01 | A Mediunidade com Jesus
"Médiuns e Mediunidade: Uma Jornada de Amor" é o tema do Encontro Estadual da Área de Mediunidade, que será promovido pela Federação Espírita do Estado de Mato Grosso nos próximos dias 1 e 2 de setembro, em sua sede, em Cuiabá. O encontro, que tem por objetivo reunir trabalhadores ou interessados em trabalhar na área, bem como interessados em geral, será conduzido pelos facilitadores Jacobson Sant'Ana, coordenador nacional da Área de Mediunidade do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira (CFN/FEB), e Lacordaire Faiad, atual presidente da Feemt. O evento também contará com transmissão ao vivo em facebook.com/feemt.oficial e youtube.com/feemt.play. -- Tempos: 0:06 - Apresentação da Área de Mediunidade 6:30 - Palestra "A Mediunidade com Jesus: Instrumento para o progresso individual e coletivo" (Jacobson Sant'Anna) -- Link da matéria do evento: https://www.feemt.org.br/noticia/465
Bom dia a todos. Vamos começar ouvindo na acústica de nossa alma o convite do nosso incomparável mestre. Que te importa os outros? Segue-me tu. A área da mediunidade deseja que a paz do mestre esteja no coração de todos vocês e no nosso também. Preparamos esse evento com muito carinho e esperamos que todos possam sair daqui fortalecidos com o que aprenderam e com a fraternidade de uns com os outros. É com coração pleno de de alegria que afiente, a área da mediunidade recebe a todos para mais esta jornada de fraternidade e conhecimento. Esperamos que estes sejam dois dias de vivência plenas dos ensinamentos do Cristo e da doutrina espírita. Sintam-se todos muito acolhidos pelos nossos corações. área da mediunidade da Fiente, em conjunto com as Fientes regionais e os centros espíritas, tem como finalidade estimular, promover e desenvolver o estudo e a prática da mediunidade à luz do Evangelho de Jesus e da doutrina espírita nos trabalhadores das instituições espíritas. Para tanto, eu acho que pulou aqui. Para tanto, nós temos alguns objetivos, como incentivar e orientar o processo de organização e consolidação do estudo e da prática da mediunidade nas instituições espíritas. Orientar também a organização e o funcionamento da prática mediúnica na casa espírita e incentivar a implantação do livro do estudo regular de o livro dos médiuns. A área da mediunidade tem como referência doutrinária a vivência do evangelho de Jesus. Nós precisamos aprender a conhecer as palavras do mestre. a trazê-la para o nosso coração e a viver no nosso dia a dia o que ele nos ensinou. e também conhecer as obras codificadas por Allan Kardec, em especial o livro dos médiuns e de autores encarnados e desencarados idôneos que guarde coerência com com a contificação espírita. Para tanto, estamos à disposição de todos para colaborar na implantação de estudos em grupos, de cursos e seminários. Com esses dois exemplos, estudo do livro dos médiuns, o estudo na orientação para a prática mediúnica no
disposição de todos para colaborar na implantação de estudos em grupos, de cursos e seminários. Com esses dois exemplos, estudo do livro dos médiuns, o estudo na orientação para a prática mediúnica no centro espírita, estamos à disposição e também na implantação do MEP1 e MEP 2, que é mediunidade, ensino e prática. Porque o estudo regular e sequencial da mediunidade é condição fundamental para a formação de trabalhadores conscientes, esclarecidos, responsáveis e fraternos, capazes de exercer a atividade mediúnica com segurança, amor ao próximo, isenta de distorções, misticismos ou comportamentos exóticos à doutrina espírita. Para que a gente possa chegar a esse objetivo, é necessário o estudo. Também entender um pouco mais sobre a mediunidade na infância. A palestra de ontem no CL, em comemoração aos 30 anos, o nosso amigo Jacobson nos esclareceu sobre a mediunidade da infância, mas ainda há muito desconhecimento e a importância de conhecermos cada vez mais sobre este tema para podermos amparar os nossos filhos, os nossos conhecidos, as crianças que estão nesta época de turbulência necessitadas desse amparo. Os nossos seminários são vários, estão na tela. Se alguém depois quiser, nós temos eh vamos colocar essa apresentação no site da federação e tem vários temas dos seminários. Estamos todos nós da área e todos da federação prontos para auxiliá-los em qualquer dificuldade, em qualquer necessidade de esclarecimento desses tópicos. Como pode ver, são vários, vários tópicos importantes paraa área da mediunidade. Aqui os nossos contatos, que também vão estar no site da federação. Qualquer um de nós pode agendar um seminário pra área de vocês, pra região de vocês e sintam-se perfeitamente à vontade de ligar ou mandar um WhatsApp nesses telefones. A boa mediunidade se forma lentamente no estudo calmo, silencioso, recolhido, longe dos prazeres mundanos e do tumulto das paixões. Leon no invisível. Muito grata pela atenção. Espero que vocês tenham um excelente final de semana com muito amor, muito aprendizado
so, recolhido, longe dos prazeres mundanos e do tumulto das paixões. Leon no invisível. Muito grata pela atenção. Espero que vocês tenham um excelente final de semana com muito amor, muito aprendizado e muita fraternidade. Aquela que Jesus nos ensinou dando exemplo sempre. Muito obrigado, amigos. Jesus nos conforte. É uma alegria imensa estarmos aqui, podermos participar dessa desse momento de estudo, o carinho do nosso irmão Lacé, presidente desta federativa, a coordenadora da área da mediunidade, aile, toda a equipe, eh, que nos tem proporciado esses momentos de confraternização desde ontem à noite. Ficamos imensamente felizes. Trazemos o abraço do presidente da Federação Espírita Brasileira, Jorge Godinho, da vice-presidente da área de unificação, que é Marta Antunes, que estão, não é, embora ausentes, mas de coração ligados a este a esta federativa, este momento. O tema proposto dentro da análise geral de médiuns e mediunidades, uma jornada de amor, é a mediunidade como instrumento para o progresso individual e coletivo. Então, é justo que nós iniciemos buscando entender o que é o médium, a mediunidade, os seus propósitos, os fins. E nós vamos encontrar ali no livro dos médiuns, a altura do item 220, uma questão muito interessante proposta por Allan Kardec aos espíritos. Kardec indaga com que objetivo a providência do certas pessoas com o dom especial da mediunidade? A essa altura do questionamento, a pergunta é ela é genérica, propositadamente feita por Allan Kardec. Ele coloca a questão em termos de domadas. Kardec, que utilizava o método cartesiano, eh, ele buscava partir do simples para o complexo, da unidade para a pluralidade. Então, ele partia de um ponto, não é, um tanto quanto inespecífico, desdobra isso em detalhes para chegar a uma definição mais clara. Então, a pergunta que mais tarde, essa essa essa compreensão de domica bastante eh esclarecido, estudado pelo codificador, que nós vamos ver que a mediunidade não é um dom e que todas as pessoas são dotadas de
pergunta que mais tarde, essa essa essa compreensão de domica bastante eh esclarecido, estudado pelo codificador, que nós vamos ver que a mediunidade não é um dom e que todas as pessoas são dotadas de mediunidade. Ele ele vai caminhando pela análise reflexiva até chegar numa culminância, não é? Existem algumas questões, por exemplo, alguns momentos do livro dos médiuns, que os espíritos até antevém, onde é que Kardec queria chegar, faz até um certo questionamento com ele. Você está perguntando com esse propósito? Não é porque realmente era uma investigação, era uma pesquisa que Allan Kardec fazia em cima de um método filosófico, não é? Que era o método utilizado bastante à época de Renedec. Então, no próprio livro dos médiuns, ele vai dizer que todas as pessoas são dotadas de mediunidade, que não é um dom e que isso não é uma especialidade. Mas a partir dessa pergunta, não é, básica, que era o pensamento corrente, que expressava aquela ideia de uma mediunidade como algo eh espetacular, a resposta dos espíritos, obviamente, já prevendo, compreendendo, imaginando o próprio pensamento ali ou captando o pensamento, melhor dizendo, do codificador, A resposta é excepcional. Ela é extremamente importante para os nossos estudos da compreensão do papel do médium e da mediunidade para si e para a coletividade. Os espíritos respondem: "É uma missão de que se incumbiram e da qual se sentem felizes. Eles são os intérpretes entre os espíritos e os homens. Aqui nós temos várias informações. Primeiro, o compromisso da mediunidade foi assumido antes da encarnação e que de lá foi vista com tal oportunidade de progresso, que ela teve, não é, aquele anseio, digamos assim, ou uma expectativa de missão da qual, e aí os espíritos afirmam que os médiuns se sentem felizes, ou pelo menos deveria, né, se sentir feliz. Mas essa é a visão transcendente dos espíritos. Isso aqui é um ideal, é o processo, é o chegar, é o vir a ser. Por isso é que a resposta ela é extremamente elevada e tem uma parte
