05 | Diretrizes seguras para libertar-se da depressão e da tendência suicida

Feemt Play 10/10/2018 (há 7 anos) 1:39:25 1,451 visualizações 72 curtidas

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Transcrição

baseado nas obrases hoje. Hoje nós vamos trabalhar o subtema A busca da realização como instrumento. análise de como nós nos eh relacionamos aos valores reais da vida, vai ser um grande antídoto ao processo depressivo. Quando nós adentramos a partir dessa autoanálise, como nós estamos enxergando a vida. Então, a partir daqui, a mentora vai fazer uma série de reflexões, inclusive relacionados à questão da infância, do ser, a importância da infância nessa nessa questão da realização pessoal e situações várias até vividas no passado espiritual que também estão relacionadas à realização. Então, nós vamos aprofundar o no conteúdo do do amor imbatível ao amor, que aborda eh essas questões, tanto as necessidades reais quando a quanto as necessidades aparentes focadas no ego. Para o cometimento são necessárias as progressivas regressões aos diferentes períodos vividos na juventude e na infância, até mesmo a fase de recém-nascido, quando o self verdadeiro foi substituído pelo ego artificial e dominador. Foi nessa fase que a inocência infantil foi foi substituída pelo sentimento de culpa em razão da natural imposição dos pais no lar e por extensão dos adultos em geral em toda parte. Mais tarde, identificando-se errada, em razão de não haver conseguido modificar os pais, nem vencer a teimosia dos adultos, mas cara-se de feliz, de virtuosa, perdendo a integridade interior, a pureza, aprendendo a parecer o que a todos agrada, ao invés de ser aquilo que realmente é no seu mundo interior. Então, vamos ver esse parágrafo aqui de suma importância para entender estes processos psicológicos. O que a benfeitora está querendo dizer aqui? Então, ela fala de progressivas regressões aos diferentes períodos vividos na juventude e na infância até até a fase recém de recém-nascido. Então, o que aconteceu ou o que que acontece comumente na infância? Na infância é muito comum, né, eh, da criança ser castrada pelos adultos, os adultos significativos, pai, mãe, eh, tios, avós, professores. E aí o que vai acontecer? A criança

e comumente na infância? Na infância é muito comum, né, eh, da criança ser castrada pelos adultos, os adultos significativos, pai, mãe, eh, tios, avós, professores. E aí o que vai acontecer? A criança tende a uma espontaneidade natural diante da vida. Mas devido à educação, a má educação, que é uma educação que focada num processo castrador, a a benfeitora, ela coloca que o self verdadeiro foi substituído pelo ego artificial e dominador. O que significa isso? O self verdadeiro é a essência divina, o ser essencial que nós somos. Todos nós somos uma essência divina. Quando nós reencarnamos, nós vamos utilizar uma personalidade transitória que faz parte do nosso ego, mas que vem com o objetivo de ser educado e de se educar para as questões profundas e essenciais da vida. Ninguém reencarna para dar vazão aos sentimentos do ego. Ninguém reencarna para eh fazer o mal para si mesmo e para o o próximo. Ao contrário, nós reencarnamos para produzir o bem, para viver o bem, para nos tornarmos pessoas melhores, gradualmente melhores. Esse é o grande objetivo da reencarnação. E aí o que vai acontecer muitas vezes, em vez de o os adultos significativos, pai, mãe, eh professores, evangelizadores, também entram nessa categoria de de adultos significativos. Reforçarem as questões essenciais. reforçarem o selfie verdadeiro que são que está que na verdade é o ser real, o ser essencial, o espírito imortal que somos, que vem, que reencarna com o objetivo de desenvolver virtudes, cumprir as leis divinas, como nós temos visto nos vários eh módulos de estudo reflexivo, em vez de reforçar essa Essas questões, o que fazem os adultos significativos para a criança? Devido à castração, o ser essencial vai ficar em segundo plano e o ego artificial e dominador passa a fazer o papel do self, do ser essencial. Então, que face do ego que vai fazer o papel do self ou do ser essencial, que é a mesma coisa. Que parte seria? E aí, Jéssica, que parte seria? Você tem condições de responder? Essa é uma parte do ego que parece a

ce do ego que vai fazer o papel do self ou do ser essencial, que é a mesma coisa. Que parte seria? E aí, Jéssica, que parte seria? Você tem condições de responder? Essa é uma parte do ego que parece a essência, mas não é a essência. Que parte é essa? É a face mascarada do ego. O ego tem duas faces. Uma face evidente, onde os sentimentos negativos predominam, sentimentos como a ódio, orgulho, eh raiva, ansiedade e sentimentos desse tipo. E tem uma face mascarada. Essa face mascarada está focada no parecer, parecer humilde, parecer bom, parecer harmonizado, parecer eh eh uma pessoa amorosa, né? Então, quando quando Joana de Angeles fala que o self verdadeiro foi substituído pelo ego artificial e dominador, ela está falando dessa face mascarada que parece positiva, mas não é. Por quê? O adulto, em vez de educar a criança para a prática das virtudes, ele reprime os sentimentos egóicos evidentes da criança. Por isso ela diz aqui, ó, ah, em razão da natural imposição dos pais no lar, por extensão dos adultos em geral, em toda parte, os adultos significativos que ligam, lidam com aquela criança, o que vai acontecer? Ela substitui a inocência infantil por sentimento de culpa. Então, todas as vezes que ela faz alguma coisa que não agrada os adultos, principalmente se esse adulto for o seu pai ou a sua mãe e ela é reprimida por isso, o que que ela acontece na mente infantil? Ela se percebe errada, como a mentora diz aqui, ela se identifica errada e sente culpa por não ter agradado aquele adulto significativo para ela, que é o pai e a mãe, ou um professor, um evangelizador, um tio, uma um tio, uma tia, um avô, uma avó, enfim, qualquer adulto que lide com ela. Então ela se identifica errada em razão de não haver conseguido modificar os pais. Os pais ficaram eh porque tem pai, mãe, chega de falar: "Eu tô de mal com você porque você não é uma criança boazinha". Tem esse tipo de fala com a criança, né? Fica de mal com a criança, fica eh maltrata a criança por pelo fato dela não ter conseguido agradar o pai e a

com você porque você não é uma criança boazinha". Tem esse tipo de fala com a criança, né? Fica de mal com a criança, fica eh maltrata a criança por pelo fato dela não ter conseguido agradar o pai e a mãe. E aí o que vai acontecer? Ela mascara-se de feliz. O que que é mascarar de feliz? Ela faz de conta que tá tudo muito bem. Ela mascara-se de feliz, de virtuosa. Só que isso tudo está focado no parecer do ego mascarado e não a virtude do ser essencial que ela é. Então ela vai gradualmente perdendo a integridade interior, a pureza, aprendendo a aparecer. Então o que importa é ela agradar o adulto, mesmo que ela finja que está tudo bem com ela, tá? É claro que isso vai acontecendo na na mente da criança, principalmente na primeira infância, que a criança eh ela ela pensa de forma concreta todas as vezes que ela não consegue agradar os adultos, se ela for reprimida e não eh educada para lidar com as suas emoções, o que vai acontecer? Ela aprende que ela precisa reprimir os seus sentimentos para poder conviver com aquele adulto. E ela aprende a fazer isso na infância, na primeira infância, na segunda infância, claro, na adolescência, ela vai usar de vários instrumentos para escamotear a própria convivência com os pais e outros adultos até chegar na vida adulta. Como chega uma pessoa dessa na vida adulta? Vai ser aquele adulto que vai estar eh acostumado com o parecer e não com ser. Vai estar acostumado às máscaras do ego e não a vivência profunda daquilo que é da própria essência. Então, a a toda aquela pureza, tudo aquilo que existia de mais profundo na criança vai sendo castrado ao longo do tempo, né? e ao invés de ser aquilo que realmente é no seu mundo interior. Por isso que nós temos hoje muitos adultos com muitos problemas, muitos problemas psicológicos, porque esses problemas psicológicos começam lá na infância. a criança se torna, em vez de ser uma criança eh eh de bem, uma criança eh focada no seu bem-estar, na na sua autenticidade, passa a ser uma criança artificial, uma criança totalmente

