XIX Encontro de Reflexões Espíritas – Deus, Cristo e Caridade | Carlos Campetti
O XIX Encontro de Reflexões Espíritas tem início com a palestra de abertura sobre o tema: “Deus, Cristo e Caridade” Nesta conferência, Carlos Campetti propõe uma reflexão segura e fundamentada na Doutrina Espírita acerca da centralidade de Deus em nossas vidas, da exemplificação do Cristo e da caridade como caminho de transformação moral. Um convite ao estudo sério, à vivência do Evangelho e ao fortalecimento da fé raciocinada, conforme os ensinamentos consolidados pela Codificação Espírita. 📅 Data: 14 de fevereiro de 2026 (sábado) 🕗 Horário: 20h 📡 Transmissão AO VIVO pela TV Mansão do Caminho 🔔 Ative o lembrete e acompanhe ao vivo. Compartilhe com seu grupo de estudos e participe conosco deste momento de reflexão e aprendizado. #EncontroDeReflexoesEspirita #DeusCristoeCaridade #CarlosCampetti #Espiritismo #DoutrinaEspirita #EstudoEspirita #Caridade #Evangelho #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Queridas irmãs, queridos irmãos, a paz do Mestre Jesus nos nossos corações. Nós cumprimentamos a todos que estão aqui presencialmente e também aqueles que nos acompanham virtualmente, desejando que todos sejam muito bem-vindos a nossa palestra doutrinária, que hoje tem um caráter especial, que é abertura do nosso 19º Encontro de Reflexões Espíritas. Cumprimentamos a equipe da TV Mansão do Caminho, todos os trabalhadores de nossa casa. Aqui o querido Edilton Carlos Campete. E nós gostaríamos de chamar o presidente, nosso querido Mário Sérgio, para proferir a prece inicial. Senhor e Mestre Jesus, abençoado amigo das nossas vidas, alegres estamos, Senhor, porque a juventude espírita de Naroeira desenvolve um trabalho, trabalho que se refere à vossa presença entre nós. Sim, necessitados que estamos da vossa companhia, nós rogamos a vossa misericórdia de acréscimo, para que vós e os bons espíritos que orientam essa instituição, agora com o nosso irmão Divaldo Franco, Nilson de Souza Pereira, posso estar presentes. iluminando as nossas consciências, esclarecendo os estudos que serão desenvolvidos nos próximos dias, [música] dando-nos, consequentemente a esperança dos dias melhores. Enriquece-nos, pois, Senhor, com o vosso amor e a vossa paz, e permita-nos uma noite de estudo, de engrandecimento espiritual, esclarecendo as nossas [música] dúvidas, desenvolvendo o nosso raciocínio segundo os ensinos da doutrina espírita. abençoa-nos. Se conosco esta noite e que assim seja. A nossa gratidão ao querido Mário e a todos os setores de nossa casa pela colaboração que sempre nos concede para a realização destes encontros que são encontros reflexivos ao longo desse período do carnaval. A nossa casa sempre abriga essa oportunidade à juventude espírita ninaroeira e nós somos muito gratos por toda, por todo o fomento, por toda a disponibilidade, por todo o acesso que nos é permitido para que esse esses encontros possam acontecer. Mas gostaríamos também de agradecer a Federação Espírita Brasileira por fazer
fomento, por toda a disponibilidade, por todo o acesso que nos é permitido para que esse esses encontros possam acontecer. Mas gostaríamos também de agradecer a Federação Espírita Brasileira por fazer conosco parcerias e nos auxiliar nesse processo de crescimento. E nessa também edição do 19º Encontro de Reflexões Espíritas, agradecemos a Federação Espírita do Estado da Bahia por também nos auxiliar ter aqui o momento conosco. Amanhã o nosso dia vai transcorrer na programação que nós temos em relação a todo o público que está envolvido no encontro, mas também em paralelo uma atividade para a juventude com essa parceria da FEB, FEB Mansão do Caminho. Então, nós gostaríamos de começar aqui a nossa abertura já agradecendo porque são esses corações que envolvidos, entrelaçados nos traz a permissão para que as construções possam acontecer, que é a construção da fraternidade, da união, da amorosidade. Nosso tema, o tema do nosso evento é Deus, Cristo e Caridade. E aqui, ao longo desses dias, nós vamos desenvolver atividades buscando entender esse lema de Ismael. buscando conectar-se com essa proposta que é de Jesus para todos nós e assim desenvolvermos nestes dias habilidades interiores a fim de vivenciarmos todos esses contextos aqui nutridos e buscados na coletividade, vivendo esses momentos de harmonia e de fraternidade. Mas hoje a gente tem também algo muito especial de um coração querido ao nosso tio Divaldo. Olha que bonita essa essa obra. E o título é é muito especial também, Almas entrelaçadas. Olha que lindo, é a obra de uma ou sobre trazendo memórias da Margarida Fernandes Orbilon, uma amiga do nosso tio Divaldo. E eu queria ler essa partezinha aqui, a quarta capa, que traz um pouquinho dessa obra que tá sendo lançada hoje. É uma obra da Leal, da nossa editora. A história de Margarida Fernandes Orbilon ou simplesmente dona Margarida é assinalada pela sua fé. uma fé viva materializada nas suas obras, as quais acolhem os necessitados material e espiritualmente, agindo com a
Margarida Fernandes Orbilon ou simplesmente dona Margarida é assinalada pela sua fé. uma fé viva materializada nas suas obras, as quais acolhem os necessitados material e espiritualmente, agindo com a compaixão ensinada por Jesus. Sua missão de vida resultou na fundação de duas instituições duradouras: o abrigo Alfredo Júlio, que oferece alívio e fraternidade aos marginalizados e abandonados, e a cerâmica boa nova, um método educativo promissor para crianças em situação de rua, oferecendo-lhes esperança e um futuro. Este livro é um relato comovente de almas entrelaçadas pelo propósito comum do bem, mostrando como dona Margarida, auxiliada por amigos encarnados e benfeitores espirituais, viveu o mandamento de Jesus de amar o próximo como a si mesmo. É um testemunho vivo, um convite para que o leitor se inspire em suas marcas de amor e desperte para a prática da caridade ativa, conforme atestam os mais de 60 anos de existência de suas obras. Olha que lindo conhecermos algo das realizações de uma alma benfeitora. está aqui trazido para nós pela Leal Almas entrelaçadas, memória da minha estrada de Damasco, Margarida Fernandes Orbilon. E essa essa obra tá disponível aqui pra gente na livraria física, mas também a gente encontra no site da Leal à disposição para que nós adentremos estas mensagens que vão tocar o nosso coração de maneira especial, porque são vivências de mais de 60 anos de existência dessas obras que falam de caridade, de atendimento ao próximo, de acolhimento, de ir ao encontro do outro e nada melhor do que nos contagiar. armos com os feitos de outrem, daqueles que já tracejaram na história da vida e já perceberam a magia de fazer o bem, de realizar a caridade e de serem solidários. Então fica a dica, Almas entrelaçadas, lançamento hoje aqui que nós estamos trazendo para proporcionar a todos vocês. E como dizíamos, a nossa palestra de abertura, ela tem por título Deus, Cristo e Caridade. Quem vai nos conduzir hoje é um irmão muito querido, é o Carlos Campete. Ele é
