Wesley Caldeira • A reencarnação e a justiça divina
Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista traz um convidado especial para falar sobre temas do cotidiano sob a luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se encontram para reflexões acerca do Evangelho de Jesus. Realização: União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC)
que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências que a sua paz esteja em cada coração sejam bem-vindos em mais uma live aqui dos nossos canais da uevc TV e da TV manão do caminho sempre uma grata satisfação saber que estamos na companhia de tantas almas queridas nos dois planos da vida e para melhor nos sintonizarmos com este momento de aprimoramento aprendizado que possamos elevar os nossos pensamentos em prece Divino amigo a nossa gratidão Senhor pela companhia Bendita de tantos amigos abnegados que vem conosco compartilhar o seu conhecimento dando-nos a oportunidade do esclarecimento a fim de que tenhamos cada vez mais consciência para libertar-nos da ignorância que nos prende aos nossos atavismos de erros e equívocos que sejamos senhor neste momento comp partícipes contigo aprimorando os nossos sentimentos trabalhando as nossas potencialidades e tendo ouvidos para ouvir por isso Senhor nomina o nosso querido amigo Wesley caldeira para que seja mais um servidor teu a compartilhar conosco os teus ensinos vem amigo e permaneça conosco hoje temos a alegria de receber em nossos canais ele Wesley Caldeiras das terras das Minas Gerais trabalhador incansável da doutrina espírita colaborador fiel aqui da união Espírita de vitória da conquista sempre participando das nossas semanas espíritas uma alegria recebê-lo amigo a casa já é sua a muito tempo Fique à vontade para abordar o tema a reencarnação e a justiça divina Paz e Luz a ti paz e luz para nós obrigado caras senhoras caros senhores amigos da uevc TV amigas da TV mansão do caminho companheiros das tarefas espíritas de toda parte que estão conosco nesta hora sintonizados nesse compromisso de aprender para melhorar melhorar para bem servir que o Senhor da paz nos ofereça hoje sempre a sua paz em toda parte em todo lugar com alegria e gratidão abraçamos todos os irmãos e as irmãs por estarem con E especialmente a uevc a união Espírita de Vitória da Conquista por esse convite Tão honroso sim vamos tratar da justiça divina e a
gria e gratidão abraçamos todos os irmãos e as irmãs por estarem con E especialmente a uevc a união Espírita de Vitória da Conquista por esse convite Tão honroso sim vamos tratar da justiça divina e a reencarnação nós vamos inicialmente retomar um livro que a crítica literária aclama desde a sua publicação em 1879 na Rússia fodor dosto é o autor de os irmãos karamazov Sigmund Freud Acreditava que seria a mais importante obra história Especialmente porque descr alos eventos da vida psicológica familiar interessa-nos especialmente para hoje um diálogo que a meio da obra surge entre dois irmãos Ivan karamazov e aliex karamazov Alex é um noviço el no Monastério local onde vive a sua família Ivan karamazov mais velho é um intelectual Ivan acredita em Deus mas se aceita um criador não aceita o mundo criado por esse criador é que para Ivan se a ideia de Deus persuade Sutilmente a razão se o olhar pela criação denota a presença desse ser puro cuja luz pristina tudo orienta tudo fomenta a realidade criada por Deus segundo Ivan não é aceitável é que o sofrimento no mundo é grande demais na sua concepção e em última análise Deus é o culpado conversando com seu irmão de uma forma íntima e confessando-se propriamente Ivan evoca o argumento do sofrimento das Crianças esse argumento era sensível à sua alma Ivan trazia no seu íntimo um sentimento muito peculiar pelo universo infantil e naqueles iddos de onde o roteiro do romance vai sendo descrito recém havia acontecido a guerra da Bulgária e o Mundo Infantil fora severamente agredido a Europa estava pasma com as atrocidades que em nome da guerra búlgaros e otomanos repudiavam suas crianças mas a Ivan karamazov também angustiava profundamente o modo como a Europa de uma forma geral tratava as suas crianças naquele período a segunda metade do século X então em certo momento ele lembra uma tese religiosa essa tese religiosa nos informa que o contraste é uma necessidade para o amadurecimento da Alma o bem e o mal devem ser bem definidos ao Espírito para que ele possa
