VIDA ESPIRITUAL - ESPÍRITOS ERRANTES Q.223 a 233 "O LIVRO DOS ESPÍRITOS" - Fernando Torres

Comunhão Espírita de Brasília 22/05/2025 (há 10 meses) 1:12:56 450 visualizações

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Transcrição

Por estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando. Bem, novamente estamos aqui. Desejamos boa noite às irmãs, as irmãos presentes no auditório, aos que estão nos acompanhando para TV e rádio comunhão em conexão direta e aqueles que nos acompanharão oportunamente pelas redes sociais. Sempre lembrando que os trabalhos da comunhão são gravados. Comunhão tem cinco redes sociais e todo esse conteúdo pode ser assistido ou reassistido, porque é importante estudar sempre. quantas vezes quisermos. Nós vamos iniciar nossos trabalhos com uma leitura preparatória do livro Estude Viva que Emanuel e André Luiz ditaram por meio de Chico Xavier e de Valdo Vieira. Intitula-se Perdão em nós. Habitualmente consideramos a necessidade do perdão apenas quando alvejados por ofensas de caráter público, no intercurso das quais recebemos tantos testemunhos de solidariedade na esfera dos amigos, que nos demoramos hipnotizados pelas manifestações afetivas, a deixar-nos em mérito do duvidoso. A ciência do perdão, todavia, tão indispensável ao equilíbrio quanto a é imprescindível a existência, começa na compreensão e na bondade, perante os diminutos pesares do mundo íntimo. Não apenas disculpar todos os prejuízos e desvantagens, insultos e desconsiderações maiores que nos atinjam a pessoa, mas suportar com paciência esquecer completamente, mesmo nos comentários mais simples, todas as pequeninas injustiças do cotidiano, como sejam: a observação maliciosa, a referência pejorativa, o apelo sem resposta, a gentileza recusada, o benefício esquecido, O gesto áspero, a voz agressiva, a palavra impensada, o sorriso escarnecedor, o apontamento irônico, a indescrição comprometedora, o conceito deprimente, a acusação injusta, a

, o benefício esquecido, O gesto áspero, a voz agressiva, a palavra impensada, o sorriso escarnecedor, o apontamento irônico, a indescrição comprometedora, o conceito deprimente, a acusação injusta, a exigência descabida, a omissão injustificável, o comentário maledicente, a desfeita inesperada, o menospreso em família, a preterição sobre qualquer aspecto, O recado impiedoso. Não nos iludamos em matéria de indulgência. Perdão não é recurso tão somente aplicável, mas grandes nas grandes dores morais. A feição do trage a rigor, unicamente usado em horas de cerimônia. Todos somos suscetíveis de erro e por isso mesmo, perdão é serviço de todo instante. Mas assim como o compositor não obtém a sinfonia sem passar pelo sofejo, o perdão não existe de nossa parte ante os graves, os agravos grandes, se não aprendemos a relevar as indelicadezas pequenas. Fique então para a nossa reflexão. Vamos agradecer a Deus todo- poderoso por mais esse encontro, pela oportunidade de estarmos aqui bebendo da fonte da vida, que são os ensinamentos de Cristo Jesus, porque somente ele conheceu Deus, esteve entre nós. Somente ele sabe quem é Deus, comunique-se com Deus, conecte-se com Deus diretamente e esteve entre nós. Ele é a ponte entre nós e a divindade. Ele é a ponte entre as coisas mais sublimes que almejamos em nossas vidas e para a humanidade. Por isso, os ensinamentos de Cristo são vida, vida em abundância, como ele mesmo disse. Agradecemos a Deus por estarmos aqui buscando entendimento das coisas, buscando fortalecer as nossas convicções e, sobretudo encontrarmos respostas para apaziguar a nossa alma e trazer robustez moral, ética e saúde ao nosso ser. Agradecemos ao Cristo porque ele nos congrega. Ele nos deu essa semente que nunca será extinta. Ela vai crescer e frutificar até a consumação dos tempos. Agradecemos aos espíritos benfeitores, amigos, protetores, companheiros, aqueles que sempre estão conosco nas quartas, os que estão aqui hoje especialmente nos visitando e auxiliando, a nossa

tempos. Agradecemos aos espíritos benfeitores, amigos, protetores, companheiros, aqueles que sempre estão conosco nas quartas, os que estão aqui hoje especialmente nos visitando e auxiliando, a nossa mentora, nosso mentor, instrutor Alexandre, que temos como patrão eh homenageado em nosso trabalho para que ele possa nos ajudar nesse caminhar de aprendizado e transformação e íntimos. Vamos então com Deus Jesus e espíritos amigos na companhia de Bezerra de Menezes, Ismael e todos os benfeitores que são incontáveis elevarmos-nos em prece íntima, comungando desde já com as forças da vida e com paz em nossos corações, buscarmos aprender um pouquinho mais para nossa edificação e renovação. Que assim seja. Nós estamos no livro no capítulo de Kardec que fala sobre a vida espírita. Nós sempre alertamos que numa primeira passada de olhos, a vida espírita tá tá se referindo aos espíritos desencarnados apenas. Não, nós somos espíritos. Esse capítulo de Kardec nos fala da nossa existência entre a terra e o céu, se assim podemos dizer, encarnados e desencarnados. São vários aspectos da nossa existência. Nós encerramos na semana passada um estudo sobre a reencarnação, prós e contras, teorias a favores, teorias contrárias. pro próprio Kardec na sua dialética, colocando argumentos para ver a resposta dos espíritos, a fim de consolidar o nosso entendimento. E hoje com o nosso amigo e professor Fernando Torres, nós vamos iniciar eh um capítulo que chama de vida espírita, mas mais voltado aos irmãos desencarnados e hoje é o espírito errante. Que que é isso, Fernando? Espírito alma uma assombrada, assombração andando por aí. Que que é espírito errante? Então, Fernando Torres, amigo professor, vai nos trazer esse tema para nos elucidar o que é a vida errante. Vamos lá, meus amigos. Boa noite. Eu não sei com relação a vocês, mas eu às vezes eu me paro, eu fico pensando: "Meu Deus, já entramos 25 anos. dentro do século XX, 1/4 de século, né? Já já se passou. Eu nunca imaginei que pudéssemos chegar

