XIX Encontro de Reflexões Espíritas – Semeando Estrelas e Vivendo para Deus | JENA e Lusiane Bahia

Mansão do Caminho 18/02/2026 (há 1 mês) 1:06:07 2,014 visualizações

Dando continuidade ao XIX Encontro de Reflexões Espíritas, o encontro apresenta o tema: “Semeando Estrelas e Vivendo para Deus” Com a participação da JENA – Juventude Espírita Nina Arueira e Lusiane Bahia, a proposta é refletir sobre o papel da juventude e de todos os trabalhadores do bem na construção de uma vida comprometida com Deus, com o Cristo e com a prática constante da caridade. Uma mensagem de responsabilidade espiritual, idealismo elevado e vivência prática do Evangelho no cotidiano. 📅 Data: 17 de fevereiro de 2026 (terça-feira) 🕗 Horário: 20h 📡 Transmissão AO VIVO pela TV Mansão do Caminho 🔔 Programe-se para acompanhar ao vivo e convide amigos e familiares. Sua participação fortalece o movimento espírita e amplia a semeadura do bem. #EncontroDeReflexoesEspirita #SemeandoEstrelas #VivendoParaDeus #JENA #JuventudeEspirita #LusianeBahia #Espiritismo #Evangelho #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Irmãs e irmãos queridos, sejam todos muito bem-vindos à nossa palestra de encerramento do 19º Encontro de Reflexões Espíritas. Cumprimentamos a todos que estão aqui presencialmente conosco e também aqueles que nos acompanham virtualmente. Nós gostaríamos de, antes de chamarmos a prece inicial, nós gostaríamos de fazer os nossos agradecimentos, porque para que um evento possa acontecer, muitos são aqueles que se movimentam, muitos são aqueles que trabalham. E nós encontramos nesse contexto muitas parcerias e muitos fomentos. Então, nós gostaremos de iniciar os nossos agradecimentos a Deus, a Jesus, a Francisco, a Joana, aos espíritos benfeitores que permitiram que nesses dias aqui de encontro tudo transcorresse com muita tranquilidade, sem intercorrências. Agradecemos aos nossos tios Divaldo e Nilson por tudo sempre. é todo o estímulo, toda a iniciativa, todo o pioneirismo vindo deles. Agradecemos imensamente ao querido Mário, Mário Sérgio, presidente de nossa casa, e toda a diretoria, todos aqueles que compõem a nossa diretoria, pelo apoio, pelo estímulo, por estarem conosco. Agradecemos a parceria com a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado da Bahia. Aos nossos queridos palestrantes que tornaram o nosso evento tão especial. Carlos Campete, Marta Antunes, Geraldo Campete, Eline Cap, Antônio Cléber, Edilton Costa. Agradecemos também a Geraldo Cerqueira, o professor do Tixi, que todo ano está aqui com a gente, conduzindo-nos nessa atividade que faz tão bem ao corpo e à alma. Ao querido Glauco pela parceria, por trazer a musicalidade, a harmonização. Agradecemos aos evangelizadores, a nossa equipe linda que se esforça, que trabalha e aos nossos queridos continuadores, que são os jovens. que realizam muito sempre nestes nossos encontros, estando à frente, realizando as atividades e sempre nos ensinando muito. Agradecemos à Secretaria da Presidência, ao Marketing, a TV Mansão do Caminho, a Eventos, ao grupo todo da livraria de suprimentos, todos aqueles

realizando as atividades e sempre nos ensinando muito. Agradecemos à Secretaria da Presidência, ao Marketing, a TV Mansão do Caminho, a Eventos, ao grupo todo da livraria de suprimentos, todos aqueles que nos auxiliaram com a cozinha, que estiveram trazendo alimentos de tão boa qualidade para todos nós, pessoal do RH, da cantina, do financeiro, da manutenção, registro fotográfico, da limpeza, da portaria e todos que estiveram conosco nesse evento, todos que se inscreveram, nós aqui fomos 111 que estivemos juntos nesses dias entre crianças, jovens, adultos, ou seja, todos nós de todas as idades. A nossa gratidão imensa a todos, porque todos estes que aqui citamos são essenciais para que esse evento possa acontecer e que nós possamos chegar até esse dia com todas essas coisas boas, esses sentimentos bons nutridos ao longo dessa experiência. E agora sim vou apresentar esses que estão aqui comigo, que vão conduzir-nos na palestra. Lucas, Cléber, Jorge, Marialva, Milena, Hélio, Pedro, Danilo e nós gostaríamos de passar a palavra paraa Milena, que vai nos conduzir na prece inicial. Fechemos nossos olhos e nos concentremos. Amado mestre, que nós não nos esqueçamos das reflexões e boas experiências feitas nesse evento. Queremos agradecer por toda a oportunidade de estarmos juntos em teu nome. Peço que todos aqui presentes saiam renovados. Pedimos também [música] que possamos, mesmo nos momentos de dor, termos sabedoria de extrair algo [música] de bom. Que tenhamos olhos de ver e ouvidos de ouvir agora e sempre. Que assim [música] seja. Nós temos alguns avisos. Muito obrigada, Milena, pela prece. Nós temos alguns avisos porque nós estamos findando um encontro, mas temos outro já pertinho para acontecer. No dia 28 de fevereiro, nós receberemos aqui em nossa casa o querido irmão Severino Celestino, que vai nos conduzir num seminário que vai iniciar às 16 horas, vai até às 19, em que nós vamos conversar aqui sobre o mundo de regeneração no apocalipse. um tema extremamente instigante, com