né, se sentir feliz. Mas essa é a visão transcendente dos espíritos. Isso aqui é um ideal, é o processo, é o chegar, é o vir a ser. Por isso é que a resposta ela é extremamente elevada e tem uma parte técnica nessa resposta que explica um pouco do processo que nós vamos inclusive depois desdobrar com maior vagar, que é o processo interpretativo. O médium é um intérprete do pensamento dos espíritos. Porque espírito não transmite palavra para o médium, ele transmite um pensamento e uma emoção. A tradução é do médium, é um processo interpretativo. Nós vamos mais tarde clareando ou na esteira desse mesmo pensamento, obter uma informação muito importante do espírito Emanuel no livro Emanuel, um dos primeiros livros psicografados por Chico Xavier. Uma série de perguntas que apresentam ao mentor, um livro, inclusive muito pouco pesquisado, muito pouco estudado. É um livro extremamente importante para quem lida com mediunidade e busca um conhecimento geral de doutrina espírita e fazem essa pergunta a Emanuel. Porque é muito importante nós conhecermos esse ser chamado médio. Vamos imaginar que é outra pessoa, não nós. Porque parece que é mais fácil a gente falar dos outros, né? analisar a personalidade mediúnica para que a gente possa se entender, entender um pouco dessa questão, das dificuldades que se enfrenta. E perguntam então a Emanuel: "Quem são os médiuns na sua generalidade?" Emanuel começa respondendo: "O que eles não são. Aí já é uma visão da terra para o céu. A primeira foi do céu paraa terra. Emanuel diz assim: "Não são missionários na acepção comum do termo, porque tem muita gente que acha que é missionário. Uma coisa é você achar, outra coisa é você ser. Você veio com esse propósito." E aqui em Emanu então faz uma análise na linha na na aqui na linha contrária, observando o panorama material. Não são missionários na sua acepção comum do tero. E aí ele vai dizer quem são. São almas que fracassaram desastradamente, que contrariaram sobre maneira o curso das leis divinas
o panorama material. Não são missionários na sua acepção comum do tero. E aí ele vai dizer quem são. São almas que fracassaram desastradamente, que contrariaram sobre maneira o curso das leis divinas e que resgatam sob o peso de severos compromissos e limitadas responsabilidades. passado obscuro e delituoso. É só isso. Não é para ninguém entrar em depressão. Por isso que eu falei, vamos observar os outros, meus irmãos, uma característica de espírito elevado, a gente identifica o espírito elevado pela linguagem. Eles são dóceis, gentis e muito delicado no trato com os temas. Então, se falou que foi desastrado, os senhores imaginam que a coisa foi feia. Olha, esses indivíduos, os médiuns, eles contrariaram o curso das leis divinas. O que é que nós podemos entender por leis divinas? que aqui nós estamos num num seminário, vamos conversar um pouco, não é? Inclusive, se sugirem alguns questionamentos, vocês têm papel e lápis aí, podem anotar as perguntas, as ele e a equipe vão estar recolhendo aí. Se nós tivermos um tempo, no final vamos responder dessa exposição ou das outras. Mas eu perguntei leis divinas, nós temos assim um um uma percepção ou temos uma informação, não é básica, uma informação mais ou menos geral das leis divinas, que está anotado em que livro, hein? Terceira parte do livro dos espíritos, leis divinas, leis morais, né? Que depois Kardec vai desdobrar no livro Evangelho segundo. Pois é. Então os médicos feram só esse livro, viu? O que tá lá, porque falou feriu as leis divinas, então feriu aquilo que tá lá. Então o conflito é exatamente esse, porque encorreu nas nas penas, porque infligiu a terceira parte do livro dos espíritos, o evangelho. Daí ele dizer que reencarna sob severos compromissos e ilimitadas responsabilidades, o passado obscuro e delituoso. Uma vez estava em em num numa cidade no Nordeste, em Natal e um presidente centro me perguntou isso. Mas Jacobson, será que não é muito peso que se coloca em cima dos médiuns? Fala que essa situação toda, um passado complexo dos
a cidade no Nordeste, em Natal e um presidente centro me perguntou isso. Mas Jacobson, será que não é muito peso que se coloca em cima dos médiuns? Fala que essa situação toda, um passado complexo dos médiuns, será que é isso tudo mesmo? Eu disse: "Meu amigo, o seu falou que é porque é". E eu me recordei na hora de um episódio de uma amiga nossa, que ela tem um problema pulmonar, ela tem um um uma um um um processo infeccioso, uma das seis pessoas que tem essa enfermidade no mundo. Então, ela estava muito grave. muito doente para desencarnar. E naquela aflição toda, ela tinha sempre um anseio dela e um grupo espírita de edificarmos uma casa espírita. Então, a certo momento, ela disz que viu, deitada ali na cama, viu descer aos seus olhos numa visão um centro espírita e uma voz lhe falou assim: "Você quer resgatar na cama ou trabalhando?" Ela não teve dúvida. trabalhando. se recuperou surpreendentemente e edificou junto com a equipe um centro espírita, numa comunidade muito carente, um um um núcleo de trabalho excepcional, como todo o trabalho, toda a casa espírita dedicada à obra de bem, que realiza uma assistência, uma promoção material, espiritual relevante à comunidade em que está localizada aquele centro espírita. Ela ainda tem de vez em quando, ela não foi completamente curada. Então ela tem que aquele cuidado com a sua própria saúde de vez em quando fica mais enferma, menos enferma, mas ela nunca deixou de trabalhar, está com mais de 80 anos hoje e vai diariamente para atender as pessoas na casa espírita, porque eles têm uma creche, um local de acolhimento ali para as pessoas. Então ela fez uma opção e nós recordamos também Ivone Pereira. Ivone foi suicida em reencarnações sucessivas. Ela poderia ter reencarnado num estado de perturbação mental gravíssimo, mas ela optou pelo trabalho na mediunidade, pelo sacrifício, pela renúncia. consciente do passado complexo. Então, ela teve oportunidade com a saúde e o serviço na mediunidade de um resgate complexo por causa do suicídio.
abalho na mediunidade, pelo sacrifício, pela renúncia. consciente do passado complexo. Então, ela teve oportunidade com a saúde e o serviço na mediunidade de um resgate complexo por causa do suicídio. Daí o Emânuel quando faz essa colocação nos alertar para compreender a vida que temos. nesse entendimento de um compromisso que foi opcional, livremente aceito por nós antes da encarnação. Isso explica muita coisa da nossa existência na condição de médiuns. As dificuldades, as lutas, as incompreensões. Vô expressa isso muito bem na biografia dela, porque ela passou por inúmeras dificuldades. Mas a certa altura há um fato muito curioso na na biografia de Ivone. Ela menciona que trabalhando na mediunidade, ela tinha uma faculdade mediúnica única pelo processo de de captação. Ela ia nos lugares, via, assistia e voltava e escrevia sobre a assistência dos bons espíritos. Mas ela revela que ela sempre teve muita vontade de trabalhar com os espíritos superiores. Quando eu li isso muito jovem, eu fiquei pensando, então a gente pode ter vontade de trabalhar com os espíritos superiores? Ela disse que sempre teve essa vontade de trabalhar com Leon Deni, Dr. Bezerra, não é? o próprio mentor Charles, que foi seu pai em vida passada, esses luminares. Então ele expressou isso para o Charles, que ela queria trabalhar com esses com esses espíritos, com com essas entidades, colaborar na mediunidade com eles. Charles, que foi o iniciado hindu numa existência passada, atendendo-lhe o pedido, diz Ivone, que criou para ela as situações de provas, as mais complexas, para que ela adquirisse condições mentais. e emocionais para trabalhar com essa categoria de espíritos elevados. Então, ela teve que construir-se emocionalmente, estruturar-se para ter condições de captação, interpretação do pensamento desse espírito. E assim aconteceu, diz: "Ela morou de favor, ela ganhava muito pouco, passou muita dificuldade financeira, porque el a renda dela era de artigos para jornal que ela escrevia, ganhava muito pouco.
