#1667 Palavras de Luz - Mensagem ao seu coração | 01/12/25

FEBtv Brasil 02/12/2025 (há 6 meses) 28:37 239 visualizações

A FEBtv traz diariamente o Palavras de Luz - Mensagem ao seu coração. Um momento de consolo e paz para cada dia do ano por meio de oração e irradiação à toda a humanidade. Acompanhe a programação semanal (horário de Brasília): Segundas, Quartas e Sextas às 18h Terças, Quintas, Sábados e Domingos às 20h30 Transmissão ao vivo pelos canais da FEBtv. Para acesso ao conteúdo gravado: https://febtv.live/palavras_de_luz Para acesso ao link de acolhimento fraterno: https://febmidia.com/palav...

Transcrição

เ Olá, muito boa noite, queridos amigos. Alguns de nós já estávamos nos vendo aí no início, até nos bastidores a gente já vai sentindo o calor humano crescendo através desse boa noite aí no chat. [música] Você está chegando a palavra de luz. Mensagem ao seu coração, número 1667, ininterruptos, né? Para você que está acompanhando ao vivo, sinta esse [música] abraço espiritual de todos que nesse momento param instante a sua rotina para refletir mensagens edificantes e orarmos juntos. E para você que pôde fazer isso num outro momento oportuno, saiba que você sintoniza com todos esses corações também. E a gente vai dar início a esses nossos 20 minutinhos juntos aí com a presença da nossa amada Cecília aqui na telinha e da Janice nos bastidores. Boa noite, Cecília. >> Boa noite Eline. Boa noite a todos que carinhosamente nos acompanham aqui, não é? Muito obrigada pelo carinho, [música] assistência de vocês, fazerem parte dessa família e nos auxiliarem nessa jornada, né, em que muitas vezes vocês mais nos empurram e nos incentivam do que às vezes nós aqui atrás ou à frente das telinhas, né, nas na busca por realizar essa esse singelo trabalho. Muito obrigada pelo carinho. Ao que a Cecília fala é verdade verdadeira, né, amigos? [risadas] todos nós nessa tarefa abençoada de nos autoiluminarmos, de superarmos as nossas dificuldades e como é bom contarmos uns com os outros, né, da forma que seja possível. Esse momento é uma das formas que nos são oportunizadas. Então, queridos amigos, vamos lá, vamos elevar o nosso pensamento a Deus, nosso pai, solita em nós, que ilumina os nossos dias, que aquece a nossa alma, que nutre a existência. Senhor, como é [música] grande o teu amor. Pedimos que esses instantes aqui reunidos sejam significativos em nosso dia, nas nossas relações, na nossa forma de interpretar a vida. Ajuda-nos, Pai, a tornar essas sementes de amor, que são as palavras de Emanuel, vivas em nós, porque elas são as sementes mensageiras de Jesus. Que assim seja. Muito bem, amigos. Então, vamos lá.

da. Ajuda-nos, Pai, a tornar essas sementes de amor, que são as palavras de Emanuel, vivas em nós, porque elas são as sementes mensageiras de Jesus. Que assim seja. Muito bem, amigos. Então, vamos lá. Maria de Paula, Maria Luía, Roberto, Juciara, Raquel, Galdino, Dorot, Orleida, que bom, Bet, Miriam, Selma, Anita, não vai dar para falar todo o nome aqui, gente. Que bom que a gente faça essa pausa diária, né? A Cecília vai nos conduzir num texto reflexivo. Depois dele a gente vai fazer a nossa irradiação. Tudo isso em 20 minutinhos. Então vamos lá, não é? No texto do dia desta obra maravilhosa palavras de luz que nos traz a reflexão para o primeiro dia do mês de dezembro, iniciando. Então eu falo que esse é o mês mais curto do ano, não é? [risadas] Todo mundo correndo para entregar o ano [música] antes das confraternizações. Me parece que fevereiro é mais curto em dias do que dezembro. [música] Mas vamos lá. O texto de hoje nos diz o seguinte: Somos [música] ainda no mundo espíritos imperfeitos e a dificuldade de nenhum modo conseguiríamos. Pera, acho que eu perdi. Somos ainda no mundo espíritos imperfeitos [música] e a dificuldade de nenhum modo conseguiríamos segurança à autosuperação. Convençamo-nos de que a crise é a mestra da experiência [música] e sem experiência em qualquer empresa edificante da Terra é impossível melhorar e compreender, servir e perseverar. Este texto está no livro R certo fé editora, [música] Chico Xavier, nosso querido Chico, e seu mentor espiritual Emmanuel, no capítulo 27, [música] lutas na equipe. E é muito proveitosa essa chamada de atenção, né, que Emanuel nos oferece neste capítulo [música] muito agora, né, nos mês de dezembro, em que costumeiramente nós fazemos muitas confraternizações, não só nas nos trabalhos voluntários que [música] assumimos na família, no trabalho, principalmente nos grupos de amigos, enfim, é chamado muito para esse tempo de confraternizar, mas é claro que ao longo da jornada de um ano não [música] são só de flores o