lestino, que vai nos conduzir num seminário que vai iniciar às 16 horas, vai até às 19, em que nós vamos conversar aqui sobre o mundo de regeneração no apocalipse. um tema extremamente instigante, com essa presença maravilhosa desse irmão querido que tanto conhece e que pode compartilhar conosco o seu conhecimento. Nós encontramos maiores informações deste evento, desse encontro no site da Mansão do Caminho, onde lá podemos perceber os horários, toda a nossa programação, fazer a nossa inscrição e estarmos aqui juntos buscando conhecimento, reflexão, mas também fraternidade, companheirismo, parceria, que é tudo isso que a gente experimenta nesses eventos que a nossa casa promove. Então, seminário do Severino Celestino no dia 28 de fevereiro. E no dia, no sábado passado, no sábado último, foi lançado esse livro e a gente quer reiterar a o lançamento desse livro intitulado Almas entrelaçadas, memórias da minha estrada de Damasco, de Margarida Fernandes, Orbilon. Quando a gente trouxe a informação no sábado, nós destacamos que é uma amiga querida do tio Divaldo, com trabalho de mais de 60 anos trabalhando em prol do outro, em prol do bem, em prol do amor. E esse livro está disponível pra gente na livraria aqui à frente, na Leal fisicamente, mas também a gente encontra no site da Leal para que a gente possa acessar essa obra. E sempre é muito bom lermos sobre atitudes e gestos de caridade, porque assim nos envolvemos também, nos animamos e criamos possibilidades também de nós realizarmos essas boas ações. O tema do nosso evento que hoje se encerra, o 19º Encontro de Reflexões Espíritas, foi Deus Cristo e Caridade. E nesse momento passamos a palavra para Lucas. Meus amigos, meus irmãos, muito boa noite. Ide e pregai e pregai anunciando que é chegado o reino dos céus. Ide e pregai, e, se necessário for, que sejam utilizadas palavras. Essas são as instruções que emanam direta diretamente de Jesus ou através de um dos seus mais fiéis mensageiros. Pregar é colocar em prática a mensagem do

ecessário for, que sejam utilizadas palavras. Essas são as instruções que emanam direta diretamente de Jesus ou através de um dos seus mais fiéis mensageiros. Pregar é colocar em prática a mensagem do evangelho. Evangelizar, portanto, é a tarefa do semeador, aquele semeador de que Jesus nos fala que saiu para semear. E este semeador, deixando as suas sementes, as suas sementes de luz, de libertação, de paz, deixa as primeiras que ao longo do caminho, antes de penetrarem a temperatura da Terra, são logo capturadas pelos pássaros. Nós observamos que a tarefa de evangelização, entenda-se evangelizar a outrem, mas sobretudo evangelizar-se, porque a mensagem libertadora deve libertar, antes de tudo, aquele que se propõe a ser o seu portador é eminentemente uma tarefa de educação. Como educar, portanto, sem sensibilizar? Como educar, portanto, sem trazer para fora, como a própria etimologia da palavra sugere, aquilo que há de bom, aquilo que há de essência divina dentro do indivíduo. Pregar, evangelizar, educar. demanda sensibilização. Nós observamos pelas instruções dos espíritos, é, do nosso conhecimento, que os adversários, que as chagas da humanidade, os principais são o orgulho e o egoísmo. E uma das mais difíceis faces, uma das mais difíceis expressões desse orgulho e desse egoísmo é, portanto, a indiferença. Não o ódio que reage, não a inveja que observa com malícia, mas a indiferença que ouvindo não ouve e que vendo não enxerga. pelas aldeias mais rústicas por onde passava, desempenhando a tarefa do semeador, o apóstolo dos gentios sempre conseguia encontrar nos corações o espaço onde a mensagem do evangelho, onde a semente seria acolhida. Não naquele lugar, não em Atenas, onde a falsa cultura, onde o intelectualismo vazio, onde a presunção do conhecimento impedia o acesso aos corações. Por todos os locais por onde passava, Paulo encontrava nas pessoas a recepção para a semente do evangelho. encontrando em Atenas, na Grécia, em um dos mais famosos polos da cultura,

esso aos corações. Por todos os locais por onde passava, Paulo encontrava nas pessoas a recepção para a semente do evangelho. encontrando em Atenas, na Grécia, em um dos mais famosos polos da cultura, da intelectualidade. Ali o ex-doutor da lei, chamado diretamente pelo Cristo, encontrou a sua, por assim dizer, primeira derrota. E tão logo se viu só após a primeira pregação em público, Paulo chorou copiosamente, defrontando a indiferença das pessoas, porque em Atenas ninguém quis saber de Jesus. Em Atenas não houve o tumulto que normalmente se encontrava nas discussões e nos embates diante dos elementos judais antes. Em Atenas, as pessoas viram, mas não enxergaram. Ouvindo, não entenderam. E a indiferença como um solo de estrada. como aquele primeiro cenário da parábola do semeador, trazendo a semente que no caminho, sem ter tempo de penetrar a terra, a mensagem foi capturada seguindo a linguagem pelos pássaros e a indiferença, difícil e cruel. Como resolver-te o Cléber? Havia chegado de viagem, o corpo levemente cansado, mas a vontade de conversar com as pessoas era enorme. mente ainda turbilionada pelas informações recebidas na viagem me deixaram muito incomodado. Mas ali conversando com os meus, eu podia ter um momento de descanso da mente que aos poucos tentava fugir de mim. Conversei com todos, contei um pouco da viagem, mas ainda assim a mente estava turbilhionada. Fui ao quarto, tentei descansar, mas a cama parecia grande, pequena, grande, pequena, o corpo não cabia. Eu me senti incomodado e acabei levantando. O companheiro logo perto vi que o corpo cansado do trabalho diário submeteu ao sono. E eu, por instantes, comecei a pensar em tudo que tinha ouvido naquela estrada das pessoas que conversaram comigo. Havia uma dor grande no peito, como se algo fosse se rasgar. A madrugada invadiu a noite e a noite invadiu a madrugada. Tentei sentar, escrever um pouco, mas é como se minha mente não conseguisse se ater aos compromissos e as responsabilidades. Tudo me trazia aquele instante difícil

