#02 - Simão Pedro: Por que estou nessa família? - 03/03/2019
Palestra feita por Simão Pedro no 35˚ Congresso Espírita de Goiás, realizado no Centro de Convenções de Goiânia de 02 à 05 de março de 2019. #35CongressoEspiritadeGoias #SomosTodosFEEGO #espiritismo https://www.feego.org.br
e aí oi bom dia que jesus nos abençoe a todos nos inspire a cada um e que guarde nos todos nós juntos dele em paz e eu mais uma vez agradeço o convite para estar aqui nesse evento nesse congresso espírita de goiás que é um certo tempo eu já tenho vindo e cada vez que venho eu me surpreendo mais positivamente com carinho com qual as pessoas me recebem então eu agradeço de ante-mão e pedindo desculpas por não conseguir devolver na intensidade que todos merecem esse carinho que acabam me dispensando de maneira até e merecida da minha parte então que mineiramente falando deus diz pague por tudo por todo esse carinho e aqui conversaremos sobre família mas antes eu gostaria de convidá-los a conhecer um estande que aqui está que é da creche espírita casa verde na cidade de aparecida de goiânia que pessoas amigas desenvolve um trabalho com crianças carentes e formam de certa forma uma família a família universal e trabalham com projeto do chamado os anjos para auxiliar na manutenção dessa creche com as crianças é um projeto muito interessante se vocês depois quiserem conhecer os a destaque colocado e também não o site amigos da casa verde que eu acho que vale a pena conhecer e conhecer a pouco e me encantei com o trabalho e tomei a liberdade o todo o a devida vênia da administração desse com e pedi licença para poder comunicar né para poder informar os dessa dessa atividade que eu acho vale a pena conhecer que deus abençoe aos a equipe que trabalha nesse desse intento e que possam eles conseguirem de fato object and objetivo que é cuidar dessas crianças da região da cidade de aparecida de goiânia oi vamos conversar então um pouco sobre essa proposta que nos foi feita e para tentar respondermos a ao tema porque estou nessa família é resumidamente nós podemos dizer que estamos nessa família porque queremos porque foi escolha nossa não interessa que posição que papel familiar nos ocupamos mas foi de certa forma uma escolha nossa eu digo de certa forma porque é uma necessidade nossa escolhida
que queremos porque foi escolha nossa não interessa que posição que papel familiar nos ocupamos mas foi de certa forma uma escolha nossa eu digo de certa forma porque é uma necessidade nossa escolhida ou algumas vezes até compulsoriamente indicada então é sobre essa ideia para chegar nessa nessa conclusão de foi escolha nossa que nós vamos conversar um pouco chamando atenção para o elemento família que nós poderíamos abordar sobre dois prismas dois aspectos distintos um prisma que nós chamaríamos então o aspecto social o prisma social e o prisma espiritual o aspecto espiritual da família sobre o prisma social sobre esse aspecto digamos que da sociedade a família esse é um fenômeno antropológico é um fenômeno cultural de uma necessidade nossa de estarmos em coletividade a uma derivação com sanguínea ou até mesmo por uma opção de associação de pessoas no núcleo não consanguíneo mais formado por pessoas afins que chamamos família e esse é o sentido social dentro bem da lei de sociedade até mesmo que os espíritos trazem mas há um outro aspecto que eu aspectos que nos interessa analisar que é a família observada olhada pelo prisma espiritual por essa composição que de certa forma antecede ao berço e sucede ao túmulo laços que não são materiais laços que são vínculos espirituais quer direto ou quer por necessidades afins mas são vínculos maiores do que um elemento cultural são vínculos maiores do que um elemento antropológico de tal forma que quando perguntado aos espíritos na questão e do livro dos espíritos qual seria para a sociedade o resultado do relaxamento dos laços de família eles responderam um recrudescimento do egoísmo e essa resposta um recrudescimento um aumento do egoísmo nos leva a pensar então esse aspecto esse objetivo essa função do elemento família quando falamos em aumento do egoísmo pelo pelo relaxamento dos laços de família nós então entendemos que o núcleo familiar é um local para o exercício do altruísmo se o relaxamento dos laços de família recrudesce o egoísmo o apertar os laços
pelo relaxamento dos laços de família nós então entendemos que o núcleo familiar é um local para o exercício do altruísmo se o relaxamento dos laços de família recrudesce o egoísmo o apertar os laços de família aumenta recrudesce o altruísmo mostrando-nos que viver em família é um exercício de convivência é um exercício de doação e ao buscar a formação de uma família os dois que ali se colocam como cônjuges como preceptores esses dois são duas individualidades que se associaram para uma vida com em comum são duas individualidades que não exerceram o individualismo para exercer o coletivismo o que nos leva a inferir que o exercício nos laços de família a convivência em família na verdade forma-se um contrato de cessão a cada um sede individualmente para que todos ganhem coletivamente numa estrutura familiar em que a o egoísmo nós não temos a coletividade nós temos o individualismo o indivíduo mas quando entendemos a família como um núcleo de doação constante de todos nós manteremos a individualidade mas sem o exercício individualista cada um pensando em si mas não somente em si e pensando no bem comum naquela estrutura de aprendizado comum por isso essa resposta que eu até diria contundente dos benfeitores espirituais em dizer que o relaxamento dos laços de família geraria o recrudescimento do egoísmo o aumento do individualismo e aí e nós entendermos isso pelo prisma espiritual porque a família lá não é algo que se criou por vontade a ou b ou por descuido a ob a família pelo prisma espiritual é adredemente concebida é adredemente intencionalmente preparada e para que possam os seus membros exercerem as suas necessidades reencarnatórias de certa forma a família começa a se organizar ou a se formar bem antes dos seus futuros membros se encarnarem e faz parte das programações encarnatória de todos nós faz parte de um processo que atende a nossa necessidade evolutiva e ali os membros da família são reunidos são unidos por laços de necessidades afins sejam diretamente uns com os outros ou até não
