Fazer o bem sem ostentação • Lusiane Bahia

Mansão do Caminho 21/11/2025 (há 4 meses) 1:00:16 2,064 visualizações

Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista recebe um convidado especial para abordar temas do cotidiano à luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se reúnem em momentos de aprendizado e reflexão sobre o Evangelho de Jesus. *Realização:* União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #Espiritismo #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #PalestraEspirita #UEVC #VitoriaDaConquista #EstudoEspirita #LuzDoEvangelho #ReflexaoCrista #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências. Que a sua paz esteja em cada coração. Sejam bem-vindos em mais uma live aqui nos nossos canais dacv e da TV Mansão do Caminho. Sempre imensa satisfação saber que estamos na companhia de tantas almas queridas neste momento reunidos aqui para aprender um pouco mais sobre a doutrina espírita à luz do evangelho do mestre. para melhor sintonizarmos com esse instante, que possamos elevar os nossos pensamentos numa prece. Divino Amigo, a nossa gratidão, Senhor, pela tua companhia bendita a cada dia, através de tantos amigos que nos inspiram, que nos intuem para melhor compreender os teus ensinos. Por isso, Senhor, nesse instante te rogamos a assistência fraterna para nossa querida amiga irmã Luziane Bahia, a fim de que ela seja mais uma portadora da tua mensagem e que realmente toque-nos o coração para que sensibilizados tenhamos a coragem de realmente revolver a terra dos nossos corações e deixar tua semente generosa de vida germinar potencialmente. em todos os setores da nossa fita. Por isso, Senhor, te rogamos que permaneça conosco, envolvendo-nos da tua paz e protegendo-nos no teu amor. Hoje nós temos a alegria de receber mais uma vez em nossos canais nossa querida amiga e irmã Luziane Bahia, que vai trazer o tema Fazer o Bem sem ostentação. Lu, a casa já é sua, né? Rogando voto de muita paz. Passamos a palavra para você. Queridas irmãs, queridos irmãos, a paz do Mestre Jesus nos nossos corações. Agradecemos imensamente a Deus por essa oportunidade de estarmos juntos buscando refletir um pouco mais acerca do evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo. Cumprimentamos a todos que participam desse trabalho da UVCTV nos bastidores, a Ivic, o Barreto, mas também a Rosa que acabou de falar conosco, a Naira fazendo a interpretação para Libras, todos que nos acompanham pelo EVCTV e pela TV Mansão do Caminho, todos que estão aqui já trazendo os seus cumprimentos e aqueles que acompanharão posteriormente. É uma alegria sempre estarmos juntos

, todos que nos acompanham pelo EVCTV e pela TV Mansão do Caminho, todos que estão aqui já trazendo os seus cumprimentos e aqueles que acompanharão posteriormente. É uma alegria sempre estarmos juntos destinando um instante, momentos dentro da correria do dia a dia para aquiietarmos a serenarmos o nosso pensamento, voltando-os cada pensamento para Deus, para Jesus, para os bons espíritos. Então, a nossa gratidão por essa oportunidade. Na conversa da noite de hoje, nós gostaríamos de iniciar trazendo o trechinho destacado pelo codificador que se encontra no capítulo 13 do Evangelho Segundo o Espiritismo, intitulado esse capítulo Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita. E o primeiro item que Allan Kardec nos traz como comentários na estrutura desse capítulo é fazer o bem sem ostentação. Ele destaca dois trechos do Evangelho. E a gente queria começar lendo esse primeiro que ele destaca estar contido em Mateus capítulo 6 versículo 1 a 4. Assim anota Mateus. Tende cuidado em não praticar as boas obras. diante dos homens para serem vistas, pois do contrário não recebereis recompensa de vosso pai que está nos céus. Assim, quando derdes esmola, não trombeteis, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Digo-vos em verdade que eles já receberam sua recompensa. Quando derdes esmola, não saiba a vossa mão esquerda o que faz a vossa mão direita, a fim de que a esmola fique em segredo. E vosso Pai, que vê o que se passa em segredo, vos recompensará. É um trechinho, como dissemos, destacado pelo nosso codificador, que nos traz um momento, uma fala de Jesus, instruindo-nos acerca da feitura do bem e da ostentação a partir desse comportamento. E algumas reflexões cabem aqui serem feitas para que a gente comece a entender por que o mestre sinalizou esse aspecto, qual o intuito de nos trazer essa instrução, mas ao mesmo tempo essa advertência como ele que nos traz a a força do evangelho e decodifica para nós a lei de Deus. Por que sinalizar este ponto? E aí

o, qual o intuito de nos trazer essa instrução, mas ao mesmo tempo essa advertência como ele que nos traz a a força do evangelho e decodifica para nós a lei de Deus. Por que sinalizar este ponto? E aí quando nós olhamos a frase fazer o bem sem ostentação, nós pegamos a primeira parte dela, fazer o bem. E aí encontramos um questionamento que é natural, o que é fazer o bem? E além de o que é fazer o bem, o que é o bem? Nós sabemos o que é o bem. Aí a gente pode dizer, a gente sabe o que é o bem. Santo Agostinho escreveu muito sobre o bem e o mal. Na tradição da história da humanidade falou-se muito acerca do bem e do mal. No quinto livro da codificação, a Gênese, encontramos sobre o bem e o mal. Em o livro dos espíritos, na questão 630, encontramos a pergunta do codificador acerca dessa distinção. Como é que podemos distinguir o bem do mal? E nós conhecemos a resposta. E a resposta é muito lógica e nos traz um entendimento muito direto daquilo que precisamos fazer, mesmo que nem sempre entendamos a necessidade de fazer ou não percebamos que momento exato deve ser realizado, mas ali conceitualmente não há dúvida. Bem é tudo aquilo que está em conformidade com as leis de Deus. Mal é tudo aquilo que se afasta dessas leis de Deus. Então, o nosso parâmetro, a nossa reflexão, o nosso paradigma de observação são as leis de Deus. a lei de Deus que se apresenta como nós conhecemos através das revelações que nos tornaram nítidas esta lei, mas também muito que precisamos aprofundar sobre elas, sobre estas revelações, onde nos mostram, nos apresentam esse fator, ainda mais nos escaninhos da investigação, que vai para além do que as letras podem traduzir. ou do que as letras podem trazer e apresentar como conteúdo. Então, esse desafio os espíritos trazem conceitualmente, tornando-nos palatável a conceituação de bem e de mal. E a gente começa, minhas irmãs, meus irmãos, a tomar deste conceito que é geral e trazer para nós. Porque todo o livro dos espíritos, calcado em perguntas e respostas traz