noite e a noite invadiu a madrugada. Tentei sentar, escrever um pouco, mas é como se minha mente não conseguisse se ater aos compromissos e as responsabilidades. Tudo me trazia aquele instante difícil de ouvir das pessoas que eu confiava tanto, que eu sabia que eram irmãos de jornada, de caminhada, mas que o que me contaram foi muito difícil. Parece que o amanhecer insistia e a mente não parava. Desci pelas escadas. A casa estava em silêncio. Todos descansavam ainda, mas a minha mente não conseguia descansar. Abri a porta da casa, saí pela rua e ali caminhando tentei me concentrar em tudo que via da beleza da natureza, do despertar do dia. Mas tudo era muito difícil. O coração apertado, a mente turbilionada. Busquei um canto depois de caminhar um pouco e me sentei. E ali comecei a pensar no que haviam me dito. Me cobravam, me exigiam de coisas que haveria feito, mas que não era verdade. Eu a sabia o quanto era honesto, o quanto eu era respeitável. o quanto tinha me dedicado o tempo integral de tudo que havia feito até aquele instante com maior respeito e atenção ao trabalho que realizava, mas ouvir das pessoas que eu confiava tanto que diziam que eu havia mentido naquilo que eu considerava algo que era tão importante no trabalho que realizava. E então percebia a aproximação daquela senhora. Aquele silêncio fazia com que o diálogo se tornasse ainda algo mais especial. E ela me perguntou diretamente: "Por que estás tristes? Por um instante fiquei em silêncio, porque o corpo físico mergulhava em dores que eu não havia ainda experimentado. e disse: "Senhora, me acusam de algo que não fiz e eu não consigo me livrar desses pensamentos que me tomam." Pois, mas tu não és inocente. Se você não cometeu nenhum crime, por que haveria de perder a tua calma, a tua paz? Ah, senhora, como é difícil ouvir de pessoas que há tanto tempo confio, acredito, dizerem que eu estou mentindo, que o meu trabalho é desonesto. Espera, confia, dá ao tempo a medicação precisa para descansar o teu coração,

fícil ouvir de pessoas que há tanto tempo confio, acredito, dizerem que eu estou mentindo, que o meu trabalho é desonesto. Espera, confia, dá ao tempo a medicação precisa para descansar o teu coração, a tua mente e solucionar os teus problemas. Daquele instante subi para minha sala e consegui escrever e não parei. até quando o corpo tão cansado e o sono me abateu e definitivamente descansei e o dia seguinte trabalhei novamente e no outro dia também e não parei mais e dei o tempo ao tempo para que a medicação curasse o meu coração ferido e a mente que estava turbilionada. O tempo, meu caro Lucas, foi a medicação precisa para que a verdade viesse à prova e a testemunha de tudo que havia feito. Mas o semeador segue sua trajetória e continua a semear. E semeando, ele lança algumas sementes e um solo pedregoso. Ir por não ter muita terra, logo ela brota, mas o sol aparece, a queima e por não ter raízes profundas, seca e morre. E aí, nesse trecho da parábola, fazendo uma análise superficial dela, poderíamos ser induzido a pensar, mas será que esse semeador é inábil? Não ver que não é em qualquer lugar que podemos semear? Ou de repente a qualidade das sementes lançadas não eram tão boas? Mas se mudarmos a ótica e focarmos no solo e considerá-lo como a alma humana, perceberemos que o problema não está na semente ou no semeador, mas no solo que a recebe. Muitas vezes, esse solo não está devidamente preparado. recebe as sementes, se entusiasma com ela através da leitura de diversos livros, frequentando palestras, encontros como esse que aqui fizemos para falar de Deus, Cristo e caridade. nos empolgamos, nos animamos, mas logo cai, cai a vibração e todo aquele potencial acaba se esvaindo aos poucos, porque o solo pedregoso são os convites, os desafios qual somos convidados a superá-los, mas muitas vezes nós nos tornamos esse solo. dentro do nosso lar, do nosso ambiente de trabalho ou dentro da própria casa espírita, impedindo que a semente do evangelho desabroche. Para tanto, é preciso ressignificar como