sei com relação a vocês, mas eu às vezes eu me paro, eu fico pensando: "Meu Deus, já entramos 25 anos. dentro do século XX, 1/4 de século, né? Já já se passou. Eu nunca imaginei que pudéssemos chegar ao ano 2025. Chegar ao ano 2000 parecia algo impossível. Quando eu era criança, a gente contava no calendário, falta tantos anos por ano 2000. Veio o ano 2000, um dia que nem o outro. E agora estamos em 2021. Só fico pensando nas maravilhas que ainda vão acontecer. Porque do ponto de vista científico, eu acho que a humanidade nunca conquistou, nunca triunfou tanto quanto agora. Já desvendamos a estrutura da matéria, entramos na intimidade do átomo, conquistamos outros mundos com nossas sondas espaciais, estamos cobrindo cura de várias doenças, estamos descobrindo os mistérios da vida em outros mundos, talvez, mas ainda existe algumas questões que incomodam, Porque elas aparentemente estão são insolucionáveis, são aquelas questões de natureza filosófica ou religiosa. E uma dessas questões é a questão da sobrevivência da alma, se é que você admite que existe uma alma, mas a maior parte da humanidade admite. A humanidade é composta por pouco mais de 8 bilhões de pessoas e certamente um número bem superior à metade disso acredita em alguma forma de existência de algo incorpóreo, imaterial, seja lá o nome que você queira dar e que existe e mais que sobrevive ao fenômeno da morte, como se a morte não é o fim. É claro que para o materialista essa não é uma questão, porque o que se chama de alma é apenas uma secreção, uma escrescência da matéria. É assim que eles querem interpretar o que o que a maioria da humanidade chama de alma ou espírito, seja lá como você queira chamar. Não há sentido em discutir isso. Mas como eu falei, a maior parte da humanidade acredita em alguma forma de individualização do ser que sobrevive ao fenômeno da morte. A questão é se existe isso, se o ser sobrevive à morte, o que acontece com ele? E é nesse ponto em que a filosofia para, as religiões também param, ainda presas

ser que sobrevive ao fenômeno da morte. A questão é se existe isso, se o ser sobrevive à morte, o que acontece com ele? E é nesse ponto em que a filosofia para, as religiões também param, ainda presas antigas tradições, porque essa não é uma questão nova, é uma questão muito antiga. Ela se confunde com a própria civilização. Lá há 6000 anos atrás, na Mesopotâmia, Sumérios, caldeus, babilônios já se deburçavam sobre o assunto. Os egípcios levaram isso a um outro nível, quando eles começaram a preparar o seu próprio corpo para aquela grande viagem que para que para eles a morte era uma viagem. Eles acreditavam que iam tomar um barco e eles seriam eh colocados diante de Osires, onde nesse momento Osiris eh receberia o coração da da pessoa que estava que tinha morrido e colocaria numa balança e no outro prato da balança uma pena. Se o coração pesasse mais que uma pena, ela estaria condenada. E é por isso que os egípcios tinham tanto cuidado em preservar o corpo após a morte, através da mumificação, tratamento com com guentos, com eh seivas e latrão para para a a desidratar o corpo. E os órgãos internos eram colocados em receptáculos, inclusive o coração era separado, porque eles sabiam ou acreditavam que Osiros precisaria daquele coração para que ele se fosse pesado na hora do julgamento. Aliás, o julgamento parece que é um ponto em comum em todas as religiões. Todas as religiões espiritualistas acreditam em algum tipo de julgamento após a morte. E existem às vezes sim semelhanças muito notáveis entre todas elas. Os gregos, por exemplo, eles também tinham cuidado com o corpo. Ser um insepulto, ou seja, uma pessoa que não é sepultada, era um castigo terrível, porque os gregos acreditavam que quando a gente morria, a nossa alma não ia pro céu, ela ia, na verdade, pro submundo ou mundo de Ades, como era chamado. Ades era governava o submundo junto com a sua mulher, Peréfone. Mas para chegar até Ades, as pessoas tinham que atravessar um rio, o rio Caronte, e ali tinha um barqueiro e

de Ades, como era chamado. Ades era governava o submundo junto com a sua mulher, Peréfone. Mas para chegar até Ades, as pessoas tinham que atravessar um rio, o rio Caronte, e ali tinha um barqueiro e você tinha que dar uma moeda para ele, para atravessar o rio e ele levava você até diante de Ades. Quem não tivesse uma moeda para pagar o o barqueiro não ia adiante e ficava para trás e ficava perdido no mundo dos vivos, nossos nosso mundo. E aqueles também que não tinham sido sepultados também não poderiam entrar no reino de Ades. Eles ficavam no nosso mundo aqui, no nosso plano. E daqueles que chegavam diante de Ades, a grande maioria eram pessoas que não eram nem tão boas, nem tão ruins, talvez como nós, como a maioria da humanidade. E elas eram eram eram conduzidas a um lugar chamado o campo de asfódelos. E ficava um negócio esquisito porque elas eram pessoas comuns que não eram tão ruins, não eram tão boas. Portanto, elas não sentiam dores e nem sentiam os benefícios dos seus bons atos. E elas se cotovelavam, batiam uma contra as outras, porque elas ficavam cegas naquele mundo esquisito de onde Ades e sua esposa olhava aquela multidão de almas andando de um lado para o outro sem nenhuma direção. os espíritos mais adiantados, esses sim eram conduzidos aos campos elíse, onde e eh havia festas, havia uma luminosidade mais intensa e os as piores almas eram condenadas ao tártaro. É curioso como essa eh eh esses campos elitos, só para vocês terem uma ideia, eh eu vou até mencionar às vezes algumas algumas eh alguns filmes que fizeram sucesso na no cinema. Por exemplo, a questão da moeda que era colocar que você tinha que pagar o barqueiro. Quando a pessoa morria na Grécia, eles colocavam moeda ou nos olhos ou na boca para que você do outro lado pagasse o barqueiro. Essa cena vocês podem ver naquele filme Troia, logo no início tem uma cena parecida com essa. Os campos elíse, essa questão dos campos elíos, você os romanos pegaram muita coisa dos gregos, inclusive na religião. aquele aquele filme do do

e Troia, logo no início tem uma cena parecida com essa. Os campos elíse, essa questão dos campos elíos, você os romanos pegaram muita coisa dos gregos, inclusive na religião. aquele aquele filme do do gladiador, né? Quando o general máximo, logo no início do filme ele vai conduzir a sua cavalaria batalha com germânicos, ele fala: "Se vocês sentirem o sol na sua pele, o vento batendo no seu rosto, não fique preocupado, porque você já está morto, está nos campos elíse". E os soldados riam, se divertiam com aquilo, porque era uma glória morrer em batalha e ir para os campos elíos. A religião cristã adotou alguns conceitos muito parecidos com os gregos da mitologia grego-romana. O tártaro, que era o reino onde as piores almas iam sofrer eternamente, foi substituída pelo inferno. O purgatório da religião cristã é é algo correspondente aos campos elícios. E o, desculpa, o céu é os campos elíse e o purgatório seria os campos, o campo de a de asfodelo, asfódelos. Esse o correspondente. Mas ainda assim era essa informação que a gente tinha. O que o que que se fazia, o que acontecia na no nos campos elíse ou então no purgatório, era só sofrimento eterno? Será que a alma tinha algum tipo de salvação? E o que significava sobretudo aquelas entidades que as pessoas vinham andando pelas ruas, viam nas casas, porque os gregos sabiam que os espíritos poderiam ser vistos. Vocês, eu falei para vocês, aqueles que eram rejeitados por adesam devolvidos pro mundo dos vivos e ficavam perambulando entre os vivos. E algumas pessoas viam os espíritos, viam seus entes queridos às vezes. O que significava isso? É uma é uma ilusão. E é e é eh eh é uma alucinação. Por que que algumas pessoas vem entidades imateriais, não corpóreas no nosso meio? Por que isso? A ciência não, a ciência, claro, vai dar uma explicação dizendo que, ah, é alguma um disturbo psicológico, um pauta de alguma substância, sempre vai ter alguma explicação para isso. Mas as pessoas continuam a ver essas essas entidades, esses espíritos e isso deu marge a