nós faz parte de um processo que atende a nossa necessidade evolutiva e ali os membros da família são reunidos são unidos por laços de necessidades afins sejam diretamente uns com os outros ou até não uns com os outros mas com a mesma causa com a mesma com a mesma característica de afinidade das necessidades encarnatória para o processo evolutivo então a família é mais do que do que um núcleo social a família é mais do que uma uma amostra diminuta de uma sociedade e a família é um laboratório em um laboratório de experiências evolutivas é tanto é que na questão 110 do livro o consolador e mano nos traz na sua maneira toda e mano elina esse conceito para importância da família pergunta se a ele qual é o na terra o instituto para a educação das almas recém-chegadas e ele responde em outras palavras que na terra o instituto melhor instituto para educação das almas recém-chegadas ele diz assim ainda é a família dele vejam ainda e ele coloca uma função adverbial de tempo ainda é a família e como que é dizer nós temos esse núcleo que é naturalmente educativo não no sentido que se dá a palavra educação nas hostes é por assim dizer acadêmicas como um sentido muito resumido muito restrito muito reduzido de ensino educação e muito mais do que ensino ensina uma parte do processo a educação como nos fala a própria etimologia da palavra e tutte le significa tirar de dentro oi e a família onde nós te fato tiramos de dentro é onde de fato nós nos mostramos como nós realmente somos é porque entre estranhos fora da família principalmente entre não conhecidos nós nos mostramos como nós queremos que as pessoas nos vejam é mas na família nós duas mostramos naturalmente como nós somos por isso é o instituto a por assim dizer na ideia de germânio sagrado no sentido específico da palavra sacrum sagrado e não no sentido religioso mas no sentido profundo da sacralidade da respeitabilidade viver em família é um exercício sacrificial sacrifício também no sentido etimológico da palavra sacrifício saco não mais fat série fazer
ioso mas no sentido profundo da sacralidade da respeitabilidade viver em família é um exercício sacrificial sacrifício também no sentido etimológico da palavra sacrifício saco não mais fat série fazer de maneira sagrada e não exercício de dores e sofrimento como as pessoas atribuem a palavra sacrifício sacrifício nunca é doloroso sacrifício nunca é difícil sacrifício saco um fato série fazer sagrado tornar sagrado aquilo que nós estamos fazendo e é isso que nós temos do exercício da família onde nós podemos nos mostrar e nos mostrando nós nos educamos e nós entre estranhos como é que reagimos ou como é que agimos normalmente entre pessoas desconhecidas quais são as nossas palavras entre pessoas desconhecidas e por favor muito obrigado não seja por isso você primeiro por licença o e entre os familiares dentro de casa cala sai é quieta mineiramente falando dá sossego eu vejo e é isso aí elemento porque na família nós nos mostramos de forma reflexiva e o reflexo nada mais é do que a demonstração do que nós somos sem antes passar pelo crivo do que vão pensar a meu respeito é na família eu não paro para pensar não não vou agir assim então quê que eles vão pensar de mim na família já sabe quem eu sou oi e aí é que vem portanto essa ideia mano elina de dizer que esse instituto ainda é o lá porque ali que nós nos podemos nós podemos melhor dizendo nos mostrar sermos quem somos para nos melhorar conviver com as pessoas com as quais preciso conviver e é esse o elemento constante nessa questão 110 da do livro o consolador dessa resposta do espírito é meu ali eu sou genuinamente e quem de fato wilson oi e aí entendemos então a importância desse núcleo chamado família eu disse dessa necessidade como bem foi feita uma campanha em tempos passados pela federação espírita brasileira aperte mais esse laço laços de família é perfeita a campanha e para não chamar a atenção que por mais difíceis que possam parecer nos a situações familiares nós precisamos é apertar os acho e não romper os acho
s esse laço laços de família é perfeita a campanha e para não chamar a atenção que por mais difíceis que possam parecer nos a situações familiares nós precisamos é apertar os acho e não romper os acho e a família nós chegamos nela mas nós não saímos dela é porque ali criamos as vinculações espirituais não somente com sanguínea temos vários arranjos familiares que podemos todos eles chamá-los por família não interessa se família nuclear não se interessa se família composta não se interessa se é família anaparental não interessa o modelo familiar e se a família só com casal se a família com os filhos sem os pais só irmãos ou com ausência de um dos pais não interessa se a família com dois pais com duas mães não interessa não interessa essa família re composta do tipo meus filhos seus filhos nossos filhos não interessa é família que nem sempre nos unimos pelos pelas comportas reencarnatórias nós nos reunimos por outras com portas as comportas da adoção o que não são reencarnações diretas consanguíneas no seio familiar mas reencarnações por afinidade que acabam chegando e formando um seio familiar então não nos interessa qual é o modelo do arranjo familiar nos interessa qual é o motivo de termos a familia e o motivo é espiritual e o motivo é reencarnatório é porque todo gênero nas estruturas dos nossos campos de provas aqui na terra são por nós escolhidos todos os gêneros é o que vemos na questão 258 do livro dos espíritos e quando se pergunta o espírito no estado errante na erraticidade tem conhecimento das coisas que lhe sucederam durante a vida física eu vejo uma pergunta se nosso no mundo espiritual temos o conhecimento daquilo que vai nos acontecer quando estamos por encarnar e eles respondem ele mesmo espírito é que escolhe o gênero de provas pelo qual que é a passar o gênero oi e aí na questão 200 é resposta é maior só estou ficando com a primeira frase e na questão seguinte a 259 considerando que o espírito escolhe o gênero de provas pergunta se tudo então que nos acontecem na vida foi por nós
é resposta é maior só estou ficando com a primeira frase e na questão seguinte a 259 considerando que o espírito escolhe o gênero de provas pergunta se tudo então que nos acontecem na vida foi por nós previamente escolhidos ou foi pelo espírito conforme a pergunta previamente escolhido e os espíritos respondem tudo não é a palavra escolhestes o gênero das provas os detalhes as coisas comer vinhas são fruto do vosso livre arbítrio da vossa escolha ou seja escolhemos um gênero não escolhemos as espécies de provas e família é um gênero a viver naquela família conviver com aquelas pessoas com aqueles espíritos esse é um gênero bom então quando assim pensamos nós escolhemos nascer com aquelas pessoas a formar uma família para receber aqueles espíritos faz parte do nosso gênero de provas escolher nascer no meio de famílias difíceis e faz parte do nosso gênero de provas porque posso ser eu a pessoa difícil bom e é isso que está na questão 260 do livro dos espíritos a e é uma sequência de perguntas muito interessante da 258 até 264 que vai tratar justamente dessa escolha das nossas provas dos gêneros das nossas escolhas e na questão 260 justamente nesse sentido considerando que o espírito escolhe o gênero a pergunta se aos espíritos como pode então um espírito querer nascer no meio de pessoas de uma vida em outras palavras vai ser ruim de escolha não sei aonde é e se pode escolher na escolhe nascer nos piores meios oi e aí eles respondem e é preciso que haja analogia para as provas e dá um exemplo aquele que é dado ao instinto do roubo para tomá-lo necessário se faz conviver com ladrões vendo que interessante e eu estou no meio que me leva a trabalhar com aquele meu pendor é porque trabalhar com aquele meu mal pendor que seja em um meio não propiciador do exercício do mal pendor eu não vou estar não vou trabalhar porque não vai não vou ser aguçado naquele pendor mas se eu estou no meio convidativo aceitaram o convite a responsabilidade minha nós temos um ditado brasileiro que diz