nos tornamos esse solo. dentro do nosso lar, do nosso ambiente de trabalho ou dentro da própria casa espírita, impedindo que a semente do evangelho desabroche. Para tanto, é preciso ressignificar como acolher essa semente, porque o convite do evangelho é exatamente esse convite para preparar o terreno dos corações para que ela floresça. Como nos dias atuais, que somos desafiados muitas vezes dentro do ambiente que convivemos com aqueles que deveriam nos apoiar. Somos recriminados, somos julgados e muitas vezes somos abandonados. Como criar raízes profunda nesse solo ainda não preparado? Eu refletia, Jorginho, enquanto você falava e lembrei de uma pessoa muito especial, um jovem de 25 anos, trabalhando no centro da cidade, voltava para casa no final do dia e via embaixo de marquises homens a morrer à míngua, pessoas abandonadas. desprezadas na porta dos postos de saúde. E aquilo lhe inquietava, aquilo lhe trazia angústia e um sentimento de impotência. Entretanto, um dia visitando um amigo mais experiente, trocando ideias e vendo com ele o trabalho, vivenciando com ele um trabalho de assistência a pessoas que também estavam abandonadas à rua, ele pede um conselho e recebe. Este amigo lhe disse, "Tenho um amigo mais experiente do que nós, que um dia me disse que quando a caridade é muito discutida, o socorro chega tarde." Então, este jovem em uma viagem para uma das suas atividades habituais recebe o estímulo financeiro de uma pessoa que disse para ele: "Eu não posso fazer a caridade, mas você tem a vontade e não tem o recurso, então eu tenho dinheiro." abriu a bolsa e fez uma transferência de um valor expressivo. Esse jovem alegre, com coração cheio de esperança, retorna para sua cidade originária e adquiri uma casa, uma tapera, num bairro recuado, miserável, porque ele dizia assim: "Essas pessoas precisam ter um lugar onde elas se sintam à vontade para cuspir no chão, porque eram pessoas que estavam morrendo na rua. E então ele acolhe um homem que tinha crises epilépticas muito sérias, muito,

precisam ter um lugar onde elas se sintam à vontade para cuspir no chão, porque eram pessoas que estavam morrendo na rua. E então ele acolhe um homem que tinha crises epilépticas muito sérias, muito, muito graves, de cair, de se machucar e estava praticamente paralítico e leva a esta casa, onde ele e outros amigos cuidavam deste rapaz. Mais tarde veio um em situação ainda mais delicada com esquizofrenia. E um dia este esquizofrênico, numa crise de loucura, pegou um recipiente que muitos aqui conhece chamado bacil e pinico ou qualquer outra coisa do gênero, como vários nomes, e despejou na cabeça deste rapaz, 25 anos. Ele conta que teve o ímpeto de reagir, mas depois ele disse: "Não, estas pedras que estão surgindo na minha trajetória precisam ser superadas. Este homem está doente". E prosseguiu, dava-lhes banho, cuidava das feridas. Ele chega a dizer assim que ele foi a casa dele, embora muito simples, muito humilde, era muito aciada, que a mãe dele era uma mulher muito cuidadosa e ele não estava acostumado a determinadas eh ambientes com pouca higiene, com hábitos de pouca higiene. Aconteceu esse episódio. Esta mesma pessoa tinha um o epiléptico, tinha uma ferida muito grave na cabeça, cheia de bichos, e que ele disse que quando ia cuidar daquela ferida, meu Deus, mas eram aquele terreno áspero, pedregoso, precisava ser enfrentado. E ele seguiu adiante, recolhendo mais à frente uma senhora expulsa da própria casa pela filha. porque tinha tinha tido varíola e estava com um câncer que já havia ali amputado a perna. E ela ele vai levá-la à sua casa e a filha diz: "Aqui você não entra porque você vai passar doenças para os meus filhos". E ela começa a chorar. E ele então diz: "Não se preocupe, eu tenho uma casa onde nós, eu e amigos, recolhemos aqueles que não têm a ninguém, aqueles que não têm nem uma pedra para repousar a cabeça." e levou essa senhora que mais tarde se revelou numa história fantástica, que o deixou encantado porque não era uma pessoa comum, não era um mendigo comum.

ão têm nem uma pedra para repousar a cabeça." e levou essa senhora que mais tarde se revelou numa história fantástica, que o deixou encantado porque não era uma pessoa comum, não era um mendigo comum. E ele segue então nessa sua trajetória, cuidando daqueles que não tinham a ninguém, demonstrando que é necessário a ação para fazer com que os terrenos pedregosos, nos quais precisamos plantar, as sementes valiosas da luz precisam ser trabalhados. Mas esse solo tá aqui. Esse jovem de apenas 25 anos passou toda a sua existência trabalhando solos difíceis de serem eh cavados, difíceis de serem plantados e de dar frutos. Entretanto, os frutos do amor, da fraternidade, o perfume da caridade saía daquelas mãos que trabalharam os mais pedregosos solos durante toda a sua existência. E essa experiência vai adiante, não é Dan? Porque o semeador seguiu a semear e eis que as sementes foram jogadas no espinheiro. Estes espinhos então cresceram e sufocaram as sementes, as impedindo de crescer, de germinar. Esses espinhos. Se pudermos analisar este elemento, o espinho, ele é um tanto quanto recorrente na história do evangelho, na história da cristandade. Num primeiro momento, Jesus lança essa analogia dentro desta parábola do semeador para nos indicar um simbolismo de que existem dificuldades de âmbito subjetivo que vem impedir com que a boa nova, uma proposta edificante, o evangelho de Jesus possa brotar nos corações. Mas vamos lembrar que o próprio Cristo, no momento que ele foi custodiado pelo Estado romano, recebeu uma coroa de espinhos. E lá Mateus, no capítulo 27 vai exatamente dizer que os soldados do governador levaram o Cristo ao pretório e lá retiraram as suas vestes e colocaram por sobre seu corpo um manto vermelho e o coroaram com uma coroa de espinhos, além de colocar em sua mão uma aste de madeira. E todos então de debote deboche, todos aqueles soldados falaram: "Salve o rei, o rei dos judeus". Este espinho trazido no Evangelho constitui a expressão de uma sociedade

