#01 [CONGRESSO ESPÍRITA DE JATAÍ 2025] Palestra "JESUS, O CAMINHO PARA PAZ E SAÚDE - Hélder Andrada
#AOVIVO #CongressoEspiritaDeJatai #SINTONIAnoBEM Transmissão AO VIVO da Abertura do CONGRESSO ESPÍRITA DE JATAÍ 2025 e da Palestra "JESUS, O CAMINHO PARA PAZ E SAÚDE", com Hélder Andrada, direto do Centro de Cultura e Eventos de Jataí-GO. SINTONIA no BEM, divulgando o espiritismo com amor! Quer criar transmissões ao vivo como esta? Confira o StreamYard: https://streamyard.com/pal/d/5942525018767360
เฮ por buscar uma força do amor para que possa aração de palmas. Certo de um homem aqui tinha um olhar mais do que existiu tinha no contar na oração. Falar mais e dançar já se ouvir. palavra sobre amor quando seu arão de amor e paz ele trazia no coração. caminhou, subiu as montanhas e tomou maior. Deus a luz brilha na escuridão. Só você cada coração que ainda na vida se tem existe uma outra vida além assim. renascer, morreram. Tudo que ele me deixou não passou e mais resistiu. Pois seou. E o caminho para seguir o que aqui ele deixou. Nãoais que eu canto para ser o dia vai voltar e nós somos queou enquanto de nasceu chorando pela semente que floreceu mas ainda dear se decia lou crescer grande perdão que chegou a tudo que aqui deixou tu não passou mais desisti que e o caminho certo seguir o que deixou não existir. o caminho certo para seguir. >> Boa noite. Boa noite, C. Levanto ch meus braços de tudo para que eu possa me escutar. se convida sção para que possa entender seu chão grande. para que eu possa entender que o Eu quero sempre que o mundo fazer o que eu posso me ajudar. Jente Jesus. Eu quero solar. Que eu seja preparado para mim luz. Que eu seja todo dia deção de nossa falou em meus amores. de nós. Deus teu cança melhor que o faz o que eu posso para me ajudar Jesus com Jesus eu queroção. Deus seja para que eu seja todo dia como dia do sol, de costas no escuro e de frente na luz e de frente pra luz. que eu seja todo dia como girassol de costas fluior e de vent luz. Se a vida fosse fácil como a gente quer. O sentimento me ronda. Não sei dizer tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero sero, ser limpo, ser justo, ser pobre de espírito ser. >> Tua palavra me sonda, me conta. O reino que espera por mim. Eu te ofereço meu pranto as dores da alma que quer renascer. Eu ouvindo a voz deu falar encantou. Quer seguir caminhar, que saber para onde vou. Eis-me aqui minha dor sereno. me romba. Não sei dizer, tudo é novo para mim.
nto as dores da alma que quer renascer. Eu ouvindo a voz deu falar encantou. Quer seguir caminhar, que saber para onde vou. Eis-me aqui minha dor sereno. me romba. Não sei dizer, tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o quero sero, ser limpo, ser justo, ser pobre de espírito s. Tua palavra me sonda, me conta do reino que espera por mim. Eu te ofereço o meu pranto e as dores da alma que quer renascer. Eu ouvi tua voz. Meu famecou que seguir a caminhar. Que saber para onde vou. Eis-me aqui, minha dor serenou. Eu ouvido a voz deu falar me encantou, que segui caminhar, quis saber para onde vou. Eis-me aqui minha dor sereno. Oh. Mais uma salva de palmas. Queremos agradecer imensamente o convite e dizer que com Jesus tudo nós podemos. Jesus é o verdadeiro caminho. Jesus saúde e paz. Para finalizar, então nós queremos dedicar essa música a cada um de vocês nessa certeza de que nada é impossível aquele que crê, aquele que segue os passos de Jesus. No violão Lucas, no carrão Valéria, no outro violão L. Na sequência, Maria Clara, Giovana, Carol, Daniela e Maria. Márcia nos teclados. Se meu Deus, nada para ti é impossível. Sei que tudo podes, meu Deus. Deus, nada para ti é impossível. Fido, estás meu coração, buscando em direção. Confiante. Ele espera ser curado para amar. Tudo bes, seu Deus. Nada para ti é impossível. Sei que tudo podes, meu Deus. Deus, nada para ti é impossível. Ou Deus, o meu clamor, a minha oração, minha alma se em teus braços me abandonar. Sei que tudo podes, meu Deus. Nada para ti é impossível. Sei que tudo podes, meu Deus. Deus, nada para ti é impossível. >> Muito obrigada a todos. Nós que agradecemos a participação do grupo musical Força do Amor. Começamos bem, agora a gente tá com a energia conectada e é muito bom estar aqui, rever amigos, né? Eu tive que fazer uma mudança de cidade, aí eu olho daqui, vejo rostos conhecidos e me engrandece o coração de poder revê-los. E a gente dá então a abertura oficial para o nosso
qui, rever amigos, né? Eu tive que fazer uma mudança de cidade, aí eu olho daqui, vejo rostos conhecidos e me engrandece o coração de poder revê-los. E a gente dá então a abertura oficial para o nosso congresso 2025. São 13 anos que o congresso segue nesse formato, né? O congresso tem uma história maior, mas nesse formato, 13 anos. E para mim é uma honra estar lá o primeiro, 2011 até agora, né? E se Deus me permitir, e se aqui eu não estiver encarnado, quem sabe a gente tá aí nos próximos, né? Então, com o tema Caminho para Paz Jesus, caminho para paz e saúde, o Congresso tem a organização do canal Sintonia no Bem, que tem feito um trabalho esplêndido, né, não só aqui na realização do congresso, mas na divulgação da doutrina espírita, alcançando corações e almas por aí, mundo afora, através da internet. Então, esse evento não é um evento só para a comunidade espírita, mas para toda a comunidade, né? Então, todos que aqui estão sendo espíritas ou não espírita, estão chegando agora, sejam bem-vindos. É um prazer estar com vocês aqui. No final nós vamos ter um sorteio de livro, tá? Vocês receberam as fichinhas na mão aí? Então, eh, já vai pedindo pro seu anjo da guarda aí, pro seu guia, né? eh paraa sua sorte, para o que for que você acredita, te ajudando aí para você poder daqui a pouquinho, quem sabe ser um sorteado, né? Tô vendo uma turma bonita demais ali também, ó. Saudade de vocês, né? Você ser sorteado daqui a pouco, né? Quem sabe você sai daqui com com o livro. Então nós queremos agradecer a todas as pessoas, os trabalhadores, os patrocinadores, né, que fizeram de alguma forma, deram a sua contribuição para que a gente pudesse estar aqui hoje realizando mais uma edição do Congresso Espírita. Queremos agradecer as casas espíritas que cederam seus espaços para divulgação, que cederam seus trabalhadores, né? Então, todos vocês que de alguma forma, em qualquer grau dê uma contribuição, sintam-se abraçados, reconhecidos pelo nosso carinho, né? Queria quero agradecer a o pessoal do