os na família, no trabalho, principalmente nos grupos de amigos, enfim, é chamado muito para esse tempo de confraternizar, mas é claro que ao longo da jornada de um ano não [música] são só de flores o caminho do ceareiro, né, os nossos caminhos. Então, por vezes, há situações delicadas em que nós vamos nos encontrar às vezes em divergência [música] com algum colega dentro de um grupo, dificuldades diversas. E essas são às vezes esses são às vezes os momentos em que a espiritualidade justamente nos chama, dada a [música] nossa condição, dado nosso contexto, em que nos chama justamente ao aprendizado, né? Forjados ainda na necessidade [música] de passar pelas dores, pelo sofrer, das consequências errôneas, [música] das escolhas errôneas que fizemos, nós vamos ter aí em determinado momento essas situações em que o espinho aponta, em que o aguilhão vai se fazer sentir, ou de dentro para fora ou de fora para dentro, né? Então, nesse momento em que o grupo passa por essa situação delicada, né, essa essa situação ela traz para nós um tempo de provação para definir as nossas expressões diversas. O que nós vamos expor para fora diante dessas situações delicadas vividas e vivenciadas em grupo? Já será que nós conseguimos parar para pensar que às vezes é justamente o momento do nosso testemunho? É bem verdade, claro que pelo menos o pensamento ele é muito célebre, né? Claro, ele vai embora, né? Se a gente deixar são as palavras, são os comentários, a gente cria um cenário perfeito, justamente aquele que talvez nos coloque numa situação fora dele, se a crise não diz tanto respeito assim, né? mesmo que me diz tanto respeito, às vezes em alguns nossos processos, [música] né, de autodefesa, né, de de não de não atacarmos a nós mesmos ou até mesmo ainda das nossas inseguranças e imaturidades, [música] nós vamos ignorá-las. Quem nunca escutou, né, eu não vou saber aqui de có, mas se não [música] me engano está em Mateus, aquela, né, descrição que a gente vê, né, a farpa no olho do outro, mas a

sica] nós vamos ignorá-las. Quem nunca escutou, né, eu não vou saber aqui de có, mas se não [música] me engano está em Mateus, aquela, né, descrição que a gente vê, né, a farpa no olho do outro, mas a trava que tá no meu eu não vou ver. Então, o que eu quero dizer com isso? Que às vezes eu vou apontar aquela coisa pequenininha no outro para tirar atenção justamente de um erro muito maior que está comigo. Então é esse o cuidado que nós temos que observar em que os [música] momentos de crise, de situações delicadas nos chamam a vivenciar. E Emanuel muita muito bem nos traz isso, né? É preciso então eh esse momento de construção que por vezes vem por marteladas. O aprendizado, ele vai pedir as demonstrações, as vivências, né, as renúncias. O obstáculo, por mais que ele seja obstáculo, ele está dentro do metro da resistência, [música] as palavras de Emanuel, né? A tribulação ainda assim será o cadinho da fé. Então, esses momentos de testemunho, nestes momentos de testemunho, que possamos [música] que saibamos simplesmente reparar o caminho estragado e seguir adiante. Por que isso é importante, [música] eh, Cecília, porque por vezes a gente nesse, nessa energia, né, nessa indisciplina nossa ainda de nos expressarmos erroneamente, de [música] colocarmos para fora ainda o fé, a zedume, né, eh, da nossa própria invigilância, nós vamos eh contaminar essa nossa jarra [música] justamente com esses elementos impuros. E dentro dessa jarra, desses elementos [música] impuros, eles não são muito bons. Se eu quero lá na frente preencher essa jarra de mim mesmo com virtudes. Então, se eu conseguir, né, com fé, solicitando ajuda sincera e amorosa aos nossos benfeitores, pelo menos frear a exacercerbação na fala daquilo que eu guardo em pensamento. Pensamento depois a gente educa. Vamos primeiro pela fala. Se eu consigo frear a fala, pelo menos, eu não contamino tanto esse jarro, aquele jarro externo que eu entrego as pessoas, né? Que eu me entrego às pessoas. Para o quê? Para por meio do