sua mão uma aste de madeira. E todos então de debote deboche, todos aqueles soldados falaram: "Salve o rei, o rei dos judeus". Este espinho trazido no Evangelho constitui a expressão de uma sociedade que ainda tem dificuldades, que tinha dificuldades em fazer com que a a boa proposta pudesse perdurar, ser instaurada na face da Terra. As paixões coletivas se colocam como verdadeiras barreiras para a transformação do mundo. Então, os usos, os costumes, as tradições, as instituições imperfeitos que são, impõe uma grande resistência para que uma sociedade cristã possa efetivamente se instaurar. Foi assim a época de Jesus que literalmente zombou e extinguiu com a sua vida física, matando o seu corpo, mas jamais a proposta. E ainda hoje as paixões coletivas tentam ainda impor resistência aos à instauração da ideia de uma vida mais sublime, a ideia de um evangelho perpassando e permeando todas as relações sociais. Mas obviamente a sociedade é resultado dos indivíduos que a integram. E se essas paixões se consolidam e se cristalizam em tradições, instituições, em leis, é justamente porque são emanadas de um interior ou de uma subjetividade tal qual se porta um espinho. Uma subjetividade que impõe, resiste a que o evangelho realmente venha a animar a vida do ser e possa produzir os seus frutos. E aí vamos lá para o século XI vamos lembrar que num dado momento até o Francisco de Assis padeceu as paixões humanas e reza a tradição franciscana que no dado momento de torpor ele enfrentando as paixões relacionadas à concupiscência jogou-se no espinheiro. Mas esse espinheiro, quando entrou em contato com o seu corpo, perdeu as suas, os seus elementos tenazes, os seus espinhos e permaneceram apenas as flores. Todos nós estamos às voltas com essas dificuldades, com essas defecções, com essas paixões internas e todos temos esta capacidade, como Francisco teve neste momento, que traz um simbolismo muito profundo para nós cristãos. Todos temos esta capacidade de sublimar essas paixões, assim como ele,

ternas e todos temos esta capacidade, como Francisco teve neste momento, que traz um simbolismo muito profundo para nós cristãos. Todos temos esta capacidade de sublimar essas paixões, assim como ele, que ao se jogar naquele espinheiro, fez com que os espinhos desaparecessem e ficassem só as rosas. É preciso que também empreendamos esta trajetória de sublimação das nossas paixões para que as rosas das nossas virtudes percam os espinhos e possam apenas se apresentar em nossa personalidade com as suas cores e perfumes. Mas um outro espíma é trazido por um outro personagem da cristandade. Paulo de Tarso na segunda carta aos Coríntios vai dizer que para que ele não se exaltasse pela excelência das revelações, lhe foi dado um espinho na carne, mensageiro de Satanás. E aí, Emanuel, de uma forma magistral, vai dizer, refletindo acerca desta passagem e desta eh reflexão paulina, vai dizer que todo cristão, ele passa ou deve enfrentar ou promover pequenos testemunhos na sua vida cotidiana. A trajetória de um cristão é exatamente nesse esforço constante em prestar esses testemunhos de superações contínuas microscópicas, mas que dentro de um contexto maior do seu crescimento enquanto indivíduo, enquanto ser, vai ter grandes repercussões. Mas essa transformação, esta superação, ela se dá exatamente por esses testemunhos constantes, cotidianos e quase que incessantes. E adverte ainda o Emmanuel que todo cristão deve ter um espírito de ponderação. Ainda que as vitórias surjam pela pelo seu bom proceder, pelo sucesso em superar algumas dificuldades, é importante que o cristão tenha esse espírito de ponderação e servir a Deus também nesses termos sem muita exaltação, sem basófia, ele usou esse termo, que esta expressão que vem dizer exatamente que cultuar a sua personalidade idade de forma excessiva, é uma espécie de pretensão. Ele nos adverte nesse sentido, trazendo este elemento da reflexão de Paulo de Tarso, no sentido de que este espinho vem funcionar exatamente com uma sinalização para que o cristão seja

e de pretensão. Ele nos adverte nesse sentido, trazendo este elemento da reflexão de Paulo de Tarso, no sentido de que este espinho vem funcionar exatamente com uma sinalização para que o cristão seja ponderado em meio às suas batalhas contínuas. E Joana de Angeles vai arrematar de uma forma magistral em um outro texto do livro, não me recordo o nome agora, mas eh ela vai nos dizer que o autêntico cristão sofre do espinho da carne que lhe dói, mas que lhe serve de alerta. Percebam que na trajetória da cristandade, esse espinho pode ter diversos significados e um simbolismo muito amplo, desde defecções que podem funcionar como uma dificuldade para uma transformação plena do ser, no sentido de fazer crescer em si a o elemento do evangelho, a substância do evangelho em si mesmo, no seu interior, mas também funciona como um sentido de alerta para que o cristão se mantenha constantemente atento em relação às vitórias fáceis, às más tendências. É para mostrar, mostrar que a trajetória do cristão é uma trajetória que deve ser feita sempre com responsabilidade, com cuidado e com muita cautela e sempre prestando atenção aos sinais da vida e sobretudo aos sinais internos que funcionam como verdadeiros avisos para que vivamos no tom certo nesta busca eh de um desenvolvimento mais pleno. Mas como superar esses espinhos ou conviver com eles de uma forma saudável? >> Engraçado, Dan, que você tava falando isso e me lembrou de uma conversa que eu tive com um amigo meu. Conheci ele mais eh mais velho, né? Genuinamente muito mais velho que eu. Mas nessa oportunidade que eu tive de conversar com ele, ele compartilhou uma história dele, né? Porque estávamos conversando sobre isso, os espinhos, né? Aí como os espinhos eles chegam nesse lugar da tentação, dos das tentações materiais. E ele foi comentando sobre a vida dele já mais jovem. Ele, um jovem, andando pela cidade adentrou a um bonde e nesse bonde estava lá parado e ele percebeu uma jovem, jovem lindíssima, traços finos, olhos bonitos, redondos, um