mento ele lembra uma tese religiosa essa tese religiosa nos informa que o contraste é uma necessidade para o amadurecimento da Alma o bem e o mal devem ser bem definidos ao Espírito para que ele possa ter uma visão crítica E construtiva acerca do vir a ser acerca do conduzir-se sob um livre arbítrio ético e então ele pergunta o irmão se é importante como dizem que as almas necessitam compreender o bem e o mal como a sombra e a luz fazem a boa pintura O que as crianças têm a ver com isso ele lança um desafio ao seu irmão alexei e para a felicidade da Terra para a prosperidade humana e a paz definitiva fosse necessário torturar uma criança você o Faria aliex sacudiu a cabeça negativamente como todos nós ele recusaria esse preço o Tormento de uma criança em nome da Felicidade coletiva de toda a humanidade um preço inaceitável Mas então de forma intuitiva e vandea no ar o questionamento e por que Deus consente que as crianças sofram se dostoyevski tivesse escrito os irmãos karamazov após 1945 após a Segunda grande Guerra que coisas nos diria o mundo social nazista levou à morte mais de 1 milhão de crianças grande parte delas suplici aos vapores dos pesticidas desde 1945 quando esses horrores atravessam o planeta chegando ao conhecimento das inteligências e ao sentimento dos corações muitos têm reavaliado a crença muitos têm esquecido a fé porque o mal às crianças para os humanistas é justamente o mal prototípico aquele mal inaceitável como seres assim então ter ridade necessitam por merecimento e utilidade de experiências dessa ordem vamos no entanto Um século depois a beral deixamos a Rússia dos quizares na parte final do século X e voltamos ao nosso país às terras queridas de Minas Gerais 1973 estamos na comunhão Espírita Cristã Chico Xavier está presente chegara a instantes nesse Centro Espírita um homem trazendo sobre os ombros uma criança muito pequena angustiada inquieta atura ela se move de forma muito irrequieta sobre os ombros do pai e todo instante o Abraça o beija mas revelando
pírita um homem trazendo sobre os ombros uma criança muito pequena angustiada inquieta atura ela se move de forma muito irrequieta sobre os ombros do pai e todo instante o Abraça o beija mas revelando Profundas perturbações as pessoas no centro espírita perceberam a natureza daquele sofrimento uma anormalidade mental diríamos ela sofria de oligofrenia retardo mental mas assim sobre os ombros do Pai ela ia mais ou menos acompanhando a sessão de estudos daquela noite abriu-se O Livro dos Espíritos abriu-se supostamente ao acaso porque o acaso não é outra coisa senão uma causa invisível coordenando ocorrências e acontecimentos entre nós em nome de inteligências e também em nome da grande que é Deus abriu-se a questão 371 ela trata do idiotismo o idiotismo era o termo que a ciência médica no século X definia os casos de retardamento da mente de não progressão da mente a maturidade que nós chamamos F adulta a pergunta 3 31 questiona se essas pessoas que vivem em Tais corpos os chamados corpos dos portadores de idiotismo ou oligofrenia se são almas como as nossas se representam seres como nós ou se seriam almas de uma categoria inferior a resposta dos Espíritos é que essas almas são como nós muitas vezes com a inteligência e com competências espirituais adiantadas as nossas mas que estão num processo de resgate de punição na codificação de Allan Kardec a palavra castigo e punição algumas vezes aparece dentro do vocabulário de época o que nós encontramos sobre esses dois termos é uma indicação de efeito que na sua base traz causa e a reação emocional a reação íntima dos seres Inteligentes da criação a esses efeitos nós chamamos sofrimento nós chamamos dor e pela concepção vulgar da época pela forma com que o mundo discutia o problema aquele tempo castigo ou punição mas em verdade esse termo quando é lido na codificação está sempre emprestando essa perspectiva é uma reação é um efeito e como efeito essencialmente demanda uma causa congênere uma causa de valor idêntico a repercutir a
termo quando é lido na codificação está sempre emprestando essa perspectiva é uma reação é um efeito e como efeito essencialmente demanda uma causa congênere uma causa de valor idêntico a repercutir a ricochete na forma desse efeito uma alma sim em punição as pessoas sobre o quadro da oligofrenia padecem causas existem vamos avançar sobre isso em pouco mas após a leitura da questão 371 e Dos comentários que foram feitos na área de estudos da Comunhão Cristã espírita em Uberaba o espírito Emanuel apresentou-nos algumas palavras antes de examinar o conteúdo da psicografia de Emmanuel como o conhecimento humano aborda explica ocorrências como essas as doenças inatas o sofrimento que são gerados junto com a nossa própria gestação normalmente a civilização no curso dos milênios nos ofereceu três grandes respostas a primeira desde Demócrito na Grécia antiga sustentando o materialismo nos informa que essas ocorrências representam processos atrofiados da natureza em linguagem moderna o que nós vemos são atormentadores genéticos produzindo enfermidades que nos atormentam a lei se assim pode ser chamada do acaso construindo alterações genéticas que produzem essas anomalias nos corpos nada mais nada menos a outra grande resposta vem das religiões monoteístas recordando a Bíblia e os seus vários autores cada autor da Bíblia costuma defender uma ou mais razões para a existência do sofrimento entre nós se nós volveremos ao livro de Jó que é um dos mais belos livros da Bíblia um dos documentos mais importantes do primeiro Testamento que nós chamamos velho testamento de forma Indelicada para com os judeus esse livro que foi escrito cerca de 500 anos antes de Jesus que é um dos primores da literatura Universal é pródigo em teses teológicas que esclareceram porque Deus permitiu na criação a presença do sofrimento sabemos que Jó é um homem justo muito rico com muitos filhos muitas Posses e que gozava de uma grande dignidade perante os seus conterrâneos sabemos pelo texto que certa feita os chamados filhos de Deus
