LETARGIA. CATALEPSIA. MORTES APARENTES - QUESTÕES 422 A 424 - Fernando Torres[O LIVRO DOS ESPIRITOS]
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buscando a ti. Obrigado. A comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver do >> Olá pessoal, tenhamos uma boa noite na companhia dos irmãos que nos acompanham pela TV e rádio comunhão. E como esse trabalho é gravado, registrado, que os irmãos que assistirem oportunamente pelas redes sociais, como em ontem cinco redes sociais, receba igualmente o nosso abraço e os nossos votos de uma noite de com saúde, serenidade e segurança. Avançamos no estudo de O Livro dos Espíritos. Lembramos que na semana que vem não estamos aqui, porque a semana inteira, desde o dia 20 até o sábado, será um um seminário especificamente sobre o tema envelhecimento, pautando na qualidade de vida do velho, do idoso, tanto quanto só autonomia, enfim, aspectos, né, que a doutrina traz, a ciência espírita traz para que a qualidade de vida do ser humano seja plena em todo em todo o seu caminhar durante uma passagem pela Terra. haverá oportunas reflexões, sobretudo para combater visões distorcidas que nós temos sobre a idade, a velice, que provavelmente podem até nos minimizar em termos de capacidade de seres na terra em trabalho, em aprendizado e em crescimento. É, na leitura preparatória de hoje, nós vamos ver um trecho onde Kardec faz o resumo da doutrina dos espíritos. Nós vamos ler as partes iniciais, que é sempre bom repassar conceitos que nós já estudamos ao longo deste estudo, deste desta temporada, mas que resumidamente podem ficar mais destacados para a nossa percepção. No resumo, nós vamos ler um trecho inicial que diz assim: Deus é eterno, imutável, imaterial, único, todo poderoso, soberanamente justo e bom. Criou o universo que compreende todos os seres animados e inanimados, materiais e imateriais. Os seres materiais constituem o mundo visível ou corporal, e os seres imateriais, o mundo invisível ou o espírita, ou seja, dos espíritos. O mundo espírita é o mundo normal,
s, materiais e imateriais. Os seres materiais constituem o mundo visível ou corporal, e os seres imateriais, o mundo invisível ou o espírita, ou seja, dos espíritos. O mundo espírita é o mundo normal, primitivo, eterno, preexistente e sobrevivente a tudo. O mundo corporal é secundário, poderia deixar de existir ou nunca ter existido sem alterar a essência do mundo espírita. Os espíritos revestem temporariamente um invóloco material perecível e sua destruição pela morte os devolve à liberdade. Por que esse trecho que nós lemos? Para falar sobre a liberdade que o espírito tem sem o corpo, que é o que nós estamos estudando aqui, a emancipação da alma, que nos remete a compreender que mesmo encarnados com o corpo físico, nós temos momentos, oportunidades de liberdade como espíritos. Então, nós já vimos o sono e os sonhos, onde o espírito se desdobra, se comunica. Visitas espíritas entre vivos desdobrados. A gente pode perceber os espíritos ao redor de nós. A transmissão oculta do pensamento que nós vimos na no encontro passado como espírito, fonte constante de pensamento, de irradiações, de ideias, a gente fica num constante intercâmbio eterno, inclusive nunca se cessa. E hoje Fernando Torres fala da letargia, catalepsia, morte aparente. Ou seja, a capacidade que algumas pessoas têm, né, Fernando, de levar essa emancipação um pouco mais a fundo. Mas isso ele vai expor para nós. Vamos então unidos em paz, agradecemos a Deus por este encontro, essa noite de estudo, de aprendizado, de renovação, também de tratamento. Nós que aqui estamos presentes ou sintonizados com esse trabalho, receberemos e estamos recebendo desde já muito da espiritualidade em nosso benefício, conforme as nossas necessidades. Agradeçamos a Jesus, nosso mestre amado, que nos reúne, porque estar aqui, estudar a doutrina dos espíritos, é, de certa forma, responder a um chamado, talvez até silencioso, mas um chamado de Cristo que nos oferece o seu evangelho rede vivo, atualizado no sentido de trazido para o nosso tempo, como foi no
, é, de certa forma, responder a um chamado, talvez até silencioso, mas um chamado de Cristo que nos oferece o seu evangelho rede vivo, atualizado no sentido de trazido para o nosso tempo, como foi no começo, para que nós possamos beber da fonte da água da vida. sem distorções, sem mentiras, sem falhas, sem adulterações que possam nos eventualmente causar prejuízo. e aos mentores amigos que sob o comando de Cristo e em nome de Deus nosso Pai trabalham incessantemente para que nós possamos alcançar esse desiderato de encontrar a verdade, de viver a verdade, de nos transformar na verdade, crescer na verdade e sermos felizes, porque não existe felicidade longe da verdade. Agradecemos a Bezer de Menezes que guarde essa casa e todos seus trabalhos. Ismael na coordenação do da construção do Brasil e da nossa querida nosso querido instrutor Alexandre, irmão querido, que junto com Neusa Analon, né, que o escolheu para ser patrono do nosso grupo. Esse trabalho tem sido conduzido já há em torno de 29 anos. que esses irmãos nos inspirem a seguir adiante para que esse aprendizado seja compartilhado cada vez mais por mais e mais pessoas, sobretudo agora com as redes sociais. Sigamos adiante no caminhar, o aprender nunca se f. Então, na noite de hoje, nosso irmão Fernando Torres nos traz o tema letargia, catalepsia, morte aparente, dentro desse estudo da emancipação da alma, o espírito encarnado que pode exercer a sua liberdade natural de espírito. Meus amigos, boa noite. Eu, antes de começar a palestra, eu queria fazer uma uma referência, né, ao dia do professor hoje, né, a todos os professores que estão aqui presentes ou que estão nos assistindo pela internet e que gostam do que fazem, né, a palavra do espiritismo a respeito desse assunto, né, desse desse verdadeiro sacerdócio que é ser professor, né, eu queria ler rápido. rapidamente um trecho aqui do livro dos espíritos, porque Kardec era um professor também, ele tinha até um educandar em Paris. ah, tinha uma pedagogia bastante eh eh