h, é alguma um disturbo psicológico, um pauta de alguma substância, sempre vai ter alguma explicação para isso. Mas as pessoas continuam a ver essas essas entidades, esses espíritos e isso deu marge a muitas interpretações, fazendo parte de uma mitologia mais recente. Por exemplo, na na mitologia portuguesa, eh existe uma uma expressão que muitas pessoas eh conhecem, né? Quem vai falar já vou falar uma expressão alma penada, né? Todo mundo já vai falar em alma penada, né? Da onde é que vi essa expressão alma penada? Vim da mitologia portuguesa. Os nessa mitologia portuguesa eles achavam que as até hoje muitas pessoas acham isso, né? que aqueles eh eh aquelas pessoas que morreram com alguma dívida, com alguma alguma coisa mal resolvida, ela volta pro mundo dos vivos para atormentar os os as pessoas vivas para que elas paguem suas dívidas. Daí eles sai daqui, é uma penada, né? É como se fosse alguma coisa inoportuna, alguma coisa que tá te te irritando, né? era essa a origem da da das almas penadas. E tanto é que havia até uma espécie de de receita para você se livrar de uma penada, né? Era era despejar uma saca de paino. Pino, aquela sementinha, né? Do alto de uma ponte e recitar os versos. Triste há uma penada. Vai para sempre degradada por esse mundo além. Tantos anos quanto tem. A saca que vou despejar vai para nunca mais voltar. Ou seja, você queria despachar aquela penada para onde quer que ela tenha vindo. A a imagem que a gente tem dos dos espíritos é essa, uma imagem muito negativa, uma imagem ruim de que todo espírito que você vê é um espírito que quer te atormentar, quer te fazer mal, quer te trazer algum problema, algum problema de saúde. Essa a imagem que que permeia o o inconsciente da maioria dos cristãos. Essas almas, olha só, essas almas penadas são são também são chamadas de mortos mal mortos. Ou seja, é um morto que não morreu, não. Tá aqui só para atormentar a gente, né? Mas a questão é que essa ideia das almas penadas, ela reflete uma inquietação

também são chamadas de mortos mal mortos. Ou seja, é um morto que não morreu, não. Tá aqui só para atormentar a gente, né? Mas a questão é que essa ideia das almas penadas, ela reflete uma inquietação incontornável que as pessoas têm diante do mistério da morte. Ou seja, se eu morri, eu sei que eu não fiz coisa boa. Então eu tenho duas opções, ou purgatório ou o inferno. Eu tenho essas duas chances. Eh, uma é transitória e a outra é eterna. Então, essas almas tentam voltar a, segundo nossa mitologia, tentam voltar ao mundo dos vivos para que estes lhe de uma ajuda para pelo menos pegar um purgatório. Pelo menos purgatório, o o inferno jamais, porque no purgatório dá para eles darem um pulinho e depois ir pro céu. É, é essa mais ou menos a a ideia, né? Agora, eu acho que não tem nenhum país que mais criou mitos, lendas com essa questão da sobrevivência da da alma após a morte e o comportamento dos espíritos no nosso mundo do que os ingleses, né? Tava até falando as casas mais assombradas, né? O o Camil Famarion eh um escritor espírita, ele tem até um livro chamado As Casas Mal Assombradas, né? as caras são mal assombradas. Da onde é que veio isso? Da onde é que veio essa essa essa insistência que existe na cultura inglesa, na cultura britânica, por casas mal assombradas e fantasmas, que agora espírito virou fantasma, não é mais espírito, né? É fantasma que se chama agora, né? E essa paixão da da dos ingleses pelos pelos fantasmas, essa paixão é ela parece que é derivada do próprio isolamento da Inglaterra, do reino das ilhas britânicas com relação aos outros países da da Europa. Mas a gente vê isso muito claramente na própria literatura inglesa. Shakespeare lá no século, entre o século X e século X7, ele escreveu duas peças que fala de fantasmas. Uma é Macbeth e a outra, já tive oportunidade de contar para vocês aqui, é Hamlets. Hamlets nada mais é do que a história de um do rei da Dinamarca que é assassinado pelo seu próprio irmão, que quer roubar a coroa e ele e tenta voltar

portunidade de contar para vocês aqui, é Hamlets. Hamlets nada mais é do que a história de um do rei da Dinamarca que é assassinado pelo seu próprio irmão, que quer roubar a coroa e ele e tenta voltar para se vingar e ele e eh orienta o o o seu filho a se vingar dele. E essa mais ou menos a história de de Hamlet. E tanto é que o o Hamlet ele fica às vezes confuso. Será que eu tô sendo uma alucinação? Será que eu tô vendo um espírito mesmo? Porque ele vê perfeitamente a figura do pai e lhe dando instruções. Está lá em Shakespeare, fantasma, rei da Dinamarca. E entre 1840 e 1920, é justo a gente dizer que surgiu um subgênero literário que ficou conhecido como conto de fantasma. Dentro da literatura inglês, do realismo inglês, surgiu esse conto no fantasma que também teve um pouquinho nos Estados Unidos, mas mais na Inglaterra. E nós vemos isso em grandes escritores ingleses, como por exemplo Charles Dickens. Char D é seria assim o o pai do realismo inglês. Escreveu obras notáveis eh eh da literatura inglesa, um conto de duas cidades e e outras obras igualmente importantes. Mas tem uma delas, dessas obras em em particular que trata de fantasmas, de novo, é um conto de Natal de 1843. É uma história clássica que é contada sempre nos até hoje as famílias eh eh contam paraos seus filhos a história de um de um fantasma que que vem e revelar para um para uma pessoa muito egoísta assim o Scrude. E e ele mostra para ele o que era, o que foi o passado dele, o presente e qual é o futuro que ele vai ter após a morte. E o senhor Scrude, ele fica assustado, né, com o que pode acontecer com ele após a a a morte. E ele muda o seu jeito de ser, ele trata as pessoas com mais educação, com mais respeito, enfim, tem sempre uma lição moral por trás dessas eh histórias. O próprio Charles Dicks, ele não era assim muito eh eh adepto do do espiritualismo, se bem que ele foi um dos fundadores de uma de uma de um de uma sociedade em Londres chamado The Ghost Club, o clube do fantasma, onde o