bemos que Jó é um homem justo muito rico com muitos filhos muitas Posses e que gozava de uma grande dignidade perante os seus conterrâneos sabemos pelo texto que certa feita os chamados filhos de Deus em se reunindo a Deus num campo Celestial tem entre eles a presença de Lúcifer e Lucifer menciona que vira Jó sobre o pó terrestre e que Jó gost gozava de excelentes experiências naqueles dias Mas não seria por menos Afinal yavé teria construído um grande muro de proteção e Simpatia em torno de Jó assim provocado yavé autoriza Lúcifer a levar a Jó todos os males possíveis exceção da sua própria morte a sua desencarnação e Como Nós lembramos todos os bens todos os amores a própria honra de Jó per entrees que vivem passa a ser tido como um grande pecador porque na tese principal do primeiro Testamento o sofrimento é fho do pecado é porque pecamos que nós sofremos É a tese principal da Bíblia Judaica mas não será a tese principal do novo testamento ou do segundo Testamento Jó estaria sofrendo por culpas que ele estaria respondendo das pessoas entretanto Jó protesta que é inocente no capítulo 13 no Capítulo 31 desse livro bíblico ele desafia a força do céu que o senhor apresentasse a sua culpa que o seu adversário apresentasse a sua acusação porque Jó entende que é inocente vivera uma vida simples sem Apegos uma vida de devotamento a Deus de respeito às leis divinas nada fizera que meree tamanhas adversidades a obra caminha e a resposta não chega Liv termin e j não é esclarecido depois daese de que o sofrio f PEC época palra Pee sobrecarregada com as impressões culturais do cristianismo posterior que foi se desenvolvendo a partir do século io H aquele tempo quando se usava a palavra do aramaico no hebraico ou no grego a martia significava que houve um erro de Conduta um desvio quanto ao alvo um desacerto quanto a realização da atividade ou da atitude a palavra pecado ou a martia no grego não estava então sobreposta a todos os conceitos teológicos do pecado original dos pecados capitais com que
sacerto quanto a realização da atividade ou da atitude a palavra pecado ou a martia no grego não estava então sobreposta a todos os conceitos teológicos do pecado original dos pecados capitais com que nós fomos revestindo a ideia de errar o alvo teste era a segunda tese do Livro de Jó sofremos porque Deus nos testa sofremos porque Deus nos coloca sobre um um conjunto de circunstâncias que nos avaliam que nos examinam como se faltasse a Deus a pré-ciência o conhecimento de todas as coisas assim os autores bíblicos como aquele que escreveu o livro de Jó que é ignorado que não sabemos Quem foi acreditava que o sofrimento também é um teste ou um chamado ao testemunho O Livro de Jó ainda sustenta que nós sofremos porque o sofrimento é Redentor ele é benéfico ele Ensina ele esclarece ele orienta ele nos permite compreender nuances do bem nuances do mal mas por fim para o autor bíblico O Sofrimento é em derradeiro um grande mistério nós não estamos autorizados a questionar Deus sobre o sofrimento Cabe nos sofrer o autor do Eclesiastes igualmente crê que o sofrimento é o mistério se nós fôssemos tomar as teses desse livro O Livro de Jó para compreender a situação daquele e daquela filha como nós examinar essa experiência à luz do texto bíblico uma punição Sim quanto ao Pai da menina faz sentido conceber que tratarse ia de uma punição afinal ele teve Juventude ele teve vida adulta ele poderia responder por erros mas a filha sofrendo para fazê-lo sofrer já nos fala de algo diferente dos nossos descendentes respondendo pelos nossos erros e logo isso não poderia ser tratado como Justiça mas como arbitrariedade quanto à filha certa vez Jesus em Jerusalém passando por por uma porta ligada ao templo e na companhia dos seus Apóstolos é interrogado porque ali assentava-se um cego de nascença então um dos Apóstolos questionou a Jesus Quem foi que pecou para que ele nascesse cego senhor notemos que intuitivamente a pergunta pressupõe que houve uma causa mas o perfumador questiona foi ele ou foi seus