ão vou estar não vou trabalhar porque não vai não vou ser aguçado naquele pendor mas se eu estou no meio convidativo aceitaram o convite a responsabilidade minha nós temos um ditado brasileiro que diz assim que a ocasião faz o ladrão conhece e dizem não posso afirmar mas dizem que rui barbosa quando disseram a ele esse ditado ele fez uma ligeira correção ruibarbosianamente a previsão ocasião faz o furto ladrão nasce feito e eu acho que ele deve ter lido sobre o processo reencarnatório acho cá entre nós que ninguém nos ouça mas vejam a ocasião não faz a pessoa ocasião gera oportunidade a pessoa se faz a pessoa se coloca antes aquela situação porque uma mesma situação ao diante de uma mesma situação duas pessoas podem agir e reagir de maneira diferente o vitor disse a ocasião propiciou furto o ladrão nasce feito ou seja o pendor tá ali se vamos exercer ou não então nós estamos na família certa e com os espíritos certos no momento certo para fazer a coisa certa e aí que nós nos completamos na última parte é fazer a coisa certa a entender tudo isso entender quando alguém disse naquele alto daquele daquele aqui se de de revolta eu não pedi para nascer nessa família pediu-se que talvez até tenha implorado é mas depois do véu do esquecimento diesel não pedi para nascer aqui vídeo e se não mas eu pedi para me casar com a com essa pessoa se e em tese sim e eu digo em tese porque em relação ao casamento nós temos uma análise muito interessante feita por martins peralva eu até achei interessante porque ele faz essa análise no livro estudando a mediunidade e lá ele abra um capítulo sobre a família no livro que estuda o livro nos domínios da mediunidade porque esse livro estudando a mediunidade é um estudo capítulo a capítulo do livro nos domínios da mediunidade e lá ele cria o capítulo família e vai abordar algumas questões do casamento bom e ali de dentro do conceito de datico apenas didático apenas que ele colocou no livro ele nos fala que nós temos cinco tipos de casamento 1
tulo família e vai abordar algumas questões do casamento bom e ali de dentro do conceito de datico apenas didático apenas que ele colocou no livro ele nos fala que nós temos cinco tipos de casamento 1 ó e aqui não entendamos casamento por uma instituição civil entendamos casamento como um conjunto de uniões afetivas independentemente se união estável independentemente se casamento propriamente dito dentro da estrutura do nosso código civil mas ele disse que a 5 tipos de casamento ele diz os casamentos palavras dele acidentais provacionais sacrificiais afins e transcendentes 5 tipos ele disse que o casamento acidental é aquele casamento fruto do livre-arbítrio imediato esse é o joãozinho que se programou para se casar com a mariazinha e no meio do caminho conheceu a luluzinha o a luluzinha se programou para casar com o zezinho e conhecer o no meio do caminho joãozinho e naquela programação de com casar-me com outra com outra pessoa casa assim com outra pessoa ele disse acidental talvez não seja a palavra mais indicada mas é a terminologia que ele utilizou ele quer dizer aqui nós temos uma programação é mas nós temos a liberdade relativa dentro da programação de postergá-la de não exercer ela porque nós não somos marionetes porque se assim fosse mos nós não seremos responsáveis pelos nossos atos e nós somos responsáveis pelos nossos atos porque nós temos o direito de escolha escolha absoluta como quando estamos por encarnar escolher relativa dentro daquelas estruturas que nós programamos no mundo espiritual é como se disséssemos no mundo espiritual estou livre para escolher onde ficar no mundo material estou livre para andar dentro daquele lugar que eu escolhi para ficar ou seja sou livre para ir onde eu quiser desde que não saia dessa sala mas em cada canto eu posso me contar uma situação diferente essa é a relatividade da escolha que depois de encarnado é o que diz a questão 259 do livro dos espíritos e seleção de casamento acidental esse casamento fruto da paixão
contar uma situação diferente essa é a relatividade da escolha que depois de encarnado é o que diz a questão 259 do livro dos espíritos e seleção de casamento acidental esse casamento fruto da paixão imediata é aquele momento em que eu me encontro com a pessoa e ela é a pessoa mais linda do mundo e aquela beleza mione aquela pessoa e ali nós nos alimentamos e essa beleza física atlética escultural ela continua uma escultura só que vai mudando o modelo né por exemplo eu tinha um no meu na minha na minha fase de jovem eu tinha a mesma escultura com a diferença a localização mais proeminente era aqui no peito agora de ser um pouco mas é a mesma estrutura é só que com desenho um pouco diferente então essa estrutura chamativa de momento ela pode ceder espaço para uma estrutura diferente mineiramente falando a gente pode passar um colchão amarrado oi e aí aquela estrutura acidental se acidenta e o motivo da união desaparece então ele quer dizer que são aqueles aquelas estruturas de união frutas de decisões imediatistas fruto da carência o fruto da fuga fruto da beleza física mas que não estava dentro da programação mas eu posso estruturar a minha programação diz ele também que ao casamento profissional que segundo ele a maioria dos casamentos que são duas almas devedoras que se acham credoras o e exerce o direito de credor sem obrigação do devedor e esse contrato deixa de ser oneroso para as duas partes e passa a ser apenas dois passam a ser apenas dois credores e esse casamento tem tem tende a dar certo sim se houver maturidade tem já dá certo também se não houver maturidade porque vão se ajustando e a maturidade vai surgindo ou tende a não dar certo dependendo da imaturidade da em consequência do individualismo daqueles que compõem a estrutura mas é um casamento dentro da programação encarnatória diz ele que é um outro tipo o casamento sacrificial em que um dos cônjuges uma das almas avançou mais o que resolveu com sociais se com aquela menos avançada para ajudar lá no
programação encarnatória diz ele que é um outro tipo o casamento sacrificial em que um dos cônjuges uma das almas avançou mais o que resolveu com sociais se com aquela menos avançada para ajudar lá no processo de crescimento eu sei que as mulheres estão pensando esse é meu tipo de casamento eu sei disso a gente percebe eu pude perceber porque um começou a cutucar no outro assim tá vendo tá vendo e é não na verdade é assim a maioria das vezes sim né porque o homem a gente ainda tá nessa estrutura um pouco atrasada mas a gente é rápido já já chega né só que vocês são mais rápidas ainda então a gente não alcança mais um dia a gente chega lá dando um processo de adão para eva né ou seja a eva o adão melhorado né a eva uma sequência melhorada do adão chegar lá por isso olha estejamos um corpo masculino no corpo de homem hora no corpo de mulher para exercer as energias masculina e feminina que são energias da potência espiritual mas vamos aprendendo mas esse casamento ou sacrificial também existe e as pessoas então aquela alma resolve trabalhar mais com aquela outra ou aquelas outras dependendo do papel familiar que nós disséssemos seja cônjuges seja filho seja a paz seja mãe avô avó e o seja o papel familiar está atrelado a necessidade que temos de nos ajustarmos naquela convivência então lá esse casamento diz ele que é o casamento a fim que aquele casamento que duas de duas almas que se conhecem se respeitam se amam e querem estar juntas para o fortalecimento mútuo e condições melhores de atuar com aqueles espíritos que chegam na condição de filhos a uma estrutura mais bem bem elaborada não a sensação de dois credores nem de dois devedores mais de dois duas almas companheiras bom dia o casamento que ele chamou de transcendental eu ri e vai além da afinidade a afinidade entre as almas mais afinidade maior ainda no propósito existencial e diz ele que normalmente esses casamentos acabam por não ter filhos no sentido biológico porque acabam adotando a humanidade inteira para ser filha