ra proporcionar a todos vocês. E como dizíamos, a nossa palestra de abertura, ela tem por título Deus, Cristo e Caridade. Quem vai nos conduzir hoje é um irmão muito querido, é o Carlos Campete. Ele é vice-presidente da Federação Espírita Brasileira na área de estudos. na área de unificação e também traz a diretoria em colegiado do Centro Espírita Sem Fronteiras. é um irmão muito querido da nossa casa, de todos nós, e tem muito a compartilhar sobre esse tema, Deus Cristo e caridade. Seja muito bem-vindo, meu irmão, e que Deus te abençoe na condução de hoje. >> Obrigado, Luziane. Queridas irmãs, queridos irmãos, boa noite. que os benfeitores amigos nos inspirem não apenas as palavras, mas principalmente o entendimento sobre esse tema que nos toca profundamente, uma vez que é o lema que Ismael escolheu para direcionar o trabalho que ele recebeu do divino mestre Jesus. Nós vamos fazer várias referências a mensagens recebidas pelo nosso querido Divaldo Franco em diversos momentos provenientes da lavra de Dr. Bezerra de Menezes relacionadas com o tema que nos reúne hoje que é Deus Cristo e caridade. A primeira mensagem Divaldo, que nós vamos citar aqui, recebeu na sessão comemorativa do primeiro centenário da Federação Espírita Brasileira, na noite de 2 de janeiro de 1984, em Brasília. Nós estávamos no salão e enquanto Divaldo recebia essa mensagem, Júlio César Grande Ribeiro, ele psicografou uma mensagem que ele dobrou e colocou no bolso. E o presidente então da Federação Espírita Brasileira, Francisco Tizen, perguntou a ele o que era aquilo. E ele disse que não era nada, mas o presidente disse a ele que se era uma mensagem recebida na Federação Espírita Brasileira, a mensagem era da Federação Espírita Brasileira e pediu ao Júlio que entregasse a ele. E o Júlio, constrangido, entregou. E o presidente abriu a mensagem e viu por é que ele estava constrangido, porque a mensagem estava assinada por Allan Kardec. Então o presidente leu a mensagem que depois foi publicada no reformador e
E o presidente abriu a mensagem e viu por é que ele estava constrangido, porque a mensagem estava assinada por Allan Kardec. Então o presidente leu a mensagem que depois foi publicada no reformador e depois conversando o Divaldo confirmou que viu a entrada de Allan Kardec no salão naquele momento em que estávamos comemorando o centenário da Federação Espírita Brasileira, acompanhado de uma pleide imensa de espíritos. e que o Júlio ficasse tranquilo, porque ele tinha recebido mesmo a mensagem de Allan Kardec, não é? Ele não queria e ali expor naquele momento. Muito interessante a questão da humildade do médium nessa circunstância, não é? E nesta noite, Divaldo recebeu, eu vou ler uma parte só da mensagem aqui. Guarda este símbolo de paz e escreve na sua imaculada pureza o lema da tua coragem ou do teu propósito de bem servir a causa de Deus. A este convite de Jesus, Ismael imprime na Nívia bandeira a expressão de sua coragem e do seu propósito de bem servir a causa de Deus com a expressão Deus Cristo e caridade. Aí nós temos fora da caridade não há salvação. Esse é o lema que o Espiritismo nos oferece, né? Esta a bandeira que o Espiritismo levanta neste ano que se inicia façamos de nossas vidas evangelhos defeitos com a benevolência, a indulgência e o perdão. Vemos a bandeira luminosa da caridade esculpida em nossos sentimentos e trabalhemos para um mundo melhor, um mundo regenerado, Deus, Cristo e caridade. As expressões santificantes da revelação mosaica, da revelação cristã e da revelação espírita em um só traço de união para que o mundo possa ser feliz. Nós encontramos no espiritismo a revivessência do ensinamento de Jesus na sua pureza primitiva. Nós temos muita dificuldade de compreender isso em função dos condicionamentos multiseculares, poderíamos dizer milenares, que nós temos pelas influências não só do materialismo filosófico, intelectual, mas da prática materialista no contato com o mundo material, com o mundo físico. E a grande dificuldade que as religiões
que nós temos pelas influências não só do materialismo filosófico, intelectual, mas da prática materialista no contato com o mundo material, com o mundo físico. E a grande dificuldade que as religiões criaram ao longo do tempo com seus dogmas, com seus suas liturgias, com os seus simbolismos e rituais dos quais nós participamos. Não podemos dizer que foram outros senão nós próprios nas nossas múltiplas reencarnações ao longo do tempo que decidimos utilizar o nome de Deus para dominar o nosso próximo, que tomamos a decisão de tergiversar a mensagem do Cristo para que pudéssemos nos manter em evidência no predomínio no campo da matéria e que nos levou a sofrer as consequências dessas ações ao longo do tempo. E finalmente, por misericórdia do divino escultor e governador deste planeta, nós podemos receber o Espiritismo que nos vai trazer, sem os ranços dos nossos preconceitos, dos nossos prejuízos, o ensinamento conforme ele nos deixou aqui. E sabendo das nossas dificuldades, já lá naquele tempo, João registra que viria o consolador e o consolador prometido é o próprio Espiritismo, mas que não vem mais dentro dos propósitos da competição, da disputa, da preponderância nos domínios do campo da matéria, mas que vem simplesmente mente para nos convidar ao exercício da verdadeira fraternidade, uma vez que nós fomos somos todos filhos do mesmo pai que é Deus, que inscreveu em nossa própria consciência a sua lei. E na medida em que nós vamos despertando no processo evolutivo, em que a nossa consciência vai se despertando, nós vamos nos dando conta desta lei que está inscrita como assinatura do nosso criador em nós mesmos. E nós vamos descobrindo que no nosso interior há uma essência que além do eu, que quando desorientado gera o egocentrismo, esse eu que a gente entendia como inimigo, mas que com Joana de Angeles nos estudos da série psicológica, nós vamos entender que em realidade é um aliado, porque o ego é que entende do mundo material. Ele é que sabe lidar com as questões do