ofessor, né, eu queria ler rápido. rapidamente um trecho aqui do livro dos espíritos, porque Kardec era um professor também, ele tinha até um educandar em Paris. ah, tinha uma pedagogia bastante eh eh influenciada por por Pestalose, que estudou na na Suíça e tudo. E mas Kardec, quando ele fala sobre educação, ele vai além daquilo que nós entendemos como educação. Ele diz o seguinte: "Há um elemento que se não costuma fazer pesar na balança e sem o qual a ciência econômica não passa de simples teoria. Esse elemento é educação, não a educação intelectual, mas a educação moral. Não nos referimos, porém, à educação moral pelos livros, e sim a que consiste na arte de formar os caracteres, a que incute hábitos, porquanto a educação é o conjunto dos hábitos adquiridos. Considerando-se a aluvião de indivíduos que todos os dias são lançados na torrente da população, sem princípios, sem freio, entregues a seus próprios instintos, serão de espantar as consequências desastrosas que daí decorrem. Quando essa arte for conhecida, compreendida e praticada, o homem terá no mundo hábitos de ordem e de previdência para consigo mesmo e para com seus, de respeito a tudo que lhe é respeitável. Hábitos que lhe permitirão atravessar menos penosamente os maus dias inevitáveis. A desordem e a imprevidência são duas chagas que só uma educação bem entendida pode curar. Esse é o ponto de partida, o elemento real do bem-estar, o penhor da segurança de todos. Essa frase dita há c mais de 150 anos atrás, ela está atualizadíssima e é um estímulo para aqueles que trabalham na educação como os professores. Mas vamos voltar ao tema de hoje, que é catalepsia, letargia e morte aparente. E eu queria começar a palestra e citando uma região da França que é muito conhecida ah pelos seus vinhos. A região de Bordô na França, é uma cidade eh Bordô é uma cidade, na verdade, uma cidade medieval que ela é cortada para um rio chamado rio Garona. E nessa região de Bordô é onde se faz os vinhos mais emblemáticos da França, como eu
uma cidade eh Bordô é uma cidade, na verdade, uma cidade medieval que ela é cortada para um rio chamado rio Garona. E nessa região de Bordô é onde se faz os vinhos mais emblemáticos da França, como eu disse, mas não é só a produção de vinho que fez de Bordô uma localidade de de interesse cultural mundial, né? é que lá também existe uma basílica muito importante, a basílica chamada San Michel, que foi constituída no século XV e é considerada patrimônio da humanidade. E nessa basílica, no século XVI, 1791, ah, foram achados algumas múmias na igreja e fizeram, e essas múmias estavam tão bem conservadas que as pessoas da época não viram que não haveria nenhum problema fazer uma exposição dessas múmias. eram 74 múme e elas foram colocadas na forma de um círculo. E isso atraiu muito a atenção das pessoas, né? As pessoas as gostam dessas coisas assim meio macabras, né? Que chama atenção ao círculo do do dos horrores, né? Então, muitas pessoas foram atraídas para essa exposição eh vamos dizer assim, macabra, né? ah, não só pessoas comuns, mas intelectuais da época, como por exemplo, Víor Hugo visitou essa exposição, Gustavo Lobert, Teófle Gutier e algumas pessoas recomendaram que Kardec visitasse também essa exposição por uma razão ah muito simples, não era por alguma curiosidade mórbida, mas porque uma das múmias tinha uma expressão estranha, diferente das outras, era uma expressão de alguém tivesse sido enterrado vivo. E Allan Kardec foi nessa exposição. E o relato desse dessa visita e das consequências ah dessa visita, ele relatou na revista Espírita de 1862 um artigo intitulado O mistério da Torre de São Michel de Bordô. E ao longo da palestra eu vou volta e meia vou retomar a esse assunto, né? Porque tá está relacionado com a morte, está relacionado com uma uma um sentimento humano que é dos mais antigos, que é o sentimento do é o medo da morte. Todo mundo, de certa forma, pode dizer que não tenha, mas no fundo tem algum medo da morte e que não é nenhum problema em relação a isso do ponto de
s antigos, que é o sentimento do é o medo da morte. Todo mundo, de certa forma, pode dizer que não tenha, mas no fundo tem algum medo da morte e que não é nenhum problema em relação a isso do ponto de vista espírita, porque o medo da morte é um sentimento instintivo. Nós temos um instinto de sobrevivência, logo nós não queremos morrer e nós fazemos de tudo para não morrermos. Mas ainda assim, mesmo tendo esse aspecto natural, é uma coisa inevitável, todos nós vamos ter que passar por isso, nós ainda temos um medo ancestral da morte, tão ancestral que alguns chegam a afirmar que o medo da morte é a pedra inicial sobre a qual se fundamentou toda a cultura humana. Se fomos atrás um tempo, vamos ver que as culturas mais primitivas tratavam da morte, o enterro das pessoas decentemente, não entreixar os corpos a a aos elementos, a a pinturas, a arte rupestre, ela volta e meia fala sobre a morte, sobre o que nos espera após a morte. E esse medo talvez seja tenha sido até maior do que o medo que as pessoas sentiram durante a inquisição. Ou então aqueles ah cristãos que foram ah que morreram em holocausto nos circos de de Roma. Existe até um um nome para esse tipo de fobia. Chama-se tanafobia. Desculpa, tanatofobia, o medo da morte. E ele só existe porque as pessoas não temam, elas têm a tendência de não considerar a morte como algo natural. para elas é uma é uma algo inusitado, é um acidente no percurso, era algo que não deveria existir, porque a vida é tão bela, a gente tem inteligência, a gente tem uma capacidade de compreensão bem maior que os animais, a gente não merecia morrer. Então, as pessoas não aceitam isso. E elas não aceitam por diversos motivos, né? Umas não aceitam porque elas têm medo da dor, que pode acontecer na hora da morte. Outras não aceitam por causa da solidão, porque elas têm medo de morrer sozinhas, sem nenhum apoio, sem nenhum parente em volta. Outras têm medo por causa de uma perda, né? Ela tem medo de perder os entes queridos, os amigos, as coisas que eram