mais afinidade maior ainda no propósito existencial e diz ele que normalmente esses casamentos acabam por não ter filhos no sentido biológico porque acabam adotando a humanidade inteira para ser filha e ele não dá exemplo quais seriam esses essas esses casais não minando hoje mas nos mostra que há uma escala natural e essa escala toda ela dentro de uma estrutura chamada família o que é de certa forma um desafio sim muito bem escolhido esse título para um livro do joamar zanolini lá de uberaba um desafio chamado família muito interessante a obra que ele escreveu e ele chama justamente isso de desafio não no sentido de estarmos sendo desafiados o desafio existencial do nosso próprio crescimento mas não sozinho não somente a não apartado do crescimento das outras pessoas que conosco dividem o mesmo núcleo familiar a mesma estrutura espiritual chamada família e é isso elemento e essa estrutura então ela é composta por diversas diversas posições diversos papéis familiares mas em todos eles nós exercemos um elemento só o afeto toda a estrutura todos os papéis familiares que nós exercemos é para o exercício do afeto que nós podemos chamá-lo numa linguagem mais transcendental de amor um laço que vai se apertando deve-se buscar apertar na família é o afeto é o amor é mas entender bem o que é o amor porque nós temos um amor de doação nós temos um amor de recepção nós temos um amor de concorrência nós temos um amor de compensação todos esses amores dentro de uma estrutura chamada a familia o amor de doação é aquele amor que sai e não se preocupe em voltar é aquele amor cuja natureza é ser dado o que normalmente é o amor dos pais para com seus filhos nasce o primeiro filho pai e mãe amam nasce o segundo pai e mãe a mão na se o 28º pai e mãe amam e não há limite para o amor e o pai ou a mãe não vou chegar por um filho diz assim olha eu te dou tô te dando muito amor porque seu irmão mora fora agora está vindo para chegar em casa me devolve um pouquinho amor que eu lhe dei para poder passar para ele não o
or um filho diz assim olha eu te dou tô te dando muito amor porque seu irmão mora fora agora está vindo para chegar em casa me devolve um pouquinho amor que eu lhe dei para poder passar para ele não o amor de doação amor materno paterno é como aquela figura da mitologia grega a cornucópia de onde só sairá alimento frutas frutas frutas é o é o amor materno só sai não se preocupa em pegar de volta se pai e mãe se sentem ou não amados pelos filhos pouco interessa eles continuam para fim de amarilys continuando e independentemente se dá a devolução ou não nós temos o amor de recepção o que é o amor de filhos que só recebe e recebem e recebem e buscam para receber e recebem esse não recebe em busca de novo e recebem mas não se ocupam em devolver não na proporção do que recebem porque nós filhos não sabemos há de fato de mencionar o que é um amor paterno e materno senão quando viramos pais ou mães e aí sim nós entendemos o que é amar e aí queremos devolver o amor aos pais mas muitas vezes ele já foram devolvidos para o mundo espiritual bom então a natureza desse amor não é um egoísta mas é um amor de recepção e ama options filmes os filhos a meu pai lógico que amam é mas aquela característica de doação só dos pais para conseguir ah mas eu amo muito os meus pais e em condição de agradecimento em condição de devolução mas não da natureza da doação eu vejo e temos um amor de concorrência que o amor entre irmãos os concorrentes não são adversários alguns atenção não aqui na região de goiás em alguns atenção é mas a natureza deste amor é concorrente o que é concorrente concorrente corre juntos correm juntos em caminhos separados em caminhos paralelos que objetivam o mesmo fim mas cada um com seu jeito de buscar o amor com seu jeito de receber o amor cada um do seu jeito mas os dois amam-se uma outro mas nessa forma concorrencial se um irmão tá conversando com amiga e falando meu irmão é muito chato ao meu irmão é chato mas com gosto aí o amigo fala realmente sua irmã é muito chato
am-se uma outro mas nessa forma concorrencial se um irmão tá conversando com amiga e falando meu irmão é muito chato ao meu irmão é chato mas com gosto aí o amigo fala realmente sua irmã é muito chato ele olha para o amigo falou porque você tá falando que ela é chata não você mesmo tá dizendo mas ele é meu irmão não é seu e eu posso falar mas você não pode falar porque eu amo meu irmão só que são amores concorrenciais bom então esse amor concorrencial esse jeitinho que cada filho tem de ir lá buscar o amor do pai da mãe seja com um um carinho com afago seja com a certa austeridade mas cada um busca do seu jeito o que temos um amor de compensação o que aquele amor que diz assim me chame que eu também amo você esse é o amor conjugal e a esposa chega para o marido e diz assim o marido para esposa ou benzinho hoje você não falou que me ama você também não falou fala que eu falo miami que eu amo é aquele amor que precisa ser retroalimentado eu preciso saber que eu sou amado para eu poder ter a liberdade de dizer que eu também amo que vai que eu falo que amo e não volta isso e veja então todos esses são amores que estão nos na estrutura familiar em função da nossa necessidade reencarnatória e eu encontro-me na posição de irmão com aquela alma que eu preciso ajustar as concorrências eu me coloco na condição de filho com aquela alma que da qual eu preciso receber amor incondicional e eu me coloco na condição de pai ou mãe em relação àquelas almas que precisam ser amada sem restrição e eu coloco me dá condição de companheiro companheira de conde em relação àquela alma que nós precisamos nos compensar vejam que o papel familiar tem a ver com a necessidade da própria já imaginaram no encarnação tive uma pessoa que foi minha inimiga que me fez muito mal que eu guardei para com ela uma animosidade tamanha uma raiva tamanha talvez até mesmo um ódio tamanho e encarna como meu filho minha filha o véu do esquecimento nem me lembro disso mais e amo incondicionalmente desencarnam me encontro-me com aquela
