#131 • Jesus e Saúde Mental • Episódios Diários • Crítica

Mansão do Caminho 01/07/2025 (há 8 meses) 23:30 2,617 visualizações 595 curtidas

Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado com participação de » Episódio 131 - Episódios Diários - Crítica #jesus #saúdemental #joannadeângelis #episódiosdiários #crítica

Transcrição

Seja muito bem-vindo, seja muito bem-vinda ao nosso Jesus e saúde mental pela TV da Mansão do Caminho, que nos ajuda a ajudar a divulgação do trabalho da mansão do caminho e do trabalho do Espiritismo. a manção do caminho, multiplicando a esperança a partir do pão e da ajuda material também que faz a uma comunidade inteira de Salvador, do Pau da Lima, mas também simbolizando um local em que a divulgação espírita consegue ser feita de uma forma coerente, de uma forma bonita. Por isso, nós convidamos você a ficar conosco na TV da Mansão do Caminho, a multiplicar, se você gosta, a multiplicar esse conhecimento, compartilhando o amor a partir do do compartilhamento, dos likes que são importantes para os números, para as métricas, para ampliar esse conteúdo para as pessoas. Nesse sentido, abrindo mais uma vez o Jesus e saúde mental com o livro Episódios Diários, nós queremos convidar você para fechar os olhos de forma literal, não só simbólica, para podermos juntos orar e dizermos: "Amado Mestre Jesus, tu que és o caminho da verdade para a vida com Deus, disseste que onde existissem duas ou mais pessoas reunidas em teu santo nome, Aí tu estarias. Nós aqui estamos reunidos pelas redes do social, nos socializando virtualmente, mas sobretudo nos socializando pelo magnetismo que a todos nos conecta. Se soubéssemos, Jesus, como muito bem nos pondera o livro dos espíritos, do magnetismo que nos vincula a todos, nós estaríamos muito mais atentos com a nossa fala, com o nosso pensamento, com os nossos atos, porque entend entenderíamos que estamos conectados a tudo e a todos através do fluido cósmico, do fluido universal. Pensamos, agimos a partir da mudança vibratória ao nosso redor. E essa reverberação atinge caminhos ignotos que ignoramos, mas que nem por isso não atingem. Por isso, nós te pedimos a sabedoria para utilizarmos com sensatez o poder de discernimento que nós temos no pensamento, na palavra. e na ação. Fica conosco, Jesus na noite de hoje para que possamos adocicar a nossa fala,

mos a sabedoria para utilizarmos com sensatez o poder de discernimento que nós temos no pensamento, na palavra. e na ação. Fica conosco, Jesus na noite de hoje para que possamos adocicar a nossa fala, adocicando também os nossos corações. Que assim seja, Senhor. o livro Episódios Diários, Jana de Angeles de Valdo Franco. E a mensagem de hoje, 28, que versa justamente sobre a crítica. E a Joana nos diz assim: "Diante dos acontecimentos chocantes do dia a dia e em face de determinados comportamentos equivocados que recebem aplauso geral, vemte a tentação de criticar." Algumas palavras bem colocadas e serão suficientes para desmascarar mandatários inescrupulosos e indivíduos subservientes de conduta v. Quase todas as pessoas do círculo onde eles se movimentam conhecem-lhes as falhas. Não obstante, sorriem com falsa anuência em relação à sua forma de viver, quase os detestando. Ela dá uma pausa e complementa. Tu que procura ser honesto contigo mesmo e com o teu próximo, ficas magoado, desejoso de te referires às deficiências que caracterizam essas pessoas e esses fatos. Este procedimento em nada ajudará aos criticados que se irritarão, carregando-se de ódio contra ti e passando a perseguir-te, piorando a situação, a própria situação. A crítica ácida, inspirada pela revolta ou pelo ressentimento, não contribui para a mudança delas ou das ocorrências examinadas. Ninguém gosta de sofrer críticas, mesmo quando merecidas. Ela faz nova pausa e complementa. A palavra gentil de ajuda e de esclarecimento produz melhor efeito do que a acusação irada a censura severa. A tua melhor maneira de criticar o erro será agir com acerto, diferenciando-te pela forma de atuar em relação à aquele que te comporta irregularmente. A força da retidão se expressa pela conduta, muito mais do que através das palavras. Evita a crítica. forma sutil de vingança e não raro de despeito sórdido. A tua vida deve tornar-se uma lição viva de correção e dignidade, sem que estejas apontando os erros e debilidades alheias. É profundo esse