am seus trabalhadores, né? Então, todos vocês que de alguma forma, em qualquer grau dê uma contribuição, sintam-se abraçados, reconhecidos pelo nosso carinho, né? Queria quero agradecer a o pessoal do Força do Amor que recebeu a gente tão bem ali no início, né, na inscrição ali no acompanhamento com os palestrantes. Muito obrigado, né, pela a força, né, pessoal também do Allan Kardec que estavam aqui agorinha. Tô revendo essa turma aqui, estando muito feliz, né, com toda e esse movimento que a gente vê o movimento espírita crescer. Quando a gente vai em qualquer outra cidade, eu mudei para mineiros, né, e vejo o quanto nós temos um movimento espírita forte, caloroso, né? E sinto de verdade a falta desse movimento, né? por onde a gente vai, não só aqui, mas quando a gente viaja também eh com o grupo LSA fazendo as nossas apresentações, a gente vê o quanto nós somos privilegiados de estarmos numa cidade com uma concentração, né, tão forte do espiritismo e que isso ilumina a nossa alma, nossas consciências. Então, para que você entenda eh como vai ser, né, o nossa a nossa programação, a gente resolveu fazer uma uma adequação a pedido de muitos participantes, né, que na parte do sábado de manhã a gente não vai ter atividade, porque a maioria, né, das pessoas, muitos de nós trabalhamos no sábado e e as pessoas perdiam parte da programação do sábado. Então, o que que a gente fez? a gente adecou e essa programação então acontece no sábado à tarde. Então hoje daqui a pouco a gente vai ter uma palestra incrível com o nosso irmão Hélder Andrada que daqui a pouquinho vai subir aqui para falar conosco, né? Então eh como vai acontecer no sábado, a partir das 14 horas amanhã a gente começa o nosso dia de amanhã. A gente vai ter a palestra com o Víor Hugo Menino, que vai estar aqui conosco. Vamos ter também a palestra do Gustavo Silveira e também a palestra com André André Siqueira à noite. No domingo a gente começa às 8:45 e a gente vai ter o painel. O domingo para mim é um dia fundamental, né? Um
ambém a palestra do Gustavo Silveira e também a palestra com André André Siqueira à noite. No domingo a gente começa às 8:45 e a gente vai ter o painel. O domingo para mim é um dia fundamental, né? Um dia que as ideias fecham e crescem. Então, se você durante a palestra você tiver alguma dúvida, nós vamos colocar aqui daqui a pouco no telão número do WhatsApp do Sintoniano Bem. Então, se você tá assistindo a sua palestra, te ocorreu uma dúvida ou você quer abrir um debate de algum assunto que tem a ver com o nosso tema, você pode enviar a sua pergunta no WhatsApp. Nós vamos estar recolhendo essas perguntas e vamos estar organizando essas perguntas. E aí a gente vai trazer então pro nosso painel, onde a gente enriquece muito com a participação, né, de todos, né, não só dos palestrantes, mas também de nós participantes, para que a gente eh coloque, né, mais conteúdo e extraia dos palestrantes que têm, né, esse conteúdo, esse repertório para nos servir. Uma coisa é quando a gente tem um tempo limitado à palestra e a gente fica dentro daquele tema. Outra coisa é quando abre, né, a oportunidade paraa gente expandir esse tema. Então o painel é hora para isso. Então fique ligado. Se você sentiu aqui aquela vontade, né, de abrir eh essa eh eh mais um assunto, a hora é agora de mandar para o nosso WhatsApp. Daqui a pouco a gente coloca no telão. Então lembre-se que daqui a pouco, né, no final a gente tem um sorteio de um livro. Então vocês vão eh com a ficha de vocês, a gente vai eh sortear um número e aí o sortudo vai embora com um livro hoje. Tá bom? Então é isso, a gente abre oficialmente o nosso congresso espírita 2025, Jesus, caminho para paz e saúde. E pra gente abrir, né, oficialmente também com chave de ouro, quero chamar a nossa irmã Gisele aqui para fazer a prece inicial. Uma boa noite a todos vocês que estão aqui presente conosco, irmãos de caminhada. Que gratidão imensa está aqui nesse momento. Então, vamos elevar o nosso pensamento a Deus, nosso pai e a Jesus,
cial. Uma boa noite a todos vocês que estão aqui presente conosco, irmãos de caminhada. Que gratidão imensa está aqui nesse momento. Então, vamos elevar o nosso pensamento a Deus, nosso pai e a Jesus, nosso mestre. Ó pai de divina bondade. Obrigada pela nossa encarnação atual. Obrigada, pai querido, pela oportunidade desse mancial de bênção que hoje se inicia na nossa cidade. Obrigada, Jesus, mestre querido, o caminho e a luz que nos acalma, que nesse momento, diante de toda a pleia de irmãos abnegados do amor, que seja derramado sobre todos nós aqui presente esse manacial de bênção que nos acalma diante de tantas tempestades que cada um tem vivenciado. e que possamos estar abertos para receber todas essas palavras que é, Senhor, estudo que vem de vós, porque aqui vieste e deixaste um delegado de amor, um legado de caminho a ser seguido. Abençoe, Senhor, todos os palestrantes que aqui vão trazer todo o embanzamento através do teu amparo, para que toque os nossos corações, para que sejamos seres cada dia buscando seguir teus passos. Gratidão por essa oportunidade e que as bênçãos divinas nos abra verdadeiramente ao verdadeiro sentido dessa nossa estadia terrena. Este conosco, Senhor, e gratidão por essa oportunidade. Muito obrigada. Então, nós vamos convidar o nosso irmão Heldo Andrader, que é trabalhador do Espiritismo, atualmente presidente do Centro Espírita Amor e Caridade de Goiânia. E nós agradecemos a sua disponibilidade, né, de vir exclusivamente abrir o nosso congresso com o tema Jesus, o caminho para a paz. e saúde. Então, com vocês, nosso irmão Andrada. Muito boa noite a todos. É um prazer muito grande estar aqui com vocês mais uma vez. Já tá aí uma cidade tão importante no movimento espírita, tem uma história, uma tradição de bons espíritas, uma cidade que eu tenho um prazer especial de estar presente. Muitos amigos bons aqui em Jataí, não vou citar nomes para não ser injusto. A cidade que abriga meu filho mais velho, que estuda aqui em Jataí, tá aqui, trouxe um monte de
especial de estar presente. Muitos amigos bons aqui em Jataí, não vou citar nomes para não ser injusto. A cidade que abriga meu filho mais velho, que estuda aqui em Jataí, tá aqui, trouxe um monte de colegas da faculdade e então muito bom estar com vocês aqui. um privilégio participarmos de um evento como esse, porque a partir de agora Jáí se torna um ponto irradiador de energia pacificadora pro planeta. Um evento desse tem uma importância fundamental na situação que o mundo passa. Em 1868, bem no começo do ano, no mês de janeiro, precisamente no dia 6, 6 de janeiro, estava sendo lançado o quinto livro de Allan Kardec, a quinta obra da codificação do espiritismo. e ali consumava o processo de de estruturação daquela daquela obra da obra básica. O patamar básico estava sendo estruturado ali, consumado com a publicação de A Gênese. Quando foi escrito esse livro? Nessa época, 157 anos atrás. É isso mesmo, né? 157 anos atrás. Naquela época, Kardec, com seu pensamento futurista, ele já questionou e abordou a transição planetária. Essa transição que nós estamos vivendo hoje, que ninguém tem dúvida que está acontecendo. E ele perguntou como que se daria a transição planetária, como é que nós sairíamos da etapa de provas, expiações e alcançaríamos a regeneração. inspirado por espíritos superiores que compõem a pleiade do espírito de verdade. veio a informação de que essa transformação, essa transição, ela não se dará por meios físicos, não serão transformações geológicas, cataclismas, geleiras, inundações, epidemias, nada disso. Ela será sociológica. Essa foi a conclusão de Kardec. Então, na transição, quem está em modificação não é o planeta, mas a humanidade. E o que que é humanidade senão um conjunto de homens? Somos nós. Nós que compos humanidade. Como que nós estamos diante desse processo transicional? Como está a nossa vida nessa fase? Se a gente fosse entregar a palavra para cada um que tá aqui presente, cada um colocaria inúmeras experiências dessa fase de transformação.
