18 - "O que é o Espiritismo" | O crítico - (parte 5) | estudo completo da obra de Kardec
Estudo #18 Estudo completo da obra de Kardec: "O que é o Espiritismo?" Primeiro diálogo: o crítico - parte 5 Toda Quarta às 20h30 até 21h30 Transmitido pelos canais: Estudar Kardec kardectube José Fernando Toledo Paniago __ KardecTube - de Michel Macedo Canal sobre o Espiritismo segundo a obra de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com Curta. Comente. Compartilhe Nos siga nas demais redes. #espiritismo #kardec #espírita #ciênciaespírita #revistaespirita 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4983804296036352
Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo da obra O que é o Espiritismo. Nós estamos estudando uma das três obras principais que Kardec lançou para os iniciantes do Espiritismo. Kardec escreveu três pequenas obras justamente para quem quer conhecer o Espiritismo de primeira. O espiritismo, em sua mais simples expressão. Nós estudamos toda essa obra, ela se encontra, todos os estudos se encontram gravados na na nossa playlist. A segunda obra, Resumo da Lei dos Fenômenos Espíritas, nós também estudamos toda ela e também está gravado na playlist. E agora nós estamos na terceira obra introdutória ao espiritismo chamada O que é o Espiritismo, onde ele justamente responde a pergunta: "O que é o espiritismo?" Nós ficamos aí um bom tempo estudando o conceito que Kardec dá do Espiritismo no preâmbulo dessa obra. E agora nós estamos no primeiro diálogo. Lembrando que a primeira parte desta obra ela é em diálogos. É como se Kardec, como se fosse Kardec discutindo espiritismo com alguém. São três personagens que ele discute, que é o crítico, cético e o padre. Nós estamos no primeiro diálogo que é com o cético. Já estamos aí há alguns estudos, há cinco semanas estudando esse diálogo com o cético. Então a gente indica que todos vejam, que todos leiam e todos vejam os vídeos passados também para acompanhar a nossa linha de raciocínio. Lembrando que isso tudo fica gravado, tanto na playlist aqui do Kardec Tube. Se você entrar em playlist, digita lá na barra de pesquisa do YouTube Kardectub, entra no canal e aí lá tem vídeos ao vivo, playlist, entra em playlist e lá tem tudo organizadinho eh por por assunto, por livros, os ossos estudos. Mas isso também se encontra na página do nosso amigo Lauro, né, na página Estudar Kardec, ele também faz a mesma coisa. E lembrando a todos que também curtam e se inscrevam nos nossos canais, nas nossas páginas, nas demais redes sociais, que isso também nos ajuda. E participem pelo chat, tirem as dúvidas, comentem, isso enriquece o estudo. Hoje nós
curtam e se inscrevam nos nossos canais, nas nossas páginas, nas demais redes sociais, que isso também nos ajuda. E participem pelo chat, tirem as dúvidas, comentem, isso enriquece o estudo. Hoje nós estamos eh desfalcados do nosso time por motivos eh maiores, né? O José não pôde, por questão profissional eh participar. E o Lauro, ele fez um um pequeno exame aí nos olhos, tá tudo OK, mas ele tinha ele tá só nos bastidores aí ajudando, mas ele não vai aparecer na tela, mas a gente vai fazer mesmo assim o estudo e eu conto com todos aí. Aproveitem o espaço para comentar, para enriquecer com outros textos e para trazer questões, né? Então é isso, nós vamos agora continuar que a gente tá vendo nesse diálogo que Kardec faz com o com o crítico e e vamos ver então o qual que é a a continuação da conversa. Ali onde vocês estão vendo V é de visitante, né? Então é o o crítico é o é o primeiro visitante que tá aí debatendo com Kardec. Então vai dizer o visitante para Kardec: "Tenho minhas ideias a respeito, é certo, porém elas não se acham tão absolutamente firmadas que não consta em sacrificá-las à evidência. Disse-vos que teria certo interesse em me convencer. Confesso-vos que tensiono publicar um livro em que me proponho demonstrar ex professo a minha opinião sobre o que considera um erro. E como esse livro deve produzir efeito dando um golpe no espiritismo, eu deixaria de publicá-lo caso ficasse convencido da realidade da vossa doutrina. Então vamos ver a resposta de Kardec. Depois a gente contextualiza tudo, né? Kardec vai responder a essa a essa fala do crítico da seguinte maneira: "Eu sentiria que ficasseis privado do que vos pode proporcionar um livro que deve produzir tanto efeito. Além disso, não tenho interesse algum em impedir a sua publicação. Ao contrário, desejo-lhe grande circulação, porque assim ele nos servirá de prospecto e anúncio. A nossa atenção é sempre chamada sobre aquilo que vemos atacado. Há muita gente que quer ver os prós e os contras e a crítica faz aparecer a verdade, mesmo
ssim ele nos servirá de prospecto e anúncio. A nossa atenção é sempre chamada sobre aquilo que vemos atacado. Há muita gente que quer ver os prós e os contras e a crítica faz aparecer a verdade, mesmo aos olhos daqueles que não a procuravam. Aí é assim que muitas vezes, sem querer, se faz propaganda do que se quer combater. A questão dos espíritos é, por outro lado, tão palpitante de interesse, choca a tal ponto a curiosidade que basta assinalá-la à atenção para que nasça o desejo de aprofundá-la. Então, quem tá pegando aí a conversa agora aí a partir de hoje e não caso não tenha lido e visto o que a gente tratou antes, o crítico ele apresenta duas características, como a gente já comentou, que fazem ele ser um mal crítico. A primeira delas é que ele já tem uma opinião antes de conhecer. Então ele não é um bom um bom crítico, porque ele deveria pelo menos ter uma uma visão isenta antes de conhecer. Não é que ele precise aprovar o espiritismo antes de conhecer. O problema é que ele já chega dizendo para Kardec que ele acredita que tudo isso é falso, mas ele nem conheceu. Essa é a primeira característica. A segunda é que ele quer que Kardec convença ele, mas ele diz para Kardec Kardec teria que fazer para convencê-lo. Então ele quer dizer e dar as cartas, ele quer dar as regras de como ele quer ser convencido. O que que Kardec vai mostrar para esse crítico? que a não é quando eu vou estudar uma teoria, uma filosofia, uma ciência, não sou eu que escolho o método de convencimento. Eu tenho que me adaptar às exigências da própria teoria. Não é a teoria que tem que se adaptar a mim. E ele pediu para Kardec para participar de uma ou duas sessões. E Kardec me mostrou que não é assim que se constrói a convicção espírita. Não adianta a pessoa assistir duas sessões de fenômenos que ela vai se convencer, porque como qualquer ciência, a pessoa precisa estudar muito, ela precisa ter uma base teórica para saber, inclusive avaliar os fenômenos. Então o crítico percebe que Kardec não