cks, ele não era assim muito eh eh adepto do do espiritualismo, se bem que ele foi um dos fundadores de uma de uma de um de uma sociedade em Londres chamado The Ghost Club, o clube do fantasma, onde o próprio o criador do do personagem de Sherlock Holmes, o Sir Arthur Conyle, outro escritor famosíssimo, né, o Sherlock Holmes também, é um personagem famoso na literatura, também fazia parte desse clube. E esse clube existe até hoje na Inglaterra é muito tradicional. Até hoje existe esse clube foi criado pelo pelo Char Dickins também. Nós vemos a Emily Bront, uma escritora que que escreveu um um dos livros mais famosos desse período, em 1847, eu acho que muitos de vocês conhecem, o morro dos ventos suivantes. de novo, aparece a figura de um fantasma logo no início do filme, a história de um amor quase prente impossível em que eh por causa do orgulho, por causa do egoísmo de um dos personagens, a a a personagem eh Ctherine eh morre e ela do além ela volta, tenta levar o seu amado, o o Hitcliff e ela bate na janela. Vem, Henrique Clip, tô te esperando aqui fora, tá frio, mas vem para fora. Querendo levar ela junto e ele junto pro pro além. É assim que começa o livro, uma sempre uma coisa meio tétrica, meio fantástórica. Esse é o morro dos ventos oivantes. E tudo isso acontece no momento na Inglaterra muito especial, porque em 1848, se vocês se lembram bem, já deve ter sido comentado várias vezes aqui em outras palestras, que que aconteceu em 1848. É o caso das irmãs Fox nos Estados Unidos. Uma casa assombrada de novo, né? Uma casa onde um espírito batedor fazia ruídos, as adolescentes eh se comunicava com os espíritos, o caso teve repercussão no no no nos Estados Unidos, na Europa também. ah, elas foram na Europa fazer relato, o relato desse caso e isso deixou a a a Inglaterra ainda mais eh eh sedenta de de conhecimento acerca do espiritualismo. Tanto é que a própria rainha Vitória, a que era casada com príncipe Albert, era um caso de amor assim incrível. Ela adorava o príncipe Albert e quando ele

de de conhecimento acerca do espiritualismo. Tanto é que a própria rainha Vitória, a que era casada com príncipe Albert, era um caso de amor assim incrível. Ela adorava o príncipe Albert e quando ele morreu, ele morreu bem antes dela. Ela quis se comunicar com ele, ela quis se comunicar com o Príncipe Albert. Eu acho eu não sabia dessa história, descobri agora, né? Ela ela foi até um médium e tentou entrar em contato com com seu ex-marido. E ele falou umas coisas ali que só os dois sabiam, ou seja, deixou ela mais ainda eh eh eh eh crente, né, na na existência da da sobrevivência da alma, né? Napoleão ter da França, não é por parte não, é o terceiro. Ele também ele ele era muito curioso sobre o assunto, dizem, né? Isso nunca foi comprovado, mas uma das biógrafas de Kardec disse que ele chamou Kardec para ir no palácio explicar que que doutrina é essa do que vocês falam, como é que é essa história de sobrevivência da alma, né? Napoleão terceira e tantos outros nobres, pessoas ilustres daquele tempo também se interessaram pelo assunto. Como o século XIX foi um período em que a ciência parece que tinha atingido seus píncaros ou todo mundo achava que a ciência era imbatível e e poderia responder todas as questões, eles achavam também que a ciência poderia responder a questão da sobrevivência da alma após a morte. E dessa forma, alguns dos mais notáveis cientistas ingleses daquela época se debçaram sobre assunto, como por exemplo o Sir Oliver Lod. Ele virou Sir depois, mas Oliver Lod foi um dos maiores físicos da Inglaterra no século no século XIX. E ele chegou, ele criou a Universidade de Birmingham, uma cidade, uma universidade famosíssima hoje em dia, foi reitor da Universidade de Birmingham. Ele acreditava na vida após a morte, tinha eh eh estudava sobre o assunto até que o filho dele. Aí começou a primeira guerra mundial 1914. A juventude inglesa foi toda convocada para lutar na França. O filho dele, Raymond Lord, foi chamado. Ele era segundo sargento. E naquela famigerada

ho dele. Aí começou a primeira guerra mundial 1914. A juventude inglesa foi toda convocada para lutar na França. O filho dele, Raymond Lord, foi chamado. Ele era segundo sargento. E naquela famigerada batalha de Ipri, ele veio a falecer como centenas de milhares de jovens ingleses morreram naquele verdadeiro massacre, que foram as três batalhas de Ip na Bélgica. E ele, eh, você olhaod, ele ele entrou em contato com com médiuns que ele conhecia para ter eh notícias de seu filho Raymond. E tem alguns episódios muito interessantes, porque para tentar provar a a a autenticidade, a a a identidade do espírito, perguntaram para ele, Raymonds, eh, cite as suas os seus irmãos e irmãs, porque ele tinha, acho que quatro ou cinco irmãos. Aí ele começou a falar, falar, falar. Aí ele falou um nome que o o o velócio falou assim, falou assim: "Esse aqui não é, não tem nenhum filho com esse nome aqui". E ficou por isso mesmo. Aí quando ele chegou em casa, contou pros filhos dele, olha, eu fui numa sessão mediúnica, o espírito disse que eu pedi para ele citar o nome de vocês e ele citou um nome aqui que eu não sei o que que é isso. E e e os não eram crianças, já eram adultos. Eles falam assim: "Pai, esse era o nome que nós usávamos entre nós para nos comunicar nome secreto. Só nós sabíamos disso, né?" Quer dizer, eh, a gente fica até arrepiado conta um negócio desse, né? É uma comprovação assim de que eh eh algo tava ali dando provas contundentes de que alguma coisa sobrevive após a morte. Tantos outros cientistas também se devoraram sobre assunto. William Crooks, o pai dos raios católicos, que deu origem depois às as aos tubos de televisão. Ele durante muito tempo eles trabalhou com a pesquisou um espírito materializado na sua própria frente, Kate King. E tem um livro sobre o assunto, ele o livro cham Fatos Espíritas. Quem quiser mais informação sobre isso, lê esse livro, um livro pequenininho que ele fala sobre chocou a Inglaterra, porque o William Crooks também era da era um sir, ele tinha o

cham Fatos Espíritas. Quem quiser mais informação sobre isso, lê esse livro, um livro pequenininho que ele fala sobre chocou a Inglaterra, porque o William Crooks também era da era um sir, ele tinha o título de de sã. Eh, a maioria dos cientistas achou aquilo absurdo. Como é que uma pessoa tão tão imponente, tão inteligente, tão vibrante, tá se mexendo com essas coisas? Essas coisas eram espiritismo, era mediunidade. E eles em nenhum momento se retrataram. Todos eles até o final das suas vidas confirmaram a existência da vida após a morte. aceitavam isso. Mas no meio desses cientistas havia também um religioso na Inglaterra chamado, era um reverendo chamado George Veen, que ele, isso bem mais tarde, lá em 1920, ele trabalhou com uma com médium e ele era um sacerdote anglicano da igreja anglicana. A igreja anglicana tinha mais tolerância com esses estudos do que o catolicismo. Sempre foi assim. E o o reverendo Veen, ele escreveu um livro chamado A vida além do véu. Esse livro foi editado pela Federação Espírita Brasileira e é um dos primeiros livros não espíritas que trata dessa questão do que o que acontece com a alma após a morte. Porque ele falava em escolas, ele falava em igrejas no mundo espiritual. Veja bem, a ideia que tinha era muito vaga do que era o mundo espiritual. Ah, os campos elisos, pessoas andando pelo pelo campo, se acodovelando, o purgatório, fogo saindo da terra, as pessoas sendo queimadas num num vaso grande. Era essa a ideia que permeava o inconsciente das pessoas. Mas não, o reverendo falava em escolas. igrejas, deve estar perdido, deve estar maluco, deve est louco esse reverendo. E ele foi, ele foi estilizado até pela sua própria igreja. Nesse caso, ele teve que praticamente viver de de ajuda dos amigos até o final da sua vida, porque ele foi e eh isolado da da dos outros religiosos. Mas o que nós vimos até agora foram religiões que não aceitavam a reencarnação, né? As os destinos tá tá definido, inferno, céu, purgatório. Não se falava em reencarnação. E no, enquanto essas

