordem, como você colocou. Eles estarão sim presentes, naturalmente, mas ainda haverá espíritos, não é, que eh estarão passando ainda pela expiação, ainda por essas necessidades, apesar de não ter essas expiações tão eh difíceis, tão pungentes como na expiação e provas, não é? Até porque a palavra regeneração, né, já dá a entender isso. Se você precisa regenerar, porque tem coisas ainda que precisam ser aprimoradas. Então, como muito bom, Fernand, tá? Isso. Isso aí. Muito bom. O que tem agora, Cris? Vamos para 108 por aí. Uhum. Vamos. Vamos. Eh, no final, né, Carlos, ainda da 107, eh, Kardec informa que os bons espíritos podem ser divididos em quatro grupos principais, né? E no item 108, e aí sim a gente entra no 108, ele apresenta a quinta classe, a dos espíritos benévolos. Telma, de novo, qual é a característica, quais são as características dos espíritos benévolos desses espíritos? Então, é a quinta, né, que vai quinta, quarta, terceira, segunda. Os benévogos, segundo eles estão muito bem caracterizados também no no livro dos espíritos, é colocado que a sua qualidade dominante é a bondade, né? bondade, gostam de prestar serviços aos homens e de protegê-los, mas o seu saber é limitado. Seu progresso realizou-se mais no sentido moral que no intelectual. Aí a gente retorna ali à aquelas duas asesu capítulo 4ro, né, do pensamento de vida. Eh, a bondade que ignora é como o rio, né, que sacia sede, mas não ensina o caminho, né? E a inteligência que não ama é como poste, né, que mostra o caminho, mas que não sacia a sede. Daí porque ele precisa ainda desenvolver essa parte intelectual e também a moral, porque como foi colocado anteriormente,

que não ama é como poste, né, que mostra o caminho, mas que não sacia a sede. Daí porque ele precisa ainda desenvolver essa parte intelectual e também a moral, porque como foi colocado anteriormente, mesmo no mundo de regeneração, não temos somente espíritos bons, temos prevalência. Então aqui eh ainda precisa evoluir bastante. E nossa evolução, na verdade ela é constante porque nós somos eternos. Então, se nós somos eternos, naturalmente que o nosso aperfeiçoamento também é eterno. Como Cris gosta muito da palavra, é inexorável e e constante, né, Cris? constante o aperfeiçoamento. Então, daí o nome benévolos, né, porque são bondosos de fato e e precisam eh unir a essa bondade eh a intelectualidade também, porque com o conhecimento, com a sabedoria, a gente pode até direcionar melhor também a bondade, né? Muitas vezes fazer escolhas, etc. Utilizar melhor o livre arbítrio. Muito bem. E bom, a gente tem eh depois Kardec no item 109 vai colocar a quarta classe, os espíritos sábios, não é? Eh, Cris, comenta um pouquinho para nós aí sobre esses espíritos sábios. Os espíritos sábios, eles distinguem-se pela amplitude dos seus conhecimentos, né? preocupam-se menos isso, exatamente. Preocupam-se menos com as questões morais do que com as de natureza da natureza científica para as quais tem maior aptidão. Entretanto, isso é é interessante porque isso vai caracterizar a sabedoria, né? só eh encaram a ciência do ponto de vista da sua utilidade. Então, não é aquela ciência que se associa com o egoísmo, né, e e que é eh, digamos assim, congelada eh eh estagnada no olhar, um olhar único, né, centralizado no indivíduo, no indivíduo que sabe, né, é aquela ciência que preza pela sabedoria, só encaram a ciência do ponto de vista da sua utilidade e jamais dominados por quaisquer paixões próprias dos espíritos imperfeitos. É muito interessante porque quando Kardec e ele tinha, né, eh, condição e estatura moral para falar sobre isso, porque ele também era um homem do saber, ele também era um

as dos espíritos imperfeitos. É muito interessante porque quando Kardec e ele tinha, né, eh, condição e estatura moral para falar sobre isso, porque ele também era um homem do saber, ele também era um cientista. E uma das teclas, né, digamos assim, que Kardec mais frisava era justamente a necessidade dessa ausência do olhar egoísta, do olhar centralizado em si mesmo, do cientista, para que ele pudesse se deparar com a verdadeira com a verdade, né, com a com a verdade e com as evidências. E Kardec sublinhava isso com muito vigor, né? Que a ciência ela para se aproximar da verdade ela precisava se distanciar do orgulho e do egoísmo. Ele puxava muita orelha dos seus contemporâneos, né, naquela Paris no século XIX, fulcro do saber, né? Então, é muito interessante que os espíritos sábios eles se articulam, eles se movimentam muito bem dentro desse saber, dentro da estrutura do conhecimento, né? Eh, tendo eh bastante avantajada, bastante evoluída essa faceta do do intelectual, mas também não se dissociam, não se afastam das questões morais. Muito bem. Telma quer comentar alguma coisa? Eh, salvo engano, foi Paulo que disse que a ciência incha, mas o amor edifica, né? Se engano, foi ele que disse isso. Então, a ciência de fato é muito, na realidade também a ciência ela além de ser extremamente relevante, que seria do mundo, né? Sem a ciência eh ela vai se separar da filosofia e, né? Bem depois. Antigamente era tudo filosofia, tanto é que os cientistas de antigamente, lá atrás, da antiguidade, eram filósofo, né, na matemática, várias coisas. Isso. Mas ela é um talento, Carlos e Cris. A ciência é um talento. Ela vem da sabedoria. Eh, o poder é um talento. Então, por exemplo, Flem quando descobre penicilina, isso é fantástico. Olha só a inteligência, esse talento aí, esse vis humanidade e o poder de observação. Exatamente. V lá os fungos, né, Carlos? Ali, vai ver a cultura de lá que que morreu quando o fungo se aproximou. E quando você vê um morton, por exemplo, que descobre eh a anestesia, gente, isso