e a vida dele já mais jovem. Ele, um jovem, andando pela cidade adentrou a um bonde e nesse bonde estava lá parado e ele percebeu uma jovem, jovem lindíssima, traços finos, olhos bonitos, redondos, um cabelo lustroso pra época. E ele, nossa, que jovem bonita, não sei o quê. E se aproximou, né, com quem não quer nada, foi lá, se aproximou, sentou, ficou perto da cadeira em que ela estava sentada, mas não sentou. Tinha uma pessoa ao lado dela. E ela percebendo ele, ele eh de maneira humilde, quanto me contava a história, falou: "Não, eu era bonito e tal". Então, ela percebeu a minha presença também, só que na visão dela ela ficou estranhando o motivo de eu não me sentar ao lado dela. E eu e ela chegou me perguntar: "Você não vai sentar ao meu lado?" E aí veio o meu susto, porque ele comentou, né? Naquela época ele comentava da sua mediunidade poente. Via claramente uma pessoa ali ao lado dela. Tinha até a impressão de que era seu pai. tomou um susto na hora, ficou falando, meu Deus, eu fiquei totalmente assustado, saiu do bonde. Era um sinal já do seu compromisso que ele levaria anos seguintes. conversa vai, conversa vem com esse amigo e ele vai dizendo, né, que todo o trabalho que ele realizou, todo essa vida de assistência que ele fez levou realmente aos momentos de cansaço. A tentação ele ganhou no passado. Não, não vou ficar com a menina mesmo querendo. Mas agora, depois de um dia de cansaço, ele arrastando os pés, a idade já, né, trazendo aquela letargia, chega na sua casa cansado, deixa as coisas no quarto, está para se jogar na cama e já pensando em dormir, as luzes apagadas e vem a figura de sua mãe já desencarnada perguntando: "Não vai orar? Cadê a prece?" E ele indignado, um dia cheio de trabalho, entendeu? Cansado, a voz nem falava mais. Ele pensou pra mãe, falou: "Minha mãe, como assim? Minha vida é uma prece, minha história é uma prece, me deixe." E ela comentando, "Cadê a prece?" resignado, foi lá, fez a sua prece e posteriormente, já atualmente, enquanto conversávamos,

como assim? Minha vida é uma prece, minha história é uma prece, me deixe." E ela comentando, "Cadê a prece?" resignado, foi lá, fez a sua prece e posteriormente, já atualmente, enquanto conversávamos, ele falou: "São os sinais de que as vitórias elas vêm através da humildade, elas vêm através da presença do estar no momento e fazer o possível quando possível, o certo quando é certo. As tentações chegarão muito mais na juventude quando a carne é fraca, mas elas continuarão quando a carne enfraquece mais. Portanto, como seguir a partir disso? Então, Hélio, >> bom, o semeador, >> o semeador, ele continuou semeando e algumas sementes caíram em terra fértil e essas deram 100 por um, outras 30 e outras 60. Mas se a gente for olhar para uma plantinha que cresce, que dá frutos, ela não nasce uma árvore de imediato. Ela começa pequenininha, frágil, simples e aos poucos ela vai crescendo até adquirir a maturidade suficiente para produzir um fruto. E esse fruto com o tempo, vai ensinando os outros galhos daquela planta a produzirem outros frutos. E esses galhos vão crescendo e ensinando aos outros galhos como eles devem ser para que os frutos caiam no lugar certo, na hora certa. Mas desde o começo, esses frutos, eles também não são os mais doces. Aquela planta, ela precisa também aprender a produzir frutos mais doces, mais nutritivos e isso demanda tempo. E parece que as plantas, as árvores mais frondosas, com os frutos mais doces, no momento que estão no seu ápice, alguma coisa acontece e elas começam a perecer, precisando de um cuidado, mas esse cuidado não é suficiente. E elas naturalmente vem a morrer como muitas coisas da nossa vida, como quase tudo na nossa vida. é imperene, é inconstante. Então eu me lembro de um momento muito marcante na história da humanidade. Era a noite e o vento assassino, congelante, sem piedade, penetrava sobre a porta da gruta. Ali estavam alguns irmãos muito tristes por ver aquela árvore frondosa que tinha tanto alimentado eles, nutrido a sua alma com seu amor sem fim e

elante, sem piedade, penetrava sobre a porta da gruta. Ali estavam alguns irmãos muito tristes por ver aquela árvore frondosa que tinha tanto alimentado eles, nutrido a sua alma com seu amor sem fim e inesquecível. Estava ali deitada no chão, buscando algo que eles não conseguiam compreender. Parecia que era o fim. E o frio penetrava suas carnes como se fossem navalhas, cortando-as sem nenhuma misericórdia. E os irmãos, preocupados e nervosos, chamavam-no. Pai, paizinho, levanta daí, vem mais perto do fogo, fica entre nós, porque ele parecia um bloco de gelo, pronto para desencarnar. Mas naquele momento, como se algo tivesse mudado a vida deles, em determinado momento, ele despertou, olhou ao seu redor e aquele frio que congelava as suas mãos, congelava o seu corpo, em determinado momento foi embora. Ele havia recobrado a sua fé. Ele havia voltado à sua lucidez e pensado, que sou eu para sentir frio quando Cristo mora em meu coração? Pai Francisco, naquele momento começou a aquecer os irmãos menores que estavam ali. Mas voltando no tempo e olhando para essa árvore frondosa, nós nos perguntamos o quanto que ele teve de deixar para trás para se tornar aquela árvore. quanto ele precisou abandonar jovem rico de uma família proiminente da cidade de Assis, deixou o seu título, deixou a sua riqueza, os seus amigos, deixou as suas roupas caras, deixou tudo para trás. E a gente ainda nos dias de hoje fica tentando imaginar qual o caminho para a caridade, enquanto a gente ainda tá se preocupando com a roupa que a gente vai vestir, enquanto a gente ainda tá se preocupando o que que os meus amigos, os meus colegas de trabalho vão pensar se me verem descendo numa rua daqui do Paulo da Lima ou de qualquer outra favela ou de qualquer outra comunidade para abraçar uma criança que provavelmente não fez a higiene necessária para estar ali, que não foi atendida da melhor forma pela sua mãe, que talvez ao chegar ali ainda esteja com fome, com algumas feridas e marcas do ambiente infecto que vive.