ica. forma sutil de vingança e não raro de despeito sórdido. A tua vida deve tornar-se uma lição viva de correção e dignidade, sem que estejas apontando os erros e debilidades alheias. É profundo esse tema, não é? Eu acho profunda essa mensagem muito bonita. E eu queria então separar quatro partes dela. Primeiro, ela fala assim: "A tentação de criticar". Tentação de criticar. Interessante, né? Porque a gente fala assim: "Ah, uma crítica construtiva, beleza, até que ponto, né, essa coisa de crítica construtiva é um eufemismo pra gente poder jogar ácido nos outros, né? Porque a gente às vezes faz um, sabe o que é eufemismo? É você usar termos bonitinhos assim, termos eh, digamos, suaves para uma coisa pesada. Então, isso é eufemismo. Então, eu não falo o termo, falo um outro termo. Aí invento uns termos assim, crítica, tá bom? existe crítica construtiva. É verdade. Agora, quase todas que passam como crítica construtiva são às vezes inapropriadas, inadequadas. Porque quando a gente sai, entendeu, de uma perspectiva do termo crítica, a gente começa a perceber eh que são outras formas. E ela vai dizer aqui, eu vou querer aprofundar. Então ela fala assim: "A tentação da crítica, a tentação de criticar de forma genérica, ela não fica subdividindo, né? Como a gente faz assim, aí fala: "Não, isso aqui é uma crítica, uma crítica construtiva às vezes não é". Então, como fala assim, olha, com todo respeito, aí mete, né, a crítica pesada. Então, vamos pensar direitinho uma tentação de criticar, porque às vezes a gente tem a tentação, ela coloca logo em seguida: "Olha, é assim, é como se fosse para alertar. Olha, eu vou alertar porque essa pessoa é, digamos assim, é uma pessoa falsa, tenho que alertar. Mas olha o que ela diz, quase todas as pessoas do círculo onde eles se movimentam conhecem-lhes as falhas. Então, na época de rede social, a gente tem que ter muito cuidado assim para não quer ser o bastião da verdade, entendeu? assim: "Ah, eu vou alertar todo mundo, eu vou fazer uma".

ecem-lhes as falhas. Então, na época de rede social, a gente tem que ter muito cuidado assim para não quer ser o bastião da verdade, entendeu? assim: "Ah, eu vou alertar todo mundo, eu vou fazer uma". Aí você entra na briga, entra numa briga que você não consegue sair porque vem um rebate. E então, óbvio, óbvio, óbvio que existem situações em que nós precisamos usar a firmeza. Óbvio que existem espíritos que têm a envergadura moral e a necessidade de fazer algumas falas mais firmes. Eu agora eu lembro muito de João o Batista. Quando ele ia lá falar, ele não falava assim, digamos, de uma forma suave, não, né? Ele criticava de forma bem intensa, né? Raça de víboras, né? De hipocrisia. Então ele falava lá a voz solitária no deserto. E ele veio o quê? Fazer o precurs o o o ser o precursor do Cristo. Mas é bastante interessante a gente eh parar para pensar. Primeiro vamos pensar na envergadura moral dele, né? Então quem sou eu para me avorar de ser o Batista? Entendeu? Quem sou eu? Então essa é uma reflexão que eu tenho que que eu fico pensando toda vez que eu fico assim tentado a, digamos assim, a ser o bastião da verdade, da crítica social para um bem coletivo. Eu fico assim sempre pensando como a forma que eu vou fazer, a maneira, porque quem sou eu assim, qual a minha força? Eu sou o Batista. Essa é uma perspectiva, né? Segundo, é uma outra época, é um outro momento, sabe? Um outro momento que a gente tá pensando, como agiria hoje o João, o Batista sendo precursor ou que maneira precisaria ser feita na sociedade de hoje? A gente não sabe, né? Eu não sei dizer essa resposta, mas eu fico pensando nessa perspectiva. Aquele momento o remédio era esse para aquela população, para aquele momento muito, digamos assim, truculento da história. Era um momento truculento da história. Então tem que ser uma uma voz muito firme como a dele. Então, só um espírito com aquela envergadura moral, aquela firmeza para poder conseguir. Essa é uma perspectiva. Uma outra perspectiva é que o tempo

