08 | Diretrizes seguras para libertar-se da depressão e da tendência suicida

Feemt Play 31/10/2018 (há 7 anos) 1:34:45 1,036 visualizações 50 curtidas

Este é o encontro 08 do estudo Diretrizes seguras para libertar-se da depressão e da tendência suicida. 📝 Slides: http://bit.ly/2oiH1TS 📃 Encontro 08: Reflexões sobre o sentido existencial como um instrumento para libertação da depressão. 👤 Facilitador: Alírio de Cerqueira Filho --- Este estudo faz parte da série Diretrizes Seguras, baseada nas obras da chamada Série Psicológica de Joanna de Ângelis, psicografadas pelo médium Divaldo Franco. Saiba mais: http://bit.ly/2MpofbX 🔹 Outros módulos já disponíveis: - Diretrizes seguras para libertar-se da culpa: http://bit.ly/2QAQqWS - Diretrizes seguras para desenvolver o autoamor: http://bit.ly/2Pp2HZN - Diretrizes seguras para desenvolver a autoconsciência: http://bit.ly/2rr2FGZ --- Você pode aprofundar seus estudos e colaborar com a manutenção deste projeto iluminativo, adquirindo os livros, DVDs e MP3 do Projeto Espiritizar em: http://www.livrariaespiritizar.com.br 🔹 Material relacionado: - A Influência dos Espíritos em Nossas Vidas (Livro): http://bit.ly/2BI6ygZ - Diretrizes Seguras para Libertar-se da Culpa (DVD) - http://bit.ly/2wcU4gv - Doenças e Obsessão (DVD) - http://bit.ly/2L7D5Ad - Cura Espiritual da Depressão (Livro) - http://bit.ly/2DSYECZ 🔹 Nos acompanhe: - Facebook: http://www.facebook.com/feemt.oficial - Instagram: http://www.instagram.com/feemt.oficial 🔹 Mais informações: http://www.feemt.org.br/ comunicacao@feemt.org.br 🔹 O Projeto Espiritizar é um instrumento doutrinário desenvolvido pela Feemt para o Movimento Espírita. Conheça: http://espiritizar.feemt.org.br/

Transcrição

Todos vamos dar início à nossa atividade do livro Ceifa de Luz pelo espírito emâo. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. A lição da espada. Não cuideis que vim trazer a paz à terra. Jesus. Mateus, capítulo 10 versículo 34. Não vim trazer a paz, mas a espada, disse-nos o Senhor. E muitos aprendizes prevalecem prevalecem-se da feição literal de sua palavra para estender a sombra e a perturbação. Alendo-se do conceito, companheiros inúmeros consagram-se ao azedume no lar, conturbando os próprios familiares em razão de se desimporem modos de crer e pontos de vista, pergastando-lhes o entendimento, ao invés de ajudá-los na plantação da fé viva, quando não se desmandam em discussões e conflitos. polemizando sem proveito ou acusando indébitamente a todos aqueles que lhes não comunguem a cartilha de violência e de crueldade. mundo até a época do Cristo, legalizar a prepotência do ódio e da ignorância, mantendo-lhe a terrível dominação através da espada mortífera da guerra e do cativeiro em sanguinolentas devastações. A realeza do homem era a tirania revestida de ouro, arruinando e oprimindo, onde estendesse as guerras destruidoras. Com Jesus, no entanto, a espada é diferente. Voltada para o seio da terra, representa a cruz em que ele mesmo prestou o testemunho supremo do sacrifício e da morte pelo bem de todos. É por isso que o seu exemplo não justifica os instintos desenfreados de quantos pretende ferir ou guerrear em seu nome. A disciplina e a humildade, o amor e a renúncia marcam-lhe as atitudes em todos os passos da senda. fragelado e esquecido entre os entre o escárnio e a calúnia, o perdão espontâneo flui-lhe incessante da alma para somente retribuir bênção por maldição, luz por treva, bem por mal. Assim, se recebeste a espada simbólica que o Mestre nos trouxe à vida, lembra-te de que a batalha instituída pela lição do Senhor permanece viva e ríja dentro de nós, a fim de que, ensarilhando sobre o pretérito a espada de nossa antiga insensatez, venhamos a convertê-la

lembra-te de que a batalha instituída pela lição do Senhor permanece viva e ríja dentro de nós, a fim de que, ensarilhando sobre o pretérito a espada de nossa antiga insensatez, venhamos a convertê-la na cruz redentora, em que combateremos os inimigos da de nossa paz, ocultos em nosso próprio eu, em forma de orgulho e temperança, egoísmo e animalidade, consumindo-os ao preço de nossa própria consagração, a felicidade dos outros, única estrada suscetível de conduzir-nos ao império definitivo da grande luz. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, rogando a ele que nos abençoe a todos. Mestre amigo, abençoe-nos, Senhor, em mais esta noite que aqui nos encontramos com objetivo de refletir acerca da depressão, do suicídio. para-nos para que possamos ter consciência de que somente desenvolvendo um sentido maior para a vida é que nós vamos nos libertar desses fragelos da humanidade. Ampara-nos a todos nesse ideal, o ideal de refletir sobre o sentido da vida. Gratos por tudo. Que assim seja. Prosseguindo com o módulo Diretrizes Seguras para libertar-se do suicídio e da tendência suicida, hoje nós vamos trabalhar o oitavo encontro, a busca do sentido existencial como um instrumento para a libertação da depressão e da tendência suicida. A segunda parte, o objetivo é refletir sobre o sentido existencial como um instrumento para a libertação da depressão e da tendência suicida. Nós continuaremos a estudar do livro Amor imbatível, amor, a parte quinta. Nós estamos estudando todos os capítulos. da parte quinta que aborda a questão do sentido existencial. Joana deângeles ensina que Jesus, ante a transitoriedade dos valores terrestres e a fugacidade do corpo, propôs a busca do reino de Deus e sua justiça, elucidando que após esta primazia tudo mais será acrescentado. Isso é estabelecendo o mais importante o sentido, o objetivo existencial, as demais aspirações se tornam secundárias e chegarão naturalmente. No encontro passado, nós refletimos sobre várias questões acerca do sentido,

do o mais importante o sentido, o objetivo existencial, as demais aspirações se tornam secundárias e chegarão naturalmente. No encontro passado, nós refletimos sobre várias questões acerca do sentido, do sentido existencial, o sentido maior das nossas vidas. E aqui a mentora começa o texto fazendo uma uma comparação do sentido existencial com a passagem evangélica que Jesus orienta. Buscai o reino de Deus e a sua justiça, e todas as coisas nos serão acrescentadas. Então, nós, eh, ao refletirmos sobre a fala de Jesus, qual é o grande sentido de buscar o reino de Deus e a sua justiça? Vamos refletir sobre isso. Buscar o reino de Deus. O reino de Deus é a, exatamente o processo de desenvolver as virtudes essenciais da vida, colocando a o exercício das virtudes em primeiro lugar em nossas vidas, numa conexão com a justiça. A justiça que nós podemos eh nos ater a lei maior que a lei de justiça, amor e caridade. Então, quando Jesus preconiza, "Buscai o reino de Deus e a sua justiça, ele está nos convidando o maior objetivo existencial que nós todos trazemos, que é objetivo de cumprir as leis divinas presentes na nossa consciência, buscando exercitar as virtudes cristãs em nós." Então, a partir do momento que nós tomamos consciência de que esse é o sentido maior da vida, que é o objetivo existencial de todos nós, como diz a a mentora, todas as demais questões se tornam secundárias e vão chegar naturalmente dentro da da própria ação da providência divina. nos trazendo os recursos necessários na nossa vida com o objetivo de nós buscarmos cada vez mais esse sentido existencial. Então, a partir do momento como nós refletimos o nosso encontro passado, quando a pessoa toma consciência desse sentido, desse objetivo existencial, o que vai acontecer? uma libertação das próprias constrições ligadas ao ego. Aquilo que Joana de coloca e nós estudamos eh nos vários textos no nosso encontro passado. É, são as as questões egóricas, a rebeldia em relação às questões egóicas que produzem a depressão, que produzem o