iro pela fala. Se eu consigo frear a fala, pelo menos, eu não contamino tanto esse jarro, aquele jarro externo que eu entrego as pessoas, né? Que eu me entrego às pessoas. Para o quê? Para por meio do trabalho, como bem diz Emânel, para por meio do trabalho ocuparnos com situação, nos ocuparmos com situações valiosas, valorosas, para ir lá na frente preencher [música] esse jarpa virtudo. Por quê? Porque por vezes essa não expressão que eu falo: "Ah, eu tenho que desabafar, se eu não desabafar vou explodir", né? Aquele direito egóico único [risadas] que reina na individualidade egoísta, né? De querer se expressar, mas não, não, não é assim, [música] né? O reino é de todo mundo, não é de um só. Então, quando eu exerço muitas vezes o silêncio, eu tô dando só um exemplo, tá gente? [música] Quando eu exerço muitas vezes exerce silêncio, eu posso lá na frente [música] não só entregar a virtude dentro de um trabalho em conjunto onde porventura eu me desalinhei com alguém, eu também vou ter a chance da minha reparação [música] interna íntima, em que o meu benfeitor vai me entregar a oportunidade do [música] meu refazimento, em que os nossos benfeitores espirituais dos nossos grupos, da [música] nossa família, do grupo de trabalho, do grupo de amigos, vai entregar a oportunidade da entrega da virtude, da correção, do acolhimento, do perdão. [música] E não vai ser muito mais fácil nesses instantes encontrar uma jarra limpa do que uma jarra contaminada com as edumes, com o céu, com a sisânia, não é? >> Então, por isso, meus amigos, que possamos então aproveitar esses instantes dos testemunhos [música] para que tenhamos, né, essa esse instante de sabedoria, essa conexão com a sabedoria do plano maior para exercermos esse cadinho de transformação íntima. Nossa, é Dorita. É, mas a a Beness [música] que vem depois, ela é tão mais tranquilizadora, ela é tão mais reparadora [música] e ela é tão mais durável que vai ser muito mais fácil aí estabelecer [música] novas diretrizes do bem em nós. Possamos

ue vem depois, ela é tão mais tranquilizadora, ela é tão mais reparadora [música] e ela é tão mais durável que vai ser muito mais fácil aí estabelecer [música] novas diretrizes do bem em nós. Possamos então nesse início de mês colher [música] essas singelas eh oportunidades. Muito obrigada contigo, né? Tão bonito te ouvir, viu Cecília? Aí eu tava analisando, né, quando você falou assim, tem pessoas que tem que botar para fora, senão vão explodir. Eu sou uma dessas pessoas que se eu não falar, falso aqui, imagina fora daqui, se eu não falar, aquilo fica crescendo, né? Grande desafio que nós temos é silenciar. Mas é por, amigos queridos? Porque silenciar não é apenas fechar a boca, não. [risadas] Vocês ouviram as palavras, a lição? Silenciar exige silenciar o nosso mundo interior também. [música] E é só quando a gente consegue fazer silêncio que o alto consegue ser escutado por nós. Por quê? Eles nos inspiram sempre, mas eles não gritam. >> Enquanto tá muito barulho, a gente vai ouvir quem grita mais alto. Mas a espiritualidade amiga não grita. A sua voz ecoa em nosso coração. Por isso a necessidade desse silêncio que Cecília tava trazendo como reflexão a esses momentos tão difíceis que nós podemos estar enfrentando. E aí, se a gente tá nessas dificuldades [música] do trabalho sobre nós mesmos, vejo que a a nossa querida Janice, que tá pilotando essa nave, já colocou desde o início aqui o canal de atendimento fraterno, de acolhimento fraterno, que é aquela oportunidade que a gente tem aí de falar, não para botar para fora só, né? falar para receber, falar para organizar, falar para compreender, falar para sentir melhor, [música] enxergar melhor, falar para aprender a [risadas] silenciar também. Que bom, queridos, que é quando a gente faz esses movimentos, né? E aí, sabe, Cecília, você ia falando, e eu comecei a pensar assim, como é que eu vou praticar mais isso, né? porque eu preciso realmente praticar esse silêncio. E aí eu fiquei pensando, acho que é bom escrever, né? Daí a gente