o, mas que com Joana de Angeles nos estudos da série psicológica, nós vamos entender que em realidade é um aliado, porque o ego é que entende do mundo material. Ele é que sabe lidar com as questões do mundo material. A essência divina se reporta e se liga a ao que é espiritual. E a essência divina precisa do ego, justamente para nos caminhos do mundo, nas múltiplas encarnações, se libertar do predomínio da matéria para então manifestar-se essencialmente como essência divina que é. E essa essência divina é o que nós chamamos o Cristo em nós. E muitas vezes as pessoas confundem, dizem: "Mas isso é esoterismo". A gente diz: "Não importa o nome que dê". O fato é que nós essencialmente somos filhos do mesmo pai. E nós veremos aqui na análise que nós vamos encontrar que na essência nós somos Cristos. ainda não despertos, mas que despertaremos ao longo do tempo para na vivência da verdadeira caridade nós então exercitarmos aquilo que nós poderíamos chamar de fraternidade, porque é a expressão da relação do irmão com irmão, filho do mesmo pai. E nós nos perguntamos muitas vezes para nossa própria consciência, o que é que nós, como mães e pais esperamos que os nossos filhos realize uns pelos outros. Não é a cooperação, não é a renúncia para que o outro possa alcançar os seus propósitos, ser feliz. O que é que Deus espera de nós ao longo do tempo? que nós despertemos para essa realidade divina que vija dentro e que muitas vezes fica abafada pelo nosso interesse que se centra na vida transitória no campo da matéria e que na verdade é necessária, porque é justamente nos embates do campo material é que nós aprendemos a nos desprender da matéria. Por isso que a espiritualidade vai nos trazer a informação de que nós somos criados simples e ignorantes e que Deus nos submeteu às provas para que no exercício do nosso livre arbítrio nós pudéssemos nos desenvolver e nos aproximar dele. Aí fica a pergunta: "Mas se ele nos criou, nós não estamos próximos dele? Nós não estamos. Ele sim
as para que no exercício do nosso livre arbítrio nós pudéssemos nos desenvolver e nos aproximar dele. Aí fica a pergunta: "Mas se ele nos criou, nós não estamos próximos dele? Nós não estamos. Ele sim está. Mas nós temos que fazer o esforço de nos aproximar dele e sermos dignos algum dia, não de ser chamados, porque não importa o julgamento do próximo, mas de nos sentirmos filhos dele, de ser dignos de ser considerados filhos dele, que nós somos e todas as criaturas e todo o universo é filho de Deus. Mas nós temos que nos fazer dignos de ser filhos dele. E isso só acontecerá conosco quando nós conseguirmos realizar na nossa vida a boa nova, a mensagem que o Cristo veio nos apresentar e que nós muitas vezes não soubemos entender. Quando então ele diz assim: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida". E Joana nos coloca numa expressão o caminho da verdade e da vida. Então nós pensamos: "Puxa vida, se Jesus falou isso, poderia parecer egoísmo, mas se é a essência divina nele que expressa isso, isso é uma realidade, porque o Cristo é de fato o caminho, a verdade e a vida." E Jesus foi a expressão máxima dessa manifestação e por isso ele recebeu o cognome que passou a ficar ligado ao próprio nome Jesus, o Cristo. Então nós vamos encontrar nessa mensagem inicial, não é, que recebeu nosso querido Divaldo, essa essência que nós encontramos na bandeira que Ismael recebeu do Cristo em branco e que ele então coloca o lema Deus, Cristo e caridade para que ficasse claro para todos nós qual era o propósito do trabalho que ele havia recebido incumbência e que nós vamos tentar conversar um pouquinho aqui e amanhã também quando falarmos de Ismael e a Federação Espírita Brasileira. Deus, então, que é Deus? Olha que interessante, nós encontramos uma tradução que colocava assim: "Quem é Deus?" E aí a gente: "Ô meu Deus, o tradutor não entendeu". Não é que é quem é Deus. Porque Kardec com esta pergunta estabelece algum disso, vai ser reconhecido na história dessa humanidade nossa que Kardecta
aí a gente: "Ô meu Deus, o tradutor não entendeu". Não é que é quem é Deus. Porque Kardec com esta pergunta estabelece algum disso, vai ser reconhecido na história dessa humanidade nossa que Kardecta fez uma divisão profunda no campo do conhecimento da humanidade, no campo da filosofia, no campo da religião e no campo da própria ciência, porque dispersonifica totalmente. Já não é mais o velho de barba longa, sentado num trono entediado, olhando pros filhos e apontando quem vai pro céu e quem vai pro inferno. Essa imagem ela desaparece completamente, não é, do nosso imaginário quando nós entendemos a pergunta direta, pequena, aparentemente simples, mas de uma profundidade impressionante, que é Deus, dando aos espíritos a oportunidade de responderem agora conforme a nossa condição de entendimento. Porque quando Jesus esteve junto de nós, já foi uma revolução ele não apresentar Deus como Senhor dos Exércitos, exclusivo de um povo que promovia a guerra para que aquele povo pudesse prevalecer sobre os outros, mas como pai, porque nós éramos crianças, então, espiritualmente falando, e não poderíamos entender nem sequer o que Kardec perguntou e como ainda hoje muita gente tem dificuldade de entender que ele queria com essa pergunta. Então Jesus vem e apresenta Deus para nós, crianças espirituais que éramos como nosso pai. E ele é de fato nosso pai porque ele é nosso criador e todos nós como filhos dele somos irmãos uns dos outros. Precisamos entender isso para poder compreender depois a resposta que os espíritos oferecem para Allan Kardec. Inteligência suprema dos no universo, causa primária de todas as coisas. E aí nós vamos a Einstein. Se examinando o universo, ele diz assim: "Se não existisse Deus, teria necessidade de conceber". Não dá para imaginar o universo como esse, uma obra tão monumental como essa, sem o arquiteto que tenha planejado tudo isso. E aí nós vemos que um homem com pouca ciência é ateu, mas um homem que realmente tem ciência, ele sabe que Deus existe. E aí nós vamos para