o que Joana de coloca e nós estudamos eh nos vários textos no nosso encontro passado. É, são as as questões egóricas, a rebeldia em relação às questões egóicas que produzem a depressão, que produzem o desejo suicida. Então, a partir do momento que a pessoa faz esforços, como ela diz aqui, ela toma consciência da transitoriedade dos valores terrestres e da fugacidade do corpo, de que ela está falando aqui? Vamos refletir o que significa, qual é o sentido mais profundo quando ela aborda a transitoriedade dos valores terrestres e a fugacidade do corpo. Ela está nos convidando a nos de forma? Como espíritos imortais. Exatamente. Então, ela está nos convidando a nos espíritos imortais momentaneamente encarnados. E como espíritos imortais momentaneamente encarnado, existe um sentido profundo de nós estarmos aqui neste momento encarnados. Então, esse sentido profundo é exatamente buscar o reino de Deus e a sua justiça, buscar a conexão com as leis da nossa consciência, buscar fazer todos os esforços possíveis para desenvolver as virtudes, sabendo que a a esta existência é uma das muitas que nós já tivemos e uma das muitas que nós teremos. O objetivo desta existência não é nos tornarmos seres completamente virtuosos, porque isso é impossível de acontecer numa única existência. Então, de posse dessa ideia, dessa consciência, todas as questões da existência corporal, que são as coisas que Jesus fala na orientação dele, vão acontecer naturalmente de acordo com as nossas necessidades. As oportunidades vêm e a pessoa não precisa ficar preocupada com as coisas temporais. Se ela se ocupar daquilo que é mais importante, as coisas temporais vêm naturalmente, como diz a mentora. Esse reino de Deus encontra-se na consciência tranquila que resulta do dever retamente cumprido, dos compromissos bem conduzidos, dos objetivos delineados com acerto. Graças a essa diretriz, a aquisição dos recursos faz-se com naturalidade, como um acréscimo, que é a consequência básica. Então, vejamos, é uma ela continua

zidos, dos objetivos delineados com acerto. Graças a essa diretriz, a aquisição dos recursos faz-se com naturalidade, como um acréscimo, que é a consequência básica. Então, vejamos, é uma ela continua nos eh nos auxiliando a refletir. Todas as questões materiais, os recursos da vida material virão com naturalidade, uma vez que nós estamos desenvolvendo, estamos buscando o reino de Deus e a sua justiça. Quando nós fazemos esses esforços, o que vai acontecer com a nossa consciência? Ela permanece tranquila porque nós estamos cumprindo com o nosso dever, né? Todos nós temos um dever consciencial, o dever de nos conectar com sentido existencial, tanto o nosso propósito quanto o nosso programa existencial existencial. E ao nos conectar com esse dever e cumprir esse dever, o que vai acontecer? Nós permanecemos com a consciência tranquila, porque é exatamente esse o grande objetivo da vida, né? os objetivos delineados com acerto. Então, quando nós fazemos esforços nessa direção, vejamos que não há espaço paraa pessoa adentrar nesses conflitos egóicos geradores da depressão e do suicídio. Todos necessitam de um algo para motivar-se para viver. Essa busca de significado, de objetivo ou sentido não pode ser resultado de uma fé ancestral, isto é, de uma crença destituída de fatos que se dilui ante dificuldades, principalmente os conflitos internos. mas da luz da razão que se transforma em vontade de conseguir uma vida mais expressiva, mais rica de conteúdo, de aspirações profundas e autênticas. Então, vejamos aqui ela, a, a mentora, vai elucidar o que significa. Cada vez mais ela vai aprofundando o significado do sentido existencial, né? Então, o que é esse algo para motivar-se, para viver? Qual que é o a a o maior a a maior ação que deve nos motivar para viver? São questões externas que dizem respeito à vida na horizontal ou as questões internas que dizem respeito à vida na vertical, né? Vejamos que quando ela coloca o parâmetro buscai o reino de Deus e a sua justiça, ela está falando das questões

à vida na horizontal ou as questões internas que dizem respeito à vida na vertical, né? Vejamos que quando ela coloca o parâmetro buscai o reino de Deus e a sua justiça, ela está falando das questões verticais da vida. Jesus ensina exatamente isso. Buscai o reino de Deus e a sua justiça, e todas as coisas lhe serão acrescentadas. As coisas estão na horizontal, o reino de Deus e a sua justiça na vertical. Então, uma vez que nós encontramos o motivo interno para viver, o que vai acontecer com os motivos externos? eles se tornam praticamente consequência do bem-estar interno que nós nós sentimos, né? aquilo que acontecer na horizontal da vida em relação às coisas da vida de relação, o espírito acolhe porque ele está nesse estado de paz, de consciência, ele está nesse estado de realmente conexão com seu dever consciencial. Então, como ela diz aqui, quando a pessoa busca esse motivo para viver, né, e aí ela adverte que essa busca de significado, de objetivo ou sentido não pode ser resultado de uma fé ancestral. O que seria essa fé ancestral, né? A fé ancestral é a fé que nós trazemos da nossa família. Então, a família que sempre foi católica ou foi eh protestante, foi de uma religião X, aí tradicionalmente as pessoas tende a cultivar a fé ancestral, a fé da família, mas nem sempre isso acontece da pessoa mergulhar profundamente no sentido daquela fé. Por isso que ela diz aqui, eh, que ela não é resultado dessa fé simplesmente por tradição, sim de reflexão profunda no sentido da vida. Por isso ela diz a a crença destituída de fatos que dilui ante que se dilui ante dificuldades. Quando a pessoa tem essa fé ancestral, diante das atribulações da vida, a fé praticamente se dilui. Por quê? Porque ela não está alicerçada na razão, na confiança plena. E como que vai acontecer isso? Ela coloca aqui a luz da razão que se transforma em vontade de conseguir uma vida mais expressiva, mais rica de conteúdo, de aspirações profundas e autênticas. Então, sem a vontade, né, e racionalmente, eu quero isso para

da razão que se transforma em vontade de conseguir uma vida mais expressiva, mais rica de conteúdo, de aspirações profundas e autênticas. Então, sem a vontade, né, e racionalmente, eu quero isso para minha vida. Eh, isso aqui já é consequência daquelas perguntas que nós vimos no encontro passado. No encontro passado ela coloca eh a as perguntas existenciais, né? Por existo, para que existo, qual é o sentido mais profundo das nossas vidas? E a partir dessas perguntas existenciais que vão racionalmente nos eh conectar com o sentido mais profundo, o que nós vamos a partir dessa conexão fazer? Desenvolver a vontade de conseguir uma vida mais expressiva, né? Quem é que pode fazer isso por nós? só nós mesmos. Ninguém pode nos dar vontade de ter uma vida expressiva. E dentro de uma visão profunda, como que se consegue uma vida mais expressiva? Se existe o reino de Deus e a sua justiça, que é trabalhar as questões verticais da vida, as questões que dizem respeito às leis divinas da nossa consciência e a prática das virtudes cristãs. Existe as questões horizontais que dizem respeito ao nosso programa existencial, diz respeito à questão do trabalho profissional, da nossa vida em família, dos relacionamentos interpessoais, de modo geral, nossa nossa atividade no trabalho voluntário dentro do movimento espírita, tudo isso se dá numa na horizontal da vida. Então, o que seria essa essa vida mais expressiva? rica de conteúdo, de aspirações profundas e autênticas. Exatamente. Então, tudo que diz respeito à horizontalidade da vida, com foco na verticalidade, com foco na busca do reino de Deus e da sua justiça. Então, quando o nosso foco está na verticalidade, tudo que se diz diz respeito a as a vida de relação se torna mais expressiva, mais rica de conteúdo, de aspirações profundas e autênticas. E aí sim nós cumprimos o dever consciencial de eh buscar esse sentido mais profundo. Perguntas até agora. Se tiver pergunta da internet, você avisa, Luiz. Aí ela vai delinear aqui um afeto