lá na infância. a criança se torna, em vez de ser uma criança eh eh de bem, uma criança eh focada no seu bem-estar, na na sua autenticidade, passa a ser uma criança artificial, uma criança totalmente eh bloqueada nas suas emoções mais profundas. Ficou claro isso, gente? Alguma pergunta? Pergunta. Trace o microfone pro pro Naj, por favor. Depois Solange aqui, ó. Alô. Oi, Alírio. Também tem ao contrário, né? que não entra na depressão. A criança que domina os pais, tem a a capacidade de de levar os pais a fazer todo o desejo da criança, porque ela tem um jeito dominador sobre os pais. Isso também se existe caso da criança ser dominadora, assim, quando os pais têm uma característica permissiva, que é o lado oposto, porque tem aqueles que são castradores e tem aqueles que são permissivos. deixa a criança fazer tudo que ela quer. Aí ela se torna uma criança tirânica que vai tiranizar os próprios pais que a a que abrem mão da sua autoridade sobre a criança. Então, entre os extremos do autoritarismo de um lado e do da permissividade do outro, existe autoridade com base moral nos próprios exemplos em que o pai e a mãe vão fazer esforços para desenvolver as virtudes e auxiliando os seus filhos no processo de também desenvolver essas virtudes, né? Então, esforço do pai e da mãe consciente, do evangelizador consciente, do professor consciente, de trabalhar as suas limitações para nem ser permissivo, deixando a criança fazer tudo que ela quer, né? colocar limites no relacionamento, mas limites que eduquem a criança e não reprimam, nem deseduque no processo da permissividade, nem reprima no na castração, né? Solange, no seu comentário você já respondeu o que eu ia perguntar, porque a a culpa, né, que ela vem desse mecanismo de o certo e errado e você autoritariamente impor, gerando essas máscaras, ao mesmo tempo a permissividade. ia perguntar exatamente o equilíbrio que você já colocou, que é o desenvolvimento dos pais e responsáveis, fazendo esforços diários, continuados e perseverantes, para poder

smo tempo a permissividade. ia perguntar exatamente o equilíbrio que você já colocou, que é o desenvolvimento dos pais e responsáveis, fazendo esforços diários, continuados e perseverantes, para poder também passar isso pra criança com autoridade moral e amorosa. Era essa a minha pergunta, mas você já respondeu, certo? É exatamente isso, né? pessoal complementando esses esforços, porque você aprende a ser pai e mãe no próprio processo da educação. Agora, o pai e a mãe são convidados a estarem atentos para oferecer essa educação que não seja nem castradora, nem permissiva, para que a criança seja o mais autêntica e natural possível. Quando ela é educada dessa forma, essa autenticidade, essa naturalidade faz com que ela aprenda que faz parte da vida errar, faz parte da vida aprender com os erros. E aí ela não vai se sentir, né, dentro dessa, vai se sentir errada, vai se sentir culpada por não agradar os pais o tempo todo, porque não é esse o objetivo da vida, não é para isso que ela reencarnou, para agradar os seus pais, ser boazinha para eles. Claro que muitas vezes nós já trazemos e essas tendências até do nosso passado espiritual. Mais para frente, Joana de Angel vai falar sobre isso, que muitas, muitos problemas nós já renascemos com eles, mas o objetivo da nova existência é transformar tudo isso e não reforçar. Dependendo da forma como a criança é educada, esses processos perturbadores são reforçados. Esse trabalho de progressão regressiva que se pode lograr mediante conveniente terapia é muito doloroso, porque o paciente se recusa inconscientemente a aceitar os erros como forma de defesa do ego e, por outro lado, por meio do enfrentamento com todos esses medos, aparentemente adorme O seu despertar assusta porque conduz a novas vivências desagradáveis. O ego no seu castelo conseguiu mecanismos de defesa e domina soberano, reprimindo os sentimentos e disfarçando os conflitos, porquanto sabe que a liberação desses estados interiores pode levar ao à agressividade

u castelo conseguiu mecanismos de defesa e domina soberano, reprimindo os sentimentos e disfarçando os conflitos, porquanto sabe que a liberação desses estados interiores pode levar ao à agressividade ou ao mergulho nas fugas espetaculares da depressão. Vamos, vamos refletir. Joana é muito profunda nos pensamentos dela, demaica, mas ao mesmo tempo nos nos elucida uma série de questões importantes, né? Aqui nós estamos tratando da de de o antídoto de como nos libertar da depressão e de uma certa forma também adentrando no processo depressivo, como ela diz aqui, eh eh quando nós fazemos diferente, quando nós agimos diferente. Então ela tá sugerindo aqui que muitas vezes, dependendo da situação, é necessário um processo terapêutico. Nem todas as pessoas precisam de um processo terapêutico, mas muitas quando tem esses processos da criança ferida dentro de si mesma, ah, foi muito castrada na infância, quando na vida adulta, se ela não fizer um trabalho para curar a criança ferida que traz dentro de si, dificilmente ela vai ter uma vida saudável. Então, por isso que ela que ela sugere, inclusive a regressão de memória às situações da infância. E ela fala que é muito doloroso. Por que que é doloroso o processo muitas vezes do da psicoterapia? Porque nós ainda fazemos parte de uma cultura que em vez de focalizar o aprendizado em relação aos erros, admitindo que os erros, as as limitações fazem parte natural da vida, nós ainda temos uma visão muito castradora dos do sobre os erros, porque essa visão já começa na infância. você passa pela adolescência e vai chegar na vida adulta dessa forma. Então, o que vai, por que que é muitas vezes é doloroso o trabalho de autoconhecimento? Porque o paciente se recusa inconscientemente a aceitar os erros ou subconscientemente a aceitar os erros. Então, em vez de aceitar os erros no sentido de que tudo que nós fazemos de errado é uma oportunidade de aprendizado, como temos estudado muito aqui no estudo reflexivo, o a pessoa eh não aceita e como ela não

vez de aceitar os erros no sentido de que tudo que nós fazemos de errado é uma oportunidade de aprendizado, como temos estudado muito aqui no estudo reflexivo, o a pessoa eh não aceita e como ela não aceita, ao enxergar qualquer coisa nesse sentido, dói muito. Dói onde? no ego, o ego fica ferido, porque como na a pessoa aprendeu a mascarar as suas necessidades, eh, usando uma uma simbologia, é como se as máscaras colasse tanto na pele que ao retirar a máscara vai um pouco de pele junto e aí ela eh tem a pele machucada e dolorosa pelo pela pela situação que durante muito tempo foi eh desenvolvida, né? Então, por isso que ela diz aqui é o a é uma defesa do ego. Então, o mascaramento é essa defesa do ego. A pessoa mascara o a as suas necessidades, mascara os sentimentos negativos que tem. Aprendeu isso lá na infância. ou às vezes até em outras existências e eh usa esse instrumento para se proteger. Há uma intenção positiva de proteção, mas que não resulta numa proteção real. Ao contrário, né? É uma pseudoproteção. A pessoa não se protege, não há uma defesa real. O que há é simplesmente a pessoa fugindo de si mesma. Então é o mecanismo de fuga do ego que acontece. Por isso ela diz assim: "O medo do enfrentamento com todos esses medos aparentemente adormecidos". Então, quando ela é convidada num processo terapêutico ou mesmo autoterapêutico, a se enxergar, muitas vezes surgem essas esses mecanismos de defesa impedindo o processo como um mecanismo autoprotetor que não protege, porque a verdadeira proteção é buscar as questões essenciais, ressignificando and as eggóricas, né? E aí, como a mentora diz, o despertar assusta todas as vezes que ela percebe algo muito negativo em si mesma, como acostumou com a máscara do parecer em detrimento do ser, ela se assusta. E se se ela não esforçar-se para aprofundar o processo, ela tende a superficializar e até fugir, né? Por isso ela diz: "Conduz a novas vivências desagradáveis". Por quê? Durante muito tempo, ela escondeu dela das das pessoas à sua volta. Ela