al como essa, sem o arquiteto que tenha planejado tudo isso. E aí nós vemos que um homem com pouca ciência é ateu, mas um homem que realmente tem ciência, ele sabe que Deus existe. E aí nós vamos para o terreno que o Espiritismo nos oferece. Lá no Evangelho Segundo Espiritismo, nós encontramos a informação dos espíritos dizendo: "Crede em Deus, mas sabendo por quê?" E aí imaginemos que um ateu chega e diz assim: "Eu não creio em Deus". Aí eu posso responder para ele: "Eu também não". Aí ele vai dizer para mim: "Mas você não é espírita? Como é que você tá dizendo que não crê em Deus?" Eu digo justamente porque eu sou espírita, eu não creio em Deus. Uai, mas que história é essa, rapaz? Digo, não, não tem história nenhuma. Eu não creio em Deus porque eu tenho a convicção de que ele existe. Eu sei que ele existe. Então, no espiritismo, crede em Deus, mas sabendo por quê? Como é que você explica esse universo sem Deus? E aí nós vamos nos lembrar de uma historinha. Eu vou contar a minha maneira, provavelmente vocês já ouviram essa história de um camponês muito simples. Ele trabalhava no campo e todos os dias pela tardezinha ele parava e fazia sua oração. Naquele momento vinha um senhor dono de uma fazenda que morava na cidade. Todo dia ele ia pra fazenda e ele voltava com o carro dele, um carrão. E ele via aquele camponês ali, orando e ele ficava chateadíssimo com aquilo, que esse crente E aí um dia ele resolveu parar, parou o carro e chegou lá e disse assim: "Eu vejo que você fica rezando aí todo dia. Eu queria te fazer uma pergunta. Se você me responder, quem sabe eu vou eh acreditar nesse seu Deus aí". Aí o camponês ficou esperando, ele disse assim: "Me diga uma coisa, onde é que está Deus?" Aí o camponês disse para ele: "Doutor, o senhor me desculpe, mas eu não rezo não. Eu oro. Bobagem de palavras. Qual a diferença de uma coisa para outra? Eu quero que você me responda, não é? Onde é que tá Deus?" Ele falou: "Ó, doutor, essa sua pergunta é bem difícil de responder. Eu vou precisar da
e palavras. Qual a diferença de uma coisa para outra? Eu quero que você me responda, não é? Onde é que tá Deus?" Ele falou: "Ó, doutor, essa sua pergunta é bem difícil de responder. Eu vou precisar da sua ajuda para responder essa pergunta. Eu vou lhe fazer uma outra. Se o senhor me responder a outra que eu vou lhe fazer, quem sabe a gente junto encontra a resposta da sua pergunta. Onde é que Deus não está? Onde é que Deus não está? Então nós vamos entender que pela obra se reconhece o autor. Aí nós vamos a outra vez. Como é que a gente vai explicar isso tudo sem alguém que concebeu isso ou sem algo que concebeu? Porque hoje com o espiritismo não dá mais falar alguém, né? alguma inteligência, alguma coisa que E aí nós vemos que de fato, conforme Elan Kardec coloca na Gênese, no capítulo 2, lá no item 20, a providência é a solicitude de Deus para com as suas criaturas. Deus está em toda parte. Tudo vê e tudo preside, mesmo as coisas mais insignificantes. É nisto que consiste a ação providencial. A gente pode ter dificuldade de compreender isso, mas nós estamos mergulhados no nosso pai. E isso não é panteísmo, isso é aquilo que Leão Deni vai explicar para nós na sua obra monumental. Aliás, fica a recomendação quem não leu ainda Leondi. E algumas pessoas dizem que é difícil ler Leonir, não é? Mas se a gente pode um um dicionário do lado, quando a gente chega na página 80, a página 100, a gente já não tá precisando mais quase consultar o dicionário, porque a gente já consegue entender os termos que ele utiliza. E aí nós ampliamos a nossa capacidade de comunicação e evitamos de empobrecer o nosso idioma que é riquíssimo. Tem mais de 5000 vocábulos para expressar os nossos sentimentos. uma riqueza impressionante e que a gente muitas vezes não utiliza porque vai perdendo a referência, não é? Então é importante que a gente consulte Leoni. Não é difícil não. Na verdade, ele explica as coisas de uma maneira cristalina. Aliás, Leão Deni, ele era autodidata, ele não teve muita chance de estudar
ntão é importante que a gente consulte Leoni. Não é difícil não. Na verdade, ele explica as coisas de uma maneira cristalina. Aliás, Leão Deni, ele era autodidata, ele não teve muita chance de estudar e escreveu essa obra monumental. E a gente tem a desconfiança de que se Kardec falhasse, como Kardec pergunta ao espírito de verdade, e se eu falhar? E você acredita que Deus depositaria uma obra como essa na cabeça de um único homem? Se você falhar outro fará a obra. E esse outro provavelmente fosse Leão Deni. E a gente às vezes lê e estuda Kardec, mas não estuda Leão Deni. Então é muito importante ler Leão Deni. Então nós vamos ter o eh acho, ai meu Deus, a palavra não vem na minha na minha na minha cabeça nesse momento, desculpem lá. Eh, seriamonismo, uma coisa assim. Então, a presença divina em tudo, nós estamos mergulhados nele. Isso não é panteísmo, porque a gente não perde a nossa individualidade quando a gente desencarna, porque a gente não morre. O que morre é o corpo físico. Nós seguimos com a nossa individualidade sempre, mas nós estamos mergulhados na essência divina. Então, Deus está em tudo e nós estamos no nosso criador. Deus está em toda parte na natureza, como o espírito está em toda parte no corpo. Todos os elementos da criação se acham em relação constante com ele, como todas as células do corpo humano se acham em contato imediato com o ser espiritual. Allan Kardec, a Gênesis, capítulo 2, Deus a providência. ali. Então é o item 27. Deus se encontra em toda parte onde quer que se apresente a sua obra. E aí nós temos a referência do nosso sistema solar, que a gente fica admirado. E ele sistema solar é algo assim, ó, diante do infinito, não é? Mas nós vemos que Deus está no macro, ele está no micro, ele está em tudo. Não tem uma folha de uma árvore que seja igual à outra. É tão impressionante a obra da criação. E aí nós olhamos e nós vamos ver na árvore os princípios espirituais em desenvolvimento. Nós vemos que tudo é vida que vai se ampliando, se desenvolvendo e a nossa