autênticas. E aí sim nós cumprimos o dever consciencial de eh buscar esse sentido mais profundo. Perguntas até agora. Se tiver pergunta da internet, você avisa, Luiz. Aí ela vai delinear aqui um afeto familiar, um ideal em desenvolvimento, o lar, uma atividade dignificadora, o retorno a um serviço interrompido, tornam-se, entre muitos outros objetivos que dão sentido à vida, favorecendo meios para se lutar. Então aqui ela tá falando de várias questões, como exemplo na horizontalidade que está ligada a as coisas, à situações várias na vida. Quando nós estamos na conexão com o reino de do de Deus e a sua justiça, na verticalidade da vida, tudo vai eh entrar nesses objetivos que dão sentido à vida. O objetivo principal não está nas questões exteriores. O objetivo principal está no nosso aprimoramento, utilizando as questões externas como instrumento, né? Então, tudo que existe de relacionado ao programa existencial na horizontalidade da vida é apenas meio para que na vertical nós estabeleçamos a a busquemos o reino de Deus e a sua justiça. Desenvolver as virtudes cumprindo as leis divinas. Faz sentido isso, gente? Vamos prosseguir. Sustentaram incontáveis encarcerados nos campos de trabalho forçado e extermínio, mesmo quando exauridos e nada mais lhes estava sempre aguardando ser o próximo a morrer. ainda vitalizam milhões outros que se encontram em situações inumanas, vítimas de homens e mulheres arbitrários, de sistemas injustos, de situações penosas. Aqui ela faz referência a aquilo que nós já vimos no também no encontro passado, a porque esse capítulo todo ela está baseado na logoterapia de Víctor Franquio, que foi aquele psiquiatra eh austríaco que foi judeu, que foi preso no campo de concentração de Auschwitvids. E ah, ele observou que muitas pessoas nessas situações extremas, encarcerados eh na naquela situação nos campos de concentração, elas tinham sentido para viver. era o sentido interior da conexão com elas mesmas em essência e uma con e uma algo profundo também

emas, encarcerados eh na naquela situação nos campos de concentração, elas tinham sentido para viver. era o sentido interior da conexão com elas mesmas em essência e uma con e uma algo profundo também na vida de relação que fazia com que elas buscassem fazer de tudo para sobreviver, né? Muitas vezes Vittor Franco presenciou pessoas se jogando nos arames farpados eletrocutados do campo de concentração, praticamente se matando, sabendo que elas poderiam ser mortas pelos próprios nazistas logo em seguida. Mas apesar e e tinham as pessoas que faziam isso e tinha aquelas que faziam todos os esforços possíveis para manter a vida no corpo. Inclusive ele, uma das pessoas que fez isso, para realmente eh mostrar que havia uma solução mesmo numa situação dessa abjeta, tá? Tem pergunta da internet? He, pode passar pra gente, por favor. O Rodrigo Leme pergunta: "Boa noite, o sentimento de culpa gera outros sentimentos e anestesiam nossa consciência?" O sentimento de culpa, na verdade, ele é composto de três outros sentimentos: autojulgamento, autocondenação e autopunição. Então, quando a pessoa vitaliza o sentimento de culpa, o que ela faz? Ela se julga, se condena e se pune na por situações várias que ela eh exige dela mesma perfeição para não errar, né? A a culpa está muito ligada ao orgulho e ao sentimento de orgulho que faz e a rebeldia que faz com que a pessoa não se acolha como um espírito imortal, filho de Deus, aprendiz da vida. E em vez de focar no aprendizado em relação aos erros, a pessoa foca num processo punitivo em relação aos erros. Então, a quando ela faz isso, ela praticamente se encarcera no próprio processo da culpa no mecanismo autopunitivo. O convite é a pessoa se aceitar um aprendiz, se errou, arrepende-se do erro pelo erro. O arrependimento, ao contrário, da culpa, é uma virtude. Arrepender-se, eu não devia ter agido assim, mas eu agi. Assume a responsabilidade. Então, são várias virtudes para se libertar da culpa. O arrependimento é o primeiro, a primeira virtude, a responsabilização.

r-se, eu não devia ter agido assim, mas eu agi. Assume a responsabilidade. Então, são várias virtudes para se libertar da culpa. O arrependimento é o primeiro, a primeira virtude, a responsabilização. Eu agi assim. Aí entra a mansidão e a humildade para se reconhecer um aprendiz da vida, um sentimento de aprendiz. Então temos o arrependimento, a a responsabilização, a a humildade, a mansidão e o sentimento de aprendiz. Quando a pessoa exercita isso, ela se acolhe, aprende com erro e busca repará-lo quantas vezes forem necessárias. É assim que se liberta do sentimento de culpa, muito ligado à questão do sentido existencial, né? Ah, nós já vimos um um dos encontros, quem não assistiu tá disponível no canal do YouTube. A a questão de da culpa ser um grande eh uma a grande causa do processo da depressão e da tendência suicida. O sentido existencial é exatamente libertar-se disso tudo, saber que nós, como espíritos imortais estamos num processo de evolução. E essa evolução não é abrupta, ela é gradativa. Certamente o oposto também dá sentido. Infeliz é certo. Há outras existências. o ódio, o ressentimento, a ânsia de poder, tornando as suas trajetórias adredanadas, porque os mesmos são máscaras do ego ferido, que não se tornam razões de paz, antes se fazem contínuo tormento. que ela nos nos leva a um contraponto em relação ao sentido profundo da vida, que é são as pessoas que buscam sentido em práticas como vingança, eh ressentimento de de esforço em relação a alguma coisa que aconteceu na vida delas. E aí o que que acontece nesse caso? Em vez de desenvolver a paz da consciência, ela desenvolve um tormento. Então, é como se fosse um sentido às avessas. Isso, na verdade não é um sentido real, é simplesmente o ego ferido tentando eh fazer valer o seu a fazer valer o ego em detrimento do ser essencial que todos nós somos. Quando se tem o porquê viver, a forma de como viver até lograr objetivo torna-se secundária. Esse impulso primário no ser faz que supere os obstáculos e impedimentos

ser essencial que todos nós somos. Quando se tem o porquê viver, a forma de como viver até lograr objetivo torna-se secundária. Esse impulso primário no ser faz que supere os obstáculos e impedimentos com o pensamento no que conseguirá. Olha como é interessante as reflexões que ela vai se vai aprofundando. Então, qual é o o qual é o grande porquê de viver? Nós já vimos busca do reino de Deus e a sua justiça, desenvolvimento das virtudes, cumprindo-se as leis. Então, esse é o grande motivo para viver, tá? A partir do momento que a pessoa está conectada com esse porquê profundo, a forma como a providência divina vai providenciar a vida dela, o como vai ficar nessa situação, como ela diz aqui, ela se torna secundária, porque qualquer que seja a circunstância na horizontal da vida, a pessoa está conectada com o grande porquê viver que é na vertical. E aí as questões horizontais, a, por exemplo, se ela tem um um algo a ser realizado, uma atividade profissional ou uma atividade voluntária ou ambas, há uma relação familiar a ser construída, tudo isso é parte integrante desse processo todo, mas sempre no foco na vertical, que é a busca do reino de Deus e a sua justiça. Quando o foco está na vertical, que vai acontecer? A pessoa supera os obstáculos, impedimentos com o pensamento de que ela conseguirá passar por todas as atribulações da própria vida, né? Porque uma vida no mundo de expiações e provas como o nosso não vai ser o mar de rosas, né? Em qualquer circunstância nós vamos passar por uma série de atribulações na vida. Mas quando esse porquê viver está pleno em nós, a partir dessa dessa convicção que ela fala da da fé convicta, da fé raciocinada, em que nós realmente eh refletimos profundamente tudo isso, o que vai acontecer? qualquer qualquer obstáculo, impedimento, nós sabemos que nós temos condições de superar e de seguir em frente. Faz sentido isso, gente? Isso é muito importante, essa essa consciência. Por que eu estou nesta circunstância aqui? Porque muitas vezes o que acontece