dos Apóstolos questionou a Jesus Quem foi que pecou para que ele nascesse cego senhor notemos que intuitivamente a pergunta pressupõe que houve uma causa mas o perfumador questiona foi ele ou foi seus pais quando questiona sobre os pais como a origem do sofrimento daquele filho estamos evocando um pouco o livro de Ezequiel que defende no primeiro Testamento que os pais chupam uvas verdes e são os dentes dos fil os que ficam desbotados mais tarde Ezequiel corrige essa tese quem foi que pecou o Senhor ele ou seus pais e Jesus responde Sem questionar a antecedência da existência daquele homem que nem foi ele e portanto se nasceu cego só poderia ter provocado a causa da cegueira em existência anterior nem foram seus pais que produziram o comportamento que gerou aquela forma de correção divin Jesus vai dizer que ele assim estava para demonstrar a glória da lei de Deus trata-se de um processo pracial auto elegido em linguagem Espírita é um compromisso em nome do de exemplificar a dor com a alma resguardar na fé na paciência a fé sustentando um compromisso de exemplificação do bem entre os homens Jesus no entanto não redar ou não contesta a tese de que ele poderia ser o causador da própria dor como seu perguntador deixa entrever na pergunta foi ele ou foram seus pais tempos depois Jesus viajando para a cesareia de Filipe ele pergunta aos seus Apóstolos Quem os homens diziam que ele era e a resposta veio coletiva uns que tu és João Batista outro que tu és Elias ou Jeremias ou algum dos outros grandes profetas como nós sabemos Jesus não reprocha nesse momento os seus Apóstolos não os corrige não defende um posicionamento contrário à lei dos renascimentos sucessivos da reencarnação Jesus entretanto nesse momento questiona a Simão Simão fala que Jesus é o filho de Deus altíssimo e Jesus então abençoa essa intuição Celestial do seu Apóstolo Jesus como nós sabemos desde o famoso encontro com Nicodemos defendia a lei dos renascimentos que nós chamamos na atualidade depois do Espiritismo de
ão abençoa essa intuição Celestial do seu Apóstolo Jesus como nós sabemos desde o famoso encontro com Nicodemos defendia a lei dos renascimentos que nós chamamos na atualidade depois do Espiritismo de reencarnação sim o mundo antigo oferecia uma terceira tese a tese de que nós sofremos aleatoriamente porque a natureza é aleatória era defendida por alguns filósofos a tese de muitos grupos religiosos de que era uma forma de punição ou uma forma de teste também era profusamente encontrada nas escolas da fé daquele tempo mas no Livro de Jó nós encontramos outras explicações para a dor a dor inata Como por exemplo o compromisso de Deus com o grupo sobrepondo-se à justiça particular com o indivíduo a justiça para o grupo é superior ao bem individual dos que participam do grupo e muitos textos bíblicos defendem essa posição para justificarem a forma com que Deus trata o indivíduo muitas vezes de forma sem fundamentação mas pretendendo lições que esclareçam a coletividade O Livro de Jó também defende que o sofrimento é algo inexplicável várias teses são apresentadas nesse texto magistral entretanto se para os negadores da existência de Deus o sofrimento é um efeito cego da natureza e se para autores bíblicos como o autor de Jó temos várias razões porque Deus nos traz o sofrimento em Jesus de Nazaré nós encontramos nas pagens mencionadas a ciência do nascer de novo a tese da reencarnação assim as escrituras trazem no seu coração em diversos momentos no ensino do mestre de Nazaré essa intuição que firmou-se para os tempos de que nós nascemos e vivemos muitas vezes a responsabilidade individual não é uma herança das faltas grupais a herança individual é o resultado das andanças pessoais então naquela sessão em Uberaba no ano de 1973 surgiu ao médium Chico Xavier o pens de um antigo professor do Colégio Pedro I no Rio de Janeiro já desencarnado há vários anos e o nosso professor toma a mão do médium de Minas Gerais e rascunha célere num só J um poema decassílabo que ele intitula vinculação
do Colégio Pedro I no Rio de Janeiro já desencarnado há vários anos e o nosso professor toma a mão do médium de Minas Gerais e rascunha célere num só J um poema decassílabo que ele intitula vinculação Redentora o poema diz assim o Fidalgo ao partir diz a jovem Senhora eu sou teu tu és minha espera-me querida longe ergue outro lá vence altera-se ouva e ela afoga em suicídio a mágoa que a devora falece o Castelão vê a noiva esquecida desencarnada e aflita é uma sombra que chora ele pede outro berço e quer trazê-la agora em braços paternais ao palco de outra vida o século avançou Eos de novo em cena ele o progenitor ela a filha pequena a crescer Abatida e insegura hoje ele em tudo é sempre o doce pagem dela e a noiva de outro tempo é a filha triste e bela agarrando-se ao pai nos traumas da loucura o professor do Colégio Pedro I traz nesse Soneto de toda a essência do pensamento de Jesus acerca dos Sofrimentos da vida Essência que vai ser outra vez difundida no nosso meio ocidental através da mensagem dos Imortais à luz do pensamento Espírita vejamos com que propriedade o artista da palavra nos oferece uma visão da mecânica da reencarnação o noivo no egoísmo deixa a noiva a noiva agora aturdida com a infelicidade e o orgulho Desiste da vida no além ele recompondo-se da experiência terrestre vai sabê-lo assim num processo expiatório em regiões de dor por causa do suicídio a se arrojar ele pede os braços paternais para emprestá-lo em outra vida o carinho o amor a paz do seu Aconchego e pelo Brasil desde o estado de Pernambuco em busca de São Paulo fazia ele naquele dia o seu trajeto em direção à capital Bandeirante em busca de médicos que pudessem oferecer à filha amada e a ex noiva os recursos da terapia que pudesse amainar o seu sofrimento nós vemos nesse vislumbre poético que trata uma dança reencarnatória de dezenas de Anos Antes toda a lógica a justiça e a beleza da reencarnação o grupo então daquela noite lida à poesia lança naturalmente o olhar piedoso E amorável para aquelas duas