ão impressionante a obra da criação. E aí nós olhamos e nós vamos ver na árvore os princípios espirituais em desenvolvimento. Nós vemos que tudo é vida que vai se ampliando, se desenvolvendo e a nossa capacidade não alcança o entendimento de tudo isso. E é por isso que a gente tem que ter paciência com a gente mesmo para nos desenvolvermos e irmos nos libertando, realizando que a gente já entendeu que é necessário para então adquirirmos as condições de ir compreendendo outras coisas. Porque, pergunta os espíritos, é possível o homem compreender a natureza íntima de Deus? Não, porque lhe falta o sentido. Então, nós não desenvolvemos ainda o sentido para poder chegar a esse entendimento da essência divina, mas chegaremos algum dia. Podem os espíritos ver a Deus? Só os puros de coração verão a Deus. Tá lá, Jesus já informou isso. Então, só os puros de coração. Qual é o entendimento de puros de coração? Então, não depende simplesmente desenvolvimento intelectual, depende do desenvolvimento da essência que nós somos nos esforços e lutas de turnurnas para nos libertar inclusive do condicionamento do tempo, porque para os espíritos superiores não há o tempo como nós entendemos. Isso é simples de compreender dentro da obra divina, dentro do próprio sistema solar que a gente tá falando. Se a gente vai para Júpiter, será que se a gente tivesse Júpiter a medida do tempo seria como na Terra? O planeta não tem o mesmo tamanho, é diferente. Só isso já nos levaria a ter um dia que seria diferente das 24 horas da Terra. Então, o que que é o tempo? O tempo é uma medida que nós temos necessidade dela e que nós conseguimos desenvolver essa medida por causa da realidade do campo que nós estamos vivendo. Mas nesse próprio mundo existe múltiplas dimensões que a gente ainda não compreende. e na realidade espiritual, para os espíritos que já não estão presos mais ao campo material, mesmo estando na Terra, é por isso que Kardec vai colocar que faz a pergunta para eles, eles ficam com dificuldade de responder quando vai
os espíritos que já não estão presos mais ao campo material, mesmo estando na Terra, é por isso que Kardec vai colocar que faz a pergunta para eles, eles ficam com dificuldade de responder quando vai acontecer, porque a dimensão de tempo para eles é diferente da maneira como a gente mede. Então eles têm que ficar fazendo cálculos conforme a nossa limitação para poder dar respostas pra gente. E muitas vezes eles não podem nos passar certos conceitos, ensinamentos, porque nós não temos palavras que traduzam. E os espíritos dizem: "Como é que nós vamos, né, quando Kardec pergunta a respeito do do que que é o espírito, né, como é que nós ele vai explicar para um cego como é que a luz se manifesta?" Bem, então nós vemos que Deus, nosso pai, nos criou. E como a gente diz, tá na questão 621 do livro dos espíritos, onde está escrita a lei de Deus na consciência. é aí onde ela está e ela vai se apresentar para nós cada vez mais na medida em que nós ampliemos a nossa capacidade. E é por isso que a responsabilidade também é proporcional ao grau de desenvolvimento dessa capacidade consciencial. Por isso que nos reinos anteriores, não é, da evolução, não há responsabilidade como no nosso caso. E a responsabilidade ela é cada vez maior na medida em que nós conhecemos e ampliamos a nossa condição de entendimento das coisas. Então nós vamos ver que o Pai encontra-se íncito no âmago do ser humano, a fim de se de que se autopenetre e descubra a realidade existencial interna, identificando-se com a grandeza da criação. Isso é de Joana de Ângeles, espírito e Divaldo é quem psicografou. Está em Entrega-te a Deus. Capítulo 26, Deus sempre. livro maravilhoso. Então, eh nós podemos aqui para passar pro Cristo agora, nós podemos colocar assim: "Dias houve em que poderíamos dizer que não estávamos informados a respeito da verdade. Hoje, porém, sabemos. Agora que a conhecemos por experiência pessoal, vivamos o Cristo de Deus em nossas atitudes, a fim de que o Sol Espírita não apresente a mensagem de
rmados a respeito da verdade. Hoje, porém, sabemos. Agora que a conhecemos por experiência pessoal, vivamos o Cristo de Deus em nossas atitudes, a fim de que o Sol Espírita não apresente a mensagem de luz dificultada pelas nuvens densas que caracterizam o egoísmo humano, o ressentimento, à vaidade. Bezerra de Menezes, psicografado por Divaldo Franco, 20 de abril de 1975, na sessão pública da Federação Espírita Brasileira e foi extraída de reformador de fevereiro de 1976. Vejam a profundidade do que Bezerra colocava através da psicografia do nosso querido Divaldo. Cristo, qual o tipo mais perfeito que Deus já ofereceu ao homem para lhe servir de guia e modelo? Está no livro dos espíritos, questão 625. Uma palavra só de resposta. Jesus é uma das respostas mais curtas, não é? Jesus. E aí Bezerra de Menezes vai dizer em 17 de novembro de 1984, em reunião do Conselho Federativo Nacional de Psicografia de Edivaldo Franco. Tomai por modelo Jesus. O ser mais perfeito que Deus nos deu para servir de modelo e guia, como afirmar os venerandos mentores da humanidade ao codificador. Jesus na revelação e Kardec no esclarecimento resumem para nós códigos numerosos de orientação e conduta, também de Bezerra de Menezes. Essa em 6 de dezembro de 1969 pelo médio Francisco Cândido e Xavier. Aqui nós temos é novamente Jesus, meus amigos, é mais do que um símbolo, é uma realidade em nossa existência. Não é apenas um ser que transita da manjedour à cruz, mas o exemplo cuja vida se transformou num evangelho de feitos, chamando por nós. Jesus é o mestre por excelência e Allan Kardec é o seu discípulo fiel. Também essa mensagem foi em 2 de janeiro de 1984, recebida por Divaldo em Brasília. E mais um trechinho, tomai por modelo Jesus, o ser mais perfeito que Deus nos deu para servir de modelo e guia. Ah, esse aqui já já foi. Bezerra de Menez. Então nós vamos fechando aqui a a questão de Jesus. Convivei a doutrina do conhecimento e do amor. Porém não vos esqueçais de que a recomendação do espírito de verdade, confirmando a