o fez a higiene necessária para estar ali, que não foi atendida da melhor forma pela sua mãe, que talvez ao chegar ali ainda esteja com fome, com algumas feridas e marcas do ambiente infecto que vive. E a gente ainda se pergunta o que que vai ser da minha roupa depois que eu abraçá-la. Mas esse jovem, um outro jovem, ele não se preocupou com isso. Ele não se preocupou quando ele precisou abraçar as crianças que não tinham nascido do seu sangue, mas que ele fez filhos da sua alma. Ele não pensou, não se perguntou o quanto iria demandar. simplesmente as abraçou. Lembrando da frase de Paulo de Tarso quando disse que não há cristão sem sacrifício. Ele não hesitou e se sacrificou por aquelas crianças. Sacrificou a sua juventude, as suas amizades, as suas expectativas. enquanto jovem sacrificou a tudo para sofrer da vergonha, da humilhação, da calúnia. E nós aqui imaginamos que paredes como essa, como essas, como tantas outras, são frutos de são caridade, mas na verdade elas são resultado, porque a caridade mesmo a gente encontra nos olhinhos, como eu olho aqui no olhinho do Tiraci, no olhinho de Tiager Jeró e fico tentando enxergar o que esses olhos não viram. Porque toda biografia, ela tem um problema. Elas são injustas. Elas omitem as horas e os segundos de um relógio que não para ao longo dos anos, das décadas. Quantas dificuldades que foram vividas sem parar por tanto tempo, tanto sofrimento. Mas aqui os resultados são só os resultados. A gente não olha os sacrifícios e as dores ao longo do tempo, mas isso acontece pelo amor, o amor pleno, o amor puro, que quando ele existe em nosso coração, ele rompe as barreiras da matéria e vai rumo ao céu como uma flecha, sem parar. E essa flecha a gente poderia chamar talvez de mediunidade, não é mesmo? O semeador ele não para de semear. Agora funcionou. Mesmo encontrando as sementes que caíram na estrada, que caíram nas pedras, caíram nos espinhos, o semeador ele não para de semear. Ele lança as sementes constantemente. E na existência deste ser,

ou. Mesmo encontrando as sementes que caíram na estrada, que caíram nas pedras, caíram nos espinhos, o semeador ele não para de semear. Ele lança as sementes constantemente. E na existência deste ser, que encontrou os desafios muito ásperos daquele solo de estrada dos corações que estavam ao seu redor, que lhe acusaram de algo que ele não fez. Os desafios de um solo pedregoso ou de enfrentar as pedras e as dificuldades, de ir ao coração de alguém debilitado, carescente de cuidados, com feridas, com enfermidades, aquele que enfrentou as tentações ou teve de renunciar a ter uma família tradicional, relacionamentos tradicionais, ou mesmo este que vivenciou embates diversos na sua trajetória. Todas as histórias pertencia à mesma personagem que enquanto teve estrada, pedras, espinhos a enfrentar, teve um solo fértil, lastreando toda a sua existência para que pudesse frutificar. A mediunidade o acompanhou desde temraidade, porque desde muito novo conseguia ver, ouvir, perceber os espíritos. No início, não se sabia se era bom ou não, porque a confusão do que se via, do que sentia, do que percebia, trazia dificuldades emocionais, sentimentais, pensamentos desencontrados. Mas à medida que ele enfrenta os demais solos, os desafios da existência, ele vai identificando esse lastro fértil, mediúnico, cuidando deste solo, das sementes que ali foram lançadas e vai conseguindo fazer dali germinar, brotar, crescer muito. e muitos frutos. Frutos na oratória, frutos nos livros, frutos nas obras, frutos na paternidade, frutos todos da mediunidade muito bem cuidada, do solo apreciado, acolhido, dos desafios não rejeitados, mas educados. superados, lidados. A vida é uma constante impermanência e diante dela, a sabedoria de cultivarmos a fertilidade do solo é que deve trazer para nós essa fonte, esse lastro da base para nos sustentarmos. Os desafios foram muitos. Mas a cada dia a sua vontade reiterava em dizer para Deus, para Cristo e através da caridade que ele seguiria firme com o compromisso que ele estabeleceu