ito. E assim aconteceu, diz: "Ela morou de favor, ela ganhava muito pouco, passou muita dificuldade financeira, porque el a renda dela era de artigos para jornal que ela escrevia, ganhava muito pouco. Ela teve dificuldade de saúde, ela teve muita crítica. Ela teve vontade de casar e não pôde casar. por causa do resgate dela, porque medio de idade não tem compatibilidade com o casamento, mas ela não tinha nessa encarnação condições de casar. Ela correspondia com um rapaz por carta. Eu sou daquela época que a gente escrevia carta, não sei se alguém aqui lembra disso. Escrevia esse carta. Você pegava na carta, você sentia a emoção da pessoa carregada de vibração, né? Se aquilo ali os médios mais sensíveis, tinha perfume. Hoje é o WhatsApp. Hoje eu ser concentrado. Mas você tomei um choque. É volátil. É uma carta. Levava um mês para chegar para ir. uma coisa poética, o próprio relacionamento. Aí marcou com o pão do rapaz o encontro. Marcou o encontro e aí arrumou e foi pro encontro. Quando ela tá indo pro encontro, ela vê Chaves. Ele só disse para ela assim: "Ou ele ou nós, vai a pobre da Ivon mandar o rapaz embora." Porque ela não podia, quer dizer, ela teve esse anseio, ter uma família, tinha, é lícito, ela podia, mas o resgate, mas ela diz que a prova mais difícil que foi criada para ela, porque inclusive ela foi acusada até de roubo, viu? diz isso, mas que a prova mais difícil que ela teve, que foi colocada por Char para que ela tivesse condições de trabalhar com os espíritos superiores foi a do perdão. As que considerou mais difícil foi o perdão. Não esse perdão corriqueiro do dia a dia, mas os grandes testemunhos de perdão. Ela disse que foi o mais difícil que ela teve que fazer na vida. Aí sim, ela teve condições de trabalhar com os espíritos superiores, com a equipe de espírito com as quais ela entrava em contato. Então, Ivone, ela construiu sua missão e Emuel fala isso no livro Consolador. Os médiuns devem construir sua missão. Tem gente que fica em casa de baixo, de
pírito com as quais ela entrava em contato. Então, Ivone, ela construiu sua missão e Emuel fala isso no livro Consolador. Os médiuns devem construir sua missão. Tem gente que fica em casa de baixo, de braço cruzado esperando a missão. E tem pessoa que ainda se ilude com espírito que chega e fala assim: "Olha, eu vou te enviar uma missão. Fascinação porque a pessoa se constrói. Eu posso ter tido esse compromisso, mas aqui parábola do semeador. Vocês lembram que a terra boa que produzia 30, 60 e 100, lembra da Nós recordamos. Tudo são terra boa. Nós vamos produzir mais ou menos. Onde é que está a diferente? No esforço individual, não é? O próprio Chico menciona na vida dele esse esforço, essa dedicação, a especialização ao trabalho da mediunidade. Diz que certa vez expressou a Emanuel um desejo antigo. Ele tinha de receber romances. Quer dizer, então o médium pode aspirar, mas não basta ter a boa vontade. Eu preciso me preparar para o que eu pretendo. Eu tenho que estudar, eu tenho que dar condições. Então, Emânu atendeu, mas ele disse que Emmanuel alertou que ele tinha que entrar no regime disciplinar de tal modo que ele tivesse condições de captar como captou esse monumento que constitui na obra dos romances de Emanuel. Não foi algo aleatório. Inclusive, uma vez perguntaram a por que que ele nunca recebeu Mateus, Marcos, Pedro. Ele disse que ele teria que entrar num regime de disciplina tal que ele não suportaria o Chico, hein? ele não teria condições de atender a essa categoria de espíritos. Então, o médium, os espíritos dizem que eles querem médiuns missionários, mas o médium precisa construir a sua missão, que é aquela expectativa que os espíritos colocam a Kardec e que Emanuel traz a gente pro lugar comum, né? Olha, não é bem assim, mas é possível essa caminhada. Eu recebi uma consulta de um médium, um trabalhador na mediunidade por WhatsApp. As pessoas escrevem 1 m de WhatsApp. Eu tive que tirar aquilo e botar no papel porque eu não consegui entender. Você tava no fim lembrar,
ulta de um médium, um trabalhador na mediunidade por WhatsApp. As pessoas escrevem 1 m de WhatsApp. Eu tive que tirar aquilo e botar no papel porque eu não consegui entender. Você tava no fim lembrar, esqueci do começo. Ele foi contando uma história comprida, acabou que depois eu entrei em contato com ele porque eu achei o assunto muito sério. Ele dis que tinha recebido no centro espírita que ele frequentava duas orientações, uma do mentor e outra do presidente do centro. da está me procurando. Disse que o mentor virou para ele e falou assim: "Olha, você tem uma missão, você tem que receber muitos romances." E é muito interessante quando a pessoa recebe essa informação dos espíritos, a primeira coisa que a pessoa pensa é na Bienal de São Paulo, né? o lançamento do livro, 1 km de fil para dar autógrafo. Isso vem na cabeça. Ele, pelo que ele foi colocando, a gente via que era essa a expectativa. A segunda orientação que ele teve foi do presidente. Ele falou assim: "Olha, meu amigo, vou falar uma coisa para você. Aqui no nosso centro não se estuda desse jeito. Era proibido estudar e desenvolver mediunidade. Aqui não se desenvolve. Aqui nós só trabalhamos com cura. Tem um médium aqui, é só para cura. Então, se você quiser desenvolver essa mediunidade sua, você vai procurar outro centro espírita, porque aqui não dá. Eu fiquei paz com aquilo, um centro espírita em que é proibido estudar e trabalhar a mediunidade. Depois eu fui entender, é muito difícil lidar com quem estuda, viu? Esse povo sabe demais. E aí é complicado porque eu quero fazer a coisa da minha cabeça, aí não dá. tem que fazer de acordo com Emâmel, com Allan Kardec, com André Luiz. Aí cria um conflito entre o meu, a minha criatividade, o meu espiritismo, a moda da casa e aquilo que os espíritos orientam. Então eu deveria tirar até lá da porta sendo espírita, não é? Porque aquilo não é espiritismo. Então ele veio. Depois eu entrei em contato, como eu disse, porque eu achei muito sério. E nesse contato mais próximo, eu
tirar até lá da porta sendo espírita, não é? Porque aquilo não é espiritismo. Então ele veio. Depois eu entrei em contato, como eu disse, porque eu achei muito sério. E nesse contato mais próximo, eu perguntei a ele há quanto tempo ele trabalhava na mediunidade pro espírito falar para ele que ele teria romances a receber, teria que ter uma base. Então falou assim: "Não, eu comecei agora no espiritismo." Aí eu perguntei quantos livros espíritas ele tinha lido? Se ele conhecia o livro dos médicos babá falou: "Nunca nem vi falar". Mas você leu algum? Eu li um romancezinho uma vez aí citou lá um assunto, eu falei: "Se o senhor não conhece nada, então o senhor tem que começar a se preparar, não é? tem todo um conhecimento. E fomos explicando isso aí, que nós estamos comentando mais ou menos para ele. E ele naquela ansiedade de receber. Por fim, depois de um tempo de conversa, ele perguntou: "O senhor acha que eu vou receber os romanos?" Eu falei: "Meu irmão, eu acho que o senhor pode receber. Não me pergunte quando, porque nós temos várias encarnações, não é? Então eu acredito que o senhor esforçar, o senhor consegue, porque é preciso começar. Então, e ele começou, ele ele fez inscrição no mediunidade de estudo e prática, está estudando, desenvolvendo, nós temos contatos periodicamente, é uma pessoa que tem uma formação acadêmica muito boa, muito sólida, uma pessoa então muito consciente, dedicada ao que quer, está nas primeiras letras, porque ele passou por aquele estudo inicial geral de doutrina espírita e agora está no MEP 1, então media unidade estudo e prática para ver se chega no ponto da do encontro com a psicografia, não é? Porque ele também não tinha tido nenhuma experiência. Então ele teve uma orientação, mas no caso dele, ele se submeteu, como foi o desejo de Ivone. Daí os espíritos dizerem que os médiuns devem se sentir felizes. Nós temos que ver nisso algo agradável, porque o contrário é que normalmente se vê. A pessoa levanta pela manhã, o céu tá lindo e azul. De repente a