temos condições de superar e de seguir em frente. Faz sentido isso, gente? Isso é muito importante, essa essa consciência. Por que eu estou nesta circunstância aqui? Porque muitas vezes o que acontece diante das atribulações da vida, qual é a o desejo do ego? fugir, se livrar das atribulações, né? Como se fosse assim: "Ah, eu se tem, por exemplo, uma um conflito familiar conjugal com os filhos, não quero isso, não quero isso para mim", né? O ego tende a querer o mais fácil. Quando nós não temos firme na em nós o porquê viver, por dessa situação, a pessoa quer fugir dos obstáculos, né? Há uma um desafio profissional X, a pessoa no num processo egóico quer fugir daquilo, né? um uma um trabalho, por exemplo, que nós temos dentro do movimento espírita. Nós espíritas aqui não estamos aqui por acaso. Nós não estamos dentro do movimento por acaso. Existe uma um compromisso no trabalho voluntário dentro do movimento. Agora, esse trabalho vai ser linear, tranquilo, sem nenhum obstáculo. Não é possível. num planeta de expiações e provas não é possível. Então, quando há esse porquê bem resolvido dentro de nós, a consciência de que nós vamos superar os obstáculos e impedimentos é muito clara e muito aí sim torna-se o processo cada vez mais linear, no sentido de nós sabermos que temos os obstáculos, existe os altos e baixos da vida, mas nós temos condições de superar. Nós conseguimos. É aquilo que nós já falamos aqui, está ligado à lei de permissão. Eu posso superar essa situação. Lei de permissão, lei do dever e lei do mérito. Eu posso, eu devo, porque eu mereço uma vida assim repleta de sentido. Então, a partir do momento que a pessoa faz essa essas reflexões todas, ela tem bem internalizado o porquê viver, né? Isso é muito importante no sentido existencial. Vejamos que a pessoa que mergulha no porquê viver tem espaço paraa depressão e para tendência suicida. A pessoa que mergulha nisso, na profundidade, por ela está aqui, né? Por quê? Qual é a a o cerne da depressão? É a rebeldia de não querer passar pelas

espaço paraa depressão e para tendência suicida. A pessoa que mergulha nisso, na profundidade, por ela está aqui, né? Por quê? Qual é a a o cerne da depressão? É a rebeldia de não querer passar pelas atribulações da vida. Qual é o a o ponto mais profundo da tendência suicida? querer fugir dos obstáculos, dos problemas na vida de de todos nós. A pessoa eh pode fugir pela depressão, mergulhando no processo depressivo ou aprofundar essa tentativa de fuga, acha acreditando que os a obstáculos, impedimentos são do corpo físico, são da da personalidade transitória, não são. são do espírito imortal que nós somos. Então, se se são do espírito, não é destruindo o corpo que ela vai destruir os obstáculos. ao ao contrário, ela cria mais obstáculos destruindo o corpo. Então, a partir do momento que nós fazemos esforços e toda pessoa com tendência depressiva e com tendência suicida, deve fazer um esforço enorme para eh responder essa questão. Por que viver? Por que eu vivo? Por que estou passando por essas atribulações na minha vida? Porque existem esses obstáculos e impedimentos, né? Se existem é porque existem motivos muito sérios para isso, porque senão a providência divina não nos colocaria numa situação assim. E a partir do momento que ela reflete isso, ela reflete também que ela consegue, que ela é capaz de superar os obstáculos e os impedimentos. Faz sentido, gente? Perguntas até agora? Alguns psicoterapeutas afirmam que os princípios morais, que lhes parecem metafísicos, nada tem a ver com sentido ou significado existencial. E se ouvidam de todos quantos lhes entregaram as vidas, plenificando-se saudavelmente. Informam, ademais, que esse sentido resulta daquilo que pode enfrentar a existência. não nascendo com ela. Então aqui ela faz alusões alguns alguns algumas correntes psicoterapeutas, psicoterapêuticas e psicoterapeutas que os princípios morais são muito metafísicos, então eles não fazem parte do sentido. Na verdade, Vittor Frankio, ele colocou que é o o primeiro teórico

erapeutas, psicoterapêuticas e psicoterapeutas que os princípios morais são muito metafísicos, então eles não fazem parte do sentido. Na verdade, Vittor Frankio, ele colocou que é o o primeiro teórico da da psicologia trabalhar com a questão do sentido e significado existencial. Ele era profundamente teísta, espiritualista. Ele trabalhava as questões do espírito, as questões de Deus e da questão moral. e que somente a partir dos princípios morais é que as pessoas realmente adentro no sentido profundo da vida, né? Então, existe hoje já várias correntes do pensamento da da na psicologia que trabalha as questões morais, os chamados princípios morais, como diz a mentora aqui. Eh, são as quando a pessoa traz esses princípios morais bem alicerçados, é que elas vão poder realmente entregar as próprias vidas, plenificando-se saudavelmente. tem a ver com o porquê viver, né? Se se nós não tivermos essa conexão, por isso que ela começa o texto falando do da busca do reino de Deus e a sua justiça, basicamente princípios morais. Se não houver uma conexão com as leis morais da nossa consciência, essa planificação não acontece, porque a pessoa não vê sentido. Para que uma vida sem do ponto de vista materialista, muito daquilo que a gente vive não tem sentido realmente, né? a pessoa acorda, eh, vai pro trabalho ou vai para pro seu paraa escola, pra universidade e vai fazendo uma série de coisas materiais. Se não houver um princípio moral ligado a isso tudo, trabalhando a exatamente o porqu viver, né, a a o sentido da vida não fica pleno realmente. Somos de parecer que o sentido, o objetivo, o essencial é a autuperação das paixões, a autoiluminação para bem discernir o que se deve e pode fazer para harmonizar-se em si mesmo em relação ao seu próximo e ao grupo social no qual se encontra, bem como a vida, a natureza Deus. Então, vejamos aqui, ela ela explicita muito claramente qual é o maior sentido da vida. Autossuperação das paixões. E como que se supera as paixões? desenvolvendo as virtudes. As

ida, a natureza Deus. Então, vejamos aqui, ela ela explicita muito claramente qual é o maior sentido da vida. Autossuperação das paixões. E como que se supera as paixões? desenvolvendo as virtudes. As paixões nada mais são do que os sentimentos egóicos, que significa a ausência do exercício da virtude correspondente. Então, orgulho é uma paixão, rebeldia outra paixão, tristeza existencial outra paixão. São os sentimentos do ego, que quando nós não fazemos esforços para desenvolver as virtudes que transmutam esses sentimentos, nós eles tomam conta de nós, né? A culpa, como foi perguntado agora a pouco, são paixões, são sentimentos egoicos. Numa linguagem psicológica, são sentimentos egoicos. uma linguagem do livro dos espíritos, paixões, é a mesma coisa. Então, quando nós nos permitimos superar no as paixões, nos autoeliminar para bem discernir o que se deve e se pode fazer, aqui ela traz a virtude do discernimento, né, o que se deve e se pode fazer. Por quê? poder. Do ponto de vista da lei de liberdade, o que que nós podemos? Tudo. Nós podemos fazer qualquer coisa. Agora, nem tudo que nós podemos, nós devemos fazer. Nós devemos fazer aquilo que está em conexão com a busca do reino do de Deus e a sua justiça, busca da conexão com as leis, especialmente a lei maior, lei de amor, justiça e caridade e a o exercício das virtudes. Então, quando nós discernimos daquilo que nós podemos e devemos, daquilo que nós podemos, mas não devemos, que nós criamos a harmonia interior, essa harmonia em nós mesmos. A partir da harmonia em nós mesmos, nós vamos para harmonia em relação ao nosso próximo, ao grupo social. as pessoas que nós convivemos na família, no trabalho, na sociedade de modo geral, né? E aí a própria vida se torna harmoniosa, a nossa harmonia com a natureza, nós não não vamos nos sentir simplesmente parte da natureza. Nós nos sentimos natureza, que é bem diferente, né, de sentir, ah, eu sou parte da natureza. É como se a natureza tivesse ali e nós tivéssemos aqui, né? Você