ão tem que ser uma uma voz muito firme como a dele. Então, só um espírito com aquela envergadura moral, aquela firmeza para poder conseguir. Essa é uma perspectiva. Uma outra perspectiva é que o tempo sendo outro, olha o que que J diz. Quase todas as pessoas do círculo onde eles se movimentam conhecem-lhes as falhas. Então, meu amigo, às vezes o círculo é o mundo, porque essa pessoa que você quer criticar, ela já usa a rede social, ela já expõe. Então, assim, a quantidade de pessoas, né, que ten acesso à informação é tão grande. Hoje, hoje é muito difícil a gente querer comparar a época do João Batista, em que as informações eram muito sonegadas, em que as pessoas não tinham tanto acesso à informação e precisava de um esclarecimento intenso e firme. Hoje as pessoas têm acesso à informação, né? Até naquela época tem lá o eclesiasta dizendo assim: "Olha, os as palavras estão gastas, os livros estão gastos". Ou seja, já tinha tanta informação a partir da do Velho Testamento, dos profetas, e mesmo assim não é como hoje. Então hoje é que tem mais ainda. Então uma coisa é uma pessoa te perguntar na intimidade um alerta e você alertar de forma saudável e na intimidade. Outra coisa é se aorar a tentação de criticar dessa maneira aberta algumas questões muito nevrálgicas. Então, as pessoas têm acesso à informação, as pessoas podem buscar, as pessoas não são mais ingênuas, como já foram na época que a gente tá se reportando aqui ao Batista, porque elas têm acesso à informação. Bem, bem, se não tem conhecimento é outra questão, mas acesso à informação tem. E será que a a crítica dessa forma vorais que você vai fazer aqui eu vou fazer vai gerar conhecimento ou vai gerar mais desinformação? Porque essa é uma questão. Ah, mas a pessoa não tem conhecimento, eu vou ter que juntar as informações. Mas será que vai juntar as informações assim? Porque só o que junta é realmente amor, humildade. Então, acho que é muito boa essa palavra da Joana de Angeles, tentação, né? resistir à tentação de

ões. Mas será que vai juntar as informações assim? Porque só o que junta é realmente amor, humildade. Então, acho que é muito boa essa palavra da Joana de Angeles, tentação, né? resistir à tentação de criticar, mesmo que o motivo eh de querer criticar seja muito bom. Vamos ver, né? Vamos pensar, será que é uma tentação da minha vaidade? É uma tentação da minha truculência? É uma tentação de quê? É interessante a gente pensar o que a benfeitora coloca. Então ele vai dizer o seguinte, ó. Ela vai dizer o seguinte ainda, esse procedimento, né? Porque você costuma ser uma pessoa honesta, ela tá dizendo, né? com você mesmo, com o teu próximo. Então você fica magoado, né, desejoso de eh assim alertar. Ela fala assim: "Olha, mas esse procedimento em nada ajudará aos criticados, porque a pessoa se irritará, vai se carregar de ódio contra você e vai passar a perseguir você. que eu falei, vai gerar uma briga que vai ser difícil sair dessa briga porque vai ficar um ódio intenso pass eh, piorando a própria situação, não só a sua situação, não se trata de covardia, não é isso, se trata de harmonia e não se constrói harmonia colocando lenha na fogueira, diz o ditado popular. Então, será que e essa forma de agir é mais lenha na fogueira ou vem como uma água a apagar o fogo? Você vai ter essa resposta? Eu vou ter essa resposta se na intimidade eu fizer essa reflexão, né? orar, pedir a Deus a intuição. Allan Kardec muito bem nos coloca nas nos relatos das viagens espíritas que ele fez, não lembro exatamente o ano, mas ele vai falar essa questão das contendas e e ele vai dizer assim um argumento que eu acho extraordinário, que é pra gente poder eh, digamos assim, quem é que tem razão, porque a gente às vezes também fica com isso, né? Aí ele fala assim: "Olha, aquele que usar da temperança, provavelmente vai ser o que está usando como de maior equilíbrio, vai estar sendo influenciado pelo amor, pelo bem. Temperança, temperança é vem de tempero, né? É o mesmo, o mesmo radical. Temperança,

provavelmente vai ser o que está usando como de maior equilíbrio, vai estar sendo influenciado pelo amor, pelo bem. Temperança, temperança é vem de tempero, né? É o mesmo, o mesmo radical. Temperança, tempero, temperamento. Mesmo radical. O que que é tempero? sabor. Quando eu falo assim, a comida está bem temperada, ela está com o quê? Com o sabor bem harmônico, né? Bem assim, equilibrado. Não tá muito salgado, não tá muito isso, eu tá harmônico. Então, tempero, que gera a palavra temperança, significa o quê? Equilíbrio, entendeu? No sentido de autocontrole, no sentido de ter uma virtude. Então, a virtude, a temperança é uma virtude. É. verdade, mas também eh pode ser vista como uma característica de todas as virtudes. A temperança, por si só, é uma virtude, tem a ver com autocontrole, mas ao mesmo tempo é uma característica de todas as virtudes. Então assim, todas as virtudes são temperantes, tem temperança, ou seja, tem tempero, tem equilíbrio no sabor. Esse é um ponto bastante eh importante, bastante eh intenso, né, pra gente poder pensar. Então, você próprio perceba, faça esse convite para você. Eu tô usando o tempero da temperança ou tô usando ou tô usando o temperamento destemperado impulsivo. Quando eu tiver pensando mais no autocontrole, provavelmente a resposta eh da fala que eu vou ter vai ser mais adequada, do momento que eu vou fazer. Então ela vai dizer assim, ó. H, a palavra gentil de ajuda e de esclarecimento produz melhor efeito do que a acusação irada, a censura severa. Por quê? Porque na forma e eh da raiva, entendeu? Portanto, destemperada, a raiva intensa gera um destempero, uma impulsividade. Então, nesse momento não vai ser bom. É melhor segurar o silêncio, calar um pouco mais, usar de temperança e em outro momento em que a raiva tiver diminuído, né? Você poder pensar como é que eu vou falar agora, realmente devo falar ou era mais o calor do momento? Então, esse é um ponto eh interessante pra gente poder pensar e ela nos leva a refletir na mensagem,

