#1061 Vamos Orar | 29/01/26
A FEB Lives traz diariamente o Vamos Orar - Momento de oração ao vivo matinal da Federação Espírita Brasileira Para assistir a todos os programas, acesse: https://febtv.live/vamosorar Programação semanal (horário de Brasília): Todos os dias às 7h da manhã. Para acesso ao link de acolhimento fraterno: https://febmidia.com/palavrasdeluz Apoie a FEBtv! Para que este e outros programas continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br
Bom dia, Quino. Bom dia, família. Vamos orar. Irmãs e irmãs de todo este mundo, em nome da Federação Espírita Brasileira, começamos mais um programa. É o programa de número 1061. Nós vamos orar momento em que unimos os nossos corações, as nossas vibrações, elevando ao Pai o nosso pedido e a nossa gratidão. Então falamos assim: "Senhor, hoje sabemos que no mundo há muito amor, que só precisamos deixar aberta as portas do nosso coração para que esse amor floreça, se fortifique. Então, te pedimos, faz de nós, Senhor, jardineiros desta sua seara de luz, desta imensidão de paz que se coloca à nossa frente. Que o teu carinho, o teu amor e a tua luz sejam o nosso caminho. Que esse caminho seja sempre de paz, de amor, de prosperidade, de fraternidade [música] e muita luz. Que assim seja, Senhor. E hoje nós continuamos quase nos despedindo do AV Cristo, né? E lembrava aqui de uma de uma passagem rápida de Sheila nos convites de Sheila, editora Allan Kardec, que ela diz assim: "Muitas vezes, a prece que nasce do coração sincero e fervoroso alcançará resultados mais expressivos no campo do bem do que os fenômenos que simplesmente impressionam os olhos, mas não aliviam e nem transformam a ninguém. E o que nos alivia, o que nos transforma é o evangelho, que é o tema de hoje que você vai comentar, não é isso? >> Exatamente isso. Exatamente isso. Bom dia, Maurício. Bom dia a todos os irmãos que estão conosco neste momento e que assistirão este programa depois. É sempre bom esse encontro em torno do evangelho do Cristo. O convite que o Maurício nos fez agora. E nós estamos chegando ao final, chegando ao final, né, do Cristo. E a nossa passagem de hoje, ela ela trata de um momento já no último capítulo do livro em que os cristãos estão estão sendo presos e um dos personagens principais do livro também tá sendo preso e vão ser levados ao circo romano para o sacrifício. E aí a passagem, né, ela vai dizer assim, ela ela nesse momento dessa prisão e e o e e um daqueles que foram presos, ele tá contando pros outros, os
vão ser levados ao circo romano para o sacrifício. E aí a passagem, né, ela vai dizer assim, ela ela nesse momento dessa prisão e e o e e um daqueles que foram presos, ele tá contando pros outros, os outros presos. Ele chega depois, ele é preso depois, chega depois, ele tá contando pros outros presos com alegria sobre a sua prisão e ele retira, né, do do traz com ele um pedaço de de um rolo, ah, onde tem um trecho de palmo aos Tessalonicenses. E ele diz assim: "Regozijai-vos sempre, irmãos da minha existência de quase 80 anos, este pedaço dos sagrados escritos é tudo o que me resta." e acentuou: "E jubilemo-nos. Quem vive no evangelho encontra a divina alegria. Dos milhões de chamados neste século, fomos nós, os escolhidos. Louvemos a glória de morrer, a maneira do óleo que [música] se queima na mecha para que a luz resplandeça." Eu avancei um pouquinho mais no texto, né? além desse desse extrato que tá na tela de vocês, pra gente ver aquele momento, entender aquele momento daqueles cristãos que estavam indo para um sacrifício tão pesado, né? E imaginamos, imaginemos então alguém que tá sendo eh condenado à morte proferir essas palavras de fé e de alegria. Não