se processo transicional? Como está a nossa vida nessa fase? Se a gente fosse entregar a palavra para cada um que tá aqui presente, cada um colocaria inúmeras experiências dessa fase de transformação. Mas elas têm uma semelhança. Todo mundo vai concordar, vai concordar comigo quando eu disser que tudo tá sendo muito rápido e nós somos flagrados por situações inusitadas a todo momento, bombardeados por várias informações. processo de transição planetária, ele mexe com tudo. As coisas saem de um estado de estabilidade para transformar. E no meio disso, o homem precisa adaptar. E são adaptações de uma velocidade grande. São muitas incitações a modificação a todo momento. Uma comparação que a gente pode fazer é com a reforma de uma casa. Quem aqui já teve a oportunidade de reformar a sua casa morando dentro dela, entende bem o que eu tô falando. O que que é você morar numa casa que está em reforma? Por menor que seja a reforma, a bagunça que faz, o transtorno que causa, o o dinheiro geralmente não dá. Tudo que você programa sempre tem algum gasto a mais. O tempo que você programa com pedreiro geralmente não é comprido, é desgaste, é estress, é raiva. Tudo isso é o processo transicional para casa ser melhorada. O nosso planeta está em reforma, a Terra está em reforma e nós estamos morando nela, na terra. Aquela, aquele clichê que fala, né? É você trocar o pneu do carro com o carro em movimento. O pneu furou, a gente tá viajando. Tem que trocar o pneu, mas não pode parar porque a viagem é urgente. Tem que trocar o pneu com o carro andando. Como? Não sei, mas tem que trocar. Nós estamos assim. O mundo está assim agora. E nós precisamos adaptar situações. Nós somos coagidos a todo momento a adaptar a situações inusitadas. Diante disso, como é que fica a gente? Como é que está o ser humano? Observa bem a quantidade de doenças psicossomáticas. Observa bem a quantidade de depressão. Observa a quantidade de gente com ansiedade. Os jovens então de hoje, meu Deus. Quando se fala em jovem, hoje se
rva bem a quantidade de doenças psicossomáticas. Observa bem a quantidade de depressão. Observa a quantidade de gente com ansiedade. Os jovens então de hoje, meu Deus. Quando se fala em jovem, hoje se fala um jovem ansioso, é quase que um pleonasmo, que a ansiedade ela tem sido uma característica da maioria dos jovens pela quantidade de exigências que eles têm, de cobranças sociais, cobranças familiares, cobranças intelectuais. Experimenta um de nós, da minha geração, quem tem filho adolescente aí, experimenta aí ensinar matemática pro menino, estudar matemática com ele. É tudo diferente. Eles hoje vem tudo muito mais profundo. Então a exigência sobre eles é grande demais e eles precisam adaptar. Olha a depressão, como eu falei, e isso levando a tanto suicídio. O suicídio foi convencionado já há alguns anos. Isso incitado pela Organização Mundial de Saúde, que não pode ter a estatística publicada, porque se publicar a estatística estimula acontecer mais casos, mas é assustadora a quantidade de suicídio. Por que que tudo isso tá acontecendo? O homem não conseguindo adaptar aos apelos, aos bombardeios de demandas dessa fase de transição em que nós somos coagidos a adaptar a todo momento, pegos de surpresa a todo momento. Eu vou ilustrar com um caso que aconteceu comigo ano passado, no começo do ano passado. É, eu estava vindo pra Jataí naquela época tinha um trabalho aqui em Jataí também e vinha de vez em quando a Jataí, via meu filho, trabalhava e voltava no fim do dia. Eu estava vindo para Jataí, de Goiânia para cá. Aí chegando ali em Guapó, de Goiânia paraí, chegando em Guapó liga. Éer, pelo amor de Deus, me socorre. Eu tenho um culto ecumênico para fazer hoje e eu não posso. Eu tenho outro compromisso inadiável vai para mim. Eu falei: "Rômulo, a gente tem que ter ética, não citar o nome das pessoas, mas é um amigo tão próximo, tão querido, que eu vou quebrar a ética com ele." É até uma forma de vingança. O Rômulo me liga, me socorre, Élder. Eu falei, Rômulo, eu não posso. Eu tô
nome das pessoas, mas é um amigo tão próximo, tão querido, que eu vou quebrar a ética com ele." É até uma forma de vingança. O Rômulo me liga, me socorre, Élder. Eu falei, Rômulo, eu não posso. Eu tô viajando hoje, tô indo trabalhar em Jataí, eu vou chegar só no fim do dia em Goiânia. Como que eu faço um culto ecumênico? Culto ecumênico não é uma coisa tão simples, tem que preparar, porque é diferente uma palestra numa casa espírita, tá todo mundo nosso credo religioso, ali você representa doutrina para pessoas de outras religiões. Muitos em culto ecumênico estão ali olhando para julgar o que você fala, para pegar, flagrar contradições, pessoas que não têm religião. Éer, mas me socorre, eu não posso, não posso. Falei: "Olha, não posso falar não para um amigo, mas também eu não posso falar assim, do jeito como tá a situação aqui agora. Que que é a formatura? É medicina, é o curso medicina e tudo mais." Eu falei: "Olha, faz o seguinte, liga para fulano, ciclano, passei alguns nomes para ele e tenta, me deixe como a última opção. Se você não conseguir com ninguém, você me fala, eu faço." E eu fui preparando na cabeça o que falar, como era a medicina para mim era mais fácil, é minha profissão. Eu tenho algumas coisas já assim em mente. Poderia falar algo dali relacionado, tudo bem. Aí eu vim, trabalhei, cheguei em casa no fim do dia, eu cheguei em casa, eu conto para vocês que foi o prazo tomar um banho e sair. E foi um banho rápido. Não deu tempo de pegar um livro para ler uma página para inspirar. Não deu tempo, mas eu tinha que socorrer o meu amigo. E chego na igreja onde era o culto ecumênico. Fui numa igreja grande em Goiânia. Eu tô na igreja lá, cheguei um pouco antes. Na hora que eu tô lá na igreja aguardando, eu tô vendo os formandos ali fora tirando foto com os convidados. Comecei a achar estranho aquilo, porque formatura de medicina geralmente é muita gente e não tinha, tinha muita gente, mas não era tanto igual eu pensaria que seria. Aí eu cheguei na cerimonialista,