tos dizerem que os médiuns devem se sentir felizes. Nós temos que ver nisso algo agradável, porque o contrário é que normalmente se vê. A pessoa levanta pela manhã, o céu tá lindo e azul. De repente a pessoa lembra: "Ixe, hoje tem reunião mediúnica". Nossa Senhora querendo dizer: "Não posso fazer hoje tudo que eu tenho vontade de fazer e faço hoje. Não posso nessa incompreensão do que é o a mediunidade, o sentido mediúnico, né? Então, nós precisamos entender bem a existência que assumimos e que temos para que nós possamos cumprir uma tarefa. É necessário uma especialização, é necessário um estudo permanente, senão eu não tenho condições de me ajustar psiquicamente ao pensamento dos espíritos superiores. Porque nós somos preparados no mundo espiritual para a tarefa a que viemos desempenhar. André Luiz lá no livro Os Mensageiros, no capítulo 7 diz: "Preparei-me então durante 30 anos consecutivos para voltar à Terra em tarefa mediúnica, desejoso de saludar minhas contas e elevar-me a alguma coisa". Então aqui nós temos três informações muito importantes. Primeiro, há um preparo sim no mundo espiritual. Mais adiante, nesse mesmo capítulo, o André Luiz vai mencionar que anotando a fala desse médium, porque eles estão lá no centro de mensageiros, que é um departamento nosso lá, que prepara a reencarnação de médiuns, estava conversando com um grupo de médiuns falidos. que prepararam-se para a tarefa, chegaram aqui, faliram por vários motivos. Ele dá vários exemplos ali. Então está conversando e um diz isso. O caso desse médium é impressionante. Então ele vai esclarecer que ele ia para o centro de mensageiros quase que diariamente e recebia tratamentos no perespírito. Eu não chega a dizer quais são esses tratamentos, mas obviamente que ele recebia ali pass. Então, o perespírito estava sendo alterado para que as percepções fossem mais ampliadas. Consequentemente, como perespírito é o molde do corpo físico, há sim uma alteração neurofisiológica nos médiuns que lhes dá condições, aí agora falando dos médiuns
as percepções fossem mais ampliadas. Consequentemente, como perespírito é o molde do corpo físico, há sim uma alteração neurofisiológica nos médiuns que lhes dá condições, aí agora falando dos médiuns ostensivos, a uma percepção mais ampliada. Porque se você alterar o perespírito, você altera o corpo físico. E ele recebia, ele recebeu esse tratamento, por exemplo, por 30 anos, não é pouco tempo, nem aqui, nem de lá. Então, ele veio com uma sensibilidade mediúnica muito grande. Daí explicar porque o médium é muito sensível. a assuntos, a ambientes, a pessoas e precisa ser assim. Eu vejo muitos médiuns que brigam com a própria mediunidade. Eu não queria isso, então não pedisse. E há pessoas que afastam até do espiritismo achando que o problema é o espiritismo. Eu conversei com o médium esses dias. Não adianta, eu dizia ao médico, você negar a sua estrutura emocional, psicológica, você vai passar a vida inteira, como conhece várias pessoas que brigaram porque não assumiram, não queram assumir e que ficaram a vida inteira desajustados. Conhece pessoas que até se mantiveram um certo grau de equilíbrio porque oraram muito, entraram num regime moral muito severo, mas sempre há uma sensibilidade exacerbada. Isso não é problema do espiritismo, não. Nós tem médio todo qualquer lugar. O espiritismo vem nos ajudar a esclarecer, a conviver, porque isso é da natureza humana. Não é por você ser espírita, porque tem gente que tem uma sensibilidade assim, nem vai ao centro espírita, não passa nem na porta, como se o problema fosse centro. Não, eu vou lá no centro, eu passo mal. Não, você não passa mal no centro espírito. A pessoa que tem uma sensibilidade que está em desajuste, vai no centro espírita, percebe essa variação, porque fica tão acostumado numa faixa de pensamento obsessiva que aquele que não está nem deixa de ser, que ele acostuma. Então, quando vai num ambiente em que há uma variação, aí ele percebe o desajuste e diz que sente mal. Não, você não causou isso na pessoa,
que aquele que não está nem deixa de ser, que ele acostuma. Então, quando vai num ambiente em que há uma variação, aí ele percebe o desajuste e diz que sente mal. Não, você não causou isso na pessoa, mas ele como estava numa convivência do mundo sem prestar atenção, então o indivíduo acostuma com certo grau de perturbação em si e fica alterado psicológica e emocionalmente. Aí a bebida todo dia, é o bar, é a festa, a sexualidade desequilibrada. Uma série de desajustos que o indivíduo entra e que ele precisa estar atento. Então, negar o próprio compromisso, a pessoa tem a liberdade, mas vai adquirir as consequências. Então aqui nessa nesse pequeno trecho de André Luiz, nós vemos essas informações três. As outras duas é primeiro pagar as dívidas, né? Saldar as contas. E se der tempo é levar alguma coisa, porque a questão é realmente de um resgate. No caso desse médium, o livro dos mensageiros é um livro que precisa ser estudado com muito vagar. Esse médium, ele teve todas as condições para esse médium teve todas as condições para cumprir bem a tarefa. Com 15 anos, a mediunidade ficou bastante evidente e era de uma família espírita, então ele foi logo levado ao centro espírita para trabalho. Mas a certa altura, as circunstâncias com as quais ele assumiu compromisso se evidenciaram da noite para o dia com falecimento de pai, enfermidade de mãe. Ele teve que assumir a responsabilidade de seis crianças e ele também não tinha um compromisso do casamento, mas por resgate, repito, outras vezes por opção caso de Chico Divaldo, e que as pessoas assumem isso espontaneamente por causa da tarefa. né? Quer dizer, assumiram esse compromisso do outro lado. Esse rapaz que menciona aí o caso que nós estamos analisando na na imagem, ele tinha que cuidar desses seis filhos, mas ele se desequilibrou gravemente, acabou engravidando o ameiro abandono, deixou todo mundo na rua. E aí, André Luiz menciona que ele atraiu para dentro de casa na condição de filho. Isso é expressão de André Luiz,
uilibrou gravemente, acabou engravidando o ameiro abandono, deixou todo mundo na rua. E aí, André Luiz menciona que ele atraiu para dentro de casa na condição de filho. Isso é expressão de André Luiz, um espírito monstruoso. é a expressão que André Luiz utiliza naturalmente colocando de forma amena a situação. Isso alterou completamente. Então ele voltou para o mundo espiritual completamente falido e a consciência culpava. Principalmente depois que ele descobriu que aqueles meninos que ele abandonou eram os mentores dele, que tinham endossado a reencarnação dele. Não eram qualquer espíritos que foram abandonados. Então isso lhe deixou num estado de perturbação no mundo espiritual muito grave, porque a mente mediúnica, ela se harmoniza no trabalho, na medida em que você está trabalhando, porque mediunidade é saúde. Quanto mais você trabalha na mediunidade, mais saúde você tem. nas próximas exposições, na próxima, eu não tenho alguns assuntos que nós não vamos entrar para por causa da limitação do tema, mas nós vamos falar do desenvolvimento e a gente vai falar dos hormônios liberados no momento trans mediúnico que trazem grande saúde e bem-estar, jovialidade. Você vê o Chico perto de 90 anos, tinha aquela pele lisa. Você olha pro Divaldo. Gente, isso é impressionante. Ainda viajou no mundo inteiro. Olha a expressão do Divaldo. Ainda tem gente que pensa em fazer botox. É só ir pra reunião mediúnica. A cara fica lisa. Isso é fisiológico. São os hormônios do bem-estar liberados pela epífese, pela glândula pineal. Então, a mediunidade ela traz harmonia e equilíbrio, desde que trabalhada com segurança, obviamente, com esforço, com dedicação. Tem muito médium que reclama muitos, muitas capacitações. As pessoas, a gente ouve um ou outro reclamando assim: "Ah, mas toda vez fica falando pra gente estudar, estudar, estudar, só manda a gente estudar". Eu trabalho 40 anos, nunca estudei. Eu falei: "Não tem vantagem nenhuma, porque tem muita gente que enxerga a vida inteira e nunca