uma morte qualquer também, não. Uma morte naquelas circunstâncias, algo totalmente injusto. E eu f comecei a pensar, né, no que da gente conversar hoje e falei: "Como é que a gente se sente diante das dificuldades da vida? Como é que a gente se sente diante desses reveses? Se a gente consegue, eh, tal qual Erato, né, que é o personagem, nos regozijiar e rejubilar, ficarmos alegre diante dessas tormentas que nos afligem, acredito que a maioria de nós não consegue. A dor e sofrimento, quando elas não nós não conseguimos encarar de uma maneira cristã, a gente se em si mesma, a gente se se volta para dentro e a partir de nós, como centro das atenções, da nossa própria atenção, a gente começa a olhar pro mundo procurando culpado pelo nosso sofrimento, talvez nos culpando, nos revoltando, né, entendendo que a situação pode ser
mo centro das atenções, da nossa própria atenção, a gente começa a olhar pro mundo procurando culpado pelo nosso sofrimento, talvez nos culpando, nos revoltando, né, entendendo que a situação pode ser uma grande injustiça sem a gente ter pleno conhecimento de causa. Talvez a gente se lamente querendo que a situação seja diferente. Todos nós passamos por isso. Mas a lição que era, traz pra gente é uma lição de força e de fé. E é isso que a gente tem que buscar nesse texto, né? Um destemor naquele momento em que ele vai encarar aquela morte. O que ele tem certeza da verdadeira vida é a vida do espírito. Se ele tinha 2000 anos depois, a gente ainda não consegue ter, né? Ele tinha essa certeza de que ao seguir aquele caminho, caminho daquele que nos ensinou, né, que nos falou: "Eu sou o caminho, a verdade, a vida, né?" ao seguir aquele caminho, eh, é diferente da gente viver a vida dos apelos materiais, das frivolidades, das paixões terrenas, porque tudo isso vai nos algemar, né, e nos algemar nesta terra onde a gente ainda sofre, né, como no dizer bíblico, né, onde ainda há pranto e ranger de dentes. E quando a gente consegue viver o evangelho, se entregar com tal tamanha força e fé, isso é libertador. A gente precisa então aprender, nos educarmos para transcender, ir além dessas sensações e sentimentos carnais que nos algemam, a gente tem que transcender ao ponto de ter essa essa fé tão grande, tal qual era tu nos mostrou, em que ele convidava a todos com alegria, porque haviam sido escolhidos para o sacrifício, para testemunhar a fé naquele momento do cristianismo nascente, porque ele tinha certeza de que que a morte é uma ilusão. Olha que que força, que interessante para nós, né? Tal fé ainda vai requerer que a gente reencarne algumas vezes para que a gente se liberte desses brilhões que nós nos algemamos pelas paixões, pelo egoísmo, pelo orgulho. Se nós já vivêssemos o evangelho do Cristo, né, talvez nós já fôssemos mais felizes naquele amor fraterno que não impõe
desses brilhões que nós nos algemamos pelas paixões, pelo egoísmo, pelo orgulho. Se nós já vivêssemos o evangelho do Cristo, né, talvez nós já fôssemos mais felizes naquele amor fraterno que não impõe condições. Talvez nós já fôssemos mais felizes porque reconheceríamos essa presença desse Deus. forte que nos nos acolhe. teríamos esse amor que se alguém nos fizesse mal, a gente seguiria adiante, porque nós não nos acorrentaríamos ao mal que nos foi feito, algo que nem é nosso. Estaríamos livre para caminhar. Se nos caluniasse, nós seguiríamos adiante. Porque a calúnia, ela atinge só o orgulho de quem ainda tem orgulho. Quem não tem orgulho, quem é humilde. A calúnia não atinge. Quem vive no evangelho e pratica benevolência, eu pratico o bem, para ele, o amor é algo natural, não é forçado. A gente precisa aprender então a praticar indulgência, a