onceituação de bem e de mal. E a gente começa, minhas irmãs, meus irmãos, a tomar deste conceito que é geral e trazer para nós. Porque todo o livro dos espíritos, calcado em perguntas e respostas traz por objetivo o nosso próprio questionamento. Ali estão respostas a perguntas formuladas numa generalidade dos conceitos e dos apontamentos que a humanidade deseja, mas principalmente necessita conhecer. Então, meditar sobre a pergunta e meditar sobre a resposta vai fazer com que aproximemo-nos do objetivo fulcral, principal, que é a doutrina dos espíritos, mas que também o Cristo, que também Moisés trouxeram essas revelações, que é a nossa transformação, que é a nossa modificação. Aquela pergunta, aquela resposta tem de fazer sentido e ter coerência para as nossas atitudes, porque se elas ficarem exclusivamente no campo da teoria, elas não vão ter alcançado o objetivo a que se predispõe. Mais adiante, na questão 642, o codificador pergunta, eh, na perspectiva de agradar a Deus, basta que não façamos o mal. E os espíritos, novamente, com muita clareza e nitidez, apontam à humanidade que não basta deixar de fazer o mal. É necessário ocupar aquele espaço com o bem. Então, é necessário fazer, é necessária uma atitude. E essa atitude precisa ser operacionalizada sob pena do mal alastrar-se naquele contexto em que nós não apresentamos o bem. E os espíritos dizem que nós seremos responsáveis pelo mal que se desenvolva nos nos nas situações, nas circunstâncias em que nós tínhamos a possibilidade. Os espíritos não colocam nada para além das nossas possibilidades. Dentro das nossas possibilidades, o que poderíamos ter feito e não fizemos. Nós assumimos a responsabilidade pelo mal que se enraíza nestes contextos. Então, não basta deixar de fazer o mal, necessário é fazer o bem. Então, a gente começa a linha de raciocínio buscando beber nessa fonte do Evangelho segundo o Espiritismo, nas elocubrações que Kardec nos traz, mas também na fonte prima, que é o próprio Novo Testamento, é a boa

te começa a linha de raciocínio buscando beber nessa fonte do Evangelho segundo o Espiritismo, nas elocubrações que Kardec nos traz, mas também na fonte prima, que é o próprio Novo Testamento, é a boa nova trazida por Jesus. O significado desse fazer o bem. Bem, a gente já compreendeu teoricamente, mas precisa muito mais para que ele se apresente, para que ele se realize. Então, é necessário fazer. Pensar sobre o bem ou pensar que o bem é necessário é fazer o bem. Pensar que o bem é necessário é fazer o bem. querer o bem, movimentar-nos diariamente no sentido de desejo, de querer, de sentir que o bem é importante. Isso é fazer o bem. Ainda nesse aspecto de bem e de mal, eu queria só trazer uma pontuação do espírito Joana de Angeles nessa obra lindíssima lançada em no dia 8 de novembro passado, cujo título é vida gloriosa. É um livro da benfeitora Joana de Angângeles, psicografia do nosso tio Divaldo, editora Leal. É um livro que traz 30 mensagens que foram psicografadas pelo nosso tio Divaldo, mas que não foram publicadas. São mensagens inéditas. a grande maioria as mensagens de 2023, 2024, mas a gente tem mensagens de 2010, 1969, mensagens que foram encontradas nas anotações particulares do nosso tio numa pastinha selecionada com o nome lá da Joana de Ângeles e mensagens nunca antes publicadas. Eu vou só mostrar como tá lindo esse livro, além da de toda de todo o conteúdo especial. ainda também um cuidado, uma sensibilidade para nos trazer essas imagens e tem imagens lindíssimas aqui nos convidando no aprofundamento da reflexão da temática, das temáticas apresentadas. E aproveitando que a gente tá trazendo um livro da Leal hoje, eh, é a data que da desencarnação do nosso tio Nilson. Ele desencarnou em 21 de novembro de 2013. Então, hoje também a nossa lembrança, a nossa gratidão ao tio Nilson, que sempre com muito ardor, com muita dedicação, muita entrega, trouxe-nos a vivência do espiritismo de uma forma direta, natural, de uma forma muito disciplinada também, trazendo-nos exemplos de deixando-nos