ra nos sustentarmos. Os desafios foram muitos. Mas a cada dia a sua vontade reiterava em dizer para Deus, para Cristo e através da caridade que ele seguiria firme com o compromisso que ele estabeleceu vindo do plano espiritual para acolher tantas almas que estariam sob sua responsabilidade, semeando estrelas. Vivendo para Deus. Deus Cristo e caridade é um lema trazido por Ismael como uma proposta de nos vincularmos ao pensamento de Jesus. Deus pai, Deus justiça, Deus limite, Deus amor, Deus que nos suscita a fé. Cristo, baloarte, mensageiro, pastor, pão, luz, senhor, mestre, caridade, instrumento, ferramenta, proposta, aceitação, escolha, benevolência, indulgência, perdão. este semeador, volvendo o solo da mediunidade, que poderia lhe trazer em persos, percalços, mas tomando as rédias com serenidade, com fé, com esperança, escolheu diariamente viver o evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo. Muitos são os encontros que a nossa casa já realizou no período do carnaval. Muitos foram. Nós tivemos o primeiro deles, encontro com Jesus vivendo Francisco de Assis lá em 2005, onde utilizamos os dias do carnaval para vivenciarmos a experiência com esse poverelho, com este mestre de Assis. Dois anos depois, nós homenageamos Allan Kardec, o codificador. Bebemos da fonte de toda a sua pedagogia, de todo o sacrifício e fomos dando sequências. Homenageamos Bezirra de Menezes, Joana de Angeles, a nossa benfeitora, Ivone do Amaral Pereira. Homenageamos Zilda Gama, homenageamos o médium querido Cândido Chico Xavier, mas também fomos a criadora do ESD, a patrona da evangelização, da campanha permanente da evangelização, Cecília Rocha. Nutrimos aqui o momento de homenagem às nossas tias e tios da mansão do caminho em plena pandemia. com tantos desafios. E quando voltamos homenageamos Leon Denis e no ano passado novamente homenageamos Francisco de Assiso, porque o patrono da casa ele merece mais de um encontro. Acontece que nessa trajetória a gente sempre quis homenagear alguém, mas por respeito a esse alguém nunca

nte homenageamos Francisco de Assiso, porque o patrono da casa ele merece mais de um encontro. Acontece que nessa trajetória a gente sempre quis homenagear alguém, mas por respeito a esse alguém nunca fizemos, porque esse alguém nunca quis homenagens, nunca quis aplausos. A sua vida nunca foi com tudo que se robusteceu para ostentar o que quer que fosse. E com muito respeito a ele, nunca tivemos oportunidade de homenageá-lo desta forma. Fizimos de outras maneiras. Mas diante das coisas da vida e da vontade de Deus, em 2027, a juventude espírita Ninaroeira irá homenagear no 12º Encontro Fraternal, Encontro com Jesus vivendo Divaldo Perira Franco e de [aplausos] E aí O nosso cartaz, 12º Encontro Fraternal da Gina, encontro com Jesus vivendo de Valdo Franco, dos dias 6 a 9 de fevereiro de 2027, aqui na Mansão do Caminho. Esse período é o período do carnaval do ano que vem e o ano que vem também. é o ano todinho dedicado a pensarmos nesta personalidade com ainda mais força, porque é o ano do seu centenário. Então, a Gena vai homenagear o nosso tio Divaldo nessa oportunidade de encontrarmo-nos com Jesus através deste semeador de estrelas, deste que nos ensinou. ensina-nos constantemente a como lidarmos com asperezas do solo, mas trazendo para os desafios a fertilidade da permanência, da perseverança, da escolha, em nome de Jesus. E assim nós gostaríamos de encerrar o nosso 19º Encontro de Reflexões Espíritas, convidando os médiuns responsáveis pela aplicação do passe em nossa casa para que possam se colocar, ah, é verdade, hoje é terça-feira, me perdoem, não vai ter passe. O passe são dos espíritos. O passe não é hoje com a equipe, me perdoem. Então vamos orar e agradecer a Deus pela oportunidade. Senhor e mestre Jesus, a nossa gratidão é imensa pelas companhias que aqui desfrutamos ao longo do nosso encontro. Companhias materiais. que podemos abraçar, sorrir, cantar, aprender, conversar, dialogar e as companhias espirituais que nos abraçaram, que nos sustentaram, que nos trouxeram tanto.

do nosso encontro. Companhias materiais. que podemos abraçar, sorrir, cantar, aprender, conversar, dialogar e as companhias espirituais que nos abraçaram, que nos sustentaram, que nos trouxeram tanto. Agradecermos a ti, Senhor, por ser o semeador constante que nos ensina a semear as mais puras sementes, que nos ensina a extrair de nós os nossos melhores propósitos, as nossas melhores atuações para compartilhar os dividirmos, multiplicarmos. O Senhor nos concede tanto mestre e a nossa gratidão por esse estímulo que advém do teu evangelho, mas da vida de irmãs e irmãos ao longo da trajetória da humanidade, que se predispuseram a entender o significado mais profundo. da expressão cristão e nos trazem exemplos de vivência e de superação em torno do teu evangelho. Nós te pedimos por todos nós, pelo nosso planeta, pelos diversos pontos em que ainda existem as violências, as incompreensões, as adversidades, os bolsões de sofrimento, de dor, de dúvida, de receios, de preconceitos, de lutas. Ó Senhor, então ampara todos nós, porque todos nós carecemos de ti como este roteiro seguro para organizar os nossos passos e conseguirmos seguir firmes até o fim. leva o nosso abraço aos nossos tios Divaldo e Nilson, a benfeitora Joana de Angeles, a Francisco de Assis e a todos os espíritos que carinhosamente, generosamente envolvem a nossa casa no amplexo da proteção, do carinho e do amor. ensinando-nos a sermos mais fraternais, mais caridosos e mais amorosos. Permanece conosco, Jesus, ensinando-nos esses passos para que sigamos firmes e firmes até o fim. Gratidão te damos por tudo e sempre. Assim seja. Está encerrado o nosso 19º encontro de reflexões espíritas. Gratidão a todos.

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