nos sentir simplesmente parte da natureza. Nós nos sentimos natureza, que é bem diferente, né, de sentir, ah, eu sou parte da natureza. É como se a natureza tivesse ali e nós tivéssemos aqui, né? Você sente a natureza em você, você sente Deus em você. Esse é o sentido profundo da vida. A partir do momento que nós nos conectamos com essa realidade, tudo flui em nós. Os princípios morais, alguns inatos ao ser humano, são indispensáveis. Não, porém, as imposições morais sociais, geográficas, estabelecidas legalmente e logo desacreditadas, mas aqueles que são inerentes derivados do mais profundo e básico, que é o amor. Respeitar a vida amando-a, fomentar o progresso, trabalhando, construir a felicidade, perseverando, não fazer a outra em o que não deseja que o mesmo lhe faça. Elimino a possibilidade de consciência de culpa, de conflito, e dão-lhe um padrão para o comportamento equilibrado, uma diretriz para conduta sadia. Então, a mentora Joana de Ângeles aqui vem explicitando o que são esses princípios morais, né? Então, os princípios morais, como lá tem refletido, eles são indispensáveis, estão ligados ao porquê viver na vertical da vida. E aí, quais são esses princípios? não são aquela moralidade eh puerilões puramente culturais ou sociais. Por exemplo, que tipo de moral eh social, geográfica ela tá falando? Dá, vamos dar um exemplo para explicitar. Na nos países árabes, por exemplo, a poligamia é perfeitamente moral. Socialmente falando, culturalmente, naquela sociedade um homem pode ter várias mulheres, né? Do ponto de vista da lei divina é moral? Não, essa é a diferença. Então, ela está falando aqui de questões profundas ligadas às leis, especialmente a lei de amor, né? Então, por isso ela diz, a, os princípios são inerentes derivados do mais profundo e básico, que é o amor. Então, a partir do momento que nós nos conectamos com o amor, a lei de amor, justiça e caridade eh ligada ao buscar o reino de Deus e a sua justiça, que ela começa o texto com esse com esse axioma cristão. O que nós

do momento que nós nos conectamos com o amor, a lei de amor, justiça e caridade eh ligada ao buscar o reino de Deus e a sua justiça, que ela começa o texto com esse com esse axioma cristão. O que nós vamos fazer? Nós vamos aí, ela uma série de questões. Respeitar a vida amando-a. Há espaço paraa depressão e e pro suicídio. Quando nós respeitamos a vida, nós amamos a vida. Vejamos que é o antídoto para a depressão e o suicídio. Você respeita a própria vida porque sabendo que nós somos espíritos imortais, mas nós não estamos no corpo por acaso. Nós estamos no corpo com objetivo de desenvolver virtudes. Nós estamos com sentido profundo. Por isso, respeitar a vida amando-a, fomentar o progresso trabalhando. Trabalhando o quê? Qual é o maior trabalho que nos cabe? O desenvolvimento das virtudes, o cumprimento das leis. Vejamos que quando nós fomentamos esse progresso na vertical da vida, o que que vai acontecer com o progresso na horizontal? Ele vem por acréscimo. É aquilo que Jesus ensina, né? Buscar o reino de Deus e a sua justiça e tudo mais lhe será acrescentado. Construir a felicidade perseverando. Então, a felicidade ela não é algo que você vai ganhar ou que você vai obter. Ah, no dia que eu casar, eu sou feliz. Aí casa. No dia que eu separar eu vou ser feliz. No dia que eu me livrar dessa, desse traste que eu casei, eu vou ser feliz. No dia que que eu consegui uma uma casa, eu vou ser feliz. Muita gente ainda tem a ilusão de que a felicidade vai ser conquistada fora através das questões horizontais, não é? Vejamos aqui, construir a felicidade perseverando. Perseverando no quê? no esforço na vertical da vida, no progresso na vertical da vida. E aí a felicidade vai sendo construída. No primeiro momento, você vai tendo uma ideia de de felicidade que vai se ampliando cada vez mais, que é a felicidade da consciência tranquila, do dever bem cumprido na sua consciência. Aí ela coloca o princípio fundamental ligado ao amor, não fazer a outro que não deseja que o mesmo lhe faça, né?

que é a felicidade da consciência tranquila, do dever bem cumprido na sua consciência. Aí ela coloca o princípio fundamental ligado ao amor, não fazer a outro que não deseja que o mesmo lhe faça, né? Fazer esforços para não fazer aos outros o que nós não gostaríamos que os outros nos fizessem. O princípio que Jesus nos ensinou. Então, tudo isso faz o quê? elimina a possibilidade de consciência de culpa, de conflito, gerando um padrão para o comportamento equilibrado, uma diretriz para a conduta sadia, né? Então é aquilo que todos nós queremos, nos libertar das constrições do ego, desenvolvendo as virtudes do espírito imortal que somos. Consequentemente, a felicidade vem como consequência dessa desse esforço. O ser atua moralmente porque sente o impulso interno da vida que se submete às leis que a regem. De que ela tá falando aqui, gente? É uma velha conhecida nossa. Só que nós, ah, o Honório usa o outro termo no livro dele. O ser atua moralmente porque sente o impulso interno da vida. Ela está falando da força endoevolutiva, né, que impulsiona o ser ao progresso. Essa força interior que o leva à prática dos atos corretos, o bem. No início é metafísica. pois procede do psiquismo causal. Não é a mesma coisa queor explica no livro Eu espírito imortal. Quem já leu a aqui ela ela coloca de uma outra forma, mas é exatamente o mesmo conceito. Então, a essa força interior que o leva à prática dos atos corretos, o bem, no início é metafísica, pois procede do psiquismo causal para depois tornar-se uma necessidade transformada em ações, portanto, nos fatos que lhe confirmam a excelência. de que ela falou aqui logo em seguida existe a força endoevolutiva e a força autoevolutiva. A força indoevolutiva vem de Deus, por isso ela fala, procede do psiquismo causal. Aqui é é eh sinônimo de Deus. Ela nos impulsiona o bem. Agora, é a força evolutiva que evolui por nós, o nosso esforço de conectar com esse bem maior que gera as transformações. Então, vejamos que aqui é sempre o esforço do espírito. Por isso ela diz:

bem. Agora, é a força evolutiva que evolui por nós, o nosso esforço de conectar com esse bem maior que gera as transformações. Então, vejamos que aqui é sempre o esforço do espírito. Por isso ela diz: "A a força por vem de Deus, mas somos convidados a transformar isso em ações. ação transformadora via a vontade, a a força autoevolutiva. Quando escassio esses princípios na mente e na emoção, o indivíduo desestruturado enferma. E a mais eficaz solução é o amor terapia, impulsionando a permitir que desabrochem os sentimentos de fraternidade, de solidariedade, de perdão, de autoentrega. Assim aparecendo os significados para continuar-se a viver. Então, o que vai acontecer quando nós não buscamos os princípios morais que nos iluminam a mente e a emoção, o que vai acontecer? Doença. Nós vamos adoecer tanto física quanto emocionalmente, né? E aí, como nos libertar da doença? Aqui ela dá a dica. A solução mais eficaz é o amor terapia. Então, a conexão novamente, conexão com a lei do amor, conexão com a virtude do amor, conexão com os valores essenciais da vida, as virtudes do espírito imortal. E aí ela fala de várias virtudes a serem desenvolvidas. Fraternidade, solidariedade, perdão, tanto auto perdão quanto perdão ao próximo, a autoentrega, aparecendo significados para continuar-se a viver, né? Então são processos que a partir do momento que nós tomamos consciência, nós vamos desenvolver as virtudes do espírito imortal que somos. Quando nós recusamos o desenvolvimento das virtudes, aí nós enfermamos, nós adoecemos. Muitos aposentados e idosos, depressivos, diversos que se neurotizaram, recuperam-se através do serviço ao próximo, da autodoação à comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuniário, reinventando razões e motivos para serem úteis, assim, rompendo o refúgio sombrio da perda do sentido existencial, né? Então aqui ela está falando basicamente de que vejamos, quando a pessoa se encastela no próprio egoísmo, se fecha diante da vida, o que vai acontecer? aprofundamento no próprio processo