Bezerra de Menez. Então nós vamos fechando aqui a a questão de Jesus. Convivei a doutrina do conhecimento e do amor. Porém não vos esqueçais de que a recomendação do espírito de verdade, confirmando a palavra de Jesus é esta: Espíritas, amai-vos. Este o primeiro ensinamento e instruí-vos este o segundo. E aí vamos lá. Quem é o espírito de verdade? Há várias discussões, concordâncias e discordâncias, mas há uma mensagem que está no livro dos médiuns, lá no finalzinho entre as mensagens. Kardec tem todo o cuidado de fazer todo um arrazoado, dizendo, não é, da do cuidado que tem que ter, mas que aquela mensagem tinha sido assinada a Jesus de Nazaré. No capítulo 6 do Evangelho Segundo Espiritismo, que são mensagens do espírito de verdade, está essa mesma mensagem com pequena variação de redação, está assinado espírito de verdade. Se Kardec não deixou a dita, a dica pra gente, eu acho que então não é ali Kardec considera Jesus como o próprio espírito de verdade, que era o seu guia espiritual. prestemos atenção nisso. E que disse a ele que daria para ele por semana 15 minutos para conversar com ele e ele estava fazendo a codificação. Foi mais do que isso, mas, né, em outros alguns momentos passou dos 15 minutos, com certeza, não é? No trabalho que Kardec vinha desenvolvendo. Há uma situação para que a gente possa ver, está registrado na revista espírita, de uma médium que ela se desdobra. e descrevia locais. Ela tinha, ela via distância, tinha dupla vista. E ela vai visitar Allan Kardec, mas a Melibude aa recebe e diz que ele estava na vila de Cego. Ele estava trabalhando num livro que a própria Melibudê não sabia que livro era. Ele não falou nada para ninguém sobre o livro que ele estava escrevendo. E ela aí a Melibud disse para ela entrar e já que ela tinha, né, aquela capacidade que ela fosse lá onde ele estava para visitá-lo. E a médium se desdobra e diz, ele está num local lindo, muito com muita vegetação, entra muita luz pelas janelas e ele está escrevendo um livro
acidade que ela fosse lá onde ele estava para visitá-lo. E a médium se desdobra e diz, ele está num local lindo, muito com muita vegetação, entra muita luz pelas janelas e ele está escrevendo um livro e ele acha que está escrevendo sozinho, mas ele está cercado por vários espíritos e um deles que preside a todos os outros era o espírito de verdade. A obra era o Evangelho Segundo o Espiritismo que ele estava trabalhando, que vai inaugurar o período religioso do Espiritismo em 1864. Kardec faz a previsão de seis períodos do espiritismo. O período da curiosidade, o período filosófico, o período da luta, o período eh intermediário, não, o período da luta, depois o período religioso, o período intermediário e o período da regeneração da humanidade. São esses seis períodos que ele coloca. Então nós vamos ver Bezerra de Menezes nos dizendo: Deus Cristo e caridade, as expressões santificantes da revelação mosaica, da revelação cristã e da revelação espírita em um só traço de união para o que o mundo possa ser feliz. vai unir tudo que houve de ensinamento ao longo do tempo, vai trazer pra gente a essência desses ensinamentos sem prejuízo, sem preconceito. E o Espírito de verdade, então, que é o governador deste planeta, vem trazer a revelação que ele tinha apresentado como Jesus pelo Espiritismo agora para a humanidade. E nós temos então aí o consolador prometido. Nós vamos é fazer uma análise rapidinho para entender essa questão do que que é o Cristo. Nós vimos Deus, Cristo, depois caridade, né? Dentro da proposta. Paulo de Tasso, num dado momento, depois de muitas lutas, muitas dificuldades, já tava cheio de cicatrizes pelas perseguições, ele vai afirmar para os Gálatas: "Já não sou eu quem vive, o Cristo vive em mim". Eu era menino quando eu li isso, fiquei pensando: "Ai, mas será que Paulo então era médium de Jesus?" Não é? E aí ele recebia, recebia Jesus. Isso é é uma epístola de Paulo aos Gálatas, no capítulo 2, versículos 20 e 21. Então eu ficava pensando isso, né?
mas será que Paulo então era médium de Jesus?" Não é? E aí ele recebia, recebia Jesus. Isso é é uma epístola de Paulo aos Gálatas, no capítulo 2, versículos 20 e 21. Então eu ficava pensando isso, né? Depois a gente vai lendo, vai estudando, vai conversando com as pessoas, vai meditando sobre o assunto. E aí, o que é que ele estava dizendo ali? O que ele estava dizendo? Ele tinha sido Saulo de Tazo, perseguidor dos cristãos. Depois, com o encontro que ele teve com Jesus no caminho de Damasco, alguns dizem que Jesus se manifestou ali a plena luz. Se fosse a plena luz, derreteria o planeta. A gente não tem ideia da luz de Jesus. Ele se apresentou luminífero para ele e umas escamas protegeram a vista para ele não ficar cego definitivamente, que Ananias vai depois tirar as escamas para ele ver de novo, né? Mas depois daquele encontro nas lutas que vem sucessivamente, ele se torna Paulo de Tasso, o cristão. E ele chega no momento em que ele diz: "Já não sou eu quem vive, nem Saulo de Tasso, nem Paulo de Tasso, porque o ego cedeu para a essência divina, que é o Cristo em nós." Então, era o Cristo quem comandava a existência dele a partir daquele momento em que ele despertou para essa realidade. E como é que ele chegou a essa conclusão? Estudando os textos de Mateus inicialmente, que não é o Evangelho de Mateus que a gente conhece agora. Há uma polêmica aí dizendo que Marcos teria sido o primeiro evangelho. Não concordo de jeito nenhum. O primeiro foi mesmo as anotações de Mateus, só que os discípulos seguidores depois desenvolveram o que nós conhecemos hoje como Mateus. E nesse intervalo, possivelmente o Marcos escreveu, não é? E Lucas também escreveu, mas o está lá no no Paulo Estevão que os textos que Paulo consultava eram os de Mateus, de Levi, as anotações iniciais que ele tinha feito. Então esse texto aqui ele teve contato, foi estudando isso, foi para o deserto, meditou longamente, aprofundou e encontrou em si a essência divina que deveria prevalecer. Esse é o caminho que todos nós temos necessidade