que elas têm medo de morrer sozinhas, sem nenhum apoio, sem nenhum parente em volta. Outras têm medo por causa de uma perda, né? Ela tem medo de perder os entes queridos, os amigos, as coisas que eram importantes na vida. Alguns têm medo da incerteza, porque elas não sabem o que acontece depois da morte, se é que existe vida após a morte, mas elas não sabem o que vão encontrar ou então tem uma ideia muito imprecisa do que existe depois da morte. Algumas têm medo do desconhecido, não sabe o que que é o o além da vida, o que é que desespera além da morte. Algumas pessoas têm medo da falta de propósito. Ah, eles temem que a vida não tenha tido propósito nenhum. E quando a gente morre, qual o sentido de tudo isso? Por que nós lutamos? Porque nós vivemos? Porque tanta, tanto sofrimento, tanta dor na vida para depois não se resumir a nada. Algumas têm medo de perder a identidade. É aquela ideia de que quando a gente morre, ele se funde a um amalgama, a um a um coletivo, né? Então perde a nossa identidade. E alguns têm medo, finalmente, alguns têm medos da morte porque tem medo de deixar responsabilidades para trás. Então ficam preocupadas em na manutenção da família, se deixaram tudo correto na na no banco, se fizeram todas as transações que tinham que fazer. Então elas tem vivem com medo disso. Mas seja qual for a a o medo que nós tenhamos da morte, existe um em particular que esse é um verdadeiro terror para maioria das pessoas. Eu acho que é impossível encontrar alguém que não tenha medo disso, que é o medo de ser enterrado vivo. Existe até, algumas pessoas levam isso ao extremo. É até uma é uma é uma condição psicológica chamada de tapefobia. Tapefobia. E por causa desse medo também ancestral de ser enterrado vivo, que uma série de de cultura de de de atividades culturais surgiram ao longo dos anos, como por exemplo na Idade Média. É lá na Idade Média que surge a a instituição do velório. Velório, aquele aquele período de tempo que precede a o enterro da pessoa. Mas
is surgiram ao longo dos anos, como por exemplo na Idade Média. É lá na Idade Média que surge a a instituição do velório. Velório, aquele aquele período de tempo que precede a o enterro da pessoa. Mas na idade média esse esse tempo foi aumentado para que se a pessoa voltasse à vida, ela não fosse enterrada viva. Então a origem do velório é isso. E vamos dar um tempo mais. Será que ela tá mesmo morta? Porque as pessoas não tinham certeza da morte. Na verdade, e séculos atrás, a única certeza que a pessoa tava morta era quando ela começasse a apresentar os primeiros sinais externos de decomposição. Aí sim você poder afirmar, realmente ela tá morta, mas nem isso é suficiente, segundo os critérios atuais para dizer que uma pessoa está realmente morta. Os ingleses no século X7, muito criativos, inventaram o seguinte dispositivo, né? Além do velório, esse colocar fazer um buraquinho no caixão e uma cordinha amarrada no dedão do defunto e na outra ponta do lado de fora do caixão, um cino, uma um um sininho. Então, se a pessoa acordasse dentro, já enterrada e acordasse, ela poderia ainda tocar o sininho, dizendo: "Olha, me socorro, tô aqui dentro, me tire daqui". Daí surgiu a expressão salvo pelo Gongo, muito utilizada no box, né? Quando a pessoa tá apanhando, apanhando, aí toca o gongo aí, salvo pelo Gongo. É daí que vem essa expressão, né? Bom, e é como eu falei, esse medo é generalizado. Tanto é que em 1866, ah, um requerimento foi apresentado ao Senado francês para que esse período de entre a morte e o enterro das pessoas fosse ampliado além dos das 24 horas que normalmente é tinham que ser observadas antes da do enterro propriamente dito. E uma das pessoas que foi à tribuna defender essa essa petição foi ninguém menos que o cardeal Donê. E quando ele leu a sua defesa, ele contou sua própria história, porque ele mesmo tinha sido quase enterrado vivo. Ele teve uma morte aparente e quase foi enterrado vivo. Então ele foi dar o depoimento sobre isso, isso diante do do do Senado
u sua própria história, porque ele mesmo tinha sido quase enterrado vivo. Ele teve uma morte aparente e quase foi enterrado vivo. Então ele foi dar o depoimento sobre isso, isso diante do do do Senado francês. E vários casos naquela época e um pouco tempo depois começaram a pipocar. Porque fiquem tranquilos, esse medo não é só nosso, não de pessoas comuns. As pessoas ilustres, os inteligentes, intelectuais também tem esse medo. Renoar, por exemplo, o grande pintor francês, ele ele o filho dele alertou os médicos que obedecessem a vontade do pai de que fizessem o que fosse necessário para que garantir que a morte fosse verídica antes os processos de enterramento iniciassem. Alfred Nobel, o que foi o pai do do prêmio Nobel, que doou sua fortuna para criar essa instituição chamado Prêmio Nobel, ele também tinha um um pavor de ser enterrado vivo, né? E ele disse: "É meu desejo expresso que após minha morte minhas veias sejam abertas e quando isso for feito e médicos competentes confirmarem nas clausas de morte, meus restos mortais sejam cremados no chamado crematório." Ou seja, ele não satisfeito em cortar todas as veias ainda queria ser cremato para ter certeza absoluta. Alfred Bell. Jorge Washington, presidente americano, ele poucas horas antes de morrer, ele teria dito a sua secretária: "Estou partindo, enterre-me decentemente e não permita que meu corpo seja colocado na cova menos de três dias depois da minha morte". Hans Christian Anderson, para quem não conhece, foi um escritor dinamarquês que escreveu uma série de de contos para fábulas, né? para para crianças. Muito famoso, né? A Pequena Sereia, Soldadinho de Chub, são obras do Hans Christian Anderson. Ele foi uma das pessoas mais que tinham mais medo da morte. Ele ele no dia da sua morte ele implorou a sua amiga Doroteia que cortasse suas veias após ele dar o último suspiro. E Chopão, o grande músico, ele foi além. Ele pediu que ele já tava cheio de dívidas, uma levando uma vida assim miserável, mas ele pediu ainda que o quando ele
uas veias após ele dar o último suspiro. E Chopão, o grande músico, ele foi além. Ele pediu que ele já tava cheio de dívidas, uma levando uma vida assim miserável, mas ele pediu ainda que o quando ele morresse o peito dele fosse aberto e e o coração extirpado. Hoje em dia as pessoas não precisam fazer tais exigências porque existem técnicas bastante avançadas que com muita segurança e eh são capazes de confirmar a o fim da vida, o término da vida. É um eletrocardiograma, um eletrocefalograma, enfim, a dilatação das pupilas. Ah, tem critérios que são observados antes de declarar o óbito da pessoa, mas ainda assim existem aqueles que têm medo, não confio, pessoas desconfiadas. Eu descobri, por exemplo, na internet que alguns anos atrás um tal de um advogado chamado de, eu tô citando o nome dele porque tá lá na internet, tá lá no YouTube a reportagem sobre isso, porque ele tava vivo ainda, não sei se já faleceu, já desencarnou, mas ele tava vivo quando ele deu, fez uma, fizeram uma matéria com ele na televisão e ele ele aqui de Hidrolândia, aqui em Goiás, ele tratou de construir seu próprio túmulo, já antecipando, né, o momento final Ele fez um túmulo, mas é um é um túmulo hight-tech que tem TV, celular, alofalantes, sistema de ventilação e alimentos. Caso ele acorde, já tem o seu, né, seu kit ali para se salvar. Ele pode até servir como kit para alguma ataque nuclear, ele tá salvo ali na no seu no seu túmulo, né? O assunto é, eu sei que é polêmico, eu sei que ele é desagradável de falar, mas ele tem a ver com o tema de hoje à noite, catalepsia, letagia. E como eu falei, a naquele inconsciente das pessoas é é aquele medo persiste e ele também é traduzido na literatura. O Alexandre Dilmar, né, o imortal escritor que escreveu Conde Montecriste, tantas obras famosas, ele tem uma um personagem chamado Abad Farias, que tem crises de catalepsia, que é o tema que vamos discutir daqui a pouquinho, né? E ele tem crise, catalepsia, ele ele entra, ele fica cataléptico, fica catatônico, mas ele