istencial, né? Então aqui ela está falando basicamente de que vejamos, quando a pessoa se encastela no próprio egoísmo, se fecha diante da vida, o que vai acontecer? aprofundamento no próprio processo depressivo. Isso acontece com pessoas idosas, aposentadas, mas com qualquer pessoa que adentra esse estado depressivo, ela se fecha dentro dela mesma, que é a característica da depressão, é a pessoa se fechar no seu próprio mundo. E aí, como recuperar? Como normalizar? Além das virtudes na vertical da vida, somos convidados à doação na horizontal da vida. Também é muito importante a doação na, né, na horizontal, realizar ações que nos nos retire daquela situação de isolamento, porque a depressão é um processo de isolamento da própria essência divina que nós somos e a isolamento da relação saudável com os outros. Então, a partir do momento que nós fazemos os esforços, no no parágrafo anterior, ela fala dos esforços para desenvolver as virtudes do espírito que somos. E aqui ela fala dos esforços para que nós saiamos do isolamento existencial para vir para as relações de do de grupo. Por isso, trabalhos efetivos de dentro do do trabalho voluntário, por exemplo, como ela diz aqui, sem interesse pecuniário, porque a pessoa que trabalha simplesmente para conseguir proventos financeiros é muito diferente daquela que trabalhe para simplesmente pelo prazer de ser útil. Não que no trabalho profissional nós não possamos sentir o prazer de ser útil. Só que existe o o a questão financeira ligada. Quando nós, além dessas questões financeiras buscamos ser úteis para a coletividade sem questões monetárias, o que vai acontecer? um aprofundamento nesses valores necessários para nós eh eh reatarmos eh eh nos reconduzirmos ao sentido existencial. Tem pergunta, Solange, por favor. Tenho visto muitos aposentados e idosos realmente nesse processo depressivo, com a a vida profissional, ele entrou em aposentadoria e a partir daí Uhum. O foco tava na horizontal e aí de repente ele se vê num vazio.

tos aposentados e idosos realmente nesse processo depressivo, com a a vida profissional, ele entrou em aposentadoria e a partir daí Uhum. O foco tava na horizontal e aí de repente ele se vê num vazio. Uhum. ali coloca essa questão, né, da autodoação, do labor em grupo. Uhum. E há culturas em que a aposentadoria não é uma obrigatoriedade. Aí a pessoa de alguma forma ela pode, na produção, ela reduz a carga horária, ela vai e ela se sente útil. Então, eh, esse trabalho de você transferir aquela horizontalidade que você veio do trabalho profissional para a autodoação à comunidade, o Labor em grupo, que é o que ela coloca ali como recuperação, né, nesse processo, é trabalhoso, porque se não foi feito isso, e aí você, muitas pessoas desejam aposentadoria e quando isso acontece, elas entram numa depressão. Isso. Eu queria que você comentasse esse processo de transição e esse foco quando ele tá na horizontal para entrar aqui Joana deângeles faz um convite às pessoas, né? o convite dessa autodoação à comunidade. É claro que se a pessoa não criou o hábito dessa doação desde cedo, quando chega na quando ela está idosa, aposentada, criar esse hábito é bem mais trabalhoso, mas é fundamental, né? Por quê? Se ela não já não tem condição, não não pode trabalhar profissionalmente, mas ainda tem saúde, tem condição de trabalho, por que não o trabalho voluntário? Por isso que nos nos centros espíritas nós devemos incentivar as pessoas que chegam nessas condições ao trabalho. Mesmo pode ser a coisa mais simples, mas ela se sentir útil é muito importante para superar o processo depressivo, né? O chamada depressão na terceira idade, né? muitas vezes a e coincide várias coisas, coincide a aposentadoria, os filhos casam, aí tem a chamada síndrome do dinho vazio e uma série de questões que vão acontecendo. Se a pessoa não buscar o motivo para ser útil, ela corre risco sim de adentrar no processo depressivo e até desejos suicidas podem acontecer. Por mais trabalhoso que seja, vale a pena incentivar isso.

Se a pessoa não buscar o motivo para ser útil, ela corre risco sim de adentrar no processo depressivo e até desejos suicidas podem acontecer. Por mais trabalhoso que seja, vale a pena incentivar isso. Sem meta não se vive. obedece-se aos automatismos fisiológicos em perigoso crepúsculo psicológico a um passo do suicídio. Então, vejamos muitas vezes o que acontece. A pessoa que não busca uma meta, um sentido profundo para viver, ela não vive, ela vegeta, como ela diz aqui, automatismo fisiológico está eh respirando, comendo, dormindo, fazendo as a higiene. A pessoa se mantém no corpo, às vezes durante 10, 20, 30 anos. Mas como ela diz aqui, num perigoso crepúsculo psicológico, a questão não é se simplesmente viver no corpo, é bem viver, é o porquê viver. Por isso, a quando a pessoa adentra nessa situação já é uma espécie de suicídio, porque existe o suicídio direto e o suicídio indireto, né, do desse processo apenas fisiológico, de viver fisiologicamente para o suicídio, de fato, é um passo, como ela diz aqui, né? Então, cultivar os valores na vertical da vida e na horizontal. As duas questões são básicas no processo de bem viver. Quando o ser se percebe atuante, produtivo, necessário, vibra e produz. Todo e qualquer contributo psicoterapêutico, logoterapêutico, há de considerar a autovalorização do paciente, né? Então aqui a ela ela fala às vezes de necessidade até terapêuticas. A logoterapia, que é a do Víor Franquio, trabalha exatamente com isso, a valorização do paciente, da pessoa sentir o seu valor, ela se autovalorizar. A psicologia consciencial também trabalha com essa questão da da autovalorização da pessoa sentir o profundo sentimento de pertencimento ao universo. Então, quando ela se percebe assim, atuante, produtiva, necessária, né, a vida passa e ela ela continua tendo o sentido mais profundo. Agora, qual é o a a como nós estamos vendo, independente, vamos supor que uma pessoa realmente não possa agir externamente, significa que a vida dela acabou? Não, ela pode agir, continuar agindo

undo. Agora, qual é o a a como nós estamos vendo, independente, vamos supor que uma pessoa realmente não possa agir externamente, significa que a vida dela acabou? Não, ela pode agir, continuar agindo no na vertical da vida, porque a questão as as questões que dizem respeito na à vertical da vida não precisa de questões materiais, não não está atinente as questões materiais. Então ela continua evoluindo na vertical da vida, pensando no porqu debilitada daquela maneira e desenvolver as virtudes ligadas a as questões da humildade, da paciência, da perseverança no bem, no bem de si mesma e, claro, no bem das pessoas que estão à sua volta por consequência do seu próprio bem-estar. Então, ela se perceber atuante, produtiva, necessária, não é somente relacionada as questões materiais, mas principalmente a questão do porquê viver na vertical da vida, porque isso pode acontecer com qualquer um de nós, né? Por exemplo, uma pessoa fica tetraplégica, quanta gente acontece isso, né? fica paraplégica, fica impossibilitada, às vezes não, não, mas eh deitada numa cama, ela pode orar, ela pode eh não só fazer atividades para ela mesma, mas para a coletividade, né? Eu me lembro a, eu me lembro de uma, num o filme de Madre Teresa de Calcutá, tinha uma voluntária que trabalha trabalha, ela não era freira, mas trabalhava muito de forma muito atuante na junto a Madre Teresa e ela adquiriu uma doença eh degenerativa chamada esclerose múltipla e ficou impossibilitada de fazer qualquer ação. E Madre Teresa incentivou a a a incentivou a formar um círculo de oração. Então, ela voltou para Londres, ela é britânica, voltou para Londres e eh a a fez um grupo de pessoas para orar pelas pessoas carentes, pelas pelo mundo, por tudo aquilo que existe de mal no mundo. Então, vejamos uma utilidade para alguém que não que passou porque a essa doença a ela vai degenerando e a pessoa fica totalmente paralítica, não? Mas o pensamento, o espírito está lúcido e ele pode continuar trabalhando porque o maior trabalho é basicamente espiritual.