nça reencarnatória de dezenas de Anos Antes toda a lógica a justiça e a beleza da reencarnação o grupo então daquela noite lida à poesia lança naturalmente o olhar piedoso E amorável para aquelas duas almas entrelaçadas num destino agora abrasados por um amor mais são e buscando pelas terapias do mundo e da religião Espírita os curativos da Alma perturbada sobre os traumas do suicídio a reencarnação é a terceira tese que na história nos explica ocorrências dessa natureza as dores no mundo as dores das almas as dores em nós os compromissos as lutas mas também as grandezas a genialidade as criatividades superiores a reencarnação não está para explicar somente a dor a reencarnação está para explicar o amor de Deus por nós que nos abre no futuro a porta para a renovação a recuperação e a reconstrução dos Passos Em que claudic em que nos perdemos nos caminhos do simplismo Especialmente o simplismo do egoísmo então Silva Ramos esse professor do Colégio Pedro I fazia ali um histórico daquelas duas almas que estavam entrelaçadas de forma tão carinhosa ele assentado e a ouvir explicações de Emmanuel sobre as questões da oligofrenia na época em que estamos tratando mais chamada de idiotia a mensagem de Emmanuel é seguida pelo poema decassílabo de Silva Ramos um poema que estrutura toda a lógica mas igualmente A misericórdia da reencarnação o Evangelho de Lucas no capítulo 15 contém as chamadas três parábolas da Misericórdia A primeira é a da ovelha perdida a segunda da dráma perdida e nó temos que essas duas parábolas refletem muito o cenário daquelas duas almas assim presentes na Comunhão Espírita em Uberaba naquele ano de 1973 a velha perdida aparta-te do aprisco do redil onde outras 99 irmãs se encontravam o pastor deixa 99 ovelhas e sai em busca daquela que se extraviou ao encontrá-la põe-na sobre os ombros contente a reintegra ao seu redio mas chama amigos e vizinhos e celebra o ter encontrado a alma desviada A Ovelha que se afastar do grupo sob a sua condução a drma uma moeda grega desaparece em casa
s contente a reintegra ao seu redio mas chama amigos e vizinhos e celebra o ter encontrado a alma desviada A Ovelha que se afastar do grupo sob a sua condução a drma uma moeda grega desaparece em casa de uma mulher talvez como costume de época ela Tivesse deixado o seu dote em forma dessas moedas preso aos cabelos com uma rede como era do costume e uma das moedas escapuliu e perdeu-se no solo diz o texto de Lucas essa mulher ela varre cuidadosamente a sua moradia e quando encontra a Dr perdida chama as amigas da vizinhança e celebra o achado mas nessas sequências do capítulo 15 de Lucas encontramos também o grande Evangelista contando-nos a célebre parábola do filho pródigo e essa parábola do filho pródigo é uma das chamadas parábolas da misericórdia de Deus conhecemos bastante as bases desse texto a história do filho mais moço E desejando viver a sua maneira a sua vida pede a sua herança por antecipação ao pai daí vai para longe e vive ao gosto da época e da sociedade que escolheu mas uma grande caristia leva-o a perder tudo e depois de um período de muita penúria ele vai trabalhar como um cuidador de poro ali ele disputa com os animais a sobras até que um dia diz Lucas no capítulo 15 ele cai em si ele então pensa mas em casa do meu pai os seus servos possuem a dignidade do mínimo para viver em casa do meu pai todos desfrutam da dignidade do alimento são da vestimenta do Abrigo eis o que farei e nós sabemos que ele delibera voltar para o seu pai o pai do filho pródigo Estava sempre nas redondezas buscando nos horizontes do Entorno buscar a visão do filho em regresso nós sabemos com que alegria ele recebe o filho estas três parábolas são chamadas parábolas da mis ór normalmente a reencarnação nos traz experiências renovadas de acerto ainda mesmo depois das experiências de repetição no erro a lei é de amor o compromisso de Deus é com a reeducação é evidente que estamos num mundo especial em que o seu processo evolutivo se dá pela resistência das Almas nas expiações e nas provas e essa
ro a lei é de amor o compromisso de Deus é com a reeducação é evidente que estamos num mundo especial em que o seu processo evolutivo se dá pela resistência das Almas nas expiações e nas provas e essa peculiaridade traz ao nosso mundo uma convivência com a lei de Deus diversa D dos Mundos onde o pensamento e o coração harmonizados com a lei do Criador segu os impulsos do Progresso sem tanta resistência ao amor sem tanta resistência a justiça então normalmente a lei oferece-nos o contributo da Misericórdia para com a nossa ignorância mas a justiça muitas vezes é chamada minimizada mas convocada a nossa reinu ao nosso aprendizado ocorre que nessas três parábolas nó temos nas duas primeiras a da drácon perdida e da ovelha perdida o êxito do pastor e da dona de casa é muito breve Então ela reúne os amigos e as amigas e cada pessoa vai celebrar