ela vai se convencer, porque como qualquer ciência, a pessoa precisa estudar muito, ela precisa ter uma base teórica para saber, inclusive avaliar os fenômenos. Então o crítico percebe que Kardec não vai atender os caprichos dele. E é por isso que ele inicia assim dizendo que eh e ele diz para Kardecinte, que ele tem uma opinião formada, mas que se ele for convencido do contrário, ele pode mudar de opinião. Então ele quer insistir que Kardec tente convencer ele e ainda ele faz uma ameaça para Kardec, como a gente viu. Ó, disse-vos que teria certo interesse em me convencer. Agora ele quer, ele quer eh convencer Kardec Kardec tem que convencê-lo. Como é que ele faz isso? ameaçando. Ele diz: "Olha, eu pretendo publicar um livro que vai dar um golpe no espiritismo, que vai mostrar que o espiritismo é um erro. Se você me convencer do contrário, você escapa disso." Olha a pretensão do crítico. Ele tenta fazer uma espécie de chantagem, né? Porque imagina, Kardec com medo diria, não, por favor, então eu vou tentar convencê-lo porque vai que você lança um livro e isso eh destrói o espiritismo. É isso que ele pensou que Kardec pensaria, né? E aí vem o que a gente tem que entender em Kardec. E por que que a gente tem que entender em Kardec? para imitá-lo. Por isso que a gente tem que entender as razões do por ele age e fala como ele age, como ele fala, para que a gente se tranquilize e saiba lidar com esse tipo de crítico. Então, ao invés de Kardec demonstrar medo, preocupação, tentar se submeter às exigências do crítico por por uma espécie de de de sentir medo da ameaça dele, Kardec diz: "Eu sentiria que ficasses privados do que vos pode proporcionar um livro que deve produzir tanto efeito. Além disso, não tenho interesse algum em impedir as a publicação, ao contrário, desejo-lhe grande circulação, porque assim ele nos servirá de prospecto e anúncio. Então, esse primeiro parágrafo da resposta da de Kardec vai mostrar como aquele que produz uma teoria, que tá preocupado com a verdade,
circulação, porque assim ele nos servirá de prospecto e anúncio. Então, esse primeiro parágrafo da resposta da de Kardec vai mostrar como aquele que produz uma teoria, que tá preocupado com a verdade, ele não precisa temer as ideias contrárias. Aquele que tem uma boa teoria, que sustenta muito bem, que tem bons argumentos, bons fundamentos, ele não precisa, e nem é esse o caminho, de se preocupar que existam obras contrárias. Esse é um ponto que a gente tem que entender. Então, não existe para o espiritismo censura. Porque Kardec vai perceber, nós vamos nós vamos ver isso mais adiante, que a censura, o medo de obras contrárias é um jeito de dizer que você não tem firmeza ou convicção naquela teoria ou que a teoria é fraca. Quando a teoria realmente é boa e quando você quer buscar a verdade, você não só permite que se escrevam coisas contrárias e críticas e objeções. Não só isso, mas você submete as ideias a isso, porque se elas forem verdadeiras e bem fundamentadas, elas sobrevivem. Se você evita isso, isso é uma prova de fraqueza da sua teoria ou da sua convicção na teoria. E essa não pode ser a postura da pessoa séria que busca a verdade. Porque quem busca a verdade, ela não tá preocupada em manter aquilo que ela acredita. Ela tá preocupada com a verdade. Se aquilo que ela acredita é ruim, mal feito, ou alguém apresentou algo melhor, ela abandona a própria ideia ruim, mal feita, e fica com aquela que é melhor. Essa é a postura da pessoa séria. Então, olha que interessante aí. Por isso que ele diz, eh, se o crítico e escrever sobre o espiritismo como ele pretende, ele vai est fazendo uma propaganda do espiritismo, vai servir de anúncio. Que imagina se fosse se fosse proibido, se proibisse a pessoa de falar contra. Primeiro que eu não colocaria a prova a minha teoria e e os meus argumentos. E segundo que quanto mais pessoas falarem, elas estão fazendo propaganda para o espiritismo. Então isso é muito curioso porque aconteceu muito na época de Kardec. as determinadas localidades não se
s. E segundo que quanto mais pessoas falarem, elas estão fazendo propaganda para o espiritismo. Então isso é muito curioso porque aconteceu muito na época de Kardec. as determinadas localidades não se falava em espiritismo. Daqui a pouco, sabe o que acontecia? Alguém falava contra, alguém escrevia alguma coisa, alguém eh fazia algum discurso contra o espiritismo. E aí aqu esse espiritismo que era desconhecido, as pessoas diziam: "Mas o que que é isso que esse fulano tá escrevendo contra?" E elas iam ler as obras de Kardec. No momento em que elas iam ler a obra de Kardec, elas elas iam: "Pera aí, mas isso que esse senhor está escrevendo é melhor do que o que o crítico me falou". Ela ficava com o Kardec na hora que ela ia comparar o que o crítico ao espiritismo tinha escrito com o que Kardec escrevia, os argumentos de Kardec era tão eram tão bons e melhores que a pessoa ficava com Kardec e abandonava o crítico que fez ela chegar até Kardec. Então ela serviu como um anúncio. Então isso é um grande ensinamento que ele dá. Por quê? Uma vez que tá garantido a qualidade dos argumentos espíritas, a qualidade da da teoria está muito bem fundamentada. Deixem falar, porque assim ela vai provar a sua força. E enquanto as pessoas falam, elas vão perder a discussão porque os argumentos do espiritismo são melhores e vão ter servido de anúncio, vão ter vão ter ajudado a a divulgar doutrina. Olha que interessante. Por isso que a gente tinha um um clima no século XIX de debate. Nesse clima de debate e comparação, o espiritismo sempre ganhou e cresceu. sempre ganhou e cresceu nesse clima de debate. Por quê? Porque era a hora que a pessoa comparava uma ideia com a ideia contrária e aí ela podia avaliar qual que era mais racional. Isso foi tão poderoso esse acontecimento das pessoas falarem contra e o espiritismo ser conhecido e a pessoa acabar virando espírita graças à aquele que escreveu contra. Isso foi tão poderoso na época de Kardec. Foi tão poderoso que mais tarde os inimigos do Espiritismo