ação. Exatamente. V lá os fungos, né, Carlos? Ali, vai ver a cultura de lá que que morreu quando o fungo se aproximou. E quando você vê um morton, por exemplo, que descobre eh a anestesia, gente, isso é um talento. O poder também, se bem utilizado, poder, dinheiro, isso tudo, eles são neutros. Somos nós que direcionamos para o bem ou para o mal. Então, o poder talento, foi através dele que Constantino traz o o édito de Milão, né, que faz com que Roma deixe de perseguir as religiões. Então, eh esses espíritos sábios, eh, eles são muito importantes em todas as épocas da humanidade. E quando eh você une, o Carlos fez uma observação aí eh dessa diferenciação das duas questões, você percebe quando você une, aí você atinge uma um grau mais próximo da completude, que é o caminho de todos nós, né? Muitas vezes uma asa num que vai ser a seguinte classe, né? É, mas antes dessa seguinte classe que ele apresenta, eu queria fazer uma pergunta que a Andreia Henriques apresentou aqui, não é, Cris? Ela diz assim: "Olha, olha, Telma, Divaldo e Chico seriam espíritos de segunda classe que reencarnaram para realizar uma missão de progresso? Pode classificar dessa forma. Ele, ela ela quer dizer segunda cl, eu acho que ela quer dizer segunda ordem, né? Aham. Não é? Porque aí a ordem vai se se dividir nessas classes aqui de de bons e sábios de segunda ordem segunda. Segunda ordem. Segunda ordem. Bem, na minha eu eu eu considero que sim. Por essa característica puro, a gente viu que só Jesus, né? Passou por aqui. Isto. Então eu classifico sim como como de segunda ordem de Vald. Não sei. Acho que foi acho que foi bem colocado, né, por ela. Uhum. Exato. Tem uma questão, Carlos e Telma, logo na sequência que eu acho que tem gancho com que a gente tá falando da questão da evolução do espírito, tanto na na área intelectual quanto na área moral. O Ricardo Mendes, ele coloca assim: "Pela descrição da evolução nas classes, pode-se afirmar que, primeiramente devemos evoluir moralmente do que cientificamente." E aí ele coloca

uanto na área moral. O Ricardo Mendes, ele coloca assim: "Pela descrição da evolução nas classes, pode-se afirmar que, primeiramente devemos evoluir moralmente do que cientificamente." E aí ele coloca conhecimento entre parênteses, né? Então, eh, isso acontece, quer dizer, primeiro o espírito evolui moralmente, eh, para depois evoluir no conhecimento. Como é que como é que se dá isso aí? Nem sempre, muitas vezes é do conhecimento, né? Às vezes o conhecimento auxilia a pessoa a uma evolução moral, entendeu? Não necessariamente. Ah, vou primeiro vou evoluir moralmente. Às vezes é através de muita gente, por exemplo, tem assim ideias erradas ou eu não vou chamar de errada não, eu gosto de mais de me referir a equívocos, né, que todos nós cometemos sobre determinadas eh situações, sobre determinados fatos, sobre determinadas coisas. E quando vai adquindo conhecimento pertinente, a pessoa vai se modificando ao longo dessa caminhada de busca dessa dessa sabedoria. E com ela você acaba eh escolhendo melhor, decidindo melhor, agindo melhor e a fazendo com que a sua moralidade vá se desenvolvendo. Mas eu não há eu não eu não entendo, sabe, Carlos e Cris, que eh isso seja algo estanque, não. Mas normalmente eu acho que o conhecimento ele ajuda bastante a desenvolver também a moralidade e vice-versa. Muitas vezes a pessoa tem uma moralidade eh desenvolvida em detrimento do conhecimento. A gente conhece muitas pessoas que não tiveram oportunidade de estudar de cultura, etc., e que tem um um desenvolvimento moral assim maravilhoso e tudo e que pode buscar também o conhecimento, sabe? Não, não, não há essa separação, essa, essa ordem rígida. Não sei se vocês concordam. É, eh, eu me lembro aqui. Eh, eu lembro da da mais à frente nós vamos ter uma questão do livro dos espíritos, eu não lembro o número agora, mas que eh Kardec, os espíritos respondem a Kardec que o desenvolvimento intelectual ajuda no desenvolvimento moral pelo pela compreensão do bem e do mal. das consequências do

o lembro o número agora, mas que eh Kardec, os espíritos respondem a Kardec que o desenvolvimento intelectual ajuda no desenvolvimento moral pelo pela compreensão do bem e do mal. das consequências do bem e do mal e que o indivíduo acaba por inclusive por raciocínio, tomando decisão pelo bem porque compreende as consequências de fazer o mal, não é? De pois é ô Carlos, nosso exemplo, a gente quando estuda doutrina espírita, a gente melhora tanto, né, como como pessoa e moralmente a através dos conhecimentos espíritos, né? Eu acho que é um exemplo disso. É, também tem uma coisa, Carlos e Telma, que sempre me estimulou muito, me estimula até hoje. Quando a gente estuda livro dos espíritos e quando a gente estuda especificamente escala espírita e evolução do espírito, eh, a gente chega à conclusão que no estádio de espírito puro, né, eh, o espírito já atingiu seu ápice de moralidade. Mas eu me fiz essa pergunta, e aí para? Não, não para, porque o aprendizado ele vai ser perene e eterno no âmbito intelectual. Então assim, não dá para sentir preguiça, porque a gente vai tá aprendendo sempre e evoluindo sempre, mesmo já tendose atingido o ápice da moralidade, essa vertente intelectual, ela vai ser sempre um desafio à frente pro espírito em progresso evolutivo. Então, o lado do conhecimento, o lado da intelectualidade não tem fim, é eterno como os espíritos são, né? Isso. Posso fazer uma observação, Carlos? Sim, por favor. Veja. E tem outra coisa e eh para você ser sábio também, você precisa unir esse conhecimento à humildade, né? Porque um conhecimento sem ser unido a à humildade torna a pessoa soberba. Aham. É, né? Eh, um sábio que não é humilde, na verdade, ele não é sábio, porque sem essa característica básica, aí a gente traz um exemplo aqui, e eu gosto muito de trazer esse esse exemplo de dele, porque ele tá lá na, né, como precursor do cristianismo, que é Sócrates, que quando os amigos foram perguntar o oráculo de Delfos, quem era o homem mais inteligente de Atenas, o oráculo de