cê poder pensar como é que eu vou falar agora, realmente devo falar ou era mais o calor do momento? Então, esse é um ponto eh interessante pra gente poder pensar e ela nos leva a refletir na mensagem, mas ela faz uma coisa mais profunda ainda. A melhor maneira de criticar o erro é agir com acerto. Isso é uma aí, né? Mata a questão. A melhor maneira. Você concorda com isso, fulano? Olha, veja a forma de eu agir. É a melhor resposta. Se você acha que eu concordo, eu estaria agindo dessa forma. Se eu não ajo dessa forma, então é óbvio que eu não concordo. Então para que porque às vezes tem muitas pessoas que querem expor o indivíduo, né? Expor le na fogueira. Ora, mas fulano concorda? Vamos ver se fulano concorda com isso. Mas veja a forma dele agir, porque a forma que ele agir, de que ele age com acerto, é a principal crítica e a principal advertência que alguém pode fazer para o mundo agindo corretamente. Então ela fecha a questão para nos dar, dignos assim, um tempero na nossa vontade de ajudar o mundo. um tempero, a medida adequada na nossa vontade de mudar o mundo, né? Agir dessa maneira, agir corretamente. Então, evita a crítica. Ela coloca logo de forma direta no final, evita a crítica construtiva, destrutiva, qualquer tipo de crítica evita, porque muitas vezes essa crítica, mesmo que seja ser construtiva, ela é uma forma sutil de vingança e não raro um despeito sórdido. Uma inveja, uma inveja. E se é inveja, não é virtude, é destemperada, porque virtude é temperante. São os caminhos que a doutrina espírita nos convida, os caminhos que Joana de Angeles nos convida nos episódios diários para podermos pensar como agir, né, como pensar, como falar, entendendo que tudo está conectado a partir do fluido cósmico, do fluido universal. A gente vai então entender que a melhor contribuição de fato é agindo, pensando, falando com acerto, porque isso vai harmonizar o éter universal, se usarmos uma palavra aristotélica, o fluido universal e harmonizar a nós mesmos. Isso vai

or contribuição de fato é agindo, pensando, falando com acerto, porque isso vai harmonizar o éter universal, se usarmos uma palavra aristotélica, o fluido universal e harmonizar a nós mesmos. Isso vai reverberar de alguma forma, isso vai chegar de alguma forma para o alvo que a gente deseja, mas sobretudo vai chegar no alvo interno, que é a mudança interna que a gente precisa fazer. O nosso compromisso é sobretudo consertar a nós mesmos. O conserto do mundo nós deixamos pro para Deus fazer a construção do mundo. Deus é quem faz. Nós somos apenas um ajudante que se conserta e aí contribui com o conserto do mundo. Deus é quem sabe tudo. Deus é que está por trás e em cima, de olho em tudo. A providência divina que tem a resposta. Nós não temos, às vezes, a maior parte das vezes não temos a resposta porque nós não temos o entendimento profundo das coisas. Como muito bem disse Paulo de Tasso, agora eu vejo em parte, eu vejo parcialmente. Então, se eu vejo parcialmente, muitas vezes a minha atitude vai ser destempada. Um dia eu verei face a face. Até lá eu uso o quê? De atributos evangélicos, como paciência, como silêncio, como humildade para poder resolver uma questão interna ou externa. É por isso que é tão difícil que nós mais uma vez oramos a ti, Senhor, para nos dar o tempero do equilíbrio necessário para as nossas atitudes, para situações de embate, para os combates da vida, para situações dolorosas, para situações que nós somos convidados a tentar ajudar, mas que possamos pensar, como muito bem falou a tua filha, fiel Joana deeles, podermos entender que nem tudo o que nós podemos, nós devemos fazer. E nem tudo o que nós devemos fazer, nós podemos. E a sabedoria está justamente em encontrarmos aquilo que podemos e devemos, aquilo que devemos e podemos fazer, para podermos evoluir da forma adequada no momento oportuno. Nos ajuda, Senhor, a termos mais sabedoria. Muito obrigado e nos despede em paz. Que assim seja.

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