esse reencontro e esse cinismo nas relações com o objeto Amado assim como de Deus faz conosco mas alguns insucessos costumam perturbar o aprendizado na parábola do filho pródigo nós encontramos o pai aguardando o Regresso do filho mas não vemos em busca do filho que se perdera há um livro muito importante em Literatura espí dramas da obsessão que foi publicado em 1963 que nos apresenta ensinos extremamente enriquecedores nós vamos visitar uma das páginas desse trabalho justamente para entender esses casos de recalcitrância da Alma no processo evolutivo e como a recalcitrância convoca a lei em seu processos a nos conduzir a experiências diversas da daquela da drca que se perdeu e da ovelha que se extraviou onde o próprio criador as busca pelos seus inúmeros recursos reeduca e protetivos na parábola do filho pródigo O Regresso do filho se dá por conta do filho ausente e essa essa distinção é importante para entender os processos da Lei os processos da justiça e os nossos processos de Redenção na vida há nesse livro dramas da obsessão um estudo muito curioso sobre os espíritos resistentes ao bem e à educação encontramos ali pelas mãos
s processos da justiça e os nossos processos de Redenção na vida há nesse livro dramas da obsessão um estudo muito curioso sobre os espíritos resistentes ao bem e à educação encontramos ali pelas mãos mediúnicas da Ivone do Amaral Pereira um estudo do espírito bezer de Meneses que nos traz advertências e consolações Poderosas nesse trabalho vamos observar um momento em que a lei Divina diante dos insucessos dos apelos do Amor a nos trazer ao redil a nos fazer encontrados pelo amor divino nas perdas do caminho fazer aquela opção que fora feita pelo pai do filho pródigo qual seja aguardar o amadurecimento do filho nador aguardar o burilamento da compreensão do filho nas experiências das causas e dos efeitos Então nesse livro notav dramas da obsessão vamos encontrar um mentor que teve a oportunidade de conhecer de Jesus diretamente os ensinos na antiga Palestina e esse mentor prestando auxílio aos necessitados do nosso mundo e em diálogo com Bezerra de Menezes nos fala que muitas a lei necessita optar pelo corretivo enérgico sem perder a justiça sem abdicar da sabedoria pedagógica sem nos distanciar do Amor Divino é um trabalho muito curioso o livro que estamos citando gramas da obsessão nesse momento o autor vai nos Recordar Pate voluntas domine faça-se a tua vontade Senhor é que muitas vezes atravessamos quadras extensas na resistência aos processos do amor então precisamos enfrentar à luz das consequências em nós um aprendizado mais diretamente com a dor é o que se processa nesse trabalho nessas páginas que estamos citando de dramas da obsessão porque ali nós vemos a narrativa de Leonel uma alma que fazia mais de um Milênio resistia aos processos amorosos da lei de reaproximar do seu criador é um trabalho que evoca a vida nos anos de 1500 e posteriores no Brasil de 1900 e sobretudo é importante constatar ali a necessidade que a lei às vezes encontra de nos colocar entregues a nós sem as intercessões do amor que está vislumbrado na narrativa do indivíduo que deixa o seu aprisco e
é importante constatar ali a necessidade que a lei às vezes encontra de nos colocar entregues a nós sem as intercessões do amor que está vislumbrado na narrativa do indivíduo que deixa o seu aprisco e procura a ovelha depois de assegurar a proteção das nov ou da senhora que deixa os seus afazeres e busca a drca perdida depois de colocar em segurança as outras o indivíduo fica entregue à própria realidade das consequências que semeia para o seu Deso Estamos tratando da justiça divina mas estamos tratando sobretudo da pedagogia divina e nesse caso no caso Leonel Encontramos uma alma que depois de séculos Resistindo enfrentou todas as consequências e agruras dessa rebeldia dessa desconsideração pelo amor paterno sabemos que na vida de nossas reencarnações muitos de nós enfrentamos essas realidades no curso dos milênios recentes estamos no mundo de expiações e provas e se estamos hoje algo despertos provavelmente estivemos escutando os apelos da dor que nos esclareceu acerca da desnecessidade da obstinação no erro e das blandícias de ceder o coração aos apelos divinos o quadro desse personagem Leonel é história de uma criatura que foi Resistindo aos apelos do amor até estar entregue como filho pródigo as próprias experiências das causas e dos efeitos observamos assim que a justiça divina trabalha situações a partir das necessidades estamos incursos em faltas mas o amor é a primeira Providência da pedagogia Celeste é na resistência ao amor de Deus que nós somos chamados aos experimentos com a dor no caso do personagem Leonel por cerca de mais de 400 anos O mundo espiritual superior deliberou que ele andasse ao sabor das próprias circunstâncias e escolhas sem as intercessões amorosas que tentavam cativá-lo a reconsideração ao reaprendizado como então lhe fora ido em séculos precedentes depois de tantas angústias de tantas perturbações eis no século XX a sua família em terras do Sul do Brasil reencontrando antigas lutas do tempo de Portugal no tempo da Inquisição portuguesa onde o nosso Leonel é um dos