o espiritismo ser conhecido e a pessoa acabar virando espírita graças à aquele que escreveu contra. Isso foi tão poderoso na época de Kardec. Foi tão poderoso que mais tarde os inimigos do Espiritismo perceberam. Chegou uma hora que os inimigos do espiritismo perceberam o seguinte: "Opa, opa, se eu falar e atacar o espiritismo, aí as pessoas vão querer saber o que ele é, vão ler as obras de Kardec e vão ficar do lado de Kardec. Por isso que a tática dos inimigos do Espiritismo mudou. Porque eles perceberam isso. Se eu falar em Kardec, as pessoas vão comparar e vão ficar com Kardec. Por isso que a tática que veio depois é qual? Não fale em Kardec. Por isso que a gente viu todo um movimento pós Kardec, um movimento da estratégia dos inimigos do espiritismo. Não vamos atacar o espiritismo. Se nós atacar, ele ganha. Então a gente não fala dele. A gente se infiltra entre os espíritas, passa a falar em nome do espiritismo e começa a desviar as pessoas do espiritismo. Então a gente esconde Kardec. Foi isso que os inimigos do espiritismo perceberam. Vamos esconder Kardec, porque se a gente mostrar ele, ele ganha. Olha que interessante. Foi por isso que o que que o que que foi feito no século XX? esconder o Kardec, deixa ele numa gaveta e coloca 1000 obras na frente. É por isso que quando a gente fala em Kardec, no movimento espírita, esses dirigentes enlouquecem, se incomodam, porque se a gente chegar com a força da obra cardequiana em qualquer lugar, a gente ganha o debate. Por isso que eles fazem o quê? Censuram. Não, não deixa falar, porque se esse cara falar em Kardec, as pessoas vão seguir Kardec. É por isso que os cardecistas não são convidados para fazer palestras nos centros. É por isso que os cardecistas não são convidados pros eventos, pros seminários, pros congressos. percebe que eles eles convidam todas as visões possíveis que existem e que se intitulam o espiritismo. A dos cardecistas eles não chamam. Por quê? Porque se botar alguém a falar em Kardec, as pessoas vão ficar com
les eles convidam todas as visões possíveis que existem e que se intitulam o espiritismo. A dos cardecistas eles não chamam. Por quê? Porque se botar alguém a falar em Kardec, as pessoas vão ficar com Kardec. Então se escondeu Kardec e se criou um clima de não compare mais. Comparar e debater é ruim, é falta de caridade. Nota que aquilo que fazia a pessoa pensar, comparar e ela iria escolher Kardec, eles atacaram esses pontos. Não falemos em Kardec e vamos dizer que debater e comparar é falta de caridade. Pronto. Mas se a gente falar em Kardec e fizer a pessoa comparar Kardecisa, a pessoa fica com Kardec. E aí ele vai, tem um comentário do Lauro aqui, o seu, você é a voz do Lauro hoje. E aí ele diz assim: "E o que é interessante que nos tempos de redes sociais, alguns que querem criticar os cardequianos falam, mas não dão o nome da pessoa do canal, evitam fazer propaganda de outros canais". Exatamente isso que o Laur tá falando, porque eles já perceberam a tática. os próprios inimigos perceberam a falha deles. Isso é muito curioso. Então, por exemplo, esses esses grandes canais que dominam o movimento espírita, eles não nos citam. Eles não citam o Kardec Tube. Eles não citam o Estudar Kardec, eles não citam o o Mesa girante, eles não citam o Cosm, eles não citam o Shiben, eles não citam como como o Lauro tá falando aqui. Claro, porque se eles citarem, as pessoas vão pegar e vão entrar aqui nos nossos conteúdos e vá, daí a pessoa vai começar a pensar, comparar. Então eles escondem em censura. E se eles tivessem como Kardec, olha o que o Kardec tá fazendo. Kardec tinha tanta segurança que ele diz assim: "Pode publicar a obra que você quer publicar". faço questão, porque ele ele se garantia nos argumentos. Ele não precisava fugir, se esconder ou sear alguém. Mas essas pessoas, como elas sabem que o que elas falam é frágil e falso, elas fogem do debate, elas não citam, sendo que Kardec vai fazer isso o tempo inteiro, né? Eu sempre digo aqui, Kardecolocava o texto dele e o texto da
las sabem que o que elas falam é frágil e falso, elas fogem do debate, elas não citam, sendo que Kardec vai fazer isso o tempo inteiro, né? Eu sempre digo aqui, Kardecolocava o texto dele e o texto da pessoa que pensava o contrário. Compare agora. E a gente sempre fez isso desde que a gente abriu as lives, né? Todo mundo já tá acostumado com isso. A gente vai, mostra o texto de Kardec, faz os nossos comentários, apresenta a as teorias contrárias, dá nome, nome aos bois, mas eles não nos nomeiam, porque a multidão que o segue, se cair nos conteúdos cardequianos, não sai mais. Muito bem lembrado pelo Lauro. Aí ele continua, né? A nossa atenção é sempre chamado sobre aquilo que vemos atacado. Há muita gente que quer ver os prós e os contras. E a crítica faz a crítica faz aparecer a verdade. Olha a Olha essa frase que Kardec tá dizendo. Não há como a gente chegar à verdade se eu não tiver um ambiente livre de debate crítica. Se eu terminar com isso, a gente não não chega a verdade. Vejam que a gente tá vivendo hoje, que um lado quer fazer com que o seu seja o único. Isso é fraqueza. A crítica faz aparecer a verdade, porque eu digo uma coisa, a pessoa vem e diz outra e aí o público tem condições de comparar. Se a gente não fizer isso, como é que as pessoas vão comparar, escolher, pensar, raciocinar? Então, tem que ter esse clima de liberdade crítica para que o público decida. Vejam, por exemplo, que o exemplo que a gente tem do projeto Nosso Lar Segundo Espiritismo, a gente tá seguindo exatamente essa ideia. O que que a gente faz lá? A gente apresenta os textos de Kardec, as nossas, o nosso entendimento sobre o texto e deixa livre pra pessoa comparar com a obra nosso lar. Ela compara e a gente sempre apresentou abertamente o que a gente pensa, sempre apresentou os textos de Kardec. Agora a pessoa faz a sua a sua avaliação. Se a FEB se a FEB seguisse realmente Kardec, ela faria isso. Por que que a FEB não pega o o vídeos que a gente faz crítica à obra nosso lar e não ela não publica?