. Comecei a achar estranho aquilo, porque formatura de medicina geralmente é muita gente e não tinha, tinha muita gente, mas não era tanto igual eu pensaria que seria. Aí eu cheguei na cerimonialista, perguntei assim: "Será que eu tô no lugar certo? Esse o pessoal que tá formando aqui não é mesmo o senhor que é o expositor que vai falar aqui hoje. Eu falei que curso que é? Ela falou direito e eu com os negócios na cabeça sem preparar paraa medicina. O que você fala para médico formando não é igual fala para advogado formando. O discurso tem que ser outro. Aí eu falei: "Meu Deus, faltavam 10 minutos para começar a formatura". Eu falei: "Que que eu vou fazer?" Liguei pro Rômulo. Rômulo, que que é isso? É trote pegadinha. Me confi ela me falou que era medicina, me convidou pra medicina. Eu falei: "Tá, desliga tá bom, deixa eu olhar." Abri o celular, falei: "Vou ler alguma coisa para pensar aqui no que falar". Em 10 minutos eu arquitetei alguma coisa para falar para advogados que iam formar. Difícil. Aí mandou a gente entrar lá na no altar. Entramos, era um padre, um pastor, eu e um outro que era representante da fé Barrai. Eram os quatro. O padre ia falar primeiro, eu em segundo, o pastor, depois o Bahrai. Aí estamos lá no altar sentados, o cerimonialista pega o microfone elegante, igual o Alan aqui, pega o microfone, bacana, usa aqueles mesmos adjetivos, né? palestra magnífica, maravilhosa, não sei o que lá, aquela coisa que não é nada disso que ele falou, não cai em propaganda enganosa. Ele pega o microfone e a gente lá no altar sentado e ele fala: "Vamos agora receber os formandos de engenharia civil". Eu não sabia para onde eu olhava, que cara eu fazia, o que que eu sentia. Eu não sabia. estava ali no altar já. Aí eu pensei, Jesus, faz alguma coisa. O que você vai falar para engenheiro não tem nada a ver. Você não aproveita nadinha do que você iria falar para advogado e nem para médico. Aí o padre ia ser o primeiro a falar. Eu pensei, enquanto o padre fala, tomara
ar para engenheiro não tem nada a ver. Você não aproveita nadinha do que você iria falar para advogado e nem para médico. Aí o padre ia ser o primeiro a falar. Eu pensei, enquanto o padre fala, tomara que ele fale alguma coisa que eu inspire na fala dele para dar sequência, pegar por gancho. Mas o padre não falou nada que desse base para pegar gancho. Ficou naquela questão de liturgia, tudo mais ali e tal. E eu pensando e eu não podia, sentado no palco, no altar, eu não podia pegar o celular para pesquisar que ia ficar muito feio, ficar olhando no celular enquanto o padre falava. E eu fiquei mentalizando alguma coisa para poder falar para engenheiro. Isso é para ilustrar como tem sido a nossa vida. E isso que me aconteceu, eu tenho certeza que acontece com todos nós em proporções equivalentes àquilo que nós fazemos, os improvisos da nossa vida de hoje, as situações inusitadas que pedem a nossa versatilidade e nós precisamos ter sucesso enquanto somos versáteis. é o mundo em transformação para dar uma opinião, para saber posicionar nas situações conflituosas que estão acontecendo. É Israel brigando com Palestina, que lado que eu fico e por quê? Aqui no Brasil essa polaridade política horrorosa. Que lado que eu posiciono e por como é que eu vou interagir com quem é do outro lado? Como que não sei o que lá? Tudo isso apelativos pra gente saber como agir e ter que melhorar. É a clássica transição e permeada por vários tipos de problemas de toda ordem. Transição planetária. O que fazer com os nossos problemas? Como resolver os nossos problemas? Aí eu vou lá atrás, mais de 2000 anos atrás, uma situação que aconteceu, uma história da humanidade que revolucionou. No evangelho de João, no capítulo 2 do Evangelho de João, nos versículos de 1 a 11, João conta um episódio ali que houve com Jesus. A encarnação de Jesus, ela foi muito curiosa porque foi curta. E Jesus precisou concentrar esforços para poder educar a humanidade e deixar um legado que perdurasse depois que ele partisse. Então Jesus ensinou muita
Jesus, ela foi muito curiosa porque foi curta. E Jesus precisou concentrar esforços para poder educar a humanidade e deixar um legado que perdurasse depois que ele partisse. Então Jesus ensinou muita coisa, ele falou muita coisa, contou historinhas que eram as parábolas, contou muita coisa para servir pra gente poder usar ao longo da nossa existência. E Jesus aproveitou todas as situações que ele vivia para fazer daquilo, para extrair o ensinamento para as pessoas. Então ele tava andando, ele via um pé de árvore que secou, um pé de figo que secou, ele contava uma coisa sobre a figueira que secou, ele tava andando, via um negócio, tudo ele fazia, aproveitava para poder virar ensinamento. E Deus também colocou situações para ele vivenciar, para servirem de base paraa implantação do ensinamento evangélico. Então, nesse Evangelho de João, no capítulo 2, tem essa passagem, são as bodas de Caná. As bodas de Caná. Eu eu eu me eu pessoalmente contemplaria demais se tivesse um congresso só sobre as bodas de Caná para falar horas sobre aquilo ali, porque eu tenho uma afinidade muito grande pelo Novo Testamento. São várias passagens riquíssimas do Novo Testamento, mas eu elejo para mim, Élder, aqui uma opinião pessoal, para mim não tem nenhuma passagem Novo Testamento tão cheia de simbologia igual as bodas de Caná. Gente, a bola de Caná você extrai tanta coisa daquele negócio ali que eu nem posso aprofundar muito, senão eu fujo do tema. Vamos sair daqui hoje, 11 da noite. Eu não posso fazer isso com vocês. Vou pegar só duas coisas das bodas de Caná pra gente poder mostrar o que fazer com os nossos problemas. A história é simples, todos já sabem, né? Jesus foi convidado para um casamento na cidade de Caná. Ele foi para lá com alguns amigos. Devia ser algum amigo dele que casou, convidou ele pra cerimônia, convidou outros amigos também. Ele foi e foi acompanhado da mãe dele. Maria também foi convidada. Nesse momento já não temos mais notícia de José, se ele participou ou não, que José
ele pra cerimônia, convidou outros amigos também. Ele foi e foi acompanhado da mãe dele. Maria também foi convidada. Nesse momento já não temos mais notícia de José, se ele participou ou não, que José é um personagem que no Novo Testamento ele foi dissipado de muitas coisas a gente não sabe o que que ele de fato participou, mas Maria estava nas bodas de Caná. No meio da festa o vinho acabou. Aí Maria falou com Jesus sobre aquilo e Jesus eh colocou, pediu que colocasse água nos recipientes e transformou a água em vinho. Foi o primeiro milagre de Jesus na sua missão toda. Aquele foi o primeiro milagre de Jesus, transformar a água em vinho. Mas essa aí é a história, só isso. Nessa pequena história a gente tem tanta coisa. Repito, vou até assim deixar vocês assim estimular a curiosidade para irem lá e destrinchar o tanto de coisa que tem nesse negócio. No meio da festa acaba o vinho. Coloca no lugar dos donos da casa. Imagina você convida pra sua casa, recebe alguém em sua casa para jantar. No meio do jantar a comida acaba. Antes do povo tudo servir, acabou alguma coisa ali no casamento. Acabou o vinho. No meio da festa. Maria percebeu. O papel de Maria nessa passagem aqui é algo estrondoso. Estrondoso. No início, na apresentação, aquele coral lindíssimo que cantou, nossa irmã comentou sobre Maria, né? puramente sobre Maria é aquilo mesmo e muito mais. O papel de Maria nas bodas de Caná foi de um protagonismo tão gigante, tão gigante que difícil ter alguma coisa parecida. Mas teve muitas coisas também, mas só que essa aí foi muito especial. Maria percebeu aquilo e Maria, no grau de evolução que ela tinha, ela tinha condição de contornar a situação. Ela tinha. Maria era uma mulher adiantada, evoluída, dona de casa, mãe. Qual dona de casa? Mãe, dona de casa que não consegue improvisar. Se chegar alguém na casa da gente agora de supão, sem avisar, a casa tá uma pindaíba, sem fazer supermercado, sem nada. Nossa mãe, ela dá um jeito de improvisar e fazer um trem de comer ali.