ssa doença a ela vai degenerando e a pessoa fica totalmente paralítica, não? Mas o pensamento, o espírito está lúcido e ele pode continuar trabalhando porque o maior trabalho é basicamente espiritual. Na Cordé, lembra o caso de Jerônimo Mendonça. Jerônimo Mendonça, não sei, ele ele fazia na década de 80, de 90, de 70 do século passado, palestras deitado numa numa espécie de maca levado para e ele só movimentava praticamente os lábios. A a os únicos músculos era aqui é o os músculos da respiração, porque senão não conseguia viver. E aqui na no rosto era os lábios totalmente paralítico. E ele fazia palestras muito muito profundas. Nós o conhecemos quando ele esteve em Cuiabá uma vez. Para melhor expressar-se, o amor irrompe de formas diferentes, convidando a reflexão em torno dos valores existenciais. Muito do significado que se caracteriza pelo poder, mecanismo dominante da realização do ego, desaparece quando o amor não está presente, preenchendo vazio existencial. Essa ânsia de acumular, de dominar, que atormenta enquanto compraz, torna-se uma projeção da insegurança íntima do ser, que se mascara de força, escondendo a fragilidade pessoal em mecanismos escapistas injustificáveis que mais postergam e dificultam a autorrealização. Então aqui a a mentora, ela ela vai refletir, vai nos auxiliar a refletir sobre processos em que em vez de buscar o sentido existencial, a pessoa tenta preencher o o vazio existencial por poder, por questões do ego. É uma tentativa van, porque não é não são por ações egóricas. que nós vamos preencher o vazio existencial. O vazio existencial só pode ser preenchido pelo amor. Então, quando ela diz aqui, quando o amor não está presente, não vai haver preenchimento do vazio, né? E a pessoa que busca o poder, o poder temporal, as questões puramente horizontais, sem a busca do reino de Deus e a sua justiça, o que ela faz? Ela apenas mascara as suas necessidades, como ela diz aqui, ela mascara de força, escondendo a fragilidade pessoal em mecanismos escapistas injustificáveis

eino de Deus e a sua justiça, o que ela faz? Ela apenas mascara as suas necessidades, como ela diz aqui, ela mascara de força, escondendo a fragilidade pessoal em mecanismos escapistas injustificáveis que mais postergam e dificultam a autorrealização. É somente com as virtudes, com os princípios morais, é que se estabelece a o preenchimento do vazio existencial com o sentido existencial para melhor expressar-se, não, já falamos isso, nesta transformação, a metamorfose que se opera do rastejar do primarismo para acesse do raciocínio. O sofrimento se manifesta oferecendo um tipo de significado e de propósito para a vida. Impossível de ser evitado, torna-se imperioso ser compreendido e aceito, porquanto o seu aguilhão produz efeitos correspondentes à forma porque se deva aceitá-lo. Então, o que vai acontecer quando nós recusamos a busca do sentido profundo da vida? Preencher o vazio por meio das virtudes, do exercício das virtudes, a começar pelo amor, vai acontecer do sofrimento surgir na nossa vida, né? Quando a pessoa e faz faz um processo de permanecer nesse primarismo sem acender na vertical, o que ocorre? O sofrimento se manifesta, né? E aí o qual é o grande objetivo do sofrimento? fazer com que a pessoa enxergue a realidade de uma forma dolorosa, porque ela se recusou de fazer isso de uma forma amorosa. E aí ela recomenda, né, torna-se imperioso ser compreendido e aceito, porque nessas condições ele é impossível de ser evitado. Então, se aconteceu do sofrimento, né? Porque muitas vezes também acontece de nós estarmos sofrendo hoje as consequências de situações do nosso passado espiritual. Então, aceitar aquilo que nós não podemos mudar, né? Se for por negligência no presente, acolho. Se for por negligência no passado, acolho também. Ao acolher o sofrimento, o que que nós fazemos? Aceitar que essas conjunturas fazem parte. Imediatamente acontece a partir da aceitação. O que que acontece? alívio. Um alívio ao sofrimento. É o que Jesus fala. Busca eh eh vinde a mim todos vós

mos? Aceitar que essas conjunturas fazem parte. Imediatamente acontece a partir da aceitação. O que que acontece? alívio. Um alívio ao sofrimento. É o que Jesus fala. Busca eh eh vinde a mim todos vós que estais aflitos e sobrecarregados e eu vos aliviarei. Então primeira coisa que acontece um alívio ao sofrimento. Agora, se nós nos revoltamos com sofrimento, que que acontece? Né? Essa é uma da das causas dos próprios suicídio, né? Da depressão e do suicídio. Quando a pessoa se revolta com as atribulações da vida, ao se revoltar, ela amplia o sofrimento a ponto de ficar tão insuportável que ela acreditando que o sofrimento é do corpo transitório, ela mata o corpo achando que vai se livrar do sofrimento, né? Mas é semelhante a sair do caldeirão e cair dentro da fogueira, né? sai do caldeirão fervente e cai na fogueira, porque não é assim que se liberta do sofrimento. É aceitar que ele faz parte do processo da vida e que nós estamos aqui para nos libertar do sofrimento e se liberta por meio do exercício das virtudes. Quando explode, a rebeldia torna-se uma sensação selvajada, dilaceradora, que mortifica sem submeter, até o momento em que, racionalmente aceito, faz-se instrumento de purificação, estímulo para o progresso, recurso de transformação interior. Então, aquilo que a gente acabou de falar, né? Quando a pessoa se rebela, que que vai acontecer? o sofrimento se torna insuportável. Se ela aceita o sofrimento como algo transitório, que ela está aqui exatamente para se libertar, ele passa a ser um instrumento de purificação, de estímulo para o progresso, de recurso de transformação interior. O desabrochar da flor, rompendo o crausto, onde se oculta o perfume, o pólen, a vida é uma forma de despedaçamento que ocorre, no entanto, no momento próprio, para harmonia, preservando a estrutura e o conteúdo, a fim de repetir a espécie. O parto que propicia a vida é também doloroso, o processo que faculta de laceração. Então aqui ela faz comparações do da da de questões da natureza com o

tura e o conteúdo, a fim de repetir a espécie. O parto que propicia a vida é também doloroso, o processo que faculta de laceração. Então aqui ela faz comparações do da da de questões da natureza com o próprio sofrimento. Quando acolhido, ele produz vida. Quando rechaçado, ele acaba por gerar mais sofrimento ainda. Oi. Fala na no microfone. Quando a Joana coloca no slide anterior, eh, rompendo o claustro, onde se oculta o perfume, o pó e a vida, ela tá dizendo que é necessário um conflito para na no processo de de transformação, se é necessário conflito, não. O que é necessário é a a o processo de quando o conflito já for instalado, é necessário passar pelo conflito para superá-lo e não simplesmente rechaçar o conflito ou fazer de conta que ele não existe, entendeu, né? Por quê? Ela tá falando aqui, ela faz a comparação do do eh da com a flor, porque a flor, claro que a flor não tem inteligência para ela é apenas uma metáfora, né? Então, eh, se ela ficar ali, ah, eu não vou não vou não vou enfrentar esse desabrochar, não vou passar por isso, né? O que que acontece? ela só ficaria em botão e murcharia, não faria sua função. Então, na na nossa vida, nós somos convidados. Uma vez que nós estabelecemos e situações conflituosas que geraram sofrimento, cabe a nós o fazer o quê? Aceitar que nós fizemos isso e trabalhar para superar. nem revoltar-se com o processo, nem fazer de conta que ele não existe, né? mas fazer o trabalho de transformação. Por isso que ela faz até a comparação com o parto. Por mais que seja doloroso essa situação, ele propicia a vida eh a partir da do próprio do próprio parto. Aqui ela já vai explicitar de uma forma mais direta, sem a metáfora. sofrimento, portanto, seja ele qual for, demonstra a transitoriedade de tudo e a respectiva fragilidade de todos os seres e de todas as coisas que os cercam, alterando as expressões existenciais, aprimorando-as e ampliando-lhes as existências, os valores que se consolidam. Na sua primeira faceta, demonstra que tudo passa, inclusive a