a a pessoa faz a sua a sua avaliação. Se a FEB se a FEB seguisse realmente Kardec, ela faria isso. Por que que a FEB não pega o o vídeos que a gente faz crítica à obra nosso lar e não ela não publica? Por que que ela não faz isso? Eu lembro que no final do ano passado, um dos diretores da FEB fez um vídeo na página da FEB, ele fez um vídeo incentivando as pessoas a não dar audiência para quem critica a FEB. Agora comparem essa postura dele com isso que Kardec tá fazendo aqui. Exatamente o contrário. Kardec diz assim: "Eu faço questão que você publique o livro que você está ameaçando publicar". Se a FEB realmente não temesse, ela pegaria os vídeos que a gente faz criticando o nosso lar e colocaria no site dela e diria: "Ó, crítica a obra nosso lar, compare, analise e tire suas conclusões." Mas por que que ela não faz isso? Porque ela sabe que não tem argumentos. Porque ela sabe que se isso acontecer as pessoas vão abandonar ela. Então elas cerceiam, elas monopolizam, elas censuram, elas não convidam, elas fingem que você não existe. E eu tô falando aqui, não só não tô falando especificamente do Kardec Tube, né? Tô falando de todos os canais, inclusive dos canais maiores e melhores que o meu. Eu vejo os grandes congressos nacionais sobre espiritismo e não tem o Cosm. Como que os maiores congressos espíritas do Brasil não vai ter o CM? É obrigação moral ter o cómico. Por quê? Porque é uma pessoa com um conhecimento tão relevante que a opinião dele tem que ser ouvida. é a pessoa mais especializada em Kardecor divulgação de Kardec, que é o Kardec Pédia, em nove idiomas, todas as obras de Kardec relacionadas entre si. E ele não é convidado. Por quê? Porque se ele for convidado, a plateia com o passar do tempo vai seguir só ele. Não vai ficar com aquelas palestras ruins e mal argumentadas de quem participa desses congressos. Então eles não chamam, não convidam, não mostram, porque eles perceberam isso que Kardec já tá falando aqui. A crítica faz aparecer a verdade. Acaba
l argumentadas de quem participa desses congressos. Então eles não chamam, não convidam, não mostram, porque eles perceberam isso que Kardec já tá falando aqui. A crítica faz aparecer a verdade. Acaba com a crítica. Eu tenho só uma visão. Aqui tem um comentário do do Cláudio antes de eu prosseguir. Cláudio Pecorari. Verdade, Michel. Quando eu falava no centro que frequentava, os antes de Kardec diziam hoje catecismo com pois eu falava de Kardec. É catecismo com K, né? Mas é bem isso. Eu recebo muitas pérolas no Kardecube e de comentários. Teve um teve um senhor uma vez que disse assim: "Esse rapaz, esse Michel é mais cardecista que o próprio Kardec e as pessoas se incomodam quando você e é impressionante as o movimento espírita se incomoda de você falar em Kardiac. Só isso é uma prova de que tem algo errado, né? é a prova que tem algo errado. E é muito curioso porque se você pegar, por exemplo, eu eu vivi isso. Eh, a gente eu eu frequentei um centro espírita que tinha palestras semanais e cada palestrante, ele cada palestrante tinha um viés, um uma maneira de entender o espiritismo. Cada um falava um absurdo maior que o outro, mas não eram absurdos iguais, eles eram divisões diferentes. O único que incomodava a diretoria era eu que falava em Kardec. Quando o outro falava uma bobagem que eles discordavam, eles dizia assim assim: "Não, mas temos que ter caridade, não podemos proibir a pessoa de falar o ponto de vista dela." Mas quando era Kardec, aí podia, aí podia proibir e dizer que não podia mais fazer para Então é, eles eram tolerantes com todas as visões, mas aí quando era com porque digamos que eles julgassem errado o que eu estava fazendo, mas eles também julgavam errado o que o outro tava fazendo. Mas no meu caso tinha que ser proibido de falar. Por que esse por essa esse comportamento diferente com quem fala em Kardec? Porque Kardec é uma ameaça para eles. É uma ameaça para eles. Eu lembro que eu entendi porque que a FEB não segue Kardec quando eu li as revistas espíritas.
rtamento diferente com quem fala em Kardec? Porque Kardec é uma ameaça para eles. É uma ameaça para eles. Eu lembro que eu entendi porque que a FEB não segue Kardec quando eu li as revistas espíritas. Quando você lê as 12 revistas espíritas de Kardec, janeiro de 58 até março de 1800 69, abril, porque ele deixou abril pronto, né, de 1869, você vai entender porque que a FEB não segue Kardec e não vai falar em Kardecão muito simples. A pessoa lê as 12 revistas, ela não segue mais a FEB, porque a FEB faz diferente de tudo que Kardec indica ali. Da mesma maneira que eles não vão deixar as pessoas criticar o nosso lar, porque é a obra que mais vende, né? Mas o que que é importante dessa nossa conversa? Vocês perceberem que Kardec época. Vejam que o crítico está dizendo para ele, eu vou criar uma obra que pretende dar um golpe no espiritismo Kardec diz assim: "Faço questão que você publique". Faço questão. Vejam que é 360º a diferença. Vamos continuar para ver ele falando mesmo aos olhos daqueles que não a procuravam. É assim que muitas vezes sem querer, você faz propaganda do que se quer combater. Aí ele termina dizendo assim: "A questão dos espíritos é, por outro lado, tão palpitante de interesse, choca a tal ponto a curiosidade que basta assinalará-la atenção para que nasça o desejo de aprofundá-la". É muito interessante como isso permanece. É impressionante como as pessoas têm interesse nos assuntos espíritas. É impressionante falar de espíritos, falar de vida após a morte, falar de mediunidade, de prática de mediunidade, falar de reencarnação, falar em de vidas em outros planetas. Nota, esses assuntos seguem sendo absolutamente interessantes, buscados de alto interesse pelo mundo todo, independente da crença da pessoa. Um assunto é como diz Kardec, ele é muito, como ele diz aqui, ó, tão palpitante de interesse, né? Tão palpitante de interesse, choca a tal ponto. As pessoas adoram. Agora, o que que acontece? Hoje a opinião de Kardec sobre esses assuntos é escondida.