gústias de tantas perturbações eis no século XX a sua família em terras do Sul do Brasil reencontrando antigas lutas do tempo de Portugal no tempo da Inquisição portuguesa onde o nosso Leonel é um dos que se comprometeram com as lutas insanas da Inquisição vemos assim que divina sempre nos traz o convite saboroso do amor e nós recebemos ao longo de cursos de tempo sublimes vários chamados da voz do amor mas quantas vezes é entregues ao nosso próprio coração que vamos observar os ensinos e compreender as necessidades da volta ao redil por conta própria ou ou a volta aos Campos divinos através dos esforços próprios mas como a parábola do filho pródigo nos ensina Deus está sempre Apóstolos vigilante aguardando os nossos impulsos de retomada do bem e do progresso para antecipar-se as nossas necessidades e acolhermos quando o pai do filho pródigo o reencontra pede aos outros servos trazei lhe um manto novo trazei lhe sandalhas e colocai em seu dedo o anel da Nossa Comunhão a vestimenta é a proteção divina a sandália são as bases para uma nova caminhada e o anel é o compromisso do amor Celeste de ligar-nos filha mente a ele em empréstimos de novos esforços e bênçãos para reconstruirmos na estrada do trabalho da expiação e das provas a alma que nós s negamos ao bem a alma que nós sonamos a Deus assim quando naquela noite em Uberaba aquele Soneto de Silva Ramos era colocado aos ouvidos dos Presentes Naturalmente todos fizeram a própria autoanálise somos como aqueles que extraviados ao chamado carinhoso do nosso pastor ao chamado e à busca carinhosa da nossa mãe que é a divindade nós retomamos prontamente Ao caminho do Progresso ou Precisamos das experiências mais árduas mais difíceis de comer as heranças dos animais no mundo para então volveremos o passo e buscarmos a casa Divina a casa paterna quando esse processo acontece nosra Maria Dolores deu um poema a essa experiência chamado rendição pelas mãos de Chico Xavier e nesse texto ela diz-nos assim perdoa-me Senhor se estou cansada
paterna quando esse processo acontece nosra Maria Dolores deu um poema a essa experiência chamado rendição pelas mãos de Chico Xavier e nesse texto ela diz-nos assim perdoa-me Senhor se estou cansada dos meus sonhos falidos longe de ti estrada a estrada vagando nas muitas quedas de meus tempos iddos Jesus ainda posso despenhar na treva em que o passado me envolvia que a tua previdência me desarme qualquer inclinação a reb dia se ainda posso afundar em desalinho replantando ilusões para frutos amargos não me deixes a sós nos passos do caminho conserva no chão de meus próprios encargos se agindo ou imaginando eu estiver a ferir nos gestos Sem Razão de que ainda me valho guarda no dever sem meios de fugir a Bendita escravidão do trabalho quando eu vacile ou ter de desertar da Luz Bendita com que me renovas não me deixes sair de meu justo lugar mesmo à custa de crises e provas dispo-me Senhor da sombra que me enlaça a minha teimosia chega ao fim consente me entender o que queres que eu faça ajuda-me Senhor a esquecer de mim a justiça de Deus oferece-nos todos os empréstimos do amor de Deus em fianças dos nossos delitos mas na resistência de que os corações são passíveis em nome do livre arbítrio muitas vezes precisamos das provas mais rudes do confronto com as expiações tem o anteparo de proteções para que o despertar nos faça volver os passos procurar o pai Divino a sua morada cósmica ajustarmos humildemente as suas leis as suas bênçãos e associarmos aos irmãos desse pai em trabalho de coletividade em esforços de crescimento grupal na tradução de um amor fraternal com que nos fazemos filhos do Grande Pai justiça e reencarnação são termos que se associam como mensagem e pedagogia como o tesouro do conhecimento e da prática somos seres que avançamos pela Terra numa sequência provavelmente de mais de 100 reencarnações na existência civilizada deste globo e de sua população mas ainda como o filho pródigo a maior parte de nós não se deixa achar nos esforços da ovelha perdida é preciso que nós façamos as
reencarnações na existência civilizada deste globo e de sua população mas ainda como o filho pródigo a maior parte de nós não se deixa achar nos esforços da ovelha perdida é preciso que nós façamos as caminhadas a sós na na solidão dos processos da consciência marcada por esse distanciamento de nós e do amor de Deus embora o amor de Deus nunca des associe-se de nós é por isso que nas três parábolas da misericórdia do capítulo 15 do Evangelho de Lucas nós percebemos que das três personagens ali destacadas por Jesus duas procuradas aceitam os convites do amor e as experiências do ajustamento na justiça mas um terço sustenta um distanciamento resiste a uma reaproximação e somente quando a justiça nos convida a examinar os nossos passos à luz das nossas perdas é que compreendemos quão junto de Deus nós somos mais felizes quão abrigados sob a sua mansão cósmica nós os encontramos mais propícios a felicidade almejar por isso quando Maria