lo de dele, porque ele tá lá na, né, como precursor do cristianismo, que é Sócrates, que quando os amigos foram perguntar o oráculo de Delfos, quem era o homem mais inteligente de Atenas, o oráculo de Delfos respondeu que era Sócrates. E aí eles foram conversar com Sócrates. Sócrates, nós perguntamos ao oráculo de Delfos quem era o homem mais inteligente de Atenas? E ele respondeu que era você. Aí Sócrates olhou para ele e disse o seguinte: "Deve ser eu mesmo, porque talvez eu seja a o único que sabe que nada sabe." Então não é não é não era pela sabedoria, mas pela humildade, não é? Exatamente. Pela humildade. E olha, Telma, você faz a gente pensar no seguinte. Eh, eu eu também já meditei sobre esse assunto algumas vezes pensando o que acontece com o espírito que tem uma que é bondoso e tá aqui encarnado, faz o bem para todo mundo, não é? E e toda a oportunidade que tem de de auxiliar auxilihante. Então, naturalmente, quando desencarnar, vai ser muito bem acolhido no mundo espiritual. vai estar bem recebido, mas não significa que ele vai ao topo do desenvolvimento, porque precisa também desenvolver os aspectos da intelectualidade, não é isso? Então, as duas coisas são necessárias, com equilíbrio e muita perseverança. Então, o que a gente nota, não é, é que não dá para que a gente compare o indivíduo que é bondoso, ele é superior ao indivíduo que é que tem a intelectualidade desenvolvida. Porque se o indivíduo tem intelectual desenvolvido, ainda que não tem aquela característica de bondade, mas ele trabalha com o conhecimento que ele tem para benefício da humanidade, isso ele está fazendo o papel dele, está cumprindo muito bem, não é? Está justificando inclusive a existência que ele tem. Então não dá para julgar de forma nenhuma. O que interessa aqui, me parece, é a nossa nós fazemos a nossa própria análise. Isso, né? E foi comentado ainda há pouco o quanto o espiritismo nos ajuda. Foi você que falou, não foi, Telma? O quanto o espiritismo nos ajuda a compreender as

sa nós fazemos a nossa própria análise. Isso, né? E foi comentado ainda há pouco o quanto o espiritismo nos ajuda. Foi você que falou, não foi, Telma? O quanto o espiritismo nos ajuda a compreender as coisas e entender o avançar, não é? A necessidade de seguir avançando. Muito bem. Alguma coisa mais, gente? Tem tem alguma outra pergunta por aqui? Não tem do pessoal? Os médicos espirituais tem aqui da Criscunha perguntando ainda sobre os espíritos sábios, né? que a gente daqui a pouquinho vai pular pros espíritos de sabedoria. Eh, os espíritos sábios, médicos espirituais se encaixam como espíritos sábios. Uhum. É para responder? É, por favor, Telma. Aham. Veja, ele ele, os médicos espirituais, eles podem se se situar em diversas classes de espíritos bondosos. Ele tá ela tá se referindo a médicos que ajudam, supõe, né? Eles podem, eles podem estar na quinta classe, eles podem estar na quarta classe, podem estar na terceira classe, podem estar como espírito bandô, como como sábios, como de sabedoria, vai depender se ele se ele já une eh a sabedoria, eh o saber, como Carlos disse anteriormente, o conhecimento com a evolução moral, evidentemente que ele já vai estar como espírito de sabedoria. Se não não tá nesse patama ainda, ele está como espírito sábio. Então ele pode estar em uma das classes da segunda ordem, não necessariamente em uma classe só, porque é difícil você situar alguém, colocar alguém dentro do armário de uma classe. Não pode, né? Você tem que Sim, certo? Deixar aberto. Então pode estar em em várias dessas peças da segunda Eu acho. Carlos, diga, Carlos. Vou fazer, aproveitar para fazer uma propagandazinha aqui, porque perguntaram o horário do Estudando o Evangelho Segundo o Espiritismo às 20 horas, não é? E aí nós eh vamos fazer como o livro dos espíritos, vai ter também um grupo do Telegram, vamos ter perguntas e respostas bem no estilo que a gente tá fazendo do livro dos espíritos, viu, gente? é tranquilo, vocês vão receber a a informação. Eh, quem já está no grupo

um grupo do Telegram, vamos ter perguntas e respostas bem no estilo que a gente tá fazendo do livro dos espíritos, viu, gente? é tranquilo, vocês vão receber a a informação. Eh, quem já está no grupo do Telegram, eh, vai poder, não é, ali receber informação por ali, mas acompanhe também que a gente vai estar divulgando aí pelas pelas redes sociais, é, o início da atividade para acompanhar, como vocês estão acompanhando aqui pela pelas redes sociais, né, da FEB e os parceiros que estão retransmitindo, tá bem? Ah, há uma uma um comentário aqui de Cláudia Dans. Podemos entender que aperfeiçoamento moral, intelectual são concomitantes? Não são concomitantes, né? Justamente essa diferença que a gente viu aqui. Um espírito que tá nessa entre os benévolos desenvolve mais o aspecto moral, né? Mais de bondade, o espírito que é considerado sábio mais o aspecto intelectual. Mas aí, Telma, vamos agora os espíritos de sabedoria. fala um pouquinho sobre sobre eles. Já comentamos alguma coisa, mas isso eh ele eles eles estão caracterizados na questão 110 do livro dos espíritos, né? Eh, na tradução da da FEB de Guilon, eles são chamados de espírito de sabedoria. Quem tem a Dalac, que é a tradução de Herculano ele chama de espíritos prudentes, só para situar, certo? Então a gente tá indo aqui, então os de sabedoria, as qualidades morais da ordem mais elevada são os que os caracteriza. Aí veja bem como tá bem definido aqui. Diz o seguinte: "Sem possuírem ilimitados conhecimentos, são dotados de uma capacidade intelectual que lhes faculta juízo reto sobre os homens e as coisas." Uhum. É claro que que conhecimento ilimitado dificilmente se vai ter. O espírito puro vai ter conhecimento ilimitado ainda se coloca assim, não o conhecimento eh ilimitado comparado com o conhecimento de Deus. Evidentemente que Deus é único. Quando diz aqui ilimitado, é do ponto de vista assim de querer pontuar, como Jesus pontuar nas parábolas, né, Carlos e Cris? quando coloca, por exemplo, na parábola do