e diz aqui, ó, tão palpitante de interesse, né? Tão palpitante de interesse, choca a tal ponto. As pessoas adoram. Agora, o que que acontece? Hoje a opinião de Kardec sobre esses assuntos é escondida. Todas as outras estão aí livres. Eles chegam se dar as mãos, né? É muito curioso. Kardec chamou atenção em alguns textos por uma coisa muito curiosa que aconteceu na época dele. Os materialistas se uniram com a igreja para combater o espiritismo. E Kardec chega a dizer assim: "É um é uma aberração isso, porque a igreja devia ficar feliz com o espiritismo, porque a ciência espírita corrobora, cientificamente vários pontos que a religião defende, mas eles chegavam ao ponto de se unir com o materialista que nega a própria igreja como um todo para atacar o espiritismo. Por quê? Porque ambos tinham interesses em comum em manter as pessoas na ignorância. E hoje acontece a mesma coisa. Esses diversos grupos espíritas, eles chegam a se unir para não deixar as pessoas chegar em Kardec. Então, o assunto continua. Vejam que as as obras sobre mediunidade, espíritos, esses assuntos continuam, os vídeos, os podcasts continuam. continuam fazendo sucesso. A diferença é que as pessoas estão ouvindo outras opiniões sobre o assunto, mas elas continuam querendo o assunto. As pessoas estão buscando a mediunidade em outros lugares porque elas continuam querendo saber de mediunidade. Só que Kardec, a opinião dele foi escondida das pessoas. Por quê? pelas razões que a gente já falou aqui desde o início, porque se a pessoa comparar com todas, ninguém chega nem de longe na altura que Kardec chegou, nem de Veja, eu não tô dizendo aqui sem falar, sem pensar as palavras, tá? É nesse peso mesmo. Não existe nem de longe algo parecido com o que Kardec fez. Não existe. Como é que eu faço para saber comparando o que que eles fizeram? Não tem mais comparação. Não tem mais comparação. Aí a pessoa fica só com aquelas opções. Naquelas opções ela tem que escolher a menos pior que ela julga que é maravilhoso. Mas se ela conhecesse é de
Não tem mais comparação. Não tem mais comparação. Aí a pessoa fica só com aquelas opções. Naquelas opções ela tem que escolher a menos pior que ela julga que é maravilhoso. Mas se ela conhecesse é de Kardec, é o que eu sempre digo nos exemplos do do o nosso lar é um belo exemplo. Por que que por que que nosso lar nosso lar fez tanto sucesso e faz tanto sucesso? Porque ela ela é um catolicismo melhorado. Se eu comparar a ideia católica tradicional com a ideia de nosso lar, as pessoas vão preferir nosso lar, porque ela é um catolicismo melhorado. Tem o inferno, tem o purgatório, tem o céu, tem tem a mesma estrutura, mas com uma qualidade de informações e um pouco mais racional. Por isso que faz o zesso, por isso que causa tanto interesse. Agora, o que as pessoas não sabem é que se elas compararem esta obra com Kardec, Kardec é melhor. Mas ela só vai saber isso se eu tiver um um um clima de debate crítico livre. Mas as pessoas que defendem a obra nosso lar no movimento espírita não permitem os críticos falarem, não permitem, porque se acontecer a crítica as pessoas ficam com Kardec. Então é é interessante ele comentar isso, né? ali naquela notinha que tem ali do lado, ele chega a dizer assim que eh esse isso que ele falou foi em 1859 e que passados muitos anos isso continuava sendo verdade e continua até hoje. Pega as grandes pesquisas aí no mundo sobre pessoas que acreditam em vida após a morte, reencarnação, mediunidade, a grande maioria do mundo. Só que as pessoas que acreditam nisso no mundo, elas acreditam baseadas em teorias que são muito frágeis. Então, a pessoa acredita, mas ela tem dúvida. É a meiamei a crença. Por quê? Porque é uma crença que tá no íntimo dela, mas ao mesmo tempo ela não tem uma teoria sólida que faça que a crença da pessoa mude o mundo. Ela, as pessoas acreditam, mas é aquela coisa, eu acredito, mas eu tô na dúvida. E aí, enquanto eu tô na dúvida, eu ainda me comporto como materialista, porque, ó, eu acredito nisso, mas vai que não é bem isso. Daí a
acreditam, mas é aquela coisa, eu acredito, mas eu tô na dúvida. E aí, enquanto eu tô na dúvida, eu ainda me comporto como materialista, porque, ó, eu acredito nisso, mas vai que não é bem isso. Daí a pessoa na hora de provar através das ações daquela crença, ela titubeia. E aí vem os espíritos diz e dizem e dizem nome de Kardec, nós ditamos o livro dos espíritos a fim de que não tenhais mais dúvida porque aí sim a teoria da obra de Kardecina com a dúvida. E aí você teria um mundo muito diferente. Se as grandes lideranças e os povos tivessem a crença sincera naquilo que o espiritismo traz e conhecessem a obra de Kardec, o ser humano ia pensar muito antes de fazer guerra. Imagina, é uma ciência, não é uma questão de opinião, mas é um fato. Aí o líder daquela nação fica sabendo o seguinte: se eu bombardear aquele outro povo, o espiritismo me diz que muitos dos que estão lá podem ter sido meus filhos na outra encarnação e eu vou bombardear. O espiritismo me diz que hoje eu estou do lado que bombardeia, mas eu posso amanhã estar do lado que é bombardeado. Nota isso vai mexendo com a cabeça das lideranças. A gente teria um mundo bem diferente, mas eu só aprendo comparando. Eu só aprendo comparando. Tem mais um comentário aqui do Lauro e um da Fátima. Deixa eu colocar o do Lauro aqui. E o movimento espírita não entende porque outras doutrinas, como a Umbanda, por exemplo, estão crescendo significativamente. É, isso é um ponto que a gente tem comentado bastante, né? Porque como eles dão acesso à prática da mediunidade e a prática da mediunidade para uso pessoal, então a pessoa vai até um centro de umbanda, ela tem ela tem rapidamente contato com o com a mediunidade e ela ainda usa isso para resolver problemas pessoais. O que que fizeram nas casas espíritas da FEB, do Chico, do Emmanuel, do André Luiz? fecha a mediunidade entre quatro parentes. Só gente privilegiada pode participar, só quem for santo e só quem estudar as apostila por 10 anos. E ainda assim quando participar
Emmanuel, do André Luiz? fecha a mediunidade entre quatro parentes. Só gente privilegiada pode participar, só quem for santo e só quem estudar as apostila por 10 anos. E ainda assim quando participar é só para atender obsessor. As pessoas não têm acesso à mediunidade no movimento espírita. Mas as pessoas continuam querendo a mediunidade, então elas foram buscar em outro lugar. Por isso que em breve, em breve a gente vai anunciar um novo estudo que vai ser sobre o livro dos médiuns. A gente vai estudar todo o livro dos médiuns e ainda ensinar as pessoas a praticar a mediunidade segundo Kardec. Porque as pessoas precisam da mediunidade, querem a mediunidade e elas tentam procurar aonde elas têm espaço. Mas quando elas têm contato com a mediunidade, segundo Kardec, ela consegue extrair muito mais coisas, muito mais coisas. Tem também o comentário da Fátima, Fátima Magalhães, ela diz assim: "Compartilhei um vídeo do Kardectube refletindo sobre os erros dos romances espíritas. Chico Divaldo, a pessoa não conversa. A pessoa não conversa mais comigo." É, é interessante isso, né? É interessante a gente pensar nisso porque vamos vamos fazer um exercício aqui. Vamos supor que esse vídeo feito por mim, que é ela tá dizendo que é um vídeo do Carlctube. Vamos supor que eu que eu que eu esteja errado. Vamos supor, vamos criar a hipótese que eu esteja errado nesse vídeo. Se eu estou errado, o que que justifica a pessoa parar de falar com quem enviou o vídeo? O que que ela teme? Porque se ela julga que ela está certa, é como Kardec tá dizendo, bom, mas deixa ele falar, tá falando bobagem. E ainda e apresenta, a pessoa poderia ter devolvido para ti, ter dito: "Olha, ele está errado por isso, por isso, por isso, por isso, por isso". Mas ela foge. Sabe por que que a pessoa foge? Porque isso mexe com a cabeça dela. Ao mesmo tempo que mexe com a cabeça dela, ela vê que ela não tem argumentos, então ela corre. E eu tô dizendo isso porque eu também passei por isso, como a maioria dos que