re com muito ardor, com muita dedicação, muita entrega, trouxe-nos a vivência do espiritismo de uma forma direta, natural, de uma forma muito disciplinada também, trazendo-nos exemplos de deixando-nos exemplos de como lidarmos na seara do bem. ele que se dedicou tanto, além de tantas frentes de trabalho, também a publicação dos livros, a gráfica com todo afinco, com toda a dedicação, com toda entrega. Então, a nossa gratidão imensa ao nosso tio Nilson, aproveitando essa oportunidade. Mas olha o que que a benfeitora fala num capítulo bem instigante, que é o capítulo 17, intitulado A inveja, o bem, aquilo que fomenta alegria e paz. e o mal tudo quanto desestrutura, estão ao alcance da opção pessoal em adotar através do livre arbítrio. Desta forma, a escolha do bem é uma decisão fatal à espera de sua eleição. Todos têm a mesma possibilidade, já que todos têm a fatalidade de encontrar o Pai Celestial ao término da sua jornada. A benfeitora aqui vai um pouco além, mostrando-nos que além de discernirmos o que é o bem e o que é o mal, os feitos obviamente têm consequências. E ela aponta essa advertência para que a gente preste atenção de que não são conceitos teóricos mais práticos. E assim a gente perguntava: pensar sobre o bem, sobre possibilidade de fazer o bem, querer o bem é fazer o bem. Fazer é realizar. E isso a gente aprende com Jesus mais uma vez. Quando ele destaca Pedro, João e Tiago e vão e se direcionam para o monte Tabor. O espírito Amélia Rodrigues tem um texto lindo intitulado Tabor e a planície no livro Primícias do Reino, psicografia do nosso tio Divaldo e também da editora Leal, à edição, a publicação. E a gente encontra nesse texto que tá nos Evangelhos essa presença do Cristo com os três evangelistas. sobem o monte. É o instante da transfiguração, mas também o momento do diálogo com Elias, com Moisés, aquele instante em que há uma comprovação, uma evidência acerca da imortalidade, mas muito mais também da comunicabilidade entre os espíritos. E ali é um momento de êxtase, é um momento

s, com Moisés, aquele instante em que há uma comprovação, uma evidência acerca da imortalidade, mas muito mais também da comunicabilidade entre os espíritos. E ali é um momento de êxtase, é um momento de comunhão mais sincera, mais íntima com a espiritualidade, com a divindade, com essa realidade que está para além da condição física, da condição material. E logo após esse momento, quando eles descem do Tabor, e aí vem Amélia Rodrigues falando que chegam à planície, é um outra estrutura de relevo. Quando eles chegam, há um algar via, porque existe um pai com um filho que está em perturbação espiritual, sendo chamado e considerado como endemoniado. E hora cai na terra, na água e se debate e tem processos convulsivos. Mas a algaravia é porque mesmo com os discípulos, os demais discípulos ali naquele contexto não foi suficiente para que a tranquilidade, a calma, a situação pudesse ser abrandada e pudesse ter sido apresentado para aquele jovem um atendimento, um atendimento efetivo. E aí o pai vem ao encontro de Jesus e fala que por mais que ele tivessem eles tivessem tentados tentado, nenhum deles foi capaz de expulsar aquele demônio a e modificar aquela situação. E aí Jesus fala da ausência de fé da dessa geração comentando acerca do comportamento dos discípulos. vai ao encontro do jovem, fala a sua autoridade moral, expressa naquele instante a sua tranquilidade, a sua paz, estende as mãos também e logo depois o cenário já é outro. Aquele espírito ou espíritos que influenciavam o jovem ali se dispersam. O jovem recobra a lucidez, apresenta-se curado para o olhar de todos e os discípulos intrigados perguntam ao mestre: "Por que que eles não conseguiram? Por que que eles não realizaram?" E Jesus diz que é necessário ter fé e para aquele tipo de espíritos, oração e jejum. Eu achei muito interessante, meus irmãos, rememorar esta passagem, porque em muitos momentos nós alçamos o pensamento, as reflexões, as mentalizações, o querer e a vontade no tabor, os nossos pensamentos

achei muito interessante, meus irmãos, rememorar esta passagem, porque em muitos momentos nós alçamos o pensamento, as reflexões, as mentalizações, o querer e a vontade no tabor, os nossos pensamentos elevadíssimos, os nossos objetivos, os nossos planos, os nossos projetos. Mas na hora da realização titubeamos e a planície das dos desafios, a planície da horizontalidade, da repetição dos mesmos comportamentos, nos dificulta perceber o fazer, o efetivar o bem que nós sabemos que deve ocupar o espaço nos corações, nas mentes, nas relações, nas situações. nas circunstâncias. Nós sabemos disso, mas em alguns contextos nos embaraçamos na execução deste bem, porque nos falta a fé. E é muito interessante Jesus trazer isso, porque para fazer o bem, nós precisamos estar conectados com o que é bom. E Jesus diz que bom somente o Pai. Ah, essa advertência é grandiosa. Diz que mestre ele é sim, mas bom, somente o pai. E ao trazer isto, ele nos provoca a que quando pensemos na realização do bem, façamos esse processo de conexão mais íntima com Deus, que é a gênese da bondade, que é a razão do sentimento, do amor, que é a origem de tudo isso, porque ainda nos é incipiente a prática desse bem, o fazer dizer esse bem. Então, é um ato de fé porque é um ato de confiança nas leis de Deus. Eu compreendo que quando me movimento para fazer o bem, eu estou em sintonia com o que eu sei que é verdade, com o que eu percebo e acredito muito mais para a crença, mas para pelo saber mesmo de que ali é a postura adequada dentro da naturalidade. O natural é o bem. O natural é o bom, é o belo. O natural é a verdade. O natural são as leis de Deus. Quando nós vamos na terceira parte de livro dos espíritos, nas leis morais, Kardec vai sempre perguntando a cada lei que ele vai investigar, a primeira pergunta é: o trabalho é da lei da natureza? A igualdade é da lei da natureza? O progresso está na natureza. Ele quer entender, ratificar, fortalecer que esses projetos, essas buscas estão em consonância com as leis da natureza,