Evidentemente que Deus é único. Quando diz aqui ilimitado, é do ponto de vista assim de querer pontuar, como Jesus pontuar nas parábolas, né, Carlos e Cris? quando coloca, por exemplo, na parábola do semeador a 30 60, que nenhum campo da Palestina rendia tanto. Ele quis pontuar ali a necessidade de de a gente evoluir. Então tem amplos conhecimentos, mas não limitados, mas tem sim e tem o desenvolvimento moral assim muito evidente também nesse tipo de espírito aqui. São duas asas bem desenvolvidas. Daí, porque já são chamadas espí de sabedoria, porque a sabedoria denota você unir conhecimento consentimento, né? A caridade como amor em ação. Então já já isso aí já é uma prova de sabedoria. Então daí porque esses espíritos estão no patamar mais elevado. E e quando a gente fala assim em sabedoria, em conhecimento, eh, e a doutrina em espírito é ciência, filosofia e religião, exatamente nessa ordem, né, como Herculano Pires também explica, ciência porque investiga, eh Kardecigou muito, né, e outros também eh investigaram, Bosano, Lombroso, todos esses que foram espíritas, o o Wance e tudo. Depois esse conhecimento vai ter que ser refletido. Quais as consequências morais, né, desse conhecimento? De que forma isso vai trazer a modificação, a autotransformação. A gente vai pro campo do cogito, do cogitado, refletir tudo isso, você vai pra filosofia. E quando você reflete sobre os conhecimentos que você adquire e os conhecimentos espíritas, não tem como você não ir pra questão lá, a primeira do livro dos espíritos, inteligência suprema, causa a primeira de todas as coisas que está comandando isso tudo. E aí vem o aspecto religioso. E nesse, e quanto a isso, é muito interessante eh falar isso, porque Pitágoras, que é conhecidíssimo, né, filósofo grego lá do século VI. Crist que ele nasceu, ele e atribui-se a ele, Carlos e Cris, a invenção da palavra filosofia. E olha e olha só que lição de de humildade ele nos dá. Ele diz o seguinte: "Os historiadores narram que um determinado

e nasceu, ele e atribui-se a ele, Carlos e Cris, a invenção da palavra filosofia. E olha e olha só que lição de de humildade ele nos dá. Ele diz o seguinte: "Os historiadores narram que um determinado eh monarca, né, solicitou a a a Pitágoras que ele demonstrasse seu saber, certo?" E aí ele respondeu o seguinte, ele respondeu que não era sábio, que ele era amigo da sabedoria. Lindo isso, né? Em filosofia é isso, né? Filhos, amigo, vem do grego, né? E Sofia, eh, é, é o estudo, né, a origem, tudo de, de tudo isso que produz a sabedoria, a Sofia, que se traduz como sabedoria ou conhecimento. Então, a filosofia é amigo de sabedoria. El disse: "Não, não sou sábio, eu sou amigo da sabedoria". Uhum. Uma lição para todos nós, né? Esses gigantes continuam no os primeiros filósofos, né? Exato. Por isso que não é que que a gente tem sempre que que olhar para eles, né? Porque as lições dele não por acaso, né? Que que Sócrates e Platão estão lá no Evangelho Segundo Espiritismo. Isso aí. Muito bem, Cris. Serão referências eternas. A gente pode pular então agora pros espíritos superiores, né? Tem uma pergunta da Rosângela aqui. Nós já fizemos, acho que não, né? Sim. Não, não. Formula ela, Carlos, por gentileza. Eh, a Rosângela tá dizendo que no Evangelho Segundo Espiritismo, o Espiritismo, o Espiritismo fala do mandamento maior. Pergunto, será que quando amarmos aqui remeto também ao conhecimento de si mesmo, questão 919, a nós mesmos, não é? a nós mesmos, conseguiremos chegar à segunda a segunda ordem. Eh, Carlos, só um momentinho que eu vou aqui ligar que tá me avisando que a bateria tá acabando. Só um instantinho. Vamos dar posição rapidinho. Vamos conversando enquanto isso. Vamos, vamos conversando aqui, Rosângela. Eh, são passos que a gente dá, está bem? Quando você cita, não é o entendimento do mandamento maior amar a Deus sobre todas as coisas e amar a si mesmo, não é? Eh, amar o próximo como a si mesmo, isso é fundamental, é realmente a regra básica que está eh junto com a regra áure, que é faça o

to maior amar a Deus sobre todas as coisas e amar a si mesmo, não é? Eh, amar o próximo como a si mesmo, isso é fundamental, é realmente a regra básica que está eh junto com a regra áure, que é faça o outro que você gostaria que o outro fizesse por você. E isso implica, lógico, no esforço do autoconhecimento, que está na questão 919. todo esse conjunto, mas não apenas compreendido no campo intelectual, mas esse conjunto com reflexos na nossa vida, nas nossas relações com semelhante, na nossa transformação interior. Isso nos levará a alcançar, com certeza, a segunda ordem e depois, inclusive também a primeira no futuro. Quanto tempo vai levar isso para cada um de nós? Depende de cada um de nós, né? Não há Deus se diz que Deus não tem pressa. Ele vive a eternidade, ele não tem pressa. Tem uma literatura, Carlos e Telma muito interessante, lembrando a Rose Angela, até convidando a ela para mergulhar nessa literatura de Joana de Angeles, né, na sua série psicológica, mas tem dois livros que eu destaco, que é Plenitude, que precedeu o homem integral. E aí a mentora Joana de Anjas vai deixar de uma forma muito clara, muito lúcida, eh patente que o exercício do amor ele só é possível quando o homem atinge essa plenitude, porque enquanto ele apresenta demandas, ele não sabe amar ainda de forma plena, porque ele ainda está precisando se nutrir da atenção alheia, né? reafirmar, se solidificar, se sentir forte, eh esse sentimento de filiação divina ainda não está plenamente vivificado dentro dele. Então é muito difícil uma pessoa que não se ama praticar o amor para com o outro, porque ele tá num processo ainda muito intenso de instabilidade. Nós vamos perceber que todos aqueles que amam profundamente e que t a condição do socorro, que tem a condição do acolhimento, são pessoas que já se amam, que já encontraram em si mesmas essa integralidade, né, que Joana deângeles apresenta de uma forma tão bonita. E é interessante perceber isso, né, que é meio que como naquela, naquele apelo que a eromoça