ia falando, e eu comecei a pensar assim, como é que eu vou praticar mais isso, né? porque eu preciso realmente praticar esse silêncio. E aí eu fiquei pensando, acho que é bom escrever, né? Daí a gente escreve, mas aí no exato momento a gente recebe a inspiração de que a gente tem que orar. Se a gente precisa tanto falar, porque não falamos com Deus, [risadas] né? Porque não oramos e conversamos com o alto a fim de que eles ajustem as lentes da nossa vida para que enxerguemos a situação de um ponto de vista mais elevado, mais enobrecido. Ai que bom. Mas olha, tempo urge e a gente vai aproveitar a participação dos amigos. Olha só, vamos começar aqui com a Olga, Cecília. >> Vamos compreendendo e aceitando nossas dificuldades no caminho. Procuramos procurando [música] sermos resilientes com os caminhos que nos são apontados. Agradecendo a Deus a oportunidade do reajuste, avançamos moramente. Isso, né, Olga? Muito obrigada. eh aquilo, né, observarmos na dificuldade a oportunidade. [música] A gente por vezes ainda eh se desequilibra porque é ruim, né, [música] eh às vezes enxergar a sombra, o vício ainda em nós. E, há uma necessidade de automanutenção nossa na busca de um equilíbrio, que é bem verdade que quando nos colocamos na zona de conforto, eh, a gente geralmente fala dessa dessa palavra, [música] desse contexto, às vezes de uma maneira muito eh pejorativa, eu diria, mas não que eu estou tirando disso a importância, mas às vezes a gente precisa de um tempo para refletir. que eu quero dizer que [música] as dificuldades elas justamente virão para, opa, o seu tempo de refletir provavelmente já passou. Então, aproveite um instante dela, daquilo que você traz consigo, da temperança, da sabedoria para o bom emprego das ações à sua frente, [música] né? para que tenhamos justamente essa oportunidade de crescer, porque [música] a a a benevolência de sabermos que a bondade de Deus já nos entregarmos a questão de não retroceder já é muito linda, já é muito importante. Então assim, já vamos