lei da natureza? A igualdade é da lei da natureza? O progresso está na natureza. Ele quer entender, ratificar, fortalecer que esses projetos, essas buscas estão em consonância com as leis da natureza, com as leis divinas, com a naturalidade do processo. Então, fazer o bem é sair de um lugar, de uma postura repetitiva adotada até então para comportar-se, ensaiar num movimento que ainda não nos é tão natural, mas que à medida que vai existindo a busca, o exercício, a disciplina, o interesse e as experiências, eu não sei fazer. como é que faz bem? Mas eu posso tentar fazer, mas não é tentar de qualquer forma. Nós sabemos disso. Existe todo um processo de qualificarmos estas nossas ações. Não que isso vá ser uma forma de fazer o bem. Nós estudamos, lemos, refletimos, meditamos para fazer o bem, para que quando a oportunidade nos surja, não reajamos e simamos. E agir no bem, fazer o bem não é reagir, é agir, é ter a postura acertada que muitas vezes é impactante no contexto da normose e da condição comum social. E saindo dessa curva, dessa repetição de hábitos comuns dentro de normose, dentro de que todo mundo faz, vamos estar trazendo para nós essa perspectiva do fazer o bem. Então, é um ato de fé, de conexão com Deus. Fé porque acreditamos que a lei de Deus tem sentido, é verdadeira e se realiza na prática. Acreditar que nós é um gesto de fé, porque acreditarmos que nós podemos ser instrumento deste bem, através de nós esse bem pode ser feito e acreditar no outro, que o outro pode ser o alvo desse bem, porque até para isso a gente escolhe. Às vezes a gente seleciona e condiciona para quem a gente vai fazer o bem. como se determinadas pessoas em determinadas situações não merecessem o bem que não é nosso, é da divindade para com a qual nós estamos nos alinhando para que a gente entenda e perceba o que significa este bem. Então, é um gesto de fé em Deus, em nós e para com o outro. Mas Jesus disse oração e jejum. Oração é essa conexão, fazer o bem efetivo, conectar-se com Deus. E o jejum é

ceba o que significa este bem. Então, é um gesto de fé em Deus, em nós e para com o outro. Mas Jesus disse oração e jejum. Oração é essa conexão, fazer o bem efetivo, conectar-se com Deus. E o jejum é renunciar à nossa vontade, as nossas condições, as os requisitos que estabelecemos para fazer o bem é renunciarmos, fazermos a nossa parte, prepararmo-nos, estudarmos, meditarmos, orarmos, irmos às atividades, às propostas de fazer o bem, não só as propostas institucionalizadas que que nos auxiliam muito estarmos numa casa espírita, numa num trabalho de uma organização que traga a motivação para o bem, nos ensina a disciplina, nos ensina a pararmos as arestas e nos ensina este jejum, a sairmos destes condicionamentos que são da nossa própria verdade pautada, como se fosse imutável, impedindo-nos o aprendizado na seara do bem, mas para além das instituições, o fazer o bem onde quer que estejamos, sermos aqueles que desejam ser expoentes deste bem onde quer que estejamos. Mas a frase é fazer o bem sem ostentação. E aí a gente se pergunta também, o que é fazer o bem sem ostentação? Por que que Jesus disse que quando esmolássemos não reverberássemos essa atitude pelos quatro cantos? O que significa não ostentar? Por que não ostentar? E é uma reflexão também que nos vem como algo num exercício profundo que deve ser feito por nós para não nos perdermos na rota. E para isso a gente pode trazer uma uma figura, uma imagem que nos auxilia nessa compreensão. Imaginemos que nós temos de construir 1000 km de uma estrada, uma estrada imensa, 1000 km com as suas curvas, com as suas especificidades. Esse é o projeto, esse é o objetivo a ser alcançado. E obviamente ali na trajetória vamos fazendo tudo que esteja ao nosso alcance para concretizarmos esse projeto. Esse essa que é a nossa meta. E aí quando realizamos com muito esforço 10 cm desse grande, imenso projeto, imaginemos que a gente para, a gente fez 10 cm, a gente para e começa a pular, a chamar atenção de quem quer que esteja

ta. E aí quando realizamos com muito esforço 10 cm desse grande, imenso projeto, imaginemos que a gente para, a gente fez 10 cm, a gente para e começa a pular, a chamar atenção de quem quer que esteja passando, a mostrar, olha, nós fizemos 10 cm, foi realizado tudo isso. Quando a gente olha para o projeto e a gente pensa que a gente tá mostrando e alardando 10 cm, a gente diz: "Meu Deus do céu, por que que eu tô parando, perdendo tempo para ficar mostrando esses 10 cm? Se eu tenho tantos quilômetros ainda pela frente, se a meta é muito maior? Isso não significa que, alcançados aqueles 10 cm, nós não possamos ficar felizes, percebermos o fruto daquilo que fizemos, olharmos, entendermos que foi algo que veio através de nós e aquilo nos motivar a construirmos os próximos centímetros, mas também alargando para metros, quilômetros, e alcançarmos a nossa meta. Quando fazemos isto, quando olhamos para tão pouco que fizemos e paramos para ostentar, nós nós nos desconcentramos, minhas irmãs e meus irmãos. Perdemos a rota, perdemos a importância, a essência e o objetivo pelo qual ali estamos. Porque quando paramos para comemorar os 10 cm alcançados, construídos, quando a gente para para fazer isso, a gente se desconcentra do projeto principal e a gente abre campo, obviamente, pela desconcentração, pela ausência de foco, de disciplina, de seriedade. Nós paramos e abrimos campo não somente para os elogios que vão nos desviar da rota, porque os elogios, os aplausos vão fazer o quê conosco? a gente tá achando que 10 cm é muito e aí aquelas pessoas que estão aplaudindo, a gente vai ter a ratificação de que aquilo também é muito. Então a tendência da gente parar, se acomodar, da gente dizer é e quanta coisa e ficar buscando os aplausos para aquela condição tão ínfima trazos a possibilidade da paralisação. E a gente retorna ao plano espiritual e descobre o quê? Hum. Que a gente tinha 1000 km para construir, mas que com 10 cm nos empolgamos tanto e ali paralisamos a nossa trajetória e não