provisar. Se chegar alguém na casa da gente agora de supão, sem avisar, a casa tá uma pindaíba, sem fazer supermercado, sem nada. Nossa mãe, ela dá um jeito de improvisar e fazer um trem de comer ali. É ou não é? E presta. E presta e fica bom, né? Dona de casa tem essa versatilidade, dá conta de se virar e faz acontecer. Maria podia fazer, ela podia chegar nos donos da casa e falar: "Vamos dar um jeito aqui, vamos fazer, vamos fazer um chá para servir. Vamos, vamos servir a comida antes, que o povo não vai querer beber". Ela tinha recurso para isso, mas ela não usou o seu potencial. Ela jogou para Jesus a situação. Você pensa bem, na hora que acabou o vinho, ela percebeu se em vez de contar para Jesus, ela contasse para outra pessoa, contasse para uma amiga dela que tava lá, que tinha amiga de Maria lá. Pensa se ela chega assim: "Menina, não te conto. O vinho acabou. Que que ia virar isso? Ó, vou te contar um negócio, você não conta para ninguém, mas o vinho acabou no meio da fé. Pensa, ia ser a primeira fofoca assim histórica, né, da nossa vida. Mas ela não, ela foi até Jesus. Jesus, o vinho acabou. Ele vira pra mãe dele e fala assim: "Mulher, o que queres que eu faça? ainda não é chegado o meu momento. Essa fala de Jesus, o vocativo que ele usou, mulher, é um ponto polemizado da história do evangelho. Porque na maioria dos países usar o o vocativo mulher, ele pode soar como pejorativo. Você fala aqui no Brasil, por exemplo, né? Não, mulher, não sei o que lá, parece uma coisa pejorativa, né? E foi se ver que Jesus conversava, o idioma dele era o aramaico. O aramaico é um idioma muito pobre de significados. Então, quase tudo que falava era denotativo, era difícil falar aramaico. E eu não sei, desculpa aqui minha limitação intelectual, mas eu não sei se o aramaico é derivado do grego ou se é um idioma que tem raiz semelhante com o grego. Não sei. Eu sei que no grego antigo você usar o vocativo mulher significava rainha, senhora. Então Jesus, quando ele chamou a mãe
rivado do grego ou se é um idioma que tem raiz semelhante com o grego. Não sei. Eu sei que no grego antigo você usar o vocativo mulher significava rainha, senhora. Então Jesus, quando ele chamou a mãe dele de mulher, ele usou o termo de maior reverência que poderia haver para dirigirse a uma pessoa, senhora, rainha, que era o reconhecimento da mãe dele como autoridade. E falou: "Não é chegado o meu momento. Que que a senhora quer que eu faça?" Maria falou: "Olha, Jesus, o vinho acabou. Imagina o constrangimento dos donos da festa. faz alguma coisa, mãe. Eu não posso. Jesus, ele demonstrou com isso uma insegurança humana. Ele, ele, o ser mais transcendental que passou sobre a terra, não sabia que era o momento dele fazer a iniciação na prática dos milagres. Maria falou assim: "O vinho acabou, Jesus". Ela reconheceu no filho dela a capacidade de solucionar a situação. Mãe, eu não posso fazer nada. Ela falou assim para ele. Em outras palavras, ela falou: "Dá um jeito, mãe. Eu não posso. Dá um jeito. Não quero saber. Dá um jeito. Olha a vergonha dos donos da casa. assim: "Não vai fazer isso, dá um jeito." Aí ele percebeu, gente, quando uma mãe valida o filho a fazer alguma coisa, não existe lei, não existe governo, não existe constituição, não tem decreto real que pese mais do que a validação de uma mãe. Minha mãe falou, minha mãe mandou. É lei. Ninguém questiona o que a mãe fala. Olha bem, precisou da mãe de Jesus dar esse impulso para ele iniciar o milagre. Ela foi o suporte que propiciou que Jesus iniciasse o milagre, que nem ele sabia que era a hora dele, mas ela sabia. Na psicanálise moderna, a gente entende isso direitinho. Nós vai ver a relação. Isso, essa passagem abre até uma interpretação psicanalítica da relação mãe e filho do sexo masculino. Porque quando a mãe valida um filho, tem efeitos significativos que ele leva pra vida inteira. A psicanálise fala isso. Não é o Éder, não é Freud, é Lacan. Então ele entendeu que não podia desobedecer a mãe dele e atrás da mãe dele, Deus, como
eitos significativos que ele leva pra vida inteira. A psicanálise fala isso. Não é o Éder, não é Freud, é Lacan. Então ele entendeu que não podia desobedecer a mãe dele e atrás da mãe dele, Deus, como é que ele fazia, né? Ele falou e ela sabia que ele ia dar um jeito. Ela falou pros empregados da casa: "Façam tudo o que ele mandar, obedeçam tudo que ele disser". Ele falou: "Então, para encher as talhas de água. Os empregados obedeceram sem questionar e um dos funcionários daqui algum tempo foi lá para ver a água, enfiou um recipiente. Na hora que pegou, a água havia transformado em vinho e disse que era um vinho de boa qualidade. Nessa passagem aqui, o que que a gente vai extrair para adaptar ao nosso assunto de hoje? Maria, com outras possibilidades que ela tinha nas mãos, ela optou por fazer o quê? Ela entregou o problema para quem? Para Jesus. O problema que parecia sem solução, insolucionável, ela entregou para Jesus, porque ela sabia que dali podia aparecer uma solução. Maria, ela o potencial humano, o potencial espiritual, intelectual e de amor que ela possuía, ela tinha como resolver, mas ela entregou o problema para Jesus. Isso serve de modelo pra gente de como fazer diante dos nossos problemas. Nós podemos e devemos confiá-los a Jesus. Na hora que acontece qualquer intercorrência em nossa vida, qualquer tipo de desafio, lembra dele, entrega para ele. Ele, assim como na bura de Caná, ele vai saber o jeito de agir, a hora correta de agir e ele prevê o efeito que fará a intercessão, intercessão dele. Maria começou a mostrar pra gente que Jesus era o caminho para a paz e a saúde. Jesus e outras coisas mais que tem nessas bodas que eu fico tentado a falar, mas eu não posso. E aí Jesus como suporte paraa resolução dos nossos problemas. Jesus lá atrás ainda estamos lá na Palestina até agora saímos de Caná. Vamos continuar na Palestina. Jesus ali existindo, ele precisava concentrar o máximo de esforço para deixar uma obra completa e que a obra dele perdurasse depois que ele partisse,
gora saímos de Caná. Vamos continuar na Palestina. Jesus ali existindo, ele precisava concentrar o máximo de esforço para deixar uma obra completa e que a obra dele perdurasse depois que ele partisse, ele sabia que ele não teria uma vida longa. A encarnação de Cristo durou, segundo os historiadores, parece ter durado 33 anos. Naquele tempo, morrer com 33 anos não era tão novinho igual hoje, que o povo morria cedo mesmo. Mas ele foi precoce, foi uma morte antecipada porque ele foi assassinado. Ele morreu por pena de morte, foi crucificado. Foi antes do tempo biológico dele morrer, dele desencarnar. Ele sabia que isso ia acontecer e precisava colocar muita coisa para ficar pra eternidade. E hoje, 2000 anos depois tem coisas que Jesus falou, que aconteceram com Jesus, que só agora a gente consegue destrinchar para entender o que ele quis dizer. naquele tempo foi hermético. Então ele tava lá e o povo quando já sabia quem era Jesus, o povo no início muitos tiveram resistência. Aí depois muitos aderiram à obra de Jesus. Isso virou um problema, um problema, um problema inclusive urbano, porque onde Jesus passava era multidão atrás dele. Onde ele tava era gente aglomerada, o povo querendo ouvir Jesus, o povo atrás de Jesus querendo cura, querendo conversar um pouquinho com Jesus, querendo absorver um pouco do que ele tinha para transmitir. Multidão. Jesus, inteligente demais, conhecedor das coisas do céu e da terra, ele usava a natureza a seu favor. Ele subia numa colina para poder falar, pro povo poder vê-lo, pro povo poder ouvir melhor. Ele subia num barco, afastava um pouquinho o barco da água. Ele sabia a hora do dia que o vento soprava do oceano pro continente e aquilo ali ressoava a voz dele melhor. Ele usava os recursos da natureza porque não havia outra coisa de recurso a não ser ele mesmo. Era diferente da gente aqui hoje que tô falando para vocês aqui com o microfone me permite não ter que gritar. Não havia essas tecnologias no tempo de Jesus. Então era ele mesmo o próprio