rtunidade de crescer, porque [música] a a a benevolência de sabermos que a bondade de Deus já nos entregarmos a questão de não retroceder já é muito linda, já é muito importante. Então assim, já vamos sair daqui [música] fazendo algo, mas ter consciência é muito muito valoroso, né? Então não que não cai também no sofrimento, tá? Se não conseguirmos na primeira vez ou na segunda, perceberá é muito mais importante às vezes que a vitória. [música] Ela se é necessária para coalir. Assim conseguimos continuar. >> Que lindo. Olha, queridos amigos, ela ia falando e eu pensei numa numa frase que é atribuída, [música] ai meu Deus, agora eu sempre troco isol André Luiz, mas eu vou trazer a frase mesmo assim para vocês, tá? E ela diz assim: "Imagine um veículo pesado, ladeira baixo, sem freio." Então vem esse freio, né? Disciplinar aqueles momentos que fazem a gente parar mesmo, né? Cecília? Ó, Murilo, Deus é nosso criador e está em nós. Como não nos considerarmos perfeitos para o que fomos criados? Não tem como, né, Murilo? Se Deus é perfeito, ele nos criou imperfeição, não [música] é? Mas somos perfectíveis, mas a sua criação é perfeita. Agora a gente precisa cumprir a parte que nos cabe para que o amor cresça em nós passo a passo. Querido amigo, obrigado por estar conosco. E estas oportunidades que temos, ainda que dolorosas, difíceis, elas nos enriquecem sobretudo de valores. Na compaixão, num olhar mais caridoso para com o nosso próximo, mais indulgente diante das faltas alheias. A gente aprende o perdão, a gente aprende a se levantar, como foi dito tão lindo, né? Que a perseverança é mais valiosa às vezes do que a própria vitória, né? A resiliência, a capacidade de se levantar e prosseguir, [música] esperançar sempre, né? Olha, temos espaço para mais uma. Vamos trazer aqui. Aí a gente prossegue. Ah, Marlene, a Marlene. Então, imperfeitos que somos, só sobreviveremos na terra adquirindo experiências [música] através de esforços, servindo e assim superando nossas dificuldades [música]

rossegue. Ah, Marlene, a Marlene. Então, imperfeitos que somos, só sobreviveremos na terra adquirindo experiências [música] através de esforços, servindo e assim superando nossas dificuldades [música] com o grupo e até mesmo conosco. Perfeito, né, Marlene? Muito obrigada. Eu estou lendo um livro da época do Cristo, um pouquinho depois, né, aquela eh aquele contexto histórico em que os apóstolos se dispersam, principalmente na região em que hoje a Turquia, a Grécia, né, [música] a Macedônia ali, aquela região e as suas dificuldades. Nossa, gente, como era difícil, como era difícil, quanta dificuldade, não só material, mas ainda do homem, né? >> Imagina só se tivéssemos parado lá no passado. E o quanto nos é possível hoje, gente, o quanto é possível. A gente tem [música] internet, a gente tem tanta obra, o brasileiro, eh, o leitor, o falante de língua portuguesa, tem tanto cabedal de conhecimento consigo, né? Não só as traduções muito maravilhosas do francês original de Kardec, [música] mas a entrega do trabalho de Chico, de Divaldo, pelas [música] mãos, pela inspiração de Emmanuel, André Luiz, Joana de Ângeles, né, Humberto de Campos, ai Von. Gente, essa dama maravilhosa que trouxe tanto ensinamento [música] na mediunidade com Cris, trazendo as bases da doutrina. Então, se é tanto que a gente pode entreg receber, né, colher para passarmos por esses instantes delicados das turbulências, do confronto, da da averiguação com com o próximo, porque isso também é caridade. [música] é caridade entregar a reparação, a corrigenda, mas uma fala amorosa, acolhedora, [música] firme, mas mesmo assim com sentimento virtuoso e não com a humilhação, não com o pesar e não com o fim de destruir, né? Esses tempos não nos cabem mais. Vamos correr para abraçar mais fortemente as virtudes que as leis divinas nos troufereem. [música] É isso. >> Esse é o tempo, né? Estamos em processo de regeneração, no avorecer, né, da regeneração. [música] Os primeiros instantes fazendo parte dessa trajetória. A gente precisa cultivar o