ar o processo, ela tende a superficializar e até fugir, né? Por isso ela diz: "Conduz a novas vivências desagradáveis". Por quê? Durante muito tempo, ela escondeu dela das das pessoas à sua volta. Ela aprendeu a esconder as suas reais necessidades desde lá da infância. passou por toda a adolescência, chegou na vida adulta, continua a esconder os seus sentimentos, bloqueando esses sentimentos. Quando ela é convidada a reviver tudo isso, tudo isso é muito desagradável. É mais fácil permanecer na concha da eh da concha superficial da máscara do ego. Parecer uma pessoa virtuosa, parecer uma pessoa feliz, parecer uma pessoa que está de bem com a vida. E enquanto ela está no parecer, ela não lida com essas situações desagradáveis. E aí Joanas coloca, usa uma figura, o ego no seu castelo. É como se o ego eh domina, fosse o Senhor e o self, o ser essencial fosse o escravo, né, o servo. E na verdade é o contrário, o ser essencial, o self, que deve ser o senhor e o ego, o servo, aquele que serve. Então, nós estamos, nós somos espíritos imortais e estamos no corpo, não para fugir de nós mesmos, nós estamos tendo uma uma uma personalidade para eh poder realmente nos olhar com verdade, com pureza. Por isso o símbolo da a questão da pureza da criança para que o ser essencial seja o condutor da nossa vida e não o ego. Então ela fala que o ego no seu castelo conseguiu mecanismos de defesa e domina soberano. Ele passa a ser o soberano, Senhor, reprimindo os sentimentos e disfarçando os conflitos. Então, a pessoa aprende a a reprimir desde a infância, a disfarçar os seus problemas, porquanto sabe que a liberação desses estados interiores pode levar à agressividade, ao mergulho nas fugas espetaculares da depressão. Então, por que que ela fala das fugas espetaculares? Funciona assim. Enquanto a pessoa está fingindo, está de uma forma profunda mascarando numa pseudoalegria, numa pseudofelicidade, num num pseudo bem-estar, ela não lida com os problemas de profundidade. Então, ela mantém esse esse status qu

ingindo, está de uma forma profunda mascarando numa pseudoalegria, numa pseudofelicidade, num num pseudo bem-estar, ela não lida com os problemas de profundidade. Então, ela mantém esse esse status qu essa essa situação, porque a protege, entre aspas. Na verdade, tudo isso aqui é uma falsa proteção de entrar nos em processos de ou de agressividade ou de depressão. Mas isso daqui é protege realmente a criatura. Ela disfarçar, ela fingir que ela não tem problema, reprimindo sentimentos, disfarçando conflitos. Na verdade, é só adia o problema. Então, o que acontece comumente? O que tem acontecido muito nos últimos tempos, as pessoas vão passando principalmente a a a na adolescência, na adulto jovem, disfarça através de quê? De sexo, de drogas, de festas e de uma série de situações bem superficiais na da vida, né? Muita gente faz isso e vai empurrando para mais tarde, para a chamada terceira idade, principalmente os conflitos. Quando chega na na meiaade para a terceira idade, 40, 50, 60, 70 anos, as pessoas eh todos esses conflitos que foram acumulados ao longo do tempo vão aflorar. E quando aflora, muitas vezes vai se aflorar a partir de processo, como ela diz aqui, fugas espetaculares da depressão. A pessoa cai na depressão e muitas vezes fica esperando a morte chegar, né? Quando não acontece delas se matarem direta ou indiretamente com o processo do suicídio. Por quê? Porque houve durante muito tempo esse processo de repressão de sentimentos e disfarce dos conflitos, né? Isso, claro, nós estamos falando de um modo geral, tem exceções a essa regra, mas de uma certa forma todo o processo de repressão de sentimentos e de disfarce dos conflitos não não adianta. Simplesmente a pessoa adia os seus problemas e quando eles surgem, eles vêm numa avalanche. Muito trabalhoso de se lidar. Por quê? Imaginemos uma vida inteira reprimindo sentimentos e disfarçando conflitos. 10, 20, 30, 40 anos fazendo isso. Até mais. Quando vem, vem uma avalanche de problemas que não foram trabalhados. Tem

r quê? Imaginemos uma vida inteira reprimindo sentimentos e disfarçando conflitos. 10, 20, 30, 40 anos fazendo isso. Até mais. Quando vem, vem uma avalanche de problemas que não foram trabalhados. Tem perguntas, Scha? Você já respondeu também, mas é o exercício do auto perdão aí, né, Alírio? Que é tão trabalhoso, porque a gente se rebela, murmura, não aceita a realidade e aí é trabalhoso se auto perdoar e fazer os esforços para se modificar, né? Sim. Eh, por que que o perdão é trabalhoso ainda para nós? Porque o orgulho fala muito alto a todo o processo da social. de repressão do erro como sendo uma coisa abominável e não uma uma experiência que não deu certo, que nós podemos aprender e reparar, faz com que nós entremos num processo de orgulho, seja orgulho eh eh evidente, seja o orgulho ferido, que é a vergonha, a a o mal-estar que a pessoa sente quando se percebe em erro ou quando os outros percebem os o erro dela. Aí o que acontece? A a o próprio processo do orgulho gera a culpa. E aí nisso daí o que vai acontecer? A tendência, em vez de trabalhar efetivamente na solução do problema, a pessoa foge eh com a defesa do ego, criando um uma pseudo onde não está havendo harmonia, né? E aí toda a situação eh de repressão de sentimentos e disfarce de conflitos vai se dar, né? Então, nós estamos vendo que tudo isso se não for trabalhado, vai é uma das causas também profundas da depressão, a a esse estado todo que as pessoas fazem de não trabalhar os seus sentimentos. Todos os indivíduos, de alguma forma sente-se desamparados em relação aos fatores que regem a vida. os fenômenos do automatismo fisiológico, o medo da de da doença insuspeita, da morte, do desaparecimento de pessoas queridas, as incertezas do destino, os fatores mesológicos como tempestades, terremotos, erupções vulcânicas, acidentes, guerras. De algum modo, essa sensação de insegurança, de desamparo, provém da infância. ou de outras existências, quando se sentiu dominado sem opção, sujeito aos impositivos que lhe eram apresentados,