giosos. Mas o que nós vimos até agora foram religiões que não aceitavam a reencarnação, né? As os destinos tá tá definido, inferno, céu, purgatório. Não se falava em reencarnação. E no, enquanto essas coisas aconteciam na Inglaterra, em 1857, Kardec lança o livro dos espíritos. Às vezes eu eu me paro para pensar assim, qual teria sido assim a a maior contribuição do espiritismo pra humanidade? Porque não foi a reencarnação. Kardec mesmo fala isso. A reencarnação era uma tradição, era um conhecimento antigo. Vinha lá dos dos lá da Índia, daquelas das regiões mais distantes do mundo, ali que que a reencarnação tinha surgido entre os egípcios. também tinha algum tipo de reencarnação um pouco misturado com com tem psicose. Eh, os romanos também uma ideia meio vaga, mas não foi a reencarnação. Para mim, na minha isso é uma opinião minha, né? Eu acho que a grande contribuição de Kardec foi ter mostrado paraa humanidade o que é o mundo espiritual e suas relações com o mundo físico, porque aí tudo começa a fazer sentido. aquelas aqueles espíritos que a gente que que os médios viidentes vêm andando pelas ruas, agentes sofrimento, agentes alegres, tudo isso tem um sentido agora, tudo se encadeia dentro de um corpo filosófico. Afinal de contas, a doutrina espírita é doutrina porque ela se fundamenta em aliceces, né, na crença em Deus, na sobrevivência da alma, na na mediunidade, por aí vai. Essa fase, vamos dizer assim, a fase espírita que trata da da do que acontece com a após morte, ela é riquíssima. E mesmo assim, Kardec, ele só pode ir até certo ponto. Daqui a pouco nós vamos ver porque que não pode ir além, porque o conhecimento, a verdade, ela é revelada pouco a pouco. As pessoas têm que estar preparadas para aquele conhecimento. Imagina falar sobre eh matéria vira energia em pleno século XV, você é queimado vivo. Eu falasse algo parecido com isso. Então, as coisas vêm pouco a pouco. Mas o que que Kardec trouxe tão importante? Esse conceito de espíritos errantes. A palavra errante aqui dá a

ocê é queimado vivo. Eu falasse algo parecido com isso. Então, as coisas vêm pouco a pouco. Mas o que que Kardec trouxe tão importante? Esse conceito de espíritos errantes. A palavra errante aqui dá a sensação de que é um espírito fica vagando que nem aqueles lá no na mitologia grega, né? Mas não para Kardec, um espírito errante, ele é apenas um espírito entre dois e e entre duas reencarnações. É claro que a gente a gente não pode falar em espírito errante no na tradição católica, na tradição anglicana, porque a gente não aceita a reencarnação, mas nós aceitamos a a reencarnação. Esse período, então entre uma encarnação e outra é que nós chamamos de erraticidade. falam na palavra erraticidade e e Kardec antes mesmo da questão é 220 na 200 começa 200 e 223 ele na introdução do livro dos espíritos ele já adverte o o o leitor do que vai do que ele vai encontrar. Os espíritos não encarnados ou errantes não ocupam uma região determinada e circunscrita. Eles estão por toda parte, no espaço e ao nosso lado, vendo-nos e nos acotovelando sem cessar. É toda uma população invisível que se movimenta ao nosso redor. É como aquela população, né, que Luiz Pasté eh revelou pra humanidade. Pastel, o grande eh, fisiologista francês, mostrou usando microscópio que havia uma multidão de micróbios no nosso ar que a gente não vê. não sente, mas está ali e é responsável pelo pela fabricação da cerveja, eh pelas por algumas doenças. Eles estão aqui, mas a gente não vê. Da mesma forma, espírito, é como a Cadec falou, estão se cotovelando em nossa volta, nós não os vemos por uma razão, nós não os vemos. Qua mais confusão do que nós já temos, mas eles estão aqui nesse momento e nas nossas casas, nas ruas, estão em toda parte. Eu vou fazer um resumo do que eh do que Kardec fala exatamente sobre nesse capítulo sobre espíritos errantes. Bom, primeira, em primeiro lugar, a tem que dizer o seguinte: no mundo espiritual existem existem três estados espirituais. Os espíritos errantes, somos nós, espíritos medianos, espíritos

os errantes. Bom, primeira, em primeiro lugar, a tem que dizer o seguinte: no mundo espiritual existem existem três estados espirituais. Os espíritos errantes, somos nós, espíritos medianos, espíritos puros. Esses não precisam reencarnar, mas estão lá. E também existem espíritos encarnados. Pouca gente sabe disso, mas um espírito encarnado, ele em desdobramento ele ele, o espírito dele tem a tem um capítulo chamado emancipação da alma. Nós vamos tratar mais tarde emancipação. Em que Kardec fala sobre isso, em que o espírito pode ir para algumas regiões do mundo espiritual. E como é que você distingue um espírito encarnado de um desencarnado? Por um cordão que ele tem. O espírito encarnado está ligado ainda ao corpo físico por um cordão que para aqueles que têm a vidência, eles vêm esse eh esse o verdadeiro cordão umbilical que une os espíritos encarnados ao seu corpo. Então são esses três tipos de espíritos que existem no mundo espiritual. Em primeiro lugar, número um, há espíritos de diferentes classes, ou seja, na erraticidade existem espíritos de classe inferior, sofredores, há espíritos comuns e há espíritos puros. Só, ou seja, não é um sinal de inferioridade você estar na errade, não. E os espíritos puros, eles não só não precisam reencarnar, mas eles podem ficar ali entre os espíritos errantes, ajudando-os como é da vontade deles. Eles querem ser úteis, eles querem ajudar o seu próximo. Como da mesma forma que nós ajudamos aqueles que precisam de uma ajuda aqui na terra, eles no mundo espiritual ajudam aqueles que precisam voltar pra terra. Esse o ponto um. O ponto dois, quanto tempo se fica na eraticidade? Não há uma fórmula, não há um tempo fixo para isso. Alguns espíritos quando desencarnam, às vezes reencarnam com horas depois, mas isso é raríssimo acontecer. É muito raro. Há uma perturbação na hora da morte. O espírito é é como ele com como quando a gente sai assim de um voo meio turbulento, a gente fica meio tonto. Então os espíritos precisa de um tempo