[música] É isso. >> Esse é o tempo, né? Estamos em processo de regeneração, no avorecer, né, da regeneração. [música] Os primeiros instantes fazendo parte dessa trajetória. A gente precisa cultivar o melhor, sobretudo dentro de nós. Aquela frase da Márcia lá, né? Sofremos constantes transformações por fora a fim de crescermos por dentro. que a gente lembre, né, que sempre nós temos esse convite da vida ao crescimento interior. Mas, amigos, agora nós vamos orar. É aquele momento da irradiação coletiva [música] e nós todos vamos ser conduzidos pela fala da Cecília para unirmos as nossas vibrações, os nossos sentimentos, os nossos anseios mais nobres [música] e a espiritualidade multiplica essas bênçãos. Então vamos lá, né? Que possamos, Senhor Jesus, nesses instantes em que o Senhor nos convida a ingressarmos este nosso templo íntimo, este cantinho da nossa alma, do nosso espírito, em que trazemos as lembranças amorosas das suas [música] lições evangélicas, dos desdobramentos nas [música] falas de tantos homens e mulheres amorosos. por meio da escrita, da oração, do texto, do áudio, da exemplificação. Tantos são os meios hoje em dia, Senhor [música] Jesus, que nos é possível nos conectarmos de algum modo à edicação superior das vibrações do plano maior. Ó Senhor Jesus, que os nossos benfeitores, mestre querido, nos abracem nesse instante em que às vezes, mestre, a dificuldade aperta o nosso coração, as dores, [música] os sentimentos ainda dificultosos, de difícil compreens >> de difícil aceitação, estão à nossa frente, sentados ao nosso lado, nos chamando a consciência, mestre amado, para entregarmos a nossa parte no exercício [música] da boa jardinagem. Ó Jesus querido, que possamos receber do mais alto as singelas vibrações de coragem, de bom ânimo, de renúncia para percorrermos estes espaços [música] dos desafios com respeito, com dignidade, com perseverança. [música] Para que, Senhor, inspirados [música] nas boas horas da leveza, na sutileza profunda da [música] temperança,

estes espaços [música] dos desafios com respeito, com dignidade, com perseverança. [música] Para que, Senhor, inspirados [música] nas boas horas da leveza, na sutileza profunda da [música] temperança, eu tenha, Senhor, nós tenhamos a certeza da sua [música] assistência amorosa. Auxilia-nos, Senhor Jesus, a assistirmos quem nos pede cuidado, quem nos [música] pede atenção, quem nos pede respeito, educação e corrienda. Auxilia-nos, Senhor Jesus, a auxiliarnos a nós mesmas no enfrentamento de nossos medos, de nossas inseguranças. daquilo ainda, Senhor [música] Jesus, que nos faz recuar, fugir, sim, porque às vezes não conseguimos [música] outra ação. Cuida no Senhor Jesus, como irmão, irmãos menores que ainda precisam, [música] mestre, de uma mão firme, amiga, segura, para [música] dar os passos definitivos para a paz, para o perdão, para a reconciliação. Hoje, mestre amado e querido, todos os nossos irmãos têm a oportunidade de sentir esse toque sutil e leve do seu amor, da sua benevolência, da sua temperança, a tocar seus corações [música] e mentes, abraçando-lhes o íntimo, trazendo esse calorzinho generoso e apaziguador. para dentro de suas consciências. Que nesta noite, Senhor, ao deitarmos a cabeça no travesseiro, que tenhamos a lembrança de estarmos em sintonia com o plano maior. E assim, Senhor, nos momentos do descanso físico, que possamos encontrar também a paz, a tranquilidade que [música] tanto ansiamos. Que todos nós, Senhor Jesus, sejamos abençoados, bem como também, mestre querido, todos aqueles queridos [música] que trazemos em nossa memória nesse instante, que trazemos em nossos corações, [música] que a paz do seu amor a todos alcance hoje e sempre. [música] Graças a Deus. Que assim seja. Que assim seja. Como precisamos da paz, não é? [música] Alcançando os nossos corações, nossa vida. Queridos, esses instantes são instantes de paz. Acontecem nas segundas, quartas e sextas, 18 horas, horário de Brasília, terça, quinta, sábado e domingo às 20:30 também, horário de Brasília. Lembramos a

eridos, esses instantes são instantes de paz. Acontecem nas segundas, quartas e sextas, 18 horas, horário de Brasília, terça, quinta, sábado e domingo às 20:30 também, horário de Brasília. Lembramos a todos os amigos que FEB TV, FEB Lives passa esse esse momento e passa de manhã cedo também, né? Instagram a gente tem [música] às 7 horas da manhã. Vamos orar a oportunidade de começar o dia e de finalizar o dia em oração. [música] Vamos chamar a Janice aqui pra tela, gente, a pilota da nave. Olha aí, ó. Então, queridos, um beijo no coração de todos. Uma noite abençoada. Fiquem com Deus.

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