uerras. De algum modo, essa sensação de insegurança, de desamparo, provém da infância. ou de outras existências, quando se sentiu dominado sem opção, sujeito aos impositivos que lhe eram apresentados, fazendo que o amor fosse retirado do cardápio existencial. Aqui mais um parágrafo muito significativo. Todos nós, seres humanos, que estamos no corpo, estamos sujeitos a quê? a tudo que acontece num planeta de expiações e provas. Num planeta de expiações e provas, quem pode se dizer que está totalmente seguro do ponto de vista da fragilidade, da vulnerabilidade do corpo físico, da vida física? Ninguém. Por isso ela diz, todos nós nos sentimos desamparados em relação aos fatores que reagem a vida. Aí ela coloca o automatismo fisiológico, é o eh funcionamento do nosso corpo, o medo de de de ter uma doença de uma hora para outra eh for um diagnóstico de uma doença, pode acontecer com qualquer um de nós. Ah, o medo da morte, o o medo de de pessoas queridas desencarnarem, eh as próprias incertezas da vida num planeta de expiações e provas. eh os fatores ligados a a próprio ao próprio planeta, que é um planeta ainda instável, ainda em construção, que ele gera os tempestades, terremotos, erupções vulcânicas, acidentes, guerras, são uma série de situações próprias de um planeta de expiações e provas. como se nós tivéssemos o hábito de viver como espíritos imortais, momentaneamente num corpo, fazendo esforços para viver o ser essencial que somos, o que aconteceria com relação a isso? Nós buscaríamos a a conexão com Deus, com sentimento de filiação divina. Buscaríamos a proteção divina, a nossa própria proteção essencial, conectados com a realidade que a vida é transitória, ficaríamos muito bem se isso fosse um hábito já instalado em nós, comum em nós. Como isso ainda é algo a ser construído pela grande maioria das pessoas, o que acontece? Nós vamos sentir essa insegurança que a mentora coloca, o desamparo. E isso quanto mais castradora foi a foi a infância ou a permissiva foi a

onstruído pela grande maioria das pessoas, o que acontece? Nós vamos sentir essa insegurança que a mentora coloca, o desamparo. E isso quanto mais castradora foi a foi a infância ou a permissiva foi a infância, mas esse sentimento de insegurança e de desamparo vai acontecer. E a bentoura também coloca, muitas vezes já vem de outras existências. o sentimento de insegurança e de desamparo. E aí a pessoa que aprende eh entrou nesse processo de se sentir dominada sem opção, ela acaba sentindo que o amor a ela mesma, o amor que vem das pessoas, eh, não faz parte da sua existência, né? E aí a tendência dela se fechar. Por isso há enorme eh relação entre esses processos todos e a depressão. Quando a pessoa sente esse desamparo, ela sente muitas vezes esse um muitas vezes um sentimento de abandono em relação a a ao próprio criador, a própria vida. Toda essa insegurança, esse desamparo culmina num estado de profunda carência afetiva, de profunda carência de amor, né? Mas como nós temos refletido, há alguém que não está sob o o amor de Deus? Há alguma criatura que não traga o amor íncito dentro dela? Nós já nós somos amor, né? O self, o ser essencial é amor. Então, se nós somos amor, o que acontece? Tudo isso que faz parte da vida no planeta expiações e provas devem ser ressignificado. Agora a mentora vai trabalhar como fazer isso, como trabalhar essa ressignificação. Tal sentimento contribui para a análise do problema da sobrevivência, que é o mais importante, ainda não solucionado no inconsciente. Então, é aquilo que nós falamos, muito importante lidar com tudo isso. Porque aí ela vai começar a desenvolver todo um raciocínio de como nós podemos agir, seja na vida adulta, depois de dar já adultos, seja na educação das nossas crianças, para que elas mais tarde não passem por aquilo que nós muitas vezes estamos passando para que tenhamos uma sociedade melhor, mais equilibrada. Eis porque é necessário liberar esses conflitos perturbadores, reprimidos, para que a criança inocente, pura, no

muitas vezes estamos passando para que tenhamos uma sociedade melhor, mais equilibrada. Eis porque é necessário liberar esses conflitos perturbadores, reprimidos, para que a criança inocente, pura, no sentido psicológico, bem se depreende, volte a viver integralmente. De que criança ela tá falando aqui? interna, a criança interna, a criança ferida que existe em nós. Então, se nós fomos na na infância, castrados, feridos na nossa integridade e tudo mais, como nós vimos até agora, cabe a nós agora na vida adulta ressignificar isso, curar a criança ferida. E aí, como que vai acontecer isso? pela liberação dos conflitos perturbadores reprimidos, para que a criança inocente que exista em nós, mas que está momentaneamente ferida, machucada, possa aflorar, volte a viver integralmente, como diz a mentora. Claro que se nós pudermos fazer um trabalho com as nossas crianças para que elas não sejam as os futuros adultos com as crianças feridas, bem melhor no planeta de de regeneração, as as crianças vão ser educadas para não se tornarem crianças feridas. Mas por enquanto que nós vivemos num planeta expiações e provas, tudo isso ainda acontece. Nós somos convidados a ressignificar tudo isso e nós adultos dificilmente não temos uma criança ferida a ser eh trabalhada, a ser eh curada em nós, né? Então é é esse processo terapêutico que quando muito intenso deve ser trabalhado em terapia, como diz a mentora. Quando não é muito intenso, a própria pessoa pode trabalhar, ela cita mais para frente a questão da autoterapia, mas é fundamental mexer nessa questão, trabalhar as feridas. Tem pergunta, Saulo? Eh, você pode discorrer um pouco mais sobre esse ainda não solucionado no inconsciente? Então, o que que é esse ainda não solucionado no inconsciente? é que a o processo daquelas repressões de conflitos, sentimentos reprimidos, eles ficam num nível eh inconsciente ou subconsciente. Nós preferimos hoje o termo subconsciente, porque o espírito ele traz em si mesmo essa consciência, só que no nível de

s, sentimentos reprimidos, eles ficam num nível eh inconsciente ou subconsciente. Nós preferimos hoje o termo subconsciente, porque o espírito ele traz em si mesmo essa consciência, só que no nível de vigília nós não percebemos. Então, a questão do inconsciente nada é mais é do que uma não percepção pelo fato de nós não termos o hábito do autoconhecimento. Por isso que a mentora tá dizendo aqui, quando nós fazemos esse processo de autoanálise e vamos adentrando nas estruturas que foram reprimidas e e nesses conflitos todos, o que nós vamos fazer? Nós vamos trabalhar para que aquilo que está inconsciente ou subconsciente se torne consciente. Quando se torna consciente, nós temos condições de trabalhar melhor e aí nós vamos ressignificar os sentimentos negativos por meio das virtudes. Então, por exemplo, se nós percebermos insegurança em nós, vamos voltar ao anterior, a percebermos insegurança e desamparo em nós, por exemplo, como que nós vamos, nós não vamos combater a insegurança. O que nós vamos fazer? Nós somos convidados a desenvolver a segurança, a autoconfiança. Quando nós desenvolvemos a autoconfiança, eh, percebendo a insegurança, a autoconfiança é a virtude que transmuta, que ilumina, que dilui a insegurança. No caso do desamparo, se nós sentirmos desamparados, o que vai transmutar o desamparo é o sentimento de pertencimento, é o sentimento de filiação divina. São virtudes que fazem com que nós nos sintamos profundamente amparados por Deus e por nós mesmos, no sentido de que nós estamos buscando o essencial. Então, quando nós fazemos isso, o que que nós estamos fazendo? Nós estamos trabalhando essa questão da da sobrevivência de daquilo que não está solucionado no inconsciente para solucionar, né? Que ela já no segundo, no parágrafo seguinte fala sobre isso, libertando dos conflitos perturbadores reprimidos. em vez de a desrepressão desses conflitos, desse sentimento, gerar depressão, como ela colocou anteriormente, ele vai gerar a transformação do ser para que aquela