sso mexe com a cabeça dela. Ao mesmo tempo que mexe com a cabeça dela, ela vê que ela não tem argumentos, então ela corre. E eu tô dizendo isso porque eu também passei por isso, como a maioria dos que estão aqui passaram. Eu fui extremamente espírita de movimento espírita ao extremo, chiquista ao extremo. E eu lembro quando eu comecei a ouvir as primeiras críticas a essas obras, eu não admitia. Como ousam falar? Quem é você para falar? Que é o que eu ouço agora? Que é muito curioso o argumento, né? Que na verdade não é argumento. Quando a pessoa diz assim para você: "Quem é você para falar isso?" Veja, a verdade ela é universal. Se eu falar que 1 mais 1 é 2 e o Einstein falar que 1 mais 1 é 2, não interessa. É dois. Se você falou a verdade, não interessa quem é você. Você falou a verdade. Mas a pessoa, pelo menos, ela não ela não precisava ver aquilo como verdade. Mas por que que ela não compara, não ouve, não dá os argumentos dela? É porque ela não tem argumentos. Tanto é que eu já falei para vocês várias vezes que assim que eu terminar o projeto Nosso Lar Segundo Espiritismo, eu vou abrir a terceira fase e vai ser aberto para as pessoas que defendem criticarem meu projeto. Eu vou publicar o vídeo da pessoa sem nenhuma censura. ela vai poder dizer aonde que o projeto está errado e e esses vídeos vão estar junto com o projeto. E aí o público vai olhar os dois, os meus vídeos e o pessoal descendo a lenha. Da onde é que eu tirei isso? O Leandro Kardec, veja como ele fazia isso. Tem mais um comentário aqui. Acho que é a Fátima, né? Os espíritas estão atacando a Umbanda e se aliando aos católicos e evangélicos. Não sei. Eu eu vejo também pessoas eh muitos espíritas eh afeitos a umbanda. Não, não sei se se dá pra gente ter uma noção do são coisas diferentes e todas têm que ser respeitadas. Agora, eu não posso proibir alguém de falar as diferenças ou de dizer que ela não concorda com aquilo. A gente vai respeitar, mas pode discordar. E se alguém disser que é a mesma coisa,
r respeitadas. Agora, eu não posso proibir alguém de falar as diferenças ou de dizer que ela não concorda com aquilo. A gente vai respeitar, mas pode discordar. E se alguém disser que é a mesma coisa, a pessoa não tá sendo honesta, porque são coisas diferentes. E eu tenho o direito de apresentar os argumentos para dizer porque que eu acho que a teoria de Kardec é a que melhor explica. Ah, mas a pessoa não gostou do teu conteúdo, a pessoa não aceitou os teus argumentos. Ótimo, ela não olha mais, ela não assiste mais. É assim que funciona o campo da livre do livre debate. Ah, eu não, eu não gosto dos conteúdos do Kardec Tube. Então, assista. Olha que maravilha. Eu tem coisas que eu não gosto também. Eu não assisto. Eu não vou lá na página do da pessoa que tá falando algo completamente diferente do que eu penso para tentar convencer ela. Então a gente não assiste. Agora é importante a gente sempre analisar as ideias contrárias para ir testando os nossos argumentos. Tem mais uma fala aqui do Lauro. Quem ler a revista espírita vai perceber o quanto Kardec fazia questão de publicar os contraditores do Espiritismo. O tempo inteiro. O tempo inteiro ele publicava na íntegra e acontecia algo mais grave ainda. Kardec publicava na íntegra o que aquele que tinha o atacado falava, ele publicava na revista dele e o contrário não acontecia. Olha que interessante. Kardec publicava a opinião dele e daquele que o atacava na sua revista e aquele que o atacou não publicava o pneão de Kardec. Quem é que era o desonesto na no debate? Quem é que temia? Quem é que enfrentava? e sempre com educação. Porque eu não sei porque que as pessoas associam essa questão de discordância, análise, comparação. Elas associam a briga, violência, falta de respeito. Tem nada a ver. A gente coloca, mostra as diferenças, critica e a pessoa analisa. Eu não posso querer proibir a outra de ter o canal dela e falar o que ela pensa. Agora eu tenho o direito de não entrar no canal dela, não ver o conteúdo dela, se eu não gosto.
ica e a pessoa analisa. Eu não posso querer proibir a outra de ter o canal dela e falar o que ela pensa. Agora eu tenho o direito de não entrar no canal dela, não ver o conteúdo dela, se eu não gosto. Correndo o risco de se eu parar de ouvir as opiniões contrárias, de repente a opinião contrária tem argumentos melhores. Então, de vez em quando a gente tem que fazer esse esse teste. Tô sempre mergulhado nas obras de Kardec e sempre fazendo esse exercício. Por exemplo, agora eu tô mergulhado no universo Chico Xavier. Fazia 20 anos que eu não fazia isso, mas como eu tô fazendo um projeto que pretende criticar uma das suas principais obras, eu tive que fazer isso. Então, tô mergulhando na biografia, tô lendo de novo todas as obras do André Luiz, tô lendo as obras do Emanuel. E aí vai passando os anos, vai passando décadas, a gente vai aprofundando Kardec. Eu digo: "Meu Deus, se eu se eu mostrar isso e botar pro público para comparar, se o público tivesse comparado o Kardecites, eles não existiriam. Porque não é uma luta e não é uma luta igual de iguais. Comparar Kardec com André Luiz. Prestem atenção no que eu vou dizer agora. Comparar Kardec com André Luiz é comparar Einstein com terra planista de tão gigantesca que é a diferença de qualidade, de argumentação. Por uma razão muito simples. Não há argumentação na obra do André Luis. Não há argumentação, não tem nada que ele explique, justifique e teorize. Ele só narra. E tudo o que Kardec colocou, ele fundamenta. Tem coisas que eu tenho lido, porque eu tô lendo mais de uma vez, né? Então eu leio, volto, leio, volto, leio, volto, leio, volto. Eu digo assim: "Meu Deus, não é possível que no século XX, quando essa obra surgiu, as pessoas tenham aceito tantas barbaridades assim. E agora eu já tô descobrindo, eu já tô descobrindo que, na verdade, não foi aceito assim. Agora que eu tô indo atrás e tem pouquíssimo material, isso já denota, isso já denota o golpe, isso já denota que algo tava errado, porque os bastidores de como essa obra