É muito raro. Há uma perturbação na hora da morte. O espírito é é como ele com como quando a gente sai assim de um voo meio turbulento, a gente fica meio tonto. Então os espíritos precisa de um tempo para se recuperar. Então é muito raro um espírito e eh ficar poucas horas na raticidade já reencarnar. Raríssimo, exceção isso. A maioria dos espíritos fica, vamos dizer assim, a uma média de 30 anos nossos anos. Se bem que a a percepção de tempo para eles é diferente da nossa, completamente diferente. Não dá para eu dizer eh o a sensação deles, mas para nós seria uma média assim de 30 anos. Alguns podem ficar séculos na raticidade. Isso depende de cada espírito, depende do seu livre arbítrio, depende do seu estado de eh eh de espiritualidade, enfim, de uma série de fatores. Então, não há uma uma um quantidade assim fixa de tempo que ele fica na na erraticidade. Bom, e o estado espiritual deles, desses espíritos crrantes, ah, no espiritismo a gente diz que as portas ah de entrada no mundo espiritual são o número de portas é tão grande quanto o número de portas para te reencarnar. Significa o quê? Não há um desencarna igual ao outro. Mesmo entre os países, entre as culturas, a desencarnação pode ter suas nuances. A eleticidade de de uma da cultura chinesa, de pessoas são de origines talvez seja diferente da da norte-americana. Se a alma acredita que ela depois da morte vai encontrar um templo, as margens de um riacho de águas calmas, onde vai ver uma figura do Buda, é isso que ela vai encontrar. É isso que ela vai ver. Da mesma forma, o católico que espera encontrar uma imagem também de uma igreja com altar, tudo, ele vai encontrar isso. O que é bom para nesse período de transição é ele não levar aquele choque. Então os espíritos têm essa essa esse cuidado para que cada cultura seja recebida de acordo com seus valores. Eventualmente todos eles um dia vão perceber que existem valores ainda superiores a tudo aquilo que nós imaginamos seja que seja eterno. Existem coisas realmente eternas que nós não

com seus valores. Eventualmente todos eles um dia vão perceber que existem valores ainda superiores a tudo aquilo que nós imaginamos seja que seja eterno. Existem coisas realmente eternas que nós não conseguimos vislumbrar ainda. Mas é e isso eu quero dizer que com relação às portas de entrada. E outra coisa, a gente entra no mundo espiritual como nós saímos daqui. Quer dizer o quê? Ninguém melhora espiritualmente morrendo. Se você é ruim, se você é bom, você lá vai chegar ruim ou bom. A morte não é nenhuma transformação, não. Do ponto de vista moral, você continua exatamente como você saiu daqui. Então, é esse é um ponto eh eh muito importante, porque dependendo do estado em que você sai aqui da nosso planeta, você pode sofrer eh perturbação no mundo espiritual. Se você for uma pessoa desequilibrada, eh, eh, eh, com muito ódio, ou então um suicida, às vezes ele chega no mundo espiritual esperando uma coisa, o suicida, por exemplo, ele quer acabar com o sofrimento dele, matando-se, se matando. Mas quando ele se encontra no mundo espiritual, ele fala: "Meu Deus do céu, eu quis me matar, mas eu tô vivo ainda". A maioria das pessoas, dos espíritos, às vezes nem sabe que morreram. Eu vou citar outro filme aqui, né? O Ghost, né? O Ghost também é uma cena assim quando ele morre, né? Hoje é o dia de nem citar filmes, né? O Gost é outro que gostar. Quando aquele personagem lá, o esqueci o nome dele, eh eh Paz, agora, o nome do personagem que ele faz, não tô lembrado agora, quando ele morre ele, ele tenta conversar com as pessoas, ninguém responde a ele. E aí que ele percebe que tem alguma coisa errada no mundo. O mundo tá errado, não é ele não. Aí que ele se toca aqui. Inclusive, tem algumas cenas do filme, por exemplo, aquele aquele espírito que tá no no no trem, aquele é típico de um espírito ainda pegado à terra. Aquilo existe mesmo. Existe mesmo. Porque como eu falei, a gente entra no mundo espiritual como nós saímos. As pessoas que têm vícios em jogo, em bebida, em droga,

de um espírito ainda pegado à terra. Aquilo existe mesmo. Existe mesmo. Porque como eu falei, a gente entra no mundo espiritual como nós saímos. As pessoas que têm vícios em jogo, em bebida, em droga, sexo, seja lá o que for, no mundo espiritual, como elas não conseguem saciar isso, não existe um cassino no mundo espiritual, uma Las Vegas no mundo espiritual. Então, elas vão procurar isso na Terra. Se vocês querem saber que tipo de entidade eh eh eh convive nesses meios, é só ver o estado desses espíritos e eles ali eles incentivam os encarnados a continuarem no vício, para alimentar seus próprios vícios. Eles precisam disso. Aí chega aques, isso leva até aqueles casos mais assim, ah, lamentáveis de de parasitismo. É um verdadeiro parasita, né? O espírito vira um parasita da pessoa. É, mas a gente tá falando só de defeitos, de vícios. Mas as pessoas boas, as pessoas que tiveram uma vida tranquila, de bem, leve, elas chega no mundo espiritual de outra forma. Elas vão reencontrar os seus antigos parentes, talvez vão ser recebidos pessoas ali eh com sorriso no rosto. Elas vão estar num lugar mais tranquilo após o período de de perturbação terminar. Elas vão poder se dedicar a vários a a temas. É completamente diferente, né? No livro Céu Inferno de Aran Kardevec, o livro quase todo ele eh são depoimentos espíritos após a morte. E esses depoimentos mostram a na verdade a a Kardec começou a a interrogar os espíritos sobre o estado em que eles se encontravam no no no pós-me. Ele começou a fazer uma análise, vamos dizer assim, psicológica. A psicologia nem tinha, não existia ainda. A psicologia só foi existir lá pelo 1870 e poucos. Tô falando 1860, 10 ou 20 anos antes da psicologia. E ele publicava esse material num jornal chamado Revista Espírita ou Jornal de Estudos Psicológicos. Eu falei para vocês, não havia disciplina psicologia, mas a palavra psicologia para para Kardec era o estudo da alma, porque tem psicólogo que nem aceita a alma. A psicologia é mais um estudo do

icos. Eu falei para vocês, não havia disciplina psicologia, mas a palavra psicologia para para Kardec era o estudo da alma, porque tem psicólogo que nem aceita a alma. A psicologia é mais um estudo do comportamento do do ser humano, mas nem todo psicólogo acredita na alma, mas Kardec acreditava. Então é jornal de estudos que vem de psique, que é a alma. Então o céu e inferno é é um é um bom terreno para vocês lerem mais sobre o estado dos espíritos após a morte. Os espíritos podem evoluir na erraticidade. Olha, a erraticidade é o momento que o espírito para para ponderar no que ele fez, no que ele deixou de fazer e mais importante no que ele poderá fazer no futuro. Ele pode evoluir se ele vai, ele vai estudar. Existe escolas. Imagine é o o você ter aulas com os grandes mestres. talvez um filósofo da da antiguidade dando uma aula sobre filosofia. Eh, enfim, você pode se aprimorar em alguns temas que são eh eh importantes para você, se você se engrandece ali, mas os espíritos são unânimos em dizer, certo? Você vai estudar, vai aprender, vai se preparar para pra próxima vida, mas a evolução só se se concretiza quando vocês voltarem pra Terra. Porque é aqui que é é o palco onde nós vamos provar realmente se nós aprendemos ou não as lições do infinito, as lições de amor, do do bem, né? Karadec fala, ele pode melhorar bastante, sempre conforme sua vontade, seu desejo, mas é na existência corporal que ele põe em prática as ideias que tem adquirido. Então é aqui seria muito bom, né, evoluir na erraticidade. Eu é que eu queria me perguntar, quer evoluir aqui na terra ou na erticidade? crava aí na retricidade aqui. Eu tenho que pagar imposto, tenho que fazer isso, aquilo, tem que vestir roupa, tem que comer. Na retidade não tem nada disso, né? E onde é que fica essa ericidade? Existe um local fixo lá em cima? Lá em cima é a expressão de de dizer, né? Porque na verdade os espíritos estão aqui em nossa volta, em todo o em volta do nosso planeta. Existem alguns locais que os espíritos