s conflitos perturbadores reprimidos. em vez de a desrepressão desses conflitos, desse sentimento, gerar depressão, como ela colocou anteriormente, ele vai gerar a transformação do ser para que aquela criança que foi castrada na infância eh venha à tona, né? seja nesta existência, seja em outras existências, porque nós trazemos também crianças feridas de outras existências que foram muito castradas, às vezes até abandonadas mesmo no passado espiritual. Então tudo isso vai sendo trabalhado, seja num processo terapêutico, seja em autoterapia. Aqui ela vai explicitar melhor, tá? Inicia-se então o maravilhoso processo de terapia para a busca da realização. Sob o controle do terapeuta, esse direcionamento se orienta para a criatividade através da qual o paciente expressa um tipo de sentimento, mas vive noutra situação. Essas emoções antagônicas devem ser trabalhadas pelo técnico para depois serem vividas pelo indivíduo, que passa a permitir que tudo aconteça naturalmente, sem novas pressões, nem castrações, nem dissimulações. Passa a eliminar a raiva reprimida. A angústia pode expressar-se porque sabe estar sob assistência e contar com alguém que ouve e entende o conflito. Então aqui ela está falando do processo terapêutico em si com o profissional, né? O que vai acontecer quando a na nessa busca da realização, vamos trocar em miúdos o que ela diz. O terapeuta orienta para a criatividade. O que que ela tá chamando aqui de criatividade? A criatividade é o processo eh em que a pessoa vai expressar os sentimentos, os os sentimentos que estavam reprimidos, os conflitos reprimidos e que vão aflorar, né? como ela diz aqui, expressa um tipo de sentimento, mas vive noutra situação. Como ela vive na, ela estava vivendo na máscara dos sentimentos para se proteger no mecanismo de defesa, o que que é necessário? retirar as máscaras e trabalhar no sentimento real e não naquilo que está aparente. Quando a essas emoções antagônicas, o que eu sinto em profundidade no daquilo que eu aparento sentir, por isso ela

? retirar as máscaras e trabalhar no sentimento real e não naquilo que está aparente. Quando a essas emoções antagônicas, o que eu sinto em profundidade no daquilo que eu aparento sentir, por isso ela fala das emoções antagônicas, né? A pessoa, a pessoa vai trabalhar através de técnicas terapêuticas que varia conforme a a escola de de terapia que o terapeuta produz eh trabalha. Mas é muito importante que a os sentimentos reprimidos sejam vividos pelo indivíduo, como diz aqui, eh, que passa a permitir que tudo aconteça naturalmente, sem novas pressões, nem castrações e nem dissimulações. Como que acontece isso? a pessoa vai passar a viver de uma forma autêntica. Se eu sinto raiva, como ele diz aqui, a raiva reprimida ou sinto angústia, é necessário expressar isso. Como que se expressa isso? Cada corrente terapêutica tem uma forma. A forma como eh nós trabalhamos é a forma em que nós pegamos o sentimento egóico e a virtude que transmuta aquele sentimento egóico. Então a pessoa vai ser convidada a reconhecer que existe raiva dentro dela e que não é reprimindo essa raiva que ela vai se libertar, nem tampouco soltando a raiva. Existe algumas correntes terapêuticas que e orienta a pessoa a soltar a raiva. Nós solta os cachorros, não importa, o problema não é seu, né? Aí o problema vai ser do outro que vai receber a sua raiva. Dentro de uma visão da psicologia consciencial que nós trabalhamos, a raiva eh nem deve ser reprimida, nem colocada para fora. Ela deve ser ressignificada por meio da virtude que ressignifica a raiva. Então, a raiva ela é consequência o estado de rebeldia do espírito que não aceita as conjunturas da vida, não aceita uma série de coisas, então ele fica com raiva. Então, em vez de reprimir, por isso ela fala, sem novas pressões, nem castrações, nem dissimulações. Não adianta fingir, ah, eu não vou, não sinto raiva porque agora eu sou espírita ou porque eu tenho conhecimento, porque é, não é assim que se que funciona. Ela reconhece, eu estou realmente sentindo essa raiva ou ódio ou

h, eu não vou, não sinto raiva porque agora eu sou espírita ou porque eu tenho conhecimento, porque é, não é assim que se que funciona. Ela reconhece, eu estou realmente sentindo essa raiva ou ódio ou ou ansiedade, qualquer sentimento negativo. Reconhece o sentimento. E aí, qual é a virtude que transmuta esse sentimento? Então, o que transmuta a rebeldia, a inaceitação, a intolerância à raiva, sentimentos de humildade, de mansidão, de aceitação das da vida como ela é, de aceitação de si mesmo. São várias virtudes que vão ser que a pessoa vai ser convidada a exercitar todas as vezes que ela tiver um ímpeto de raiva, ela tomar consciência. Eu posso dar vazão a essa raiva, eu posso reprimir essa raiva, assim como eu posso ressignificar essa raiva. Então, na na abordagem que nós fazemos, é uma abordagem focada na escolha consciencial. Então, a pessoa nem reprime, nem dissimula o que ela está sentindo, fingindo que não tem raiva ou eh jogando a raiva para fora, nem reprimindo nada disso. Ela reconhece: "Eu posso reprimir, eu posso dar vazão, mas eu posso agir conscientemente e ressignificar". Então, é assim que nós eh trabalhamos para que aquele processo egóico eh seja resolvido, seja eh ressignificado e a pessoa se liberte do do da constrição do sentimento negativo. Então, no consultório, na no set terapêutico, a pessoa o terapeuta ouve a pessoa, entende o conflito e vai auxiliá-la utilizando a as técnicas que ele eh aprendeu para fazer. No nosso caso, as técnicas são sempre focadas nas virtudes eh e na pessoa ressignificar. Alguma pergunta, gente? Tem pergunta, Jéssica, por favor. Eu gostaria de entender melhor isso que você acabou de colocar de uma forma prática. Uhum. Né? Porque tem algumas pessoas que falam: "Mas na hora da raiva eu nem pensei, já agi." Uhum. Como que ela vai na hora da raiva, naquele fervor, estar pensando essas diferentes situações que ela poderia agir ou não agir para ressignificar? Aham. É uma boa pergunta. Ah, muitas vezes a pessoa já só pensa no problema

ora da raiva, naquele fervor, estar pensando essas diferentes situações que ela poderia agir ou não agir para ressignificar? Aham. É uma boa pergunta. Ah, muitas vezes a pessoa já só pensa no problema depois que ele já aconteceu. É, é muito comum isso. E a qual é a nossa orientação nesse caso? A orientação é ver sempre qualquer manifestação desse tipo como um erro consumado. Qual é a única coisa positiva, Jéssica, que você pode fazer depois de um erro consumado? aprender com ele. Aprender com ele. Então, vejamos, num processo real de mudança, em que não há nem pressão, nem castração, nem dissimulação, como que a pessoa vai analisar as situações? Muitas vezes ela só vai perceber o problema depois que ele já aconteceu, depois que a raiva já foi manifestada e tudo mais. Quando isso acontece, ela vai fazer uma análise do problema depois que ele já ocorreu, refletir o que aconteceu com ela, as ações de rebeldia que ela teve, tudo isso aprende com erro, né, e se esforça para numa próxima vez agir de forma diferente. Mas vamos supor que a pessoa reprisou, fez a mesma coisa. Com certeza já não vai ser exatamente a mesma coisa do da anterior. Novamente ela vai fazer a todo um esforço para aprender com aquele erro e vai fazer isso quantas vezes forem necessárias. chega um momento que ela já começa a perceber durante o processo. Ela tá tendo uma crise de raiva e ela mesmo, poxa, eu tô tendo essa crise por causa disso, disso, disso. Significa o quê? Que ela já avançou um pouco mais no autoconhecimento. Porque todo processo de mudança requer três fases: autoconhecimento, autodomínio e autotransformação. Então, uma primeira fase é a fase do autoconhecimento, que ela aprende com os próprios erros. ela vai se conhecendo, se percebendo. Quando ela começa a perceber já durante, ela já tem uma condição de al já tem uma condição de trabalhar o autodomínio e não prosseguir naquela naquela crise, se ela quiser, se ela se esforçar, ela pode interromper pela metade. Chega o momento que a pessoa começa a perceber a a antes