r ele mesmo. Era diferente da gente aqui hoje que tô falando para vocês aqui com o microfone me permite não ter que gritar. Não havia essas tecnologias no tempo de Jesus. Então era ele mesmo o próprio recurso. Aí aquele episódio também emblemático da história do evangelho, Jesus ali conversando com as pessoas, com a multidão e e o povo ali aglomerado para ouvir Jesus e um monte de criança brincando, fazendo barulho, fazendo a relia. E tem umas coisas que mudam muito no tempo, na na história, que evoluem demais de comportamentos. Muitos comportamentos que nós tínhamos no passado, nós não temos mais hoje. Mas no muita coisa a gente vai evoluindo, vai burilando, mas tem coisa que nunca muda. Uma delas é comportamento de criança. Onde tem criança desde 2000 anos atrás até hoje, se tivesse um monte de menino aqui, que que eles ainda tá fazendo? Querendo brincar um com o outro, gritaria. Criança não tem noção do limite da voz, né? do que que pode falar tudo. Brinca não, gazarra de criança. É natural. No tempo de Cristo, a mesma coisa. Naquele tempo, o povo não tinha tato para lidar com criança, igual é hoje. Chegar numa criança com um jeito, ó, não faz assim não, fala baixinho, Titinho tá conversando ali, vamos para ali. Não tinha, não era assim não. O povo era grosso, o povo empurrava, o povo batia, o povo era era bem grosso mesmo com criança. Aí começaram a espantar as crianças, empurrar. Vai daqui, menina, sai daqui. Espantar as crianças. Jesus viu aquilo. Quando ele viu aquilo, ele falou: "Não, não, não, não, não, não, não, não espanta, não, não espanta. Deixai que venham as minhas criancinhas." E completou. E não as empeçais, porque delas é o reino dos céus. Deixai que venham a mim as criancinhas. Quando a gente imagina Jesus, sempre a gente pensa a pessoa bondosa, cálida, realmente ele era muito bom, muito bom. Bondade em pessoa, figura empática, uma figura simpática, agradável, acolhedora, bondosa e tudo mais. Só que Jesus, ele não poupou nenhuma oportunidade quando
, realmente ele era muito bom, muito bom. Bondade em pessoa, figura empática, uma figura simpática, agradável, acolhedora, bondosa e tudo mais. Só que Jesus, ele não poupou nenhuma oportunidade quando precisou ser enérgico. Ele não era bobo. Jesus não era um bobinho, um bonzinho, bobinho. Não era. Ele era enérgico, ele tinha postura, ele posicionava. Ele não ficava no meio do muro. Era uma pessoa bem bem bem bem aperfeiçoada. Quando ele falou, deixai que venham as minhas criancinhas, ele usou um verbo no imperativo. Então Jesus, ele mandou, ele não sugeriu, ele não falou coitadinho dos meninos. Não, ele não sugeriu, ele mandou, ele determinou. Deixai que venham as minhas criancinhas olha bem, isso faz uma diferença cabal. deixar. Ele mandou vir até as criancinhas e complementou e não as impeçais. Botou ainda ali a situação limitante. Não empeçam. Deixem e não empeçam, porque delas é o reino dos céus. Quando ele falou isso, deixai que veio as minhas criancinhas, foi registrado no evangelho. Isso está no Evangelho de São Mateus, no capítulo 19 de São Mateus. É uma outra passagem que também foi e é mal interpretado até hoje, porque muita gente acha que Jesus mandou que chegassem as crianças perto dele, porque ele gostava de criança. É verdade? É, ele gostava de criança, gostava. Mas quem que ele gostava mais? De criança ou de velho? De homem ou de mulher? de criança ou de adolescente, era de tudo. Jesus não tinha distinção. Jesus para ele, criança e qualquer outra idade era a mesma coisa. Ele gostava de gente. Jesus era popular, ele gostava de gente. Lembra aquela música da evangelização infantil? Jesus gosta de você. Aí fala aquela parte. É o amor sem distinção. Ele só olha o coração. Ele só olha o coração. O amor sem distinção. Todo mundo está englobado pelo amor de Jesus. Criança, adolescente, adulto, idoso, qualquer pessoa, qualquer cor, qualquer classe social, qualquer sexo, qualquer qualquer coisa, tudo no amor de Jesus. Então ele não tinha predileção por criança,
. Criança, adolescente, adulto, idoso, qualquer pessoa, qualquer cor, qualquer classe social, qualquer sexo, qualquer qualquer coisa, tudo no amor de Jesus. Então ele não tinha predileção por criança, mas deixai que venham a minhas criancinhas, porque delas é o reino dos céus. Por quê? Quem eram as crianças? Jesus, ele sabia no tato dele, sabia que a fase melhor da vida para você implantar coisas numa pessoa é a fase da infância. Ele sabia disso. O que você coloca para uma criança, a criança estrutura e aquilo cresce com ela e aquilo molda um estilo comportamental. Então, investir na criança é muito melhor do que investir no adulto. Coisa que você fala para uma criança, ela geralmente não esquece. E a gente é adulto, meu Deus do céu, entra por aqui, sai por aqui daqui a pouco, ainda mais com esse tanto de informação que nós temos na nossa cabeça, né? Ele sabia que a infância é a idade melhor para implementar, porque delas é o reino dos céus. Mas quem eram as crianças para Jesus? Não era só os meninos que faziam bagunça lá na perto da pregação, não. Éramos todos nós. Todos nós que estávamos ali naquela época com Jesus. Se hoje no nosso caminhar de humanidade, nós que estamos aqui na transição, saindo de provas, expiações nas portas da regeneração, na nossa escalada, que falta muito chão para alcançar a perfeição, nós somos hoje como que pré-adolescentes na nossa história. Pré-adolescentes. Então, naquele tempo de Jesus, 2000 anos atrás, a gente era muito atrasado, muito rudimentar. pessoas que precisavam demais ser investidas de conteúdo bom, de qualidade, que é o que Jesus vinha trazer. Então, deixem que venham as minhas criancinhas e não as empeçais, porque delas é o reino dos céus. Delas é o reino dos céus. Significa que se você investir no ser humano, você colocar conteúdo bom. E esse conteúdo é o que eu trago, porque eu sou o caminho, a verdade e a vida. Colocar o evangelho, que é o código de regra comportamental mais rico que o mundo já conheceu. Ali você implementa o reino dos céus na
do é o que eu trago, porque eu sou o caminho, a verdade e a vida. Colocar o evangelho, que é o código de regra comportamental mais rico que o mundo já conheceu. Ali você implementa o reino dos céus na terra. Delas é o reino dos céus. Então ele pôs o evangelho como solução e outras passagens mais os posicionamentos de Jesus, dos que conviveram com ele, dos que interagiram com ele, mostrando que Jesus era a pessoa que tinha as mãos hábeis para lidar com os nossos problemas, mostrando que Jesus era o caminho para a paz e para a saúde. Eu confiar nas mãos corretas, são as mãos crísticas, a solução dos nossos problemas, a motivação para enfrentá-los, a inspiração para saber resolver os quebra-cabeças de nosso dia a dia, de qualquer ordem. Se for apontar aqui também, mesma coisa. Estamos aqui tranquilos, todos aqui eh congregados num pensamento, todo mundo aqui pacificado, mas é certeza absoluta que todo mundo tem os seus problemas. Aqui entre nós tem pessoas que tem parentes doentes, graves, estão angustiados por isso. Aqui entre nós tem pessoas que estão com crise financeira, preocupados que têm que pagar uma dívida. Não tenho dinheiro, não entrou esse mês, não sei como eu vou fazer. Tem pessoas que estão em crise conjugal aqui entre nós. Tem gente que tá com problema com filho, filho rebelde. Tem de tudo aqui entre a gente. Problema não falta pra gente resolver. Não falta. O que fazer com esses problemas para alcançar a paz e a saúde? Ele se prontificou e se colocou como solução para isso. Aí, como se não bastasse tudo isso que ficou pronto na história dele com a gente, história de proximidade dele com a gente, ele deixou ainda antes de partir uma receita de um remédio pra gente. Olha o tanto que ele foi previdente, pensou em tudo, deixou uma receita pra gente poder usar depois que ele partisse, foi quando alguém culto conversando com ele em uma oportunidade, tendo uma oportunidade de conversar sozinho com Jesus. Imagina que privilégio você poder bater um papo com Jesus e tirar dúvida com ele.
