“Você tem que fazer este filme” – O testemunho de Clovis Mello #shorts #divaldofranco

Mansão do Caminho 26/08/2025 (há 7 meses) 3:00 9,941 visualizações 1,434 curtidas

No Cine-debate sobre o filme Divaldo: O Mensageiro da Paz, o diretor Clovis Mello compartilha um depoimento emocionante: a perda de seu filho e a frase de Divaldo Franco que marcou sua vida — “você tem que fazer este filme”. Um testemunho de dor, fé e missão que toca profundamente. #DivaldoFranco #CineDebate #ClovisMello #OMensageiroDaPaz #CinemaEspírita #Espiritismo #TestemunhoDeFé #Superação #HistóriaEmocionante #FilmeEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Falei: "Olha, se eu tivesse que fazer um filme sobre você, eu não faria sobre você, eu faria sobre a mensagem e não sobre o mensageiro." Aí ele falou: "Finalmente alguém me entendeu. É exatamente isso que eu quero. Eu não quero nenhum protagonismo no filme. Eu não quero ser aplaudido no final. Eu quero que a a história, né, a mensagem prevaleça, as pessoas saiam do do cinema com a com a com a mensagem dentro delas. E aí, mas comecei a escrever, fui indo, fui indo, indo. Quando chegou na página 60, mais ou menos, roteiro, roteiro, acho que tem umas 130 páginas, talvez 115, eu já não aguentava mais porque não tava saindo nada assim, não tinha nenhum material mais que eu pudesse acessar, porque uma coisa é é ler a biografia e simplesmente reproduzir a biografia, outra coisa é deixar uma marca, porque quem escreve e dirige também deixa a sua marca, né? Eu também tinha os meus as minhas questões com a própria Igreja Católica. Enfim, aqui eu não tô falando como espírita, tô falando como cidadão comum. Eh, então eu eu fui carregando algumas tintas assim que eu eu achei que pudesse em algum momento dar um algum problema, né, para próprio Divaldo, paraa mansão e tal. E aí, enfim, e ele vira-se para mim e fala: "Clove, se você puder, eh, não, ele, eu falei, Divaldo, eu não tô conseguindo, eu vou entregar esse roteiro para um um outro roteirista e eu vou dirigir o filme, mas alguém vai continuar a fazer o roteiro." E ele vira para mim e fala: "Cloves, é você que tem que fazer esse roteiro, mas de uma forma tão enfática que eu falei assim: "Bom, eu para uma um médium dessa estatura falar isso para mim, porque eu devo estar devendo muito assim, devo, devo ter entregado eu mesmo uma maçã envenenada para Eva". Aí eu falei: "Bom, não tem outro jeito, não tinha como retrucar isso." Um ou dois anos depois do filme ser exibido, eu perdi um filho, um dos três filhos que eu tenho perdido um acidente de moto. E aí eu liguei pro Divaldo, a única vez que eu liguei pro Divaldo para falar sobre isso, e ele me falou:

me ser exibido, eu perdi um filho, um dos três filhos que eu tenho perdido um acidente de moto. E aí eu liguei pro Divaldo, a única vez que eu liguei pro Divaldo para falar sobre isso, e ele me falou: "Continua do jeito que tá, segue o caminho que tá tudo certo" e tal. E aí quando nós fomos ver o filme na semana Zen e eu percebi que eu tinha feito o filme para mim. E eu entendi quando lá atrás ele falou: "É você que tem que fazer esse filme, é você que tem que fazer esse filme". Porque na realidade a gente nunca sabe, o plano espiritual está sempre muito na frente. Então na realidade eu precisava escrever para ser o primeiro espectador do meu filme e até hoje quando vejo me emociono. Eu escrevi me emocionando, filmei me emocionando e cirro me emocionando, porque na realidade o filme para mim foi uma preparação pra perda que eu teria.

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