ui ele teve contato, foi estudando isso, foi para o deserto, meditou longamente, aprofundou e encontrou em si a essência divina que deveria prevalecer. Esse é o caminho que todos nós temos necessidade de fazer. Mas tem o complemento Deus, Cristo e caridade. Bom, um dia eh eu fui a um centro espírita para me despedir do pessoal. A gente estava lá colaborando há um bom tempo e eu ia viajar, né? Eu fui lá para me despedir. Era o dia da palestra, mas eu não ia ficar pra palestra porque eu tinha que preparar mala, tinha que, né? Tinha, tinha que viajar. Então, eh, eu me despedi e disse a eles, eu vou ficar só até a prece e aí eu vou sair discretamente. Fiquei bem perto da porta para ir embora. E na hora que eu estava na porta para sair, eu vi que a pessoa lá na frente anunciou o tema e ninguém se levantava para falar. Achei aquilo estranho. Eu fiquei olhando. Aí a a a presidente disse para pra pessoa: "Você, fulana?" Ele disse assim: "Eu, mas eu não preparei, eu não sabia que era eu". E olhou para trás e viu que eu tava na porta, falou: "Carlos ai meu Deus". Falei: "Qual que é o tema?" Aí a presidente pegou um papel embaixo do do do da coisa lá e foi ver qual que era o tema, né? E era sobre a caridade. Falei: "Graças a Deus". Falei: "Tá no livro dos espíritos aí, questão 886, né?" Aí peguei o livro dos espíritos, marquei 886, botei lá e começamos a falar, né, sobre a caridade, usando naturalmente, não é, a 886, a gente chama inclusive bip 886. Qual é a verdadeiro sentido da palavra caridade, tal como Jesus a entendia? Qual o sentido? Como é que Jesus entendia a caridade? Benevolência para com todos. Indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas. Bip. Teve dúvida? Bip. Benevolência, perdão, indulgência. Então, essa é a expressão real e verdadeira da caridade, conforme Jesus entendia. Isso é Ismael quis colocar para nós, não é? Então, a gente volta lá. Benevolência. Qual o significado benévolo? Terensão consciente de fazer o bem, de ser compreensivo, de
de, conforme Jesus entendia. Isso é Ismael quis colocar para nós, não é? Então, a gente volta lá. Benevolência. Qual o significado benévolo? Terensão consciente de fazer o bem, de ser compreensivo, de aceitar o outro, de aceitar que o outro pode se equivocar. Nem por isso usar como desculpa para me equivocar também. Compreender as limitações e dificuldades do outro, ter a predisposição para ajudar. Olha, olha a profundidade da palavra do do significado. Benevolência para com todos. Indulgência para com as imperfeições dos outros. Ser indulgente em todas as circunstâncias. O outro tem o direito de ser o que ele é, de falar o que ele deseja. Mas isso só me afeta quando o meu ego está exaccebado. Não é eu, essência divina que se ofende, é o ego e que estabelece as disputas. Mas se a essência divina está atenta e diz ao ego, opa, cala-te, não é esse o nosso papel? Não sei se vocês já fizeram isso, mas de vez em quando eu vou na frente do espelho e fala assim: "Ai, Carlos Campete, raça de vibra, até quando vos suportarei?" Já não era tempo de ser diferente, não. Não é? E aí a gente vai percebendo que tem algo lá dentro da gente. A gente fala que é a voz da consciência. É a essência divina que usa a consciência para nos chamar atenção para aquilo que a gente precisa fazer, que a gente precisa desenvolver. Então nós vamos encontrar um comentário de Kardec sobre essa essa resposta. O amor e a caridade são o complemento da lei da de justiça, pois amar o próximo é fazer-lhe todo o bem que nos seja possível e que desejaríamos que nos fosse feito. Kardec era de uma precisão impressionante. Aí ele vai trazer aquilo que é a essência, o mandamento maior. Faça ao teu próximo o que gostaria que fosse feito por você ou por ti. Tudo bem? Então, olha, isso aqui é crucial e muda tudo, porque isso não depende de religião. Esse ensinamento já vinha dos mais antigos reveladores ou principais educadores da humanidade ao longo do tempo, de fazer ao próximo o que nós gostaríamos que o próximo fizesse por
epende de religião. Esse ensinamento já vinha dos mais antigos reveladores ou principais educadores da humanidade ao longo do tempo, de fazer ao próximo o que nós gostaríamos que o próximo fizesse por nós e que Jesus utilizou, porque ele resumiu o ensinamento de todos os reveladores que ele mandou ao longo do tempo, os diferentes povos. nos diferentes momentos da história da humanidade. Então, a caridade está ligada ao fazer ao outro que nós gostaríamos que o outro nos fizesse. Se nós utilizássemos isso, não precisaria de nenhuma religião. Aliás, nós temos que entender o significado que Emanu coloca de religião para o Espiritismo. E nós temos que ir com Jesus para entender isso. Jesus criou alguma religião? Ele não criou, mas ele apresentou uma para nós, a única e verdadeira. Vamos lá. Na época de Jesus, as mulheres não contavam, as crianças também não. E ele incluiu as mulheres. Todas as vezes que ele teve chance, ele incluiu as mulheres. Ele estava no posto de Jacó sozinho. Coincidência? Será que ele não sabia o que ia acontecer? De repente vem a mulher samaritana para tirar água no poço. Todo mundo conhece a história. Eu imagino a cena, tá? Ele tá lá sentado, ela chega, começa a tirar água, na hora que ela vai colocar água no cântaro lá para levar, ele diz assim: "Mulher, dá-me de bebê". E ela leva um susto e dá uma bronca nele? Vocês tinham percebido que ela dá uma bronca nele? Por que que ela dá uma bronca nele? Porque ele estava rompendo com dois tabus da época. Primeiro, ele era mulher, estava sozinha. Ele era homem, não podia falar com ela, a não ser que tivesse o marido ou o pai presente e falaria com eles para então se dirigir a ela. E outra, ela era samaritana e ele era judeu. Os samaritanos não se bicavam de jeito nenhum. era igual católico e protestante durante um bom tempo aí, né, na história. Então ela dá-lhe uma bronca. Como tu te atreves a pedir a minha água? E ele diz assim, olhando para dentro dos olhos dela, já imaginou um olhar do Cristo para dentro dos olhos nós?