gem chamado Abad Farias, que tem crises de catalepsia, que é o tema que vamos discutir daqui a pouquinho, né? E ele tem crise, catalepsia, ele ele entra, ele fica cataléptico, fica catatônico, mas ele sempre se recupera até que tem uma hora que não aguenta mais, aí ele morre de vez, né? Mas de todos os escritores, talvez o que mais tenha fixado com essa questão da morte, de ser enterrado vivo, né, foi o escritor Edgar Alan Paul, né, ele ele tem vários contos que tratam sobre a morte. Ficou famoso, ficou famoso por causa disso. Por exemplo, um dos mais famosos é a queda da casa de A, que ele tem é uma tragédia de terror, né, onde tem uma bela, uma lei de Madincha. que sofre de catalepsia, ninguém sabe disso, e ela é enterrada viva. Tem um outro conto chamado enterro prematuro. Ele tinha uma fixação com a morte e e é uma a fixação dele é tão intensa que não satisfeito e em escrever contos sobre pessoas que foram enterradas vivas, ele tem um conto chamado gato preto, onde um gato é enterrado vivo. E é o gato que foi enterrado vivo, miando, que denuncia que houve um assassinato ali, que tem um corpo enterrado na parede, né? E no Brasil também. Álvar de Azevedo, eu não sabia disso, escritou Álvar de Azevedo, ele tem uma uma obra chamada Noite da Noite na taverna, que eu eu gostaria até de ler. São contos de de personagens que se encontram num bar após uma orgia. E um e um desses contos é um personagem chamado Sieri, que tá em Roma, que ele ele ele fala sobre o o assunto, conta a história dele, né? A Cora Coralina, né, escritora aqui de Goiás, né, ela ela já vai lá para um lado mais abranda mais o assunto, né? Ela tem um conto chamado Lampião da Rua do Fogo. Não sei se vocês conhecem esse conto, mas ele é também não sei se é verídico. É possível que seja verídico mesmo, né? Ela conta que um certo maia morre na cidade e e na hora que vão levando o caixão, tinha um lampião no meio da rua e estão carregando caixão. Aí batem o o caixão no lampião, aí abre a o o a o caixão e ele tá vivo lá, ele
rto maia morre na cidade e e na hora que vão levando o caixão, tinha um lampião no meio da rua e estão carregando caixão. Aí batem o o caixão no lampião, aí abre a o o a o caixão e ele tá vivo lá, ele foi salvo, né? Mas depois ele morre de vez, né? Aí estão levando ele de volta, né? Pelo pelo caminho, né? E a e a personagem lá, né? A a alerta. Olha compadre mendanha, escuta comadre, cuidado com o lampião da rua do fogo, viu? Não vai acontecer como da outra vez. Só para ter certeza que ele que ele ia seria a enterrada, né? Os filmes de Hollywood nem se fala, eles tratam do assunto, mas geralmente com sentido de vingança. A pessoa é enterrada viva, tem uma, por alguma motivo, um homicídio talvez, e ela sai da daquela situação negativa e vai se vingar. É assim que o cinema coloca o o assunto pra gente, né? esse negócio de voltar à vida, por que que algumas pessoas voltam à vida depois de estarem aparentemente mortas? Se a gente voltar no tempo, isso é bíblico. Nós encontramos na Bíblia três episódios que ilustram a a esse tema e nos dão assim alguns insightes, alguma algumas eh eh alguns desdobramentos interessantes que eu vou aproveitar nessa segunda parte da palestra. Então, esses episódios são três descritos na Bíblia. E é bom que a gente conheça esses três episódios, porque eles são muito debatidos, há muita polêmica por trás disso, né? Eh, sobre a na a sobre a própria natureza de Jesus, né? O primeiro episódio é tá lá escrito o Lucas, é o chamado filho da viúva de Naim, né? E aconteceu que no dia seguinte ele foi à cidade chamada Naim e com ele iam muitos seus discípulos de uma grande multidão. E quando chegou perto da porta da cidade, eis que levava um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva, e com ela ia uma grande multidão da cidade. E vendo ao Senhor, moveu-se de íntima compaixão por ela e disse-lhe: "Não chores". E chegando, tocou o esquif e os que o levavam pararam e disse: "Jovem, a ti te digo, levanta-te". E o defunto assentou-se e começou a falar.
u-se de íntima compaixão por ela e disse-lhe: "Não chores". E chegando, tocou o esquif e os que o levavam pararam e disse: "Jovem, a ti te digo, levanta-te". E o defunto assentou-se e começou a falar. e entregou a sua mãe e de todos se apoderou o temor e glorificaram a Deus, dizendo: "Um grande profeta se levantou entre nós e Deus visitou seu povo." Nesse episódio de Naim, da viúva de Naim, não está claro a aqui que o filho dela tinha catalepsia ou algo parecido. Apenas é relatado que ele estava morto e Jesus ordenou que ele se levantasse. Dá toda a aparência de ser um autêntico caso de ressurreição. Então, vamos falar daqui a pouquinho se realmente a ressurreição existe. Mas o segundo caso, ele não pode ser tratado como uma ressurreição. E para mim é o caso mais assim emblemático sobre o tema, porque ele é descrito por três apóstolos, por três evangelistas. E quando você tem uma uma passagem de Jesus que é descrito por mais de um evangelista, aumenta-se o grau de confiança de que aquilo realmente aconteceu do jeito que ele é descrito na Bíblia. Ele é descrito por Mateus, Marcos e Lucas. Os três falam sobre seu mesmo episódio, que é eh um episódio muito conhecido da filha de Jairo. Jairo, ele ele trabalhava e eh na na chefe da um do trabalhava junto com o chefe da sinagoga e a filha dele tava muito mal de saúde, tava ah desenganada, né? E e ele assim muito humildemente, ele ele ele já tava de olho em Jesus há muito tempo, né? algum tempo que Jesus estava por ali, ele tava de olho em Jesus, vendo as coisas que ele fazia. E ele humildemente chegou até o mestre e disse para ele eh o que tava acontecendo. Ele pediu pela pela vida da sua filha. E Jesus disse: "Não temas, crê somente". e pediu que fosse até a casa dele. E curiosamente Jesus pediu que só Pedro, Tiago e João eh o acompanhassem nesse episódio. Ele não queria muito estardalhaço. Aí quando ele chegou na casa da do Jairo, já havia um alvoroço, já já tinham contratado ah pessoas para fazer cânticos, enfim, todas as cerimônias que que antecediam