já encontraram em si mesmas essa integralidade, né, que Joana deângeles apresenta de uma forma tão bonita. E é interessante perceber isso, né, que é meio que como naquela, naquele apelo que a eromoça faz. Quando a gente embarca numa aeronave e se houver uma despressurização da cabine, coloque primeiro em você a máscara para que você tenha condição de eh inalar o oxigênio para que você possa salvar quem está ao seu lado. Então, é aquela coisa de você primeiro se estruturar para depois exercitar o amor em relação ao seu mais próximo. Muito bem, Cris. Pode falar. Uhum. Cris, interessante que isso vai realmente em harmonia com mandamento de Jesus, quando ele diz amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo comentava isso. É isso. É, foi porque o si mesmo, se você se ama, você vai compreender o que lhe magoa, o que lhe fere, que lhe deixa triste. E aí você vai então sublimar o egoísmo para também não magoar e não entristecer aquele que está lá também o seu irmão, né? Uhum. Cris e TM, antes de ir para os espíritos superiores, só um comentário que são duas questões colocadas que já estão eh encaminhadas. Eh, Letícia Cardoso, nesse caso, só vamos nos tornar espíritos puros quando atingemos o ápice da moral, intelectual, espiritual, corretíssimo. Fez uma boa síntese, não é? E também a Márcia Jane disse assim: "Entendo que a moral e o conhecimento se completam, andam juntos ou estou errada, se completam sim. Agora, andar juntos nem sempre deveriam, né, Carlos? Deveriam, mas nem sempre. às vezes desenvolve mais o aspecto intelectual, às vezes mais o moral e com o tempo vai alcançando o equilíbrio, viu? Aí, Márcia, o equilíbrio vem com o tempo. O equilíbrio é que vai dar essa condição de chegar nessas categorias superiores. Tá bem? Ótimo. Então, agora, Cris, vamos lá para Vamos lá. Eu tava rindo aqui porque eu tava pensando, às vezes o nosso voo, pelo menos o meu, é de banda, né? É que nem eu tô sentada aqui. Eu tô mal, eu tô mal sentada. Quebrazinha aqui, ali, né?

ara Vamos lá. Eu tava rindo aqui porque eu tava pensando, às vezes o nosso voo, pelo menos o meu, é de banda, né? É que nem eu tô sentada aqui. Eu tô mal, eu tô mal sentada. Quebrazinha aqui, ali, né? É como o Cri anda de lado, né? Anda pro lado. Isso mesmo. Com as dizes, os equdizes do do dos crustaços, né? Mudando com mudas ali. Só que a nossa muda são as várias encarnações. Exatamente, Telma. Vamos lá. Vamos para os espíritos puros da segunda ordem, eh, da segunda classe. Superiores, né? Superiores. Superiores. Espírito puros. Eu tô eu tô mirando lá na frente. Espírito, ela já tá, viu? Ô, Carlos, ela tá muito mais adiantada do que nós. Isso é, tá com pressa de chegar. Os espíritos superiores, meus amigos da segunda classe, Telma, nos fale das características. Todo prazer. Na questão 111 de O livro dos espíritos diz assim: "Olhem só, reúnem a ciência, certo? A sabedoria e a bondade. Sua linguagem que só transpira benevolência é sempre digna, né? digna, elevada, frequentemente sublime. Sua benevolência, eh, sua superioridade os torna, eh, mais que os outros aptos a nos proporcionar as mais justas noções sobre as coisas do mundo incorpóreo, dentro dos limites do que nos é dado conhecer. E aí ele eh também tem essa explicação que eu achei assim, sabe? Eh, Carlos e Crisma interessante como quando ele coloca assim: "Comunicam-se voluntariamente com os que procuram de boa fé a verdade, de boa fé a verdade e cujas almas estejam bastante libertas dos liames terrenos para compreendê-la. Mas olha a divertência. Mas afastam-se dos que são movidos apenas pela curiosidade ou que pela influência da matéria desviam-se da prática do bem. E mais essa informação, quando por exceção, por exceção encarnam na terra, é para cumprir sua missão de progresso e não nos oferecem e e então nos oferecem o tipo de perfeição a que a humanidade pode aspirar neste mundo. Nossa, é muito bonito isso, viu? E eles ainda vêm aqui, né? É porque querem nos elevar até o pai. Sem ânimo de curiosidade, nós poderíamos

ipo de perfeição a que a humanidade pode aspirar neste mundo. Nossa, é muito bonito isso, viu? E eles ainda vêm aqui, né? É porque querem nos elevar até o pai. Sem ânimo de curiosidade, nós poderíamos citar alguns, não é? Só pra gente ter uma ideia. Vamos lá, gente. Vamos lembrar de Albert Schweitzer, por exemplo, ainda jovem, com uma uma uma promessa de carreira brilhante, né, no campo da medicina. Ele simplesmente termina o curso e vai paraa África se dedicar aos mais necessitados e se ilumina. E não é um espírito superior, com certeza. Vamos lá, mais algum exemplo? Só para, né, o pessoal vai est em casa pensando que que de quem que você se lembra que realmente mereceria essa essa classificação de espírito superior. Olha, vou dizer, eu considero Leodeni também. Le deni. Muito bem. Eu considero que ele foi fantástico. Ele foi assim, ele era o didata, né, Carlos Cris? E ele foi muito importante na época em que o espiritismo enfrentava o materialismo e o positivismo. Uhum. Craço, né? na Europa, no resto do mundo também, Denia ali com eh a sua a sua sabedoria, a sua competência, sua humildade, tudo, ele soube como explicar a doutrina espírita. Ele levou uma vida assim linda, sabe? Uma vida de amor, de sabedoria, maior filósofo do espiritismo, não é? Junto com Allan Kardec, consolidador, né, da doutrina. Consolidador mesmo da doutrina. Maravilhoso. Quem mais lembra de algum Cris ou de alguma? É, eu eu eu sou mulheres madre Teresa de Teresa de Ca Exatamente. Eu ia falar nesse âmbito, nesse âmbito da religiosidade, né? A gente não pode se esquecer de Francisco de Assis, né? Isso. Ele trouxe toda uma vocação renovada, toda uma proposta desse religar em humildade, em essência, né? Então, eu não posso me esquecer de Francisco de Assis. E olha, Joana Dark, Joana Dark, Joana Dark, claro, espit. Olha só o que ela realizou, não é? Naquela condição, era Judas, não é? Finalizando o compromisso e reintegrando no colégio apostólico, como a gente fala, né, de Jesus. É uma coisa impressionante. E mas tem mais, tem