lando pra gente estudar, estudar, estudar, só manda a gente estudar". Eu trabalho 40 anos, nunca estudei. Eu falei: "Não tem vantagem nenhuma, porque tem muita gente que enxerga a vida inteira e nunca aprendeu a ler nem escrever." Porque a faculdade ela é neutra. É como ver, ouvir. A faculdade em si da medida ela é neutra. O que que o estudo permite? Melhora da a melhora da qualidade interpretativa do pensamento dos espíritos. Você pode trabalhar do jeito que você quiser, porque a mediunidade é um sentido natural e nós temos mediunidade em todas as religiões, até fora da religião. É um sentido realmente como a faculdade visual. Agora, a visão vai me permitir ou não meu progresso individual, dependendo do uso que eu faço, da minha capacidade de raciocínio e tudo mais, né? Mas a mediunidade permite isso, mas a faculdade em si, ela é neutra, ela não é boa, não é má. Agora, a consequência do uso que eu faço é que me transforma. Por isso é que eu preciso estudar para eu me para eu me ajustar ao propósito dos espíritos. E Emanuel, no livro Emanuel, já aqui mencionado, ele diz qual é o propósito dos espíritos. Vou até ler aqui. Ele diz: "O nosso propósito na atualidade", diz Emânuel, "É cooperar convosco na obtenção da paz e da concórdia no seio da coletividade. O propósito dos espíritos é trabalhar a paz e a concórdia. O médium tem que ser instrumento da paz e da concórdia. E Emanuel diz mais, ele faz um verdadeiro apelo nesse livro, no capítulo 6, ele faz um apelo aos médiuns. Ele diz assim: "Auxiliai-nos, trazendo-nos o vosso concurso da boa vontade, do vosso querer. Ajudai-nos em nossos propósitos benditos de reedificação do templo de Jesus. Isso é um apelo de Emmanuel. Auxiliai-nos com a vossa vontade e o vosso querer. Mas ele coloca, é muito interessante, vossa boa vontade, mas você não pode ficar só na boa vontade, você tem que querer. E quem quer busca o aperfeiçoamento. Boa vontade é a base. Não podemos ficar só na boa vontade. É um apelo deu. Auxiliai-nos. E ele usa uma expressão muito
icar só na boa vontade, você tem que querer. E quem quer busca o aperfeiçoamento. Boa vontade é a base. Não podemos ficar só na boa vontade. É um apelo deu. Auxiliai-nos. E ele usa uma expressão muito interessante. Ele coloca assim: redificação do templo de Jesus. Jesus não teve uma pedra para repousar a cabeça. Que templo é esse? Veja a visão transcendente do mentor, o templo do Cristo, que ele realmente edificou um templo quando ele tá no alto do Tabor, que ele se transfigura. Pedro queria edificar uma tenda. Aquela visão dos apóstolos a primeira hora acharam que a coisa era material, né? Que é que eu faço para você, para Elias, para Moisés? Uma tenda? Não, o templo do Cristo era onde ele estava, era o bem comum, a edificação que ele que ele iniciou nos nossos corações. Então, o médium precisa trabalhar-se emocionalmente para se ajustar a esse apelo de Emmanuel, que é trabalhar a paz e a concórdia. Aqui já começa a falar um pouco do comportamento do médium. Se eu vim para trabalhar a paz e a concórdia, qual deve ser o meu comportamento? Se eu falhei junto do evangelho, o que que eu vou fazer para compensar isso? E aí, ainda na esteira das reflexões de Emanuel, ele diz lá no livro: "Segue-me, todo médium trazido a seara espírita cristã para fins determinados, está obedecendo de maneira indireta aos desígnios dos mensageiros de Jesus, que conferem recursos e oportunidades de trabalho a cada um, conforme suas aptidões e necessidades. Pergunte o médium a si mesmo o que representa ele na equipe de ação a que foi chamado a integrar e reconhecerá facilmente o que tem sido e o que pode vir a ser, o que pode ser à frente do próximo, a fim de que os talentos mediúnicos, por empréstimos do Senhor, não lhe brilhem na vida em vão deu vontade de fechar. o livro nessa hora. Eu falei, mas que fal de educação. Olha o que que Emmanuel fala pra gente. Isso é que é delicadeza, né? Olha a sublimidade dessas palavras. é realmente um mentor, não é toa que Emmanuel foi um dos dos espíritos da equipe de espírito de
Olha o que que Emmanuel fala pra gente. Isso é que é delicadeza, né? Olha a sublimidade dessas palavras. é realmente um mentor, não é toa que Emmanuel foi um dos dos espíritos da equipe de espírito de verdade que está com a mensagem assinada no Evangelho Segundo o Espiritismo. É um dos espíritos da codificação. Olha como ele trabalha a emoção do do médium, a individualidade. Pergunte o médium a si mesmo. Se ele diz pro médium perguntar a si mesmo, nós podíamos fazer a seguinte indagação: Qual é o maior inimigo do médium? Ele mesmo. Qual é o grande compromisso do médium? a sua própria evangelização. Por isso é que ele faz uma pergunta de um de um componente psicológico muito profundo. Ele nos leva a uma reflexão de base existencial para que eu entenda a minha vida e eu assuma e eu faça um realinhamento de propósitos. É uma reflexão existencial. Pergunte o médium a si mesmo o que representa ele na equipe de ação que foi chamado a integrar. E aqui nós incluímos a reunião mediúnica, a família, o trabalho, o ambiente social, o que eu tenho sido? Essa é uma pergunta que se responde no silêncio da meditação, porque é algo muito íntimo. E é aí quando você vai se deparar com o ambiente em que está escrita a lei divina, que é a própria consciência, para que o indivíduo não chegue naquele estágio do outro lado depois da encarnação e tem uma grande decepção consigo mesmo. Muita gente abandona, está lá nos mensageiros. Esse por desvios emocionais que nós mencionamos aqui a pouco, mas teve médium que abandonou por medo, por desvio na mediunidade, transforma a mediunidade em ganho, ficou rico com a mediunidade. Isso tem sido muito comum, porque esquece o dai de graça o que de graça recebestes, que há uma ética espírita. Há uma ética, uma moral espírita. Sim, porque viver de mediunidade é isso é socialmente aceito. É socialmente aceito. Muitas religiões, isso é natural, você ter a a religião como profissão. Tem pessoas que vivem disso. Então, socialmente isso é aceito. Ou a moral
ade é isso é socialmente aceito. É socialmente aceito. Muitas religiões, isso é natural, você ter a a religião como profissão. Tem pessoas que vivem disso. Então, socialmente isso é aceito. Ou a moral desse tempo, a ética comum. permite, mas na ética espírita não. Por isso é que o Emmanuel coloca na lâmina, nós lemos atrás, quem é convidado, vou até retornar para ver, trazido a seara espírita cristã é outra coisa. Se você está nessa seara, aí é diferente. Aí se você quiser assumir, são a ética é moral colocada por Allan Kardec tá focado. E aí o espírito, o médium não vive da mediunidade. O presidente de centro não recebe pela presidência. O presidente federativa faz um trabalho voluntário. É porque é uma ética espírita. Dai de graça o que de graça recebeis. Na verdade é de Jesus. Porque a moral cristã, a moral espírita, é a própria moral cristã. Muitas vezes as pessoas dizem: "Não, eu posso viver da mediunidade". Não é como se isso fosse algo banal, mas aí ele vai estar ajustado com uma categoria de espíritos. Chico Xavier, que que foi e é sempre o referencial para nós no movimento espírita, mas também para toda a sociedade, adquiriu grande respeito, nem tanto por ser espírita e nem pela própria mediunidade, pelo menos é uma leitura que se faz genericamente, porque o Chico é respeitado em todos os ambientes, mesmo por pessoas que não aceitam espiritismo e nem acreditam na mediunidade. Tanto é que aquela enquete que teve em televisão, ele foi considerado uma personalidade de relevância nacional em todos os tempos. Mas talvez o que tem atraído essa grande simpatia de Chico foram três coisas que Chico assumiu para sua vida. Isso. Ele na condição de médio missionário. O Chico sempre ao dedicar-se ao trabalho e ao contato das pessoas, ele trazia para a vida, pro seu comportamento, três virtudes que são respeitadas em todas as religiões. a humildade, a pobreza e a castidade. São três virtudes respeitadas em todos os ambientes. Isso tirou a força de qualquer um para criticar o Chico