Ele não queria muito estardalhaço. Aí quando ele chegou na casa da do Jairo, já havia um alvoroço, já já tinham contratado ah pessoas para fazer cânticos, enfim, todas as cerimônias que que antecediam um funeral judeu. E e Jesus disse o seguinte: "Por que todo esse barulho e esses choros?" Porque tinha aquelas que eram pessoas que eram pagas para chorar, por que que pareça, você pagava a pessoa para ficar chorando na na sua casa quando alguém morria. E Jesus foi indignado com aquilo, né? Falou: "Para que esse choro? Para que esse barulho todo, né? A menina não morreu, ela tá dormindo." Foi o que Jesus disse. Então, é, eu tenho que sublinhar isso aqui, ó. A menina não morreu. Ela está dormindo, apesar de todos ter atestado a morte dela. O próprio pai, o próprio pai foi ter com Jesus por causa disso, né? E eles riram de Jesus, fizeram pouco caso daquilo, tá? Aí Jesus mandou todo mundo sair e só pegou o pai e a e a mãe da da menina, né? A menina não sabemos qual o nome que ela tenha, que ela tinha, né? E ele chegou, pegou a mão da menina e falou uma uma frase que ficou célebre, talita cumi, que era significa menina, levanta-te. Essa expressão Talita cumi, ela ela simboliza assim um é um símbolo de esperança, de milagre, de esperança, né? E ela se levantou normalmente, se alimentou, quer dizer, acordou, começou a se alimentar e já ele ficou extremamente agradecido, beijou Jesus e e Jesus no final diz o seguinte: "Olha, não conte para ninguém o que vocês viram aqui, porque lembra, só tinham três três apóstolos ali. E ele ordenou que ninguém soubesse o que tinha acontecido ali e pediu para dar a comida para ela. Mas o caso mais famoso de toda a Bíblia, não tem como a gente deixar de falar, é da ressurreição de Lázaro. Ele é tratado como uma ressurreição, né? Lázaro era um dos amigos mais queridos de Jesus. Aliás, a família toda era muito querida de Jesus. Lázaro era irmão de Maria Madalena e de Marta. Então, Jesus tinha uma ligação muito forte com essa família. ficava hospedado
s mais queridos de Jesus. Aliás, a família toda era muito querida de Jesus. Lázaro era irmão de Maria Madalena e de Marta. Então, Jesus tinha uma ligação muito forte com essa família. ficava hospedado na casa dele quando visitava na região de de Betânia. E e quando ah ele soube então que que o Lázaro tava doente, tava as próprias irmãs do Lázaro avisaram para Jesus que ele tava doente. E dois dias depois e Jesus recebeu a notícia que ele havia, olha, algum tempo depois, ele recebeu a notícia que ele havia morrido. E e Jesus diz o seguinte, assim falou e depois disse-lhes: "Lázaro, o nosso amigo, dorme, mas vou despertá-lo do sono de novo." A mesma coisa que aconteceu com a filha de Jairo. Jesus falou: "Ela tá dormindo. Ela não tá morta, ela tá dormindo." Só que Jairo já tava morto havia quatro dias quando Jesus falou isso. E os os discípulos disseram o seguinte: "Senhor, se dorme estará salvo". Claro, se Jesus falou que tá dormindo, é porque tá dormindo, não tá morto, né? E aí Marta eh eh chegou para Jesus e falou: "Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido." Tal assim, a confiança que que elas tinham assim em Jesus. Para Jesus nada era impossível, né? Mas também agora sei que tudo quanto pedires a Deus, Deus te considerar. Disse-lhe Jesus: "Teu irmão há de ressuscitar". Bom, aí tem aquele o episódio clássico e conhecido de todos vocês, né? Jesus foi até o sepulcro, pediu que tirassem a pedra. Geralmente esses sepulcros eram cavados sobre a rocha e com a pedra na frente, né? As pessoas alertaram: "Olha, Jesus, ele ele tá morto há quatro dias. Deve ter um cheiro muito bom aí." Mas Jesus insistiu, tire a pedra. E quando ele tirou, saiu de lá. Lázaro saiu, ele falou: "Lázaro, sai daí". E Lázaro saiu todo a todo envolto em em eh em pano, né? E essa esse milagre ele é considerado um dos mais poderosos de Jesus. Ele teve um impacto assim fundamental até no destino que Jesus teria daí em diante. Porque muitas pessoas que viram isso ficaram assim deslumbradas, ficaram assim
erado um dos mais poderosos de Jesus. Ele teve um impacto assim fundamental até no destino que Jesus teria daí em diante. Porque muitas pessoas que viram isso ficaram assim deslumbradas, ficaram assim comovidíssimas, se converteram ali mesmo. E h e esse e esse esse milagre chegou até os fariseus. Chegou até os fariseus. Depois os principais, os sacerdotes e os fariseus formaram conselho e diziam: "O que faremos? Porquanto este homem faz muitos sinais. Se o deixarmos assim, todos crerão nele e virão os romanos e tirar noão o nosso lugar, o nosso lugar e a nação. Então, olha a preocupação deles, porque esse sinal que Jesus estava dando era o sinal definitivo de que ele era o profeta, ele era aquele esperado, anunciado lá no Antigo Testamento. Então, ficaram desesperados quando quando isso aconteceu. O que que nós vamos fazer com com esse Jesus? Bom, depois disso, Jesus foi para Jerusalém e o resto a história, vocês sabem que aconteceu. Bom, meus amigos, depois de todas essas histórias que eu contei para vocês da Bíblia, da literatura, diversos casos, né, a gente tá falando sobre ah mortes aparentes, pessoas que que morreram, mas não morreram. Como é que a ciência explica isso? E isso existe mesmo? Existe, claro que existe. Eh, e e não é uma coisa tão rara assim. Já e hoje em dia é mais raro porque a ciência avançou nessa questão da da comprovação da do óbito, da morte física, mas existem lugares do mundo onde não tem acesso à tecnologia. Então, eh eh o pessoas serem enterradas vivas ainda aconte ocorre, isso acontece em muitos países ainda. E é claro, causa uma comoção. É óbvio que uma comooção, porque isso é são, como eu falei para vocês no início da palestra, é uma é um temor, é um medo ancestral que nós temos. A ciência chama esse fenômeno de catalepsia ou então de catatonia. Lá o indivíduo tá catatônico, é quando você tá assim parado, mobilizado, né? E e de fato é uma condição que é caracterizada por uma rigidez muscular e mobilidade e rigidez corporal, onde a pessoa fica presa em uma posição por um