oi quando alguém culto conversando com ele em uma oportunidade, tendo uma oportunidade de conversar sozinho com Jesus. Imagina que privilégio você poder bater um papo com Jesus e tirar dúvida com ele. Ele teve essa oportunidade a este homem perguntou: "Jesus, qual que é o maior dos mandamentos?" Quando perguntaram isso para Jesus, ele esperava que a resposta fosse que Jesus apontasse um dos mandamentos da lei mosaica, porque naquela época eles, a, a Palestina, que é onde Jesus morava, ela vivia sobrio romano. O Império Romano expandiu por boa parte da Europa, uma parte enorme, mais o sul da Europa, o leste da Europa, o norte da África, o Oriente Médio, tudo isso foi englobado pelo poder do Império Romano. E o judaísmo era religião do império romano. O judaísmo seguia Moisés. Então, quando perguntou para Jesus qual é o maior dos mandamentos, esperava que Jesus apontasse um dos 10 mandamentos como sendo primordial. Aí Jesus ele fez na resposta dele, a maior, eu não tenho medo de afirmar isso. Eu não tenho medo de ser presunçoso. Jesus, ele fez na resposta dele a maior revolução comportamental que a Terra já conheceu. Ele falou maior mandamento, amar a Deus sobre todas as coisas e complementou esse o primeiro e o grande mandamento. E daí vem o segundo semelhante a este, amar ao teu próximo como a ti mesmo. Jesus estabeleceu ali a tríade do amor. Amar a Deus sobretudo ao próximo, como eu amo a mim. Foi o mandamento maior de Jesus. Essa foi a receita que ele deixou pra gente, o comprimido, o comprimido eficaz pra gente usar quando tivesse doente de alguma coisa, do comportamento, das relações, da incompreensão, da tristeza, de qualquer coisa, lembrar disso. E Jesus, quando ele entregou esse mandamento pra gente, ele fez um jogo tão inteligente, típico de Jesus. Amar a Deus sobre tudo. Colocou Deus lá em cima. amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a você mesmo. Quando ele fez isso, amar o próximo como a você mesmo, gente, ele entregou pra gente, ele colocou em
re tudo. Colocou Deus lá em cima. amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a você mesmo. Quando ele fez isso, amar o próximo como a você mesmo, gente, ele entregou pra gente, ele colocou em nossas mãos uma responsabilidade tão grande, tão grande, que foi a responsabilidade primeira de nos amar. Então, amar ao próximo como eu amo a mim, não é? se colocar no lugar do outro. Porque Jesus, olha bem, a figura mais empática que passou na terra. Nós falamos tanto de empatia hoje, e empatia é um termo mal compreendido. Empatia é um termo que muita gente usa errado. Acha que empatia é se colocar no lugar do próximo. Não existe isso. Ninguém se põe no lugar do outro. O lugar do outro é só dele. O que o outro sente não adianta eu querer sentir por ele, nem com ele, porque é só dele. Tem alguém aqui do meu lado morrendo de cólica renal. Eu não sinto cólica renal. Não tem como eu querer eu querer dizer, eu compreendo o que você está passando. Mentira, não compreende não. Só compreende quem tem cólica igual a mim. Eu tô numa crise de enxaqueca. Ah, eu compreendo você. Não compreendo não. Eu tô numa crise conjugal. Eu te compreendo. Não, nem casado você é. Como é que você fala que você me compreende? Ninguém se põe em lugar de ninguém. A empatia não é isso. A empatia significa a minha emoção ser capaz de captar a emoção do meu próximo. Isso sim é empatia. E isso Cristo fez muito bem, porque ele não se pôs no lugar de ninguém. Quando ele curou a mulher que tava com hemorragia, ele pegou para ele a hemorragia, ficou hemorrágico. Quando ele curou o cego, ele perdeu a visão. Não, ele não fez, ele curou o paralítico, ele ficou alejado. Não, ele não se pôs no lugar de ninguém, mas ele soube ser empático e entrar na emoção de todos e trabalhar aquela emoção para fortificar a pessoa como um agente transformador das pessoas. E nessa empatia ele colocou amar ao teu próximo como a você não significa colocar no lugar do meu próximo e amá-lo como eu quero para mim. Não é isso. Ele pôs a
mo um agente transformador das pessoas. E nessa empatia ele colocou amar ao teu próximo como a você não significa colocar no lugar do meu próximo e amá-lo como eu quero para mim. Não é isso. Ele pôs a bomba em nossas mãos que foi o quê? Você precisa, antes de amar ao próximo, amar você. Já pensaram nisso? Você precisa amar você primeiro para você conseguir amar o seu próximo. Que do jeito que você se amar, o seu amor por você será referência para você praticar no seu próximo. E não é isso que a psicologia ensina hoje? Não é isso que a psicanálise faz hoje? Se você vai em qualquer consultório de psicólogo hoje, não importa a corrente que o psicólogo siga. É gestalt, é cog comportamental. Não importa a corrente que ele siga, mas todo consultório que você vai, ele ensina o quê para você? Você a respeitar, você a valorizar, você a olhar para você. Todo psicólogo ensina isso, porque se você não consegue se respeitar, você não consegue se ver como protagonista da sua história, você não consegue se amar, você não consegue ter uma relação sadia com o resto. É isso que ensina. E tudo fundamenta em Jesus, que foi igual o Dr. Augusto Curi colocou, o maior psicólogo da história. Ele colocou isso 2000 anos atrás, o remédio. Então, como se não bastasse tudo que mostrou pra gente que era o caminho para a paz e a saúde integral, integral, física, mental, espiritual, sociológica, comportamental, toda forma de saúde, ele colocou o amor como recurso, como moeda para você pagar o seu terapeuta e conseguir a saúde que você precisa. O amor como moeda de troca. para você obter a sua saúde. Que se você amplifica esse amor nas suas relações em toda forma de convivência, você exercita o amor com você e expande para o próximo, você está no caminho da paz e da saúde. Toda pessoa que se ama, quando eu falo do autoamor, não é aquele autoamor que leva à presunção, a arrogância, eu sou o melhor. Não é isso. Eu me entender, eu me respeitar, eu gostar de mim, eu ter prazer comigo. Quando eu estou só, eu não sinto