erdade, não foi aceito assim. Agora que eu tô indo atrás e tem pouquíssimo material, isso já denota, isso já denota o golpe, isso já denota que algo tava errado, porque os bastidores de como essa obra surgiu e tudo que aconteceu tem pouquíssimo conteúdo sobre isso. Então eles esconderam a história, mas o pouco que tem, você vê que a coisa não foi assim. Muitos espíritas tentaram chamar atenção do que tava acontecendo, tentar chamar a atenção do Chic. Muitos espíritos. E só para dar uma uma bibliografia, para não deixar as pessoas no pensando onde é que eu acho isso, tem um livro publicado pela própria FEB que é da Sueli Calda Subert, que se chama Testemunhos de Chico Xavier. É muito interessante como é que Deus age, né? Porque o a obra que a Sueli escreveu foi com o intuito de enaltecer e defender o Chico. E sem querer ela publicou os bastidores de tudo e nos proporcionou hoje, décadas depois, a condição de de perceber o que tava acontecendo naquela época. Ela ela escreveu com intuito e acabou ajudando a gente a descobrir a verdade. Mas claro que ela não ela não pensa assim. Então, como é que funciona o livro? Ela teve acesso a cartas pessoais que o Chico enviava para o então presidente da FEB. Só que ela usa essas cartas. É o livro, as cartas é são excelentes porque é documento histórico em fonte primária. Os comentários da sua patéticos e ridículos. É uma das coisas mais patéticas e ridículas que eu já vi na minha vida. Quem tem o livro ou comprem o livro, porque é um livro para, não importa o que a carta dissesse, ela criava um discurso para enaltecer o Chico. Só que as cartas servem pra gente poder analisar além da opinião patética da Sueli. E aí que tá a o aonde eu queria chegar. Então, tem os bastidores bem de leve da época da produção do livro celular. E uma das informações que tem ali, que eu tô tentando descobrir se consigo esse documento, ainda não sei como, diz a, dizem as cartas que na época um grupo de espíritas do Rio Grande do Sul, olha que curioso, fez um
mações que tem ali, que eu tô tentando descobrir se consigo esse documento, ainda não sei como, diz a, dizem as cartas que na época um grupo de espíritas do Rio Grande do Sul, olha que curioso, fez um documento e enviou pro Chico e paraa FEB contra o livro Nosso Lar. O que que eu quero agora? Achar esse documento para saber o que pessoas que estão que estavam fazendo lá na época que isso tava nascendo, fazendo o que a gente tá tentando fazer hoje. Então, não sei. A minha ideia é tentar ver se a Federação Espírita do Rio Grande do Sul tem esses documentos, mas é capaz deles terem e não querem divulgar, né? Mas nota que muita gente tentou evitar a tragédia que foi o século XX no movimento espírita, mas nota que sempre nesse clima de censura e monopólio, não como Kardec, como a gente viu aqui no texto de Kardec, o incentivo à publicação de ideias contrárias, né? Então vamos ver se eu se alguém tiver alguma notícia sobre documentos, documentos históricos de espíritas cardecistas dessa época, porque imagina se hoje a gente é censurado mesmo com a internet, imagina naquela época o que que os cardecistas não passavam. E a gente nem sabe desses heróis anônimos, né? Então, o que a gente tiver acesso há pouco tempo, se eu não me engano, foi o avô do José, né? O avô do José. O o José descobriu que ele escreveu na sua época um artigo contra a obra do André Luiz, criticando. Então, deu, muitas pessoas eh tentaram alertar o Chico, né? Só que o Chico ele pensava assim, toda vez que alguém tentava ir contra o que ele tava fazendo, como ele era manipulado pelo Emmanuel, ele pensava assim: "São inimigos do bem, são pessoas que querem me desviar da missão." Muito parecido com o que a igreja fez no século, na idade média, né? A ideia de que, ó, se a pessoa discordar de você, não ouça, porque é o demônio. Aí não interessava o que a pessoa falava, não, não vou nem ouvir. É o demônio. Então, a igreja dizia, todo mundo que falar contra a igreja, não ouça, é o demônio. E a pessoa nem ouvia.
ue é o demônio. Aí não interessava o que a pessoa falava, não, não vou nem ouvir. É o demônio. Então, a igreja dizia, todo mundo que falar contra a igreja, não ouça, é o demônio. E a pessoa nem ouvia. Aconteceu a mesma coisa com o Chico. Chico, qualquer pessoa que criticasse o que ele tava fazendo, ele achava que era o demônio e ele tinha que ouvir o Emânel, que era o cara que imagina viu Jesus. E aí ele não parava, porque é típico da pessoa que tá cega, né? Ela não para porque ela acha que tá certa. E a Sueli faz isso. A Sueli no livro ela faz isso. Ela comenta e aí ela defende o Chico o tempo inteiro. Ela diz: "Esses inimigos Chico suportou". Aí você vê que o que ela tá chamando de inimigos são as pessoas que iam abrir os olhos do Chico e iam evitar que o movimento espírita ficasse aí 100 anos perdendo tempo. Para terminar, tem uma pergunta do Luciano aqui. O que o Michel do presente falaria para o Michel do passado? Eu falaria para já, eu já, eu diria duas coisas, uma para já começar a ler Kardec, provavelmente o Michel do passado não ouviria. Imagina, eu eu entrei no movimento espírita em 2002, me tornei palestrante em 2003, com 13 anos. Entrei em 2002, comecei a divulgar o espiritismo em 2003 e fui chiquista e do do movimento espírita tradicional até 2007. Perdi 5 anos, 5 anos a mais de estudo de Kardec. Então eu diria começa agora já, mas provavelmente eu não me ouviria, né? E o que eu diria pro Michel um pouquinho depois é: "Vale a pena tudo que o movimento espírita está ali fazendo, porque isso vai te levar a Kardec." Porque eh uma das coisas que me levou a Kardec foi que o movimento espírita ele ele me atacou. Se ele tivesse de repente me mimado, mexido com o meu ego de espírito imperfeito, eu teria ficado lá, né? Mas o fato dele me tratar mal fez eu chegar em Kardec, né? Então, mas as coisas aconteceram, né? A até que não durou tanto, né? Aí de 2007 para cá foi mergulhando em Kardec, né? Aí em 2007 eu comecei a estudar Kardec, não tinha mais ninguém, tinha alguma tinha algumas pessoas mais
conteceram, né? A até que não durou tanto, né? Aí de 2007 para cá foi mergulhando em Kardec, né? Aí em 2007 eu comecei a estudar Kardec, não tinha mais ninguém, tinha alguma tinha algumas pessoas mais próximas, mas aquela coisa que a gente vai chegando na adolescência, cada um vai indo para um lado, né, na vida. Então eu acabei ficando isolado no sul do Brasil, estudando Kardec, enlouque, eu lembro que eu li as revistas espíritas, já para encerrar, tá? Eu li as revistas espíritas andando de madrugada andando pelo quarto de tanto que aquilo mexia com a minha cabeça, que eu dizia assim: "Meu Deus, o movimento espírita não conhece isso". Mas era uma época que não era como hoje de rede, tinha rede social já, né? Mas não tinha essa facilidade a gente criar um canal, alguma coisa assim. Quando deu 10 anos que eu estudei sem parar Kardec, em 2017, eu me deu a coceirinha da curiosidade. Eu digo assim: "Eu vou voltar pro movimento espírita para ver qual que é". E voltei. Não durou seis meses, fui expulso de novo. Aí que eu disse: "Não, eu vou pra internet criar o Kardec Tube e nunca mais ninguém vai me censurar". Aí eu criei o Kardec Tube e curiosamente eu fiz tudo isso, entre aspas, sozinho. E quando eu chego na internet já tem uma cambada de cardecista que passou pela mesma história lá. Aí o Cosm já tava com Kardec Pédia em decolando e fui conhecendo os outros cardecistas, né? Em 2023 a gente começou as lives. Deixa eu ver se tem mais um comentário da gente encerra. E essa história do Bezerra de Menezes ficar aqui na terra até o último capelino se arrepender. O que você acha? A gente já tá encerrando. Eu seria interessante gastar gastar um tempinho, né, mostrando o que isso não tem nada a ver. Eh, tem essa história de que o o tem uma história que seguinte, para quem não sabe, tem uma história que diz o seguinte: "O o bezerro evoluiu muito, mas por amor a nós, ele decidiu ficar aqui para nos ajudar". Então, ele já poderia ter ido embora. Quando a gente olha com os olhos mais