, é quando você tá assim parado, mobilizado, né? E e de fato é uma condição que é caracterizada por uma rigidez muscular e mobilidade e rigidez corporal, onde a pessoa fica presa em uma posição por um período de tempo, podendo ser de minutos ou dias. A pessoa pode ficar dias catatônica, parada. Não é à toa que não é surpresa que em alguns lugares ela seja considerada morta, porque você tenta acordá-la, ela não acorda. Tenta escutar o coração, não escuta nada. Os batimentos são tão baixos, tão esporádicos, que não não dá para perceber que a pessoa ainda tá e é viva, né? E a causa disso, segundo a ciência, é uma causa patológica. Ah, algumas pessoas atribuem a catalepsia a um estado de uma ao resultado de uma doença nervosa, uma debilidade mental, uma histeria, uma intoxicação e até mesmo alcoolismo. Na questão nerval do sistema nervoso, eles associam isso a diversas síndromes, como mal de Parkson, a síndrome neurolépica maligna e até epilepsia. A abstinência de anfetamina, pessoas viciadas em drogas, cocaína, anfetaminas, tema casos comprovados de pessoas viciadas que foram catalépticas, pessoas esquizofrênicas, pessoas que estão tomando antipsicóticos e por aí vai. Então, existe uma é é uma causa assim patológica. Patológica. Parece evitar isso, que uma pessoa seja ah enterrada viva, né? Ah, várias pessoas propuseram alternativas, soluções para isso, né? Tem um tal de Dr. Hartman que dizia o seguinte: o fazer um enterro sem caixão. Quer dizer, se a pessoa é catalética, se enterrar sem caixão, ela vai morrer sufocada de qualquer jeito. Se ela acordar, ela já morre sufocada. Ou então enterra com caixão, mas joga um gás venenoso lá dentro. para garantir que ela morra se acordar ou então faz-se a cremação. Não vamos falar sobre a cremação daqui a pouquinho. Como é que a visão, como é que o espiritismo vê a a a cremação? Bom, na na no espiritismo, a a esses fenômenos de catalepsia eram eram conhecidos, obviamente por Allan Kardec. Eram conhecidos por Allan Kardec. E é
visão, como é que o espiritismo vê a a a cremação? Bom, na na no espiritismo, a a esses fenômenos de catalepsia eram eram conhecidos, obviamente por Allan Kardec. Eram conhecidos por Allan Kardec. E é claro que os espíritos foram evocados, foram consultados a esse respeito, porque nesse estado de catalepsia elas, Allan Kardec faz uma divisão que hoje que a ciência não faz. Ele divide o fenômeno em letargia e catalepsia. A letargia seria a catalepsia e aquela definida pelos médicos, a rigidez total. ah, nenhuma reação observável, enquanto que a catalepsia descrita por Kardec seria uma uma letagia mais localizada. O indivíduo ainda tem alguma consciência do que tá acontecendo, tá? Mas Kardec tá curioso em saber quando a pessoa é cataléfica, ela morre? E os espíritos na pergunta 423 diz o seguinte: quando um homem aparentemente aparentemente morto volta à vida, é que a morte não estava consumada. É simples assim. Se a gente pegar essa frase e aplicar lá naqueles casos da Bíblia, nós podemos só podemos chegar a uma conclusão que tanto a filha de Jairo quanto Lázaro não estavam mortos, eram cataléticos. Por acaso isso reduz a grandeza, realeza de Jesus? De jeito nenhum. Porque só o fato de uma pessoa chegar, pessoal tá catalética, fala: "Levanta-te", já é prodigioso. Quem consegue fazer isso? Nenhum médico sabe fazer isso. Nenhum médico consegue fazer isso. E e Jesus, com o magnetismo dele, fez a pessoa sair daquele estado cataléptico e voltar a a à a consciência plena. Por que Kardec e eh tocou nesse assunto para começar? Porque ele viu depois dessa afirmação, ele viu que os casos de de morte aparente são os casos assim mais ah digamos ah mais absolutos de emancipação da alma. Já que nós estamos tratando do assunto o o o tema desse capítulo é a emancipação da alma. Até que ponto a alma se emancipa do corpo físico? Exatamente. Nesses casos de catalepsia e letargia, é que ela mais se afasta do corpo, porque o corpo tem toda aparência está morto. As as funções básicas e eh são reduzidas quase a zero.
corpo físico? Exatamente. Nesses casos de catalepsia e letargia, é que ela mais se afasta do corpo, porque o corpo tem toda aparência está morto. As as funções básicas e eh são reduzidas quase a zero. Eh, eu eu tava até conversando com o Marcos antes da palestra, né? Lá na Índia tem eh tem faquires, tem magnetizadores, conseguem ficar num num estado de animação suspensa durante dias, com coração batendo pouco, eh, e tem toda a aparência de estarem mortos, mas aí é um caso de de de controle sobre o corpo quase que impossível para nós ocidentais e eh reconhecermos. É um estado uma uma catalepsia induzida, controlada pelo próprio faqui, né? Então, a gente não pode considerar isso como uma ressurreição no estrito senso da palavra. A própria Bíblia fala sobre isso lá em Samuel. Diz o seguinte: "Quando morremos, somos como a água que não mais se pode recolher. Uma vez derramada na terra, Deus não faz voltar uma alma." Está na Bíblia. Se Deus não faz voltar uma alma, como é que Jesus fez voltar uma alma? Jesus, os milagres que Jesus fez não podem ir contra as leis do universo. Ah, mas Fernando, ele fez coisas prodigiosas, multiplicação do dos peixes, multiplicação do vinho, não sei que mais. Ele ressuscitou os mortos, andou sobre as águas. Como isso aí não é violar a lei da física? Olha, eh, eu convido vocês a, é, é por isso que Allan Kardec estudou esse esse, esses temas, esses assuntos sobre um ponto de vista, eh, espírita de acordo com o conhecimento que havia na época sobre a a o psiquismo, sobre os nossos fenômenos que eram muito antigos, já conhecidos pelos orientais, mas que só agora as pessoas do ocidente estavam conhecendo. Então, Kardec trouxe uma explicação mais racional para isso. Então, de novo, eu queria enfatizar isso. Em nada é reduzida a grandeza de Jesus quando ele tira uma pessoa de um estado cataléptico. Agora ele não ressuscitou. Porque uma vez quebrados os laços fluídicos que unem o espírito ao corpo, não há como voltar atrás. O corpo quando tá de fato morto, ele entra num processo