toamor, não é aquele autoamor que leva à presunção, a arrogância, eu sou o melhor. Não é isso. Eu me entender, eu me respeitar, eu gostar de mim, eu ter prazer comigo. Quando eu estou só, eu não sinto solidão, porque eu sinto bem com a minha companhia, eu gostar de mim, eu investir em mim. Eu gostei de uma camisa que eu vim naquela loja, mas eu tô sem dinheiro para comprar. Esse mês tô apertado, mas eu achei linda aquela camisa. Vou juntar dinheiro, vou comprar mês que vem. Eu quero mudar o corte de cabelo, eu quero fazer um corte diferente e tudo mais. é investir em você. Isso é amor para você. Eu investi na preservação das minhas emoções, como lidar com o meu estress, com a minha ansiedade e tudo mais. É o amor, eu por mim. Essa prática do amor por mim, estendendo para o próximo também, eu estou no caminho reto para alcançar a paz e a saúde, que é esse eixo nobre. esse eixo inquestionável chamado Jesus. Esse eixo de tantos exemplos, de tantos suportes que nós encontramos para apoiar. Eu citei aqui duas passagens da vida dele no Novo Testamento, a inúmeras. Nós temos muita coisa para inspirar da vida de Jesus. Então, esta é a reflexão inicial do nosso congresso. Vocês terão, nós teremos a oportunidade de ouvir outras pessoas que farão também eh análises direcionadas a esse tema. Certamente nós vamos enriquecer. E o que eu quero, que eu almejo, eu almejo, que é para todo mundo, é que a gente consiga ter feito algum despertar na consciência, trazer alguma motivação para que nós investamos melhor na gente e saibamos qual que é o caminho melhor para procurar a cura. Porque às vezes nós caminhamos por caminhos equivocados. Muita gente tá procurando a paz e a saúde num vício, numa bebida alcoólica, num desregramamento de alguma coisa. Tá buscando a paz e a saúde no berço de um suicídio. Tá buscando a paz e a saúde de maneiras equivocadas. Então, que a gente consiga acertar na estrada correta que já foi ensinada pra gente e comprovada que é a estrada eficaz. que é o caminho
suicídio. Tá buscando a paz e a saúde de maneiras equivocadas. Então, que a gente consiga acertar na estrada correta que já foi ensinada pra gente e comprovada que é a estrada eficaz. que é o caminho que leva a Jesus. Muito obrigado. Eu vou furtar essa garrafinha de água. Que presente nós ganhamos hoje, hein, meus amigos? Deus é bom demais, né? Ainda bem que eu e você escolhemos não estar em outro lugar e estamos aqui para poder refletir de como a gente pode nos aproximar de Jesus para que tenhamos, né, mais paz e saúde. Beber dessa fonte viva que uma faísca e uma centelha já pode fazer muita coisa por nós. Então agora a gente tem um sorteio e não vai ser do um livro, vão ser dois livros. Então nós vamos ter dois sortudos aqui hoje, não é? E eu vou pedir ajuda para um companheiro aqui me ajudar nesse sorteio. Você já tá sabendo quem que é? Será que ele tá sabendo? já tá vindo. Vou pedir ajuda para um companheiro das antigas aqui, meu irmãozinho Jeanzinho. Ele vai me ajudar nesse sorteio. Dois livros e um, o livro que a gente vai sortear primeiro é o SOS Família de Joana de Angângele, psicografado por Divaldo. E o segundo é memória de um suicida, de Ivone do Amaral Pereira, de Chico Xavier. Ó, palma pro Jeanzinho. É o cara que mais anda em Jataí. Quer pedir informação? Fala com Jean. É não, boiadeiro. Hã, >> boa noite. >> Você tá bom? Dá um boa noite pra turma aí. Boa noite a este congresso maravilhoso. Boa noite. Ó, nós temos o número de 0 a 1 a 163. >> É, você é aí você vai escolher um agora de zer de 1 a 163. >> Vai, segue a sua intuição aí. 121. >> 121. Quem que é? Ah, salva de palmas. Ó, o livro você pode pegar a sua fichinha e passar. Cadê? Eh, tá aqui, né? Ah, então você pode vir aqui e pegar. Muito bom. Agora então o SOS Família já foi sorteado. Agora memória de um suicida, então você pode falar qualquer um número agora menos o 121. >> Tá bom? >> Então vamos lá. O próximo >> agora é 82. >> Cadê o 82? Tá aí. Ali uma salva de palmas. Gente, agora quem ganhou ali pode lá
a, então você pode falar qualquer um número agora menos o 121. >> Tá bom? >> Então vamos lá. O próximo >> agora é 82. >> Cadê o 82? Tá aí. Ali uma salva de palmas. Gente, agora quem ganhou ali pode lá passar, acertar com Jean que tava combinado. Não, brincadeira, não tava não, né? >> Obrigadão, meu irmão. Jesus te abençoe. >> E é isso. Então, ó, lembrando que amanhã uma salva de palmas mais uma vez paraos nossos irmãos em Jean. Lembrando então que amanhã a gente começa às 14 horas, tá? Então, se você se você eh então tiver algum compromisso na parte da manhã, tranquilo às 14 horas está conosco. No telão está o número do nosso WhatsApp para você enviar as perguntas. Você pode tirar uma foto agora do número, salvar e envia as perguntas pra gente conversar sobre elas no domingo, tá bom? Então, amanhã nós temos palestra com Víor Hugo Menino, com o tema Jesus, o médico de almas. Nós temos a palestra com Gustavo Silveira, o Cristo Consolador. Nós temos a palestra com André Siqueira, Jesus e as Jesus e as adversidades atuais. E nós temos também harmonização com o nosso irmão Elsion e com o grupo Luz. Não vamos estar completo, mas vamos estar presentes. É isso. Nossa prece final ficou a cargo de quem? Meu. Então tá bom. A gente bate o escanteio e corre para cabecear. Então felizes e gratos, né? Vou pedir para que você possa tomar uma posição confortável e a gente possa fazer um pequeno exercício. Tem uma coisa que você faz 24 horas por dia, mas muitas vezes você nem sabe ou na verdade você nem lembra que você faz. Você sabe o que que é respirar? Você lembrou hoje que você respirou? Você respira? Agora vamos fazer assim, ó. Ai, sente, sente um, uma paz aqui no peito quando você respira. Ah, tem muita gente que nesse momento não tem condições de respirar. Será esse o motivo suficiente para você ser grato? Tem muita gente nesse momento que não tem uma casa para voltar. Será o motivo suficiente para você ser grato? Então, com Jesus a gente pode alcançar saúde e paz, mesmo enfrentando as dificuldades.
to? Tem muita gente nesse momento que não tem uma casa para voltar. Será o motivo suficiente para você ser grato? Então, com Jesus a gente pode alcançar saúde e paz, mesmo enfrentando as dificuldades. E é ele que nós recorremos nesse momento. Mestre Jesus, o Senhor conhece os nossos corações. O Senhor conhece as nossas adversidades, as nossas dificuldades. E por isso nós humildemente, Senhor, rogamos pela nossa vida. Mas antes de rogar pelos nossos problemas, nós queremos agradecer, agradecer, Senhor, simples fatos, fato de estarmos aqui. agradecer, Senhor, por poder respirar, agradecer, Senhor, por tantas bênçãos que nós nem imaginamos que acontecem na nossa vida no plano espiritual, de tudo que é feito para que de alguma forma a nossa encarnação siga o curso do planejamento. E sim, Senhor, nós também queremos pedir, nos ajude, Senhor, a primeiro a aceitar tudo que chegar para nós, do bom ou do tão bom, porque tudo que chega é de alguma forma a o merecimento para o que nós necessitamos para o momento. E é todas as vezes, Senhor, que o que chegar para nós não tivermos saída, pedimos sabedoria, paz e discernimento para simplesmente dar o próximo passo sem querer saber do final, porque o final pertence a ti, Senhor, e a vontade do nosso pai criador. Certo, Senhor, que contigo nós podemos sentir mais paz. Certo, Jesus, que contigo nós podemos ir mais longe. Certo, Senhor, que contigo nós podemos respirar mais aliviados. E certo, Senhor, que contigo a nossa vida será mais leve. Que o Senhor nos abençoe hoje sempre. Que assim seja. E que possamos ter um bom retorno para casa. E até amanhã, se Deus quiser. Ciao. Ciao.