s virtudes que são respeitadas em todas as religiões. a humildade, a pobreza e a castidade. São três virtudes respeitadas em todos os ambientes. Isso tirou a força de qualquer um para criticar o Chico enquanto ser humano. Ele podia ter ficado arquimilionário com os livros e não recebeu um centavo. tudo. Centenas e centenas de obras assistenciais e casas espíritas hoje se sustentam com a produção literária de Chico Xavier até hoje. E isso foi proposital para sustentar o movimento, a própria estruturação da doutrina. Então ele podia ter ficado muito rico. Então ele assumiu a pobreza, a humildade inquestionável e a castidade como referencial de vida. Não, repito, porque há uma incompatibilidade com os vínculos de família, muito pelo contrário, ele sempre diz que tinha esse anseio, mas não pôde. Era o caso dele. Então, nós temos que ter os limites, não é, em alguns aspectos. Mas esse em relação à mediunidade paga, essa é uma limitação colocada pelo próprio mestre Jesus. Por isso que nós colocamos que a moral e a ética espírita estabelece ao padrão de médi um referencial que nós temos no livro dos médiuns. Por isso é que a gente precisa estudar. está lá em domínios da mediunidade. Elevemos nosso padrão de conhecimento pelo estudo bem conduzido e apuremos a qualidade de nossa emoção pelo exercício constante das virtudes superiores. Se nos propomos recolher a mensagem das grandes almas. Observa o que André Luiz anota. Eu estou utilizando apenas André Luiz, mas na verdade são os mentores que vão falando, mas para simplificar a fala, a exposição, nós estamos dizendo André Luiz. É óbvio que aqui são os mentores. El está reproduzindo o pensamento dos mentores. Então, lá nos domínios da mediunidade, logo no capítulo um, ele anota: "Elevemos o nosso padrão de conhecimento pelo estudo bem conduzido e apuremos a qualidade da nossa emoção pelo exercício constante das virtudes superiores, se nos propomos a recolher a mensagem das grandes almas." E aí ele coloca grandes almas, porque ele tá fazendo a
apuremos a qualidade da nossa emoção pelo exercício constante das virtudes superiores, se nos propomos a recolher a mensagem das grandes almas." E aí ele coloca grandes almas, porque ele tá fazendo a referência específica a uma categoria de espíritos que nós poderíamos chamar de os pais da humanidade. Nós precisamos elevar o padrão de conhecimento pelo estudo bem conduzido. Um estudo bem conduzido, ele nasce das obras de referência. Por isso é que nós estamos falando sempre do estudo do livro dos médiuns. É importante também o estudo em grupo para que eu tenha troca de ideias e esse estudo me traga conhecimento, porque conhecimento é mais do que instrução. Não adianta eu ler muitos livros. Aliás, Leon Denique diz isso. Nós precisaríamos ler e meditar mais, refletir mais. A gente lê muito e reflete pouco. E aí a gente não adquire o conhecimento que gera sabedoria. Porque conhecer algo é ter uma vivência com aquilo. Não basta uma leitura teórica, precisa ter vivência. Porque se eu só leio muito, eu viro uma estante enfeitada de livros, às vezes sem muita utilidade. Umas teninhas de aranha, a pessoa vai até se, né, a estante, às vezes se não for cuidada, ela serve para isso. Isso não é uma imagem minha, não. Isso é uma imagem de Emanuel. a gente vira estante, se lê muito e não consegue aplicar o conhecimento. É importante porque as pessoas vão lendo e às vezes vão tirando conclusões erradas individualmente, porque o estudo não levou conhecimento, não foi bem conduzido. Uma amiga nossa, ela começou o estudo do espiritismo já perto dos 70 anos e ela começou a estudar mais ou menos sozinha, sem muita orientação. E um dia ela me telefonou e falou: "Jacobes, eu queria que você viesse aqui em casa. Tem um livro aqui que é horrível. É um livro, inclusive, vocês consideram ele muito bom. Eu achei péssimo esse livro. Aí que eu fiquei mais curioso ainda, né? Corri na casa dela para saber que livro era esse que a gente gostava no movimento físico, que ela usava péssima. Quando eu cheguei lá era nosso
imo esse livro. Aí que eu fiquei mais curioso ainda, né? Corri na casa dela para saber que livro era esse que a gente gostava no movimento físico, que ela usava péssima. Quando eu cheguei lá era nosso lar, eu quase tive um choque. Eu falei: "Ó, então é só a senhora. Isso é um best sério?" Não, esse livro esse livro é péssimo. Ele tem um um um uns erros aqui, umas coisas. Olha, eu nunca vi um negócio desse. O André Luiz, ele ficou preso em nosso lar. Eu falei: "Onde a senhora leu isso?" Ficou. Ele tava preso em nosso lar. Deus me livre desse nosso lar. Eu falei: "Por quê?" Aí ela foi me mostrar. Olha aqui. Ele foi pedir pro mentor para visitar a família. Que que mandaram ele fazer? Trabalhar. Ele tava preso. Eu falei: "Não, mas só não tá entendendo". Ela falou: "Não, bom é umbral. Quando morrer eu quero ir pro umbral". Eu falei: "Por quê?" É porque lá a gente entra e sai a hora que quer. Eu falei assim, não é bem assim também não. Aí fomos explicando para ela e tudo, não é? Uma outra já teve um aproveitamento melhor, ela tinha terminado de ler e e a vida continua. Que adorou o livro. Falei: "Agora já aprendi. Se eu tiver internada, doente, e de repente eu dormir e acordar num quarto amplo, branco e eu pedi para ver a família e falarem: "Depois já sei morrir". Não tem problema, estou tranquila. As compreensões, né? Depois dessa primeira senhora que eu mencionei, ela foi estudando um pouco mais, entrou em contato com as obras básicas. Ela é apaixonada em nosso lar, já leu seis vezes, não para de ler. Ela cada vez que eu releio, eu descubro coisa diferente. Ela vai e volta, vai e volta. Eu falei, vai pros mensageiros, não, eu vou ficar do nosso lado. Eu adorei o livro. está seguindo assim a análise. Então, a gente precisa ter um estudo muito bem conduzido, porque senão a gente tira interpretação errada e cria um espiritismo à moda da casa por falta de má interpretação, porque eu vou lendo e entendendo segundo minhas emoções e minha falta de conhecimento de base. E às vezes superficialmente
ão errada e cria um espiritismo à moda da casa por falta de má interpretação, porque eu vou lendo e entendendo segundo minhas emoções e minha falta de conhecimento de base. E às vezes superficialmente quando nós organizarmos hoje, eu tô vendo, tem muitas pessoas anotando, muito desses conceitos que estão aqui, estão no livro Psicofonia na obra de Jandera Luiz, que tá aí à disposição. E eu falo do livro com muita tranquilidade, porque o livro já não é meu mais, o livro é da FEB. Então, eu tô divulgando um um um documento, não é, que é da FEB. E quando nós estávamos montando esse livro, um dos fatos, o primeiro eu praticamente fiz a pesquisa para eu me conhecer, porque a gente precisa estudar a mediunidade, pelo menos a minha compreensão, como um processo de autoconhecimento. A gente estuda muito o livro dos médiuns para conhecer fenômeno. E a gente precisava mudar o enfoque do estudo do livro dos médiuns para um estudo de autoconhecimento. Eu estudo o livro dos médicos para conhecer a minha mente, como é que a minha mente funciona, porque a gente pensa com a nossa própria mente, mas com outras mentes também. Pra busca da transformação moral. CADEC fala em transformação moral de capa a capa no livro dos médiuns. Então ele não é só um livro técnico como normalmente se pensa. E eu fui estudar a psicofonia, a incorporação, que é a medindade que eu sempre trabalhei, para eu me conhecer, para saber o que eu entender, o que o que eu sentia. Hoje eu v vejo muitos dirigentes a União Medúnica estudando o livro, porque na verdade eu estudo é do André Luiz para entender o médium, porque uma coisa é você achar o que é uma incorporação, outra coisa é você incorporar. Isso gera um certo conflito, porque a pessoa quer estabelecer um jeito do outro incorporar se ele nunca incorporou. Então tem que entender a personalidade do médium. Por isso, esse estudo que nós estamos fazendo aqui de personalidade, emoção, ele é muito importante. Porque não adianta eu chegar pro médio e falar assim: "Ó, você senta nessa