da paralisação. E a gente retorna ao plano espiritual e descobre o quê? Hum. Que a gente tinha 1000 km para construir, mas que com 10 cm nos empolgamos tanto e ali paralisamos a nossa trajetória e não construímos o que deveríamos fazer e não seguimos na pavimentação que seria essencial para a nossa construção moral. E aí voltamos ao plano espiritual e ficamos frustrados. Por quê? Porque ostentamos e recebemos a recompensa, os aplausos, as honrarias, as coisas do mundo. E essas coisas do mundo distraem-nos porque elas estão na superficialidade. Então, elas começam a nos distrair. Ao invés da gente olhar o terreno sobre o qual nós estamos pavimentando e precisamos continuar a estrada, a gente começa adornar aqueles centímetros construídos. A gente começa a enriquecer aquilo que foi feito e que basta. não tem razão para ser uma autocontemplação, uma autossatisfação para algo que é parte de um todo muito maior. E aí a gente constata frustrados no plano espiritual o quão nós ficamos iludidos, o quão ficamos voltados para a superfície e perdemos a essência e perdemos o que precisaríamos fazer e nos desconcentramos. E nessa desconcentração, ah, já fomos para atalhos e o caminho que estava à frente já não tem mais possibilidade, porque já abrimos tantos atalhos, tantos atalhos, tantos atalhos que aí envergonhados no plano espiritual. Voltamos, projetamos a próxima existência e voltamos embuídos da vontade de não apenas querermos, mas de realizarmos. E aí, às vezes, a gente volta querendo também fazer tudo, correndo atrás do tempo perdido. Porque tempo que se procrastina, tempo que não é aproveitado, transforma-se em sofrimento, porque deixamos a oportunidade ideal passar, porque estávamos nas distrações do mundo material, que traz os as ilusões, a os convites que são tão efêmeros, tão imediatos e que na viagem verdadeira de retorno à pátria espiritual. A bagagem não vai robustecida por estes fatores, porque esses fatores não são tesouros dos céus, são tesouros daqui da terra. São as

mediatos e que na viagem verdadeira de retorno à pátria espiritual. A bagagem não vai robustecida por estes fatores, porque esses fatores não são tesouros dos céus, são tesouros daqui da terra. São as riquezas nas quais nós nos prendemos e perdemos a oportunidade. A gente se lembra lá das anotações de Mateus, Marcos e Lucas, quando se referem ao mancebo rico. No Evangelho de Mateus, capítulo 19, versículos 16 a 30. É um encontro que Jesus tem com o jovem rico. E o jovem rico busca o quê? A paz. Ele deseja o quê? Continuar a trajetória. Ele quer saber o que que vai lhe trazer felicidade na trajetória. Jesus responde atender a lei e Jesus declina os mandamentos. Mas o jovem, ah, isso eu faço e Jesus fala: "Dá tudo que tem. Ah, eu posso dar tudo que eu tenho. Eu consigo dar dinheiro, eu consigo entregar os meus bens para os pobres. Mas Jesus diz: "Dá-me a ti". Jesus quer o jejum. Jesus quer a renúncia. Dá-me a ti, dá-me o que tem de mais real em você. A essência, a profundidade, os feitos, os tesouros dos céus. Entrega-te à verdade no mergulho profundo, sem ser aquele mergulho que ora entra, ora sai. Eu vou, mas eu não sei se eu tenho que ficar e eu volto. Nessas oscilações, o jovem teve a oportunidade. Jesus colocou-se para que o reino dos céus para ele nascesse naquele instante. E o que ele disse? Não. Ele disse não. Por quê? Porque ele foi e ainda disse para Jesus: "Se me amas, espera por mim". Ainda colocou essa devolutiva, essa barganha pro Cristo e vai pras competições da Cesareia. Por quê? Porque desejava o poder, os aplausos. A sua juventude exalava a vitalidade e ele queria estas honras do mundo material. Era o jovem rico, rico nos aspectos destas riquezas que perecem a primeira oportunidade de encontro com a verdade, porque elas se dissolvem por não terem substância e não terem alicerce sobre os quais possam se sedimentar. Essa parada na estrada para recebermos os aplausos nos confunde, nos tira energia, nos traz preguiça e acomodação. Porque como achamos que fizemos muito e

alicerce sobre os quais possam se sedimentar. Essa parada na estrada para recebermos os aplausos nos confunde, nos tira energia, nos traz preguiça e acomodação. Porque como achamos que fizemos muito e por isso já estamos ostentando, porque fizemos muito, imaginamos que fizemos muito, perdemos a força para continuarmos. e nos satisfazemos porque o nosso interesse está pautado naquelas honrarias do mundo. Acontece, minhas irmãs, meus irmãos, que a gente também quando para ostentar, a gente cai numa grande armadilha. Essa perda de força que traz acomodação, que traz a preguiça, que traz oismo, abre-nos para o campo dos espíritos que desejam as nossas infelicidades, que não querem as nossas vitórias. são inimigos nossos do passado ou inimigos do bem ou inimigos de Jesus, inimigos do espiritismo. Mas com Jesus ninguém pode. Eles nem tentam, mas tentam. E no sentido de tentação mesmo, nós que somos tentáveis, que estamos no campo que nos circunda ainda dessas possibilidades de tentações. E aí na ostentação paramos pros aplausos, abrimos brecha para o mal, obsessões, processos desafiadores, sofrimentos, estagnamos na estrada. Porque paramos para ostentar. A gente já observou a árvore frondosa. Onde é que está sua base de sustentação? Embaixo da Terra. A base de sustentação da árvore está fincada, recebendo os nutrientes, fortalecendo-se. E quando ela desponta, aquela plântula pequenina já tem um certo alicerce que está ali sedimentando. Mas se ali advier uma tempestade, os desafios, uma ventania, algo que seja muito forte, vai destruir aquela plântula, mesmo ela estando com seus alicerces escondidos, precisa mais para que os seus frutos sejam aqueles esperados da sua fluorescência ou do seu broto. Então, a planta se desenvolve. se desenvolve. A medida que ela se desenvolve, ela é útil. É, ela é sombra para alguém, ela é abrigo para alguns animais, ela traz a movimentação no ecossistema no qual ela está inserido. Mas quando ela fica mais fortalecida, vem os frutos. E esses frutos