ha uma raiva tamanha talvez até mesmo um ódio tamanho e encarna como meu filho minha filha o véu do esquecimento nem me lembro disso mais e amo incondicionalmente desencarnam me encontro-me com aquela alma e falo você foi aquela pessoa que no passado me prejudicou muito mais você foi agora a pouco meu filho minha filha que eu amei intensamente eu resolvi se então a posição que nós ocupamos na família tem a ver com a nossa necessidade reencarnatório de exercício do amor bom e o que vai unir esses amores todos diferentes o afeto que nós chamamos aqui de amizade não a amizade no sentido coleguismo e ter o meu colega amizade no sentido de gostar de ter afeto sem nada pedir de volta é porque a amizade é assim o marido viaja fica um tempo fora ou a esposa viajar fica um tempo fora e depois dos 45 dias liga oi para o marido para esposa e aí o de catende fala porque você tá me ligando somente agora depois de cinco dias a pessoa explica mas não convence mas tudo bem depois liga para um amigo para amiga e um amigo amiga atende de lá e fala que bom que você tá me ligando agora é aquela amizade de heroína ela não cobra ela não exige bom e é isso que precisamos entender o amor porque o amor para nós ele fica um tanto confuso ele é muito apaixonado ele é muito passional e como nós vemos lá naquela carta naquele poema melhor dizendo do poeta luís de camões lá do século 16 ele escreve um poema chamado cântico o amor e ele diz o amor é o fogo que arde sem se ver é ferida que dói e não se sente é um contentamento descontente é dor que desatina sem doer isso é um não querer mais que bem querer é um solitário andando por entre agentes é um não nunca contentar-se de contente é cuidar do que se ganha em se perder é estar-se preso por vontade é servir a quem vence o vencedor é ter para com quem nos mata a lealdade como pode o amor causar no coração dos homens amizade se tão contrário a si é o mesmo amor esse é o amor material que nós dizemos sentir confuso diferente do amor afeto do amor amizade do amor genuíno ou
o pode o amor causar no coração dos homens amizade se tão contrário a si é o mesmo amor esse é o amor material que nós dizemos sentir confuso diferente do amor afeto do amor amizade do amor genuíno ou na melhores ou melhor dizendo do amor ágape é trazido pelo apóstolo paulo na sua carta primeira aos coríntios no capítulo 13 e quando ele diz que o amor não se ensoberbece o amor não arde em ciúmes o amor não se ufana o amor é benigno o amor tudo ama e ali o amor sentimento é diferente do cantado por camões que é o amor sensação é o amor phileo é o amor storge é o amor eros e não amor ágape e na família nós começamos naquele conjugal com o amor eros depois de uma relação de convivência com esse amor estojo e da familiaridade depois do amor filho é o que é o amor da da bondade da filantropia o amor phileo e depois o amor ágape que aquele amor transcendente ea família que vai nos fazer desenvolver para que saiamos ou trabalhamos com este amor sentimento sensação que a molhando e com amor sentimento paulino o filme interessante que esses dois amores eu ouvi um poeta mais recente renato russo que juntou os dois o e criou uma letra ou ajustou uma letra control c control v control c control v ou seja carta de camões letra carta de paulo letra e os dois ele cria chamado monte castelo e a maestria de renato russo nesse aspecto foi boo juntar os dois amores por uma nos dizer aqui na terra nós misturamos nós ora é transcendente hora interesseiro e ir junto as duas letras nessa música chamada monte castelo a e nesse amor transcendente ou para este amor com o transcendente nós vamos nos construindo na estrutura familiar o formando primeiramente a estrutura a dois duas pessoas não quer dizer que isso é obrigatório mas em tese em tese quem não está preparado com a conviver em 2 ou a dois não está em condições de conviver em 3 ou seja qual é a função dessa junção chamada conjugalidade e é que essas duas almas que vende lugares diferentes de famílias diferentes com hábitos diferentes
is não está em condições de conviver em 3 ou seja qual é a função dessa junção chamada conjugalidade e é que essas duas almas que vende lugares diferentes de famílias diferentes com hábitos diferentes estruturas mentais diferentes se juntem se um não melhor dizendo para criar uma outra estrutura com as duas diferenças porque aquele casal que se une dizendo assim eu vou transformar o outro não vai logarezzi é aquela estrutura que a mãe chega pro filho e fala assim uma mãe mineira meu filho do céu o que todo filha do céu na próxima mais e para os pais o meu filho do céu você vai se casar com aquela moça vocês dois brigam o dia inteiro e ele disse para mãe assim pode deixar mamãe depois que nós nos casarmos eu mustela e assim bem mineiro modela que mineiro econômico a gente lá gosta de economizar para que criar muita palavra se dá para entender juntando duas não é para ficar perdendo tempo gastando tinta então a gente é mais econômico lá em minas ele diz assim eu mudei ela e a mãe chega para filho e fala filha você vai se casar com esse moço vocês dois brigam o dia todo pode deixar mamãe depois que nós nos casarmos eu mudei ele oi e o modelar modelo dela mo dele consegue ele fica igual ela era ela fica igual ele era diferente do mesmo jeito é porque a conjugalidade respeita as diferenças e esse amor da conjugalidade da compensação vai caminhando para harmonização e em que cada um continua cada um mais forma 12 e se realizam na coletividade e quando nos gênesis bíblico encontramos deixará o homem seu pai e sua mãe iniciar a mulher e formaram os dois uma só carne não é uma só pessoa esse a força de linguagem para dizer um só propósito mas são duas individualidades diferente o que precisam respeitar a si e ao outro mantendo as duas individualidades diferente não tentando modelo e modela tentando nós continua a primeira pessoa só que do canal e não mais a primeira pessoa do singular não mais eu e sim nosso formando um um só propósito de existência sem exigência sem imposição o
modela tentando nós continua a primeira pessoa só que do canal e não mais a primeira pessoa do singular não mais eu e sim nosso formando um um só propósito de existência sem exigência sem imposição o respeito à habilidade e harmonia mantendo as próprias diferenças é o que nos fala o poeta libanês gibran kahlil gibran e quando o livro o profeta pedem no para que fale nos casais ele disse maridos esposas amai-vos um ao outro mas não façais do amor um grilhão na prisão da e de comer um ao outro do mesmo pão mas não com mais o mesmo pedaço da e de beber um ao outro da mesma bebida mas não bebais na mesma taça sede vós como são as cordas da lira que são separadas mas viram juntas numa perfeita harmonia e veja que interessante é uma perfeita harmonia o que é harmonia a soma dos desiguais e mantendo as diferenças eu como numa orquestra que o violino ao ser tocado sai som de violino e o tambor quando é tocado percussionista quando toca sai som de tambor é aquele trompetista quando sopra o teu pé trompete sai som de um trompete ou seja cada instrumento tem o seu próprio som mas se tocados no mesmo tom no mesmo acorde o som que se não chega e tocados ao mesmo tempo o som que se não chega é um só mas se observamos continua cada instrumento com seu som separadamente porém harmonizados assim a vida conjugal a cada um continua sendo o que é no sentido de individualidade mas harmonizadas para se reconstruir em os dois companheiro companheiro e essa estrutura de convivência a dois esse é um dos companheiros que adora dormir por exemplo na escuridão total e a outra companheiro companheiro gosta de dormir com a penumbra é uma luzinha acesa algum lugar é o marido que adora enfiar o pão no café ea esposa ar de teste essa cena quem é o marido que só dorme se tiver assistindo à televisão ea esposa detesta barulho para dormir é a esposa que só dorme se for sob o peso de três cobertores e uma o marido mal aguenta um virol ó e vou ter que se ajustar nessas coisinhas para dar certo para resolver