Dolores propôs perdoa-nos senhor estou cansada de meus sonhos falidos longe de ti estrada a estrada nas muitas quedas de meus tempos idos qual de nós não sente no fundo da Alma manifestações de uma tristeza desse distanciamento de nós e o bem voluntário em estradas em que nos perdemos e muitas vezes em estradas em que nos vimos ca em tempos idos o poema da benfeitora pelas mãos do Chico diz num Suspiro em que a fé pede a Jesus os recursos de sua proteção se posso ainda despenhar na treva em que o passado me envolvia que a tua previdência me desarme qualquer inclinação à rebeldia entre a ovelha perdida e a dracma que se extraviou da sua proprietária a docilidade do reencontrar-se com a lei do aceitar as exigências da Lei na reeducação mas no caso do filho pródigo o distanciamento voluntário e um retorno resistente faz com que nós chamemos os mundos em que a maioria das almas assim se comportam que tais mundos sejam chamados de Mundos de expiação e de provas como nosso nos mundos felizes nós temos a ovelha perdida temos a drca perdida temos mas não encontramos mais
s almas assim se comportam que tais mundos sejam chamados de Mundos de expiação e de provas como nosso nos mundos felizes nós temos a ovelha perdida temos a drca perdida temos mas não encontramos mais filhos resistentes ao amor divino filhos que se distanciam voluntariamente da proteção divina filhos que somente em nome da doa aceitam o regresso ao ambiente paterno ao acolhimento do coração de Deus prossegue a nossa Dolores se ainda posso afundar em desalinho e nós podemos ainda afundar em desalin replantando ilusões para colhermos frutos amargos pede a poetiza e encarece a de Deus não nos deixa sós nos passos do caminho conserva no chão de meus próprios encargos estamos abraçados a Tantas lutas no planeta a família a profissão o meio social a história a política a economia a saúde a enfermidade são tantas redes de proteção com que o amor divino nos cerca isso chamamos às vezes de mal na ância que marca a nossa compreensão espiritual são redes de salvação todas essas circunstâncias que protegem o nosso mundo as nossas sociedades e a nós mesmos dos caminhos da ignorância e da resistência da renitência no que chamamos a ignorância do mal se agindo ou imaginando prossegue Dolores estiver a ferir nos gestos Sem Razão de que ainda me vho guarda-me no dever sem meios de fugir a Bendita escravidão do trabalho O trabalho num planeta de expiação e provas é a grande manifestação do Amor dein a absorção das nossas dores no tempo nas alegrias da produtividade da construção do ganho do conforto da Paz da saúde e do pão é um experimento que só o amor de Deus poderia conceder para suas criaturas trabalhar quando vacile ou tente desertar da Luz Bendita com que me renovas prossegue Dolores não me deixe sair de meu justo lugar mesmo à custa de crises e pras a dor A provação o sofrimento são nossas de proteção dispo-me Senhor da sombra que meça a minha teimosia chega ao fim diz a poetiza abrindo o próprio coração consente entender o que queres que eu faça ajuda-me Senhor a esquecer-me de
nossas de proteção dispo-me Senhor da sombra que meça a minha teimosia chega ao fim diz a poetiza abrindo o próprio coração consente entender o que queres que eu faça ajuda-me Senhor a esquecer-me de mim quando tratamos o tema Justiça A grande libertação das nossas dores encontramos essa Fala Final da grande beletrista espiritual esquecermos de nós pensarmos em nós abraçarmos coletivamente Nos programas divinos chamado Família escola trabalho religião economia filosofia ciência beneficência caridade a encontrar de novo o endereço para Deus a partir das vias do coração assim amigas amigos de toda parte que nos acompanha o nosso voto é que na justiça nós tenhamos muitas alegrias mas que enfim acolhamos e reverenciamos sejam as experiências do amor as experiências do trabalho Redentor do servir do acolher do proteger de fazer para os outros isso que o amor de Deus por nós faz todos os instantes proteger orientar amar e impulsionar grato pela atenção carinhosa das amigas e amigos de tantos os lugares do nosso país nos despedimos com muita fé em dias melhores para o nosso regresso à casa D nossa gratidão Wesley pelas excelentes reflexões muitos amigos aqui agradecendo pela oportunidade Bendita de ouvir sobre o tema que está a compreender a justiça divina que o senhor da vida te ilumine te inspire sempre um grande abraço meu irmão a nossa gratidão também a todos vocês que estão aqui conosco juntos emanados no propósito do aprendizado e do aprimoramento para nosso despertar lembrando sempre que devemos compartilhar o Bem Assim possamos Auxiliar Um pouquinho aquele outros corações que não tiveram a oportunidade de ouvir essa belíssima mensagem de esclarecimento então façam-nos assim auxiliando uns aos outros lembrando sempre que todas as manhãs às 7 horas nós temos o nosso momento de reflexão para iniciarmos o dia na luz da oração e na sua companhia então a todos os amigos aqui presentes nos dois planos da vida paz e luz a todos AM
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