il. É, ela é sombra para alguém, ela é abrigo para alguns animais, ela traz a movimentação no ecossistema no qual ela está inserido. Mas quando ela fica mais fortalecida, vem os frutos. E esses frutos trazem a natureza desta árvore. Ah, entendi. É uma mangueira. Ah, entendi. Uma macieira. Isso eu digo para mim, tá? Porque eu não conheço as plantas sem que que tenham os frutos. Eu preciso saber quais são os frutos que estão vindo dali para eu dizer: "Ah, isso aqui é é uma mangueira, isso aqui é uma macieira". Nós conhecemos a árvore pelos frutos. Nós reconhecemos o nosso mundo íntimo pelos frutos. Se não chegamos a produzir estes frutos, estamos ainda no aprendizado inicial de como esses frutos posteriormente vão se expressar. A jornada fica difícil de ser realizada, porque estamos compartilhando aquilo que ainda nos é tão novo. Mas como é que a gente sabe que o bem é tão novo pra gente? Não é difícil a gente saber. A gente vai lá no Evangelho Segundo Espiritismo, na lei de amor, e ouve o espírito Lázaro, que diz no início instinto, avançado e corrompido, sensações, instruído e depurados, sentimentos. Estamos instruídos e depurados, minhas irmãs, meus irmãos? Não estamos. Então esse campo do sentimento é muito novo. Estamos ainda com condições instintivas arraigadas, trazendo de lá para cá e perpetuando no nosso contexto atual e transmando da condição de natural para um apego, para uma viciação, que em verdade é o nascedouro do próprio mal. E arraigados nisso, nos misturamos nas sensações, nas emoções que ainda não estão educadas e passeamos e temos laivos do sentimento. Quando ostentamos, não entendemos esse processo. Imaginamos que somos espíritos puríssimos e que o campo do sentimento já nos é um campo de administração segura. que nós que já nos é um campo onde temos intimidade de pisar, de pertencer e não é ainda é incipiente, ainda está no início, no sentido de vivência, o bem que nós queremos pra humanidade e que nós queremos para nós mesmos. É por isso que é tão essencial

e pisar, de pertencer e não é ainda é incipiente, ainda está no início, no sentido de vivência, o bem que nós queremos pra humanidade e que nós queremos para nós mesmos. É por isso que é tão essencial esse autodescobrimento, essa esse autoconhecimento tão falado, tão propalado, porque se não fazemos esse processo, nós nos enganamos, imaginamos que os sentimentos é uma se constituem uma seara de fartura para nós, que nós pisamos e transitamos com tanta tranquilidade e quando desencarnamos, constatamos que não Bem, assim como o irmão Jacó lá no livro Voltei, Frederico Figner, que quando olha para sua luz própria, é uma luz fosca, opaca, enquanto ele imaginava que era uma imensidão. Por que que esse contato com esse com essa advertência de Jesus nos deve ser um processo de reflexão? E aí a gente vai ver na sequência quando Kardec destaca o segundo ponto e a gente reflete também sobre ele, porque a gente começa nessa perspectiva de Lázaro a entender que nós estamos caminhando, estamos numa trajetória que ainda não se tem o hábito natural, o nosso hábito, ainda mostramos a face a que estamos condicionados pelo hábito. E o nosso movimento, conhecendo o evangelho de Jesus, a doutrina dos espíritos, vai nos fazendo conduzir para o aprendizado dessa demonstração da outra face, onde tudo isso vai sendo ainda muito inicial, ainda estamos nos habituando. E aí vem o codificador e destaca um outro trechinho que também é da fala de Jesus e que nos traz um componente para essa reflexão que estamos fazendo, onde Jesus falou que é para fazer o bem sem ostentação. Mas ele coloca, tá lá anado em Mateus, capítulo 8 versículos 1 a 4. Tendo Jesus descido do monte, grande multidão o seguiu. Ao mesmo tempo, um leproso veio ao seu encontro e o adorou, dizendo: "Senhor, se quiseres, poderás curar-me". Jesus, estendendo a mão, o tocou e disse: "Quero-o, fica curado." No mesmo instante, desapareceu a lepra. Disse-lhe então Jesus: "Abstente de falar disto a quem quer que seja, mas vai mostrar-te

-me". Jesus, estendendo a mão, o tocou e disse: "Quero-o, fica curado." No mesmo instante, desapareceu a lepra. Disse-lhe então Jesus: "Abstente de falar disto a quem quer que seja, mas vai mostrar-te aos sacerdotes e oferece o domcrito por Moisés, a fim de que ele sirva de prova". Mateus capítulo 8 versículos 1 a 4. Aí a gente começa a perceber, fazer o bem sementação. Mas Jesus colocou aqui uma exceção, uma situação excepcional em relação ao que ele trouxe-nos como lei, como dica, como advertência. E percebamos que essa situação de exceção traz em verdade um complemento do bem que o próprio Jesus fez. Quando Jesus pede pro leproso absterte de falar disso a quem quer que seja, então ele não vai banalizar, ele não vai tornar aquele bem uma banalidade, mas se ele vai conduzir a fala para alguém que possa auxiliar e corroborar com aquele bem que foi feito, que assim seja feito. O leproso vai às autoridades porque quando alguém apresentava a letra era era riscado do livro da vida no aspecto da sua existência civil. A pessoa, de acordo com a regra, com a lei, não apresentava a oportunidade de exercer os seus direitos e deveres civilistas que demonstram a sua condição de cidadão. Até mesmo todas as suas os seus aspectos de familiaridade, de bens, de história, de tradição, tudo isso era arriscado. Quando ele pede pro leproso ir ao encontro dessas pessoas, o que que ele convida? O que que ele conclama para que essas pessoas, vendo que ele está curado, possa reinseri-lo no livro da vida? E esse e esse processo Jesus exetua, permite que assim seja feito. Então nós começamos a perceber que ostentar ou não ostentar não significa demonstrar ou não demonstrar. Não é ostentar sob o prisma de eu estou fazendo com que o bem seja conhecido e visto, então eu vou me chafurdar aqui, me esconder aqui nessa nesse esconderijo bastante secreto para que ninguém veja o bem que eu estou fazendo. Não é esse o ponto. O ponto está na intenção do que se faz. Por que está se falando sobre o bem que é feito?