ondição de trabalhar o autodomínio e não prosseguir naquela naquela crise, se ela quiser, se ela se esforçar, ela pode interromper pela metade. Chega o momento que a pessoa começa a perceber a a antes da de entrar numa crise de raiva, ela já, poxa, já tô indo por aquele caminho que eu já sei onde vai dar. E ela pode naquele momento decidir não entrar naquela situação. Significa que o nível de autoconhecimento dela avançou, ela já tem uma capacidade de autodomínio e ali ela faz um exercício de se acalmar, de se acerenar, se autotransformando, nem entrando no processo. Então, de tanto repetir esses exercícios, o que que ela vai fazer? ela vai fazer todo um trabalho de autoconhecimento, autodomínio e autotransformação. Então, a raiva vai ficando cada vez mais eh vai diminuindo, né? Então, o sentimento negativo, ele não vai ser nem castrado, nem dissimulado, né? No sentido que eu reprimo e crio uma falsa virtude, nós vamos coexistindo. É aquilo que Jesus ensina na parábola da conciliação com os adversários. coexiste a raiva e ao mesmo tempo a calma, a serenidade, a mansidão, as virtudes vão ampliando. Chega o momento que cada vez mais a raiva, a rebeldia vai diminuindo e as virtudes vão se ampliando. E aí o trabalho é feito no sentido de superar os conflitos e não simplesmente de reprimir os conflitos. Ficou claro? pergunta de salã. Então, então como que fica a questão assim? Autocontrole, autodomínio e autonomia. A auto a autonomia já é um passo à frente. Então, autodomínio ainda ainda não transformou. Então, na na psicologia conceal, nós falamos de autodomínio e não de autocontrole. Autocontrole muitas vezes é usado no sentido de repressão de sentimentos e não de domínio, porque é o domínio de si mesmo a partir do do conhecimento de si mesmo. você conhece como você funciona. E a partir do momento que você conhece como você funciona, você vai trabalhando o domínio dos do dos sentimentos egóicos por meio do exercício das virtudes, que que gera autotransformação. A autonomia é o processo completo. vou

ocê conhece como você funciona, você vai trabalhando o domínio dos do dos sentimentos egóicos por meio do exercício das virtudes, que que gera autotransformação. A autonomia é o processo completo. vou me tornando um ser cada vez mais autonômico, desenvolvendo autonomia da consciência a partir do momento que eu vou desenvolvendo todo esse processo. Então, eu me torno um ser autonômico cada vez mais centrado na consciência e não em fugir das questões conscienciais, tá? Posteriormente, o paciente se transforma no seu próprio terapeuta, no dia a dia, por ser quem controlará os sentimentos desordenados e mediante a criatividade começa a substituir o que sente no momento pelo que gostaria de conquistar, transferindo-se de patamar mental, emocional até alcançar a realização pessoal. É tudo que na pergunta da Jéssica nós acabamos adiantando isso aqui, né? Então, de uma de uma certa forma nós somos convidados a sermos terapeutas de nós mesmos. A psicoterapia como profissional pode ser buscada, em muitos casos deve ser buscada, agora jamais vai substituir o processo da autoterapia que a mentora coloca aqui, né? a pessoa se transforma no próprio terapeuta, porque no dia a dia é ele que vai trabalhar as questões. Se ele só trabalha no consultório do profissional, no dia a dia, o profissional não tá ali do lado dele para falar o que é para ele fazer. Pelo menos profissionais conscientes jamais fazem isso. Fica determinando que a pessoa deve eh deve fazer ou deixar de fazer. Ele, o profissional consciente, vai orientá-la no no na dinâmica da da vida dela e cabe a ela tomar as decisões conscienciais para, como diz a mentora, substituir o que sente no momento pelo que gostaria de conquistar. Então, no nosso caso, o que nós trabalhamos? Ah, o sentimento egóico que faz mal, o sentimento, seja evidente, seja mascarado, que a pessoa já não quer mais dar vazão, o que ela faz? Ela vai substituindo pelas virtudes que ela quer conquistar, fazendo o trabalho gradual, esforço continuado, paciente,

evidente, seja mascarado, que a pessoa já não quer mais dar vazão, o que ela faz? Ela vai substituindo pelas virtudes que ela quer conquistar, fazendo o trabalho gradual, esforço continuado, paciente, perseverante e disciplinado. Porque só assim é que nós vamos alcançar isso que a mentora diz aqui, o patamar mental emocional para alcançar a realização pessoal. Então isso aqui é a verdadeira realização pessoal, a realização do ser que vai se tornar cada vez mais consciente, mais pleno em si mesmo. Pergunta, gente, por favor, passa pra Leila, por favor. Acho que tá desligado. Poderia só, por favor, eh explicar melhor o que significa mediante a criatividade, o que como seria esse processo. Então, a criatividade são as técnicas terapêuticas, são as tudo aquilo que criativamente você utiliza para superar os problemas. Aqui a mentora está chamando de criatividade. Todos os processos. Nós temos várias técnicas que nós colocamos nas nossas obras. Uma técnica que auxilia nessa criatividade e superação é a técnica parda, por exemplo. Você parda, percebe, perceber a de aceitação, R de reflexão, D de decisão e A de ação. Então, todo o processo de mudança, você vai primeiro perceber o problema, aceitar que existe um problema ser superado, vai refletir a melhor maneira de superar, vai decidir e agir. Tudo isso tem a ver com a criatividade. Você cria as condições em você mesma para a superação. Assim como no consultório terapêutico, o terapeuta cria as a as possibilidades, as situações para ajudar a pessoa a superar. Não é criatividade de coisas matuais como a gente tá acostumado. Ah, fulano é criativo, faz artesanato que é uma beleza. Não é isso. Aqui é a criativa, criatividade no sentido mais profundo. Criatividade do espírito, criar condições para a superação de si mesmo. Entendeu? A seguir, identifica a necessidade de experimentar prazeres sem a consciência de culpa que as religiões ortodoxas castradoras lhe impuseram, transferindo-se das províncias da dor como necessidade de

? A seguir, identifica a necessidade de experimentar prazeres sem a consciência de culpa que as religiões ortodoxas castradoras lhe impuseram, transferindo-se das províncias da dor como necessidade de sublimação para o prazer agradável, renovador, que não subjulga nem produz ansiedade. Simples fatos de reconhecer a necessidade que tem de experimentar o prazer sem culpa, auxiliam no amor ao corpo, na movimentação dos músculos, eliminando as tensões físicas derivadas daquela outras de natureza emocional, assim, aprendendo a viver integralmente, a conquistar a realização pessoal. Olha a importância desse parágrafo aqui, né? durante muito tempo e até hoje existe essa castração religiosa em relação ao prazer, né? A a quanto mais nós recuamos no tempo, mais isso era eh absurdo no passado. Hoje ainda existe menor escala, mas o prazer na no no nível coletivo da sociedade ocidental, ele está ligado à culpa. mesmos prazeres instituídos por Deus, né? Ah, estudando-se a dia um livro que aborda a regressão de memória do a existências anteriores do Dr. Joel Wilton. Ah, eh, esse, ele fez a terapia num num paciente extremamente puritano e ele voltou numa encarnação em que ele assassinou a própria esposa no primeiro ato sexual, porque não podia sentir prazer. Então, o que que ele fez? Ele criou um objeto de ferro, um para revestir o pênis dele, que pudesse apenas ejacular e e gerar procriação. E foi fazer sexo com a esposa. ele ele acabou perfurando o útero da esposa e ela eh morreu de hemorragia na primeira eh no na logo depois da do casamento no primeiro ato sexual. Isso era comum no passado. As pessoas chegavam nesse nível de doença, de castração do prazer. Isso é uma regressão de memória, um fato real, não é uma criação. Por quê? Eh, tudo que dizia a respeito ao prazer, seja sexual, seja prazer eh do paladar ou outros prazeres eh mais ligados aos sentidos sensoriais eram muito castrados. E aí criou-se na nossa sociedade um uma relação de que o a dor é que evolui, o prazer é castrador. E aí Joana vem dizendo que é