m local fixo lá em cima? Lá em cima é a expressão de de dizer, né? Porque na verdade os espíritos estão aqui em nossa volta, em todo o em volta do nosso planeta. Existem alguns locais que os espíritos se unem por afinidade. Por exemplo, Allan Kardec, né, desculpa, a André Luiz fala do nosso lar. Nosso lar espíritos se reúnem ali, né? Todo mundo conhece a história do nosso lar, virou até filme, né? Nós chamamos isso de mundos transitórios. Então, nesse nesses mundos transitórios, as inteligências são agrupadas. para são verdadeiras oficinas de aprendizado onde as pessoas podem ter estudos de filosofia, de moral, de religião, tudo se preparando para os desafios que vai encontrar na próxima vida. E com relação aos animais, o que acontece com eles após a morte? Eles têm raticidade? Bom, na docina espírita nós aceitamos sim que os animais tenham uma alma, um princípio inteligente. Muitas vezes a gente não pode chamar de alma porque não tá individualizado ainda, mas não há ericidade para os animais. O princípio inteligente que neles habita, assim que eles morrem, é imediatamente incorporado no corpo de um outro animal. Então tem um eletricidade pro pros animais e para algumas almas, vamos dizer assim, algumas pessoas muito pessoas mais selvagens que que não tem contato nenhuma com civilização, eh quando elas desencarnam, elas ficam completamente apavoradas vendo aquelas coisas. Então elas também reencarnam imediatamente. Elas não ficam muito tempo na na erraticidade, elas reencarnam para não ficarem perturbados com aquele deslumbramento que elas vão eh eh enfrentar. Mas de tudo que nós falamos até agora, as melhores fontes sobre a erra anticidade estão nas obras de André Luiz. André Luiz escreveu 13 obras sobre o assunto. Essa série, essa coleção chama-se A vida no mundo espiritual e é formada pelo pelos livros nosso lar, os mensageiros, missionários da luz, obreiros da vida eterna, no mundo maior, libertação entre a terra e o céu, nos domínios da mediunidade, ação e reação, evolução em

ada pelo pelos livros nosso lar, os mensageiros, missionários da luz, obreiros da vida eterna, no mundo maior, libertação entre a terra e o céu, nos domínios da mediunidade, ação e reação, evolução em dois mundos, mecanismos da mediunidade, sexo e destino e a vida continua. dessas obras eu eu destaco duas, é claro, nosso lar em primeiro lugar, mas nosso lar quando foi publicado em 1944, ela causou um choque no movimento espírita. Nem os espíritos estavam preparados. É aquilo que eu queria falar, Kardec não falou tudo. Quando André Luiz e lançou o nosso lar, os espíritas ficaram chocados. Falei: "Não, isso aqui é ficção. Eles só pode estar de brincadeiras que não existe uma cidade com aparelhos que voam. a monumentos, lagos, universidades. Não, o Chico Xavier não pode ser essa coisa toda, né? Com o tempo, as pessoas foram assimilando o nosso lar. Até que em 1957 foi lançado um livro que passou completamente desapercebido pelos pelos espíritas. Foi necessário que Herculano Pires, um filósofo espírita, chamasse atenção dos espíritos, falar: "Olha, em 1957 foi lançado um livro que a gente não deu muito valor. O livro se chama A vida dos mundos invisíveis e foi escrito por um para um para um autor inglês, né, chamado Anthony Borgia, em que ele recebeu ditado de um padre católico. E esse padre católico, monsenhor Robert Hill Benson, ele transmitiu informações para pro Anthony Bcha que batiam com o André Luiz. Então o PR falou: "Olha, aquilo que a gente achava que era ficção científica André Luiz tá lá. Isso, isso é muito importante, porque a maneira pela qual nós espíritos aceitamos alguma revelação para um critério kardequiano, que é a universalidade e a concordância do ensino dos espíritos. Ou seja, uma coisa para nós aceitarmos como atívio, como real, ela tem que ser dita pelo por diferentes espíritos em locais diferentes, sendo que eles não podem se conhecer entre si. Aí a gente pode dizer: "Opa, tem alguma coisa importante aqui". Porque essa essa informação foi dada de forma independente e tá batendo

ocais diferentes, sendo que eles não podem se conhecer entre si. Aí a gente pode dizer: "Opa, tem alguma coisa importante aqui". Porque essa essa informação foi dada de forma independente e tá batendo as coisas. E esse livro nem foi lançado pela pelo uma editora espírita, foi lançado pela editora Pensamento, que é uma editora que vocês conhecem, é uma editora de de livros ocultistas, esotéricos, né? Então, chamo a atenção para vocês desse livro. Se vocês quiserem conhecer mais sobre o assunto, né, leiam as obras de André Luiz, nosso lar. E a segunda obra que eu recomendo para vocês é Missionários da Luz. missionários da Luz. Ele vai, André Luiz, vai descrever como é que esse processo, todo o processo antes, durante e depois da reencarnação de Kardec, é claro, não entrou em maos detalhes ali, mas André Luiz fala, ele presencia o o o a preparação de um espírito para se reencarnar, ou seja, tá na eridade entre uma encarnação e outra. E nós estamos vendo isso e outros livros André Luiz no mundo maior eh eh a vida continua, ele fala daqueles grandes espios que vêm ao nosso planeta ajudar os desencarnados, desculpa, ajudar os encarnados a não cairem, porque eles sabem o o o os problemas que acontecem na no mundo espiritual, daqueles que persistem no erro, que não querem, que são orgulhosos, são egoístas, enfim, aqueles valores que nós conhecemos muito bem, que nos prendem a à matéria, né? Eh, para finalizar, eu queria só apenas é citar um citei tantos livros hoje, né? E por que não citar o modo de todos os livros, que é a Bíblia, né? Em Hebreu, Paulo aos Hebreus, ele di, ele diz o seguinte: "Portanto, nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo embaraço e o pecado que de tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta". Ou seja, Paulo exorta aos seus irmãos hebreus a a correrem para alcançar sua felicidade, para alcançarem a sua plenitude espiritual e junto eh eh porque estamos rodeados de tão grande