nessa nesse esconderijo bastante secreto para que ninguém veja o bem que eu estou fazendo. Não é esse o ponto. O ponto está na intenção do que se faz. Por que está se falando sobre o bem que é feito? Ah, está se falando sobre o bem que é feito para que outras pessoas sejam contagiadas por esse bem que está sendo feito e elas também se motivem a fazer o bem. OK? Como eu estou fazendo isso? Como é que eu estou demonstrando o bem que está sendo feito? Eu estou pessoalizando bem porque é perigoso pessoalizar o que quer que seja perigoso. Quando vamos maturando as experiências da vida, percebemos que nada fazemos sozinhos, nem o bem, nem o mal. Por isso as nuvens de testemunhos, por isso nós somos influenciados e somos dirigidos por eles muito mais do que imaginamos, porque nós somos uma grande ou participamos de uma grande amálgama de convivência, de influência. Então, é natural sermos influenciados e influenciarmos. A divulgação do bem na pessoalidade é perigoso porque desperta tudo aquilo que já colocamos do mal, dos aplausos, das ilusões e faz com que não entendamos por que a vossa mão esquerda não saiba o que dá a vossa mão direita. Vejamos que são as mãos da mesma pessoa. Que a vossa mão esquerda não saiba o que dá a vossa mão direita. Traduzindo, não nos envaideçamos com o bem que é feito, mesmo que já sejam mais do que centímetros, sejam metros, sejam quilômetros transitados, não nos envaideçamos. Esse vossa esquerda e vossa direita está na mesma pessoa. É a percepção do bem que se faz. E ao invés de despertar a condição do self, da essência, desperta e alimenta a condição egoica. E aí vem essa novamente inversão de percepção e de valores. Vejamos que olharmos a vida como esse grande prisma de comunhão onde todos nós nos alicerçamos é uma verdade, minhas irmãs, meus irmãos. Quanto mais bem fazemos, quanto mais pensamentos bons fazemos, lançamos na psicosfera da Terra o bem, o amor, a bondade, o interesse pela justiça, pela fraternidade, a energia concretizada do bem que

Quanto mais bem fazemos, quanto mais pensamentos bons fazemos, lançamos na psicosfera da Terra o bem, o amor, a bondade, o interesse pela justiça, pela fraternidade, a energia concretizada do bem que reverberou, que foi feito, que foi vivenciado. E isso contagia energeticamente e contagia a psicosfera e traz uma realidade de absorção, de alimentação planetária diferente. O contrário também acontece. Lançarmos o mal, pensarmos no mal, criamos a psicosfera do mal. Evirmos da existência, termos pensamentos pessimistas também lança a psicosfera do planeta e isso vai influenciar e vai reverberar para todos os seus habitantes. É uma construção individual que reverbera no coletivo e é o coletivo que reverbera no individual. Então, fazer o bem sem ostentação não pauta-se apenas se eu vou divulgar ou eu não vou divulgar o que eu estou fazendo. É perceber inicialmente que o que eu faço eu não estou sozinho. E tem uma pérola literária vinda da lavra da mediunidade do nosso tio Divaldo e a autoria do Manuel Flamengo de Miranda que mostra-nos, isso eu já falei até algumas vezes, mostra-nos uma reunião mediúnica, onde ali naquele dia foi planejado para que alguns laços de ódio, alguns emaranhados de ódio fossem transformados em outras especificidades de laços e de comunhões. E o Dr. Bezerra de Menezes estava responsável por esse por desatar esses nós. Ele influencia a pessoa que vai participar da reunião mediúnica naquele dia para que ela esteja presente, que ela aceite o convite, que ela participe. Influencia o espírito desencarnado, convence-o, influencia-o para que ele aceite estar naquela reunião. Na reunião, ele influencia o dirigente, ele influencia o dialogador. Quando a gente olha, a gente pensa: "Quem foi que fez esse bem?" "Ah, foi o Dr. Bezerra, certo?" "Não." "Ah, fomos nós, certo?" "Não, fomos todos nós juntos". Foi essa sintonia, essa parceria do Dr. Bezerra junto com a equipe e todos vinculados a Jesus. e Jesus, por sua vez, a Deus e todos nós nestearanhado do amor.