s prazeres eh mais ligados aos sentidos sensoriais eram muito castrados. E aí criou-se na nossa sociedade um uma relação de que o a dor é que evolui, o prazer é castrador. E aí Joana vem dizendo que é muito importante que a pessoa experimente o prazer sem a consciência de culpa. É claro que ela não está estimulando aqui as pessoas a entrarem no sensualismo, porque existe o puritanismo um extremo e o sensualismo no outro extremo, que é o abuso do prazer. O uso do prazer é divino, o abuso ao do prazer no sensualismo, que é um problema, assim como o puritanismo, que pode chegar nesse nível de doença eh psicológica, como esse caso que o Dr. eh, a analisa no na obra dele Vida, transição, Vida, uma obra fantástica sobre regressão de memória a existências anteriores e o período entre uma existência e e outra. Então, a pessoa que vê a dor como uma necessidade de sublimação deve se ressignificar esse conceito. E aí o prazer agradável, renovador, que não subjulga nem produz ansiedade. Então, dos prazeres, os prazeres naturais que ligados ao corpo, agora, principalmente os prazeres do espírito, do espírito imortal, que vai cada vez mais permitir a pessoa prazeres sublimes, prazeres do do sentimento de pertencimento ao universo, de se sentir partícipe de uma renovação planetária, como nós estamos sendo convidados. Tudo isso é prazer, né? E aí ela diz: "O simples fato de reconhecer a necessidade que tem de experimentar o prazer sem culpa auxiliam o não amor ao corpo, porque ele reconhece que os prazeres ligados aos sentidos sensoriais são divinos na sua origem e não pecaminosos, como era visto no passado. Então esse amor ao corpo libera as tensões que muitas vezes geram verdadeiras coraças energéticas que comprime os a musculatura que gera tensões físicas muito grandes e que acaba gerando problemas de ordem emocional, né? e eh tensões de natureza emocional reflete no corpo e vice-versa. E aí a pessoa vai aprender a viver integralmente, a conquistar a realização pessoal, vivendo

gerando problemas de ordem emocional, né? e eh tensões de natureza emocional reflete no corpo e vice-versa. E aí a pessoa vai aprender a viver integralmente, a conquistar a realização pessoal, vivendo no corpo como espírito imortal, sem eh viver para o corpo, né, que é muito diferente. Quando ao abuso do prazer, é como se a pessoa vivesse para obter prazer corporal. Quando ela vive como espírito imortal, os prazeres corporais fazem parte da vida do espírito encarnado. Quando ele estiver desencarnado, são outros prazeres que ele vai sentir. Mas a esses ligados ao corpo são perfeitamente naturais e devem ser vistos assim. Tem perguntas, Saulo? Então, ela tá usando a palavra integral aí. e como conquista de a realização pessoal. Então, seria saber conviver eh eh saber eh se se relacionar tanto espiritualmente quanto as questões sensórias, né? A realização pessoal, então, alcança as duas as duas dimensões, né? Sim, exatamente. Alcança tanto a dimensão vertical quanto horizontal, né? O erro é acreditar que só no horizontal é a realização pessoal. Então, as questões de ordem material, de ordem eh corporal, tudo fazem parte. O espírito imortal momentaneamente encarnado, evoluindo tanto na vertical da vida quanto na horizontal. as questões do relacionamento interpessoal, as questões profissionais, tudo isso faz parte da realização pessoal. Agora, não só isso, porque o horizontal não inclui o vertical, mas quando nós estamos de forma plena no vertical, o horizontal vem como consequência, como um processo natural da vida. Então, é viver como espíritos imortais momentaneamente no corpo, vivendo para o espírito evoluir e não para usar o corpo como se fosse um playground que objeto de prazer e pur simplesmente detrimento do espírito imortal. Esse é o problema. É indispensável também aceitar-se, compreender que os seus sentimentos são resultado das aquisições intelectomorais do processo evolutivo no qual se encontra situado. Sem a perfeita compreensão, aceitação dos próprios sentimentos, é muito difícil, senão

seus sentimentos são resultado das aquisições intelectomorais do processo evolutivo no qual se encontra situado. Sem a perfeita compreensão, aceitação dos próprios sentimentos, é muito difícil, senão improvável, a conquista da realização. Naturalmente terá que se se empenhar para superar os sentimentos depressivos, excessivamente emotivos e perturbadores ou indiferentes e frios, de forma que a valorização de si mesmo faça parte do seu esquema de crescimento interior, o que lhe facultará alcançar as metas estabelecidas. Vejamos, esse parágrafo também é muito importante, de alguma forma nós já refletimos bastante sobre isso. Então, a pessoa aceita que é a sua humanidade, aceita que ela tem sentimentos negativos do ego, tem a todo um processo a ser transformado. Agora, sem aceitação dos, como ela diz, a compreensão, aceitação dos próprios sentimentos, sejam os egóicos eh evidentes, sejam os egóicos mascarados, ela não vai conseguir superar e realizar a conquista da eh da realização, né? Então ela compreendeu compreender que as aquisições intelectomorais do processo evolutivo são graduais, né? Todo um processo gradualmente que ela vai adquirindo ao longo do tempo. A partir dessa constatação de que ela é um ser que está em evolução, o que que ela vai ser convidada a superar os sentimentos depressivos. Por isso que a realização pessoal é um dos antídotos dos para para libertação da depressão, porque não é possível a pessoa trabalhar pela sua realização pessoal e ser depressiva ao mesmo tempo. Então, se ela percebe sentimentos depressivos, é necessário começar a trabalhar por aí. como ela diz aqui, superar sentimentos depressivos, excessivamente emotivos e perturbadores ou indiferentes e frios. Então, a a tendência a rebeldia, tendência a a todos os processos que nós já trabalhamos nos quatro encontros anteriores vão ser fundamentais para que a pessoa faça essa realização pessoal. E depois ela diz aqui a valorização de si mesmo não todas as doenças de caráter. emocional,

alhamos nos quatro encontros anteriores vão ser fundamentais para que a pessoa faça essa realização pessoal. E depois ela diz aqui a valorização de si mesmo não todas as doenças de caráter. emocional, não só a depressão, vão fazer parte do passado daquela criatura e não vão eh interferir na na no bem-estar dela no momento presente. Por outro lado, a identificação da própria fragilidade leva leva-o a uma atitude de humildade perante a vida e a si mesmo, porque percebe que o ser psicológico está profundamente vinculado ao fisiológica e vice-versa. misturam-se a as funções em determinado momento de consciência, quando percebe que algumas tensões musculares e diversas dores físicas são consequência daquelas de natureza psicológica. Ou, por sua vez, estas últimas têm muito a ver com a couraça que restringe os movimentos e os entorpece. Então, aquilo que nós já falamos, a pessoa identifica a própria fragilidade e aceita que como um ser num planeta de expiações e provas é frágil, é vulnerável. E a virtude que vai auxiliá-la nisso é a humildade. Humildade perante a vida em si mesmo, no sentido de que ela não é a aquilo que ela gostaria, mas ela é um ser criada por Deus para evoluir, crescer, né? E a humildade, essa virtude que a pessoa reconhece a sua pequenez diante da vida, mas ao mesmo tempo a sua grandeza, no sentido de que ela está aqui para evoluir e crescer. A partir do momento que ela faz esse esforço todo para aceitar a própria fragilidade, ela não vai forçar-se a ter uma uma força que não é real. E aí todas as tensões, tudo aquilo que acontece no nível psicológico e que reflete no fisiológico, no corpo, vai ser liberado a partir desse esforço e da do reconhecimento da própria fragilidade de fundamental importância também. Aqui tá repetido, né? Não. Oi. Não é outra outro texto. E fundamental importância também a constatação e a aceitação da necessidade da humildade, que o ajuda a descobrir-se sem qualquer presunção nem medo dos desafios, enfrentando os fatores existenciais