personalidade do médium. Por isso, esse estudo que nós estamos fazendo aqui de personalidade, emoção, ele é muito importante. Porque não adianta eu chegar pro médio e falar assim: "Ó, você senta nessa cadeira aqui, você não mexe, você não gesticula, você não funga, fica quietinho, agora você incorpora". Não é assim. Você não precisa exagerar levantar, jogar a cadeira no outro. Mas há um certo porque é uma emoção, não é? Você tá traduzindo. Então eu preciso conhecer a matéria e de profundidade. Por isso eu estudo, estudei, estudo até hoje, estudo direto. Tô relendo toda a coleção. Parece que eu nunca li. Falei: "Gente, como é que eu nunca vi isso?" Estou dizendo de verdade, porque é uma obra monumental a coleção de André Luiz. com várias implicações. Nós estamos vendo aqui algumas citações, ó, e que às vezes a gente passa por cima. Tem certeza que todo mundo já leu esse trecho aqui, não é? Fala que é, por favor. Todo mundo já leu nos dominos da medidade, não é? É. A gente passou por cima. Tá bom, mentirosos. Brincadeira, obviamente. Brincadeira. Eu sei que estudaram sim. Então, veja bem, nesse trecho, ó o tanto de informação que tem. E uma coisa me chamou na época atenção também foi um amigo nosso que, porque realmente conhecer André Luiz se apaixona, né? E aí ele foi nosso lar, mensageiro, missionários da luz. Ele com três meses já tava terminando a coleção. E eu fiquei encantado. Eu fui perguntar para ele então qual era o método de leitura dinâmica que ele tinha feito, usava, porque a gente quer ler muito, não tem tempo, não dá conta. Ele falou: "Ah, Jacó, isso é muito simples. Eu vou lendo o livro, quando chega a explicação do mentor, eu pulo. Aí eu continuo." Eu falei: "Muito fácil. Ele tava lá no minha vida continua." Eu falei, você volta para nosso lar, você a explicação do mentor, mas aquilo é pesadíssimo, é chato. Eu falei, mas é a parte essencial, o romance é a pano de fundo, porque ele estuda casos, não tem uma palavra desperdiçada na obra de André Luiz. Os casos são ilustrações de
ilo é pesadíssimo, é chato. Eu falei, mas é a parte essencial, o romance é a pano de fundo, porque ele estuda casos, não tem uma palavra desperdiçada na obra de André Luiz. Os casos são ilustrações de fatos reais. Nos domínios da mediunidade. É um curso que o André Luiz fez no mundo espiritual. aquilo que ele coloca nos domínios da mediunidade acontece em toda a reunião mediúnica, não é só naquele grupo, não. E ele passa todas as mediunidades, basicamente aquelas que André, que Kardec estuda no livro dos médiuns, estudando o caso, aquilo que Kardec traz como teoria de base, ele faz uma análise do caso real. Então é um estudo pela, se nós pudéssemos fazer uma comparação pelo método estalogiano em que ele vai buscar no evento, no fato, a dedução, a teorização, ele parte do concreto para abstrato. Então é um livro precisa ser realmente conhecido nos domínios da mediunidade. É um livro de cabeceira. Vocês estão anotando aí os livros de cabeceira? Livro no final do curso vamoser quanta tamanho da sua cabeceira. livro dos médiuns, nos domínios da mediunidade, no invisível, são livros de base para que a gente tenha outros. Estão mencionando aqui aos poucos. A gente precisa ter esses livros. E quando ele fala que apuremos a qualidade da nossa emoção, é porque eu preciso experienciar esse conhecimento para que eu me sintonize com as grandes almas, que são os espíritos luminares. Quando ele coloca assim, ele tá nos reportando a uma categoria de espíritos. Se a gente considerar a escala espírita do livro dos espíritos, no capítulo 3, salving enganando o livro obreiros da vida eterna, há manifestação de um desses pais da humanidade. Os senhores se recordam aquele espírito que manifesta-se numa redoma de vidro, que eles fazem um exercício para criação de um ambiente, o Asclépios, lembra do Ascleépus? Um espírito que reencarna de 800 em 800 anos. Não tem condição de reencarnar com menos tempo. Disso aí para mais. O Ascleps é um dos pais da humanidade, daquele grupo de espíritos
lembra do Ascleépus? Um espírito que reencarna de 800 em 800 anos. Não tem condição de reencarnar com menos tempo. Disso aí para mais. O Ascleps é um dos pais da humanidade, daquele grupo de espíritos que Kardec fez a referência ao dizer da universalidade do ensino dos espíritos. O que que é a universalidade do ensino do espírito? Não é só receber manifestações espontâneas por vários médiuns em lugares diferentes, não. Isso é o método para se chegar na universalidade que Kardecus trabalhou com 1000 centros espíritas. Às vezes a gente ouve dizer 1000 médiuns, não, 1000 centros espíritas espalhados pela Europa e pela América. Se você colocar cinco pessoas por grupo mediúnico, veja o contingente com que Kardec trabalhou. Foi um esforço recuro, que não tinha internet, não era na carta. Ele mandava pergunta. Por isso, se fosse hoje, já WhatsApp corria, né? Não tinha como esses grupos intercambiarem. Por isso é que o processo de pesquisa de Kardec foi muito complexo. Kardec não recebeu uma mensagem para falar um pouco do método dizendo informação. Ele deduziu por intuição, porque muita gente fala que Kardec não tinha mediunidade nenhuma. Qual era a mediunidade de Kardec? Intuitiv de uma intuição excepcional. Porque todo viu, todo mundo viu a maçã cair. Só um intu lei de gravidade, como todo mundo tava vendo o fenômeno. Que que é a universalidade do ensino dos espíritos? Há uma faixa de espíritos que nós poderíamos chamar de os pais da humanidade que pensam da mesma forma sobre os mesmos assuntos. Essa que é a universalidade com a qual a doutrina espírita tem concordância. Kardec, inclusive estabelece um princípio metodológico de interpretação, que é o princípio da concordância. Muitas vezes a gente passa por cima e está na introdução do Evangelho. Que que é o princípio da concordância? Uma obra para ser espírita, ela tem que ter concordância com a obra de Allan Kardec. Isso é um método interpretativo filosófico. Isso é científico. Isso não é inventado por Allan Kardec. Da mesma
cia? Uma obra para ser espírita, ela tem que ter concordância com a obra de Allan Kardec. Isso é um método interpretativo filosófico. Isso é científico. Isso não é inventado por Allan Kardec. Da mesma forma que eu disse, se que eu posso dizer que um determinado livro ele é da linha filosófica de Roussea de Emanuel Kant Lock. Eu, para dizer isso, eu tenho que aquele livro tem concordância com a linha filosófica daquele autor. Eu trabalho muito com isso, porque eu sou professor universitário de trabalho de cursos, os meninos cometem muito esse erro básico interpretativo. Começa às vezes pesquisar o direito com determinada corrente fil às vezes até antagônica. Não, ele erra. Não é uma questão de certo ou errado, é opção de pesquisa. Se eu tô pesquisando Rousseau, eu vou ver o direito em Rousseau. Ele tem uma forma de refletir o direito. Se você vai para outro filósofo, ele tem outra forma. Se você está na doutrina espírita e você quer seguir o princípios e o pensamento de Allan Kardec, você tem que ter concordância com Allan Kardec, senão não é espiritismo. A pessoa diz assim: "Não, mas isso é radicalismo?" Não, isso não é Emanuel Kant, isso não é Rousseau, isso não é Allan Kardec, isso é filosofia, não é radicalismo. Porque eu não posso enxertar um pensamento de um filósofo no outro e dizer que é do outro. Aí eu cometo um erro interpretativo, porque há uma unidade interpretativa em Allan Kardec. Você não vê conflito nas cinco obras. As cinco obras formam a unidade. Não há conflito. Se você lê a obra básica dos cinco livros, encontrar conflito interno, há um erro do intérprete. Porque Kardec, utilizando o método cartesiano, ele buscou toda a possibilidade de evitar conflito dentro do próprio da própria obra. Porque o método cartesian ele ele ele ele estabelece exatamente isso. Dividir o problema em partes, analisar cada parte para evitar qualquer possibilidade de erro, fazendo uma análise superficial do médico cartesiano, que era o método que Kardec utilizou. Então, Kardec trabalha. Agora, se uma