está proposta". Ou seja, Paulo exorta aos seus irmãos hebreus a a correrem para alcançar sua felicidade, para alcançarem a sua plenitude espiritual e junto eh eh porque estamos rodeados de tão grande nuvem de testemunhas. Alguns interpretam essa esse nuvem essa nuvem de testemunhas como os espíritos que estão em nossa volta. Uns querendo bem, outros querendo mal, mas eles estão ali. Lembre-se de uma coisa, eles, nós seremos eles, ó, daqui a pouco, nós seremos espíritos errantes. E quando nós entramos no mundo espiritual com conhecimento, com com a alma leve, tudo fica mais fácil. E eu acho que essa é é uma uma é um aspecto moral que o espiritismo tem e que diferencia ele de outras religiões. É. preparação pro outro lado da vida, preparação para a morte, não só do equilíbrio, mas em termos de atitudes também que vão nos levar a termos uma uma posição mais privilegiada no mundo espiritual. Não, privilégio não quer dizer aqui aqui de luxo, não, porque os espíritos puros não tem privilégio não. O privilégio deles é dormir em paz com a sua consciência. Que Jesus nos abençoe nos ampare hoje e sempre. Fernando sempre traz muito conteúdo, a gente fica aquela vontade de comentar tudo, né? Vamos ser sucintes. Eh, reencarnação. Nós temos dito que a gente na doutrina espírita e algumas sociedades esotéricas iniciáticas estão trazendo de novo esse assunto para o ocidente, que como o Fernando já disse, no Oriente Índia, por exemplo, é um assunto já de 7.000 anos. Ninguém para para falar de reencarnação, ninguém perde tempo com isso. Nós no Ocidente que ainda estamos tentando voltar a esse entendimento. Eh, você fala uma coisa muito certa, né? As ilhas britânicas, galeses, escoceses e irlandeses, eles adoram fantasmas. Tanto que tem a festa do Halloween. É uma festa americana inspirada na tradição inglesa, que é uma tradição céltica Halloween. A Igreja Católica adaptou, vez de falar de fantasma, criou o dia de todos os santos, depois criou o dia de finados. Aí ela onde tinha essa essa festa,

ão inglesa, que é uma tradição céltica Halloween. A Igreja Católica adaptou, vez de falar de fantasma, criou o dia de todos os santos, depois criou o dia de finados. Aí ela onde tinha essa essa festa, digamos, pagã no sentido de tradicional, pré-cristã, a Igreja Católica criou o dia de todos os santos, mês de novembro e o e o dia dois de finados, que é quando esse pessoal comemora o encontro dos mortos com vivos. É uma invocação coletiva. No Halloween, em tese, você está comunicando-se com os mortos, as almas errantes. E os ingleses sempre tiveram isso. A gente já quant quantos nós já assistimos filmes de casa malsombrada inglesa, castelo malsombrado inglês. E Fernando, existe um outro país onde os fantasmas existem. Japão. A minha a minha terrinha lá a gente chama de obqueu, um termo genérico, a literatura fantasma. O Japão também tem essa tradição, tanto que tem uma peça de ukiimas chamada senhora oi. Eu montei essa peça em Brasília academicamente porque não podia ter bilheteria por causa de direitos autorais. A senhora a Oi é o caso em que um casal, né, a esposa desencarna, falece e o rapaz casa novamente. A mulher não aceita o segundo casamento e ela vem. É igual um pouco eh Hamlet e Macb, né, de Shakespearee, a senhora. Então, no Japão também existe. Aliás, o fantasma o baquê no Japão é uma coisa assim do dia a dia. A cultura é premiada disso, não se afasta disso. É uma realidade, não se discute até. Enfim, é muito interessante. E aí, Fernando, nesse ponto que nós falamos de espíritos errantes, é que entra a obra de André Luiz. Você coloca no seu entender que Kardec é o a reencarnação não é o um privilégio da doutrina espírita, porque ela apenas replica algo de 7000 anos atrás dos Vedas, né? O panixades, Vedas, etc. Mas você diz que o estudo da vida após morte com a reencarnação é um privilégio ou a contribuição maior da doutrina espírita. E e André Luiz por meio de Chico, vem nos trazer essa quarta revelação desse ponto que vem para mim a obra de Chico nasce nesse

encarnação é um privilégio ou a contribuição maior da doutrina espírita. E e André Luiz por meio de Chico, vem nos trazer essa quarta revelação desse ponto que vem para mim a obra de Chico nasce nesse momento. Kardec não conheceu o que nós conhecemos com a obra de André Luiz. Eu me lembro da dessa questão do Chico da de Chico Xavier, o pessoal dizer: "Calma, Chico, acho que você tá exagerando, né? falar de aeróbos, um veículo que um trem que voa. Gente, o aeróbus nada mais é hoje hoje na ciência do que o supercondutor. Aquela refração de de polos magnéticos, né? Eles eles se repelem, então gera levitação. Chicos falou disso. Quando foi o nosso lar? 44 44, que foi na época da guerra. Então é tudo isso, é o universo. A ciência caminha muito onde a doutrina espírita já passou. Ela só vem corroborando. Ela vem atrás corroborando, trazendo com a famosa física quântica e outros aspectos aí. Então, gente, é um estudo fantástico e o objetivo é abrir, a gente desenvolver-se, assimilar e juntar juntar peças. Quando você tem uma palestra como a como essas da quarta-feira, você junta peças de coisas que você já aprendeu na vida, que já viu em algum momento, você vai juntando, formando um todo, como se fosse um quebra-cabeça que vai fazendo sentido para nós. E o objetivo é esse. Teve um negócio importantíssimo que eu esqueci de falar para vocês. Eu não podia sair sem falar isso. O nome do personagem do PX Wing Ghost era Sam. É porque ele assistiu esse filme há mil vezes. Eu conheço Fernando. Gente, avisos rápidos aí na frente já está o pessoal do nosso lar vendendo ingresso pra festa junina, tá? Ela vai ser no dia 1eo de junho, domingo. Colaborem, vão, participem. Se não for, compra bastante ingresso e dei para quem precisa, porque essa festa que sustenta a obra nosso lar. Não é o a cidade no alendão, tá? é o é a Casa Lar, o Farnato, o abrigo de crianças em risco social e crianças também enfermas que ficam abrigadas em Brasília até terminar o tratamento. Essa festa sustenta esse

cidade no alendão, tá? é o é a Casa Lar, o Farnato, o abrigo de crianças em risco social e crianças também enfermas que ficam abrigadas em Brasília até terminar o tratamento. Essa festa sustenta esse projeto que é um projeto da comunhão desde 64, 65, né, que vem fundação do nosso lar. E outra coisa, o frio chegou, tiver roupa lá em casa que vocês não estão usando, roupa de inverno, trago paraa comunhão, por favor. São 150 famílias cadastradas na campanha Alfa de Souza, tanto quanto o pessoal que vem aqui na sexta de manhã. Você já viram aqui no fundo que tem banheiro, cozinha, saindo aqui não tem um um recanto. Se vocês vierem amanhã, quinta-feira à noite, vocês vão ver lá no fundo da comunhão gente dormindo, formando uma fila na noite, de quinta para sexta. E na sexta há um atendimento dos moradores de rua. Alguns até já saíram da rua, inclusive, porque não é só um banho, uma barba, um alimento, é um bate-papo, é uma valorização do ser humano. Comunão já recebeu uma carta aqui de agradecimento de alguém que conseguiu, por essa semente plantada, se reintegrar a sua família e voltar a uma vida, digamos, mais plena em sociedade. Então, vindo à comunhão, se tiver fechado ota de Souza, deixa lá na portaria dos nossos vigilantes. Pessoal, o horário já deu, é isso. Um grande abraço e a gente se vê na quarta-feira que vem. Vão em paz em nome de Jesus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma

m, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal.

s hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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