sa detesta barulho para dormir é a esposa que só dorme se for sob o peso de três cobertores e uma o marido mal aguenta um virol ó e vou ter que se ajustar nessas coisinhas para dar certo para resolver os cobertores de um virou inventar um edredom e o café continua tendo o pão molhado nele só que o marido mora de costa ah e assim vão convivendo lidando com as diferenças porque o objetivo é maior do que fazer o comer um pão mordendo e bebendo café separadamente eu vejo é isso que eu chamo viver em dois para depois a viver em paz aí sim a chegada dos filhos e quem são nossos filhos a khalil gibran no mesmo livro profeta quando diz é o personagem fale-nos dos filhos ele diz vossos filhos não são vossos filhos são os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma vem através de vós mas não de vós e embora vivam convosco não vos pertencem eu desconfio que ele leu a questão 166 do livro dos espíritos desconfio uma leve desconfiança é porque é isso que está lá é porque o espírito não procede do espírito e como vimos no capítulo oitavo do evangelho segundo espiritismo a cada um é um ser apartado que nasce por vias biológicas utilizando-se de um corpo que é com ele com o espírito a passa a interagir e formando não ser mas esse corpo sim advindo de uma outra estrutura da combinação de duas outras estruturas dos gametas masculino e feminino é mas é estrutura o espírito que somos não viemos dessa combinação gametogenica vimos como seres individualizados no papel de filhos oi e a importante observamos o que está no capítulo 5 no item 11 deste capítulo 5 do evangelho segundo o espiritismo que escreve o espírito frequentemente renasce no meio em que já viveu e para estabelecer novamente as relações olá sejam rompidas de certa forma em existências anteriores então veja o espírito frequentemente renasce no meio em que já viveu frequentemente veja que o advérbio frequentemente não constantemente é o que nos leva ao capítulo oitavo também do evangelho segundo o espiritismo quando o kardec nos diz que
e no meio em que já viveu frequentemente veja que o advérbio frequentemente não constantemente é o que nos leva ao capítulo oitavo também do evangelho segundo o espiritismo quando o kardec nos diz que é em regra renascem os mesmos espíritos mas também temos espíritos não conhecidos que também compõem a mesma estrutura familiar porque se fosse constantemente nós só encontraríamos com as mesmas com os mesmos espíritos as mesmas circunstâncias mas não quando a uma afinidade de provas mesmo que não diretamente causado o rompimento mais causada com a lei em relação a lei do amor podemos dividir espaço na mesma estrutura familiar por afinidade de provas não necessariamente por relação direta de animosidade ou de afinidade pretéritas então o espírito frequentemente em regra em regra nossas estruturas familiares são compostas por espíritos que já conviveram em encarnação oi flores e que estão ali naquele momento para se reajustarem se uns com os outros ou outro bom então esses são os filhos que se não chegam numa estrutura familiar e quando vemos a questão 166 do livro dos espíritos perguntando uma alma que não alcançou o progresso em uma resistência como como conseguir a o como atingirá esse seu processo se seu progresso em outras palavras e os espíritos respondem suportando a prova de uma nova existência o ou seja não deu para resolver aqui resolvo depois ali esse depois alice depois entendamos que é um interregno relativamente grande ou curto dependendo das circunstâncias pode ser assim rapidamente alguns anos pode ser rapidamente algumas décadas pode ser rapidamente alguns séculos pode ser rapidamente alguns milênios eu digo rapidamente que somos espíritos imortais então que são mil anos 2011 para quem não tem fim são dois mil anos a mais para quem é imortal tudo isso rápido é mas para quem está em débito tudo isso é demorado mesmo que dias depois bom então nós vamos estar ali nós vamos voltar para suportar vejam verbo utilizado pelos espíritos suportar a prova uma nova existência e começando
em débito tudo isso é demorado mesmo que dias depois bom então nós vamos estar ali nós vamos voltar para suportar vejam verbo utilizado pelos espíritos suportar a prova uma nova existência e começando pela estrutura familiar porque ali por ali aqui chegamos e da mesma forma então se é para um processo de crescimento a encarnação como vemos no livro dos espíritos questão 132 quando se pergunta qual é a finalidade da encarnação dos espíritos não é re é a encarnação o ato de um canal qual é a finalidade da encarnação dos espíritos os espíritos respondem deus vos impõe a encarnação com a finalidade de vos fazer progredir bom então só temos uma finalidade de estarmos encarnados progresso a reencarnação a encarnação não têm finalidade punitiva e a reencarnação não é para que ninguém sofra não é para que ninguém seja punido sofrimento é decorrência é consequência de atos e escolhas ah mas tudo tem uma finalidade só progredir a equipe e quando aqui chegamos chegamos pelas hostes familiares pela conjugação de dois seres dos gametas que vão permitir a formação corporal da é da na qual estarei empuxo se você já utilizar um corpo é muito corpo no meu caso é mas vamos utilizar bom então ali chega-se encarnação tem por finalidade fazendo o espírito progride dia podemos até nos perguntar mas então não se progride no mundo espiritual lógico é a questão 230 do livro dos espíritos no estado errante progride o espírito ele sim eles respondem sim em conhecimento mas só o contato com a carne ele permite exercitar o conhecimento adquirido ou seja nos devolve para terra do mesmo jeito e é só aqui que nós exercitarmos e essa nossa aspas liberdade e é esse ponto e se é assim então você encarnação tem como finalidade nos fazer a progredir e nos encarnamos numa família a ordem do processo em cartório de certa forma também é didática por que que eu sou o filho mais velho por que que eu sou filho caçula no meu caso eu sou o caçula de oito e quase que não se lembrava mais de mim e é porque entre mim o mais velho deve
mbém é didática por que que eu sou o filho mais velho por que que eu sou filho caçula no meu caso eu sou o caçula de oito e quase que não se lembrava mais de mim e é porque entre mim o mais velho deve ter uns 30 anos olá eu sou jovem é mas a ordem tese em tese tem um pouco a ver primeiro uma condição preparada para poder estar e naquela família mas também por uma questão até didática das nossas formas que não é regra não é absoluta das nossas formas de educar esses filhos pensamos o filho mais velho quem é o filho da inexperiência não é fácil você saber quem é o filho mais velho é só você perguntar quanto tempo ele ficou envolto num coro é porque o filho mais velho fica mais ou menos um mês dois meses dentro de um quilo e diz assim que a criança só descobre a mão depois de 30 dias mas é lógico tem outra dias ela tá dentro de um quero ela nem sabe que tem corpo e por quê porque o filho mais velho todo cuidadoso os pais são todos os cuidadosos todos os dois é o filho da experiência é o filho que fica doente por toda hora é aquele que se pensar sequer um dia talvez pisar descalço no chão a mãe fala sempre ficar doente e o segundo tá lá sugiro andando pelo chora para meninos e vai ficar doente o terceiro fala é tem mais junta por aí e mais o primeiro não e é aquele filho da inexperiência então ali uma relação um pouco mais um pouco mais até madura de relação de contato é o filho preposto do pai da mãe né a filha proposta do pai da mãe preposto do pai da mãe pelo seguinte a mãe vai sair falar com a filhota cuida dos seus irmãos e ela é mais velha obedece sua irmã ela é mais velha é o filho ou a filha que mais tempo ficou sozinho com os pais porque depois do segundo já tem o primeiro e assim acabou então aqui ele não tá lá sozinho mais tempo em tese em tese não é regra em tese é um filho esforçado ele até pode não ter boas notas mas se manda fazer a lição e faz se é para estudar ele estuda se é para vir a parte ele vira e é aquele filho que a mãe está recebendo visita em casa ele chega