la realizou, não é? Naquela condição, era Judas, não é? Finalizando o compromisso e reintegrando no colégio apostólico, como a gente fala, né, de Jesus. É uma coisa impressionante. E mas tem mais, tem mais, eh, tem a irmã Dulce, acho que Teresa Dávila também, né? Dávila, Dávila, ó nos São Vicente de Paulo, maravilhoso, simplicidade dele. Aham. Nós temos o o é o Curadarms, né, Viani. Temos vários vários aqui que a gente pode citar com espíritos que estiveram. G, gande do Oriente. Gand. É isso mesmo, né? Carlos não há dúvida de que era eh esses foram espíritos superiores entre nós, não é? E Chico Xavier. Ah, eu também dúvida cá para nós, não é, gente? É, não tem não dúvida. Chico, era, era mesmo, de fato. Era, não é, né? Nós temos esses vários exemplos. O que isso significa? Que é possível para nós. É possível. É possível para todos. Todos chegaremos mais cedo ou mais tarde. Agora, se nos acomodamos, não é? Nós não avançamos, mas vamos então agora ficar com mais desejo de crescer ainda, ver os espíritos puros. Ô Carlos, eh, só uma observação pequenininha, já que você instigou a gente aí a crescer, evoluir, vamos mirar nos mirar em Paulo, que no início ele dizia o seguinte: "Por que eu não faço o bem que quero, mas faço mal que não quero?" Isso e na mesma vida, lá na frente, ele diz: "O quê? Já não sou eu mais que vivo, mas o Cristo que vive em mim." Vive em mim. É, vamos nos mirar que é possível. E e sobre Paulo até nesse nesse mote, né, que estamos comentando, eu me lembro de algo que me estimula também muito. Eh, Paulo, da forma como ele se apresentava no início, Saulo, né, e a gente tá falando do mesmo espírito na mesma encarnação. Eh, Saulo não foi uma aposta equivocada do Cristo. Jesus já sabia do potencial de Paulo. Ele que não sabia do seu próprio potencial. Então, muitas vezes nós estamos Saulo na nossa vida e Jesus continua apostando em nós, sabendo das nossas potencialidades. A gente é que não se acredita. E aí quando ele resolve dar agnada, né, quando as escamas lhe

ezes nós estamos Saulo na nossa vida e Jesus continua apostando em nós, sabendo das nossas potencialidades. A gente é que não se acredita. E aí quando ele resolve dar agnada, né, quando as escamas lhe caem dos olhos, ele se torna Paulo. Então, a a aposta de Jesus foi certeira. Ele era, né, o grande aralto do evangelho, né? Ele era foi o grande propagador. Cris e Cris. E aí ele vai fazer depois o que a Telma disse. Mais tarde ele já não é mais Paulo. Sim, ele não é mais Saulo que ele já tinha deixado. E não é nem Paulo mais. No momento em que ele renuncia a si mesmo, quando ele diz: "Já não sou eu quem vive, já não vive mais a personalidade transitória que chamava Saulo ou Paulo. O que vive em mim é o Cristo. Então e aí ele ele demonstra dentro da proposta da lei da lei divina. Exatamente. E é nesse momento que ele vai nos demonstrar a unidade, porque ele ganha a noção de unidade, né? quando ele fala depois naquela epístola da unidade do corpo, né? É muito interessante. Ele já tá no seu ápice de maturidade total, né? Espiritual. Permanece a fé, a esperança e o amor. Isso aí é demais. É maravilhoso, né? o ódio, a caridade. Olha, nós temos aqui da da Cláudia Abreu, se está escrito que Deus é inteligência e causa é primeir primeira de todas as coisas, o que exatamente querem dizer com amar a Deus sobre todas as coisas? É amar a inteligência acima de tudo? É amar eh e ou amar estudo? Não sei se conseguimos entender bem aí a pergunta. Eh, você quer comentar, Telma? Mas Deus é amor. Então, amar a Deus sobre todas as coisas é amar tudo. Amar a natureza, amar o próximo, amar o inimigo, amar o universo, né? Porque a gente tem que pensar em uma cosma sociologia espírita, como diz Erculano, é amar tudo e a todos, entendeu? Isso. Olha, otaciro, nosso companheiro Taciro, vai estar aqui conosco novamente, não logo ele comenta que Kardec é um espírito superior também, não é? Com todas. Ah, sim, com certeza. Isso. E aqui, olha, Cris, tem uma do Ricardo aí. Ricardo, deixa eu me achar ele aqui. É

ovamente, não logo ele comenta que Kardec é um espírito superior também, não é? Com todas. Ah, sim, com certeza. Isso. E aqui, olha, Cris, tem uma do Ricardo aí. Ricardo, deixa eu me achar ele aqui. É Ricardo Mendes. Isso. Será que tem como reunir a ciência e a sabedoria e não ser bondoso? É uma equação que não fecha muito, né? Não fecha muito bem, não. Não é? Não fecha muito. E é assim, é sim. Concordo. Porque se chega a sabedoria, não é? O indivíduo ele já tem aquela tendência, não é? para o bem. Então, eh, a a característica do bem acaba se manifestando na bondade e o indivíduo trabalhará com a ciência no sentido do benefício da da do próximo, né, da comunidade, da sociedade. Isso é ser bondoso, né? É exercites, né? Sim, Telm Carlos, me ocorreu aqui um exemplo, né, pra gente resgatar essa nessa questão apresentada, uma característica dos espíritos de sabedoria, que a gente tá falando dos espíritos que têm essa inclinação mais pro intelectual e mais pro científico. quando houve, né, no início a eclosão, né, na doutrina espírita, no processo de codificação da doutrina, eh o a o espiritismo experimental, eh os espíritos que estavam envolvidos com essa revelação, digamos assim, os médicos do espaço, eles eram extremamente importantes nos processos de ectoplasmia, por exemplo, nos processos de materialização. Para que esses fenômenos acontecessem, precisava existir do outro lado, na outra dimensão da vida ou no lado imaterial da vida, espíritos com essa competência científica, intelectual para que os fenômenos acontecessem. Então eles, esses espíritos de sabedoria nesse momento e em tantos outros momentos, até hoje existem eh muitas eh reuniões sérias de cura, de materialização, onde esses espíritos de sabedoria cumprem um papel fundamental, né? Então, a gente tem ali, tem aí nesse exemplo a o verdadeiro exercício com sucesso, associando entendimento, domínio intelectual e bondade, né? Olha, Verônica lembrou que nós temos também Bezerra de Menezes como espírito superior, nãoé?