s, certo?" "Não, fomos todos nós juntos". Foi essa sintonia, essa parceria do Dr. Bezerra junto com a equipe e todos vinculados a Jesus. e Jesus, por sua vez, a Deus e todos nós nestearanhado do amor. Então, quando a ostentação vem, também há uma injustiça. Porque se dizemos que nós na forma pessoal fazemos o bem, estamos sendo injustos com todo o amparo material e espiritual, visível e invisível, que recebemos e que nos serve de alicerce, que muitas vezes nem estamos observando. E é esse ponto de ausência de consciência que se chama ingratidão, que faz com que a gente se distraia na nossa tentação. Então, se queremos propagar o bem, propaguemos o bem coletivamente. Sejamos gratos inicialmente a todas as pessoas que nos circundam e que nos permitem a ponta do iceberg. Então, por exemplo, a ponta do iceberg é visitar uma instituição e levar ali os alimentos. A ponta do iceberg é aquele momento ali. Por que a ponta? Porque é o momento que vai ser realizado talvez só por cada um de nós. Vamos supor que seja na individualidade, OK? Que movimento foi necessário para que aquele acontecimento se realizasse? Será que nós precisamos de outras pessoas para angarear a aqueles mantimentos, aqueles alimentos, aquelas coisas boas que nós estamos levando? Será que no plano material pessoas precisaram facilitar outros deveres nossos? outras tarefas nossas para que naquele momento pudéssemos destacar o instante para fazermos o bem. Será que não existe o nosso anjo guardião nos inspirando, nos incentivando? E diante de tantas coisinhas que vão surgindo, para que não participemos desse bem que vai ser feito, ele nos inspirou para que continuássemos, para que não desistíssemos, para que insistíssemos naquela prática que iria ser bom, que iria fazer o bem. Será que ele não tá nesse projeto também? Será que os benfeitores daquela casa, daquele trabalho social, também não alicerçaram tudo para que aquele bem pudesse ser feito? Então, não é um trabalho de um só, é um trabalho de uma coletividade.

Será que os benfeitores daquela casa, daquele trabalho social, também não alicerçaram tudo para que aquele bem pudesse ser feito? Então, não é um trabalho de um só, é um trabalho de uma coletividade. E não ostentar é ser grato a esta a esta coletividade. E se tivermos de compartilhar este bem que é feito, que sejamos honestos e compartilhemos o bem que é coletivo, que é o bem que vem por estímulo de Deus, de Jesus, dos bons espíritos, de uma casa que nos abriga e nos oportuniza à realização de um bem, do nosso anjo guardião, das pessoas que compõem a nossa família, o nosso trabalho, os nossos amigos, as pessoas que nos oportunizaram tudo isso, que fazem parte dessa estrutura. Então, o verbo nunca vai ser conjugado na primeira pessoa do singular quando o bem for propagado. Ele vai ter sempre uma condição de indeterminado e jamais a mão esquerda vai saber o que realiza a mão direita, porque nessa indeterminação do sujeito vai estar a grande determinação do sujeito, que se chama fraternidade, que se chama irmandade. E assim fortalecemo-nos. Por quê? Porque participamos de uma amálgama do amor. Participamos de uma estrutura de relação, de convivência, de propagação, onde dali nos é possível fazer a nossa parte, dar a nossa contribuição. Então, minhas irmãs, meus irmãos, escutarmos de Jesus fazer o bem sem ostentação é algo que nos remonta à verdade, que nos remonta à justiça, que nos remonta à fé, à renúncia, a não nos envaidecermos, a não nos acomodarmos, a não nos satisfazermos com aprendizados que nós aurimos até aquele ponto e acharmos que aquilo já representa o todo, de nos desafiarmos e de incessantemente na fonte chamada amor, cujo Senhor desta fonte é Deus, voltarmo-nos sempre, sempre em gratidão. agradecermos imensamente a ele por ele nos permitir nesta existência, porque é que mais precisamos focar a nossa observação. Tudo tá aqui. O que nós fomos tá aqui no presente. O que nós seremos depende do nosso presente. Então, tá tudo aqui. Focarmos a nossa percepção e

porque é que mais precisamos focar a nossa observação. Tudo tá aqui. O que nós fomos tá aqui no presente. O que nós seremos depende do nosso presente. Então, tá tudo aqui. Focarmos a nossa percepção e agradecermos a ele. Porque mesmo com as nossas defecções, imperfeições, limitações, ele nos permite exercitarmonnos no bem, fazermos parte desta egrégora do pensamento do bem, de aceitarmos esse convite que ele nos faz. E apesar dos embaraços que nós impomos no contexto nosso, ele sempre nos concede oportunidade de dentro da realidade chamada fraternidade, nesse alicerce conseguirmos apresentar a nossa contribuição paraa grande seara da criação, colocarmos a nossa pecinha do quebra-cabeça. Ela é útil. Ela é eficaz, ela é importante, ela é necessária, mas ela faz parte do todo. E entendermos isto faz com que nós engrandeçamos a nossa gratidão para com o Pai. E gratos imensamente também nos apresentamos pela oportunidade do aprendizado que aqui nutrimos. Nós cumprimentamos e agradecemos a todos da UVCTV, a todos da TV Mansão do Caminho, a todos que estiveram aqui conosco e que estarão posteriormente dando a atenção ao Evangelho de Jesus, a esse trabalho que a UVCTV faz para que os corações possam acessar cada vez mais a mensagem libertadora que nos conclama a juntos fazermos o bem. Vamos seguir firmes, concentrados, conscientes e gratos, fazendo bem, sem ostentação. Nossa imensa gratidão, que o Senhor da vida te ilumine, te inspire por nos trazer essas reflexões e que o nosso terreno seja fértil para que ela seja abundante. Paz e luz a ti, minha irmã. A nossa gratidão também a tantos amigos aqui conosco para nós seguirmos firmes no propósito de bem servir e aprender com o Evangelho do Mestre e com tantos que nos auxili nesse aprimoramento. Nossa gratidão sempre pela companhia bendita dos amigos espirituais nos dois planos da vida. Lembrando que todas as manhãs às 7 horas aqui nos encontramos no nosso momento de reflexão para começarmos o dia na luz da oração. E todas as quartas-feiras às 21 horas com

is nos dois planos da vida. Lembrando que todas as manhãs às 7 horas aqui nos encontramos no nosso momento de reflexão para começarmos o dia na luz da oração. E todas as quartas-feiras às 21 horas com nosso programa Somos Todos Imortais, sempre na presença generosa de vocês. E assim tenhamos um bom fim de semana e paz e luz a todos.

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