tado cataléptico. Agora ele não ressuscitou. Porque uma vez quebrados os laços fluídicos que unem o espírito ao corpo, não há como voltar atrás. O corpo quando tá de fato morto, ele entra num processo de autólise. As enzimas são liberadas, que é irreversível, não tem como você voltar atrás. também não tem como fazer um espírito voltar pro corpo dessa maneira, né? Mas por que que as pessoas passam por isso? Vamos ver agora do ponto de vista cármico, eh, do ponto de vista de ação, dação e reação. Por que que certos espíritos tem que passar por esse tormento, por essa verdadeira expiação que é acordar dentro de um caixão e e no aquele desespero de querer sair dali? Por que que eles passam por isso? Bom, vamos voltar às nossas múmias lá do início da palestra. Kardec, depois de visitar as bumas de da de San Michel, ele evocou o espírito daquela que parecia que tinha uma expressão de que tinha sido enterrado vivo, né? E ela se manifestou na na numa reunião, desculpa, não foi Kardec, não, ela ela foi evocada na Sociedade Espírita de San Jean eh Dangeli, mas o relato foi eh enviado para Kardec, que fez a publicação em 1862. E essa entidade se manifestou, declinou seu nome, né, Guilherme Remone, e ele disse que ele tinha, em outra vida ele tinha sufocado a mulher com dois colchões por ciúme, um crime passional. Ele pediu para voltar e passar pelo pela mesma expiação, pela mesma provação que a mulher dele havia passado, né? No livro Céu Inferno, que é é um livro que Alan, pouco conhecido, infelizmente pouco conhecido dos espíritas, no livro S inferno, Kardec traz uma série de relatos de pessoas que foram até lá no além e voltaram para contar o que viram. E tem um um relato de um de um espírito chamado Antônio B. Não se sabe quem é esse B. devia ser alguém famoso, conhecido, mas ele não eh preferiu ocultar o nome dele na obra. É, ele ele teve um ataque eh cataléptico em 1850 e também foi evocado e ele disse que eh tinha matado alguém, tinha sufocado alguém num fço, tinha jogado alguém num
eferiu ocultar o nome dele na obra. É, ele ele teve um ataque eh cataléptico em 1850 e também foi evocado e ele disse que eh tinha matado alguém, tinha sufocado alguém num fço, tinha jogado alguém num fço, eh sufocado da pessoa, afogado da pessoa, né? E ele descreve as sensações que ele teve na hora da morte, que a gente não precisa eh entrar em detalhes. Aqui tem um outro episódio em 58 da senora Schin Ben House, né, que tinha letargia também foi e eh enterrada viva, né? Ah, tem uma jovem catalépica de SUAB também, que ele é outro caso que ele que ele descreve, enfim, uma série de casos que Allan Kardec eh eh estuda, né, usa esse material para estudar a o assunto, né? Mas existe um outro aspecto. Além desse aspecto cármico da pessoa passar por isso, ter que passar por isso, hã, há uma mediunidade associada a isso. Isso pouca gente sabe disso. Esse assunto de de catalepsia, ele nem hoje em dia nem é muito nem nunca foi muito valorizado pela própria medicina. Acho que os pesquisadores da área, os pesquisadores assim não não se interessam por estudar a morte. É um assunto meio, como eu falei, meio polêmico, meio tabu. Eh, então a medicina se preocupou muito pouco com isso, mas as ciências psíquicas, sei lá, do século XIX, do século XX adoraram tema. Adoraram tema. Inclusive na na na no século XX. Eh, existe um fenômeno chamado hiperestesia. Isso é um é um um termo parapsicológico que descreve um uma amplidão dos do uma uma ampliação dos dos sentidos que eh de tal forma que você mesmo em sono profundo, tendo todas as aparências está morto, você consegue ver coisas que estão acontecendo lá do outro lado do mundo. Esse essa esse é um fenômeno eh parapsicológico, né? Mas num seio espírita esse assunto foi abordado sobretudo nas obras de da dona Ivone Pereira. Para quem não conhece a dona Ivone, eh, alguns chamam até carinhosamente de o Chico Xavier de Saias. Foi, era uma médium fantástica, pouca, infelizmente pouca gente conhece ela, lê as obras de Ivon Pereira, ela tem vários romances e ela recebia eh
chamam até carinhosamente de o Chico Xavier de Saias. Foi, era uma médium fantástica, pouca, infelizmente pouca gente conhece ela, lê as obras de Ivon Pereira, ela tem vários romances e ela recebia eh Bezerra de Menezes, Bezerra de Menezes. E e na na infância dela, ela tinha uma ela conheceu lá na cidade dela em Barra Mansa, do Rio de Janeiro, uma tal de um médico chamado Zico, eh Zicu Horta. E esse Zico Horta, ele trabalhava num centro espírita e ele conheceu uma média chamada Chiquinha, que tinha 19 anos, que essa Chiquinha quando ela entrava em transe mediúnico, ela entrava e e ela assumia uma uma condição cataléptica. Ela ficava rígida, mudava até a cor da pele dela, ficava meio esverdeada e pasme, ela começava até exalar um cheiro, um pouquinho cheirinho daquele cheiro da decomposição, tal grau de de a rapidez com que ela assumia esse estado cataléptico. E mal sabia a Dona Ivone que ela também tinha catalepsia, só que ninguém sabia disso. A Dona Ivoni, ela desde criança, eh, com os 29 dias de vida, ela teve uma uma gripe, uma febre e morreu, pelo menos tinha deu a aparência de morta. A mãe chorando aos pés do da do corpo da criança implorou para que ela voltasse e ela acordou, né? Mas ela desde os 8 anos eh de vida, a dona Ivone, ela entrava num estado cataléptico por causa da mediunidade dela. Como eu falei no início, né? Quando você tem a catalepsia, oletagia, você se solta, você se desprende o seu corpo de tal forma que só mesmo morrendo para você ter liberdade absoluta, mas esse é o estado mais avançado que você tem de de projeção do da consciência. e ela visitava o plano austral, aí voltava e trazia suas memórias, né? Um outro médium muito famoso no Brasil, Carlos Mirabelli, lá de São Paulo, famoso por efeitos físicos, ele também tinha uma mediunidade e eh é a gente chama de sonambulismo cataléptico. Acho que a próxima palestra sobre sonambulismo, né? Eh, o Mirabé também ele apresentava sinais de de decomposição eh durante essa a reuniões de de materialização que ele era era o
bulismo cataléptico. Acho que a próxima palestra sobre sonambulismo, né? Eh, o Mirabé também ele apresentava sinais de de decomposição eh durante essa a reuniões de de materialização que ele era era o principal médium envolvido, né? Enfim, eh, são muitos os os assuntos que a gente poderia falar, muitos muitos tópicos que a gente poderia falar sobre assunto, mas eu queria de finalizar falando sobre a cremação, porque a cremação, como não foi discutido aqui, ela é como se fosse assim a solução para aqueles que têm medo de serem enterrados vivos, né? Isso é cremado, né? O que é que o espiritismo fala sobre a cremação? Nós não temos nada contra a cremação. Eu mesmo, eu já falei pros meus entes, falam: "Quando eu desencarnar, por favor, queime, queime meu corpo e ah, faça com a minha cinza o que eles o que eles aprou". Mas eh as pessoas têm medo, também tem medo da morte, tem medo, tem medo de tudo, até da cremação, porque elas têm medo de estem vivas na hora da cremação. Elas têm medo de acordar dentro do caixão, mas também ao mesmo tempo tem medo de serem cremadas. A recomendação que Emanuel dá é que a para aquelas almas que são muito apegadas ao corpo, que a gente sente que sofre muito na hora do desencarne, eu recomenda 72 horas antes da cremação, que é um tempo suficiente para que a alma recupere um pouco a sua razão, a sua, tenha um pouco da consciência do que onde ela está agora e e não sofra tanto quanto na hora da cremação, porque muitos esposos vem o que acontece com seu corpo nessa hora e sentem um ficam desequilibrados. Então, para evitar isso, é uma recomendação só. Então, a a doutrina espírita não tem nada com relação à cremação. Nós já acho que já foi discutido aqui, os espíritos assim gostam muito quando o nome deles é é mencionado nos velórios, quando as lembranças vêm à tona. Eles vem isso com muita simpatia. Eles gostam muito que no dia dos de finado as pessoas eh eh orem por eles. A lembrança de de ser bem quisto, de ter tido deix ter deixado pessoas, amigas