e exemplo a o verdadeiro exercício com sucesso, associando entendimento, domínio intelectual e bondade, né? Olha, Verônica lembrou que nós temos também Bezerra de Menezes como espírito superior, nãoé? Sim. Muito bem. Aqui Nathan Melo, ele faz um comentário muito interessante. Ele diz assim: "Joana Dark liderou exércitos dizimando vidas em nome do cristianismo. Teve mérito de um espírito evoluído. Vamos lá, Natã. Eu recomendaria a leitura de Joana Dark de Leon Deni. Leão Denir. Para entender de fato qual foi o papel dessa mulher. Ela nunca tirou a vida de ninguém. Nunca. Tá bem. Nós olhamos as coisas e entendemos conforme a nossa ótica, conforme aquilo que nos parece, mas o fato pode ser muito diferente. O que ela estava fazendo era trazendo de volta a condição de nacionalidade, de nação para o povo francês, para preparar a vinda do consolador prometido através, não é, de Kardec, que reencarnaria na França. Então, é um trabalho imenso que ela realizou e depois foi traída quando ela corou o rei, o próprio rei depois, né, os vão eh eh traí-la e entregá-la para os o a Igreja Católica, eh, na época que era era eh a eram os ingleses, né, que acabaram levando ela aira. E mais tarde a igreja mesma vai recuperar toda a história e vai canonizar a Jona Dark. Então é é uma contradição histórica da daquele daquele momento e que nos evidencia que nós nos enganamos muitas vezes. E me perdoe aí Nathan Melo, não é? Mas não é assim como não é você colocou ela não de forma nenhuma. Ela liderou realmente o exército na tentativa de que o povo francês depois daquela guerra era era uma guerra que durava 100 anos. A nacionalidade francesa estava praticamente quase anulada e depois do que ela fez foi se recuperando. Então ela teve um grande mérito naquele momento e vale a pena ler o livro Joana Dark. Eu repito agora de Leondi. Ali nós entendemos de fato qual foi a missão desse espírito. Tá bem. Bom, vamos lá, Cris. Agora sim, para os nossos queridos espíritos. Vamos lá. Eh, espíritos superiores, né,

repito agora de Leondi. Ali nós entendemos de fato qual foi a missão desse espírito. Tá bem. Bom, vamos lá, Cris. Agora sim, para os nossos queridos espíritos. Vamos lá. Eh, espíritos superiores, né, da segunda classe. Eh, Telma já tava comentando sobre ele. E agora vamos para os espíritos puros, né? Questão 112. Eh, quais são as características gerais, Telma, dos espíritos que Primeiro dizer que classe única, né? Classe única, é classe única. Só eles, só eles, entendeu? Então, a questão 113, né? Eh, ele apresenta esse eh com asintentes características, percorrem todos os graus da escala e se despojaram de todas as impurezas da matéria. Havendo atingido a soma de perfeições de que é suscetível a criatura, não tem mais provas nem expiações a sofrer. não estando mais sujeitos à reencarnação em corpos perecíveis, vivem a vida eterna que desfrutam no seio de Deus. Mas aí ele traz, sabe, crise e e carro mais algumas explicações dizendo o seguinte: gozam de uma felicidade inalterável, porque não estão sujeitos nem às necessidades, nem as vicissitudes da vida material, mas essa felicidade não é edonista não, que a gente estudou edonismo lá para cá, que era prazer e tudo. Essa felicidade não é de uma ociosidade monótona vivida em contemplação perpétua. E por fim, ele explica o seguinte: são os mensageiros e ministros de Deus, cujas ordens executam para a manutenção da harmonia universal, dirigem a todos os espíritos que lhes são inferiores, ajudam-nos a se aperfeiçoarem e determinam suas missões. Missões. Vem aqui em missões, né? Assistir os homens nas suas angústias, incitá-los ao bem ou à expiação de faltas que os distanciam da felicidade suprema. É para eles uma ocupação agradável. são às vezes designados pelos nomes de anjos, arcanjos, serafins. Então, vejam, eles, ele atingiu todos os graus possíveis de elevação de conhecimento, de sabedoria, de bondade, de amor, de tudo isso, desmaterializados, eh, precisando vir aqui, eles vêm em missão. Então, são características

tingiu todos os graus possíveis de elevação de conhecimento, de sabedoria, de bondade, de amor, de tudo isso, desmaterializados, eh, precisando vir aqui, eles vêm em missão. Então, são características muito marcantes, né, do desses espíritos puros que nós temos aqui. E a gente vai chegar lá, né? Porque como diz a Rodrigues no seu livro Primío Sexto Reino, ela diz: "Renascer, eh, para resgatar, recomeçar para acertar, repetir para aprender. Nós chegaremos a espíritos puros". Achei interessante então aqui ele diz que eh nas características gerais nenhuma influência da matéria. Da matéria. Exatamente. Já não são mais inclusive que se tem contato com a matéria, a matéria não lhes causa nenhuma influência. Aqui nós nos lembramos, né, de Jesus. Com certeza é o exemplo do espírito puro que nós tivemos, não é? E aí a gente se lembra daquele momento que está registrado em Mateus, no capítulo 4 e Lucas também, que é a tentação de Jesus no deserto, que lá está colocado como um fato, que foi uma interpretação ao longo do tempo, mas que evidentemente aquilo é uma parábola porque a gente não tinha mais como ter influência da matéria, então nada poderia tentá-lo, não é? E com com Carlos Torres Pastorino, nós vamos entender que o Satanás é o inimigo, não é? O diabo é o provocador. O que que é o inimigo? O que que é o que o que provoca a gente? O que é que é antítese do espírito? É a matéria, o apego à matéria. Então, não tinha como Jesus ser tentado. Aquilo é uma parábola que vai representar a evolução que Jesus já tinha feito e que ele vai ensinar. para os discípulos. Pois é, não é? Dizendo que nós precisamos passar por todas aquelas provas para nos tornarmos como esses colocados aqui, os espíritos puros que se tornam senhores dos outros espíritos, no sentido de que todos os demais espíritos obedecem. Tanto é que Jesus quando chegava e dizia para o espírito impuro que estava prejudicando, obsidiando, o espírito não tinha como não sair, porque havia uma autoridade moral inapelável. Uhum. Uhum.