reconhecer que o erro do outro é uma oportunidade de aprendizado mútuo. A gente tá no caminho certo. A gente já teve mais distante, já erramos mais. Nós precisamos nos forçar a observar e praticar mais esse evangelho [música] para que o amor se torne natural em nós, para que a gente sinta a presença de Deus junto a nós. Deus tá em tudo, tá nesse momento na nossa reunião, tá em nós reconhecer essa presença, eh, percebendo que ele tá em tudo que ele criou, é nós reconhecermos que nós vivemos em Deus, que Deus vive em nós. Assim, então, que essa vivência do evangelho se fortaleça em nós, assim como o sentimento dessa em nossas vidas. E aí eu deixo com o Maurício agora porque ele tem alguns comentários [música] aí para >> isso. Bacana reflexão, a questão dos exemplos. É, ontem eu visitava o Memorial Chico Xavier em Uberaba e trouxe pra gente aqui uma foto, se o Francisco puder eh nos ajudar aí, eh que é o original, vou chamar assim, do Aveco Cristo, desse livro que estamos olhando, em 1953. E dá para ver o carinho e o cuidado com que se naquela época eh eh se se dispunha, né? Aí é grafite, lápis, Ave Cristo desenhado, Emanuel já
do Aveco Cristo, desse livro que estamos olhando, em 1953. E dá para ver o carinho e o cuidado com que se naquela época eh eh se se dispunha, né? Aí é grafite, lápis, Ave Cristo desenhado, Emanuel já desenhadinho, é com muito carinho, mas já dá tilografado, né? Então tem assim. E nesse trechinho que aparece bem embaixo aí no fundo, eu vou ler pra gente que tem tudo a ver com exemplos que eu aqui no estava nos falando, que diz assim que o exemplo dos filhos do evangelho nos tempos pós-apostólicos nos inspire hoje a simplicidade e o trabalho, a confiança e o amor com que sabiam abdicar de si próprios em serviço do divino mestre. que saibamos quanto eles transformar espinhos em flores, pedras em pães, nas tarefas que o auto depositou em nossas mãos. Acho que tem tem uma ligação muito forte com o que o Aquino comentou na reflexão do Aquino e fica contigo Aquino, para nos conduzir nos momentos finais aí. Então vamos à nossa prece final. Depois desse presente que o Maurício trouxe pra gente aí, é o original do AV Cristo, né? Vamos então fazer a nossa prece. A nossa prece de hoje vai ser um pouquinho diferente porque nós vamos pedir ajuda de Maria Dolores, onde ela fala de fé e trabalho, [música] né? O trabalho vai nos fortalecer a obtermos essa fé tal qual era nos mostrou no texto de hoje. E ela diz assim: "Um simples cartaz enfeitado de amor entre flores de paz, sobre o qual escrevi com tua permissão estas sete palavras de oração. Fé, respeito e luz. Confiamos em Deus na bênção de Jesus. Temos nós com Jesus a obrigação de esquecer-nos e agir para que a paz do bem seja paz do vida. Não te perca em lágrimas vazias. Pensa na força que radias pela fé que Jesus já te consente. Deixe as tribulações e os pesadelos que te fazem chorar. Reflitamos no amor sinceramente. Anota as provações de tanta gente. Sai de ti mesmo e vamos trabalhar essa prece, esse poema em forma de prece. Que seja então o nosso a nossa inspiração do dia e da vida. Contigo Maurício. >> Eh, Dolores, sempre muito carinhosa e
ente. Sai de ti mesmo e vamos trabalhar essa prece, esse poema em forma de prece. Que seja então o nosso a nossa inspiração do dia e da vida. Contigo Maurício. >> Eh, Dolores, sempre muito carinhosa e transformadora nas suas mensagens. Convidamos o Francisco, eu não sei se a Clara conseguiu entrar, as despedidas finais e já deixo aqui o meu abraço e eu desejo de um excelente e maravilhoso dia para todos nós. >> Bom dia a todos. Muita paz. >> Muita paz. Jesus nos abençoe.
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