coisas que os cercam, alterando as expressões existenciais, aprimorando-as e ampliando-lhes as existências, os valores que se consolidam. Na sua primeira faceta, demonstra que tudo passa, inclusive a sua presença dominante, que cede lugar às outras expressões emocionais, nada perdurando indefinidamente. Na outra vertente, a aquisição da resistência somente é possível mediante o choque, a experiência pela ação. Então, eh, aqui esse parágrafo ela explicita, né, que nenhum, o processo do sofrimento é algo sempre transitório. O sofrimento é um acidente de percurso na nossa vida. Ninguém reencarna para sofrer. Nós reencarnamos para amar. Quando há recusa ao amor, aí o sofrimento vem. Agora, como ela diz aqui, quando ele vem, ele vem para ampliar as existências internas para melhorar a nossa forma de encarar a vida, né? E e aí no final ela diz: "A resistência muitas vezes só acontece pelo choque." Que choque é esse que ela tá dizendo aqui, né? o choque do próprio sofrimento. Muitos de nós ficaríamos, se não fosse o sofrimento, ficaríamos eternamente fazendo coisas equivocadas, agindo de uma forma desamorosa conosco e com o próximo. Quando o sofrimento vem, dá um chacoalhão, aquele choque. E aí, poxa vida, eu estou nessa situação, mas eu sou muito mais do que isso. posso me libertar, né? Então, a partir daquele choque, a pessoa trabalha a sua resistência ao sofrimento e se conecta com as virtudes para se libertar do próprio sofrimento. O ser psicológico sabe dessa realidade. O self identifica, porém o ego a escamoteia. fiel às ao atavismo ancestral dos seus instintos básicos. O sofrimento constitui desse modo desafio evolutivo que faz parte da vida, assim como a anomalia da ostra produzindo a pérola. Aceitá-lo com resignação dinâmica através da de análise lúcida e bem direcioná-lo. É proporcionar-se um sentido existencial estimulante, responsável por mais crescimento interior e maior valorização lógica de si de si mesmo, sem narcisismo nem utopias, né? Bonito, né? Então, vejamos o que que

onar-se um sentido existencial estimulante, responsável por mais crescimento interior e maior valorização lógica de si de si mesmo, sem narcisismo nem utopias, né? Bonito, né? Então, vejamos o que que acontece do ponto de vista fisiológico pra gente concluir a nosso a nossa reflexão da noite. O selfie, o ser essencial, a essência divina que somos, identifica a realidade. Agora, o ego escamoteia. O que que é esse escamoteamento do ego? A tendência é o do ego de querer as coisas só. fáceis, prazerosas, aquilo que não gera nem aquilo que nós vimos agora a pouco, nem um obstáculo, nem um impedimento, como se a vida fosse um mar de rosas. Isso que seria agradável para o ego, não ter nenhum eh eh nenhum problema a ser resolvido. Só que isso faz com que o ser fique estagnado. Então, na essência divina, nós já sabemos o que realizar, né? Então, por isso ela diz, o sofrimento constitui que faz parte da vida. Porque muitas vezes nós agimos com desamor, com injustiça e descaridade conosco e com o nosso próximo. Ao agir com desamor, injustiça e descaridade conosco ou com o nosso próximo, nós produzimos sofrimento. Quando nós trazemos plenamente a consciência dessa realidade, nós vamos aceitar que esse sofrimento é apenas transitório. na nossa vida. E aí ela diz aqui aceitá-lo com resignação dinâmica. Aqui ela coloca essa virtude muito importante que é a virtude da resignação. A resignação, segundo Lázaro, Evangelho Segundo Espiritismo, é o consentimento da do coração. Obediência, consentimento da razão, resignação, consentimento do coração. Então, o que que significa esse consentimento do coração? aceitar que em algum momento da nossa trajetória evolutiva, mesmo que seja no passado espiritual e a gente não se lembre, em algum momento nós fizemos alguma coisa que justifique aquele sofrimento. Ao aceitar nesse processo de resignação, ela usa até o adjetivo dinâmica. Por quê? Porque a resignação não é um processo passivo, isso é acomodação. Ah, eu não posso mudar. Nós podemos mudar, sim. Nós

Ao aceitar nesse processo de resignação, ela usa até o adjetivo dinâmica. Por quê? Porque a resignação não é um processo passivo, isso é acomodação. Ah, eu não posso mudar. Nós podemos mudar, sim. Nós estamos aqui para mudar, para mudar esse sofrimento, sabendo que ele é transitório na nossa vida. Então, a resignação dinâmica. Eu aceito aquilo que eu não posso mudar e faço todos os esforços para mudar aquilo que eu posso. Isso que é resignação dinâmica. E aí ela vem e fala análise lúcida, o por está acontecendo aquilo. Então vejamos que isso é antídoto muito profundo da depressão e do suicídio. a pessoa fazer uma análise lúcida do que tá acontecendo com ela. Em vez de se deixar deixar levar passivamente pelo sofrimento, aprofundando no sofrimento, ela faz uma análise lúcida do que está acontecendo para bem direcionar o o próprio sofrimento. E aí proporcionando-se um sentido existencial estimulante, responsável por mais crescimento interior e maior valorização lógica de si mesmo, né? Então, quando ela faz esse esforço, todo o processo, o próprio sofrimento, passa a ser um grande instrumento de evolução e não um processo de pesar, de mais sofrimento e até às vezes do suicídio que vai aprofundar um sofrimento acervo para a pessoa. Então, é a forma de fazer com que a partir do sofrimento ela encontre um sentido existencial mais profundo. Nós ainda temos alguns slides, mas nós vamos ficar por aqui, vamos deixar pro nosso próximo encontro, o restante e vamos complementar com mais algumas eh falas sobre a questão do sentido existencial. Vamos fazer a nossa avaliação reflexiva. Vamos fechar os olhos. Entre em contato com você mesmo em essência, buscar buscando sentir o conteúdo estudado neste encontro. do conteúdo que você entendeu que se aplica a sua vida. O conteúdo estudado mudou a forma como você avalia a busca do sentido existencial. Caso positivo, que mudança foi essa? Neste encontro, refletimos sobre a busca do sentido existencial como antídoto da depressão e da tendência suicida.

como você avalia a busca do sentido existencial. Caso positivo, que mudança foi essa? Neste encontro, refletimos sobre a busca do sentido existencial como antídoto da depressão e da tendência suicida. Como é isso? para você. Você tem se empenhado para buscar um sentido para sua vida? Tem se empenhado para buscar o reino de Deus e a sua justiça? Como é para você realizar os esforços para encontrar cada vez mais e produzir um sentido existencial? Senhor Jesus, mestre amigo, agradecemos, Senhor, por mais esta noite de reflexões em que buscamos refletir sobre o sentido existencial da vida. Ampara-nos a todos, Senhor, para que possamos cada vez mais trazer esses conteúdos de forma viva para dentro das nossas vidas, de modo a nos libertar da tendência à depressão, da tendência ao suicídio, que muitas vezes trazemos até de outras existências. Que possamos, Senhor, valorizar a vida, amar a vida e sentirmo-nos felizes por estarmos vivendo neste momento que, apesar de conturbado no planeta Terra, é muito rico de experiências para todos nós. Gratos por tudo. Ampara-nos hoje e sempre, Senhor. Uma boa noite a todos. Na próxima terça-feira nós não temos estudo porque é a reunião da federação. Retornamos no dia 13 de novembro com os nossos estudos. M.

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