ecem. Tanto é que Jesus quando chegava e dizia para o espírito impuro que estava prejudicando, obsidiando, o espírito não tinha como não sair, porque havia uma autoridade moral inapelável. Uhum. Uhum. Exatamente. Carlos. É muito bom, Carlos, você ter colocado isso, essa explicação de pastor de de porque não tinha como eh Satanás ter eh como ser colocado para ter qualquer tipo de de autoridade para estabelecer aquele diálogo com Jesus. Não tinha como. Jesus é realmente é uma parábola, né? Foi uma parábola. E e se me permitem, tem um tem uma passagem aqui que que mostra o quanto o Cristo eh o seu grau de pureza é assim eh inquestionável, que até em alguns filósofos a gente encontra isso. Por exemplo, os professores italianos realante série, um deles já morreu, mas eles são professores de filosofia da Universidade de Padra. E ele diz o seguinte, ele olha que lindo, eh, eles apontam, segundo Espinosa, que Espinosa não põe Cristo no mesmo plano dos profetas que editaram leis em nome de Deus para obter obediência. Com efeito, diz a Espinosa, devemos pensar que Cristo entendeu as coisas de modo verdadeiro e adequado, porque Cristo não foi um profeta, mas muito mais a própria boca de Deus. E certamente acrescenta o filósofo a partir do fato de que Deus se revelou diretamente a Cristo e a sua mente e não como aos profetas através de palavras ou imagem, nada mais devemos entender senão que Cristo entendeu revelação segundo a verdade, ou seja, teve entendimento dela. Isso é lindo, né? É maravilhoso. Isso. É muito lindo. Então, Cris, tem uma última perguntinha aí que a Rosângela é a última que a gente vai atender para fechar. Rosângela, deixa eu pegar aqui. Rosângela Carvalho, qual a estrutura perespiritual dos espíritos puros? Essa estrutura é diferente dos espíritos bons, Carlos Telma. Olha aí, Telma. Eh, a gente vai lembrar, não é, o que Kardec coloca, que o espírito para ter contato com o planeta, ele vai formar a seu perespírito dos fluidos, do fluido cósmico que compõe

os Telma. Olha aí, Telma. Eh, a gente vai lembrar, não é, o que Kardec coloca, que o espírito para ter contato com o planeta, ele vai formar a seu perespírito dos fluidos, do fluido cósmico que compõe esse planeta e que o espírito, quanto mais evoluído, mais sutil é o fluido que ele atrai. Uhum. Então, a estrutura está nessa diferença. Se o espírito ele é bondoso, é um espírito superior ainda, ele vai atrair certos tipos de fluidos entre os mais purificados, mas o espírito puro atrai fluidos ainda mais purificados. Então, a estrutura perespiritual desse espírito puro é tão sutil que chega a confundir com o próprio espírito. É o que Kardec nos coloca, não é? Nós não estamos falando nenhuma novidade Kardec comenta isso. E tá bem Rosângela, assim. Então, Telma, suas palavras finais pra gente fechar, por gentileza. Ah, que que ótimas explicações. Que bom ouvir vocês, viu? A gente sempre aprende as minhas palavras finais. Eu eu vou pegar eh um um uma ocorrência de um grande guerreiro da humanidade que Joana no livro Nascente de Bênçãos diz que ele veio para espalhar a cultura grega, né, fazer da a pelo mundo, porque Paulo viria depois e precisaria espalhar o evangelho. Isso é lindo, como Deus planeja tudo, não é, Carlos? Isso. Tudo certinho. Esse é tudo certinho. Quer dizer, ele vem, ele ele globalizou, né, espalhou toda essa cultura grega que é Alexandre, né, Alexandre Magnum. E dizem de de dizem os os alguns historiadores que uma certa ocasião ele estava para dominar uma cidade. E os generais chegaram para ele assim no monte assim, disse: "Alexandre, já tá tudo pronto. Assim que surgir a oportunidade a gente vai e a gente eh conquista essa cidade." E Alexandre se virou para ele e diz: "Alexandre não espera oportunidades. Alexandre faz oportunidade. Então, muitas vezes Deus nos dá inúmeras oportunidades, nos dá o talento, porque na parábola dos talentos não teve ninguém que ficou sem talento. Uhum. Distribuiu conforme a capacidade, mas não fale em servo que não teve talento.

dá inúmeras oportunidades, nos dá o talento, porque na parábola dos talentos não teve ninguém que ficou sem talento. Uhum. Distribuiu conforme a capacidade, mas não fale em servo que não teve talento. Então, Deus sempre nos dá um talento, dois talentos, cinco talentos. Ou seja, nós sempre temos oportunidade. Veja que nós não precisamos nem criar, ele nos dá. Imagine quando nós começarmos a não somente esperar as oportunidades, como também a criar a partir das apetitões que Deus já nos dá e das potencialidades. Então, para que a gente possa evoluir e chegar a espírito puro. Muito bem, Cris. Muito bom. Eu eu hoje eu tô mirando no espírito puro, né? E até pra gente fechar com talvez uma palavra de consolação, porque estamos precisando de consolo. Eu me lembro agora da obra Brasil, coração do mundo, pá. do Evangelho na introdução do livro Quando Humberto de Campos nos dá notícias que no primeiro quartel do século X, no último quartel do século X, Jesus, espírito puro, reúne uma pleiaade de espíritos puros também, né, para orquestrarem um planejamento estratégico em favor da Terra. Então Jesus se aproxima do planeta, faz uma reunião no espaço com outros espíritos puros para tomarem decisões efetivas que beneficiariam o planeta. E é nessa reunião que Ismael é convocado para assumir a liderança da pátria do Cruzeiro. E nesse processo, né, nesse processo de ocupação de amor, eh Jesus traz um recado que precisa ecoar nos nossos corações. Ele diz que ele, o Cristo, estaria eternamente vinculado ao Brasil. né? Jesus eternamente vinculado ao Brasil. Então, me lembrando de Brasil, coração do mundo, pária do evangelho, me lembrando de Bitencur Sampaio, né, que é outro espírito superior, considero outro espírito superior. Eh, Jesus está no leme, meus amigos. Então, não vamos perder a esperança, né? Vamos louvar a vida, louvar até os desafios e os testemunhos, né? para seguirmos sempre adiante, tendo a certeza que Jesus está no lemo. Muito bem, nós queremos deixar um abraço muito fraterno e carinhoso para o Luiz

ida, louvar até os desafios e os testemunhos, né? para seguirmos sempre adiante, tendo a certeza que Jesus está no lemo. Muito bem, nós queremos deixar um abraço muito fraterno e carinhoso para o Luiz Cláudio que não conseguiu conexão para estar conosco hoje. Sentimos a falta dele aqui. E a semana que vem nós vamos iniciar o estudo da progressão dos espíritos com as perguntas 114, 119 e que vai ter a continuidade na outra semana. Pedimos, favor, leiam antes, levantem as suas dúvidas, façam suas anotações. Telma, muito obrigado. Nosso agradecimentos às nossas intérpretes, Ariane e Verônica. E até a semana que vem para você que está em casa, o nosso abraço muito carinhoso. Estudando o livro dos espíritos, um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Ja.

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