vêm à tona. Eles vem isso com muita simpatia. Eles gostam muito que no dia dos de finado as pessoas eh eh orem por eles. A lembrança de de ser bem quisto, de ter tido deix ter deixado pessoas, amigas para trás, é reconfortante para eles. Então não fiquem invechados de de de terem esse tipo de sentimento com relação aos mortos, né? E por falar nisso, e as nossas múmias lá do monte de São Michel, o que aconteceu com elas? Bom, em 1979, o governo da França, eh, por uma questão até sanitária, né, e uma questão de de respeito a aos aos ao corpo humano, né, ordenou que as 71, as 74 múmeas fossem enterradas e num crematório na no cemitério de Chartre, onde elas finalmente descansam em paz após mais de 300 anos. Que Jesus nos abençoe ilumine nos ampare hoje e sempre. Aproximamos-nos então da do nosso encerramento. Vamos enfatizar novamente o convite para a semana que vem, que é o seminário do DA, o idoso e o Envelhecimento ativo. O objetivo desse seminário, já houve um sobre envelhecimento, é preparar as pessoas para esse momento da vida que deve ser tão importante quanto os outros momentos. E para a literatura espírita no livro Fonte Viva, capítulo 86, é o momento mais importante da vida, onde a sabedoria e a experiência adquirida devem transbordar em benefício da sociedade, da comunidade. Então, envelhecimento ativo, envolvimento social e autonomia, auto autonomia. Esse é o capítulo que cai na quarta-feira que vem, porém segunda, terça, quinta, sexta e sábado, haverá outros enfoques desse tema envelhecimento. Então, nós não estaremos aqui na quarta, voltamos no na outra quarta-feira, então daqui duas semanas. E fica o convite para esse trabalho do DAL, que também é gravado. Para quem estiver fora de Brasília, pode depois ver toda a sequência de palestras para repensar a sua vida, já que o envelhecimento virá e nós precisamos vivê-lo em plenitude e despojarmos de preconceitos, de ideias, de coisas que não são adequadas, que eu geralmente o ido já não é sem visto como um objeto de
que o envelhecimento virá e nós precisamos vivê-lo em plenitude e despojarmos de preconceitos, de ideias, de coisas que não são adequadas, que eu geralmente o ido já não é sem visto como um objeto de desejo, né? no sentido de, ah, eu quero envelhecer, quero ficar velho. As pessoas geralmente tendem a querer permanecer numa juventude, mas não é assim. Então, é uma reflexão profunda nesse sentido e também educativa e dentro do DA com aspecto de saúde, né, saúde psicológico, saúde espiritual para todas as etapas do caminhar terreno. Vamos então agradecer a Deus, nosso pai que nos reuniu nessa noite para uma reflexão sobre esse tema, os estudos que foram trazidos. No próximo, na continuidade do trabalho, vamos falar sobre o sanobulismo que muita gente não entende, né, Fernando? Pessoas acham que sonamboliza queres despertar durante o sono sai andando por aí também é, mas existe uma grande faculdade mediúnica chamada sonambulismo, que é quando o espírito se desdobra, ele tá sentado aqui, olho fechado, quieto, mas ele vai relatando as coisas que ele vai vendo. É igual aquele filme Avatar, quem assistiu Avatar, que as pessoas ficam ali deitadas, né, mas se vem no naquele planeta vivendo situações, vivendo momentos, né, inclusive conhecendo pessoas. O sonâmbulo é isso. Nós temos na comunhão alguns médiuns que são sonâmbulos que dizem: "Agora estou em tal lugar". A diferença é que no avatar a pessoa tá ali dormindo. Se mas a mente dela tá ali projetada. A gente viu isso no encontro passado, né? transmissão guta do pensamento. O sanabolismo o médium, ele relata o que ele está vendo. Eu estou em tal lugar, é assim, é assado, é frio, é quente. É como se eu me desdobrasse e no caso seria um desdobramento, mas eu tenho a capacidade de relatar por meio de mim, que aqui estou, falar por mim, eu sou um rádio de mim mesmo, as experiências. Então, um tema bastante curioso que nós vamos dar continuidade a esses processos de emancipação da alma. Que a noite seja de paz. Que tenhamos saúde, esperança, alegria e
e mim mesmo, as experiências. Então, um tema bastante curioso que nós vamos dar continuidade a esses processos de emancipação da alma. Que a noite seja de paz. Que tenhamos saúde, esperança, alegria e o nosso caminhar na terra seja feliz e profío nas obras, nas realizações do bem, colaborando sempre com Deus. Jesus encontre nós, discípulos desta hora e para todas as horas de nossa vida. Estejamos sempre prontos a servir ao mestre na figura do nosso irmão, do nosso próximo, pois a caridade é essencial para nós. Meus espíritos amigos, espírito da verdade, nossos mentores, nossos ancestrais, parentes, todos que nos querem bem, que nos acolhem aqui nessa casa, nos tragam sempre aquele conforto, aquele carinho, às vezes aquele abraço gostoso que a gente gosta de sentir, um abraço espiritual, evidentemente, nos momentos mais desafiadores de nossa jornada. Portanto, entendermos que não estamos sós e que é uma multidão, uma pleia de irmãos que em nome de Jesus estão cuidando de nós. Não nos sintamos sós, não nos sintamos abandonados jamais. Então, nós encerramos os trabalhos da noite, nos despedimos e desejamos que a paz, alegria, esperança esteja em nossos corações hoje e sempre. Então, até daqui duas semanas, mas quarta-feira que vem o seminário sobre envelhecimento. Muita paz. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira
que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos,
ue nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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