sforçado ele até pode não ter boas notas mas se manda fazer a lição e faz se é para estudar ele estuda se é para vir a parte ele vira e é aquele filho que a mãe está recebendo visita em casa ele chega correndo na sala mas olha com canto de olho ele volta caladinho esse é o filho que talvez tenha uma necessidade de estar mais próximo para exercer uma autoridade sobre outros mas como autoridade maior acima dele pai e mãe é aquele que talvez está ali porque precisa de uma atenção um pouco mais exclusiva não dá do momento para que ele possa se sentir mais ajustado bom então vejam a estrutura desse filho mais velho e não é regra mas a gente encontra em maioria essa característica o filho do meio é normalmente ela é o filho da comparação seu irmão mais velho na sua idade oi e aí vem com as sete situações seu irmão mais velho na sua idade da tia terminado já tinha passado de ano seu irmão mais velho na sua idade já trabalhava irmã mas e ele olha por mais velho e é de qual é a tendência do do meio o oposto do mais velho o mais velho é introspectivo é introvertido mas o do meio é todo extrovertido o do meio aquele filho que a mãe está recebendo visita em casa e ele entra correndo na sala a mãe olha com o canto do olho ele fala assim que só tá me olhando desse jeito é porque a integridade já tem o mais velho então ele tenta fazer de uma forma diferente porque vai buscar o mesmo elemento que mais velho buscou o amor e do jeito dele oi vitória tudo diferente é aquele que você tem que falar filho você não estudou pode deixar mamãe eu já sei tá tudo aqui e para você não anotou nada para quê é a nota que não entende eu entendo e assim vai porque ele não será comparado se não for semelhante é porque só se compara as semelhanças não as diferenças e não quer dizer que é ruim não é isso mas é outro destino e ali vai lidar com dupla autoridade do pai e do pseudo autoritário que é o irmão mais velho oi e ele tem que dar um jeito de ir lá em minas nós dizemos cortar uma volta para poder chegar o pai não vai em linha
lidar com dupla autoridade do pai e do pseudo autoritário que é o irmão mais velho oi e ele tem que dar um jeito de ir lá em minas nós dizemos cortar uma volta para poder chegar o pai não vai em linha reta porque já tenho do meio que ele dá uma um jeito na lateral é aquele do pessoal mais antigo mais antigo pegou mal o pessoal mais experiente aqui deve-se lembrar de um desenho animado chamado leão da montanha que falava assim saída lateral pela direita saída transversal pela esquerda ou seja um filho do meio e tá sempre com saídas laterais para chegar até aquela cornucópia de amor que são os pais o nome cortar essa família o caçula que sejam só dos três qual é a característica dele integridade até o mais velho e a no ponto sentido da palavra astúcia já tem do meio que que sobra para ele isso eu falo por experiência própria e eu tinha um mais velho e seis no meio a sobra um jeitinho e o caçula é fácil você saber quem é é só olhar aquele que manteve o apelido para vida inteira o que eu não vou contar com a elberbio é lógico isso já são águas passadas e muito passadas o quanto que já voltaram essas águas mais vejam é o joãozinho o zézinho aí chama assim vem cá joãozinho aí chega dois metros de joãozinho e eu joãozinho o filho caçula ele tem uma forma mais pegajosa é aquele que ama com as mãos tem que ficar segurando não pode ver um colo vazio colo de mãe no e ele fala assim no e já corta o colo a mãe coitada já escolhida e ele aquele dois metros de joãozinho zezinho pedrinho luizinhas senta adora ele abraça mais abraço assim encostando o peito é uma fargo é uma característica própria muito compreensivo porém esperto compreensivo porque chega a mãe com um presente na mão e ele fala oba a facção tênis opa eu vou ganhar um tênis do meu irmão porque sabe que aquele vai para o irmão mais velho que passa para depois para ele o que ela do irmão mais velho é mas ao mesmo tempo ele ocupa o espaço dele porque o irmão mais velho diz assim ele olha o irmão mais velho se arrumando
irmão mais velho que passa para depois para ele o que ela do irmão mais velho é mas ao mesmo tempo ele ocupa o espaço dele porque o irmão mais velho diz assim ele olha o irmão mais velho se arrumando para sair de casa ele diz assim onde você vai aí eu vou sair eu quero ir com você que é isso é um menino pirralho não vou levar mãe a palavra chave mãe vamos vamos vamos vamos é porque ele vai dizer o ponto que você fez no verão passado eu vejo são estruturas e esse precisa de muita gente a anteriormente para poder no dizer para poder dizer para ele sítio abaixo acho calma tem gente na frente não seja ansioso então vejamos a ordem do nascimento considerando os aspectos sócio educacionais culturais que nós adotamos influencia ou tem a ver com a necessidade do espírito reencarnante esses são os filhos o e pressupõe-se que os pais tenham essa estrutura para lidar com essas características de alma com essas características de espíritos que formarão ali então o que nós chamamos família e com toda essa estrutura espiritual e com todos todas essas necessidades encarnatória e com todos esses processos aparentemente de ida e vinda na relação familiar e ali nós podemos nos mostrar e sermos recebidos como nós somos um e não há juízo de valor da estrutura familiar em termos da convivência e aprenderemos a respeitabilidade e aprenderemos a naturalidade com amorosidade e essa é a característica esse é o instituto família e essa estrutura espiritual família eu volto a dizer independentemente independentemente dos arranjos familiares independentemente o que ali deve prosperar é o amor se com sanguínea a família senão com sanguínea no impresso se interessa que há uma estrutura composta por diversos papéis pais cônjuges pais companheiros companheiras pais mães filhos irmãos essa estrutura o que vai tendo elementos agregados depois sim e chegam outras outras pessoas que vão consorciar esse com os membros familiares e aquela família nuclear gera várias outras famílias que também serão nucleares e assim seguiram com uma