em uma história que diz o seguinte: "O o bezerro evoluiu muito, mas por amor a nós, ele decidiu ficar aqui para nos ajudar". Então, ele já poderia ter ido embora. Quando a gente olha com os olhos mais superficiais para uma história dessa, a gente diz assim: "Nossa, que espírito, hein?" Ele tem oportunidade de ir para mundos superiores e escolheu ficar aqui nesse mundo caótico e inferior por amor a nós. Isso dá uma sensação para quem não reflete muito, de que ele tem mais mérito e mais amor do que aquele que foi embora. Vamos imaginar que dois espíritos evoluem, evoluem, evolui. Um vai embora e o outro diz: "Não, vou ficar por amor". Parece que aquele que foi embora não tem a o mesmo amor que aquele que ficou. Então isso tudo é propaganda para dar a impressão que os o o Bezerra é um meu Deus, que criatura devotada. Só que isso do ponto de vista espírita cardecista é de uma tolice. É de uma toice que não tem o menor fundamento. Porque os espíritos superiores para nos auxiliar, eles não precisam estar aqui. Os espíritos verdadeiros superiores, eles não precisam estar aqui. O espírito superior pode estar encarnado no mundo superior e tá e tá me guiando. Então não tem essa coisa, ai eu tenho que ficar ali naquele planetinha terrível por amor. Não, não. Eu eles atuam. É que a essa ideia que se criou dessa dessas limitações, porque parece que aquele que fica aqui tem mais condição de ajudar, né? Essas ideias vieram com o André Luiz. O André Luiz criou na nossa cabeça essa ideia de limitação. Por quê? Porque a gente faz o raciocínio aqui, né? Como a gente pensa como encarnado. Olha que curioso, como encarnado eu tenho essas limitações. Por exemplo, o André Luiz coloca o problema de faltar enfermeiro para atender espírito sofredor. Então tem mais doentes do que enfermeiros. Isso faz todo sentido pro nosso planeta Terra, material limitado, mas não faz nenhum sentido para mundo espiritual. Não faz nenhum sentido pro mundo espiritual. Por quê? Porque cada espírito inferior tem um espírito superior como anjo
aneta Terra, material limitado, mas não faz nenhum sentido para mundo espiritual. Não faz nenhum sentido pro mundo espiritual. Por quê? Porque cada espírito inferior tem um espírito superior como anjo guardião. Então não tem como ter falta de É como se tivesse uma escassez, né? Cheguei na UPA. Cheguei na UPA, 30 pessoas só tem um médico. Mas não é assim no mundo espiritual, porque no mundo espiritual não falta espírito superior. E além de não faltar, eles têm o poder de nos atender. Eles não precisam estar aqui na terra. Então isso é ignorância, mas é uma ignorância disfarçada de sacrifício. Porque se a gente diz assim, uma mãe deixou de ir morar em Paris para cuidar do filho doente numa cidade pobre do interior do Brasil, aí, meu Deus, que mãe devotada. Então, a gente transferiu essa mesma ideia para para uma ideia no de ajuda no mundo espiritual, né? Mas essa é a intenção do André Luiz, porque é óbvio que a mãe que faz, porque a mãe encarnada no mundo material, eu tá perto fisicamente, é muito mais útil. Mas do ponto de vista espiritual não faz nenhum sentido isso. Isso é só marketing para esconder o fato de que ele não é superior. Por isso que ele não foi embora. Ele não ficou aqui porque ele nos ama. Ele ficou aqui porque ele também é inferior. E aí eu preciso criar uma justificativa de dizer porque que ele tá aqui. Ah, é porque ele quis, porque ele nos ama. Conversa fiada é porque ele é inferior. Se ele é superior mesmo, ele pode nos ajudar do mesmo jeito indo embora daqui. Por isso que você vai ver Kardec dizendo lá no livro dos espíritos, no final, no capítulo liberdade, lei de liberdade, no finalzinho lá, ele vai dizer que a gente tem que torcer para não voltar mais para cá. Então essa coisa de ai vou ficar no os espíritos saem de nosso lar e vão até o umbral ajudar os coitados. Mas pera aí, espírito superior tem problema de limitação física. Então é a farça montada para parecer que é uma coisa e quando a verdade é outra. Como é que você descobre isso ouvindo críticas como essa que eu tô
espírito superior tem problema de limitação física. Então é a farça montada para parecer que é uma coisa e quando a verdade é outra. Como é que você descobre isso ouvindo críticas como essa que eu tô falando? que aí você ouve eu falar isso, compara, raciocina e de começar. Certo. Gastei uns minutinhos a mais nossos aí porque era importante que eu já ouvi muito falar nisso, né? Aqui o José, né? O zelão. Perfeita essa comparação com a quantidade de enfermeiros, né? Tem vários, né? Tem h precisa de tradutor porque tá tem gente morrendo na guerra na Europa, daí eles trazem pro Brasil os espíritos porque lá tá faltando espaço. Tá faltando espaço, não tem enfermeiro suficiente. Que história é essa? Isso aí escassez material. Não existe escassez no mundo espiritual. Seo Alves, um espírito superior tem a possibilidade de cuidar de vários espíritos inferiores ao mesmo tempo. Então tem tem obra que diz que Jesus, que é o espírito puro, veio paraa terra de nave, né? Bom, então se o espírito puro precisa de um meio de transporte, então ele não domina a matéria, né? Mas quando a gente diz isso, parece uma coisa bonita essas histórias, né? Mas quando chega alguém com com a capacidade crítica e racional, a gente diz: "Ah, é verdade". Ah, é, não faz sentido. É como quando a gente deixa de ser criança, né? Que a gente ficava assim: "Ai, o Papai Noel desce pela chaminé". A gente ficava, né? Com aquela preocupação com a chaminé. É a mesma coisa. A pessoa ainda tá naquela fase intelectual que ela acha lindo uma historinha, ela não vê que não tem sentido. Mas é isso, pessoal. Eu quero agradecer ao Lauro aí nos bastidores. Semana que vem estamos aí o trio de novo. E agradecer a todos que ajudaram, participaram, comentaram, né? Aqui passando rapidinho, o Cláudio, o o Lauro, Luciano, José, a Fátima, o é um só Luciano que às vezes tem dois. Acho que não esqueci ninguém, né? A Vanúia, o Marcelo, o Francisco Luiz. Então, agradecer a todos vocês. Hoje é quarta, então segunda-feira a gente se reúne de novo aí na no canal do
s vezes tem dois. Acho que não esqueci ninguém, né? A Vanúia, o Marcelo, o Francisco Luiz. Então, agradecer a todos vocês. Hoje é quarta, então segunda-feira a gente se reúne de novo aí na no canal do Lauro, estudar Kardec para estudar o livro dos espíritos. Eu desejo a todos então aí um bom resto de semana e um bom final de semana.
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