. E fundamental importância também a constatação e a aceitação da necessidade da humildade, que o ajuda a descobrir-se sem qualquer presunção nem medo dos desafios, enfrentando os fatores existenciais com naturalidade e autoconfiança, não extrapolando o próprio valor, nem o o subestimando. essa humildade, dar-lhe a forças para ampliar o quadro de relacionamento interpessoal, de auxiliar na fraternidade, percebendo que a sua individualidade não pode viver plena sem a comunidade de que faz parte e deve trabalhar para trabalhá-la para auxiliá-la no seu progresso. Então aqui é uma uma complementação do anterior. a pessoa reconhecendo a eh reconhecendo a necessidade de humildade, ela vai nem se subestima, nem se superestima. Aquilo que nós falamos, ela reconhece a sua pequeneza e a sua grandeza. Reconhece seu valor sem se colocar a mais do que ela é a menos do que ela é. E isso vai fazer com que o seu relacionamento interpessoal melhore e a relação com o outro seja fraterna, no sentido de que ela é responsável pela sua melhoria, mas ao mesmo tempo ela é convidada a auxiliar na melhoria da comunidade que faz parte, né, auxiliando no progresso da comunidade. É aquilo que nós falávamos agora a pouco. Ela com ela mesma na vertical e ela com a comunidade na horizontal da vida, todos crescendo na mesma direção, sabendo que ela só pode, em relação à comunidade, aos outros auxiliar, não fazer por pelo outro, porque não é possível. Com a humildade, o indivíduo descobre-se criança. E essa verificação representa conquista de maturidade psicológica que lhe faculta liberar esses sentimentos pertencente ao período mágico da infância. Então aqui ela volta novamente a falar da criança ferida que emerge a partir do momento que a pessoa vai vendo tudo, todo o processo da sua vida com naturalidade. E aí ela cita Jesus. Jesus, na sua condição de psicoterapeuta por excelência, demonstrou que era necessário voltar a essa fase de pureza, de dependência, no bom sentido, de humildade, quando enunciou perempitório.

Jesus. Jesus, na sua condição de psicoterapeuta por excelência, demonstrou que era necessário voltar a essa fase de pureza, de dependência, no bom sentido, de humildade, quando enunciou perempitório. Se vos fizerdes como crianças, de modo, Se não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus. Quem pois se tornar humilde como uma criança, esse será maior no reino dos céus. É bonito isso, né? Mateus 18 3 e 4. Então, vejamos o que que é isso do ponto de vista psicológico. É aquilo que nós falávamos agora há pouco, a criança ferida sendo substituída pela criança saudável, pela criança revitalizada em nós. Isso é fundamental. no processo terapêutico, autoterapêutico ou terapêutico com o o o profissional para que aquela pureza que foi massacrada na primeira infância seja estabelecida agora, em que a pessoa não use de instrumentos para fingir que as coisas estão bem, para mascarar o seu sentimento, mas veja de uma forma autêntica, que a criança é eminentemente pura, autêntica e são características fundamentais que nós adultos tenhamos. E só é possível quando nós eh vitalizamos a nossa criança interna ferida. O enunciado, do ponto de vista psicológico, apela para a autorrealização, a penetração no reino dos céus da consciência reta e sem mácula, assinalada pelos ideais de dignificação humana. Então, a autorrealização, exatamente essa busca do reino dos céus que é que acontece pela prática das virtudes. A criança é curiosa, espontânea, alegre, sem aridez, rica de esperanças, motivadora, razão de outras vidas que nas nas suas existências se enriquece e encontra sentido para viver. Então isso tudo é natural na criança e que ao longo do tempo é castrada pelo próprios adultos. Então, se nós tivermos um processo de castração, seja nesta existência ou em outras existências, essas virtudes devem ser trabalhadas em nós. Curiosidade, espontaneidade, alegria, eh a esperança, a motivação, são todas virtudes fundamentais para que nós vivamos a vida de uma nova ótica.

stências, essas virtudes devem ser trabalhadas em nós. Curiosidade, espontaneidade, alegria, eh a esperança, a motivação, são todas virtudes fundamentais para que nós vivamos a vida de uma nova ótica. com um sentido cada vez maior. E concluindo o texto, a mentora diz: "A busca da realização conduz o indivíduo ao crescimento moral, espiritual sem culpa, ante as imposições da organização fisiológica, que lhe propõe o prazer para a própria sobrevivência e faz parte ativa da realidade social, que deve constituir motivo de estímulo para vitória sobre o sobre o egoísmo e as paixões perturbadoras, né? Então, vejamos que eh é o esforço que nós fazemos para a realização pessoal, crescendo moral e espiritualmente, libertos da culpa. Somos seres humanos em aperfeiçoamento. Então, todas as vezes que percebermos um erro em nós, vejamos esse erro como uma grande oportunidade de aprendizado e aperfeiçoamento. E não com culpa. Isso vai gerando um prazer cada vez mais em estarmos eh eh vivos no corpo para melhorar espiritualmente, gerar essa essa realização maior enquanto espíritos imortais momentaneamente no corpo. E aí todo o processo de libertação das paixões perturbadoras, do egoísmo, vai se dando com esse esforço que nós vamos fazendo. Pergunta, gente? Não teve nenhuma da internet hoje? Já respondi, tá? Vamos fazer agora a nossa avaliação reflexiva rapidamente, que nosso tempo já tá concluído. Feche os olhos, entre em contato com você mesmo em essência, buscando sentir o conteúdo estudado neste encontro do conteúdo o que você entendeu que se aplique à sua vida. O conteúdo estudado mudou a forma como você avalia a busca da realização. Caso positivo. Que mudança foi essa? Neste encontro, refletimos sobre a busca da realização como antídoto da depressão. Como é isso para você? Você tem se empenhado para efetivar a sua realização pessoal enquanto espírito imortal? momentaneamente encarnado, como é para você realizar esforços para realizar essa real, efetivar essa realidade? Senhor Jesus, Jesus, mestre amigo,

r a sua realização pessoal enquanto espírito imortal? momentaneamente encarnado, como é para você realizar esforços para realizar essa real, efetivar essa realidade? Senhor Jesus, Jesus, mestre amigo, agradecemos, Senhor, pelas bênçãos que aqui tivemos, por podermos refletir acerca da vida, da nossa realização pessoal, do esforço para buscar um sentido existencial. Ser conosco, Senhor, para que possamos prosseguir conscientes e confiantes num futuro melhor para todos nós, para toda a humanidade, na regeneração do planeta que se avizinha. Gratos por tudo, ampara-nos hoje e sempre. Que assim seja. Uma boa noite a todos e até a próxima terça.

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