dos depois sim e chegam outras outras pessoas que vão consorciar esse com os membros familiares e aquela família nuclear gera várias outras famílias que também serão nucleares e assim seguiram com uma estrutura antropológica espiritual antropológica no sentido da ancestralidade de uma estrutura espiritual na sucessão das convivências muitas vezes de um mesmo espírito lá numa quarta ou quinta geração a antropológica porque nós nos remetemos sempre a um passado da estrutura familiar e que gera assim energias constantes é mais espiritual porque nós podemos ao remontar uma estrutura antropológica está remontando a nós mesmos como geradores daquela família que agora estou nela de volta na quinta geração bom então nós temos por assim dizer não no sentido ser não é isso não é um certo aquela uma força de pressão com e minúsculo nós temos um espírito de família ou seja uma característica que encontramos em todas a todos aqueles que compõem porque uma característica porque um espírito familiar no sentido de cultura familiar porque todos temos provas afins nós estamos ali por motivos semelhante por isso temos características entre aspas herdadas mas herdadas de nós mesmos das nossas próprias estruturas encarnatória isso então pelo prisma espiritual confere a família uma importância muito maior do que uma mera convenção social do que a uma mera instituição civil e é uma instituição espiritual e por mais difícil que possa parecer a vida em família por mais confusa que possa aparecer é a estrutura mais bela que nós te ama a estrutura desenhada pelas leis de deus para que para que todos nós pudéssemos crescer aprender e conviver quantas vezes olá sejam necessárias vou ali numa na outra na outra outra encarnação bom então é a família algum elemento fundamental para nossa construção de gêmeo os institutos de questão 110 do livro o consolador os institutos de educação propriamente dito do mundo podem instruir mas só a família pode educar quer dizer é na família nas universidades nós construímos a
itutos de questão 110 do livro o consolador os institutos de educação propriamente dito do mundo podem instruir mas só a família pode educar quer dizer é na família nas universidades nós construímos a cidadania na família nós rede ficamos o caráter quer dizer ele nessa questão 110 do livro o consolador então sim é o nosso elemento é a célula e por assim dizer aparentemente chavão é a célula matriz é a célula mãe é a célula mater da estrutura social uma sociedade conservadora tem no seu bojo predominância de famílias conservadoras uma sociedade liberal tem no seu bojo a predominância de famílias de mais uma sociedade equilibrada tem no seu bojo a predominância das famílias equilibradas porque a família conforme vemos na questão 774 do livro dos espíritos é a base para a própria lei de sociedade que dizem os espíritos que quis deus que o espírito nasceu em uma família para lançar as bases da sociedade a questão 774 do livro dos espíritos então pensamos a e agora podemos talvez entender a compreender aceitar e gostar e ao responder então porque estamos nessa família porque precisamos estar porque necessitamos dessas pessoas e elas precisam de nós e aí sim e no lugar certo com as pessoas certas no momento certo a fazer da maneira certa e encerrando essa palavra legal né encerrando todo mundo fala assim eba já tá terminando só que eu falei do gerúndio encerrando gerúndio significa eterno presente eu nunca acaba mas acaba porque tem um negócio aqui me falando que tá acabando o mineiramente dizendo tem um trem aqui me dizendo que para acabar mas tem uma parábola eu já contei a outras vezes uma parábola que diz que um pintor eu queria pintar um quadro e ele queria pintar um quadro que simbolizar se a coisa mais bela do mundo e ele foi para o seu atelier e não tinha inspiração para colocar numa tela uma imagem que a pessoa olhando pudesse ver a coisa mais bela do mundo ele então saiu de casa para buscar uma inspiração e caminhando pela rua ele se encontrou com o poeta e um poeta uma pessoa
a tela uma imagem que a pessoa olhando pudesse ver a coisa mais bela do mundo ele então saiu de casa para buscar uma inspiração e caminhando pela rua ele se encontrou com o poeta e um poeta uma pessoa sensível olhou se para aquele aquele pintor percebeu apreensão no seu olhar e de se perguntou o que passava e o pintor disse olha é que eu quero pintar um quadro é o meu último quadro a minha obra-prima eu quero pintar a coisa mais bela do mundo e não me vem à mente como materializar ela coisa mais bela do mundo sequer eu tô imaginando não consigo entender qual é a coisa mais bela do mundo o poeta disso aí olha a coisa mais bela do mundo é o amor pinte o amor e você estará então com a coisa mais bela do mundo ele agradeceu desse exatamente o amor é a coisa mais bela do mundo e agradeceu saiu mas ficou com uma dúvida como materializar o amor numa tela oi e aí continuou encontrou-se com um sacerdote um religioso e esse sacerdote esse religioso pessoa muito sensível observou aquela preocupação no pintor e fez a pergunta o que está acontecendo ele disse olha eu quero pintar a coisa mais bela do mundo e eu não sabia o que pintar encontrei-me com o poeta agora há pouco ele me disse para pintar o amor eu concordo com amor a coisa mais bela do mundo mas eu não estou conseguindo uma televisar numa imagem o que é o amor o sacerdote sorriu e disse olha o amor sim é uma coisa bela do mundo mas a coisa mais bela do mundo é a fé porque a fé a crença no amor então pinte a fé o poeta o pintor agradeceu e só olha que legal realmente a fé e ficou com dois problemas como colocar o amor ea fé duas coisas mais belas do mundo num desenho numa pintura no imagem e mais no final do dia ali meditando ele se encontrou com o ex-combatente de guerra esses combatentes de guerra percebeu ali aquela apreensão um homem sensível e fez a mesma pergunta aquele pintou o que está acontecendo vídeo olha eu sou um pintor eu quero pintar um último quadro da minha vida aquela colocar na tela a coisa mais bela do mundo encontrei-me
el e fez a mesma pergunta aquele pintou o que está acontecendo vídeo olha eu sou um pintor eu quero pintar um último quadro da minha vida aquela colocar na tela a coisa mais bela do mundo encontrei-me com um correta que me disse que é para pintar o amor encontrei-me com um sacerdote que pediu que eu pintasse a fé e eu sei eu concordo com essas duas coisas são belas mas eu não consigo colocar numa imagem no num quadro não desenho essas duas coisas e aqueles combatentes sorriu e disse de fato é o amor ea fé são coisas belas do mundo mas a coisa mais bela do mundo é a paz pois a paz ea materialização do amor no ato de fé pentear passo ele agradeceu e ficou com três problemas o que ele concordava que amor foi aí passa eram importantes eram belas mas como desenhar como colocar isso no quadro para que ele pudesse por outro a coisa mais bela do mundo o que foi para casa quando ele chegava próximo a casa ele olhou aqui no portão estavam a sua esposa e eu seu filho uma criancinha de aguardando e ele chega e percebe no olhar da esposa é o amor oi e aquele filho de abraça com a segurança enorme e ele percebe naquele abraço a fé o e entram os três para casa e dentro de casa e ele percebe e sente rapaz tu vai para o seu atelier vira à noite e pintando e no outro dia chama a esposa eo filho e abri o quadro e lá estava o 4 e da coisa mais bela do mundo que ele deu outro minha família e a família é a coisa mais bela do mundo e não afrouxar nunca esse laços de afeto e amor que une a família os deuses panqueca e aí e aí e agradecemos ao palestrante pela rica contribuição informamos que é uma praça de alimentação no piso térreo além de vários restaurantes na região aproveite o intervalo para se informar sobre as opções disponíveis retornaremos aos lavar altral os trabalhos as 10:45 obrigado a e aí e aí e aí e aí