í, né, na história. Então ela dá-lhe uma bronca. Como tu te atreves a pedir a minha água? E ele diz assim, olhando para dentro dos olhos dela, já imaginou um olhar do Cristo para dentro dos olhos nós? atravessa a alma e diz assim a ela: "Se soubesses com quem falas, a mim me pedirias água e eu te daria de uma água que uma vez que tomasses não voltarias mais a sentir sede." Quem é que não quer dessa água? Ela quis continuar conversando com ele, né? E ele, ao perceber isso, diz: "Vai buscar o teu marido". Aí ela: "Mas eu não tenho marido". Ah, é verdade. Dos cinco que tiveste, este com quem estás não é teu marido. Ó meu Deus, ele é o profeta. Ela tava desconfiada, mas agora ele adivinhou. Nós somos assim, né? Se aparecer um talugo, adivinha? Ô meu Deus, a gente já fica ali empolgado. Quem sabe ele sabe os números da loteria, não é? Então ela esquece do assunto de buscar pai, buscar seja quem for e continua querendo conversar com ele e vai fazer a pergunta crucial para aquela época e que se nós tivéssemos entendido a resposta de Jesus, nós não teríamos criado nenhuma religião depois disso. Onde é o local ideal para adorar a Deus? Lá no templo, como dizem vocês os judeus, ou aqui no morro, como dizemos nós, os samaritanos? Porque eles tinham feito um outro templo no morro ali, generazinho, uma coisa assim. Aí Jesus, segundo Cônta, faz um arrazoado lá, né, do sobre os judeus e diz assim: "Mulher, chegará o dia em que o homem não adorará a Deus nem no templo e nem no campo. Não adorará Deus nem na religião que é considerada a religião, que era o templo é o único local de adorar a Deus, né? segundo o entendimento que eles tinham e nem nas derivações da religião criadas por outros, onde quer que seja, porque chegará o dia em que o homem adorará Deus espírito, a Deus em espírito e verdade, porque Deus é espírito. O que é que o Espiritismo nos traz? Deus, Cristo e caridade. Atenção, a única religião de fato verdadeira é adorar a Deus em espírito e verdade. Então, essa é a proposta que o
porque Deus é espírito. O que é que o Espiritismo nos traz? Deus, Cristo e caridade. Atenção, a única religião de fato verdadeira é adorar a Deus em espírito e verdade. Então, essa é a proposta que o Espiritismo nos apresenta. E que Jesus nos ampare, nos ajude, nos guie, porque ele é o nosso guia e modelo, para que nós cheguemos aonde nós precisamos chegar e que chegaremos, como ele disse para públulentos, virás a mim. Era Jesus que estava falando ou era o Cristo? Virás a mim agora ou daqui a séculos, mas virás a mim. E públo lentos é o nosso Paulo, é o nosso Emanuel, não é? que hoje pode ser considerado um dos maiores evangelistas que a humanidade pode contar. Muita paz e muita luz a todos e muito obrigado pela atenção e o carinho. [aplausos] Nós agradecemos ao querido irmão Carlos Campete pelas lúcidas expressões, trazendo-nos um campo vasto de reflexões, iniciando aqui o nosso 10º encontro de reflexões espíritas Deus, Cristo e Caridade. Amanhã a nossa programação inicia-se às 8 horas com a aula de Taisti aqui no nosso na nossa instituição e logo depois às 9 horas com o Carlos Campete nos trazendo Ismael e a Federação Espírita Brasileira. Vamos agora nesse momento encerrar as nossas atividades convidando os médiuns passistas, os passistas da nossa casa, para que possam se dispor no salão doutrinário, a fim de que advenha a aplicação do passe. Senhor Jesus, a nossa imensa gratidão neste instante em que, concentrados com o pensamento, as emoções, os sentimentos voltados a ti, recebemos a energia refazedoura. que nos concede oportunidades de estímulo, de ânimo, de saúde, a presença dos bons espíritos e a tua presença, Senhor, envolvendo-nos durante todo esse instante que escolhemos a nossa conexão contigo de maneira mais próxima. sorvendo das palavras que nos conduziram a uma percepção aprofundada do que o Pai espera de nós nessa trajetória evolutiva, podendo receber nestes instantes as reflexões que funcionam como catalisadores das nossas potencialidades, fazendo-nos
uma percepção aprofundada do que o Pai espera de nós nessa trajetória evolutiva, podendo receber nestes instantes as reflexões que funcionam como catalisadores das nossas potencialidades, fazendo-nos expressar com vigor decisório as atitudes em consonância com o teu evangelho. Deus, o nosso pai, o Senhor Jesus, o nosso irmão, que nos concede através da lei de amor, a relação mais íntima e profunda conosco e com o nosso próximo. e a caridade que nos concede a oportunidade de vivenciarmos na prática a expressão divina do que simboliza a busca do reino dos céus, adentrando os meandros do desconhecido para alcançarmos a essência que nos pertence. e que deve ser a direcionadora dos nossos atos, pensamentos e palavras. Gratidão, Senhor, porque nestes dias avaçaladores estamos juntos reunidos em Teu nome, buscando meditarmos na tua mensagem para melhor servirmos. Agradecemos pelo discernimento, a consciência que vamos trilhando ao longo da nossa história espiritual, chegando neste momento e buscando a ti, desejos da tua mensagem, desejos das realizações que podem advir da nossa contribuição como seus servidores. Toma das nossas mãos, mestre, e nos ensina o amor a Deus a ti e ao próximo através da caridade. Permite-nos trabalharmos na tua seara envolvidos pela verdade e que através das nossas ações consigamos colaborar com esta regeneração que vem de dentro para fora, nesse processo construtivo individual, com repercussões planetárias. abençoa a todos nós, a todos aqueles que nestes momentos estão no sabor exaustivo das paixões e dos atendimentos da efemeridade e da objetividade. Abençoa os que sofrem, os que esqueceram de si. Enfim, mestre, a todos nós, nossos familiares, amigos e também aqueles que não gostam de nós, que nos perseguem, que nos caluniam. concede-nos dias de paz envolvidos nesta egrégora de amor, na receptividade da tua casa, para que possamos, ao fimar destes dias reflexivos, termos a marca da coragem, da força, do ânimo, do amor em nós, ainda mais potencializados
idos nesta egrégora de amor, na receptividade da tua casa, para que possamos, ao fimar destes dias reflexivos, termos a marca da coragem, da força, do ânimo, do amor em nós, ainda mais potencializados para termos a condição de servirmos a ti de maneira ainda mais dedicada. Gratidão te damos por tudo, Senhor. Permanece conosco sempre. Encerrada está a nossa atividade da noite de hoje. Gratidão a todos e sigamos todos em paz. Até amanhã.
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