artes, analisar cada parte para evitar qualquer possibilidade de erro, fazendo uma análise superficial do médico cartesiano, que era o método que Kardec utilizou. Então, Kardec trabalha. Agora, se uma obra não guarda concordância, ou seja, não tem uma ligação com aquele pensamento, ela não é pode ser muito boa. Nós estamos aqui emitindo juízo de valor, se é bom, se é ruim. Veja bem, estamos dizendo o que é ou não uma obra espírita. Porque eu preciso ter esses conceitos porque eu tô estudando. Eu vou estudar o quê? Eu posso estudar qualquer coisa, mas eu tenho que saber diferenciar. Isso é espiritismo. Isso não é espiritismo. Atendendo ao princípio da concordância. Porque a gente vê no Facebook, por exemplo, n mensagens coloca lá bezerra de Menezes. Ainda comentava ontem à noite lá no centro. É o espírito mais mistificado que tem nesse Brasil. todo quant é lugar, cada pensa um desfavor, trabalha contra e não a favor. Ele manda pra gente, manda para 10, 20, reproduz aquele texto que ele sabe que não é de bezerra, não é um texto espírita. E ele divulga, ainda manda para assim: "Analisa aí, eu vou analisar o quê? Eu tô perdendo tempo. Eu tô fazendo um trabalho das trevas, o que eles querem tomar o tempo. E quando a gente repassa, nós somos responsáveis pelas imagens que criamos na cabeça das pessoas. Eu vou repetir. Nós somos responsáveis pelas imagens que criamos na cabeça das pessoas. O outro não vai saber. Eu tô levando o outro a perder tempo. Eu tenho que tomar muito cuidado com isso. Então, por isso que eu preciso fazer um estudo mais meditativo, reflexivo, não passar por cima, não é? para que eu possa ter um conhecimento seguro e saber o que é o que não é espiritismo. E vou falar mais uma vez, nós estamos emitindo juiz de valor. Tem obras excelentes, mas são espíritos porque não tem a afinidade, a concordância com aquilo. E pode ser uma obra maravilhosa, qualquer linha de filosofia que nos traz grande enriquecimento pessoal, mas é uma questão de interpretação. Por isso a importância do estudo bem
ncordância com aquilo. E pode ser uma obra maravilhosa, qualquer linha de filosofia que nos traz grande enriquecimento pessoal, mas é uma questão de interpretação. Por isso a importância do estudo bem conduzido. Isso é que é um estudo bem conduzido. Você vê que são quatro, cinco linhas aqui que a gente podia ficar uma manhã inteira. Por isso é que o estudo tem que ser meditativo. Não pode ser esse trecho. Eu ia falando e fiz um parêntese, mas sen não reforçando. Todos esses conceitos estão no livro que tá sendo oferecido aí. Então, essas grandes almas pensam da mesma forma. Então, Kardec, ele acessou uma faixa de conhecimento. Uma outra coisa que as pessoas falam muito que não dá para assimilar com muita consciência é que Kardec era uma pessoa fria, ele era extremamente intuitivo e ele mostra isso e de uma sensibilidade, meus irmãos, quem escreveu um evangelho segundo o Espiritismo não pode ser uma pessoa fria, não tem como. Isso é analisar a própria personalidade pela produção. Ele inclusive se isola da família, ele vai paraa orla marítima para refazer energias antes de começar a escrever o evangelho. Eu fui buscar a alta inspiração para depois anotar o evangelho, selecionar as mensagens, os capítulos. E ele fala uma coisa muito interessante do método de pesquisa dele quando ele trabalhou com 1000 grupos espíritas. Ele dá um uma informação muito preciosa de como ele chegou nisso. Ele diz assim que os espíritos não enviaram, por exemplo, uma mensagem dizendo aqui no mundo espiritual, um exemplo, tem espírito que não sabe que desencarnou. Ele não teve essa informação psicografada. Olha, Kardec, aqui no mundo espiritual tem espírito que não sabe que desencarnou. Como é que foi? Os espíritos foram provocando a manifestação dos espíritos superiores, provocando a manifestação de espíritos que diziam que não sabiam que estavam desencarnados. Percebe a diferença? Aí ele tirava uma dedução. Existem espíritos que não sabem que desencarnar. Viu como é mais complexo? Requer uma uma maturidade. Ele era um
e não sabiam que estavam desencarnados. Percebe a diferença? Aí ele tirava uma dedução. Existem espíritos que não sabem que desencarnar. Viu como é mais complexo? Requer uma uma maturidade. Ele era um enciclopedista, começou o trabalho com 50 anos. Naquela época, 50 anos era assim, uma pessoa tava no auge da maturidade. Hoje, com 50 anos, nós estamos mal saídos da adolescência. Muito obrigado. Ele já estava no ápice, tinha livros publicados, era uma personalidade muito conhecida. Então ele tinha essa capacidade intuitiva de fazer a análise, daí ele submeter depois quando ele tinha dúvidas as questões, não é? Então era uma alma extremamente sensível de uma percepção única. Olha, ele tirava a dedução. Por isso é que quando a gente vê, por exemplo, pessoas dizendo: "Não, agora eu vou psicografar o novo livro dos espíritos e divulga. Pessoa psicografa o livro dos espíritos. Livro dos espíritos não foi psicografado. Eu posso revisar o pensamento de Allan Kardec? Posso, mas eu tenho que pelo menos repetir o método científico que ele utilizou. Eu posso discordar do método de Saen, por exemplo, o cientista Pastê, pode dizer que Pastê estava errado um método de pesquisa dele ali científico, das bactérias e tal. Eu posso, mas eu tenho que repetir para provar que ele tava errado. O método não basta eu dizer, então eu tenho que Porque agora está surgindo revisões da doutrina espírita, pessoas que propõem, inclusive a que o Espiritismo venha aceitar o aborto, porque nós estamos ultrapassados, porque nós temos que aceitar o aborto no movimento espírita. Porque as mulheres que vivem na na linha da pobreza tem esse direito. Ao invés de tirar a pessoa da pobreza, não. Eu vou trabalhar o aborto. Porque veja bem, certas condutas que são aceitas socialmente não são aceitas pela visão espírita por causa da ética e da moral espírita. A lei, principalmente, quem trabalha com lei sabe disso. A lei não muda o povo. O povo é que muda a lei. Tem lei que tá até à frente do povo e que o povo não consegue chegar.
tica e da moral espírita. A lei, principalmente, quem trabalha com lei sabe disso. A lei não muda o povo. O povo é que muda a lei. Tem lei que tá até à frente do povo e que o povo não consegue chegar. A lei ou é aplicada ou não. Hoje o aborto ele é considerado um crime. A ética, por exemplo, médica não permite, o código de ética não permite o aborto. Vamos supor que o aborto seja aprovado. Agora, o aborto é moralmente aceito pela sociedade, eticamente aceito na lei. Mas isso transformou o ato de abortar em algo ético na visão espírita? Não. A lei pode permitir, mas a moral espírita, porque ela é transcendente, ela ainda permanecerá estável. até que o povo amadureça novamente e volte a compreender o valor da vida. Então, algo pode ser moral ou não. Nós estamos colocando isso porque a gente usa muito a expressão moral, transformação moral. O que que Kardec tá falando com transformação moral? Não tá falando da moral de um tempo, da moral de uma sociedade, uma moral filosófica. A moral em Emanuel Kant é de um jeito, né? Rousseau é outro jeito. Não, ele não tá falando disso. Ele tem uma percepção de moral completamente transcendente. Todas as vezes que Cadec fala em transformação moral, está falando em transformação emocional com referência em Jesus. Um jeito de encarar a vida, olhar a vida pela ótica do evangelho. Ele diz isso aqui na introdução do evangelho. Eu não sei se se o meu horário já venceu. É 10 que termina. Eu achei que era 10:30. Eu já tava achando comprido mesmo. Toda a gente. Não, agora você vai me dar 5 minutos para terminar essa lâmina. As perguntas eu respondo depois, mas agora vamos pro intervalo, tá? Você tem que me orientar. Todo mundo precisa de um mentor. Toda a gente admira a moral evangélica. Tá vendo? A visão da vida com base no evangelho. Transformação psicológica. Todos lhe proclamam a sublimidade e a necessidade. Muitos, porém, assim se pronunciam por fé, confiados no que ouviram dizer ou firmados em certas máximas que se tornaram proverbiais, coisa que a gente
odos lhe proclamam a sublimidade e a necessidade. Muitos, porém, assim se pronunciam por fé, confiados no que ouviram dizer ou firmados em certas máximas que se tornaram proverbiais, coisa que a gente cita do evangelho assim aleatoriamente, né? às vezes nem sabe que tá no evangelho. Poucos, no entanto, a conhecem a fundo e menos ainda são os que a compreendem e lhe saibam, sabem deduzir as consequências. Nós precisamos conhecer a fundo, então, dois livros, meus irmãos. O livro dos médiuns, que nos dá o conhecimento do fenômeno e o Evangelho segundo o Espiritismo, que nos dá condição de viver segundo o desejo e a aspiração dos espíritos elevados. Muito obrigado.
Mais do canal
Estudo Reflexivo | Módulo 02: Os Mensageiros - #04
1:27:36 · 42 views
A Vivência do Amor Cap. 4 | A Expansão da Conciência | Lacordaire Faiad
1:25:46 · 94 views
Estudo Reflexivo | Módulo 02: Os Mensageiros - #03
1:31:13 · 79 views
Estudo Reflexivo | Módulo 02: Os Mensageiros - #02
1:27:30 · 105 views
20º Encontro do Curso de Administração e Finanças | 06/03/2026
1:11:39 · 63 views
A Vivência do Amor | Atitudes e Comportamentos | Lacordaire Faiad
1:16:39 · 75 views